MODULAÇÃO
INTESTINAL
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TUDO COMEÇA NO INTESTINO
“Todas as doenças começam no intestino” .
Hipócrates disse isso há mais de 2.000 anos, mas só agora
estamos começando a entender o quão certo ele estava.
Nas últimas duas décadas, pesquisas mostram cada vez
mais a importância saúde intestinal para a saúde geral, onde
um intestino doente contribui de maneira expressiva para o
surgimento de diversas patologias como: diabetes, obesidade,
artrite reumatóide, autismo, depressão, doenças autoimunes,
processos alérgicos, demências, câncer, hipotireoidismo,
endometriose, entre outros.
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Existem duas variáveis intimamente
relacionadas que determinam nossa saúde
intestinal: a microbiota intestinal, ou “flora
intestinal”, e a barreira intestinal.
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FISIOLOGIA
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O trato gastrointestinal é
constituído por boca, faringe,
es ôf ago, est ôm ago, i nt es t i no
delgado, intestino grosso, reto e
ânus, sendo que todos esses
órgãos serão associados a
glândulas e outros acessórios,
como glândulas salivares,
pâncreas, fígado e vesícula biliar.
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De modo geral, a função primária do sistema
digestório é encaminhar macronutrientes,
micronutrientes, água e eletrólitos do ambiente
externo para o ambiente interno corporal, já que
cada elemento possui uma função particular nos
mecanismos de homeostase.
Para isso, é necessário que ocorram alguns
processos, como digestão, absorção, secreção e
motilidade, esses que são interligados e regulados
por princípios neurócrinos via sistema nervoso
autônomo (SNA) e sistema nervoso entérico (SNE),
endócrinos e parácrinos.
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MICROBIOTA INTESTINAL
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N o s s o i n t e s t i n o é o l a r d e a p ro x i m a d a m e n t e
[Link].000 (100 trilhões) de
microrganismos, principalmente bactérias, embora
leveduras, vírus e protozoários também façam parte
da nossa microbiota intestinal. Na verdade, podemos
dizer que somos mais bactérias do que humanos, já
que possuímos mais bactérias no nosso corpo do
que células.
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Pense nisso por um minuto. Só recentemente
começamos a entender a extensão do papel da flora
intestinal na saúde e na doença. Entre outras coisas,
a microbiota intestinal possui um papel crucial em
diversas funções do nosso organismo, como:
Proteção contra infecções, regulação do
metabolismo, regulação do Sistema imune (cerca
de 70% do nosso sistema imunológico se encontra
no intestino)
Absorção dos nutrientes, controle do apetite,
produção de hormônios e neurotransmissores,
produção de vitaminas, entre outras funções.
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MICROBIOTA x NASCIMENTO
Tudo começa no momento do nosso nascimento, onde o tipo de
parto é o primeiro fator que irá influenciar na nossa microbiota.
Enquanto crianças nascidas de parto normal possuem maior
predominância de bactérias benéficas (Lactobacillus), pessoas
nascidas de cesariana possuem uma microbiota com perfil
diferente (Staphylococcus e Propionibacterium), podendo
influenciar negativamente na colonização.
É bom deixar claro que embora o tipo de parto seja importante,
principalmente nos primeiros anos de vida, não é o fator de
maior impacto, já que os hábitos de vida terão um peso superior
na nossa microbiota. Então não se preocupe muito se você
nasceu de parto cesariana, assim como nós.
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Ta m b é m s a b e m o s q u e b e b ê s q u e n ã o s ã o
amamentados pelo tempo necessário possuem
maior risco de desenvolverem problemas na infância,
entre eles maior suscetibilidade à alergias
alimentares e até mesmo determinadas doenças
autoimunes já foram associadas a introdução
precoce de fórmulas infantis associado ou não a um
baixo tempo de aleitamento materno. Portanto, uma
criança nascida de parto cesárea e sem aleitamento
materno possui um risco aumentado para uma série
de complicações ao longo de sua infância e até
mesmo na fase adulta. Embora seja um fator de
peso, reforço que o destino da sua microbiota não
será traçado apenas com essas variáveis.
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MICROBIOTA x EMAGRECIMENTO
Allana Collen, em seu livro 10% humano, conta a
história da migração de 6.440 km que os pássaros
da espécie sylvia borin fazem da Europa até a África.
Esses pássaros são um exemplo muito interessante
que mostra que, mesmo nos animais, engordar e
emagrecer são fenômenos que não dependem só do
equilíbrio entre o que comemos e o que gastamos de
energia.
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Antes de partirem esses passarinhos se preparam
para esse longo percurso dobrando de peso em
poucas semanas. Eles passam de 17 gramas a 37
gramas. Em termos humanos, é como se eles se
tornassem morbidamente obesos. A cada dia
ganham cerca de 10% de seu peso original que é o
equivalente a um homem de 60 quilos ganhar 6
quilos por dia até atingir 132 quilos. Para engordar
assim tão rápido, em tão pouco tempo, abandonam
sua dieta de insetos e começam a comer frutinhas
silvestres e figos sem parar.
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Após o final da migração o peso desses passarinhos
volta ao normal, a quantidade de comida que comem
volta a cair, mas não o suficiente para explicar uma
tamanha perda de peso tão rápido. Imagine uma
pessoa ser capaz de perder 6 quilos todo dia durante
sete dias: essa é a taxa de emagrecimento desses
pássaros após o período migratório. Mesmo que um
ser humano não comesse absolutamente nada, não
sofreria uma perda de peso tão significativa.
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E O S P Á S S A R O S E M C AT I V E I R O ? O s
passarinhos dessa espécie criados em gaiolas
reagem exatamente igual. Durante o período pré-
migratório começam a ganhar peso, tornando-se
totalmente obesos se preparando para a migração.
Mais tarde, na época exata em que seus colegas
selvagens chegam ao destino, as aves em cativeiro
perdem o excesso de gordura.
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Infelizmente, várias características do estilo de vida moderno
contribuem diretamente para uma microbiota doente, e com isso um
intestino doente, e com isso um corpo doente. Os principais são:
Antibióticos e outros medicamentos, como inibidores da bomba de
prótons (omeprazol, pantoprazol..), contraceptivos orais, anti-
inflamatórios...
Dietas ricas em carboidratos refinados, açúcar e alimentos
processados
Consumo de alimentos alergênicos e inflamatórios regularmente
Deficiências nutricionais
Baixa produção de ácido clorídrico ou enzimas digestivas.
Dietas pobres em fibras alimentares, principalmente fibras
fermentáveis
Excesso de toxinas dietéticas
Estresse crônico
Infecções crônicas
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A saúde do nosso intestino depende de vários
fatores e a microbiota intestinal é um dos mais
importantes. O termo microbiota intestinal se refere
ao conjunto de bactérias que vivem em nosso
intestino.
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MICROBIOTA X MICROBIOMA
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No duodeno (primeira parte do intestino Delgado)
encontramos principalmente bactérias dos gêneros
Streptococcus, Lactococcus e Staphylococcus.
Já no jejuno (segunda parte do intestino Delgado) temos
Lactobacillus, Streptococcus, Enterococcus e diversas
espécies de leveduras.
Chegando ao íleo (Terceira parte do intestino Delgado) a
diversidade começa a aumentar. Bactérias segmentadas
filamentosas, Enterobacteriaceae, Bacteroides e
Clostridium são mais abundantes.
Quando chegamos ao cólon (intestino grosso) é aí que
mora a maior parte dos micróbios do seu corpo.
Bacteroides, Clostridium, Lachinospiraceae, Actinobacteria,
P r e vo t e l l a e c e a , F u so b a c t e r i a , Ve r r u c o m i c r o b i u m ,
Proteobacteria e mais diversos gêneros estão presentes
por ali.
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Essa imagem bem legal mostra
como a concentração de
bactérias vai aumentando do
intestino Delgado até o intestino
grosso. E perceba algo muito
importante: a quantidade de
bactérias no delgado é
infinitamente menor que no
intestino grosso. E sabe porque
isso é importante? Pois existe
uma condição chamada SIBO,
sigla que significa
supercrescimento de bactérias
no intestino delgado, que pode
gerar uma série de
complicações justamente pois
as bactérias estão no lugar
errado.
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BARREIRA INTESTINAL
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BARREIRA INTESTINAL
Você já considerou o fato de que o conteúdo do
intestino está tecnicamente fora do corpo? O
intestino é um tubo oco que vai da boca ao ânus.
Qualquer coisa que vai para a boca e não é digerido
vai passar direto pela outra ponta. Este é, de fato,
uma das funções mais importantes do intestino:
evitar que substâncias estranhas entrem em nosso
corpo. No nosso intestino temos uma barreira que
conta com proteínas de junções apertadas (tight
junctions) que fecham os espaços entre as células
intestinais. Isso garante uma boa integridade no
nosso intestino e com isso uma boa saúde intestinal.
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Essas tight junctions são como se fosse
pequenas portas que ficam bem fechadinhas,
mas com uma pequena fresta aberta para
passagem de moléculas bem pequenas para
a corrente sanguínea (vitaminas, minerais,
aminoácidos, glicose...)
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Quando a barreira intestinal se torna hiper permeável
(um quadro chamado de síndrome do intestino
hiperpermeável ou leaky gut), proteínas grandes,
bactérias e seus metabólitos e outras moléculas
escapam para a corrente sanguínea. Uma vez que
essas proteínas caem na circulação, o corpo ativa
uma resposta imunológica e os ataca. Essa ativação
imunológica desempenha um papel [Link] no
desenvolvimento de doenças autoimunes como a
tireoidite de Hashimoto, diabetes tipo 1, artrite
reumatóide, esclerose múltipla, entre outros.
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O intestino hiperpermeável e uma microbiota
intestinal não saudável (disbiose) são comuns devido
ao estilo de vida moderno. Se você tem um intestino
hiperpermeável, provavelmente está com disbiose, e
vice-versa. E quando sua microbiota intestinal e
barreira intestinal forem prejudicadas, seu corpo irá
entrar em um processo inflamatório crônico de baixo
grau. Essa resposta inflamatória sistêmica é um dos
motivos pelo qual as repercussões na nossa saúde
são vastas e muitas vezes extra intestinais.
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A hiperpermeabilidade intestinal pode se manifestar
de diversas formas, como problemas de pele como
eczema ou psoríase, doenças autoimunes , doenças
neurológicas, transtorno do espectro do autismo,
depressão, acne, esteatose hepática, diarreia ou
constipação crônicas, diabetes e resistência insulina
e muito outras formas. A barreira intestinal, em
grande parte, determina como reagiremos a
substâncias tóxicas que ingerimos no meio ambiente.
Para lidar adequadamente com essas condições,
você deve reconstruir a microbiota intestinal e
restaurar a integridade da barreira intestinal.
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Desconfortos digestivos são os sinais mais claros de que seu
intestino não está muito bem. Sintomas como gases,
distensão abdominal, mudança na frequência e consistência
das fezes (ou seja, constipação, diarreia ou alternância entre
os dois), refluxo, gastrite e até azia ou dor abdominal são
sinais que você está adoecendo.
Existem cinco razões principais pelas quais as pessoas
experimentam esses sintomas:
Diminuição da produção de ácido clorídrico ou enzimas
digestivas.
2. Disbiose e inflamação intestinal
3. Alterações na motilidade intestinal
4. Aumento da permeabilidade intestinal
5. Alterações neuroimunes (eixo intestino-cérebro)
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O INTESTINO E NOSSO SISTEMA
IMUNE
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A relação íntima entre as bactérias intestinais e
nosso Sistema imune é simplesmente gigantesca.
Aproximadamente 70% do sistema imune está
associado ao trato gastrointestinal. Isto forma o
chamado de GALT (tecido linfóide associado ao
intestino). Desde os pequenos linfonodos da mucosa,
chamados de Placas de Peyer, até os grandes
linfonodos, como as amígdalas palatinas, fazem
parte deste ativo sistema imune inato.
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A microbiota intestinal está em “comunicação”
constante com o sistema imune, tendo uma ação
sinérgica e simbiótica. Se sua imunidade está baixa,
provavelmente seu intestino não está bem também,
é o oposto é verdadeiro. E quando falamos sobre
imunidade não estamos falando apenas se você
gripa ou não com frequência, mas também sobre
herpes, candidíase de repetição, aftas, alergias,
doenças autoimunes, dermatite, infecções urinárias,
entre outras.
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AS CÉLULAS DO NOSSO INTESTINO
Nosso epitélio intestinal contém uma diversidade de
células envolvidas na resposta imunológica. Células na
mucosa do intestino secretam altas quantidades de
anticorpos e substâncias antimicrobianas para nos
proteger. Outras células, chamadas Células de Goblet,
produzem muco, que age como uma barreira física
contra a entrada de substâncias prejudiciais ao nosso
corpo. Outro grupo de células que encontramos no
epitélio intestinal são as células de Paneth, que estão
envolvidas na resposta imune inata do nosso corpo e
produzem peptídeos antimicrobianos para combater
bactérias, vírus, parasitas e fungos patogênicos.
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A cada 3-5 dias às células epiteliais do intestino são
substituídas e as células que as substituem são
derivadas de células troncos encontradas nas criptas
intestinais. Portanto temos uma rápida capacidade de
regeneração das células intestinais, um ponto muito
positivo, considerando que mudanças no estilo de vida e
alimentação podem ter um impacto relativamente rápido
na melhora dos sintomas.
Outro grupo de células muito importantes no intestino
são as células enteroendócrinas. Compondo apenas 1%
das células epiteliais, estas células formam o maior
complexo endócrino do nosso corpo, regulando a
produção de hormônios da saciedade e participando
também de processos envolvidos em nossa imunidade.
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MICROBIOTA INTESTINAL
x
SISTEMA IMUNE
Ao longo da hist ó r i a , n o s so si s t e m a i m u n o l ó g i c o se
desenvolveu em constante comunicação com nossas
bactérias. As bactérias são um fator importante para o correto
desenvolvimento do sistema imunológico, auxiliando a
maturar as células imunológicas e a conduzi-las para os
locais de ataques corretos.
Uma microbiota saudável protege nosso corpo contra
invasores, competindo por nutrientes e dificultando a adesão
de bactérias patogênicas. Uma comunidade forte e robusta
de microorganismos não deixa espaço de sobra para as
bactérias oportunistas.
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Uma comunicação adequada entre nossa microbiota e nosso
sistema imune promove essa ação de combate contra
bactérias “ruins” mas também evita que o nosso sistema
imune ataque bactérias ”boas”.
Bactérias da nossa microbiota sinalizam para as células do
sistema imune quais bactérias, subprodutos e substâncias
são “inofensivas” e com isso promovem tolerância, evitando
que o corpo monte uma resposta exagerada contra esses
microorganismos e/ou substâncias.
Essa comunicação é essencial no processo das doenças
autoimunes e alergias, por exemplo – evitando ataques
desnecessários aos tecidos do próprio corpo e/ou
substâncias e alimentos ingeridos.
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GALT (tecido linfóide associado ao intestino)
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Além do GALT, o epitélio intestinal é protegido das bactérias e outros
microorganismos patogênicos por vários mecanismos de defesa. Vamos
citar alguns deles aqui embaixo pra vocês.
Todos esses mecanismos agem em sinergia para nos proteger contra
agentes infecciosos. Um intestino saudável e uma microbiota intestinal
forte e robusta regulam esses sinais juntamente com nosso sistema imune
e nos protegem contra a invasão de agentes nocivos à nossa saúde.
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INTESTINO x OUTROS ORGÃOS
Outro ponto muito importante nessa relação sistema
imune/intestino é sua comunicação com outros órgãos e
tecidos. Informações que chegam no intestino são carregadas
e distribuídas sistematicamente pelo nosso corpo.
O sistema imunológico associado ao intestino (GALT) manda
sinais para todas as outras mucosas do nosso corpo.
É como se fosse um grande disparador de Whatsapp. Pense
assim: Nosso intestino não é Las Vegas. O que acontece no
intestino não fica somente no intestino, mas tem
repercussões em outros tecidos também. Uma reação
imunológica que ocorre no intestino pode manifestar-se por
exemplo na laringe (na forma de coceira na garganta), nos
brônquios (asma), e no nariz (rinite).
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SERA QUE O APENDICÊ REALMENTE
NÃO SERVE PRA NADA?
Dentro do apêndice, temos diversas células e
moléculas imunes especializadas. Essas células
produzem anticorpos, que atuam protegendo,
cultivando e se comunicando com nossa microbiota
intestinal. Bactérias benéficas vivem no apêndice
sem serem perturbadas, até que sejam necessárias
para algum processo, como por exemplo na
recolonização da microbiota pós intoxicação
alimentar.
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Dentro do apêndice, os microrganismos formam uma
substância chamada biofilme – que é uma camada
fina constituída de bactérias, muco e moléculas do
sistema imunológico. Esse biofilme protege as
bactérias benéficas, deixando de fora bactérias que
causam dano e são prejudiciais à saúde .
Após a perda de um grande número de bactérias no
intestino, seja por uma infecção intestinal,
intoxicação alimentar ou até uso de antibióticos o
intestino é repovoado por essas bactérias
“escondidas” no apêndice, que auxiliam a normalizar
a microbiota intestinal afetada e regularizar a função
intestinal.
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DISFUNÇÕES INTESTINAIS
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DISBIOSE INTESTINAL
A disbiose nada mais é do que uma alteração qualitativa ou quantitativa
na sua microbiota intestinal, ou seja um menor número e/ou menor
diversidade de espécies bacterianas benéficas e/ou um maior número de
bactérias patogênicas. E por que isso acontece?
Tudo começa lá atrás, na hora no parto. Existem 2 grandes momentos na
vida da criança que possuem um enorme papel em como sua microbiota
se consolidará:
Parto: Crianças nascidas de parto cesárea têm conteúdo de
lactobacilos e bifidobactérias (bactérias saudáveis) significativamente
inferior ao das crianças nascidas de parto normal, e também uma
menor diversidade microbiana.
Aleitamento materno: Crianças amamentadas exclusivamente de leite
materno apresentam um conteúdo da flora intestinal benéfica muito
mais diverso, bem como menor número de bactérias patogênicas.
Diferente de crianças introduzidas precocemente as fórmulas infantis.
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CARACTERÍSTICAS DE UMA
MICROBIOTA EM DISBIOSE
A microbiota em disbiose como podemos ver na imagem é
caracterizada por uma barreira intestinal comprometida
provocada pela redução da diversidade microbiana e
aumento de bactérias patogênicas, redução da camada de
muco, redução na secreção de IGA, aumento da
permeabilidade intestinal e passagem de substâncias nocivas
para a corrente sanguínea e inflamação intestinal.
Todos esses fatores contribuem para um estado crônico
inflamatório de baixo grau e prejudicam a saúde do intestino.
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A partir do momento que a disbiose está instalada
fica mais difícil de reverter o quadro, já que as
bactérias patogênicas que começam a proliferar
tomam conta dos sítios de adesão e utilizam alguns
alimentos como substrato para seu crescimento.
Tanto a microbiota saudável quanto uma doente são
resilientes. Bactérias são microorganismos
extremamente adaptativos e uma vez que uma
comunidade se estabelece não é tão fácil se livrar
dela.
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SINTOMAS DE DISBIOSE INTESTINAL
Alguns dos sintomas da disbiose intestinal incluem tanto
sintomas gastrointestinais, como:
Excesso de gases e gases mal cheirosos
Digestāo lenta
Arrotos constantes
Constipaçāo e/ou diarréia
Presença de muco nas fezes
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SINTOMAS FORA DO INTESTINO
Asma
Mau hálito
Alergias
Problemas de pele
Dores de cabeça
Ansiedade
Cansaço
Dores musculares
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Esses efeitos extra-intestinais ocorrem pela aumento
da permeabilidade intestinal ocasionado pela ação
da LPS (lipopolissacarídeos) produzida por bactérias
nocivas. Quando há esse aumento, metabólitos de
bactérias atravessam a parede intestinal e chegam a
corrente sanguínea atingindo outras partes do corpo,
causando sintomas.
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A disbiose é um potente fator de risco para um aumento da
permeabilidade intestinal. A mucosa intestinal é constituída de
uma única camada de células (diferente da pele que possui
várias camadas), e precisa ser assim para possibilitar a
absorção dos nutrientes que adquirimos através da nossa
alimentação.
Assim, esta estrutura extremamente frágil e permeável pode
se romper e apresentar “buracos” que levarão uma
hiperpermeabilidade intestinal: passarão para dentro do corpo
macromoléculas que normalmente não passariam,
intoxicando e ativando o sistema imune para se proteger
desta “invasão”. Uma das funções da microbiota intestinal é
criar uma camada protetora para a frágil mucosa intestinal,
protegendo-a destas “invasões” do meio.
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Estas “toxinas” ativam o sistema imune logo abaixo
da mucosa intestinal e se não forem “destruídas”
pela reação imune caem na circulação portal e
podem produzir efeitos no corpo inteiro. Este
fenômeno da hiperpermeabilidade pode produzir
uma grande quantidade de disfunções, que vão
desde a depressão até a artrite reumatóide, além
das inúmeras manifestações alérgicas. Portanto,
cultivar uma microbiota saudável e cuidar da
disbiose são fatores fundamentais para evitar que
tudo isso ocorra.
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FORMAS DE IDENTIFICAR A DISBIOSE
Indican
Testes de sequenciamento do microbioma
Teste do hidrogênio expirado
Coprológico funcional
Exames de sangue
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COPROLÓGICO FUNCIONAL
Após a análise macroscópica, vamos para a análise microscópica, onde serão
analisados a presença de parâmetros como:
Celulose digerível
Amido
Gorduras neutras
Ácidos graxos
Cristais
Flora iodo fila (microorganismos que tem afinidade por iodo)
Bacilos filiformes
Leucócitos
Hemacias
Leveduras
A presença de leucócitos nas fezes por exemplo pode indicar um processo
infeccioso ou inflamação do TGI ou até mesmo doenças inflamatórias
intestinais. A presença de cristais, amido, celulose podem indicar má
absorção desses compostos.
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Após essas análises ainda temos a análise química
onde é analisado o PH do intestino para saber se
existem microorganismos que podem estar fazendo
fermentação excessiva e produzindo substâncias
mais ácidas, deixando o PH mais ácido.
A faixa de normalidade do PH das fezes de um
adulto deve ficar entre 6,8 e 7,2 Também temos uma
análise química das gorduras (Sudam) que devem
estar abaixo de 5% e também analisa-se a presença
de corpos redutores (açúcares), onde a alteração
pode indicar prejuízo no metabolismo de
carboidratos., como uma intolerância a lactose ou
qualquer outra alteração.
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Quando temos muitos carboidratos sobrando no intestino ,
temos muitas bactérias se alimentando dessas sobras,
fermentando e produzindo mais substâncias ácidas. Se o PH
do intestino fica muito ácido isso irrita a mucosa intestinal e
isso pode dar diarreia.
O teste coprológico funcional pode nos dar uma bela pintura
de como anda o processo digestivo como um todo, mas os
resultados deste exame devem ser sempre associados a
outros exames na busca por um diagnóstico.
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HIPER PERMEABILIDADE INTESTINAL
LEAK GUT
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O aumento da permeabilidade intestinal é um dos
fatores presentes em um intestino doente,
especialmente se você também sofre muito com
sintomas extra-intestinais, como dores de cabeça,
dores articulares, perda de concentração, cansaço.
O aumento da permeabilidade intestinal faz com que
macromoléculas cruzem a barreira intestinal e gerem
uma ativação imunológica, que por sua vez irá
desencadear um processo inflamatório sistêmico.
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Pense assim: nosso intestino recebe o alimento parcialmente
digerido do estômago, absorvendo os nutrientes desse
alimento em partículas microscópicas.
Esses nutrientes passam pelo epitélio intestinal e
eventualmente são transportados para a corrente sanguínea
para serem distribuídos aos órgãos e tecidos-alvos.
Para que esse processo ocorra com sucesso, a parede
intestinal precisa de proteínas de junção apertadas, as
chamadas tight junctions. As tight junctions (claudinas,
ocludinas) assim como as junções aderentes e os
desmossomos funcionam unindo as células do intestino (os
enterócitos).
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Quando temos um dano nessas junções que unem os
enterócitos, abre-se um espaço entre essas células intestinais
maior do que deveria, e por esse espaço moléculas maiores
de alimentos podem passar para a corrente sanguínea.
Quando esse alimento parcialmente digerido chega na
corrente sanguínea, nosso sistema imune não o reconhece
como alimento, mas sim como um intruso, um invasor que
precisa ser eliminado.
E assim, as células do nosso sistema imunológico orquestram
um ataque contra essas partículas alimentares mal digeridas.
Além disso, para piorar a bagunça, nosso sistema imune
também desenvolve anticorpos contra essas partículas
alimentares, para facilitar o reconhecimento numa próxima
vez que você consumir esse alimento.
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Essa resposta imune gera alguns sintomas desagradáveis,
como problemas de pele, dores de cabeça, cansaço,
constipação e diarreia. Para nós é apenas um alimento, mas
para nosso corpo essa partícula é um corpo estranho que
deve ser atacado. E como sabemos, muitos ataques sempre
deixam feridos (no caso nosso corpo).
Essa constante sinalização imunológica também pode criar
um estado inflamatório crônico de baixo grau e aumentar o
risco para o desenvolvimento de algumas doenças.
Esse aumento da permeabilidade intestinal está muito
relacionado ao desenvolvimento e agravamento de doenças
autoimunes, por exemplo.
Esse constante ataque do sistema imunológico pode começar
a acontecer não somente contra as partículas alimentares
que passam em um intestino hiper permeável, mas também
aos nossos próprios órgãos e tecidos.
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Isso se deve muito ao nosso estilo de vida atual! Vamos listar
os principais fatores de risco envolvidos abaixo:
Dieta pobre em fibras e fitoquímicos
Dieta rica em carboidratos refinados, açúcares e gordura
saturada
Hiperglicemia e resistência à insulina
Obesidade e alto percentual de gordura
Sedentarismo
Doenças como: SOP, doença hepática, diabetes, doença
renal, doença celíaca
Dislipidemia: Triglicérides, colesterol e LDL aumentados e
HDL baixo
Deficiência nutricional, como zinco e vitamina D, por
exemplo.
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O VDR (receptor de vitamina D) é essencial para
manutenção da integridade intestinal
Álcool
Xenobióticos – como conservantes alimentares
(polisorbato 80, carboximetilcelulose – olhem a lista de
ingredientes!!)
Metais pesados – mercúrio, alumínio, chumbo, cádmio
Acroleína – substância formada quando a gordura é
submetida a altas temperaturas (frituras) – exemplo
clássico – batata frita. A acroleína tem o potencial de
desorganizar as proteínas de junção apertadas
Uso de medicamentos
Stress crônico
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INFLAMAÇÃO INTESTINAL
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A inflamação faz parte da resposta do corpo a
estímulos prejudiciais, como agentes patogênicos,
irritantes, toxinas, fraturas... É um aspecto crucial da
resposta imunológica e não viveríamos muito tempo
sem ela.
A inflamação nos protege contra vírus, bactérias,
parasitas e substâncias nocivas para nossa saúde.
Quando temos uma resposta inflamatória nosso
corpo libera anticorpos e proteínas e aumenta o fluxo
sanguíneo para a área impactada, podendo causar
vermelhidão e calor (como nas alergias por exemplo)
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A inflamação aguda é uma resposta natural do corpo e
é essencial para nossa sobrevivência, o problema é
quando essa inflamação se torna crônica.
A inflamação crônica acontece quando essa resposta
imunológica fica ativada e não desliga.
É a chamada inflamação crônica de baixo grau e está
presente em diversas condições crônicas como na
obesidade e no diabetes por exemplo, mas pode afetar
basicamente todos os órgãos do corpo. Essa
hiperestimulação deixa nosso corpo em constante
estado de alerta e com o tempo vai danificando a
função de tecidos e órgãos.
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A inflamação crônica no intestino pode causar prisão de
ventre ou diarreia, gases, distensão abdominal e dor
abdominal, bem como sintomas extra-intestinais como
erupções cutâneas, dores musculares e articulares e até
depressão.
O aumento da permeabilidade intestinal inevitavelmente irá
exacerbar esse quadro inflamatório, assim como a disbiose.
Então esses 3 sempre andam juntos, botando mais lenha na
fogueira.
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Parasitas, bactérias patogênicas e oportunistas e fungos
podem causar uma condição inflamatória crônica de baixo
grau.
Doença auto-imune. As doenças inflamatórias intestinais,
incluindo a colite ulcerosa e a doença de Crohn, são
condições em que o sistema imunológico realiza um
ataque inadequado contra o tecido intestinal.
Dieta padrão ocidental: Glúten, açúcar, farinha refinada e
outros alimentos altamente processados e refinados
podem inflamar o intestino.
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Toxinas ambientais. Pesticidas e outros produtos
q u í m i c o s c o m o o B PA p o d e m a u m e n t a r a
produção de citocinas inflamatórias.
Disbiose intestinal. Um desequilíbrio entre
bactérias boas e más, incluindo SIBO (crescimento
excessivo de bactérias no intestino delgado), pode
criar um estado inflamatório.
Hiperpermeabilidade intestinal: como já falamos, a
ativação imunológica desencadeada por moléculas
que passam em um intestino hiperpermeável irá
gerar um quadro inflamatório.
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AVALIAÇÃO DA SAÚDE INTESTINAL
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Fezes tipo 1 - alta chance de de alergias e
constipação severa. Fezes tipo 2 – indicam
constipação.
O ideal são fezes tipo 3 ou 4 (preferencialmente a
4 bonitona sem rachadura)
Fezes tipo 5 podem ser normais eventualmente e
não indicar nenhum problema, mas também
podem ser um início de alteração no padrão
evacuatório.
Fezes tipo 6 ou 7 – intestino irritável, parasitária,
infecção intestinal, sensibilidades alimentares ou
até sinais de doenças inflamatórias intestinais.
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COR DAS FEZES
Vinho/vermelho: Se for uma coloração meio vinho/vermelho sem
sinais de sangramento e você comeu beterraba ontem fique
despreocupado que está tudo bem! Agora se você não comeu
beterraba e as fezes saíram meio vermelho-vivo pode ser um
sinal de sangramento ali na porção final do intestino (pode ser
só hemorroidas, mas também algo mais sério). Sangue vivo =
sangue no final do intestino.
Esverdeado: Pode ser somente devido à ingestão de alguns
alimentos como folhas verdes e/ou aditivos alimentares mas
também pode ser devido à presença de bile não metabolizada
nas fezes (uma manifestação de quadros diarreicos). O trânsito
intestinal acelerado da diarreia faz com que as bactérias
intestinais não consigam quebrar o pigmento da bile e
transformá-lo na cor marrom padrão
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Preto ou bem escuro. Fezes muito escuras podem indicar um
sangramento no TGI superior (esôfago, estômago ou intestino
delgado). Nunca é um bom sinal, a menos que esteja
suplementando ferro ou usando subsalicilato de bismuto. Nesse
caso é esperado e você não deve se preocupar.
Fantasmas (pálidas ou cinzentas). Podem indicar uma falta de
bile nas fezes, e isso pode ser por algumas causas como uma
obstrução no ducto biliar ou até mesmo doenças hepáticas.
Amareladas. As fezes amareladas (especialmente quando tem
um odor fétido) pode ser um sinal de má-absorção - essa
coloração se dá devido à uma quantidade maior de gordura nas
fezes. Podendo ser causado por uma vesícula removida, dieta
rica em gorduras ou até mesmo doenças inflamatórias intestinais.
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BOCA ESTOMAGO E DUODENO
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INTESTINO DELGADO
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INTESTINO GROSSO
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RELAÇÃO ENTRE DISBIOSE E QUADRO CLINICO
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TERAPEUTICAS
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ENEMA DE CAFÉ
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O enema de café é realizado a partir da
introdução de uma solução de café no
intestino através de uma sonda retal.
Essa solução auxilia na desintoxicação,
na limpeza de matérias fecais e até
problemas de constipação.
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Quando ingeridos, os compostos presentes no
café, tanto por beber quanto por inserir café
diretamente no cólon, este causa a contração
dos músculos do cólon.
Isso ajuda a mover as fezes pelo trato
digestivo, resolvendo casos de constipação e
facilitando o processo de eliminação.
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Essa técnica foi utilizada na época com objetivo de
melhorar o estado de saúde de soldados doentes na
Primeira Guerra Mundial. Os bons resultados aferidos
dessa estratégia chamaram a atenção dos
pesquisadores alemães Meyer e Martin Heubner, ambos
da Universidade de Goettingen, que passaram a
desenvolver a técnica que hoje é conhecida como o
enema de café. Na década de 50, o tratamento se
popularizou através do médico especialista em câncer
Max Gerson, que desenvolveu um programa
utilizando enema de café para o tratamento de pacientes
com câncer. Em suas pesquisas, Gerson descobriu
que enemas de café desintoxicam e restauram o fígado.
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Sua conclusão: reter por 15 minutos o
café no intestino gera uma dilatação das
vias biliares, o que torna mais fácil para o
organismo excretar toxinas
armazenadas no fígado, além de
também fazer uma espécie de diálise
do sangue através das paredes do
cólon.
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De acordo com estudos realizados pelo Instituto
Gerson, enema de café tem muitas vantagens por causa de
nosso café podem estimular o fígado a produzir transferase
glutationa, que é o desintoxicante mestre em nosso corpo.
Melhorar o peristaltismo pela limpeza e cura do cólon.
Reduzir os níveis de toxicidade até 600% e, por sua vez,
reduzir a inflamação.
Ajudar a eliminar cândida e parasitas.
Melhora o mau humor e depressão.
Ajudar a reparar e desintoxicar o fígado.
Reações de desintoxicação mecanismo de ajuda devido a
períodos de jejum ou suco de jejum, a cura ou limpeza.
Ajudar a curar doenças crônicas, adicionando uma dieta de
alimentos crus da planta.
Ajudar a curar pacientes com câncer naturalmente.
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A cafeína e os palmitatos (substâncias
químicas presentes no café) trabalham em
conjunto para estimular e limpar o fígado e o
sangue. Os palmitatos presentes no café
estimulam e aumentam a produção de uma
enzima hepática chamamada glutationa-S-
transferase (GST), que remove os radicais
livres e eventuais células tumorais da
circulação sanguínea, bem como facilita a
detoxificação do fígado.
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COMO FAZER ENEMA DE CAFÉ?
Para realizar um enema de café, você precisa
adquirir um kit de enema junto café orgânico fresco.
Os elementos básicos do enema de café são:
Café orgânico torrado, moagem média.
Água destilada ou filtrada.
Kit para o enema.
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Como em todos os enemas, é melhor fazer imediatamente
após a evacuação se possível, o que torna mais confortável,
eficaz e fácil.
Vo c ê t a m b é m p o d e f a z e r u m e n e m a m e s m o q u e
recentemente não tenha evacuado (por exemplo, se estiver
constipado), mas muitas pessoas preferem enemas de
manhã logo após ir ao banheiro.
Este método de como fazer foi retirado do Livro – Terapia Gerson.
A mistura padrão para um enema é de 3 colheres de sopa
cheias de café orgânico e 1 litro de água destilada ou filtrada.
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Procedimento
Quando a água ferver, adicione o café, deixe ferver por 3
minutos e então abaixe o fogo e continue no fogo
(descoberto) por mais 15 minutos.
Deixe esfriar, coe em um coador de pano (um pedaço de
pano de linho branco limpo ou nylon).
Verificar se a água evaporou muito, neste caso complete
com mais água filtrada. Antes de iniciar o enema, você
deve deixar uma pequena quantidade da solução ser
descarregada para o tubo, para que este não fique com ar.
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É uma boa ideia comer uma pequena porção de fruta, de modo que o sistema
digestivo comece a funcionar, em particular no primeiro enema da manhã.
Cuidados
Quanto mais relaxado você estiver mais o procedimento será tranquilo.
É importante permitir que a mistura esfrie, porque há um risco maior de
ferimentos e efeitos colaterais quando uma solução muito quente é usada
ou se é usado um grande volume ou muita pressão é aplicada.
Escolha um local confortável, onde possa se deitar por cerca de 15
minutos, como o piso do banheiro com algumas toalhas.
A maioria das pessoas gostam de estar perto de um banheiro e manter
toalhas extras à mão para limpar, se necessário.
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Onde quer que você escolha, leve seu kit de enema e coloque o balde
ou a bolsa pelo menos 1 metro acima de você e do chão.
Portanto, se você estiver deitado no chão, tente pendurar o balde ou a
bolsa em um porta toalhas, chuveiro, etc.
Isso ajuda a gravidade a empurrar o líquido do café para baixo mais
rapidamente, para que possa entrar melhor no trato digestivo e fazer
seu trabalho.
Iniciando o procedimento
Localize a alavanca no tubo, que ajuda a parar e iniciar o fluxo do
enema.
Use um lubrificante como o óleo de coco para cobrir a ponta do bico do
enema, o que facilitará a inserção no reto sem ser desconfortável.
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Você deve estar deitado no seu lado esquerdo com as
pernas colocadas em posição fetal, relaxado e respirando
profundamente.
Use a válvula que ajuda você a iniciar o fluxo de café e
mantenha o líquido lentamente entrando em seu reto
através do bico até que a bolsa ou o balde seja esvaziado.
O café deve permanecer entre 12 a 15 minutos como
tempo máximo necessário para limpar seu sistema de
forma eficaz.
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Importantes Recomendações:
Para os pacientes que tenham sido previamente tratados com
quimioterapia, o tempo do enema deve ser menor.
Para ele a desintoxicação deve ser lenta e cautelosa. Portanto só faça
se estiver sobre orientação de um médico.
Os pacientes que podem estar com imenso acúmulo de fezes no cólon,
por conta de constipação por uso pesado de analgésicos como a
morfina ou codeína ou outras medicações.
Estes tendem a paralisar o peristaltismo causando obstipação grave.
Como resultado, esses pacientes são incapazes de fazer um enema de
café completo, muito menos manter o café retido em seu colón.
Neste caso, deve-se usar pequenas quantidades e por menor tempo
retido no cólon.
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Se um paciente sofre de irritação aguda no cólon, pode usar uma
pequena porção da solução de café, diluída em chá de camomila em
vez de somente água.
O café vai ajudar a desintoxicar o fígado, enquanto o chá de camomila
acalma o cólon.
Para preparar o chá de camomila, coloque 30 gramas de flores
secas em uma tigela de vidro, adicione 1 litro de água fervente, cubra a
tigela e deixe descansar em lugar morno por cerca de quinze minutos
para fazer a infusão.
Coe, deixe esfriar e despeje numa garrafa com tampa de pressão e
mantenha assim por três dias.
As vezes após o enema de café, depois de 12 minutos, pode acontecer
do paciente não conseguir libera-lo.
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Quando isso acontece, a reação comum é aplicar um outro
enema esperando que este impulsione o primeiro, mas se
isso não acontecer o paciente tende a entrar em pânico.
O motivo é que o colón está em espasmo e este bloqueia a
saída dos líquidos.
Mas não se preocupe, não há perigo, o cólon pode
armazenar até 5 litros, mas este não é o objetivo do
tratamento.
Se o problema surge a partir de uma cãibra, o paciente
precisará deitar-se de lado com uma garrafa de água
quente em seu estômago, e tentar relaxar.
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OZONIOTERAPIA
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AÇÃO GERMICIDA
O ozônio medicinal é mais bactericida, fungicida e
virucida do que qualquer outra substância
natural. Alguns estudos provaram que o ozônio
infundido em amostras de sangue doadas pode matar
os vírus 100% das vezes.
Quando aplicado externamente em uma forma de
mistura gasosa ou em solução ozonizada, recomenda-
se o uso de altas concentrações de ozônio que
produzam efeito oxidativo direto sobre a membrana do
microrganismo. O ozônio pode destruir praticamente
todos os tipos de bactérias, vírus, fungos e
protozoários. As bactérias gram-positivas e os vírus
capsulares que possuem uma bio-camada lipídica são
particularmente sensíveis à oxidação.
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O uso de concentrações terapêuticas de ozônio
proporciona efeito bactericida que indiretamente ativa
o sistema de defesa inespecífico (ativação da
fagocitose, síntese aumentada de citocinas -
interferons, fator necrótico do tumor interleucinas) bem
como componentes da imunidade celular e humoral.
Foram relatadas evidências de oxidação parcial dos
receptores de vírus que os tornam incapazes de se
ligar ao vírus.
Al ém di sso, foi revel ada a i n d u ç ã o d a e n z i ma
trascriptase reversa, que promove a destruição do
vírus da Aids.
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PROCESSO DE INATIVAÇÃO DE MICROORGANISMOS.
O processo de inativação do microrganismo por
ozônio é complexo. Ele ataca as membranas e os
constituintes das paredes de diversas células e
também o conteúdo da célula.
Tanto o ozônio molecular como os radicais livres
produzidos pelo seu colapso têm um papel
importante neste processo. O microrganismo é
morto devido à ruptura ou desintegração da
membrana da parede celular, levando à dispersão
dos conteúdos da célula.
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Cada micro-organismo tem uma sensibilidade
diferente em relação ao ozônio. Por exemplo, as
bactérias e vírus são mais sensíveis do que os
fungos e leveduras.
Bactérias gram-positivas são mais sensíveis ao
ozônio do que organismos gram-negativos, e
esporos são mais resistentes do que células
vegetativas. Por seu mecanismo de ação que
destrói o microrganismo através da dissolução da
célula, ele não permite a resistência do mesmo.
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INATIVAÇÃO
Um virus, bacteria ou fungos são copostos por um
capsídeo de lipídeos.
O ozônio entra em contato com a parede celular
que é vital para o germe.
À medida que as moléculas de ozônio fazem
contato com a parede celular, o poder oxidativo do
ozônio rompe a p a r e d e ce l u l a r cr i a n d o u m
pequeno orifício na célula.
Um furo recém-criado na parede celular prejudicou
o germe.
A germe começa a perder a sua forma enquanto
as moléculas de ozônio continuam a criar furos na
parede celular.
Após milhares de colisões de ozônio em apenas
alguns segundos, a parede bacteriana não pode
mais manter sua forma e a célula morre.
A oxidação de células bacterianas via contato de
ozônio ocorre dentro de apenas 1 à 10 segundos.
Importante: O efeito do ozônio abaixo de um valor
correto de concentração é pequeno ou nulo. Acima
deste nível, todos os agentes patogênicos são
eventualmente destruídos.
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SELETIVIDADE DO OZÔNIO
É importante entendermos como o ozônio age em
microrganismos e porque uma célula morre com o
ozônio. Quando uma célula se estressa por
ataque de fungos, vírus ou bactérias, seu nível de
energia é reduzido pela fuga de elétrons e ela se
torna eletropositiva. Nessa condição em um nível
molecular, os elétrons que fogem, são chamados
de elétrons livres, que é o mesmo que dizer que
estão mais distantes do núcleo do átomo.
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O ozônio tem um pequeno elétron livre com carga elétrica no terceiro átomo de
oxigênio que procura equilibrar-se eletricamente com outro material,
microrganismo com uma carga elétrica negativa correspondente não
equilibrada. Ao reagir com microrganismos, poluentes, volta ao seu estado
natural: o oxigênio (O2).
Células doentes, vírus, bactérias perigosas e outras patogenias carregam essa
carga negativa e atraem ozônio e seus derivados. Células de saúde normal
não conseguem reagir com ozônio ou seus derivados, já que possuem carga
elétrica equilibrada e um sistema de enzimas forte.
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OZÔNIO RETAL
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As propriedades terapêuticas do ozônio são basicamente
condicionadas por dois mecanismos independentes.
1. Sua capacidade oxidante direta: isto é, o grande poder oxidante
que pode fazer com que o ozônio reaja diretamente com as paredes
microbianas e exerça seus efeitos germicidas ou, por exemplo, reaja
diretamente com mediadores de inflamação e dor ou receptores de
citoquinas e bloqueio de respostas biológicas (Re et al., 2008b).
2. Efeitos indiretos: estão relacionados aos que ocorrem após a
interação O3- biomoléculas; neste caso, os peróxidos orgânicos, o
H2O2, os ozonidios e os aldeídos e outros produtos de oxidação
gerados em quantidades adequadas e controladas ativam
mecanismos endógenos de resposta ao estresse que conseguem
equilibrar novamente o ambiente redox que tinha sido alterado pela
patologia basal. Embora o primeiro mecanismo corresponda aos
efeitos a curto prazo de O3, o segundo requer tempo, portanto, para
alcançar a maioria dos efeitos do O3, é necessária a aplicação de
um ciclo terapêutico (Martínez-Sánchez e Re, 2010).
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DOSES DE RESTAURAÇÃO / HOMEOSTASE
10 – 20 mcg
DOSES DE MODULAÇÃO / ATIVAÇÃO
20 – 30 mcg
DOSES GERMICIDAS
35 mcg
[Link]
p a g e -
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U I R X F s h 2 4 G K M e d P s v i 2 n 4 B C q N i b w 3 I H O j K 4 N Y e l 6 w 7 I w d m V -
r R h H O n g 9 K P N ~ U f J e 1 w b 5 R x u 6 1 r c u C 4 M Q H V r S g T X l Q U r m 4 X -
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A dosagem é alterada a cada 5 sessões e os ciclos de 15-20
sessões são indicados a cada 3 meses durante o primeiro ano.
Em seguida, o paciente será avaliado para determinar a
frequência dos ciclos durante o segundo ano (Declaração de
Madrid, junho de 2010).
A insuflação intestinal é utilizada, por um lado, como um
antiinflamatório e desinfectante local, restaurador do equilíbrio
microbiano no intestino alterado por microrganismos
patogênicos. Por outro lado, é aplicado como uma alternativa à
autohemoterapia principal e à administração de solução
fisiológica ozonizada, uma vez que a mistura de ozônio e
oxigênio, quando absorvida rapidamente, produz uma ação
metabólica geral. É especialmente indicado nos casos em que
as autohemoterápias são difíceis. Wolf (1982) mostrou que a
oxigenação do sangue aumenta com insuflação retal, bem como
com maior auto-hemoterapia.
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SORO OZONIZADO x AMPK
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O epitélio intestinal cobre a camada interna do trato
gastrointestinal e fornece uma barreira física para separar o
hospedeiro de seu ambiente externo, e sua função de
barreira é fundamental para manter a saúde do hospedeiro. A
proteína quinase ativada por AMP (AMPK) como regulador
mestre do metabolismo energético desempenha um papel
crítico na função da barreira epitelial. A ativação da AMPK
promove a diferenciação epitelial e facilita o estabelecimento
da polaridade celular, ambas fortalecendo a barreira
epitelial. Além disso, a AMPK promove a montagem de
junções apertadas e junções aderentes por fosforilação direta
de proteínas que compõem junções apicais, âncoras
juncionais e citoesqueletos.
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SORO OZONIZADO
FATOR DE CRESCIMENTO
TRANSFORMADOR BETA
(TGF-B)
AMPK
IGF1
SIRTUINA 1
CITOCROMO C OXIDASE
HIF-1α
O FATOR NUCLEAR DE
CÉLULAS T ATIVADAS (NFAT)
NRF2
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O efeito de soluções salinas
ozonizadas processadas sob
campos elétricos intensos no
tratamento da pancreatite
aguda necrosante infectada:
um modo experimental
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OZONIOTERAPIA NA DESPARASITAÇÃO
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[Link]
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[Link]
/article/abs/pii/S0045653509008157
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Pode-se concluir que durante o processo de oxidação em
ambiente ácido, o ozônio hidrolisa os aminoácidos que
caracterizam as proteínas das camadas que recobrem o ovo,
ao mesmo tempo em que rompe a cobertura do ovo e
dispersa o citoplasma dos ovos na solução, impossibilitando a
reativação dos ovos.
INDICAÇÃO TERAPEUTICA:
OZÔNIO RETAL - 35 MCG – 500 ML
Em comparação com outras espécies, a destruição total foi
alcançada com 35 mcg para o caso de Fasciola
hepatica e Strongiloides.
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L-GLUTATHION
Atua de maneira importante na proteção celular contra
mudanças no quadro oxidativo e na defesa contra
xenobióticos. Protege contra a peroxidação lipídica por
meio de três reações. Primeiro, o GSH é usado como
substrato pela glutationa peroxidase, na eliminação de
peróxidos. Segundo, o GSH reduz a forma oxidada da
Vitamina C, que assim pode atuar, mantendo a Vitamina E
na sua forma reduzida e funcional. Finalmente, o GSH
pode através da glutationa-S-transferase, destoxificar
aldeídos reativos (como o malodialdeído) que são gerados
durante a peroxidação lipídica.
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L-GLUTATHION
DOSAGEM: 100MG/2ML A 5% OU 600ML/5ML A 12%
USO: IM/EV
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MAGNÉSIO
É o quarto mineral mais abundante no nosso
organismo. Participa de mais de 300 reações
enzimáticas, sendo mais concentrado nas
mitocôndrias.
Não só desempenha um papel significativo na
produção de ATP, mas ajuda a regular o açúcar no
sangue e fortalece os ossos.
A maior parte desse mineral se fixa nos ossos e o
resto permanece no interior de todas as células e nos
músculos. Atua tanto na contração quanto no
relaxamento muscular, cofator na produção de
serotonina, controle da pressão entre outros efeitos.
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O consumo de 248 mg de MgCl 2 elementar por
dia durante 6 semanas melhorou os escores de
depressão por uma média estatística e
clinicamente significativa de 6 pontos e a
ansiedade em mais de 4 pontos.
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A suplementação de magnésio parece ter um papel
benéfico e melhora os parâmetros de glicose em
pessoas com diabetes e também melhora os
parâmetros de sensibilidade à insulina em pessoas
com alto risco de diabetes.
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MAGNESIO
DOSAGEM: 400MG/1ML a
40%
USO: IM/EV
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CONSTIPAÇÃO
INTESTINAL
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PROTOCOLO BASICO PARA REPARAÇÃO
INTESTINAL
OZONIO RETAL
5 SESSÕES – 35 MCG
5 SESSÕES – 25 MCG
5 SESSÕES – 20 MCG
300 ML POR SESSÃO – 02 VEZES NA SEMANA
ENEMA DE SORO OZONIZADO
UMA VEZ A CADA 5 DIAS POR 20 DIAS – 4 SESSÕES
VITAMINA D
GLUTATIONA
MAGNESIO
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Wanessa Ribeiro Reis,
E n f e r m e i r a , Te r a p e u t a
Ortobiomolecular, Especialista
em Ozonioterapia com
reconhecimento Internacional,
Especialização em Ozonioterapia
Estética, com pôs Graduação em
Medicina Quântica, Medicina
Vibracional, Biorresonância,
Especialista em TEA,
Emagrecimento, Microscopia de
Campo Claro e Campo escuro.
Artigo Cientifico publicado sobre
O z ô n i o e T E A ,
Homotoxicologista, Pós
Graduação – Adequação
Nutricional e Manutenção da
Homeostase Prevenção e
Trat a m e n t o d e D o e n ç a s
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