0% acharam este documento útil (0 voto)
23 visualizações5 páginas

Diferenças e Consequências no Direito Tributário

Enviado por

Renato Alves
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
23 visualizações5 páginas

Diferenças e Consequências no Direito Tributário

Enviado por

Renato Alves
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Trabalho

De
Direito Tributário

Aluno: Renato de Oliveira Alves


Professor: Claudio Saraiva
Semestre: 9º

Limoeiro do norte, 05/12/2024


1. Explique a diferença entre fato gerador e hipótese de incidência tributária. Em
sua resposta, cite um exemplo prático de cada um e como eles se aplicam na
legislação tributária.

2. Defina o que é a obrigação tributária principal. Em seguida, elabore um caso


hipotético onde um contribuinte não cumpre com essa obrigação, discutindo as
possíveis consequências legais.

3. Diferencie a obrigação tributária acessória da principal. Cite dois exemplos de


obrigações acessórias que um empresário deve cumprir e discorra sobre as
penalidades por não observá-las.

4. O que é o sujeito passivo da obrigação tributária? Discuta as categorias de sujeito


passivo e a responsabilidade de cada uma no cumprimento das obrigações
tributárias.

5. Analise como o fato gerador se relaciona com o sujeito passivo da obrigação


tributária, utilizando um exemplo prático que demonstre essa relação.

6. Leia o art. 113 do Código Tributário Nacional (CTN) e explique como ele define
a obrigação tributária. Em sua análise, destaque a importância dessa definição
para a compreensão do sistema tributário brasileiro.

7. Um comerciante vende mercadorias e não emite notas fiscais, o que caracteriza a


sonegação fiscal. Discuta as implicações disso em relação à obrigação tributária
principal e acessória, bem como as possíveis ações do Fisco.
8. Relacione os conceitos de "fato gerador", "hipótese de incidência" e "sujeito
passivo". Como a compreensão dessas definições pode auxiliar um contador na
elaboração de uma declaração de impostos?

9. Um contribuinte recebe uma notificação de lançamento de um tributo que ele


considera indevido. Quais passos ele deve seguir para contestar essa cobrança?
Analise a situação sob a perspectiva da obrigação tributária acessória.

10. Disserte sobre a importância do cumprimento das obrigações tributárias para a


administração pública e para a sociedade. Como a evasão fiscal impacta a
prestação de serviços públicos? Justifique sua resposta.

11.

RESPOSTAS

1. O fato gerador é o acontecimento real que dá origem à obrigação de pagar o


tributo, enquanto a hipótese de incidência é a descrição abstrata desse evento na
lei. Por exemplo, no ICMS, a hipótese de incidência é a circulação de
mercadorias, e o fato gerador acontece quando uma mercadoria é efetivamente
vendida e documentada com a nota fiscal.

2. A obrigação tributária principal é a devida ao Estado em dinheiro, como o


pagamento de tributos. Por exemplo, o proprietário de um imóvel tem a
obrigação de pagar o IPTU anualmente. Se ele não cumprir, pode enfrentar
consequências como multa, juros de mora, inscrição na dívida ativa e, em casos
mais graves, execução fiscal.

3. A obrigação acessória é um conjunto de deveres administrativos que ajudam o


Estado a fiscalizar e arrecadar tributos, como registrar vendas em notas fiscais e
apresentar declarações fiscais. Um empresário deve, por exemplo, emitir nota
fiscal em todas as vendas e enviar o SPED Fiscal. O descumprimento dessas
obrigações pode acarretar penalidades, como multas e complicações no cadastro
fiscal da empresa.
4. O sujeito passivo da obrigação tributária é quem tem o dever legal de cumprir
essa obrigação, seja principal ou acessória. Ele pode ser o contribuinte, que
realiza o fato gerador, ou o responsável tributário, que a lei designa para arcar
com o tributo. No caso do IPTU, o proprietário do imóvel é o contribuinte. Já no
IRRF, o empregador é o responsável por reter e recolher o imposto do
empregado.

5. O fato gerador está diretamente ligado ao sujeito passivo porque é o evento que
define quem será responsável pela obrigação tributária. Por exemplo, no ICMS, o
fato gerador ocorre quando há circulação de mercadoria, e o sujeito passivo é o
comerciante que realizou a venda.

6. O artigo 113 do CTN trata da obrigação tributária, que surge a partir da


ocorrência do fato gerador e pode ser principal, relacionada ao pagamento de
tributos, ou acessória, voltada para as obrigações administrativas. Essa definição
é essencial para o funcionamento do sistema tributário, pois estabelece
claramente os direitos e deveres dos contribuintes e do Estado.

7. Um comerciante que não emite notas fiscais deixa de cumprir uma obrigação
acessória, dificultando a fiscalização, e também pode estar sonegando o
pagamento de tributos, que é a obrigação principal. O Fisco pode aplicar sanções
como multas e até iniciar processos administrativos ou judiciais para regularizar a
situação e cobrar os valores devidos.

8. Compreender os conceitos de fato gerador, hipótese de incidência e sujeito


passivo é essencial para que um contador consiga apurar e declarar os tributos
corretamente. Por exemplo, ao identificar o fato gerador de uma operação, o
contador determina o tipo de tributo que deve ser recolhido e qual é a
responsabilidade do sujeito passivo.

9. Ao receber uma notificação de cobrança que julga indevida, o contribuinte pode


apresentar uma impugnação administrativa dentro do prazo estabelecido. Ele
deve detalhar as razões para contestar a cobrança e apresentar documentos que
sustentem sua defesa. Mesmo assim, ele deve continuar cumprindo as obrigações
acessórias, como o envio de declarações, para evitar complicações adicionais.

10. O respeito às obrigações tributárias é crucial para garantir recursos que financiem
os serviços públicos essenciais à sociedade, como saúde, educação e segurança.
A evasão fiscal diminui a arrecadação e prejudica esses serviços, além de
aumentar a carga tributária sobre quem cumpre suas obrigações, gerando
desequilíbrios sociais.

Você também pode gostar