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DREGE

DRGE Doença REFLUXO do GASTROESOFÁGICO

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DRGE

D oe n ç a
do
REFLUXO
Clínica Médica - Gastroenterologia ROESOFÁG
ST IC
Interno: Rodrigo Higino Mar A

O
Manaus • 2022
PONTOS A SEREM ABORDADOS

DEFINIÇÃO
EPIDEMIOLOGIA
FISIOPATOLOGIA
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
DEFINIÇÃO

REFLUXO DOENÇA DO REFLUXO

Maior frequência,
Fisiológico, principalmente duração + sintomas
após as refeições
EPIDEMIOLOGIA

MUITO FREQUENTE

Disturbio mais comum do


trato gastrointestinal alto

IDADE
Qualquer idade, porém a
prevalencia aumenta ao
longo da vida
20-40% DA POPULAÇÃO
FISIOPATOLOGIA

REFLUXO ÁCIDO

mais comum

REFLUXO ALCALINO

REFLUXO POR GÁS


FISIOPATOLOGIA

SUPRAESOFÁGICO SUPRAESOFÁGICO
Produção de saliva intacta Xerostomia
Deglutição intacta Deglutição comprometida

CORPO ESOFAGICO CORPO ESOFAGICO


Peristaltismo primário e Hipomotilidade
secundário intacto Motilidade esofágica ineficaz
Tigh junctions intactas Tight junctions do esôfago

JUNÇÃO ESOFAGOGASTRICA JUNÇÃO ESOFAGOGASTRICA


RTEEI infrequente RTEEI frequente
Tônus EEI intacto EEI hipotensivo
EEI sobreposto ao diafragma Hernia de hiato

GÁSTRICO GÁSTRICO
Motilidade gástrica normal Gastroparesia
Hipersecreção
FISIOPATOLOGIA

RELAXAMENTO TRANSITÓRIO
DO EEI EXACERBADO
Mais comum
Não associado à deglutição

HIPOTONIA DO EEI

HERNIA HIATAL
Nem todas hérnia hiatal gera DRGE!!!
FISIOPATOLOGIA

ACID POCKET

Bolsão de ácido
“boiando”acima do bolo
alimentar

GASTROPARESIA

DISMOTILIDADE ESOFÁGICA
FATORES DE RISCO

TABAGISMO

ALIMENTOS
Cafeína, álcool, gordura, chocalate,
hortelã
MEDICAÇÕES
Bloqueadores do canal de cálcio,
nitratos, antidepressivos
GESTAÇÃO
Mecanismo hormonal
30-50% das gestantes
OBESIDADE
SINTOMAS TÍPICOS

PIROSE

REGURGITAÇÃO
SINTOMAS ATÍPICOS

ROQUIDÃO

PIGARRO

TOSSE CRÔNICA

SENSAÇÃO DE GLOBUS FARÍNGEO

DOR TORÁCICA

Diagnóstico diferencial com angina


pectoris
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

ACALÁSIA

Disfagia, perda ponderal, fatores de risco

ESOFAGITE EOSINOFILICA

Impactação alimentar, disfagia, alterações


endoscópicas e histológicas típicas

DIVERTICULO ESOFAGICO

Idosos, halitose, disfagia


DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

ESOFAGITE INFECCIOSA

Disfagia

ERUCTAÇÕES PATOLOGICAS

Deglutições seguidas, eliminação de ar

SINDROMES FUNCIONAIS

Sintomas refratários, exames normais,


critérios específicos
DIAGNÓSTICO

CONTROVERSIA

SINTOMAS TIPICOS SÃO SUFICIENTES?

EXAMES COMPLEMENTARES PRA TODOS?


DIAGNÓSTICO

CONTROVERSIA

SINTOMAS TIPICOS SAO SUFICIENTES?

Praticidade, menor custo


Sensibilidade especificidade moderadas
Melhora com IBP: pode não ser DRGE
Uso desnecessário de IBP

EXAMES COMPLEMENTARES PRA TODOS?


Diagnóstico mais preciso
Custo, acessibilidade, multiplas consultas
DIAGNÓSTICO

QUANDO SOLICITAR
EXAMES COMPLEMENTARES

Sintomas atípicos
Sinais de alarme (perda de peso, odinofagia, disfagia, sangramentos)
Refratariedade à terapia inicial
Fatores de risco para Barret.
DIAGNÓSTICO

PHMETRIA

Convencional - refluxo ácido


Impedanciometria - outros refluxos
DIAGNÓSTICO

ENDOSCOPIA
O QUE PROCURAR?

Esofagite: Los Angeles graus C ou D


Hérnia hiatal
Barret;
estenose péptica
ENDOSCOPIA

CLASSIFICAÇÃO DE LOS ANGELES


DIAGNÓSTICO

MANOMETRIA

Não diagnostica, porém faz diagnóstico


diferencial
1. EEI hipotonico
2. Hérnia hiatal
3. Hipomotilidade
TRATAMENTO

MEDIDAS NÃO FARMACOLÓGICAS

PERDA PONDERAL

ELEVAÇÃO DA CABECEIRA

MEDIDAS ALIMENTARES E
MEDICAMENTOSAS
TRATAMENTO

MEDIDAS FARMACOLÓGICAS

IBP´S

BLOQ H2

ANTIÁCIDOS

PROCINÉTICOS
TRATAMENTO

MEDIDAS FARMACOLÓGICAS

IBP´S

Classe mais importante


Meia vida: 1,5 - 2 h
Complicações pelo uso crônico:
- SUPERCRESCIMENTO BACTERIANO, PNEUMONIA, DEF.
B12 E MAGNÉSIO, PBE
REFERÊNCIAS

Longo, DL et al. Harrison’s Principles of Internal Medicine. 20th ed. New York: McGraw-Hill,
2018
CLÍNICA médica, volume 1: Estomago, Esofago, Duodeno. [São Paulo]: MedWriters, 2022. r.
(Medgrupo - Ciclo 1: M.E.D. 2022)

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