M ONOGRAFIAi T
M ONOGRAFIAi T
De:
BEIRA
2024
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE
De:
Orientador:
BEIRA
2024
ÍNDICE
DECLARAÇÃO ..........................................................................................................................I
DEDICATÓRIA ........................................................................................................................ II
AGRADECIMENTOS ............................................................................................................. III
RESUMO ..................................................................................................................................IV
ABSTRACT .............................................................................................................................. V
LISTA DE ABREVIATURAS .................................................................................................VI
LISTA DE TABELAS ............................................................................................................ VII
LISTA DE FIGURAS............................................................................................................ VIII
CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO .................................................................................................. 1
1.1. Contextualização ............................................................................................................. 1
1.2. A problematização e a pergunta de partida ..................................................................... 2
1.3. Objectivo geral e específico ............................................................................................ 3
1.3.1. Objectivo geral ......................................................................................................... 3
1.3.2. Objectivo específico ................................................................................................. 3
1.4. Justificativa ...................................................................................................................... 4
1.5. Delimitação do estudo ..................................................................................................... 5
1.6. Estrutura do trabalho ....................................................................................................... 5
CAPÍTULO II: ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJECTO ................................................. 7
2.1. Introdução ........................................................................................................................ 7
2.2. Metodologia de pesquisa ................................................................................................. 7
2.2.1. Técnica de recolha de dados ........................................................................................ 7
[Link] A Entrevista ...................................................................................................... 7
2.3. Metodologia de desenvolvimento de sistema .................................................................. 8
2.4. Ferramentas utilizadas ................................................................................................... 10
2.5. Levantamento de requisitos do sistema ......................................................................... 11
2.5.1. Requisitos funcionais ............................................................................................. 12
2.5.2. Requisitos não funcionais....................................................................................... 13
CAPITULO III: REVISÃO DA LITERATURA ..................................................................... 15
3.1. Introdução ...................................................................................................................... 15
3.2. Sistema........................................................................................................................... 15
3.3. Tecnologia de Informação ............................................................................................. 16
3.4. Sistema de informação................................................................................................... 16
3.5. Gestão ............................................................................................................................ 17
3.6. Projectos similares ......................................................................................................... 18
CAPITULO IV: DESENHO DO PROJECTO ......................................................................... 19
4.1. Introdução ...................................................................................................................... 19
4.2. Modelagem da solução .................................................................................................. 19
4.3. Identificação dos actores do sistema ............................................................................. 19
4.4. Diagrama de caso de uso ............................................................................................... 19
4.5. Descrição Estruturada de caso de uso............................................................................ 21
4.6. Diagramas de Actividades ............................................................................................. 24
4.4.1. Diagrama de actividade “Login” ............................................................................ 24
4.4.2. Diagrama de actividade Marcar Exame (Estudante) .............................................. 25
4.4.3. Diagrama de actividade “Agendar Teste Multimédia”. ......................................... 26
27
4.7. Diagrama de sequência .................................................................................................. 28
4.8. Diagrama de classes....................................................................................................... 30
4.9. Modelo Entidade Relacionamento................................................................................. 31
4.9.1. Descrição da base de dados .................................................................................... 32
CAPITULO V: DESENVOLVIMENTO E SOLUÇÃO (SOFTWARE) .................................. 34
5.1. Introdução ...................................................................................................................... 34
Model (Modelo) ................................................................................................................ 36
Controller (Controlador) ................................................................................................... 37
5.5. Manual de Usuário......................................................................................................... 37
CAPITULO VI: CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES ....................................................... 40
6.1. Conclusão ...................................................................................................................... 40
6.2. Recomendações ............................................................................................................. 40
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................... 41
Bibliografia ............................................................................................................................... 41
GLOSSÁRIO ............................................................................................................................ 44
APÊNDICES ............................................................................................................................ 45
DECLARAÇÃO
O presente trabalho foi realizado pelo autor na Universidade Católica de Moçambique,
Faculdade de Economia e Gestão em 2024, sendo esta obra original, excepto citações que aqui
foram referenciadas. Nunca foi e nem será submetida a nenhuma outra Universidade. Nenhuma
parte deste trabalho deve ser reproduzida sem a permissão prévia do autor ou da Universidade
Católica de Moçambique.
Nome do Autor:
Teófilo Salomão Zeferino Machava
______________________________________
Data: ____/____/2024
Nome do Supervisor:
Dr. Vitorino Ribeiro
______________________________________
Data: ____/____/2024
I
DEDICATÓRIA
Este projecto, dedico carinhosamente aos meus pais Salomão Machava e Auneta Timbe, pelo
amor incondicional e ao meu filho Calebe Machava, assim como a todos que directa ou
indirectamente contribuíram para que a realização desta fosse possível.
II
AGRADECIMENTOS
Agradeço, primeiramente, á Deus, que me deu energias e benefícios durante toda minha
caminhada estudantil. Tenho a agradecer também aos ilustres doutores do Departamento de
Informática da U.C.M que durante a minha formação dedicaram seus esforços e demonstraram
seus conhecimentos em diversas situações num período de 4 anos dos quais me lembro como
se fosse ontem. Agradeço a minha esposa que me incentivou todos estes anos que estive nesta
formação, aos meus colegas de turma que directa ou indirectamente tiveram participação activa
em minha careira como estudante.
III
RESUMO
IV
ABSTRACT
Information systems automation is a priority for many organizations as it improves operational
efficiency and meets growing market demands. This work addresses the development of a web
management system for the Mucaranga da Beira Driving School (ECMB), with the aim of
overcoming the limitations of manual administrative processes currently in use. By addressing
contemporary issues related to the modernization and optimization of administrative processes,
the project promotes the efficient integration of task management in modernized schools. The
use of information systems as a tool to support business management is a crucial factor in the
competitive market in which organizations operate. At ECMB, traditional methods have
resulted in delays, errors, queues and student and staff dissatisfaction. The proposal consists of
creating an integrated platform that centralizes information and automates tasks such as
registrations, scheduling practical classes, payments via mobile wallet (mPesa), monitoring
student progress and generating reports. To develop the prototype of the web system, the
Laravel framework and HTML were used to create the interface. The database was developed
in MySQL, and UML was used to model the system. This is expected to improve operational
efficiency, reduce errors and facilitate communication, providing a more satisfactory
experience for everyone involved.
V
LISTA DE ABREVIATURAS
ECMB Escola de Condução Mucaranga Beira
RF Requisitos Funcionais
MVC Model-View-Controller
TI Tecnologia da Informação
VI
LISTA DE TABELAS
Tabela 1: Requisitos Funcionais ............................................................................................... 12
Tabela 2: Requisitos não Funcionais ........................................................................................ 14
Tabela 3: Projectos similares .................................................................................................... 18
Tabela 4:Descrição estruturada Agendar Teste Multimédia .................................................... 22
Tabela 5: Descrição estruturada “Login” ................................................................................. 23
Tabela 6: Descrição estruturada Marcar Exame ....................................................................... 24
Tabela 7: Descrição da tabela categorias .................................................................................. 32
Tabela 8: Descrição da tabela dado_alunos .............................................................................. 32
Tabela 9:Descricao da tabela failed_jobs ................................................................................. 32
Tabela 10: Descrição da tabela horas ....................................................................................... 33
Tabela 11: Implementação do código fonte .............................................................................. 34
Tabela 12: Descrição da tabela historicos ................................................................................ 46
Tabela 13: Descrição da tabela migrations ............................................................................... 46
Tabela 14: Descrição da tabela modalidades ............................................................................ 46
Tabela 15: Descrição da tabela multimedia .............................................................................. 46
Tabela 16: Descrição da tabela notificacoes ............................................................................. 47
Tabela 17: Descrição da tabela pagamentos ............................................................................. 47
Tabela 18: Descrição da tabela password_resets ...................................................................... 47
Tabela 19:Descrição da tabela roles ......................................................................................... 47
Tabela 20: Descrição da tabela salas ........................................................................................ 48
Tabela 21: Descrição da tabela sessions ................................................................................... 48
Tabela 22: Descrição da tabela users ........................................................................................ 48
Tabela 23: Descrição da tabela veiculos ................................................................................... 48
VII
LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Diagrama de Caso de uso - Administrador ............................................................... 20
Figura 2: Diagrama de Caso de uso - Estudante ....................................................................... 21
Figura 3:Diagrama de actividade "Login" ................................................................................ 25
Figura 4: Diagrama de actividade “Marcar Exame” ................................................................. 26
Figura 5: Diagrama de actividade "Agendar Teste Multimédia" ............................................. 27
Figura 6:Diagrama de sequência Marcar Exame ...................................................................... 28
Figura 7: Diagrama de sequência Agendar Teste Multimédia ................................................. 28
Figura 8: Diagrama de sequência "Login" ................................................................................ 29
Figura 9: Modelo de Entidade Relacionamento ....................................................................... 31
Figura 10: Arquitectura do Sistema .......................................................................................... 36
Figura 11: interface do sistema ................................................................................................. 38
Figura 12: Pré-inscrição ............................................................................................................ 38
Figura 13: Autenticação (Login)............................................................................................... 39
Figura 14: Página inicial do sistema ......................................................................................... 39
VIII
CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO
1.1. Contextualização
Segundo Eduardo Fagundes (2023), “A área de tecnologia da informação e comunicação (TIC)
oferece grandes oportunidades de crescimento sustentável e competitividade para as empresas
e organizações.” Neste contexto, o gerenciamento eficiente dos processos relacionados aos
utentes dos serviços oferecidos é um factor crucial para o sucesso de qualquer escola de
condução. Acompanhando a evolução tecnológica, a adopção de um sistema web de gestão
torna-se uma solução estratégica para automatizar e simplificar tarefas administrativas,
melhorar a comunicação e oferecer uma experiencia mais organizada e satisfatória para os
alunos e colaboradores.
Na Escola de Condução Mucaranga da Beira em particular, nota-se que ainda operam de forma
manual, morosa e ineficiente em seus processos administrativos ligados aos alunos e
colaboradores, enfrentando desafios relacionados ao gerenciamento manual, pois, quanto mais
a escola cresce, cresce também o volume das informações a serem armazenadas nos centros de
arquivo, o que conduz a criação de inúmeros manuais, catálogos e políticas de procedimentos
para a satisfação dos alunos, isto faz com que os colaboradores da instituição tenham de
consultar fontes de informação diversificadas relacionadas aos alunos. O tempo perdido no
registo, procura e colheita das informações a serem repassadas é verdadeiramente frustrante,
ocasionando grandes filas de espera, desistências, notável margem de erros e atrasos na
comunicação.
Este projecto propõe à ECMB o desenvolvimento de uma plataforma web integrada à gestão de
processos dos alunos, que não apenas simplifique as operações diárias, mas também suporte a
tomada de decisão estratégica por meio de dados centralizados e analise em tempo real, ao
centralizar e digitalizar esses processos em uma plataforma web acessível e segura, espera-se
reduzir erros operacionais, economizar tempo e facilitar a comunicação entre a instituição e os
alunos, permitindo o acesso remoto à informação fiável e a operacionalização dos processos
administrativos, garantindo a praticidade e flexibilidade tanto para os colaboradores quanto aos
alunos.
1
1.2. A problematização e a pergunta de partida
Segundo Jacques Ellul (1994) ao referir-se da tecnologia:
Como um fenómeno autónomo e complexo que molda a sociedade. Em seu livro "The
Technological Society" (A Sociedade Tecnológica), Ellul argumenta que a tecnologia é um
sistema autónomo com suas próprias leis e lógica, capaz de influenciar profundamente todas as
áreas da vida humana.
E tem havido também situações de grande fluxo de enchentes nas filas de espera para consulta
de informação na secretaria da própria escola, outros para simples informação e outros para
inscrição de matrícula tanto como marcação e realização de testes multimédia, razão pela qual,
muitos dos seus utentes e estudantes da Escola de Condução Mucaranga da Beira em particular
acabam desistindo de se fazerem às filas de espera, defraudando assim o objectivo do propósito
e as expectativas de negócio da instituição (escola).
Todos estes factores concorrem á grandes constrangimentos no que tange ao tempo de resposta
dos investimentos da ECMB (Escola de Condução Mucaranga da Beira) e em contrapartida
também aos estudantes, como tem sido o caso de o estudante perder o direito de realizar testes
ou exames, verificar notas e serem impedidos de tramitar alguns documentos e processos
preparatórios até que se regularize a sua situação financeira, que em alguns casos por falta de
informação por parte do estudante.
Pergunta Chave: O que a ECMB com todo organismo de planejamento de negócio, poderá
fazer para colmatar estes factores?
2
1.3. Objectivo geral e específico
3
1.4. Justificativa
A Escola de Condução Mucaranga da Beira, como qualquer instituição que oferece serviços
educacionais de formação e práticas, enfrenta desafios na gestão eficiente dos seus processos
internos. Esses desafios impactam a experiencia dos alunos, a produtividade dos funcionários
e a capacidade de atender as demandas do mercado. A implementação de um sistema web de
gestão de processos é motivado pela necessidade urgente de optimizar e modernizar os
processos administrativos dos alunos na instituição, e justificada pelos seguintes motivadores:
Além disso, participar do desenvolvimento de um sistema web de gestão para uma escola de
condução pode ser altamente gratificante do ponto de vista pessoal, ao observar como as
soluções tecnológicas podem ter um impacto positivo tangível na vida dos estudantes,
funcionários e na eficiência geral da instituição.
Capítulo I: Introdução
Neste capítulo, será fornecida uma visão geral do projecto, esclarecendo o foco da investigação
e os objectivos a serem alcançados em relação ao problema em questão. Além disso, será feita
uma justificativa da relevância do estudo, delimitando o escopo da colecta de dados,
descrevendo o sistema actual e destacando as melhorias científicas que serão implementadas
no sistema futuro.
5
requisitos, os stakeholders envolvidos, os requisitos funcionais e não funcionais, além das
ferramentas a serem utilizadas durante o desenvolvimento do sistema.
6
CAPÍTULO II: ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJECTO
[Link]ção
A Estrutura Analítica do Projecto pode ser uma decomposição hierárquica do escopo.
Conforme Sotille (2019), ao abordar a Estrutura Analítica do Projecto, refere-se que:
Esta tem-se tornado uma ferramenta cada vez mais relevante nas empresas e tem sido utilizada
com sucesso em projectos ao redor do mundo. Isto acontece porque permite a compreensão da
equipa, fornecedores, clientes, patrocinadores e outras partes interessadas em relação às
expectativas sobre os resultados e, consequentemente, ao que será monitorizado e controlado.
[Link] de pesquisa
A metodologia consiste no emprego de métodos e estratégias específicos que são essenciais
para o desenvolvimento do conhecimento, visando verificar sua eficácia e benefícios em
diferentes sectores sociais (Prodanov & Freitas, 2013).
Neste projecto, optou-se pela abordagem qualitativa que conduz o uso do RUP.
Para Gerhardt & Silveira (2009), a abordagem Qualitativa foca menos em números e mais na
exploração detalhada do tema estudado. Ela se interessa por elementos da realidade que são
inquantificáveis.
[Link] A Entrevista
Realizou-se uma entrevista estruturada através de um inquérito, que, segundo Quivy &
Campenhoudt (1998, p. 190), o inquérito por questionário “é utilizado sempre que o
investigador pretende aceder às opiniões, comportamentos e atitudes de um grupo face
a determinado fenómeno”.
7
O inquérito, dirigido aos funcionários da Escola de Condução Mucaranga, teve como objectivo
identificar as dificuldades que os colaboradores enfrentam na gestão dos processos da
instituição.
Segundo Kroll e Kruchten (2004), o processo RUP provê ao projecto um ciclo de vida bem
definido, definindo os pontos de decisão e os marcos essenciais. Além de tudo é um processo
flexível, ou seja, suporta uma vasta variedade de processos, configurações ou criação de novos
processos, sendo possível, desta maneira, ser utilizada por grandes ou pequenas equipas, ou
mesmo empregada para pequenos, médios ou grandes projectos de software.
8
• Elaboração: plano do projecto, especificação de características e arquitectura. Aqui
todas as análises de riscos são aprofundadas, como também os custos.
Na fase de elaboração, as informações recolhidas durante a fase de iniciação foram
analisadas minuciosamente. Este processo incluiu a identificação de requisitos mais
específicos, como as funcionalidades detalhadas do sistema, integrações necessárias
com outros sistemas, medidas de segurança e conformidade com requisitos
regulamentares. Nesta fase, foram criados diversos documentos essenciais, incluindo o
documento de visão do projecto, especificações detalhadas de requisitos e diagramas de
casos de uso. Ademais, foram exploradas diferentes abordagens tecnológicas e
arquitectónicas para o desenvolvimento do sistema, com especial atenção a factores
como escalabilidade, manutenibilidade e eficiência. Foi igualmente realizado um estudo
aprofundado para seleccionar as melhores soluções que pudessem suportar o
crescimento e a evolução da Escola de Condução Mucaranga a longo prazo.
• Construção: É nesta fase que todos os requisitos definidos nas etapas anteriores são
postos em prática, ou seja, trata-se do desenvolvimento principal do sistema. Nesta fase,
implementaram-se tanto as interfaces de utilizador como a base de dados. A fase de
construção foi inteiramente dedicada à implementação prática do sistema de gestão da
escola de condução, com base nos requisitos e decisões tomadas previamente. Durante
esta etapa, foram desenvolvidos os componentes de software, o banco de dados e as
interfaces para os utilizadores e administradores.
9
[Link] utilizadas
• Astah Community
A ferramenta Astah Community é uma excelente opção gratuita para modelagem UML.
Por ser uma versão Community, apresenta algumas limitações em comparação com a
versão Professional. No entanto, os recursos oferecidos são suficientes para atender às
necessidades da maioria dos artefactos utilizados no dia-a-dia (Astah, 2011). Usou-se
para diagramar todos os casos de uso e os diagramas de actividades, sequências e classes.
A escolha do Astah Community como ferramenta de modelagem UML baseia-se no
facto de ser uma solução eficiente e gratuita para a criação de diagramas UML essenciais.
• Microsoft PowerPoint
O Microsoft PowerPoint é uma aplicação utilizada para a criação, edição e exibição de
apresentações gráficas, originalmente desenvolvida para o sistema operativo Windows e
posteriormente adaptada para a plataforma MacOS X (Microsoft, 2012). A escolha do
Microsoft PowerPoint justifica-se pela sua utilidade na criação de apresentações visuais
de impacto. Esta ferramenta é essencial para comunicar ideias complexas de forma
simples, utilizando gráficos, imagens e animações. A sua interface intuitiva permite a
criação de apresentações profissionais, sendo uma ferramenta eficaz para apresentações
técnicas, relatórios de projetos e demonstrações, oferecendo uma maneira visualmente
apelativa de transmitir informações.
10
• XAMPP
XAMPP é uma plataforma de software de código aberto, desenvolvida pela Apache
Friends, que inclui distribuições do Apache para o servidor web Apache, MySQL, PHP
e Perl. Funciona como um servidor local, permitindo que os desenvolvedores configurem
um ambiente de desenvolvimento no seu próprio computador (Apache, 2011). O
XAMPP foi escolhido como ambiente de desenvolvimento local pela sua conveniência
e versatilidade, foi utilizada para criar a base de dados do sistema.
• . O software fornece um pacote completo, permitindo a fácil configuração de um
servidor web local para desenvolvimento e testes.
• MySQL
O MySQL é um dos sistemas de gestão de bases de dados relacionais de código aberto
mais reconhecidos e utilizados no mundo. É apreciado por oferecer uma solução fiável
e económica, adequada tanto para aplicações web como para bases de dados
incorporadas (Axmark, 2017). A escolha do MySQL como sistema de gerenciamento de
bases de dados foi motivada pela sua popularidade, confiabilidade e desempenho. Foi
utilizado para implementar o banco de dados do sistema.
• Workbench
Segundo Jurafsky e Martin (2009), o Workbench é uma plataforma que reúne
ferramentas para análise de dados, visualização e desenvolvimento de modelos,
simplificando a exploração e interpretação de grandes volumes de informação. Foi
utilizado para criar a engenharia reversa da base de dados do sistema. A escolha do
Workbench deveu-se à sua interface intuitiva, à ampla funcionalidade para modelagem
e à capacidade de visualizar e manipular o esquema de dados de forma clara e acessível.
11
2.5.1. Requisitos funcionais
Para Sommerville (2007), os Requisitos funcionais são descrições detalhadas das
funcionalidades ou capacidades desejadas que o projecto ou sistema deve ter. São similares aos
requisitos do utilizador, mas também podem incluir funcionalidades que o utilizador não esteja
apto a ver directamente.
12
relevantes, directamente no
sistema.
13
uma abordagem flexível e iterativa na sua definição e implementação, para que o sistema final
seja capaz de atender às necessidades do usuário e se adaptar a mudanças ao longo do tempo.
14
CAPITULO III: REVISÃO DA LITERATURA
[Link]ção
De acordo com Figueiredo (1990):
A revisão da literatura desempenha duas funções interligadas. Primeiro, ela é uma parte
essencial do avanço científico, servindo uma função histórica. Em segundo lugar, oferece aos
profissionais de diversas áreas informações sobre o progresso actual da ciência e sua produção
literária, cumprindo assim uma função de actualização (p. 132).
Com esse objectivo, pretende-se realizar uma revisão da literatura que facilite uma
compreensão mais aprofundada sobre o tema em análise. Assim, é fundamental apresentar um
conjunto de elementos que se consideram inseparáveis e relevantes para o assunto abordado,
especificamente em relação ao sistema de gestão para a Escola de Condução Mucaranga da
Beira.
[Link]
Segundo Bertalanffy (1968) “um sistema corresponde a um conjunto de elementos,
relacionados entre si, actuando num determinado ambiente, tendo por finalidade alcançar
objectivos comuns, e com capacidade de autocontrolo”.
Por outro lado Rascão (2001) diz que “um sistema é um conjunto de componentes inter-
relacionados que trabalham juntos para atingir um objectivo comum, aceitando dados de
entrada (input) e produzindo resultados (output) num processo de transformação organizada”.
15
[Link] de Informação
Para que as organizações se mantenham competitivas em ambientes marcados por constantes
mudanças, é fundamental que acompanhem eventos e tendências significativas que ocorrem no
seu contexto externo. Essa necessidade pode demandar a realização de um estudo para a
monitorização ambiental (Barbosa, 1997).
De acordo com Turban et al. (2013), a Tecnologia da Informação (TI) refere-se ao uso de
hardware, software, redes de comunicação e serviços associados para criar, transmitir,
armazenar e gerir dados e informações.
Ao integrar essas abordagens, fica claro que a TI pode fortalecer os esforços de monitorização
ambiental. Com sistemas de informação eficientes, as organizações têm a capacidade de
automatizar a coleta de dados externos, utilizar técnicas analíticas avançadas para identificar
padrões e tendências, e disponibilizar informações em tempo real, facilitando a tomada de
decisões estratégicas.
[Link] de informação
Os SI têm papel fundamental nas organizações, pois é através deles que um administrador
consegue ter acesso com facilidade às informações de todos os aspectos de sua organização.
A correta administração dessas informações é fundamental para o seu sucesso, pois, com
base nelas os executivos podem decidir o rumo da empresa.
16
Laudon e Laudon (2020) enumeram os principais sistemas de informações que atendem aos
diferentes níveis organizacionais e abrangem desde a alta gerência das organizações até os
trabalhadores operacionais:
• Sistemas do nível operacional - estes sistemas acompanham actividades e
transacções elementares da organização, como vendas, financeiro, folha do
pagamento e fluxo de matéria-prima;
• Sistemas do nível de conhecimento - o propósito de integrar novas tecnologias ao
negócio e o controle do fluxo de documentos devem ser uma meta a ser alcançada
nas organizações.
[Link]ão
Gestão pode ser definida na visão de O`neill e Nunes (2004, p.5), com sendo “um conjunto de
tarefas que procuram garantir o interesse eficaz de todos os recursos disponibilizados pela
organização, a fim de serem atingidos os objectivos pré-determinados pela mesma”.
Gerir hoje envolve uma gama muito mais abrangente e diversificada de actividades do que no
passado. Consequentemente o gestor hoje precisa estar apto a perceber, reflectir, decidir e agir
em condições totalmente diferentes das de antes (Cordeiro & Ribeiro, 2008).
17
[Link] similares
Para auxiliar o desenvolvimento desta solução, foi importante analisar alguns projectos
similares que estão listados na tabela abaixo:
Projecto Descrição
18
CAPITULO IV: DESENHO DO PROJECTO
[Link]ção
[Link] da solução
Para a modelagem do sistema em questão usar-se-á a linguagem de modelagem UML. De
acordo com Booch, Rumbaugh e Jacobson (1999), UML é uma linguagem gráfica padrão para
a especificação, visualização, construção e documentação de sistemas orientados a objectos.
Segundo O'Neill e Nunes (2004), um actor é uma entidade essencial que interage com o sistema.
É importante que os atores sejam descritos de forma breve, garantindo que todos os membros
da equipa envolvidos na análise compreendam adequadamente o seu papel e significado.
• Administrador: terá acesso a todos os módulos do sistema, podendo, assim, gerir e
configurar os diversos parâmetros do sistema, bem como administrar os utilizadores.
• Estudante – É o actor com acesso ao módulo de formação no sistema. Pode visualizar
e actualizar o seu perfil, consultar o histórico de aulas e exames, realizar pagamentos e
marcar testes teóricos.
19
Em seguida estão os casos de usos descritos para cada actor.
• Administrador:
Fazer login;
Ver alunos;
Confirmar Marcação de exame;
Configurações (gerir categorias, sala);
Relatórios.
• Estudante:
Gerir perfil;
Login;
Pagamentos;
Marcar de exames.
A palavra gerir utilizada no caso de uso refere-se a funções como: Editar, Eliminar,
Adicionar, Actualizar, Visualizar, Aprovar e Rejeitar.
Fonte: Autor,2024
20
O Administrador necessita de acesso completo ao sistema para gerir todas as operações
essenciais, incluindo o controlo de utilizadores, alunos e pagamentos. Além disso, deve
organizar as categorias de aulas e exames para garantir que estão bem estruturadas e alinhadas
com o progresso dos alunos.
O estudante necessita de uma forma prática de aceder ao sistema para ver detalhes de
pagamentos e, quando necessário, marcar exames. Isto permite acompanhar o seu progresso e
garantir que está a cumprir os requisitos necessários, além de facilitar o planeamento das etapas
finais do curso.
Actores Estudante.
22
Tabela 5: Descrição estruturada “Login”
Login
23
Tabela 6: Descrição estruturada Marcar Exame
Marcar Exame
Actores Estudante.
[Link] de Actividades
4.4.1. Diagrama de actividade “Login”
O estudante ou administrador começa o processo ao aceder ao sistema. Ele insere as suas
credenciais no formulário de início de sessão e submete-as. O sistema valida as credenciais,
consultando o banco de dados, e apresenta uma mensagem de erro caso as informações
fornecidas sejam incorrectas.
24
Figura 3:Diagrama de actividade "Login"
25
Figura 4: Diagrama de actividade “Marcar Exame”
26
Figura 5: Diagrama de actividade "Agendar Teste Multimédia"
27
[Link] de sequência
Figura 6:Diagrama de sequência Marcar Exame
28
Figura 8: Diagrama de sequência "Login"
29
[Link] de classes
30
[Link] Entidade Relacionamento
31
4.9.1. Descrição da base de dados
32
Tabela 10: Descrição da tabela horas
As tabelas restantes, que complementam a descrição da base de dados, estão incluídas nos
anexos para uma consulta detalhada das informações.
33
CAPITULO V: DESENVOLVIMENTO E SOLUÇÃO (SOFTWARE)
[Link]ção
Neste capítulo, explora-se de maneira organizada e metódica os princípios amplamente
empregados, especialmente nas áreas de engenharia de software, através da aplicação de
padrões de desenvolvimento. Os padrões desempenham um papel fundamental ao se esforçar
para garantir a qualidade e a segurança do sistema (Silva, 2005).
34
[Link] utilizadas
• Php
O PHP (Hyper text Preprocessor) é uma linguagem de programação interpretada,
software livre, de uso geral e especialmente preparado para o desenvolvimento de
aplicações web. O PHP apresenta-se de uma forma rápida, com uma grande biblioteca
de funções e documentação (Niederauer, 2004).
• Laravel 10
Laravel é um Framework PHP de código aberto, que promove o desenvolvimento rápido
de aplicativos Web, seguindo práticas modernas de programação e focando em
segurança e desempenho"(Stauffer, 2016).
• Html5
HTML (Hypertext Markup Language) ou linguagem de formatação de hipertexto é uma
linguagem de programação usada na Web com função de produzir páginas na internet.
Os Web browsers são os identificadores da linguagem HTML de transformação em
textos e imagens para serem posteriormente utilizadas. A camada de apresentação é
gerenciada por navegadores como Mozilla, Netscape Navigator ou Microsoft Internet
Explore. Os documentos em HTML são arquivos de texto simples que podem ser
criados e editados em qualquer editor de texto comum. Eles são feitos para prover a
estrutura lógica da informação destinada à apresentação de páginas da rede mundial de
computadores (Leiva, 2003).
• Javascript (ES2021)
O JavaScript é uma linguagem interpretada pelo navegador com a função de tornar
páginas em HTML interactivas no ambiente browser. Essa linguagem foi criada para
atender a necessidade de validação de formulários cliente e sua interacção com a web.O
código JavaScript interage directamente no browser. Os navegadores Web actuais como
Internet Explore, Netscapet em suporte a essa tecnologia (Flanagan, 2004).
• Sql
SQL (Structured Query Language) ou Linguagem de Consulta Estruturada é uma
linguagem de pesquisa declarativa para banco de dados relacional ou base de dados
relacional. (Elmasri, 2005).
35
[Link] do Sistema
Model (Modelo)
No Laravel, os Models serão representados por classes Eloquent, que interagem directamente
com o banco de dados MySQL. Por exemplo, o Model "Estudante" seria usado para acessar
e manipular os dados dos alunos.
View (Visão)
Controller (Controlador)
O Controller é a ponte entre o Model e a View. Ele é responsável por processar as requisições
do utilizador, interagir com o Model para buscar ou manipular dados e passar os resultados para
a View.
[Link] de Usuário
Este manual de utilizador tem como objectivo orientar o utilizador para alcançar uma
experiência optimizada no uso do sistema, fornecendo instruções detalhadas sobre as suas
funcionalidades. Além disso, inclui dicas para maximizar a eficiência das tarefas e respostas às
questões mais frequentes, garantindo uma interação mais intuitiva e produtiva.
37
Figura 11: interface do sistema
A secção de autenticação (login) é onde o utilizador deve inserir as suas credenciais de acesso,
que foram previamente enviadas para o seu e-mail após a conclusão da etapa de pré-inscrição.
Este processo garante que apenas utilizadores registados possam aceder ao sistema, protegendo
as informações e funcionalidades disponíveis. A interface de login foi projectada para ser
prática e segura, permitindo ao utilizador acessar rapidamente o sistema e iniciar as suas
actividades de forma eficiente. Caso ocorra algum problema com as credenciais, o utilizador
pode utilizar as opções de recuperação ou entrar em contacto com o suporte.
Na página inicial do sistema, encontramos uma organização clara e funcional das informações.
À esquerda, estão localizados os menus principais, que permitem navegar por todas as
funcionalidades disponíveis no sistema de forma rápida e intuitiva. À direita, encontra-se a área
financeira, que apresenta um resumo das principais informações relacionadas a transações,
saldos e outras operações financeiras relevantes. Além disso, a página inicial também exibe
informações básicas do utilizador, como nome, perfil de acesso e notificações importantes.
39
CAPITULO VI: CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES
[Link]ão
O desenvolvimento do sistema de gestão para a Escola de Condução Mucaranga da Beira
(ECMB) representa um marco importante na modernização dos processos administrativos e
operacionais da instituição. Durante o projecto, foram analisadas em detalhe as limitações dos
métodos manuais actualmente utilizados e seus impactos na eficiência da gestão de alunos,
colaboradores e processos administrativos. Os métodos tradicionais, como registos em papéis
e armazenamento de informações em arquivos físicos, resultavam em atrasos, erros frequentes
e insatisfação geral.
Com a implementação de uma solução automatizada e segura, o projecto alcançou os objectivos
propostos, oferecendo um sistema centralizado e eficiente para gerenciar os processos
administrativos. A digitalização de actividades como agendamentos, pagamentos e
monitoramento do progresso dos estudantes não só reduz custos operacionais, mas também
melhora significativamente a comunicação interna e externa, proporcionando uma experiência
mais satisfatória para os usuários. Além disso, ao garantir maior precisão e rapidez na
recuperação de informações, o sistema fortalece a capacidade da ECMB de atender às demandas
crescentes de forma organizada e confiável.
Espera-se que esta iniciativa eleve a gestão da escola a um novo patamar de eficiência e
modernidade, promovendo uma base sólida para o crescimento sustentável da instituição e uma
experiência diferenciada para alunos e colaboradores, enquanto optimiza os processos
administrativos.
[Link]ções
Recomenda-se a implementação deste sistema, pois ele pode proporcionar um controle eficiente
e centralizado dos processos administrativos da Escola de Condução Mucaranga da Beira
(ECMB). Sua utilização contribuirá para a modernização das operações, garantindo maior
organização, acessibilidade e agilidade, além de promover uma experiência mais satisfatória
para alunos e colaboradores.
40
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bibliografia
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15-X 1.
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9780394703909.
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42
Turban, E. R. (2013). Administração de Tecnologia da Informação: teoria e prática. Elsevier.
43
GLOSSÁRIO
Sistema
Stakeholders
Software
44
APÊNDICES
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ANEXOS
47
Tabela 20: Descrição da tabela salas
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