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PT - Magia Das Runas

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Magia das Runas

(V. M. Samael Aun Weor)


As Runas Nórdicas foram a escrita da Primeira Raça, são o Alfabeto da
Linguagem de Ouro.

Para a prática das Runas deve-se levar em consideração 3 pontos:


1) Concentração;
2) Postura / Posição;
3) Mantra / Oração.

RUNA FA

Quem quer trabalhar com este Judô deve começar com a Runa de
Mercúrio cuja cor violeta origina forças cósmicas extraordinárias.
Se analisarmos as práticas da Runa FA, poderemos evidenciar que nelas
existe Pranayama, Oração, Meditação e certa postura sagrada.

Prática:
Devemos saudar cada novo dia com imensa alegria, e ao levantarmos da
cama elevar os braços para o Cristo-Sol, nosso Senhor, de tal forma que o
esquerdo fique um pouco mais elevado que o direito e que as palmas das
mãos permaneçam ante a luz nessa atitude inefável e sublime de quem
realmente aspira receber os Raios Solares.
Esta é a sacra posição da Runa FA.
Nas noites misteriosas e divinas, pratiquem com este Judô Rúnico ante o
céu estrelado de Urânia, com a mesma posição e orando assim:
“Força Maravilhosa do Amor, avivai meus Fogos Sagrados para que minha
Consciência desperte. FA... FE... FI... FO... FU...”.
Esta pequena e grande oração pode e deve ser feita com todo o coração
quantas e quantas vezes se queira.

RUNA IS

Quando analisamos profundamente a Runa IS, descobrimos com místico


assombro, a nosso próprio Ser, o Íntimo.
A Revolução da Consciência seria radicalmente impossível sem a ajuda
especial de nossa Adorável Mãe Divina particular, própria.
Ela é, em si mesmo, nosso próprio Ser, a raiz de nosso Espírito Divino, sua
causa, sua origem.
Ela é Ísis a quem nenhum mortal levantou o véu e sobre a Flama da
Serpente a chamamos.
Pratiquemos com a Runa IS e meditemos na Divina Mãe Kundalini.
Prática:
Em posição de pé, firmes, levantemos os braços para formar uma linha
reta com todo o corpo e depois de orar e pedir ajuda à Mãe Divina, cantemos
o Mantra Ísis assim:
IiiiiiiSssss... IiiiiiiSssss... Alongando o som das duas letras e dividindo a
palavra em duas sílabas. IS-IS.
Depois, o estudante deita-se com o corpo relaxado e cheio de êxtase,
concentre-se, medite na Mãe Divina.
RUNA AR

O Mantra ARIO prepara os Gnósticos para o advento do Fogo Sagrado.


Prática:
Cantem todas as manhãs este Mantra dividindo-o em três sílabas: A... RI...
O... Alongue o som de cada letra. É aconselhável dez minutos diários desta
prática.

RUNA SIG

SIG é o Sol e sua letra é o ‘S’ cuja sábia prolongação se converte na sutil
voz, nesse assobio doce e agradável que Elias escutou no deserto.

Prática:
Selem sempre todos vossos trabalhos mágicos, invocações, orações,
cadeias de cura, etc., com esta Runa; risquem com a mão e com o dedo
indicador estendido o zig-zag do raio ao mesmo tempo em que fazem
ressonar a letra Sssssss... Como um assobio doce e agradável.
RUNA TYR

Prática:
As práticas correspondentes à Runa Tyr ou Tir consistem em se colocar
os braços para o alto e baixar as mãos, como se fossem conchas, enquanto se
faz ressoar o mantra Tir para despertar a Consciência. O som das letras I e R
é alongado: Tiiiirrrrr.
O T ou Tau golpeia a Consciência, procurando o seu despertar. O I trabalha
intensamente com o sangue, veículo da Essência, e o R, além de intensificar
a circulação nas veias e vasos sanguíneos, opera maravilhas com as flamas
ígneas, intensificando e estimulando o despertar da Consciência.

RUNA BAR
Prática:
Combinem inteligentemente os exercícios da Runa Bar com os da Runa
Tyr ou Tir.
Levantem os braços para o alto e baixem as mãos como se fossem conchas,
enquanto cantam os mantras Tir e Bar assim:
Tiiiiiiiiiirrrrrrrrrr... Baaaaaaarrrrrrrr
Objetivos desta prática:
- Mesclar sabiamente em nosso universo interno as forças mágicas das
duas Runas.
- Despertar a Consciência.
- Acumular internamente átomos crísticos de altíssima voltagem.

RUNA UR

Esta oração se faz diante do sol com as mãos levantadas, as pernas abertas
e o corpo agachado, como se esperando receber luz e mais luz.

Prática:
Amando a nossa Mãe Divina e pensando nesse grande ventre, onde os
mundos são gerados, oremos diariamente assim:
“Dentro de meu real Ser Interno reside a Luz Divina. RAM-IO. És a Mãe de
meu Ser, Devi Kundalini.
Raaammm… Iooo…, ajudai-me
Raaammm… Iooo…, socorrei-me, iluminai-me,
Raaammm… Iooo…, és minha Mãe Divina, Ísis minha, tu tens o Menino
Horus, meu verdadeiro Ser em teus braços, necessito morrer em mim mesmo
para que minha essência se perca N’ele, N’ele, N’ele...”
RUNAS DORN e TORN

Nos Sagrados Mistérios do culto aos espinhos, davam-se práticas


especiais para desenvolver a vontade consciente. Dorn, espinho, significa
vontade. Recordem irmãos gnósticos que nosso lema-divisa é Thelema.

Prática:
Na posição militar de sentido, parados, com o rosto voltado para o oriente,
coloquem o braço direito de tal maneira que a mão fique apoiada sobre a
cintura ou quadril, descrevendo a forma desta Runa.
Cantem agora as seguintes sílabas mântricas: TA, TE, TI, TO, TU, com o
propósito de desenvolverem a Vontade Cristo.
Pratica-se este exercício todos os dias ao sair do sol.
RUNA OS

Entremos agora de fato no terreno da Runa Os.


Esta Runa vibra intensamente na constelação de Escorpião.
Ela é a mesma Runa Olin do México Asteca e está esotericamente
relacionada com a famosa Runa Espinho.
Olin, no idioma asteca, é o signo místico do Deus do Vento, o Senhor do
Movimento, Ehecatl.
Vejamos, pois, a íntima relação esotérica que há entre as Runas Os e Dorn,
movimento e vontade.
Observem cuidadosamente os dois hieróglifos da Runa Os. Assim como a
Runa FA tem os braços para cima, a Runa Olin os tem para baixo.
Representação profundamente significativa.

Prática:
Alternem sucessivamente os braços durante as práticas esotéricas com
esta Runa. Inicialmente, coloquem os braços para baixo, esta é a primeira
posição. Depois, coloquem-nos na cintura como na Runa Dorn ou Torn.
Repito que devem examinar cuidadosamente as duas representações
gráficas da Runa Os.
Durante esta prática rúnica, combinem rítmica e harmoniosamente os
movimentos com a respiração. Inalem o prana pelo nariz, exalando-o após
pela boca, junto com o místico som Torn, no qual se alonga a pronúncia de
cada letra: Toooooooorrrrrrrrrnnnnnnnn
Golpeiem a Consciência com força, com Thelema (vontade), combinando
assim as duas Runas.
Amem e orem. Meditem e supliquem. Tenham fé, que seja do tamanho de
um grão de mostarda, e moverão montanhas. Recordem que o princípio da
ignorância está na dúvida.
“Pedi e se vos dará, batei e se vos abrirá.”
RUNA RITA

Quando será que as pessoas compreenderão todos os mistérios da Runa


Rita? A Runa da Lei.
Rita recorda-nos a palavra razão, religião, roda, recht (justo, equitativo,
em alemão). O Direito Romano tem como símbolos da Justiça a balança e a
espada.
Portanto, não estranhem que no palácio de Anúbis haja balanças e
espadas por toda parte. O Grande Juiz é assessorado em seu trabalho por 42
juízes da lei.
Jamais faltam diante dos tribunais do Karma os ilustres advogados da
Grande Lei, que nos defendem quando temos capital cósmico suficiente para
cancelar as velhas dívidas.
Também é possível conseguir crédito junto aos Senhores da Lei ou
Arquivistas do Destino, porém tudo se paga com boas obras, trabalhando
pela humanidade, ou à base de suprema dor.
Não somente se paga Karma pelo mal que se faz, como pelo bem que se
deixa de fazer, podendo-se fazê-lo.

Prática:
Os mantras fundamentais da Runa Rita são:
Ra… Re… Ri… Ro… Ru…
Na Runa Fa, tivemos de levantar os braços. Na Runa Ur, abrimos as pernas.
Na Runa Dorn pusemos um braço na cintura. Na Runa Os mantivemos as
pernas abertas e os braços na cintura. Agora, na Runa Rita, devemos abrir
uma perna e um braço. Assim, nestas posições, os irmãos gnósticos ver-se-
ão como se fossem os próprios símbolos rúnicos, da maneira como são
escritas as letras.
Esta prática rúnica tem o poder de libertar o Juízo Interno.
Precisamos despertar o Buddhata, a Alma, e nos converter em juízes
conscientes.
A presente Runa possui o poder de despertar a Consciência dos juízes.
Recordemos que essa voz chamada de remorso, de fato é a voz acusadora
da Consciência.
Aqueles que nunca sentem remorso estão muito longe de seu Juiz Interno,
comumente são casos perdidos.
Gente assim deve trabalhar intensamente com a Runa Rita para libertar
seu Juízo Interno.
Precisamos urgentemente aprender a nos guiar pela voz do silêncio, isto
é, pelo Juiz Íntimo.

RUNA KAUM

A misteriosa Runa Kaum representa com inteira exatidão a mulher


sacerdotisa e também a espada flamejante. A Runa Kaum com seu cabalístico
6 vibra com intensidade dentro da esfera de Vênus, o planeta do Amor.
A Runa Rita influi decisivamente nas glândulas endócrinas masculinas e a
Runa Kaum exerce sua influência sobre as glândulas femininas.
Os mistérios da Runa Kaum brilham gloriosamente no fundo da Arca,
aguardando o momento de serem realizados.
RUNA HAGAL

Prática:
Amados discípulos, meditem profundamente na Unidade da Vida, no
Grande Alaya do Universo, no Mundo Invisível, bem como nos Universos
Paralelos das dimensões superiores do espaço.
Concentrem o pensamento nas Walkirias… nos Deuses do fogo, do ar, das
águas, da terra…
Agni é o Deus do Fogo, Paralda é o Deus do ar, Varuna é o Deus da água e
Gob é o Deus do elemento terra. Através da meditação, podereis entrar em
contato com os Deuses Elementais.
Tracem a Runa Hagal sobre um papel em branco e concentrem a mente
em qualquer um dos quatro principais Deuses dos elementos. Peçam
socorro a eles, quando seja necessário. Chamem-os. Invoquem-os quando
precisarem.

A Runa Hagal e a meditação permitirão pôr-nos em contato com essas


chispas, com essas chamas inefáveis.
RUNA NOT

Agora, torna-se indispensável que estudemos a famosa Runa Not.

A Runa Not, em si mesma, significa na verdade Perigo, porém é óbvio que


dentro dela está o poder de se evitá-lo inteligentemente.
Todos os que transitam pela Senda do Fio da Navalha são combatidos
incessantemente pelos tenebrosos, sofrem o indizível, porém podem se
defender com a Runa Not.
Com a Runa Not, podemos implorar auxílio, pedir a Anúbis e seus 42
Juízes do Karma para que eles aceitem negociações.
Não devemos nos queixar do Karma porque ele é negociável. Quem tem o
capital das boas obras pode pagar suas dívidas sem necessidade de sofrer
dolorosamente.

Prática:
A prática com a Runa Not leva ao pranayama a sábia e inteligente
combinação de átomos solares e lunares.
Inale-se profundamente o ar vital, o prana, a vida, pela fossa nasal direita
e exale-se pela esquerda, contando mentalmente até doze. Em seguida, inale-
se pela narina esquerda e exale-se pela direita. Continue esse exercício por
dez minutos. Nesta prática, as narinas são controladas com os dedos índice
e polegar.
Depois, o estudante gnóstico sentado ou deitado em decúbito dorsal (de
costas, boca para cima), relaxará o corpo e se concentrará a fim de recordar
as suas vidas passadas.
Prática Especial:
Em caso de se necessitar assistência de Anúbis, faz-se urgente negociar
com ele.
Abra os braços de forma que forme a Runa Not. Um deles formará um
ângulo de 135 graus com o corpo e o outro um ângulo de apenas 45 graus
com o corpo. Depois, o braço que forma o ângulo de 45 graus passará a
formar um de 135 graus, enquanto que o que formava o ângulo de 135 graus
formará 45. Assim, sucessivamente alterna-se o braço.
Durante o exercício, cantarão os mantras Na, Ne, Ni, No e Nu, mantendo a
mente concentrada em Anúbis, o Chefe do Karma e suplicando o negócio
desejado, pedindo a ajuda urgente.
Observem bem a figura da Runa Not. Imitem com os braços seu signo.
Alternem os braços direito e esquerdo durante a movimentação.

RUNA LAF

Prática:
A prática correspondente a esta Runa consiste em se parar defronte ao
sol, de manhã, no momento em que ele sobe pelo oriente, naquela atitude
mística das mãos levantadas como manifesta a Runa LAF, e implorar-lhe
auxílio esotérico.
Esta prática deve ser feita na aurora do dia 27 de cada mês.
RUNA GIBUR

Aqueles discos ou moedas de terra cozida, que abundam nas ruínas


maravilhosas da antiga Tróia, estão cheios de cruzes Jainas ou Swástikas.

No macrocosmo, seus braços apoiados em ângulos retos expressam


claramente e sem a menor dúvida as incessantes evoluções e involuções dos
sete cosmos.
A Swástika no microcosmo representa o homem assinalando o céu com o
braço direito e a terra com o braço esquerdo.
A Swástika é um símbolo alquímico, cosmogônico e antropogônico sob
sete distintas chaves interpretadoras. Enfim, é o símbolo da eletricidade
transcendente, o alfa e o ômega da força sexual universal, desde o Espírito
até a matéria. Por isso, quem consegue abarcar todo o seu significado místico
fica livre de Maya, a ilusão.
Fora de toda dúvida, a Swástika é o molinete elétrico dos físicos. Dentro
dela, encerram-se todos os mistérios do Lingam-Yoni.
A Swástika em si mesma é a cruz em movimento, a Yoga Sexual, a
Maithuna, a Magia Sexual.
O G é a cruz Swástika, o Amen, o maravilhoso final de todas as orações.
G, também é o Gott ou God que significa Deus. Saibam que Gibraltar se
chamou antes Giburaltar: o altar da vida divina, a ara de Gibur.

Common questions

Com tecnologia de IA

The Runa DORN, associated with the concept of 'thorn' and volition, contributes to willpower development through specific postural and vocal exercises. By adopting a military stance, facing east, and positioning the right arm on the hip, practitioners align themselves with the rune's symbolic form. Chanting the syllables TA, TE, TI, TO, TU with intent aims to cultivate Christ-like willpower. This process is rooted in the Gnostic belief that conscious willpower is essential for spiritual transformation and is further symbolized by the rune's connection to the idea of Thelema, or will .

The Runa Rita plays a crucial role in awakening the internal judgment, allowing practitioners to engage with their inner conscience, akin to embodying the archetype of a just and conscious judge. The practice involves opening one arm and one leg to mirror rune symbolism and involves chanting mantras that resonate with judgment and reason: Ra, Re, Ri, Ro, Ru. This practice is believed to aid in bringing the practitioner closer to their inner judge, thus enabling the resolution of karma by becoming more aligned with cosmic justice principles and enhancing spiritual accountability .

The practice of the Runa FA combines pranayama, meditation, and sacred posture as follows: practitioners greet the new day with joy, elevating their arms towards the 'Christ-Sun' to form a sacred posture that involves specific arm positioning. This posture is designed to receive solar rays, embodying a meditative state. The practice also includes chanting the vowels 'FA... FE... FI... FO... FU...' which integrates elements of pranayama through rhythmic breathing, aligning with the mystical aim of awakening sacred fires and consciousness .

The Runa Not serves as a protective mechanism against spiritual challenges by offering tools to intelligently manage and mitigate potential dangers on the spiritual path. The practice involves pranayama techniques balancing solar and lunar energies and engaging in movements that mirror the rune's form. Chanting 'Na, Ne, Ni, No, Nu' while meditating on Anúbis, the Karma Lord, supports negotiating karmic debts. These methods empower practitioners with the ability to avoid unnecessary suffering by leveraging cosmic laws with conscious intent, thus safeguarding their spiritual journey .

The practice of the Runa TYR impacts physical well-being by involving the chanting of 'Tiiiirrrrr,' which affects the consciousness through the Tau (T), stimulates blood circulation via the letter I, and enhances the essence within the blood. The letter R significantly intensifies the flames within, promoting the awakening of consciousness. The physical aspect of raising and lowering arms in a conch form complements these mantras, suggesting a holistic impact on both physiology and spiritual state. This illustrates an intricate connection between vocal sound, body posture, and spiritual awakening .

The Runa SIG symbolizes the sun, with its letter 'S' emulating a subtle whistle in prolonged practice, akin to the sound heard by Elias in the desert. This connection reveals the importance of sound and vibration in invoking and sealing magical or spiritual work, much like the sun's radiant influence. The act of marking a zig-zag pattern while sounding out the 'S' suggests drawing down celestial power, symbolically harnessing the sun's energy for transformative purposes, merging sound's power with solar symbolism .

The Runa IS is deeply connected to the individual's own inner Divine Mother Kundalini. Practicing this rune involves focusing on this mysterious inner presence, which is considered essential for consciousness revolution. The practitioner stands with arms forming a straight line upwards, chants the mantra 'IS-IS', and subsequently meditates on the Divine Mother Kundalini. This practice emphasizes the belief that true spiritual transformation is not possible without the help of one's own Divine Mother, who is seen as the root and origin of one's divine spirit .

The Runa Kaum manifests its influences distinctly on gender attributes by correlating with the sphere of Venus and impacting endocrine functions. It represents the female priestess and the flaming sword, highlighting a dual nature of nurturing and defense. While the Runa Rita affects male endocrine glands, Kaum influences female glands, aligning with the Venusian themes of love and beauty. This reveals a symbolic synergy between gender differences and mysticism, suggesting that each gender possesses unique spiritual and physical enhancement pathways within esoteric practices .

The Swastika, within the context of Runa Gibur, is interpreted multidimensionally. It represents cosmic and alchemical processes, symbolizing perpetual cycles of evolution and involution in the cosmos. Additionally, its arms, extending at right angles, denote the interaction between spirit and matter. In esoteric practice, the Swastika is associated with the concept of sexual transmutation, being linked to the ‘inner fire’ and is both the starting and concluding point of spiritual energy. Recognizing its complete mystical significance frees practitioners from Maya, highlighting its profound spiritual and cosmic significance .

The Runa Hagal facilitates connection with elemental forces through meditation and symbolic tracing that aligns the practitioner with elemental deities such as Agni (fire), Paralda (air), Varuna (water), and Gob (earth). By concentrating on these deities and invoking the Runa Hagal, practitioners aim to establish a deeper understanding of life’s unity and the universe's structure. This rune symbolizes the interconnectedness of all elemental forces and suggests that understanding this connection leads to higher consciousness and spiritual enlightenment .

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