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Resumo BIOLOGIA3 Trim

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Resumo BIOLOGIA3 Trim

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vírus

DE F I N IÇÃO
- São extremamente pequenos, sendo visíveis apenas
com o uso de microscópio eletrônico.
- São acelulares: não são constituídos por células.
Por não possuírem a unidade básica da vida, não
são considerados seres vivos.
- Não se incluem em nenhum dos reinos atuais.
- PARASITAS INTRACELULARES OBRIGATÓRIOS.
Precisam das células para se reproduzir.
Atacam as células de diferentes seres vivos provocando doenças.
Quando estão fora de células hospedeiras, não se multiplicam e nem
apresentam qualquer tipo de atividade metabólica.
- São capazes de sofrer mutações.
- São seres diversificados – não possuem um padrão.

E S T R UTURA
ÁCIDOS NUCLEICOS (RNA e DNA): informações contidas no vírus que
deverão ser utilizadas para sintetizar proteínas na célula invadida.
- Pode ser linear ou circular, contínuo ou em segmentos.
- Pode ser constituído de ácido ribonucleico (RNA) ou de ácido
desoxirribonucleico (DNA).

CAPSÍDEO: é uma capa proteica que envolve e protege o ácido nucleico viral.
- Possui várias subunidades, denominadas CAPSÔMEROS.
- Nucleocapsídeo viral: é a combinação do ácido nucleico e do capsídeo.

ENVELOPE VIRAL: é uma membrana lipoproteica que envolve alguns vírus.


- Engloba o nucleocapsídeo.
- É formado por fragmentos da membrana plasmática da célula hospedeira
e é obtido a partir da célula hospedeira durante o processo de replicação.
- Contém proteínas específicas que o tornam único.
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ESPÍCULAS: são estruturas que são utilizadas para ancorá-los nas células.
RNA

ENVELOPE DNA
CAPSÍDIO DNA MEMBRANOSO
CAPSÍDIO

RNA

VÍRUS DO MOSAICO ADENOVÍRUS VÍRUS DA GRIPE BACTERIÓFAGO


DO FUMO

GENOMA VIRAL: é conjunto de genes localizados no ácido nucleico do vírus.


- São as informações codificadas necessárias para se produzir novas
partículas virais.
- Em comparação a outros organismos, os vírus possuem poucos genes.

bacteriófago DNA

- São vírus que se multiplicam dentro de CABEÇA PROTEÍNA


bactérias.
BAINHA
- São estruturalmente complexos. CONTRÁTIL
- CABEÇA: abriga o material genético.
CAUDA
É um icosaedro (tem vinte faces).
- CAUDA: armazena enzimas e ATP para as
pequenas necessidades energéticas. FIBRAS PROTÉICAS

- FIBRAS DA CAUDA: são filamentos utilizados na fixação à célula hospedeira


do vírus.
C L ASS IFICA Ç ÃO
- ADENOVÍRUS: são formados por DNA.
- RETROVÍRUS: são formados por RNA.
- ARBOVÍRUS: são transmitidos por insetos.
- BACTERIÓFAGOS: são vírus que infectam bactérias.
- MICÓFAGOS: são vírus que infectam fungos.
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RE P L I CAÇÃ O VIRAL
- Por serem parasitas intracelulares obrigatórios, eles só conseguem se
reproduzir quando estão no interior de uma célula viva.
- Os vírus invadem uma célula e induzem a hospedeira a sintetizar os
componentes essenciais para a produção de novas partículas virais.
Em seguida as partículas são montadas, e os virions recém-formados são
liberados da célula, podendo infectar outras.

OBSERVAÇÃO: a replicação descrita abaixo é referente ao bacteriófago.

- Esse ciclo é dividido em algumas etapas:

ADERÊNCIA: o vírus adere à célula hospedeira.


- As fibras da cauda do vírus se encaixam na membrana da bactéria.

PENETRAÇÃO: o vírus injeta o DNA no interior da célula hospedeira.


- A cauda se contrai e injeta o DNA na célula.

SÍNTESE: o DNA viral é replicado pela célula hospedeira, que também é


induzida a sintetizar as proteínas virais.
- No interior da célula, o DNA do vírus comanda a produção de uma enzima
que inativa o DNA da bactéria.
- Dessa forma, o vírus assume o comando do metabolismo celular e usa os
nucleotídeos e as enzimas da célula para fabricar cópias de seu próprio DNA.

MATURAÇÃO: ocorre a formação dos componentes virais e a formação dos


novos vírus.
- As novas cápsulas se associam às cópias do DNA e novos vírus são formados.

LIBERAÇÃO: a célula hospedeira rompe-se e morre, liberando o vírus.


- Um dos genes do vírus produz uma enzima que digere a parede bacteriana
e essa enzima provoca a ruptura e a morte da célula.

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- O ciclo lisogênico é um tipo de replicação no qual o DNA viral é replicado
sem que exista a destruição da célula hospedeira, diferente de como ocorre
no ciclo lítico.

- Nesse ciclo, o vírus invade a célula hospedeira incorporando o DNA viral ao


da célula infectada, fazendo com que seu DNA se torne parte do DNA da
célula invadida.
- A célula invadida continua com suas funções normais e ao realizar a divisão
celular, o material genético da célula sofre duplicação, juntamente com o
material genético do vírus.
Uma vez infectada, uma célula começará a transmitir o vírus sempre que
se multiplicar, e assim todas as novas células também estarão infectadas.

5 1
1

2
CICLO LÍTICO CICLO LISOGÊNICO 2
4

3 3

- Em alguns casos, o RNA do vírus serve de molde para a síntese de uma


molécula de DNA.
Essa síntese é mediada pela enzima TRANSCRIPTASE REVERSA.
Em seguida, a molécula de DNA permanece como parte do cromossomo da
célula hospedeira por um indeterminado período, e codifica as moléculas de
RNA mensageiro para a síntese de enzimas e de componentes virais.

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TR A N S MIS S ÃO VIR AL
- Os vírus não sobrevivem por muito tempo fora do corpo do hospedeiro.
Necessitam estar em contato direto com o portador e o novo hospedeiro
para que ocorra a sua transmissão.
Alguns vírus mantêm sua capacidade infectante mesmo depois de
permanecer longo tempo fora de um hospedeiro.

- As doenças causadas por vírus são chamadas de VIROSES.


VI R O S ES

- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da influenza (tipos A, B e C).


- TRANSMISSÃO: contato com objetos contaminados, pelo
ar ou por meio de gotículas de salivas derivadas de espirros
ou tosse de pessoas infectadas.
- SINTOMAS: coriza, tosse, febre e obstrução nasal.
Esses sintomas normalmente se estendem entre 3 e 7 dias.
Pode desenvolver problemas pulmonares (pneumonia em crianças, idosos e
pessoas com imunidade debilitada).
- PREVENÇÃO: evitar contato com doentes, vacinação e mantenha os ambientes
sempre arejados e lave as mãos com habitual frequência.

dengue,
- São chamados de ARBOVÍRUS: é um vírus hospedado
essencialmente por artrópodes (ex: mosquitos).
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da dengue (tipos 1, 2, 3 e 4).
- TRANSMISSÃO: picada da fêmea do mosquito Aedes
aegypti.
- SINTOMAS: febre, dor muscular e articular, vermelhidão na pele, coceira,
hemorragias, cefaleia e distúrbios gástricos.
- PREVENÇÃO: combate ao mosquito.
- Na dengue hemorrágica, a pessoa infectada pode ter sangramentos em
várias partes do corpo (gengivas, nariz e intestino).
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- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da febre amarela.
- TRANSMISSÃO: picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti.
- SINTOMAS: febre, icterícia, diarreia, hemorragias, dores de cabeça, náuseas,
vômito e insuficiência renal.
Em alguns casos, podem ocorrer sangramentos nas gengivas, no nariz, no
estômago e no intestino.
- PREVENÇÃO: combate ao mosquito e vacinação.

raiva
- O vírus causador da raiva é da família RABDOVÍRUS.
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da raiva.
- TRANSMISSÃO: mordedura do cão ou de outros animais
infectados.
O cachorro e o morcego são os animais com maior índice registrado de
transmissão.
- É uma doença fatal que ataca o sistema nervoso.
- SINTOMAS: febre, cefaleia, mal-estar, dificuldade para deglutir e respirar.
À medida que a doença progride, surgem sintomas neurológicos: insônia,
ansiedade, confusão, paralisia, excitação, alucinação, agitação e etc.
- PREVENÇÃO: vacinação de cães e humana.

hepatite
- É uma inflamação no fígado que pode ser causada por vírus ou outros
fatores.

HEPATITE A:
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da hepatite A.
- TRANSMISSÃO: água ou alimentos contaminados por fezes; contato direto.
- SINTOMAS: urina escura, fezes claras e pele com coloração amarelada.
- PREVENÇÃO: evitar contato com doentes, saneamento ambiental e vacinação.

HEPATITE B:
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da hepatite B.
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- TRANSMISSÃO: transfusão de sangue, materiais contaminados com sangue
e contato sexual.
- SINTOMAS: fadiga, mal-estar geral e desconfortos digestivos.
- PREVENÇÃO: vacinação, cuidados com equipamentos, agulhas e seringas;
análise de amostras de sangue para doação; uso de preservativos.

HEPATITE C:
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da hepatite C.
- TRANSMISSÃO: transfusão de sangue, materiais contaminados com sangue
e contato sexual.
- SINTOMAS: fadiga, mal-estar geral e desconfortos digestivos.
- PREVENÇÃO: cuidados com equipamentos, agulhas e seringas; análise de
amostras de sangue para doação; uso de preservativos.
- Quem já teve hepatite não pode doar sangue, já que o vírus às vezes
continua no organismo, mesmo que não haja sintomas da doença.

poliomielite
- AGENTE ETIOLÓGICO: poliovírus (tipos 1, 2 e 3).
- TRANSMISSÃO: gotículas eliminadas por tosse, espirro, fala; água e alimentos
contaminados.
- SINTOMAS: febre, diarreia, fraqueza muscular e paralisia.
- PREVENÇÃO: saneamento ambiental; evitar contato com doentes; vacinação.

rubéola
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da rubéola.
- TRANSMISSÃO: gotículas eliminadas por tosse e espirro.
- SINTOMAS: febre, nódulos linfáticos aumentados, manchas avermelhadas na
pele e dor articular.
- PREVENÇÃO: evitar contato com doentes; vacinação.

RUBÉOLA CONGÊNITA:
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da rubéola.
- TRANSMISSÃO: transplacentária.
- SINTOMAS: malformação congênitas.
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- PREVENÇÃO: vacinação pré-gestacional.

sarampo varíola
- AGENTE ETIOLÓGICO: vírus do - AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da
sarampo. varíola.
- TRANSMISSÃO: gotículas - TRANSMISSÃO: contato direto,
eliminadas por tosse e espirro. gotículas eliminadas por tosse e
- MANIFESTAÇÕES: febre, manchas espirro.
avermelhadas na pele, coriza e - SINTOMAS: lesões cutâneas, febre
tosse. e hemorragias.
- PREVENÇÃO: evitar contato com - PREVENÇÃO: evitar contato com
doentes e vacinação. doentes e vacinação.

- AGENTE ETIOLÓGICO: HIV.


- Os portadores do vírus HIV são chamados soropositivos, mas podem não
desenvolver a Aids.
- TRANSMISSÃO: contato com sangue, esperma e secreções vaginais; materiais
contaminados com sangue; da mãe para o filho pela placenta, durante a
gestação, no parto ou aleitamento.
O vírus ataca as células de defesa do corpo humano, deixando-o vulnerável
a diversas doenças e dificultando o seu tratamento.
- SINTOMAS: febre persistente, diarreia, emagrecimento, manchas na pele,
infecções oportunistas, aumento de linfonodos, pneumonia, diminuição da
qualidade de linfócitos circulantes.
- PREVENÇÃO: usar preservativos em todas as relações sexuais, não
compartilhar e ter cuidado com equipamentos, seringas e agulhas, análise de
amostras de sangue.

ebola
- AGENTE ETIOLÓGICO: Filoviridae.
- É altamente letal – mata aproximadamente 90% das pessoas que a
contraem.
- TRANSMISSÃO: contato direto com pessoas e outros animais contaminados;
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fluídos corporais e consumo de carnes de animais contaminados.
- SINTOMAS: febre, dores de cabeça e abdominais, náuseas, conjuntivite e
hemorragias internas e externas.
- Ainda não há um tratamento específico.

covid-
- AGENTE ETIOLÓGICO: coronavírus, SARS-CoV-2.
- TRANSMISSÃO: contato com objetos
contaminados, pelo ar ou por meio de gotículas de
salivas derivadas de espirros ou tosse de pessoas
infectadas.
- SINTOMAS: febre, tosse seca e cansaço são os mais comuns.
- PREVENÇÃO: usar máscara, evitar aglomerações, lavar as mãos com
frequência e vacinação.
VA C I N AÇÃ O
- As vacinas são preparadas com vírus previamente mortos ou atenuados
pelo calor e por outros tratamentos físicos e químicos.
Ao entrar em contato com os componentes virais presentes na vacina, o
organismo reage e ativa os sistemas de defesa imunitária, produzindo
anticorpos específicos contra aquele tipo de vírus.
- Quando a pessoa vacinada é exposta ao vírus, os anticorpos presentes no
sangue combatem imediatamente a infecção.

- EPIDEMIA: toda doença que surge de forma súbita e se espalha


rapidamente em uma região.
- ENDEMIA: é quando uma doença persiste por vários anos em um lugar.
- PANDEMIA: é quando uma doença atinge mais de um continente, em uma
onda epidêmica que pode prolongar-se por anos.

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bactérias
D E F IN IÇÃO
- São organismos unicelulares procariontes.
A célula não apresenta núcleo nem organelas membranosas citoplasmáticas.
- A maioria das bactérias tem um tamanho que varia de 0,2 a 1,5 µm de
comprimento.
- São os mais simples organismos encontrados na maioria dos ambientes
naturais.
- Podem ser encontrados em todos os meios.
São capazes de suportar grandes pressões, temperaturas elevadas,
concentrações osmóticas mortais para outros organismos e valores de pH
radicais.
- A grande maioria é essencial à vida.
Sem as bactérias, talvez a vida na Terra não se mantivesse.
E S T RUTURA
MEMBRANA ESQUELÉTICA

DNA FIBRILA
CÁPSULA

RIBOSSOMOS

CITOPLASMA
FLAGELO
MEMBRANA PLASMÁTICA

CROMATINA: é composta por um filamento longo de DNA circular.


- É o material genético da célula.
- É responsável pela coordenação das atividades vitais e a hereditariedade.
- NÃO é envolvido por carioteca.

CÁPSULA BACTERIANA: é um envoltório presente em algumas bactérias.


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- É uma característica determinada geneticamente.
- Apresenta uma cobertura viscosa.
- Sua composição varia nas diferentes espécies de bactéria.
- Os componentes da capsula são produzidos no interior da célula e secretados
para fora, onde se agregam à região externa da parede.
- O encapsulamento protege mais a bactéria.
- Impede a fagocitose da bactéria por células de defesa de um organismo
hospedeiro.

MEMBRANA ESQUELÉTICA (parede celular): reveste externamente a


membrana plasmática.
- Possui uma cobertura espessa e rígida que protege a bactéria, mantendo
a sua forma.
- É permeável a diversas substâncias.
- Se a bactéria estive imersa em soluções hipotônicas ou em água, a parede
celular impede que a bactéria inche e se arrebente devido à osmose.

PLASMÍDEOS: são moléculas de DNA circular menores que o cromossomo.


- Não são ligadas ao cromossomo bacteriano.
- São autoduplicáveis.
- Ficam espalhados pelo hialoplasma.
- Apresentam genes adicionais, que podem auxiliar na sobrevivência das
bactérias (não são essenciais).
- Costumam conter os genes para resistência a antibióticos.

MEMBRANA PLASMÁTICA: é uma camada lipoprotéica, extremamente


delgada que possui permeabilidade seletiva.
- Possui diversas invaginações (mesossomos).

RIBOSSOMOS: são organoides responsáveis pela síntese de proteínas.


- A produção de proteínas é controlada pelo DNA da bactéria.

FLAGELOS: são filamentos proteicos móveis que estão ligados à parede e a


membrana bacteriana.
- Auxiliam na locomoção das bactérias.
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FÍMBRIAS: são estruturas filamentosas proteicas mais curtas e mais numerosas
que os flagelos.
- Não estão relacionadas à movimentação das bactérias.
- Atuam na adesão da bactéria às células do hospedeiro.

informações importantes
- Se a bactéria estive imersa em soluções hipotônicas ou em água, a parede
celular impede que a bactéria inche e se arrebente devido à osmose.
- Ambiente com alta salinidade causam a desidratação da maioria das
bactérias, causando a sua morte.
Devido a isso, têm se o costume de salgar certos alimentos para
preservá-los do ataque de bactérias. (ex: carne-seca, bacalhau...)

C L ASS IFICA ÇÃO


- As células bacterianas podem apresentar diversas formas:

COCO: esférica.
- Recebem o nome de diplococos quando são DIPLOCOCO
agrupados aos pares. COCO

- São chamados de estreptococos quando o


ESTAFILOCOCO
agrupamento constitui uma cadeia de cocos.
- Em grupos irregulares, são designados de
estafilococos.
- DOENÇAS: gonorréia, pneumonia, meningite,
furúnculo e faringite. ESTREPTOCOCO

BACILO: bastonete.
- São células cilíndricas.
- Se estiverem aos pares, são chamados de DIPLOBACILO

diplobacilos.
- Se estiverem em cadeias, são chamados de
BACILOS
estreptobacilos.
- DOENÇAS: tétano, tuberculose, lepra e difteria.
ESTREPTOBACILO

- ESPIRILO: espiralada.
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ESPIRILO: espiralada. VIBRIÃO: vírgula.
- Em hélice e com uma célula rígida.
- DOENÇAS: cólera.
- DOENÇAS: sífilis.

NUT R I ÇÃO
autotróficos
- Produzem material orgânico a partir de substâncias inorgânicas.
- Obtêm átomos de carbono a partir de moléculas de gás carbônico (CO2).
- As bactérias autotróficas são mais raras.

FOTOSSINTETIZANTES: a fonte de energia para a síntese de moléculas


orgânicas é a luz.
- BACTERIOCLOROFILA: é um tipo especial de clorofila que permite o
aproveitamento da energia luminosa.
Fica disperso no hialoplasma.
Permite a captação de energia luminosa e a transformação dessa energia
em energia química que será armazenada na forma de ATP e desta para
um carboidrato (ex: glicose).
Não há liberação de oxigênio.

QUIMIOSSINTETIZANTES: utilizam a energia liberada em reações


químicas inorgânicas.
Ocorre uma reação química que libera a energia formando ATP e deste
transfere-se para a formação de carboidratos, como a glicose.

heterotróficos
- Muitas bactérias heterotróficas são decompositoras: obtêm nutrientes e
energia a partir da decomposição da matéria orgânica dos organismos mortos.
- Obtêm átomos de carbono a partir de moléculas orgânicas.
- Podem ser:

SAPOFÁGICAS (DECOMPOSITORAS): alimentam-se de cadáveres, fezes


ou partes descartadas por seres vivos.
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- São importantes na reciclagem dos nutrientes minerais da biosfera.
PARASITAS: alimentam-se de tecidos corporais de seres vivos.
- Agridem outros seres vivos para obtenção de alimento orgânico.
- Causam inúmeras doenças.

SIMBIONTES: alimentam-se da celulose ingerida pelos animais e fornecem, em


troca, aminoácidos essenciais para o metabolismo proteico do mesmo.
- Não agridem o ser vivo.
R E S P IRA ÇÃ O
BACTÉRIAS AERÓBICAS: obtêm energia a partir da matéria orgânica.
- Utilizam o oxigênio molecular (O2) na respiração.
- Dependem de oxigênio para conseguir energia e não sobrevivem sem ele.
BACTÉRIAS ANAERÓBICAS FACULTATIVAS: obtêm energia tanto por
meio da respiração aeróbica quanto por meio da fermentação.
BACTÉRIAS ANAERÓBICAS OBRIGATÓRIAS: obtêm energia por meio da
fermentação.
- Não toleram a presença de gás oxigênio (O2) e são mortas quando expostas
a ele.

R E P R OD UÇÃ O
- As bactérias reproduzem-se assexuadamente
por meio da DIVISÃO BINÁRIA.

- A célula duplica o cromossomo e divide-se ao


meio, formando duas novas bactérias idênticas
(clones).
Em condições favoráveis, esse processo pode
durar cerca de 20 min.
Em poucas horas, uma única bactéria pode
originar uma população bacteriana composta
de milhões de células geneticamente idênticas.

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RE C O MB INA Ç ÃO GE N É T I C A

- Ocorre quando uma bactéria incorpora fragmentos de DNA dispersos no


ambiente.
Geralmente são provenientes de bactérias mortas e decompostas.
- A célula que absorveu o DNA é transformada e passa a apresentar novas
características hereditárias, condicionadas pelo DNA incorporado.
O DNA capturado só será introduzido no cromossomo bacteriano se for
semelhante ao DNA da bactéria receptora.

- Ocorre quando um bacteriófago atua como vetor para o transporte de


material genético de uma bactéria para outra.
- Quando se formam no interior das células hospedeiras, os bacteriófagos
podem incorporar pedaços do DNA bacteriano.
Assim, o vírus portador do DNA bacteriano pode infectar outra bactéria e
transferir os genes.
Se esse gene não destruir a bactéria, ela poderá multiplicar-se e originar
bactérias com novas características.

- Ocorre a transferência de material genético de uma bactéria para a outra.


- A transferência ocorre por meio de um tubo de proteína (pili) que conecta
as duas bactérias.
Os pilis estão presentes apenas em bactérias doadoras de DNA.

BA C T ÉR IAS PA TOG Ê N I CA S
cólera
- A bactéria se instala no intestino delgado.
- AGENTE ETIOLÓGICO: Vibrio cholerae.
- TRANSMISSÃO: água e alimentos contaminados por fezes de doentes.
- SINTOMAS: diarreia intensa, vômitos, dor abdominal, febre, desidratação
intensa e cãibras.
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- PREVENÇÃO: saneamento ambiental, tratamento dos doentes, evitar contato
com doentes, cuidados no preparo de alimentos, higiene pessoal e vacinação.

pneumonia
-bacteriana
AGENTE ETIOLÓGICO: Streptococcus pneumoniae.
- TRANSMISSÃO: gotículas eliminadas por tosse, espirro e fala.
- SINTOMAS: tosse, febre e dor torácica.
- PREVENÇÃO: evitar contato com doentes, tratamento dos doentes e
vacinação.

tuberculose
- AGENTE ETIOLÓGICO: Mycobacterium tuberculosis.
- TRANSMISSÃO: gotículas eliminadas pela respiração, por espirros e pela tosse.
- SINTOMAS: tosse, febre, emagrecimento, hemoptise, catarro, cansaço, falta
de apetite, dor no peito e sudorese.
- PREVENÇÃO: evitar contato com doentes, tratamento dos doentes, condições
adequadas de moradia e de alimentação e vacina (BCG).

- AGENTE ETIOLÓGICO: Mycobacterium leprae.


- TRANSMISSÃO: gotículas expelidas pelo nariz ou pela boca de pessoas
contaminadas.
- SINTOMAS: lesões da pele (manchas pardas na pele e lesões avermelhadas
na face), áreas insensíveis na pele, nódulos, regiões de pele seca.
- PREVENÇÃO: ingestão de antibióticos durante, no mínimo, 6 meses.
Quando o tratamento é feito a tempo, a recuperação é total.

difteria
- AGENTE ETIOLÓGICO: Corynebacterium diphteriae.
- TRANSMISSÃO: gotículas de saliva eliminadas por tosse, espirro e fala.
- SINTOMAS: tosse, febre, dificuldade respiratória, mal-estar, dificuldades de
falar e engolir e rouquidão.
- PREVENÇÃO: evitar contato com doentes, tratamento dos doentes e vacinação.
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tétano
- AGENTE ETIOLÓGICO: Clostridium tetani.
- TRANSMISSÃO: contato com solo contaminado com fezes de animais e
ferimentos com objetos contaminados.
- SINTOMAS: paralisia e espasmos musculares, rigidez da nuca e da mandíbula
e distúrbios respiratórios.
- PREVENÇÃO: cuidados com ferimentos, antibióticos e vacina tríplice (DPT) ou
antitetânica.
Deve ser aplicado soro antitetânico em casos de ferimento suspeito.

meningite
-bacteriana
AGENTE ETIOLÓGICO: Neisseria meningitidis.
- TRANSMISSÃO: gotículas de saliva eliminadas por tosse, espirro e fala.
- SINTOMAS: cefaleia, febre, vômitos, rigidez na nuca, convulsões, falta de
apetite, dores musculares e lesões hemorrágicas na pele.
- PREVENÇÃO: evitar contato com doentes, tratamento dos doentes e
vacinação.

sífilis
- AGENTE ETIOLÓGICO: Treponema pallidum.
- TRANSMISSÃO: doença sexualmente transmissível, da mãe para o feto ou
por transfusão de sangue.
- SINTOMAS: feridas nos órgãos sexuais, caroços nas virilhas, febre, aumento
dos gânglios linfáticos, manchas na pele e queda de cabelo.
- PREVENÇÃO: tratamento dos doentes e uso de camisinha.

gonorreia
- AGENTE ETIOLÓGICO: Neisseria gonorrhoeae.
- TRANSMISSÃO: doença sexualmente transmissível, da mãe para o feto ou
por transfusão de sangue.
- SINTOMAS: inflamação e infecção dos órgãos genitais, corrimento na uretra
masculina e na vagina da mulher e dor ao urinar.
- PREVENÇÃO: tratamento dos doentes e uso de camisinha e higiene pós-coito.
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AN TI B IÓTICO S
- O tratamento das infeções bacterianas é feito com antibióticos.
- Os antibióticos são substâncias de origem natural ou sintéticas capazes de
matar bactérias.
Atuam inibindo o crescimento ou causando a morte das bactérias
causadoras de determinada enfermidade.
- O uso sem receita médica ou por um período de tempo incorreto pode
favorecer linhagens de bactérias resistentes.
Isso dificulta a cura de várias infecções.
C I A NO BAC TÉR IAS
- Também conhecidas como “algas azuis”. PAREDE CELULAR
RIBOSSOMOS
CROMATINA
- Não possuem cloroplastos.
- Não apresentam órgãos locomotores.
- São procariontes e unicelulares.
- Apresentam membrana esquelética sem
celulose.
- Realizam fotossíntese com o auxílio de CLOROFILA
MEMBRANA
pigmentos fotossintetizantes. HIALOPLASMA PLASMÁTICA

Clorofila A (esverdeada), carotenoides (amarelos), ficocianina (azul) e


ficoeritrina (vermelho).
- Algumas cianobactérias são capazes de fixar o nitrogênio do ar atmosférico,
aproveitando esse gás para construir suas proteínas.
- Diferente das bactérias, possuem um sistema de membranas concêntricas no
hialoplasma.
- Podem viver em muitos tipos de ambientes, desde que haja luz e água.
- Participam do ciclo do carbono e do ciclo do nitrogênio.

CIANOTOXINAS: funcionam como uma proteção contra predação.


- Podem causar danos graves se ingeridas pelos seres humanos.

REPRODUÇÃO: a maioria vive isolada e realiza reprodução assexuada por


divisão binária.

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AR Q UE OBA CTÉ RIAS
- São seres procarióticos.
- São semelhantes (em tamanho e aparência) às bactérias.
Apresentam forma esférica, bastão, espiralada, achatada ou irregular.
- Geralmente vivem em ambientes inóspitos à maioria dos outros seres vivos.
- São evolutivamente mais próximas aos organismos eucariontes do que às
bactérias.
As sequências codificadas nos genes e a ação gênica são mais semelhantes
às encontradas nos organismos eucarióticos.

- São classificadas em três linhagens principais:


HALÓFILAS: vivem em regiões com grande concentração de sal.
METANOGÊNICAS: vivem em estações de tratamento de esgotos, lodo, nas
profundezas do mar e no sistema digestório de ruminantes.
- Usam hidrogênio para reduzir o gás carbônico e produzir metano.
- São autotróficas anaeróbicas obrigatórias.
- Não toleram a presença de gás oxigênio.

TERMÓFILAS: vivem em ambientes com temperatura e acidez elevadas e


profundezas abissais.
- A maioria obtém energia por quimiossíntese.
- Utiliza a oxidação do enxofre como fonte de energia.

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