Osvaldo Andrade Souza
METROLOGIA INDUSTRIAL
“Presencial nas 5 as Feiras das 19:00 às 22:35h
Com Acessos Virtuais à Plataforma ALGETEC ”
Osvaldo Andrade Souza
REFERÊNCIA BÁSICA
1. FERNANDO, Paulo H. Lixandrão; et al. Metrologia. Editora SER -
SAGAH, 2018. ISBN 9788595025288. (Disponível em Minha
Biblioteca)
2. LINCK, Cristiano. Fundamentos de Metrologia. Editora SER - SAGAH,
2017. ISBN 9788595020221. (Disponível em Minha Biblioteca)
3. NETO, João. Metrologia e Controle Dimensional - Conceitos, Normas
e Aplicações. Editora Grupo GEN LTC, 2018. ISBN 9788535290387.
(Disponível em Minha Biblioteca)
https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/6687/7/M%C3%B3dulo%201%20I
ntrodu%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0%20Metrologia.pdf
Osvaldo Andrade Souza
REFERÊNCIA COMPLEMENTAR
1. ALBERTAZZI, Armando; SOUSA, André Roberto de. Fundamentos de
Metrologia Científica e Industrial. Editora Manole, 2017. (Disponível em
Minha Biblioteca)
2. LIRA, Francisco Adval de. Metrologia - Conceitos e Práticas de
Instrumentação. Editora Saraiva, 2014. (Disponível em Minha Biblioteca)
3. LIRA, Francisco Adval de. Metrologia Dimensional - Técnicas de Medição e
Instrumentos para Controle e Fabricação Industrial. Editora Saraiva, 2015.
(Disponível em Minha Biblioteca)
4. LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na Indústria. Editora Saraiva, 2016.
(Disponível em Minha Biblioteca)
5. MENDES, Alexandre. Metrologia e Incerteza de Medição - Conceitos e
Aplicações. Editora LTC, 2019. (Disponível em Minha Biblioteca)
Osvaldo Andrade Souza
DISCIPLINA: Metrologia Industrial - 88 h
Os alunos deverão estar aptos a:
• Apresentar as finalidades e as particularidades dos principais
equipamentos básicos e dispositivos auxiliares pertinentes à instalação de
tubulações e vasos de pressão.
• Realizar cálculos básicos de dimensionamento e análise de componentes
de linhas industriais de tubulações e vasos de pressão.
• Escolher os componentes e a instalação mais viáveis tecnicamente.
• Avaliar e aplicar os métodos de cálculo para dimensionamento de
tubulações quer sejam de modo analítico, ou aplicando normas adequadas ao
âmbito tecnológico de tubulações industriais.
• Trabalhar e desenvolver projetos que estão em conformidade com os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU
Osvaldo Andrade Souza
CRONOGRAMA:
Dia/mês Metrologia Industrial – Presencial 5 as Feiras 19:00 às 22:35h
29/2 Alinhamento, Contrato, Bibliografia, Cronograma, Apresentações Alunos e Professor
7/3 Definições e conceitos de Metrologia • Consolidação das Equipes para a AV3
14/3 Precisão e Exatidão • Alinhamento sobre as Prática no sistema ALGETEC
21/3 Metrologia Dimensional
28/3 Sistema Internacional de Unidades
4/4 Alinhamento sobre as Prática no sistema ALGETEC
11/4 Conversões de unidades
18/4 Padrões de medida
25/4 AV1
2/5 Devolutiva da AV1 • Alinhamento sobre as Prática no sistema ALGETEC
9/5 Procedimentos de Medição e Calibração
16/5 Instrumentos de Medição Linear e Angular
23/5 Incertezas e Falhas de Medição • Alinhamento sobre as Prática no sistema ALGETEC
30/5 Feriado C. Christi
6/6 Controle de Calibração e Ajuste
13/6 Apresentações das Equipes - AV3
20/6 Certificação Internacional • Planejamento um Sistema de Confiabilidade
27/6 AV2
3/7 Entrega da AV2 • 2ªChamada AV1 ou 2
10/7 AV4
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Avaliações:
Serão realizadas verificações escritas e/ou trabalhos práticos e para a
determinação da média aritmética simples das notas:
• 1ª Nota = AV1 – Prova escrita individual – 50% ME e 50% ALGETEC
• 2ª Nota = AV2 – Prova escrita individual – 50% ME e 50% ALGETEC
• 3ª Nota = AV3 – Atividade Processual em Equipe
Se a Média Ponderada ≥ 6,0 ➔ Aprovado,
Se a Média Ponderada < 4,0 ➔ Reprovado, senão será submetido à AV4
• AV4 – Avaliação Substitutiva da Média – 50% ME e 50% Discursiva
Se AV4 ≥ 5,0 ➔ Aprovado
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Proposta de Contrato Didático
Aprovado
Tema Finalidade Proposta Inicial Acord
o Final
Falar e Ouvir Poder se Uso discreto de celular em necessidade (Vibra e a
concentrar na pessoa sai ou digita)
Uso do Celular aula
Evitar Excesso Conversa paralela
Conversa Paralela
Controlar o tom e o volume da voz
Forma de Harmonia e Perguntas devem ser feitas logo que surgem mas
relacionamento entendimento respeitando a finalização do diálogo em curso
estre todos
Estarmos abertos as críticas
Pontualidade Atender Chamada em horas específicas ou
requisitos da
Assiduidade Escola e do Pais Passar a Lista de Presença
Após as 22h “Seção Tira dúvidas” das AV3 ou de
outros temas. Fica quem necessita
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Proposta de Contrato Didático
Aprovado
Tema Finalidade Proposta Inicial Acordo
Final
Slides das aulas Acesso ao material didático Os slides serão colocados em PDF no
Fotografar e Filmar Autodesenvolvimento Portal
Uma ou outra foto é natural. Gravar
ou filmar a aula não.
O uso de Imagem é
regulamentado no Brasil Não colocar Fotos ou Vídeos em
Redes Sociais ou Afins sem acordo
mútuo.
Prazos Eficácia no processo do Cumprir os Prazos é parte
aprender e comprovar fundamental do atendimento
Respeito/Compromisso
Ética na Prova Confiança para assegurar a Pessoas que têm trabalhos especiais
Clareza e formação e poder que podem chocar com alguma aulas
Transparência recomendar nossos alunos deve avisar e combinar a alternativa
Avaliação Provas são Individuais ...
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Proposta de Contrato Didático
Tema Finalidade
Aprovado
Proposta Inicial Acordo
Final
Uso adequado de EPIs no Estudantes e Professor providenciam seus
Laboratório EPIs. Professor divulga lista.
Segurança Pessoal
Experimentos com uso de Uso de fogo apenas no laboratório
fogo – AV3 avisando aos bombeiros
E-mail e WhatsApp e Facilidade de Serão disponibilizados para os alunos
Celular contatos Alunos usarão com equilíbrio
Colaboração Uma única pessoa da equipe enviará a
Planejamento AV3
Problemas com Visão Aluno que Combine com o professor, em particular,
ou Similar necessite ou se a condição requerida.
sinta melhor com
letras de tamanho
maior ou Algo
Similar
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Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU
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Consolidação das Equipes para a AV3
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Metrologia Industrial Obs. TOTAL
AV3
EQUIPE 1 – Nome COMPLETO
Ana Beatriz
André
Mateus
Alan
Pedro
Luiz
EQUIPE 2 – Nome COMPLETO
Alex Andrade
Eduardo Pereira
Vanderson Silva
Sidnei Soares
Sheldon José
Guilherme Barbosa
EQUIPE 3 – Nome COMPLETO
EQUIPE 4 – Nome COMPLETO
Felipe cardoso
Matheus Teles
Victor Nascimento
João Bernard
Osvaldo Andrade Souza
Metrologia Industrial Obs. TOTAL
AV3
EQUIPE 5 – Nome COMPLETO
Luan
Renato
Leandro
EQUIPE 6 – Nome COMPLETO
EQUIPE 7 – Nome COMPLETO
EQUIPE 8 – Nome COMPLETO
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Definições e Conceitos de Metrologia
Osvaldo Andrade Souza
Incerteza de Medição - U
Parâmetro associado ao resultado de uma medição, que
caracteriza a dispersão dos valores que podem ser
fundamentalmente atribuídos a um mensurando;
Estimativa caracterizando a faixa dos valores dentro da qual,
com uma probabilidade definida (geralmente 95%), se
encontra o valor verdadeiro do mensurando.
Osvaldo Andrade Souza
Valor Verdadeiro Convencional – VVC É o valor admitido como
verdadeiro para uma aplicação específica;
É o valor atribuído e aceito de uma grandeza específica
(mensurando) por possuir uma incerteza apropriada para uma
dada finalidade.
Exemplo:
Na calibração de um paquímetro, com um bloco padrão de 100
mm(*) com (99,998 ± 0,001) mm,
o VVC do mensurando é 99,998 mm porque sua incerteza (±
0,001) é adequada para esta calibração (**)
(*)Valor nominal que corresponde à indicação do Bloco Padrão
(**) A incerteza do paquímetro está na casa dos centésimos de milímetros.
Osvaldo Andrade Souza
Os próximos slides são edições a partir dos elaborados pelo
Professor: Alcinei Lopes Ribeiro, SSA, 2022
A quem dou os créditos e agradeço muito.
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Conversões de Unidade de Medida
Esse cálculo é necessário, por exemplo, quando um operador recebe materiais
cujas dimensões estão em polegadas e precisa construir uma peça ou
dispositivo cujo desenho apresenta as medidas em milímetros ou frações de
milímetros, o que é bastante comum na indústria mecânica.
Conversão de polegada para milímetro
Multiplicar o numerador da fração pelo valor de uma polegada em milímetros
(25,4 mm);
Dividir o resultado encontrado pelo denominador.
Exemplo: Transformar ½ ” e 2 ¾ ” para milímetros
a ) x = ½ ” . 25,4 x = 12,7 mm
b) 2 ¾ ” = 2,75 . 25,4 x = 69,85 mm
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Conversão de milímetro para polegada na forma decimal
Dividir o valor dado em milímetros pela equivalência de milímetro
em polegada (25,4 mm), obtendo-se o resultado na forma decimal
de polegada.
Exemplo: Transformar 23,8 mm para polegadas:
x = 23,8 / 25,4
x = 0,937”
Osvaldo Andrade Souza
Conversão de milímetro para polegada na forma de fração ordinal
Também é possível converter o resultado em polegada para forma de fração
ordinal, com erro de até 1/128”.
Neste caso, segue-se o seguinte procedimento:
• Separar os números inteiros da parte decimal;
• Multiplicar a parte decimal por 128;
• Arredondar o resultado no valor inteiro;
• Reescrever o valor como numerador de uma fração que tem o 128 como
denominador;
• Simplificar a fração, quando possível;
• Apresentar os resultados finais, compostos do número inteiro seguido da
fração.
Osvaldo Andrade Souza
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MÉTODOS DE MEDIÇÃO DA ATIVIDADE - Caracterização de um Método
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PRECISÃO E EXATIDÃO
— Importância caracterizar medição
— Evitar a Confusão
— Grau de concordância resultado de uma medição e
valor verdadeiro (desconhecido) do mensurando
— Variância, repetitividade e reprodutibilidade
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TOLERÂNCIA E AJUSTE
Nas construções mecânicas obter a exatidão absoluta indicada pelo
desenho é impossível devido, aos problemas causados por folgas e
desgastes de máquinas e a imperfeição dos instrumentos de medição,
erros na leitura devido ao operador e, além disso, os instrumentos
somente são capazes de realizar medidas aproximadas.
Com a finalidade de aumentar à produtividade as peças fabricadas em
larga escala (em série), não são exatamente iguais, mais sim semelhantes
e obedecem a uma tolerância que permite às mesmas variações dentro
de certos limites pré estabelecidos serem totalmente intercambiáveis.
Para isso é necessário estabelecer o intervalo dos limites onde a medida
da peça poderá variar, determinando assim sua tolerância
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TOLERÂNCIA E AJUSTE - Para que os defeitos que ocorrem durante a fabricação
de cada peça não prejudiquem a montagem e o seu funcionamento, em relação
ao conjunto de peças que compõem as máquinas e equipamentos, são utilizadas
tolerâncias (limites admissíveis de erro).
As tolerâncias são aplicadas tanto no controle das variações de forma geométrica
como também nas variações de dimensões.
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TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS - (NB – 86 da ABNT = ISO R-286)
Tolerância dimensional é a variação permitida em uma determinada
dimensão da peça.
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TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS - Sistema Internacional de Tolerâncias
O sistema padronizado pelo ISO é constituído por uma série de princípios,
regras etabelecidas que permitem a escolha racional das tolerâncias
adequadas para cada caso. O sistema ISO considera todas as dimensões
compreendidas entre 1 e 500 mm, subdivididas em grupos para efeito de
cálculo da unidade de tolerância ( i ).
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Exemplos de Cálculo da Unidade de Tolerância - Calcular a unidade de
tolerância para uma dimensão de 60 mm
MG = Raiz Min x Max ( do grupo)
Calcular a unidade de tolerância para uma dimensão de 30 mm
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Qualidade de Trabalho - Fabricação das peças de um paquímetro ou de qualquer
outro instrumento de medição deve conter erros menores que as peças de um
motor de automóvel, que por sua vez deve conter erros menores que as peças de
uma betoneira.
Erros menores implica em tolerâncias menores e melhor acabamento superficial.
O sistema ISO estabelece 18 qualidades de trabalho (graus de tolerância)
designadas IT 01, IT 0, IT 1, até IT 16 (I de ISO e T de Tolerância) para atender as
diversas finalidades de construção de peças.
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SISTEMA DE TOLERÂNCIA E AJUSTES (ABNT/ISO)
Qualidade de trabalho: precisão da peça ou tamanho do intervalo
Campo de tolerância: valores entre as dimensões máxima e mínima ou posição do
intervalo
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Tolerâncias Fundamentais:
Os valores das tolerâncias fundamentais, a partir da qualidade IT 5, são
calculadas em função da unidade de tolerância “i”, conforme a tabela
abaixo:
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É o encaixe obtido entre duas peças de formato inverso (MACHO e FÊMEA), sem que
se tenha verificado durante o processo construtivo, o comportamento de uma em
relação à outra.
Na produção em série as peças não são todas absolutamente iguais, mas dentro de
limite estabelecidos pelas tolerâncias os ajustes sempre terão o mesmo resultado.
Na construção de vários conjuntos, considerando uma peça em relação à outra,
sempre ocorrerá o mesmo tipo de ajuste.
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Pode-se obter diferentes tipos de ajustes variando somente a posição do
campo da tolerância do eixo – VARIAÇÃO EM RELAÇÃO À LINHA ZERO.
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Também se pode obter diferentes tipos de ajustes variando somente a
posição do campo da tolerância do furo – VARIAÇÃO EM RELAÇÃO À
LINHA ZERO.
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A posição dos campos de tolerância em relação à linha zero é designada
por letras.
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Os valores dos afastamentos superior e inferior para os eixos ( em μ ) é
obtido através de fórmulas específicas dadas em função da dimensão
nominal ( em mm ).
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Os afastamentos dos FUROS são exatamente simétricos aos dos EIXOS da mesma
posição e qualidade. Ai (afastamento inferior do furo) é igual a as (afastamento
superior do eixo da mesma letra e qualidade) com o sinal trocado.
Exemplo de aplicação: Determinar os afastamentos do eixo n 6 e do furo N 6 para
uma dimensão de 40 mm.
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EXEMPLO: TABELA PARA FURO BASE – H 7 (Tolerâncias em mícron)
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EXEMPLO: TABELA PARA FURO BASE – H 7 (Tolerâncias em mícron)
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DEFINIÇÕES
Afastamentos: desvios aceitáveis da dimensão nominal, para mais e para menos.
Tolerância: variação entre as dimensões máxima e mínima de uma peça
Medida nominal: 20 mm
Afastamento superior: 0,28 mm
Afastamento inferior: 0,18 mm
Dimensão máxima: 20,28 mm
Dimensão mínima: 20,18 mm
Tolerância: 0,10 mm
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Ajuste com Folga Ajuste com Interferência Ajuste Incerto
Furo Furo Furo
Dmax: 25,21 Dmax: 25,21 Dmax: 30,25 (F)
Dmin: 25,00 Dmin: 25,00 Dmin: 30,00 (I)
Eixo Eixo Eixo
Dmax eixo: 24,80 Dmax eixo: 25,41 Dmax eixo: 30,18 (I/F)
Dmin eixo: 24,59 Dmin eixo: 25,28 Dmin eixo: 30,02 (I/F)
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As tolerâncias podem ser representadas por
afastamentos ou pela norma ISO adotada pela ABNT.
Por afastamento Pela norma ISO
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PROCESSOS DE FABRICAÇÃO E QUALIDADE DE TRABALHO
Osvaldo Andrade Souza
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Osvaldo Andrade Souza
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
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EXEMPLO
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TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS
Tolerância Dimensional: não garante a obtenção da geometria
correta da peça
Tolerância Geométrica: variação aceitável das formas e posições
dos elementos da peça
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EXEMPLOS E SIMBOLOGIAS
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EXEMPLOS E SIMBOLOGIAS
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https://www.youtube.com/watch?v=_xdisZguqfw
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Anamnese