CAPITULO 5
De acordo com o autor Stanley Malamed, a seringa é um dos
componetes essenciais do arsenal da anestesia local, assim como agulha e o
tubete. Através da seringa e da agulha o conteúdo do tubete é aplicado no
paciente. Existem diverso tipos de seringas para administração de
anestésicos locais em odontologia, sendo elas:
I. Seringas não descartaveis
Carregamento reverso, metálica, tipo tubete, com aspiração,
Carregamento reverso, plástica, tipo tubete, com aspiração
Carregamento reverso, metálica, tipo tubete, com autoaspiração
Seringa de pressão para injeção em ligamento periodonta
II. Seringas descartáveis.
III.Seringas de segurança
IV.Sistemas de administração de anestésicos locais controlados
por computador
O autor deixa claro que o uso das seringas sem aspiração aumenta
inaceitavelmente o risco de administração de drogas, portanto o padrão de
atendimento aceitável é o uso das seringas odontológicas com aspiração, que
são capazes de aspirar sangue. A American Dental Association, tem como
critérios para aceitação de seringas de anestesia local: Devem ser duráveis e
capazes de resistir à esterilização repetida sem danos. (Se a unidade for
descartável, deve ser embalada em um recipiente estéril.), devem ser capazes
de aceitar uma grande variedade de tubetes e agulhas de fabricantes
diferentes e permitir o uso repetido, devem ter custo aceitável, ser
autocontidas, leves e simples de usar com uma das mãos, devem fornecer
aspiração eficaz e ser elaboradas para que o sangue possa ser facilmente
observado no tubete.
CUIDADOS E MANUSEIOS DA SERINGA
As seringas reutilizáveis de plástico e metal são projetadas para durar
em longo prazo. Por isso os fabricantes recomendam os seguintes cuidados:
Após cada utilização, a seringa deve ser cuidadosamente lavada
e enxaguada, de modo a ficar isenta de qualquer solução
anestésica local, saliva ou outras substâncias.
A seringa deve ser autoclavada da mesma maneira que outros
instrumentos cirúrgicos.
Após cada cinco autoclavagens, a seringa deve ser desmontada e
todas as juntas rosqueáveis e a área onde o êmbolo entra em
contato com o anel e o guia devem ser levemente lubrificados.
O arpão deve ser limpo com uma escova após cada uso. Embora
o arpão tenha sido projetado para uso a longo prazo, a utilização
prolongada resultará em diminuição do fio e falha em permanecer
dentro da rolha do tubete.
CAPITULO 7
O tubete odontológico é um cilindro de vidro contendo o anestésico local e outras
substâncias. O tubete odontológico de anestésico local é, pelo uso comum, referido pelos
profissionais da área odontológica como carpule, que, na verdade, era o nome comercial
registrado para o tubete odontológico produzido pela Cook-Waite Laboratories, que o
introduziu em odontologia em 1920.
A anestesia local foi introduzida na Alemanha, em 1905. O medicamento era fornecido
em pó, então os cirurgiões – dentistas da época misturavam uma nova solução cada vez que
precusavam ultiliza- lo. Esse processo demandava muito tempo, então Harvey S Cook resolveu
o problmea inventando o carpule, ou seja a primeira seringa de carpule.
Componentes
O tubete odontológico de 1,8 mℓ previamente preenchido consiste em quatro partes: