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Maria Fernanda Gonçalves Pereira

D2 Pmsus 4

OT3: Saúde Sexual e Reprodutiva das Mulheres


OT4: Violência contra Mulher e Feminicídio

OT3: Saúde Sexual e Reprodutiva das Mulheres

Objetivos gerais

. Discutir a Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva da Mulher como direito e o papel que as equipes de
Atenção Básica têm na promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva.

Objetivos específicos

. Compreender o que são direitos reprodutivos e o que são direitos sexuais; conceito de sexo e gênero,
desenvolvimento da sexualidade;

. Debater o papel da atenção básica na Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva;

Objetivos complementares

. Compreender os conceitos de sexo, gênero e desenvolvimento da sexualidade;

OT4: Violência contra Mulher e Feminicídio


Objetivo geral

. Compreender a situação da violência contra a mulher e o feminicídio no Brasil e o papel da Atenção


Básica no enfrentamento da violência contra a mulher.

Objetivos específicos

. Definir violência de gênero.

. Reconhecer a influência que a expressão de gênero exerce sobre a violência doméstica.

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. Compreender o perfil epidemiológico da violência contra a mulher, violência de gênero e feminicídio
no Brasil.

. Debater o papel da atenção básica na violência de gênero, contra a mulher e feminicídio.

. Entender o papel das notificações de violência para a Vigilância em Saúde.

● Alterações na distribuição da gordura


OT3: Saúde Sexual e no corpo (maior concentração na
região abdominal)
Reprodutiva das Mulheres
● Perda de massa óssea característica da
osteoporose e osteopenia;
● Ressecamento vaginal, dor à
Climatério x Menopausa penetração e diminuição da libido;
● Sintomas psíquicos: a redução dos
Climatério: corresponde ao período de níveis de hormônios femininos
transição que marca o fim da fase reprodutiva interfere com a liberação de
da mulher e o início da fase de pós-menopausa neurotransmissores essenciais para o
(não reprodutiva). funcionamento harmonioso do sistema
nervoso central, fazendo com que
Menopausa: corresponde ao último ciclo
aumentem as queixas de irritabilidade,
menstrual, ou seja, a ausência de menstruação
instabilidade emocional, choro
(amenorreia) por 12 meses consecutivos.
descontrolado, depressão, distúrbios
Ocorre, em geral, entre os 45 e 55 anos.
de ansiedade, melancolia, perda da
Quando ocorre por volta dos 40 anos, é
memória e insônia;
chamada de menopausa prematura ou precoce.
● Alterações na pele, que perde o vigor,
O termo menopausa é, muitas vezes,utilizado
nos cabelos e nas unhas, que ficam
indevidamente para designar o climatério.
mais finos e quebradiços;

Fases da Menopausa:
Para algumas mulheres estas fases não
apresentam sintomas, porém, a maior parte
Pré-Menopausa e Pós-Menopausa
delas começam a ter sintomas ainda no início
referem-se a diferentes fases do
do climatério e, com a diminuição progressiva
climatério
dos hormônios femininos, vão aumentando
Pré-Menopausa: fase que antecede a
Principais sintomas:
menopausa, com ciclos menstruais
ainda presentes, porém irregulares, e
● Ondas de calor ou fogachos;
com flutuações hormonais (níveis de
● Irregularidades na duração dos ciclos
estrógeno). Pode durar vários anos
menstruais e na quantidade de fluxo
sanguíneo;

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antes da menopausa ocorrer Conjunto de direitos humanos que garantem a
definitivamente liberdade de cada pessoa viver sua sexualidade
de forma plena e autônoma
Pós-Menopausa: fase após a
menopausa, ciclos menstruais Isso inclui:
cessaram definitivamente e os níveis
hormonais estão permanentemente ● Liberdade de expressão;
baixos ● Autonomia para escolher seus
parceiros sexuais, ter relações sexuais
Tratamentos para amenizar os independentemente da reprodução;
sintomas do climatério: ● Ter suas escolhas sexuais respeitadas,
independentemente da orientação
Farmacológicos:
sexual;
Terapia de Reposição Hormonal: É eficaz para ● Ter acesso a informações sobre
aliviar sintomas como fogachos, suores noturnos, sexualidade, prevenção de doenças
alterações de humor e secura vaginal. Além disso, a sexualmente transmissíveis, além de
TRH pode ajudar a prevenir osteoporose,sendo um serviços de saúde sem discriminação;
fator de proteção contra doenças ósseas. Melhora ● Igualdade nos direitos sexuais;
de forma significativa a qualidade de vida
Direitos Reprodutivos:
No entanto, o uso deve ser individualizado e
avaliado pelo médico, pois pode aumentar o risco
A liberdade de cada pessoa decidir sobre a sua
de algumas doenças, como câncer de mama e
vida reprodutiva, sem interferências.
doenças cardiovasculares. Nem todas as mulheres
podem fazer uso desse tipo de tratamento
Isso inclui:
Não Farmacológicos:
● Decidir se quer ter filhos;
Mudanças no estilo de vida: ● Decidir quantos filhos quer;
● Acesso à informações sobre métodos
Alimentação equilibrada rica em frutas, legumes,
contraceptivos e planejamento
verduras e grãos integrais; realização de atividade
familiar;
física regular (fortalecimento muscular), não fumar
e evitar o consumo de álcool. ● Liberdade de escolha: ter ou não
filhos, usar ou não usar determinado
Alimentação saudável, atividade física regular, não método contraceptivos;
fumar e evitar o consumo de álcool , cuidados com
a saúde bucal são algumas medidas simples, que Principais marcos legais sobre os
incorporadas aos hábitos diários de vida, podem ser
úteis para minimizar os sintomas negativos do
direitos sexuais reprodutivos:
climatério.
PNAISM
Direitos Sexuais x Direitos
A Constituição Federal do Brasil de 1988:
Reprodutivos um marco na garantia de direitos
fundamentais, incluindo a saúde reprodutiva.
Direitos Sexuais: Ela assegura o direito à saúde, à dignidade da
pessoa humana, e à igualdade de gênero,
criando um fundamento legal para a proteção
dos direitos reprodutivos.

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1996: Lei de Planejamento Familiar (Lei nº No Brasil, a Constituição Federal de 1988
9.263):Estabelece normas para o planejamento garante o direito à vida, à saúde, à dignidade
familiar no Brasil, assegurando o direito de da pessoa humana e à igualdade. Além disso,
homens e mulheres de decidirem livremente diversas leis e normas complementam essa
sobre o número de filhos e o espaçamento garantia, como:
entre eles. A lei também regulamenta a
esterilização voluntária e garante acesso a ● Lei Maria da Penha (11.340/2006):
métodos contraceptivos e serviços de saúde Embora focada na violência
reprodutiva. doméstica, a Lei Maria da Penha
contribui para a proteção dos direitos
2000: Programa Nacional de Direitos sexuais e reprodutivos das mulheres,
Sexuais e Reprodutivos: Lançado pelo ao garantir medidas de proteção e
Ministério da Saúde, este programa visa assistência às vítimas.
promover o acesso universal a informações e ● Política Nacional de Saúde da
serviços de saúde sexual e reprodutiva, Mulher: Estabelece diretrizes para a
incluindo educação sexual, prevenção de promoção da saúde integral da mulher,
doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e incluindo a saúde sexual e reprodutiva.
HIV/AIDS, e apoio a gestantes. ● Política Nacional de Direitos
Humanos: Reconhece os direitos
2005: Decreto nº 5.530- Regulamentação da sexuais e reprodutivos como direitos
Lei de Planejamento Familiar: Este decreto humanos fundamentais e estabelece
regulamenta a Lei de Planejamento Familiar, diretrizes para a promoção e proteção
detalhando as diretrizes para a oferta de desses direitos.
serviços de saúde reprodutiva e estabelecendo
● 1996: Lei de Planejamento Familiar
critérios para a esterilização voluntária, como a
(Lei nº 9.263): Estabelece normas
idade mínima e o consentimento livre e
para o planejamento familiar no Brasil,
esclarecido
assegurando o direito de homens e
mulheres de decidirem livremente
2011: Portaria nº 3.184- Rede Cegonha:
sobre o número de filhos e o
Criada pelo Ministério da Saúde, a Rede
espaçamento entre eles. A lei também
Cegonha visa garantir às mulheres o direito ao
regulamenta a esterilização voluntária
planejamento reprodutivo e à atenção
e garante acesso a métodos
humanizada à gravidez, parto, e puerpério,
contraceptivos e serviços de saúde
além de cuidados com a criança até os dois
reprodutiva.
anos de idade.
● 2000: Programa Nacional de
2013: Lei nº 12.845:Atendimento Obrigatório Direitos Sexuais e Reprodutivos:
e Integral a Pessoas em Situação de Violência Lançado pelo Ministério da Saúde,
Sexual: Estabelece que os hospitais do SUS este programa visa promover o acesso
devem prestar atendimento emergencial, universal a informações e serviços de
integral e multidisciplinar às vítimas de saúde sexual e reprodutiva, incluindo
violência sexual, incluindo a profilaxia da educação sexual, prevenção de
gravidez e de doenças sexualmente doenças sexualmente transmissíveis
transmissíveis (DSTs) e HIV/AIDS, e apoio a
gestantes
Legislação Brasileira:

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Entre os marcos referenciais internacionais O médico tem o dever de garantir um
que definem os direitos sexuais e os direitos atendimento ético e humanizado, sem
reprodutivos, destacam-se duas conferências julgamento moral, garantindo o sigilo médico.
promovidas pela Organização das Nações A objeção de consciência é permitida, mas o
Unidas (ONU): profissional deve encaminhar a paciente a
outro que realize o procedimento. O
● Conferência Internacional sobre consentimento informado é fundamental.
População e Desenvolvimento
(CIPD) : realizada no Cairo, em 1994, Planejamento Reprodutivo
que conferiu um papel primordial à
saúde, aos direitos sexuais e aos É o conjunto de ações que permitem às
direitos reprodutivos, abandonando a pessoas decidirem livremente sobre o número
ênfase na necessidade de limitar o de filhos que desejam ter e o espaçamento
crescimento populacional como forma entre eles.
de combater a pobreza e as
desigualdades, focalizando-se no A Constituição Federal estabelece que o
desenvolvimento do ser humano. A Estado deve garantir o direito ao planejamento
CIPD levou em consideração, no reprodutivo fornecendo recursos necessários
debate sobre população e para que o casal tenha decisão livre de planejar
desenvolvimento, as questões sobre a sua família.
mulher – desigualdades de gênero –
Métodos ofertados pelo SUS:
meio ambiente e os Direitos Humanos.
Estabeleceu acordos internacionais
● Preservativo masculino e feminino;
que foram assumidos por 179 países.
● Diafragma (mulher);
● Medicamento anticoncepcional;
● Pílula do dia seguinte;
● IV Conferência Mundial sobre a ● DIU de cobre;
Mulher: realizada em Beijing, ● Vasectomia e laqueadura
Pequim, em 1995, em que se
reafirmaram os acordos estabelecidos
no Cairo e avançou-se na definição dos
direitos sexuais e direitos reprodutivos
como Direitos Humanos.

Aborto

No Brasil, o aborto é permitido em situações


específicas estabelecidas pelo Artigo 128 do
Código Penal. As condições para a legalização
do aborto são:

.Risco de Vida para a Gestante; Papel da atenção básica de saúde:

.Gravidez Resultante de Estupro; O papel da atenção básica de saúde é


centralizar as ações para garantir o direito à
.Anencefalia (Decisão do STF em 2012).

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saúde sexual e reprodutiva, garantindo então, o Homossexual: Atração por pessoas do mesmo
planejamento reprodutivo. gênero que o seu.

● Realizam ações educativas e Bissexual: Atração por pessoas de diferentes


preventivas sobre métodos gêneros, incluindo o próprio.
contraceptivos, DSTs e outras
questões relacionadas à saúde sexual e
reprodutiva;
● Distribuição de métodos
contraceptivos;
● Realizam acompanhamento regular
das mulheres, incluindo a realização
de exames preventivos

Em suma, a atenção básica é fundamental por


oferecer uma abordagem integral ao paciente.

OT4: Violência contra Mulher


e Feminicídio Políticas Públicas para proteção a
mulheres trans
Identidade de gênero x
Orientação Sexual Existem diversas políticas públicas que visam
a proteção de mulheres trans, como:
Identidade de Gênero:
● Portaria nº 457, de 2008
é a percepção interna de uma pessoa sobre seu
próprio gênero, está atrelado ao Instituiu o processo transexualizador e previu o
relacionamento da pessoa com o próprio acesso aos procedimentos cirúrgicos de
corpo, ou seja, se ela se identifica como redesignação sexual pelo Sistema Único de
homem, mulher, não binária ou qualquer outra Saúde (SUS)
identidade de gênero
● Portaria nº 2.803, de 2013
é uma construção social e individual, que não
se limita aos aspectos biológicos. Ampliou e redefiniu o processo
transexualizador, instituiu a Política Nacional
Orientação Sexual: de Saúde Integral de Lésbicas, Gays,
Bissexuais, Travestis e Transexuais e
A orientação está ligada ao que a pessoa busca assegurou o uso do nome social no SUS
em relacionamentos afetivos e sexuais. É sobre
quem você se sente atraído romanticamente ● Decreto 8.727/2016
e/ou sexualmente
Reconhece a identidade de gênero de pessoas
exemplos: travestis e transexuais em órgãos e repartições
públicas federais, obrigando o tratamento pelo
Heterossexual: Atração por pessoas de gênero nome social
diferente do seu.

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● Resolução CNE/CP nº 1, de 2018 ● Em uma pesquisa, 53% das mulheres trans e
travestis entrevistadas relataram violência
Define o uso do nome social de travestis e sexual, e 93,2% não procuraram serviços de
transexuais nos registros escolares saúde.

● Projeto de Lei do Senado (PLS) 191/2017 ● Em 2018, o Rio de Janeiro foi o estado que
Amplia o alcance da Lei Maria da Penha para mais matou pessoas trans, com 16
combater a violência contra pessoas que se assassinatos.
identificam como mulheres
● Em 2021, apenas 4% da população trans
● Extensão da Lei Maria da Penha para feminina tinha emprego formal
mulheres trans pelo Superior Tribunal de
Justiça (STJ) Como identificar a violência e qual
Em 2023, o STJ estendeu a proteção da Lei deve ser a conduta dos
Maria da Penha para mulheres trans profissionais de saúde

● Outros programas e ações que visam a ● Sinais Físicos : hematomas, fraturas,


proteção de pessoas LGBTQIA+ incluem: queimaduras ou lesões que parecem
Brasil sem homofobia, programa de combate à não corresponder à explicação dada
violência e à discriminação contra GLBT pelo paciente.
Plano Nacional de Promoção da Cidadania e ● Sinais Psicológicos e
Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Comportamentais: ansiedade,
Bissexuais, Travestis e Transexuais– depressão, mudança repentina de
PNDCDH– LGB comportamento, medo de falar sobre o
parceiro ou familiares, isolamento,
Dados epidemiológicos violência comportamento agressivo ou
contra trans autolesões.

A violência contra pessoas trans e travestis é


um problema alarmante no Brasil e os dados
epidemiológicos mostram que é preciso
combater a transfobia e outras formas de
discriminação:

● Em 2022, 3.159 pessoas trans e travestis


foram vítimas de violência física, um aumento
de 32,1% em relação a 2021.

● Em 2022, 1.302 pessoas trans e travestis


sofreram violência psicológica, um aumento
de 22,3% em relação a 2021.

● Em2022, 175 pessoas trans e travestis foram


vítimas de tortura, um aumento de 41,1% em Violência contra mulher
relação a 2021.

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A violência contra a mulher é caracterizada Identificação: Profissionais de saúde da
por atos de violência que resultam ou podem atenção básica, como médicos, enfermeiros e
resultar em dano físico, sexual, psicológico ou agentes comunitários, estão bem posicionados
sofrimento econômico à mulher, incluindo para identificar sinais de violência contra a
ameaças e coerção. mulher, já que têm contato frequente com a
população
No Brasil, a Lei Maria da Penha (Lei n°
11.340/2006) define e protege as mulheres Apoio inicial: À atenção básica pode oferecer
contra esse tipo de violência, que pode ocorrer apoio psicológico e médico imediato às
no ambiente doméstico, familiar ou em outros vítimas, fornecendo um ambiente seguro para
contextos. relatar o abuso e encaminhando-as para
serviços especializados, se necessário.
Tipos de violência
Encaminhamento: À atenção básica pode
Violência Psicológica: Essa é a forma mais estabelecer protocolos para encaminhar as
prevalente de violência e inclui ameaças, vítimas a serviços especializados, como
humilhação, chantagem,manipulação centros de referência, assistência social e apoio
emocional, isolamento e perseguição. jurídico.

Acompanhamento: Profissionais da atenção


Violência Física: Inclui agressões como
básica podem acompanhar as vítimas,
socos, tapas, empurrões e outras formas de
garantindo que recebam o suporte contínuo
contato físico que causem dor ou lesão.
necessário para superar a violência.
Frequentemente cometida por parceiros ou
ex-parceiros.
Ciclo de violência
Violência Sexual: A violência sexual abrange
estupro, assédio e abuso sexual. Fase 1: Aumento da Tensão

Violência Patrimonial/Econômica: Envolve é marcada por:


controle financeiro, destruição de bens e
● Aumento gradual da tensão: O
privação de recursos econômicos ou
ambiente se torna cada vez mais hostil
impedimento de trabalhar.
e imprevisível.
Violência Moral: A violência moral inclui ● Comportamento agressivo do
difamação, calúnia e injúria, geralmente feita agressor: Irritabilidade, humilhação,
para desmoralizar ou denegrir a imagem da ameaças e destruição.
mulher. ● Reação da vítima: Tentativas de
acalmar o agressor, negação da
Papel da Atenção Básica ao Ciclo violência e culpabilização.
de Violência contra Mulher: ● Sentimentos de angústia e medo: A
vítima vive em constante estado de
Prevenção: A atenção básica pode promover a alerta.
conscientização sobre a violência de gênero
Fase 2: Ato de Violência
por meio de campanhas, educação e
orientação, ajudando a prevenir situações de
abuso.

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● Ato violento: Manifestação da tensão
acumulada em agressões físicas,
psicológicas ou patrimoniais.
● Paralisia da vítima: Dificuldade de
reagir devido ao medo e à violência
sofrida.
● Sofrimento emocional: A vítima
experimenta uma gama de emoções
negativas.
● Decisões difíceis: A necessidade de
tomar decisões importantes para sua
segurança.

É fundamental oferecer apoio e acolhimento às


vítimas de violência doméstica. A denúncia é
um passo importante para romper o ciclo da Feminicídio
violência e garantir a segurança da vítima.
Feminicídio é o assassinato de mulhetes em
Fase 3: Arrependimento e comportamento contextos marcados pela desigualdade de
carinhoso gênero

● Arrependimento e mudança de
comportamento do agressor: O
agressor demonstra remorso e promete
mudar.
● Confusão e esperança da vítima: A
vítima acredita nas promessas do
agressor e busca manter o
relacionamento.
● Dependência emocional: A vítima se
sente responsável pelo bem-estar do
agressor.
● Calma temporária: A violência é
interrompida por um período, mas
retorna posteriormente.

É importante ressaltar que a "lua de mel" é


uma estratégia utilizada pelo agressor para
manipular a vítima e mantê-la no
Indicadores no Brasil de
relacionamento. A violência doméstica é um Violência Doméstica (dados
ciclo que se repete e a interrupção desse ciclo epidemiológicos)
depende da busca por ajuda especializada.
A proporção de notificação de violência é
sempre maior no sexo feminino, sendo no ano
de 2015, 67,1% das notificações.

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● Objetivo: Limitar o crescimento
populacional, muitas vezes através de
As proporções por faixas etárias não variaram políticas governamentais ou
muito entre os anos. Em 2015, 18,6% das imposições sociais.
notificações eram de vítimas crianças (0 a 12 ● Métodos: Podem envolver desde
anos), 19,9% de adolescentes (13 a 19 anos), incentivos financeiros para famílias
55,6% em adultos (20 a 59 anos) e 6% em pequenas até medidas coercitivas
idosos (60 anos e mais). como esterilizações forçadas ou
restrições ao acesso a métodos
O tipo de violência mais notificado é a
contraceptivos.
violência física (64,8%), seguida da violência
● Crítica: É visto como uma abordagem
psicológica (25,7%), negligência (11,6%) e
impositiva e que desrespeita os
violência sexual (11,3%). O tipo de violência
direitos reprodutivos das pessoas.
mais frequente varia de acordo com a faixa
etária analisada. Planejamento Reprodutivo:

● Objetivo: Empoderar as pessoas para


que façam escolhas conscientes e
informadas sobre sua vida reprodutiva.
● Métodos: Oferece acesso a
informações sobre métodos
contraceptivos, saúde sexual,
planejamento familiar e serviços de
saúde reprodutiva.
● Princípios: Baseiam-se nos direitos
humanos, na autonomia individual e
Principais indicadores de gravidez no respeito à diversidade.
na adolescência no Brasil

Gravidez na Adolescência: No Brasil, cerca de


930 adolescentes e jovens entre 15 a 19 anos
dão à luz todos os dias, totalizando mais de
434,5 mil mães adolescentes por ano. O país
registra uma das maiores taxas de gravidez na
adolescência, chegando a 68,4 nascidos vivos
para cada mil adolescentes, em comparação
com a taxa mundial, que é de 46 nascimentos
por cada mil nascimentos. Entre as
adolescentes de 15 a 19 anos as cesarianas
representaram mais de 38% dos partos.

Planejamento Reprodutivo x
Controle de Natalidade

Controle de Natalidade:

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