Resolução Anp #15 de 18.5.2005
Resolução Anp #15 de 18.5.2005
Das Definições
Art. 2º. Para os fins desta Resolução, ficam estabelecidas as seguintes definições:
I - GLP - conjunto de cadeias de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono
(propano, propeno, butano e buteno), podendo apresentar-se isoladamente ou em mistura
entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos, conforme especificação constante
da legislação vigente;
II - Recipiente transportável - recipiente com capacidade nominal de até 250 (duzentos e
cinqüenta) quilogramas de GLP, fabricado segundo norma da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT;
III - Recipiente estacionário - recipiente fixo destinado a receber GLP a granel, podendo
ser enterrado, aterrado ou de superfície, com capacidade nominal superior a 250 (duzentos e
cinqüenta) quilogramas de GLP, projetado e fabricado segundo norma da ABNT;
IV - Requalificação - processo periódico de avaliação do estado de recipiente de GLP,
determinando sua continuidade em serviço, de acordo com norma da ABNT;
V - Central de GLP - área delimitada que contém os recipientes transportáveis ou
estacionários e acessórios, destinados ao armazenamento de GLP para consumo próprio;
VI - Produtor - agente autorizado pela ANP a produzir GLP;
VII - Unidade Produtora - Refinarias, Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN)
e Centrais Petroquímicas;
VIII - Importador - pessoa jurídica autorizada pela ANP ao exercício da atividade de
importação de GLP;
IX - Ponto de recebimento - local de recebimento de GLP pelo distribuidor do Produtor ou
Importador; e
X - Quota - quantidade mensal de GLP aprovada pela ANP quando da homologação do
contrato de compra e venda firmado entre produtor e distribuidor.
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Art. 10. A ANP terá o prazo de até 60 (sessenta) dias para manifestar-se acerca da
habilitação, contados a partir da data de protocolo, pelo interessado, do projeto de base de que
trata o artigo anterior.
Parágrafo único. Poderão ser solicitadas informações, documentos ou providências
adicionais pertinentes e, nesse caso, o prazo estipulado no caput deste artigo será contado a
partir da data de protocolo dos mesmos.
Da Outorga da Autorização
Art. 11. A fase de outorga da autorização para o exercício da atividade de distribuição de
GLP inicia-se com a declaração de habilitação da pessoa jurídica, publicada no Diário Oficial
da União.
Art. 12. Após a declaração de que trata o artigo anterior, a outorga da autorização
dependerá da comprovação, pela pessoa jurídica habilitada, em consonância com o estudo
técnico-econômico do empreendimento, de que possui:
I - pelo menos 1 (uma) ou mais bases de GLP, de uso exclusivo do distribuidor, própria ou
arrendada, com instalações de armazenamento, envasilhamento e distribuição autorizada pela
ANP a operar; e
II - recipientes transportáveis, identificados com sua marca comercial, em quantidade
compatível com a demanda a ser atendida.
§ 1º A comprovação da condição de proprietário ou de arrendatário, de que trata o inciso
I, deverá ser feita, respectivamente, mediante apresentação de cópia autenticada da Certidão
do Registro de Imóveis ou de contrato de arrendamento por instrumento público.
§ 2º O contrato de arrendamento por instrumento público de que trata o parágrafo anterior
deve ter prazo igual ou superior a 5 anos e cláusula de vigência em caso de alienação do
imóvel, devidamente registrado em cartório, na forma de extrato, se for o caso.
§ 3º Não se aplicam as exigências relativas à instalação de envasilhamento e a
recipientes transportáveis ao requerente da autorização para a modalidade a granel.
§ 4º A comprovação da quantidade de recipientes transportáveis e fixos deverá ser feita
mediante apresentação à ANP de cópia autenticada de notas fiscais de compra de recipientes
novos, emitidas pelo fabricante.
Art. 13. Não será concedida autorização para o exercício da atividade de distribuição de
GLP, sem prejuízo de demais disposições legais, à pessoa jurídica de cujo quadro societário
tomem parte sócios ou acionistas que tenham participação nas deliberações sociais ou de cujo
quadro de administradores participe pessoa física ou jurídica que nos últimos 5 (cinco) anos
anteriores ao requerimento esteja em débito decorrente do exercício de atividades
regulamentadas pela ANP, de acordo com a Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, ou que
teve autorização para o exercício da atividade regulamentada pela ANP revogada em
decorrência de penalidade aplicada em processo com decisão definitiva, nos moldes do art. 10,
da referida Lei.
Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se às pessoas jurídicas coligadas
ou controladoras da que requereu autorização.
Art. 14. A ANP terá o prazo de até 60 (sessenta) dias para manifestar-se acerca da
autorização para o exercício da atividade de distribuição de GLP, contados a partir da data de
protocolo da documentação prevista no art. 12 desta Resolução.
§ 1º Poderão ser solicitadas informações, documentos ou providências adicionais,
indicando o motivo ao requerente e, nesse caso, o prazo estipulado no caput deste artigo será
contado a partir da data de protocolo dos mesmos.
§ 2º A ANP, independentemente do atendimento ao que dispõe o art. 12 desta Resolução,
poderá obstar o ingresso e a permanência de agente econômico na categoria de distribuidor de
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GLP caso presentes fundadas razões de interesse público, apuradas em processo
administrativo, garantidos o contraditório e a ampla defesa.
Art. 15. A pessoa jurídica somente poderá exercer a atividade de distribuição de GLP
após a publicação da autorização, de que trata esta Resolução, no Diário Oficial da União, sob
pena de aplicação das penalidades cabíveis.
Parágrafo único. A autorização terá validade em todo o território nacional.
Art. 16. As alterações nos dados cadastrais do distribuidor deverão ser informadas à ANP
por meio do encaminhamento de nova Ficha Cadastral no prazo máximo de 30 (trinta) dias, a
contar da efetivação do ato, acompanhada da documentação relativa às alterações efetivadas,
e poderão implicar o indeferimento do requerimento pela ANP ou, se for o caso, o reexame da
autorização outorgada.
Da Comercialização
Art. 18. O distribuidor somente poderá adquirir GLP:
I - de produtor ou de importador, autorizado pela ANP;
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II - diretamente no mercado externo, quando autorizado pela ANP ao exercício da
atividade de importação de GLP; e
III - de outro distribuidor autorizado pela ANP.
Art. 19. O distribuidor deverá possuir capacidade de tancagem operacional para receber a
quantidade mensal de GLP homologada pela ANP e/ou importada.
§ 1º O distribuidor que operar na modalidade envasado e a granel deverá possuir
instalações para o envasilhamento dos recipientes transportáveis a serem comercializados.
§ 2º Para os fins deste artigo, a capacidade de tancagem operacional e as instalações de
envasilhamento próprias poderão ser complementadas com base(s) de armazenamento,
envasilhamento e distribuição de outro distribuidor de GLP autorizado pela ANP, caso em que
deverá ser encaminhada cópia autenticada de extrato do instrumento contratual que discipline
essa relação jurídica, para homologação, 15 (quinze) dias antes do início de sua utilização.
§ 3º Para aplicação do § 2º deste artigo, deverá ser observado, tanto pelo distribuidor
cedente das instalações de armazenamento e distribuição quanto pelo cessionário, a
manutenção da exigência estabelecida no inciso I do art. 12 desta Resolução.
Art. 20. A comercialização de GLP poderá ser realizada em recipiente transportável ou
em recipiente estacionário.
§ 1º Para atender ao volume de GLP que comercializar, o distribuidor deverá dispor de
quantidade suficiente de recipientes transportáveis, com sua marca estampada, e de
recipientes estacionários próprios ou de terceiros.
§ 2º O distribuidor estabelecerá sua(s) marca(s), cor(es) e outras particularidades de seus
recipientes transportáveis, informando-as à ANP.
Art. 21. São vedados ao distribuidor o envasilhamento, a guarda ou comercialização de
recipiente transportável de outra marca de distribuidor, cheio de GLP, exceto para guarda nos
casos em que o distribuidor for nomeado, por autoridade competente, fiel depositário do
referido recipiente.
§ 1º O distribuidor somente poderá envasilhar e comercializar recipientes transportáveis
de outra marca quando previamente houver pactuado em contrato celebrado com outro
distribuidor, nos limites e locais estabelecidos nesse instrumento.
§ 2º O contrato de que trata o parágrafo anterior conterá, necessariamente, cláusula que
defina claramente o responsável pela manutenção e requalificação dos recipientes
transportáveis, sendo que o distribuidor deverá encaminhar cópia autenticada de extrato do
instrumento contratual para homologação da ANP que poderá estipular outra forma de
identificação do distribuidor que realizará o envasilhamento e a comercialização dos referidos
recipientes adicionalmente a estabelecida na alínea "a", inciso II do art. 36 desta Resolução.
§ 3º A celebração do contrato a que se refere o § 1º deste artigo não exime o detentor da
marca estampada no corpo do recipiente transportável de responsabilização em caso de
sinistro, na forma da lei.
§ 4º A ANP arbitrará as condições relativas ao armazenamento, envasilhamento,
comercialização e destroca de recipientes transportáveis de marca de distribuidor cuja
autorização tiver sido revogada.
Art. 22. O recipiente transportável cheio poderá ser comercializado diretamente pelo
distribuidor ao consumidor ou através de revendedor de GLP autorizado pela ANP.
Parágrafo único. Quando da comercialização direta ao consumidor, o estabelecimento do
distribuidor deverá estar previamente autorizado pela ANP ao exercício da atividade de
revenda de GLP, de acordo com a legislação vigente.
Art. 23. O distribuidor somente poderá comercializar GLP em localidades onde puder
prestar, diretamente ou através de revendedor autorizado, assistência técnica ao consumidor.
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Art. 24. É vedada ao distribuidor a comercialização de recipientes transportáveis cheios
de GLP para revendedor que não esteja autorizado pela ANP e cadastrado para comercializar
recipiente de sua marca, sob pena de aplicação das penalidades cabíveis.
Art. 25. O distribuidor deverá receber recipiente transportável vazio de outra marca de
distribuidor no atendimento ao consumidor, procedendo à sua destroca no menor prazo
possível.
§ 1º A destroca, entre distribuidores, de recipientes transportáveis de GLP vazios será por
eles convencionada, podendo a ANP regular, se necessário.
§ 2º Aplica-se o disposto no caput deste artigo a recipientes transportáveis de marca de
distribuidor que tiver sua autorização revogada.
Art. 26. A partir da data de publicação desta Resolução, o distribuidor somente poderá
adquirir recipiente transportável novo que contenha numeração seqüencial de cada fabricante
marcado no flange do mesmo, sem prejuízo das demais inscrições previstas em normas da
ABNT. A PARTIR DE 01/01/06
Art. 27. A comercialização, a operação de transvasamento e de abastecimento a granel
somente poderão ser executadas por distribuidor de GLP autorizado pela ANP.
Art. 28. O distribuidor somente poderá iniciar o abastecimento de central de GLP após
verificar que tanto a sua construção como os ensaios e testes foram realizados de acordo com
norma da ABNT ou outra aplicável.
Parágrafo único. O fornecimento de GLP deverá ser suspenso pelo distribuidor se for
constatado que a central de GLP não atende às normas vigentes, assim como às condições
técnicas e de segurança previstas no projeto.
Art. 29. Os distribuidores ficam autorizados a fornecer GLP para uso industrial, em caráter
excepcional, desde que observadas as seguintes condições:
I - quando insumo essencial ao processo de fabricação;
II - quando utilizado como combustível que não possa, por motivos técnicos, ser
substituído por outro agente energético; e
III - quando indispensável para a preservação do meio ambiente.
Art. 30. É vedado o uso de GLP em:
I - motores de qualquer espécie;
II - fins automotivos, exceto em empilhadeiras;
III - saunas;
IV - caldeiras; e
V - aquecimento de piscinas, exceto para fins medicinais.
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Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, com vistas ao atendimento à
norma da ABNT referente à inspeção visual.
Art. 32. O distribuidor deverá requalificar os recipientes transportáveis em oficina de
requalificação.
Parágrafo único. A oficina referida no caput deste artigo deverá ser certificada por órgão
credenciado pelo INMETRO e executar o serviço de requalificação em conformidade com
normas da ABNT.
Art. 33. Ficam estabelecidos os seguintes prazos para a requalificação de botijões P13:
I - até 1º de novembro de 2006, para a conclusão do processo de requalificação do
estoque de 68.826.641 botijões em circulação no mercado, fabricados até 1991, inclusive; e
II - até 1º de novembro de 2011, para conclusão do processo de requalificação do
estoque de 12.801.160 botijões em circulação no mercado, fabricados entre 1992 e 1996,
inclusive.
Art. 34. O distribuidor deverá encaminhar à ANP, até o dia 15 (quinze) do mês seguinte à
execução dos serviços de requalificação, original ou cópia autenticada dos Certificados de
Requalificação, conforme modelo constante do Anexo III desta Resolução.
Art. 35. A ANP fiscalizará o cumprimento do processo de requalificação de recipientes
transportáveis levado a termo pelas pessoas jurídicas proprietárias das marcas neles
estampadas, além dos sob sua responsabilidade, de acordo com o § 2º e 4º do art. 21 desta
Resolução, visando a garantir o cumprimento das metas anuais por distribuidor.
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atendimento às disposições estabelecidas no art. 6º desta Resolução, sob pena de
arquivamento do referido pedido.
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ANEXO I
01 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
04 IDENTIFICAÇÃO DOS SÓCIOS E REPRESENTANTES LEGAIS (caso necessário, utilizar folha complementar)
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1 NOME ( pessoa física ) / NOME EMPRESARIAL ( pessoa jurídica ) CPF / CNPJ DO SÓCIO PART. % INGRESSO
2 NOME ( pessoa física ) / NOME EMPRESARIAL ( pessoa jurídica ) CPF / CNPJ DO SÓCIO PART. % INGRESSO
3 NOME ( pessoa física ) / NOME EMPRESARIAL ( pessoa jurídica ) CPF / CNPJ DO SÓCIO PART. % INGRESSO
acima prestadas)
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AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E FCD
BIOCOMBUSTÍVEIS – ANP
RELAÇÃO DE ANEXOS
01 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
/0001-
02 ANEXOS
1. Comprovante de inscrição e de situação cadastral no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, constando a situação cadastral ativa
na Secretaria da Receita Federal (nos termos do art. 7º, inciso I da Resolução nº 15/2005).
2. Comprovação de habilitação parcial perante o SICAF – estabelecimentos matriz e filiais (nos termos do art. 7º, inciso III da Resolução nº
15/2005).
3. Cópia autenticada do estatuto ou contrato social arquivado na Junta Comercial e, quando alterado, de sua mais recente consolidação (nos
termos do art. 7º, inciso II da Resolução nº 15/2005).
5. Para os fins do inciso III do art. 6º desta Resolução, deverá ser apresentado projeto de instalação de armazenamento de GLP,
envasilhamento e distribuição, conforme a atividade (nos termos do art. 9º da Resolução nº 15/2005).
6. Indicação dos nomes e qualificação dos representantes ou prepostos da distribuidora perante a ANP por meio de documento registrado
(nos termos do art. 6º da Resolução nº 15/2005).
03 MARCAS COMERCIAIS
MARCA COMERCIAL
MARCA COMERCIAL
MARCA COMERCIAL
LOCAL DATA ASSINATURA ( Declaro sob as penas da lei serem verdadeiras as informações
acima prestadas.)
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FICHA CADASTRAL DE DISTRIBUIDOR
INSTRUÇÕES GERAIS
1 - A documentação exigida deverá ser encaminhada, integral e concomitantemente, com a Ficha Cadastral
preenchida, para a ANP, no seguinte endereço:
2- Outras informações sobre o processo de autorização de distribuidoras podem ser obtidas no Centro de
Relações com o Consumidor da ANP, pelo telefone 0800-900-267.
1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2 - ENDEREÇO
O endereço informado deve corresponder ao constante dos documentos entregues com a Ficha Cadastral.
3 – ENDEREÇO DE CORRESPONDÊNCIA
Endereço para o qual deverão ser postadas as correspondências enviadas para a distribuidora.
Preencher esse quadro com os dados de cada sócio ou acionista que compõe o quadro societário da empresa.
Caso o quadro não seja suficiente para relatar todos os sócios ou acionistas, deve ser utilizada folha avulsa
para complementar as informações. Observações:
- o campo Part. % deve ser preenchido com a participação percentual de cada sócio ou acionista no capital da
empresa;
- o campo Ingresso deve ser preenchido com a data de ingresso de cada sócio ou acionista na empresa;
Em qualquer das hipóteses de uso (autorização ou atualização cadastral), a Ficha Cadastral deverá ser
assinada, com firma reconhecida, por um dos sócios da empresa ou por procurador que tenha poderes para
esse fim.
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ANEXO II
PREVISÃO DISTRIBUIDORAS
AN LIQUI- AMAZON NACIONA COPAGA FOGAS MINASGA ONOGAS SPGAS SERVGAS SUPER- ULTRAGAZ TOTAL
O GÁS -GAS L GAS Z S GASBRAS ANO
1997 920.809 8.276 963.782 375.991 122.548 467.345 152.362 92.019 60.576 718.676 974.616 4.857.000
1998 1.347.444 13.031 1.055.748 293.441 182.353 581.000 126.000 77.941 70.907 915.210 1.267.476 5.930.551
1999 1.347.444 13.031 1.818.000 880.325 182.353 805.000 261.888 180.032 36.000 1.225.284 1.887.972 8.637.329
2000 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 84.000 1.071.747 1.426.255 7.232.454
2001 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775
2002 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775
2003 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775
2004 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775
2005 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775
2006 1.347.444 13.031 1.436.864 586.884 182.353 693.000 261.888 128.988 117.321 1.071.747 1.426.255 7.265.775
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ANEXO III
CERTIFICADO DE REQUALIFICAÇÃO DE
Data do Certificado:
Certifico que foram inspecionados e requalificados, conforme a norma NBR 8865, recipientes
transportáveis de aço para GLP, do distribuidor e no período abaixo discriminados, permanecendo
o registro original dessa inspeção arquivado em nossa planta e à disposição da ANP ou órgão
conveniado.
Unidade:
CNPJ da unidade:
Período:
________________________ ________________________
Requalificadora Distribuidor
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ANEXO IV
QUADRO DE AVISO
As dimensões e características do quadro de aviso, de que trata o inciso XVI do art. 36 da presente
Resolução, deverão observar as seguintes especificações:
1.1 Deverá proporcionar boa visibilidade mediante o emprego de letras e símbolos de forma, tamanho e
espaçamento adequados, assegurando a percepção à distância, para leitura e rápida compreensão do seu texto,
pelo consumidor.
1.2 Deverá ter as seguintes características:
I - dimensões mínimas de 50 cm de largura por 70 cm de altura;
II - impressão eletrostática em vinil auto-adesivo, placa de polietileno de baixa densidade, chapa metálica
pintada ou qualquer outro material a critério do revendedor, desde que seja garantida a qualidade das informações
contidas no quadro;
III - cor de fundo a critério do revendedor;
IV - família tipográfica normal ou itálica, em negrito ou não, com altura e espaçamento compatíveis com as
dimensões do quadro de aviso;
V - distância mínima de 5 cm entre o texto e a borda do quadro de aviso.
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