0% acharam este documento útil (0 voto)
16 visualizações18 páginas

Resolução Anp #15 de 18.5.2005

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
16 visualizações18 páginas

Resolução Anp #15 de 18.5.2005

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

RESOLUÇÃO ANP Nº 15, DE 18.5.2005 - DOU 20.5.2005

O substituto eventual do DIRETOR-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO,


GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de suas atribuições, tendo em vista as
disposições da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, e a Resolução de Diretoria nº 105, de 29
de março de 2005, e

considerando que é atribuição legal da ANP regular as atividades relativas ao


abastecimento nacional de combustíveis, definido na Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999,
como de utilidade pública, o que se exerce, entre outros meios, através do sistema de outorga
de autorização; considerando o que dispõe a Resolução nº 01, de 08 de março de 2005, do
Conselho Nacional de Política Energética - CNPE;
considerando a necessidade de consolidar as normas reguladoras do setor de GLP;
considerando a necessidade de estabelecer requisitos mínimos de caráter técnico,
econômico e social para ingresso e permanência de pessoa jurídica na atividade de
distribuição de GLP, em face da periculosidade no manuseio e uso desse produto, visando a
garantir a segurança do consumidor;
considerando que é atribuição legal da ANP garantir o abastecimento de combustíveis em
todo o território nacional, buscando, entre outras providências, a compatibilização entre a oferta
e a demanda nos pontos de recebimento de produtos;
considerando ser impositiva a garantia da segurança e da qualidade dos recipientes
transportáveis de GLP, haja vista serem distribuídos em todos os municípios do país e
utilizados em cerca de 96% dos domicílios brasileiros, devendo, por isso, serem submetidos
aos processos de manutenção e requalificação;
considerando que as companhias distribuidoras de GLP compromissaram-se, por meio do
Código de Auto-Regulamentação celebrado em 8 de agosto de 1996, a realizar a requalificação
de recipientes transportáveis de GLP de suas respectivas marcas comerciais;
considerando que a implementação do programa de requalificação de recipientes
transportáveis de GLP vem reduzindo a ocorrência de acidentes;
considerando que a utilização de GLP a granel, em residências, condomínios residenciais,
unidades institucionais e estabelecimentos comerciais e industriais, vem aumentando
significativamente e que tal forma de utilização exige observância rígida às normas de
segurança; considerando que a identificação da marca comercial estampada em alto relevo no
corpo do recipiente transportável de GLP contribui para a operacionalização do processo de
requalificação e para a facilidade de fiscalização, além de disciplinar o ingresso e a
permanência de agentes na atividade de distribuição, na medida em que conduz à
compatibilização da quantidade de recipientes transportáveis de suas marcas com os
correspondentes mercados que exploram; e
considerando que a identificação da marca comercial no corpo do recipiente transportável
de GLP visa a atender, além de controles de competência da ANP, a princípios do Código de
Defesa do Consumidor, assegurando a responsabilidade civil do distribuidor e do revendedor
perante o consumidor, torna público o seguinte ato:

Das Disposições Gerais


Art. 1º. Ficam estabelecidos, pela presente Resolução, os requisitos necessários à
autorização para o exercício da atividade de distribuição de gás liqüefeito de petróleo (GLP) e a
sua regulamentação.
1
Parágrafo único. A atividade de distribuição de que trata o caput deste artigo, considerada
de utilidade pública, compreende a aquisição, armazenamento, envasilhamento, transporte,
comercialização, controle de qualidade e assistência técnica ao consumidor.

Das Definições
Art. 2º. Para os fins desta Resolução, ficam estabelecidas as seguintes definições:
I - GLP - conjunto de cadeias de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono
(propano, propeno, butano e buteno), podendo apresentar-se isoladamente ou em mistura
entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos, conforme especificação constante
da legislação vigente;
II - Recipiente transportável - recipiente com capacidade nominal de até 250 (duzentos e
cinqüenta) quilogramas de GLP, fabricado segundo norma da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT;
III - Recipiente estacionário - recipiente fixo destinado a receber GLP a granel, podendo
ser enterrado, aterrado ou de superfície, com capacidade nominal superior a 250 (duzentos e
cinqüenta) quilogramas de GLP, projetado e fabricado segundo norma da ABNT;
IV - Requalificação - processo periódico de avaliação do estado de recipiente de GLP,
determinando sua continuidade em serviço, de acordo com norma da ABNT;
V - Central de GLP - área delimitada que contém os recipientes transportáveis ou
estacionários e acessórios, destinados ao armazenamento de GLP para consumo próprio;
VI - Produtor - agente autorizado pela ANP a produzir GLP;
VII - Unidade Produtora - Refinarias, Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN)
e Centrais Petroquímicas;
VIII - Importador - pessoa jurídica autorizada pela ANP ao exercício da atividade de
importação de GLP;
IX - Ponto de recebimento - local de recebimento de GLP pelo distribuidor do Produtor ou
Importador; e
X - Quota - quantidade mensal de GLP aprovada pela ANP quando da homologação do
contrato de compra e venda firmado entre produtor e distribuidor.

Da Autorização para o Exercício da Atividade de Distribuição


Art. 3º. A atividade de distribuição de GLP somente poderá ser exercida por pessoa
jurídica, constituída sob as leis brasileiras, que possuir autorização da ANP.
Art. 4º. A autorização para distribuir GLP será diferenciada de acordo com a modalidade
da atividade de distribuição, conforme indicada a seguir:
I - envasado e a granel; ou
II - a granel.
Art. 5º. O processo de autorização para o exercício da atividade de distribuição de GLP
consistirá das seguintes fases:
I - habilitação; e
II - outorga da autorização.
Da Habilitação
Art. 6º. A fase de habilitação terá início com o pedido de autorização formulado pela
pessoa jurídica interessada por meio de ficha cadastral preenchida, conforme instruções
contidas no modelo constante do Anexo I desta Resolução, assinada por representante legal e
instruída com os documentos relativos à:
I - qualificação jurídica e regularidade fiscal;
2
II - qualificação técnicoeconômica; e
III - projeto de instalações.
§ 1º Ainda que o pedido de autorização tenha sido registrado em protocolo, o não
encaminhamento de quaisquer documentos relacionados com as qualificações jurídica,
técnico-econômica e com regularidade fiscal acarretará o seu arquivamento, mediante decisão
motivada com a conseqüente informação ao requerente do(s) documento(s) faltante(s).
§ 2º A não qualificação jurídica ou técnico-econômica, assim como a não comprovação de
regularidade fiscal implicará o indeferimento do pedido, com a conseqüente informação do
motivo ao requerente.
§ 3º O requerente poderá encaminhar o projeto de instalações concomitantemente com
os documentos relacionados com as qualificações jurídica e técnico-econômica e com
regularidade fiscal ou posteriormente à aprovação dessas qualificações pela ANP.
Art. 7º. Para a comprovação da qualificação jurídica e regularidade fiscal, a pessoa
jurídica interessada deverá encaminhar os seguintes documentos:
I - comprovante de inscrição e de situação cadastral no Cadastro Nacional de Pessoa
Jurídica - CNPJ, referente aos estabelecimentos matriz e filiais relacionados com a atividade de
distribuição de GLP;
II - cópias autenticadas do estatuto e da ata de eleição dos administradores, comprovando
a regularidade do exercício do cargo, ou de contrato social arquivado na Junta Comercial e,
quando alterado, de sua mais recente consolidação; e
III - comprovação de habilitação parcial perante o Sistema de Cadastramento Unificado de
Fornecedores - SICAF, referente aos estabelecimentos matriz e filiais relacionados com a
atividade de distribuição de GLP.
Art. 8º. Para a comprovação da qualificação técnicoeconômica, a pessoa jurídica
interessada deverá apresentar estudo técnico-econômico do empreendimento, do qual
constem, necessariamente, as seguintes informações:
I - modalidade de comercialização de GLP, logística de suprimento e distribuição;
II - projeção do volume de comercialização e do fluxo de caixa para os 02 (dois) primeiros
anos de operação, com indicação da(s) região(ões) geográfica(s) onde pretende atuar; e
III - descrição dos investimentos diretos e indiretos, que contenha, necessariamente, os
dados a seguir:
a) investimentos diretos: em imóveis, obras civis, tanques de armazenamento,
equipamentos e linhas para envasilhamento e distribuição e sistema anti-incêndio; e
b) investimentos indiretos: em recipientes transportáveis e estacionários, por tipo, e em
caminhões-tanques.
§ 1º Os dados relativos a recipiente transportável e linha de envasilhamento somente
devem ser apresentados pela pessoa jurídica que optar pela modalidade envasado e a granel.
§ 2º Os dados contidos no estudo técnico-econômico do empreendimento são
confidenciais.
§ 3º Eventuais alterações no estudo técnico-econômico do empreendimento deverão ser
informadas à ANP, acompanhadas de justificativa, e implicarão o seu reexame.
Art. 9º. Para os fins do inciso III do art. 6º desta Resolução, projeto de instalações, a
pessoa jurídica deverá encaminhar, com vistas à homologação pela ANP, projeto de base de
armazenamento de GLP, envasilhamento e distribuição, de acordo com a legislação específica.
Parágrafo único. Para o requerente da autorização da modalidade a granel, não se exige
a apresentação de projeto de envasilhamento.

3
Art. 10. A ANP terá o prazo de até 60 (sessenta) dias para manifestar-se acerca da
habilitação, contados a partir da data de protocolo, pelo interessado, do projeto de base de que
trata o artigo anterior.
Parágrafo único. Poderão ser solicitadas informações, documentos ou providências
adicionais pertinentes e, nesse caso, o prazo estipulado no caput deste artigo será contado a
partir da data de protocolo dos mesmos.

Da Outorga da Autorização
Art. 11. A fase de outorga da autorização para o exercício da atividade de distribuição de
GLP inicia-se com a declaração de habilitação da pessoa jurídica, publicada no Diário Oficial
da União.
Art. 12. Após a declaração de que trata o artigo anterior, a outorga da autorização
dependerá da comprovação, pela pessoa jurídica habilitada, em consonância com o estudo
técnico-econômico do empreendimento, de que possui:
I - pelo menos 1 (uma) ou mais bases de GLP, de uso exclusivo do distribuidor, própria ou
arrendada, com instalações de armazenamento, envasilhamento e distribuição autorizada pela
ANP a operar; e
II - recipientes transportáveis, identificados com sua marca comercial, em quantidade
compatível com a demanda a ser atendida.
§ 1º A comprovação da condição de proprietário ou de arrendatário, de que trata o inciso
I, deverá ser feita, respectivamente, mediante apresentação de cópia autenticada da Certidão
do Registro de Imóveis ou de contrato de arrendamento por instrumento público.
§ 2º O contrato de arrendamento por instrumento público de que trata o parágrafo anterior
deve ter prazo igual ou superior a 5 anos e cláusula de vigência em caso de alienação do
imóvel, devidamente registrado em cartório, na forma de extrato, se for o caso.
§ 3º Não se aplicam as exigências relativas à instalação de envasilhamento e a
recipientes transportáveis ao requerente da autorização para a modalidade a granel.
§ 4º A comprovação da quantidade de recipientes transportáveis e fixos deverá ser feita
mediante apresentação à ANP de cópia autenticada de notas fiscais de compra de recipientes
novos, emitidas pelo fabricante.
Art. 13. Não será concedida autorização para o exercício da atividade de distribuição de
GLP, sem prejuízo de demais disposições legais, à pessoa jurídica de cujo quadro societário
tomem parte sócios ou acionistas que tenham participação nas deliberações sociais ou de cujo
quadro de administradores participe pessoa física ou jurídica que nos últimos 5 (cinco) anos
anteriores ao requerimento esteja em débito decorrente do exercício de atividades
regulamentadas pela ANP, de acordo com a Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, ou que
teve autorização para o exercício da atividade regulamentada pela ANP revogada em
decorrência de penalidade aplicada em processo com decisão definitiva, nos moldes do art. 10,
da referida Lei.
Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se às pessoas jurídicas coligadas
ou controladoras da que requereu autorização.
Art. 14. A ANP terá o prazo de até 60 (sessenta) dias para manifestar-se acerca da
autorização para o exercício da atividade de distribuição de GLP, contados a partir da data de
protocolo da documentação prevista no art. 12 desta Resolução.
§ 1º Poderão ser solicitadas informações, documentos ou providências adicionais,
indicando o motivo ao requerente e, nesse caso, o prazo estipulado no caput deste artigo será
contado a partir da data de protocolo dos mesmos.
§ 2º A ANP, independentemente do atendimento ao que dispõe o art. 12 desta Resolução,
poderá obstar o ingresso e a permanência de agente econômico na categoria de distribuidor de
4
GLP caso presentes fundadas razões de interesse público, apuradas em processo
administrativo, garantidos o contraditório e a ampla defesa.
Art. 15. A pessoa jurídica somente poderá exercer a atividade de distribuição de GLP
após a publicação da autorização, de que trata esta Resolução, no Diário Oficial da União, sob
pena de aplicação das penalidades cabíveis.
Parágrafo único. A autorização terá validade em todo o território nacional.
Art. 16. As alterações nos dados cadastrais do distribuidor deverão ser informadas à ANP
por meio do encaminhamento de nova Ficha Cadastral no prazo máximo de 30 (trinta) dias, a
contar da efetivação do ato, acompanhada da documentação relativa às alterações efetivadas,
e poderão implicar o indeferimento do requerimento pela ANP ou, se for o caso, o reexame da
autorização outorgada.

Da Aquisição de GLP de Produtor


Art. 17. O distribuidor e o produtor contratarão entre si a quantidade de GLP, objeto do
fornecimento.
§ 1º O contrato de compra e venda de GLP celebrado entre produtor e distribuidor será
objeto de prévia homologação pela ANP, devendo ser encaminhada cópia autenticada de seu
extrato, até o dia 15 (quinze) do mês anterior ao de início da entrega desse produto, do qual
constem a quantidade contratada, por unidade produtora, expressa em quotas mensais, local
de entrega e o modal de transporte utilizado.
§ 2º Na análise da cláusula do contrato de compra e venda referente às quotas mensais
de que trata o parágrafo anterior, serão observados pela ANP, entre outros, os seguintes
critérios:
I - compatibilidade entre o local de entrega do produto e a localização geográfica das
bases do distribuidor, próprias ou de terceiros, observado o disposto no § 2º do art. 19 desta
Resolução;
II - volume a ser adquirido versus a capacidade de tancagem operacional do distribuidor,
própria ou de terceiros, observado o disposto no § 2º do art. 19 desta Resolução;
III - vendas realizadas, nos 3 (três) meses anteriores à homologação do contrato, em
recipientes transportáveis com capacidade de 13 quilogramas de GLP e em outros tipos de
recipientes transportáveis e fixos ou, para novos distribuidores, projeção do volume de
comercialização para os 3 (três) primeiros meses de operação em consonância com o estudo
técnico-econômico do empreendimento a que se refere o art. 8º desta Resolução;
IV - universo de recipientes transportáveis com capacidade de 13 quilogramas de GLP da
própria marca do distribuidor; e
V - oferta e a demanda nacional de GLP.
§ 3º O produtor não poderá dar início ao fornecimento de GLP ao distribuidor antes da
homologação de que trata o § 1º deste artigo.
§ 4º No ponto de recebimento onde a oferta de GLP, por parte do produtor, for insuficiente
para o atendimento da demanda dos distribuidores, a ANP poderá estabelecer medidas
específicas visando à adequação entre a oferta e a demanda do produto.
§ 5º Em caso de conflito sobre o fornecimento entre produtor e distribuidor, caberá à ANP
mediar e, se necessário, determinar a solução da questão.

Da Comercialização
Art. 18. O distribuidor somente poderá adquirir GLP:
I - de produtor ou de importador, autorizado pela ANP;

5
II - diretamente no mercado externo, quando autorizado pela ANP ao exercício da
atividade de importação de GLP; e
III - de outro distribuidor autorizado pela ANP.
Art. 19. O distribuidor deverá possuir capacidade de tancagem operacional para receber a
quantidade mensal de GLP homologada pela ANP e/ou importada.
§ 1º O distribuidor que operar na modalidade envasado e a granel deverá possuir
instalações para o envasilhamento dos recipientes transportáveis a serem comercializados.
§ 2º Para os fins deste artigo, a capacidade de tancagem operacional e as instalações de
envasilhamento próprias poderão ser complementadas com base(s) de armazenamento,
envasilhamento e distribuição de outro distribuidor de GLP autorizado pela ANP, caso em que
deverá ser encaminhada cópia autenticada de extrato do instrumento contratual que discipline
essa relação jurídica, para homologação, 15 (quinze) dias antes do início de sua utilização.
§ 3º Para aplicação do § 2º deste artigo, deverá ser observado, tanto pelo distribuidor
cedente das instalações de armazenamento e distribuição quanto pelo cessionário, a
manutenção da exigência estabelecida no inciso I do art. 12 desta Resolução.
Art. 20. A comercialização de GLP poderá ser realizada em recipiente transportável ou
em recipiente estacionário.
§ 1º Para atender ao volume de GLP que comercializar, o distribuidor deverá dispor de
quantidade suficiente de recipientes transportáveis, com sua marca estampada, e de
recipientes estacionários próprios ou de terceiros.
§ 2º O distribuidor estabelecerá sua(s) marca(s), cor(es) e outras particularidades de seus
recipientes transportáveis, informando-as à ANP.
Art. 21. São vedados ao distribuidor o envasilhamento, a guarda ou comercialização de
recipiente transportável de outra marca de distribuidor, cheio de GLP, exceto para guarda nos
casos em que o distribuidor for nomeado, por autoridade competente, fiel depositário do
referido recipiente.
§ 1º O distribuidor somente poderá envasilhar e comercializar recipientes transportáveis
de outra marca quando previamente houver pactuado em contrato celebrado com outro
distribuidor, nos limites e locais estabelecidos nesse instrumento.
§ 2º O contrato de que trata o parágrafo anterior conterá, necessariamente, cláusula que
defina claramente o responsável pela manutenção e requalificação dos recipientes
transportáveis, sendo que o distribuidor deverá encaminhar cópia autenticada de extrato do
instrumento contratual para homologação da ANP que poderá estipular outra forma de
identificação do distribuidor que realizará o envasilhamento e a comercialização dos referidos
recipientes adicionalmente a estabelecida na alínea "a", inciso II do art. 36 desta Resolução.
§ 3º A celebração do contrato a que se refere o § 1º deste artigo não exime o detentor da
marca estampada no corpo do recipiente transportável de responsabilização em caso de
sinistro, na forma da lei.
§ 4º A ANP arbitrará as condições relativas ao armazenamento, envasilhamento,
comercialização e destroca de recipientes transportáveis de marca de distribuidor cuja
autorização tiver sido revogada.
Art. 22. O recipiente transportável cheio poderá ser comercializado diretamente pelo
distribuidor ao consumidor ou através de revendedor de GLP autorizado pela ANP.
Parágrafo único. Quando da comercialização direta ao consumidor, o estabelecimento do
distribuidor deverá estar previamente autorizado pela ANP ao exercício da atividade de
revenda de GLP, de acordo com a legislação vigente.
Art. 23. O distribuidor somente poderá comercializar GLP em localidades onde puder
prestar, diretamente ou através de revendedor autorizado, assistência técnica ao consumidor.

6
Art. 24. É vedada ao distribuidor a comercialização de recipientes transportáveis cheios
de GLP para revendedor que não esteja autorizado pela ANP e cadastrado para comercializar
recipiente de sua marca, sob pena de aplicação das penalidades cabíveis.
Art. 25. O distribuidor deverá receber recipiente transportável vazio de outra marca de
distribuidor no atendimento ao consumidor, procedendo à sua destroca no menor prazo
possível.
§ 1º A destroca, entre distribuidores, de recipientes transportáveis de GLP vazios será por
eles convencionada, podendo a ANP regular, se necessário.
§ 2º Aplica-se o disposto no caput deste artigo a recipientes transportáveis de marca de
distribuidor que tiver sua autorização revogada.
Art. 26. A partir da data de publicação desta Resolução, o distribuidor somente poderá
adquirir recipiente transportável novo que contenha numeração seqüencial de cada fabricante
marcado no flange do mesmo, sem prejuízo das demais inscrições previstas em normas da
ABNT. A PARTIR DE 01/01/06
Art. 27. A comercialização, a operação de transvasamento e de abastecimento a granel
somente poderão ser executadas por distribuidor de GLP autorizado pela ANP.
Art. 28. O distribuidor somente poderá iniciar o abastecimento de central de GLP após
verificar que tanto a sua construção como os ensaios e testes foram realizados de acordo com
norma da ABNT ou outra aplicável.
Parágrafo único. O fornecimento de GLP deverá ser suspenso pelo distribuidor se for
constatado que a central de GLP não atende às normas vigentes, assim como às condições
técnicas e de segurança previstas no projeto.
Art. 29. Os distribuidores ficam autorizados a fornecer GLP para uso industrial, em caráter
excepcional, desde que observadas as seguintes condições:
I - quando insumo essencial ao processo de fabricação;
II - quando utilizado como combustível que não possa, por motivos técnicos, ser
substituído por outro agente energético; e
III - quando indispensável para a preservação do meio ambiente.
Art. 30. É vedado o uso de GLP em:
I - motores de qualquer espécie;
II - fins automotivos, exceto em empilhadeiras;
III - saunas;
IV - caldeiras; e
V - aquecimento de piscinas, exceto para fins medicinais.

Da Manutenção, Requalificação e Inutilização de Recipientes Transportáveis


Art. 31. São de responsabilidade do distribuidor a inspeção visual, a requalificação, as
manutenções preventiva e corretiva e a inutilização de recipiente transportável de sua marca,
ou sob sua responsabilidade, na forma dos § 2º e 4º do art. 21 desta Resolução, de acordo
com as legislações e normas vigentes.
§ 1º Especificamente para os recipientes transportáveis com capacidade de 13
quilogramas de GLP - botijão P13, o distribuidor deverá submeter os de sua marca comercial,
ou sob sua responsabilidade, na forma dos § 2º e 4º do art. 21 desta Resolução, ao processo
de requalificação, observadas as metas anuais e cronogramas acordados em Termos de
Compromisso Individual, discriminados no Anexo II desta Resolução.
§ 2º O(s) estabelecimento(s) de distribuidor, que possuir(em) instalações de
envasilhamento, deverá(ão) ser certificado(s) por órgão credenciado pelo Instituto Nacional de

7
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, com vistas ao atendimento à
norma da ABNT referente à inspeção visual.
Art. 32. O distribuidor deverá requalificar os recipientes transportáveis em oficina de
requalificação.
Parágrafo único. A oficina referida no caput deste artigo deverá ser certificada por órgão
credenciado pelo INMETRO e executar o serviço de requalificação em conformidade com
normas da ABNT.
Art. 33. Ficam estabelecidos os seguintes prazos para a requalificação de botijões P13:
I - até 1º de novembro de 2006, para a conclusão do processo de requalificação do
estoque de 68.826.641 botijões em circulação no mercado, fabricados até 1991, inclusive; e
II - até 1º de novembro de 2011, para conclusão do processo de requalificação do
estoque de 12.801.160 botijões em circulação no mercado, fabricados entre 1992 e 1996,
inclusive.
Art. 34. O distribuidor deverá encaminhar à ANP, até o dia 15 (quinze) do mês seguinte à
execução dos serviços de requalificação, original ou cópia autenticada dos Certificados de
Requalificação, conforme modelo constante do Anexo III desta Resolução.
Art. 35. A ANP fiscalizará o cumprimento do processo de requalificação de recipientes
transportáveis levado a termo pelas pessoas jurídicas proprietárias das marcas neles
estampadas, além dos sob sua responsabilidade, de acordo com o § 2º e 4º do art. 21 desta
Resolução, visando a garantir o cumprimento das metas anuais por distribuidor.

Das Obrigações do Distribuidor


Art. 36. O distribuidor fica obrigado a:
I - envasilhar e comercializar GLP somente em recipiente transportável em cujo corpo
esteja estampada sua própria marca, salvo o que dispõe os § 1º e 4º do art. 21 desta
Resolução;
II - comercializar GLP somente em recipiente transportável que:
a) seja dotado de rótulo informando a data de envasilhamento, o distribuidor que o
realizou e o distribuidor que realizará a comercialização, além daquelas que atendam às
exigências do Código de Defesa do Consumidor, e outras que vierem a ser determinadas pela
ANP; A PARTIR DE 07/09/05
b) possua lacre de inviolabilidade da válvula de fluxo que informe a razão social do
distribuidor; e
c) esteja certificado com a Marca Nacional de Conformidade - MNC, emitida pelo
INMETRO segundo normas da ABNT;
III - informar à ANP mensalmente, preferencialmente por meio eletrônico, até o dia 15
(quinze) do mês subseqüente, em formato a ser definido:
a) a quantidade adquirida, diretamente ou por terceiros por ele autorizados, de recipiente
transportável novo, com sua marca comercial, discriminando-a por fabricante;
b) as vendas realizadas no mês anterior; e,
c) as alterações de sua relação de clientes atendidos pela modalidade a granel,
acompanhadas de informações relativas a eventuais modificações nas instalações; PRAZO
01/01/06
IV - realizar a lavagem interna dos recipientes transportáveis quando da sua manutenção;
V - submeter os recipientes transportáveis de suas marcas comerciais, ou sob sua
responsabilidade, à inspeção visual, às manutenções preventiva e corretiva e à requalificação,
inutilizando aqueles que não apresentarem as condições de segurança, de acordo com normas
da ABNT;
8
VI - treinar seus empregados ou terceiros contratados quanto ao correto transporte,
manuseio, distribuição e comercialização de GLP em recipientes transportáveis e
estacionários, em conformidade com a legislação pertinente;
VII - garantir as especificações técnicas determinadas pela ANP quanto à qualidade do
GLP e à integridade do recipiente transportável, quando armazenado ou movimentado sob sua
responsabilidade;
VIII - identificar a marca do distribuidor no veículo utilizado para comercialização de GLP;
IX - dispor, no estabelecimento, de balança decimal, em perfeito estado de conservação e
funcionamento, certificada e aferida pelo INMETRO, para comprovação do peso do recipiente
transportável cheio de GLP;
X - transportar GLP de acordo com as exigências estabelecidas, por órgão competente,
para esse tipo de carga;
XI - comunicar previamente à ANP as modificações ou as ampliações que pretender
efetuar em suas instalações;
XII - informar à ANP, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, o término da operação
de instalação ou de contrato que discipline a complementação da capacidade de tancagem
operacional e as instalações de envasilhamento, prevista no § 2º do art. 19 desta Resolução.
XIII - manter serviço 24 horas de atendimento e de assistência técnica ao consumidor,
disponibilizando, para tanto, telefone cujo número deve constar do rótulo afixado no recipiente
transportável;
XIV - disponibilizar a documentação, inclusive notas fiscais, relativa à atividade de
distribuição de GLP a agentes de fiscalização da ANP ou de órgãos conveniados;
XV - observar e respeitar as normas que regem a ordem econômica, a preservação do
meio ambiente e a segurança do consumidor;
XVI - exibir em quadro de aviso, em local visível ao consumidor e de modo destacado,
com caracteres legíveis e de fácil visualização, conforme dimensões e características
constantes do Anexo IV, as seguintes informações: ATÉ 01/01/06
a) razão social, CNPJ e número de autorização da ANP;
b) o horário de funcionamento;
c) nome do órgão regulador e fiscalizador: Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e
Biocombustíveis - ANP;
d) o número do telefone do Centro de Relações com o Consumidor - CRC da ANP,
informando que a ligação é gratuita e indicando que a ele deverão ser dirigidas as reclamações
que não forem atendidas pelo distribuidor; e,
XVII - comercializar recipiente transportável cheio de GLP com massa igual a sua tara
mais a massa desse produto, observada a capacidade nominal do recipiente.
Das Disposições Transitórias
Art. 37. Fica concedido ao distribuidor em operação na data de publicação desta
Resolução o prazo de 120 (cento e vinte) dias para encaminhar à ANP, preferencialmente por
meio eletrônico, a relação completa dos clientes a granel, em modelo a ser definido
posteriormente, com a descrição sucinta das respectivas instalações. ATÉ 01/01/06
Art. 38. Fica concedido o prazo de 90 (noventa dias) para celebração do contrato de que
trata o art. 17 desta Resolução, sendo mantida durante este período a sistemática de quotas
que vigorava anteriormente à publicação desta Resolução.
Art. 39. Fica concedido à pessoa jurídica com pedido de autorização em análise na ANP,
protocolado antes da publicação da presente Resolução e instruído com base nas disposições
da Portaria ANP nº 203, de 30 de dezembro de 1999, o prazo de 120 (cento e vinte) dias para o

9
atendimento às disposições estabelecidas no art. 6º desta Resolução, sob pena de
arquivamento do referido pedido.

Das Disposições Finais


Art. 40. A autorização para o exercício da atividade de distribuição de GLP é outorgada
em caráter precário e será revogada nos seguintes casos:
I - extinção da pessoa jurídica, judicial ou extrajudicialmente;
II - por decretação de falência da pessoa jurídica;
III - por requerimento do distribuidor;
IV - a qualquer tempo, quando comprovado, em processo administrativo, com garantia do
contraditório e ampla defesa:
a) que houve paralisação injustificada da atividade de distribuição;
b) que há fundadas razões de interesse público, justificadas pela autoridade competente;
ou
c) que a atividade está sendo executada em desacordo com legislação vigente, à exceção
da exigência disposta no inciso III do art. 7º.
Parágrafo único. No caso de a ANP tomar conhecimento de que a empresa encontra-se
em situação de irregularidade perante os órgãos da administração pública federal, estadual e
municipal, encarregados da arrecadação de tributos e da fiscalização dos contribuintes, poderá
discricionariamente e de forma motivada, revogar a autorização concedida.
Art. 41. Os agentes de fiscalização da ANP e de órgãos conveniados terão livre acesso
às instalações do distribuidor.
Art. 42. O não atendimento às disposições desta Resolução sujeita o infrator às
penalidades previstas na Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e no Decreto nº 2.953, de 28
de janeiro de 1999, sem prejuízo das demais sanções cabíveis.
Art. 43. A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 44. Ficam revogadas a Resolução CNP nº 01, de 11 de fevereiro de 1969, a
Resolução CNP nº 11, de 05 de outubro de 1971, a Resolução CNP nº 01,de 19 de março de
1974, a Resolução CNP nº 03, de 28 de janeiro de 1975, a Resolução CNP nº 14, de 30 de
outubro de 1975, a Resolução CNP nº 15, de 29 de novembro de 1977, a Portaria CNP nº 23,
de 06 de fevereiro de 1990, a Portaria DNC nº 16, de 19 de julho de 1991, a Portaria DNC nº
04, de 07 de fevereiro de 1992, a Portaria DNC nº 09, de 04 de maio de 1993, a Portaria ANP
nº 203, de 30 de dezembro de 1999, e demais disposições em contrário, ressalvado o disposto
no art. 38 desta Resolução.

HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA

10
ANEXO I

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS – ANP FCD

FICHA CADASTRAL DE DISTRIBUIDOR

Resolução ANP nº 15, de 18/05/2005

Autorização Atualização cadastral

GLP a granel GLP envasado GLP envasado e a granel

01 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

NOME EMPRESARIAL ( firma, razão social ou denominação comercial )

TÍTULO DO ESTABELECIMENTO ( nome de fantasia )

02 ENDEREÇO (caso necessário, utilizar folha complementar)

MATRIZ ( rua, avenida etc. ) NÚMERO COMPLEMENTO

        

1 BAIRRO / DISTRITO CEP

     

MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO CNPJ INSCRIÇÃO ESTADUAL

           

DDD TELEFONE DDD FAX CORREIO ELETRÔNICO

 &nbsp            


;

FILIAL ( rua, avenida etc. ) NÚMERO COMPLEMENTO

        


2
BAIRRO / DISTRITO CEP

     

MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO CNPJ INSCRIÇÃO ESTADUAL

           

FILIAL ( rua, avenida etc. ) NÚMERO COMPLEMENTO

        


3
BAIRRO / DISTRITO CEP

     

MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO CNPJ INSCRIÇÃO ESTADUAL

        

03 ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA

LOGRADOURO ( rua, avenida etc. ) NÚMERO COMPLEMENTO

        

BAIRRO / DISTRITO CEP CORREIO ELETRÔNICO

        

MUNICIPIO UF DDD TELEFONE DDD FAX

    &nbsp            


;

04 IDENTIFICAÇÃO DOS SÓCIOS E REPRESENTANTES LEGAIS (caso necessário, utilizar folha complementar)

11
1 NOME ( pessoa física ) / NOME EMPRESARIAL ( pessoa jurídica ) CPF / CNPJ DO SÓCIO PART. % INGRESSO

2 NOME ( pessoa física ) / NOME EMPRESARIAL ( pessoa jurídica ) CPF / CNPJ DO SÓCIO PART. % INGRESSO

3 NOME ( pessoa física ) / NOME EMPRESARIAL ( pessoa jurídica ) CPF / CNPJ DO SÓCIO PART. % INGRESSO

05 RESPONSÁVEL PELO PREENCHIMENTO DA FC

NOME ( pessoa física )

  

IDENTIDADE CPF QUALIFICAÇÃO

     

LOCAL DATA ASSINATURA COM RECONHECIMENTO DE FIRMA

(Declaro sob as penas da lei serem verdadeiras as informações

acima prestadas)

     

12
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E FCD
BIOCOMBUSTÍVEIS – ANP

FICHA CADASTRAL DE DISTRIBUIDOR

RELAÇÃO DE ANEXOS

01 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

NOME EMPRESARIAL ( firma, razão social ou denominação comercial )

  

TÍTULO DO ESTABELECIMENTO ( nome de fantasia ) INSCRIÇÃO CNPJ

     
/0001-   

02 ANEXOS

1. Comprovante de inscrição e de situação cadastral no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, constando a situação cadastral ativa
na Secretaria da Receita Federal (nos termos do art. 7º, inciso I da Resolução nº 15/2005).

2. Comprovação de habilitação parcial perante o SICAF – estabelecimentos matriz e filiais (nos termos do art. 7º, inciso III da Resolução nº
15/2005).

3. Cópia autenticada do estatuto ou contrato social arquivado na Junta Comercial e, quando alterado, de sua mais recente consolidação (nos
termos do art. 7º, inciso II da Resolução nº 15/2005).

4. Estudo técnico-econômico (nos termos do art. 8º da Resolução nº 15/2005).

5. Para os fins do inciso III do art. 6º desta Resolução, deverá ser apresentado projeto de instalação de armazenamento de GLP,
envasilhamento e distribuição, conforme a atividade (nos termos do art. 9º da Resolução nº 15/2005).

6. Indicação dos nomes e qualificação dos representantes ou prepostos da distribuidora perante a ANP por meio de documento registrado
(nos termos do art. 6º da Resolução nº 15/2005).

03 MARCAS COMERCIAIS

MARCA COMERCIAL

  

MARCA COMERCIAL

MARCA COMERCIAL

04 IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL OU PREPOSTO PERANTE A ANP

NOME ( pessoa física )

  

IDENTIDADE CPF QUALIFICAÇÃO

        

LOCAL DATA ASSINATURA ( Declaro sob as penas da lei serem verdadeiras as informações
acima prestadas.)

     

A cópia da documentação exigida deverá ser autenticada em cartório.

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL FCD


E BIOCOMBUSTÍVEIS – ANP

13
FICHA CADASTRAL DE DISTRIBUIDOR

Resolução ANP nº 15, de 18/05/2005

INSTRUÇÕES GERAIS

1 - A documentação exigida deverá ser encaminhada, integral e concomitantemente, com a Ficha Cadastral
preenchida, para a ANP, no seguinte endereço:

Avenida Rio Branco, 65 – Centro – Rio de Janeiro – RJ – CEP 20031-201.

2- Outras informações sobre o processo de autorização de distribuidoras podem ser obtidas no Centro de
Relações com o Consumidor da ANP, pelo telefone 0800-900-267.

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA FICHA CADASTRAL

1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

O nome de fantasia deve corresponder ao constante do cartão do CNPJ.

2 - ENDEREÇO

O endereço informado deve corresponder ao constante dos documentos entregues com a Ficha Cadastral.

3 – ENDEREÇO DE CORRESPONDÊNCIA

Endereço para o qual deverão ser postadas as correspondências enviadas para a distribuidora.

4 - IDENTIFICAÇÃO DOS SÓCIOS/ACIONISTAS

Preencher esse quadro com os dados de cada sócio ou acionista que compõe o quadro societário da empresa.
Caso o quadro não seja suficiente para relatar todos os sócios ou acionistas, deve ser utilizada folha avulsa
para complementar as informações. Observações:

- o campo Part. % deve ser preenchido com a participação percentual de cada sócio ou acionista no capital da
empresa;

- o campo Ingresso deve ser preenchido com a data de ingresso de cada sócio ou acionista na empresa;

5 – RESPONSÁVEL PELO PREENCHIMENTO DA FCD

Em qualquer das hipóteses de uso (autorização ou atualização cadastral), a Ficha Cadastral deverá ser
assinada, com firma reconhecida, por um dos sócios da empresa ou por procurador que tenha poderes para
esse fim.

14
ANEXO II

PREVISÃO DISTRIBUIDORAS

AN LIQUI- AMAZON NACIONA COPAGA FOGAS MINASGA ONOGAS SPGAS SERVGAS SUPER- ULTRAGAZ TOTAL
O GÁS -GAS L GAS Z S GASBRAS ANO

1997 920.809 8.276 963.782 375.991 122.548 467.345 152.362 92.019 60.576 718.676 974.616 4.857.000

1998 1.347.444 13.031 1.055.748 293.441 182.353 581.000 126.000 77.941 70.907 915.210 1.267.476 5.930.551

1999 1.347.444 13.031 1.818.000 880.325 182.353 805.000 261.888 180.032 36.000 1.225.284 1.887.972 8.637.329

2000 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 84.000 1.071.747 1.426.255 7.232.454

2001 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775

2002 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775

2003 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775

2004 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775

2005 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775

2006 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775

15
16
ANEXO III

(ESPAÇO PARA A LOGOMARCA DA EMPRESA REQUALIFICADORA)

CERTIFICADO DE REQUALIFICAÇÃO DE

RECIPIENTES TRANSPORTÁVEIS DE GLP

Data do Certificado:

Norma ABNT/NBR: 8865

Certifico que foram inspecionados e requalificados, conforme a norma NBR 8865, recipientes
transportáveis de aço para GLP, do distribuidor e no período abaixo discriminados, permanecendo
o registro original dessa inspeção arquivado em nossa planta e à disposição da ANP ou órgão
conveniado.

Nome do distribuidor detentor da marca:

Nome do distribuidor que solicitou a requalificação:

Unidade:

CNPJ da unidade:

Período:

Tipo do Recipiente Quantidade de Entrada Quantidade Requalificada

________________________ ________________________

Assinatura do Representante Assinatura do Representante

Requalificadora Distribuidor

17
ANEXO IV

QUADRO DE AVISO
As dimensões e características do quadro de aviso, de que trata o inciso XVI do art. 36 da presente
Resolução, deverão observar as seguintes especificações:
1.1 Deverá proporcionar boa visibilidade mediante o emprego de letras e símbolos de forma, tamanho e
espaçamento adequados, assegurando a percepção à distância, para leitura e rápida compreensão do seu texto,
pelo consumidor.
1.2 Deverá ter as seguintes características:
I - dimensões mínimas de 50 cm de largura por 70 cm de altura;
II - impressão eletrostática em vinil auto-adesivo, placa de polietileno de baixa densidade, chapa metálica
pintada ou qualquer outro material a critério do revendedor, desde que seja garantida a qualidade das informações
contidas no quadro;
III - cor de fundo a critério do revendedor;
IV - família tipográfica normal ou itálica, em negrito ou não, com altura e espaçamento compatíveis com as
dimensões do quadro de aviso;
V - distância mínima de 5 cm entre o texto e a borda do quadro de aviso.

18

Você também pode gostar