INFORMÁTICA
Autor(a): Nicássio Couto
Assunto: S.O (LINUX)
JOSÉ HERBERT ROCHA DA GLORIA - [email protected] - IP: 189.94.10.198
SUMÁRIO
NOÇÕES DE SISTEMA OPERACIONAIS (LINUX) ......................................................................... 3
DISTRIBUIÇÕES .............................................................................................................................. 5
AMBIENTE GRÁFICO ....................................................................................................................... 7
APLICATIVOS ..................................................................................................................................10
DIRETÓRIO E ARQUIVOS ............................................................................................................. 10
MODO TEXTO/TERMINAL .............................................................................................................. 14
COMANDOS ................................................................................................................................... 16
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CONCEITOS INICIAIS:
Salve, Salve Concurseiro!
Já que encarou a missão. Vamos lá!! Bom, a ideia desse material é aproximar você da disciplina de
informática e seus conceitos, então, leia, risque desenhe, mas, aprenda a bagaça da matéria, para
gabaritar na prova.
Bons estudos!
1. NOÇÕES DE SISTEMA OPERACIONAL ( LINUX)
DO CONCEITO DE S.O.:
Programa ou conjunto de programas que responde pelo controle dos recursos do computador, como
memória, processador, espaço em disco, e demais dispositivos periféricos. O sistema operacional é a
base sobre a qual as demais aplicações são construídas.
IMPRESSORAS,
SCANNERS, MOUSE,
HARDWARE
TECLADO, MONITOR,
WEBCAM, ETC.
SISTEMA
USUÁRIO
OPERACIONAL
OFFICE, PHOTOSHOP,
INTERNET EXPLORER,
SOFTWARE
MSN, MOZZILA FIREFOX,
NERO, SKYPE, ETC.
1.1 O LINUX:
O termo Linux é usado em vários contextos com significados diferentes. A rigor, Linux é um kernel.
No entanto, em alguns contextos, Linux significa sistema operacional (não qualquer sistema
operacional, mas um que use o kernel Linux).
Sistema Operacional: é um software que serve de interface entre o computador e o usuário,
gerenciando recursos (como memória, processamento etc.).
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Kernel: é o núcleo ou cerne do sistema operacional (é a parte deste que fica mais próxima" do
hardware).
Você pode agora estar se perguntando se deve chamar apenas o kernel de Linux. Como dito
anteriormente, a rigor, Linux é o kernel. Contudo, a expressão "sistema operacional Linux" tornou-
se muito difundida. Outra pergunta pode ter surgido neste ponto: qual o nome do sistema
operacional então? Mais uma controvérsia aqui. Quando algum usuário instala o Linux", ele está
instalando o kernel e mais uma série de outros softwares (aplicativos etc.). Grande parte desses
aplicativos pertence a um projeto chamado GNU. Logo, o sistema operacional formado pelo kernel
mais utilitários e aplicativos, como defendem alguns, deveria ser chamado de GNU/Linux.
Camadas
1.2 SOFTWARE LIVRE E LICENÇA GPL
O Richard Stallman pretendia criar um sistema operacional livre e que o GNU/Linux era um exemplo
de Software Livre. A definição de Software Livre, dada pela FSF é:
Um software é considerado livre se atende às seguintes liberdades:
Executar o software com qualquer propósito (liberdade nº 0).
Estudar o funcionamento do software e adaptá-lo às suas necessidades
(liberdade nº 1).
Redistribuir (inclusive vender) cópias do software (liberdade nº 2).
Melhorar o programa e tornar as modificações públicas para que a comunidade
inteira se beneficie da melhoria (liberdade nº 3).
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Ao contrário do que as pessoas pensam, Software Livre (do inglês Free Software) não é sinônimo
de gratuito. O que ocorre é uma confusão envolvendo a palavra free “em inglês, que significa tanto
gratuito como livre. Mas o sentido que Stallman queria dar era de livre". De qualquer forma, a
maioria dos softwares livres é distribuída de forma gratuita.
Richard Stallman
Grande parte dos projetos de software livre (incluindo o GNU/Linux) é distribuída sob a GPL
(General Public License - Licença Pública Geral), que é a licença idealizada por Stallman e que se
baseia nas quatro liberdades citadas anteriormente. Com a garantia destas liberdades, a GPL
permite que os programas sejam distribuídos e reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do
autor por forma a não permitir que essa informação seja usada de uma maneira que limite as
liberdades originais. que um fiasco para a empresa e 1 ano depois foi substituído pelo Windows
XP: O Windows ME para usuários domésticos e o Windows 2000 para empresas.
2. DISTRIBUIÇÕES
Distribuições Linux (também chamadas Distribuições GNU/Linux ou simplesmente distros)
consistem em pacotes" de software baseados no kernel Linux que incluem determinados tipos de
software para satisfazer as necessidades de um grupo específico de usuários, dando assim origem
a versões domésticas, empresariais e para servidores.
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Exemplos de Distribuições Linux: Ubuntu, Debian, Slackware, Fedora, Red Hat, Arch, Gentoo,
Mandriva, openSUSE etc. Qual é a melhor distribuição é uma questão de necessidade e gosto.
Apresentamos a seguir uma breve descrição de algumas distros, para que você possa ter uma ideia
de suas principais características.
Debian
A distro Debian (ou Debian GNU/Linux) é desenvolvida pelo Projeto Debian, um grupo de
voluntários mantido por doações através da organização sem fins lucrativos Software in the Public
Interest (SPI).
Debian baseia-se fortemente no projeto GNU e tem como principais características um alto
compromisso com estabilidade e segurança bem como uma grande facilidade no que concerne `a
instalação de programas, através de um gerenciador de pacotes completo (dpkg) e sua interface
(apt), utilizados amplamente em outras distribuições. A ´ultima versão estável desta distro é 5.0.
Red Hat Entreprise Linux
Red Hat Enterprise Linux é uma distro criada pela empresa norte-americana Red Hat. O foco desta
distribuição é o mercado corporativo, incluindo versões para servidores e para desktops.
O Red Hat Enterprise Linux não possui um ciclo de lançamentos fixo.
Slackware
Simplicidade e estabilidade são duas características marcantes nesta distribuição. Muito comum
em servidores, procura ser uma distribuição leve", praticamente sem enfeites e rápida, muito
apreciada por usuários mais experientes.
Ubuntu
Ubuntu é uma distro GNU/Linux baseada na distro Debian e é patrocinada pela Canonical.
A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema operacional que qualquer pessoa possa utilizar sem
dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas (a
palavra Ubuntu é de origem africana e significa humanidade para os outros").
Essa distro oferece um ambiente atualizado e estável, focado na usabilidade e na facilidade de sua
instalação. A cada seis meses, uma nova versão da distro é lançada, a versão Ubuntu 10.4, por
exemplo, os n´úmeros 10 e 4 são, respectivamente, o ano e o mês do lançamento da versão.
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3. AMBIENTE GRÁFICO
No Linux (como UNIX, em geral), o sistema operacional é independente da GUI (Graphical User
Interface - Interface Gráfica do Usuário, ou simplesmente, interface gráfica). Existem várias
vantagens que essa abordagem proporciona: permite que o usuário escolha a interface de sua
preferência; além disso, se a interface gráfica falha, o sistema continua funcionando. Para alguns,
pode ser um pouco estranho falar em sistema sem interface gráfica. Contudo, não é somente
através do modo gráfico que o usuário consegue interagir com o sistema, é possível fazê-lo através
de uma outra maneira - usando o modo texto.
X Window System
X Window System (ou simplesmente X11 ou X) é o toolkit e protocolo padrão para interface gráfica
em plataformas UNIX e similares (como o Linux). Ele não ´e uma interface gráfica completa: apenas
define como os objetos básicos devem ser desenhados e manipulados na tela. O X pode ser
executado em m´máquinas locais ou remotamente, através de uma rede.
Ambientes Desktop
O X é a base para a interface gráfica no GNU/Linux, mas não inclui nenhuma definição sobre a
aparência das janelas. O controle da aparência ´e feito por outro programa, chamado gerenciador
de janelas (window manager). Exemplos de gerenciadores de janelas são o FVWM, FluxBox, Xfce,
GNOME e KDE. Estes dois últimos transcendem o conceito de gerenciador de janelas e são
ambientes desktop (desktop environment), ou seja, propõem-se a oferecer uma interface mais
completa para o sistema operacional, incluindo utilitários integrados e aplicações.
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Desempenhando tarefas
A proposta da interface gráfica é o uso intuitivo. Apesar disso, mostramos a seguir como
desempenhar algumas tarefas simples e corriqueiras, apenas para efeito ilustrativo. A interface
usada é o GNOME (Ubuntu 9.10).
Acessando a internet
No Ubuntu 9.10, o navegador Firefox já vem instalado e já existe um atalho para acessá-lo:
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Editando um documento num processador de texto
A maioria dos leitores deve estar acostumada a usar o Microsoft Word (do pacote Office) para editar
arquivos de texto com formatação. No Ubuntu 9.10, já vem instalado o pacote do OpenOffice.org,
que possui formatos próprios de arquivos mas que também consegue abrir arquivos .doc".
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4. APLICATIVOS
Basicamente, para qualquer programa que você utilizava no Windows, existe uma alternativa no
GNU/Linux. A tabela abaixo propõe-se a oferecer algumas destas alternativas.
5. DIRETÓRIOS E ARQUIVOS
Muitos usuários têm dificuldades com o GNU/Linux porque não têm uma visão geral sobre o que
está guardado em que local. Vamos ver um pouco da organização dos arquivos do GNU/Linux.
Visão geral da organização dos arquivos no Linux
Grosso modo, pode-se dizer que, no Linux, tudo é arquivo. Se há algo que não seja um arquivo,
então este algo é um processo. No GNU/Linux (como no UNIX), não há diferença entre arquivo e
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diretório, uma vez que um diretório é apenas um arquivo contendo nomes de outros arquivos.
Imagens, musicas, textos, programas, serviços e assim por diante são todos arquivos. Dispositivos
de entrada e saída, e geralmente, todos os dispositivos, são considerados como arquivos.
Todos estes arquivos estão organizados de acordo com uma hierarquia, isto é, há critérios que
preveem os principais diretórios e seu conteúdo. Estes critérios são definidos por um padrão, o
FHS (Filesystem Hierarchy Standard). No topo da hierarquia de arquivos fica o chamado diretório
raiz (ou, mais apropriadamente, diretório root), pois a estrutura de diretórios é chamada também de
Arvore de Diretórios".
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Diretório root
Este é o diretório principal do sistema. Dentro dele estão todos os diretórios do sistema. O diretório
root é representado por uma barra (/).
/bin
Contém comandos e programas essenciais para todos os usuários (alguns desses comandos
serão tratados nas próximas páginas).
/boot
Contém arquivos necessários para a inicialização do sistema.
/dev
Dispositivos: o /dev contém referências para todos os dispositivos, os quais são representados
como arquivos com propriedades especiais.
/etc
Contém arquivos de configuração.
/home
Contém os diretórios dos usuários.
/lib
Contém bibliotecas (que são subprogramas ou códigos auxiliares utilizados por programas)
essenciais para o funcionamento do Linux, e também os módulos do kernel.
/media
Este diretório contém subdiretórios que são usados como pontos de montagem para mídias
removíveis, como disquetes, cdroms, pen drives etc.
/root
Diretório \home" do super. usuário (usuário root). Não confundir com o diretório root, o /. O diretório
/root contém os arquivos do usuário root. O diretório / é o topo da hierarquia de arquivos.
Atenção: Usuário root: E o administrador do sistema, possui acesso a todos os
comandos e arquivos.
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/tmp
Para arquivos temporários.
/usr
Contém programas, bibliotecas etc.
/usr/bin
É onde ficam os binários de programas não-essenciais (os essenciais ficam no /bin).
/usr/src
Código-fonte.
/var
Contém arquivos variáveis", como logs, base de dados.
/var/log
Como o próprio nome diz, possui arquivos de log. Arquivo de log: E um arquivo que armazena
registros de eventos relevantes de um programa ou do sistema.
/var/run
Contém informação sobre a execução do sistema desde a sua última inicialização. Existem outros
diretórios previstos no padrão, mas, por enquanto, estes já são suficientes computador,
Permissões de acesso
O Linux foi desenvolvido para ser um sistema multiusuário. Isto significa que vários usuários podem
ter configurações personalizadas, independentes das dos demais usuários, bem como diferentes
usuários podem executar tarefas ao mesmo tempo numa mesma m´máquina. Assim sendo, cada
usuário pode querer negar ou permitir o acesso a determinado arquivo ou diretório. Por isso,
existem as chamadas permissões de acesso do Linux: para impedir o acesso indevido de outros
usuários ou mesmo de programas mal intencionados a arquivos e diretórios.
Donos, grupos, outros
No Linux, para cada arquivo são definidas permissões para três tipos de usuários: o dono do
arquivo, um grupo de usuários e os demais usuários (que não são nem o dono, nem pertencem ao
grupo).
Dono: O dono do arquivo é o usuário que criou o mesmo. Somente o dono e o usuário root podem
mudar as permissões para um arquivo ou diretório.
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Grupo: E um conjunto de usuários. Grupos foram criados para permitir que vários usuários
tivessem acesso a um mesmo arquivo.
Outros: Como dito anteriormente, são os usuários que não se encaixam nos tipos de usuários
supracitados.
Tipos de permissões
Os três tipos básicos de permissão para arquivos e diretórios são:
r (read): permissão de leitura para arquivos. Caso seja um diretório, permite listar seu
conteúdo.
w (write): permissão de escrita para arquivos. Caso seja um diretório, permite a gravação
de arquivos ou outros diretórios dentro dele. Para que um arquivo/diretório possa ser
apagado, é necessário o acesso à escrita (gravação).
x (execute): permite executar um arquivo. Caso seja um diretório, permite que seja
acessado através do comando cd (você verá este comando também) equivale a entrar no
diretório).
6. MODO TEXTO TERMINAL
E importante para um usuário do GNU/Linux aprender a trabalhar no modo texto por vários motivos:
otimiza várias tarefas, existem alguns programas que rodam somente no modo texto e também
porque o modo gráfico consome mais recursos. Você deve estar se perguntando agora como ´e
que se faz para usar o GNU/Linux em modo texto. Na verdade, existem duas formas.
Você pode acessar um terminal \puro", pressionando as teclas \Ctrl+Alt+F1" (substituir o F1 por F2,
de F3 até F6 também funciona na maior parte das distros) e depois voltar ao modo gráfico
pressionando \Alt+F7" (funciona para a maioria das distros).
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Uma tela de login do modo texto geralmente mostra alguma informação sobre a máquina na qual
você está trabalhando, o nome da m´aquina e um prompt para login. Para logar-se, digite o nome
de usuário e tecle Enter. Agora voc^e dever´a digitar sua senha e teclar Enter novamente. O usuário
não verá nenhuma indicação de que está digitando a senha (não aparecerão asteriscos nem nada
do gênero, por motivos de segurança), mas isso ´e normal no GNU/Linux
A segunda forma é usar um ”emulador de terminal", isto é, dentro do modo gráfico, abre-se um
programa que funciona como linha de comando. Para fazer isso no ambiente GNOME, vá em
Aplicativos > Acessórios > Terminal.
Shell
De qualquer uma das duas formas, o que você verá rodando (após logar-se ou acessar o Terminal)
é um programa chamado shell, que ´e um interpretador de comandos.
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BASH
O BASH (Bourne Again Shell) é o shell desenvolvido para o projeto GNU, da Free Software
Foundation, que se tornou padrão nas várias distribuições Linux (incluindo Ubuntu).
7. COMANDOS
Nesta seção, examinaremos alguns comandos simples do BASH.
Linux Windows Função
É CD CD Navegar entre pastas (diretórios)
LS DIR Listar arquivos
MKDIR MD Cria uma pasta (diretório)
RMDIR RD Remove uma pasta (diretório) vazio
CP COPY Cópia de arquivos e pastas (diretórios)
MV MOVE Move arquivos e pastas (diretórios)
RM DEL Deleta arquivos e pastas (diretórios)
importante lembrar que a linha de comando ´e ´ case sensitive, isto é, diferencia letras
maiúsculas de minúsculas. Portanto, “echo" ´e diferente de “Echo", que são diferentes de
“ECHO". Isso tambémvale para nomes de diretórios e arquivos.
Os comandos são, em geral, em letras minúsculas. Muitos deles aceitam argumentos. Os
argumentos que começam com um (ou dois) \-" são opções.
comando -opção1 -opção2 --opção3 argumento
Quando os argumentos forem arquivos ou diretórios, tanto o caminho absoluto como o
relativo poderão ser usados.
Outro ponto importante é que você pode digitar os comandos e nomes de arquivos ou
diretórios pela metade e depois pressionar “Tab". O shell tentará completar" o que falta para
você. Se houvermais de uma opção para completar o que foi digitado, as alternativas
possíveis serão mostradas. Este é um recurso que facilita muito o uso da linha de comando.
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