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Em um mundo distante, situado em uma galáxia há muito esquecida pelos

registros do tempo, existia um planeta chamado Zephyrus. Este planeta era


peculiar em sua composição, com oceanos de cristais líquidos que refletiam
um céu pintado por tons de cores que a mente humana sequer seria capaz de
conceber. A flora era composta por árvores que cresciam de ponta-cabeça,
suas raízes suspensas no ar, alimentando-se de uma energia etérea que
permeava a atmosfera.

Os habitantes de Zephyrus, conhecidos como Elythians, eram seres de luz


translúcida, capazes de se comunicar por meio de vibrações harmônicas que
se integravam ao ambiente. Essas vibrações não apenas transmitiam palavras,
mas também emoções e intenções, criando uma sociedade sem mentiras ou
mal-entendidos. Os Elythians viviam em perfeita harmonia com seu ambiente,
construindo cidades que flutuavam como ilhas no vasto horizonte.

Certo dia, enquanto os Elythians realizavam sua tradicional cerimônia de


alinhamento cósmico, um fenômeno inesperado ocorreu. Um vórtice de
energia começou a se formar no centro da maior cidade flutuante, Altareth.
Esse vórtice irradiava uma luz pulsante, que parecia atrair não apenas os
olhares curiosos dos habitantes, mas também uma energia desconhecida do
cosmos.

Os anciões da cidade, guardiões do conhecimento ancestral, reuniram-se para


interpretar o evento. Após dias de meditação e análise, chegaram à conclusão
de que o vórtice era um portal interdimensional, uma conexão entre Zephyrus
e um universo paralelo. Era uma oportunidade única de explorar o
desconhecido, mas também uma ameaça iminente, caso forças hostis
estivessem do outro lado.

Para enfrentar esse desafio, os Elythians selecionaram um grupo de


exploradores, conhecidos como os Portadores da Harmonia. Cada membro
possuía habilidades únicas: Lymara, a manipuladora de luz; Kaelthar, o mestre
das vibrações; e Orinthar, o navegador dos ventos etéreos. Juntos, eles
atravessaram o portal, sendo recebidos por um universo sombrio, onde a luz
era escassa e as sombras pareciam ter vida própria.

No novo universo, descobriram uma civilização decadente chamada Umbralis,


composta por seres que haviam perdido a conexão com sua energia vital. Os
Portadores da Harmonia perceberam que poderiam ajudar esses seres a
recuperar sua essência, mas isso exigiria um sacrifício: compartilhar a energia
vital de Zephyrus. Assim, iniciou-se uma jornada de autodescoberta, união e
superação, onde os Elythians e os Umbrais precisariam trabalhar juntos para
criar um equilíbrio entre seus mundos.
A história de Zephyrus é um lembrete de que, mesmo em meio às maiores
adversidades, a colaboração e a harmonia podem transcender barreiras e
iluminar até os lugares mais sombrios do universo.

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