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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO

Desenvolvimento De Um Sistema Web De Gestão Para Escola De Condução Mucaranga


Da Beira

De:

Teófilo Salomão Zeferino Machava

Projecto de Apresentação como Exigência Parcial para


Obtenção do Grau de Licenciatura em Tecnologia de
Informação a Comissão Julgadora da Universidade Católica
de Moçambique.

BEIRA

2024
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO

Desenvolvimento De Um Sistema Web De Gestão Para Escola De Condução Mucaranga


Da Beira

De:

Teófilo Salomão Zeferino Machava

Projecto de Apresentação como Exigência Parcial para


Obtenção do Grau de Licenciatura em Tecnologia de
Informação a Comissão Julgadora da Universidade Católica
de Moçambique.

Orientador:

Dr. Vitorino Ribeiro

BEIRA

2024
ÍNDICE

DECLARAÇÃO ..........................................................................................................................I
DEDICATÓRIA ........................................................................................................................ II
AGRADECIMENTOS ............................................................................................................. III
RESUMO ..................................................................................................................................IV
ABSTRACT .............................................................................................................................. V
LISTA DE ABREVIATURAS .................................................................................................VI
LISTA DE TABELAS ............................................................................................................ VII
LISTA DE FIGURAS............................................................................................................ VIII
CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO .................................................................................................. 1
1.1. Contextualização ............................................................................................................. 1
1.2. A problematização e a pergunta de partida ..................................................................... 2
1.3. Objectivo geral e específico ............................................................................................ 3
1.3.1. Objectivo geral ......................................................................................................... 3
1.3.2. Objectivo específico ................................................................................................. 3
1.4. Justificativa ...................................................................................................................... 4
1.5. Delimitação do estudo ..................................................................................................... 5
1.6. Estrutura do trabalho ....................................................................................................... 5
CAPÍTULO II: ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJECTO ................................................. 7
2.1. Introdução ........................................................................................................................ 7
2.2. Metodologia de pesquisa ................................................................................................. 7
2.2.1. Técnica de recolha de dados ........................................................................................ 7
[Link] A Entrevista ...................................................................................................... 7
2.3. Metodologia de desenvolvimento de sistema .................................................................. 8
2.4. Ferramentas utilizadas ................................................................................................... 10
2.5. Levantamento de requisitos do sistema ......................................................................... 11
2.5.1. Requisitos funcionais ............................................................................................. 12
2.5.2. Requisitos não funcionais....................................................................................... 13
CAPITULO III: REVISÃO DA LITERATURA ..................................................................... 15
3.1. Introdução ...................................................................................................................... 15
3.2. Sistema........................................................................................................................... 15
3.3. Tecnologia de Informação ............................................................................................. 16
3.4. Sistema de informação................................................................................................... 16
3.5. Gestão ............................................................................................................................ 17
3.6. Projectos similares ......................................................................................................... 18
CAPITULO IV: DESENHO DO PROJECTO ......................................................................... 19
4.1. Introdução ...................................................................................................................... 19
4.2. Modelagem da solução .................................................................................................. 19
4.3. Identificação dos actores do sistema ............................................................................. 19
4.4. Diagrama de caso de uso ............................................................................................... 19
4.5. Descrição Estruturada de caso de uso............................................................................ 21
4.6. Diagramas de Actividades ............................................................................................. 24
4.4.1. Diagrama de actividade “Login” ............................................................................ 24
4.4.2. Diagrama de actividade Marcar Exame (Estudante) .............................................. 25
4.4.3. Diagrama de actividade “Agendar Teste Multimédia”. ......................................... 26
27
4.7. Diagrama de sequência .................................................................................................. 28
4.8. Diagrama de classes....................................................................................................... 30
4.9. Modelo Entidade Relacionamento................................................................................. 31
4.9.1. Descrição da base de dados .................................................................................... 32
CAPITULO V: DESENVOLVIMENTO E SOLUÇÃO (SOFTWARE) .................................. 34
5.1. Introdução ...................................................................................................................... 34
Model (Modelo) ................................................................................................................ 36
Controller (Controlador) ................................................................................................... 37
5.5. Manual de Usuário......................................................................................................... 37
CAPITULO VI: CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES ....................................................... 40
6.1. Conclusão ...................................................................................................................... 40
6.2. Recomendações ............................................................................................................. 40
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................... 41
Bibliografia ............................................................................................................................... 41
GLOSSÁRIO ............................................................................................................................ 44
APÊNDICES ............................................................................................................................ 45
DECLARAÇÃO
O presente trabalho foi realizado pelo autor na Universidade Católica de Moçambique,
Faculdade de Economia e Gestão em 2024, sendo esta obra original, excepto citações que aqui
foram referenciadas. Nunca foi e nem será submetida a nenhuma outra Universidade. Nenhuma
parte deste trabalho deve ser reproduzida sem a permissão prévia do autor ou da Universidade
Católica de Moçambique.

Nome do Autor:
Teófilo Salomão Zeferino Machava

______________________________________

Data: ____/____/2024

Nome do Supervisor:
Dr. Vitorino Ribeiro
______________________________________

Data: ____/____/2024

I
DEDICATÓRIA
Este projecto, dedico carinhosamente aos meus pais Salomão Machava e Auneta Timbe, pelo
amor incondicional e ao meu filho Calebe Machava, assim como a todos que directa ou
indirectamente contribuíram para que a realização desta fosse possível.

II
AGRADECIMENTOS

Agradeço, primeiramente, á Deus, que me deu energias e benefícios durante toda minha
caminhada estudantil. Tenho a agradecer também aos ilustres doutores do Departamento de
Informática da U.C.M que durante a minha formação dedicaram seus esforços e demonstraram
seus conhecimentos em diversas situações num período de 4 anos dos quais me lembro como
se fosse ontem. Agradeço a minha esposa que me incentivou todos estes anos que estive nesta
formação, aos meus colegas de turma que directa ou indirectamente tiveram participação activa
em minha careira como estudante.

Enfim, agradeço a Universidade Católica de Moçambique, pela oportunidade de realização do


curso de Tecnologias de Informação, e em especial ao meu orientador Dr. Vitorino Ribeiro pela
colaboração, paciência e conhecimentos repassados durante o desenvolvimento deste projecto.

III
RESUMO

A automação de sistemas de informação é uma prioridade para muitas organizações, pois


melhora a eficiência operacional e atende às demandas crescentes do mercado. Este trabalho
aborda o desenvolvimento de um sistema web de gestão para a Escola de Condução Mucaranga
da Beira (ECMB), com o objectivo de superar as limitações dos processos administrativos
manuais actualmente em uso. Ao abordar questões contemporâneas relacionadas à
modernização e otimização dos processos administrativos, o projeto promove a integração
eficiente da gestão de tarefas em escolas modernizadas. A utilização de sistemas de informação
como ferramenta de apoio à gestão empresarial é um fator crucial no mercado competitivo em
que as organizações actuam. Na ECMB, os métodos tradicionais têm resultado em atrasos,
erros, filas e insatisfação dos alunos e colaboradores. A proposta consiste em criar uma
plataforma integrada que centralize informações e automatize tarefas como matrículas,
agendamento de aulas práticas, pagamentos via carteira móvel (mPesa), monitoramento do
progresso dos alunos e geração de relatórios. Para o desenvolvimento do protótipo do sistema
web, foi utilizado o framework Laravel e HTML para criar a interface. A base de dados foi
desenvolvida em MySQL, e o UML foi utilizado para modelar o sistema. Com isso, espera-se
melhorar a eficiência operacional, reduzir erros e facilitar a comunicação, proporcionando uma
experiência mais satisfatória para todos os envolvidos.

Palavras-chave: Sistema, Tecnologia de Informação, Gestão, Sistema de Informação.

IV
ABSTRACT
Information systems automation is a priority for many organizations as it improves operational
efficiency and meets growing market demands. This work addresses the development of a web
management system for the Mucaranga da Beira Driving School (ECMB), with the aim of
overcoming the limitations of manual administrative processes currently in use. By addressing
contemporary issues related to the modernization and optimization of administrative processes,
the project promotes the efficient integration of task management in modernized schools. The
use of information systems as a tool to support business management is a crucial factor in the
competitive market in which organizations operate. At ECMB, traditional methods have
resulted in delays, errors, queues and student and staff dissatisfaction. The proposal consists of
creating an integrated platform that centralizes information and automates tasks such as
registrations, scheduling practical classes, payments via mobile wallet (mPesa), monitoring
student progress and generating reports. To develop the prototype of the web system, the
Laravel framework and HTML were used to create the interface. The database was developed
in MySQL, and UML was used to model the system. This is expected to improve operational
efficiency, reduce errors and facilitate communication, providing a more satisfactory
experience for everyone involved.

Keywords: System, Information Technology, Management, Information System.

V
LISTA DE ABREVIATURAS
ECMB Escola de Condução Mucaranga Beira

RF Requisitos Funcionais

IBM International Business Machines Corporation

MVC Model-View-Controller

PDO PHP Data Objects

RNFs Requisitos Não Funcionais

SCO Santa Cruz Operation

SGBDR Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Relacional

TI Tecnologia da Informação

UML Unified Modeling Language

VI
LISTA DE TABELAS
Tabela 1: Requisitos Funcionais ............................................................................................... 12
Tabela 2: Requisitos não Funcionais ........................................................................................ 14
Tabela 3: Projectos similares .................................................................................................... 18
Tabela 4:Descrição estruturada Agendar Teste Multimédia .................................................... 22
Tabela 5: Descrição estruturada “Login” ................................................................................. 23
Tabela 6: Descrição estruturada Marcar Exame ....................................................................... 24
Tabela 7: Descrição da tabela categorias .................................................................................. 32
Tabela 8: Descrição da tabela dado_alunos .............................................................................. 32
Tabela 9:Descricao da tabela failed_jobs ................................................................................. 32
Tabela 10: Descrição da tabela horas ....................................................................................... 33
Tabela 11: Implementação do código fonte .............................................................................. 34
Tabela 12: Descrição da tabela historicos ................................................................................ 46
Tabela 13: Descrição da tabela migrations ............................................................................... 46
Tabela 14: Descrição da tabela modalidades ............................................................................ 46
Tabela 15: Descrição da tabela multimedia .............................................................................. 46
Tabela 16: Descrição da tabela notificacoes ............................................................................. 47
Tabela 17: Descrição da tabela pagamentos ............................................................................. 47
Tabela 18: Descrição da tabela password_resets ...................................................................... 47
Tabela 19:Descrição da tabela roles ......................................................................................... 47
Tabela 20: Descrição da tabela salas ........................................................................................ 48
Tabela 21: Descrição da tabela sessions ................................................................................... 48
Tabela 22: Descrição da tabela users ........................................................................................ 48
Tabela 23: Descrição da tabela veiculos ................................................................................... 48

VII
LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Diagrama de Caso de uso - Administrador ............................................................... 20
Figura 2: Diagrama de Caso de uso - Estudante ....................................................................... 21
Figura 3:Diagrama de actividade "Login" ................................................................................ 25
Figura 4: Diagrama de actividade “Marcar Exame” ................................................................. 26
Figura 5: Diagrama de actividade "Agendar Teste Multimédia" ............................................. 27
Figura 6:Diagrama de sequência Marcar Exame ...................................................................... 28
Figura 7: Diagrama de sequência Agendar Teste Multimédia ................................................. 28
Figura 8: Diagrama de sequência "Login" ................................................................................ 29
Figura 9: Modelo de Entidade Relacionamento ....................................................................... 31
Figura 10: Arquitectura do Sistema .......................................................................................... 36
Figura 11: interface do sistema ................................................................................................. 38
Figura 12: Pré-inscrição ............................................................................................................ 38
Figura 13: Autenticação (Login)............................................................................................... 39
Figura 14: Página inicial do sistema ......................................................................................... 39

VIII
CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO
1.1. Contextualização
Segundo Eduardo Fagundes (2023), “A área de tecnologia da informação e comunicação (TIC)
oferece grandes oportunidades de crescimento sustentável e competitividade para as empresas
e organizações.” Neste contexto, o gerenciamento eficiente dos processos relacionados aos
utentes dos serviços oferecidos é um factor crucial para o sucesso de qualquer escola de
condução. Acompanhando a evolução tecnológica, a adopção de um sistema web de gestão
torna-se uma solução estratégica para automatizar e simplificar tarefas administrativas,
melhorar a comunicação e oferecer uma experiencia mais organizada e satisfatória para os
alunos e colaboradores.

Na Escola de Condução Mucaranga da Beira em particular, nota-se que ainda operam de forma
manual, morosa e ineficiente em seus processos administrativos ligados aos alunos e
colaboradores, enfrentando desafios relacionados ao gerenciamento manual, pois, quanto mais
a escola cresce, cresce também o volume das informações a serem armazenadas nos centros de
arquivo, o que conduz a criação de inúmeros manuais, catálogos e políticas de procedimentos
para a satisfação dos alunos, isto faz com que os colaboradores da instituição tenham de
consultar fontes de informação diversificadas relacionadas aos alunos. O tempo perdido no
registo, procura e colheita das informações a serem repassadas é verdadeiramente frustrante,
ocasionando grandes filas de espera, desistências, notável margem de erros e atrasos na
comunicação.

Este projecto propõe à ECMB o desenvolvimento de uma plataforma web integrada à gestão de
processos dos alunos, que não apenas simplifique as operações diárias, mas também suporte a
tomada de decisão estratégica por meio de dados centralizados e analise em tempo real, ao
centralizar e digitalizar esses processos em uma plataforma web acessível e segura, espera-se
reduzir erros operacionais, economizar tempo e facilitar a comunicação entre a instituição e os
alunos, permitindo o acesso remoto à informação fiável e a operacionalização dos processos
administrativos, garantindo a praticidade e flexibilidade tanto para os colaboradores quanto aos
alunos.

O projecto tem como objectivo centralizar e automatizar tarefas ou processos como o


gerenciamento de matriculas, agendamento de aulas praticas, pagamentos e controle por
carteira móvel (mpesa), monitoramento do progresso do aluno, envio de notificações por email
e geração de relatórios detalhados.

1
1.2. A problematização e a pergunta de partida
Segundo Jacques Ellul (1994) ao referir-se da tecnologia:
Como um fenómeno autónomo e complexo que molda a sociedade. Em seu livro "The
Technological Society" (A Sociedade Tecnológica), Ellul argumenta que a tecnologia é um
sistema autónomo com suas próprias leis e lógica, capaz de influenciar profundamente todas as
áreas da vida humana.

Têm se verificado grandes dificuldades dos estudantes da Escola de Condução Mucaranga da


Beira em tramitar documentação e consultar informações úteis em detrimento do seu tempo
disponível, talvez, deve-se por falta do factor tempo para o propósito, justificado pela
discordância de horário de trabalho daqueles que são funcionários e outros simples estudantes.

E tem havido também situações de grande fluxo de enchentes nas filas de espera para consulta
de informação na secretaria da própria escola, outros para simples informação e outros para
inscrição de matrícula tanto como marcação e realização de testes multimédia, razão pela qual,
muitos dos seus utentes e estudantes da Escola de Condução Mucaranga da Beira em particular
acabam desistindo de se fazerem às filas de espera, defraudando assim o objectivo do propósito
e as expectativas de negócio da instituição (escola).

Todos estes factores concorrem á grandes constrangimentos no que tange ao tempo de resposta
dos investimentos da ECMB (Escola de Condução Mucaranga da Beira) e em contrapartida
também aos estudantes, como tem sido o caso de o estudante perder o direito de realizar testes
ou exames, verificar notas e serem impedidos de tramitar alguns documentos e processos
preparatórios até que se regularize a sua situação financeira, que em alguns casos por falta de
informação por parte do estudante.

Pergunta Chave: O que a ECMB com todo organismo de planejamento de negócio, poderá
fazer para colmatar estes factores?

2
1.3. Objectivo geral e específico

1.3.1. Objectivo geral

• Desenvolver um sistema web que possibilita minimizar e viabilizar os processos de


gestão da informação e atendimento aos estudantes da escola de condução Mucaranga
da Beira.

1.3.2. Objectivo específico

• Permitir que os alunos realizem inscrições e consultas de forma online, reduzindo a


necessidade de processos manuais e filas presenciais;
• Implementar uma funcionalidade que facilite a marcação e reorganização de horários
de aulas, garantindo maior eficiência e transparência na alocação de recursos;
• Criar uma base de dados integrada para armazenar informações sobre os alunos,
instrutores, veículos e resultados de avaliações e exames, permitindo fácil acesso e
consulta;
• Fornecer ferramentas para registar e monitorar pagamentos de taxas por Mpesa, emitir
recibos e gerar relatórios financeiros detalhados para apoiar o controlo financeiro;
• Implementar notificações automáticas por email ou SMS para informar sobre mudanças
de horários, status de pagamentos ou resultados de testes;
• Desenvolver funcionalidades para acompanhar o progresso dos alunos em exames
teóricos e práticos, com relatórios detalhados para análise de desempenho;
• Criar uma interface amigável e segura que permita aos usuários navegarem facilmente
pelo sistema, incentivando o uso contínuo da plataforma.

3
1.4. Justificativa
A Escola de Condução Mucaranga da Beira, como qualquer instituição que oferece serviços
educacionais de formação e práticas, enfrenta desafios na gestão eficiente dos seus processos
internos. Esses desafios impactam a experiencia dos alunos, a produtividade dos funcionários
e a capacidade de atender as demandas do mercado. A implementação de um sistema web de
gestão de processos é motivado pela necessidade urgente de optimizar e modernizar os
processos administrativos dos alunos na instituição, e justificada pelos seguintes motivadores:

• Centralizar e organizar os dados.


Actualmente, a gestão manual ou dispersa dos dados (inscrições, pagamentos, horários,
resultados das avaliações, marcação de testes multimédia, etc.) pode gerar erros e
atrasos. Um sistema web permitira centralizar todas as informações em uma única
plataforma, facilitando o acesso e o gerenciamento.
• Optimizar os processos
Processos como registo de novos alunos, agendamento de aulas praticas, emissão de
relatórios e monitoramento do desempenho, pagamentos e emissão de recibos tornam-
se mais ágeis com a automação. Isso reduzira o tempo gasto em tarefas repetitivas e
manuais.
• Melhoria no atendimento ao aluno
Com um sistema web, os alunos poderão acessar informações importantes, como
horários de aulas, status de pagamentos e resultados de testes, de forma rápida e remota
aumentando a satisfação e reduzindo a carga de trabalho administrativo.
• Apoio à tomada de Decisão
O sistema pode gerar relatórios detalhados financeiros, frequência dos alunos,
aprovações em exames e outros indicadores chaves auxiliando a direcção da escola na
tomada de decisões estratégicas.
• Redução de custos operacionais
A digitalização de processos diminui a necessidade de papel, armazenamento físico de
documentos e retrabalho causado por erros humanos. Isso resulta em uma economia
financeira a longo prazo.

O desenvolvimento de um sistema web de gestão para a Escola de Condução Mucaranga da


Beira (ECMB) possui uma relevância científica significativa, ao abordar questões
contemporâneas relacionadas à modernização e optimização dos processos administrativos,
promovendo a integração eficiente da gestão de tarefas em escolas modernizadas.
4
Além disso, o projecto permitirá investigar e analisar a eficácia de sistemas Web de gestão em
ambientes educacionais específicos, oferecendo insights valiosos sobre como tecnologias
podem ser adaptadas e implementadas para melhorar a eficiência administrativa, a experiência
dos estudantes e a competitividade das instituições de ensino.

Do ponto de vista pessoal, o tema é relevante porque permite o desenvolvimento de habilidades


técnicas e práticas relacionadas à concepção, desenvolvimento e implementação de sistemas
Web. Envolvendo-se neste projecto, o pesquisador terá a oportunidade de aplicar
conhecimentos teóricos em um contexto real, contribuindo directamente para a melhoria das
tarefas diárias e experiência na ECMB.

Além disso, participar do desenvolvimento de um sistema web de gestão para uma escola de
condução pode ser altamente gratificante do ponto de vista pessoal, ao observar como as
soluções tecnológicas podem ter um impacto positivo tangível na vida dos estudantes,
funcionários e na eficiência geral da instituição.

1.5. Delimitação do estudo


Este projecto será conduzido na cidade da beira, província de Sofala especificamente na Escola
de Condução Mucaranga da Beira (ECMB), no período de 4 á 5 meses do ano 2024.

1.6. Estrutura do trabalho


Para a realização deste trabalho, foi reconhecida a importância da inovação científica e
tecnológica, que desempenha um papel crucial na geração de novos conhecimentos. O projecto
será dividido em sessões de desenvolvimento, seguindo a estrutura a seguir:

Capítulo I: Introdução
Neste capítulo, será fornecida uma visão geral do projecto, esclarecendo o foco da investigação
e os objectivos a serem alcançados em relação ao problema em questão. Além disso, será feita
uma justificativa da relevância do estudo, delimitando o escopo da colecta de dados,
descrevendo o sistema actual e destacando as melhorias científicas que serão implementadas
no sistema futuro.

Capítulo II: Estrutura Analítica do Projecto


Este capítulo abordará vários conceitos de tecnologia a serem aplicados ao longo do projecto
em questão. Também detalhará o método de pesquisa adoptado, as técnicas utilizadas para a
colecta de dados em campo, a metodologia de desenvolvimento do sistema, a análise de

5
requisitos, os stakeholders envolvidos, os requisitos funcionais e não funcionais, além das
ferramentas a serem utilizadas durante o desenvolvimento do sistema.

Capítulo III: Revisão da Literatura


Este capítulo proporciona uma revisão da literatura teórica, abrangendo todas as informações
relevantes sobre o tema. Nele, serão examinados diversos estudos científicos realizados no
contexto do assunto em análise.

Capítulo IV: Desenho do Projecto


Neste capítulo, serão exibidos diversos diagramas utilizados na modelagem do sistema, tais
como diagramas de casos de uso, diagramas de actividades e diagramas de sequência.

Capítulo V: Desenvolvimento e Solução (Software)


Neste capítulo, serão discutidos os detalhes da fase de desenvolvimento do sistema, incluindo
as tecnologias empregadas na construção do sistema, a implementação do código-fonte e a
estrutura arquitectural adoptada para o sistema.

Capitulo VI: Conclusões e Recomendações


Neste capítulo, serão apresentados os resultados relativos ao problema em questão, juntamente
com as conclusões e recomendações para projectos futuros. Além disso, será incluído um
glossário que auxilia na definição de termos, bem como um apêndice contendo imagens e suas
respectivas descrições.

6
CAPÍTULO II: ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJECTO
[Link]ção
A Estrutura Analítica do Projecto pode ser uma decomposição hierárquica do escopo.
Conforme Sotille (2019), ao abordar a Estrutura Analítica do Projecto, refere-se que:
Esta tem-se tornado uma ferramenta cada vez mais relevante nas empresas e tem sido utilizada
com sucesso em projectos ao redor do mundo. Isto acontece porque permite a compreensão da
equipa, fornecedores, clientes, patrocinadores e outras partes interessadas em relação às
expectativas sobre os resultados e, consequentemente, ao que será monitorizado e controlado.

Este capítulo foca-se em detalhar as tarefas do projecto, a identificação das ferramentas e


métodos utilizados para a aquisição dos requisitos para a realização do sistema, bem como as
partes do projecto e as tecnologias utilizadas com o propósito de construção do projecto.

[Link] de pesquisa
A metodologia consiste no emprego de métodos e estratégias específicos que são essenciais
para o desenvolvimento do conhecimento, visando verificar sua eficácia e benefícios em
diferentes sectores sociais (Prodanov & Freitas, 2013).

Neste projecto, optou-se pela abordagem qualitativa que conduz o uso do RUP.
Para Gerhardt & Silveira (2009), a abordagem Qualitativa foca menos em números e mais na
exploração detalhada do tema estudado. Ela se interessa por elementos da realidade que são
inquantificáveis.

2.2.1. Técnica de recolha de dados


A técnica de recolha de dados corresponde à etapa da pesquisa em que se inicia a aplicação dos
instrumentos elaborados e das técnicas seleccionadas, com o intuito de efectuar a recolha dos
dados previstos. (Marconi & Lakatos 2003, p.165).

Relativamente a este item, é conveniente referir que foram utilizadas essencialmente as


seguintes técnicas de recolha de dados:

[Link] A Entrevista
Realizou-se uma entrevista estruturada através de um inquérito, que, segundo Quivy &
Campenhoudt (1998, p. 190), o inquérito por questionário “é utilizado sempre que o
investigador pretende aceder às opiniões, comportamentos e atitudes de um grupo face
a determinado fenómeno”.

7
O inquérito, dirigido aos funcionários da Escola de Condução Mucaranga, teve como objectivo
identificar as dificuldades que os colaboradores enfrentam na gestão dos processos da
instituição.

[Link] de desenvolvimento de sistema


Durante uma pesquisa, é crucial detalhar os fundamentos metodológicos e as técnicas que serão
empregadas. Portanto, incluiremos um exame detalhado e a justificativa das escolhas
metodológicas efectuadas, bem como a abordagem heurística adoptada nesta investigação.

A metodologia seleccionada para o desenvolvimento do software é o RUP – Processo Unificado


Racional.

Segundo Kroll e Kruchten (2004), o processo RUP provê ao projecto um ciclo de vida bem
definido, definindo os pontos de decisão e os marcos essenciais. Além de tudo é um processo
flexível, ou seja, suporta uma vasta variedade de processos, configurações ou criação de novos
processos, sendo possível, desta maneira, ser utilizada por grandes ou pequenas equipas, ou
mesmo empregada para pequenos, médios ou grandes projectos de software.

Segundo Piske (2003), esta metodologia, divide o processo de desenvolvimento de software em


quatro fases:
• Concepção: define o escopo do software. É uma fase preliminar, é nessa etapa que se
concentra o levantamento de requisitos, define preços e prazos da entrega do sistema e
onde se avalia os possíveis riscos. Na fase de iniciação do projecto de Desenvolvimento
de um Sistema Web de Gestão para a Escola de Condução Mucaranga da Beira, foi
fundamental estabelecer as bases e os objectivos principais do trabalho a ser executado,
garantindo que todos os envolvidos tivessem uma visão clara e alinhada sobre o que se
pretendia alcançar. Esta etapa inicial envolveu um conjunto de actividades cruciais para
o sucesso do projecto, começando com a recolha de informações essenciais por meio de
interacções directas e detalhadas com os funcionários da Escola de Condução
Mucaranga da Beira, que desempenham um papel central na operacionalização dos
processos da instituição. A recolha de dados incluiu a observação dos processos
quotidianos, bem como entrevistas estruturadas com diferentes departamentos da
escola. Esta abordagem permitiu identificar os desafios enfrentados pelos funcionários
na gestão diária, como a sobrecarga de tarefas administrativas, a lentidão no acesso a
informações e a necessidade de automatizar vários processos manuais.

8
• Elaboração: plano do projecto, especificação de características e arquitectura. Aqui
todas as análises de riscos são aprofundadas, como também os custos.
Na fase de elaboração, as informações recolhidas durante a fase de iniciação foram
analisadas minuciosamente. Este processo incluiu a identificação de requisitos mais
específicos, como as funcionalidades detalhadas do sistema, integrações necessárias
com outros sistemas, medidas de segurança e conformidade com requisitos
regulamentares. Nesta fase, foram criados diversos documentos essenciais, incluindo o
documento de visão do projecto, especificações detalhadas de requisitos e diagramas de
casos de uso. Ademais, foram exploradas diferentes abordagens tecnológicas e
arquitectónicas para o desenvolvimento do sistema, com especial atenção a factores
como escalabilidade, manutenibilidade e eficiência. Foi igualmente realizado um estudo
aprofundado para seleccionar as melhores soluções que pudessem suportar o
crescimento e a evolução da Escola de Condução Mucaranga a longo prazo.

• Construção: É nesta fase que todos os requisitos definidos nas etapas anteriores são
postos em prática, ou seja, trata-se do desenvolvimento principal do sistema. Nesta fase,
implementaram-se tanto as interfaces de utilizador como a base de dados. A fase de
construção foi inteiramente dedicada à implementação prática do sistema de gestão da
escola de condução, com base nos requisitos e decisões tomadas previamente. Durante
esta etapa, foram desenvolvidos os componentes de software, o banco de dados e as
interfaces para os utilizadores e administradores.

• Transição: Nesta fase, ocorrera a implantação do software, garantindo que esteja


plenamente disponível para os utilizadores finais. Esta etapa inclui a realização de testes
extensivos para verificar a funcionalidade, segurança e desempenho do sistema,
assegurando que ele atenda aos requisitos estabelecidos. Além disso, é oferecido o
treinamento adequado aos utilizadores, para que possam utilizar todas as
funcionalidades do sistema de forma eficaz. Também é nesta fase que o suporte inicial
é disponibilizado, permitindo resolver rapidamente quaisquer problemas ou ajustes
necessários após o lançamento, garantindo uma transição suave e eficiente para o novo
sistema.

9
[Link] utilizadas
• Astah Community
A ferramenta Astah Community é uma excelente opção gratuita para modelagem UML.
Por ser uma versão Community, apresenta algumas limitações em comparação com a
versão Professional. No entanto, os recursos oferecidos são suficientes para atender às
necessidades da maioria dos artefactos utilizados no dia-a-dia (Astah, 2011). Usou-se
para diagramar todos os casos de uso e os diagramas de actividades, sequências e classes.
A escolha do Astah Community como ferramenta de modelagem UML baseia-se no
facto de ser uma solução eficiente e gratuita para a criação de diagramas UML essenciais.

• Microsoft Word 2019


O Microsoft Word é um processador de texto desenvolvido pela Microsoft,
originalmente criado por Richard Brodie em 1983 para computadores IBM PC com o
sistema operativo DOS. Posteriormente, surgiram versões para o Apple Macintosh
(1984), SCO UNIX e Microsoft Windows (1989), tornando-se parte integrante do pacote
de aplicativos Microsoft Office (Microsoft, 2012). A escolha do Microsoft Word 2019
como processador de texto deve-se à sua ampla aceitação no ambiente corporativo e à
familiaridade que os utilizadores têm com a ferramenta. A capacidade de formatar
documentos de maneira profissional torna-o essencial para redigir documentação
técnica, relatórios e especificações de software com clareza e organização. Além disso,
a compatibilidade com outros aplicativos do Microsoft Office facilita a colaboração e o
compartilhamento de documentos entre equipas.

• Microsoft PowerPoint
O Microsoft PowerPoint é uma aplicação utilizada para a criação, edição e exibição de
apresentações gráficas, originalmente desenvolvida para o sistema operativo Windows e
posteriormente adaptada para a plataforma MacOS X (Microsoft, 2012). A escolha do
Microsoft PowerPoint justifica-se pela sua utilidade na criação de apresentações visuais
de impacto. Esta ferramenta é essencial para comunicar ideias complexas de forma
simples, utilizando gráficos, imagens e animações. A sua interface intuitiva permite a
criação de apresentações profissionais, sendo uma ferramenta eficaz para apresentações
técnicas, relatórios de projetos e demonstrações, oferecendo uma maneira visualmente
apelativa de transmitir informações.

10
• XAMPP
XAMPP é uma plataforma de software de código aberto, desenvolvida pela Apache
Friends, que inclui distribuições do Apache para o servidor web Apache, MySQL, PHP
e Perl. Funciona como um servidor local, permitindo que os desenvolvedores configurem
um ambiente de desenvolvimento no seu próprio computador (Apache, 2011). O
XAMPP foi escolhido como ambiente de desenvolvimento local pela sua conveniência
e versatilidade, foi utilizada para criar a base de dados do sistema.
• . O software fornece um pacote completo, permitindo a fácil configuração de um
servidor web local para desenvolvimento e testes.
• MySQL
O MySQL é um dos sistemas de gestão de bases de dados relacionais de código aberto
mais reconhecidos e utilizados no mundo. É apreciado por oferecer uma solução fiável
e económica, adequada tanto para aplicações web como para bases de dados
incorporadas (Axmark, 2017). A escolha do MySQL como sistema de gerenciamento de
bases de dados foi motivada pela sua popularidade, confiabilidade e desempenho. Foi
utilizado para implementar o banco de dados do sistema.

• Workbench
Segundo Jurafsky e Martin (2009), o Workbench é uma plataforma que reúne
ferramentas para análise de dados, visualização e desenvolvimento de modelos,
simplificando a exploração e interpretação de grandes volumes de informação. Foi
utilizado para criar a engenharia reversa da base de dados do sistema. A escolha do
Workbench deveu-se à sua interface intuitiva, à ampla funcionalidade para modelagem
e à capacidade de visualizar e manipular o esquema de dados de forma clara e acessível.

[Link] de requisitos do sistema


De acordo com Sbrocco e Macedo (2012), os requisitos de software podem ser tantas
necessidades funcionais, que descrevem o comportamento e as características do sistema,
quantas necessidades não funcionais, que se referem a critérios de qualidade e restrições
operacionais ou de desenvolvimento do software.

11
2.5.1. Requisitos funcionais
Para Sommerville (2007), os Requisitos funcionais são descrições detalhadas das
funcionalidades ou capacidades desejadas que o projecto ou sistema deve ter. São similares aos
requisitos do utilizador, mas também podem incluir funcionalidades que o utilizador não esteja
apto a ver directamente.

Tabela 1: Requisitos Funcionais

Identificação Nome Descrição Actores


Envolvidos
RF1 Fazer Login Os administradores/Estudantes Administrador,
devem poder acessar o sistema Estudante
inserindo suas credenciais (nome
de utilizador e senha).

RF2 O administrador terá acesso a uma Administrador


Ver Alunos listagem de estudantes registados,
podendo visualizar informações
detalhadas, como nome, contacto
e status académico.

RF3 O administrador poderá visualizar Administrador


Confirmar e aprovar marcações de exames
Marcação de feitas pelos estudantes,
Exame actualizando o status da marcação
no sistema.

RF4 O administrador deve poder criar, Administrador


Configurações editar ou apagar categorias de
(Gerir Categorias exames e gerir salas disponíveis
e Salas) para as marcações, assegurando
que estejam correctamente
configuradas.

RF5 O sistema deve permitir que o Administrador


Relatórios administrador gere relatórios
detalhados, como histórico de
marcações de exames,
pagamentos efectuados ou dados
estatísticos dos estudantes.

RF6 O estudante poderá actualizar Estudante


Gerir Perfil informações pessoais, como
nome, contacto, e outros dados

12
relevantes, directamente no
sistema.

RF7 Pagamentos O sistema permitirá que o Estudante


estudante realize pagamentos
relacionados a exames ou outros
serviços, verificando o status de
pagamento após a transacção.
RF8 Marcar Exames O estudante deve poder selecionar Estudante
um exame, escolher a sala e a data
disponíveis, e submeter a marcação
para aprovação do administrador.
Fonte: Autor, 2024

2.5.2. Requisitos não funcionais


Chung et al. (2000) destacam que os requisitos não funcionais (RNF) têm um papel essencial
no desenvolvimento de sistemas de software, servindo como base para a escolha entre diferentes
opções de design e implementação. Além disso, os autores afirmam que os requisitos não
funcionais possuem características de subjectividade, relatividade e interactividade.
A natureza subjetiva dos RNFs implica que diferentes pessoas podem ter percepções distintas
sobre o que é considerado "adequado" ou "satisfatório" para um determinado requisito. A
relatividade diz respeito ao fato de que os requisitos não funcionais podem ser avaliados de
forma diferente em diferentes cenários ou sob diferentes condições de operação. Já a
interatividade refere-se à constante evolução e adaptação dos RNFs, dado que estes podem ser
ajustados ao longo do desenvolvimento do sistema, à medida que novas necessidades e desafios
surgem.
A relactividade dos RNFs diz respeito ao facto de que a avaliação desses requisitos pode
depender de vários fatores, como a infraestrutura tecnológica disponível, o volume de dados
processados, o perfil dos usuários e o contexto operacional. Por exemplo, um sistema que
precisa ser altamente disponível em um ambiente crítico pode ter requisitos de confiabilidade
mais rigorosos do que um sistema utilizado em um contexto de baixo risco. Por fim, a
interatividade dos RNFs destaca a sua dinâmica ao longo do ciclo de vida do sistema. À medida
que o desenvolvimento avança, novos requisitos não funcionais podem surgir, ou os existentes
podem ser ajustados conforme o sistema é testado e utilizado em condições reais. Isso requer

13
uma abordagem flexível e iterativa na sua definição e implementação, para que o sistema final
seja capaz de atender às necessidades do usuário e se adaptar a mudanças ao longo do tempo.

Tabela 2: Requisitos não Funcionais

Identificação Nome Descrição


RNF1 Escalabilidade O sistema é projetado para suportar um aumento
significativo no número de utilizadores sem comprometer
o seu desempenho, garantindo uma experiência fluida
mesmo em picos de acesso.
RNF2 Segurança O sistema garante a proteção dos dados dos utilizadores,
implementando medidas robustas de segurança para
assegurar a privacidade das informações registadas.
RNF3 Disponibilidade O sistema é acessível 24 horas por dia, 7 dias por semana,
permitindo que todos os utilizadores possam aceder à
plataforma a qualquer momento, sem interrupções.
RNF4 Usabilidade O sistema é intuitivo e fácil de usar, com uma interface
amigável que torna a realização de tarefas simples e
agradável para todos os tipos de utilizadores.
RNF5 Portabilidade O sistema é compatível com diferentes sistemas
operativos e hardware, garantindo a sua execução em
vários ambientes e dispositivos.
RNF6 Tempo de O tempo de resposta do sistema para solicitações de
resposta serviço não deve exceder 10 segundos, excepto em casos
de interferências externas, como uma conexão à internet
lenta.
Fonte: Autor, 2024

14
CAPITULO III: REVISÃO DA LITERATURA
[Link]ção
De acordo com Figueiredo (1990):
A revisão da literatura desempenha duas funções interligadas. Primeiro, ela é uma parte
essencial do avanço científico, servindo uma função histórica. Em segundo lugar, oferece aos
profissionais de diversas áreas informações sobre o progresso actual da ciência e sua produção
literária, cumprindo assim uma função de actualização (p. 132).

Com esse objectivo, pretende-se realizar uma revisão da literatura que facilite uma
compreensão mais aprofundada sobre o tema em análise. Assim, é fundamental apresentar um
conjunto de elementos que se consideram inseparáveis e relevantes para o assunto abordado,
especificamente em relação ao sistema de gestão para a Escola de Condução Mucaranga da
Beira.

[Link]
Segundo Bertalanffy (1968) “um sistema corresponde a um conjunto de elementos,
relacionados entre si, actuando num determinado ambiente, tendo por finalidade alcançar
objectivos comuns, e com capacidade de autocontrolo”.

Por outro lado Rascão (2001) diz que “um sistema é um conjunto de componentes inter-
relacionados que trabalham juntos para atingir um objectivo comum, aceitando dados de
entrada (input) e produzindo resultados (output) num processo de transformação organizada”.

Um sistema de informação é composto por quatro funções básicas:


• Input – Envolve a recolha/aquisição e assemblagem dos elementos que entram no
sistema para serem processados. Por exemplo, as matérias-primas, a energia, o esforço
humano são componentes básicas do sistema produção.
• Processamento – Envolve o processo de transformação que converte os dados de
entrada em produto acabado. Por exemplo uma fábrica de automóveis junta os
componentes e transforma-os no automóvel.
• Output – Resultado do processo de transformação, ou seja, o produto acabado.
• Armazenamento – Envolve o armazenamento temporário dos dados. Por exemplo uma
empresa que guarda os produtos acabados no armazém temporariamente até serem
vendidos.

15
[Link] de Informação
Para que as organizações se mantenham competitivas em ambientes marcados por constantes
mudanças, é fundamental que acompanhem eventos e tendências significativas que ocorrem no
seu contexto externo. Essa necessidade pode demandar a realização de um estudo para a
monitorização ambiental (Barbosa, 1997).

De acordo com Turban et al. (2013), a Tecnologia da Informação (TI) refere-se ao uso de
hardware, software, redes de comunicação e serviços associados para criar, transmitir,
armazenar e gerir dados e informações.

A proposta de monitorização ambiental de Barbosa (1997) e a definição abrangente de TI


apresentada por Turban et al. (2013) estão intimamente interligadas no que diz respeito à
competitividade organizacional. A monitorização ambiental é crucial para compreender o
ambiente externo e suas transformações, enquanto a TI fornece as ferramentas técnicas
necessárias para coletar, processar, analisar e disseminar informações relevantes obtidas a partir
desse monitoramento.

Ao integrar essas abordagens, fica claro que a TI pode fortalecer os esforços de monitorização
ambiental. Com sistemas de informação eficientes, as organizações têm a capacidade de
automatizar a coleta de dados externos, utilizar técnicas analíticas avançadas para identificar
padrões e tendências, e disponibilizar informações em tempo real, facilitando a tomada de
decisões estratégicas.

[Link] de informação
Os SI têm papel fundamental nas organizações, pois é através deles que um administrador
consegue ter acesso com facilidade às informações de todos os aspectos de sua organização.
A correta administração dessas informações é fundamental para o seu sucesso, pois, com
base nelas os executivos podem decidir o rumo da empresa.

Segunda O’Brien (2003) SI “é um conjunto organizado de pessoas, hardware, software


redes de comunicações e recursos de dados que colecta, transforma e dissemina informação
em uma organização”.

A necessidade de obter informações faz com que as organizações se preocupem em absorver


dados das mais diversas maneiras e fontes.

16
Laudon e Laudon (2020) enumeram os principais sistemas de informações que atendem aos
diferentes níveis organizacionais e abrangem desde a alta gerência das organizações até os
trabalhadores operacionais:
• Sistemas do nível operacional - estes sistemas acompanham actividades e
transacções elementares da organização, como vendas, financeiro, folha do
pagamento e fluxo de matéria-prima;
• Sistemas do nível de conhecimento - o propósito de integrar novas tecnologias ao
negócio e o controle do fluxo de documentos devem ser uma meta a ser alcançada
nas organizações.

[Link]ão
Gestão pode ser definida na visão de O`neill e Nunes (2004, p.5), com sendo “um conjunto de
tarefas que procuram garantir o interesse eficaz de todos os recursos disponibilizados pela
organização, a fim de serem atingidos os objectivos pré-determinados pela mesma”.

Assim cabe à gestão, aperfeiçoar o funcionamento das organizações, através da tomada de


decisões racionais e fundamentadas na busca e tratamento de dados e informações relevantes,
que venham a contribuir para o desenvolvimento e satisfação dos interesses de todos inseridos
nas organizações e satisfazer a necessidade da sociedade em geral ou de um grupo em particular
(Daft, 2009).

Gerir hoje envolve uma gama muito mais abrangente e diversificada de actividades do que no
passado. Consequentemente o gestor hoje precisa estar apto a perceber, reflectir, decidir e agir
em condições totalmente diferentes das de antes (Cordeiro & Ribeiro, 2008).

A ênfase na gestão vem da necessidade de aperfeiçoar continuamente os processos de negócio


pelo aprendizado e inovação permanentes.

Novos métodos de gestão, novas ferramentas de apoio, novos sistemas de informação


representam o esforço no sentido de aperfeiçoar a gestão (Daft, 2009).

17
[Link] similares
Para auxiliar o desenvolvimento desta solução, foi importante analisar alguns projectos
similares que estão listados na tabela abaixo:

Tabela 3: Projectos similares

Projecto Descrição

Sistema de gestão para escola de Este sistema optimiza a gestão de informações


condução(SGEC) relacionadas aos exames de condução, facilitando a
comunicação entre a escola e os alunos. Por meio de
notificações automáticas via e-mail, os alunos são
informados sobre as datas dos exames e os resultados
obtidos, evitando a necessidade de deslocamento até a
escola para essas consultas. A solução é projectada para
ser eficiente e acessível, atendendo às necessidades de
gestão da escola de condução e proporcionando uma
experiência mais prática para os alunos.

Gestão de Escola de Condução - Desenvolvido especificamente para atender às


Zua
necessidades do sector, o sistema oferece um conjunto
completo de ferramentas para optimizar a gestão, desde
o agendamento de aulas até o acompanhamento do
progresso dos alunos. As funcionalidades incluem a
gestão de funcionários (administrativos e
recepcionistas), gestão de alunos, gestão de aulas,
marcações e agendamentos, gestão financeira, controle
de carros de condução, geração de relatórios, gestão de
contactos e administração de cartas de condução (cartas
por entregar, cartas entregues e cartas por pagar), além
da gestão de instrutores. É uma solução integrada que
transforma a forma como sua escola opera, garantindo
uma administração mais eficiente e organizada.

Fonte: Autor, 2024

18
CAPITULO IV: DESENHO DO PROJECTO
[Link]ção

Nesta fase de desenho do projecto far-se-á a descrição do desenvolvimento da solução, serão


ilustrados os diagramas de base através da linguagem de modelagem UML.

[Link] da solução
Para a modelagem do sistema em questão usar-se-á a linguagem de modelagem UML. De
acordo com Booch, Rumbaugh e Jacobson (1999), UML é uma linguagem gráfica padrão para
a especificação, visualização, construção e documentação de sistemas orientados a objectos.

[Link]ção dos actores do sistema


Cada actor é identificado pelo seu papel, responsabilidades e funcionalidades que ele pode
acessar ou controlar no sistema. Exemplos de atores em um sistema podem incluir: Estudante,
Instrutor, Secretária, Administrador, Cliente, entre outros. A identificação é essencial para
desenhar casos de uso e para garantir que o sistema atenda às necessidades específicas de cada
perfil de usuário.

Segundo O'Neill e Nunes (2004), um actor é uma entidade essencial que interage com o sistema.
É importante que os atores sejam descritos de forma breve, garantindo que todos os membros
da equipa envolvidos na análise compreendam adequadamente o seu papel e significado.
• Administrador: terá acesso a todos os módulos do sistema, podendo, assim, gerir e
configurar os diversos parâmetros do sistema, bem como administrar os utilizadores.
• Estudante – É o actor com acesso ao módulo de formação no sistema. Pode visualizar
e actualizar o seu perfil, consultar o histórico de aulas e exames, realizar pagamentos e
marcar testes teóricos.

[Link] de caso de uso


Segundo Cockburn (2000), um caso de uso consiste num conjunto de sequências de acções
realizadas por um sistema, que produzem um resultado visível para um actor específico.

O diagrama de caso de uso permite visualizar e especificar o comportamento de cada usuário


com o sistema.

19
Em seguida estão os casos de usos descritos para cada actor.
• Administrador:
Fazer login;
Ver alunos;
Confirmar Marcação de exame;
Configurações (gerir categorias, sala);
Relatórios.
• Estudante:
Gerir perfil;
Login;
Pagamentos;
Marcar de exames.
A palavra gerir utilizada no caso de uso refere-se a funções como: Editar, Eliminar,
Adicionar, Actualizar, Visualizar, Aprovar e Rejeitar.

Figura 1: Diagrama de Caso de uso - Administrador

Fonte: Autor,2024

20
O Administrador necessita de acesso completo ao sistema para gerir todas as operações
essenciais, incluindo o controlo de utilizadores, alunos e pagamentos. Além disso, deve
organizar as categorias de aulas e exames para garantir que estão bem estruturadas e alinhadas
com o progresso dos alunos.

Figura 2: Diagrama de Caso de uso - Estudante

Fonte: Autor, 2024

O estudante necessita de uma forma prática de aceder ao sistema para ver detalhes de
pagamentos e, quando necessário, marcar exames. Isto permite acompanhar o seu progresso e
garantir que está a cumprir os requisitos necessários, além de facilitar o planeamento das etapas
finais do curso.

[Link]ção Estruturada de caso de uso


Apenas os principais casos de uso do sistema serão apresentados, com o objectivo de tornar
mais claras as actividades de cada actor.
21
Tabela 4:Descrição estruturada Agendar Teste Multimédia

Agendar Teste Multimédia

Actores Estudante.

Descrição: Permite que o estudante agende o teste


multimédia.
Pré-condição: O Estudante deve estar autenticado no sistema.

Pós-condição: Teste agendado com sucesso.

Fluxo Normal: 1. Estudante clica em "agendar teste


multimédia";
2. O sistema exibe um modal;
3. O estudante preenche os campos do modal e
clica em marcar teste;
4. Conclui a operação.
Fluxo Alternativo: Se operação falha, sistema exibe mensagem de
erro e permite repetir ou cancelar.
Fonte: Autor, 2024

22
Tabela 5: Descrição estruturada “Login”

Login

Actores Administrador / estudante.

Descrição: Uma actividade que o administrador e estudante cadastrado no


sistema faz para ter acesso ao sistema a partir desta
funcionalidade obterá outras funcionalidades dentro do
sistema.
Pré-condição: Ter uma conta.

Pós-condição: Ter a sessão iniciada;


Acesso as funcionalidades do sistema.
Fluxo Normal:
1. O usuário abre a sua página de inicio de sessão dependendo
do nível de acesso que ele tem;
2. O sistema retorna a página de Login com um formulário
para que o usuário possa inserir as suas credencias;
3. O usuário insere as suas credencias e clica no botão de
iniciar sessão;
4. Após o usuário clicar o botão com as credencias inseridas,
as credencias são verificadas pelo sistema e o Usuário é
direccionado a sua página inicial.
Fluxo Alternativo:
• Se o usuário não preencher os campos ou um deles para
iniciar sessão, o sistema assinala o campo em falta.
• Se as credencias inseridas pelo usuário estiverem
incorrectas ou forem inexistentes, o sistema retorna a
Mensagem de alerta avisando que as credencias esta
incorrecta e retorna para a página inicial de login.

Fonte: Autor, 2024

23
Tabela 6: Descrição estruturada Marcar Exame

Marcar Exame

Actores Estudante.

Descrição: Permite ao estudante agendar um exame de acordo com a


disponibilidade.

Pré-condição: Estudante deve estar autenticado e em conformidade com


requisitos do curso.

Pós-condição: Exame agendado e registado com sucesso.

Fluxo Normal: 1. Estudante acessa a opção "Marcar Exame";


2. Escolhe data disponível;
3. Confirma o agendamento.
Fluxo Alternativo: Se não há datas disponíveis, sistema notifica o estudante para
escolher outro período ou contactar a secretaria.

Fonte: Autor, 2024

[Link] de Actividades
4.4.1. Diagrama de actividade “Login”
O estudante ou administrador começa o processo ao aceder ao sistema. Ele insere as suas
credenciais no formulário de início de sessão e submete-as. O sistema valida as credenciais,
consultando o banco de dados, e apresenta uma mensagem de erro caso as informações
fornecidas sejam incorrectas.

24
Figura 3:Diagrama de actividade "Login"

Fonte: Autor, 2024

4.4.2. Diagrama de actividade Marcar Exame (Estudante)


O estudante acede à área de marcação de exames e selecciona o tipo de exame que deseja marcar
(teórico ou prático). Após escolher o tipo de exame, o estudante selecciona uma data disponível,
e o sistema verifica se existem pré-requisitos pendentes antes de confirmar a marcação. Uma
vez confirmada, a data é registada no sistema. Se a data não estiver disponível, o sistema
notifica o estudante, permitindo que escolha uma nova data ou contacte a secretaria para
suporte.

25
Figura 4: Diagrama de actividade “Marcar Exame”

Fonte: Autor, 2024

4.4.3. Diagrama de actividade “Agendar Teste Multimédia”.


O estudante acede ao sistema utilizando as suas credenciais, selecciona o módulo "Teste
Multimédia" e preenche o formulário. O sistema verifica os dados de pagamento e envia uma
requisição para o telefone do estudante. Este insere a sua senha para confirmar a operação. Em
seguida, o sistema apresenta uma mensagem de sucesso. Caso ocorra algum erro, uma
mensagem de falha é exibida.

26
Figura 5: Diagrama de actividade "Agendar Teste Multimédia"

Fonte: Autor, 2024

27
[Link] de sequência
Figura 6:Diagrama de sequência Marcar Exame

Fonte: Autor, 2024


Figura 7: Diagrama de sequência Agendar Teste Multimédia

Fonte: Autor, 2024

28
Figura 8: Diagrama de sequência "Login"

Fonte: Autor, 2024

29
[Link] de classes

Fonte: Autor, 2024

30
[Link] Entidade Relacionamento

Figura 9: Modelo de Entidade Relacionamento

Fonte: Autor, 2024

31
4.9.1. Descrição da base de dados

Tabela 7: Descrição da tabela categorias

Nome Tipo Chave


id bigint(20) PRIMARY KEY
valor int(11)
nome varchar(255)
descricao varchar(255)
created_at timestamp
updated_at timestamp
Fonte: Autor, 2024

Tabela 8: Descrição da tabela dado_alunos

Nome Tipo Chave


id bigint(20) PRIMARY KEY
user_id bigint(20) FOREIGN KEY
categoria_id bigint(20) FOREIGN KEY
contacto varchar(255)
additionlPhone_0 varchar(255)
nome_mae varchar(255)
nome_pai varchar(255)
nacionalidade varchar(255)
dataNascimento varchar(255)
numero_bi varchar(255)
morada varchar(255)
sexo varchar(255)
created_at timestamp
Fonte: Autor, 2024

Tabela 9:Descricao da tabela failed_jobs

Nome Tipo Chave


id BIGINT UNSIGNED PRIMARY KEY
uuid VARCHAR(255) UNIQUE
connection TEXT
queue TEXT
payload LONGTEXT
exception LONGTEXT
failed_at TIMESTAMP
Fonte: Autor, 2024

32
Tabela 10: Descrição da tabela horas

Nome Tipo Chave


id BIGINT UNSIGNED PRIMARY KEY
sala_id BIGINT UNSIGNED FOREIGN KEY
hora VARCHAR(255)
descricao VARCHAR(50)
created_at TIMESTAMP
updated_at TIMESTAMP
Fonte: Autor, 2024

As tabelas restantes, que complementam a descrição da base de dados, estão incluídas nos
anexos para uma consulta detalhada das informações.

33
CAPITULO V: DESENVOLVIMENTO E SOLUÇÃO (SOFTWARE)
[Link]ção
Neste capítulo, explora-se de maneira organizada e metódica os princípios amplamente
empregados, especialmente nas áreas de engenharia de software, através da aplicação de
padrões de desenvolvimento. Os padrões desempenham um papel fundamental ao se esforçar
para garantir a qualidade e a segurança do sistema (Silva, 2005).

[Link]ção do código fonte


O código da função index colecta e processa dados de várias tabelas relacionadas a alunos,
práticas, multimédia e modalidades de pagamento. Ele conta o número de alunos masculinos e
femininos, classifica usuários por tipos de modalidade (completo ou parcial) e também recupera
registos excluídos (soft deletes) de práticas e multimédia. Por fim, envia todas essas
informações organizadas para uma view chamada [Link], que provavelmente exibe um
painel administrativo.

Tabela 11: Implementação do código fonte

public function index(Request $request)


{
$dados = dado_alunos::all();
$pratica = pratica::with('estuantes')->get();
$multimedia = multemedia::with('estudantes')->get();
$HomeCount = dado_alunos::where('sexo', 'Masculino')->get();
$MulherCount = dado_alunos::where('sexo', 'Femenino')->get();
$homen = $HomeCount->count();
$mulher = $MulherCount->count();
$parcelas = User::where('modalidade_id', 2)->get();
$completo = User::where('modalidade_id', 1)->get();
$multimediaDone = multemedia::with('estudantes')->onlyTrashed()->get();
$praticaDone = pratica::withTrashed()->get();

return view('[Link]', compact('pratica', 'completo', 'parcelas', 'dados', 'multimedia',


'homen', 'mulher', 'multimediaDone', 'praticaDone'));
}
Fonte: Autor, 2024

34
[Link] utilizadas
• Php
O PHP (Hyper text Preprocessor) é uma linguagem de programação interpretada,
software livre, de uso geral e especialmente preparado para o desenvolvimento de
aplicações web. O PHP apresenta-se de uma forma rápida, com uma grande biblioteca
de funções e documentação (Niederauer, 2004).
• Laravel 10
Laravel é um Framework PHP de código aberto, que promove o desenvolvimento rápido
de aplicativos Web, seguindo práticas modernas de programação e focando em
segurança e desempenho"(Stauffer, 2016).
• Html5
HTML (Hypertext Markup Language) ou linguagem de formatação de hipertexto é uma
linguagem de programação usada na Web com função de produzir páginas na internet.
Os Web browsers são os identificadores da linguagem HTML de transformação em
textos e imagens para serem posteriormente utilizadas. A camada de apresentação é
gerenciada por navegadores como Mozilla, Netscape Navigator ou Microsoft Internet
Explore. Os documentos em HTML são arquivos de texto simples que podem ser
criados e editados em qualquer editor de texto comum. Eles são feitos para prover a
estrutura lógica da informação destinada à apresentação de páginas da rede mundial de
computadores (Leiva, 2003).
• Javascript (ES2021)
O JavaScript é uma linguagem interpretada pelo navegador com a função de tornar
páginas em HTML interactivas no ambiente browser. Essa linguagem foi criada para
atender a necessidade de validação de formulários cliente e sua interacção com a web.O
código JavaScript interage directamente no browser. Os navegadores Web actuais como
Internet Explore, Netscapet em suporte a essa tecnologia (Flanagan, 2004).
• Sql
SQL (Structured Query Language) ou Linguagem de Consulta Estruturada é uma
linguagem de pesquisa declarativa para banco de dados relacional ou base de dados
relacional. (Elmasri, 2005).

35
[Link] do Sistema

Figura 10: Arquitectura do Sistema

Fonte: Autor, 2024

Interação do Usuário por meio da Interface:


A jornada tem início quando um usuário interage com o sistema de gestão da Escola de
Condução Mucaranga da Beira (ECMB), através da interface apresentada pela View. Essa
interação pode ser algo simples, como agendar uma aula prática, realizar a matrícula para o
curso de condução ou consultar o desempenho de um aluno. A View registra essas ações do
usuário e envia uma solicitação ao Controller, que se encarrega de processar a requisição e
acessar os dados necessários para retornar a resposta apropriada.

Model (Modelo)

O Model é responsável por gerenciar os dados e a lógica do negócio. No caso da ECMB, o


Model representará as entidades e os dados relacionados à escola, como:

• Entidades: Estudante, Administrador, Veículos, Aulas Práticas, Pagamentos,


Agendamentos, entre outros.
36
• Lógica de Negócio: Processos como a validação de pagamentos, geração de relatórios
detalhados e integração com carteiras móveis como o mPesa.

No Laravel, os Models serão representados por classes Eloquent, que interagem directamente
com o banco de dados MySQL. Por exemplo, o Model "Estudante" seria usado para acessar
e manipular os dados dos alunos.

View (Visão)

A View é responsável pela interface com o utilizador. No sistema da ECMB, a View


permitirá que os Estudante e administradores interajam com o sistema de forma intuitiva.

Exemplos de Views no sistema:

• Formulário de inscrição para os Estudantes.


• Dashboard de administração com gráficos sobre agendamentos e pagamentos.

Controller (Controlador)
O Controller é a ponte entre o Model e a View. Ele é responsável por processar as requisições
do utilizador, interagir com o Model para buscar ou manipular dados e passar os resultados para
a View.

No sistema da ECMB, os Controladores tratarão acções como:

• Registrar um novo aluno e armazenar os dados no banco de dados.


• Agendar uma aula prática e atualizar os registros do instrutor e do aluno.
• Processar pagamentos realizados via mPesa e atualizar o status da matrícula.

[Link] de Usuário
Este manual de utilizador tem como objectivo orientar o utilizador para alcançar uma
experiência optimizada no uso do sistema, fornecendo instruções detalhadas sobre as suas
funcionalidades. Além disso, inclui dicas para maximizar a eficiência das tarefas e respostas às
questões mais frequentes, garantindo uma interação mais intuitiva e produtiva.

37
Figura 11: interface do sistema

Fonte: Autor, 2024


A interface inicial exibida é o site, onde os usuários podem visualizar as informações mais
básicas e essenciais do sistema. Totalmente integrado ao nosso sistema principal, o site
funciona como ponto de partida para explorar o sistema de maneira intuitiva e eficiente. Na
parte inferior, conforme ilustrado na Figura 12, encontra-se a sessão de pré-inscrição, onde o
usuário deve inserir seus dados para receber as informações de acesso por e-mail.

Figura 12: Pré-inscrição

Fonte: Autor, 2024


A Figura 12 ilustra a secção de pré-inscrição, onde o utilizador deve preencher os campos com
os seus dados pessoais e seleccionar a categoria desejada para realizar. Esta etapa é fundamental
para garantir que o utilizador seja devidamente registado no sistema, permitindo a
personalização do acesso e o envio das informações relevantes para o e-mail fornecido. Além
disso, esta área do sistema foi projectada para ser simples e intuitiva, facilitando o
preenchimento e minimizando possíveis erros.
38
Figura 13: Autenticação (Login)

Fonte: Autor, 2024

A secção de autenticação (login) é onde o utilizador deve inserir as suas credenciais de acesso,
que foram previamente enviadas para o seu e-mail após a conclusão da etapa de pré-inscrição.
Este processo garante que apenas utilizadores registados possam aceder ao sistema, protegendo
as informações e funcionalidades disponíveis. A interface de login foi projectada para ser
prática e segura, permitindo ao utilizador acessar rapidamente o sistema e iniciar as suas
actividades de forma eficiente. Caso ocorra algum problema com as credenciais, o utilizador
pode utilizar as opções de recuperação ou entrar em contacto com o suporte.

Figura 14: Página inicial do sistema

Fonte: Autor, 2024

Na página inicial do sistema, encontramos uma organização clara e funcional das informações.
À esquerda, estão localizados os menus principais, que permitem navegar por todas as
funcionalidades disponíveis no sistema de forma rápida e intuitiva. À direita, encontra-se a área
financeira, que apresenta um resumo das principais informações relacionadas a transações,
saldos e outras operações financeiras relevantes. Além disso, a página inicial também exibe
informações básicas do utilizador, como nome, perfil de acesso e notificações importantes.

39
CAPITULO VI: CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES

[Link]ão
O desenvolvimento do sistema de gestão para a Escola de Condução Mucaranga da Beira
(ECMB) representa um marco importante na modernização dos processos administrativos e
operacionais da instituição. Durante o projecto, foram analisadas em detalhe as limitações dos
métodos manuais actualmente utilizados e seus impactos na eficiência da gestão de alunos,
colaboradores e processos administrativos. Os métodos tradicionais, como registos em papéis
e armazenamento de informações em arquivos físicos, resultavam em atrasos, erros frequentes
e insatisfação geral.
Com a implementação de uma solução automatizada e segura, o projecto alcançou os objectivos
propostos, oferecendo um sistema centralizado e eficiente para gerenciar os processos
administrativos. A digitalização de actividades como agendamentos, pagamentos e
monitoramento do progresso dos estudantes não só reduz custos operacionais, mas também
melhora significativamente a comunicação interna e externa, proporcionando uma experiência
mais satisfatória para os usuários. Além disso, ao garantir maior precisão e rapidez na
recuperação de informações, o sistema fortalece a capacidade da ECMB de atender às demandas
crescentes de forma organizada e confiável.
Espera-se que esta iniciativa eleve a gestão da escola a um novo patamar de eficiência e
modernidade, promovendo uma base sólida para o crescimento sustentável da instituição e uma
experiência diferenciada para alunos e colaboradores, enquanto optimiza os processos
administrativos.

[Link]ções
Recomenda-se a implementação deste sistema, pois ele pode proporcionar um controle eficiente
e centralizado dos processos administrativos da Escola de Condução Mucaranga da Beira
(ECMB). Sua utilização contribuirá para a modernização das operações, garantindo maior
organização, acessibilidade e agilidade, além de promover uma experiência mais satisfatória
para alunos e colaboradores.

40
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bibliografia
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42
Turban, E. R. (2013). Administração de Tecnologia da Informação: teoria e prática. Elsevier.

43
GLOSSÁRIO
Sistema

Um sistema é um agrupamento organizado de componentes ou elementos interligados que


cooperam para atingir um propósito ou desempenhar uma função definida. No contexto da
Tecnologia da Informação (TI), refere-se frequentemente a uma combinação de hardware e
software integrados para executar processos ou tarefas específicas.

RUP (Rational Unified Process)

O RUP é uma metodologia de engenharia de software que oferece um conjunto estruturado de


diretrizes e práticas recomendadas para o desenvolvimento de software. Este processo iterativo
e incremental é utilizado para gerenciar todas as etapas do ciclo de vida do desenvolvimento de
software, desde a concepção até a entrega.

Stakeholders

Stakeholders são indivíduos ou grupos que possuem interesse directo ou indirecto em um


projecto, organização ou decisão. Eles podem incluir clientes, colaboradores, accionistas,
órgãos reguladores e quaisquer outros que possam ser impactados ou que exerçam influência
em determinada situação.

Software

Software refere-se a um conjunto de instruções, programas ou dados que permitem o


funcionamento de dispositivos computacionais. Ele inclui desde aplicativos e sistemas
operacionais até drivers e ferramentas especializadas, capacitando os computadores a executar
tarefas específicas e oferecer soluções diversas.

44
APÊNDICES

Questionário para Levantamento de Requisitos do Sistema

1. Qual é a sua opinião sobre a necessidade de implementar um sistema de gestão?


2. Que problemas pretende a escola resolver com a introdução deste sistema?
3. Que funcionalidades considera indispensáveis para o sistema?
4. Que tipos de aulas são ministradas na escola?
5. Quais os dados necessários para o registo dos alunos?
6. Como é efectuado o pagamento por parte dos alunos?
7. Quais são os horários disponíveis para a marcação das aulas?
8. Quais os dados necessários para o registo das viaturas?
9. Quais são os preços das aulas disponibilizadas?
10. Qual é o número mínimo de aulas teóricas exigido para a marcação do exame teórico?

45
ANEXOS

Tabela 12: Descrição da tabela historicos

Nome Tipo Chave


id BIGINT PRIMARY KEY
user_id BIGINT FOREIGN KEY
sms VARCHAR(255)
referencia VARCHAR(255)
numero VARCHAR(255)
valor VARCHAR(255)
created_at TIMESTAMP
updated_at TIMESTAMP
Fonte: Autor, 2024

Tabela 13: Descrição da tabela migrations

Nome Tipo Chave


id INT PRIMARY KEY
migration VARCHAR(255)
batch INT
Fonte: Autor, 2024

Tabela 14: Descrição da tabela modalidades

Nome Tipo Chave


id BIGINT PRIMARY KEY
nome VARCHAR(255)
created_at TIMESTAMP
updated_at TIMESTAMP
Fonte: Autor, 2024

Tabela 15: Descrição da tabela multimedia

Nome Tipo Chave


id BIGINT PRIMARY KEY
user_id BIGINT FOREIGN KEY
title VARCHAR(50)
start DATETIME
end DATETIME
backgroundColor VARCHAR(255)
textColor VARCHAR(50)
created_at TIMESTAMP
deleted_at TIMESTAMP
46
updated_at TIMESTAMP
Fonte: Autor, 2024
Tabela 16: Descrição da tabela notificacoes

Nome Tipo Chave


id BIGINT PRIMARY KEY
tipo VARCHAR(255)
dados text
lida_em timestamp
user_id BIGINT
created_at timestamp
updated_at timestamp
Fonte: Autor, 2024

Tabela 17: Descrição da tabela pagamentos

Nome Tipo Chave


id bigint unsigned Primary Key
user_id bigint unsigned Foreign Key (users)
valor decimal(10, 2)
metodo varchar(50)
status varchar(50)
created_at timestamp
updated_at timestamp
Fonte: Autor, 2024

Tabela 18: Descrição da tabela password_resets

Nome Tipo Chave


email varchar(255) Primary Key
token varchar(255)
created_at timestamp
Fonte: Autor, 2024

Tabela 19:Descrição da tabela roles

Nome Tipo Chave


id bigint unsigned Primary Key
role_name varchar(255)
created_at timestamp
updated_at timestamp
Fonte: Autor, 2024

47
Tabela 20: Descrição da tabela salas

Nome Tipo Chave


id bigint unsigned Primary Key
nome varchar(255)
descricao varchar(255)
capacidade int
created_at timestamp
updated_at timestamp
Fonte: Autor, 2024
Tabela 21: Descrição da tabela sessions

Nome Tipo Chave


id varchar(255) Primary Key
user_id bigint unsigned Foreign Key
ip_address varchar(45)
user_agent text
payload longtext
last_activity int
Fonte: Autor, 2024
Tabela 22: Descrição da tabela users

Nome Tipo Chave

id bigint unsigned Primary Key


nome varchar(255)
email varchar(255) Unique Key
password varchar(255)
role_id bigint unsigned Foreign Key
created_at timestamp
updated_at timestamp
Fonte: Autor, 2024
Tabela 23: Descrição da tabela veiculos

Nome Tipo Chave


id bigint unsigned Primary Key
modelo varchar(255)
marca varchar(255)
matricula varchar(50)
capacidade int
created_at timestamp
updated_at timestamp
Fonte: Autor, 2024

48

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