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Técnicas de Imunização em Crianças

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Unidade Betim

Enfermagem
SEMINÁRIO INTEGRADOR
NA SAÚDE DA CRIANÇA

PROGRAMA NACIONAL DE
IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO

P R O F ª . E L I Z A N G E L A G O N Ç A LV E S
DE SOUZA
(SECRETARIA DE ESTADO DE MINAS GERAIS, 2023)
Utilização segura de seringas e agulhas
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Técnicas para aspiração e reconstituição de
imunobiológicos
Seringas e agulhas apropriadas conforme via de
administração
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Via oral
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Via oral
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Via oral
• Não é necessário intervalo de alimentação após a
administração, inclusive o aleitamento materno;

• Se uma dose incompleta de uma vacina oral for administrada


por qualquer motivo (por exemplo, a criança cospe ou
regurgita a vacina), uma nova dose não deve ser administrada.
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Parenteral
Locais de aplicação e volume das doses por faixa
etária
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Parenteral

• Não é recomendada a antissepsia da pele com álcool a 70%.

• Quando houver sujidade perceptível, a pele deve ser limpa


utilizando-se água e sabão ou álcool a 70% no caso de
vacinação extramuros.

• Nesses casos, em que está indicado o uso de álcool a 70%, o


algodão embebido deve ser friccionado por 30 segundos
aguardando mais 30 segundos para secagem completa da
pele de forma que esteja sem vestígios do produto,
evitando, assim, qualquer interferência do álcool no
procedimento.
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Intradérmica (ID)
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Intradérmica (ID)
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Intradérmica (ID)

Volume máximo: 50 UI ou 0,5 ml


Vacina BCG: 0,05 ml ou 0,1 mlC
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Subcutânea (SC)
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Subcutânea (SC)
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Subcutânea (SC)
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Subcutânea (SC)
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Subcutânea (SC)
Técnicas segundo as vias de administração dos
imunobiológicos
Intramusccular
Regiões anatômicas
Músculo vasto lateral da coxa
• O volume máximo a ser administrado nesse músculo é de
0,5 mL no bebê prematuro; 1,0 mL na faixa etária de 0 a 5
anos; 2,0 mL de 6 a 12 anos; e 3,0 mL no adulto.
Regiões anatômicas

Músculo vasto lateral da coxa


Regiões anatômicas
Região deltóidea
Regiões anatômicas
Dorsoglútea
Regiões anatômicas
Ventroglútea
Regiões anatômicas
Ventroglútea
REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação.


Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das
Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos


pós-vacinação. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de
Vigilância das Doenças Transmissíveis. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014b. Disponível
em:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_epidemiologica_eventos
_ adversos_pos_vacinacao.pdf. Acesso em: 21 nov. 2018.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual da rede de frio. Secretaria de Vigilância em Saúde,


Departamento de Vigilância Epidemiológica. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_rede_frio4ed.pdf.
Acesso em: 21 jan. 2019.

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