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A Sétima Trombeta e o Reino de Deus

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A IGREJA QUE AINDA NÃO DEU CONTA DO SOAR DA SÉTIMA TROMBETA

Mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á,
então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas. Apocalipse 10:7.

E o sétimo anjo soou; e levantaram-se vozes altas no céu, dizendo: “E tocou o sétimo anjo a
sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso
Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. E os vinte e quatro anciãos, que
estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a
Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, porque tens
tomado o teu grande poder, e começaste a reinar. Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua
ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os
profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres
os que destroem a terra. Abriu-se o santuário de Deus que está no céu, e no seu santuário foi vista a
arca do seu pacto; e houve relâmpagos, vozes e trovões, e terremoto e grande saraivada.”
Apocalipse 11: 15-19.

Aqui na visão de João temos o filho do homem vindo na glória do pai com anjos e trazendo
a recompensa a todos pelo que fizeram: Tanto trazendo recompensa pelos santos, como destruição a
os apóstatas. Diz o texto que João viu o céu aberto e o verdadeiro templo revelado. E dentro do
templo ele viu a Arca da Aliança. A arca era o paládio de guerra de Deus, era comum na guerra ela
ser levada para a batalha e que levava os inimigos de Israel ao pânico. No livro de Números
encontramos uma passagem que ilustra bem isso em que Moisés marcha com Israel em direção a
Cades-Barnéia dizendo: “Levanta-te, ó SENHOR! Que seus inimigos sejam dispersos; que vossos
inimigos fujam diante de ti.” Números 10: 35-36.

A arca precedia os guerreiros para a batalha. A visão de João em Apocalipse 11 sinaliza que
uma batalha estava prestes a acontecer. O restante da revelação dada a João mostra que aquela
batalha estava vindo contra Jerusalém o qual se tornou notório na sua queda em 70 d.C.

Este foi o desfeche da sétima trombeta. Infelizmente a igreja de Cristo entendeu tudo
errado. Ela vive desnorteada em uma penosa espera que não tem fim onde os tempos em que ela
tem perdido desfrutando do reino já estabelecido, fica aguardando o tão sonhado e desejado dia
chegar...” o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de Deus dá recompensa aos seus servos,
os profetas, e aos santos, e aos que temem o seu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de
destruíres os que destroem a terra.” A igreja de Jesus não compreende que se a trombeta já tocou, o
tempo do fim acabou! Não haverá mais.

O mistério de Deus foi revelado ao soprar da sétima trombeta o mistério de que todos seriam
acolhidos no reino de Deus sem divisão entre judeus e gentios, sem divisão entre macho e fêmea já
se revelou. Cristo de fato governa agora e para sempre como Rei dos reis e Senhor dos
senhores. Negar seu reino é negar nossa salvação e nossa aceitação em seu reino. Se ele não veio
uma segunda vez com seus anjos na glória então a sétima trombeta não soou e o mistério de Deus
não foi cumprido. E se o mistério de Deus não foi cumprido, nós que somos de origem gentílica
ainda somos como os cães fora do templo. Negar o seu reinado é negar o cumprimento do novo
pacto e ser obrigado a guardar os rudimentos do antigo sistema de aliança com o seu templo feito
por mãos humanas e acolher os sacrifícios regulares feitos por um sumo sacerdote humano.

Igreja de Cristo! Lavada e remida! Escolhida e eleita antes da fundação do mundo. Pare com
essa fantasiosa hermenêutica que nega o Cristo que venceu! Pare de viver defendendo confissões de
fé institucionais cujo mérito é puramente denominacional e religioso não emanada nas escrituras!
Chega de viver rendida aos caprichos de canções, hinários e hinos que clamam a vinda de Jesus e o
seu reino assim como as assombrosas rezas que fazem vans repetições de Mateus 6:10, venha o teu
reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; Mateus 6:10.

Liberte-se das amarras da ignorância e viva no pleno gozo do Senhor que morreu para te dar
vida juntamente com Ele! Viva a fé da Igreja de uma Escatologia Consuma, de Jesus Cristo que
veio em Glória e Reina pelos séculos dos séculos.

“O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos
dos séculos. Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, porque tens tomado
o teu grande poder, e começaste a reinar.” Amém!

A COMPREENSÃO DA LINGUAGEM APOCALÍPTICA DO ANTIGO TESTAMENTO


DE II PEDRO 3:10-13

(Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso
estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão
atingidas. Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem
em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do
qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém,
segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. 2 Pedro 3:10-
13).

Para muitos, a arte e a habilidade de empregar a linguagem apocalíptica (símbolos e sinais)


usada no Antigo Testamento é uma arte perdida. Por esta razão, muitas passagens do Novo
Testamento parecem obscuras e quase impossível de entender. Isso é verdade em passagens como 2
Pedro 3:10-13, que discutem o fim do céu e da terra. Os profetas do V.T eram mestres na criação de
suspenses, especialmente em seus ensinamentos sobre dias de condenações. Alguns exemplos são
encontrados nos livros de Isaías, Oséias, Joel, Ageu e Sofonias.

Encontramos nesses livros um rico gênero de linguagem figurada que os apóstolos e mestres
do Novo Testamento usam em suas Mensagens. Portanto, temos um sistema real para entender e
desvendar o significado de certos textos.

Um sinal ou símbolo muitas vezes aponta para algo diferente de si mesmo. Assim, quando
empregado para falar sobre A destruição do céu e da terra, os profetas têm outra coisa em vista além
de incendiar com fogo o planeta.

Por exemplo, Isaías 13 é um capítulo que descreve a queda da antiga Babilônia pelos Medo-
Persa no século VI a.C. Essas profecias do "dia do Senhor" (Isaías 13:9. Eis que vem o Dia do
Senhor, dia cruel, com ira e ardente furor, para converter a terra em assolação e dela destruir os
pecadores.) que expressam a queda das nações são muitas vezes referidas pelos profetas como
"Sentença". Veja o Isaías 13:1. Sentença que, numa visão, recebeu Isaías, filho de Amoz, contra a
Babilônia, onde Isaías estabelece o contexto Como uma sentença "Contra Babilônia". Nesta
profecia Deus traz "um exército" de um "país distante"(Os Persas) como as "armas de sua
indignação" para destruir toda a terra, (Babilônia - Isaías 13:5. Já vêm de um país remoto, desde a
extremidade do céu, o Senhor e os instrumentos da sua indignação, para destruir toda a terra .)
Observe que isto é chamado de o dia do Senhor. Nestas palavras Isaías descreve um dos muitos
juízos nacionais usados em toda a Bíblia. Seu significado é o mesmo no Novo Testamento!
Passagens como essa de Isaías 13 nunca estavam descrevendo um cataclisma extinção universal do
globo terrestre não! É um erro colossal apresentada na interpretação bíblica moderna.
A linguagem poética usada para descrever a queda de uma nação é a de estrelas caindo, o
escurecimento das luminárias celestiais, e o sacudir dos céus e da terra. Este é uma linguagem
profética comum a descrição da queda dos governantes de suas nações.

"Eis que vem o dia do Senhor, dia cruel, com ira e ira ferozes, para fazer a terra desolada; E
ele destruirá dela os pecadores. Pois as estrelas do céu e suas constelações não dará a sua luz; O sol
será escurecido e a lua não dará sua luz. Castigarei o mundo pelo seu mal ... Por isso, vou abalar os
céus e a terra mover-se-á fora de seu lugar ... (Isaías 13: 9-13)

Outros exemplos desta linguagem são encontrados em Isaías capítulos 24, (a destruição de
Israel), e no Capítulo 34 (destruição de Edom). No Novo Testamento, a linguagem se refere Queda
de Jerusalém em 70 d.C. Ver Mateus 24:29. Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol
escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus
serão abalados, Hebreus 12: 26-27, aquele, cuja voz abalou, então, a terra; agora, porém, ele
promete, dizendo: Ainda uma vez por todas, farei abalar não só a terra, mas também o céu. Ora, esta
palavra: Ainda uma vez por todas significa a remoção dessas coisas abaladas, como tinham sido
feitas, para que as coisas que não são abaladas permaneçam , 2 Pedro 3:10-13. Virá, entretanto,
como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se
desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas
essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e
piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados,
serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa,
esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.

Tomar uma interpretação literal a estas passagens criou um frenesi insaciável do mundo
destrutivo, fazendo com que teólogos e estudantes da Bíblia anelem por encontrar uma resposta
para essas passagens apocalíptica referencias exclusivas a queda de Jerusalém já ocorrida em 70
d.C.
"Essa é uma das gloriosas importâncias de se entender a Escatologia consumada! É ter uma
mente esclarecida e liberta das manipulações humanas a questões apocalíptica. É sentir descanso
nas escrituras e não medo e espanto ou sentir complicações nas sagradas letras. Consentimos que há
certos assuntos difíceis de entender mais não impossíveis de discernir. Seja desafiado e examinar as
escrituras antes de sair por ai dizendo amém a todo tipo de informação que aluda um pseudo fim de
todas as coisas criada por Deus o qual Ele mesmo disse que era bom.

CRONOLOGIA PRETERISTA DA GRANDE TRIBULAÇÃO.

Existem paralelos surpreendentes entre os escritos de Daniel, João e Mateus com respeito à
Grande Tribulação e os eventos que a rodeiam. Quando apresentados em um gráfico, parece claro
que eles estão falando sobre as mesmas coisas. Quando combinado com as muitas declarações
relacionadas ao tempo em cada um, torna-se evidente que esses eventos estavam prestes a ocorrer
no tempo dos discípulos e não 2.020 anos depois. Considere o seguinte: O Livro Selado -
Coincidência? Partindo das palavras de Jesus no Discurso Apocalíptico (Mateus capitulo 24, Lucas
capitulo 21 e Marcos capitulo 13), podemos ver que os eventos mencionados se referem aos
mesmos eventos de Daniel. Uma vez que tenhamos cuidadosamente estabelecido a ordem desses
eventos no Discurso de Apocalíptico, também podemos ver que eles muito estão em paralelo as
palavras de Jesus em Apocalipse 6. O que é interessante é que no final de Daniel, onde ele pergunta
sobre a Grande Tribulação Dan. 12: 1,6 Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o
defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve
nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado
inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e
outros para vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do
firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente. Tu,
porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o
saber se multiplicará. Então, eu, Daniel, olhei, e eis que estavam em pé outros dois, um, de um lado
do rio, o outro, do outro lado. Um deles disse ao homem vestido de linho, que estava sobre as águas
do rio: Quando se cumprirão estas maravilhas? Ele é contado para selar seu livro (Daniel 12: 4. Tu,
porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o
saber se multiplicará. Daniel 12:9 Ele respondeu: Vai, Daniel, porque estas palavras estão
encerradas e seladas até ao tempo do fim.), porque diz respeito a eventos no tempo do fim. Note que
em Apocalipse 6 temos um desprendimento de um rolo! Poderia ser este o mesmo pergaminho
selado nos dias de Daniel? Agora, se Daniel estava escrevendo sobre a Grande Tribulação (durante
o tempo do fim), e Jesus os identifica com os eventos do Discurso apocalíptico (no final dos
tempos) em paralelos com os dizeres do Livro de Apocalipse 6 - eles não devem está se referindo a
mesma história? Como vemos; sim! Eles fazem.

Em breve.

Se estas coisas são assim, o que significa quando João é dito essas coisas estão prestes a
acontecer (Apóc. 1: 1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as
coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao
seu servo João, e Apocalipse 22:10. Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro,
porque o tempo está próximo). Note-se que João é censurado polo anjo no versículo 22 que ele
NÃO deveria selar o livro (pois o tempo estava próximo). Este é exatamente o oposto da
admoestação de Daniel para selar seu livro (para o tempo era aparentemente ainda longe no
futuro). Considere isto: João escreveu Apocalipse no século I d.C. Se Daniel escreveu por volta de
550 a.C (quando "o fim" ainda estava longe), e João escreveu sobre os mesmos eventos menos de
600 anos depois de Daniel (quando "o tempo" estava Perto), como poderíamos ainda estar
procurando um cumprimento para Daniel 2020 anos mais tarde?

O Fim - de quê?

Daniel foi especificamente dito que "o fim" viria quando o "poder do povo santo [os
judeus]" fosse quebrado (Dan 12:7 Ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do
rio, quando levantou a mão direita e a esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente,
que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. E, quando se acabar a
destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão ). O poder dos judeus foi
quebrado em 70 d.C. Na destruição do templo e da cidade de Jerusalém. E foi esta própria
destruição de que Jesus estava falando no Discurso apocalíptico em (Mateus 23:38. Eis que a vossa
casa vos ficará deserta, e Mateus 24:4. E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane).

Mateus registra que Jesus disse que o fim viria depois que o Evangelho tivesse sido pregado
em todo o mundo. Parece que isso não poderia ter acontecido em 70 d.C. Mas, como Paulo mostra
em Colossenses 1:5,6, 23, por causa da esperança que vos está preservada nos céus, da qual antes
ouvistes pela palavra da verdade do evangelho, que chegou até vós; como também, em todo o
mundo, está produzindo fruto e crescendo, tal acontece entre vós, desde o dia em que ouvistes e
entendestes a graça de Deus na verdade; v23 se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não
vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura
debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro. E Romanos 10:18. Mas pergunto:
Porventura, não ouviram? Sim, por certo: Por toda a terra se fez ouvir a sua voz, e as suas palavras,
até aos confins do mundo, de fato ele tinha sido sim pregado no mundo inteiro (“o mundo" era
sinônimo do Império Romano - ver Atos 11:28, ...e, apresentando-se um deles, chamado Ágabo,
dava a entender, pelo Espírito, que estava para vir grande fome por todo o mundo, a qual sobreveio
nos dias de Cláudio, Atos 17:6. Porém, não os encontrando, arrastaram Jasom e alguns irmãos
perante as autoridades, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui).

"O Fim" era o fim da Velha Aliança. Os "tempos finais" (ou "últimos dias") foram o período
de transição que durou cerca de 40 anos, começando desde o tempo de Cristo e estendendo a uma
geração (Mateus 24:34. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto
aconteça.) até 70 d.C Assim como a Antiga Aliança foi estabelecida após um 40 anos tempo de
transição (do Egito para a Terra Prometida), assim foi a nova aliança criado em uma transição de 40
anos do Egito espiritual (1 Coríntios 10: 1-6 Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais
estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido todos batizados, assim na
nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual e
beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra
era Cristo. Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no
deserto. Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas
más, como eles cobiçaram; Gálatas 4:21-31. Dizei-me vós, os que quereis estar sob a lei: acaso, não
ouvis a lei? Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre.
Mas o da escrava nasceu segundo a carne; o da livre, mediante a promessa. Estas coisas são
alegóricas; porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que
gera para escravidão; esta é Agar. Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à Jerusalém
atual, que está em escravidão com seus filhos. Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa
mãe; porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não dás à luz, exulta e clama, tu que não estás de
parto; porque são mais numerosos os filhos da abandonada que os da que tem marido. Vós, porém,
irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque. Como, porém, outrora, o que nascera segundo a carne
perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim também agora. Contudo, que diz a Escritura?
Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho
da livre. E, assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre ; Hebreus 4:9. Portanto, resta
um repouso para o povo de Deus ; Apocalipse 11:8 e o seu cadáver ficará estirado na praça da
grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi
crucificado. e Apocalipse 11:19. Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi
vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e
grande saraivada).

Conclusão.

Se estas coisas são assim como comprovamos, Daniel, João e Jesus estão se referindo à
destruição de Jerusalém em 70 d.C em relação à Grande Tribulação e ao Dia do Senhor, que os
judeus incorreram quando rejeitaram o Messias (Mt 23,36-39). Logo fica óbvio que a Grande
Tribulação já passou! Engraçado é que o livro de Daniel é o 27º livro do velho testamento, enquanto
Apocalipse é o 27º livro do novo testamento.

A INCREDULIDADE JUDAICA DA IGREJA DE CRISTO SOBRE O CUMPRIMENTO


PROFÉTICO.

“Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para
isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da
verdade ouve a minha voz.” João 18:37. A vinda do Senhor Jesus, o nascimento do Emanuel em
cumprimento profético a respeito do messias e Rei dos Judeus foi marcado pela incredulidade de
seu próprio povo. Jesus foi profetizado por diversos profetas no Antigo Testamento com detalhes
impressionantes.

Foi dito que o Messias viria de uma virgem: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal:
eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.” (Isaías 7. 14). Até o local
de seu nascimento foi detalhado: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de
milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos
antigos, desde os dias da eternidade.” (Miqueias 5. 2). E também o texto claríssimo de Isaías 53. 1 -
12. Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo
como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura;
olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado e o mais rejeitado entre
os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem
o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas
enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e
oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o
castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós
andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair
sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como
cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu
a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi
cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-
lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça,
nem dolo algum se achou em sua boca. Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar;
quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus
dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos. Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua
alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque
as iniquidades deles levará sobre si. Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os
poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os
transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu, (uns
600 anos antes de Cristo) mostra de forma impressionante o Messias Jesus Cristo.

Os judeus da época viviam em grande expectativa que o messias fosse um estadista e grande
homem de guerra que os livrariam da opressão romana e seus aliados. Achavam que o messias seria
um Rei tipo Davi! Porém não foi como eles pensavam.

Jesus nasce como filho de um carpinteiro, sem nenhuma riqueza ou poder político. Não era o
Messias que eles queriam. Com relação a isso a Bíblia também nos revela: “Veio para o que era seu,
e os seus não o receberam.” João 1:11.

Jesus pregava misericórdia, amor, compaixão e não incitava a ninguém uma possível
rebelião contra os romanos. Eles o viam como um “Zé ninguém” mesmo em meios às curas
milagrosas que Ele realizava ao longo de seu ministério: “Não é este o filho do carpinteiro? Não se
chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as
suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse:
Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua casa.” (Mateus 13. 55-57) Logo fica claro que
os judeus não aceitam a Jesus Cristo porque preferem olhar para a sua própria vontade e não para a
vontade de Deus. As evidências são plenas de que Jesus é o Messias prometido por Deus.
Infelizmente até hoje existem Judeus que não veem Jesus como o Messias prometido. Ainda
aguardam um Messias que não virá, pois já veio.

Muito bem, o senário do escarnio de Jesus como o messias pelos judeus se deu e se dá pelo
fato de sua incredulidade! Pois por mais que as escrituras nos deem subsídios inequívocos que Jesus
foi o messias predito pelos profetas. Assim é nos dias de hoje quanto à igreja (A Israel de Deus) está
totalmente incrédula quanto a Parusia e o tempo de o fim já terem ocorrido na história. Inúmeras
passagens levam-nos a entender a questão do tempo de forma absoluta na bíblia: "Quando,
porém, vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não
acabareis de percorrer as cidades de Israel antes que venha o Filho do homem." Mateus 10:23.
Quando Jesus voltará?

Resposta: No tempo em que os seus discípulos estivessem anunciando o evangelho em


Israel.

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga; qual
discípulo entre os doze (Mateus 10:1-6. Tendo chamado os seus doze discípulos, deu-lhes Jesus
autoridade sobre espíritos imundos para os expelir e para curar toda sorte de doenças e
enfermidades. Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro,
e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e
Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi
quem o traiu. A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes instruções: Não tomeis rumo aos
gentios, nem entreis em cidade de samaritanos; mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da
casa de Israel) ainda vive anunciando o evangelho em Israel?

"Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então
retribuirá a cada um segundo as suas obras. Em verdade vos digo, alguns dos que aqui estão de
modo nenhum provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino." Mateus 16:27-
28.
Quando Jesus voltará?

Resposta: Em um momento da história em que alguns do que ouviram essa declaração não
teria ainda morrido!

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: Quem
daqueles que ali se encontraram, que ainda está vivo hoje, para que veja o Senhor vindo no juízo
final distribuindo a cada um segundo as suas obras e de posse de seu Reino?

"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão,
e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os
seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro
ventos, de uma à outra extremidade dos céus. Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já
o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando
virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas. Em verdade vos digo que
não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram". Mateus 24:30-34.

Quando Jesus voltará?

Resposta: Antes de findar sua geração!

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: A
geração referida no texto acima é verdadeiramente a do século XXI?

"Respondeu-lhe Jesus: Se eu quiser que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso?
Segue-me tu." João 21:22.

Quando Jesus voltará?

Resposta: No período em que o discípulo amado (João) ainda estivesse vivo!


Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: João (O
discípulo amado) está vivo ainda?

"Jesus, porém, guardava silêncio. E o sumo sacerdote disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo
que nos digas se tu és o Cristo, o Filho do Deus. Respondeu-lhe Jesus: É como disseste;
contudo vos digo que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre
as nuvens do céu." Mateus 26:63-64.

Quando Jesus voltará?

Resposta: No período em que as autoridades do sinédrio do tempo da crucificação de Cristo


estivessem vivas!

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: Onde
podemos encontrar um componente do sinédrio do tempo da crucificação de Jesus?

Jesus enfaticamente disse aos Seus discípulos que Ele voltaria dentro de sua geração.

Então pergunte a si mesmo. Será que Jesus mentiu? Jesus era errado? Será que Jesus se
contradisse, errou em suas predições? Se Ele não voltou quando ele disse que faria na vida de Seus
discípulos, então ele mentiu! O que significaria dizer que Ele não poderia ser o Filho de Deus! O
seu Salvador!

Por maiores que sejam as evidencias de tudo já ter se consumido, não é de admirar que a
igreja (corpo de Cristo) esteja equivocada?

Logo fica claro que a igreja de Cristo não aceita o fato de as profecias terem se cumprido em
70 d. C, porque preferem olhar para a sua própria vontade e não para a vontade de Deus. As
evidências são plenas de que Jesus já veio nas nuvens do céu e reina soberanamente hoje.
Infelizmente até hoje existem cristãos que não acredita nisso! Ainda aguardam a vinda de Cristo
que não virá, pois já veio! É pura incredulidade!

Enquanto a Igreja de Cristo não entender que tudo aconteceu na invasão romana sobre
Jerusalém em 70 d.C, pois só essa data corresponde os textos acima citado quanto ao tempo da
vinda de Jesus, ela (A Igreja) viverá em uma expectativa absolutamente frustrada do fim do mundo
e do Juízo final! Muitos dizem; “Mas como estamos vivendo novos céus e nova terra se ainda
sofremos”? Veja! Será que temos que desconsiderar uma verdade objetiva sobre a segunda vinda já
consumada pelo fato da minha não aceitação? Será que minha incredulidade deva está acima da
suficiência das escrituras? Veja mais um texto bem definido sobre a questão onde tudo se cumpriu:

“Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua
desolação. Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da
cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se
cumpram todas as coisas que estão escritas.” Lucas 21:20-22.

Veja! TODAS AS COISAS QUE ESTÃO ESCRITAS SE CUMPRIRAM


QUANDO? Quando Jerusalém foi desolada pelos romanos em 70 d.C! O reino espiritual foi
implantado! Os sofrimentos não tem poder quanto a obra de Cristo em nós! Nessa nova aliança
somos; Abençoados, Redimidos, Justificados, estamos assentados em lugares celestiais com Cristo!
Não passaremos mais pela morte pois ela foi destruída! Somos reinos e sacerdotes para sempre!
Quem nos separará de Cristo? Os sofrimentos? Perigo? Fome? Crise?
O Problema é a incredulidade que não deixa que a grande maioria não enxergue as coisas
espiritualmente! Elas vivem por fé naquilo que se vê e não por fé por aquilo que somos em Cristo.

Logo, precisamos ser mais crentes se verdadeiramente a Bíblia tem razão. Faça um exame
mais detalhado dessas questões e desfrute do descanso de Deus pra tua alma, Se você acha um
absurdo que Judeus ainda hoje não tenha percebido que o messias já veio, deveria olhar pra si
mesmo se você ainda vive no aguardo de alguma cumprimento profético.

E LOGO DEPOIS DOS MIL ANOS, SATANÁS SERÁ SOLTO DA SUA PRISÃO!

"E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua
mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E
lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até
que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo." Apocalipse
20:1-3.

Um dos inusitados paradigmas da Bíblia é a questão de satanás.

Uns dizem que se refere ao sistema Judaizante da época apostólica, a lei de Moisés, outros
se refere a um rebelde anjo de luz e ainda outros que dizem se referir ao pecado! Nesse estudo irei
então identificar quem realmente o texto se refere como satanás que teria sido preso e logo depois
seria solto.

Vamos à questão. A palavra ‫ן‬ ‫( ָש ָט‬significando [adversário]) assim como o árabe ‫الشيطان‬
(shaitan), derivam da raiz semítica šṭn, significando ser hostil. O utiliza a palavra ‫ָן‬‫ ָשט‬para se
referir a adversários ou opositores no sentido geral assim como opositores espirituais.

1º) Ponto da questão de Apocalipse 20 é que o ADVERSÁRIO foi preso. Essa prisão foi
efetuada na morte de Cruz do Senhor Jesus conforme registrado em Hebreus 2:14. Visto, pois, que
os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou,
para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo.

2º) Ponto da questão é que esse ADVERSÁRIO é claramente identificado como sendo o
diabo. Obviamente o diabo não tem nada a ver com o sistema legalista judaico ou tão menos com o
pecado como os universalistas insistem em querer provar.

A palavra “diabolôs” quer dizer ACUSADOR, porém quem seja esse acusador é que tem
levado a questão a intermináveis debates!

Logo o paradigma da questão é quem é o adversário ou o acusador de Apocalipse 20!

Não há comprovação absoluta que seja a lei de Moisés, o pecado ou mesmo o sistema
religioso Judaico, por incoerência a palavra “daimõn” que está justamente associada a esse acusador
e adversário aprisionado na cruz.

Na cruz o acusador. O acusador ficou inoperante (kartageõ em Hebreus 2:14. Visto, pois,
que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou,
para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo ,) até a invasão
Romana o qual distingue o período simbólico de mil anos.
Se ele estava em inoperância não pode ser a lei mosaica, o pecado e nem mesmo o sistema
religioso judaico, pois esses estavam em pleno vigor mesmo depois da cruz!

Observe que quem se encontrava inoperante era o diabo e seus anjos:

“E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação,
reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;” Judas 6.

“Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno,
os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;” II Pedro 2:4.

O adversário só volta a operar quando se completam os mil anos! “E, acabando-se os mil
anos, Satanás será solto da sua prisão,” Apocalipse 20:7.

Quando ele volta a operar, já é no período da grande tribulação! Ele não estava em ação em
tempo nenhum antes disso ao contrário das objeções apresentadas em favor de decifrar quem seja o
tal adversário.

Ele sai com a intensão de ENGANAR AS NAÇÕES! Segundo consta Apocalipse 20:8 “e
sairá a enganar as nações que estão nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, reuni-los para a
batalha: o número delas é como a areia do mar.”

Esse momento é uma descrição clara da Apostasia! Um período em que a igreja sofreria
como sinal da vinda do Senhor e o fim do aion! Compare isso com: Mateus 24:24, porque surgirão
falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os
próprios eleitos./ I Timóteo 4:1-2 Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos,
alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela
hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência , /I João 2:18.
Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos
anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora. 1 João 2:26. Isto que vos acabo
de escrever é acerca dos que vos procuram enganar.

Em seguida esse Adversário foi julgado e sentenciado para sempre quando Jerusalém é
devastada junto com o templo. Observe como o julgamento de satanás está em curso quando a
cidade dos santos é destruída e o templo queimado “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago
de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para
todo o sempre.” Apocalipse 20:10.

Logo é absolutamente claro e coerente que o adversário, o acusador de Apocalipse 20 era


um ser distintamente de natureza espiritual e que foi julgada em detrimento da destruição do templo
ocorrido em 70 d.C.

"Então ouvi uma forte voz dos céus que dizia: Agora veio a salvação, o poder e o Reino do
nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os
acusa diante do nosso Deus, dia e noite." Apocalipse 12:10.

Satanás, o diabo usava da lei para acusar os filhos de Deus e assim foi o seu intento ao ser
solto, julgado e punido definitivamente.

A SALVAÇÃO ESTAVA COMPLETA NA CRUZ?


A tradição tem ensinado durante séculos que tudo se consumou na cruz. Eu por exemplo fiz
parte do sistema "Gracista" também vivia minha fé crente que isso fosse uma realidade das
escrituras. Porém em um exame mais detalhado da questão, percebesse que há uma falha gigantesca
pensar assim. Quanto a salvação por exemplo, vemos nas epístolas a igreja vivendo a salvação
como uma esperança e nunca como uma certeza mesmo depois da cruz do calvário!

Por tanto A salvação não veio quando Jesus morreu na cruz, a salvação completa só veio na
segunda vinda de Cristo, nos últimos dias. Vamos entender isso a luz da Bíblia.

Atos 3: 19-21. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos


pecados, a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o
Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até aos tempos da
restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde a
antiguidade. (cf. Lucas 21:22 e 32. Porque estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que
está escrito, v32. Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo isto aconteça ,)
dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o começo do mundo (cf.
Apocalipse 10: 7, mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta,
cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas).

Os Pecados não foram cessados na cruz. As passagens seguintes dizem que os pecados
seriam apagados no "segunda vinda" de Cristo! Hebreus 8: 12-13 Pois, para com as suas
iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova,
torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a
desaparecer; Hebreus 10:16,17. Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o
Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também
de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre , confirma que
Deus não se lembrará de nossos pecados mais, A nova aliança deveria vir com força total antes que
isto pudesse acontecer. A Redenção não estava na cruz, mas foi encarado ainda no futuro: Aqui
estão muitas outras passagens que afirmam especificamente que a salvação era um tempo ainda no
futuro para aqueles que viveram antes da "segunda vinda" de Cristo.

Atos 15:11. Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também
aqueles o foram. Palavras de Pedro! Depois da Cruz. Observe que ela era ainda para o futuro. Eles
ainda não estavam salvos! Estavam ainda sobre a escravidão da lei. Isso não aconteceu até 70 d.C
quando Deus destruiu Antiga Aliança com Israel para sempre.

1 Tessalonicenses 5: 8. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da


couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação!

1 Pedro 1: 5, que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação
preparada para revelar-se no último tempo. A salvação estava "pronta" para ser revelado, mas ainda
não tinha sido revelada.

Romanos 13:11, E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos
despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio
cremos.

Muitos anos depois da cruz, os apóstolos não disseram que eles tinham a salvação ainda,
mas que sua salvação estava "mais perto" do que eles acreditavam. Se eles tivessem a salvação
obtida na cruz, eles não diriam que estava "próxima." Salvação, para eles, era algo que aguardavam
com a expectativa da volta de Cristo.
Hebreus 1:14, "Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor
daqueles que devem ser herdeiros da salvação?"

Os apóstolos viviam a inerente salvação. Você pode não ver algo inerente daquilo que você
já tem. E eles disseram que "deve" ser herdeiros da salvação, apontando para algum momento no
futuro.

Filipenses 1:19 Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do
Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação . Mais uma vez, a salvação de Paulo, ainda era
futuro para ele.

1 Pedro 1: 9-10 obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma. Foi a respeito desta
salvação que os profetas indagaram e inquiriram, os quais profetizaram acerca da graça a vós outros
destinada. Durante o primeiro século, a salvação era algo que "deveria vir" à aqueles que cressem
em Cristo. Eles não tinham ainda.

Hebreus 9:28, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os
pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação . Esta
passagem diz Cristo apareceria pela segunda vez, e isso é quando a salvação seria realizada.

Apocalipse 12:10 Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o
poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos
irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus.

O livro do Apocalipse revelou o que estava a acontecer no futuro, a partir da perspectiva das
pessoas que viveram na época em que foi escrito.

Observe que diz o texto: Quando o Reino de Deus veio, na segunda vinda de Cristo, ele diz
que agora salvação" é chegado. Entende? "AGORA." Os apóstolos aguardavam com expectativa a
salvação, e este livro diz que é "agora" quando Jesus vir e como sabemos já veio em 70 d.C .

Lucas 21:28. Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça;
porque a vossa redenção se aproxima. Sua redenção foi "aproximando", não era algo que eles
tinham ainda.

Romanos 8:23. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito,
igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo .
(O domínio do corpo do pecado - Romanos 6:6-9, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso
velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos;
porquanto quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que
também com ele viveremos, sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não
morre; a morte já não tem domínio sobre ele).

Eles estavam "esperando" sua redenção, eles não tinham ainda.

Pergunta: Mas não é o sangue de Cristo que nos purifica dos nossos pecados? (Hebreus 9:14
muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a
Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo! 1 João 1: 7 Se,
porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue
de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado , e Apocalipse 1: 5 e da parte de Jesus Cristo, a Fiel
Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo
seu sangue, nos libertou dos nossos pecados)
Resposta: Sim, é verdade. Deixe-me lhe fazer uma pergunta. No Antigo Testamento, O
sangue de um animal purificava pecados? Sim, ele purificava (Levítico 17:11 Porque a vida da
carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma,
porquanto é o sangue que fará expiação em virtude da vida . Hebreus 9: 6 Ora, depois de tudo isto
assim preparado, continuamente entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os
serviços sagrados; explica como o sumo sacerdote, uma vez por ano, faria um sacrifício de sangue.

Mas não era purificado até que o sumo sacerdote voltasse do santo dos santos para as
pessoas que receberiam a salvação (Levítico 16: 16-18 Assim, fará expiação pelo santuário por
causa das impurezas dos filhos de Israel, e das suas transgressões, e de todos os seus pecados. Da
mesma sorte, fará pela tenda da congregação, que está com eles no meio das suas impurezas.
Nenhum homem estará na tenda da congregação quando ele entrar para fazer propiciação no
santuário, até que ele saia depois de feita a expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a
congregação de Israel. Então, sairá ao altar, que está perante o Senhor, e fará expiação por ele.
Tomará do sangue do novilho e do sangue do bode e o porá sobre os chifres do altar, ao redor ). Da
mesma forma, Jesus, nosso Sumo Sacerdote, teria que voltar para nós, para que recebêssemos a
salvação!

No Antigo Testamento, era o sangue que purificava, mas não no tempo que o sangue era
derramado. Só depois que o sumo sacerdote voltasse! Da mesma forma, o sangue de Cristo
purificou, mas isso não aconteceu no tempo que foi derramado. Foi só depois de Jesus, nosso Sumo
Sacerdote, veio em glória.

Hebreus 9:28, "Assim também Cristo tendo-se oferecido uma vez para tirar os pecados de
muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado a os que o aguardam a salvação."

Esse aguardo cessou a quase 2.000 anos quando o Senhor Jesus veio em glória registrado na
história pela queda de Jerusalém em 70 d.C pelos Romanos. São questões como essa que vi no
Preterismo Completo um suporte mais que necessário para entender certas questões difíceis de
explicar. Por tanto crer e pregar a graça de Deus rejeitando as implicações da escatologia
consumada é andar na contra mão da fé e da suficiência das Escrituras.

(Gracista" É um novo conceito religioso de fé em Deus da igreja pós moderna


onde sistematizaram a graça em um conjunto de doutrinas e que se prega que tudo
se concluiu na Cruz, que Paulo é o nosso apóstolo e o evangelho da graça só se define nas
14 Epístolas Paulinas. Fora disso é ensino Judaizante e quem não observa esses preceitos é visto
como um inimigo da cruz de cristo e consecutivamente inimigos da graça de Deus.)

A FRUSTRAÇÃO SENSACIONALISTA DO TÉTRADE (AS LUAS DE SANGUE

O eclipse lunar ocorrido em (27/09/2015) que veio fechar uma série de 4 eclipses totais, sem
nenhum eclipse parcial entre eles, que iniciou em 14 de Abril de 2014, foi sem dúvida um
acontecimento marcante em nossos dias. Essa série de 4 eclipses seguidos é chamada de tétrade de
eclipses, que é difícil de acontecer, mas é perfeitamente explicável através da configuração das
órbitas da Terra e da Lua em relação ao Sol. O último deles aconteceu entre 2003 e 2004 e o
próximo acontecerá entre 2032 e 2033. O curioso é que os eclipses que ocorrem em uma tétrade não
são tão escuros quanto um outro eclipse total qualquer.

O problema é que diante desse fenômeno, milhares de aproveitadores surgiram com


previsões sensacionalista do retorno de Cristo e o arrebatamento da igreja.
Em 2008 dois pastores americanos publicaram um livro chamado “Quatro Luas Sangrentas:
Alguma coisa está para mudar”, em que anunciam que a tétrade, traria uma grande mudança que se
concretizaria com o último dos eclipses em setembro com a segunda vinda de Jesus. Essa bobagem
foi parar na internet e ganhou tanta popularidade que o tal livro entrou para a lista dos mais
vendidos nos EUA por várias semanas! Sem entrar muito em detalhes, o livro relata passagens
bíblicas, eventos sagrados, todos conectados com tétrade que ocorreram no passado. Engraçado que
um dos autores afirma que as mudanças que estariam por vir aconteceriam em escala global,
enquanto o outro acredita que as mudanças ocorreriam apenas em Israel, que só verá (parcialmente)
o último dos eclipses da tétrade atual. Eles já se contradizem entre si! Outro sujeito que se faz de
mensageiro de Deus e vem na mesma leva profética das luas pra aumentar sua popularidade
religiosa é o PROFETA DAVID OWUOR ele declara: “A CONTAGEM REGRESSIVA PARA O
ARREBATAMENTO DA IGREJA DE CRISTO VAI COMEÇAR!!! O REI JESUS ESTÁ
VINDO! A 4ª E ÚLTIMA "LUA DE SANGUE", ENTÃO VATICINADA EM JOEL 2.31O sol se
converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor . ATOS
2.20O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do
Senhor. & LUCAS 21.25 Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as
nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas ; Lucas. O SENHOR JESUS
ESTÁ ÀS PORTAS PARA ARREBATAR A SUA AMADA NOIVA - A SUA IGREJA. ELE
ESTÁ AVISANDO! ELE ESTÁ VINDO! ELE NÃO VAI DEMORAR, ESTA FOI A ÚLTIMA
"LUA DE SANGUE" DA ÚLTIMA TETRAD JUDAICA. SHALOM”.

Irmãos amados! Eventos astronômicos causados por fenômenos e combinação de fenômenos


físicos naturais que se repetem ao longo da história não têm nada de extraordinário! Nada de
prenúncio de fim do mundo, nada de retorno de ninguém!

O PLANETA TERRA SERÁ DESTRUÍDO?

E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as
estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Mateus 24:29. Logo em seguida à
tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do
firmamento, e os poderes dos céus serão abalados.

Corpos celestes se desfazendo, não significa a destruição do sistema solar que conhecemos;
a bíblia, muitas vezes traz figuras de linguagem para expressar um sentido não literal ao texto, de
maneira que somente possa ser discernido espiritualmente. Sabemos que repetidas vezes Jesus falou
por parábolas, semelhantemente às parábolas de Jesus, a linguagem figurativa revela as verdades
ocultas do reino de Deus, entretanto não a todos; aos mansos, simples e humildes, traz luz e
entendimento, enquanto aos orgulhosos e rebeldes, julgando-se sábios, traz mais confusão (Mateus
13:10-17. Então, se aproximaram os discípulos e lhe perguntaram: Por que lhes falas por parábolas?
Ao que respondeu: Porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles
não lhes é isso concedido. Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem,
até o que tem lhe será tirado. Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não veem; e, ouvindo,
não ouvem, nem entendem. De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías: Ouvireis com os
ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis.
Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os
olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração,
se convertam e sejam por mim curados. Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem; e
os vossos ouvidos, porque ouvem. Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram
ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram .) Aqui, o sol e a lua representam
governo, e as estrelas o povo governado; mais precisamente, o escurecimento do sol e da lua
referem-se à lei mosaica ministrada pelo sacerdócio levítico, enquanto as estrelas caindo do céu, ao
povo de Israel. Em sua profecia, Jesus anunciou o fim do antigo pacto, o término da lei mosaica e
do sacerdócio levítico para dar lugar ao reino de Deus (a graça), sendo o próprio Senhor Jesus o
Sumo Sacerdote (Hebreus 7:11-28. Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio
levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se
levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a
ordem de Arão? Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.
Porque aquele de quem são ditas estas coisas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou
serviço ao altar; pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca
atribuiu sacerdotes. E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque, se
levanta outro sacerdote, constituído não conforme a lei de mandamento carnal, mas segundo o
poder de vida indissolúvel. Porquanto se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de
Melquisedeque. Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e
inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança
superior, pela qual nos chegamos a Deus. E, visto que não é sem prestar juramento (porque aqueles,
sem juramento, são feitos sacerdotes, mas este, com juramento, por aquele que lhe disse: O Senhor
jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre ); por isso mesmo, Jesus se tem tornado
fiador de superior aliança. Ora, aqueles são feitos sacerdotes em maior número, porque são
impedidos pela morte de continuar; este, no entanto, porque continua para sempre, tem o seu
sacerdócio imutável. Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus,
vivendo sempre para interceder por eles. Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este,
santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não tem
necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus
próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se
ofereceu. Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, mas a palavra do
juramento, que foi posterior à lei, constitui o Filho, perfeito para sempre ); também anunciou que
Israel tropeçaria por não receber o Cristo e que deixaria de ser o povo da aliança. Na nova aliança, a
graça de Deus foi oferecida a israelitas e gentios (não israelita), não havendo mais distinção entre os
dois povos (Efésios 2:11-22 Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne, chamados
incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas, naquele tempo,
estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não
tendo esperança e sem Deus no mundo. Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe,
fostes aproximados pelo sangue de Cristo. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e,
tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu, na sua carne, a lei
dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo
homem, fazendo a paz, e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz,
destruindo por ela a inimizade. E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz
também aos que estavam perto; porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito. Assim,
já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,
edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra
angular; no qual todo o edifício, bem-ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual
também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito).

O cumprimento da profecia, teve como marco a destruição de Jerusalém e de seu templo em


70 d.C., símbolos do antigo pacto; durante a primeira guerra judaico romana, as tropas do
imperador romano Vespasiano, sob o comando de seu filho o general romano Tito Flávio, futuro
imperador, capturou Jerusalém, aproximadamente um milhão e trezentos mil judeus foram mortos e
outros cem mil foram escravizados, a cidade ficou em ruínas e o templo dos judeus foi demolido
acidentalmente no incêndio. Jacó ao interpretar o sonho profético de seu filho José, entendeu a
simbologia dos elementos presentes no sonho, posteriormente José tornou-se governador do Egito, e
seu pai e seus irmãos se sujeitaram a ele. Teve José outro sonho, e o contou a seus irmãos, dizendo:
Tive ainda outro sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam perante mim. Quando
o contou a seu pai e a seus irmãos, repreendeu-o seu pai, e disse-lhe: Que sonho é esse que tiveste?
Porventura viremos, eu e tua mãe, e teus irmãos, a inclinar-nos com o rosto em terra diante de ti?
Gênesis: 37:9-10. Teve ainda outro sonho e o referiu a seus irmãos, dizendo: Sonhei também que o
sol, a lua e onze estrelas se inclinavam perante mim. Contando-o a seu pai e a seus irmãos,
repreendeu-o o pai e lhe disse: Que sonho é esse que tiveste? Acaso, viremos, eu e tua mãe e teus
irmãos, a inclinar-nos perante ti em terra? Ezequiel, em sua profecia, referindo-se ao julgamento do
Egito, que seria conquistado pela Babilônia, também usou figuras de linguagem para simbolizar
esse juízo e a troca de governo. E, apagando-te eu, cobrirei os céus, e enegrecerei as suas estrelas;
ao sol encobrirei com uma nuvem, e a lua não fará resplandecer a sua luz. Todas as brilhantes luzes
do céu, eu as enegrecerei sobre ti, e trarei trevas sobre a tua terra, diz o Senhor DEUS. Ezequiel
32:7-8. Quando eu te extinguir, cobrirei os céus e farei enegrecer as suas estrelas; encobrirei o sol
com uma nuvem, e a lua não resplandecerá a sua luz. Por tua causa, vestirei de preto todos os
brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o Senhor Deus ) Isaías, também usou
figuras de linguagem semelhantes à de Jesus, para simbolizar o juízo e a troca de governo em sua
profecia contra a Babilônia, posteriormente conquistada pelos Medos e Persas em 539 a.C. Porque
as estrelas dos céus e as suas constelações não darão a sua luz; o sol se escurecerá ao nascer, e a lua
não resplandecerá com a sua luz. E visitarei sobre o mundo a maldade, e sobre os ímpios a sua
iniquidade; e farei cessar a arrogância dos atrevidos, e abaterei a soberba dos tiranos. Isaías 13:10-
11. Porque as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz; o sol, logo ao nascer, se
escurecerá, e a lua não fará resplandecer a sua luz. Castigarei o mundo por causa da sua maldade e
os perversos, por causa da sua iniquidade; farei cessar a arrogância dos atrevidos e abaterei a
soberba dos violentos. Por isso farei estremecer os céus; e a terra se moverá do seu lugar, por causa
do furor do Senhor dos Exércitos, e por causa do dia da sua ardente ira. Isaías 13:13. Portanto, farei
estremecer os céus; e a terra será sacudida do seu lugar, por causa da ira do Senhor dos Exércitos e
por causa do dia do seu ardente furor. Segundo a bíblia, a terra será destruída?

Após o dilúvio, Deus prometeu que não voltaria a destruir toda a humanidade. Sentiu o
Senhor o suave cheiro e disse em seu coração: não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do
homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais
a ferir todo vivente, como acabo de fazer. Enquanto a terra durar, não deixará de haver sementeira e
ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite. Gênesis 8:21-22. E o Senhor aspirou o suave cheiro e
disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque é mau o
desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz.
Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e
noite. A falsa ideia generalizada do fim do mundo é alimentada pelas interpretações levianas das
escrituras, sobretudo as do livro do Apocalipse; pela pseudociência que faz uso de afirmações
vagas, exageradas ou improváveis, sem aplicação de um método científico válido; pelas produções
sensacionalistas de Hollywood; pelas profecias especulativas e controvertidas, como a de
Nostradamus ou a interpretação equivocada do calendário Maia, ambas causaram grande
repercussão; e, especialmente, após o tema sustentabilidade fazer parte da agenda internacional,
cientistas estão trabalhando em favor de governos e indústrias, lançando falsas hipóteses como
produtos de mercado, entre as falácias, preferida e mais polêmicas, o aquecimento global; tema
amplamente abordado pela mídia e escolas do mundo inteiro. Vejamos os versículos seguintes.
Uma geração vai-se, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre. Eclesiastes 1:4
Permaneça o seu nome eternamente; continue a sua fama enquanto o sol durar, e os homens sejam
abençoados nele; todas as nações o chamem bem-aventurado. Salmos 72:17. Subsista para sempre o
seu nome e prospere enquanto resplandecer o sol; nele sejam abençoados todos os homens, e as
nações lhe chamem bem-aventurado. Edificou o seu santuário como os lugares elevados, como a
terra que fundou para sempre. Salmos 78:69. E construiu o seu santuário durável como os céus e
firme como a terra que fundou para sempre . O Senhor reina; está vestido de majestade. O Senhor se
revestiu, cingiu-se de fortaleza; o mundo também está estabelecido, de modo que não pode ser
abalado. Salmos 93:1. Reina o Senhor. Revestiu-se de majestade; de poder se revestiu o Senhor e se
cingiu. Firmou o mundo, que não vacila.) A tua fidelidade estende-se de geração a geração; tu
firmaste a terra, e firme permanece. Salmos 119:90. A tua fidelidade estende-se de geração em
geração; fundaste a terra, e ela permanece . Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as
suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração .
Daniel 4:3 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei ao céu os meus olhos, e voltou a
mim o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para
sempre; porque o seu domínio é um domínio sempiterno, e o seu reino é de geração em geração .
Daniel 4:34. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas
o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será
destruído. Daniel 7:14 a esse seja glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo
o sempre. Amém. Efésios 3:21 Deus estabeleceu o seu reino, o seu nome, o seu domínio, a sua
glória e a sua honra eternamente, de geração em geração; do mesmo modo, também estabeleceu a
terra, o sol, a lua, relacionando a duração do seu reino com a duração desses corpos celestes; se de
alguma forma os elementos pudessem ser destruídos, logo o reino de Deus teria fim, vimos que a
bíblia não nos ensina isso.

PERFEIÇÃO DIVINA EM DUAS CRIAÇÕES.

O Deus da Bíblia é o Deus da ordem e do design. Tudo o que ele criou, fê-lo com um plano,
propósito, cronograma e precisão matemática. Para aqueles que têm olhos para ver, vão perceber
que sua mão orientadora é evidente em cada parte de suas duas criações — do macro ao micro, o
maior para o menor. Este atributo de Deus tem sido chamado o carimbo ou impressão digital da
divindade. Decidimos chamá-lo simplesmente divina perfeição.

Problema teológico:

As diferentes criações faladas na Bíblia são:


1) A criação física
2) A criação redentora.

O primeiro é composto de átomos e moléculas. O segundo é composto por


convênios. Ambos dramaticamente manifestam a perfeição divina. Infelizmente, a maioria dos
cristãos e suas igrejas negam esse atributo da perfeição divina na criação redentora. Por falta de
entendimento e até mesmo de ignorar as verdades Bíblica sobre a escatologia consumada Eles
afirmam que o "tempo designado do fim" de Deus foi "adiado" Críticos afirmam que o Senhor Jesus
se equivocou em fazer certas declarações como escrito em Mateus 16:27-28 Porque o Filho do
Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as
suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira
nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino . Mateus 24:34. Em
verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça . Mas quem devemos
acreditar Deus e sua palavra divinamente inspirada ou em cristãos sem inspiração escravos do
sistema religioso e denominacional?

O que a Bíblia diz: "Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o
fim, e não enganará, se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará"

Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não
enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.

Habacuque 2:3 Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se
apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará.

Setecentos anos antes de Cristo, o Deus da Bíblia inspirou o antigo profeta Habacuque para
escrever essas palavras (Habacuque 2:3). Muitos podem pensar que essa profecia ainda esteja em
um plano de cumprimento e ai vemos o quanto eles são afeiçoados a seus achismos, é só ler o verso
seguinte e observar que o fim que Habacuque relata é na verdade do fim pactual judáico! Onde a
criação de Deus alcançaria a redenção pelo sangue de Cristo a última oferta em favor dos pecados
do povo eleito. A justiça mediante a fé foi o anuncio das boas novas ministrada pelo o Ap. Paulo em
cumprimento dessa profecia se cumprir! Escrevendo aos colossenses encontramos um registro
importante "Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da
esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do
céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro." Colossenses 1:23, se é que permaneceis na fé,
alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi
pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro . O Senhor já tinha
falado sobre esse tempo a se cumprir e dispôs até de uma série de acontecimento que todos de sua
geração vivenciariam.(Mateus 24:14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para
testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.

Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não
enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. Habacuque 2:3 Porque a visão é
ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o,
porque certamente virá, não tardará. Habacuque 2:3 Porque a visão é ainda para o tempo
determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá,
não tardará. Habacuque 2:3 Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o
fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. Habacuque 2:3 Isso
tudo aconteceu, na hora certa! certamente veio esse fim com um plano, propósito, cronograma e
precisão matemática. Isso é perfeição divina!

AS PROFECIAS SÃO CÍCLICAS?


COMO SURGIU A IDEIA CÍCLICA DE TEMPO?

A perspectiva linear de tempo nasceu com a tradição judaico-cristã. O tempo linear é uma
sucessão contínua de eventos irrepetíveis e irreversíveis. O seu movimento é retilíneo – reta
ininterrupta de registros históricos singulares. Sendo uma linha, o tempo linear é finito. A sua
trajetória é circunscrita por uma linha histórica determinada – tem começo e fim. Como traço
histórico perpétuo, o tempo linear é uma série evolutiva de fatos históricos inéditos. Trata-se
do curso progressivo de acontecimentos únicos em direção ao futuro. Por fim, o tempo linear é
dotado de significado. O seu desdobramento de momentos inalteráveis é orientado por um propósito
final (télos). Ou seja, todos os eventos possuem sentido na medida em que ocorrem em vista de uma
finalidade última.

Em contraposição ao conceito temporal linear, os gregos primitivos propunham uma ideia


cíclica de tempo. Sem começo nem fim, o tempo cíclico é um eterno retorno. Uma vez que nenhum
evento é absoluto, o tempo cíclico repousa na permanente sequência de ciclos repetitivos. O seu
movimento circular contínuo é caracterizado pelo perpétuo retorno de momentos. Isso significa que
a história não comporta nenhum fato singular. Pelo contrário, a história é marcada pela reedição de
acontecimentos passados. Portanto, o tempo para os gregos antigos não passa de um círculo
inexorável – sem saída e sem fim. Tudo está condenado a girar eternamente na roda da história.

Podemos ver que o pensamento cíclico é um pensamento filosófico criado pelos gregos e
que se opõe a definição cristã do tempo. No livro A história no pensamento de Karl Marx (O
filósofo de grande influência do século XIX, O idealizador do comunismo) ele tratando da questão
do Desenvolvimento e devir ele declarou essa ideia dizendo: O devir temporal se refere ao
surgimento das forças produtivas, portanto, às mudanças nas relações dos homens com a natureza,
podendo ser pensado como linear sucessivo e contínuo. O desenvolvimento imanente de uma forma
histórica se refere à reflexão realizada pelo modo de produção ou o movimento cíclico pelo qual
retoma seu ponto de partida para repor seus pressupostos. No entanto, justamente porque se trata de
uma reflexão realizada pela forma histórica, o retorno ao ponto de partida o altera, de maneira que o
desenvolvimento não é um eterno retorno do mesmo e sim dialético, atividade imanente
transformadora que nega a exterioridade do ponto de partida ao interiorizá-lo para poder conservar-
se e, ao fazê-lo, põe uma nova contradição no sistema.

Então, podemos identificar o pensamento cíclico das profecias como uma tese filosófica
baseada no pensamento liberal do século XIX. Não há subsídio Bíblico para sustentar tal tese, visto
que os mesmos negam a suficiência das Escrituras e a fé em Deus.

A BÍBLIA E O PENSAMENTO CÍCLICO DAS PROFECIAS

Para defender tal tese, os adeptos dessa corrente filosófica argumentam que o livro de Isaías
sustenta o pensamento da profecia cíclica! Eles dizem que Ciro cumpriu o que Jesus mais na frente
veio a récumprir. Ou seja, a tese das profecias cíclicas é uma tese que declara que as profecias
podem ter duplo, quádruplo, quíntuplo cumprimento.

É importante saber que a profecia precisa ter um cumprimento claro, isto é, é preciso que se
seja capaz de ver uma relação clara entre a profecia e o evento que supostamente a cumpre. Alguns
homens fazem "profecias" que são enquadradas numa tal linguagem geral que permita o
cumprimento por um grande número de eventos futuros, antes que por um algum evento explícito.
A linguagem da profecia precisa não ser ambígua nem enganosa, para que seu cumprimento seja
claramente reconhecível.

ENTENDENDO A QUESTÃO DA PROFECIA SOBRE O REI CIRO.

O Rei Persa Ciro, foi comissionado por Deus para libertar o povo judeu: “Assim diz o
Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua
face, e destingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão”
(Isaías 45:1 Assim diz o Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as
nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante dele as portas, que
não se fecharão). Neste acontecimento, o rei Ciro foi um tipo profético de Cristo ao exercer o
simbólico papel de libertador. Deus em sua sabedoria também determinou que por ordem de Ciro o
templo dos judeus e a própria cidade de Jerusalém fosse reconstruída (Isaías 44.28). O interessante
foi que sua mãe antes de casar teve um sonho... “dela sairia uma torrente de água tal que não só
encheu a capital como inundou a Ásia inteira.” (Heródoto) Quando Mandana, futura mãe de Ciro
estava grávida, o rei Astíages, pai de Mandana teve um sonho em que viu: “Uma videira nascia do
ventre da sua filha e que essa videira cobria toda a Ásia.” Leitura Bíblica: Isaías 44.21-25. Lembra-
te destas coisas, ó Jacó, ó Israel, porquanto és meu servo! Eu te formei, tu és meu servo, ó Israel;
não me esquecerei de ti. Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a
nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi. Regozijai-vos, ó céus, porque o Senhor fez isto;
exultai, vós, ó profundezas da terra; retumbai com júbilo, vós, montes, vós, bosques e todas as suas
árvores, porque o Senhor remiu a Jacó e se glorificou em Israel. Assim diz o Senhor, que te redime,
o mesmo que te formou desde o ventre materno: Eu sou o Senhor, que faço todas as coisas, que
sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra; que desfaço os sinais dos profetizadores de
mentiras e enlouqueço os adivinhos; que faço tornar atrás os sábios, cujo saber converto em
loucuras; Isaías 45: 1-4 Assim diz o Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita,
para abater as nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante dele as
portas, que não se fecharão. Eu irei adiante de ti, endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as
portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro; dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas
encobertas, para que saibas que eu sou o Senhor, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome. Por
amor do meu servo Jacó e de Israel, meu escolhido, eu te chamei pelo teu nome e te pus o
sobrenome, ainda que não me conheces; Daniel 10.1 No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi
revelada uma palavra a Daniel, cujo nome é Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande
conflito; ele entendeu a palavra e teve a inteligência da visão ; II Crônicas 36.22-23 Porém, no
primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de
Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o
seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos
céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que
está em Judá; quem entre vós é de todo o seu povo, que suba, e o Senhor, seu Deus, seja com ele ;
Esdras 1.1-11. No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor,
por boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão
por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor,
Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em
Jerusalém de Judá. Quem dentre vós é, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a
Jerusalém de Judá e edifique a Casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em
Jerusalém. Todo aquele que restar em alguns lugares em que habita, os homens desse lugar o
ajudarão com prata, ouro, bens e gado, afora as dádivas voluntárias para a Casa de Deus, a qual está
em Jerusalém. Então, se levantaram os cabeças de famílias de Judá e de Benjamim, e os sacerdotes,
e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a Casa do
Senhor, a qual está em Jerusalém. Todos os que habitavam nos arredores os ajudaram com objetos
de prata, com ouro, bens, gado e coisas preciosas, afora tudo o que, voluntariamente, se deu.
Também o rei Ciro tirou os utensílios da Casa do Senhor, os quais Nabucodonosor tinha trazido de
Jerusalém e que tinha posto na casa de seus deuses. Tirou-os Ciro, rei da Pérsia, sob a direção do
tesoureiro Mitredate, que os entregou contados a Sesbazar, príncipe de Judá. Eis o número deles:
trinta bacias de ouro, mil bacias de prata, vinte e nove facas, trinta taças de ouro, quatrocentas e dez
taças de prata de outra espécie e mil outros objetos. Todos os utensílios de ouro e de prata foram
cinco mil e quatrocentos; todos estes levou Sesbazar, quando os do exílio subiram da Babilônia para
Jerusalém.

Quando Ciro nasceu, o avô mandou um soldado levá-lo ao campo e matá-lo, este, com pena
da criança, o deu a um pastor de ovelhas para executar a criança, mas este também não cumpriu a
ordem. Quando Ciro cresceu, ele mesmo conquistou o trono do rei Astíages, que era o seu avô!

Ciro começou suas campanhas de conquistas militares. Como Persa ele havia conquistado a
Média, e agora viria pela frente a Lídia, Ásia Menor, Esparta e a gloriosa Babilônia. Os
historiadores concordam que Ciro foi um grande homem que não teve a história manchada com
violência brutal, pois essas coisas eram comuns aos déspotas cruéis e que foram absolutamente
estranhas para Ciro. Ele astuto e compreensivo que lhe garantiu o apreço e respeito até dos povos
conquistados. A maior conquista de Ciro foi a Babilônia. Pelo que a Bíblia registra não houve um
cerco de vários meses, nem batalhas sangrentas, mas que a cidade mais fortificada do mundo antigo
caiu em apenas uma noite sem oferecer quase nenhuma resistência. Um sacerdote pagão chamado
Borosus narrou assim a conquista de Ciro sobre a Babilônia: “No ano 17 de Nabonidor, Ciro veio
da Pérsia com um grande exército, e tendo conquistado todo o resto da Ásia chegou apressadamente
a Babilônia. Assim que Nabonidor percebeu que ele vinha ataca-lo, pôs-se em fuga com os seus
cortesãos, encerrando-se na cidade de Borsipa. Neste tempo, Ciro tomou a Babilônia e ordenou que
os muros externos fossem demolidos por serem causas de grandes dificuldades para tomada da
cidade. Em seguida marchou para Borsipa para cercar a Nabonidor, porém, Nabonidor se entregou
em suas mãos. Ciro o tratou benignamente, exilou-lhe da Babilônia e deu-lhe habitação na
Carmânia, onde passou o resto da sua vida até a morte.” (Contra Apiom 1.20) No livro de Daniel
capítulo 5 diz que Belsazar era rei, mas por direito a sucessão ao trono de quem de fato reinava, que
era o seu pai, Nabonidor. Por isso ele ofereceu o terceiro lugar do reino (Daniel 5.29 Então, mandou
Belsazar que vestissem Daniel de púrpura, e lhe pusessem cadeia de ouro ao pescoço, e
proclamassem que passaria a ser o terceiro no governo do seu reino ). Heródoto escreveu com
detalhes a invasão dos Persas e Medos na Babilônia, segundo Heródoto, Ciro mandou desviar o
curso do rio Eufrates que passava por dentro da grande cidade da Babilônia, portanto, no dia em que
todos estavam em festa, bebendo e despreocupados, Ciro abriu as comportas d’água, desviando
alguns quilômetros da cidade o curso do rio, e no lugar onde passava o rio havia agora um vão por
onde eles entraram na cidade.

A política de tolerância religiosa fez de Ciro um salvador terreno para os judeus, mesmo não
sendo Ciro um filho de Deus, pois Isaías diz: “Ainda que (Ciro) não me conheças (Isaías 45.4 Por
amor do meu servo Jacó e de Israel, meu escolhido, eu te chamei pelo teu nome e te pus o
sobrenome, ainda que não me conheces). Foi ele quem autorizou a volta dos judeus para Israel. Ele
mesmo escreveu em um cilindro babilônio: Quando entrei pacificamente na Babilônia libertei os
habitantes da Babilônia do jugo que não lhes convinhas. Melhorei suas habitações arruinadas,
livrei-os dos seus sofrimentos, eu sou Ciro, o rei da coletividade, o grande rei, o rei poderoso, rei da
Babilônia, rei dos sumérios e dos acádios. Rei dos quatro canto do mundo, sim, o rei dos céus e da
terra com os seus sinais favoráveis entregou em minhas mãos as quatro regiões do mundo. Restituí
os deuses, os seus santuários.” Os fatos narrados na Bíblia são idênticos aos narrados pelos
historiadores seculares, portanto, não crer na Bíblia, equivale a negar a história da humanidade.

Então veja; Ciro é um tipo de Cristo, Como libertador Jesus veio em missão de uma superior
libertação! Não podemos entender que Jesus veio repetir a profecia que Isaías fez sobre a missão do
Rei Ciro. O Rei Ciro foi levantado em uma missão peculiar a de Cristo, sendo que Cristo com
missão superior. Fica esclarecido que o pensamento de profecia cíclica é uma tese completamente
liberal das escrituras onde não há fundamento.

Outra coisa importante é que toda profecia se cumpriu em 70 d.C! Está bem registrado em
Lucas 21:20-22, “Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a
sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da
cidade, saiam; e os que estiverem nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes,
para que se cumpram todas as coisas que estão escritas.” O texto deixa claro que quando Jerusalém
estivesse destruída tudo o que estava escrito se cumpriria e se cumpriu. Jesus veio nas nuvens do
céu, estabeleceu seu trono de glória, Reina Soberano, vivemos debaixo do novo céu e nova terra,
pois se diz respeito a aliança e não pode ser entendido literalmente. Então, O conceito de uma
profecia cíclica é completamente falso! A história não é cíclica coisa nenhuma, assim como não é
cíclico o curso de nossas vidas, pois nascemos, crescemos, vivemos e morremos, e estes eventos
nunca tornarão a se repetir. O argumento de que a História seria cíclica chega mesmo a ser infantil,
pois se estima que por volta do século I DC, a humanidade contava com cerca de 250 milhões de
pessoas sobre a terra, e hoje há mais do que 6 bilhões e 500 milhões de pessoas sobre a face do
planeta, e isto não poderia jamais ser o resultado de eventos cíclicos. O que vemos na multiplicação
da humanidade, desde o dilúvio, é uma progressão crescente, inabalável e persistente do nascimento
de seres humanos. Uma evidência de que a História não é cíclica. Impérios surgiram e
desapareceram como a Grécia e o Império Romano, e o que veio após eles não possui nada de
cíclico, a começar pelo avanço das ciências, a ocupação dos espaços inabitados da terra, a extração
de recursos do subsolo, as mudanças nas economias das nações e até mesmo a extinção irreversível
de criaturas da natureza. Até mesmo os modos de governo dos povos não possuem nada que possa
caracterizar a História como uma sequência de eventos cíclicos. Até mesmo o vulcão Vesúvio, na
Itália, é testemunha de que nunca jamais surgiu nada que pudesse se comparar à cidade de Pompéia
que ele destruiu. Pompéia se foi, a cultura de então mudou, suas ruínas seguem em processo
ininterrupto de decomposição e estas coisas nada têm de cíclicas.

Para encerrar vemos o texto de Mateus 24:21 “ Porque haverá então uma tribulação tão
grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá”.
A tribulação que resultou nas ruinas de Jerusalém narrada de forma sistemática em
Apocalipse nunca houve e jamais haverá! Isso é fato; por isso que o Preterimos Completo por mais
que seja difícil de entendimento, porém é o mais excelente meio pela qual possamos entender o
cumprimento das Profecias.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


A PARÁBOLA DAS 10 VIRGENS DE MATEUS 25: UM ACONTECIMENTO FUTURO
OU JÁ OCORRIDO EM 70 D.C?

Futuristas em sua grande maioria acreditam que Cristo ainda não retornou. E por fim
passagens como essa das 10 virgens, os ajudem a manter suas convicções de pé. No entanto, vamos
notar evidências claras de apoio de que a parábola não se refere ao nosso futuro, mas sim para a
vinda do Senhor em 70 d.C.

O ponto principal da parábola é que 5 virgens sábias se prepararam tomando óleo em suas
lâmpadas, enquanto as 5 insensatas não o fizeram. Essa falta de preparação criou as condições para
enfatizar a necessidade e a falta da preparação para as núpcias. Vejamos; A relação entre Cristo e a
igreja é frequentemente denominada como um casamento a ser consumado. Ver 2 Coríntios 11:2,
onde Paulo diz que desposou a igreja como uma virgem pura para ser apresentada a Cristo. Veja:
(Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como
virgem pura a um só esposo, que é Cristo.).

O Preparo desse casamento é o período pré parousia de espera para o noivo. Outros textos
que abordam o casamento são: (Mateus. 22: 1-8; De novo, entrou Jesus a falar por parábolas,
dizendo-lhes: O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho. Então,
enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; mas estes não quiseram vir. Enviou
ainda outros servos, com esta ordem: Dizei aos convidados: Eis que já preparei o meu banquete; os
meus bois e cevados já foram abatidos, e tudo está pronto; vinde para as bodas. Eles, porém, não se
importaram e se foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio; e os outros, agarrando os
servos, os maltrataram e mataram. O rei ficou irado e, enviando as suas tropas, exterminou aqueles
assassinos e lhes incendiou a cidade. Então, disse aos seus servos: Está pronta a festa, mas os
convidados não eram dignos). (Romanos 7:4; Assim, meus irmãos, também vós morrestes
relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que
ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus ). (Efésios 5:27.” Para a
apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e
sem defeito”). (Apocalipse 19:7, “Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são
chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou” , Apocalipse 21:9. “Então,
veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo,
dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro”). A parábola cria a condição para a
prontidão, o aguardo. Isso é claro pela ação do sono que recai sobre elas devido o tempo. A atenção
no sono serve para indicar que durante este ato, não se está conscientemente acordado é o que
acontece no mundo fora desse reino.

Eles não sabiam o tempo do retorno do Senhor

Quando Jesus ressuscitou, os judeus pagaram aos soldados romanos para que dissessem a
todos que o corpo de Cristo foi roubado enquanto dormiam. Primeiro, os soldados não estavam
dormindo. Se eles estivessem dormindo, não saberiam dizer como o corpo não estava no túmulo. Da
mesma forma, na parábola, estar dormindo simplesmente indica que os discípulos não sabiam o dia
e hora e por tanto estavam em vigilância em sua preparação. Então, na hora menos esperada, o
noivo veio. As 5 virgens insensatas não tinham óleo em suas lâmpadas e não estavam preparadas
para o casamento. As virgens sábias estavam prontas e entraram com ele para o casamento e a porta
logo se fecharam.

PARÁBOLA DAS 10 VIRGENS ANULA A DOUTRINA DO ARREBATAMENTO.

Observe que a igreja (representada pelas virgens sábias) levantam-se e aparam suas
lâmpadas ainda na expectativa do noivo. Nada na parábola indica que elas são arrebatadas para o
céu deixando as virgens insensatas para trás na terra. Além disso, entende-se que o casamento
escatológico segue o milênio (1000 anos) reinado de Cristo. O que estamos vendo na parábola é a
segunda vinda no final do milênio.

O significado disto é que não há nenhuma separação entre a vinda do Senhor e o


arrebatamento ensinado nas escrituras! Pois ocorre no mesmo tempo. Veja que desde o momento
em que as virgens sábias enchem suas lâmpadas e ficam em preparação entre o tempo da vinda do
noivo. Ambas as virgens sábias e tolas permanecem juntas no aguardo até a vinda do noivo. Isto é
semelhante à parábola do joio onde tanto o trigo como joio permanecem no campo (mundo) até o
momento da colheita, ou seja, a segunda vinda.

A porta está fechada.

Após o noivo retornar inesperadamente, e as virgens sábias ter ido para o casamento, as tolas
batem à porta em busca de entrar. Eles clamam, Senhor, Senhor, abra-nos a porta! O Senhor então
diz que não as conhecem.

A parábola então oferece o ponto principal da prontidão em preparação para a vinda do


noivo, ou seja, a vinda do Filho do Homem em que elas não sabiam o dia ou a hora.

Lições da parábola que se aplicam a 70 d.C.

Primeiro lugar; O casamento do noivo ocorre depois que a cidade é destruída, por (Mateus.
22: 1-7; De novo, entrou Jesus a falar por parábolas, dizendo-lhes: O reino dos céus é semelhante a
um rei que celebrou as bodas de seu filho. Então, enviou os seus servos a chamar os convidados
para as bodas; mas estes não quiseram vir. Enviou ainda outros servos, com esta ordem: Dizei aos
convidados: Eis que já preparei o meu banquete; os meus bois e cevados já foram abatidos, e tudo
está pronto; vinde para as bodas. Eles, porém, não se importaram e se foram, um para o seu campo,
outro para o seu negócio; e os outros, agarrando os servos, os maltrataram e mataram. O rei ficou
irado e, enviando as suas tropas, exterminou aqueles assassinos e lhes incendiou a cidade ). Isto
segue o mesmo padrão que o encontrado em Apocalipse 18 e Apocalipse 19, quando a cidade
meretriz, Mistério, Babilônia é destruída.

Em segundo lugar; A parábola ocorre dentro do tempo de vida das mesmas virgens que
tomaram o óleo. Não é um evento que começa com uma outra geração de virgens e termina 20
séculos depois com outro grupo de virgens.

Uma vez que não pode ser verdade que essas virgens pudessem ter vivido quase 2.000 anos,
faz o ponto esclarecidos de que "todas essas coisas" teriam lugar antes que aquela geração do
Senhor Jesus vinhesse a falecer. Isso mostra a ligação ininterrupta entre Mateus 24 e Mateus 25.

Em terceiro lugar; A ideia de "fechar a porta" marca o momento do julgamento. De acordo


com o contexto histórico do primeiro século, Lucas mostra a quem essa linguagem é endereçada.

No livro de Lucas, o Senhor Jesus falando a respeito do Reino, declarou: Quando o dono da
casa se levanta para fechar a porta, como indicado na parábola, muitos estão do lado de fora e batem
dizendo Senhor, Senhor abre as portas para nós! Ele recusa abrir e eles então começam a responder:
"Comemos e bebemos em sua presença e ensinamos em nossas ruas." olha o que diz Lucas 13:25,
27, Quando o dono da casa se tiver levantado e fechado a porta, e vós, do lado de fora, começardes
a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, ele vos responderá: Não sei donde sois. Então, direis:
Comíamos e bebíamos na tua presença, e ensinavas em nossas ruas. Mas ele vos dirá: Não sei
donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais iniquidades.
Há apenas uma geração de pessoas que poderiam afirmar ter comido e bebido na presença
de Cristo. Você sabe que geração seria essa? Em outra passagem com o indicativo sobre a geração
em questão encontramos mais um vestígio: Falando daqueles que assassinaram João, o Batista,
Jesus perguntou: "Mas a que compararei esta geração?" (Mateus 11:16. Mas a quem hei de
comparar esta geração? É semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos
companheiros).

Ele também disse que essa mesma geração falou dele, dizendo: "O Filho do Homem veio
comendo e bebendo, e eles dizem:" Olhe, um glutão e um bebedor de vinho, um amigo dos
publicanos e pecadores! (Mateus 11:19 Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí
um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por
suas obras).

Ele também disse que essa mesma geração falou dele, dizendo: " O Filho do Homem veio
comendo e bebendo, e eles dizem:" Olhe, um glutão e um bebedor de vinho, um amigo dos
publicanos e pecadores! Mateus 11:19.

Logo podemos então entender que a geração acima citada é a mesma geração que o acusou
como um glutão e beberrão, que comeu com pecadores e em cujas ruas ele ensinou, que foram
excluídos quando eles surgiram para entrar para as núpcias no momento do julgamento / casamento.

Portanto, a parábola das 10 virgens, Mateus 25, é apenas uma continuação da discussão de
Jesus sobre a destruição de Jerusalém de Mateus 24, todos os quais ocorreram antes que a geração
do século I passasse.

O ESTADO POLÍTICO DA GERAÇÃO DE MATEUS 24:34

"Daí, pois, a César as coisas que são de César, e a Deus, as que são de Deus " (Lucas 20:25).
Este é outro versículo da escritura que deve ser entendido em sua língua original, cultura, política e
cenário histórico em que foi inscrito.

A jornada de Jesus a Jerusalém ocorre no que tradicionalmente se chama de a entrada


triunfal (Lucas 19: 28-44. E, dito isto, prosseguia Jesus subindo para Jerusalém. Ora, aconteceu que,
ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, enviou dois de seus
discípulos, dizendo-lhes: Ide à aldeia fronteira e ali, ao entrardes, achareis preso um jumentinho que
jamais homem algum montou; soltai-o e trazei-o. Se alguém vos perguntar: Por que o soltais?
Respondereis assim: Porque o Senhor precisa dele. E, indo os que foram mandados, acharam
segundo lhes dissera Jesus. Quando eles estavam soltando o jumentinho, seus donos lhes disseram:
Por que o soltais? Responderam: Porque o Senhor precisa dele. Então, o trouxeram e, pondo as suas
vestes sobre ele, ajudaram Jesus a montar. Indo ele, estendiam no caminho as suas vestes. E,
quando se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos passou,
jubilosa, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto, dizendo: Bendito é o
Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas! Ora, alguns dos fariseus
lhe disseram em meio à multidão: Mestre, repreende os teus discípulos! Mas ele lhes respondeu:
Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão. Quando ia chegando, vendo a
cidade, chorou e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto
está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de
trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti;
não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação).

Tendo chegado a Jerusalém, Jesus entrou no templo e expulsou os que ali o profanavam
comprando e vendendo animais usados para os sacrifícios do templo (Lucas 19: 45-46. Depois,
entrando no templo, expulsou os que ali vendiam, dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa será
casa de oração. Mas vós a transformastes em covil de salteadores ). Com o pátio dos gentios limpo
desse tráfico ímpio, Jesus usou aquela área do templo como um lugar para ensinar e pregar o
evangelho às multidões de peregrinos que estavam em Jerusalém para a Páscoa (Lucas 19: 47.
Diariamente, Jesus ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas e os maiorais do
povo procuravam eliminá-lo, e Lucas 20:1 Aconteceu que, num daqueles dias, estando Jesus a
ensinar o povo no templo e a evangelizar, sobrevieram os principais sacerdotes e os escribas,
juntamente com os anciãos). Peregrinos e judeus de toda a Judeia estavam entrando em Jerusalém
para cumprir seus periódicos deveres religiosos no templo. Jerusalém tinha uma população cerca de
20.000 a 30.000 pessoas. Mas na Páscoa, uma das três festas que deveria ser celebrada em
Jerusalém mencionadas em Levítico 23 e Deuteronômio 16, a população da Cidade Santa crescia
pra mais de 150.000. Por causa da massa de peregrinos, o procurador romano da Judeia, Pôncio
Pilatos, também tinha temporariamente instalado residência em Jerusalém, juntamente com uma
multidão de tropas romanas, a fim de reprimir qualquer violência religiosa.

Todos nós sabemos que ao longo de Seu ministério, Jesus entrou em conflito com as
lideranças judaica, e eles se opuseram muitas vezes a Cristo.

Essas ações, no entanto, foram a última gota, e o Sinédrio determinou que Jesus devesse ser
destruído.

Mas isso, eles perceberam que não seria tão fácil quanto eles gostariam, porque o povo
"estava muito atento para ouvi-lo" (Lucas 19: 47-48. Diariamente, Jesus ensinava no templo; mas os
principais sacerdotes, os escribas e os maiorais do povo procuravam eliminá-lo; contudo, não
atinavam em como fazê-lo, porque todo o povo, ao ouvi-lo, ficava dominado por ele ; Lucas 20:19.
Naquela mesma hora, os escribas e os principais sacerdotes procuravam lançar-lhe as mãos, pois
perceberam que, em referência a eles, dissera esta parábola; mas temiam o povo ). Portanto, eles
puseram em movimento um plano para aprisionar Jesus, como Ele ensinava publicamente no
templo, fizeram-lhe uma pergunta difícil para Ele responder. A esperança deles era que, se Jesus
não respondesse a pergunta, eles poderiam desacreditar Ele perante o povo; Ou, talvez, até prendê-
lo de tal maneira que pudessem acusá-lo de um criminoso político perante o governador de Roma.

O Sinédrio então enviou homens para fazerem a Jesus uma pergunta sobre dar tributo a
César. (Lucas 20:22. É lícito pagar impostos a César ou não? ). Eles vieram fingindo que eram
homens justos que estavam lutando sobre essa pergunta e desejavam sinceramente ouvir a opinião
de Jesus sobre o assunto. Mas sua verdadeira esperança e propósito, de acordo com Lucas, era
aprisionar Jesus como base para entregá-lo ao governador romano sob a acusação de que Ele
ensinou o povo a não pagar tributo a César.

Isso equivaleria a uma acusação de incitar o povo a se rebelar contra a autoridade de Roma e
levaria a pena de morte. Eles começaram louvando Jesus como um nobre professor, um entendedor
da verdade, na esperança de que isso dissiparia qualquer suspeita de seu motivo e induzi-Lo a dar-
lhes uma resposta desprotegida à sua pergunta. "(Mestre), sabemos que Você diz e ensina
corretamente, e Você não mostra favoritismo pessoal, mas ensina o caminho de Deus na verdade.
(Lucas 20:22) Isto é falsa lisonja esses homens acreditavam somente nos fariseus, eram os
intérpretes das autoridades da lei judaica que também zelosamente observava, especialmente as leis
relativas ao sábado.

O estabelecimento deste imposto na Judeia está registrado em Lucas 2: 1-3 (na versão NKJ)
"E aconteceu naqueles dias, que saiu um decreto de César Augusto, para que todo o mundo fosse
tributado." (E este tributo foi feito pela primeira vez quando cireneu foi governador da Síria.) E
todos foram para ser tributados, cada um em sua própria cidade. Os judeus, portanto, não eram um
povo livre ou uma nação independente, mas um povo sujeito sob o domínio do Império de Roma.
Esta subcorrente de revolta fiscal surgiu em toda a Judeia durante o ministério de Jesus.

Sua pergunta era esta: "É lícito para nós dar tributo a César, ou não? " (Lucas 20:22). Cada
palavra desta questão deve ser considerada, juntamente com o contexto histórico por trás dela, se
quisermos compreender o significado de sua investigação a Jesus.

O verbo " Lícito" é um verbo impessoal que expressa a ideia de algo que está sendo
autorizado pela autoridade apropriada. Portanto, o verbo carrega o significado de uma ação que é
permitida, legal ou correta. O contexto do debate é sobre o que a lei de Deus autoriza a ser feita em
questões de controvérsia, como o sábado (Lucas 6: 2, 4, 9. v2 E alguns dos fariseus lhes disseram:
Por que fazeis o que não é lícito aos sábados? v4 Como entrou na casa de Deus, tomou, e comeu os
pães da proposição, e os deu aos que com ele estavam, pães que não lhes era lícito comer, mas
exclusivamente aos sacerdotes? v9 Então, disse Jesus a eles: Que vos parece? É lícito, no sábado,
fazer o bem ou o mal? Salvar a vida ou deixá-la perecer? ) A palavra "tributo no grego é " φόρον"
refere-se a um imposto, pago diretamente ao imperador pelo sujeito judeu que viveu sob o Império
Romano.

A investigação, então, é se a lei de Deus permite que os judeus deem tributo a César. As
palavras "para nós" (uma palavra em grego ἡμᾶς) são muitas vezes ignoradas. "Para nós" é claro,
refere-se à nação de Israel, que enfatiza a questão que é especificamente em referência ao povo
judeu. A questão de pagar tributo a César não diz respeito às nações gentílicas sob o domínio de
Roma, mas se refere exclusivamente aos judeus que são o povo escolhido de Deus. É lícito (em
grego uma palavra ἔξεστιν) para Israel, que tem Deus como seu Rei, para dar tributo ao reino dos
gentios de Roma e seu imperador pagão?

Os homens então que foram enviados pelo Sinédrio estão esperando para aprisionar Jesus
com a sua pergunta de uma forma que poderia desacreditá-lo diante do povo judeu, Ou, prendê-lo
de tal maneira que pudessem acusá-lo de ser um criminoso político perante o governador de Roma.

Se ele responder sim, é lícito para eles prestarem tributo a César, ele seria acusado de
cúmplice com Roma, e justificando a ocupação romana e pagando eles assim o imposto, forçado
sobre os judeus. Esta não seria uma resposta popular entre o povo judeu. Por outro lado, se Jesus
responde não, ele correria o risco de ser classificado como um criminoso político contra o Império
de Roma e incorrer na ira de Roma. Qualquer uma das respostas, provavelmente levaria à Sua morte
antes da cruz.

Os inimigos de Jesus acreditavam que o tinham apanhado com habilidade em uma resposta
de "sim" ou "não" à sua pergunta; Qualquer um que Ele lhes desse seria capaz de usá-lo para Sua
destruição. Jesus não deu uma resposta relativa a "sim" ou "não" à pergunta como esperavam. Jesus
estava ciente de sua trapaça e Ele faz um ponto muito importante com sua pergunta sem entrar em
uma discussão política. Ele simplesmente pede para ver a moeda e pergunta: "De quem imagem e
inscrição tem?" (Lucas 20:24. Mostrai-me um denário. De quem é a efígie e a inscrição?
Prontamente disseram: De César. Então, lhes recomendou Jesus)

A "imagem" na moeda era um busto de Tibério César. A "inscrição" dizia: "Tiberius César
Augusto, filho do divino Augusto". O reverso da moeda tinha uma imagem da mãe do imperador,
Julia Augusta (Livia), sentada num trono segurando um cetro na mão e um Ramo de oliveira na
outra e uma inscrição que dizia Pontifício Máximo, isto é, "Sumo Sacerdote". O denário assim
proclamava o poder e a glória de Roma e a origem e o caráter "divinal" de Tibério. O denário era
verdadeiramente a propriedade do imperador: usava-o para pagar seus soldados, oficiais e
fornecedores; levava o selo imperial; Era diferente das moedas de cobre emitidas pelo Senado
romano, e era também a moeda que exigia o povo, para pagar tributo.

A única resposta possível à pergunta de Jesus sobre "cuja imagem e inscrição era uma
moeda " de César ", a estes homens foi por tanto forçados a dizê-lo que sim! É interessante isso pois
a posse dos homens daquela moeda revela o seguinte fato. Que a posse do denário pelos judeus era
sua própria declaração de submissão que eles aceitaram a autoridade de César sobre eles. Com
efeito, se houve rejeição com base na lei de Deus sobre a autoridade de César sobre eles, então por
que eles aceitavam usarem as mesmas moedas que proclamavam a autoridade de César?

Depois que Jesus afirmou que alguns dos judeus na nação de Israel aceitavam a autoridade
de César sobre eles, como também vemos em (João 19:15. Eles, porém, clamavam: Fora! Fora!
Crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais
sacerdotes: Não temos rei, senão César!) Os principais sacerdotes responderam: "Não temos mais
rei senão César!" Jesus então instruía Seus ouvintes dizendo " Daí pois a César o que é de César, e a
Deus o que é de Deus "(Lucas 20:25).

Jesus fez uma distinção clara entre o que é lícito dar a Roma e o que não é. Jesus defende
com isso as reivindicações anteriores de Deus e Sua soberania absoluta, e o poder de possuir todas
as coisas, ao mesmo tempo em que reconhece o governo de Roma e rejeita as pretensões de
divindade de César. Não admira que seus adversários " se maravilhassem" diante de Sua resposta,
pois não havia nada aqui que pudessem "agarrar" a Jesus para acusá-lo diante de Pilatos ou diante
do povo (Lucas 20:26. Não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e, admirados da
sua resposta, calaram-se).

MATEUS 24:34 GENEA: O QUE DIZEM OS ESTUDIOSOS?

Em verdade vos digo que esta geração [grega: genea]. Em verdade vos digo que não passará
esta geração sem que tudo isto aconteça (Mateus 24:34).

Roger Hutchinson, em seu artigo de março / abril de 2000, criou novas definições de velhas
Palavras da Bíblia. Ele mudou por exemplo a definição da palavra "geração", ele diz ser um grupo
de pessoas que têm coisas em comum. Por esta definição falsa, Júlio César e eu somos da mesma
geração, como nós dois temos coisas em comum como; comer, respirar, dormir, etc. Roger também
mutilou a definição da palavra geração por contemporâneos com total remoção de qualquer
elemento de tempo. Seu raciocínio para isso? Nenhuma, exceto talvez para ganhar o argumento.

Roger Hutchinson precisava então de um árbitro para conter a sua criatividade na elaboração
de regras e suas novas definições, que foram exclusivamente projetadas para ganhar um argumento.

Dicionários com suas definições já existem! Os estudiosos já fizeram vários trabalhos sobre
a questão, as regras já estão no lugar. Estes, porém são os nossos árbitros.

Como você verá do que se segue, a grande maioria dos estudos cristãos mostram que
Hutchinson não tinha a primeira vista nenhuma ideia sobre o que ele estava escrevendo. Se este
fosse um jogo de beisebol profissional, com certeza ele teria sido ejetado pelos árbitros.
Então veja; O consenso dos árbitros será afirmado abaixo sem comentar, porque não há
comentários necessários para mostrar que a erudição bíblica é esmagadoramente contra Hutchinson
nesta matéria. Os leitores que querem saber as fontes das citações podem combinar os números
antes das citações com os números nas listas de traduções, comentários, léxicos, etc. no final do
artigo.
Cinquenta e duas Traduções: Mateus 24:34.
(1) Em verdade vos digo que esta geração não passará até que todas estas coisas aconteçam.
(2) Esta geração não terá passado antes que tudo isto seja realizado.
(3) De nenhuma maneira esta geração pode estar passando até ....
(4) Esta geração não passará até todas estas coisas ....
(5) Antes que a geração atual desapareça, todas essas coisas acontecerão.
(6) Esta geração não vai passar ....
(7) De modo algum passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam.
(8) Esta geração não passará de modo algum até que todas estas coisas sejam cumpridas.
(9) Esta geração não desaparecerá até que tudo isto tenha acontecido.
(10) Esta geração certamente não passará até que todas estas coisas ...
(11) ... esta geração não passará ....
(12) ... esta geração não passará ....
(13) ... esta geração não passará até ....
(14) Esta geração não pode passar até que todas estas coisas ...
(15) ... esta geração não passará ...
(16) ... esta geração não passará ...
(17) ... esta geração não chegará ao fim ....
(18) Esta geração não terá passado até que todas estas coisas tenham acontecido.
(19) Esta geração não desaparecerá até que estas coisas aconteçam ....
(20) Esta geração não passará até ....
(21) De nenhuma maneira esta geração passará até que todas estas coisas tenham ocorrido.
(22) Esta geração não passará ....
(23) Esta geração não passará ...
(24) Antes que esta geração tenha passado, todas estas coisas terão acontecido.
(25) Esta geração não passará ....
(26) Esta geração não passará de modo algum até que todas estas coisas aconteçam.
(27) A geração presente não passará até que tudo isso aconteça.
(28) Estas pessoas não passarão até que tudo isso aconteça.
(29) Esta geração não passará ....
(30) Esta geração não passará ...
(31) Esta geração não passará antes que todas estas coisas aconteçam.
(32) Esta geração não chegará a um fim até que todas estas coisas sejam completas.
(33) Esta geração nunca passará antes que todas estas coisas aconteçam.
(34) Esta geração não passará ....
(35) Antes que esta geração passe, todas estas coisas acontecerão.
(36) Esta geração não passará ....
(37) Esta geração não passará ....
(38) Na verdade, posso dar-lhe a solene garantia de que esta geração não terá passado antes
que tudo isto tenha acontecido.
(39) Esta geração não passará até que todas estas coisas sejam cumpridas.
(40) Digo-vos, até a geração presente não passará, até que todas estas coisas tenham
acontecido.
(41) As pessoas deste dia não passarão antes que todas estas coisas aconteçam.
(42) A geração presente não passará até que todas estas coisas aconteçam.
(43) Esta geração presente não passará até que todas estas coisas cheguem.
(44) A geração presente não passará até que tudo isso aconteça.
(45) Digo-vos isto: a geração presente viverá para ver tudo.
(46) Digo-vos, em verdade solene, que a geração presente certamente não passará sem que
todas estas coisas tivessem acontecido.
(47) Asseguro-vos, todas estas coisas acontecerão antes que esta geração atual passe.
(48) Juro por Deus que esta geração certamente não passará ao esquecimento antes que todas
estas coisas aconteçam!
(49) Posso prometer que algumas pessoas desta geração ainda estarão vivas quando tudo
isso acontecer.
(50) Em verdade vos digo que esta geração, isto é, toda a multidão de pessoas que vivem ao
mesmo tempo, em determinado período determinado, não passará até que todas estas coisas
tomadas em conjunto aconteçam.
(51) Digo-vos a verdade - todas estas coisas acontecerão enquanto as pessoas deste tempo
ainda estão vivas!
(52) Lembrem-se de que todas estas coisas acontecerão antes que as pessoas agora vivas
tenham morrido.

Cinco Léxico grego: "genea".


(1) O intervalo de tempo entre pai e filho ... de trinta para quarenta anos aqueles que vivem
em qualquer período; Presente geração.
(2) Uma geração da humanidade, um passo na genealogia.
(3) Uma geração, um intervalo no tempo.
(4) Toda a multidão de homens vivendo ao mesmo tempo - Mt 24:34
(5) A soma total dos nascidos ao mesmo tempo ... todos aqueles que vivem ao mesmo tempo
... contemporâneos ... Mt.24:34.

Vinte e Cinco Dicionários Bíblicos: "genea".


(1) Os nascidos ao mesmo tempo constituem uma geração ... contemporâneos.
(2) Assim, Heródoto diz que "três gerações de homens fazem cem anos".
(3) É usado de pessoas que vivem ao mesmo tempo, e por extensão ... do tempo em si ... 40
anos.
(4) Das 43 referências a genea no NT ... 25 (são) de suas ocorrências ao povo judeu no
tempo de Jesus.
(5) Toda a multidão de homens vivendo ao mesmo tempo. Um período ordinariamente
ocupado por cada geração sucessiva, digamos, de trinta ou quarenta anos.
(6) Em sua maioria denota "geração" no sentido de contemporâneos ... Mt. 24:34. Esta
geração deve ser compreendida temporalmente.
(7) A idade ou o período de um corpo de contemporâneos .... A geração dura enquanto
qualquer um dos membros sobreviver.
(8) ... de trinta para quarenta anos ....
(9) ... a soma total de indivíduos formando um grupo contemporâneo.
(10) O período de tempo entre o nascimento dos pais e o nascimento de seus filhos ... a
maioria dos escritores bíblicos parece considerar trinta a quarenta anos uma geração normal.
(11) ... o período desde o nascimento de um homem até o de seu filho - e coletivamente as
pessoas que vivem nesse período.
(12) ... o período de tempo entre o nascimento dos pais e o nascimento de seus filhos ... o
termo simplesmente se refere a todas as pessoas que vivem em um determinado momento.
(13) Um corpo de pessoas que vivem ao mesmo tempo em um determinado período da
história.
(14) ... de trinta para quarenta anos ... contemporâneos.
(15) Usado no sentido geral de um período de tempo, o período de uma vida humana, ou
aqueles que vivem em um determinado período de tempo.
(16) O "círculo" da vida, desde o nascimento do homem até o de seu filho ... quarenta anos.
(17) Mt. 24:34 - "Esta geração" é igual às pessoas que então vivem contemporâneas de
Cristo.
(18) A idade ou período de um corpo de contemporâneos ....
(19) Mt. 24:34 - "Esta geração" é igual às pessoas que então vivem contemporâneas de
Cristo.
(20) ... cerca de 25 anos. Uma geração são todas as pessoas que vivem aproximadamente no
mesmo período de tempo, Mt 24:34.
(21) Em geral, a palavra geração na Bíblia se refere a qualquer grupo contemporâneo.
(22) Foi fixado por alguns em 100 anos, por outros em 110, por outros em 33, 25, e mesmo
em 20 anos.
(23) De todos os homens que vivem a qualquer momento ... Mt 24:34 ... um período de
cerca de 30 a 33 anos.
(24) Matt xxiv.34, "Esta geração não passará ..." Todos os que estão vivendo presente não
serão mortos quando isto acontecerá. Há alguns hoje em dia vivos, que serão testemunhas dos males
que eu predisse que acontecerão aos judeus.
(25) Devemos aderir ao uso ordinário, segundo o qual dor significa uma idade, ou os
homens que vivem em uma idade particular.

Seis Enciclopédias Bíblicas: "genea”.


(1) Genea refere-se a um período de tempo vagamente definido como o tempo entre a prima
de um pai e a de seu filho .... Aqueles que vivem em um determinado momento na história são
referidos como uma geração.
(2) Mat. 24:34, genea significa a geração ou pessoas que então vivem contemporâneas com
Cristo.
(3) Genea: Tem o conceito da soma total dos nascidos ao mesmo tempo - contemporâneos.
(4) Genea significa a geração de pessoas que então vivem contemporâneas com Cristo.
(5) Matt. 24. 34, genea significa a geração ou pessoas que então vivem contemporâneas com
Cristo.
(6) "A geração presente" compreende todos aqueles que estão agora vivos. Mat 24:34,
alguns agora vivos testemunharão o evento predito. Nosso Senhor usa o termo para expressar um
período de cerca de 36 ou 37 anos ... digamos cerca de 70 dC.

Dezesseis Comentários Bíblicos: "genea".

1) ... verso 34 promete solenemente que Jesus voltará enquanto alguns de seus
contemporâneos ainda estão vivos (uma repetição de 16:28) .... O testemunho do evangelho fornece
forte apoio a esta visão: Jesus não sabia todas as coisas.
(2) (Esta geração) só pode ser feita com grande dificuldade para significar outra coisa senão
a geração viva quando Jesus falou.
(3) "Esta geração" designa claramente os contemporâneos de Jesus.
(4) A declaração no versículo 34 é difícil. Se a geração deve ser tomada nesse sentido
estrito, então "todas essas coisas" devem ser limitadas aos eventos que culminaram em 70 dC ... A
maioria dos melhores estudiosos de hoje insistem em que a geração seja tomada em seu sentido
mais estrito.
(5) Jesus estava bastante certo de que eles iriam acontecer dentro da geração então viva.
(6) [Mateus] provavelmente acreditava, entretanto, que o fim viria antes que todos os
ouvintes de Jesus tivessem morrido.
(7) Além disso, [Jesus] insiste que suas palavras são infalíveis, e que elas são mais certas do
que o próprio universo material.
(8) Este versículo recorda 16.28, e afirma que alguns dos discípulos viveriam para ver a
parusia. Isso pressupõe uma data relativamente precoce para o evento ... Jesus estava errado em sua
previsão da proximidade do fim?
(9) No Antigo Testamento uma geração foi contada como quarenta anos. Esta é a maneira
natural de tomar o versículo 34 ... Ele claramente declarou no versículo 34 que esses eventos teriam
lugar naquela geração ... Pode-se, é claro, acusar Jesus de confusão sem esperança ... É impossível
Para escapar da conclusão de que Jesus, como Homem, esperava o fim dentro da vida de seus
contemporâneos.
(10) Ainda permanece o fato de que, se Jesus falou as palavras de São Marcos XIII e São
Mateus XXIV ... ele julgou mal a extensão do seu próprio conhecimento e proferiu uma previsão
definida que não foi cumprida.
(11) Os Sinópticos caíram na contradição ... de fazer Jesus declarar em um momento que Ele
não sabia o tempo do glorioso Advento, e em outro que infalivelmente aconteceria dentro dessa
geração.
(12) A afirmação de que "todas estas coisas" acontecerão nesta geração é clara, e não há
razão para alterar o significado da palavra geração de seu sentido usual, exceto o medo de que as
Escrituras possam estar em erro se não for Tão alterado.
(13) De fato, o cumprimento ocorrerá antes que esta geração atual tenha passado.
(14) Jesus esperou o fim dentro da vida dos que o ouviram falar? Parece bastante certo que a
igreja primitiva assim o compreendeu.
(15) Mateus deixou claro que alguns dos primeiros discípulos viveriam para ver a Parusia.
(16) ... v. 34; há aqueles agora vivos, que verão Jerusalém destruída.

Oito Cristãos Comentaristas sobre: genea.

(1) Como regra, uma geração na Bíblia dura 40 anos.


(2) ... a palavra genea ... foi posta à tortura ....
(3) Se o ditado se refere à Parusia, ele define o tempo do fim dentro dos limites da igreja de
primeira geração. A frase "esta geração" não deve causar dificuldade aos intérpretes ... Significa
sempre seus contemporâneos [de Jesus].
(4) E Ele [Jesus] viria, além disso, dentro da vida da geração para a qual Ele proclamara a
proximidade do Reino de Deus.
(5) Nenhuma geração futura de judeus se entende aqui.
(6) Em seguida, nosso Senhor resume uma afirmação calculada para remover qualquer
vestígio de dúvida ou incerteza: "Em verdade vos digo que esta geração não passará, até que todas
estas coisas sejam cumpridas". Seria razoável supor que depois de uma nota de tempo tão clara e
expressa não poderia haver espaço para a controvérsia. O próprio Senhor resolveu a questão.
Noventa e nove pessoas em cada cem entenderiam, sem dúvida, Suas palavras como significando
que a catástrofe prevista cairá dentro da vida da geração existente. Não que todos vivessem para
testemunhá-lo, mas que a maioria ou muitos fariam. Não pode haver dúvida de que essa seria a
interpretação que os discípulos colocariam sobre as palavras ... Sua vinda ... aconteceria antes que a
geração existente tivesse desaparecido completamente e dentro dos limites de sua própria vida.
(7) Os membros da igreja primitiva foram obrigados a esperar a segunda e gloriosa vinda do
Filho do Homem nas nuvens, antes que aquela geração estivesse totalmente extinguida e tivesse
visto sua humilde condição sobre a terra.
(8) As palavras imediatamente anteriores a eles mostram o absurdo de aplicá-los a outra
geração do que a dos apóstolos: "Quando virdes acontecer estas coisas, sabei que está perto, às
portas". O ensinamento de Jesus era enfático, além de toda questão racional, de que aquela geração
não deveria passar antes que todas as coisas de que eles perguntavam fossem cumpridas.
Treze Estudiosos: O Argumento de "Raça".
(1) Alguns argumentaram, por exemplo, que "esta geração" não se refere aos
contemporâneos de Jesus, mas à nação judaica ou à igreja. A evidência linguística em favor de tais
propostas não é impressionante.
(2) "Esta geração" não pode significar os judeus como um povo, crentes em Cristo, ou a
geração futura que irá experimentar essas coisas. Deve ser a geração particular de judeus a quem, ou
de quem, as palavras foram faladas ... É impossível escapar à conclusão de que Jesus, como homem,
esperava o fim dentro da vida de seus contemporâneos.
(3) O significado de "esta geração" é muito contestado. Esforços como os de Jerônimo, para
fazê-lo significar a raça judaica, ou de Orígenes e Crisóstomo, para referir a todos os cristãos, são
arbitrários, e devem ser rejeitados. "Esta geração" refere-se aos contemporâneos de Jesus.
(4) Ver. 34. Declaração para o efeito de que tudo isso deve ocorrer antes que a geração então
viva passe. (É) bem-absurdo (a) forma em que se tentou forçar na palavra genea significado como:
A Criação, A Raça Humana, A Nação Judaica, A Classe dos Homens Consistindo de Meus Crentes,
A Geração Dos eleitos agora em questão, a geração futura que é testemunhar esses eventos. (A
Segunda Vinda) deve ocorrer durante a vida da geração então existente.
(5) (Genea) foi tomado para significar a raça judaica, ou o judaísmo descrente. É improvável
que um significado tão improvável para o substantivo tivesse sido sugerido sem a restrição do
constrangimento apologético ...! Jesus estava errado.
(6) O fim ... chegará dentro de uma geração. As tentativas de traduzir genea como: Raça
Humana, Raça Judaica são equivocadas; A palavra se refere à geração viva quando Jesus falou.
(7) Isso tem sido considerado como um ditado duro ... É claro que a ideia de que a raça
humana é significada não pode ser entretida; Cada descrição do (o fim do mundo) implica que os
seres humanos estarão ao redor para testemunhá-lo. ... Não há muito mais a ser dito para a ideia a
raça judaica é significada; Não há nenhuma indicação em qualquer lugar no Novo Testamento de
que a raça judaica deixará de existir antes do fim do mundo. De qualquer modo, que ponto haveria
nessa previsão tão vaga? Seria tanto como dizer: "Em algum momento, no futuro indefinido, todas
estas coisas acontecerão". Os ouvintes de Jesus poderiam ter entendido que ele queria dizer apenas
que "todas essas coisas" teriam lugar dentro de sua geração ... A frase sempre significa a geração
agora viva.
(8) ... parece exigir aqui que traduzamos a palavra genea como significando "geração", não,
como às vezes é dada, raça ou pessoas. (Geração) é o significado usual.
(9) Tem sido mantido por alguns que ... nosso Senhor identificou a geração com a raça
judaica .... Mas isso é uma explicação muito forçada; E não um único exemplo pode ser produzido
de um uso inteiramente similar da palavra. Quaisquer que sejam as dificuldades que possam pairar
em torno da interpretação dessa parte do discurso de Cristo, é impossível entender por "a geração
que não deve passar" qualquer coisa, exceto a raça existente de homens vivendo no momento em
que a palavra foi dita.
(10) Alguns têm procurado contornar a força de (Mt 24:34) dizendo que a palavra geração
aqui realmente significa raça, e que Jesus estava simplesmente dizendo que a raça judaica não iria
morrer até que todas essas coisas acontecessem. Isso é verdade? Desafio você: Saia da sua
concordância e procure cada ocorrência do Novo Testamento da geração de palavras e veja se
alguma vez significa "raça" em qualquer outro contexto ... Nenhuma dessas referências está falando
de toda a raça judaica milhares de anos; Todos usam a palavra em seu sentido normal da soma total
dos que vivem ao mesmo tempo. Ele sempre se refere aos contemporâneos. Na verdade, aqueles
que dizem que significa "raça" tendem a reconhecer esse fato, mas explicam que a palavra de
repente muda seu significado quando Jesus usa em Mateus 24! Podemos sorrir com um erro tão
transparente ....
(11) Estas palavras (Mateus 24:34) devem ser manchadas em sentido, não aquela geração,
mas o povo judeu. Assim, pela arte exegética eles são salvos para sempre, pois a raça judaica nunca
morrerá.
(12) Os vários significados que, sob a pressão de uma dogmática (crise), foram colocados
sobre a frase "esta geração" deve aparecer no mais alto grau absurdo para um crítico imparcial. Foi
explicado (afastado) como significado: A raça humana [Jerome], a raça judaica [Dorner], a raça dos
crentes cristãos [Chrysostom].
(13) Tem sido sustentado por muitos que em (Mt 24:34) a palavra genea deve ser tornada
"raça" ou "nação ...." Mas pensamos ... sem qualquer sombra de dúvida que a expressão "this
Geração "tão freqüentemente empregada por nosso Senhor, sempre se refere única e exclusivamente
a Seus contemporâneos, o povo judeu de Seu próprio período.
Materiais consultados:

Referências para 52 Traduções de Mateus 24:34 .


1) Nova Bíblia Americana Padrão, 2) A Santa Bíblia [Knox], 3) Concordante Literal Novo
Testamento, 4) A Bíblia Moderna do Leitor, 5) A Bíblia Completa: Uma Tradução Americana, 6) O
Novo Testamento [Cunnington], 7 ) O Novo Testamento Enfatizado, 8) A Nova Bíblia do Rei
Tiago, 9) O Novo Testamento no Inglês Moderno, 10) A Nova Versão Internacional, 11) A Nova
Versão Revista, 12) O Novo Testamento [Anderson ], 14) Tradução Literal dos Jovens, 15) Versão
Padrão Americana, 16) Versão King James, 17) Bíblia em Inglês Básico, 18) 24) A Nova Bíblia de
Jerusalém, 25) O Novo Testamento [Revisão de Reims], 26) A Nova Tradução Mundial, 27) O
Novo Americano 28) O Novo Testamento, 31) A Boa Nova De acordo com Mateus, 32) O Novo
Testamento em Inglês Básico, 33) O Novo Testamento Autêntico, 34 ) O Novo Testamento Inglês
Corrigido, 35) Os Quatro Evangelhos: Uma Nova Tradução, 36) O Novo Testamento De acordo
com o Texto Oriental, 37) A Nova Aliança de Deus: A Nova Tradução do Novo Testamento, 39) O
Novo Testamento de Tyndale, 40) O Novo Testamento do Século XXI, 41) O Novo Testamento de
Vida, 42) Tradução Centenária do Novo Testamento, 43) A Bíblia: Tradução, 45) A Nova Bíblia
em Inglês, 46) O Novo Testamento na Palavra Moderna, 47) A Versão de Berkeley, 48) A Versão
do Estudioso, 49) A Bíblia Sagrada, Bíblia, Versão do Novo Século, 52) English Version.

Referências para 5 Léxico Grego: genea.

1) Léxico Grego e Inglês do Novo Testamento [Robinson], 2) O Novo Léxico Grego


Analítico, 3) O Léxico Analítico ao Novo Testamento Grego [4], o Léxico Grego-Inglês de Thayer
do Novo Testamento, 5) Um léxico grego inglês do Novo Testamento, vol. 1 [Arndt & Gingrich].

Referências para 25 dicionários bíblicos: genea.

1) O Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, 2) O Dicionário


Imperial da Bíblia, 3) Novo Dicionário Bíblico, 4) Dicionário Exegético do Novo Testamento, 5)
Um Dicionário Expositório de Palavras Novo Testamento, 6) Dicionário Teológico do Novo
Testamento Testament [Kittel], 7) Dicionário Westminster da Bíblia, 8) Dicionário da Bíblia de
Smith, 9) Dicionário da Bíblia de Harper, 10) Dicionário da Bíblia, 12) Dicionário da Bíblia , 13)
Dicionário da Bíblia de Easton, 18) Dicionário da Bíblia de Davis, 19) Dicionário da Bíblia de hoje,
19) , 20) Um dicionário da Bíblia e da doutrina cristã no inglês cotidiano, 21) Dicionário da Bíblia,
22) Um dicionário bíblico e teológico, 23) Dicionário da Bíblia, 24) Dicionário da Bíblia de Unger.

Referências para 6 Enciclopédia da Bíblia: genea.

1) A Enciclopédia Bíblica Internacional Padrão, 2) A Enciclopédia Bíblica Popular e Crítica,


3) Enciclopédia Bíblica Wycliffe, 4) Ciclopaedia de Literatura Bíblica, Teológica e Eclesiástica, 5)
A Ciclopédia da Literatura Bíblica, 6) A Compreensiva Crítica & Explanatória Enciclopédia da
Bíblia.

Referências para 16 Comentários Bíblicos: genea.


1) Mateus [Lebre], 2) O Comentário Bíblico do Expositor, 3) Comentário sobre o Evangelho
de Marcos [Wm Lane], 4) O Comentário Bíblico Wesleyano [Earle], 5) O Testamento Grego do
Expositor [Bruce] A Bíblia do Intérprete, 7) O Evangelho de Mateus [Robinson], 8) A Bíblia do
Novo Século: O Evangelho de Mateus, 9) Imagens de Palavras no Novo Testamento [AT
Robinson], 10) Eschatology Cristã Primitiva [Dewick] De Jesus [Muirhead], 12) O Comentário
Bíblico Jerônimo, 13) A Bíblia do Intérprete [vol. 7], 14), A Bíblia do Intérprete [vol. 8], 15)
Comentário de Peake, 16) Comentário de Matthew Henry de NIV.
Referências para o Oito Cristãos comentaristas sobre genea.

1) Sobrevivência Futura [Chuck Smith], 2) A Vida de Jesus Criticamente Examinada [Dr.


David Friedrich Strauss], 3) Jesus e os últimos dias [George Murray], 4) A busca do Jesus histórico
[Dr. Albert Schweitzer], 5) Últimos Dias Madness [Gary DeMar], 6) O Parousia [Stuart Russel], 7)
O declínio e queda do Império Romano [Edward Gibbon], 8) Apocalipse dos Evangelhos [Milton
Terry].

Referências para 13 Estudiosos: O Argumento de "Raça".

1) Mateus [Lebre], 2) O Evangelho segundo São Mateus [McNeile], 3) O Comentário


Bíblico Broadman [Allen], 4) Manual Crítico e Exegético do Evangelho de Mateus [Meyer] Mateus
[França], 6) Comentário sobre o Evangelho segundo São Mateus [Filson], 7) Ditos Difíceos da
Bíblia [FF Bruce et al], 8) Comentário Bíblico, 9) O Dicionário Imperial da Bíblia [Fairbairn] 10) A
Grande Tribulação [Chilton], 11) A Busca do Jesus Histórico [Schweitzer], 12) Apocalipse dos
Evangelhos [Terry], 13) A Parousia [Russel].

O TEMPO DO FIM" – O QUE OS DISCÍPULOS QUERIAM SABER SOBRE A


CONSUMAÇÃO DO SÉCULO?

"No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os
discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá
da tua vinda e da consumação do século" Mateus 24:3.

Todos os futuristas e dispensacionalistas ao ler a passagem de Mateus 24:3, observam que os


discípulos estavam confusos em associar a vinda de Jesus com o final da era mosaica na destruição
do templo. Essa é um dos questionamentos feitos pela tradição religiosa há muito tempo. Mais ao
olhar criticamente o verso seguindo a linha contextual, observamos que os discípulos estão na
verdade ligando os acontecimentos em um único evento. Veja que Jesus ao responder aos
discípulos, Ele faz uma abordagem na resposta sob esse único evento! Vamos então examinar
hermeneuticamente o texto e entender melhor essa questão.

Os judeus do tempo de Jesus entendiam muito bem a frase "consumação do século" se


referindo a velha aliança de Moisés e os profetas e a " era por vir", como o novo pacto ou idade
Messiânica.

No livro de Daniel a consumação dos principais eventos escatológicos pode ser encontrada
nos capítulos 7, 9 e 12.

Daniel ligou o evento escatológico com a desolação do templo, a ressurreição, a tribulação, a


vinda de o Filho do homem e com a chegada do reino, a ter lugar quando a cidade e o templo
estivessem sido destruídos - ou "quando o poder do povo santo seria completamente destruído "
"todas estas coisas" (não alguns delas) seriam cumpridas em conjunto (cf. ver as cenas de
consumação em Dan. 12: 1-7. Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos
filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até
àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no
livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para
vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento;
e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente. Tu, porém, Daniel,
encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se
multiplicará. Então, eu, Daniel, olhei, e eis que estavam em pé outros dois, um, de um lado do rio, o
outro, do outro lado. Um deles disse ao homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio:
Quando se cumprirão estas maravilhas? Ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas
do rio, quando levantou a mão direita e a esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente,
que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. E, quando se acabar a
destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão ; Daniel 7:13,14. Eu estava
olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do
Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória,
e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é
domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído; Daniel 7:18 Mas os santos do
Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. Daniel
7:27 O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos
santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.
Daniel 9:24-27. Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade,
para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a
justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe e entende: desde
a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas
e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos
angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de
um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim
haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na
metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá
o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.

Em Mateus 13: 39-43. O inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século,
e os ceifeiros são os anjos. Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na
consumação do século. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos
os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e
ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem
ouvidos [para ouvir], ouça. No verso 51 Jesus ensinou que o julgamento e a ressurreição teriam
lugar no final de sua antiga aliança. Jesus especificamente pergunta se eles entenderam sobre a
“aquela era." ensinando sobre o momento da presente colheita no final de sua "era", e eles
enfaticamente responderam "Sim" (vs. 51 Entendestes todas estas coisas? Responderam-lhe: Sim!
Jesus já tinha ensinado que Ele voltaria em algum momento das suas vidas (Mateus 10: 22-23
Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será
salvo. Quando, porém, vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo
que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do Homem . Mateus
16:27,28. Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então,
retribuirá a cada um conforme as suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se
encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no
seu reino. (Marcos 8: 38. Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar
de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na
glória de seu Pai com os santos anjos. Marcos 9:1 Dizia-lhes ainda: Em verdade vos afirmo que,
dos que aqui se encontram, alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam
ter chegado com poder o reino de Deus.

Jesus já os tinha ensinado também que todo o sangue do Justo Abel seria vingado quando o
templo estivesse sido destruído em sua geração "esta geração " (Mateus 23: 30-36. E dizeis: Se
tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos
profetas! Assim, contra vós mesmos, testificais que sois filhos dos que mataram os profetas. Enchei
vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do
inferno? Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas. A uns matareis e crucificareis; a
outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós recaia
todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do Justo Abel até ao sangue de
Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que
todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração. Mateus 23:38. Eis que a vossa casa vos
ficará deserta. Isaías no seu "pequeno apocalipse" (Isaías nos capítulos 24 e 28) coloca todos os
eventos escatológicos (Fim da aliança, vingança do pecado da culpa de sangue, o sopro da trombeta,
a ressurreição, etc ...) a ter lugar junto quando o templo estivesse destruído como está escrito:
"...quando ele fizer a todas as pedras do altar como pedras de cal feitas em pedaços... " (Isaías 27:
9b).

Assim, antes mesmo de chegar em Mateus 24, os discípulos poderiam de fato ter discernido
a partir dos profetas como Daniel e Isaías, que todos os eventos escatológicos seriam cumpridos
quando o templo estivesse destruído. O registro afirma claramente que os discípulos
compreenderam o ensinamento de Jesus sobre "a consumação do século" ou o fim de sua "era." E,
finalmente, Jesus já tinha ensinado a eles que alguns deles viveria para testemunhar seu retorno e a
destruição do templo. Portanto, eles não estavam errados para associar e conectar a sua vinda
(Parousia) com a consumação do século na destruição do templo!

Portanto, Mateus 24:3. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se
aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas
coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.

É de fato o entendimento dos discípulos acerca de Cristo vindo em julgamento sobre antiga
aliança em derramamento de sua ira sobre Jerusalém no verão de 66 d.C - 70 d.C para trazer um fim
à velha aliança (não o planeta Terra ou para terminar a era da Igreja).

Logo os futuristas e os dispensacionalistas são os únicos confusos sobre os ensinamentos de


Jesus no Sermão do Monte e não os discípulos. Tendo estabelecido que o discurso é sobre o fim da
velha aliança e não a história do mundo ou o planeta terra, podemos facilmente ver como todas
essas coisas seriam cumpridas em Jesus e seus contemporâneos 30 d.C - 70 d.C "esta geração "
(Mateus 24: 34. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça).

AQUELES DIAS" VS "AQUELE DIA": HÁ DIVISÃO EM MATEUS 24?

Aqueles que rejeitam Mateus capitulo 24 e capitulo 25 como um discurso unido sobre o fim
da Idade Judaica oferecem uma série de argumentos para demonstrar uma divisão no assunto.

Um dos principais argumentos é que quatro vezes em três versões diferentes Jesus refere-se
a "naqueles dias" (Mateus 24:19. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles
dias! Mateus 24:22. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa
dos escolhidos, tais dias serão abreviados. Mateus 24:29. Logo em seguida à tribulação daqueles
dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes
dos céus serão abalados. No entanto, nos é dito que no versículo v36, “ Mas a respeito daquele dia e
hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” , temos um contraste direto,
quando Jesus diz: "Mas daquele dia e hora ninguém sabe". (North, um Opositor do preterismo
completo) diz que "o verso 36 começa com a palavra," mas "o que sugere um contraste com o que
se passou antes. Além disso Antes do versículo 34 Jesus usa 'dias' para se referir a seu tema
principal, enquanto que após o versículo 34 ele fala no singular de 'naquele dia ". (Jackson, outro
opositor) também observa esta distinção. Roy Deaver, diz: "Considerando que o Senhor vem
discutindo naqueles dias”, ele agora faz a referência ao naquele dia. " O grego diz: " naquele dia."
Obviamente, este é um texto de transição”. Robert Taylor também acredita que "naquele dia" é
uma prova positiva de uma mudança de assunto. O Kik pós-milenarista também enfatizou essa
distinção: "aquele dia e hora" é uma expressão dá evidência imediata de uma mudança de assunto.
Fica então claro que temos um confronto entre " Aqueles dias-vs-aquele dia". Será verdade que o
sermão escatológico de Mateus 24, tratasse de dois diferentes assuntos? Este artigo irá examinar
este argumento para ver se ele é válido.

Pressuposto básico.

Uma das razões sobre uma distinção entre “aqueles dias” e “aquele dia” é visto por muitos
comentaristas por causa de uma ideia pré-concebida de que os discípulos pediram três perguntas
sobre dois temas, a destruição de Jerusalém e o fim dos tempos. Com este pressuposto fundamental
inquestionável o intérprete, em seguida, vê Jesus mudando de assunto no versículo 36. A falácia
básica nesta abordagem é a inobservância de contexto. No capítulo 23 Jesus havia predito um
grande desastre para a cidade, (vs 35-39. para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado
sobre a terra, desde o sangue do Justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem
matastes entre o santuário e o altar. v36 Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre
a presente geração. v37Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram
enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos
debaixo das asas, e vós não o quisestes! v38 Eis que a vossa casa vos ficará deserta. v39 Declaro-
vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome
do Senhor! Ele disse que o julgamento estava chegando naquela geração, também declarou que o
evento marcaria sua vinda, vs 39.

Os discípulos tinham acabado de ouvir o seu Senhor prever a sua vinda em que julgaria a
sua geração e o templo. Eles imediatamente chamaram sua atenção para as grandes pedras e belas
do Templo. Sua resposta foi a de repetir as suas palavras de condenação para aquele edifício
incrível. Os discípulos então lhe perguntaram; “Quando sucederão essas cousas, e que sinal haverá
de tua vinda e da consumação do século”. Onde está à evidência contextual no qual os discípulos
tiveram de qualquer outro evento em mente que a Várias considerações sobre o assunto.

Consideraremos cuidadosamente algumas evidências que demonstram que o " naqueles dias"
vs "naquele dia" não passa de um argumento inválido. Observe o fluxo contextual: Em Mateus
24:14. Jesus disse: " E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a
todas as nações. Então, virá o fim."

Note-se que os amilenistas geralmente concordam que o "fim" de que fala aqui é a queda de
Jerusalém. Esses mesmos alunos também acreditam que o versículo 30 do capitulo 24 de Mateus, a
vinda do Filho do Homem, refere-se à queda de Jerusalém. No entanto, esses mesmos “estudiosos”
insistem em dizer que o "naquele dia” do verso 36 do capitulo 24 de Mateus, não tem referência ao
"final" ou "a vinda do Filho do Homem"!

A implicação dos amilenistas é dizer com isso que os " naqueles dias" Nunca teve um final
no "naquele dia." Isto implica logicamente em dizer que os " aqueles dias" não foram ainda o clímax
do "naquele dia". Divorciar-se do "daquele dia" de "naqueles dias" é dizer "aqueles dias" nunca teve
um fim.

Jesus disse que a sua vinda (singular) aconteceria depois "naqueles dias" - no plural. A vinda
do Filho do homem foi o clímax do "daquele dia" para que "aqueles dias" levaram.

Esses dias e os sinais.

Outra inconsistência na visão tradicional é vista quando se sustenta que se o versículo 36


fala da vinda de Cristo no final da Idade Judaica seria contradizer o ensinamento de Cristo "que
ninguém, mas o Pai sabia o tempo de Sua vinda (Mateus 24: 36. Mas a respeito daquele dia e hora
ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. ) ". North diz: "Ele havia dito aos
discípulos... precisamente quando a destruição de Jerusalém seria. Durante a sua vida e que poderia
ler o sinal do exército que se aproximava tão perto que eles poderiam escapar, Mas da Sua vinda,
ninguém sabe quando será - nem homem, os seus anjos, nem o próprio Jesus”. Aqueles que usam
este argumento deixam de considerar alguns fatos básicos contextuais.

Jesus deu sinais, (Mateus 24:6-15. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de
guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em
vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores. Então, sereis atribulados, e vos matarão.
Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se
escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a
muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que
perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para
testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de
que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda) , em que os discípulos pudessem
conhecer que a sua vinda estava as portas, (Mateus 24:32,33 Aprendei, pois, a parábola da figueira:
quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim
também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas ), e ele assegurou-
lhes que seria naquela geração, (Mateus 24:34 Em verdade vos digo que não passará esta geração
sem que tudo isto aconteça). Em seguida, ele os advertiu que, embora eles pudessem conhecer que o
evento estava perto, eles não poderiam conhecer o "dia nem a hora". Eu te pergunto: Jesus disse
"justamente" quando seria a queda de Jerusalém? Onde é que Jesus disse aos discípulos
"justamente" quando a queda seria? Ele disse que eles poderiam saber que era perto, que ele ia ser
naquela geração.

Mas ele não disse a eles o dia ou hora. Se Jesus disse-lhes que a sua vinda em juízo sobre
Israel ia ser digamos 7 de setembro de 70 d.C. este teria sido "preciso"? Dizer que eles não
poderiam entender pelos sinais quando estivesse perto como para exigir o seu retorno mesmo não
sendo "precisamente" quando seria, definitivamente não estaria em contradição com que "ninguém,
mas somente o Pai sabia o tempo da Sua vinda" não! Pelo contrário, esta é apenas uma continuação
de suas advertências para não ser enganado e preparar assim o palco para o dia do grande evento
Mateus 24:42. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.

Jesus não podia dizer-lhes o dia nem a hora, mas eles deveriam estar sempre vigilantes e
atentos pelos sinais. Aliás, o próprio fato de Jesus advertiu-os várias vezes para "ver" os sinais, era
prova inequívoca que a observância desses sinais levaria a os ouvintes a entender que já era a última
hora! Compare isso também com: (I Tessalonicenses 5:1-28. Irmãos, relativamente aos tempos e às
épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão
de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis
que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de
nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos
apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite,
nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos
sóbrios. Ora, os que dormem, dormem de noite, e os que se embriagam é de noite que se
embriagam. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do
amor e tomando como capacete a esperança da salvação; porque Deus não nos destinou para a ira,
mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós para que,
quer vigiemos, quer durmamos, vivamos em união com ele. Consolai-vos, pois, uns aos outros e
edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo. Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis
com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam; e que os
tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns
com os outros. Exortamos-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os
desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimes para com todos. Evitai que alguém retribua a
outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos. Regozijai-vos
sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para
convosco. Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o
que é bom; abstende-vos de toda forma de mal. O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o
vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor
Jesus Cristo. Fiel é o que vos chama, o qual também o fará. Irmãos, orai por nós. Saudai todos os
irmãos com ósculo santo. Conjuro-vos, pelo Senhor, que esta epístola seja lida a todos os irmãos. A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco ); Hebreus 10:25. Não deixemos de congregar-
nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia
se aproxima.

Levando em consideração as advertências de Jesus para assistir os sinais que precederam a


sua vinda que não pode ser verdade que há um contraste entre "os dias" e "aquele dia" no texto de
Mateus 24. "Aqueles dias" foram os dias em que os sinais aparecem, "naquele dia" foi o dia do
retorno de Cristo nas nuvens.

"Mas"

Será que o fato de que o verso 36 do capitulo 24 de Mateus começa com "mas" há assim um
sinal de contraste no assunto? Aqueles que dividem o capítulo acreditam que sim. O Irmão Charles
Geiser escreveu um excelente trato na unidade de Mateus 24 demonstrando que "mas" é uma
conjunção e não uma preposição. Então como conjunção, "mas" não é uma palavra de contraste,
mas junta-se o que acaba de ser dito com o que está prestes a ser dito.

Mateus 24 e Lucas 21.

Por último venho apresentar a mais comprovada prova deque não exista nenhuma divisão do
vs 35 ao 36 de Mateus 24 pelo que diz o texto de Lucas 21:5-36: “ E, dizendo alguns a respeito do
templo, que estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse: Quanto a estas coisas que vedes,
dias virão em que não se deixará pedra sobre pedra, que não seja derrubada. E perguntaram-lhe,
dizendo: Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para
acontecer? Disse então ele: Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo:
Sou eu, e o tempo está próximo. Não vades, portanto, após eles. E, quando ouvirdes de guerras e
sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será
logo. Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; E haverá em vários
lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes
sinais do céu. Mas antes de todas estas coisas lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-
vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu
nome. E vos acontecerá isto para testemunho. Proponde, pois, em vossos corações não premeditar
como haveis de responder; porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem
contradizer todos quantos se vos opuserem. E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis
entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do meu nome. Mas não
perecerá um único cabelo da vossa cabeça. Na vossa paciência possuí as vossas almas. Mas, quando
virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que
estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos
campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas
que estão escritas. Mas aí das grávidas, e das que criarem naqueles dias! porque haverá grande
aperto na terra, e ira sobre este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados
cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. E
haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo
bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que
sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do
homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer,
olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. E disse-lhes
uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores; Quando já têm rebentado, vós sabeis
por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer
estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto. Em verdade vos digo que não passará esta
geração até que tudo aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar. E
olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e
dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. Porque virá como um laço sobre
todos os que habitam na face de toda a terra. Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais
havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do
Filho do homem.”

Observe; vemos nesse texto o mesmo argumento escatológico de Mateus 24, onde distingue
“os dias” do “daqueles dias” biblicamente falando. O templo judaico, a cidade santa seria arrasada
vs 5-6,20. Era o dia de vingança que chegaria sobre os apóstatas judeus vs 22. (Aqueles dias) depois
desses dias viria O DIA EM QUE SE VERIA O SENHOR VINDO NAS NUVENS vs 27,O DIA
DA REDENÇÃO vs 28, (Aquele dia).

Outra duas cousas também são importante nessa ocasião; não era a queda de Jerusalém um
evento apenas de repercussão local vs 35 e a outra observação são os disseres do verso 36 “ Vigiai,
pois, em todo o tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que hão de acontecer,
e estar em pé na presença do Filho do homem”. Lucas estava se referindo a o quê quanto a respeito
das cousas que em breve aconteceriam o qual se deveria se manter em vigilância? “O aquecimento
global?” a “Superpopulação do planeta terra? “o enriquecimento de Urânio pelo Irã? a atuação do
papado no mundo? a lei Patient Protection and Affordable Care Act (PPACA), aprovada pelo
congresso americano que exige que todos os homens sejam microchipados? ... Óbvio que não! Uma
análise fiel do texto não permite tal argumentação. As coisas que aconteceriam seriam na verdade as
tribulações “daqueles dias” e o fim; “aquele dia” em que o Senhor viria e a redenção seria adquirida
pela Igreja.

Conclusão.

Acredito ter mostrado com bastante precisão que em Mateus 24:36, quando Jesus disse:
"Mas daquele dia e hora ninguém sabe," na verdade é o clímax dos "naqueles dias" encontrados nos
versos antecedentes, levando até a dissolução final da o velho céu e a Terra de Israel com o retorno
do Messias no ano 70 d.C.

ENTENDENDO A QUESTÃO DE MATEUS 24:14

Pouco antes de sua crucificação, o Senhor Jesus fez esta previsão: "... Este evangelho do
reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim" (Mt
24:14, KJV).

A tarefa de cumprir esta profecia foi formalmente atribuída aos "onze discípulos" antes da
ascensão de Cristo: v16 Ora, foram os onze discípulos para a Galiléia, ao monte que Jesus lhes tinha
designado. v17 E quando o viram o adoraram, mas alguns duvidaram. v18 E Jesus veio e disse-lhes:
"Toda a autoridade no céu e na terra tem sido dado a mim. v19 Portanto ide, fazei discípulos de
todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, v20 ensinando-os a
observar tudo o que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias, até ao fim dos
tempos. "(Mateus 28:16-20).
É freqüentemente sugerido que já que o evangelho está sendo pregado em todas as partes do
mundo através de evangelismo pessoal, mídia impressa, rádio e televisão, etc., segue-se que "o fim"
deve estar próximo.

Alguns podem qualificar esta sugestão, acrescentando que não estamos apenas certo como
completamente Deus quer que o evangelho venha cobrir a terra.

Se nos sentimos comissionados para levar o evangelho ao mundo diante de Deus para pode
trazer "o fim", devemos enfrentar uma estatística desanimadora. Missionários nos dizem que 2,7
bilhões de pessoas ainda não foram alcançados com o evangelho. Que é nove vezes a população
inteira da terra na época de Cristo.

No tempo do Rei David (1000 A.C), havia aproximadamente 150 milhões de pessoas na
Terra. Pelo tempo de Cristo, o número dobrou para 300 milhões.

Então, hoje, depois de quase dois mil anos, na verdade estamos mais atrás do que quando os
discípulos foram comissionados. Apesar da comunicação e ferramentas modernas de transporte à
nossa disposição, o número de não-alcançados apenas continua a crescer. No entanto, embora
nenhuma resolução for à vista, muitos cristãos esperam o fim muito em breve, provavelmente
dentro desta geração. Os números sugerem que está realmente afastando!

Os cristãos têm trabalhado incansavelmente durante séculos tentando cumprir a "grande


comissão" usando a "infalível" Palavra de Deus como sua ferramenta de ensino primário. Que
paradoxo é que um dos principais autores da Bíblia, o apóstolo Paulo, disse que o evangelho já
havia sido pregado "em todo o mundo" no primeiro século: ... Agradeço ao meu Deus por Jesus
Cristo para todos vocês, porque a vossa fé é proclamada em todo o mundo. (Romanos 1:8) ... Eu
pergunto; não ouviram? Vejamos mais esse texto. " Mas digo: Porventura não ouviram? Sim, por
certo, pois Por toda a terra saiu à voz deles, E as suas palavras até aos confins do mundo.
"(Romanos 10:18).

Estas declarações na carta de Paulo à igreja de Roma provavelmente foram escritas em 57


d.C. Ele escreveu da mesma forma aos Colossenses: “ Por causa da esperança que vos está reservada
nos céus, da qual já antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho, Que já chegou a vós,
como também está em todo o mundo; e já vai frutificando, como também entre vós, desde o dia em
que ouvistes e conhecestes a graça de Deus em verdade;” (Col. 1:5 b-6).

Fica então absolutamente claro que a chamada de Cristo para pregar o evangelho a "toda
criatura", foi realizada há muito tempo atrás! Paulo disse: “Se, na verdade, permanecerdes fundados
e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi
pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro. ”
(Colossenses 1:23b). Jesus disse para pregar o evangelho " em todo o mundo", Paulo disse que foi
feito. Jesus disse para pregar o evangelho a "toda criatura"; Paulo disse que foi feito.

Como então explicar isso? Como poderiam ter os apóstolos chegado ao mundo inteiro em
menos de 30 anos a partir do momento em que foram recomendados? Eles não tinham rádio ou
televisão, que normalmente andava, andava em burros ou cavalos, talvez, na melhor das hipóteses, e
eles provavelmente nem conheciam lugares como as Américas.

A resposta é bastante simples: A palavra "mundo" (Ide por todo mundo...) traduzido da
palavra grega é οἰκουμένη (oikoumene) que significa terra habitada não o planeta terra como a
maioria da Cristandade moderna acreditam.
Para aqueles na Judéia do primeiro século, o mundo não era o mundo que chamamos de
planeta Terra, era o Império Romano.

Quando o Senhor Jesus falou do evangelho espalhado para o mundo inteiro, ele não estava
falando com a perspectiva global de pessoas que vivem quase 2.000 anos no futuro. Observe esta
acusação movida contra Paulo e Silas quando eles pregaram em Tessalônica: "Esses homens que
viraram o mundo de cabeça para baixo, chegaram também aqui " (Atos 17: 6b). Paulo foi acusado
novamente antes por Felix: "... Temos achado que este homem é uma peste, aquele que atiça
tumultos entre todos os judeus e em todo o mundo" (Atos 24:5).
Pode-se sugerir que tais acusações eram exageradas, no entanto, são consistentes com as
alegações do próprio Paulo. Ele admitiu que ele havia pregado "em todo o mundo" (Romanos 1:8).

Esta maneira de falar não era nova, no primeiro século. Cinco séculos antes, Daniel previu o
surgimento do Império Grego-Macedônio dizendo que vai "governar sobre toda a terra" (Daniel
2:39. Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual
terá domínio sobre toda a terra). Ninguém acha que os gregos governaram todo o planeta; Daniel
estava se referindo ao seu mundo.

Em Gênesis 41:57, fala sobre uma fome que cobria " toda a terra" (E todas as terras vinham
ao Egito, para comprar de José, porque a fome prevaleceu em todo o mundo.). Isso provavelmente
não incluiu todo o planeta tanto, apenas o mundo conhecido da época.

Fontes extrabíblicas refletem a mesma visão do mundo limitado. Em meados dos anos
sessenta, como Herodes Agripa II proclamou aos judeus para evitar uma guerra com os romanos,
ele descreveu o império várias vezes como abrangendo a “terra habitável" (oikoumene)
implicando que o resto da terra era inconsequente. Ele disse, "para todos os que estão na terra
habitável são Romanos", e argumentou: "Agora, quando quase todas as pessoas sob o sol se
submeterem as armas romanas, você vai ser as únicas pessoas que fazem guerra contra eles?
"(Josefo, A Guerra dos Judeus, 2.16.4.388, 380 ). Agripa falou desta forma referindo-se a" etíopia",
"Arábia", "India", as pessoas além das " Eufrates "e" os partos ", no mesmo discurso.

O general romano, Tito, se referia ao domínio de Roma, em termos semelhantes. Josefo


usava rotineiramente o termo "terra habitável" ao se referir ao império. Aparentemente, em
qualquer lugar fora do Império Romano foi considerado inabitável apesar de ter sido bem
compreendido que em outras áreas eram habitadas.

Os pais da igreja primitiva também se referiam ao império como "o mundo inteiro muitas
vezes. Alegaram ainda que a igreja havia sido "dispersos por todo o mundo, até aos confins da
terra" (Irineu, Contra as Heresias, 1.10.1). Clemente afirmou que Paulo havia pregado ", tanto no
leste e oeste... Ensinando a justiça ao mundo inteiro". O autor da Epístola a Diogneto (c. 130 dC),
escreveu: "Os cristãos estão espalhados por todas as cidades do mundo". Irineu afirmou: "a nova
aliança... Tem saído sobre toda a terra" (Irineu, 4.33.4) e descreveu a perseguição no início como
um "movimento de toda a terra contra a Igreja”. Eusébio continuamente usou também a palavra
“mundo” para se referir a algo muito menos do que o mundo inteiro (Eusébio, A História da Igreja).
Ele disse que Cristo "encheu o mundo inteiro com seus cristãos".

No primeiro século a Judéia foi governada por Roma. Seu mundo era o Império Romano, e,
tanto quanto Paulo estava preocupado, o evangelho tinha sido pregado a esse mundo em 57d. C.

Mais provas.
E ACONTECEU naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que
todo o mundo se alistasse. (Lucas 2:1., Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto,
convocando toda a população do império para recensear-se).
Naquela época, o imperador romano, Augusto, decretou que um censo deve ser tomado em
todo o Império Romano.

É claro, a tradução literal não é "Império Romano", no entanto, os tradutores reconhecem


que Lucas e seus primeiros leitores do século entendia oikoumene desta maneira e têm tentado
transmitir essa compreensão para nós.

Em Atos 11:28, oikoumene é traduzida como "mundo" na KJV: E, levantando-se um


deles, por nome Ágabo, dava a entender pelo Espírito, que haveria uma grande fome em todo o
mundo, e isso aconteceu no tempo de Cláudio César. Torna-se "mundo romano".

Um deles, chamado Ágabo levantou-se em uma das reuniões e predisse pelo Espírito, que
uma grande fome estava por vir sobre o mundo romano inteiro. (Isso foi cumprido durante o
reinado de Cláudio).

Vejamos mais uma vez o que o Senhor Disse na sua predição do fim... Este evangelho do
reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim (Mateus
24:14. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as
nações. Então, virá o fim).

Se honestamente interpretarmos como assim o é "o mundo" (oikoumene) como Império


Romano neste verso, obviamente teremos que admitir que a comissão de pregar o evangelho "em
todo o mundo" - o Império Romano - foi cumprida no primeiro século, o que implica "o fim" já
veio. É imperativo que entendamos o que o Senhor Jesus e seus apóstolos realmente quiseram dizer
quando usaram oikoumene se desejarmos entender esta questão. A pregação do evangelho "em todo
o mundo" era para ser cumprido no prazo de geração de ministério terreno de Cristo (Mateus 24:14,
34), e nós não devemos ficar surpresos ao descobrir que ele era. Não há necessidade de exigir um
cumprimento moderno.

Assim, o fim chegou. Na primavera de 67 dC, marcou o início de um período de três anos e
meio de tribulação diferente de tudo que os judeus já haviam conhecido. Exércitos romanos
invadiram a Palestina a partir do Norte e começou a queimar cidade após cidade, seja matando os
habitantes, ou vender-nos como escravos. Finalmente, no verão de 70 dC, os sacrifícios de animais
judaica cessou, e o templo foi completamente destruído. Obtenção de perdão através da observância
da Antiga Aliança tem sido impossível desde então. Este foi "o fim" ou "fim dos tempos" Jesus
estava se referindo isso em Mateus. 24:14. E será pregado este evangelho do reino por todo o
mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim ). e Mateus 28:20. Ensinando-os a
guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à
consumação do século.

Os cristãos podem ainda "testemunha” hoje?

Compartilhar o evangelho é muitas vezes referido como testemunhar a Cristo. No entanto,


como vimos a partir das Escrituras, o comando para levar o evangelho ao mundo como uma
"testemunha do reino que chegaria" foi cumprida no primeiro século.

Jesus enviou suas testemunhas para pregar o evangelho em todo o antigo Império Romano
como um prelúdio para a destruição do sistema judaico de adoração. Que a atribuição não se aplica
a nós.
Claro, nós ainda desejamos compartilhar a mensagem da salvação, e certamente, é a vontade
de Deus que fazemos.

No entanto, ninguém vivo hoje pode pretender ser uma testemunha do reino vindouro. Uma
vez que nenhum de nós viveu no primeiro século, o que poderíamos afirmar ter testemunhado? A
maioria provavelmente responderá ao sugerir que nós somos testemunhas do que Jesus fez em
nossas vidas.

Conclusão.
Nós demonstramos que a atribuição para pregar o evangelho ao "mundo" foi realmente uma
missão para o Império Romano a ser realizado antes da destruição de Jerusalém EM 70 dC. A tarefa
foi atribuída a testemunhas oculares da ressurreição de Cristo, e a Escritura afirma claramente que a
missão foi cumprida a tempo.

MATEUS 24 E 1 TESSALONICENSES 4-5 PODEM SER COMPARADOS?

O Grande Conselho da Igreja, em Jerusalém, conforme registrado em Atos 15 é geralmente


discutido apenas em relação ao "Tabernáculo de Davi" e seu significado profético. Algumas coisas
sobre o Conselho são negligenciadas especialmente no que diz respeito à interpretação de algumas
passagens importantes das Escrituras proféticas. No Conselho, Paul (um nascido fora de tempo
devido-I Coríntios. 15:8) reuniu-se e passou um tempo com os homens que tinham ficado face a
face com o Senhor durante o Seu ministério. De “interesse particularidade, ele deve ter ouvido
diretamente de seus lábios a respeito do Sermão do Monte”, como eles vividamente recordaria a
declaração do Senhor como sobre os eventos futuros. Precisamos lembrar que a pessoa que falou
essas palavras foi o único que poderia fazê-la.

Nós acreditamos que, juntamente com o falecido Edgar J. Goodspeed que o Evangelho de
Mateus foi o primeiro a ser escrito. 2. Mateus ainda não tinha partido para a Etiópia, Índia e sul e
leste ponto quando o Conselho foi realizado. Mas, com ele deve ter tido cópias do manuscrito do
Evangelho. Uma cópia pode muito bem ter sido dado a Paulo. Na verdade, o Evangelho de Mateus
pode ter sido um dos livros que Paulo pediu a Timóteo para trazer-lhe de Trôade (2 Timóteo 4:13.
Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros,
especialmente os pergaminhos). Por isso, é bem possível Paulo está muito familiarizado com o
Evangelho de Mateus, especialmente as partes que agora designa como os capítulos 24 e 25 (O
sermão escatológico).

Paulo tinha uma relação muito especial e íntima com o Senhor ressuscitado. O’
relacionamento, é referido várias vezes em suas cartas, ele estava muito mais perto do que a maioria
pregadores fundamentalistas do século XXI. Esta relação, incluindo seu aspecto especial chamado
Inspirativo, é evidente no que ele ensinou e escreveu. Portanto, Paulo tinha três maneiras pelas
quais ele poderia ter sido exposto o "Sermão do Monte" (outros professores cristãos do Concílio de
Jerusalém, tinham o Evangelho de Mateus por inspiração direta), e, portanto, Paulo deve ter
entendido o propósito por trás o Sermão do Monte.

Assim, não deve surpreender a ninguém que o discurso profético que Paulo escreveu à igreja
em Tessalônica foi escrito contra o pano de fundo o Sermão do Monte. Óbvio que isso possa
parecer, o ponto é geralmente negligenciado na comunidade conhecida como "dispensacionalista".
Contudo, Paulo escreveu como se ele estava muito familiarizado com as declarações de Jesus em
Mateus. Capitulo 24 e capitulo 25.
Declarações de Paulo em (I Tessalonicenses 5:4. Mas vós, irmãos, não estais em trevas,
para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa), mostram grande semelhança a essas
declarações que estas conclusões parecem inevitáveis.

O gráfico comparativo abaixo estabelece este ponto vividamente. Não são apenas as
características princípio do “Monte das Oliveiras" no relato de Paulo, mas até mesmo a ordem é
substancialmente o mesmo.

Tessalonicenses 4/5 Mateus. 24-25


1. O próprio Cristo retorna 4:16 /24:30
2. No céu 4:16/ 24:30
3. Com um soar de trombeta 4:16/ 24:30
4. Acompanhado por anjos 4:16 /24:31
5. Com a trombeta de Deus 4:16 /24:31
6. Crentes reunidos 4:17/ 24:31, 40-41
7. Nas nuvens 4:17/ 24:30
8. Tempo Desconhecido 5:1-2 /24:36
9. Virá como um ladrão 5:2,4 /24:43
10. Incrédulos desconhecem juízo iminente 5:3/ 24:37-39
11. Julgamento vem como dores de parto 5:3 /24:8
12. Os crentes não decididos 5:4-5/ 24:4 ss.
13. Crentes para assistir 05:06 /24:42
14. Advertência contra embriaguez 5:73 /24:49
Nada pode disfarçar a um olho honesto o paralelo entre Mateus 24:30-31 e I Tessalonicenses
4:15-18. "

W. Bell observa, em sua tese: "quando olhamos para os primeiros escritos escatológicos de
Paulo em I e II Tessalonicenses descobrimos que Paulo descreve a segunda vinda em quase
exatamente da mesma maneira que Jesus fez no Sermão do Monte,... usando a terminologia e as
sequências de modo muito semelhante aos de Cristo, que dificilmente se poderia imaginar um
paralelo mais próximo para além da citação direta. Além disso, um estudo exegético das duas
epístolas deixa bem claro que Paulo não sabia nada de qualquer da segunda vinda, mas em toda
parte fala de o arrebatamento como sendo coincidente com a destruição da geração perversa em
geral e do Anticristo, especificamente. "

O ponto em comum entre Mateus. 24-25 e I Ts. 4-5 é demasiado próximo para que possa ser
passado como apenas semelhança da linguagem. Eles estão falando do mesmo período de tempo e
os mesmos eventos.

Note-se especialmente na tabela acima a comparação de 1 Tes. 4:16, 17 com Mateus. 24:30,
31. Os Dispensacionalistas muitos irão concordar que o Sermão do Monte até cerca versículo 36 se
aplica à Destruição de Jerusalém em 70 dC. No entanto, assim como eles dividem 70 semanas de
Daniel, eles dividem "O Sermão do Monte das Oliveiras", colocando o resto do capítulo, em algum
momento futuro. Mas a ligação de I Tessalonicenses. 4:16 com Mateus 24:30, 31 significa que a
"Raptura" do verso está ligada a os eventos que, entre várias escolas deve aplicar-se a 7 ª década do
primeiro século.

Bell estava ciente da crescente convicção de que a profecia do Novo Testamento foi escrita
antes dos acontecimentos do ano 70 dC. Esta escola de interpretação tem base bíblica muito sólida,
assim, dizer que o arrebatamento ocorreu no momento em que Jerusalém caiu em 70 dC Isso, é
claro, significa dizer que a "Raptura" não é como os futuristas acreditam, com uma terrível
confusão de carros destruídos e abandonados em estradas de Dallas e Los Angeles é totalmente fora
da base.

Mas, você pode dizer: Como o arrebatamento ocorreu em AD 68-70. Não houve queda de
carros na marginal Tietê? O único relatório de testemunha ocular contemporâneo do que aconteceu
é o relato de Josefo, que, escrevendo como um não-crente. E ele não registrou nada sobre o Senhor
vindo com os mortos para galardoar os crentes e lhes conceder um corpo ressurreto. tudo o que
temos são as palavras do próprio Jesus que ocorreria um encontro de algum tipo antes da queda de
Jerusalém, aumentado com as declarações paralelas por Paulo, Uma vez que o resto do "Sermão do
Monte das Oliveiras" foi cumprida. Por que tentar colocar Mateus. 24:30, 31 / Tess. 4:16, 17 para o
futuro?

Parece provável que Lacunza, Margaret MacDonald, JN Darby, WE Blackstone, John


Walvoord, Hal Lindsey e Edgar Whisenant entre outros estão tentando fazer um evento passado
ocorrer no futuro. Mas isto é inconsistente com a Escritura e só pode enganar a os Incautos. A vinda
de Nosso Senhor para fora do tempo a nossa existência com prazos tem um significado espiritual
muito além dos conceitos materialistas dos dispensacionalistas, pre-milenistas e outros futuristas.
Maranata é passado! A Deus seja a glória!
Notas de rodapé / referências:
1. Não há registro de um Grande Conselho em Jerusalém, desde que registrado em Atos 15 (ver
Rushdoony "A Fundação da Ordem Social" Embora tenha havido encontros religiosos
extravagantes, sugerimos uma aplicação de João 4:21.
2. Para essas comparações em sua tese inédita, o crédito nós e agradecer W. Bell, Jr
"Avaliação crítica da Doutrina Arrebatamento Pré-Tribulação na escatologia cristã" de 1967, New
York University School of Education. Quando Bell escreveu, o movimento longe de Pré-Milenismo
não tinha atingido o ritmo de hoje. Alguns dos comentários de Bell e as conclusões podem ter sido
mais negativos hoje.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


A prova de que o Apocalipse se cumpriu no passado
Quando o apóstolo João escreveu o livro de Apocalipse, foi lhe dado pelo próprio Jesus a
revelação do que iria acontecer naqueles dias da igreja primitiva. No Apocalipse temos, em resumo,
a vinda de Cristo em juízo contra a nação de Israel. O Apocalipse não sendo um tratado sobre o fim
do mundo físico, na verdade, é uma carta de divórcio contra a nação de Israel, a antiga esposa de
Jeová. Cerca de dois terços dos 404 versículos do Apocalipse são citações do Antigo Testamento.
Portanto, o Apocalipse tem um pano de fundo judaico e, por isto, temos o julgamento de Israel
baseado na Lei Mosaica, pelo fato dessa nação ter rejeitado a Cristo, o seu Messias.

Uma das questões fundamentais para um entendimento adequado do livro de Apocalipse é


que os dois primeiros capítulos têm por objetivo prover as ferramentas básicas para o manejo desse
livro. Logo de início temos a afirmação da expectativa sobre o “tempo” ou “quando” suas profecias
se cumprirão. É importante entendermos a situação histórica do público originário de João, pois,
isto é, de importância fundamental para compreender a intenção dele.

A relevância do público alvo de João

Para entendermos melhor o livro de Apocalipse, convém que primeiro reconheçamos seu
público alvo. É um fato que o Apocalipse foi escrito para um grupo particular de pessoas. Temos
sete igrejas destinatárias no Apocalipse, para cada qual João escreve uma carta (veja Apocalipse no
capitulo 2 e capitulo 3). De certo modo, João deveria conhecer as circunstâncias históricas
peculiares de cada uma das sete igrejas da Ásia menor. Somente quando nos colocamos de fato no
lugar do público originário de João, poderemos sentir a plena força de sua mensagem. As sete
igrejas da Ásia menor são nomeadas especificamente no Apocalipse:

“João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele
que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono”.
Apocalipse 1:4.

“O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira,
Sardes, Filadélfia e Laodicéia”. Apocalipse 1:11.

O Dr. Kenneth Gentry diz que “não apenas conhecemos essas cidades a partir de fontes
antigas, mas até sabemos que a ordem de seu aparecimento no Apocalipse segue uma rota postal
romana conhecida. Essas são cidades históricas que contêm igrejas históricas do século I”. Nos
capítulos 2 e 3, João endereça cartas curtas a cada uma delas. Nelas, descobrimos várias referências
históricas, geográficas, políticas, culturais e religiosas que se encaixam com perfeição no que se
sabe sobre essas regiões. Esses são cristãos reais do século I. Devemos manter essa informação em
mente”.
Sete igrejas aflitas.
Quando João escreveu para as sete igrejas da Ásia menor no século I, essas igrejas estavam
passando por grandes sofrimentos, conforme vemos descrito em Apocalipse 1:9. “Eu, João, irmão
vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada
Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus”.

Ao longo de todo o livro de Apocalipse, temos a ideia do martírio, a necessidade de suportar


e ser perseverante nas “tribulações” (por exemplo Apocalipse 2:9-10; 3:9-10; 6:9-11; 11:7-8,11-
13,18; 12:10; 13:10; 14:11-13; 16:5,6; 17:6; 18:20,24; 19:2; 20:4,6). Aqueles primeiros cristãos
estavam sofrendo bastante, quando João lhes enviou as cartas.

Temos no capítulo 6 de Apocalipse, bênçãos especiais para aqueles que foram mortos por
sua fé, sendo isto um consolo para os que ainda estavam vivos naqueles dias:

“Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido
mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em
grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o
nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca,
e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número
dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram” . Apocalipse 6:9-
11.

Embora João escreveu isto para às igrejas do século I, as igrejas em circunstâncias terríveis
em nossos dias - ou de qualquer outra época - também podem desfrutar do consolo dessas palavras,
pois “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre” Hebreus 13:8.

As sete igrejas receberam instruções para seus dias (no século I d/C.).

O início do livro de Apocalipse declara com ênfase a intenção de que os membros das sete
igrejas entendam sua mensagem. O versículo inicial (de onde se retirou o nome do livro de
Apocalipse diz:

“A Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos coisas que em
breve devem acontecer; e ele a declarou enviando-a por meio de seu anjo a seu servo João”.
Apocalipse 1:1.

Logo de início vemos que o objetivo do Apocalipse não é confundir, mas “revelar”,
“mostrar”, “notificar” e não esconder informações que as sete igrejas precisariam para aqueles dias.

Portanto, dois versículos adiante, João instrui as sete igrejas para ouvir e guardar as palavras
escritas em Apocalipse:

“Abençoado é aquele que lê, e aquele que ouve as palavras desta


profecia, e guarda estas coisas que nela estão escritas, porque o tempo está
próximo”. Apocalipse 1:3.

Ao “ouvir” e “guardar”, podemos dizer que os membros dessas igrejas obviamente


entenderam a mensagem de João. Sendo assim, às sete igrejas de Apocalipse, originárias do século
I, em seus sofrimentos, tiveram direcionamentos sobre como deveriam agir naqueles dias.

A expectativa temporal de Apocalipse.

Chegamos agora à questão mais importante para entendermos sobre o tempo do


cumprimento do livro de Apocalipse.
Começando pelos três primeiros versículos, temos a informação necessária de que os
acontecimentos profetizados do Apocalipse ocorreriam logo. Nos escritos de João em Apocalipse
temos uma ênfase na preocupação imediata de que os eventos apocalípticos correriam “em breve”.
Os termos “em breve” (no grego, en tachei) e “próximo” (no grego, engys), são utilizados
por João para expressar sua expectativa de cumprimento dos eventos do Apocalipse.

Diferente dos intérpretes modernos, o público original de João conseguiu entender os termos
“em breve” e “próximo” como sendo em seu tempo de vida.

Caso João não quisesse dizer isso, ele tinha a disposição outros meios por perto para elucidar
a questão.

A questão temporal tem grande ênfase dentro do livro de Apocalipse. Constantemente João
lembra seus leitores sobre isso:

“A Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos coisas que em
breve devem acontecer; e ele a declarou enviando-a por meio de seu anjo a seu servo João”.
Apocalipse 1:1.

“Abençoado é aquele que lê, e aquele que ouve as palavras desta profecia, e guarda estas
coisas que nela estão escritas, porque o tempo está próximo”. Apocalipse 1:3.

Apocalipse 22:6-7, 10, 12, 20. v6 E ele disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o
Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que
em breve hão de acontecer. v7 Eis que eu venho rapidamente; abençoado é aquele que guarda as
palavras da profecia deste livro.

Apocalipse 22: 10, 12 e 20. “v10 E ele disse-me: Não seles as palavras da profecia deste
livro; porque o tempo está próximo. v12 E eis que eu venho rapidamente, e a minha recompensa
está comigo, para dar a cada homem conforme a sua obra. v20 Aquele que testifica estas coisas diz:
Certamente eu venho rápido. Amém. Assim seja: Vem, Senhor Jesus”.

É muito interessante que o anjo manda João que “não seles as palavras da profecia”. Uma
ordem semelhante, mas contrária, foi dada a Daniel, quando o anjo lhe disse: Daniel 8:26 “A visão
das tardes e das manhãs que você recebeu é verdadeira; sela, porém a visão, pois refere-se ao futuro
distante”.

Daniel deveria lacrar o livro da profecia porque o cumprimento da mesma não tinha nada a
ver com os seus contemporâneos. O livro do profeta Daniel foi escrito por volta do ano 536 a/C. e
suas predições demoraram mais ou menos 344-558 anos para começarem a se cumprir. Na
revelação, o anjo considerou essa quantia de tempo como “dias ainda mui distantes”. E, agora, no
caso do apóstolo João, temos o anjo ordenando que ele não selasse o livro de Apocalipse,
significando claramente que os seus contemporâneos teriam que ter conhecimento imediato do seu
conteúdo. Então o “em breve” ou o “próximo”, claramente refere-se a um espaço curto de tempo.

Para driblar o óbvio, alguns argumentam sobre a questão do problema do “tempo de Deus”,
argumentando que “João fala do tempo de Deus, e não do tempo do homem”. Para isto, quase
invariavelmente, os contestadores apresentam o texto de 2ª Pedro 3:8, que diz: “Há, todavia, uma
coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos,
como um dia”.

Sobre este argumento, o Dr. Kenneth Gentry Jr. que é uma das maiores autoridades em
escatologia bíblica, escreveu o seguinte: “Mas há, no mínimo, dois problemas que enfraquecem essa
objeção: Primeiro, Pedro está falando sobre Deus, enquanto João está dando direções aos homens.
Pedro faz uma afirmação teológica a respeito de Deus e da percepção de tempo dele; João apresenta
uma diretiva histórica aos homens com respeito às suas tribulações que estão se desdobrando. Não
podemos confundir verdades teológicas a respeito de Deus com orientações históricas aos homens.
Segundo, Pedro lida expressamente com a objeção de que certas profecias falharam por ainda não
terem ocorrido:

2ª Pedro 3:3,4 “Tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores
com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da
sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o
princípio da criação”.

Pedro lida com a lentidão do juízo divino. João, porém, avisando aos cristãos sofredores
(entre os quais ele se inclui, Apocalipse 1.9) sobre o que eles devem esperar. E declara de forma
dogmática, repetida e variada, que suas profecias “devem acontecer em breve” porque “o tempo
está próximo”.

Se os homens de Deus no Antigo Testamento levassem em conta essa ideia do tempo de


Deus que é diferente do tempo do homem, eles jamais poderiam ter certeza das promessas e
previsões divinas. O profeta Daniel, por exemplo, não poderia saber se o “futuro distante” da visão
que teve seria mesmo distante ou logo (Daniel 8:26). Nem mesmo Abraão poderia ter certeza se de
fato a posteridade dele seria “reduzida à escravidão” e “afligida” “por quatrocentos anos” literais ou
não (Gênesis 15:12-13).

A verdade é que os intérpretes modernos adulteram a Palavra de Deus ao dizerem que o que
é “em breve” poderia ser “distante”. Portanto, tenhamos mais reverencia para com a Palavra e
deixemos de lado as interpretações que recebemos por tradição em nossas igrejas.

E agora? Para que serve o livro do Apocalipse?

A maioria dos crentes não veem com bons olhos a ideia de que boa parte do Apocalipse já
foi cumprido no passado. Eles, simplesmente, acham que estão perdendo grandes coisas. O pastor e
escritor Jonathan Welton expressa isto muito bem: “Depois de ler essas coisas até aqui, muitos
provavelmente exclamarão: “Então o que falta”? Essa é a reposta natural quando uma pessoa
descobre que a Grande Tribulação já aconteceu, que não existe um dominador mundial que tomará
o poder, que não estamos esperando um avivamento judeu como sinal do fim e que não existe um
arrebatamento. Para alguns que fizeram do fim dos tempos o foco de sua caminhada cristã, se essas
pessoas concordaram com este livro, é como se sua principal teologia tivesse sido abalada como em
um terremoto.

Muitos podem sentir que estão perdendo um pedaço fundamental do Novo Testamento, que
imaginavam estar relacionado a eles pessoalmente, quando percebem que já houve um
cumprimento histórico e profético. Essa não é uma estimativa verdadeira. Não perdemos nenhuma
das 360 profecias messiânicas do Velho Testamento que Jesus cumpriu; na verdade, esses
cumprimentos fortalecem nossa fé e o conhecimento da Palavra. Perceber que Mateus 24 já
aconteceu, não significa que perdemos as Escrituras; significa que podemos afirmar quão grande
profeta Jesus é! Tudo que Ele disse que aconteceria em uma geração (de 40 anos), aconteceu
naquela geração (de 40 anos). Quando as pessoas perceberem que não existe uma futura Grande
Tribulação ou anticristo, não deveriam ter um sentimento de perda; mas deveriam se alegrar pelo
que perderam!

Descobrir a visão otimista do fim dos tempos é um dos pedaços melhores e mais
maravilhosos das notícias que os cristãos modernos podem escutar. O recebimento dessas notícias
como sendo negativas, tipicamente vem de um local não saudável no coração das pessoas,
especialmente daqueles que querem ver Deus julgar seus arredores. Muitos não receberão este livro
como boas novas porque eles, como Tiago e João, queriam ver a destruição dos pecadores, ainda
que Jesus tenha dito “vocês não sabem a que espírito pertencem” (Lucas 9:55)”.

Exemplos de profecias cumpridas no passado!

O que é mais fascinante na profecia bíblica não é o seu cumprimento ainda futuro, mas o
fato de já ter sido cumprida no passado. Pode parecer uma surpresa para muitos crentes modernos,
mas a Bíblia dá uma ênfase especial e explícita a tudo aquilo que já foi cumprido, muito mais do
que aquilo que ainda tem de se cumprir. Diversas passagens mostram essas verdades. O
cumprimento passado da profecia bíblica, o qual chamamos de Preterismo, nos traz fundamentação,
certeza e mostra-nos o quão Deus é verdadeiro em tudo aquilo que diz.

A espera por um cumprimento profético faz com que dependamos da fé para termos certeza
de seu cumprimento. Passamos, então, por diversas provações e incertezas para enxergarmos o
invisível, até que vejamos a profecia se cumprir e, na pior das hipóteses, podemos morrer sem ver o
cumprimento da Palavra de Deus, como aconteceu com os heróis da fé do Antigo Testamento,
conforme Hebreus 11:13: “Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas
vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na
terra”.

É claro que devemos ser pessoas de fé e crer naquilo que Deus prometeu que vai fazer, pois
“sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6a).

Todavia, a história das profecias cumpridas fortalece a nossa fé e ajuda para que não
venhamos a cometer os erros do passado - o que é muito importante biblicamente falando.

A importância do passado em nosso presente nos ajuda a sermos cautelosos em nossas


decisões.

A historiadora brasileira Emília Viotti da Costa, certa vez disse que “um povo sem memória
é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os
mesmos erros do passado”.

As Escrituras Sagradas por diversas vezes, usa como advertência os exemplos de histórias e
profecias cumpridas no passado. Um exemplo desses está 1ª Coríntios 10:1-10: “Porque não quero,
irmãos, que vocês ignorem o fato de que todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem e
todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos
comeram do mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da
rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. Contudo, Deus não se agradou da
maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados no deserto. Essas coisas ocorreram como
exemplos para nós, para que não cobicemos coisas más, como eles fizeram. Não sejam idólatras,
como alguns deles foram, conforme está escrito: O povo se assentou para comer e beber, e
levantou-se para se entregar à farra. Não pratiquemos imoralidade, como alguns deles fizeram e
num só dia morreram vinte e três mil. Não devemos pôr o Senhor à prova, como alguns deles
fizeram e foram mortos por serpentes. E não se queixem, como alguns deles se queixaram e foram
mortos pelo anjo destruidor”.

Embora essa história dos hebreus nunca mais irá se repetir, o apóstolo Paulo conclui
mostrando o objetivo pelo qual foi registrada em 1ª Coríntios 10:11. “Essas coisas aconteceram a
eles como exemplos e foram escritas como advertência para nós, sobre quem tem chegado o fim dos
tempos”.

Na carta de Judas encontramos a respeito de outros exemplos do passado, usados como


advertência para seus primeiros leitores e também para nós hoje, Judas 1:5 a 7 . “Embora vocês JÁ
TENHAM CONHECIMENTO de tudo isso, quero LEMBRAR-LHES que o Senhor libertou um
povo do Egito, mas, posteriormente, destruiu os que não creram. E aos anjos que não conservaram
suas posições de autoridade, mas abandonaram sua própria morada, ele os tem guardado em trevas,
presos com correntes eternas para o juízo do grande Dia. De modo semelhante a estes, Sodoma e
Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais.
Estando sob o castigo do fogo eterno, elas SERVEM DE EXEMPLO”.

O apóstolo Pedro também se utilizou de vários exemplos do passado para advertir seus
contemporâneos, 2ª Pedro 2:4-9. “Porque, se Deus não poupou aos anjos que pecaram, mas os
lançou no inferno, e os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o julgamento; 5 e
não poupou ao mundo antigo, mas salvou Noé, a oitava pessoa, o pregador da justiça, trazendo o
dilúvio sobre o mundo dos ímpios; 6 e transformando as cidades de Sodoma e Gomorra em cinzas,
condenou-as com a destruição, tornando-as um exemplo para os que posteriormente vivessem como
ímpios; 7 e livrou o justo Ló, enfadado do comportamento imundo dos homens ímpios; 8 (porque
este homem justo, habitando entre eles, afligia dia a dia a sua alma justa, ao ouvir e ver as suas
obras injustas). 9 O Senhor sabe como livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o
dia do julgamento, para serem punidos”.

Ao falar do cerco e destruição de Jerusalém que ocorreu no ano 70 d/C., o Senhor Jesus por
diversas vezes se utilizou de exemplos do passado:

“Assim como foi nos dias de Noé, também será nos dias do Filho do homem. O povo vivia
comendo, bebendo, casando-se e sendo dado em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca.
Então veio o dilúvio e os destruiu a todos. Aconteceu a mesma coisa nos dias de Ló. O povo estava
comendo e bebendo, comprando e vendendo, plantando e construindo. Mas no dia em que Ló saiu
de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu e os destruiu a todos. Acontecerá exatamente assim no
dia em que o Filho do homem for revelado. Naquele dia, quem estiver no telhado de sua casa, não
deve desça para apanhar os seus bens dentro de casa. Semelhantemente, quem estiver no campo,
não deve voltar atrás por coisa alguma. Lembrem-se da mulher de Ló! Quem tentar conservar a sua
vida a perderá, e quem perder a sua vida a preservará”. (Lucas 17:26-33; ver também Mateus 24:37-
42).
Temos também como exemplo do passado, o sangue derramado de Abel, que mesmo depois
de morto dá testemunho, Gênesis 4:9,10. “Então o Senhor perguntou a Caim: Onde está seu irmão
Abel? Respondeu ele: Não sei; sou eu o responsável por meu irmão? Disse o Senhor: O que foi que
você fez? Escute! Da terra o sangue do seu irmão está clamando”.

Hebreus 11:4. “Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele
foi reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas. Embora esteja morto, por meio
da fé ainda fala”.

Por fim, Deus faz um apelo para que estejamos atentos ao passado, Isaías 46:9-10.
“Lembrem-se das coisas passadas, das coisas muito antigas! Eu sou Deus, e não há nenhum outro;
eu sou Deus, e não há nenhum como eu. Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos
remotos, o que ainda virá. Digo: Meu propósito ficará de pé, e farei tudo o que me agrada”.

Eu poderia citar dezenas de outros exemplos bíblicos, como de nações que Deus destruiu no
passado, como o Egito, a Babilônia e mesmo Israel, mas, em resumo, todos os exemplos de
cumprimento passado da profecia nos mostram como devemos também encarar o cumprimento
passado da profecia do livro de Apocalipse. Assim como as outras profecias do Antigo Testamento
se cumpriram no passado, não mais tendo uma repetição no cumprimento, o mesmo acontece com a
visão que João teve no Apocalipse.

As visões que Jesus revelou a João nos 22 capítulos de Apocalipse, pelo menos do capítulo 1
até a metade 20, tiveram seu cumprimento no primeiro século, nos dias da igreja primitiva e
principalmente no cerco e destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. O Apocalipse ainda hoje nos
serve de exemplo, inspiração e ensino. Como no mesmo exemplo de todas as profecias cumpridas
no passado, temos no Apocalipse os arquétipos necessários que nos ensinam como enfrentarmos
calamidades, perseguições, governos ditatoriais e como vencermos o mundo pela fé em Jesus
Cristo. É como disse o teólogo Ralph E. Bass, Jr.: “...superação é o tema mais importante no
Apocalipse... a superação é de grande importância para o nosso Senhor.

A igreja estava enfrentando perseguição iminente. Esta é uma das razões porque o livro foi
escrito, para escorar a igreja durante os dias negros que se avizinhavam. A existência de uma
‘superação’ na passagem de cada uma das sete cartas novamente fundamenta o argumento de que
este livro foi escrito para as pessoas que sofreram perseguições e morte.

“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me
sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” .
Apocalipse 3.21, 22.

A BESTA DE APOCALIPSE 13 E A SUA MARCA.

“Vi uma besta que saía do mar. Tinha dez chifres e sete cabeças, com dez coroas, uma sobre
cada chifre, e em cada cabeça um nome de blasfêmia”. Apocalipse 13:1.
“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem
certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser
quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele
que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é
seiscentos e sessenta e seis”. Apocalipse 13:16-18.
A escatologia preterista é a única que tem uma resposta satisfatória e verdadeira a respeito
da identidade da besta de Apocalipse 13. Diferente das versões fantasiosas divulgadas
popularmente, para os eruditos bíblicos não há dúvidas de que a besta de Apocalipse 13 é o império
romano, representado mais especificamente por Nero César, cujo cálculo dos números de seu nome
soma-se “seiscentos e sessenta e seis”. David Chilton nos traz uma excelente explicação acerca do
número da besta:

Por exemplo, o número simbólico 666 (Apocalipse 13:18) claramente refere-se a Nero
César; mas se João tivesse apenas pretendido que seus leitores devem entender “Nero César”, ele
teria escrito “Nero César”, não “666”. Ele usou o número 666 porque vem de um sistema já
estabelecido de imagens bíblicas que permitiu que ele dissesse muitas coisas sobre Nero
simplesmente usando esse número.

Já estava claro para os leitores de João que o mar que a besta emerge era o Império Romano.
João agora fornece a seus leitores uma identificação da Besta de uma forma muito diferente: aqui
está a sabedoria. Deixe aquele que tem entendimento calcular o número da Besta, pois o número é o
de um homem; e seu número é 666. Como veremos, 666 é o valor numérico do nome Nero Cesar.
Embora isso seja uma conveniente solução e, portanto, na medida em que é, perfeitamente correta,
também coloca vários problemas. Se a Besta for identificada com o Império Romano como um
todo, e não apenas com Nero, isso não muda? Qual o “número da besta” quando outro César está no
trono? Além disso, este não é apenas um exemplo de “exegese de jornal” - usando jornais do
primeiro século?

A resposta é que o nome do Nero não é a referência principal do 666; em vez disso, o
número da Besta é baseado em várias vertentes de dados bíblicos o que, em última análise, aponta
para o Império Romano. O nome Nero César de modo algum exaure o significado do enigma. A
própria Bíblia nos dá informações suficientes para nos permitir identificar Roma como a besta, o
cumprimento de 666”.

Portanto, quem hoje em dia procura pela besta ou por sua marca, está procurando um
inimigo derrotado ainda no primeiro século da era cristã. Mas, a ideia de Chilton de que “o número
da Besta é baseado em várias vertentes de dados bíblicos”, nos remete ao rei Salomão e a sua
apostasia, conforme nos explica Gary DeMar:

O número 666 era de conhecimento dos judeus. Antes que Salomão caísse na apostasia,
temos alguns detalhes sobre seu reinado. Em 1º Reis 10:14 se diz que “o peso do ouro que se trazia
a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro...”. A respeito de outros itens
como os cavalos importados do Egito, encontramos números redondos. A única exceção é em
relação ao número do peso do ouro. Quando o livro de Reis menciona os 666 talentos de ouro
trazidos a Salomão, temos a partir desse ponto a descrição da apostasia dele. A partir de então o rei
Salomão viola as leis sobre o acúmulo de cavalos, carruagens, esposas e ouro (1º Reis 10:26; veja
Deuteronômio 17:16-17).

Aqui é um ponto de partida que eu queria chegar. Assim como outros exemplos bíblicos,
temos na besta de Apocalipse 13 um arquétipo, um modelo ou exemplo de governantes maus que
regem suas nações com tirania. A besta, embora seja um personagem derrotado há muito tempo, nos
ajuda a lhe dar com atuais governantes tiranos. Veja que Salomão começa a cair em apostasia a
partir do momento em que “o livro de Reis menciona os 666 talentos de ouro trazidos a” ele.
Sobre essa violação das leis por parte de Salomão, James B. Jordan escreveu:

A lei de Deuteronômio 17 proibiu o rei de multiplicar ouro, mulheres e cavalos, mas aqui
vemos Salomão fazer todos os três. Em Apocalipse, os governantes religiosos da “terra” são
chamados reis, os “reis da terra”. A apostasia do Sumo Sacerdote, e dos líderes religiosos de Israel,
é assim ligada ao pecado de Salomão. Quando Salomão perdeu seu reino quando as tribos do norte
se rebelaram após sua morte, então a Besta Terrestre perderá seu reino permanentemente quando
Jerusalém é destruída.

Temos em nosso tempo, principalmente aqui no Brasil, governantes que multiplicam “ouro,
mulheres e cavalos”, em outras palavras, multiplicam sem medida seus bens em detrimento da
nação que sofre. Por isto, podemos ver em nossos políticos a imagem da apostasia e podemos
chamá-los de “bestas”. A Bíblia frequentemente compara os homens a animais, como em casos
conhecidos que pessoas são chamadas de “cães”, “porcos”, “bodes”, “cabritos”, “cordeiros”,
“ovelhas” etc.

No caso dos políticos, presidentes, governantes, deputados e senadores que não estão
alinhados com os anseios da população, da verdade e da justiça, eles se enquadram perfeitamente na
imagem da besta de Apocalipse 13 e, por isto, devemos resisti-los. Alguém dirá: “Mas todas as
autoridades não procedem de Deus conforme Romanos 13? Vamos ver o que o texto realmente diz:
Romanos 13:1-7. “Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade
que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele
que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim
procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não
ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o
enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela
não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal.
Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade
de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam
imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Deem a
cada um o que lhe é devido: Se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra,
honra”.

No texto acima, estamos diante de uma autoridade que procura fazer o bem e combater o
mal. A esse tipo de autoridade, não temos nada a temer. Mesmo em governantes ditatoriais, temos
por parte deles um combate contra os malfeitores. Os cristãos fazendo aquilo que é correto perante
Deus e os homens não têm nada a temer. O apóstolo assim se expressou: “Se algum de vocês sofre,
que não seja como assassino, ladrão, criminoso ou como quem se intromete em negócios alheios”.
1ª Pedro 4:15.

Não estando enquadrado na quebra dos mandamentos de Deus, nada teremos a temer quando
a autoridade agir, “pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal.
Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá”. Agora, quando se
trata de uma autoridade como a Besta de Apocalipse 13, temos aí uma autoridade do mau, não
constituída por Deus.

O pastor Caio Fabio acertadamente disse que “Romanos 13 diz que a autoridade justa é
ministro de Deus. Apocalipse 13, todavia, diz que a autoridade arbitrária e perversa é a Besta”.
Neste último caso vale o conselho apostólico de que “é preciso obedecer antes a Deus do que aos
homens!” Atos 5:29b.

O problema com Romanos 13 é que muitos o usam para impulsionar uma agenda anticristã a
favor do Estado. Até mesmo os cristãos caem nessa! As Escrituras mostram outra realidade quando
se trata de governantes maus ou bons. O apóstolo Paulo, por exemplo, fez uso de seus direitos como
cidadão por causa do abuso dos agentes do Estado. Isto vemos em Atos 22:25-29: E, quando o
estavam atando com correias, Paulo disse ao centurião que estava presente: É-vos lícito açoitar um
homem que é romano, sem ter sido condenado? E o centurião ouvindo isto, foi ao tribuno e lhe
avisou, dizendo: Toma cuidado com o que tu vais fazer, porque este homem é romano. E vindo o
tribuno, disse-lhe: Dize-me, tu és romano? E ele disse: Sim. E respondeu o tribuno: Com uma
grande soma eu obtive esta liberdade. E Paulo disse: Mas eu sou livre de nascimento. E
imediatamente partiram os que estavam para interrogá-lo, e também o tribuno ficou amedrontado,
quando soube que ele era romano, visto que o tinha prendido.

Em outra ocasião, diante da tirania das autoridades judaicas, Paulo disse: Atos 25:10-12).
10. “Então, Paulo disse: Estou perante o tribunal de César, onde convém que eu seja julgado; não
fiz mal algum aos judeus, como tu muito bem sabes. 11 Porque se sou um ofensor, ou cometi
alguma coisa digna de morte, eu não me recuso morrer; mas, se nada há das coisas de que estes me
acusam, nenhum homem pode me entregar a eles. Eu apelo para César. 12 Então Festo, tendo
conferenciado com o conselho, respondeu: Tu apelaste para César? Para César irás”.

Por fim, outro conto que tem enganado muitos crentes, principalmente pastores, é a ideia de
Estado laico. O chamado “Estado laico” é também um outro tipo de tirania. Eu sou contra o
chamado “Estado Laico”. Estado Laico é religião ao contrário, é a religião imposta pelo ateísmo
militante, não pelos ateus sinceros. Eu prefiro um Estado religioso, com pessoas piedosas e
amorosas no controle das instituições governamentais. Quero ver orações em nossas escolas, nos
tribunais de justiça, no Senado, na câmara dos vereadores. Que prevaleça a vontade da maioria! E
que esta maioria seja defensora da Verdade da sã doutrina de nosso Senhor Jesus Cristo!

Os crentes pensam que o Estado laico é a perfeita divisão entre Igreja e Estado. Quando
Jesus disse “dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mateus 22:21), Ele não
estava ensinando que deve haver uma separação entre a Igreja e o Estado. Isto é absurdo, pois tanto
a “Igreja” como o “Estado” são as pessoas. As pessoas que formam a Igreja são as mesmas que
formam o Estado e estão infiltradas nele. O que Jesus ensina é sobre hierarquia, ou seja, devemos
dar o que é de César e o que é de Deus e, mesmo César deve a Deus, pois “a terra é do Senhor, e
tudo o que contém, o mundo e os que habitam nela” (Salmo 24:1).

Alguém dirá: “Mas não estão tentando atualmente implantar um governo mundial, com um
sistema de chips implantados nas pessoas para controle delas? Ora, toda a tentativa de controle a
nível mundial, controlando pessoas das mais variadas nações e línguas, não é nova. Temos isto
desde os primórdios, por exemplo, na torre Babel, no império babilônico, no império de Alexandre
o Grande, no império romano, no governo de Hitler, nos governos comunistas etc. Todas essas
tentativas foram frustradas por Deus.

Temos atualmente a construção de uma moderna torre Babel. Diferente da primeira torre que
foi construída apenas por Ninrode, a moderna torre Babel está sendo construída por comunistas,
islâmicos e outros grupos em conjunto. Assim como na primeira, a construção da atual torre Babel
também será frustrada pelo poder de Cristo.
Para finalizar este capítulo, devemos considerar toda autoridade governamental que oprime
ao seu próprio povo como estando a serviço do demônio.

A Grande Meretriz Babilônia


(símbolo da falsa religião)

A Grande Meretriz Babilônia de Apocalipse 17-18 é uma imagem simbólica da cidade de


Jerusalém do primeiro século da era cristã. Essa imagem nos mostra que Jerusalém tem um caso de
prostituição e dependência de Roma. Tanto Roma como Jerusalém tornaram-se uma só carne
quando decidiram matar o Filho de Deus. O apóstolo Paulo diz que “o homem que se une à
prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne” (1ª
Coríntios 6:16). Portanto, toda “a confusão na interpretação de Apocalipse 17 cairia por terra se os
intérpretes entendessem essa união de prostituição entre Roma e Jerusalém. Sendo uma só carne,
ambas as cidades se confundem. É justamente por isto que Apocalipse 17 fornece argumento tanto
para dizer que a Grande Meretriz é Roma e Jerusalém ao mesmo tempo.

As duas cidades unidas se confundem em características e atitudes, pois Jerusalém e Roma


perseguiram e destruíram o santuário de Deus. De acordo com João 2:19-21, Cristo é o Templo
espiritual de Deus. Em 1ª Coríntios 3:16, os santos também são chamados de o templo de Deus.
Assim, tanto Jerusalém como Roma, unidas mataram e destruíram o Templo de Deus. Mataram a
Cristo e também mataram os seus discípulos em perseguições por todo o Império romano.

Por isto, na interpretação de Apocalipse 17, é fundamental saber sobre essa relação
extraconjugal de Roma com Jerusalém”. Uma vez cumprida essa imagem da Grande Meretriz, o
que podemos extrair dela atualmente? O que esse simbolismo tem a nos ensinar hoje? O que
podemos extrair da imagem da Grande Meretriz é um simbolismo da religião falsa, das seitas e
cultos que são contra Cristo. A Jerusalém do primeiro século tem as características perfeitas para
nos ensinar sobre como age e atua o poder religioso. Logo no começo da visão da Grande Meretriz
é dito que ela “ se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram os reis da terra; e,
com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra” Apocalipse 17:1-
2.
As grandes seitas geralmente têm uma sede própria e instituições espalhadas a nível
nacional, como também internacional. Muitas das vezes os políticos representados na imagem dos
“reis da terra” se prostituem com determinada seita. O vinho nos ensina a respeito da doutrina, pela
qual as pessoas se “embriagam”. É justamente por isso que dizemos que pessoas envolvidas com
seitas sofrem uma verdadeira “lavagem cerebral”.

João viu que a Jerusalém de seus dias estava “montada numa besta” Apocalipse 17:3,
mostrando assim sua dependência de Roma. A religião também se utiliza de recursos da política
como dependência. Essa dependência é uma “união institucional” de uma religião organizada se
envolvendo com o poder público, bem diferente da ideia de união de Igreja e Estado. Como eu já
disse anteriormente, tanto a “Igreja” como o “Estado” são as pessoas. As pessoas que formam a
Igreja são as mesmas que formam o Estado e estão infiltradas nele. Portanto, a Igreja de Cristo são
os cidadãos que também formam o Estado junto aos não cristãos. Assim, apenas a união
“institucional” de dependência de igrejas e religiões em relação ao Estado, é condenável.

No versículo 6 de Apocalipse 17, João viu que a Grande Meretriz estava “embriagada com o
sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus”. Esta acusação se encaixou
perfeitamente contra a Jerusalém dos dias de João, a qual o Senhor disse: Mateus 23:33-37.
“Serpentes, geração de víboras, como podeis escapar da condenação do inferno? 34 Portanto, eis
que eu vos envio profetas, homens sábios e escribas; a alguns deles matareis e crucificareis; e a
outros açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade. 35 Para que sobre vós
possa vir todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue do Justo Abel até o
sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o templo e o altar. 36 Na verdade eu vos
digo que todas estas coisas sobrevirão sobre esta geração. 37 Ó Jerusalém, Jerusalém, que matas os
profetas, e apedrejas os que te são enviados, quantas vezes eu quis ajuntar os teus filhos, como a
galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e tu não quiseste”!

Levando para o lado religioso, muitas seitas, igrejas e religiões também têm uma trajetória
de matança e perseguição contra os filhos de Deus que professam a fé em Jesus Cristo.

Para finalizar, temos a advertência de Apocalipse 18:4 que diz: “Ouvi outra voz do céu,
dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não
participardes dos seus flagelos...”.

Para a Grande Meretriz que foi a Jerusalém dos dias de Cristo, essa advertência serviu ao
povo de Deus que estava nela naqueles dias antes do cerco romano. Provavelmente essa frase foi
influenciada por Jeremias 51:6 que diz: “Fugi da Babilônia, e cada um salve a sua vida...”. A
mesma advertência Cristo deu em Lucas 21.21-22: “Então, deixai os que estiverem na Judeia
fugirem para os montes; e deixai os que estiverem no meio dela, saírem; e não deixai os que
estiverem nos campos entrar nela. 22 Porque estes são dias de vingança, para que tudo o que está
escrito seja cumprido”.

Mais uma vez, essas imagens que foram cumpridas no passado, nos servem como
arquétipos, pois a mesma advertência devemos considerar caso estejamos envolvidos com o falso
sistema religioso:

“Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados...”.

O Reino Milenar de Cristo e o Novo Céu


e a Nova Terra em andamento, agora!

Os capítulos 21 e 22 de Apocalipse reforçam a ideia de que a igreja moderna - ou de


qualquer outra época da história - tem e teve sim uma revelação que nos dá direção sobre como
caminharmos em meio as adversidades deste mundo.

Na interpretação preterista da profecia bíblica, cremos que o Reino de Deus se iniciou nos
dias do ministério de Jesus Cristo. Para Cristo poder expulsar os demônios, Ele aprisionou o
“valente” para levar-lhes os bens (Mateus 12:29. Ou, como pode alguém entrar na casa
de um homem forte e furtar os seus bens sem primeiro amarrá-lo? E então
roubará a sua casa.). Essa prisão de Satanás ocorrida nos dias do ministério terreno de Cristo
é a mesma de Apocalipse 20:1-3. “E eu vi um anjo descer do céu, tendo a chave do abismo sem
fundo e uma grande corrente na sua mão. 2 E ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo
e Satanás, e amarrou-o por mil anos; 3 e lançou-o no abismo sem fundo, e ali o encerrou, e pôs um
selo sobre ele, para que ele não mais enganasse as nações, até que os mil anos se cumprissem; e
após isso, ele deverá ser solto por um pouco de tempo”.
Ao aprisionar Satanás, Cristo disse: Mateus 12:28. “Mas, se eu expulso os demônios pelo
Espírito de Deus, então o reino de Deus é chegado a vós”.

Temos, então, nas palavras de Cristo, que o início do Reino de Deus se deu ainda no
primeiro século da era cristã. O período de “mil anos” do Reino de Cristo ( Apocalipse 21:2-5, 7 E
eu, João, vi a santa Cidade, a nova Jerusalém, descendo do céu, da parte de Deus, preparada como
uma noiva adornada para o seu marido. 3 E eu ouvi uma grande voz do céu, dizendo: Eis que o
tabernáculo de Deus está com os homens, e ele habitará com eles, e eles serão o seu povo, e o
próprio Deus estará com eles, e será o seu Deus. 4 E Deus enxugará todas as lágrimas de seus olhos;
e não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem haverá mais dor; porque as coisas antigas
são passadas. 5 E aquele que está assentado sobre o trono disse: Eis eu que faço novas todas as
coisas. E ele disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. 6 E ele disse-me: Está
feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. Àquele que estiver sedento eu darei
gratuitamente da fonte da água da vida. 7 Aquele que vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu
Deus, e ele será meu filho.) não é mil anos literais, mas é um número que representa todo o período
da história da igreja, desde o primeiro século, até a Segunda Vinda de Cristo.

Junto a chegada do Reino, recebemos também da primeira vinda de Cristo o estabelecimento


do “novo céu e uma nova terra”. Já estamos dentro da nova criação que atingirá seu ápice no dia da
ressurreição final. Apocalipse 21:1. “Então vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e
a primeira terra tinham passado; e o mar já não existia”.

O judeu entendia que o “céu e terra” era a Antiga Aliança Mosaica, com seus sacrifícios,
templo, sacerdócio e leis. Em Mateus 5:17-18 diz: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os
Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a
terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra”.

O que Jesus quis dizer no versículo acima é que a Antiga Aliança com seu templo, leis e
sacrifícios, passaria, mas, as suas palavras, iriam continuar para sempre. Em Jesus temos a
inauguração de um “novo céu e terra”, a Nova Aliança, a Era Cristã que jamais terá fim. É por isto
que quando Jesus assume Seu trono de julgamento em Apocalipse 20:11b. “a terra e o céu fugiram
da sua presença, e não se encontrou lugar para eles” . A “terra e o céu” que fogem de Sua presença é
a Antiga Aliança.

Quando se diz que na chegada do novo céu e terra “o mar já não existia”, significa que agora
não há mais o mar (simbolismo das nações pagãs) separando a terra de Israel do restante do mundo.

Agora, em nosso tempo depois de Cristo, vivemos no “Israel de Deus” que é a Igreja, que
conquistará toda a Terra, e não há mais separações: Efésios 2:12-14. “ que, naquele tempo, estáveis
sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos ao pacto da promessa, não tendo
esperança e sem Deus no mundo. 13 Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe,
chegastes perto pelo sangue de Cristo. 14 Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e,
derrubou a parede do meio da separação entre nós,
Pela obra de Cristo, mediante Sua morte e ressurreição, agora temos livre acesso direto a
Deus, porque Ele vive entre nós: Apocalipse 21:3 “Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo:
Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e
Deus mesmo estará com eles”.

A Nova Jerusalém que é própria Igreja de Cristo, já desceu do Céu, porque sua origem é de
lá. Já é uma realidade que estamos habitando nessa cidade espiritual, já chegamos ao monte Sião:
Hebreus 12:22-24. “Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém
celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembleia e igreja dos primogênitos
arrolados nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, o
Mediador da nova aliança, e ao sangue da aspersão que fala coisas superiores ao que fala o próprio
Abel”.

A partir da criação do novo céu e da nova terra, ainda na primeira vinda de Cristo, estamos
caminhando rumo a plenitude, até o dia em que todas as nações se converterão ao Filho de Deus:
(Salmos 22:27-31. Todos os confins do mundo se lembrarão e se tornarão para o SENHOR; e todas
as famílias das nações adorarão diante de ti. 28 Porque o reino é do SENHOR, e ele é o governante
entre as nações. 29 Todos aqueles que forem gordos sobre a terra comerão e adorarão; todos aqueles
que descerem ao pó se curvarão diante dele; e ninguém pode manter viva a sua própria alma. 30
Uma semente o servirá; será contada ao Senhor a cada geração. 31 Eles virão e declararão sua
justiça a um povo que vai nascer, que ele fez isso.).

Já estamos chegando perto dessa realidade do Salmo 22. Observe o que o pastor Jonathan
Welton e Jim Wies observaram: “No ano 100 A/D, 1/360 da população mundial era cristã. Por volta
do ano 1000 A/D, 1/220 da população mundial era cristã. Em 1500, a percentagem de cristãos
aumentou para 1/69 da população mundial. Por volta de 1900, com uma população mundial de
pouco mais de um bilhão, o cristianismo tinha subido para 1/27 da população. Em 1990, a
percentagem de cristãos aumentou para 1/7 da população mundial. Como já foi dito, estima-se
agora que há sete bilhões de pessoas no planeta Terra e que um total de um terço deles (uma em
cada três pessoas no mundo) são seguidores de Jesus!”

Mediante essas estatísticas a promessa de Apocalipse 21:24, 26 está sendo constantemente


cumprida, quando diz que “as nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua
glória. E lhe trarão a glória e a honra das nações”. Os capítulos 21 e 22 de Apocalipse, os quais
representam o período que estamos vivendo, estão a cada dia se cumprindo até atingir o ápice. A
obra que Jesus Cristo realizou há dois mil anos atrás causou tal impacto que o mundo só tem
melhorado progressivamente, e é claro, na medida em que o evangelho cresce em sua conquista das
nações. O grande problema é que muitos cristãos (baseados em notícias de jornais) e contrariando a
Escritura Sagrada, acreditam que o mundo só tem piorado desde os tempos de Cristo.

Sobre a melhora do mundo desde os tempos de Cristo, o teólogo Luiz Henrique Schmitt, em
seu livro intitulado Escatologia Apostólica, escreveu: “Na verdade, ao se olhar de forma mais ampla
a história, comparando-se o mundo de hoje com o que era no passado, honestamente chega-se à
conclusão de que os “bons tempos” do passado não foram assim tão bons. Quando Jesus veio à
Terra, havia apenas uma pequena nação localizada no Oriente Médio que tinha uma revelação
acerca do único Deus verdadeiro. Todo o restante do mundo estava perdido nas trevas. Como o
apóstolo Paulo escreveu, em Efésios 2:11-12. “Portanto, lembrai-vos de que vós, no passado, éreis
gentios na carne e chamados incircuncisão pelos que, na carne, se chamam circuncisão feita por
mãos; 12 que, naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos
ao pacto da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo”.

Sobre o tema, Ernest Hampden Cook escreveu: O fato é que por pior que o mundo ainda
esteja agora, moralmente ele está muito melhor do que estava quando Jesus nasceu em Belém da
Judeia. Poucas pessoas nos dias de hoje têm uma concepção adequada da miséria e da degradação
que naquela época eram o destino comum de quase toda a humanidade, em razão da monstruosa
maldade daqueles tempos, das guerras contínuas, das crueldades do despotismo político e da
escravidão que predominava em todos os lugares.

E para finalizar, cito a seguir o texto de Harold R. Eberle: Agora, pense no quanto o mundo
de hoje é abençoado. O Evangelho está sendo pregado em todos os cantos da terra. O Cristianismo
está explodindo em crescimento por todo o mundo, com mais de 200 mil pessoas se tornando cristãs
nascidas de novo todos os dias. Na China há mais de 20 mil conversões a Cristo por dia, enquanto
na América do Sul são 35 mil por dia. Somando tudo, mais de 1 milhão de pessoas por semana se
tornam cristãs. A pequena semente que entrou na terra naquela pequena nação de Israel cresceu para
permear a terra. Com mais de 2 bilhões de pessoas afirmando ser cristãs hoje, o Cristianismo é o
bloco mais influente da humanidade. As coisas estão melhorando? Sim, estão. Naturalmente, há
muitas coisas trágicas que ainda acontecem, e temos um longo caminho a percorrer antes que
possamos dizer que tudo está maravilhoso. Mas as coisas estão muito melhores no mundo hoje do
que estavam quando Jesus veio à Terra há 2 mil anos. Para os cristãos que estiveram submersos em
uma visão de mundo pessimista, essa visão otimista pode ser difícil de aceitar. Na verdade, há
muitos pregadores cristãos que regularmente reúnem esforços e motivam as pessoas à ação
enfatizando as condições difíceis do mundo que nos cerca. De fato, os cristãos precisam permanecer
vigilantes, temos muito trabalho à nossa frente, mas não devemos perder de vista o fato de que
estamos ganhando terreno. Jesus Cristo é Senhor, e o Reino de Deus está avançando.

Conclusão

Conforme vimos, uma vez cumprido no passado, nos tempos do apóstolo João, o livro de
Apocalipse e suas visões nos servem de ensino e aplicação para qualquer época. O livro de
Apocalipse é uma leitura riquíssima e merece ser muito mais explorado. Ele possui uma inesgotável
fonte de conhecimento e discernimento frente ao sofrimento.

Façamos como os bereanos de Atos 17:11. “ Estes foram mais nobres do que os de
Tessalônica, pois receberam a palavra com toda prontidão da mente, examinando diariamente nas
escrituras se estas coisas eram assim”.

Ninguém pratica a dialética em busca da verdade. Simplesmente são as suas “verdades”


escatológicas que acabam regendo a análise. Digo isto de muitos pastores, teólogos e membros de
igrejas! Então, vamos as Escrituras sempre!

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


A QUEDA DE JERUSALÉM EM 70 D.C FOI APENAS UM EVENTO LOCAL?

Essa é uma questão muito importante para ser tratada. Pois é justamente esse o aspecto que
os futuristas dão a queda de Jerusalém pelos Romanos em 70 d.C.

Eles não aceitam de forma alguma que a queda de Jerusalém, embora local, teve sem
dúvidas uma repercussão mundial. Pra eles o Senhor Jesus teria vindo em julgamento para
Jerusalém e que voltará a qualquer momento da história para o arrebatamento da igreja e
ressurreição dos mortos. Logo há uma descarada desassociação dos fatos, que coloca a conclusão
escatológica em duas fazes com as mesmas características de cumprimento profético. Na verdade,
não existe nada disso nas escrituras, não há como desassociar a queda de Jerusalém da parousia! A
verdade é que a destruição de Jerusalém embora sendo apenas local, houve sim uma repercussão
mundial. Vejamos: “Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas: e a uns deles
matareis e crucificareis; e a outros os perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós caia
todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue
de Zacarias, filho de Baraquias, que mataste entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que
todas essas coisas hão de vir sobre esta geração”. Mateus 23:34-36.

Aqui encontramos uma grande sentença onde o Senhor Jesus diz que os escribas e fariseus
iria pagar pela morte de Abel, o sangue de Zacarias como todo sangue dos justos derramado sobre a
terra dês de a criação, quando Jerusalém nem existia ainda!

Qual o motivo então da tamanha sentença de Deus sobre aquela geração?

A questão é que Israel era o povo da aliança! Deus fez um pacto com Israel onde por
intermédio dos estatutos, eles seriam a nação peculiar de Deus, a nação modelo, onde se adorava
um só Deus o criador e que eles viveriam em plena justiça em obediência ao estatuto criado nos dias
de Moisés a eles (Deuteronômio 27). Não obstante Israel não obedeceu aos estatutos e foi assim por
várias gerações. Nos dias do Senhor Jesus, era observado a sentença daquela obstinação a qual
constituiria em uma nova Aliança entre Deus e sua igreja, formada de Judeus e Gentios de toda a
terra.

É importante também entender que quando a Bíblia fala do "mundo" no novo testamento,
não está se referindo ao mundo globalizado de hoje! Não tem nada a ver com países colonizados!
Com Washington! Com a estátua da liberdade! A Torre Eiffel... (Senários que geralmente são
apresentados nos “sugestivos” filmes escatológicos criados em Hollywood). Essa deve ser também
um fator crucial que responda seriamente a ignorância do entendimento escatológico da Igreja de
Cristo.

Abaixo veremos uma imagem do que constituía o mundo no novo testamento:

Exatamente isso! Esse era o mundo no grego ( oikoumene=Terra Habitada). Pra ser mais
preciso quanto ao período descrito do mapa, é importante levar em conta as palavras do Senhor
Jesus: “Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração ”. Mateus 23:36,
geração que compunha esse oikoumene)

A palavra geração aqui no grego é “genea” que significa contemporâneos! Fica claro que
não se refere a nossa geração do século 21. Outro texto bastante importante que anula totalmente a
questão que a destruição de Jerusalém tenha sido apenas um acontecido local é o de Mateus 24:21
que diz: “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até
agora, nem tampouco há de haver.”
Glória Deus! Amo esse texto pois deixa provado que a vinda de Jesus em destruição de
Jerusalém foi única na questão da parousia. Se a grande tribulação que culminou a destruição de
Jerusalém em 70 d.C foi como nunca houve desde o princípio do mundo e nunca haveria de ocorrer
novamente na história da humanidade, como alguns estudiosos insistem em dizer que haverá a
grande tribulação enfrentada pela igreja dos nossos dias? Se essa ideia fosse verídica o Senhor Jesus
estaria mentindo! Pois o próprio Cristo foi enfático em declarar que aquela tribulação foi única!
Mesmo que ocorra a terceira guerra mundial com uso de armas atômicas, com maior número de
mortos da história, não se comparará a queda de Jerusalém ocorrida em 70 d.C.

A queda de Jerusalém com a destruição do templo foi o fim de uma dispensação! O fim de
lei e inauguração da Aliança da Graça de Deus com a sua criação. Por isso que a queda de
Jerusalém em 70 d.C foi única. Tudo novo se fez a partir dessa destruição! O mundo condenado
pela morte devido ao pecado, foi reconciliado com Deus por meio de Cristo Jesus. O Senhor cessou
a antiga aliança com Israel para que os da fé tanto dos judeus como gentios tomasse posse desse
novo céu e nova terra em uma Aliança eterna que se estende de geração a geração. O texto de
Efésios 3 nos esclarece gloriosamente esse ocorrido: “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de
Jesus Cristo por vós, os gentios; Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus, que para
convosco me foi dada; Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um
pouco vos escrevi; Por isso, quando ledes, podeis perceber a minha compreensão do mistério de
Cristo, O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido
revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas; A saber, que os gentios são coerdeiros, e
de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho; Do qual fui feito
ministro, pelo dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação do seu poder. A mim, o
mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do
evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, E demonstrar a todos qual seja a comunhão do
mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Para
que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades
nos céus, Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, No qual temos ousadia
e acesso com confiança, pela nossa fé nele. Portanto, vos peço que não desfaleçais nas minhas
tribulações por vós, que são a vossa glória. Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de
nosso Senhor Jesus Cristo, Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome, Para que,
segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito
no homem interior; Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados
e fundados em amor, Poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura,
e o comprimento, e a altura, e a profundidade, E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o
entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para
fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder
que em nós opera, a essa glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o
sempre. Amém”

Enquanto o templo estivesse erguido a antiga aliança estava em vigor com todos os rituais e
abluções que não tinham eficácia alguma contra a corrupção do pecado. Então o mistério que estava
em oculto foi desmitificado a saber que os gentios são coerdeiros de Jesus. O Ap. Paulo foi o
precursor do evangelho aos gentios enquanto os dias se aproximavam da queda de Jerusalém 70 d.C
(Mateus 24:14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas
as nações. Então, virá o fim. Romanos 10:17-18 E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação,
pela palavra de Cristo. Mas pergunto: Porventura, não ouviram? Sim, por certo: Por toda a terra se
fez ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo ) e por isso é uma atrocidade
hermenêutica comprovada desassociar a queda de Jerusalém com as admoestações do Ap. Paulo em
suas epístolas a respeito do fim, se ele estava em missão de preparar os fiéis gentios, para unidos
pela fé aos judeus cristãos constituírem a igreja de Deus, os santos da nova Jerusalém que foi
inaugurada gloriosamente no retorno do amado.
TUDO REFERENTE A LEI FOI CUMPRIDO EM 70 A.D?

Jesus Não só disse que a lei não passaria até que o céu e a terra passassem mais ele disse que
a lei não poderia passar até tudo fosse cumprido.

Vejamos; tem sido a prática infeliz de muitos, ignorar o primeiro "até que" em Mateus 5:17-
18. Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.
Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da
Lei, até que tudo se cumpra. Jesus disse que quando toda a lei fosse cumprida a lei passaria - e que a
Bíblia é muito enfática em dizer-nos que toda a Lei seria cumprida antes que passassem os céus e a
terra ou seja o antigo sistema pactual judaico que cessou em 70 A.D.

Em Daniel 9:24. Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa
Cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para
trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos . v27 Ele fará
firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta
de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está
determinada, se derrame sobre ele Daniel foi dito que 70 semanas foram determinadas sobre o seu
povo e sua cidade, isto é, Jerusalém. Ao final deste período de tempo profético Deus prometeu que
seis coisas seriam realizadas. Foi dito a Daniel que até o final desse período, Deus iria "selar a visão
e a profecia". Pra quem não sabe; "selar a visão e a profecia" significa o completo cumprimento de
todas as profecias. A profecia de Daniel, em seguida, fala da época em que toda a profecia seria
cumprida. Quando seria isso? O fim da visão de Daniel foi à destruição de Jerusalém, que ocorreu
em 70 AD. Veja o versículo 27 Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da
semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o
assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele , e compare-o com
Mateus 24:15. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no
lugar santo (quem lê entenda), onde Jesus disse que o abominável da desolação e sua vinda
ocorreria em sua geração. O último livro da Bíblia confirma que toda a profecia deveria ser
cumprida na queda de Jerusalém. Este livro é a história da queda da grande cidade, Babilônia.
Muitas interpretações diferentes têm sido oferecidas para identificar esta cidade e ainda a
interpretação mais óbvia de todas foi ignorado. Apocalipse identifica especificamente Babilônia - é
a grande cidade ", onde nosso Senhor foi crucificado", 11:8. Jesus não foi crucificado em Roma, ele
não foi crucificado "na” Igreja Católica Romana, ele foi crucificado em Jerusalém! O nosso ponto
de observação é este, João previu a queda de Babilônia, a cidade onde nosso Senhor foi crucificado.
Ele expressou isso sob as imagens da passagem do céu e da terra. Ele disse que tudo isso ocorreria
em pouco tempo". Veja a correlação com Daniel 9, Mateus 5 e Mateus 24? Essa bela harmonia não
é por acaso.

Finalmente, temos as próprias palavras de Jesus a respeito de quando toda a profecia era
para ser cumprida. Em Lucas 21:22, aqui nosso Senhor falou da destruição de Jerusalém e
disse: "Estes são os dias de vingança em que todas as coisas que estão escritas devem ser
cumpridas". No versículo 32, ele disse enfaticamente: "esta geração não passará até que todas as
coisas ocorram." O verso 33 contém a declaração de Jesus de que "o céu e a terra passarão, mas as
minhas palavras não passarão". Lucas 21, portanto, contém os elementos idênticos de Mateus 5:17-
18. Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.
Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da
Lei, até que tudo se cumpra , a passagem do céu e da terra, e no cumprimento de todas as profecias
enfaticamente colocado dentro do contexto da destruição de Jerusalém em 70 AD. Você está
disposto a aceitar a palavra inspirada de Deus?
Observe a correlação perfeita de Daniel 9, Mateus 24, Apocalipse e Lucas 21. Todos eles
contam o tempo em que toda a profecia seria cumprida, todos eles identificam esse tempo como a
destruição de Jerusalém em 70 AD.

Em Mateus 5:17-18 Jesus disse que a lei antiga não passaria até que tudo isso foi cumprido,
e todo o cumprimento da lei se deu com a queda de Jerusalém sobre a sua própria geração.
Jesus disse: "até que o céu e a terra passem" a lei não iria passar. Ele também disse que "até que
tudo se cumpra" a lei não iria passar. A passagem do Velho Mundo (aión) de Israel com a
destruição de sua cidade e do templo em 70 dC é falado como o passar do céu e da terra. Jesus
disse que isso aconteceria quando todas as coisas que foram escritas seriam cumpridas e se
cumpriram.

UM DESAFIO PARA PASTORES E LÍDERES.

A visão Preterista está crescendo em um ritmo rápido nos dias de hoje. Mais cedo ou mais
tarde, a visão atrairá muitos pastores, Lideranças e professores de seminário. A maioria deles não
estão familiarizados com a visão, mas como eles continuam a estudar, torna-se claro que o
preterismo apresenta um desafio para a visão futurista tradicional. O apoio bíblico para o preterismo
é tão avassalador que muitos estudiosos brilhantes e pastores tornaram-se convencido de que o
preterismo está correto e o futurismo não pode ser apoiado pelas Escrituras.

Quero que vocês saibam que, este escritor tem enfrentado cristãos acadêmicos, pastores e
presbíteros que abertamente mostram uma relutância quase obstinada com as opiniões futuristas que
foram ensinados. Meu coração vai para esses líderes cristãos que se encontram nesta situação
difícil. O custo de abandonar o futurismo é alto - muito alto, aparentemente, para muitos pastores e
estudiosos de pagar!

Pare por um momento e considere o que está envolvido aqui. Vou listar apenas algumas
dessas coisas:
1 - Perda de posições ocupacional ou cargo eclesiástico e estresse familiar!
2 - A revisão parcial dos grandes credos ecumênicos e as confissões!
3 - Centenas de comentários da Bíblia encontrada fora de linha com as Escrituras!
4 - Seminários buscando a necessidade de estudar a escatologia de uma perspectiva
diferente!
5 – Possível perca de membros e fechamento de congregações!
6 – Desfiliação da convenção e possível exclusão denominacional!

A grande questão continua a ser... Vale a pena? Em última análise, tudo se resume à questão:
Será a verdade realmente importante? Não é o propósito do estudo da Bíblia para obtermos uma
melhor compreensão da Bíblia? Se assim for, tendo então descoberto o preterismo, o pastor ou
estudioso deve ser fiel ao seu ministério: Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou
procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
Gálatas 1:10. Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar
a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo . Mas, como fomos aprovados de
Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens,
mas a Deus, que prova os nossos corações. 1 Tessalonicenses 2:4, pelo contrário, visto que fomos
aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que
agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração . Isso me faz lembrar das palavras do
Senhor Jesus em uma certa ocasião onde ele questionara as pessoas que ouvia seus ensinos, se
maravilhavam, porém se sentiam acuados devido ao sistema religioso, diz então o texto: Apesar de
tudo, até muitos dos principais creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não
serem expulsos da sinagoga. Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.
João 12:42-43, Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele, mas, por causa dos
fariseus, não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga; porque amaram mais a glória
dos homens do que a glória de Deus.

Eu acredito que Deus honra a verdade da Sua Palavra e que a verdade é mais importante
para ele do que os nossos problemas acarinhados de preocupação. Eu também acredito que Deus irá
apoiar e honrar Seus filhos que dar um passo de fé para ser obediente a ele.

Pergunte a si mesmo esta pergunta: Estou seguro continuar a ignorar os claros ensinamentos
de Jesus e esperar que Deus abençoe abundantemente o meu ministerial? Eu quero acreditar em
algo, no entanto a tradição pode ter poder contra as Escrituras? Pois é! É ora de repensar a respeito
da procedência do teu chamado.

O Ap. Paulo foi um religioso exemplar de sua época, um homem de renome, um incone de
sua tradição. Porém quando ele graciosamente conheceu a Cristo, ele considerou tudo da tradição
como nada!

Que Deus, o Senhor Jesus Cristo te conduza em coragem e fé ao caminho da verdade.

Filipenses 3:4-9 Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que
pode confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de
Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu, quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à
justiça que há na lei, irrepreensível. Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa
de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de
Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para
ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é
mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé.

COMO HOUVE RESSURREIÇÃO DOS MORTOS EM 70 D.C?

Caro leitor, quero pela graça de Deus e isso em poucas linhas, poder passar pra vocês como
podemos entender a questão de a ressureição dos mortos ter ocorrido em 70d.C. O texto que vou
considerar é o clássico I coríntios 15: 51-57. Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos,
mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última
trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos
transformados. Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que
isto que é mortal se revista da imortalidade. Mas, quando isto que é corruptível se revestir da
incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que
está escrito: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o
teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graça a Deus que
nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo”.

Em 1º lugar é indispensável saber que a ressureição escatológica é a ressureição pactual e


não física como o sistema religioso ao longo da história tem persuadido. Quero explicar melhor
isso; a ressurreição escatológica é a implantação dos escolhidos de Deus mortos da velha
dispensação (A velha aliança) para a nova dispensação (A graça de Deus). Prestem bem atenção; a
troca da aliança da Lei de Moisés para a Graça de Deus está em curso quando o novo testamento foi
inscrito é por isso que muitos fazem uma interpretação errada acerca da Ressurreição dos mortos.

I coríntios por exemplo, foi inscrito em meados de 56 d.C assim como todo o novo
testamento. Então se o preterismo “Completo” prega que tudo se cumpriu em 70 d.C. é óbvio que
isso tem um sentido.
Agora, como vou te provar que essa ressureição é pactual? Vou te levar então as Escrituras!
Daniel 12:1-2. Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu
povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas,
naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. Muitos dos que
dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.

Esse texto é essencial, pois mostra que a ressureição ocorreu em um tempo em que houve
uma grande tribulação cujo qual nunca houve na terra! Veja que a tribulação marcaria o evento
escatológico da ressureição. E quando isso aconteceu e que tribulação seria essa?
A resposta está em Mateus 24; porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve
desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. Mateus 24:21, porque nesse tempo
haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá
jamais.

Louvado seja Deus! Esse texto cai como uma luva. Se você tiver o cuidado de analisar o
contexto que antecede esse texto, você verá que o cap. 24 de Mateus está tratando do famoso
sermão escatológico do Senhor Jesus. Nele o Senhor responde toda questão a respeito do fim do
“aiõn” (v3. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os
discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá
da tua vinda e da consumação do século ) é aqui que muita gente tem tropeçado, pois a palavra
mundo no verso 3 de Mateus 24 tem sido entendido erroneamente como cosmos e que na verdade
não é! A palavra no grego para mundo em Mateus 24:3 é aiõn, que significa; tempo ou período de
tempo marcado por sua característica moral e espiritual. O Senhor Jesus está tratando do fim da
antiga! A velha dispensação que tinha como símbolo maior o templo em Jerusalém! Os judeus se
orgulhavam do templo, o templo tipificava a aprovação de Deus aquela nação e a sua queda seria o
fim da Aliança. Observe que o Senhor focou o templo como escopo escatológico; “Ora, Jesus, tendo
saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos, para lhe
mostrarem os edifícios do templo. Mas ele lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo
que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada .” Mateus 24:1-2. Não foi a
declaração da queda do templo feita pelo Senhor que o levou a cruz? “Ora, os principais sacerdotes
e todo o sinédrio buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem entregá-lo à morte; e não
achavam, apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas. Mas por fim compareceram duas, e
disseram: Este disse: Posso destruir o santuário de Deus, e reedificá-lo em três dias. Levantou-se
então o sumo sacerdote e perguntou-lhe: Nada respondes? Que é que estes depõem contra ti?
Mateus 26:59-62 “E os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Tu, que
destróis o santuário e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo; se és Filho de Deus, desce da
cruz.” Mateus 27:39-40.

A queda do templo levaria o fim da aliança foi por isso que eles o rejeitaram. Observem que
mesmo depois que Jesus foi crucificado, os judeus continuaram a render sacrifícios no templo. Foi
por isso que a queda do templo em 70d.C foi uma marca memorável. A tribulação que precedeu a
sua queda foi única na história, nunca houve e nem nunca voltaria a ser.
Nesse tempo disse Daniel, “muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida
eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno” Daniel 12:2. Muitos dos que dormem no pó da
terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno . Então nesse texto
conseguimos encontrar o momento em que ocorreria essa ressureição.

Morte Hadeana.

Muito bem, antes da vinda do reino todos aqueles que morriam ficavam confinados no hades
ou sheol conhecido como sepulcro, túmulo... lugar dos mortos. Morte Hadeana se interpõe entre a
morte física e a morte eterna ou a vida eterna. Sem o Hades, o homem teria passado da morte física
para a morte eterna, pois o sangue de Cristo não estava disponível para salvá-los. Portanto, Deus,
pois a alma do homem confinando no Hades até o julgamento do último dia.

Morte Eterna: a morte eterna é a segunda morte ou lago de fogo (Geena). (Apocalipse
20:11-15. Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra
e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em
pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os
mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o
mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram
julgados, um por um, segundo as suas obras. Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro
do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. E, se alguém não foi achado inscrito no
Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo . Mateus 10:28. Não temais os que
matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno
tanto a alma como o corpo.) Tudo aquele que não herdar a vida eterna sofre a morte eterna, a
destruição no lago de fogo.

Ressurreição Hadeana: Aqui começamos a nos aproximar da ressurreição, real escatológica


dos mortos. “O espírito do homem não cessa de existir com a morte física”. Antes da ressurreição
do último dia, o espírito do homem foi mantido vivo e consciente por Deus no Hades”. Os ímpios
foram mantidos em “cadeias da escuridão” no Tártaro”, reservados para o juízo." (II Pedro 2:4 Ora,
se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a
abismos de trevas, reservando-os para juízo ; Lucas 16:19-31. Ora, havia certo homem rico que se
vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia
também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava
alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras.
Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico
e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e
Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a
Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado
nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e
Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de
tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para
vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o
mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não
virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas;
ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles,
arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco
se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos .) Os justos foram mantidos na
Paraiso para a ressurreição da vida. (João. 5:29, os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da
vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo . Daniel 12:2. Muitos dos que
dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.)
Aqueles do Paraiso Hades foram descritos como participantes da (Apocalipse 20:3-6. lançou-o no
abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até se completarem
os mil anos. Depois disto, é necessário que ele seja solto pouco tempo. Vi também tronos, e nestes
sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por
causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não
adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e
viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. Os restantes dos mortos não reviveram até que se
completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo é aquele que tem
parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário,
serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos . Marcos 12:26,27. Quanto à
ressurreição dos mortos, não tendes lido no Livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como
Deus lhe falou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus
de mortos, e sim de vivos. Laborais em grande erro) primeira ressurreição." Esta "ressurreição"
consistiu dês de o início com Abel e aqueles para frente até a ressurreição escatológica do último
dia.

Ressurreição escatológica: A promessa da ressurreição foi feita pela primeira vez no jardim
para Adão. “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência;
esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar ." (Gênesis 3:15) A promessa de ressurreição aqui
é redigida em poéticos termos em que a serpente é destinada para a morte, Eva se destina para o
povo de Deus (a igreja), e a semente da mulher apontava para Cristo. A morte vinha atacar Cristo,
feriria o seu calcanhar no Calvário, mas Cristo esmagaria a cabeça da morte pelo poder da sua
ressurreição. Os justos que estavam reunidos por Deus no Paraíso Hades pela morte física
esperavam a ressurreição escatológica. Então no último dia do antigo pacto, Cristo ressuscitou os
mortos no Hades; os maus foram lançados no inferno, o lago de fogo, ou a segunda morte; os justos
foram levados ao céu Tomando posse assim do reino. Lembrando que o Paraiso Hades já foi
destruído. O Justo agora vai diretamente para o céu após a morte do corpo (II Coríntios. 5:1-10)
Apocalipse 20:11-15 é a única foto fornecida pela escritura da ressurreição escatológica deixa claro
que consistia nas almas individuais levantadas a partir do Hades.

A mudança escatológica: Se a ressurreição escatológica consistia em indivíduos criados a


partir do Hades, a “mudança” escatológica era corporativa e de aliança. Ouça Paulo: “Eis aqui vos
digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num
abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão
incorruptíveis, e nós seremos transformados. Por isto que é corruptível se revista da
incorruptibilidade, e isto que é mortal se revista da imortalidade. Então, quando este corpo
corruptível se revista da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então
será levada para passar o que está escrito, A morte foi tragada na vitória. Ó morte, onde está o teu
aguilhão? O túmulo, onde está tua vitória? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a
lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” (I Coríntios. 15:51-57
Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num
momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos
ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo
corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E,
quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de
imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde
está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a
força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus
Cristo). Paulo indica desde já que o que ele está prestes a descrever é um mistério que requer
discernimento espiritual para entender, portanto devemos ter nossa compreensão clara no que ele
vem prestes a dar. Vejamos, dois grupos são tratados aqui: os vivos e os mortos. Paulo afirma que
nem todos os vivos iria experimentar a morte física ("sono") antes da mudança escatológica. Alguns
estariam vivos na volta do Senhor. (Mateus 16:27,28. Porque o Filho do Homem há de vir na glória
de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras. Em verdade
vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte
até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino . João 21:20-23 Então, Pedro, voltando-se, viu
que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito
de Jesus e perguntara: Senhor, quem é o traidor? Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: E quanto
a este? Respondeu-lhe Jesus: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?
Quanto a ti, segue-me. Então, se tornou corrente entre os irmãos o dito de que aquele discípulo não
morreria. Ora, Jesus não dissera que tal discípulo não morreria, mas: Se eu quero que ele permaneça
até que eu venha, que te importa?) Os mortos seriam ressuscitados incorruptíveis, mas "nós" (os
vivos) "mudados." (1 Coríntios 15:52, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da
última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos
transformados.) Qual foi essa mudança? Paulo dá a resposta no versículo seguinte: "Por isto que é
corruptível se revista da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revista da imortalidade." (1
Coríntios 15:53. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e
que o corpo mortal se revista da imortalidade .) Os mortos foram ressuscitados incorruptíveis, os
vivos foram alterados pelo recebimento da imortalidade. Isto é muitas vezes confundido como que
significando que os vivos iriam ser "arrebatados" transportados para o reino corporalmente como
Enoque, e Elias (João. 21:20-23 Então, Pedro, voltando-se, viu que também o ia seguindo o
discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus e perguntara:
Senhor, quem é o traidor? Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: E quanto a este? Respondeu-lhe
Jesus: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.
Então, se tornou corrente entre os irmãos o dito de que aquele discípulo não morreria. Ora, Jesus
não dissera que tal discípulo não morreria, mas: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha,
que te importa?) Isso não é descrito por Paulo no texto. O que era mortal (vida) foi colocado à
imortalidade (vida eterna) Paulo falou a respeito da mudança da aliança pelo qual a igreja recebeu a
aprovação da filiação e da redenção do domínio do pecado e da morte.

A morte jurídica reinou desde Adão até Moisés, a lei do pecado e da morte não pôde ser
sanada pelo sangue de touros e bodes. (Hebreus 10:4 porque é impossível que o sangue de touros e
de bodes remova pecados.) Antes da queda de Jerusalém, toda a criação (judeus e gentios) estava
sob cativeiro da corrupção e gemia em dores de parto, esperando coletivamente a redenção do seu
corpo. (Romanos 8:19-23. A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus.
Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na
esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da
glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta
angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito,
igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo .
Marcos 16:15. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura . Colossenses
1:23 se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do
evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me
tornei ministro. Criatura / criação de" Tiago 1:18. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela
palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas. Sobre o uso do termo
em sua carta aos Efésios, Paulo fala da "redenção e da possessão." (Efésios 1:14, o qual é o penhor
da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória .) Na cruz, Cristo
comprou a salvação do homem. Mas a possessão e a redenção (da igreja) mantiveram-se a ser
resgatado quando Cristo teve que retornar a sua noiva e receber para si mesmo. (Efésios 5:27, para
a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa
e sem defeito. Apocalipse 19:7-9. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são
chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de
linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do
Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus . Apocalipse 21:9 Então, veio
um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo:
Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro).

Assim, durante o cruzamento dos pactos, a igreja continuou sob o domínio do pecado e da
morte, olhando para a redenção, o tempo quando o benefício do sangue de Cristo viria em pleno
vigor e efeito e que os eleitos receberiam a imortalidade e a filiação divina. Creio que isso seja o
suficiente para a compreensão de que a ressureição ocorreu em 70d.C pois a ressureição foi pactual
e não física como muitos esperam.
QUAL A RAZÃO DE TANTA REPUGNÂNCIA AO PRETERISMO COMPLETO?

Porque o preterismo completo tem incomodado tanto as pessoas? Qual é a razão de tanta
fúria, se a posição do preterismo completo é somente de anunciar que Cristo o Senhor é Rei sobre
as nações e governa as nações com vara de ferro. Como pode haver tanta indignação nisso, se a
glória não é humana e nem denominacional? Gente, pelo amor de Deus, não é o diabo que reina não
e Deus! Será que se estivéssemos anunciando que o diabo é rei seriamos mais aceito?
Qual é o ganho daqueles que anunciam o preterismo completo? Fama? Lucro? Status? Glamour?
Qual benefício que labutamos se não for a ouvir o nome de Cristo sendo exaltado entre as nações?

É impressionante como a religião cega as pessoas! Veja que é o mesmo que aconteceu com
os Religiosos judeus do tempo de Jesus. As profecias apontavam para o surgimento do messias, o
cordeiro de Deus que tiraria o pecado, aquele que vinha assentar no trono de Davi: "Porque um
menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o
seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do aumento
deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o
fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos
fará isto". Isaías 9:6-7 “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me
sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da
eternidade. Portanto os entregará até ao tempo em que a que está de parto tiver dado à luz; então o
restante de seus irmãos voltará aos filhos de Israel. E ele permanecerá, e apascentará ao povo na
força do SENHOR, na excelência do nome do SENHOR seu Deus; e eles permanecerão, porque
agora será engrandecido até aos fins da terra". Miquéias 5:2-4 "Então José, seu marido, como era
justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em
sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua
mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo; E dará à luz um filho e chamarás o seu
nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se
cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; Eis que a virgem conceberá, e
dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus
conosco". Mateus 1:19-23

Qual foi a reação dos Judeus religiosos quando todas essas profecias foram manifestas em
Cristo? Rejeição! Escarnio! Repugnância: "E outra vez entrou na sinagoga, e estava ali um homem
que tinha uma das mãos mirrada. E estavam observando-o se curaria no sábado, para o acusarem. E
disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e vem para o meio. E perguntou-lhes: É lícito
no sábado fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E eles calaram-se. E, olhando para eles
em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a tua
mão. E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a sua mão, sã como a outra. E, tendo saído os fariseus,
tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, procurando ver como o matariam". Marcos
3:1-6 "Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra,
verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu:
Sereis livres? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete
pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se,
pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Bem sei que sois descendência de Abraão;
contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não entra em vós. Eu falo do que vi junto de
meu Pai, e vós fazeis o que também vistes junto de vosso pai. Responderam, e disseram-lhe: Nosso
pai é Abraão. Jesus disse-lhes: Se fósseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. Mas agora
procurais matar-me, a mim, homem que vos tem dito a verdade que de Deus tem ouvido; Abraão
não fez isto. Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe, pois: Nós não somos nascidos de
prostituição; temos um Pai, que é Deus. Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai,
certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me
enviou. Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra. Vós
tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o
princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala
do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas, porque vos digo a verdade, não me
credes. Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?
Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.
Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Não dizemos nós bem que és samaritano, e que tens
demônio? Jesus respondeu: Eu não tenho demônio, antes honro a meu Pai, e vós me desonrais. Eu
não busco a minha glória; há quem a busque, e julgue. Em verdade, em verdade vos digo que, se
alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte. Disseram-lhe, pois, os judeus: Agora
conhecemos que tens demônio. Morreu Abraão e os profetas; e tu dizes: Se alguém guardar a minha
palavra, nunca provará a morte. És tu maior do que o nosso pai Abraão, que morreu? E também os
profetas morreram. Quem te fazes tu ser? Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim mesmo, a
minha glória não é nada; quem me glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus. E vós não o
conheceis, mas eu conheço-o. E, se disser que o não conheço, serei mentiroso como vós; mas
conheço-o e guardo a sua palavra. Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-
se. Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos, e viste Abraão?
Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou. Então
pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio
deles, e assim se retirou". João 8:31-59 "Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso
qualquer que eles pedissem. E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores,
tinha num motim cometido uma morte. E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse
como sempre lhes tinha feito. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos
Judeus? Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado. Mas
os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.
E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais
Rei dos Judeus? E eles tornaram a clamar: Crucifica-o. Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E
eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o". Marcos 15:6-14

Vejam! As profecias se cumpriram. O Rei dos judeus, o Emanuel, o príncipe da paz estava
entre eles, porém eles não atentaram para o tempo de sua visitação (Lucas 19:41-44). Eles
esperavam um estadista! Um comandante de guerra! Quando eles viram um como filho de
carpinteiro, de vida humilde e que só anunciava perdão, amor e paz, logo eles não conceberam ser
Cristo o cumprimento das Profecias messiânicas. E isso lhes custou mui caro!

Da mesma forma é com relação à exposição escatológica do preterismo completo! Falar de


um reino presente no momento em que o mundo enfrenta uma histórica crise mundial? Homicídios
e furtos crescem a cada dia! Como isso pode ser possível? (eles interrogam) Porém a Bíblia é clara:
E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes e disse: O
reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que
o reino de Deus está entre vós. Lucas 21:20-21. Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de
exércitos, sabei que está próxima a sua devastação. Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os
montes; os que se encontrarem dentro da cidade, retirem-se; e os que estiverem nos campos, não
entrem nela. O que é que se entende de um reino de não aparência exterior e que não poderia ser
identificado aos olhos humanos?

Então, antes de sair por fazendo oposição ao preterismo completo, sejas mais definido em
suas razões e tenha mais um pouco de humildade quanto a interpretação dos textos. Eu não sei o
que lhe motiva a isso, eu só sei que não é a glória de Deus e sim um sentimento religioso de inveja e
afeições carnais.
Lembrem-se, Preterismo completo só apregoa a majestade de Deus em execução presente
sobre a terra enquanto a religiosidade só tem se dedicado em adiar, adiar e adiar.

"ATÉ QUE ELE VENHA": ENTENDENDO A QUESTÃO DA CEIA.

A doutrina Preterista da Parousia apresenta uma questão desafiadora no que respeita à ceia
eucarística. Em 1 Coríntios 11:26, Paulo disse: "Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes
deste cálice anunciai a morte do Senhor, até que Ele venha". O argumento contra a doutrina
Preterista talvez melhor resumida nas palavras de Gus Nichols quando ele debateu Max King, "Até
que ele venha, temos que mostrar a sua morte por comer a ceia. Mas se ele veio 1900 anos atrás No
ano 70 d.C. em seguida, a Ceia do Senhor deveria ter sido parada! " (Nichols-Rei Debate, 1973).
A questão para o Preterista, então, é simples. Se Jesus veio pela última vez em 70 d.C. os cristãos
devem hoje continuar a observar a Ceia do Senhor? Eu sou um Preterista e afirmo que a Ceia é para
ser tomada hoje. As razões são apresentadas abaixo.

Promessa de Jesus.

Em Mateus 26:26 Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o partiu, e o


deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo, nosso Mestre instituiu a Ceia e
prometeu: "Eu não vou beber doravante deste fruto da videira, até aquele dia em que o beba de novo
convosco no reino de meu Pai". Este texto é geralmente interpretado no sentido de que, quando o
reino foi estabelecido no dia de Pentecostes e da igreja começou a comemorar a Ceia, esta foi à
forma "nova" que o Senhor Jesus tinha em mente. Em primeiro lugar, o significado de "novo".
Arndt e Gingrich diz que a palavra "novo" kainos (grego), significa novo, no sentido de nunca ter
sido antes, ou novo como no superior em contraste com a idade. Em outras palavras o novo como
forma de qualidade, de natureza diferente. Veja também Thayer, p. 317. Kittel diz que kainos
enfatiza o que é "novo e distinto ... O que é novo na natureza ... melhor que o velho, superior em
valor ou atração ..." (Vol. III. P.447).

Esta novidade é um aspecto esquecido da Ceia, especialmente no que diz respeito à


Parousia. A ceia não era uma instituição totalmente nova. Era a Páscoa cumprida. Mesmo que o
maior significado, no entanto, não foi levado a bom termo até a salvação operada pela morte de
Jesus que foi consumada. A consumação da salvação que estava "pronto para se revelar no último
tempo" I Pedro 1:5. Comprovada comparando I Pedro 1:5, que sois guardados pelo poder de Deus,
mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo , com I João 2:18
Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos
anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora.

Isto traz-nos ao segundo princípio frequentemente negligenciado: O período de maturidade


da igreja. O sistema religioso tem ensinado que quando a igreja foi fundada no dia de Pentecostes,
ela era completa, madura, sem mácula. Tal argumentação é pouco consistente. Também é
interessante ouvir a insistência veemente por parte de alguns escritores que a igreja foi criada em
totalidade e plenitude no Pentecostes. Esta doutrina tem algumas implicações sérias como um artigo
futuro vai demonstrar.

Durante o período de tempo em que a igreja estava chegando à maturidade (o que é às vezes
chamado de um período de transição) há várias coisas mencionadas no Novo Testamento como
sendo a realidade presente, mas que também foram mencionados como realidades próximas.
Invariavelmente, o aspecto futuro dessas coisas que vêm é uma de iminência.
A lista a seguir irá demonstrar algumas das coisas que eram ambas às realidades atuais, mas
também objetos de expectativa iminente.
Graça: Presente: Romanos 5:2, por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela
fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus , I Coríntios
3:10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e
outro edifica sobre ele. Porém cada um veja como edifica . Futuro iminente: Efésios 2:7 para
mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em
Cristo Jesus. / II Coríntios 4:15 Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça,
multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus.
Glória: Presente: Colossenses 1:10-11 a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o
seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus;
sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e
longanimidade; com alegria. Futuro iminente: II Tessalonicenses 2:14 para o que também vos
chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
Salvação: Presente: Efésios 2:8-9 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não
vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie . Futuro iminente: Romanos
13:11 E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque
a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos . Hebreus 9:28 assim
também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá
segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.
Adoção: Presente: Romanos 8:15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para
viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos:
Aba, Pai. Futuro iminente: Romanos 8:23 E não somente ela, mas também nós, que temos as
primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a
redenção do nosso corpo.
Reino: Presente: Colossenses 1:13 Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou
para o reino do Filho do seu amor ; futuro iminente: Lucas 21:29-32. Ainda lhes propôs uma
parábola, dizendo: Vede a figueira e todas as árvores. Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis,
por vós mesmos, que o verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecerem estas
coisas, sabei que está próximo o reino de Deus. Em verdade vos digo que não passará esta geração,
sem que tudo isto aconteça . I Tessalonicenses 2:12 exortamos, consolamos e admoestamos, para
viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória.

Como é que este período de transição se relaciona com a questão presente? Acreditamos que
a resposta pode ser encontrada no termo "novo" (kainos).

É incontestável que, quando a igreja começou a observar a Ceia de Pentecostes, Atos 2, para
frente, I Coríntios 11, eles estavam participando dela de uma maneira nova. Não foi a Páscoa Velha.
Ele tinha um novo significado.

Mas, enquanto a Ceia teve um novo significado durante este período de transição, ainda não
tinha encontrado a sua perfeição. Da mesma forma que os primeiros cristãos tinham glória, a vida, a
graça, a salvação, a adoção, e o reino (mas ainda estavam esperando a consumação iminente dessas
coisas), assim foi com a Ceia do Senhor. Era novo, mas ainda não aperfeiçoado. Quando é que um
novo significado da Ceia encontrar a perfeição ou consumação, de modo que, longe de cessar, ela
seria levada da maneira prevista de novo? A resposta pode ser encontrada em Lucas 22:15-18 E
disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento.
Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus. E, tomando um
cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós; pois vos digo que, de agora em
diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus.

Nesses versículos, Jesus prometeu: "Eu não comerei mais até que ela se cumpra no Reino de
Deus." No versículo 18, ele enfatizou, “Eu não vou beber do fruto da videira, até que venha o reino
de Deus”. Jesus prometeu participar da Ceia de uma nova maneira quando o reino estivesse
chegado. Geralmente é ensinado que o reino entrou em sua totalidade no dia de Pentecostes. Tal não
é o caso, no entanto. Em Mateus 16:27-28. Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai,
com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras. Em verdade vos digo que
alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam
vir o Filho do Homem no seu reino . Emanuel prometeu vir na glória de seu Pai, com os anjos, para
julgar o mundo. Ele, então, declarou enfaticamente que alguns que vivem em seguida, não
morreriam até que eles o tivessem visto chegando no reino. Isso não aconteceu no dia de
Pentecostes! Isso, então, é uma referência a uma futura vinda do reino após a sua criação, em
Pentecostes.

Além disso, em Lucas 21:31. Assim também, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei
que está próximo o reino de Deus, nosso Mestre olhou para a frente para os sinais que precederam
a queda da teocracia judaica, e disse: "... quando virdes essas coisas acontecerem, sabei que o reino
de Deus está perto." Essas "coisas" pressagiar um evento que não aconteceu até 37 anos depois do
Pentecostes; ainda, eles foram presságios para a vinda do reino! Assim, o reino (em qualquer
sentido que Jesus estava se referindo a ele) não teria chegado até totalmente 70 d.C.
Não poderia ser que, enquanto a igreja comeu a Ceia de uma maneira nova, ainda imperfeita, no
presente reino ainda imperfeito, que quando o tempo da perfeição chegou eles comeram a Ceia
aperfeiçoada no reino aperfeiçoado? Eu sugiro que este é o caso. Assim, quando Paulo em I
Coríntios 11:26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte
do Senhor, até que ele venha, disse que eles estavam para mostrar a morte do Senhor "até que ele
venha", ele estava aguardando ansiosamente, não para a cessação, mas a consumação da Ceia.
A volta do Senhor, com toda a certeza foi o tempo bastante esperado para os irmãos de Corinto (I
Coríntios 1:4-8 Sempre dou graças a [meu] Deus a vosso respeito, a propósito da sua graça, que vos
foi dada em Cristo Jesus; porque, em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o
conhecimento; assim como o testemunho de Cristo tem sido confirmado em vós, de maneira que
não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual
também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo ;
1 Coríntios 7:29-31. Isto, porém, vos digo, irmãos: o tempo se abrevia; o que resta é que não só os
casados sejam como se o não fossem; mas também os que choram, como se não chorassem; e os
que se alegram, como se não se alegrassem; e os que compram, como se nada possuíssem; e os que
se utilizam do mundo, como se dele não usassem; porque a aparência deste mundo passa ; 1
Coríntios 13:8-13. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas,
cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos.
Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. Quando eu era
menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser
homem, desisti das coisas próprias de menino. Porque, agora, vemos como em espelho,
obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como
também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o
maior destes é o amor), não foi tanto com a finalidade de destruir o velho sistema levítico como foi
para cumprir e de levar a cabo o Regime da Redenção. Como a igreja primitiva em comunhão com
o Senhor na sua Ceia (I Coríntios 10:16-21. Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a
comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? Porque
nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo; porque todos participamos do único
pão. Considerai o Israel segundo a carne; não é certo que aqueles que se alimentam dos sacrifícios
são participantes do altar? Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o
próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as
sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber
o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da
mesa dos demônios), lembraram-se de sua morte e sofrimentos. Eles avidamente desejavam para o
seu retorno, quando a Festa não seria apenas uma lembrança do passado, mas uma celebração com
Ele em um reino completamente estabelecido e triunfante. Depois que Jesus veio em 70 d.C A Ceia
poderia finalmente ser tomado aperfeiçoado da forma “nova" de que falava.

Hoje, como filhos de Deus também participamos da Ceia. Não na expectativa de uma
salvação vinda, mas na realização de uma salvação realizada através do sofrimento de nosso
Senhor. A ceia não era para cessar na volta de Jesus. Foi e é para ser tomada na apreciação de seu
trabalho realizado.

Outras considerações.

O acima são algumas das razões pelas quais eu acredito que a Ceia deve ser tomada hoje.
Mas os opositores da interpretação Preterista precisam perceber que há problemas mais sérios com a
sua argumentação e da postular tradicional.

Primeiro, quando é argumentado que, se Jesus veio em 70 d.C. E a Comunhão não deve ser
tomada hoje, porque era para ser tomada "até que ele venha", deve-se perceber que essa afirmação
não tem nem um pouco de influência sobre se Jesus veio! Não há nenhuma coisa a dizer sobre se o
Senhor cumpriu a sua promessa de voltar naquela geração, Mateus 16:27-28 Porque o Filho do
Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as
suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira
nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino . “Não abordam se
os Coríntios realmente viveram até o dia do Senhor, I Coríntios 1:4-8 Sempre dou graças a [meu]
Deus a vosso respeito, a propósito da sua graça, que vos foi dada em Cristo Jesus; porque, em tudo,
fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento; assim como o testemunho de
Cristo tem sido confirmado em vós, de maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a
revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual também vos confirmará até ao fim, para serdes
irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo . Ou lidam com as declarações de tempo, tais
como em I Coríntios 7:29. Isto, porém, vos digo, irmãos: o tempo se abrevia; o que resta é que não
só os casados sejam como se o não fossem. “O tempo é curto"

O argumento mencionado acima é pura e simplesmente um "E agora?”. Além disso, é


geralmente dada em um contexto emocional em desrespeito da veracidade da questão “do perto” ...
Jesus realmente manteria a sua palavra e retornaria no primeiro século?

Para afirmar que, se Jesus voltou em 70 d.C, então a Ceia não é para hoje, como observou a
simples questão "E agora?" Independentemente de a Ceia ser tomado hoje (e já dissemos em termos
positivos a nossa convicção de que é), deve-se responder a pergunta do momento para Epifania de
Jesus. E no texto muito usado por aqueles que se opõem à visão Preterista é uma prova que está
sendo totalmente ignorado.

Você Não anunciai a morte do Senhor.

Uma das primeiras regras da hermenêutica, seja bíblico ou secular é fazer perguntas certas;
quem, o quê, quando, onde, por que e como. Tem-se esquecido alguns destes princípios básicos na
tentativa de defender conceitos tradicionais!

Quando Paulo escreveu o livro sob o seu ponto de vista, a quem era endereçada? Não foi aos
de Corinto? Os irmãos de Corinto ainda estão vivos hoje? Isso é muito importante. Quem é o que
Paulo disse que tomaria da Ceia do Senhor até que voltasse?
Uma leitura cuidadosa do texto irá revelar o uso muito pessoal de Paulo de "você" que é
usado para não falar de todos os cristãos em um sentido atemporal, mas do de Corinto,
especialmente.

Note então o uso de Paulo no livro de I Coríntios 11: 17 a 30 de "vos".


1) 11:17 -. "Eu não vos louvo..."
2) 11:17 -. "Vos ajuntais não para melhor ..."
3) 11:18 -. "Quando vos reunis na igreja... eu ouço há divisões entre vós..."
4) 11:19 -. "Deve haver entre vós facções... que aqueles que são aprovados podem ser
reconhecidos no meio de vós."
5) 11:20 -. "Quando vos reunir em um só lugar, não é para comer a ceia do Senhor."
6) 11:22 - "O quê? Vos não tem casas para comer e beber"
7) 11:22 - "Vos desprezam a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm?"
8) 11:23 - "Eu recebi do Senhor o que eu entregue vos entreguei."
9) 11:30 -. "Por esta causa há entre vos muitos fracos e doentes."

Agora temos que notar que hoje existem muitas coisas que levamos em conta na situação de
Corinto. Nós sabemos que é errado transformar a ceia em uma refeição comum, e que aqueles que
observam a Ceia deve discernir o corpo. Aprendemos isso com as lições especificamente dirigidas
aos Coríntios sobre os seus problemas e situações.

Resumo.

Tenho minhas razões delineadas por acreditar que a Ceia é para ser tomada hoje, embora eu
creio que Jesus voltou em 70 d.C. A ceia de hoje é para ser tomada não em antecipação, mas em
realização na forma prevista "novo". O reino foi estabelecido e nele estamos de posse.
Aqueles que sustentam que a Ceia deve ser interrompida se Jesus voltou em 70 d.C. tem ignorado
as declarações contextuais de I Coríntios 11. Eles ignoraram o uso pessoal de Paulo de "vos" e eles
têm ignorado o significado da Ceia sendo tomadas pelos irmãos de Corinto "até que ele venha", e
impôs um significado singular em "até" que não é contextualmente necessário.

Por estas razões, acreditamos que a Ceia não foi para deixar de existir na volta do Senhor. É
para ser tomado na apreciação de seu trabalho realizado. "Vamos, portanto, celebrar a festa... com
os ázimos da sinceridade e da verdade. I Coríntios 5:8. Por isso, celebremos a festa não com o velho
fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da
verdade. Adendo para um estudo mais aprofundado e corroboração sugiro um estudo da natureza
típica da Páscoa. Israel comeram a Páscoa no Egito, à noite antes de partirem, enquanto a terra
prometida era ainda uma promessa, Êxodo 12-14. Este dia vos será por memorial, e o celebrareis
como solenidade ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.

Israel celebrou a Páscoa depois de ser libertados do Egito, e como eles viajaram para a terra
prometida, Números 9:2-5. Celebrem os filhos de Israel a Páscoa a seu tempo. No dia catorze deste
mês, ao crepúsculo da tarde, a seu tempo a celebrareis; segundo todos os seus estatutos e segundo
todos os seus ritos, a celebrareis. Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa.
Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês primeiro, ao crepúsculo da tarde, no deserto do
Sinai; segundo tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel .
Finalmente, que a festa foi tomada depois de Israel ter conquistado a sua terra e comido os doces
frutos de vitória, Josué 5:6-12. Porque quarenta anos andaram os filhos de Israel pelo deserto, até se
acabar toda a gente dos homens de guerra que saíram do Egito, que não obedeceram à voz do
Senhor, aos quais o Senhor tinha jurado que lhes não havia de deixar ver a terra que o Senhor, sob
juramento, prometeu dar a seus pais, terra que mana leite e mel. Porém em seu lugar pôs a seus
filhos; a estes Josué circuncidou, porquanto estavam incircuncisos, porque os não circuncidaram no
caminho. Tendo sido circuncidada toda a nação, ficaram no seu lugar no arraial, até que sararam.
Disse mais o Senhor a Josué: Hoje, removi de vós o opróbrio do Egito; pelo que o nome daquele
lugar se chamou Gilgal até o dia de hoje. Estando, pois, os filhos de Israel acampados em Gilgal,
celebraram a Páscoa no dia catorze do mês, à tarde, nas campinas de Jericó. Comeram do fruto da
terra, no dia seguinte à Páscoa; pães asmos e cereais tostados comeram nesse mesmo dia. No dia
imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos
de Israel; mas naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã . Não é esta a simbólica da
Ceia do Senhor, nossa Páscoa, I Coríntios 5:7-8 Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova
massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado.
Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da
malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade . Ele foi levado na noite de sua traição, e
recebido pela igreja em sua jornada para a salvação prometida, I Pedro 1:5, que sois guardados pelo
poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo , e 1 Pedro
2:11. Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões
carnais, que fazem guerra contra a alma . Hoje no reino, apreciamos a vitória operada por Jesus, que
temos da ceia em comemoração dessa libertação.

MCDURMON VS PRESTON (DEBATE PÚBLICO.

Entre 19-21 de julho aconteceu o maior debate público dos últimos tempos sobre as questões
escatológicas a respeito do fim e a ressureição dos mortos em Ardmore EUA. Entre os debatedores
estavam Don Preston (Defendendo a posição preterista) e Joel McDurmon (Defendendo a futurista)
William Bell que estava na plenária e testemunhou tudo declarou: Joel McDurmon tentou
estabelecer em sua afirmativa de que existe um fim ainda no futuro último, com um número
limitado de cristãos eleitos redimidos sendo salvos após o qual Deus "finito" programou.

João 5:28-29. Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham
nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os
que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.

Joel começa citando João 5:24-29. Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha
palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte
para a vida. v25 Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos
ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão. Porque assim como o Pai tem vida em
si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. E lhe deu autoridade para julgar,
porque é o Filho do Homem. Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se
acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da
vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo . Ele tenta fazer uma distinção de
tempo entre a iminência e a afirmação da vinda de Cristo no versículo 25: " Em verdade, em
verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e
os que a ouvirem viverão " Joel concordou com os preteristas completos que este texto se refere ao
evento que aconteceu após a cruz, precisamente na parousia de Cristo em 70 d.C. Ele reconheceu
que as declarações de tempo tiveram que ser honradas. No entanto, ele afirmou que essa declaração
de tempo não foi repetida no contexto adiante. Ele quis dizer "explicitamente" no versículo 28 Não
vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua
voz e sairão, sendo assim, significa segundo Durmon, que os dois textos estão separados no tempo
por eras e eras, em vez de remeter para o mesmo evento. A Lógica de Joel sobre o versículo seria
declarado como segue: Qualquer contexto escatológico com uma declaração de tempo explícito
iminente que não repita essa afirmação de tempo em cada verso ou que tem um verso que omite a
"completa" declaração de tempo integral não pode se referir a um mesmo evento. Desde o versículo
28, devido à pontuação, não incluir ou repete a frase inteira do verso 25, os dois não se pode falar
de um mesmo evento. Isso seria negar todo o tempo do texto na escritura, incluindo a que ele
admite que se refere a 70 d.C.

O Último Dia Versus A Última Hora.

Mc Durmon então tentou usar João 5:28-29 para afirmar a ressurreição do último dia estar
no futuro. No entanto, João 5:28-29 nem mesmo usar o termo "último dia"! Joel pode encontrar
uma referência ao último dia que não está no texto para empurrar este texto para além de 70 d.C a
um tempo ainda futuro na história que ele afirma terminar? Óbvio que não! Na verdade João não
estava discutindo o último dia em João 5:24-29. Seu tema era a "última hora". No entanto, quando o
texto de 1 João 2:18-19, foi apresentado durante a sessão, Mc Durmon teve dificuldade tremenda de
abordá-lo. A última hora é um tempo muito mais curto e expressa iminência até mais do que o
último dia. A lógica seria a última hora do dia. (Veja como Jesus falou do último dia, ou seja, o
[último] dia do dilúvio, e no dia [último] de Ló, quando Deus fez chover fogo e enxofre do céu,
(Lucas 17.26-29 Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem:
comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio
o dilúvio e destruiu a todos. O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam,
vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e
enxofre e destruiu a todos). Jesus disse que sua vinda Seria exatamente como esses eventos! (Lucas
17:30-31 Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar. Naquele dia, quem estiver no
eirado e tiver os seus bens em casa não desça para tirá-los; e de igual modo quem estiver no campo
não volte para trás). Não foi o fim da história. Paulo usa a "última hora", nesse mesmo sentido, em
Romanos 13:11-12 E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do
sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a
noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz .
Ele diz que agora é a "hora" de despertarmos do sono. Essa é a última hora antes de sair da cama.
Por quê? Porque a noite estava passando depressa. Essa foi à noite do último dia! Houve apenas
uma hora, ou seja, a última hora para antes do tempo da (ressurreição). Esse é o impacto da
declaração de Paulo. Mc Durmon sabia que ele teria dificuldade de afirmar uma encenação moderna
e crescente dos anticristos no futuro. Ele sabia e admitiu que João falou de anticristos que vieram
em seus dias, ou seja, no primeiro século e que era evidência de que a última hora havia chegado. O
que João diz que aconteceria na última hora? Todos os que estavam nos túmulos se levantariam.
Esteve Mc Durmon consistente? Não. Agora não faz sentido que, se a última hora do último dia
tinha chegado no primeiro século, então o último dia tinha chegado? No entanto, Mc Durmon
queria fazer João 5:28-29, uma discussão do último dia, quando nem sequer usar o termo. Por que
ele não usar a mesma "última hora" argumentos que João e Paulo, os Apóstolos tinham utilizados?

Preteristas parciais sobre Daniel 12:2 e João 5:28-29.

Qual é a fonte do ensinamento de Jesus em João 5:28-29? Não é Daniel 12:2-3? Não é a
ressurreição dos justos e injustos? Não é a ressurreição dos que dormem no pó da terra, ou seja, que
estão mortos? Não era sua ressurreição a ocorrer no final da época, Mateus. 13:39-40? Joel não
afirmar que o fim da "era" é a idade judaica terminou em 70 d.C? Muitos Amilenistas como Gary
Demar e Gentry estão no registro que Daniel 12: 2-3, é de 70 d.C. Mas Daniel 12:2-3 é João 5:28-
29, Romanos 13:11-2, e Atos 24:14-15 e 2 Timóteo 4:1, para mencionar apenas alguns. Por que a
incoerência? Esperemos que a próxima vez que Mc Durmon abordar o texto de João 5:28-29 que
ele pode nos dizer por que a última hora do último dia é 70 d.C, mas o último dia está ainda no
futuro? Como isso funciona? Jó 19:25-26 McDurmon passou muito tempo em sua afirmativa dando
uma exposição de Jó.

Foi muito divertido em minha opinião, uma vez que não ofereceu muita substância para o
argumento que ele usou. Ele começou o argumento ao aceitar que o sentido do texto era difícil e um
tanto ambíguo. Então, ele oferece a versão dúbia do texto para afirmar que a expectativa de Jó foi
ficar na terra, o que implica uma ressurreição física no último dia "depois que sua carne" fosse para
o pó, um dia em sua carne, ele iria ver a Deus. A interpretação mais razoável do texto de acordo
com pesquisa realizada por inúmeros estudiosos se reflete nas margens da maioria das traduções,
incluindo aqueles que tornam o texto "na minha carne" verei a Deus, é, "fora da minha carne" verei
a Deus. Em outras palavras, Jó afirma que após a vida nesse corpo, ou seja, depois de sua morte
física, ele veria Deus "fora da sua carne" ou sem a sua carne.

McDurmon, ofereceu várias interpretações possíveis, incluindo o que indicou Jó seria


justificado e exonerado após seu sofrimento que vemos no final do livro. No entanto, essa
interpretação não suporta o seu caso e que certamente não nega uma posição Preterista completa.
Para construir um caso em um texto como questionável e exegeticamente como inconclusivos como
Jó 19:26 é tanto um sinal de ingenuidade e desespero. Nós não pretendemos sugerir que Mc
Durmon é ingênuo. Ele é erudito! Completou todos os requisitos para o seu doutorado. No entanto,
o grau acadêmico não pode protegê-lo alguém de ter mal argumentos ou fraco de entendimento. Os
eleitos e número limitado de Salvo Talvez a pior argumentação já vista em todo o debate. Ele
argumentou que Pedro, quando fala do último dia em 2 Pedro 3, escreveu aos eleitos. Então ele diz
que os eleitos foram aqueles a quem Deus iria salvar até um dia ainda futuro inclusivo no último
extremo da história presente. Isso é uma deturpação explícita das Escrituras!

Os Eleitos de I e II Pedro.

Quem são os eleitos, a quem Pedro escreve? Ele escreve a segunda epístola para a mesma
audiência que o primeiro, da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia. Estes eram os
santos do primeiro século do remanescente de Israel que foram dispersos entre as nações a quem
Deus chamou de volta através do evangelho de Cristo. Eram judeus do primeiro século os membros
da igreja reformada? Eles foram adeptos a Confissão de Westminster? Ao admitir que Pedro
escreveu aos eleitos, particularmente os do primeiro século, Mc Durmon mais uma vez, abandona
sua afirmativa inteira e involuntária de sua doutrina reformada. Sua premissa, portanto, limita a
única salvação para o restante de Israel carnal. No entanto, deve ser óbvio a partir Romanos 11, que
o remanescente, isto é, os eleitos não eram os únicos e sim todos os ramos.

É, como podemos ver os argumentos de Joel Durmon assim como o de qualquer parcial
Preterista é cognominado de “raciocínio futurista” a velha escatologia enraizada do sistema
religioso.

SE A TERRA NÃO SERÁ DESTRUÍDA, O QUE RESTA PARA NÓS NO FUTURO?

Pergunta: Os preteristas dizem que o "fim dos tempos" e o retorno de Cristo já aconteceram
no passado; agora estou querendo saber, o que vem depois? O que resta para nós no futuro?

Resposta: Provérbios. 13:12 diz: "A esperança adiada entristece o coração, mas o desejo
cumprido é árvore de vida". Jesus prometeu voltar no primeiro século, Infelizmente muitos pensam
que ele não voltou ainda, por isso os corações destes estão realmente muito "doente". A visão
preterista é uma árvore de vida para aqueles que esperam desfrutar das bênçãos do Reino de Cristo.
Vemos que o Reino é chegado, Ele chegou na sua forma plenamente estabelecida, quando foi tirado
dos judeus incrédulos da geração de Jesus e dada à Igreja. Todas as parábolas de Jesus sobre a
natureza e o crescimento do Reino se aplicam agora. Isaías 9:7 diz: “ para que se aumente o seu
governo e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com
juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto .” "
Daniel 2 fala sobre a pedra pequena que se torna uma enorme montanha e enche o mundo inteiro.
Mas eu acredito que a melhor descrição bíblica de que se espalham em curso de influência do Reino
no mundo é encontrada em Apocalipse 21-22, onde diz: “ E as nações dos salvos andarão à sua luz;
e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. E as suas portas não se fecharão de dia, porque
ali não haverá noite. E a ela trarão a glória e honra das nações. E não entrará nela coisa alguma que
contamine e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do
Cordeiro. E MOSTROU-ME o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono
de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava à árvore da
vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde
das nações.” Apocalipse. 21:24-22:2 Observe as palavras grifadas acima. Elas indicam que o mundo
(O planeta terra) ainda está em existência após a Nova Jerusalém ter descida do céu para habitar
entre os homens.

Nações que ainda estão caminhando por sua luz a trazer a glória para ela. Os mentirosos
imundos, abomináveis que ainda existem, estão fora e incapaz de chegar a esta cidade. As nações
que ainda existem e continuamente sendo curadas pelas folhas da árvore da vida (A Palavra de
Deus). Esta passagem descreve claramente o Reino em curso e seus efeitos curativos sobre as
nações e culturas deste planeta. Ezequiel 47 fala sobre um rio de águas que sai do novo templo e,
eventualmente, se torna uma grande inundação que banha todas as nações. Não há nada a disse
sobre esse rio de água cada vez menor que volta para um fio novamente. Isto é muito positivo,
otimista e eternamente glorioso. Os futuristas não têm nada a comparar com ele. Então vejam; Que
dá a Deus maior glória? Um número finito de pessoas no céu depois do fim da vida humana nessa
terra? Ou um número sempre crescente de santos chegando ao céu em toda a eternidade da
existência humana? Então vejam a Bíblia não apresenta assim como não há como conceber uma
ideia de um reino limitado! O Reino vai continuar a se espalhar! Nossos filhos vão crescer e se
tornarem líderes na próxima geração. Eles vão criar filhos piedosos que se tornarão líderes nas
gerações depois disso. Eles vão continuar levando o Evangelho as nações, saturando o mundo
inteiro com os princípios bíblicos e da cultura cristã, de modo que eventualmente, os princípios
cristãos irão "tomar cativo todo pensamento" em todas as nações do mundo. (2 Coríntios. 10:5, e
toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à
obediência de Cristo) Nenhuma cultura pode resistir a ela para sempre. Cristo vencerá todas as
fortalezas para o Seu Reino, assim como Ezequiel 47 vislumbra. A Igreja continuará pregando o
evangelho, multiplicando discípulos e enchendo toda a terra com o conhecimento de Deus ", como
as águas cobrem o mar". (Isaías 11:9 Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte,
porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar .) Não devemos
esquecer também das sábias palavras de Eclesiastes 1:4 "Geração vai e geração vem, porém a terra
permanece para sempre".

AS ÚLTIMAS PALAVRAS DA PROFECIA DO VELHO TESTAMENTO.

O cânon das Escrituras do Antigo Testamento se fecha de uma forma muito diferente do que
se poderia esperar depois do futuro esplêndido que revelou Isaías nas visões à nação da aliança.
Quando lemos o livro de Malaquias parece que a nação, pela sua obstinação e desobediência
incorrigível, tinha perdido o favor divino, e provou-se não só indigno, mas incapaz, das glórias
prometidas. O espírito profético estava cheio de agouro, e parecia muito claro que o Senhor estava
prestes a abandonar a terra. Assim, à luz das profecias do Velho Testamento sai entre nuvens e
densas trevas. O livro de Malaquias é uma impugnação longa e terrível da nação. O próprio Senhor
é o acusador, e mantém todas as acusações contra o povo culpado. A acusação inclui desde a
hipocrisia, o sacrilégio, o desprezo de Deus, a infidelidade conjugal, perjúrio, apostasia, blasfêmia,
enquanto, por outro lado, as pessoas têm o descaramento de repudiar a acusações. Enfim; Malaquias
é o profeta da desgraça

Assim, vem o julgamento” palavra do Senhor a Israel por intermédio de Malaquias. "E
chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os
adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a
viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos
Exércitos." Malaquias 3:5 "PORQUE eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os
soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os
abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem
ramo." Malaquias 4:1

Isso não é uma ameaça vaga e sem sentido é evidente a partir dos termos definidos e
distintos em que é anunciado. Tudo aponta para uma crise iminente na história da nação, quando
Deus iria infligir juízo sobre o seu povo rebelde. "O dia estava chegando -" o dia que arderá como
fornalha; Dia grande e terrível do Senhor, este "dia" refere-se a um certo período, e um evento
específico. Ela já havia sido anunciada precisamente as mesmas palavras pelo profeta Joel "O
grande e terrível dia do Senhor" e reúne-se com uma nítida referência a ele endereçada pelo
Apóstolo Pedro no Dia de Pentecostes (Atos 2. 20. O sol se converterá em trevas, e a lua, em
sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor .). Mas o período é ainda mais
precisamente definido pela instrução notável de Malaquias 4:5 " Eis que eu vos enviarei o profeta
Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor." A declaração expressa de nosso Senhor
que as previsões para o Elias não era outro senão seu próprio precursor, João Batista (Mateus 11:13-
14. Porque todos os Profetas e a Lei profetizaram até João. E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é
Elias, que estava para vir), nos permite determinar a hora e o evento conhecido como "o grande e
terrível dia do Senhor, ele deve ser procurado em nenhuma grande distância do período de João
Batista. Ou seja, a alusão é ao juízo da nação judaica, quando a sua cidade e o templo foram
destruídos, e toda a estrutura do sistema político Mosaico foi dissolvida. Merece ser notado que
ambos; Isaías e Malaquias prever o aparecimento de João Batista como o precursor de nosso
Senhor, mas em termos muito diferentes. Isaías representa-o como o arauto do Salvador que vem:
"A voz que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai no ermo uma estrada para
nosso Deus" Isaías 40:3. Malaquias representa João como o precursor da vinda do Juiz: " Eis que eu
envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim, e do Senhor, a quem vós buscais,
de repente virá ao seu templo, mesmo mensageiro da aliança a quem vós desejais, eis que ele vem,
diz o Senhor dos Exércitos "(Malaquias3:1). Não se pode dizer que essa linguagem é adequada para
a primeira vinda de Cristo, mas é altamente conveniente para Sua segunda vinda. Há uma alusão
distinta para essa passagem em Apocalipse 6:15-17, onde diz; " E os reis da terra, e os grandes
homens, e os homens ricos, e os capitães-chefes ", etc... São apresentados 'escondendo o rosto
daquele que está assentado no trono, e da ira do Cordeiro, dizendo: O grande dia da sua ira é vindo,
e que será capaz de suportar?” Nada pode ser mais claro. É o mesmo que "O grande e terrível dia do
Senhor" no cap. 4:1 de Malaquias! Concluímos, portanto, que o profeta Malaquias fala, não da
primeira vinda de nosso Senhor, mas da segunda onde marcou a Queda do Templo Judaico em
70d.C.

Enquanto o julgamento e a ira são os elementos predominantes da profecia, as características


de uma ação diferente, não estão totalmente ausentes. O dia da ira é também um dia da redenção.
Há um remanescente fiel, mesmo entre a nação apóstata: há ouro e prata para ser refinada e joias
devem ser recolhidas, bem como a escória para ser rejeitada e palha para ser queimada. Há filhos
para ser poupado, assim como inimigos a serem destruídos, e no dia que trouxe desânimo e
escuridão para os ímpios, iria ver "o Sol da justiça, trazendo curas nas suas asas sobre os fiéis.
Mesmo Malaquias insinua que a porta da graça ainda não está fechada.

A importância total desta declaração sinistra não é imediatamente visível. Para a mente
hebraica. sugeriu o destino mais terrível que poderia acontecer numa cidade ou um povo. A
'maldição' foi o anátema, ou “cherem” o que denota que a pessoa ou coisa em que a maldição foi
lançada foi entregue à destruição total. Temos um exemplo do Cherem, ou proibição, a maldição
pronunciada sobre Jericó (Josué 6:17. Porém a cidade será condenada, ela e tudo quanto nela
houver; somente viverá Raabe, a prostituta, e todos os que estiverem com ela em casa, porquanto
escondeu os mensageiros que enviamos ). E uma declaração mais específica da ruína que se
envolveu, no Livro do Deuteronômio 13: 12-18 Quando em alguma das tuas cidades que o Senhor,
teu Deus, te dá, para ali habitares, ouvires dizer que homens malignos saíram do meio de ti e
incitaram os moradores da sua cidade, dizendo: Vamos e sirvamos a outros deuses, que não
conheceste, então, inquirirás, investigarás e, com diligência, perguntarás; e eis que, se for verdade e
certo que tal abominação se cometeu no meio de ti, então, certamente, ferirás a fio de espada os
moradores daquela cidade, destruindo-a completamente e tudo o que nela houver, até os animais.
Ajuntarás todo o seu despojo no meio da sua praça e a cidade e todo o seu despojo queimarás por
oferta total ao Senhor, teu Deus, e será montão perpétuo de ruínas; nunca mais se edificará.
Também nada do que for condenado deverá ficar em tua mão, para que o Senhor se aparte do ardor
da sua ira, e te faça misericórdia, e tenha piedade de ti, e te multiplique, como jurou a teus pais, se
ouvires a voz do Senhor, teu Deus, e guardares todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, para
fazeres o que é reto aos olhos do Senhor, teu Deus . Essa é a maldição terrível designada sobre a
terra de Israel pelo Espírito profético, no momento de sua partida, e tornando-se em silêncio por
muito tempo. É importante observar que tudo isso tem uma referência distinta e específica para a
terra de Israel. A mensagem do profeta é a Israel; os pecados que são reprovados são os pecados de
Israel, a vinda do Senhor a Seu templo em Israel, a terra ameaçada com a maldição é a terra de
Israel. Tudo isso manifestamente aponta para uma catástrofe específica local e nacional, dos quais a
terra de Israel foi o palco e os seus habitantes culpados . A história registra que o cumprimento da
profecia, em correspondência exata de tempo, lugar e circunstância, a ruína que oprimiu o povo
judeu no período da destruição de Jerusalém.

O intervalo entre Malaquias e João Batista.

Os quatro séculos que se interpõem entre a conclusão do Antigo Testamento e o início do


Novo são um espaço em branco na história da Escritura. Sabemos, no entanto, dos livros dos
Macabeus e os escritos de Josefo, que foi um período movimentado nos anais judaicos. No entanto,
esses quatro séculos, não ficaram sem uma forte influência sobre o caráter da nação. Durante este
período, sinagogas foram estabelecidas em todo o país, e o conhecimento das Escrituras foi
amplamente alargado. As grandes escolas religiosas dos fariseus e saduceus surgiram ambos
professando serem expositores e defensores da lei de Moisés. Um vasto número de judeus se
estabeleceu nas grandes cidades do Egito, Ásia Menor, Grécia e Itália, levando consigo todo o culto
da sinagoga e da tradução Septuaginta do Velho Testamento. Acima de tudo, a nação querida no seu
mais íntimo do coração a esperança de um libertador, um descendente da casa real de Davi, que
deveria ser um rei teocrático, o libertador de Israel do domínio dos gentios, cujo reino era para ser
tão feliz e glorioso que talvez merecessem ser considerado “o reino dos céus." Mas, na maioria das
vezes, a concepção popular do futuro rei era terrena e carnal. Em 400 anos não houve qualquer
melhora na condição moral do povo, e entre o formalismo dos fariseus e do ceticismo dos saduceus,
a verdadeira religião tinha afundado a seu mais baixo nível. Ainda havia, porém, um remanescente
fiel que tinham concepção mais verdadeira do reino dos céus, e ‘que esperavam a redenção de
Israel. “Como o tempo se aproximava, havia indícios do retorno do espírito profético, e
premonições que o libertador prometido havia chegado. Simeão recebeu a garantia de que antes de
sua morte houvesse ver "o ungido do Senhor (Lucas 2:25-26). Essa revelação, é razoável supor que
deve ter despertado grande expectativa nos corações de muitos, e preparou-os para o grito que logo
depois foi ouvida no deserto da Judéia: 'Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo' Um
Profeta Foi novamente levantado em Israel, e o Senhor havia visitado o Seu povo.
E REINARÃO COM ELE MIL ANOS.

“E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão.
Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E
lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até
que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo. E vi tronos; e
assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram
degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua
imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com
Cristo durante mil anos. Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta
é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição;
sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão
com ele mil anos”. Apocalipse 20:1-6. Estamos agora diante de mais um tema que diverge e muito
na área escatológica. A pergunta que fica no ar quando lemos esse capítulo é; quando ocorrerão
esses mil anos? Quando se efetuará esse evento? Como procederá o milênio? O Pós-Milenismo é a
escola escatológica que defende que Cristo virá pela segunda vez, ao término do Milênio. Muitos
Pós-Milenistas crêem que a era Milenar iniciou-se quando Cristo foi assunto ao céu, e outros creem
que ela surgirá quando o Evangelho houver sido pregado em toda terra, promovendo uma Era Áurea
de Justiça e Paz para a humanidade. (Visão futurista). O Pré-Milenismo, ou Pré-Milenialismo, é a
visão de que a segunda vinda de Cristo ocorrerá antes do Seu Reino Milenar e que esse reino será
um período literal de 1000 anos. (Visão futurista). Já os Amilenistas, não crêem em um evento que
distinguirá os mil anos, pra eles a presente condição dos justos no céu é por tanto o Milênio.

De acordo com esta passagem (Texto chave do estudo Apocalipse 20:1-6), os Mil anos
começam com a prisão de Satanás. É importante também lembrar que a palavra “MILÊNIO” não é
bíblica é uma expressão latina para os Mil anos. Em primeiro lugar, temos que identificar esse
Poderoso Anjo que desce do céu, tendo nas mãos a chave do abismo. Quem era esse Anjo? O
Senhor Jesus! Só o Senhor Jesus poderia ter em mãos a chave do abismo “ E virei-me para ver quem
falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro; E no meio dos sete castiçais um semelhante
ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um
cinto de ouro. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos
como chama de fogo; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados
numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da
sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força
resplandece. E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-
me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para
todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno .” Apocalipse 1:12-18 Quanto ao
anjo é muito fácil de decifrar, agora seguindo adiante no texto de Apocalipse 20, temos algo no
versículo 3 que deixa muita gente confusa. O texto relata que satanás é algemado (Preso sob
cadeias), e o texto termina dizendo que “Depois disto é necessário que ele seja Souto pouco tempo.”
Para que se entenda esse acontecimento, é preciso que se entenda o significado dos Mil Anos da
Bíblia! Então vejam o número Mil da Bíblia é simbólico! “Mil” representa um número
RELATIVO. (Que indica relação, concernente, referente a algo).

“Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil
anos como um dia.” II Pedro 3:8 Outra referência se encontra em Salmo 90:4 “ Porque mil anos são
aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite .” Deus não se baseia pelo
tempo, por isso que Mil anos não pode ser visto de forma literal. Então os mil anos do Cap.20 de
Apocalipse, é referente à que? Ainda tenho outro texto que irá responder a essa questão.
“E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso
profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.” Apocalipse 20:10

Ai esta a resposta! Quando se deu os Mil anos? Quando satanás foi algemado! Quando isso
ocorreu? Na cruz do Calvário! “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também
ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte,
isto é, o diabo;” Hebreus 2:14.
Quando ele foi Souto por pouco tempo? Na grande tribulação que culminou na destruição de
Jerusalém Em 70 d.C! foi justamente quando a Igreja do Primeiro século vivenciou o tempo da
apostasia “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se
possível fora, enganariam até os escolhidos.” Mateus 24:5, 24.

A Igreja do Primeiro século não ficou marcada apenas pelo seu crescimento e comunhão
não, a igreja do Primeiro século foi marcada pela grande apostasia jamais vista na História! Nem
mesmo o cristianismo presente poderá se igualar naquela época. O Ap. Paulo admoestou a Igreja de
Corinto. “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de
Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito,
pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme
as suas obras.” II Coríntios 11:13-15.

Em I João Cap. 4, o Ap. João declarou “ AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai
se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto
conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de
Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é
o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.” I João 4:1-3

Logo se entende por Mil anos, O PERÍODO DA MORTE E RESSURREIÇÃO DO


SENHOR JESUS AO JULGAMENTO DE SATANAS.

“Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.
E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações,
até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo . Apocalipse
20:1-3.

Observem: O texto é claro “ATÉ QUE OS MIL ANOS SE ACABEM” Quando Isso
acontece? No Juízo Final! Onde satanás é lançado no Lago de fogo. Outra cousa importante no
texto; o que é que satanás fazia antes de ser encerrado em cadeias? ENGANAVA! Qual foi um dos
alertas dos acontecimentos da grande tribulação dado pelo Senhor Jesus, O Ap. Paulo e o Ap. João?
Engano, apostasia, falsos mestres nas igrejas!

O REINADO DOS SANTOS.

O reinado dos santos não pode ser entendido aparte de tudo aquilo que já vimos até agora.
Se o período dos mil a nos se deu com a prisão de satanás e o término se deu com o seu julgamento,
logo se entende que o reinado dos santos se deu entre a morte e ressurreição de Cristo a queda do
templo judaico em 70 d.C!

Esse período foi determinante, foi o período onde houve a expansão do evangelho do reino,
a multiplicação dos fiéis de Deus, a igreja crescia em triunfo. Vejam as palavras do Ap. Paulo em
Efésios 1:3 “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as
bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo;”

Quando o Senhor Jesus ressuscitou, todos os cristãos tornaram herdeiros da mesma bênção
que o fez coroado para sempre. A transmissão dessa verdade pelo evangelho foi determinante no
primeiro século para que eles não deixassem de acreditar no que estava proposto para a eles na
eternidade. Isso fez com que os sofrimentos das perseguições romanas fossem amenizados.
Vejamos outro texto bem propício ao que venho escrevendo:
“Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações: Para
que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de
sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual
seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; E qual a
sobre excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do
seu poder, Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos
céus. Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia,
não só neste século, mas também no vindouro;” Efésios 1:16-21.

Mesmo que o reino em si fosse uma promessa para eles, Paulo deixou clero e orava para isso
que eles se vissem vencedores em Cristo, pois tudo aquilo que os impossibilitaria a herdade desse
reino já tinha sido conquistada por Cristo.

Ainda na Epístola de Paulo aos Efésios podemos ver mais uma verdade “ Mas Deus, que é
riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós ainda mortos em
nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), E nos ressuscitou
juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;” Efésios 2:4-6.

Outro texto importante é o de 2 coríntios 2:14 que diz “ E graças a Deus, que sempre nos faz
triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento.”

O quadro aqui retratado é o de um conquistador romano levando, triunfante, os seus cativos.


Paulo, alegremente considerava-se assim.

Essa verdade revelada principalmente nas epístolas Paulinas trouxe plena convicção da
vitória dos cristãos em Cristo. Quando lemos Apocalipse 20 vemos como isso tem sentido: “ E vi
tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que
foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta,
nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e
reinaram com Cristo durante mil anos. Apocalipse 20:4.

Veja; todos aqueles que de forma destemida não se intimidaram pelo terror imperial durante
os mil anos (período que prescreve a morte e ressurreição de Cristo a queda do templo em 70d. C)
foram galardoados.

É importante esclarecer o que diz os textos seguintes: “ Mas os outros mortos não reviveram,
até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo aquele que
tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão
sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.” Apocalipse 20:5-6

Quem são esses mortos que não reviveram cujo qual o texto se refere?
R- Os Ímpios, os vasos de ira, a planta que o pai não plantou o joio... Aqueles que no período dos
mil anos não deram ouvidos ao evangelho! Esses não tiveram parte na primeira ressurreição por
isso que a segunda a esses teria poder.

O verso 6 testifica isso:”. Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira
ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo,
e reinarão com ele mil anos”

Do verso 7 em diante você já foi esclarecido no início desse estudo. A conclusão que
tiramos então é que existe um equívoco muito grande quanto ao entendimento desse período, e
devido a isso inúmeras especulações são levantadas. É preciso largar a tradição e se apegar a Bíblia
como a única regra de fé e prática! Deixe a Bíblia ser a palavra de Deus e seja liberto dos equívocos
teológicos Dispensacionalista como futurista.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


A RESSURREIÇÃO FUTURISTA: AO SOAR DO SONIDO INCERTO

A doutrina da ressurreição é de vital importância para que todos fiquem familiarizados com
a escatologia. Se você como um bom estudante das sagradas letras segue a interpretação do
preterismo completo da questão melhor ainda! O que é perturbador para mim é a persuasão de
alguns que se acham os donos da verdade para mudar a marcação da ressurreição de Jesus Cristo.
Sua afirmação de que Ele é a Ressurreição e a Vida, parece saltar fora dos ouvidos dos acadêmicos
e doutores religiosos que se baseiam nos credos e confissões para defender suas teses religiosas.
Alguns optaram por substituir Cristo, a ressurreição e a vida, o Redentor de Israel com a sua própria
visão da ressurreição, ou seja; O retorno do corpo individual do homem como a solução para o
problema da morte no Éden. Isso leva-nos a uma hermenêutica infeliz da ressureição. É importante
saber nessa altura que a ressurreição começa e termina em Cristo.

Observem que; imediatamente após Adão e Eva terem pecado, Deus ofereceu a promessa de
Cristo e a derrota de Satanás como o remédio para a morte. "E porei inimizade entre ti e a mulher,
entre a tua descendência e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar."
(Gênesis 3:15. Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente.
Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar).

A promessa é Cristo, a ressurreição e a vida, aquele que venceu a morte, destruindo Satanás
através de sua morte e da Nova Aliança.

A ênfase equivocada na morte física e a ressurreição.

"Gênesis 3:19. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste
formado; porque tu és pó e ao pó tornarás , é frequentemente visto como uma etiologia [causa] da
morte que as pessoas morrem [fisicamente] por causa do pecado de Adão.

Não está claro, no entanto se Deus já tinha intenção de Adão para ser imortal. Na verdade, a
razão dada em Gênesis 3:22. Então, disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tornou como um de
nós, conhecedor do bem e do mal; assim, que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida,
e coma, e viva eternamente, para o seu despejo do Jardim do Éden é precisamente a razão dele
poder tornar-se imortal, tendo já adquirido o conhecimento do bem e do mal.

Portanto, a capacidade intelectual para provar da Árvore da Vida, utilizando o bem e viver
para sempre.

Em suma, pode ser que Gênesis 3 vê na desobediência dos pais primordiais as origens não
da perda da imortalidade em si, mas dá oportunidade de adquirir a imortalidade.

Nesse caso, v 19 é melhor tomada como uma etiologia não de morte, mas de sepultamento:
Adão como o humano tropical (adam) terminando onde começou, no solo (Adama) retornando ao
pó de onde foi moldado (Gênesis 2:7. Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe
soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente ) Jon D. Levenson,
Ressurreição e Restauração, p. 32. Levenson continua a dizer que, "Das duas interpretações a
primeira Gênesis 3:19, vê no verso uma punição de morte, é mais provável que a base da tradução"
atestado em Targum Pseudo Jonathan.

A ideia de que o pecado de Adão (ou Adão e Eva) é a causa da mortalidade humana está
ausente na Bíblia hebraica, sem dúvida tornou-se comum no Judaísmo do Segundo Templo,
deslocando assim o antigo conceito bíblico (não significa universal na Bíblia hebraica) que a morte
era o plano preferencial de Deus para cada ser humano, desde o início, "o caminho de toda a terra"
(Josué 23:14. Eis que, já hoje, sigo pelo caminho de todos os da terra; e vós bem sabeis de todo o
vosso coração e de toda a vossa alma que nem uma só promessa caiu de todas as boas palavras que
falou de vós o Senhor, vosso Deus; todas vos sobrevieram, nem uma delas falhou).

A noção de que a última palavra de Deus para a raça humana é uma sentença de morte, no
entanto, não se coaduna com certos elementos da cultura do Segundo Templo (assim como não se
sentou bem com a cultura bíblica, que viu na progênie não apenas um consolo para a morte, mas a
sobrevivência e continuidade das pessoas que já faleceram.

A Árvore da Vida e Imortalidade Física no Jardim.

Supõe-se que a árvore da vida, a única esperança de imortalidade física, ou seja, que Adão
fisicamente viveria para sempre se ele tivesse comido da árvore da vida antes de pecar. Esta
suposição cria problemas insuperáveis.

1. Primeiro: Adão nunca teria morrido.

2. Se Adão tornou-se fisicamente imortal, sua prole seria igualmente tornar-se fisicamente
imortal por cada semente que produziria sua espécie, (Gênesis 1:11. E disse: Produza a terra relva,
ervas que deem semente e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, cuja semente
esteja nele, sobre a terra. E assim se fez).

3. Sem a morte física, o homem fisicamente imortal seria destinado a viver na terra para
sempre em "carne e sangue" no corpo. Ele seria eternamente ligado a terra. Isso cria problemas
insuperáveis para as pessoas, uma vez que erroneamente entendem "carne e sangue" em 1 Coríntios.
15:50. Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a
corrupção herdar a incorrupção, para falar da biologia humana. Adão e sua "posteridade imortal"
seriam, portanto, incapazes de entrar no reino em tal condição. Um ponto semelhante é reconhecido
nos escritos de Ed Stevens comentando sobre Adão comer da árvore em um estado caído: "Se ele
tivesse ficado no jardim (depois que comeu e morreu espiritualmente) e continuou a comer da
árvore da vida, ele teria vivido para sempre fisicamente, embora ele estivesse morto
espiritualmente. "Edward Stevens, Perguntas sobre a vida, p. 25”. Assim, o dilema de Adão para
comer da árvore, se espiritualmente vivo ou morto, é que ele não poderia herdar o reino.

4. Se a imortalidade física não significa ser "carne e sangue", então não há tal coisa como
"imortalidade física", pois seria "não física imortalidade", assim, novamente negando a ideia de que
a árvore da vida era para o homem de física imortalidade.

5. Se entrar no reino é salvação e ressurreição (1 Coríntios. 15:50), dada a condição de


número 3 acima, a imortalidade física criaria a impossibilidade de salvar aqueles com a
imortalidade física.

6. Por outro lado, se a imortalidade física é a salvação, um seria salvo, sem entrar no reino,
tornando nulo o propósito de Deus para o homem de "herdar o reino preparado desde a fundação do
mundo" (Mateus 25:34. Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu
Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo).

7. Dado o cenário do n º 3, não haveria a morte física na terra e o homem rapidamente


superpovoaria o mundo criando problemas com o abastecimento de alimentos, e as limitações
espaciais. Você pode fazer a matemática?
8. Isso também iria tornar a pena de morrer totalmente irrelevante, inútil, ineficaz, assim,
uma piada, uma vez que o homem comeu e se tornou imortal, ele nunca poderia se tornar mortal. Se
ele se tornou imortal e perdeu a imortalidade ou apostatou, que contradizem a visão ressurreição
que o homem possui a imortalidade, uma vez que ele não pode apostatar ou cair da "que" graça.

9. Se, os Teólogos reconhecem que têm um problema com o homem comer apenas uma vez
da árvore da vida, mas se comer uma vez não poderia fornecer a imortalidade física, quantas vezes
que Adam teria que comer para ganhar a imortalidade física?

10. Se o homem se tornou fisicamente imortal depois de comer da árvore da vida, por que
ele precisaria comer qualquer coisa para manter sua imortalidade física? Comida seria desnecessária
e Deus teria criado todas essas árvores "boas para comida" Para ser bom para nada!

11. Agora vamos ver por que alguns Teólogos da ressurreição devem ter um arrebatamento.
É porque a imortalidade física na Terra exige isso desde que o homem não poderia morrer em tais
circunstâncias e, portanto, não poderia escapar de um destino eterno da vida na Terra. Isso significa
que não há inferno e céu. À medida que levantou a questão para o reino, por que Deus também
preparou a segunda morte dada pelas tais interpretações, Gênesis 3:15. Porei inimizade entre ti e a
mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o
calcanhar; Mateus. 25:41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos
de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; Romanos. 16:20. E o
Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus
seja convosco; Apocalipse. 20:14. Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de
fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.

12. Se Adão podia comer e obter a imortalidade física na Terra, contradiria a visão da
ressurreição e a morte hadeana que ver da ressurreição, que o homem deve morrer fisicamente para
obter a imortalidade. Como pode uma pessoa fisicamente imortal morrer fisicamente? Impossível.

13. Se Adão não poderia morrer antes que ele comesse da árvore, e se ele tinha obtido a
imortalidade física por comer da árvore da vida, como Adão poderia ter recebido a sua imortalidade
física sem ser semeado que ele pudesse morrer fisicamente?

14. Se Adão tornou-se fisicamente imortal por comer da árvore da vida e se tal é equiparada
com a ressurreição de Lucas 20:35. Mas os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e
a ressurreição dentre os mortos não casam, nem se dão em casamento . Adão nesse caso como seria
como os anjos de Deus, que não pode morrer? Teria que também significar que Adão não seria nem
homem nem mulher, imortalidade incapaz de se casar e procriar e, portanto, física na Terra seria
violar o mandamento de Deus em Gênesis 1: 28a de " ser frutífero e multiplicar e encher a terra"?
Será que o homem pode fazer sexo no céu? As pessoas fisicamente imortais reproduziriam
sexualmente?

15. Se a árvore da vida representa Cristo, e se comer da árvore da imortalidade a vida que
não pode ser obtida enquanto vivia no corpo físico, por autocontradição, então isso não significa
que não podemos agora ter Cristo?

16. Se o comer da árvore da vida representa Cristo e equivale a receber a imortalidade física
que só pode acontecer após a morte física, que é impossível de se fazer quando se tem a
imortalidade física não significa que não pode ter um período de Cristo, assim, levando à infeliz
conclusão de Paulo ao expressar que todos os homens são mais miseráveis porque negam a
ressurreição dos mortos.
17. Aqui está algo que um mesmo futurista deve considerar. Se a árvore da vida está no céu
e o homem deve receber o corpo imortal para entrar no céu, porque ele não pode chegar lá em seu
corpo fisicamente mortal ou fisicamente imortal, então por que uma necessidade de comer da árvore
da vida no céu a cada mês como se fosse essencial para ter o corpo imortal?

18. Se Cristo é a ressurreição e a vida quando todos esses problemas imediatamente irão
embora?

19. Minha conclusão: Segundo a tradição religiosa estamos para ver o corpo individual
desmantelado. É um som dissonante da trombeta para a ressurreição da Bíblia.

Jesus Cristo é a Ressurreição e a Vida.

"Disse-lhe Jesus:" Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra,
viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá. Você acredita nisso? "(João 11:25-26.
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo
o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?)

Jesus disse, ele é a ressurreição e a vida. Assim como ele disse, "Eu sou o pão da vida" e "Eu
sou a água da vida". Em nenhum lugar nas Escrituras é compreendido que a ressurreição se referi a
realidade física individual ou algum tipo de corpo humano. No entanto, todos eles são declarações
equivalentes apontando para Cristo! Cristo é a água da vida = o pão da vida = a ressurreição e a
vida! A lógica é simples. Por que complicar?

Afinal de contas, o texto diz, "em Cristo" todos serão vivificados. Cristo, é a esperança e o
cumprimento das promessas de Israel, é a ressurreição! Mostrei que a Trombeta da ressurreição de
discórdia anunciada pela tradição religiosa rejeitar o tema central da esperança de Israel por meio de
Cristo e transforma a ressurreição em um motivo de glorificar a Deus em um corpo físico
individual, botando assim em risco a verdade Bíblica. Por tanto quaisquer conceitos de ressurreição
que não conseguem interpretar corretamente a morte, nunca pode ser a ressurreição escatológica da
Bíblia.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


AS QUATRO DIFERENTES SESSÕES PROFÉTICAS SOBRE A PARUSIA

Ao examinar o momento da "segunda vinda" de Jesus, podemos encontrar profecias em


quatro diferentes seções da Escritura:

Primeiro, a segunda vinda de Jesus na profecia do Antigo Testamento;


Segundo, nos Evangelhos;
Terceiro, nas Epístolas do Novo Testamento;
E Quarto, no livro de Apocalipse.

Onde as declarações de tempo estão envolvidas na profecia, elas devem ser contadas.
Nenhuma profecia pode ser separada do tempo de sua realização e ainda ser "profecia". Não
podemos separar o conteúdo de uma profecia de suas referências temporais.

Muitas vezes nos lembramos que ninguém poderia saber o tempo exato do retorno de Cristo.
Jesus disse: "Mas daquele dia e hora que ninguém sabe, nem mesmo os anjos do céu, mas só meu
Pai." (Mateus 24:36. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o
Filho, senão o Pai).

Observe que ele disse, "daquele dia e hora que ninguém sabe". Entretanto, há uma diferença
entre saber o dia e a hora com exatidão e conhecer os sinais que acompanhariam o evento. Muitos
pré-milenaristas reconhecem que ninguém pode sabe o dia ou a hora, e, no entanto, eles procuram
sinais que possam construir elaborados esquemas de realização para ajudar os outros a serem
preparados. Ninguém podia saber o dia ou a hora, mas os discípulos receberam sinais que
acompanhariam a vinda de Cristo. Eles também foram informados de que aconteceria dentro de
uma geração (Mateus 24:34. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto
aconteça).

Mateus 24:36 não exclui outras passagens das escrituras que mostram o tempo geral da
segunda vinda e os sinais que indicariam sua proximidade.

PROFECIA DO ANTIGO TESTAMENTO.

Como os profetas do Antigo Testamento não fizeram uma distinção entre duas "vidas" ou
chegadas de Cristo, devemos ter muito cuidado ao lidar com esses textos. Foi dito que, para cada
profecia sobre a primeira vinda de Cristo, há oito que se relacionam com sua segunda vinda. O
tempo dessa segunda vinda geralmente estava ligado a um evento histórico que servirá de prova.

Por exemplo, Joel disse: "O sol será transformado em trevas, e a lua em sangue, antes da
vinda do grande e maravilhoso dia do Senhor" (Joel 2:31. O sol se converterá em trevas, e a lua, em
sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor). O dia do Senhor é equiparado à sua
segunda vinda, e se nós sabemos quando o sol e a lua estavam escurecidos, temos o momento da
sua vinda. Em Mateus 24: 29-34. Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a
lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados.
Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão
o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus
anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de
uma a outra extremidade dos céus. Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos
se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.
Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em
verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça , Jesus aplicou esta
profecia a "aquela geração", o fim da era da Antiga Aliança. No capítulo 6 de Apocalipse, João
aplica esta palavra à queda de Jerusalém. João estava escrevendo coisas que "aconteceriam em
breve". O tempo estava próximo, Cristo estava pronto para vir. Joel 2 e o dia do Senhor são
colocados na última geração da era da Antiga Aliança.

Joel 3 nos dá três eventos que estão associados a esse mesmo período de tempo:

Primeiro temos a batalha no vale de Jeosafá (Joel 3:12. Levantem-se as nações e sigam para
o vale de Josafá; porque ali me assentarei para julgar todas as nações em redor ), que é equiparado à
batalha do Armagedon em Apocalipse 16: 15-16. (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-
aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua
vergonha.) Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom . João mostra que
isso foi na vinda de Cristo: " Eis que venho como vem o ladrão " (Apocalipse 16:15).

Segundo é o escurecimento do sol e da lua (Joel 3:15. O sol e a lua se escurecem, e as


estrelas retiram o seu resplendor), que Jesus e João aplicaram à queda do judaísmo nessa geração.

Terceiro, temos a vinda do Senhor de Sião, para limpar ou redimir Judá (Joel 3: 16-21. O
Senhor brama de Sião e se fará ouvir de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o Senhor será o
refúgio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel. Sabereis, assim, que eu sou o Senhor, vosso
Deus, que habito em Sião, meu santo monte; e Jerusalém será santa; estranhos não passarão mais
por ela. E há de ser que, naquele dia, os montes destilarão mosto, e os outeiros manarão leite, e
todos os rios de Judá estarão cheios de águas; sairá uma fonte da Casa do Senhor e regará o vale de
Sitim. O Egito se tornará uma desolação, e Edom se fará um deserto abandonado, por causa da
violência que fizeram aos filhos de Judá, em cuja terra derramaram sangue inocente. Judá, porém,
será habitada para sempre, e Jerusalém, de geração em geração. Eu expiarei o sangue dos que não
foram expiados, porque o Senhor habitará em Sião). Lucas aplicou esta redenção à remoção do
sistema da Antiga Aliança (Lucas 21:28. Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei
a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima) e Paulo à segunda vinda de Cristo (Romanos
11: 26-27. E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele
apartará de Jacó as impiedades. Esta é a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados).

Todas essas passagens têm uma coisa em comum; Eles se referem à queda de Jerusalém e à
segunda vinda de Cristo. Eles falam dos mesmos eventos e do mesmo período de tempo.

A segunda vinda é retratada na septuagésima semana de Daniel: Então ele deveria confirmar
uma aliança com muitos por uma semana; mas no meio da semana ele trará o fim do sacrifício e
oferta. E na asa das abominações haverá alguém que desolará, até que a consumação, determinada,
seja derramada sobre o desolado. (Daniel 9:27. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana;
na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações
virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele).

Este texto não nos diz quando seria a septuagésima setenta, mas conhecemos o evento a que
se refere. A cidade, o templo e a nação de Israel foram destruídos (Daniel 9:26. Depois das sessenta
e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir
destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações
são determinadas). Esta destruição aconteceria pelo "que faz desolado" (Daniel 9:27). Jesus aplicou
isso ao exército romano na destruição de Jerusalém e na devastação da Palestina (Mateus 24:15.
Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo quem
lê entenda). Isso foi "a sua vinda" e "o fim do mundo". Isso corresponde a Joel 2 e 3, e harmoniza-
se com as coisas "Próximas" do Apocalipse. A coerência dessas passagens em relação ao tempo e à
historicidade faz um forte argumento de que a queda do judaísmo foi a segunda vinda de Cristo.
Através dos olhos proféticos da Nova Aliança, a segunda vinda de Cristo é o tema de
Zacarias 14 e é equiparada a Mateus 24 e à queda de Jerusalém. É chamado o "dia do Senhor"
(Zacarias 14: 1. Eis que vem o Dia do Senhor, em que os teus despojos se repartirão no meio de ti )
e Jerusalém é cena de atividade (Zacarias 2). Temos uma imagem em (Zacarias 14:4. Naquele dia,
estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o
monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale
muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade, para o sul,) do Senhor
que está no Monte das Oliveiras, do qual ele ascendeu. Foi aqui que os anjos disseram que viria
novamente (Atos 1:11, e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas?
Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir, e que a chegada foi
cumprida em Tito, o Comandante Romano e seu exército, como profetizado por Daniel (9: 26-27.
Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe
que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá
guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na
metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá
o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele) e confirmado por
Cristo (Mateus 24 : 15-16, Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta
Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes;
Mateus 24:27,28. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim
há de ser a vinda do Filho do Homem. Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres).

Aqueles que insistem em um retorno literal e corporal de Cristo, perdem o verdadeiro


significado e importância dessas previsões de seu retorno. É a sua chegada em poder e glória, e sua
vitória sobre seus inimigos. A aparição de Cristo ou (teofania) não era a reaparição de uma forma
física, mas era uma manifestação visível da glória invisível de Cristo, Sobre isso o Apostolo Paulo
disse em sua I Carta a Timóteo (1 Timóteo 6: 14-15. Que guardes o mandato imaculado,
irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo; a qual, em suas épocas
determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos
senhores).

Esse foi o tipo de manifestação que se manifestaria sobre os escribas e fariseus, "... daqui a
diante, vereis o Filho do Homem sentado à direita de Deus e vindo sobre as nuvens do céu" (Mateus
26:64. Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o
Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu ). Eles não
viram um corpo literal vindo em uma nuvem literal, sentado ao lado direito literalmente de Deus
não, mas eles entenderam o que essa linguagem figurada representava. Não as autoridades religiosa
da época presenciaram, como também "todos os olhos" viram (Apocalipse 1:7. Eis que vem com as
nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão
sobre ele. Certamente. Amém!) como o próprio Cristo profetizou: "Então aparecerá no céu o sinal
do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre
as nuvens do céu, com poder e grande glória." (Mateus 24:30. Então, aparecerá no céu o sinal do
Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as
nuvens do céu, com poder e muita glória).

Não só Cristo se manifestaria, mas também os seus santos: "Então virá o Senhor meu Deus,
e todos os santos contigo." (Zacarias 14: 5c). "Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar,
então também vós vos manifestareis com ele em glória. " (Colossenses 3: 4; 2 Timóteo 2: 11-12.
Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele; se perseveramos, também
com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará).

Foi um dia conhecido apenas pelo Senhor (Zacarias 14: 7. Mas será um dia singular
conhecido do Senhor; não será nem dia nem noite, mas haverá luz à tarde. Mateus 24:36. Mas a
respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai , e um
tempo sombrio (Zacarias 14: 6. Acontecerá, naquele dia, que não haverá luz, mas frio e gelo ), mas a
luz chegou no final desse dia (2 Pedro 1:19 Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra
profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o
dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração ; Apocalipse 21 : 23-25. A cidade não precisa
nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a
sua lâmpada. As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória. As
suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite).

Sairão de Jerusalém águas vivas (Zacarias 14: 8 Naquele dia, também sucederá que correrão
de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e a outra metade, até ao mar ocidental;
no verão e no inverno, sucederá isto. Apocalipse 21: 6. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o
Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida ;
Apocalipse 22:1. Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono
de Deus e do Cordeiro).

Este dia foi previsto nas profecias do reino em Daniel - " Eu olhava, e eis que este chifre
fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles. Até que veio o ancião de dias, e fez justiça
aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino." (Daniel 7: 21-22).

A vinda do Ancião dos dias aqui é a mesma que aparece em Apocalipse 11: 15-17. O sétimo
anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de
nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. E os vinte e quatro anciãos
que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram
a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque
assumiste o teu grande poder e passaste a reinar. É a vinda de Cristo no seu reino com poder (2
Timóteo 4:1. Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua
manifestação e pelo seu reino. Mateus 16: 27-28. Porque o Filho do Homem há de vir na glória de
seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras. Em verdade vos
digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até
que vejam vir o Filho do Homem no seu reino. Marcos 9:1. Dizia-lhes ainda: Em verdade vos
afirmo que, dos que aqui se encontram, alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até
que vejam ter chegado com poder o reino de Deus ). Esses versos não podem se aplicar ao
Pentecostes, pois a batalha com a besta ainda não havia ocorrido. Eles pertencem à septuagésima
semana de Daniel, particularmente a primeira metade da semana (Apocalipse 13-15. E lhe foi dado
comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer
quantos não adorassem a imagem da besta).

Enquanto Jerusalém não se abrisse "como o grão de trigo", o Reino não tinha florescido
completamente. E até então, os santos não tinha entrado completamente no reino. Por isso a
importância de os discípulos entender a questão do tempo de sua vinda em poder e glória.

"Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está
perto." (Lucas 21:31).

"Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por
herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;" (Mateus 25:34).

Estas são apenas algumas das profecias do Antigo Testamento que tratam da segunda vinda
de Cristo, mas todos conduzem a um acontecimento histórico: A trágica queda de Jerusalém. Este
foi um "dia excelente e fantástico" no desdobramento da redenção eterna.
ZACARIAS 14 E A VINDA DE CRISTO

Por Gary DeMar Presidente - American Vision.

Na visão pre milenistas da profecia bíblica, os eventos descritos em Zacarias 14 são mais
frequentemente interpretados como representando a segunda vinda de Cristo, quando Jesus descerá
dos céus, sobre o Monte das Oliveiras e de lá estabelecer Seu reino milenar. A cronologia descrita
em Zacarias, no entanto, não se encaixa neste cenário. Os Eventos começam no capítulo treze, onde
está profetizado que o Pastor, Jesus, seria golpeado e as ovelhas seriam espalhadas (Zacarias 13:7.
Desperta, ó espada, contra o meu pastor e contra o homem que é o meu companheiro, diz o Senhor
dos Exércitos; fere o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas; mas volverei a mão para os pequeninos ).
Isto teve seu cumprimento quando Jesus estava para ser traído ele disse: " Todos vós esta noite vos
escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas se dispersarão. ” (Marcos
14:27b).

O texto se segue descrevendo os acontecimentos desse evento, inclusive, à destruição de


Jerusalém no ano 70 d.C Deus atuaria como juiz em julgamento de Jerusalém e seus habitantes.
Como o rei, ele enviaria "os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiaria a sua cidade."
(Mateus 22:7. O rei ficou irado e, enviando as suas tropas, exterminou aqueles assassinos e lhes
incendiou a cidade).

Porque eu ajuntarei todas as nações [os exércitos romanos] a peleja contra Jerusalém, e a
cidade será tomada, e as casas serão saqueadas [Mateus 24:17. Quem estiver sobre o eirado não
desça a tirar de casa alguma coisa], as mulheres forçadas [Lucas 17:35. duas mulheres estarão
juntas moendo; uma será tomada, e deixada a outra ], e metade da cidade exilado [Mateus 24:16.
então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes ], mas o resto do povo não será exterminado
da cidade " (Zacarias 14:2. Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a
cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres, forçadas; metade da cidade sairá para
o cativeiro, mas o restante do povo não será expulso da cidade).

Isso aconteceu quando os exércitos romanos, constituídos de soldados de todas as nações


foram para a guerra contra Jerusalém. Roma era um império constituído por todas as nações
conhecidas do mundo (Lucas 2:1. Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto,
convocando toda a população do império para recensear-se.). O Império Romano "estendia cerca de
duas mil milhas da Escócia para o sul da cabeceira do Nilo e cerca de três mil quilômetros das
Colunas de Hércules para o leste da Pérsia. Seus cidadãos e os povos subjugados numeravam talvez
oitenta milhões." Roma foi levantado como a Assíria, para ser a "vara de [Sua] ira" (Isaías 10: 5 Aí
dá Assíria, cetro da minha ira! A vara em sua mão é o instrumento do meu furor ). "Então,
completamente devem ser tomadas a cidade que o inimigo deve sentar-se no meio dela para dividir
os despojos. Todas as nações, de um modo geral foram representadas no exército invasor, pois
Roma era a dona de muitas terras." segundo Thomas Scott, usando referências justificativas de
comentaristas antigos e referências cruzadas a outros livros bíblicos, escreve que Zacarias está
descrevendo os acontecimentos que envolveram a destruição de Jerusalém em 70 d.C.

O tempo em que os romanos marcharam com seu exército, composto de muitas nações, para
sitiar Jerusalém, foi "o dia do Senhor" Jesus, em que ele veio para "destruir aqueles que não
quiseram que ele reinasse sobre eles" [Mateus 22:10. E, saindo aqueles servos pelas estradas,
reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados .;
Mateus 24:3. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os
discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá
da tua vinda e da consumação do século; Mateus 23:35. Para que sobre vós recaia todo o sangue
justo derramado sobre a terra, desde o sangue do Justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de
Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar ; [Lucas 19: v11 Ouvindo eles estas coisas,
Jesus propôs uma parábola, visto estar perto de Jerusalém e lhes parecer que o reino de Deus havia
de manifestar-se imediatamente. v27 Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que
eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença, v41 Quando ia chegando,
vendo a cidade, chorou, v44 e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra
sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação ]. Quando os romanos tinham
tomado à cidade, todos os atentados foram cometidos, e as misérias despejadas, que estão aqui
previstos [Lucas 21: v20 quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está
próxima a sua devastação. v24 cairão a fio de espada e serão levados cativos para todas as nações;
e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles ]. Uma grande porção
dos habitantes foi destruída, outros levados cativos e vendidos como escravos; e multidões foram
expulsos e perseguidos por vários perigos e misérias: também um grande número tendo sido
convertido ao cristianismo, tornou-se cidadãos da "Jerusalém celeste" e, portanto, "não foram
destruídos com a cidade" de Deus [Gálatas 4:21-31. Dizei-me vós, os que quereis estar sob a lei:
acaso, não ouvis a lei? Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro
da livre. Mas o da escrava nasceu segundo a carne; o da livre, mediante a promessa. Estas coisas
são alegóricas; porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai,
que gera para escravidão; esta é Agar. Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à
Jerusalém atual, que está em escravidão com seus filhos. Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual
é nossa mãe; porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não dás à luz, exulta e clama, tu que não
estás de parto; porque são mais numerosos os filhos da abandonada que os da que tem marido. Vós,
porém, irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque. Como, porém, outrora, o que nascera segundo
a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim também agora. Contudo, que diz a
Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro
com o filho da livre. E, assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre . Hebreus 12:22-
25. Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a
incontáveis hostes de anjos, e à universal assembleia e igreja dos primogênitos arrolados nos céus, e
a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, o Mediador da nova
aliança, e ao sangue da aspersão que fala coisas superiores ao que fala o próprio Abel. Tende
cuidado, não recuseis ao que fala. Pois, se não escaparam aqueles que recusaram ouvir quem,
divinamente, os advertia sobre a terra, muito menos nós, os que nos desviamos daquele que dos
céus nos adverte].

Forçar essa série de julgamento descritiva para pular sobre as realidades históricas da
destruição de Jerusalém em 70 d.C., de modo a caber em um cenário futuro de julgamento é
artificialmente desnecessário.

Então o Senhor sairá, e pelejará contra estas nações, como quando ele luta em um dia de
batalha (Zacarias 14:3. Então, sairá o Senhor e pelejará contra essas nações, como pelejou no dia da
batalha).

Depois de usar Roma como Sua vara para ferir Jerusalém, Deus transforma Roma como
objeto de seu juízo. Mais uma vez, a Assíria é o modelo:... "Eu enviá-lo contra uma nação ímpia e
encomendá-lo contra o povo do meu furor, para capturar saque e aproveitar pilhagem, e os
esmaguei para baixo como a lama das ruas para que ele irá ser que, quando o Senhor completou
toda a Sua obra no monte Sião e em Jerusalém, Ele vai e diz: "Eu castigarei o fruto da arrogante
coração do rei da Assíria e a pompa da sua arrogância" (Isaías 10:5,6. Ai da Assíria, cetro da minha
ira! A vara em sua mão é o instrumento do meu furor. Envio-a contra uma nação ímpia e contra o
povo da minha indignação lhe dou ordens, para que dele roube a presa, e lhe tome o despojo, e o
ponha para ser pisado aos pés, como a lama das ruas. Isaías 10:12,13. Por isso, acontecerá que,
havendo o Senhor acabado toda a sua obra no monte Sião e em Jerusalém, então, castigará a
arrogância do coração do rei da Assíria e a desmedida altivez dos seus olhos; porquanto o rei disse:
Com o poder da minha mão, fiz isto, e com a minha sabedoria, porque sou inteligente; removi os
limites dos povos, e roubei os seus tesouros, e como valente abati os que se assentavam em tronos ).
É significativo que o declínio das datas do Império Romano é a partir da queda de Jerusalém.
Thomas Scott concorda: "Também é observável, que os romanos, depois de ter sido feito assim os
carrascos da vingança divina sobre a nação judaica, nunca prosperou como haviam feito antes, mas
o Senhor evidentemente lutou contra eles, e todas as nações que compunham seu império
impetuoso;. Até que finalmente ele foi subvertido, e suas cidades mais justas e províncias foram
devastadas por invasores bárbaros.

E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está na frente de
Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será dividido em seu meio de leste a oeste por um
vale muito grande, de modo que metade do monte se removerá para o norte, e a outra metade para o
sul (Zacarias 14:4.Naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte
de Jerusalém para o oriente; o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o
ocidente, e haverá um vale muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra
metade, para o sul).

É esta passagem que os dispensacionalistas usam para apoiar sua visão de que Jesus irá
pousar no planeta terra e estabelecer Seu reino milenar. Inúmeras vezes na Bíblia lemos de Jeová
"descendo" para se encontrar com o Seu povo. Na maioria dos casos Sua vinda é de julgamento; Em
nenhum caso foi Ele fisicamente presente. Observe quantas vezes à vinda de Deus é associado com
montanhas.
"E o Senhor desceu para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam Vinde,
desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro... " (Gênesis
11: 5,7).

"Então, eu desci para livrá-los do poder dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra a
uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e mel “(Êxodo 3: 8).

"Então tu chegaste para baixo no monte Sinai, e te falo com eles do céu (Neemias 9: 13a).

"Abaixa, ó Senhor, os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão." (Salmo 144: 5).

"Porque assim diz o SENHOR a mim, 'Como o leão ou o jovem leão ruge sobre a sua presa,
contra a qual um grupo de pastores é chamado para fora, não será aterrorizado com a sua voz, nem
perturbado com seu ruído, assim o Senhor dos exércitos descerá, para fazer a guerra no monte Sião
e em sua colina '"(Isaías 31: 4. Porque assim me disse o Senhor: Como o leão e o cachorro do leão
rugem sobre a sua presa, ainda que se convoque contra eles grande número de pastores, e não se
espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão, assim o Senhor dos Exércitos descerá,
para pelejar sobre o monte Sião e sobre o seu outeiro).

"Oh! se fendesses os céus, e descesses, e os montes se escoassem de diante da tua face, "
(Isaías 64:1).
"Quando fazias coisas terríveis, que nunca esperávamos, descias, e os montes se escoavam
diante da tua face." (Isaías 64:3).

Em Miquéias 1: 3 Porque eis que o Senhor sai do seu lugar, e desce, e anda sobre os altos da
terra, somos informados de que Deus "está chegando saiu do seu lugar" para "descer e pisar os altos
da terra." Como essa linguagem descritiva é diferente da qual o Senhor disse que estava no Monte
das Oliveiras com o resultado de dividi-la? Miquéias diz que "as montanhas se derreterão debaixo
dele, e os vales serão divididos, como a cera diante do fogo, como água derramada por um declive"
(Miquéias 1:4. Os montes debaixo dele se derretem, e os vales se fendem; são como a cera diante do
fogo, como as águas que se precipitam num abismo. ). "Não era incomum para os profetas usassem
expressões figurativas sobre a decida do Senhor sobre o Monte: Temos montes em tremor, montes
sendo espalhados, e os montes se esmiuçando (Hebreus 3:3-10. Jesus, todavia, tem sido considerado
digno de tanto maior glória do que Moisés, quanto maior honra do que a casa tem aquele que a
estabeleceu. Pois toda casa é estabelecida por alguém, mas aquele que estabeleceu todas as coisas é
Deus. E Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que
haviam de ser anunciadas; Cristo, porém, como Filho, em sua casa; a qual casa somos nós, se
guardarmos firme, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança. Assim, pois, como diz o
Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na
provocação, no dia da tentação no deserto, onde os vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, e
viram as minhas obras por quarenta anos. Por isso, me indignei contra essa geração e disse: Estes
sempre erram no coração; eles também não conheceram os meus caminhos.). Montanhas fluindo
para baixo de sua presença (Isaías 64:1,3. Oh! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes
tremessem na tua presença, como quando o fogo inflama os gravetos, como quando faz ferver as
águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que as nações tremessem da
tua presença! Quando fizeste coisas terríveis, que não esperávamos, desceste, e os montes tremeram
à tua presença); ou montanhas e colinas que cantam e as árvores aplaudem com suas mãos (Isaías
55:12. Saireis com alegria e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros romperão em cânticos
diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas).

O que é a Bíblia está tentando nos ensinar com esta linguagem descritiva do Monte das
Oliveiras "dividido em seu meio"? Os primeiros escritores cristãos aplicam (Zacarias 14: 4. Naquele
dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente;
o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale
muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade, para o sul ) a obra de
Cristo no seu dia. Tertuliano (A.D 145-220) escreveu: "Mas à noite ele foi para o Monte das
Oliveiras." Porque assim Zacarias destacou: "E estarão os seus pés, naquele dia, no Monte das
Oliveiras". Tertuliano estava se referindo ao fato de que a profecia do monte das oliveiras iria
definir o cenário para o julgamento de Cristo que uma vez por todas quebraria a divisão / Gentios e
judeus. Matthew Henry explica a teologia por trás da profecia: A parede divisória entre judeus e
gentios seria tirado. Entre os gentios e Jerusalém essa montanha da divisão estava de pé. Mas, pela
destruição de Jerusalém esta montanha foi desfeita, fendido pelo meio, e por isso o sistema judaico
foi anulado e a igreja gentílica unida pela quebra deste muro de separação.

Você vai notar que não há nenhuma menção de um reino de mil anos. No entanto, somos
informados de que "o Senhor será rei sobre toda a terra" (Zacarias 14:9. O Senhor será Rei sobre
toda a terra; naquele dia, um só será o Senhor, e um só será o seu nome ). Então, o que há de novo
sobre essa linguagem? "Porque o Senhor Altíssimo é para ser temido, e Rei grande sobre toda a
terra Ele nos sujeitou povos e nações sob os nossos pés." (Salmos 47:2,3. Pois o Senhor Altíssimo é
tremendo, é o grande rei de toda a terra. Ele nos submeteu os povos e pôs sob os nossos pés as
nações). Este é exatamente o que aconteceu com a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C Paulo
disse aos cristãos de Roma que "o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés"
(Rom. 16:20). Adversário da igreja (Satanás) foi o imperador Nero que persegui Sua Noiva, a Igreja
(João 16:2. Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará
com isso tributar culto a Deus).

O PROPÓSITO DA SEGUNDA VINDA E SEU TEMPO.

Depois dessa onda de prognósticos de mídia sobre o fim do mundo e um possível retorno de
Cristo proporcionado pelo cumprimento do calendário Maia e a recente queda do meteoro na
Rússia, venho nessa postagem abordar dois assuntos importantes: O Propósito da Segunda vinda de
Cristo e o tempo dessa Segunda vinda. Pois bem, O propósito da Segunda Vinda de Cristo foi a de
completar o plano redentor de Deus para o Seu povo. O objetivo foi finalizar o que tinha de ser feito
para a salvação. A Segunda Vinda destruiu o efeito da morte promovida pela Antiga Aliança e
estabeleceu a Nova Aliança consumada. Se Jesus não voltou ainda, então não temos salvação ainda
como o livro de Hebreus afirma claramente.

“Assim também Cristo foi oferecido uma vez para tirar os pecados de muitos. Para aqueles
que esperam ansiosamente por Ele. Ele aparecerá uma segunda vez, sem pecado, para a salvação ”.
(Hebreus 9:28).

Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas
cabeças, porque a vossa redenção está próxima. (Lucas 21:28. Ora, ao começarem estas coisas a
suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima).

Estes são apenas alguns dos versos do Novo Testamento que ensinam um retorno do
primeiro século do Senhor. Não se pode ler o Novo Testamento sem ver que os cristãos do primeiro
século estavam esperando Jesus voltar em sua vida. Eles têm essa noção do próprio Jesus. A Bíblia
é muito descarada sobre isso.

Quando Jesus volta?


Esta pergunta é feita frequentemente hoje. Ele também foi questionado pelos discípulos
Jesus respondeu aos Seus discípulos e Suas palavras são retas e verdadeiro: Quando pois vos
perseguirem nesta cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de
percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do homem. (Mateus 10:23. Quando, porém,
vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de
percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do Homem).

Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada
um segundo as suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não
provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino. (Mateus 16:27-28. Porque o
Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um
conforme as suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de
maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino).

Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão,
e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará
os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro
ventos, de uma à outra extremidade dos céus. Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já
os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente,
quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. Em verdade vos digo que
não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam. (Mateus 24:30-34. Então, aparecerá
no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do
Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com
grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra
extremidade dos céus. Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e
as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas
coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem
que tudo isto aconteça).

Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me
tu. (João 21:22).
No seu julgamento, Jesus disse aos que estavam o ouvindo que eles viveriam para ver a sua
Segunda Vinda.

Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem
assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. (Mateus 26:64.

Jesus enfaticamente disse aos seus discípulos que Ele voltaria dentro de sua geração (Na
época dos seus contemporâneos). Então, pergunte a si mesmo. Será que Jesus mentiu? Jesus era
errado? Será que Jesus não falou a verdade? Se Ele não retornou quando Ele disse que faria durante
a vida de seus discípulos, então Ele mentiu, o que significa? Significa que ele não pode ser Deus, o
que significa que ele não pode ser o nosso Salvador. É por isso que a profecia bíblica é importante.

A Segunda Vinda nas Epístolas.

Portanto, seja paciente, irmãos, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso
fruto da terra, aguardando pacientemente por ela até que receba a chuva temporã e serôdia. Vós
também sejais pacientes. Fortalecei os vossos corações, pois a vinda do Senhor está próxima. Não
queixeis uns dos outros, irmãos, para que não sejais condenados. Eis que o Juiz está à porta! (Tiago
5:7-9).

Pois ainda um pouco, o que há de vir virá e não tardará. (Hebreus 10:37).

A Segunda Vinda no Livro de Apocalipse.

Eis que ele vem com as nuvens, e todos os olhos devera mesmo aqueles que furaram ele, e
lamentarão sobre ele todas as tribos da terra. Sim! Amém! (Apocalipse 1:7).

"Eis que venho sem demora! Retende o que você tem, para que ninguém possa tirar sua
coroa." (Apocalipse 3:11).

"Eis que venho sem demora! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia
deste livro." (Apocalipse 22:7).

"E eis que venho, eo meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra."
(Apocalipse 22:12).

Aquele que dá testemunho destas coisas diz: "Certamente, venho sem demora." Amém.
Vem, Senhor Jesus! (Apocalipse 22:20).

Você pode estar dizendo para si mesmo: "Se Jesus voltou em 70 dC, por que não registros
desse fato em nenhum lugar? Por que ninguém escreve sobre isso nos livros de história?" Boa
pergunta! Então veja; os cristãos modernos pressupõem que a Segunda Vinda do Senhor seja física
e visível sobre uma nuvem literal. O Novo Testamento foi escrito em luz do Antigo Testamento e
que não pode ser entendido de forma literal! O Senhor foi claro quanto a natureza do seu reino.

E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes e
disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque
eis que o reino de Deus está entre vós. Lucas 17:20-21.

Qual a natureza do Reino de Deus? "ESPIRITUAL" Invisível! Como alguém pode ser tão
ignorante quanto isso?
Simplesmente não há como contornar o momento da segunda vinda. Os judeus do primeiro
século perderam a visitação da primeira vinda de Cristo, porque não foi da maneira que eles
pensaram que seria. Os cristãos do século 21 tem perdido a visitação da Segunda Vinda de Cristo,
pelo mesmo motivo.

O testemunho da Escritura é esmagador. Jesus ligada à Sua Segunda Vinda, com a


destruição do Templo de Herodes situado em Jerusalém no ano 70 dC. Durante todo o Novo
Testamento, os apóstolos ensinaram que Jesus estava voltando em sua Geração. Aqueles que
insistem que ainda há um futuro Segunda Vinda de Cristo não estão realmente estudando a Bíblia.
Eles simplesmente acreditam no que alguém lhes disse.

Seja um bereano. Leia a Bíblia por si mesmo. Você descobrirá que os autores da Bíblia têm
ensinado que a Segunda vinda do Senhor estava reservada para o primeiro século! Você tem a
mesma Bíblia que os "especialistas" têm. Por tanto Leia!

Ora, os bereano eram de caráter mais nobre do que os tessalonicenses, pois receberam a
mensagem com grande entusiasmo e examinavam as Escrituras todos os dias para ver se o que
Paulo dizia era verdade. (Atos 17:11. Ora, estes de Bereia eram mais nobres que os de Tessalônica;
pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as
coisas eram, de fato, assim).

JESUS APARECERÁ SEGUNDA VEZ?

Texto: Hebreus 9:28. Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para
tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a
salvação.

99% do povo de Deus acredita nesse equívoco, que acontece porque os evangélicos não
estudam com profundidade o assunto; “Parousia”, vinda do Senhor nas nuvens, manifestação do
Senhor espiritual invisível. Uma vinda diferente da primeira, não em carne, isto é, fisicamente, no
qual as pessoas daquela geração do primeiro século podiam vê-lo.

Paulo afirmou que o Senhor viria sem pecado, isto significa o quê? Significa que agora o
Senhor não carregaria num corpo de carne os pecados do seu povo de todas as gerações. Essa
expressão é interessante. Entendemos perfeitamente o que Paulo quis dizer. Jesus quando se
manifestou pela primeira vez em carne (João 1: 31 Eu mesmo não o conhecia, mas, a fim de que ele
fosse manifestado a Israel, vim, por isso, batizando com água ; I Timóteo 3: 16 Evidentemente,
grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito,
contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória .; I João 3: 5.
Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado ). Ele se
manifestou fisicamente para tirar os pecados do seu povo. Quando foi isto?! Nos dias da sua carne,
o verbo se fez carne (João 1: 1-4 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo
era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e,
sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens , v10. O
Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu ), isto
é equivalente a primeira vinda do Senhor em forma de homem. Veja em Isaías 53: 2-5. Porque foi
subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem
formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado e o mais
rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os
homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si
as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de
Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas
iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados . Ele
apareceu como o Messias, traduzindo, veio em carne para poder carregar nossos pecados, se fez
ignomínia (grande desonra) na cruz, tudo por amor a nós.

Quando Paulo fala que o Senhor Jesus apareceria pela segunda vez, estava se referindo que
essa vinda (parousia) seria espiritual naquele mesmo século I, para acerto de contas em relação aos
Judeus apóstatas, para cumprir uma sentença que ele mesmo pronunciou que ele mesmo predisse
contra aquela geração hipócrita, uma geração obstinada, uma geração adultera e perversa. Paulo
assegurou que essa geração, a semelhança do que o Senhor predisse no sermão escatológico, no
sermão profético em outras passagens do cânon do novo testamento que pereceria. Os fiéis
aguardavam a sua vinda (parousia) para a salvação que seria manifestada no último dia (Hebreus 9:
28c). “Aos que aguardam para a salvação”. I Pedro 1: 5 “Que sois guardados pelo poder de Deus,
mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo ”. Último tempo daquele
século, ou último dia daquela era, período, Aion; na consumação daquele século I. A epístola de
Pedro foi escrita entre 63-64 d.C. Portanto, todos os apóstolos escritores e Lucas, tinham
entendimento do Sermão Profético do Senhor Jesus, que a segunda vinda dele, seria com precisão
naquele século. Especular uma vinda para além de 70 d.C, é querer defender uma terceira vinda
inexistente. Não há base para isso, é uma falácia, é fantasioso, é deturpar uma profecia já cumprida.
Aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardavam para a salvação (Hebreus 9:
28b). Temos que levar em consideração, que esse verbo “aparecerá” não significaria para um futuro
bem distante, ou um futuro após o século I. O próprio Paulo pensava que estaria vivo para
presenciar tal fato, mas não foi possível; Cristo tinha outros planos para ele. Paulo morreu antes de
70 d.C, 67-68 d.C. em Roma, por ordem de Nero, visto que Nero em 68 d.C. Suicidou-se. A
epístola aos hebreus foi escrita em 63 d.C.

Veja que as predições do Senhor Jesus escritas pelos apóstolos se harmonizavam com a
história da igreja do Primeiro século. Se ajustam com os relatos de Flávio Josefo. A segunda
manifestação de Cristo não poderia ser mais num corpo de carne, como filho do homem ou Jesus
nos dias de sua carne (João 1: 14. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de
verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai ). Aquela carne, isto é, o Ente-santo
que revestiu o verbo, o Senhor, naquele corpo, não habitou pecado. O segundo advento foi invisível,
mas real. Portanto, Ele veio para confirmar a salvação que foi prometida antes dos tempos eternos
(2 Timóteo 1: 9, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras,
mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos
tempos eternos; Romanos 13: 11. E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos
despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio
cremos; 2 Tessalonicenses 2: 13 Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos
amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação
do Espírito e fé na verdade; 2 Timóteo 2: 10. Por esta razão, tudo suporto por causa dos eleitos, para
que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus, com eterna glória ; Atos 13: 48. Os
gentios, ouvindo isto, regozijavam-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos os que
haviam sido destinados para a vida eterna ; Filipenses 3: 20. Pois a nossa pátria está nos céus, de
onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo ). Alguns irmãos fiéis daquela geração
vivenciaram tal gozo, tão grande salvação e muito mais, quando deixaram o corpo físico (morte) e
passaram a desfrutar da plenitude da salvação, que será o nosso caso. Já estamos vivendo a
realidade dessa salvação, ao sair deste corpo físico, participaremos também da plenitude desta
salvação. Epístola de Judas 24.

A epístola aos Hebreus foi escrita para os contemporâneos de Paulo. Ele apresenta vários
temas, entre os quais, nos dias daquele século, Cristo falou, ensinou, predisse, fez a purificação dos
pecados do seu povo e depois subiu aos céus (Hebreus 1: 1-3. Havendo Deus, outrora, falado,
muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo
Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o
resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu
poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas ).
Em (Hebreus 9: 28. assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os
pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação) .
Paulo está dizendo que Cristo não viria mais para fazer purificação dos pecados dos seus
escolhidos, isto é, confirmando em (Hebreus 10: 12, 14. Jesus, porém, tendo oferecido, para
sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus, aguardando, daí em
diante, até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés. Porque, com uma única
oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados ). Pensar, defender que essa volta
de Cristo ainda não se cumpriu, é dizer que Cristo não fez ainda a purificação dos pecados dos
filhos de todas as gerações (2 Pedro 1: 9. Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é
cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora ; Efésios 5:
26, 27, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a
apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e
sem defeito). Paulo está confirmando que o Senhor Jesus purificou a sua igreja para que ela pudesse
ser gloriosa, sem mácula, sem ruga e nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito para Ele.

Portanto, as duas vindas de Cristo ocorreram no século I, naquela geração adultera, a sua
primeira vinda foi em carne, para carregar no madeiro os pecados do seu povo (I Pedro 2: 24,
carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para
os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados ; Mateus 1: 21. Ela dará à luz um
filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles ). A segunda
vinda (Parousia), literalmente presença invisível de Cristo nas nuvens. Veja em Mateus 16: 27, 28.
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a
cada um conforme as suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram,
que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino ;
Lucas 17: v20 Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu:
Não vem o reino de Deus com visível aparência, v24 porque assim como o relâmpago, fuzilando,
brilha de uma à outra extremidade do céu, assim será, no seu dia, o Filho do Homem. Lucas 17:24-
Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar, v30. Essa vinda, isto é, a segunda, não
seria de forma observável. Portanto, se a vinda do reino não seria observável, então, segue-se que a
vinda do rei da glória em seu reino também não seria observável e sim espiritual (I Timóteo 1: 15-
17. Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os
pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia,
para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse
eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna. Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível,
Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!)

QUANDO JESUS VOLTARÁ?

Essa é uma pergunta que não se deixa calar. Também foi a pergunta feita dos discípulos a o
Senhor Jesus o qual respondeu veementemente: "Quando, porém, vos perseguirem numa cidade,
fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel
antes que venha o Filho do homem." Mateus 10:23.

Quando Jesus voltará?

Resposta: No tempo em que os seus discípulos estivessem anunciando o evangelho em


Israel.
Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga; qual
discípulo entre os doze (Mateus 10:1-6. Tendo chamado os seus doze discípulos, deu-lhes Jesus
autoridade sobre espíritos imundos para os expelir e para curar toda sorte de doenças e
enfermidades. Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro,
e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e
Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi
quem o traiu. A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes instruções: Não tomeis rumo aos
gentios, nem entreis em cidade de samaritanos; mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da
casa de Israel) ainda vive anunciando o evangelho em Israel?

"Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então
retribuirá a cada um segundo as suas obras. Em verdade vos digo, alguns dos que aqui estão de
modo nenhum provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino." Mateus 16:27-
28.

Quando Jesus voltará?

Resposta: Em um momento da história em que alguns do que ouviram essa declaração não
teria ainda morrido!

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: Quem
daqueles que ali se encontraram, que ainda está vivo hoje, para que veja o Senhor vindo no juízo
final distribuindo a cada um segundo as suas obras e de posse de seu Reino?

"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão,
e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os
seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro
ventos, de uma à outra extremidade dos céus. Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já
o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando
virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas. Em verdade vos digo que
não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram". Mateus 24:30-34

Quando Jesus voltará?

Resposta: Antes de findar sua geração!

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: A
geração referida no texto acima é verdadeiramente a do século XXI?

"Respondeu-lhe Jesus: Se eu quiser que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso?
Segue-me tu." João 21:22

Quando Jesus voltará?

Resposta: No período em que o discípulo amado (João) ainda estivesse vivo!

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: João (O
discípulo amado) está vivo ainda?

"Jesus, porém, guardava silêncio. E o sumo sacerdote disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo
que nos digas se tu és o Cristo, o Filho do Deus. Respondeu-lhe Jesus: É como disseste; contudo
vos digo que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as
nuvens do céu." Mateus 26:63-64

Quando Jesus voltará?

Resposta: No período em que as autoridades do sinédrio do tempo da crucificação de Cristo


estivessem vivas!

Observação: Segundo a veracidade desse texto por ser inspirado por Deus, me diga: Onde
podemos encontrar um componente do sinédrio do tempo da crucificação de Jesus?

Jesus enfaticamente disse aos Seus discípulos que Ele voltaria dentro de sua geração. Então
pergunte a si mesmo. Será que Jesus mentiu? Jesus era errado? Será que Jesus se contradisse, errou
em suas predições? Se Ele não voltou quando ele disse que faria na vida de Seus discípulos, então
ele mentiu! O que significaria dizer que Ele não poderia ser o Filho de Deus! O seu Salvador! É por
isso que a profecia bíblica é importante.

Creio que você não seja ateu, pois só um ateu poderia negar as inúmeras declarações a
respeito de sua segunda vinda. por tanto, qualquer argumento sobre sua segunda vinda
desconsiderando todas essas declarações é força uma terceira vinda de Cristo. É o que o
dispensacionalísmo, o futurismo, o Milenismo e o parcial preterismo tem feito e ludibriado
multidões.

AS ESCRITURAS DIZEM QUANDO JESUS VIRIA!

"Se Jesus não voltou no primeiro século, quando ele disse que viria, então você pôde
também jogar a sua Bíblia fora”

A seguir temos uma lista de versículos do Novo Testamento, que muitos cristãos não têm
nenhuma explicação adequada. Se você puder se colocar no lugar daqueles que são aqui abordados,
quase 2000 anos atrás, você seria levado a acreditar que você estava vivendo no fim dos tempos e
que você pudesse viver para ver o Filho do Homem no seu reino. Claramente, Jesus ensinou que o
tempo da sua "segunda vinda" seria no primeiro século. Seus discípulos também acreditaram que
ele voltaria no primeiro século. Claramente, esses foram os últimos dias.

João Batista aos judeus:

Mateus 3:2: "... Arrependei-vos, o reino dos céus está próximo".

Lucas 3:7,9: "Então, disse ele à multidão .. Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira
vindoura? E também agora está posto o machado ... toda árvore que não dá coisas boas fruto é
cortada e lançada no fogo. "

Os Ensinamentos de Jesus:

Jesus aos Seus doze apóstolos (dizendo-lhes para pregar a Israel):

Mateus 10:7: "... pregar, dizendo: O reino dos céus está próximo".

Mateus 10:23: "...porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de
Israel, até que venha o Filho do homem."
Note que Jesus disse a os 12 apóstolos que eles não teriam concluído a pregação em Israel
sem que primeiro o filho do Homem viesse, que foi durante a destruição de Jerusalém em 70 dC.

Jesus a Pedro, Tiago, João e André ... em particular:

Mateus 24:30,34 ", eles verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e
grande glória ... Esta geração não passará sem que todas estas coisas aconteçam."

Marcos 13:24,25,30 "Ora, naqueles dias, depois daquela tribulação, o sol escurecerá, e a lua
não dará a sua luz, E as estrelas cairão do céu, e os poderes que estão nos céus, ser abalada ... esta
geração não passará sem que todas estas coisas aconteçam. "
Lucas 21:22,26,32 "Para estes são os dias de vingança, que todas as coisas que estão escritas
podem ser cumpridas ...porque os poderes dos céus serão abalados ... Esta geração não passará até
que tudo seja cumprido." Esta geração" refere-se à geração que vivia na época em que Jesus falou
estas palavras.

Jesus aos Seus discípulos:

Marcos 8:38, "Portanto, aquele que se envergonhar de mim e das minhas palavras nesta
geração adúltera e pecadora, ele também estará o Filho do homem se envergonhará dele, quando
vier na glória de seu Pai com os santos. Anjos"

A que "geração" Jesus se referiu nesta passagem? Jesus disse que foi a geração adúltera e
pecadora, que vivia, enquanto Jesus estava vivo! Não a geração do século XXI. (a seguir estão
todos os versos em paralelo): Jesus aos seus doze discípulos (que estavam em frente de Jesus):
Mateus 16:27-28: "Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então
retribuirá a cada um segundo as suas obras daqueles. Em verdade eu vos digo: Há algumas das
estando aqui, que em nenhum sábio provarão a morte, até que tenham visto o Filho do homem
vindo em seu reino. "

Marcos 8:38 - 9:01, "... quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos .... há alguns
dos que aqui estão, que de modo nenhum provarão a morte até que vejam o reino de Deus ter vindo
em poder ".

Lucas 9:26-27: "... quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos anjos ... há alguns dos
que aqui estão, que de modo nenhum provarão a morte até que viram o reino de Deus. "

Observe como Jesus disse que alguns dos seus discípulos, que estavam ali na frente dele,
que eles não iriam morrer fisicamente antes que ele vinhesse com seus anjos para retribuir a cada
um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12). João era um desses homens que viveu para vê-lo.
Como você pode ver pelo seguinte versículo ... Jesus a Pedro: João 21,22-23: "... Se eu (Jesus)
quero que ele (João) permaneça até que eu venha, que te importa a ti?" [João foi um dos doze
apóstolos que não foi martirizado, e permaneceu em vivo bem depois de 70 AD.

Portanto, João se fez notório, até que Cristo veio em 70 AD, assim como Jesus desejou-o!]
Jesus ao sumo sacerdote: Mateus 26:64: "... agora, vereis o Filho do Homem sentado à direita do
Poder, e vindo sobre as nuvens do céu."

Jesus a Natanael:

João 1:51, "... vereis o Céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do
homem".
Jesus aos judeus: Mateus 4:17 "... Arrependei-vos: para o reino dos céus está próximo".

Mateus 23:36,38: "Em verdade vos digo, todas essas coisas hão de vir sobre esta geração.
Eis que a vossa casa vos ficará deserta."

Marcos 1:15, "... O tempo tem sido cumprido, e o reino de Deus está próximo:"

Jesus às filhas de Jerusalém: Lucas 23:28-29: "... não choreis por mim, chorai antes por vós
e por vossos filhos. Pois eis que os dias estão chegando", Jesus aos judeus que procuravam matá-lo:
Mateus 3:7: "... Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira vindoura?" João 5:25, " A hora
está chegando, e agora é, quando os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus: os que a ouvirem
viverão. "

A Revelação de Jesus Cristo, comunicada através de João, às sete igrejas literais que
estavam na Ásia no primeiro século:

Apocalipse 1:1: "Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos
as coisas que deve ocorrer em breve."

Apocalipse 1:3: "... o tempo está próximo."

Apocalipse 1:7: "Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o
traspassaram

Apocalipse 2:16: "... venho a ti",

Apocalipse 2:25: "... retende-o até que eu venha." (Para a igreja de Tiatira, uma das sete
igrejas real que existia na Ásia Menor entre 61 e 65A.D.)

Apocalipse 3:11 "Eis que venho sem demora"

Apocalipse 10:6 ", e jurou por aquele que vive para sempre e sempre ... que não deve haver
mais demora:" (Jesus disse que não iria atrasar a sua vinda para aqueles que viveram no primeiro
século!) (Os versos restantes são do último capítulo do Apocalipse, Este capítulo diz-nos)

Apocalipse 22:6, "... Deus dos santos profetas enviou seu anjo para mostrar aos seus servos
as coisas que devem acontecer em breve."

Apocalipse 22:07: "Eis que venho sem demora"

Apocalipse 22:10 "... Não seles as palavras da profecia deste livro: porque o tempo está
próximo."

Apocalipse 22:12: "E eis que venho sem demora";

Apocalipse 22:20: "... Certamente cedo venho. Amém. Sim, vem, Senhor Jesus".

Essa vinda cedo, sem demora com certeza só pode se relacionar ao acontecimento de 70D.C
e não a uma data que todos não conseguem definir! Uns dizem que é em 2012 outros em 2021,
outras dadas já foram proferidas e nada!
Os Ensinamentos dos Apóstolos: Paulo de todos os que eram amados de Deus em Roma:
Romanos 13:11-12: "E que, conhecendo o tempo, ... nossa salvação está agora mais perto do que
quando acreditamos ... o dia está próximo"

Romanos 16:20: "E o Deus da paz esmagará Satanás debaixo dos vossos pés em breve".
(Veja esta profecia de Gênesis 3:15).

Paulo a Timóteo:

1 Timóteo 6:14, "Que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à
manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo:"

2 Timóteo 1:18, "O Senhor lhe conceda que ele possa encontrar a misericórdia do Senhor
naquele dia:"

Paulo aos Hebreus: Hebreus 1:1-2: "Deus ... Porventura, nestes últimos dias nos falou por
seu Filho" (A Escritura diz que os últimos dias foram no primeiro século, e não 2.000 anos mais
tarde).

Hebreus 9:26, "Pois então ele deve ter sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo,
mas agora uma vez na consumação dos séculos tem ele manifestou, para aniquilar o pecado pelo
sacrifício de si mesmo."

Hebreus 10:25, "... vedes que o dia se aproxima."

Hebreus 10:37, "... o que há de vir virá e não tardará."[Paulo disse que Jesus não iria atrasar
a sua vinda!]

Paulo à igreja de Filipos: Filipenses 4:5, "... O Senhor está perto".

Paulo à igreja de Corinto:

1 Coríntios 1:7-8: "Então, que não vos falte nenhum dom,aguardando a vinda de nosso
Senhor Jesus Cristo: Quem vos confirmará também até o fim, para que sejais irrepreensíveis no dia
de nosso Senhor Jesus Cristo ".

1 Coríntios 07:29: "... o tempo é curto:"

1 Coríntios 7:31, "... a aparência deste mundo passa."

1 Coríntios 10:11: "Ora, todas estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas
para aviso nosso, pois os fins dos séculos têm chegado."

Paulo, Silvano e Timóteo à igreja dos tessalonicenses:

1 Tessalonicenses 3:13, "a fim de que seja o vosso coração irrepreensível em santidade
diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os seus santos."

1 Tessalonicenses 4:17: "Então, nós, os vivos que restaremos seremos arrebatados


juntamente com eles nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre
com o Senhor."
1 Tessalonicenses 5:23, "... e peço a Deus todo o vosso espírito e alma e corpo sejam
plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo."

2 Tessalonicenses 2:2: "... o dia de Cristo está presente."

Paulo aos Gálatas:

Gálatas 4:4: "Mas quando a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de uma
mulher, nascido sob a lei",
Gálatas 5:5: "Porque nós pelo Espírito aguardamos a esperança da justiça pela fé."

Tiago às doze tribos que estavam dispersos no exterior:

Tiago 5:7-9: "Seja paciente, pois, irmãos, até a vinda do Senhor. ... A vinda do Senhor
chamou eis ... próximo, o juiz está à porta."

Pedro aos eleitos dispersos:

1 Pedro 1:7, "que a prova da vossa fé ... pode ser encontrada em louvor, glória e honra na
revelação de Jesus Cristo:"

1 Pedro 1:13,20: "Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e


espero até o fim para a graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, quem na verdade, foi
conhecido ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos para
você"(Ora, Pedro confirma que os últimos dias foram durante o primeiro século).

1 Pedro 4:05: "Quem deve dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos".

1 Pedro 4:7, "Mas o fim de todas as coisas está próximo"

1 Pedro 4:17: "Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus":

2 Pedro 3:9, "O Senhor não retarda a sua promessa" (Que promessa este versículo está
falando? O próximo versículo diz: "Mas o dia do Senhor virá ..." Pedro escreveu o Senhor não
retarda a sua promessa relativo ao Dia do Senhor!]

2 Pedro 3:12, "Esperando e apressando a vinda do dia de Deus"

Pedro para os homens da Judéia:

Atos 2:16-20: "Mas isso é o que foi dito pelo profeta Joel, e isso deve acontecer nos últimos
dias ... O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que o grande e notável dia da vinda
do Senhor: "(Isto confirma que os" últimos dias "o Antigo Testamento profetizou sobre teve lugar
no primeiro século).

Atos 3:24: "Sim, e todos os profetas ... também predisseram estes dias." (Pedro disse que
todos os profetas anunciaram que dia? "Estes dias", do primeiro século, que eram os "últimos dias"
da Velho Testamento).

João admoestando a igreja que já estava vivendo a última hora dos últimos dias:
1 João 2:17-18: "E o mundo passa ... Filhinhos, esta é a última hora ... sabemos que ela é a
última hora." (João escreveu estas epístolas depois de 60 dC. Repare como, na 70. AD estava quase
se aproximando, João escreveu que é a "última hora", em vez de os "últimos dias").

1 João 2:28: "E agora, filhinhos, permanecei nele, quando ele se manifestar, tenhamos
confiança e não sejamos confundidos por ele na sua vinda."

1 João 3:2, "... quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, veremos como ele é. "

Conclusão.

Vimos que Jesus disse que viria – há alguns que estavam ali e ainda estavam vivos, que a
geração, em breve, rapidamente, à mão, se aproximou, ele disse que sua vinda estava próxima. Em
todo lugar a Bíblia fala sobre a vinda do Senhor isso nos dá uma indicação do tempo. Os santos do
Novo Testamento esperavam em vida o Senhor vindo nas nuvens. No entanto, a maioria dos crentes
de hoje, cerca de dois mil anos depois, ainda estão dizendo que o Senhor voltará em breve. Pode o
mesmo evento ser iminente em dois períodos de tempo diferentes separados por dois mil anos?

O que está em jogo aqui é a inspiração das Escrituras. Se Jesus estava enganado, ou se ele
mentiu para nós, então o que é bom o resto da Escritura? Há aqueles adversários que dizem que se
você crê que Jesus veio no século primeiro, então você não precisa ler a Bíblia mais. Eu não
entendo esse argumento, mas se Jesus não voltou no primeiro século, quando ele disse que viria,
então você pode também jogar fora a sua Bíblia, porque se não é inspirada, não existe nada de bom.
Eu acredito que a Escritura é a Palavra inspirada por Deus e, portanto, sem erros.

O cristianismo é intelectual, a fé é a compreensão e a concordância com o que Deus nos tem


dito. Deus diz em Isaías, capítulo 1:18, "vir agora, vamos raciocinar juntos". Isto é importante
porque você é um produto do seu pensamento. Provérbios 23:7 diz: "Porque, como imaginou no seu
coração, assim é ele." O que é realmente assustador sobre isso, é que, em nossa cultura, o
pensamento não é realmente importante. Você percebe isso? Não estamos tão preocupados em
pensar como nós somos cerca de duas outras coisas, emoção e pragmatismo. Estamos preocupados
com os sentimentos, e nós estamos preocupados com o sucesso. Não estamos tão preocupados com
o pensamento. As pessoas não fazem a pergunta: "é verdade, é certo? Eles fazem a pergunta,
'funciona' e 'como é que vai me fazer sentir? ". Emoção e pragmatismo. Isto é trágico,
especialmente porque assumiu a Igreja Cristã.
Mesmo na teologia, é triste dizer, o problema não é sempre que é certo ou verdadeiro, mas
será que vai ofender ou aborrecer alguém? Nós nos preocupamos com a forma como a verdade vai
fazer as pessoas se sentirem. Em Atos 17:11, os bereanos eram nobres, pois procurou as escrituras,
não para ver se estas coisas lhe fariam senti bem, ou para ver se estas coisas funcionavam, ou
mesmo para ver se estas coisas ofendem, mas para ver se estas coisas eram "Então," para ver se eles
estavam certas e verdadeiras.
Por tanto amados do Senhor, reavaliem com maior presa o possível o vosso conceito sobre
escatologia já!
(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)
BATISMO X TEOLOGIA DO PACTO.

Hoje temos em vista um assunto de muita dificuldade de compreensão, irei tratar nesse
pôster acerca do batismo nas águas e a teologia do pacto. É verdade que alguns dos primeiros pais
da igreja, se dedicaram a este ensino, daí, muitos das igrejas orientais ortodoxas, católica romana, e
igrejas de Cristo, hoje ensinam esta falsa visão. Infelizmente, certo número de assim chamados
pastores reformados também parece fortemente apoiar essa ideia. Então vejam; A aplicação de
água no batismo não pode lavar os pecados. Somente o sangue de Cristo pode tirar os pecados. Por
tanto a doutrina da regeneração batismal é uma doutrina perigosa porque engana as pessoas que
podem ser batizados e pelas águas acreditar que eles estão bem com Deus. A teologia do pacto
nunca teve essa visão, sempre negou vigorosamente essa tese! É absolutamente contraditório com a
mensagem do Evangelho. A Teologia do Pacto na verdade reconhece que Deus sempre lida com o
seu povo por meio de Aliança. Abraão é descrito em Romanos como “aquele que teve fé em Deus e
isso lhe foi imputado para justiça". Vejam: Ele tinha sido justificado mesmo antes de ser
circuncidado. Ele não foi circuncidado, a fim de obter justiça. Foi a crença nas promessas de Deus
em Cristo! É isso que salva, não o homem sendo emerso, aspergido... Em fim participando do
batismo nas águas. No livro de Gênesis, Cap. 17 diz que as promessas a Abraão foram dadas a ele e
à sua descendência. Em última análise, isso se refere a Cristo (Gálatas 3:16. Ora, as promessas
foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de
muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo ). Voltando a Gênesis, vemos que
Abraão não só foi circuncidado, mais também Isaac, o filho da promessa, como também Ismael, o
filho da carne. Por que ele fez isso com os seus filhos? Pois foi Isaac que herdou as promessas e foi
incluído na linha de aliança, que acabou sendo cumprida em Cristo. Mas Deus reconheceu a
circuncisão de Ismael e ele foi abençoado de uma forma diferente, não-redentora.

Atenção: Circuncisão era o sinal e selo do pacto sob a Antiga Aliança e todos os filhos de
Israel eram obrigados a ser dado este sinal. É importante ter em mente que a estrutura toda do
Antigo Pacto que Deus impôs sobre o seu povo era uma aliança que tinha dois aspectos: bênçãos
pela obediência, maldições por desobediência.

Não eram apenas bênçãos, mas também maldição. Batismo significa algo diferente para os
batistas em comparação com o que significa para os presbiterianos.

Para os batistas, uma pessoa não deve ser batizada até que ela faça faz uma profissão de fé
em Cristo.

Para o presbiteriano, o batismo é para seguir o padrão que Deus deu a Abraão na
circuncisão.

Todas as crianças da aliança (filhos de pelo menos um pai que acreditar) devem ser
batizados porque eles já estão na aliança e devem ter o sinal da aliança e selo aplicado a eles como
uma indicação externa de seu relacionamento com Deus.

Esta relação não é a salvação, mas sim, é o reconhecimento de que eles são filhos da aliança
e, com os pais crentes, reze que Deus o colocou em uma posição especial na família da aliança,
onde serão criados na disciplina e admoestação do Senhor.

Quando chega a hora que eles, também, abraçar a Cristo como Salvador torna-se salvos, mas
não antes disso.

E até mesmo filhos descrentes são ensinados que eles têm a responsabilidade de acreditar no
Evangelho e ser salvo.
Se eles devem desconsiderar esta relação de aliança e tornar-se rebelde aos pais e não querer
participar da fé cristã, tornam-se reprovados da aliança e digno da maldição de Deus.

Quando eles são bebês, nem os pais nem ninguém podem saber se essa criança é um dos
eleitos de Deus ou não.

Apenas como filhos do pacto e sempre olhando para Deus e vê-lo trabalhando em seus
corações através da fé em Cristo eles podem ter certeza razoável de que eles são de fato um dos
filhos de Deus.

É comumente ensinado que as crianças da aliança, antes de vir para a fé em Cristo, não estão
autorizadas a participar da Ceia do Senhor.

No entanto, eu pessoalmente discordo nesse ponto.

Desde que as crianças de crentes já estão na aliança e ter recebido o sacramento do batismo,
eles também devem ter o privilégio de receber a comunhão.

Isso não deve ser negada, mas, geralmente, é na maioria das Igrejas Reformadas.

O problema com essa prática é que, se alguns desses filhos da aliança são trazidos antes da
sessão de igreja para a rebelião contra os pais ou outras práticas pecaminosas, eles podem ser
disciplinados pela sessão.

Mas o que a disciplina normalmente consiste? Com os adultos é a retenção dos elementos de
comunhão até a plena restauração acontecer.

Lembrando que essas crianças nunca foram autorizadas a participar na Ceia do Senhor.

Sendo assim, nunca fez parte da família da aliança de qualquer maneira." Então eu vejo que
muitas igrejas reformadas estão em erro, não permitindo a Ceia do Senhor para bebês e crianças
pequenas.

A razão que eles dão é encontrada em I Coríntios. 11, onde se diz "Examine o homem a si
mesmo..." Mas a conduta desordenada em Corinto não envolver as crianças, mas sim adultos que
poderia examinar seus próprios corações - as crianças não podem fazer isso. Certamente isso não é
motivo suficiente para negar-lhes os elementos. Filhos de crentes, se eles têm direito ao batismo,
que certamente são batizados, também deve ter o direito de receber a comunhão, juntamente com
seus pais. Estas crianças sabem instintivamente que eles são parte da família de Deus da aliança e,
muitas vezes se sentem feridos e rejeitados quando os anciãos passam o pão e o cálice por eles.
Essas crianças estão realmente debaixo de uma aliança informal excomungado ao mesmo tempo
dessa aliança em sua própria igreja! Embora muitos deles já amem o Senhor e tem sido ensinado
por e Ele. Portanto, há um mundo de diferença entre regeneração batismal (um ensino falso) e
teologia do pacto (um ensinamento bíblico). A teologia do pacto sempre ensinou que as pessoas são
salvas pela fé em Cristo e Sua obra na cruz.

Esta regeneração pressupõe que Deus já lhes deu um novo coração que permite que eles
acreditem no Evangelho e se arrependa de seus pecados, e procure com a ajuda do Espírito Santo
viver uma vida piedosa e santa.

[Indagação] você acredita que alguém tenha que ser batizado em água, a fim de ser salvo?
Que a água e o ato de batismo é uma parte do processo de salvação?
[Resposta] absolutamente não! Vá estudar todos os grandes livros reformados sobre o
assunto do batismo, onde eles explicam que ele é apenas um sinal O batismo é apenas um "sinal"
(ou seja, sinal exterior) de um pacto (ou seja, "a graça interior" ou regeneração E MANIFESTA por
Deus). É como um anel de casamento, que é um "sinal" visível ou símbolo de uma relação de
aliança. É o anel de casamento essencial antes que possa haver um pacto, ou você pode ter uma
aliança sem o sinal exterior? Em outras palavras, duas pessoas podem se casar, embora nenhum
deles use um anel de casamento? Claro, eles podem! O anel de casamento não é um elemento
essencial para uma aliança. É apenas um sinal ou símbolo de uma aliança. É um testemunho
exterior, visível a existência de um pacto. Jesus diz que se nós não "confessarmos os nossos
pecados diante dos homens, nem mesmo Ele nos confessará diante do Pai". O batismo é apenas uma
forma de "confessar" (ou testemunho) a nossa fé em Cristo diante dos homens. Jesus está mais
interessado em nossa vida diária, sendo um "testemunho" constante diante dos homens de nossa fé
(relação de aliança) em Cristo. Aqueles que só têm o testemunho do batismo e nenhuma outra
evidência de uma relação de aliança provavelmente não estão regenerados. O sinal da aliança não
significa nada e não leva a nada e não tem valor como um "pacto assinado" se não há relação de
aliança real lá.

O anel de casamento é colocado após o pacto não antes! A mesma forma é o batismo.

A limpeza / regeneração do coração e a realização de um pacto vem em primeiro lugar, em


seguida, o batismo é feito depois como um símbolo visível de confissão de que a limpeza da aliança
efetuou a regeneração.

Isso é o que o capítulo 28, artigo 5 º do Catecismo Maior de Westminster (no Batismo) está
falando.

O eleito pode ser regenerado e salvo, sem nunca ser batizado, o batismo de uma pessoa não
é garantia de que ele é regenerado.

O batismo não é essencial para a regeneração, nem é a regeneração garantida pelo batismo.
É apenas um testemunho exterior de uma relação de aliança referente à profissão de fé. Se
realmente há regeneração e uma relação de aliança no coração dessa pessoa é outra questão. O
batismo não tem valor no estabelecimento ou garanti a regeneração. Isso um fato incontestável!

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


COMO JESUS VEIO NAS NUVENS EM 70 D.C.?

“Como Jesus veio nas nuvens em 66-70 d.C?” Essa é uma das perguntas que eu mesmo tive
que responder quando estava verificando se o preterismo parcial era ou não a interpretação válida e
correta da profecia bíblica. De fato, a maioria das pessoas faz essa pergunta quando confrontadas
com o preterismo parcial pela primeira vez. Certamente essa profecia não foi cumprida em 70 d.C.,
assumem as pessoas.

Contudo, mediante cuidadosa inspeção do restante da Bíblia, veremos que ele de fato veio
nas nuvens 66-70 d.C.

Em primeiro lugar, deixe-me adicionar o que Jesus disse ao sumo sacerdote de seus dias que
ele também veria esse evento ocorrer:

Mateus 26:63-64. “Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-
lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. Disse-lhe Jesus: Tu
o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e
vindo sobre as nuvens do céu.”

Alguns propõem que isso se refere ao nosso futuro, quando todo mundo o verá vir,
pecadores no inferno bem como aqueles na terra.
Contudo, isso não faz sentido.
Para começar, como uma alma no inferno verá o Filho do homem vir à Terra nas nuvens? E
Jesus também disse a esse homem que ele veria Jesus assentado à direita do Todo-Poderoso, ou no
trono de Deus. Agora, de que forma o sumo sacerdote veria pessoalmente Jesus assentado no trono,
se Jesus estava no céu? Esse é o único lugar onde seu trono é encontrado! Isso também não está
falando sobre o dia do julgamento, quando todos estarão diante dele e serão julgados após
morrerem, pois Jesus disse a mesma coisa aos discípulos, e indicou que eles não estariam mortos
nos céus nem no inferno quando vissem esse evento.

“Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada
um segundo as suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não
provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino.” (Mateus 16:27-28)

Esses homens não provariam a morte antes desse evento ocorrer. Em outras palavras, eles
ainda estariam vivos. E isso não pode referir-se à vida espiritual em seus corpos espirituais que
receberiam na ressurreição, pois a ressurreição do corpo ainda é futura. E esses homens de fato
provaram a morte. Mas Jesus estava referindo-se a sua vinda que aconteceu em 66-70 d.C. Como
isso é possível? Como pode ser dito que Ele veio nas nuvens em 66-70 d.C.?

Muitas, muitas vezes Deus usou a noção de estar nas nuvens quando Ele indicou que viria
em julgamento contra o povo. E isso não é alguma interpretação mística da Escritura relacionada
com feitiçaria ou gnosticismo.

Tivéssemos olhado para outro lugar além da própria Bíblia, a fim de encontrar essas
referências, então isso poderia ser dito “místico”. Contudo, estamos olhando para o restante da
Bíblia, a fim de permitir que a Bíblia se interprete a si mesma!

Davi descreveu o tempo quando ele chamou a Deus, quando com problemas com seus
perseguidores, da seguinte forma:
“Estando em angústia, invoquei ao SENHOR, e a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele
a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos.” (II Samuel 22:7)

E vejam a resposta de Deus:

“Então se abalou e tremeu a terra, os fundamentos dos céus se moveram e abalaram, porque
ele se irou. Subiu fumaça de suas narinas, e da sua boca um fogo devorador; carvões se incenderam
dele. E abaixou os céus, e desceu; e uma escuridão havia debaixo de seus pés. E subiu sobre um
querubim, e voou; e foi visto sobre as asas do vento. E por tendas pôs as trevas ao redor de si;
ajuntamento de águas, nuvens dos céus. Pelo resplendor da sua presença brasas de fogo se
acenderam. Trovejou desde os céus o SENHOR; e o Altíssimo fez soar a sua voz.” (II Samuel 22:8-
14).

Deus veio em julgamento contra seus inimigos! Davi disse que Deus veio com densa
escuridão abaixo dos seus pés e que as nuvens dos céus eram como pavilhões ou tabernáculos ao
redor dele. E ele cavalgava um querubim. Davi viu essas coisas fisicamente? Certamente não! Mas
Davi foi inspirado por Deus para descrever o julgamento de Deus sobre os seus perseguidores como
uma vinda nas nuvens. Essa era uma figura sobre Deus bem conhecida nas mentes dos aderentes do
Antigo Testamento.

De fato, o sumo sacerdote sabia muito bem que Jesus estava dizendo que era Deus quando
informou ao sacerdote que o homem veria Cristo vir nas nuvens! Ele sabia que Jesus estava lhe
dizendo que Cristo estava certo e era o Filho de Deus, e viria em julgamento para destruir Jerusalém
em seus dias!

Jesus não usou uma linguagem com a qual o sumo sacerdote não era familiarizado! Ele não
falou sobre uma verdade exclusivamente entendida pela igreja, que aconteceria somente após mais
de 2.000 anos. Ele pronunciou palavras muito familiares ao sumo sacerdote, e o sumo sacerdote
sabia muito bem o que Jesus estava anunciando. E por essa razão o sumo sacerdote exclamou:
Blasfêmia!

“Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem
assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. Então o sumo sacerdote rasgou as suas
vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora
a sua blasfêmia.” (Mateus 26:64-65)

O sumo sacerdote recordou essas mesmas palavras que eu estou citando em suporte do
entendimento que a vinda nas nuvens refere-se a Deus vindo em julgamento. Jesus estava dizendo
que Ele era Deus, mas também que Jerusalém seria julgada assim como tinha sido nos tempos do
Antigo Testamento, e isso usando exércitos pagãos. A Bíblia diz que a presença de Deus nas nuvens
implica justiça e juízo:

“Nuvens e escuridão estão ao redor dele; justiça e juízo são a base do seu trono.” (Salmos
97:2).

“Eis que virá subindo como nuvens e os seus carros como a tormenta; os seus cavalos serão
mais ligeiros do que as águias; ai de nós, que somos assolados! Lava o teu coração da malícia, ó
Jerusalém, para que sejas salva; até quando permanecerão no meio de ti os pensamentos da tua
iniqüidade?” (Jeremias 4:13-14).
“O SENHOR é tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente;
o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés.”
(Naum 1:3).

“Aquele dia será um dia de indignação, dia de tribulação e de angústia, dia de alvoroço e de
assolação, dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de densas trevas, dia de trombeta e de
alarido contra as cidades fortificadas e contra as torres altas. E angustiarei os homens, que andarão
como cegos, porque pecaram contra o SENHOR; e o seu sangue se derramará como pó, e a sua
carne será como esterco.” (Sofonias 1:15-17).

Isso é repetido continuamente. E todos os que ouviram Jesus entenderam aquelas palavras
como recordativas das referências acima, indicando uma vinda de Deus em juízo, incluindo o sumo
sacerdote! Assim, o sumo sacerdote exclamou “blasfêmia” ao ouvir isso. Ele não coçou sua cabeça
indagando-se sobre o que Jesus estava falando, que teria sido o caso tivesse Jesus se referido a uma
ressurreição vindoura da igreja mais de 2.000 anos depois. Mas Jesus disse que o sumo sacerdote
veria isso.
Alguém viu Jesus vir fisicamente nas nuvens? Não! Mas eles viram a destruição de
Jerusalém em 66-70 d.C. E isso é o que Jesus quis dizer por pessoas vendo-o vir nas nuvens. Ele
quis dizer que elas veriam seu julgamento. Sua destruição. Vir nas nuvens era simplesmente
sinônimo de destruição e ira de Deus; portanto, eles veriam a destruição. Mas alguns perguntam:
“Jesus não partiu fisicamente em nuvens visíveis em Atos 1:9?” Sim, partiu!
“E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu,
ocultando-o a seus olhos. E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto
deles se puseram dois homens vestidos de branco. Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que
estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim
como para o céu o vistes ir.” (Atos 1:9-11).
Mas o anjo não estava fazendo alusão à referência de Mateus 24:31, onde lemos sobre Jesus
vindo nas nuvens. Eles viram Jesus partir fisicamente numa nuvem física. E essa será a forma como
Ele retornará no futuro, na ressurreição. O julgamento de 70 d.C. não incluiu a ressurreição de
ninguém. Ele foi um julgamento parcial. O preterismo parcial ensina que Jesus virá novamente na
ressurreição. I Coríntios 15: 42. “Assim também é a ressurreição dos mortos. É semeado na
corrupção, e ressuscitado em incorrupção”; refere-se à próxima vinda. Essa vinda não é em
julgamento com ira caindo sobre todo o mundo.
Ela será uma vinda em poder, para nos ressuscitar. E Jesus será visto nas nuvens, visto que
Ele habita nessa glória. Nós o vemos descrito como um anjo poderoso em Apocalipse 10, vestido
com uma nuvem. Vê-lo nas nuvens em Mateus 24:31 é vê-lo em julgamento. Contudo, quando Ele
vier na ressurreição para a igreja, o veremos fisicamente nas nuvens. É sobre essa ressurreição que
Paulo fala no texto abaixo:
“Dizemos-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a
vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com
alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo
ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com
eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” (I
Tessalonicenses 4:15-17).
Isso não deve ser confundido com Mateus 24:31.
Mateus 24:31 é uma vinda em julgamento na qual não vemos Jesus fisicamente, similar às
referências a Deus vindo em julgamento com as nuvens no Antigo Testamento. I Tessalonicenses
está falando sobre a ressurreição, e não julgamento. E o veremos fisicamente então.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


DEBAIXO DA LEI OU DEBAIXO DA GRAÇA? ENTENDENDO A MENSAGEM DO
AP. PAULO PARA A IGREJA DE CRISTO APÓS 70 D.C.

Esse é um assunto deveras importante, pois mesmo diante de tamanha informação sobre a
realidade de uma Escatologia já Realizada e, por conseguinte, a igreja está de posse do eterno Reino
de Deus. Como pode ainda causar tanto perigo pra igreja as questões judaizantes cujo qual o Ap.
Paulo estava sempre em conflito nos dias de seu ministério?

É incrível que ministros do Evangelho em pleno século XXI, possam ler Gálatas 3:10.
Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito
todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. na
mesma disposição mental do aposto Paulo naquela época cujo a igreja vivia o período de transição
entre o fim da lei e o estabelecimento da graça! É como se estivéssemos vivendo ainda no período
do fim da aliança mosaica! Esse período de transição foi justamente o período entre a crucificação
de Cristo e o seu retorno nas nuvens em 70 d.C. Ou seja; nesses quarenta anos onde alude a saída do
povo Judeu do Egito (Hebreus 3:15-17. Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não
endureçais o vosso coração, como foi na provocação. Ora, quais os que, tendo ouvido, se
rebelaram? Não foram, de fato, todos os que saíram do Egito por intermédio de Moisés? E contra
quem se indignou por quarenta anos? Não foi contra os que pecaram, cujos cadáveres caíram no
deserto?) também foi o tempo penitente a geração de Jesus que não passaria antes que Ele
retornasse em glória. (Mateus 16:27-28. Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai,
com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras. Em verdade vos digo que
alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam
vir o Filho do Homem no seu reino. Mateus 24:34. Em verdade vos digo que não passará esta
geração sem que tudo isto aconteça).

Nesse intervalo de tempo (40 anos). A igreja precisava se manter firme na Justiça mediante a
fé somente na pessoa do Senhor Jesus Cristo e isso afrontava a jurisdição da lei por ainda está de
pé! O templo de pé, trazia aos Judeus a segurança que os estatutos da lei estavam em vigor, por isso
que constantemente o apostolo Paulo vivia em conflito. Em sua carta endereçada aos irmãos da
Galácia, o apostolo Paulo dá uma dura repreensão pelo fato deles terem abandonado a Justificação
pela fé, pelas obras da lei. “Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos
foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito
pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito,
estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne? Terá sido em vão que tantas coisas sofrestes? Se, na
verdade, foram em vão. Aquele, pois, que vos concede o Espírito e que opera milagres entre vós,
porventura, o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé?” Gálatas 3:1-5.

Esse tipo de repreensão era necessário devido o TEMPO TRANSITÓRIO DA LEI PARA A
GRAÇA! Pois estando a lei ainda em vigor, anulava a Justiça mediante a fé por aqueles que
permanecessem firmes em Cristo, onde anularia toda obra redentora para a Igreja na sua vinda em
glória. Imagine Cristo vindo em glória e não havendo quem o aguardasse na fé pelas suas
promessas herdar? Imaginem Cristo vindo em glória nas nuvens e a sua noiva (igreja), estivesse
envolvida com as obras? Não haveria justiça por sua espera, uma vez que não se baseava na fé
somente. Por isso que o Ap. Paulo passou todo o seu tempo ministerial pregando o evangelho da
graça em grande admoestação para que eles não abandonassem a Cristo, nem mesmo em meio às
grandes tribulações que eles passariam. Veja essas duas admoestações: “Guardemos firme a
confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.” Hebreus 10:23.
“Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da
provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra .”
Apocalipse 3:10.

Muito bem; uma vez que compreendemos a questão da Escatologia já realizada entendemos
gloriosamente que o tempo transitório já passou desaguando na destruição de Jerusalém ocorrida
em 70 d.C! Logo uma vez que a igreja foi vitoriosa (Noiva) na espera de seu esposo (Cristo). Toda
Jurisdição Mosaica cessou! Existe um texto bem propício que atesta isso: “ Por isso mesmo, ele é o
Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que
havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido
chamados.” Hebreus 9:15.

Ora se nós como igreja de Jesus recebemos a herança eterna por meio da fé em Cristo por
via de uma nova aliança, como pode ainda existir efeito de Justiça as obras da lei? Como pode um
filho de Deus, nascido mediante o Espírito Santo está debaixo de maldição? Por que eu deveria
ainda viver na mesma disposição do ministério Apostólico de Paulo em admoestação contínua (Pois
é assim que a maioria dos ministros em graça vivem) a igreja de Cristo quanto as obras da lei?

A nossa realidade depois de 70 d.C é outra! Acabou! A jurisdição da Lei mosaica caducou!
Cessou! Tornou obsoleto quanto o seu efeito justificador! O templo caiu! O sacerdócio levítico
terminou! Entenda o que diz o texto de Hebreus 7:18-19 “ Portanto, por um lado, se revoga a
anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou coisa
alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nós chegamos a Deus”.

Entenda! A lei foi revogada! significa: Que perdeu o efeito; que deixou de ter validade;
invalidada, anulada. Se foi anulada, como pode haver Cristão debaixo de Maldição? Porque
deveríamos viver na mesma expectativa ministerial do Ap. Paulo? Será que devemos realmente
continuar a obra do Ap. Paulo ou ele concluiu cabalmente seu ministério?

Logo fica absolutamente esclarecido que a nossa luta não tem nada a ver com a que foi nos
dias de Cristo ou dos Apóstolos. Nossa luta não é contra “Irmãos da lei”, “Judaizantes”, “Escribas e
fariseus”, como se a jurisdição da lei estivesse em vigor não! Nossa luta é contra a desinformação
sobre Jesus e seu Reino de Glória! Nossa missão é de trazer cura para os povos na pessoa do Nosso
Senhor Jesus Cristo (Apocalipse 22:1-3. Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como
cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outra margem do
rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da
árvore são para a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de
Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, ) Trazendo Salvação, paz e alegria no Espírito Santo.
Um trabalho que transborde de amor e serenidade para a glória de Deus.

O QUE VAI ACONTECER NA SEGUNDA VINDA DE CRISTO.

Esse estudo foi desenvolvido na tentativa de refutar as implicações da Escatologia


Consumada em I Tessalonicenses 4:13-17. Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes
com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança.
Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua
companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos,
os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o
Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de
Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que
ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos
ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.

Primeiro lugar é imprescindível saber a data e o propósito pela qual o Ap. Paulo escreve essa
epístola: Quando foi escrito? O livro de 1 Tessalonicenses foi escrito em cerca de 50 dC.

Propósito? Na igreja de Tessalônica havia alguns mal-entendidos sobre o retorno de Cristo.


Paulo desejava esclarecê-los em sua carta. Ele também a escreve como uma instrução a uma vida
santa.

Muito bem, como tenho provado que a vinda do Senhor Jesus já se realizou em 70 d.C, o
texto citado pelo irmão só vem apoiar a definição que faço já ter acontecido tal ato, pois Se I
Tessalonicenses foi inscrito em 50 d.C é obvio que a segunda vinda pra eles ainda era uma
esperança dentro daquele tempo.

O Senhor Jesus foi claro em Mateus 24:34 que não passaria “Aquela geração” e Aquela
geração durou precisamente até 70 d.C devastada pelo exército Romano para se cumprir tudo que
estava escrito. Isso está bem estampado em Lucas 21:20-22, “Mas, quando virdes Jerusalém cercada
de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam
para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela.
Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. “

Quando é que se cumpriria todas as coisas que estão escritas? Não precisa ser formado em
teologia para saber que todas as coisas deveriam se cumprir quando Jerusalém fosse devastada por
exército certo?

Muito bem, uma vez que analisamos o tempo da epístola, vamos agora tratar do propósito
dela: “Havia alguns mal-entendidos sobre o retorno de Cristo. Paulo desejava esclarecê-los”. Os
falsos mestres estavam em grande atividade nessa etapa da igreja, é tão preciso isso que o próprio
Ap. Paulo exortou aos presbíteros de Éfeso: “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós
penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão
homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. Portanto, vigiai,
lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um .
“Atos 20:29-31.
Só em Atos temos uma lista desses falsos mestres: Teudas, Elimas, Himineu e fileto e um tal
egípcio. Não era de admirar que os ensinos de Paulo estavam sendo distorcidos e quando ele
escreve a os irmãos de Tessalônica, ele começa a reeduca-los na verdade para que eles estivessem
firmes para o tão esperado encontro nos ares com Cristo.

“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para
não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e
ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora,
ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do
Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua
palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os
mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos
arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim,
estaremos para sempre com o Senhor.” 1 Tessalonicenses 4:13-17.
O texto de 1 Tessalonicenses 4.13 a 17. Neste texto o apostolo explica o que vai acontecer
no dia da segunda vinda do Senhor, diz o apostolo que neste mesmo momento em fração de
segundo os filhos e elementos serão transformados haverá novo céu e nova terra, Deus e seus filhos
reinaram para sempre nesta nova terra e novo céu eternamente.

1 – Naquele exato momento o que acontecera?

a – No versículo 13 o apostolo enfatiza a falta deste conhecimento de alguns irmãos


trazendo muita duvidas deste assunto que é crucial para toda a igreja.

b – A partir do versículo 14 o apostolo vem explicando como vai suceder estes fatos os
mortos em cristo ressuscitaram primeiro depois nós os vivos seremos arrebatados veja que tudo isso
não tem intervalos de tempo ou lugares raça ou nação, isso acontecera no exato momento da
segunda vinda do Senhor Jesus, no versículo 16 o apostolo diz que o Senhor descera ao nosso
encontro vivos e os que foram ressuscitado versículo 17 entre nuvens esta palavra encontro no
original Apantezi era muito usada na época quando alguém recepcionava um visitante, ir ao
encontro, como se recebe um visitante a porta e volta com ele. Veja que o apostolo não separa judeu
ou gentil simplesmente ele ensina que naquele momento haverá um encontro entre nuvens após este
encontro voltaremos com Ele para o novo céu e nova terra, lugar que o próprio senhor preparou
onde há muitas moradas.

Ok! Tudo isso que você citou baseado no texto está correto uma vez que ELES
AGUARDAVAM TAL ENCONTRO NOS ARES! OU SEJA; o Ap. Paulo sabia que aqueles dias
eram os dias finais da Aliança “ Depois nós, os que ficarmos vivos...” Observe que o Pronome
pessoal oblíquo “Nós' não se refere a nós hoje do século 21, corresponde a igreja do primeiro
século, a geração de Mateus 24:34.

É importante também deixar claro que: A ressurreição dos mortos tão esperada pelo sistema
religioso nada mais foi de que um evento voltado diretamente à igreja do primeiro século. Santos e
injustos estavam no hades, pois o pecado e a morte tinham poder contra eles, na verdade não só a
eles, mas a todos aqueles que estavam vivos antes de 70 d.C. todos aqueles que tiveram parte na
primeira ressurreição (Ressurreição Jurídica e moral) não estavam isentos da morte hadeana. Então
vindo Cristo ao soar da trombeta de Deus, a lei do pecado e da morte deixou de existir, o hades foi
abolido, os justos tomaram posse do reino e os condenados foram para dentro do lago de fogo, a
saber, a segunda morte. Com relação a nossas vidas hoje já falamos; o Justo agora vai diretamente
para o céu após a morte do corpo (II Coríntios. 5:1-10 Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste
tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos
céus. E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação
celestial; se, todavia, formos encontrados vestidos e não nus. Pois, na verdade, os que estamos neste
tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o
mortal seja absorvido pela vida. Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, outorgando-
nos o penhor do Espírito. Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto no corpo,
estamos ausentes do Senhor; visto que andamos por fé e não pelo que vemos. Entretanto, estamos
em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor. É por isso que também nos
esforçamos, quer presentes, quer ausentes, para lhe sermos agradáveis. Porque importa que todos
nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal
que tiver feito p r meio do corpo .) (Apocalipse 20:11-15. Vi um grande trono branco e aquele que
nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também
os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda
outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras,
conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o
além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.
Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o
lago de fogo. E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do
lago de fogo.) O problema é que as pessoas querem uma prova visual desse evento, porém a Bíblia
é clara que o reino é espiritual. (Lucas 17:20-21 Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o
reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão:
Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós .) Após este encontro todos
voltaram com o Senhor para nova terra.

Em João 14:1-3 (Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na
casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos
lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que,
onde eu estou, estejais vós também.) Veja que o senhor diz que preparara lugar (preparar lugar)
significa que Ele estar reinando e Ele estar aguardado por os inimigos por estrados dos seus pés
quando aniquilar satanás e seus anjos quando ele estabelecer seu reino eterno.

O ensino arrebatamento não fazia parte do Credo dos Apóstolos, nem foi um ensinamento
aceito dentro do cristianismo ortodoxo pelos primeiros 1800 anos de História da Igreja. Nos últimos
100 anos, este vento de doutrina tem soprado através da igreja e ganhou significativa aceitação, mas
é uma doutrina bíblica o arrebatamento? Nunca! Muitos cristãos desconhecem que essa doutrina foi
elaborada por uma Jovem chamada MARGARET MACDONALD na Escócia em 1830! Enfatizada
por Darby e apresentada por Scofild o qual é o pioneiro da nossa geração.

Outra coisa importante. A palavra “Nos ares” não está referindo-se ao ar não, onde aviões
voam, e existem as nuvens físicas não! Um estudo da palavra no ar no grego revela que está se
referindo ao ar imediatamente ao nosso redor. É o ar que se inalar. É assim que entendemos a
proteção, o acolhimento de Deus ao redor da igreja! Outra observação: uma exposição ampliada de
versículo 17, no grego, capturando os termos e as nuances se lê: Então, a partir daí e,
sucessivamente, nós os vivos permanecendo, juntamente com eles, seremos protegidos, acolhidos e
entregues a partir dos poderes de escuridão ao encontro do Senhor e assim, estaremos para sempre
com o Senhor.

Deus vai destruir toda esta terra cosmo e fazer tudo novo.

Em Adão toda a terra se tornou maldito, em Cristo toda terra tonara bendito.

A Bíblia ensina que a Terra nunca vai acabar! Se pensarmos como pensam os futuristas,
iremos nos deparar com uma enorme contradição com as escrituras! Veja o que diz a bíblia com
respeito ao planeta terra. E construiu o seu santuário durável como os céus e firme como a terra que
fundou para sempre. Salmos 78:69

O SENHOR reina; está vestido de majestade. O SENHOR se revestiu e cingiu de poder; o


mundo também está firmado, e não poderá vacilar . Salmos 93:1. Lançou os fundamentos da terra;
ela não vacilará em tempo algum. Salmos 104:5. A tua fidelidade dura de geração em geração; tu
firmaste a terra, e ela permanece firme . Salmos 119:90. O teu reino é um reino eterno; o teu
domínio dura em todas as gerações. Salmos 145:13. Louvai-o, céus dos céus, e as águas que estão
sobre os céus. Louvem o nome do Senhor, pois mandou, e logo foram criados. E os confirmou
eternamente para sempre, e lhes deu um decreto que não ultrapassarão. Salmos 148:4-6.

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece . Eclesiastes 1:4.
Se a terra fosse realmente destruída como se pensa, O reino de Deus teria prazo de vencimento e
não é isso que a Bíblia ensina.

Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de
Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. Lucas 1:32-33.

O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais a filhos
enquanto o sol durar, e os homens serão abençoados nele; todas as nações lhe chamarão bem-
aventurado. Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, que só ele faz maravilhas. E bendito seja
para sempre o seu nome glorioso; e encha-se toda a terra da sua glória. Amém e Amém . Salmos
72:17-19.

ENTENDA: E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus


discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua
vinda e do fim do mundo? Mateus 24:3.

Os discípulos perguntaram a Jesus sobre o fim dos tempos em outras versões encontramos
fim do mundo. Na verdade, o Novo Testamento confirma que os cristãos do primeiro século
estavam vivendo no final dos tempos não que indicasse um fim para o planeta terra, e sim eles
estavam vivendo no fim da era da Antiga Aliança, que faleceu no ano 70 d.C!

É importante notar que em Mateus 24:3 a palavra mundo em muitas versões do texto É
ENTENDIDA ENGANOSAMENTE! Na verdade, a palavra grega aqui não é cosmos [mundo], mas
aion, que significa tempo ou período de tempo marcado por sua característica moral e espiritual,
época, idade, século ou idade. Os discípulos estavam perguntando sobre o fim desse tempo, não do
mundo COMO SE ELES IMAGINASSEM QUE O PLANETA TERRA TIVESSE QUE UM DIA
SER DESTRUÍDO.

Os autores do Novo Testamento disseram que estavam vivendo no final dos tempos; OU
MELHOR NO FIM DA DISPENSAÇÃO DA LEI! (AION)

2 Pedro 3.5 (Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem
como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus ). O apóstolo Pedro explica
que semelhantemente assim como a terra dos dias de Noé acontecera nesta segunda vinda de Cristo
toda a maldição que foi imputada por adão será aniquilada na vinda de cristo nada do que existe
hoje vai prevalecer toda injustiça findará.

VAMOS ENTENDER A QUESTÃO DESSE TEXTO: "A destruição dos homens ímpios"
como aquela sofrida pelos ímpios dos dias de Noé (2 Pedro3 :5-7 Porque, deliberadamente,
esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água
pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os
céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando
reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. Há, todavia, uma coisa, amados,
que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia.
Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é
longânime para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao
arrependimento. Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com
estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela
existem serão atingidas). Durante todo o Seu ministério Jesus traçou esta analogia (ver Mateus
24:37-39 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem.
Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em
casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio
e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem) e (Lucas 17 :26-27 Assim como
foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e
davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos).

Assim como Deus destruiu o "mundo" da era antediluviana pelo Dilúvio, assim também o
"mundo" de Israel do primeiro século foi destruído pelo fogo na queda de Jerusalém. Pedro
descreve esse julgamento como a destruição dos "céus e a terra" (v.7 Ora, os céus que agora
existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o
Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios.), abrindo caminho para "novos céus e nova terra"
(v.10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso
estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão
atingidas). Por causa de uma má interpretação os religiosos imaginam que Pedro estivesse falando
de um" colapso do universo" a terminologia usada nesta passagem, muitos erroneamente supõe que
Pedro está falando do ponto final do céu e da terra física, ao invés da dissolução do Pacto do Velho
Mundo, a velha ordem. LEMBRE-SE; O COSMOS NÃO SERÁ DESTRUÍDO!

Em Romano 8.18 (Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente
não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós) toda a criação espera esta
transformação assim também os filhos de Deus (todos os predestinados) vejam que vivêramos no
lugar e tudo se fará novo. A Ressurreição dos filhos de Deus no corpo já glorificado exige um novo
céu e uma nova terra lugar este que seria preparado por Deus.

A hora da redenção, adoção e manifestação dos filhos de Deus ainda estava no futuro,
quando Paulo escreveu (58d.C). (Romanos 8:24,25. Porque, na esperança, fomos salvos. Ora,
esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o
que não vemos, com paciência o aguardamos. ) O tempo de espera para a adoção e redenção foi
marcado pelos" gemidos que não poderiam ser ouvidos. (Romanos 8:25. Mas, se esperamos o que
não vemos, com paciência o aguardamos. ) No entanto, os cristãos não foram ao desespero, sabendo
que Deus faz todas as coisas para o bem daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
(Romanos 8:28. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus,
daqueles que são chamados segundo o seu propósito.) Paulo concluiu, dizendo: "Porque os que
dantes conheceu, ele os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, para que seja o
primogênito entre muitos irmãos. Além disso aos que predestinou, a esses também chamou: e quem
ele chamou a estes também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou (Romanos
8:29-31. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à
imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que
predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que
justificou, a esses também glorificou. Que diremos, pois, à vista).

A pergunta é: Há que tudo isso se refere? A maioria dos comentaristas interpretam essa
linguagem em referência há algum tempo futuro, quando a criação física será maravilhosamente
regenerada e livre dos efeitos do pecado e da morte e da maldição. Alguns gostam de acrescentar
um momento em que toda a criação física será tão reordenada e reconstituída até no reino animal e
no mar será feita essa restauração "lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará com o
cabrito. "(Isaías 11:6) pode ser mantida essa interpretação de forma literal? Existe realmente um
tempo no futuro em que Deus vai fazer um "novo céu e uma nova terra," onde todas as suas
criaturas vivam em paz em harmonia? Por mais que tal esperança possa inchar o peito dos homens,
apreendemos que ele é obrigado a ser muito decepcionado em sua expectativa. As imagens
utilizadas pelos profetas e falada por Paul apelam não às coisas físicas, mas para as coisas
espirituais. A melhor vista é que Paulo está falando aqui sobre a justificação que vem espiritual e
regeneração em Cristo, que judeus e gentios receberiam no momento da consumação em 70 dC, e
não a reconstituição da terra física, em algum momento ainda remoto.

O espírito de escravidão e de Adoção.

Várias coisas apontam para o contexto do primeiro século desta passagem. “Entre elas está a
dicotomia entre o “espírito de escravidão” e “Espírito de adoção”. espírito de escravidão refere-se à
condição do homem da servidão sob a lei “," Espírito de adoção, refere-se ao novo estado do crente
em Cristo. Este é claramente enunciado em Gálatas 4:1-7 Digo, pois, que, durante o tempo em que
o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo. Mas está sob tutores
e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai. Assim, também nós, quando éramos menores,
estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; vindo, porém, a plenitude do tempo,
Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei,
a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso
coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! De sorte que já não és escravo, porém filho; e,
sendo filho, também herdeiro por Deus; Hebreus 2:14,15. Visto, pois, que os filhos têm participação
comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte,
destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da
morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida).

Estas passagens deixam claro que a dicotomia entre o "espírito de escravidão" e "Espírito de
adoção" corresponde aos sistemas opostos da Velha e a Nova Aliança. Enquanto uma criança de
pequena idade não conhece todos os direitos ou privilégios de seu estatuto de herdeiro da
propriedade de seu pai, ele fica sob a supervisão de tutores nomeados por lei. Até que toda herança
seja alcançada, a criança está livre das restrições impostas pela lei até entrar no pleno gozo da sua
herança. A analogia de Paulo nos mostra a condição do homem da servidão sob a antiga lei é como
uma criança de pequena idade; de maior idade, ele atribui à dispensação cristã quando a igreja
atingiria "a um estado de homem perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo.

Em (Apocalipse 5.9-10 e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de


abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de
toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão
sobre a terra) reinaremos em uma nova terra em (Mateus 5.5 Bem-aventurados os mansos, porque
herdarão a terra) para ratificar o próprio Jesus falou o que foi revelado a João bem aventurado o
manso, pois dele é a terra (nova terra) Salmos 37:29. Os justos herdarão a terra e nela habitarão para
sempre.) Habitarão para sempre na nova terra Apocalipse 21. João viu o novo céu e nova terra ele
mostra que não, mas haverá limites entre céu e terra será tudo misturado veremos o próprio Deus
pois estaremos na nova Jerusalém!

Muitos estudiosos hoje ensinam que a expressão "novo céu e uma nova terra" é para ser
tomado literalmente, e envolverá a futura destruição do céu e da terra existente pelo fogo. Na
verdade, o novo céu e a nova terra se refere à mudança de aliança ocorrido na destruição de
Jerusalém em 70 d.C. O termo não se refere ao fim dos tempos ou o fim do mundo, se refere ao fim
do pacto! “O novo céu e a nova terra” é um termo de nova aliança.

Isaías e os Novos Céus e Nova Terra.

Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas
passadas, nem mais se recordarão. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio;
porque eis que crio para Jerusalém uma alegria, e para o seu povo gozo. Isaías 65:17 a 18. Pois eis
que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá
memória delas. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio
para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo.

Quando Isaías proclamou que o Senhor iria "criar novos céus e uma nova terra", ele estava
descrevendo a Nova Aliança. Pois como já sabemos Deus já tinha feito os céus e terra físico a muito
tempo atrás, não havia necessidade de criar novamente concorda?

O livro de Isaías é um livro profético por tanto descarta a possibilidade dele está se referindo
a os céus e terra físico. Profeticamente Isaías se dirigiu a aliança que seria em breve sancionada por
Cristo Jesus. Observe que antes mesmo Isaías tinha profetizado a respeito de sua vinda a Israel
como o messias esperado.

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus
ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade,
Príncipe da Paz. Isaías 9:6. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está
sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade,
Príncipe da Paz.

Mais adiante, seguindo uma ordem cronológica dos acontecimentos Jesus morre na cruz.

Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre
si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das
nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava
sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Isaías 53:4-5 Certamente, ele tomou sobre si as
nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus
e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o
castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

Então, encerrando a aliança mosaica a antiga dispensação o profeta que conhecia bem o
termo declarou: Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das
coisas passadas, nem mais se recordarão. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu
crio; porque eis que crio para Jerusalém uma alegria, e para o seu povo gozo. Isaías 65:17-18 Pois
eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá
memória delas. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio
para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo.

Jeremias e a Idade Nova Aliança o profeta Jeremias também falou do tempo da correção
como já vimos na epístola aos Hebreus 9: 8-10, querendo com isto dar a entender o Espírito Santo
que ainda o caminho do Santo Lugar não se manifestou, enquanto o primeiro tabernáculo continua
erguido. É isto uma parábola para a época presente; e, segundo esta, se oferecem tanto dons como
sacrifícios, embora estes, no tocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que
presta culto, os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas,
e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma.

Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova “Novo céu e nova terra” com
a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança “O céu e terra” que fiz com seus pais,
no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha
aliança apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas esta é a aliança que farei com a casa de
Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu
coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Enfim, O novo céu e a nova terra não é uma
futura substituição do planeta, O novo céu e a nova terra, é sinônimo de Nova Aliança e engloba a
vida no Espírito proveniente da fé! Novos princípios, em verdadeira adoração, restauração da
comunhão com Deus.

Palavras finais: Foi criado um pensamento muito diferente do que de verdade vai acontecer
naquele momento quando o Senhor e a igreja vão se encontrar entre nuvens, vemos filme de ficção
inversões de mentes cheias de ideias sem expiração de Deus, o apostolo explica com muita clareza
como vai se suceder todos os fatos. Em relação aos fatos relacionados a cima fica claro que não tem
muito que questionar o apostolo com muita clareza explica, agora devemos ser fiel ao contexto
deste assunto para não criar uma ficção sobre este assunto.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


DEIXANDO A ARCA DA ALIANÇA PARA TRÁS.

Em meios as minhas pesquisas pelos sites de busca na internet, revela que existem mais de
mil sites dedicados ao estudo sobre a Arca da Aliança. Os locais variam de fervorosos crentes e
ateus. Você vai encontrar reivindicações, como os de Ron Wyatt, por exemplo; dizendo que a arca
pode ser encontrada em uma caverna debaixo do Gólgota. Outros afirmam que a arca está na
Etiópia, enquanto os mórmons alegam que a arca está em Utah. Entre outros.

A Palavra de Deus sobre a Arca.

A Arca da Aliança desempenhou um papel fundamental na história de Israel. Era por meio
dela que Deus se comunicava com o seu povo (Êxodo 25:10-22. Também farão uma arca de
madeira de acácia; de dois côvados e meio será o seu comprimento, de um côvado e meio, a largura,
e de um côvado e meio, a altura. De ouro puro a cobrirás; por dentro e por fora a cobrirás e farás
sobre ela uma bordadura de ouro ao redor. Fundirás para ela quatro argolas de ouro e as porás nos
quatro cantos da arca: duas argolas num lado dela e duas argolas noutro lado. Farás também varais
de madeira de acácia e os cobrirás de ouro; meterás os varais nas argolas aos lados da arca, para se
levar por meio deles a arca. Os varais ficarão nas argolas da arca e não se tirarão dela. E porás na
arca o Testemunho, que eu te darei. Farás também um propiciatório de ouro puro; de dois côvados e
meio será o seu comprimento, e a largura, de um côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; de
ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório; um querubim, na extremidade de uma
parte, e o outro, na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os
querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as asas por cima, cobrindo com elas
o propiciatório; estarão eles de faces voltadas uma para a outra, olhando para o propiciatório. Porás
o propiciatório em cima da arca; e dentro dela porás o Testemunho, que eu te darei. Ali, virei a ti e,
de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei
contigo acerca de tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel ), era a presença de Deus no
tabernáculo e depois no Templo. Ela também garantiu várias vitórias para o povo Hebreu por
exemplo em Josué 6, como não o fez outras ocasiões, Devido ao pecado de Israel (1 Samuel 5).

Por um período de tempo a Arca não tinha um local permanente até que Davi finalmente
conseguiu trazer a Arca para Jerusalém, onde Salomão construiu um templo fantástico, a Arca foi
trazida com grande pompa e ali ficou oficialmente (2 Crônicas 5). Nos dias de Jeremias, os
babilônicos estavam prestes a invadir e destruir Jerusalém, o Templo iria sofrer um destino
semelhante, e isso significava que a Arca da Aliança também estava em iminente perigo. O que
estava a acontecer com esse símbolo sagrado da presença de Deus? Em uma notável profecia que
lamentavelmente é ignorada em grandes partes dos estudos, Jeremias faz uma promessa que diz o
seguinte: “Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o Senhor; porque eu sou o vosso esposo e vos
tomarei, um de cada cidade e dois de cada família, e vos levarei a Sião. Dar-vos-ei pastores segundo
o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência. Sucederá que, quando
vos multiplicardes e vos tornardes fecundos na terra, então, diz o Senhor, nunca mais se exclamará:
A arca da Aliança do Senhor! Ela não lhes virá à mente, não se lembrarão dela nem dela sentirão
falta; e não se fará outra. Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do Senhor; nela se
reunirão todas as nações em nome do Senhor e já não andarão segundo a dureza do seu coração
maligno. Naqueles dias, andará a casa de Judá com a casa de Israel, e virão juntas da terra do Norte
para a terra que dei em herança a vossos pais. (Jeremias 3:14-18).

Há diversos elementos constitutivos desta profecia.


Primeiramente, esta é uma profecia messiânica, uma vez que fala da época em que Judá e
Israel seriam reunidos e restaurados.

Em segundo lugar, a profecia diz enfaticamente que o tempo previsto era uma época em que
Jerusalém não seria mais a "capital-centro do mundo", pois, Homens deixariam de viajar para
Jerusalém em busca de adorar a Deus no templo.

Terceiro, não somente os homens deixariam de viajar a Jerusalém para adorar, como eles
também iriam esquecer a Arca da Aliança, como o foco de sua Devoção! Na verdade, não somente
os homens iriam esquecer "a Arca”, mais que ela nunca seria vista novamente! A importância desta
profecia para o paradigma milenar dificilmente pode ser demasiadamente enfatizada.

O argumento fundamental do dispensacionalísmo sobre isso é que no futuro milenar, o


Templo será reconstruído, a Arca da Aliança seria restaurada, e Jerusalém voltaria a ser a capital do
mundo.

Vamos dar uma olhada em algumas das questões em jogo aqui.

Jerusalém Esquecida e Jerusalém Glorificada: Um enigma Ignorado Jeremias nos apresenta


uma aparente contradição. Por um lado, ele diz que no tempo previsto, homens deixariam de ir a
Jerusalém para adoração, e que a Arca da Aliança, “não seria vista”, recordou. Este é um conceito
tão revolucionário que é preciso ser lembrado de que a Arca fora por muito tempo o batimento
cardíaco de Israel, e agora Jeremias vem profetizando que o tempo estava chegando quando,
Jerusalém e a Arca ficaria esquecida! Realmente é uma profecia absolutamente incrível! No
entanto, não é a primeira vez que tal previsão foi feita.

Em Isaías 66:1 Deus desafiou Israel " Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra, o
estrado dos meus pés; que casa me edificareis vós? E qual é o lugar do meu repouso?" Este desafio
a Israel devia fazer Israel perceber que seu templo, não importa o quão glorioso que tinha sido, ou
haveria de Tornar-se um dia, não seria determinante no propósito de Deus. A arca no templo era na
verdade uma sombra das melhores coisas que haveria de ser. Mas, tragicamente, Israel preferiu
pendurar-se no visível, o tangível, como sombras. Quando Estevão se atreveu citar as palavras de
Deus de Isaías 66, enquanto em pé na presença do magnífico templo de Herodes, os Judeus não
Poderiam suportá-lo. Eles mataram Estevão por citar as palavras do próprio Deus! (Atos 6 e 7).

O ponto principal disso tudo é que, quando Jeremias predisse o tempo em que Jerusalém e o
templo viria a ser removido, ele não foi o primeiro a fazê-lo e, no entanto, os nossos amigos hoje
dispensacionalistas, assim como os Judeus de outrora, insistem em uma reconstrução do que Deus
nunca designou a ser permanente.

Mas ainda estamos apresentando com uma aparente contradição. Como poderia Jeremias
Prever uma predição de glória para Jerusalém, enquanto que ao mesmo tempo, estava prevendo a
ruina de Jerusalém? Essa contradição é apenas aparente, pois é compreendido através da predição
conforme vemos abaixo: (Isaías 2-4 Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas
converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não
levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra). Por um lado, "a lei sairá de
Jerusalém" (Isaías 2:3. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa
do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de
Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém ), mas por outro lado, os homens de Israel iriam
cair "pelo fio da espada" (Isaías 3:25. Os teus homens cairão à espada, e os teus valentes, na
guerra), quando a fome e a peste Ultrapassar a cidade (Isaías 3:1. Porque eis que o Senhor, o Senhor
dos Exércitos, tira de Jerusalém e de Judá o sustento e o apoio, todo sustento de pão e todo sustento
de água;).

Isaías capitulo 24 e capitulo 29. A "cidade da confusão" ( Isaías 29:1. Ai da Lareira de Deus,
cidade-lareira de Deus, em que Davi assentou o seu arraial! Acrescentai ano a ano, deixai as festas
que completem o seu ciclo), seria destruída (Isaías 24:10. Demolida está a cidade caótica, todas as
casas estão fechadas, ninguém já pode entrar).

Agora, se esta é uma previsão da destruição literal do céu e da terra (Isaías 24:3, 19 A terra
será de todo devastada e totalmente saqueada, porque o Senhor é quem proferiu esta palavra. A terra
pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enlanguescem os mais altos do povo da
terra. Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as
leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a maldição consome a terra, e os que
habitam nela se tornam culpados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos
homens restarão. Pranteia o vinho, enlanguesce a vide, e gemem todos os que estavam de coração
alegre. Cessou o folguedo dos tamboris, acabou o ruído dos que exultam, e descansou a alegria da
harpa. Já não se bebe vinho entre canções; a bebida forte é amarga para os que a bebem. Demolida
está a cidade caótica, todas as casas estão fechadas, ninguém já pode entrar. Gritam por vinho nas
ruas, fez-se noite para toda alegria, foi banido da terra o prazer. Na cidade, reina a desolação, e a
porta está reduzida a ruínas. Porque será na terra, no meio destes povos, como o varejar da oliveira
e como o rebuscar, quando está acabada a vindima. Eles levantam a voz e cantam com alegria; por
causa da glória do Senhor, exultam desde o mar. Por isso, glorificai ao Senhor no Oriente e, nas
terras do mar, ao nome do Senhor, Deus de Israel. Dos confins da terra ouvimos cantar: Glória ao
Justo! Mas eu digo: definho, definho, ai de mim! Os pérfidos tratam perfidamente; sim, os pérfidos
tratam mui perfidamente. Terror, cova e laço vêm sobre ti, ó morador da terra. E será que aquele
que fugir da voz do terror cairá na cova, e, se sair da cova, o laço o prenderá; porque as represas do
alto se abrem, e tremem os fundamentos da terra. A terra será de todo quebrantada, ela totalmente se
romperá, a terra violentamente se moverá), e Sião literal seria totalmente aniquilada, como seria
Possível para o Senhor governar em Sião literal?

Isaías 65:12-13, também vos destinarei à espada, e todos vos encurvareis à matança;
porquanto chamei, e não respondestes, falei, e não atendestes; mas fizestes o que é mau perante
mim e escolhestes aquilo em que eu não tinha prazer. Pelo que assim diz o Senhor Deus: Eis que os
meus servos comerão, mas vós padecereis fome; os meus servos beberão, mas vós tereis sede; os
meus servos se alegrarão, mas vós vos envergonhareis. Deus prometeu "o senhor vai matar todos, e
chamar o seu povo por um novo nome”. No entanto, "Eu crio para Jerusalém uma alegria". (v17.
Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais
haverá memória delas. v18. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis
que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo).

Zacarias 12-14 Todas as mais famílias, cada família à parte, e suas mulheres à parte .
Zacarias apresenta o que é considerado por alguns um depoimento confuso sobre o destino de
Israel.

Por um lado, Jerusalém seria destruída (Zacarias 14:1. Eis que vem o Dia do Senhor, em que
os teus despojos se repartirão no meio de ti ). Por outro lado, o Senhor seria rei sobre toda terra
(Zacarias 12:9. Naquele dia, procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém); fluxo
de águas vivas sairia de Jerusalém, após sua destruição (Zacarias 14:8. Naquele dia, também
sucederá que correrão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e a outra metade,
até ao mar ocidental; no verão e no inverno, sucederá isto).

Existem outros exemplos do Antigo Testamento deste cenário. O Novo Testamento não é.

Na verdade, os escritores do Novo Testamento nos dizem repetidamente, tudo aquilo que
foram manifestos aos profetas, que Jerusalém seria destruída e que ao mesmo tempo ela seria
reedificada. Levando a uma esperança daquilo que seria perdido.

(Atos 24:14 Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu
sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos
escritos dos profetas; 2 Pedro 3: 1. Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em
ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida).

Então, de alguma forma, de alguma maneira, a esperança escatológica de Israel envolveu a


sua destruição final da Velha cidade e a revelação e a glorificação da Nova cidade. “Em Gálatas
4:22 Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre . Paulo fala
de “Jerusalém” e agora é que está em escravidão com seus filhos “, em contraste com uma”
Jerusalém que está acima, que é a mãe de todos nós ".

Filipenses 3. Paulo contrasta a cidadania "(literalmente cidade “casa”) que está no céu, com
as coisas da Antiga Aliança de Israel.

Hebreus. No capítulo 12 e capitulo 13, o autor contrasta a antiga glória do Pacto de Israel,
em seguida, Apresentar a nova Jerusalém. Ele lembrou a seus leitores que eles não haviam subido
ao Monte Sinai, mas Sião, a Jerusalém celeste, e, temos aqui nenhuma cidade permanente, mas
aguardamos ansiosamente o que está para vir" (Hebreus 12:18 Ora, não tendes chegado ao fogo
palpável e ardente, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade , Hebreus 13:20. Ora, o Deus da paz,
que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo
sangue da eterna aliança).

Revelação é o conto de duas cidades.

Como você pode ver, há um contraste entre a escritura da Cidade na Velha Aliança que
estava a perecer, e a cidade da Nova Aliança, que é triunfante, revelada como a verdadeira Cidade
de Deus. Esta é a única explicação plausível, sustentável para Jeremias 3. Jeremias foi por um lado,
prenunciando o momento em que Jerusalém, o Templo e a Arca perderiam suas centralidades. No
entanto, a Jerusalém celeste seria revelada e glorificada. Este contraste entre as cidades é realçado
ainda mais com o que diz Jeremias.

Para visitar ou não visitar? Perceba que Jeremias disse que no dia em que Jerusalém foi
glorificada, e isso seria quando Judá e Israel seriam reunidos, os homens deixarão de viajar para
Jerusalém para adorar. Agora, já que esta é definitivamente uma profecia messiânica, esta previsão
representa um desafio muito sério para uma exibição milenar. Deve ser lembrado que, no paradigma
milenar, Baseada em uma interpretação incorreta de Zacarias 14, todos os homens, gentios e Judeus,
deveriam viajar a Jerusalém para adorar Cristo. A viagem para participar no culto do templo era
preciso a todas as nações, pois se não fizessem isso morreriam.
Então, aqui está o dilema. Os amilenistas aplicam a profecia de Jeremias 3 a um milênio. No
entanto, Jeremias 3 retrata de um momento em que os homens já não irão a Jerusalém para
adoração, pois a Arca da Aliança foi teologicamente insignificante! Isto contradiz a visão milenar
de curso, por milenarismo porque, se todas as nações não viajar a Jerusalém para adorar, com a
Arca da Aliança, como parte dessa devoção, eles vão morrer.

Assim, a pergunta é a vista. Qual é o certo? Os homens vão a Jerusalém para adorar e
honrar a Arca da Aliança, ou eles não vão? Jeremias é enfático. Os homens já não irão a Jerusalém.

Os homens já não honram a Arca se, pois, Jeremias 3 descreve o reino milenar, em seguida,
evidentemente, a Arca da Aliança não tem lugar em nenhum milênio! Para dizer no mínimo, isso é
destrutivo para uma visão milenar.

Não há como escapar da predição de Jeremias. Os milenaristas devem reaver a sua ênfase
sobre a Arca da Aliança, Jerusalém e do Templo, ou, eles devem encontrar uma maneira de fazer
Jeremias 3. Aplicam-se algum tempo e outros eventos do que seria o reino milenar. Porém Isso
jamais poderia ser feito. A ênfase atual sobre a redescoberta da Arca da Aliança é equivocada,
teologicamente irrelevante, e profeticamente insignificante, escatologicamente inválida. Todas as
tentativas para encontrar a Arca estão condenadas ao fracasso.

Jesus e Jeremias.

Jeremias falou de uma época em que Jerusalém não seria mais validada para que os homens
fizessem peregrinações. Significativamente, Jesus disse a mesma coisa! Em João 4, Jesus
conversando com uma samaritana, ele lembrou que uma controvérsia atual existente entre Judeus e
Samaritanos, que uma montanha era o verdadeiro monte de Deus? Os Samaritanos alegaram que
Gerezim era o local correto de adoração, embora seu templo houvesse sido destruído anos antes. Os
Judeus alegaram que Jerusalém era o centro teológico do mundo (Salmo 50; Ezequiel 5).

Leia as palavras de Jesus então para a samaritana: " Mulher, acredita em mim, está chegando
a hora em que você nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não
sabe. Nós sabemos o que adoramos, a salvação vem dos Judeus. Mas vem a hora é, e é agora,
quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade, pois o Pai procura essa
adoração para Ele ".

Jesus estava predizendo uma coisa Idêntica Jeremias.

O ponto é que Jeremias não estava prevendo um momento em que os homens teriam
nenhuma recordação mental que a Arca tinha existido em algum momento no passado. O ponto é
que a arca perderia seu significado de aliança, e é esse significado de aliança que não seria
lembrado.

Temos de considerar uma das ramificações da restauração da Arca de paradigma milenar.

O que representava a Arca? Naturalmente o que representava a presença do Senhor (Êxodo


25:10-22 Também farão uma arca de madeira de acácia; de dois côvados e meio será o seu
comprimento, de um côvado e meio, a largura, e de um côvado e meio, a altura. De ouro puro a
cobrirás; por dentro e por fora a cobrirás e farás sobre ela uma bordadura de ouro ao redor. Fundirás
para ela quatro argolas de ouro e as porás nos quatro cantos da arca: duas argolas num lado dela e
duas argolas noutro lado. Farás também varais de madeira de acácia e os cobrirás de ouro; meterás
os varais nas argolas aos lados da arca, para se levar por meio deles a arca. Os varais ficarão nas
argolas da arca e não se tirarão dela. E porás na arca o Testemunho, que eu te darei. Farás também
um propiciatório de ouro puro; de dois côvados e meio será o seu comprimento, e a largura, de um
côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do
propiciatório; um querubim, na extremidade de uma parte, e o outro, na extremidade da outra parte;
de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins
estenderão as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; estarão eles de faces voltadas uma
para a outra, olhando para o propiciatório. Porás o propiciatório em cima da arca; e dentro dela
porás o Testemunho, que eu te darei. Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois
querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que eu te ordenar
para os filhos de Israel). No entanto, pensar no que foi chamado: a Arca da Aliança. Isto é muito
importante e, no entanto, tem recebido pouca atenção. A Arca da Aliança representava, o Pacto
Mosaico. A Arca continha as duas Tábuas da Lei (1 Reis 8:9. Nada havia na arca senão as duas
tábuas de pedra, que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o Senhor fez aliança com os filhos
de Israel, ao saírem da terra do Egito,) e sem dúvida nenhuma, das tábuas foram o próprio símbolo
da aliança Mosaica. Por que isso é importante? Pois os Amilenistas não acreditam que a Lei
Mosaica será restaurada no Reinado milenar de Cristo, embora, como vimos, eles acreditam que a
Arca da Aliança será restaurada. Mas aqui está o problema. Se a Arca da Aliança, é a Arca da
Aliança Mosaica, e restaurada será em um milênio, por que não o Pacto que a Arca representava
seria restaurada? A arca, portanto, nunca representou uma Nova Aliança ela apenas representou o
Pacto Mosaico. Portanto, parece incongruente, na melhor das hipóteses, para falar da Restauração
da Arca da Aliança Mosaica, enquanto ao mesmo tempo, insistindo em que a Arca da Aliança, que
representava não será restaurado.

Tudo isso é problemático para uma visão milenar. De acordo com os dispensacionalistas,
será restaurada a Arca, na restauração de Jerusalém, com o culto restaurado, e no coração, no núcleo
de tudo isso é o Pacto. A Arca é ensinada que é para ser o símbolo de Israel restaurado. Assim, para
os amilenistas, a Arca, quando foi perdida, um dia vai ser restaurada para uma POSIÇÃO de
destaque da aliança. Isto é uma Violação direta da profecia de Jeremias. O Profeta de Deus disse
que a Arca da Aliança, a Arca da Aliança Mosaica, não seria lembrada. No entanto, os nossos
amigos insistem que em uma era milenar a Arca será "lembrada", enquanto que ela representava
não será lembrado. Isto é ilusório para dizer o mínimo.

Não Deve Ser Construído de novo.

Não só Jeremias Previu que em um momento da história cessaria a peregrinações a


Jerusalém para visitar a Arca e a lembrança da Aliança da Arca cessariam como também ele disse
que, na verdade, a Arca da Aliança deixaria de existir. Observe novamente a última parte de
Jeremias 3:16, na versão King James: "Nem Deve ser feito mais". A versão King James diz
simplesmente "Que Nem DEVE ser feito mais", indicando que todas as Peregrinações a Jerusalém,
a Arca cessaria. No entanto, uma análise das traduções em minha biblioteca tem mostrado pouco
apoio para a "versão autorizada". (KJV). Minha pesquisa revelou que, de longe, a tradução preferida
é "não DEVE ser feito mais". Este se encontra no padrão americano, o New American Standard, a
revista Nova, a Bíblia de Jerusalém, uma Bíblia amplificada, e a tradução judaica. Há, sem dúvida,
outras traduções, mas estes são os únicos disponíveis para mim. Assim, a evidência é que a tradução
Deve ser: "não será feito mais", indicando que a arca seria levada e nunca encontrada. Charles
Dayer, o comentador dispensacionalista popular diz o seguinte sobre Jeremias 3: "A Arca da
Aliança, que foi perdida após Babilônia ter destruído Judá, não seria procurada e nem uma outra
arca não seria feita. Se a Arca foi destruída em 586 a.C, e Deus disse que não iria ser construída
novamente, não é sábia a atitude dos "Os Caçadores da Arca Perdida", de não só encontrar a Arca,
como também, coloca-la no Centro da cidade? Assim, em última palavra profética de Deus, a Arca
da Aliança não é um templo restaurado. Não é na terra. Não é o foco da peregrinação terrena. Não
há nenhuma referência sobre a Arca da Aliança em Apocalipse que dá credibilidade à vista milenar
de seu aparecimento. Em Apocalipse, os homens já não se lembram literal da Arca da Aliança, não
viajam para Jerusalém literal para visitá-lo, e ele não foi reconstruído de novo.

Conclusão.

Jeremias 3 é uma profecia messiânica. Isto é admitido pelos autores dispensacionalistas que
apelam a Jeremias, para a descrição do milênio. No entanto, de acordo com Jeremias, no Reino
Eterno:
- Os homens já não viajariam a Jerusalém para visitar a Arca,
- Os homens já não se lembrariam da Arca pactualmente,
- A Arca nunca seria reconstruída novamente.
- Além disso, no Apocalipse, a última palavra profética de Deus, a Arca da Aliança não é
restaurada.

Não é uma cidade terrena ou templo, que está no céu, e não há romarias para visitá-lo. O que
Jeremias previu não cabe em nenhuma descrição moderna dispensacionalista do reino! Não existe
nenhum acordo entre o Jeremias e a moderna visão dispensacionalista da Arca da Aliança. Na
verdade, Jeremias 3 é uma contradição pura e simples da visão milenar da Arca da Aliança. É triste
quando uma doutrina moderna deve ignorar ou distorcer, o testemunho das Escrituras, a fim de
sustentar-se. Mas, é precisamente isso que o dispensacionalísmo tanto histórico como o moderno
faz em relação à Arca da Aliança.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


DÍZIMO: CONTRIBUIÇÃO DA LEI OU DA GRAÇA?

Por: Ap. Euclides

1ª Timóteo 3:15. “todavia, se tardar, para que vós saibas como convém te
comportar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e
fundamento da verdade”.

O objetivo deste estudo não é o de se contrapor ao dízimo, mas de esclarecer a verdade da


forma certa de como contribuir pela graça, não por coação psicológica e doutrinária, utilizada por
muitos líderes de igrejas, através de versículos da lei judaica, mas sim contribuir sem
constrangimento exposto em 2ª Coríntios 9:7. “Cada homem dê conforme propôs no seu coração,
não com má vontade ou por necessidade; porque Deus ama um alegre doador”.

O cristão não é obrigado a dar o dízimo, nem por medo do “devorador” Malaquias 3:11. “ E
eu vou repreender o devorador por causa de vós, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem irá
a vossa videira lançar o seu fruto no campo antes do tempo, diz o SENHOR dos Exércitos".

Ou de ser amaldiçoado, porque o dízimo é um mandamento da lei judaica, além disso,


nenhuma condenação há para os que estão em Cristo e Ele já nos abençoou com todas as bênçãos
nas regiões celestiais Romanos 8:1. “ Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em
Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. E Efésios 1:3. “Bendito
seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos
espirituais nos lugares celestiais em Cristo”;
Nem rouba a Deus o cristão que não dá o dízimo, não temos o dever de chamar de ladrão a
quem Jesus libertou, se ele contribui com 0% ou 100% é uma atitude pessoal, ele é livre para
decidir. Jesus condenou a atitude dos judeus escribas e fariseus que dizimavam até o cominho e não
ofertavam o seu amor ao próximo. Mateus 23:23. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque
pagam o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido as questões importantes da lei,
juízo, misericórdia e fé; essas coisas devíeis ter feito, e não deixar as outras por fazer” , infelizmente,
muitos cristãos têm repetido esta mesma atitude.

Não há um só versículo no Novo Testamento, que registre a obrigatoriedade de o cristão


dizimar.

Por outro lado, se o cristão deixa de contribuir ou diminui esta contribuição, por que
descobre que não é obrigado, está agindo de má fé para com Deus, como fez Ananias e Safira, ele
deve contribuir sim e feliz porque sabe que pode fazê-lo por amor a Deus e não por imposição de
homens, e segundo o que propuser em seu coração. Toda a contribuição para a Igreja era feita
unicamente através de ofertas e partilha de bens. Nós, cristãos, devemos ter o cuidado de não
ficarmos como passarinho no ninho: obrigados a engolir o que colocam na nossa boca.

Pela Lei, o dízimo era destinado à tribo levítica, aos sacerdotes desta tribo.

Eles recebiam e se mantinham dos dízimos, porque não tinham herança e cuidavam do
Templo de Deus, a Casa do Senhor, para onde os dízimos eram levados. Números 18:21 a 30. “E eis
que dei aos filhos de Levi todos os dízimos em Israel por herança, pelo seu serviço que executam, o
serviço do tabernáculo da congregação. 22 E nunca mais os filhos de Israel se aproximarão do
tabernáculo da congregação, para que não levem o pecado e morram. 23 Mas os levitas farão o
serviço do tabernáculo da congregação e levarão a sua iniquidade; isto será estatuto perpétuo, por
todas as vossas gerações, e entre os filhos de Israel, não terão nenhuma herança. 24 Mas os dízimos
dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado como herança aos
levitas; portanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel não tereis nenhuma herança. 25 E o
SENHOR falou a Moisés, dizendo: 26 Fala aos levitas e dize a eles: Quando receberdes os dízimos
dos filhos de Israel, que eu vos dei como herança, oferecereis deles uma oferta alçada ao SENHOR;
uma décima parte dos dízimos. 27 E a vossa oferta alçada vos será contada, como grão da eira e
como plenitude do lagar. 28 Também oferecereis ao SENHOR uma oferta alçada de todos os vossos
dízimos que receberdes dos filhos de Israel, e deles dareis a oferta alçada do SENHOR a Arão, o
sacerdote. 29 De todas as vossas dádivas, oferecereis toda oferta alçada do SENHOR; de tudo o
melhor delas, a sua santa parte. 30 Portanto, dize-lhes: Quando oferecerdes o melhor deles, isso será
contado aos levitas, como aumento da eira e como aumento do lagar”.
O Templo foi destruído no ano 70 d.C. e não existem mais os sacerdotes levitas. Pela Graça,
a instituição do dízimo é ilegal e sem respaldo bíblico, porque todos nós somos sacerdotes de
Cristo. Apocalipse 1:6, “e nos fez reis e sacerdotes para Deus, seu Pai; a ele seja a glória e o
domínio para sempre e sempre. Amém”. Pois não há mais necessidade desta tribo sacerdotal. O
Dízimo foi estabelecido para os judeus; não para a igreja de Jesus Cristo. Hebreus 7:5. “E
verdadeiramente aqueles dentre os filhos de Levi, que recebem o ofício do sacerdócio têm ordem de
tomar os dízimos”.

Devemos compreender a diferença entre contribuir em LEI e o contribuir em GRAÇA, para


não ficarmos debaixo de maldição, e obrigados a guardar toda a lei, se escolhermos seguir um
mandamento dela, como disse o apóstolo Paulo em Gálatas 5:3 a 4, E testifico novamente, a todo
homem que for circuncidado, ele está obrigado a observar toda a lei. 4 Cristo torna-se sem efeito
para vós que procurais a justificação pela lei; vós decaístes da graça”. P ois quem cumpre um
mandamento da lei é obrigado a guardar toda a lei.

Somos servos do Senhor Jesus, não escravos de homens. 1ª Coríntios 7:23. Porque aquele
que é chamado pelo Senhor, sendo servo, é homem livre do Senhor; e, semelhante também aquele
que é chamado, sendo livre, é servo de Cristo”. Gálatas 5:1. “Firmemo-nos, portanto, na liberdade
com que Cristo nos libertou; não nos submetamos outra vez ao jugo da escravidão”. E foi para a
liberdade que Ele nos chamou.

Na Lei, o DÍZIMO era a causa principal da bênção do povo judeu e a bênção era
consequência deste DÍZIMO. Malaquias 3:10. “Trazei todos os dízimos para o armazém, para que
haja alimento na minha casa, e provai-me agora com isto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não
vos abrir as janelas do céu, e derramar sobre vós uma bênção, que não haverá espaço suficiente para
recebê-la”. A maneira certa do povo judeu contribuir na LEI era dando o Dízimo para ser
abençoado.

Na GRAÇA, o Sacrifício de Cristo é a causa principal da bênção do povo cristão.

Paulo, em Efésios 1:3. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos
abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”; nos afirma que Deus
nos abençoou “EM CRISTO”, não “EM DÍZIMO”, por este motivo, a maneira correta do povo
cristão contribuir em GRAÇA é no uso de 2ª Coríntios 9:7. “Cada homem dê conforme propôs no
seu coração, não com má vontade ou por necessidade; porque Deus ama um alegre doador”. Porque
abençoados já somos.
Ao invés de incentivar os cristãos, com amor, a contribuírem na casa de Deus, muitas
autoridades dizem que não o obrigam o pagamento do dízimo, mas usam textos do antigo
testamento, como: ...repreenderei o devorador; ...roubais ao Senhor nos dízimos. Etc. Que
produzem temor nas pessoas e medo de maldição, porque tais autoridades dependem de altos
salários pagos pelas igrejas ou têm receio que a obra do Senhor seja prejudicada se não houver
imposição ou, por despreparo repetem os erros dos outros líderes, a todos faltando fé suficiente de
que Deus prosperará a igreja, através da contribuição espontânea dos irmãos, como ocorria na igreja
primitiva. O resultado disso tudo é o engano, o desvio da Verdade.

Cristo não colocou “VINHO NOVO” (A GRAÇA) em “ODRES VELHOS” (A LEI).


Marcos 2:22. “E nenhum homem põe vinho novo em odres velhos; do contrário o vinho novo
rompe os odres, e o vinho se derrama, e os odres se perdem; mas vinho novo deve ser colocado
dentro de odres novos”.

Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o que era velho Gálatas 4:30. Todavia, o que diz a
escritura? Lança fora a escrava e o seu filho, porque o filho da mulher escrava não será herdeiro
com o filho da mulher livre”. Hebreus 8:13. “Assim ele diz: Um novo pacto, ele tornou o primeiro
velho. Ora, o que se deteriora e envelhece está pronto para desaparecer” . Não podemos fazer do
cristianismo uma seita judaica. Paulo afirma: Gálatas 2:14. “e isso por causa da presença dos falsos
irmãos, desconhecedores, que secretamente introduziram-se entre nós para espionar a liberdade que
temos em Cristo Jesus, a fim de nos escravizar”; Toda esta confusão sobre o Dízimo seria
erradicada do nosso meio se nos empenhássemos mais em conhecer profundamente a Palavra,
sermos adultos na fé e não meninos. Se quisermos nos aprofundar na Palavra, devemos confrontar
sempre o que as pessoas ensinam com o que a Bíblia realmente diz 1ª João 2:27. “Porém a unção
que vós recebestes dele permanece convosco, e não tendes necessidade de que homem algum vos
ensine; mas como a mesma unção vos ensina todas as coisas, e é verdade, e não mentira, como ela
vos ensinou, vós haveis de permanecer nele”, fazermos como os crentes de Beréia. Atos 17: 11 e
12. “O povo de Bereia tinha um espírito mais aberto que o de Tessalónica, ouvindo de boa mente a
mensagem e examinando dia após dia as Escrituras, para ver se o que Paulo e Silas diziam era
exato. O resultado foi que muitos creram, incluindo várias senhoras gregas muito respeitadas, e
também não poucos homens”.

ORIGENS DO DÍZIMO

DÍZIMO é um preceito da LEI de Moisés Números 18:24, embora Abraão tenha dizimado
antes da Lei, no lugar do número dos sacerdotes, os quais se encontravam nos seus lombos. Hebreus
7:9/10 O Dízimo passou a ser um pacto Deuteronômio 12:6/17, um contrato, entre Deus e os
israelitas Deuteronômio 14:22/28. Todavia, nem os gentios, e nenhum representante da Igreja de
Cristo estavam lá para ouvir este pacto, ficando assim, a Igreja atualmente, comprometida com o
dízimo. Porém, como Jesus cumpriu toda a lei Romanos 10:4, ( Porque o fim da lei é Cristo, para
justiça de todo aquele que cr ê) ao estabelecer uma Novo Testamento Hebreus 8:13, (Quando ele diz
Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a
desaparecer) nem mesmo o judeu tem qualquer compromisso com a observância do Dízimo, uma
vez convertido a Cristo.

DISPENSAÇÃO: É um período em que o homem é provado na sua obediência a certa


revelação da vontade de Deus. Encontra-se três vezes no Novo Testamento, em Efésios 1:10;
Efésios 3:2 e Colossenses 1:25.

POVOS nas Escrituras Sagradas: judeus, gentios e Igreja (judeus + gentios).


O DÍZIMO surgiu na dispensação da Promessa, de Abraão até Moisés. Deus estava para
estabelecer o número de sacerdotes (10% da tribo de Levi), na dispensação da Lei, dentre os filhos
de Levi, que já se encontravam nos lombos (no corpo) de Abraão, seriam seus descendentes
Hebreus 7:9/10. “E, assim como digo, Levi também, que recebe dízimos, pagou-os por meio de
Abraão, 10 porque ainda encontrava-se nos lombos de seu pai quando Melquisedeque o encontrou”.

Aqui nesta passagem entendemos que a finalidade dos levitas era de ministrarem no Templo
onde passariam a habitar.

Foi o principal motivo, pelo qual, o Espírito inspirou Abraão a pagar a Melquisedeque o
dízimo Hebreus 7:4. “Considerai agora o quão grande era este homem, a quem até o patriarca
Abraão deu o dízimo dos seus despojos”. Esse versículo é referente a 10% dos sacerdotes da tribo
de Levi que estavam nos seus lombos. Quando o dízimo foi instituído na Lei, os levitas ficaram
isentos de pagá-lo, como diz o texto: Levi que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão.
Hebreus 7: 9b. ...ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão. Ficaram isentos
porque o dízimo deles foi pago na pessoa de Abraão a Melquisedeque, que era a figura do
sacerdócio eterno de Cristo. Os sacerdotes levitas foram os únicos autorizados por Deus, aqui na
terra, segundo as Escrituras, a receberem dízimo 2º Crónicas 31:5 a 6. “E tão logo o mandamento se
espalhou, os filhos de Israel trouxeram em abundância as primícias do milho, vinho, e azeite, e do
mel, e de tudo o que crescia no campo; e o dízimo de todas as coisas trouxeram eles em
abundância. 6 E acerca dos filhos de Israel e de Judá, que habitavam nas cidades de Judá, eles
também trouxeram o dízimo dos bois e das ovelhas, e o dízimo das coisas santas as quais foram
consagradas ao SENHOR seu Deus, e as depositaram em montões”. e 2º Crónicas 31:12. “E
trouxeram fielmente as ofertas e os dízimos e as coisas consagradas; sobre as quais Conanias, o
levita, era governador, e Simei, o seu irmão, era o próximo”. Neemias 10:37. “E para que
trouxéssemos aos sacerdotes, para as câmaras da casa do nosso Deus, os primeiros frutos da nossa
massa, e das nossas ofertas, e dos frutos de toda a sorte de árvores, do vinho, e do óleo; e os dízimos
do nosso solo aos levitas; para que eles, os levitas, pudessem ter os dízimos em todas as cidades da
nossa lavoura”. e Neemias 12:44. “E, naquele tempo, alguns foram indicados sobre
as câmaras para os tesouros, para as ofertas, para os primeiros frutos, e
para os dízimos, para nelas ajuntar, dos campos das cidades, as porções da
lei para os sacerdotes e levitas; porque Judá se regozijava pelos sacerdotes
e pelos levitas que serviam”. Não o Sistema eclesiástico atual.

Muitos irmãos indagam: “Mas porque Deus tem me abençoado, depois que tenho dado o
dízimo?”

Ora, se a Palavra diz que Deus é misericordioso até com os maus Mateus 5:45, quanto mais
com um filho seu, que é generoso para contribuir na Obra do Senhor, mesmo que não tenha
conhecimento real da profundidade desta contribuição, sendo o seu coração sincero diante de Deus,
Deus o prosperaria independentemente do que ele oferta ou do que vota. Deus está mais interessado
na misericórdia dos nossos corações, que nos sacrifícios de nossas mãos, como dito em Mateus
9:13. “Ide, pois, e aprendei o que significa isto: Eu quero misericórdia, e não sacrifício; porque eu
não vim para chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento”.

Foi extinto o sacerdócio levítico, que era da lei, para que um outro sacerdócio fosse
levantado, segundo a Graça, Eterno Hebreus 7:11/12. “De modo que, se a perfeição viesse pelo
sacerdócio levítico, (pois o povo recebeu a lei sob este sacerdócio), que necessidade haveria ainda
de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse chamado
segundo a ordem de Arão? 12 Porque ao mudar-se o sacerdócio, uma mudança na lei também se faz
necessária”.

Somos livres em tudo, inclusive na forma de contribuir:

Não há limite de contribuição, é segundo o que você propõe no seu coração, 0% ou 100%. A
obrigação do dízimo, não mais existe. É um preceito da Lei judaica! 2ª Coríntios 9:7, ( Cada um
contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus
ama a quem dá com alegria.)
Como contribuir? Em Lei ou em Graça?

Para você entender melhor, usamos o seguinte exemplo:

O Adultério

Na Lei: Para não adulterar, o meio utilizado foi o apedrejamento Levítico 20:10. “ E o
homem que comete adultério com a esposa de outro homem, até aquele que comete adultério com a
esposa do seu próximo, o adúltero e a adúltera certamente serão postos à morte”.

Na Graça: Para não adulterar, o meio utilizado foi o amor a Cristo 2ª Coríntios 5:14 .
“Porque o amor de Cristo nos constrange, porque assim nós julgamos: Que, se um morreu por
todos, então todos morreram”;

Contribuição

Na Lei: Para contribuir, o meio utilizado foi o medo do devorador. Malaquias 3:10 e 11.
“Trazei todos os dízimos para o armazém, para que haja alimento na minha casa, e provai-me agora
com isto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e derramar sobre vós
uma bênção, que não haverá espaço suficiente para recebê-la. 11 E eu vou repreender o devorador
por causa de vós, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem irá a vossa videira lançar o seu
fruto no campo antes do tempo, diz o SENHOR dos Exércitos”.

Na Graça: Para contribuir, o meio utilizado é o amor a Cristo 2ª Coríntios 9:7 . “Cada
homem dê conforme propôs no seu coração, não com má vontade ou por necessidade; porque Deus
ama um alegre doador”.

No Adultério e na Contribuição, mudou o meio, mas o objetivo foi o mesmo: Não adulterar
e sempre contribuir.

É isto que Deus quer revelar à sua igreja. Você vive debaixo da GRAÇA e não debaixo da
LEI. Porque quando se faz uso da lei estando em graça, para alcançar certo objetivo, mesmo que
certo, mas se o meio utilizado estiver errado, o resultado é a separação de Cristo e o cair da graça,
sendo assim, a pessoa é obrigada a cumprir toda a lei, como nos afirma o Espírito Santo através de
Paulo em Gálatas 5:3/4.

É por este motivo que se torna um erro gravíssimo o uso de Malaquias 3:10 em plena
GRAÇA em que vivemos, neste sentido Malaquias 3:10, tornou-se no meio evangélico, “o pezinho
de coelho” e “ferradura da sorte” para muita gente, principalmente para o Sistema Religioso atual,
que não consegue viver por fé, porque a fé não é de todos 2ª Tessalonicenses 3:2 é só dos eleitos de
Deus Tito 1:1.

Infelizmente, muitos se comportam como aqueles que queriam atirar a primeira pedra na
mulher adúltera, provavelmente, se Jesus estivesse aqui diriam: “Mestre, este irmão ou irmã foi
apanhado(a) em flagrante roubo, não tem dado o dízimo, vive roubando a Deus, Malaquias 3:10 diz
que tais sejam entregues ao devorador e que Deus não deve abrir as janelas dos céus para abençoá-
las. Tu, pois o que dizes?” Creio que Jesus daria esta resposta: “O que você tem a ver com isso?”.
Assim como ninguém vive perguntando se você é adúltero, também não deve viver perguntando se
você é dizimista. Muitos chegam até ao absurdo a constranger o irmão ou irmã, expondo-o à
vergonha de ter o seu nome numa relação de não dizimistas pregada na porta da igreja, quando não,
tiram-lhe o ministério ou o discriminam, mas quando é um(a) irmão(ã) que dá um dízimo elevado,
este, muitas vezes, é o mais honrado na igreja.

Notemos que O Deus que fala em Malaquias 3:10, é o mesmo que diz em Malaquias 2:16
“... Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel...” e quase não ouvimos falar deste
assunto nas igrejas. Repetimos: não se faz aqui, apologia à AVAREZA, porque isso não é de Deus e
os avarentos, diz a Bíblia, não herdarão o Seu Reino, podemos dar até tudo o que temos, por amor,
ao Senhor e isto alegra o coração de Deus: como alegrou o coração de Jesus observar a viúva pobre
que deu tudo o que tinha. O que é errado é a forma escandalosa e nada cristã, relativa às
contribuições. O crente em Jesus dá com alegria e amor, até mais de 10%, se puder.

Mateus 23:23. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque pagam o dízimo da hortelã,
do endro e do cominho, e tendes omitido as questões importantes da lei, juízo, misericórdia e fé;
essas coisas devíeis ter feito, e não deixar as outras por fazer”.

Jesus, acima, está falando para os fariseus daquela época, não para a igreja, que até então, não havia
sido totalmente formada com fundamentos da graça, o ministério de Cristo não havia ainda sido
consumado. (o véu do templo não havia sido rasgado), tanto que Jesus ordenou ao homem que era
leproso para apresentar-se ao sacerdote e fazer oferta pela purificação, conforme a Lei Lucas 5:14.
Ordenou-lhe Jesus que a ninguém o dissesse, mas vai, disse, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela
tua purificação, o sacrifício que Moisés determinou, para servir de testemunho ao povo.
Os conservadores do dízimo ainda dizem: O DÍZIMO é uma tradição que devemos manter
para não transgredir. O mesmo argumento, utilizaram para Jesus em relação ao Sábado Marcos
2:24. “E os fariseus lhe disseram: Vê, por que eles estão fazendo no dia do shabat o que não é
lícito”? E o Lavar as mãos antes de comer Mateus 15:2. Porque o Sábado fazia parte da Torá (lei
judaica) e o Lavar as mãos fazia parte da Halaká (comportamento judaico). Veja o que o dinheiro
faz, a ponto de esquecerem que, tanto o Dízimo como o Sábado e o Lavar as mãos eram tradições
judaicas e não gentílicas. O DÏZIMO passou a ser a única tradição judaica que o Sistema Religioso
vem mantendo até hoje no seio da Igreja gentílica. Não é um absurdo?

Fazem uma lavagem cerebral religiosa porque o dízimo é a galinha dos ovos de ouro para
muitos: é a única tradição que traz estabilidade financeira, mas não para Deus, porque Ele de nada
necessita, pois é o dono de todas as coisas. Nem tampouco é servido por mãos humanas, Atos
17:25. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é
quem a todos dá vida, respiração e tudo mais.
Infelizmente, muitas igrejas têm se tornado bem parecidas com a Antiga Igreja Romana, que
usava as indulgências como fonte de lucro, induzindo os fiéis a contribuírem por medo da maldição,
a comprarem sua salvação do Inferno e do Purgatório. Se um crente amaldiçoado pela falta do seu
dízimo, é ladrão, como pode estar liberto? Isto nos faz julgar o irmão e afirmar que o sacrifício de
Cristo não foi suficiente na sua vida, como faz a Igreja Romana.
Pare!... Confira na Palavra e reflita sobre tudo o que foi escrito aqui, não permaneça debaixo
da lei, mas se dizimar, faça-o com uma consciência liberta, mesmo que preguem ou façam o
contrário.
A Verdade deve sempre prevalecer. Como disse o apóstolo Paulo: “Tornei-me acaso vosso
inimigo, porque vos disse a verdade?” Gálatas 4:16; Romanos 7:4. “Portanto, meus irmãos, também
vós tornastes mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que chegásseis a ser de outro, do que foi
ressuscitado dentre os mortos, a fim de que déssemos fruto para Deus”. Gálatas 5:1. “Firmemo-nos,
portanto, na liberdade com que Cristo nos libertou; não nos submetamos outra vez ao jugo da
escravidão”.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


E AGORA? PARA QUE SERVE O LIVRO DO APOCALIPSE?

A maioria dos crentes não veem com bons olhos a ideia de que boa parte do Apocalipse já
foi cumprido no passado. Eles, simplesmente, acham que estão perdendo grandes coisas. O pastor e
escritor Jonathan Welton expressa isto muito bem:

“Depois de ler essas coisas até aqui, muitos provavelmente exclamarão: “Então o que
falta?!”. Essa é a reposta natural quando uma pessoa descobre que a Grande Tribulação já
aconteceu, que não existe um dominador mundial que tomará o poder, que não estamos esperando
um avivamento judeu como sinal do fim e que não existe um arrebatamento. Para alguns que
fizeram do fim dos tempos o foco de sua caminhada cristã, se essas pessoas concordaram com este
livro, é como se sua principal teologia tivesse sido abalada como em um terremoto.

Muitos podem sentir que estão perdendo um pedaço fundamental do Novo Testamento, que
imaginavam estar relacionado a eles pessoalmente, quando percebem que já houve um
cumprimento histórico e profético. Essa não é uma estimativa verdadeira. Não perdemos nenhuma
das 360 profecias messiânicas do Velho Testamento que Jesus cumpriu; na verdade, esses
cumprimentos fortalecem nossa fé e o conhecimento da Palavra. Perceber que Mateus 24 já
aconteceu, não significa que perdemos as Escrituras; significa que podemos afirmar quão grande
profeta Jesus é! Tudo que Ele disse que aconteceria em uma geração (de 40 anos), aconteceu
naquela geração (de 40 anos). Quando as pessoas perceberem que não existe uma futura Grande
Tribulação ou anticristo, não deveriam ter um sentimento de perda; mas deveriam se alegrar pelo
que perderam!
Descobrir a visão otimista do fim dos tempos é um dos pedaços melhores e mais
maravilhosos das notícias que os cristãos modernos podem escutar. O recebimento dessas notícias
como sendo negativas, tipicamente vem de um local não saudável no coração das pessoas,
especialmente daqueles que querem ver Deus julgar seus arredores. Muitos não receberão este livro
como boas novas porque eles, como Tiago e João, queriam ver a destruição dos pecadores, ainda
que Jesus tenha dito “vocês não sabem a que espírito pertencem” (Lucas 9:55)”.1

Exemplos de profecias cumpridas no passado!

O que é mais fascinante na profecia bíblica não é o seu cumprimento ainda futuro, mas o
fato de já ter sido cumprida no passado. Pode parecer uma surpresa para muitos crentes modernos,
mas a Bíblia dá uma ênfase especial e explícita a tudo aquilo que já foi cumprido, muito mais do
que aquilo que ainda tem de se cumprir. Diversas passagens mostram essas verdades. O
cumprimento passado da profecia bíblica, o qual chamamos de Preterismo, nos traz fundamentação,
certeza e mostra-nos o quão Deus é verdadeiro em tudo aquilo que diz.

A espera por um cumprimento profético faz com que dependamos da fé para termos certeza
de seu cumprimento. Passamos, então, por diversas provações e incertezas para enxergarmos o
invisível, até que vejamos a profecia se cumprir e, na pior das hipóteses, podemos morrer sem ver o
cumprimento da Palavra de Deus, como aconteceu com os heróis da fé do Antigo Testamento,
conforme Hebreus 11:13: “Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas
vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na
terra”.

É claro que devemos ser pessoas de fé e crer naquilo que Deus prometeu que vai fazer, pois
“sem fé é impossível agradar a Deus”
(Hebreus 11:6). Todavia, a história das profecias cumpridas fortalece a nossa fé e ajuda para
que não venhamos a cometer os erros do passado - o que é muito importante biblicamente falando.
A importância do passado em nosso presente nos ajuda a sermos cautelosos em nossas decisões. A
historiadora brasileira Emília Viotti da Costa certa vez disse que “um povo sem memória é um povo
sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos
erros do passado”.

As Escrituras Sagradas por diversas vezes, usa como advertência os exemplos de histórias e
profecias cumpridas no passado. Um exemplo desses está 1ª Coríntios 10:1-10: “Porque não quero,
irmãos, que vocês ignorem o fato de que todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem e
todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos
comeram do mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da
rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. Contudo, Deus não se agradou da
maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados no deserto. Essas coisas ocorreram como
exemplos para nós, para que não cobicemos coisas más, como eles fizeram. Não sejam idólatras,
como alguns deles foram, conforme está escrito: O povo se assentou para comer e beber, e
levantou-se para se entregar à farra. Não pratiquemos imoralidade, como alguns deles fizeram e
num só dia morreram vinte e três mil. Não devemos pôr o Senhor à prova, como alguns deles
fizeram e foram mortos por serpentes. E não se queixem, como alguns deles se queixaram e foram
mortos pelo anjo destruidor”.

Embora essa história dos hebreus nunca mais irá se repetir, o apóstolo Paulo conclui mostrando o
objetivo pelo qual foi registrada em 1ª Coríntios 10:11. “Essas coisas aconteceram a eles como
exemplos e foram escritas como advertência para nós, sobre quem tem chegado o fim dos tempos”.

Na carta de Judas encontramos a respeito de outros exemplos do passado, usados como advertência
para seus primeiros leitores e também para nós hoje, Judas 1:5 a 7. “Embora vocês JÁ TENHAM
CONHECIMENTO de tudo isso, quero LEMBRAR-LHES que o Senhor libertou um povo do
Egito, mas, posteriormente, destruiu os que não creram. E aos anjos que não conservaram suas
posições de autoridade, mas abandonaram sua própria morada, ele os tem guardado em trevas,
presos com correntes eternas para o juízo do grande Dia. De modo semelhante a estes, Sodoma e
Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais.
Estando sob o castigo do fogo eterno, elas SERVEM DE EXEMPLO”. (o grifo é meu)

O apóstolo Pedro também se utilizou de vários exemplos do passado para advertir seus
contemporâneos, 2ª Pedro 2:4-9. “Porque, se Deus não poupou aos anjos que pecaram, mas os
lançou no inferno, e os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o julgamento; 5 e
não poupou ao mundo antigo, mas salvou Noé, a oitava pessoa, o pregador da justiça, trazendo o
dilúvio sobre o mundo dos ímpios; 6 e transformando as cidades de Sodoma e Gomorra em cinzas,
condenou-as com a destruição, tornando-as um exemplo para os que posteriormente vivessem como
ímpios; 7 e livrou o justo Ló, enfadado do comportamento imundo dos homens ímpios; 8 (porque
este homem justo, habitando entre eles, afligia dia a dia a sua alma justa, ao ouvir e ver as suas
obras injustas). 9 O Senhor sabe como livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o
dia do julgamento, para serem punidos”.

Ao falar do cerco e destruição de Jerusalém que ocorreu no ano 70 d.C., o Senhor Jesus por diversas
vezes se utilizou de exemplos do passado:
“Assim como foi nos dias de Noé, também será nos dias do Filho do homem. O povo vivia
comendo, bebendo, casando-se e sendo dado em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca.
Então veio o dilúvio e os destruiu a todos. Aconteceu a mesma coisa nos dias de Ló. O povo estava
comendo e bebendo, comprando e vendendo, plantando e construindo. Mas no dia em que Ló saiu
de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu e os destruiu a todos. Acontecerá exatamente assim no
dia em que o Filho do homem for revelado. Naquele dia, quem estiver no telhado de sua casa, não
deve desça para apanhar os seus bens dentro de casa. Semelhantemente, quem estiver no campo,
não deve voltar atrás por coisa alguma. Lembrem-se da mulher de Ló! Quem tentar conservar a sua
vida a perderá, e quem perder a sua vida a preservará”. (Lucas 17:26-33; ver também Mateus 24:37-
42)

Temos também como exemplo do passado, o sangue derramado de Abel, que mesmo depois de
morto dá testemunho, Gênesis 4:9,10. “Então o Senhor perguntou a Caim: Onde está seu irmão
Abel? Respondeu ele: Não sei; sou eu o responsável por meu irmão? Disse o Senhor: O que foi que
você fez? Escute! Da terra o sangue do seu irmão está clamando”.

Hebreus 11:4. “Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele foi
reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas. Embora esteja morto, por meio da fé
ainda fala”.

Por fim, Deus faz um apelo para que estejamos atentos ao passado, Isaías 46:9-10. “Lembrem-se
das coisas passadas, das coisas muito antigas! Eu sou Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e
não há nenhum como eu. Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que ainda
virá. Digo: Meu propósito ficará de pé, e farei tudo o que me agrada”.

Eu poderia citar dezenas de outros exemplos bíblicos, como de nações que Deus destruiu no
passado, como o Egito, a Babilônia e mesmo Israel, mas, em resumo, todos os exemplos de
cumprimento passado da profecia nos mostram como devemos também encarar o cumprimento
passado da profecia do livro de Apocalipse. Assim como as outras profecias do Antigo Testamento
se cumpriram no passado, não mais tendo uma repetição no cumprimento, o mesmo acontece com a
visão que João teve no Apocalipse.

As visões que Jesus revelou a João nos 22 capítulos de Apocalipse, pelo menos do capítulo 1 até a
metade 20, tiveram seu cumprimento no primeiro século, nos dias da igreja primitiva e
principalmente no cerco e destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. O Apocalipse ainda hoje nos
serve de exemplo, inspiração e ensino. Como no mesmo exemplo de todas as profecias cumpridas
no passado, temos no Apocalipse os arquétipos necessários que nos ensinam como enfrentarmos
calamidades, perseguições, governos ditatoriais e como vencermos o mundo pela fé em Jesus
Cristo. É como disse o teólogo Ralph E. Bass, Jr.:

“...superação é o tema mais importante no Apocalipse... a superação é de grande importância para o


nosso Senhor.

A igreja estava enfrentando perseguição iminente. Esta é uma das razões porque o livro foi escrito,
para escorar a igreja durante os dias negros que se avizinhavam. A existência de uma ‘superação’ na
passagem de cada uma das sete cartas novamente fundamenta o argumento de que este livro foi
escrito para as pessoas que sofreram perseguições e morte”.
“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei
com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” . Apocalipse
3.21, 22.

A QUESTÃO DO DUPLO CUMPRIMENTO

Uma tentativa para trazer o cumprimento da profecia do Apocalipse para os nossos dias, é a ideia de
“duplo cumprimento da profecia bíblica” ou como é chamada por outros de “Lei da dupla
Referência na Profecia Bíblica”. Essa ideia consiste que determinada passagem profética da Bíblia
pode ter uma referência dupla, uma imediata e local, e a outra profética e bem distante. Assim eram,
pelo menos, as profecias do Antigo Testamento. Só para citar um exemplo, temos o caso da traição
que Davi sofreu descrita no Salmo 41:9. O Salmo em questão diz: “Até o meu amigo íntimo, em
quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar”.

O rei Davi descreve nesse Salmo que ele foi traído pelo seu amigo íntimo, seu próprio conselheiro,
de nome Aitofel conforme 2º Samuel 15.12 a 31. “E Absalão enviou a Aitofel, o gilonita, o
conselheiro de Davi, da sua cidade de Giló, enquanto ele oferecia sacrifícios. E a conspiração foi
forte; porque o povo aumentava continuamente com Absalão. E ali chegou um mensageiro a Davi,
dizendo: Os corações dos homens de Israel estão com Absalão. E Davi disse a todos os seus servos
que estavam com ele em Jerusalém: Levantai-vos e fujamos; pois, de outra sorte, não escaparemos
de Absalão; apressai-vos para partir, para que ele não nos alcance subitamente, e traga o mal sobre
nós, e fira a cidade com o fio da espada. E os servos do rei disseram ao rei: Eis que os teus servos
estão prontos para fazer qualquer coisa que o meu senhor, o rei, indicar. E o rei seguiu, e após ele
toda a sua casa. E o rei deixou dez mulheres, as quais eram concubinas, para cuidar da casa. E o rei
se foi, e após ele todo o povo, e esperou em um local afastado. E todos os seus servos passaram
adiante dele; e todos os quereteus, e todos os peleteus e todos os geteus, seiscentos homens, os quais
vieram atrás dele desde Gate, passaram adiante do rei. Então disse o rei a Itai, o geteu: Por que tu
vais também conosco? Retorna ao teu lugar, e permanece com o rei; porque tu és um estrangeiro, e
também um exilado. Posto que vieste somente ontem, deveria eu, hoje, fazer-te subir e descer
conosco? Vendo que vou para onde posso, retorna, e traz de volta os teus irmãos; misericórdia e
verdade sejam contigo. E Itai respondeu ao rei, e disse: Como o SENHOR vive, e como o meu
senhor, o rei, vive, certamente no lugar em que o senhor, o rei, estiver, seja na morte ou vida, ali
também estará o teu servo. E Davi disse a Itai: Vai e atravessa. E Itai, o geteu, atravessou, e todos
os seus homens, e todos os pequeninos que estavam com ele. E toda a terra chorou com voz alta, e
todo o povo atravessou; o rei também atravessou o ribeiro de Cedrom, e todo o povo atravessou, em
direção ao caminho do deserto. E eis que também Zadoque, e todos os levitas estavam com ele,
carregando a arca do pacto de Deus; e eles assentaram a arca de Deus; e Abiatar subiu, até que todo
o povo terminou de sair da cidade. E o rei disse a Zadoque: Carrega de novo a arca de Deus para
dentro da cidade; se eu achar favor aos olhos do SENHOR, ele me trará de novo, e me mostrará
tanto ela, quanto a sua habitação; mas se ele assim disser: Não tenho em ti deleite algum; eis que
aqui estou, que ele faça comigo como bem lhe parecer. O rei disse também a Zadoque, o sacerdote:
Não és tu um vidente? Retorna à cidade em paz, e contigo os teus dois filhos, Aimaás, o teu filho e
Jônatas, o filho de Abiatar. Vê que esperarei na planície do deserto, até que ali chegue palavra vinda
de ti para me certificar. Portanto, Zadoque e Abiatar carregaram a arca de Deus de volta a
Jerusalém; e eles esperaram ali. E Davi subiu pela subida do Monte das Oliveiras, e chorava
enquanto subia, e tinha a cabeça coberta, e seguia de pés descalços; e todo o povo que estava com
ele cobria, cada qual, a sua cabeça, e subiam, chorando enquanto subiam. E contaram a Davi,
dizendo: Aitofel está entre os conspiradores de Absalão. E Davi disse: Ó SENHOR, rogo-te, torna
em loucura o conselho de Aitofel.
No entanto, o Salmo 41:9. 9. “Sim, meu próprio amigo, no qual eu confiei, que comeu do meu pão,
levantou seu calcanhar contra mim”. Também teve seu cumprimento em João 13.18 e 21. “Não me
refiro a todos vós; conheço aqueles que escolhi; mas para que se cumprisse a Escritura: O que
comia do meu pão traiu-me. 21 Havendo falado essas coisas, Jesus perturbou-se em espírito e
declarou: Em verdade, em verdade vos digo que um de vós me trair”.

Seguindo essa ideia de duplo cumprimento, muitos chegam a dizer que “muitas profecias tiveram
cumprimento duplo ou triplo e, portanto não se pode esgotá-las em um único evento”. Se seguirmos
a ideia de duplo cumprimento, sem uma base sólida na Bíblia, teremos um grande problema a
resolver, pois não teremos limites para pensar em duplo, triplo ou quadruplo cumprimento. Tenho
visto que na especulação profética do futurismo não tem havido limites. Veja um exemplo disto na
profecia de Joel 2:28 cumprida no dia de Pentecostes. Atos 2:16-17. “Pelo contrário, isto é o que foi
predito pelo profeta Joel: ‘Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todos os
povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos”.

O intérprete moderno, com sua ideia preconcebida, diz que os “últimos dias” referem-se ao dias
finais perto da Segunda Vinda de Cristo ou do fim do mundo e, por isto, temos aqui uma profecia
que não poderia ser cumprida integralmente em Pentecostes, pois segundos tais intérpretes, os
apóstolos não estavam vivendo os “últimos dias”.

Um autor expressa essa ideia da seguinte maneira: “Com a vinda do Senhor para reinar, aí sim o
Espírito de Deus será derramado "sobre toda a carne", tanto sobre os gentios como os judeus, todos
os que entrarem vivos no reino milenial, e isso será uma constante durante o reino de Cristo no
mundo. Enquanto isso a Igreja já está no céu desde o arrebatamento, reinando com Cristo sobre a
terra. Portanto os "últimos dias" de que falam a profecia de Joel, são os últimos dias de Israel neste
mundo, antes do milênio, e não os últimos dias da Igreja”.

Embora vai chegar um tempo em que haverá os últimos dias desta era do pecado e da morte em que
vivemos, quando o Senhor Jesus voltar segunda vez, o problema é que nos tempos do Novo
Testamento os apóstolos se expressaram de maneira clara e inequívoca em várias passagens que
eles acreditavam que estavam vivendo os “últimos dias”, não do mundo físico, mas da “era judaica”
que teve seu fim definitivo no ano 70 d.C. com a destruição de Jerusalém e do templo.

Por exemplo, o autor da carta aos Hebreus considerava que a manifestação e a obra de Cristo no
mundo se deram nos “últimos dias”: Hebreus 1:1-2 “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e
de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, NESTES ÚLTIMOS DIAS, nos falou pelo Filho, a
quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo”. (o grifo é meu)

Hebreus 9:26. “Se assim fosse, Cristo precisaria sofrer muitas vezes, desde o começo do mundo.
Mas AGORA ele apareceu uma vez por todas NO FIM DOS TEMPOS, para aniquilar o pecado
mediante o sacrifício de si mesmo”.

1ª Coríntios 10:11. “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência
nossa, de nós outros sobre quem OS FINS DOS SÉCULOS TÊM CHEGADO”. (o grifo é meu).

Tiago 5:1-3. “Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos
sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso
ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra
vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesouros acumulastes nos ÚLTIMOS
DIAS”. (o grifo é meu)
1ª João 2:18-19. “Filhinhos, é a última hora; e como vós ouvistes que o anticristo há de vir, e
mesmo agora há muitos anticristos, por isso sabemos que é a última hora. Eles saíram de nós, mas
não eram de nós; porque, se fossem de nós, sem dúvida teriam continuado conosco; mas eles saíram
para que se manifestasse que todos eles não eram de nós”.

Baseado nos textos acima, não me resta dúvidas de que a influência do intérprete moderno, tirando
os textos de seus contextos, faz com que pensem em haver duplo ou triplo cumprimento da profecia,
através de especulações sem fim. Este foi o caso da profecia de Joel 2:26.

Sobre essa questão do duplo cumprimento da profecia, ao comentar o Sermão Profético de Mateus
24, o teólogo Jonanthan Welton escreveu que “se uma profecia é dada, tem um cumprimento
correto. Dizer que ela tem dois cumprimentos significa apenas que uma interpretação não estava
correta. Um cumprimento duplo não é apenas insensato, como Jesus disse ainda que Mateus 24 se
cumpriria apenas uma vez (Veja Mateus 24:21)”.

Em vista dos fatos, como saberemos então se uma profecia tem ou não duplo cumprimento?
Algumas profecias do Antigo Testamento tinham duplo cumprimento porque eram incompletas e,
só vieram a ter a realização plena e definitiva em Cristo. Então, uma vez que a Escritura explica a
própria Escritura, podemos entender que uma profecia só tem duplo cumprimento quando outra
Escritura assim dá respaldo. Alguns defensores do duplo cumprimento da profecia pensam da
mesma forma, veja:

Tendo dito tudo isso, é necessário soar um aviso contra o desejo inato de sensacionalizar a Palavra
de Deus tentando descobrir coisas secretas. Que nenhum estudante da Bíblia seja culpado de tentar
manufaturar algum cumprimento secundário de um evento histórico. O único curso seguro é apegar-
se somente a um cumprimento profético secundário onde textos posteriores declaram que existe tal
cumprimento.

O Senhor Jesus Cristo foi muito claro a respeito do tempo do cumprimento do Apocalipse. O
Sermão Profético de Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21 não deixam dúvidas de que seria geração
dos primeiros discípulos que veria o cumprimento profético da queda de Jerusalém, do fim do
templo e o encerramento da Antiga Aliança (Mateus 24:34; Marcos 13:30; Lucas 21:32). A própria
ideia defendida hoje de que o Apocalipse ainda vai se cumprir novamente de uma maneira mais
ampla, a nível global, contraria o ensinamento de Jesus acerca da vitória e conquista do Reino de
Deus entre as nações (Mateus 13:31-33).

Estaria a igreja sem uma direção profética nesses últimos dois mil anos?

Se o Apocalipse já se cumpriu, então, a igreja está sem rumo na história, sem saber o que fazer na
escuridão. Opinião do tipo é compartilhada por alguns intérpretes futuristas. Veja um exemplo
abaixo:

“Uma das principais razões para rejeitar o preterismo é o fato de que ele deixa a Igreja ao longo dos
séculos sem nenhuma direção específica ou revelação sobre o que há de vir”.

A igreja sob orientação do Espírito Santo esteve “sem nenhuma direção específica ou revelação
sobre o que há de vir” nos últimos dois mil anos? É fato que não! A Escritura desmente tal ideia!
Veja o que o apóstolo Paulo disse a Timóteo:
2ª Timóteo 3:16,17. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão,
para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente
preparado para toda boa obra”.

Sendo “toda a Escritura” “útil para o ensino” e para “a correção”, logo, é de se esperar que ela tenha
alguma direção para as pessoas que viverão pelos séculos vindouros, enquanto Jesus não vem. As
Escrituras têm tudo o que um cristão precisa para saber interpretar seu tempo de vida e ter
discernimento de como agir. O problema é que os intérpretes futuristas, querendo ou não, acabam
por encaixar as profecias em algum acontecimento de seu tempo. Muitos deles têm os olhos atentos
na Bíblia e outros nos jornais. Muitos tentam a todo o custo ver algum acontecimento atual como
cumprimento das profecias apocalípticas. O problema é que a história está repleta de exemplos de
como as associações das notícias de jornais com as profecias bíblicas deram errado. Para que
tenhamos uma base segura – principalmente no estudo da profecia bíblica – precisamos começar
nossos estudos ignorando a nossa história atual, a modernidade.

Como acontece atualmente, no passado muitos fizeram interpretações erradas em relação ao seu
tempo de vida em conexão com o Apocalipse. São Cipriano (200-258 d.C.) também reflete “o
mesmo fracasso em relação a profecia ao escrever “que o dia da aflição começou a pairar sobre
nossas cabeças, e o fim do mundo e do tempo do Anticristo... se aproxima, de modo que todos nós
devemos estar preparados para a batalha”. Por volta do ano 100 d.C., São Inácio escreveu que “os
últimos tempos vieram sobre nós”. “No tempo de Justino Mártir (100-167 d.C.) havia uma
expectativa da imediata vinda de Cristo, e acreditava também que o Anticristo seria uma pessoa que
estava ao alcance da mão, e que reinaria três anos e meio”.

Os exemplos do passado citados a pouco mostram que os intérpretes modernos da profecia bíblica
estão enganados sobre se a Bíblia dará a eles alguma indicação dos atuais acontecimentos mundiais.
Aliás, devo lembrar a eles que Deus não revela tudo aos homens. Exemplo disso é o que está escrito
em Apocalipse 10:4: “Logo que falaram os sete trovões, eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu,
dizendo: Guarda em segredo as coisas que os sete trovões falaram e não as escrevas”.

Essa não é a primeira vez que algumas coisas não são permitidas aos homens de ouvir. O apóstolo
Paulo quando foi arrebatado ao Paraíso, teve experiência semelhante:

2ª Coríntios 12.2-4. “Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao
terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) e sei que o tal homem (se no corpo
ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais
não é lícito ao homem referir”.

A única “direção específica” ou “revelação” sobre o que há de vir que temos em relação aos dias
que se seguirão até que Jesus volte, é que o Reino de Deus irá crescer ao ponto de tomar conta de
todas as nações da Terra, trazendo paz e bênçãos ao mundo. O resto é pura especulação! Os juízos
de Deus entre as nações.

Se o Apocalipse já foi cumprido, então não teremos mais a destruição do mundo através do fogo?
Este mundo não está mais destinado ao juízo? Como devemos entender 2ª Pedro 3:10? As nações
do mundo ficarão sem ser punidas? Estas e muitas outras dúvidas rapidamente surgem na mente
daqueles que percebem que o Apocalipse de fato já se cumpriu. Nem poderia ser diferente, porque
todos fomos erroneamente ensinados de que o livro de Apocalipse seria um tratado sobre o fim do
mundo físico. Quando eu era adepto do futurismo dispensacionalista tinha certeza de que Deus iria
destruir tudo através do fogo. Na verdade, eu queria ver mesmo é o circo pegar fogo!

O problema é que as Escrituras não ensinam que Deus deseja destruir o mundo físico e seus
habitantes. Ele deseja redimir tudo! A nós que somos descendentes de Abraão segundo a fé, somos
herdeiros do mundo, e Cristo, herdeiro de tudo. Baseado nisso, não é coerente pensar que Deus nos
faria herdar algo destinado a ser destruído (Romanos 4:13. “ Porque a promessa de que
havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua
semente, mas pela justiça da fé”. Hebreus 1:2. “nestes últimos dias falou-nos
pelo seu Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, por quem fez
também os mundos”. Quando profetizou acerca da missão de Cristo, Isaías declarou:

Isaías 49:8. “Assim diz o Senhor: No tempo aceitável te ouvi e no dia da salvação te ajudei, e te
guardarei, e te darei por aliança do povo, para restaurares a terra, e dar-lhes em herança as herdades
assoladas”.

A herança que recebemos de Deus “encontra-se assolada por causa do pecado, porém, seu destino é
ser restaurada, não destruída. E esta restauração deve ser empreendida pelos próprios herdeiros.
Isaías profetiza que os que d'Ele procedessem edificariam “as antigas ruínas”, e que assim, Ele
mesmo levantaria “os fundamentos de geração em geração” Isaías 58:12. “E aqueles que
descenderem de ti edificarão os lugares antigos desolados. Tu reconstruirás
os alicerces de muitas gerações e tu serás chamado: O reparador da brecha,
o restaurador das veredas para habitar”. Portanto, trata-se de uma obra de tal
envergadura que demandaria o envolvimento de muitas gerações. Onde uma geração parasse, a
outra prosseguiria. E diz mais: “E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os
anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração”.
Custou muitas gerações para destruir, há de custar tantas outras para reconstruir”.

Esta restauração que é empreendida pelos filhos de Deus alcançará sua plenitude quando Cristo vier
segunda vez em glória. É justamente por isso, que lemos que “convém que o céu o contenha até aos
tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas,
desde o princípio” (Atos 3:21). Portanto, não houve “qualquer alteração no plano original de Deus.
Desde o princípio Ele anuncia que jamais desistiria da criação, mas que reverteria o que o pecado
danificou. Concluímos daí que a vinda de Cristo em glória não trará destruição, mas restauração”.

O leitor poderá notar que o trabalho de restauração é um processo progressivo, pois se diz “convém
que o céu o contenha até...”. Temos a confirmação desse reinado progressivo restaurando tudo em
1ª Coríntios 15:24-26. “Então virá o fim, quando ele entregar o Reino a Deus, o Pai, depois de ter
destruído todo domínio, autoridade e poder. Pois é necessário que ele reine até que todos os seus
inimigos sejam postos debaixo de seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte”.

Observe que durante o reinado de Cristo um a um os seus inimigos são “postos debaixo de seus
pés”. Uma vez que o último inimigo “ ser destruído é a morte”, e só é destruída no dia da
ressurreição final, logo, todos os outros inimigos de Cristo foram destruídos no decorrer da história
humana. É justamente aqui que quero entrar no julgamento de Cristo entre as nações. Muita gente
quando descobre que o Apocalipse foi cumprido no passado, logo pensa que não há julgamento e
nem juízos de Deus em nosso mundo. Mas, muito pelo contrário, Deus julga entre as nações e
manda seus juízos no decorrer da história.
A Escritura diz que “tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que faz o
mal; primeiramente do judeu e também do gentio; ” Romanos 2:9. Isto de fato se
cumpriu à risca em relação aos judeus. Os judeus foram os primeiros a sofrerem o julgamento do
Rei Jesus Cristo. Em Mateus 16:27-28 Jesus fala de Sua vinda em seu Reino e que alguns de seus
ouvintes estariam vivos para ver esse evento: “Pois o Filho do homem virá na glória de seu Pai,
com os seus anjos, e então recompensará a cada um de acordo com o que tenha feito. Garanto-lhes
que alguns dos que aqui se acham não experimentarão a morte antes de verem o Filho do homem
vindo em seu Reino”. Mateus 16:27-28

O Senhor Jesus Cristo foi entronizado Rei quando subiu ao Céu em Sua Ascensão (Atos 1:9-11).
Enquanto os discípulos estavam vendo Jesus subir ao céu, o profeta Daniel em sua visão viu a
mesma cena, só que do ponto de vista do céu:

“Na minha visão à noite, vi alguém semelhante a um filho de um homem, vindo com as nuvens dos
céus. Ele se aproximou do ancião e foi conduzido à sua presença.

A ele foram dados autoridade, glória e reino; todos os povos, nações e homens de todas as línguas o
adoraram. Seu domínio é um domínio eterno que não acabará, e seu reino jamais será destruído”.

(Daniel 7:13-14)
A entronização de Cristo aconteceu quando da Sua Ascensão ao Céu, ainda no primeiro século da
era cristã. O seu primeiro ato de julgamento como Rei entronizado foi o juízo sobre Jerusalém. O
texto de Mateus 25:31-46 fala a respeito do grande julgamento de Cristo entre as nações. Esse texto
não fala do Juízo Final como muitos pensam, mas fala de um julgamento prolongado entre as
nações no decorrer da história. Segundo o teólogo Gary DeMar “não há nenhuma indicação de que
Mateus 25:31-46 descreva um único evento. Antes, a passagem descreve um julgamento
prolongado, relacionado ao domínio de Jesus como um “domínio eterno” (Daniel 7:14)”.3

O julgamento começa com Cristo vindo em sua glória com seus anjos:

“Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na
glória celestial”.

(Mateus 25:31)

Observe que estas palavras são quase que exatamente as mesmas de


Mateus 16:27:

“Pois o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então recompensará a cada
um de acordo com o que tenha feito”.

Lembre-se que Ele disse no verso 28 que alguns de seus ouvintes estariam vivos para “verem o
Filho do homem vindo em seu Reino”. Na entronização de Cristo ainda nos dias apostólicos, Ele
começou a reinar e julgar. Alguns de fato viveram para ver Seu primeiro ato de julgamento contra a
nação de Israel. “...haverá tribulação e angústia para todo ser humano que pratica o mal: primeiro
para o judeu, depois para o grego” (Romanos 2:9).

Pelo fato de terem cometido o crime mais hediondo da história ao rejeitarem e matarem o Filho de
Deus, a nação de Israel sofreu o mais severo castigo de Deus:
“E, assim, sobre vocês recairá todo o sangue justo derramado na terra, desde o sangue do justo
Abel, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem vocês assassinaram entre o santuário e o
altar.

Eu lhes asseguro que tudo isso sobrevirá a esta geração. Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os
profetas e apedreja os que

lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus
pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram.

Eis que a casa de vocês ficará deserta”.

(Mateus 23:35-38)

Portanto, ao ser entronizado como Rei “exaltado à mão direita de Deus”, Ele começa governar até
que todos os seus inimigos sejam postos por “debaixo de seus pés” (1ª Coríntios 15:25; Atos 2:33,
35). O texto de Isaías 2:4-5 descreve esse reinado e julgamento de Cristo entre as nações:

“Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas
de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem
aprenderão mais a guerra”.

A nação de Israel, sendo a primeira do alvo de Seu julgamento, sofreu as pragas descritas no livro
de Apocalipse, descritas nos sete selos, sete trombetas e sete taças. Segundo David Chilton, “como
um todo, o Livro do Apocalipse é uma profecia sobre o fim da antiga ordem e o estabelecimento da
nova ordem. Ele é uma mensagem à igreja de que as convulsões assustadoras presentes por todo o
mundo, em cada esfera, englobando o abalar final do céu e da terra, terminariam de uma vez por
todas com o sistema do Antigo Pacto, anunciando que o reino de Deus tinha chegado à Terra e
liberto as nações da prisão de Satanás. Na destruição de Jerusalém, do antigo reino e do templo,
Deus revelou que essas tinham sido meramente as armações da sua Cidade eterna, da sua Nação
Santa e do mais glorioso de todos os templos”.
O autor da carta aos Hebreus, com linguagem apocalíptica, alertou por diversas vezes a respeito do
castigo que viria sobre Israel, ainda nos tempos da igreja primitiva:

“Cuidado! Não rejeitem aquele que fala. Se os que se recusaram a ouvir aquele que os advertia na
terra não escaparam, quanto mais nós, se nos desviarmos daquele que nos adverte dos céus?

Aquele cuja voz outrora abalou a terra, agora promete: Ainda uma vez abalarei não apenas a terra,
mas também o céu".

As palavras “ainda uma vez” indicam a remoção do que pode ser abalado, isto é, coisas criadas, de
forma que permaneça o que não pode ser abalado.

Portanto, já que estamos recebendo um Reino inabalável, sejamos agradecidos e, assim, adoremos a
Deus de modo aceitável, com reverência e temor, pois o nosso "Deus é fogo consumidor!” (Hebreus
12:25-29)

Após a destruição e julgamento de Israel nos anos 66-70 d.C. temos em Mateus 25 o resumo do
juízo prolongado de Cristo no decorrer da história. As nações reunidas diante do Rei são separadas,
“como o pastor separa dos cabritos as ovelhas”. Sendo assim, desde que começou a Reinar, Jesus
tem separado as pessoas das nações, cabritos e ovelhas, tem julgado entre os povos, ora concedendo
vida eterna, ora dando condenação. As ovelhas em vida recebem a vida eterna, e os cabritos
rebeldes recebem a condenação: “Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se
mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus”. (João 3.36)

Embora o livro do Apocalipse não irá se cumprir novamente, mesmo assim, temos nele os
arquétipos de que “haverá tribulação e angústia para todo ser humano que pratica o mal: primeiro
para o judeu, depois para o grego” (Romanos 2:9). Embora não tenhamos um discernimento
perfeito, podemos admitir que muitas das guerras no decorrer da história, a queda de grandes
impérios e ditadores, nos sinalizam o julgamento de Cristo entre as nações, conduzindo o mundo
para a restauração de todas as coisas.

E o texto que diz que o mundo

acabará em fogo?

“O dia do Senhor, porém, virá como ladrão. Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os
elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra, e tudo o que nela há, será desnudada”.

(2ª Pedro 3:10)

Eu já publiquei diversos textos explicando esta passagem de 2ª Pedro. Por isto, sugiro ao leitor que
consulte o tópico “Obras Importantes para Pesquisa” no final deste e-book. Para que o leitor possa
entender 2ª Pedro 3:10, coloquei abaixo um pequeno resumo feito por um autor estudioso do
assunto:

“Com efeito, jamais foi a intenção de Deus destruir o cosmos. Pelo contrário, Sua intenção sempre
foi a de restaurá-lo. O que confunde muita gente são as interpretações equivocadas de algumas
passagens bíblicas, como por exemplo a registrada em II Pedro 3:10-13, onde lemos:

“Mas o dia do Senhor virá como um ladrão. Os céus passarão com grande estrondo, e os elementos,
ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nelas há, serão descobertas. Havendo, pois, de perecer
todas estas coisas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade, aguardando, e desejando
ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos,
ardendo, se fundirão? Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, nos
quais habita a justiça”.

Parece-me que este texto deve ter inspirado muitos filmes de Hollywood. São cenas realmente
espetaculares e horripilantes! Imagine os céus se dissolvendo ao som de um grande estrondo! Os
elementos ardendo e se desfazendo! Pena que os exegetas literalistas parecem não estar
familiarizados com a literatura judaica apocalíptica. Por isso, argumentam que este texto seria a
prova de que Deus prepara o mundo para um colapso. De fato, uma leitura superficial parece indicar
isso. Porém, precisamos avançar, e descobrir o que realmente Pedro deseja transmitir-nos neste
texto.

Primeiro, deve-se investigar o significado da palavra traduzida como “elementos”. Para os teólogos
literalistas, o apóstolo está falando das partículas subatômicas que formam a matéria. Para estes,
todo o universo físico vai simplesmente dissolver. Entretanto, a palavra “elementos” é a tradução do
vocábulo grego “stoicheia”, que em nenhum texto bíblico é usado em conexão com o mundo físico.
Em vez disso, sempre que surge nas páginas do Novo Testamento, é usado em conexão com a
ordem da Antiga Aliança. Por exemplo: Paulo usa este termo quando escreve aos Gálatas em sua
defesa da liberdade cristã oferecida pela Nova Aliança, refutando a ideia de que o cristão precisaria
guardar a Lei a fim de ser justificado. Ali, ele escreve: “Quando éramos meninos, estávamos
reduzidos à servidão, debaixo dos rudimentos (stoicheia) do mundo. Mas, vindo a plenitude dos
tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam
debaixo da lei...Mas agora, conhecendo a Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais
outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e
meses, e tempos, e anos”. GÁLATAS 4:3-5a-9-10

Combatendo os mesmos princípios legalistas que sorrateiramente adentravam o arraial dos santos,
Paulo escreve aos Colossenses: “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de
filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos (stoicheia) do
mundo, e não segundo Cristo...Se estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do
mundo(stoicheia), por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo, como:
não toques, não proves, não manuseies?” COLOSSENSES 2:8,20-21

Estes textos já são suficientes para comprovar que a palavra stoicheia, usada por Pedro, traduzida
em nossa língua por elementos ou rudimentos, não tem nada a ver com o universo físico, e sim, com
o sistema da Antiga Aliança, que teve seu fatídico fim com a destruição do templo em 70 d.C. Com
a queda de Jerusalém, o juízo divino caiu sobre Israel. Aquele foi o fim da Era judaica. A Antiga
Aliança havia ficado antiquada, obsoleta, e precisava dar lugar à Nova Aliança (Hb.8:13). O Velho
Templo já não suportava mais reformas (a última havia sido feita por Herodes!). Agora, Deus havia
edificado um novo templo, feito de pedras vivas, que jamais seria derrubado. Enfim, um novo céu,
uma nova terra, uma nova criação.

“Se alguém está em Cristo”, diz o apóstolo Paulo, “nova criatura é; e as coisas velhas já passaram,
tudo se fez novo. E tudo isto provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo,
e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o
mundo” (II Co.5:17-19a). Observe a ligação que há entre a reconciliação e a nova criação.
Reconciliar é estabelecer a ordem, harmonizar, restaurar o que foi danificado. Pelo fato de Deus ter
reconciliado todas as coisas consigo mesmo fazendo-as convergir em Cristo, Ele pôde estabelecer
uma nova ordem. Os elementos da velha ordem foram dissolvidos pelo fogo do Juízo de Deus, e
agora, uma nova criação emerge do caos. Portanto, para nós que estamos em Cristo, tudo se fez
novo. Podemos ver o mundo de uma nova ótica: reconciliado com o Seu criador. O que era velho, já
passou! Agora, cabe-nos anunciar isso ao mundo. Ele confiou-nos o ministério da reconciliação.
Somos Seus embaixadores. Temos o dever de proclamar a obra realizada na cruz. Não recebemos o
ministério da condenação, mas a incumbência de anunciar a reconciliação a todos os homens.

“Vede, eu crio novos céus e nova terra. Não haverá lembranças das coisas passadas, nem mais se
recordarão. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio, pois crio para Jerusalém
alegria, e para o seu povo gozo”. ISAÍAS 65:17-18

“Então vi um novo céu e uma nova terra, pois já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar
já não existe... Deus enxugará de seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem pranto, nem
clamor, nem dor, pois já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado no trono disse:
faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, pois, estas palavras são verdadeiras e fiéis. Disse-
me mais: ESTÁ CUMPRIDO. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim”. APOCALÍPSE 21:1,
46a

Para quem está em Cristo, esta promessa já está cumprida! Para quem está em Cristo, acabou-se o
pranto, a dor, a morte, e tudo o que pertencia ao velho mundo”.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


ELE VEIO DA MESMA MANEIRA.

Para alguns, várias passagens têm sido mais difíceis de interpretar no ano 70 dC. Uma das
tais passagem é Atos 1:9-11. "Tendo dito estas coisas, foi Jesus elevado à vista deles, e uma nuvem
o recebeu e ocultou aos seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis
que dois varões com vestiduras brancas se puseram ao lado deles, e lhes perguntaram: Galileus, por
que estais olhando para o céu? esse Jesus que dentre vós foi recebido no céu, assim virá do modo
como o vistes ir para o céu.”

Portanto, nós queremos estudar três pontos importantes nesta passagem.

1º A nuvem que vem.


2º O mesmo Jesus.
3º da mesma maneira.

Nosso objetivo é honrar as palavras de Cristo ao mesmo tempo, mostrando a inconsistência


e contradições na visão literalista e futurista deste texto.

Atos 1:9-11 se encaixa perfeitamente no quadro para o retorno de Cristo ano 70 dC.

A vinda de Deus nas nuvens no Velho pacto, simbolizado presença divina de julgamento.
Vemos isso quando o Senhor Deus veio julgar o Egito em Isaías 19:1.” Advertência contra o Egito:
Vejam! O Senhor cavalga numa nuvem veloz que vai para o Egito. Os ídolos do Egito tremem
diante dele, e os corações dos egípcios se derretem no íntimo . Isaías 19:1 claramente, este é um
texto que traz um sentido espiritual da destruição do Egito, mas real da vinda do Senhor. “Incitarei
egípcio contra egípcio; cada um lutará contra seu irmão, vizinho lutará contra vizinho, cidade contra
cidade, reino contra reino, então eu entregarei os egípcios nas mãos de um senhor cruel, e um rei
feroz dominará sobre eles", anuncia o Soberano, o Senhor dos Exércitos. (Isaías 19:2-4. Porque
farei com que egípcios se levantem contra egípcios, e cada um pelejará contra o seu irmão e cada
um contra seu próximo; cidade contra cidade, reino contra reino. O espírito dos egípcios se
esvaecerá dentro deles, e anularei o seu conselho; eles consultarão os seus ídolos, e encantadores, e
necromantes, e feiticeiros. Entregarei os egípcios nas mãos de um senhor duro, e um rei feroz os
dominará, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos ). Deus veio sobre uma nuvem para julgar o Egito,
mas ele não estava vindo em um corpo físico visível ou nuvem visível! Da mesma forma foi a
respeito foi o retorno do nosso Senhor. A vinda de Cristo em 70 dC não foi nem em cima de uma
nuvem física nem ele surgiu em um corpo físico, Raciocine! Ela também foi uma vinda espiritual,
mas real. (Mateus 24: 30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da
terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita
glória). A maioria de todos os estudantes da Bíblia concordam que a vinda de Cristo neste texto é
literal, não físico, mas real e que ocorreu antes que a geração do primeiro século passasse, (Mateus
24:34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça ). Eles também
devem concordar que este era o mesmo Jesus que foi crucificado e que subiu na nuvem descrito na
passagem de (Atos 1:11 e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas?
Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir ). Essas coisas são
verdadeiras, então temos que concordar que nós tivermos uma espiritual, real e verdadeira vinda do
mesmo Jesus, em uma nuvem, sem qualquer nuvem que veio fisicamente. A narrativa do
julgamento de Deus sobre o Egito é bem similar ao que aconteceu com Jerusalém em 70d.C.
“Incitarei egípcio contra egípcio; cada um lutará contra seu irmão, vizinho lutará contra vizinho,
cidade contra cidade, reino contra reino, então eu entregarei os egípcios nas mãos de um senhor
cruel, e um rei feroz dominará sobre eles", anuncia o Soberano, o Senhor dos Exércitos. (Isaías
19:2,4 Porque farei com que egípcios se levantem contra egípcios, e cada um pelejará contra o seu
irmão e cada um contra seu próximo; cidade contra cidade, reino contra reino. O espírito dos
egípcios se esvaecerá dentro deles, e anularei o seu conselho; eles consultarão os seus ídolos, e
encantadores, e necromantes, e feiticeiros. Entregarei os egípcios nas mãos de um senhor duro, e
um rei feroz os dominará, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos .) Paralelo com (Lucas 21: 10,20-24
Então, lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino, contra reino ; v10. Quando, porém,
virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação . v20. Cairão a fio de
espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem,
Jerusalém será pisada por eles. v21. Então os que estiverem na Judéia fujam para os montes, os que
estiverem na cidade saiam, e os que estiverem no campo não entrem na cidade . v22. Pois esses são
os dias da vingança, em cumprimento de tudo o que foi escrito . v23. Como serão terríveis aqueles
dias para as grávidas e para as que estiverem amamentando! Haverá grande aflição na terra e ira
contra este povo. v24. Cairão pela espada e serão levados como prisioneiros para todas as nações.
Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos deles se cumpram . Então lhes disse em
Mateus 24:7. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e
terremotos em vários lugares.

É tempo de abrirmos os "olhos de nosso entendimento," (Efésios 1:18). Na verdade, Paulo


exortou os efésios a usar o olhar da compreensão, a fim de "saber o que a esperança da sua vocação.
"Os olhos de seu entendimento a ser iluminado; Que você pode saber qual é a esperança da sua
vocação, que são os mais ricos da glória da sua herança nos santos " (Efésios 1:18) Ao fazer isso,
vamos começar a ver mais do que aquilo que é visível aos olhos físicos!

Alguém tem que manter a mesma forma do corpo a ser a mesma pessoa? Isto é o que se
Argumenta para um carnal e físico retorno visível de Cristo. No entanto, faria a Bíblia uma
infinidade de contradições. Vejamos por exemplo o texto de Apocalipse 1: 9-17 “Eu, João, irmão e
companheiro de vocês no sofrimento, no Reino e na perseverança em Jesus, estava na ilha de
Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus, v10. No dia do Senhor achei-me
no Espírito e ouvi por trás de mim uma voz forte, como de trombeta , v11, que dizia: "Escreva num
livro o que você vê e envie a estas sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia
e Laodicéia", v12. Voltei-me para ver quem falava comigo. Voltando-me, vi sete candelabros de
ouro v13, e entre os candelabros alguém "semelhante a um filho de homem", com uma veste que
chegava aos seus pés e um cinturão de ouro ao redor do peito, v14. Sua cabeça e seus cabelos eram
brancos como a lã, tão brancos quanto a neve, e seus olhos eram como chama de fogo.

Atos 1:9-11? Óbvio que não! O sentido do argumento de Atos 1:9-11 é que assim como
Jesus estava indo EM GLÓRIA Ele retornaria EM GLÓRIA! O Apostolo Paulo fala algo
importante. "Portanto, de agora em diante, a ninguém conhecemos segundo a carne, embora
também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, mas agora nós não conhecemos desse modo
mais ", 2 Coríntios 5:16.

"Assim como" é um advérbio que não modifica ou descreve o substantivo Jesus como na
aparência. "Da mesma maneira" modifica o verbo da frase "assim virá." Portanto, é um abuso das
leis da gramática para uso "nos mesmos moldes" para se referir a aparição de Cristo.
Gramaticalmente e contextualmente falando, ele só se refere a sua subida em uma nuvem. Assim, o
retorno da mesma maneira quer dizer que ele voltaria em uma nuvem. E, para repetir, não há
respaldo algum para uma nuvem física no retorno de Cristo. Em quinto lugar, para corroborar o
acima exposto, para que a frase “assim como” se refere a aparência corporal de Cristo faria a
contradição da Bíblia, e os mentirosos inspirados escritores. João estava presente quando Jesus
subiu. Ele, juntamente com os outros apóstolos viram a aparência física de Cristo, quando ele
ascendeu ao céu. No entanto, cerca de trinta anos mais tarde, escreve ele, "Amados, agora somos
filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se
manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. (1 João 3:2).
Se alguém tentar desconcordar com o argumento, dizendo: "Sim, mas estamos falando de
um glorificado, corpo espiritual imortal? Resposta: mas o Senhor Jesus já estava em um corpo
glorificado quando foi visto subindo em uma nuvem em (Atos 1:9-11. Ditas estas palavras, foi
Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. E, estando eles com
os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao
lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que
dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir ). Se isso fosse verdade, se o retorno
de Cristo fosse em um corpo glorificado então João estava delirando pois ele viu o Senhor e agora
diz não tinha visto como ele é!

A frase "assim como" (hon tropon) significa "... uma forma, maneira, moda... como, assim
como, como ... "Léxico de Thayer, p.631. Esta frase é usada para expressar algo em idêntica forma
de ação, ou resultados. Pedro então usa-o para se referir ao processo idêntico em que ambos os
judeus e gentios seriam salvos, ou seja, pelo evangelho (Atos 15:11 Mas cremos que fomos salvos
pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram ). Outro exemplo mostra uma
similaridade de identidade. "E, como James e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes
resistem à verdade: os homens corruptos de entendimento e reprovados quanto à fé " (2 Timóteo
3:8). Estes homens são aqueles que por sua magia resistiu Moisés no palácio do faraó (Êxodo 7:11,
12 Faraó, porém, mandou vir os sábios e encantadores; e eles, os sábios do Egito, fizeram também o
mesmo com as suas ciências ocultas. Pois lançaram eles cada um o seu bordão, e eles se tornaram
em serpentes; mas o bordão de Arão devorou os bordões deles ). Quando Paulo disse que "assim
como" (HON tropon) alguns resistiram pregação de Timóteo como magos egípcios resistiram a
Moisés e Arão, que É claro que eles não eram mágicos atuando como foram os anteriores. Portanto,
"assim como" se refere à rejeição do porta-voz de Deus, Timoteo como no caso de Moisés. Ele não
exige uma exibição idêntica literalista de magia e bruxaria. Em oitavo lugar, e tendo em vista todo o
exposto, esta parece ser a aplicação mais consistente desse termo, "assim como" em Atos 1:11. Ela
não exige uma nuvem física ou corpo de Jesus. É também elimina os apóstolos dizendo ver o corpo
de Jesus, mas depois negá-lo.

A insistir no ponto de serem idênticos a partir da frase "na forma como" seria uma catástrofe
bíblica. Por exemplo, a ascensão foi privada, a um grupo de onze homens, localmente confinado ao
monte das Oliveiras, perto da cidade de Jerusalém, (Atos 1:12. Para ser literalmente "nos mesmos
moldes" exigiria um local confinado retorno privado de Cristo, aos onze homens mesmo. (Ver J.
Stuart Russell, A Parousia). Isso colocaria a vinda dentro de suas vidas, no primeiro século de sua
geração. Para fazer isso contradiz o futuro, o retorno físico-visível do corpo de Cristo.

O argumento de Atos 1:11, onde Cristo vier na glória, descreve Daniel 7:13-14 Na minha
visão à noite, vi alguém semelhante a um filho de um homem, vindo com as nuvens dos céus. Ele se
aproximou do ancião e foi conduzido à sua presença. A ele foram dados autoridade, glória e reino;
todos os povos, nações e homens de todas as línguas o adoraram. Seu domínio é um domínio eterno
que não acabará, e seu reino jamais será destruído . Este texto constitui o pano de fundo de ambos os
textos Mateus 24:30 e Apocalipse 1:7 os quais mencionam a volta de Cristo nas nuvens. O
tempo para o cumprimento desta profecia é claramente durante os dias dos chifres besta 10
de Daniel (7:22-24 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra
eles, até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os
santos possuíram o reino. Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual
será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. Os
dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se
levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis ). Não é por acaso que a
besta de dez chifres mencionados por Daniel aparece no Apocalipse 13:1-2, o capítulo que antecede
a nuvem vinda do "um como o Filho do homem"(Apocalipse 14:14) a formulação exata do Daniel
7:13! Assim, a vinda do Filho do homem sobre as nuvens de Atos 1:11 é cumprida nos dias do
império romano, no dia 4 da besta de Daniel. Outra prova é o fato de que a prostituta, Mistério
Babilônia senta sobre esta besta de 10 chifres. Mistério da Babilônia é Jerusalém, pois ela está
bêbada com o sangue dos santos e do sangue dos mártires de Jesus (Apocalipse 17:06, 18:20, 24).
Ela iria experimentar a vingança de Deus por assassinar os santos e os profetas, Jesus, o responsável
pelos feitos contra Jerusalém, Mateus 23:33-37. Este julgamento é, inegavelmente, o que acontece
antes do primeiro século da geração passar. Jerusalém foi destruído pelos romanos no primeiro
século (70 A.D) Lucas 21:20-22 cumprindo assim Mateus 24:30 e Daniel 7:13. Esta explicação
satisfaz todas as exigências de Atos 1:11. Finalmente, Atos 1:11 deve ser regida pelas declarações
uma vez que são aplicáveis a todas as "Vindas" das passagens. Foi prometido para a geração do
primeiro século, (Mateus 16:27-28; 24:3, 27, 30, 34). Estava perto, Romanos (13:11,12; Filipenses
4:5, Tiago 5:8; 1 Pedro 4:7; Apocalipse 1:3; 22:6,10,12) e se cumpriu. Foi o mesmo Jesus que foi
crucificado e que também Ascenso, que vinha nas nuvens, (Apocalipse 1:7), nos mesmos moldes,
ainda não visto fisicamente, mas espiritualmente discernido, em completa harmonia com a Palavra
de Deus.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


ESCATOLOGIA DE ALIANÇA OU CÓSMICA?

Um dos grandes problemas cristãos (e não cristãos) têm sido a incapacidade de compreender
adequadamente a natureza da escatologia ensinada na Bíblia. é bom que se entenda é que as
profecias escatológicas não estão focadas em dissolução cósmica material, mas na transformação de
aliança. Em outras palavras, "escatologia " é o ensinamento bíblico mais exato.

O que é a escatologia de Pacto? É a transição da Antiga Aliança do pecado e da morte de


Israel, muitas vezes chamado o ministério da morte (2 Coríntios 3:1-18. Começamos, porventura,
outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de
recomendação para vós outros ou de vós? Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração,
conhecida e lida por todos os homens, estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo
nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra,
mas em tábuas de carne, isto é, nos corações. E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança
em Deus; não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de
nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, o qual nos habilitou para sermos ministros de
uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. E, se o
ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de
Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecem-
te, como não será de maior glória o ministério do Espírito! Porque, se o ministério da condenação
foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. Porquanto, na verdade, o
que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobre-excelente
glória. Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.
Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar. E não somos como Moisés, que
punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se
desvanecia. Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da
antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. Mas
até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. Quando, porém, algum deles
se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado. Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do
Senhor, aí há liberdade. E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a
glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo
Senhor, o Espírito.) ou Torá, com a nova aliança (ministério da vida). É a realização de um novo
mundo de justiça em que "o pecado" sob a qual o homem caiu no jardim é removido por meio de
Cristo através de sua morte e parousia ("segunda" vinda).

O QUE OS CRISTÃOS DEVEM ENTENDER SOBRE O FIM DO MUNDO?

A Bíblia, em vez de ensinar que o fim do mundo está próximo, realmente ensina exatamente
o oposto. A crença de que o mundo vai acabar algum dia (geralmente acredita-se ser iminente e em
nossa geração) é uma distração e leva ao escapismo. Isso faz com que nós filhos de Deus vejamos o
mundo como secular, em vez de espiritual e, portanto, resulta em uma mentalidade de abandono.

Cristãos se reúnem e trata do fim do planeta terra como o "mal", fugindo assim para o
refúgio seguro dos edifícios e metrópoles para a espera no Senhor nas nuvens. Este é um paradigma
horrível e vemos os resultados horríveis onde o mundo de hoje é descrito como um lugar mal que
precisa de uma purgação pelo fogo.

Ao tomar um olhar rápido do "fim", podemos ver que Deus não está preocupado com o fim
do mundo em que vivemos nem ele vem por meio das Escrituras assumir que a terra um dia será
livre de todas as pessoas más.
Em Apocalipse 22, após o novo céu e a terra chegar, a cidade santa de Deus Nova Jerusalém
desceu do céu para estar com os homens na Terra, (Apocalipse 21: 1-3. Vi novo céu e nova terra,
pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a
nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu
esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens.
Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles).

Porém nós ainda encontrarmos maldade na terra. Considere o que Deus diz sobre aqueles
que estão fora da cidade santa. “ Bem-aventurados aqueles que guardam os Seus mandamentos, para
que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar pelas portas na cidade. Fora ficam os cães, os
feiticeiros, adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo aquele que ama e pratica a mentira. ”
(Apocalipse 22: 14-15).

Não só Deus decidiu que não iria dar fim do mundo, ele também afirmou que ele não iria
destruir todos os ímpios como ele fez uma vez durante o dilúvio. Considere a sua avaliação do
homem após o dilúvio nos dias de Noé. A ocasião do dilúvio foi a maldade do homem, Gênesis 6:
5, 7, 12 e 13. Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era
continuamente mau todo desígnio do seu coração; então, se arrependeu o Senhor de ter feito o
homem na terra, e isso lhe pesou no coração. Disse o Senhor: Farei desaparecer da face da terra o
homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os
haver feito, versos 12 e 13. Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente
havia corrompido o seu caminho na terra. Então, disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne,
porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra.

No entanto, após o dilúvio, Deus disse, mesmo que o coração do homem seja má
continuamente, ele nunca iria destruir todos os seres vivos, como tinha feito! " E o Senhor cheirou o
aroma calmante. Então disse o Senhor em Seu coração. Eu nunca vou a amaldiçoar a terra por causa
do homem, embora a imaginação do coração do homem é má desde a sua mocidade; nem vou
novamente destruir todos os seres vivos como fiz “. (Gênesis 8:21).

Deus não apenas fez uma promessa de nunca destruir todos os seres vivos, como ele também
prometeu que enquanto a terra permanecer ela permaneceria sob seu cuidado protetor com
promessas de fornecimento de alimentos, para sustentar a vida no planeta e nunca cessar, (Gênesis
8:22. Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno,
dia e noite.).

ESCATOLOGIA CONSUMADA; UM FUTURO BRILHANTE E PROMISSOR!

Hoje, como estamos equilibrados em um novo milênio, também estamos no limiar de uma
nova reforma e um despertar ainda maior do que ocorreu no passado. As palavras dos reformadores
do século 16 não poderia tocar mais verdadeiro ou mais alto: (sempre reforma) "A Igreja é
reformada e sempre reformando".

Fato é que, nós cristãos modernos atingimos o ponto em que a reforma não é mais
necessária.

E nesta nossa opinião os terroristas, os pessimistas, as teorias tensas divisíveis e os


dispositivos interpretativos extras colaterais do fim dos tempos e das profecias a respeito do fim tem
se propagado.

Biblicamente (Escatologia) engloba a próxima grande área madura para a reforma


protestante.
Estas falsidades a respeito do fim têm nos distraído da nossa vocação de uma superior
evangelização que engloba terra e céu!

Quando percebi que essa reforma vai mudar a forma como a vida cristã é vivida, vi que as
expectativas são bem mais superiores que ficar de forma triste falando de Cristo pensando que ele
possa voltar a qualquer momento não dando tempo para o discipulado até mesmo da própria
família!

Vejam quanto evangelistas que sofrem por não desfrutarem de um lar que sirva ao Senhor?
Quantos evangelistas que tem filhos descrentes, cônjuges descrentes e conviver com eles na
expectativa que eles possam ser condenados a qualquer segundo é uma vida muito desgraçada não
acha?

Viver na expectativa de presenciar uma desgraça cósmica na terra onde toda a fauna, flora,
animais de todas as espécies, idosos, crianças, a lua, o sol as estrelas se dissipando é uma esperança
muito que desgraçada, não é?

Com esta nova reforma e despertamento, tudo isso vai mudar.

Entendo que essa reforma pode ser confusa. Pois sempre tem aqueles que mesmo se
dizendo cristãos e empunhando uma Bíblia resistem à verdade e nos atacam.

A próxima reforma não será uma exceção, uma espera de mais de 2000 anos (Mais tempo do
que a promessa obtida por Josué e Calebe!).

Alguns vão continuar a pregar e ensinar as coisas que não se encontram na Bíblia,
simplesmente porque eles estão comprometidos com ela!

Construíram seus ministérios sobre ela e por vergonha, por questão de ego ou até mesmo de
estarem atrelados a convenções não se empenharão em se adaptarem mas para muitos que buscam a
verdade e não dissimula quando estão defronte a verdade, que se regozija em uma base firme sobre
o qual uma verdadeira fé bíblica pode ser melhor construída, será uma dádiva de Deus e ar fresco
para nossa saúde espiritual.

Esta é a fé reformada que deve ser reapresentada na Igreja e levada para o mundo.

Esse tem sido o meu exercício diário! Bem; como tem sido verdade das outras reformas, este
exigirá uma nova maneira de pensar, novas perspectivas, e uma mudança de paradigma.

Longe das posições tradicionais e defeituosas que hoje predominam na mente dos cristãos.
Como tal, devemos seguir o conselho bíblico em I Tessalonicenses que diz: " Examinai tudo.
Retende o bem” 1 Tessalonicenses 5:21.

A nossa incapacidade de fazer isso no passado nos colocou em nosso dilema escatológico
atual de tantas falsas profecias e posições conflitantes. Este é o estado triste hoje em dia de nossa fé
em que grande parte do mundo zomba.

Nunca se viu tanto filmes a respeito do fim como temos visto! Filmes esses que são feitos
por pessoas que na maioria são ateus!!
Eles fazem por saberem que existe um público que vão lhe favorecer a investida.

Vejam quantos comerciais que brincam com a escatologia futurista, quantas piadas.
Por quanto tempo temos que continuar adiando os textos bíblicos que tratam acerca dos
"últimos dias"? até quando perpetuar a iminência de Jesus falando do tempo de seu “retorno”? Será
que antes que a fé bíblica possa perder completamente o seu significado e valor?

O tempo para uma maior reforma chegou! Seu potencial é enorme.

A Escatologia Consumada é mais responsável e está ao nosso alcance. Então, para onde
vamos a partir daqui?

Em primeiro lugar, devemos estar dispostos e ter a coragem de admitir que estávamos
errados e não entendíamos a alguns aspectos muito importantes e fundamentais da Escritura e nossa
fé. Este é um pré-requisito necessário.

Por muito tempo, demasiado muitos têm sido ensinados a acreditar freneticamente em um
momento para sair daqui (o arrebatamento) e presenciar o planeta terra destruído. Esta tradicional
doutrina baseada no medo "ortodoxo" tem sido o paraíso de um tolo. É um mal-entendido de
imediato, equívoco e deturpação do plano redentor de Deus de todos os tempos. Tenha certeza, não
temos nada a temer do final dos tempos bíblico que eram na verdade os últimos dias que foram!
Nós, a igreja atual, desposada, os herdeiros de Deus só temos coisas positivas a ganhar, e muito a
comemorar por causa deles (Dos irmãos do 1º século). Portanto não continuaremos com essa falsa
esperança da vinda de Cristo e um Reino futuro de Deus e o seu longo e histórico ideal de impacto
negativo sobre a Igreja e para o mundo onde terminava tudo em cinzas na história.

Em seguida, devemos lançar a centelha da reforma em uma chama, e a chama em um fogo


ardente de purificação.

Nosso atual sistema escatológico precisa de uma grande revisão.

As quatros principais concorrentes e posições escatológicas são confusas e conflitantes, não


vão resolver o problema por tanto não as confessem mais!

As abandonem de vez! Desejemos reaprender, na humildade como fruto do Espírito que


temos e na inefável ajuda da graça de Deus. Sou Pastor, frequento uma congregação evangélica e
nunca tive problema com relação a Escatologia Consumada, muito pelo contrário só tenho ganho e
vivo bem mais feliz em saber que os meus familiares, amigos, vizinhos e até mesmo o planeta, não
estão por um tris.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


GOGUE E MAGOGUE EM 70 D.C PELA ÓTICA DA PATRÍSTICA.

A grande FALACIA FUTURISTA é afirmar que o Apocalipse de João, jamais poderia ter
sido escrito antes de 70 D.C. Ou seja, antes da destruição do templo, pois segundo os tais futuristas
falaciosos, os pais da igreja afirmavam que o Apocalipse de João, fora escrito depois da destruição
do templo, sendo assim, acabaria com a interpretação correta do Apocalipse, onde afirmamos que as
tribulações ocorreram durante o cerco de Jerusalém e a destruição do Templo.

O ajuntamento dos romanos em 70 d C foi profetizado por Jesus e por João, autor do
Apocalipse, sendo que no livro da revelação João se vale de um texto apocalíptico existente no AT,
como se quisesse abrir um parêntese para facilitar a compreensão dos leitores sobre a visão que ele
receberá, João utiliza uma Figura de linguagem, um recurso de expressão, com o objetivo de
ampliar o significado do texto para os leitores cristãos do I século, mas também para usando esses
termos ele torna quase totalmente obscuro aos que não estão familiarizados com a literatura
apocalíptica judaica, garantindo que somente leitores específicos com saberiam interpretar as
passagens difíceis de seu livro, pois falar de formar aberta em períodos de ditadores, é o mesmo que
colocar toda a sua obra em cheque, ou até a sua própria vida. Além do que esse é um recurso que dá
uma grande expressividade ao texto profético e que respeita a questão cultural e linguística daquele
período.

Gogue e Magogue de Ezequiel capitulo 38 e capitulo 39 foi utilizado por João no capitulo
20 de Apocalipse como sinônimo de uma batalha final entre o povo de Deus e seus adversários e
nesta passagem Gogue definiu-se como o inimigo de Deus e seu povo, assim como o império
romano também o fez durante o ajuntamento que se deu de 66 d.C a 70 d.C.

Os pais da igreja, ao interpretarem os textos apocalípticos contidos nos evangelhos,


acabaram por endossar que João utilizou as passagens de Ezequiel capitulo 38 e capitulo 39 para
fazer um paralelismo ao evento que em breve se daria em seu tempo, e isso os pais da igreja
registraram em varias citações destes eventos apocalípticos de Mateus capitulo24, Marcos
capitulo13 e Lucas capitulo 21 em suas OBRAS PATRÍSTICAS.

Neste artigo serão expostos inúmeras dessas citações onde os pais da igreja confirmam o
cumprimento de todas as profecias entre 66 d.C até 70 d.C, período este da Guerra romano-judaicas,
o que explica estes versículos muito bem:

Apocalipse 1:19 Escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de
acontecer.

Aqui vemos que coisas já ocorridas foram relatadas no livro, ou seja, a perseguição e a
apostasia já haviam se manifestado contra a igreja, isso fica evidente nas cartas de Paulo, Pedro e
João.

Apocalipse: 17. 8 a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para
a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida
desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.
(Apocalipse 17.10, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando
chegar, tem de durar pouco.) Já aqui no capitulo 17 encontramos algo interessante no texto grego, é
exatamente aqui o ponto onde começa a ser relatado as coisas que são, pois o tempo verbal grego
passa a ser empregado no presente do indicativo nos verbos SER (É) e EXISTIR (EXISTE), esse
tempo verbal expressa um fato atual, algo que está ocorrendo naquele exato momento. João usou o
verbo εστι (este) - presente do indicativo.

Antes de entramos na questão da patrística, QUERO LEMBRAR QUE PARA NÓS A


FONTE PRIMEIRA DO PRETERISMO COMPLETO É E SEMPRE SERÁ AS PALAVRAS DE
JESUS E DE SEUS APOSTOLOS.

“Como lhe chamassem a atenção para a construção do templo feito de belas pedras e
recamado de ricos donativos, Jesus disse: Dias virão em que destas coisas que vedes não ficará
pedra sobre pedra: tudo será destruído. Então o interrogaram: Mestre, quando acontecerá isso? E
que sinal haverá para saber-se que isso se vai cumprir?” (Evangelho de São Lucas, Capítulo 21,
Versos 5,6 e 7 Falavam alguns a respeito do templo, como estava ornado de belas pedras e de
dádivas; então, disse Jesus: Vedes estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra que
não seja derribada. Perguntaram-lhe: Mestre, quando sucederá isto? E que sinal haverá de quando
estas coisas estiverem para se cumprir?)

Pelo visto, a opinião de Jesus Cristo, não possui valor algum dentro da escatologia futurista,
pois era justamente da destruição do Templo que Ele, nosso Salvador, se referia ao narrar às
tribulações do Apocalipse em: (Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21); e não fica por ai, quando
indagado pelos Apóstolos sobre o momento que tudo iria acontecer: “Mestre, quando acontecerá
isso? E que sinal haverá para saber-se que isso se vai cumprir? Jesus Cristo responde: “ Quando
virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a sua ruína ”
(Evangelho de Lucas 21:20) Eis aí Jesus citando o Gogue e Magogue descritos em Apocalipse 20:8-
10 e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-
las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar. Marcharam, então, pela superfície da
terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os
consumiu. O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se
encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite,
pelos séculos dos séculos.

Então eu pergunto aos futuristas: Quando foi que Jerusalém fora sitiada por exércitos e o
Templo fora destruído?

Simples essa resposta, porém, se tiverem medo de responder, Jesus Cristo responde: “ Em
verdade vos declaro: não passará esta geração antes que tudo isto aconteça” (Mateus 24:34)

Segundo Jesus Cristo, a grande tribulação, era para se cumprir naquela geração Apostólica;
então eu pergunto:

Naquela geração, Jerusalém fora sitiada?

Naquela geração, o Templo fora destruído?

Naquela geração, os Cristãos foram perseguidos?

Eu creio que sim, qualquer estudioso sabe dos eventos foram ocorridos no primeiro século
da era cristã.
Bem, voltando ao assunto, segundo os argumentos futuristas, os pais da igreja eram contra a
visão de Jesus Cristo que apresentei logo acima sobre quando iria se cumpri as tribulações dos
Apocalipse; o que é um absurdo! E para tentar justificar essa heresia, além de querer atribuir ao
Apocalipse uma datação que não existe, os futuristas, querem atribuir por conta própria, datas para
os mártires da Igreja do I século.

PATRISTICA PAI DA IGREJA ANTIPAS DE PÉRGAMO.

Segundo eles, Antipas de Pérgamo, teria sido martirizado no reinado de Domiciano, ou seja,
depois da destruição do Templo, sendo assim, o Apocalipse de João, jamais poderia ter sido escrito
antes de 70 D.C. O que tornaria o Apocalipse um livro totalmente futurista e pronto para as
MENTIRAS DO APOCALIPSE FUTURISTA. Mas será verdade isso?

Eles tentam segurar essa heresia pelos equívocos de um site Ortodoxo, aliás, apenas um site,
pois todos os outros sites Ortodoxos são unânimes em afirmar que Antipas de Pérgamo fora
martirizado no reinado de CEZAR NERO.

Nesta postagem irei provar que: Os Pais da Igreja pregavam abertamente que (Mateus 24,
Marcos 13, Lucas 21 e as profecias de Daniel) haviam se cumprido durante a Destruição do
Templo. (Nossa batalha final, Gogue e Magogue).

Muitos Pais da Igreja afirmaram que o Apocalipse fora escrito antes da Destruição do
Templo. E que a tradição afirma que Antipas de Pérgamo fora martirizado durante o reinado de
CEZAR NERO.

PAI DA IGREJA JERÔNIMO.

Observe o que diz o pai da igreja Jerônimo: "Como para o Anticristo, não há dúvida, mas o
que ele vai lutar contra a santa aliança... esses eventos foram tipicamente prefigurados sob Antíoco
Epifânio, de modo que este rei abominável que perseguiram o povo de Deus prefigura o Anticristo,
que está a perseguir o povo de Cristo. E assim há muitos de nosso ponto de vista que pensam que
Nero era o anticristo por causa de sua selvageria e depravação” (São Jerônimo - Comentário sobre
Daniel, notas sobre Daniel 11:27-30, - Baker Book House Grand Rapids, Michigan, 1958)

Segundo o pai da igreja Jerônimo, um dos maiores doutores da patrística, Antíoco Epifanes,
era a pré-figuração do Anticristo que iria perseguir os Cristãos, e, muitos Pais da Igreja pensavam
que esse anticristo era CEZAR NERO.

Para a Patrística a interpretação dos eventos finais se davam através de textos que eles
entendiam muito bem como Mateus 24, Marcos 13, Lucas 21 e as profecias de Daniel, eles os
interpretavam perfeitamente, no qual, hoje sabemos que se trata do próprio Apocalipse. Ou alguém
é louco de dizer que Mateus 24, por exemplo, não se trata do próprio Apocalipse de João?

PAI DA IGREJA EUZÉBIO DE CESAREIA.

Observem o que diz Euzébio a respeito de (Mateus 24, Marcos 13, Lucas 21). “Também o
povo da igreja de Jerusalém, por seguir um oráculo enviado por revelação aos notáveis do lugar,
receberam a ordem de mudar de cidade antes da guerra e habitar certa cidade da Perécia chamada
Pella.
Tendo os que creram em Cristo emigrado até lá desde Jerusalém, a partir deste momento,
como se todos os homens santos tivessem abandonado por completo a própria metrópole real dos
judeus e toda a região da Judéia, a justiça divina alcançou os judeus pelas iniquidades que
cometeram contra Cristo e seus apóstolos, e apagou dentre os homens toda aquela geração de
ímpios” (História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia Livro III, Capítulo V, Verso III).

Bem, Euzébio, se refere a um oráculo enviado aos Santos para FUGIR de Jerusalém antes da
Guerra que iria castigar os Judeus.

Onde podemos encontrar esse oráculo enviado aos Santos?

Simples, encontramos no Evangelho de Lucas.

“Quando virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a
sua ruína. Os que então se acharem na Judeia fujam para os montes; os que estiverem dentro da
cidade retirem-se; os que estiverem nos campos não entrem na cidade. Porque estes serão dias de
castigo, para que se cumpra tudo o que está escrito” (Lucas 21:20-22.

Agora eu pergunto aos FUTURISTAS: Essa profecia de Jesus Cristo a respeito das
tribulações do Apocalipse, segundo os Pais da Igreja, se cumpriu na destruição de Jerusalém ou
não?
Vamos continuar, não paramos por aqui, Euzébio, assim como muitos outros Pais da Igreja,
tem muito para nos contar.

“Quem, pois quiser saber com exatidão os males que então caíram sobre a nação em todo
lugar, e como especialmente os habitantes da Judeia viram-se empurrados ao fundo das
calamidades, quantos milhares de jovens, de mulheres e de crianças morreram pela espada, pela
fome, e inúmeras outras formas de morte, e quantas e quais cidades da Judéia foram sitiadas, e
também quantos horrores e pior do que horrores atingiram os que se refugiaram na mesma
Jerusalém, por ser uma metrópole muito fortificada, assim como a índole de toda a guerra, os
acontecimentos que nela se sucederam e como, finalmente, a abominação da desolação anunciada
pelos profetas se instalou no próprio templo de Deus, tão célebre antigamente, que sofreu todo tipo
de destruição e, por último, foi aniquilado pelo FOGO: tudo isso encontrará na narrativa escrita por
Josefo” (História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia Livro III, Capítulo V, Verso IV).

Continuando o mesmo texto, Euzébio, usando os escritos do maior Historiador do primeiro


século, Flávio Josefo, aquele que narrou à destruição do Templo de Jerusalém, Euzébio diz:
“finalmente, a abominação da desolação anunciada pelos profetas se instalou no próprio templo de
Deus”.

Segundo Euzébio, a destruição de Jerusalém correspondia à profecia da desolação e


abominação anunciada pelos profetas, dentro do Templo de Deus. Onde encontramos essas
profecias?

“Quando virdes estabelecida no lugar santo a abominação da desolação que foi predita pelo
profeta Daniel 9,27. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará
cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a
destruição, que está determinada, se derrame sobre ele. O leitor entenda bem - então os habitantes
da Judeia fujam para as montanhas” (Mateus 24:15-16 Quando, pois, virdes o abominável da
desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem
na Judeia fujam para os montes).

Jesus Cristo cita uma profecia, no qual Euzébio afirma ter se cumprido durante a destruição
de Jerusalém. Será mesmo que os Pais da Igreja não acreditavam que as tribulações aviam se
cumprido?

PAI DA IGREJA CLEMENTE DE ALEXANDRIA.

Reforçando essa ideia de Euzébio, podemos citar Clemente de Alexandria, ele também
afirma que a abominação e a desolação citada por Jesus Cristo, segundo o livro de Daniel, se
cumpriu na destruição de Jerusalém.

“Cristo tornou-se rei dos judeus, reinando em Jerusalém no cumprimento de sete semanas”.
Mas, nas sessenta e duas semanas, toda a Judeia era estava em paz, e Cristo, nosso Senhor, tendo
vindo e cumprido a visão e a profecia, foi ungido na sua carne pelo Espírito Santo de seu pai.
Naquelas (sessenta e duas semanas), como disse o profeta, e no meio de uma semana ele era
Senhor, e, a metade da semana Nero dominou, e a cidade santa de Jerusalém caiu sobre a
abominação; e na metade da semana ele foi tirado, e Otho, Galba, Vitélio e Vespasiano subiram ao
poder supremo, destruíram Jerusalém e desolou o lugar santo, tais são os fatos do caso, está claro
para ele que é capaz de compreender, como disse o profeta” (Clemente de Alexandria, Stromata,
Livro I, Capítulo XXI).

Parece que para Clemente, a tribulações também ocorreram durante a destruição do Templo.
PAI DA IGREJA TERTULIANO.

Mas não quero deixar Euzébio e Clemente de (Alexandria) sozinhos nessa, quero também
expor os pensamentos de Tertuliano ao tema proposto.

“Vespasiano, no primeiro ano de seu império, subjuga os judeus na guerra, no dia de seu
ataque aos judeus, cumpriram as abominações prevista pelo profeta Daniel” (Uma Resposta aos
Judeus, Capítulo VII).

Parece-me que Euzébio e Clemente, não estavam sozinhos nessa linha de pensamento,
tiveram a ajuda de Tertuliano.

PAI SULPCIUS SEVERO.

Mas não acabou ainda, temos o relato de Sulpcius Severo.

"A partir da restauração do templo, à sua destruição, que foi completado por Tito no reinado
de seu pai Vespasiano, quando Augusto foi cônsul, houve um período de (483) anos, que
antigamente era previsto por Daniel, no qual anunciou que a partir da restauração do templo para
sua derrubada, haveria que decorrer setenta e nove semanas. Agora, a partir da data do cativeiro dos
judeus até o tempo da restauração da cidade, havia (260) anos" (Sulpcius Severo p. 254, cap. 11,
História Sagrada).
Assim compreendemos que segundos os Pais da Igreja, a abominação e a desolação
profetizada por Daniel e enfatizada por Jesus Cristo, se cumpriram durante a destruição do Templo
de Jerusalém.

Voltamos para Euzébio de Cesareia, continuaremos a ler seu maravilhoso livro História
Eclesiástica, nesse maravilhoso livro, encontramos o seguinte texto: “É justo acrescentar a pregação
infalível de nosso Salvador pela qual mostrava estas mesmas coisas quando profetizava assim: Aí
das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não
se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o
princípio do mundo até agora não tem havido, nem haverá jamais” (História Eclesiástica de Euzébio
de Cesareia Livro III, Capítulo VII, Verso I).

Euzébio cita um trecho do Evangelho de São Marcos, onde diz a respeito das mulheres
grávidas que iriam fugir de Jerusalém e também da grande tribulação que viria sobre a cidade. Isto
ele cita no verso primeiro do capítulo três de seu livro, o mais importante está no terceiros verso
desse mesmo texto, pois ele afirma que tudo isso aconteceu no segundo ano do reinado de
Vespasiano.

“Estes acontecimentos ocorreram deste modo no segundo ano do império de Vespasiano,


segundo as predições de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que, por seu divino poder, havia
visto de antemão estas mesmas coisas como se já estivessem presentes e havia chorado e soluçado,
segundo a Escritura dos sagrados evangelistas, que inclusive acrescentam suas próprias palavras:
umas, as que disse dirigindo-se à mesma Jerusalém” (História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia
Livro III, Capítulo VII, Verso III).

Realmente eu poderia acabar esse artigo aqui, pois se o maior Historiador do terceiro século
afirma que as tribulações ocorreram no primeiro século, quem sou eu para contraria?

Mas a ala FUTURISTA é mais sábia que Euzébio de Cesareia e todos os outros citados por
mim, porém, não quero parar por aqui, vou acrescentar mais uma narrativa de Euzébio, agora,
falando sobre os que seriam levados cativos para todas as nações. Observem, pois é uma
continuação da narrativa acima, onde Euzébio afirma que tudo aconteceu no segundo ano do
reinado de Vespasiano: “Segundo a Escritura dos sagrados evangelistas, que inclusive acrescentam
suas próprias palavras: umas, as que disse dirigindo-se à mesma Jerusalém. Se tu conheceras ao
menos neste dia o que diz respeito a tua paz! Mas agora está oculto aos teus olhos. Porque virão
dias sobre ti, e teus inimigos te rodearão de paliçadas, te cercarão e por todos os lados te apertarão.
E te assolarão a ti e a teus filhos. E outras como referindo-se ao povo: Porque haverá grande
necessidade sobre a terra e ira contra este povo. E cairão ao fio da espada e serão levados cativos a
todas as nações. E Jerusalém será pisoteada pelos gentios, até que sejam cumpridos os tempos
destes povos. E outra vez: E quando virdes Jerusalém cercada por exércitos, sabei então que terá
chegado sua desolação” (História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia Livro III, Capítulo VII, Verso
III, IV e V)

No texto, segundo a narrativa de Euzébio, foram citadas três profecias a respeito de


Jerusalém, que por sinal, podemos encontrá-las dentro dos Evangelhos, e, nos mesmos textos onde
Jesus Cristo profetiza as tribulações do Apocalipse. Observem: Onde encontramos a primeira
profecia? “Dizendo: Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz
pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti, em que os teus
inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te estreitarão de todos os lados; E te derrubarão, a
ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, pois que não
conheceste o tempo da tua visitação” (Lucas 19:42-44 e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma,
ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti virão dias
em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te
arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não
reconheceste a oportunidade da tua visitação).

A primeira profecia foi retirada do evangelho de Lucas, onde Jesus Cristo já anunciava o que
viria sobre Jerusalém.

Onde encontramos a segunda e a terceira profecia?

“Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua
desolação. Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da
cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se
cumpram todas as coisas que estão escritas. Mas aí das grávidas, e das que criarem naqueles dias!
Porque haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas
as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos
gentios se completem” (Lucas 21:20-24)

Exatamente no capítulo onde Jesus Cristo profetiza todas as tribulações do Apocalipse! Não
podemos nos esquecer de que na mesma narração, Euzébio afirma: “Estes acontecimentos
ocorreram deste modo no SEGUNDO ANO do império de VESPASIANO, segundo as predições de
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”. Para quem possuí o mínimo de conhecimento histórico, sabe
que o segundo ano do reinado de Vespasiano ocorreu por volta de 70dC, (primeiro ano 69dC,
segundo ano 70dC).

DATAÇÃO.

Bem, agora eu vou mostrar que muitos dos Pais da Igreja, acreditavam que o Apocalipse
fora escrito antes da destruição do Templo, tudo é uma questão de interpretação de texto.
Observem: Todos os textos tiveram que ser traduzidos, pois eram originalmente em Inglês.

PAI DA IGREJA ARETHAS DE CESAREIA.

Arethas diz que o Apocalipse começou a ser escrito por João desde sua estadia em Éfeso, e,
tais profecias se cumpriam durante o sitio de Jerusalém e a Destruição do Templo: "Porque havia
muitos, sim, uma incontável multidão de entre os judeus, que acreditavam em Cristo: como eles
mesmos disseram a Paulo em sua chegada a Jerusalém: Tu vês irmão, quantos milhares de judeus
abraçaram a fé. (Atos 21. 20. Ouvindo-o, deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão,
quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei; ) E aquele que
deu esta revelação para o evangelista, declara que estes homens não devem partilhar a destruição
infligida pelos romanos. Porque a ruína trazida pelos romanos ainda não tinha caído sobre os
judeus, quando este Evangelista recebeu estas profecias: e ele não receba em Jerusalém, mas em
Icônica perto de Éfeso porque depois do sofrimento do Senhor, ele permaneceu apenas 14 anos em
Jerusalém, durante os quais recebeu a mãe do Senhor, que concebeu esta descendência divina, foi
preservada nesta vida temporal, após o sofrimento e ressurreição de seu Filho incorruptível. Porque
ele (João) continuou com ela sendo como sua mãe comprometida pelo Senhor. Porque depois da sua
morte é relatado que ele não escolheu para permanecer na Judéia, mas passou a Éfeso, onde, como
já dissemos este, Apocalipse presente também foi composto, que é uma revelação das coisas
futuras, na medida em que 40 anos depois da ascensão do Senhor esta tribulação veio sobre os
judeus " (Arethas de Cesareia século VIII, Comentários sobre Apocalipse.)

PAI DA IGREJA CLEMENTE DE ALEXANDRIA.

Nessa obra, Clemente de Alexandria, afirma que o ministério Apostólico (seus


ensinamentos) termina com Paulo no reinado de CEZAR NERO. Se tudo termina em CEZAR
NERO, não temos mais revelações e ensinamentos Apostólicos posteriores ao Reinado de CEZAR
NERO. "Para o ensino de nosso Senhor na Sua vinda, começando com Augusto e Tibério, foi
concluída em meados da época de Tibério. E a dos apóstolos, abraçando o ministério de Paulo,
[seus ensinos] terminou com Nero" (Clemente de Alexandria 150-215, Miscellanies 7:17) Do
mesmo modo, em Epifanias diz: “O Apocalipse foi escrito em Cezar Nero” (Epifanias 315-403,
Heresias 51:12).

PAI DA IGREJA HERMAS.

Hermas no Cânon de Muratori Afirma que Paulo também escreveu a apenas sete Igrejas,
usando as REGRAS de seu antecessor João, ou seja, Paulo usou a regra no qual João usou em
Apocalipse. Lembrando: (Paulo foi martirizado antes da destruição do Templo no Reinado de
CEZAR NERO). "O bem-aventurado apóstolo Paulo, seguindo a REGRA de seu antecessor, João,
escreve a não mais de sete igrejas pelo nome" (Cânon de Muratori -170 D.C.).

Segundo Hermans, João escreveu o Apocalipse antes do martírio de Paulo, no qual ocorreu
no reinado de CEZAR NERO.

Tertuliano, que foi contemporâneo de Irineu, afirma que João foi banido para ilha de
Patmos, já no reinado de CEZAR NERO. Isto ocorreu no mesmo momento que Pedro e Paulo
foram martirizados, ou seja, antes da destruição do templo.

"Quão feliz é a sua igreja, em que os apóstolos derramaram toda a sua doutrina, juntamente
com o seu sangue! onde Pedro durante a sua paixão como a do seu Senhor; onde Paulo ganha sua
coroa em uma morte, como a de João Batista! onde o apóstolo João pela primeira vez caiu, ileso,
em óleo fervente, e daí banido para sua ilha-exílio" (Tertuliano, a prescrição contra os hereges,
trans. por Peter Holmes Vol. III, Os Padres Ante-Nicene, ed Alexander Roberts e James Donaldson,
Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans Publishing Company, 1951; p. 260), I, 36.)

Para terminar com essa questão sobre a datação do Apocalipse, vou colocar o texto de
Agostinho, um dos maiores doutores da Igreja, respeitado por Católicos, Ortodoxos e até
protestantes.

Observem o que diz Agostinho: "O que significa a declaração, que o mistério da iniquidade
já opera?... Alguns supõem que isso seja dito da parte do imperador romano, e, portanto, Paulo não
falou em palavras claras, porque ele não teria suportado a acusação de calúnia por ter falado o mal
do imperador romano: embora ele sempre esperava que o que tinha dito que seria entendido como
aplicação a Nero" (Santo Agostinho, citado por Moisés Stuart, em Apocalipse).

Com essas palavras, Agostinho, acabou com todo retardadíssimo FUTURISTA sobre o
Apocalipse. Segundo Agostinho, os contemporâneos da época, acreditavam que Paulo ao afirmar
que O MISTÉRIO DA INIQUIDADE já OPERA (no presente), se referia exatamente ao Império
Romano, ou seja, eventos que São Paulo estava vivendo e presenciando, mais precisamente no
Reinado de CEZAR NERO. Segundo o texto, Paulo não dizia explicitamente que era o Império
Romano para evitar represálias. Seguindo essa lógica, podemos afirmar que João tenha usado a
mesma tática no Apocalipse como já frisei no início da postagem.

Por esses textos, de vários séculos, podemos compreender exatamente que jamais o livro do
Apocalipse fora escrito do dia para noite e muito menos depois da Destruição do templo, sendo que
o mesmo se refere exatamente aos fatos ocorridos por volta de 70 D.C. Quando o Império Romano
invade Jerusalém e derruba o Templo, todos esses eventos, foram acompanhados por sinais nos
céus, guerras, terremotos, fome, peste e uma enorme perseguição contra os Cristãos, ou seja,
GOGUE E MAGOGUE MAS CLARO QUE A ÁGUA CRISTALINA.

VOLTANDO A QUESTÃO DE ONDE OS FUTURSTAS CRIAM SUAS HERESIAS


(QUESTÃO DO SITE DO INICIO DA POSTAGEM).

Terminando este artigo, quero comentar sobre Antipas de Pérgamo, mártires da Igreja no
primeiro século da era Cristã, segundo os futuristas de hoje e dia, eles descobriram a DATA em que
esse pai da Igreja fora martirizado, usando um site Ortodoxo totalmente equivocado, os
FUTURISTAS, afirmam que Antipas de Pérgamo, fora martirizado durante o Reinado de
Domiciano, ou seja, depois da destruição do Templo, sendo assim, jamais João teria escrito o
Apocalipse antes de 70 D.C.

O que acontece caro leitor, e que essas suposições sobre datas e martírios, todas foram
levantadas em cima das tradições, onde muitos artigos (principalmente futuristas) se equivocaram
em certas traduções e acrescentaram informações indevidas. Muitos textos da patrística
apresentados pelos futuristas onde diz: “Apocalipse foi escrito durante o Reinado de Domiciano” ou
“Tal pessoa morreu no Reinado de Domiciano”. São frutos de suposições, muitos desses textos, ao
invés de trazer o nome (Domiciano), no original traz o nome (Tirano), onde eles traduzem por conta
própria e acrescenta o nome Domiciano como significado desse tirano, porém, não podemos nos
esquecer de que o maior tirano do primeiro século foi CEZAR NERO.
Sem levar isso em consideração, pois ainda dou os meus primeiros passos em tradução, quero
mostrar aos leitores, que o site Ortodoxo apresentado pelos futuristas falaciosos e desonestos está
equivocado, pois existem outros sites Ortodoxos que afirmam:

ANTIPAS DE PÉRGAMO, viveu e fora martirizado durante o Reinado de CEZAR NERO.

Observem: Texto retirado do site ortodoxo: Church in América. http://oca.org/…/101052-


hieromartyr-antipas-the-bishop-of-p… Antipas Hieromártir, discípulo do Apóstolo João, o Teólogo,
foi bispo da Igreja de Pérgamo durante o reinado do imperador Nero.
Naquele tempo, todos os que não iria oferecer sacrifício aos ídolos, viviam sob a ameaça de
qualquer exílio ou execução por ordem do imperador. Na ilha de Patmos (no Mar Egeu), o Apóstolo
João, o Teólogo, foi preso, aquele a quem o Senhor revelou o futuro julgamento do mundo e da
Igreja.

Os sacerdotes pagãos enfurecidos arrastaram Antipas Hieromártir do templo de Artêmis e


jogou-o em um touro de cobre em brasa, onde geralmente eles colocam os sacrifícios aos ídolos.
No forno em brasa o mártir orou em voz alta a Deus, pedindo a Ele para receber a sua alma e
para fortalecer a fé dos cristãos. Ele foi para o Senhor em paz, como se ele estivesse indo dormir.

Na noite, os cristãos levaram o corpo de Antipas Hieromártir, que foi tocada pelo fogo.
Sepultaram em Pérgamo.

E ao anjo da igreja de Pérgamo escreve: as palavras daquele que tem a espada afiada de dois
gumes. Eu sei onde você mora, onde está o trono de Satanás, e apegar-se a meu nome, e não
renunciaram a minha fé, mesmo nos dias em que Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto
entre vós, onde Satanás habita (Ap 2:12-13. Podemos encontrar o mesmo texto em
http://www.holytrinityorthodox.com/calend…/…/April/11-01.htm Com toda essa imprecisão de
datas e martírios, fica difícil afirmar que tal pessoa morreu em tal data ou em tal reinado,
considerando todos os textos da patrística por mim citados, concluímos que jamais Antipas de
Pérgamos poderia ter sido martirizado depois do Reinado de CEZAR NERO; ou melhor, jamais o
Apocalipse de João poderia ter sido escrito depois da Destruição do Templo.

Conclusão de tudo isso é que o preterismo tem como fundamento de sua escatologia o
respaldo do texto bíblico, ou seja, a evidência interna, tem ainda o aval da história secular e da
patrística, ou seja, evidencia externa, para afirmar que GOGUE E MAGOGUE DO CAPITULO 20
DE APOCALIPSE REALMENTE FOI A GUERRA ROMANO-JUDAICA DO I SÉCULO.

HÁ INSPIRAÇÃO DIVINA NA DECLARAÇÃO PRETERISTA QUE TODA


ESCRITURA SE CUMPRIU EM 70 D.C?

O Antigo Testamento foi caracterizado por uma paciente espera do reino e reinado do
Messias. Os judeus da época de Jesus reconheceram que o tempo para os cumprimentos proféticos
do Antigo Testamento estava próximo. Quando João Batista apareceu, “O povo na expectativa
arrazoava todos em seus corações de João, pensando ser ele o Cristo, ou não" (Lc. 3:14). Jesus
começou o seu ministério proclamando o reino e reinado, dizendo: "O tempo está cumprido, e o
reino de Deus está próximo: arrependei-vos e crede no evangelho" (Mc 1:15.). Os profetas não
fizeram uma distinção entre a primeira e a segunda vinda de Cristo, mas tratou-os como uma
unidade, interrompido apenas por uma breve ausência, quando o Messias seria "cortado" (Dn. 9:26).
No entanto, o Messias iria voltar, e "destruirá a cidade e o santuário."

Jesus ensinou que seu retorno era tão iminente que os apóstolos não teriam oportunidade de
evangelizar plenamente a Palestina: "Quando vos perseguirem numa cidade, fugi com a outra;
porque em verdade vos digo: Vós não deve ter ido percorrer as cidades de Israel , até que o Filho do
homem seja vir "(Mateus. 10:23). Jesus falou quanto o tempo do seu reino, quando ele declarou: ".
Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai com seus anjos, e então retribuirá a cada um
segundo as suas obras Em verdade eu vos digo: Não ser alguns aqui que não provarão a morte até
que vejam vir o Filho do homem no seu reino "(Mateus. 16: 27,28). Lucas afirma que o reino e
reinado de Cristo viria nos eventos marcando a destruição de Jerusalém: "Assim também vós,
quando virdes essas coisas acontecerem, sabei que o reino de Deus está próximo verdade vos digo
você esta geração não passará, até que tudo seja cumprido "(Lucas. 21: 31,32; cf. II Timóteo 4: 1.
Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e
pelo seu reino). O retorno do Messias seria naquela geração, alguns dos apóstolos viveria para
testemunhar isso. Pouco antes de sua ascensão, João foi expressamente nomeado entre os discípulos
que estaria vivo no retorno de Cristo: " Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a
ti me seguir?" (João 21:22b ).
A proximidade da segunda vinda de Cristo é afirmada repetidamente. Paulo disse: " Mas
digo isto, irmãos, o tempo é curto " (I Coríntios. 07:29a). Tiago disse, (Tiago. 5: 8, 9 Sede vós
também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não
vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas ). Pedro declarou,
"o fim de todas as coisas está próximo " (I Pedro. 4: 7a). O Epístola aos Hebreus faz várias
declarações inequívocas neste sentido, quando ele diz: "Pois ainda um pouco, e o que há de vir virá,
e não tardará" (Hebreus. 10:37). A proximidade do dia é vista no fato de que seus leitores de
(Hebreus. 10:25. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos
admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima). O apóstolo João indicou a
proximidade do fim, quando afirmou que eles estavam na "última hora": " Filhinhos, esta é a última
vez; e, como ouvistes que vem o anticristo, mesmo agora há muitos anticristos, por onde
conhecemos que é a última vez "(I João 2:18.).

A proximidade do retorno de Cristo é repetida várias vezes ao longo do livro de Apocalipse


em termos inconfundíveis, dizendo, o "tempo está próximo" (Apocalipse 1: 4. João, às sete igrejas
que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é, que era e que há de vir,
da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono ; Apocalipse 22:10. Disse-me ainda:
Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo ) (Eis que venho sem
demora Apocalipse 03:11) (Eis que venho como um ladrão Apocalipse 3: 3b), (e as coisas da
profecia "em breve devem acontecer Apocalipse. 1: 1b). Não há nada de difícil em qualquer dessa
linguagem; todos os que queiram podem ver claramente que Jesus e seus apóstolos ensinaram a
igreja do primeiro século para a ardente expectação da volta do Senhor. A dificuldade não surge
tanto do tempo do anunciou ao retorno de Cristo, mas a compreensão de sua forma. Porque os
homens têm sido ensinados que o retorno de Cristo marcaria o fim do universo, e sua existência
para além do período de tempo especificado forçou-os a explicar as expressas declarações de tempo
e recorrer a teorias do cumprimento atrasado ou duplo cumprimento e afirmações que Cristo e os
apóstolos estavam simplesmente errados. O Preterismo Completo por tanto rejeita todas essas
teorias, afirmando que os elementos de tempo não podem ser desconsiderados ou explicados
consistentemente por uma inspiração externa e verbal. Se esse for o caso, a própria autoridade das
escrituras está em jogo!

AS 9,5 TESES DA NOVA REFORMA PROTESTANTE (COM RESPEITO AS


DECLARAÇÕES DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO)

Por amor à verdade e um desejo de ver todos cristãos reconhecendo tudo o que Deus revelou
em sua Palavra como suficiente, foi decretado um abaixo-assinado conhecida como as 9,5 Teses *
para sua avaliação e participação conosco. Que estas teses sejam a faísca que acenda a próxima
Reforma do cristianismo.
1. Tudo o que Jesus disse que aconteceria, aconteceu exatamente como e quando ele disse
que seria dentro do tempo de vida de seus contemporâneos.

2. Tudo o que cada escritor do Novo Testamento esperava que acontecesse, aconteceu
exatamente como e quando se esperava que fosse, dentro de sua vida, como eles foram guiados em
toda a verdade e disse a respeito das coisas que estavam por vir pelo Espírito Santo (João 16:13
quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si
mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir).
3. Estudiosos num aspecto em geral como cada escritor do N.T e a Igreja primitiva
entenderam as palavras de Jesus. Se eles estavam errados sobre algo tão importante, como podemos
confiar neles para ter transmitido outros aspectos da fé com precisão, como os requisitos para a
salvação?

4. No inspirado escrito do N.T, escrito vinte ou anos mais tarde, guiados pelo Espírito Santo
e as expectativas de atendimento (João 16:13). Eles intensificaram a sua linguagem como o "tempo
determinado do fim" (Daniel 8:19, e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último
tempo da ira, porque esta visão se refere ao tempo determinado do fim.) (Hebreus 2:3, como
escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada
inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram ;) que estavam bem
próximo! O Senhor Jesus determinou o tempo exato para quem seria "esta geração" (Mateus 24:34.
Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça ), Pedro não foi
diferente, pois declarou: O fim de todas as coisas está próximo . (1 Pedro. 4:7b). Já “é" tempo que
comece o julgamento pela casa de Deus... (I Pedro 4: 17a), e João também enfatiza já vivendo o
tempo!" este é a última hora. . .. esta é a última hora "(1 Jo. 2:18a).

5. O Cumprimento parcial (Preterismo parcial) não é satisfatória, não tem como funcionar.
O Preterismo parcial não passa no teste de um verdadeiro profeta (Deuteronômio 18:18-22.
Suscitar-lhes-ei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas
palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. De todo aquele que não ouvir as minhas
palavras, que ele falar em meu nome, disso lhe pedirei contas. Porém o profeta que presumir de
falar alguma palavra em meu nome, que eu lhe não mandei falar, ou o que falar em nome de outros
deuses, esse profeta será morto. Se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o
Senhor não falou? Sabe que, quando esse profeta falar em nome do Senhor, e a palavra dele se não
cumprir, nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o Senhor não disse; com soberba, a falou
o tal profeta; não tenhas temor dele ). Mais uma vez, o Senhor Jesus deixou claro que o tempo
restrito a todas as suas previsões do fim dos tempos ocorreria dentro do prazo do século 1.

6. Deus é fiel (2 Pedro 3:9. Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam
demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão
que todos cheguem ao arrependimento.) e "não é um homem para que minta" (Números 23:19a).
Fidelidade significa não só fazer o que foi prometido, mas também fazê-lo quando ele foi
prometido.

7. As expectativas de atendimento das profecias no primeira do século foram corretas e tudo


o que deveria acontecer aconteceu, no tempo sem lacunas, sem truques, sem interrupções, sem
adiamentos, sem atrasos, sem ginástica exegéticas, e não alterando o significado das palavras
utilizadas e normalmente entendida. Tais dispositivos de manipulação ter dado apenas aos liberais e
céticos um ponto de apoio para desacreditar de Cristo e a infalibilidade das Escrituras.

8. O que precisa de ajuste é o nosso entendimento tanto do tempo e da natureza como da


realização, e não a manipulação do tempo entendimento pelo popular futurismo.

9. O reino de Deus é o ensinamento central de nosso Senhor Jesus Cristo, é uma realidade
realizada a qual vivenciamos no presente, e deve voltar a ser o ensinamento central de sua Igreja.

10. Nós fomos culpados de proclamar uma meia-verdade escatológica durante anos!
Devemos nos arrepender e sinceramente (Judas 1: 3c, batalhar pela fé que uma vez por todas foi
entregue aos santos). Se o cristianismo tem sido tão eficaz como tem proclamando que Jesus Cristo,
o Messias, veio, morreu por nossos pecados, ressuscitou a partir da mortos, e ascendeu ao céu "no
momento certo" (Romanos 5:6. Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo
pelos ímpios; Daniel 9:24-27. Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua
santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade,
para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe e
entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao
Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas
em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e
o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e
até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma
semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das
abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele ),
quanto mais eficaz que poderá ser, se começarmos a pregar, ensinar e praticar toda a verdade, ou
seja, , uma fé em que tudo o resto também aconteceu "na hora certa", exatamente como e quando o
Senhor Jesus disse que aconteceria e cada escrito registrado no N.T como esperado (João 16:13,
quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si
mesmo, mas dirá tudo). Ousamos continuar a se contentar com menos?

Certamente, hoje, as palavras de Martinho Lutero, enquanto ele estava na defesa perante a
Dieta de Worms, em 1521, ainda são aplicáveis e atraentes para uma nova reforma na igreja para
hoje: Portanto, a menos que eu seja convencido pelo testemunho das Escrituras ou pelo mais claro
raciocínio; a menos que eu seja persuadido por meio das passagens que citei; a menos que assim
submetam minha consciência pela Palavra de Deus, não posso retratar-me e não me retratarei, pois
é perigoso a um cristão falar contra a consciência. Aqui permaneço, não posso fazer outra coisa;
Deus queira ajudar-me. Amém.

Com base na famosa "95 Teses" de Martinho Lutero que foram afixadas na porta da Igreja
do Castelo de Wittenberg, Alemanha, em 31 de outubro de 1517. Documento de Lutero capacitando
e impulsionou a igreja a Reforma Protestante.

SOBRE O QUE OS CREDOS?

Eu tenho muito a dizer sobre os credos, tanto em princípio e através da minha experiência
em igrejas que possuem os credos históricos. Isso aconteceu porque muitos sinceros crentes da
Bíblia, quando aprendem um pouco sobre a visão Preterista da escatologia consumada e tornar-se
fascinado, invariavelmente a pergunta vem: "Mas o que dizer dos credos?" Quando eles descobrem
que existem algumas diferenças básicas entre o que as Escrituras ensinam e o que os Credos
históricos cristão ensinam, eles imediatamente afastar-se da Escritura e seus ensinamentos simples
em favor da opinião defendida pelos credos e Padres da Igreja. Creio que isso aconteça em vários
círculos denominacionais, envolvendo tanto os pastores como os leigos.

(Deixe-me dizer claramente que eu não sou "antecedo" - Eu ensinei o Credo dos Apóstolos,
o Catecismo Menor de Westminster e do Catecismo de Heidelberg para todos os meus filhos,
ensinei também a uma classe de escola adulta aos domingos no início dos anos 80)

Agora eu quero citar dois exemplos pessoais de como os credos são frequentemente
utilizados: Em 1984, quando eu servia como presbítero regente em uma denominação Presbiteriana
bastante grande e conservadora, e novamente em 1997, quando eu era um membro em boa posição
em uma denominação muito pequena Reformada, a minha opinião sobre escatologia veio sob o
escrutínio intenso por parte dos pastores e presbíteros. Em ambos os casos, a questão foi levantada
sobre o conflito da visão Bíblica do Preterismo completo com as confissões históricas reformadas,
em particular a Confissão de Westminster, bem como os credos antigos, como o Credo dos
Apóstolos, o Credo de Atanásio, de Nicéia, etc.

No encontro de 1984, já que a maioria dos anciãos de minha igreja nunca tinha estudado
escatologia em grande extensão, vários professores de seminários reformados foram chamados para
responder as anotações que eu tinha feito para expor tudo àquilo que eu acredito que as Escrituras
ensinam. Eu forneci uma cópia da parousia de Cristo escrita por James Stuart Russell para cada um
dos professores. Dois desses professores buscou refuta a definição da palavra "geração" (gr. genea)
em (Mateus 24:34. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça .)
no sentido de dizer que o texto se trata de "raça". Lembrei-lhes que a mesma palavra grega é usada
28 vezes nos outros Evangelhos sinópticos onde indiscutivelmente significa as pessoas que vivem
no mesmo tempo, não sucessivas gerações de judeus que vivem ao longo da história. (Outro
professor estava de acordo comigo sobre esse ponto.) Um terceiro professor sustentou que a
promessa feita por Jesus em (Mateus 26:64. Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos
declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo
sobre as nuvens do céu.) era para ser entendida em termos de um cumprimento futuro a alguém
"pactualmente relacionado" com o sumo sacerdote Caifás. Este professor aparentemente perdido de
vista o fato de que Jesus estava falando diretamente para Caifás, mesmo com a frase "você vai ver a
seguir o Filho do Homem sentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu." (NVI)
Algum tempo mais tarde este mesmo professor sugeriu que o meu entendimento das Escrituras
tinha sido "obscurecido" pela morte da minha esposa, não muito tempo antes, e que eu
provavelmente em breve estaria começando um novo estudo, que ensinasse a visão do Preterismo
completo. Meu próprio pastor sugeriu; “Walt acreditava que ele tinha encontrado uma falha dos
Padrões de Westminster," e seguiu-se com o comentário de que "essa coisa toda que define o
preterismo é simplesmente incrível que se podia acreditar.” Enquanto as Sagradas Escrituras foram
certamente estudadas neste encontro, ficou claro que violar a confissão era a questão principal neste
chamado "julgamento herético." Neste instante, eu estava sendo convidado a deixar o meu erro
teológico, e ficar com o trabalho da igreja. Infelizmente, sob extrema pressão dos anciãos, pastores
e professores de seminário, eu temporariamente deixei a visão Preterista completo, optando por uma
visão Preterista modificada, assinaram uma declaração que eu concordei com a Confissão de Fé de
Westminster e seu entendimento futurista do Segundo Advento, etc. Por que essa retratação me
incomodou tanto? Simplesmente porque eu não poderia viver comigo mesmo a inconsistências do
preterismo parcial, (é impossível conciliar o preterismo parcial com o desfecho escatológico das
escrituras). Então Não demorou muito tempo e voltei à visão do preterismo completo que eu estava
fortemente familiarizado.

Se você alguma vez passar por uma situação semelhante a essa, sendo pressionado a se
retratar na visão do preterismo completo por causa dos credos, NÃO FAÇA! NÃO FAÇAM ISSO!

A outra vez aconteceu em 1997, quando eu era membro de uma igreja de uma denominação
reformada, as investigações que apontavam a visões escatológicas cumpridas assumiram um
desfecho bastante diferente de forma que muito me surpreendeu. Em vez das Escrituras sendo o
principal ponto focal nesta discussão, foram os Credos da Igreja e os escritos dos Padres da Igreja
que tomaram foco na discussão! Meu pastor afirmou claramente a sua posição, (citação) "Quando o
Credo é desafiado, você está tentando mudar o próprio fundamento de gerações outrora construído."
(Fecha aspas) Ele acusou que eu estava tentando reinventar o cristianismo! Tanto os anciãos e os
pastores associados da convenção acreditavam que os primeiros credos emanavam da "tradição
oral" e só muito mais tarde foram os escritos apostólicos individuais reunidos para formar o que
temos hoje, ou seja, o Canon das Escrituras, que se tornou a nossa Bíblia. De acordo com este ponto
de vista, os livros da Bíblia que foram inspirados pelo Espírito Santo eram dependentes dos
primeiros Padres; lembrando que foi a “tradição oral” que o consistiu. O pastor me avisou (aspas)
“Não acho que a Igreja” primitiva estudou a Bíblia e veio com a fé do credo, mas sim que eles
usaram essa fé comum em reconstituir a Bíblia juntos Se um livro não foi suficientemente citado
pelos Padres da Igreja, que não foi incluído no Cânon “(fecha aspas) e com isso ele teria tentado me
passar que não poderia haver diferença significativa entre os ensinamentos da Bíblia e os credos,
uma vez que ambos foram apoiadas pela a antiga tradição oral”. Os primeiros credos, ou seja, o
Credo dos Apóstolos, o Credo de Atanásio, o Credo Niceno foi elevado a uma eclesiástica estatura
plena. O pastor também afirmou: (aspas) "A Igreja tem trazido até nós o que eles acreditavam ser a
Palavra de Deus e que eles acreditavam ser a interpretação definitiva de que a Palavra em seus
fundamentos recebeu diretamente dos Apóstolos." (Fecha aspas) Esta visão sobre como chegamos
tanto a nossa Bíblia e os credos, eu descobri, foi retirado da Ortodoxia Oriental e do ensino católico
romano, permitindo que ambos os pastores a fazer a declaração de que era (aspas) "a Igreja que nos
deu a Bíblia." (fecha aspas)

Manifestamente, se isso é verdade, então se torna claro que a autoridade da Igreja transcende
a Palavra inspirada e infalível de Deus. Protestantes de todo tempo sempre alegou que era o próprio
Deus que deu à Igreja a Bíblia, como "homens santos de Deus falaram movidos pelo Espírito
Santo." (I Pedro. 1:21 que, por meio dele, tendes fé em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos
e lhe deu glória, de sorte que a vossa fé e esperança estejam em Deus.)

Em seguida, uma reunião em minha casa foi chamada para analisar melhor estas questões.
Como a investigação que começou em 1997. Era noite, o pastor anunciou que a discussão seria
limitada aos credos e Padres da Igreja. Ele descartou quaisquer referências às Sagradas Escrituras
durante a reunião. Eu não podia acreditar no que estava ouvindo! Eu tinha vindo para a reunião
preparado para exegese das passagens iminente que apoiara a visão do preterismo completo, eu
estava sendo negado a um apelo aos escritos inspirados, a Bíblia. Foram os Credos e as Confissões,
que seriam utilizados para determinar se as minhas opiniões eram ortodoxas ou não. Com a
consideração das Escrituras proibidas, não havia dúvida de que direção à investigação levaria!

Tomando sugestão de outros pastores de nossa sede denominacional, o pastor pediu que eu
respondesse com um simples "Sim ou Não" a cinco questões básicas escatológicas. Imediatamente
eu suspeitava uma armadilha! Recusei-me a responder de maneira simplista. A temperatura
começou a subir, rapidamente os ânimos começaram a dominar o debate! Logo depois, a reunião
terminou. Mas isso não foi o fim, apenas um meio! Quatro dias depois, o pastor de uma igreja
Congregacional, anunciou que ele e sua família começaram a frequentar uma Igreja Grega Ortodoxa
local no domingo seguinte. Nossa congregação ficou de queixo caído! Ele mais tarde se tornou
conhecido entre os Preteristas completo no qual o levou a reexaminar o cristianismo a partir das
raízes para cima. Ele disse que a minha visão do Preterismo pleno não o levou a transformar a
Ortodoxia.

O pastor havia me dito que eu não estava autorizado a interpretar as Escrituras de uma
maneira diferente do que foi ensinado no início dos credos. Portanto, não resta dúvida quanto à
autoridade dos credos tomou a posição mais elevada em qualquer que seja a discursão teológica e
escatológica. De repente eu me vi sendo um membro de uma igreja que colocou os credos acima da
Bíblia, a Palavra inspirada de Deus. Embora ambos os homens tentaram negar isso, ficou claro e
evidente. Não muito tempo depois, decidir sair dessa pequena igreja reformada.
Por que eu entro em todos esses detalhes? Simplesmente isto; Acredito sinceramente que em muitos
círculos protestantes de hoje, os Credos e Confissões têm vindo a ser elevado a uma posição onde
eles estão acima das Sagradas Escrituras em autoridade prática não se preocupam com a exegese
das Escrituras basta ir à Confissão ou o Credo.

Como disse Philip Schaff, (citação) “No sistema protestante, a autoridade de (credos), a
partir de todas as composições humanas, é relativa e limitada”. Ela não é coordenada com, mas
sempre subordinada a Bíblia, como a única e infalível regra da fé e prática cristã. O valor dos credos
depende da medida de seu acordo com as Escrituras. Na melhor das hipóteses, um credo humano é
apenas uma exposição aproximada e relativamente correta da verdade revelada, e pode ser
melhorado com o progressivo conhecimento da Igreja, enquanto a Bíblia permanece perfeita e
infalível A Bíblia é a palavra de Deus. Confissão é a resposta do homem à Palavra de Deus A Bíblia
tem, portanto, uma divina e absoluta (autoridade), a Confissão apenas uma autoridade eclesiástica e
relativa.

Philip Schaff, The credos da cristandade, publicado pela Baker Book House

Podemos acrescentar um caloroso "Amém" a estas declarações de Philip Schaff.

O atual editor da Agenda Credenda, Douglas Wilson, nos mostra o que pode acontecer
quando as "exaltadas" tradições humanas tem um lugar de supremacia na igreja. (Citações) "As
tradições dos homens são francamente aclamadas como as exigências de Deus. Isto pode ser
realizado com consistência doutrinária, como os católicos fazem são por tanto inconsistentes, a
igreja tem autoridade para apontar para a Palavra de Deus como a Palavra de Deus. Mas não tem
autoridade para mentir e elevar a palavras e conclusões de um homem para a mesma posição”.

Wilson continua a afirmar a posição bíblica na relação entre a Escritura e a tradição.


(Citações) "A doutrina da Sola Scriptura não significa que a Escritura é a única autoridade religiosa
na vida dos cristãos. Antes, Sola Scriptura significa que a Escritura apresenta duas características
que definem o seu lugar único na regra da igreja. A Bíblia, e só a Bíblia, é a autoridade máxima no
ensino da Igreja, é da Bíblia, e somente a Bíblia, é a única autoridade infalível no ensino e na
prática da igreja Estes dois elementos -. Utilidade e inerência - são exclusivos para a Escritura”.

Wilson conclui que (abre aspas) "uma autoridade falível não está definida como aquele que
está errado o tempo todo. Isso é uma coisa boa, como se vê, pois é o magistério falível da Igreja
histórica, que nos apontou para o cânone da Escritura... Assim como João Batista, um homem
pecador apontou para Cristo, o pecado, por isso a Igreja, uma autoridade falível, tem precisão ao
apontar a infalíveis letras. A única tradição que dá a esse lugar de honra ao Sola Scriptura é a da fé
histórica protestante”. (Fecha aspas) -Douglas Wilson, Credenda Agenda, vol. 8, No. 5.

PRETERISMO PARCIAL - SOFRENDO DE UM CASO DE SELETIVA NÃO-


CONFORMIDADE

Confissão de Fé de Westminster

Capítulo XXXI de sínodos e Conselhos III.


Todos os sínodos e concílios, desde os tempos dos apóstolos, quer gerais quer particulares,
podem errar, e muitos têm errado. Portanto, eles não devem ser feitos a regra de fé ou prática, mas
para ser usado como uma ajuda em ambos. (E)

Philip Schaff, Os credos da cristandade do século, 19: "No sistema protestante, a autoridade
de símbolos, como de todas as composições são humanas e relativamente limitadas. Elas não são
coordenadas com, mas sempre subordinadas a Bíblia, como única regra infalível de fé e prática
cristã. O valor dos credos depende da medida de seu acordo com as Escrituras. Na melhor das
hipóteses, um credo humano é apenas uma exposição aproximada e relativamente correta da
verdade revelada, e pode ser melhorada pelo conhecimento progressivo da Igreja, enquanto a Bíblia
permanece perfeita e infalível. A Bíblia é a palavra de Deus; Confissão é a resposta do homem à
Palavra de Deus. A Bíblia tem, portanto, uma divina e absoluta (autoridade) a Confissão tem apenas
uma autoridade eclesiástica e relativa a qualquer visão superior da autoridade dos símbolos é um
protestante essencial". (Vol. I, p.7)

Dr. Louis Berkof, Teologia Sistemática, 1939:"A Reforma adotou o que a Igreja primitiva
ensinou respeitando o retorno de Cristo, a ressurreição, o juízo final e a vida eterna ... Dificilmente
se pode dizer que as Igrejas da Reforma fizeram muito para o desenvolvimento da escatologia".
(P.663).

Parece que algumas pessoas da fé Reformada e do preterismo parcial estão sofrendo de um


caso de seletiva não-conformidade. Porque suas interpretações de passagens bíblicas particulares
agora contradizem a Confissão de Fé de Westminster, eles sentem que estão autorizados a tomar
exceção e ainda ser considerados “historicamente ortodoxos”. Seu preterismo parcial, levou-os para
uma posição que não é mais de acordo com a CFW e / ou os credos. Agora é aceitável para escolher
porções que tenham considerados na necessidade de correção. Todo o tempo, condenando aqueles
de uma opinião diferente. O que é considerado herético é agora determinado arbitrariamente. O
CFW erra onde eles decidiram.

(Nota: As citações utilizadas neste artigo, ou seja, Gentry Ken e RC Sproul, são para definir
o preterismo parcial, não estão servindo para credenciar Dr. Gentry ou Sproul Dr. com aqueles que
estão condenando irmãos e irmãs da fé)

Gentry Ken, em seu quarto ponto de Uma Breve Análise Teológica do hiperpreterismo,
afirmou que "tem passagens que especificamente delimitando o prazo por indicadores temporais
(tais como" esta geração "," pouco "," à mão ", "próximo", e termos semelhantes) devem ser
aplicados a 70 d.C.

CFW Capítulo XXXIII do juízo final III. Como Cristo nos faria ser certamente convencido
de que haverá um dia de julgamento, tanto para deter todos os homens do pecado e para a maior
consolação dos justos nas suas adversidades: (f), de modo que ele vai ter esse dia desconhecido para
os homens, para que possam livrar-se de toda confiança carnal, e estar sempre atento, porque não
sei a que hora o Senhor virá, e pode sempre estar preparados para dizer: Vem Senhor Jesus, vem
depressa, Amém (g).

A CFW fornece textos de prova bíblica para a sua posição doutrinária. Sob a seção "g" os
versos de apoio Apocalipse 22:20 está listado: "Aquele que dá testemunho destas coisas diz:
Certamente, venho sem demora."
A CFW atribui este versículo como prova para um futuro ainda para nós da vinda de Cristo.
Se este versículo não está se referindo a 70 d.C. e a interpretação Preterista está errado, então Cristo
certamente induziu em erro aqueles a quem esta carta foi originalmente dirigida. Dr. Gentry diz que
"esta geração" e "brevemente" deve ser aplicado a 70 d.C. Não é então digno de aceitação para
todos que Cristo "brevemente" vindo se refira a sua geração? Então para Cristo não se passar por
um enganador, é preciso que o tempo do cumprimento "brevemente" assuma o seu significado
natural. Logo, (Apocalipse 22:20 Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho
sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!) deve ser posta no ano 70 d.C.

Dr. Gentry concorda com Sproul neste momento. Apocalipse 22:20 refere-se a vinda de
Cristo, em 70 d.C. Deveria ser óbvio que os autores tinham apenas um "tipo de vinda" em mente
quando formularam a CFW. E eles interpretaram que vem como ainda no futuro para si mesmo. Dr.
Gentry, Dr. Sproul e outros reformados preteristas parciais são forçados a estar em desacordo com a
CFW neste momento. Mas não termina aí. Em "f" do Capítulo XXXIII da CFW (Lucas 21:27,28
Então, se verá o Filho do Homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, ao
começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se
aproxima) é tido também como um texto de prova ainda no futuro para nós da Segunda Vinda de
Cristo. “Então eles verão o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória. Ora,
quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a
vossa redenção está próxima."

Lucas 21:25-32 não é a passagem paralela de Mateus 24:29-34 que Gentry Dr. atribui a 70
d.C? (1999 Conferência Ligonier, "A Grande Tribulação") Lucas 21:27-28 está no coração deste
texto. "E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade,
o mar e as ondas rugindo; coração dos homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que
estão vindo sobre a terra, para os poderes dos céus serão abalados. (27) Então eles verão o Filho do
homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória. (28) Ora, quando estas coisas começarem a
acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima então
ele falou-lhes uma parábola: ". Olhe para a figueira, e para todas as árvores. Quando eles já estão
brotando, você ver e saber por si mesmos que o verão está próximo. Assim também vós, quando
virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está próximo. Em verdade vos digo que,
esta geração não passará até que todas as coisas ocorram. " A mesma vinda do Filho do Homem que
a CFW postula em nosso futuro, o Preterista parcial diz já está cumprido. Então, ou a CFW é um
erro, ou o Preterista parcial. CFW Catecismo maior Pergunta 56. - Como é que Cristo será exaltado
em Sua vinda para julgar o mundo? Resposta: Cristo deve ser exaltado na sua vinda para julgar o
mundo, em que Ele, que foi injustamente julgado e condenado pelos homens maus, virá novamente
no último dia em grande poder, e em plena manifestação de sua própria glória, e glória de Seu Pai,
com os Seus santos anjos, e com um alarido, e com voz de arcanjo, e ressoada à trombeta de Deus,
para julgar o mundo com justiça. Mateus 24:30 é usado como um texto de prova para esta Resposta:
"Então, o sinal do Filho do Homem aparecerá no céu, e então todas as tribos da terra se lamentarão
e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória."
Preterismo parcial diz que Mateus 24:30 foi cumprida em 70 d.C. No entanto temo um outro
desacordo.

CFW Capítulo XXXIII Do Juízo Final II. No final de Deus, determinando esse dia é para a
manifestação da glória de sua misericórdia, na salvação eterna dos eleitos, e de sua justiça, na
condenação dos réprobos, que são perversos e desobedientes. Pois então o justo para a vida eterna, e
receberão a plenitude de alegria e refrescia, que deve vir da presença do Senhor, Deus, mas os
ímpios que não sabe, e não obedecem ao evangelho de Jesus Cristo, serão lançados tormentos
eternos, e punição com a destruição eterna da presença do Senhor, e da glória do seu poder. (E)
Sob os versos de prova previstas nesta seção, Mateus 25:31-46 encabeça a lista.
"Quando o Filho do Homem vier na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono
da Sua glória. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará uns dos outros, como o
pastor separa as ovelhas dos cabritos. e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda.
Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: 'Vinde benditos de Meu Pai, recebei em herança o
reino preparado para vós desde a fundação do mundo. "Mateus 25:31-34. Compare: "Então, o sinal
do Filho do Homem aparecerá no céu, e então todas as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho
do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos
com um grande som de uma trombeta, e eles reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma
extremidade do céu para o outro. "Mateus 24:30-31. RC Sproul diz que Mateus 16:27-28 não se
realizou em 70 d.C (1999 Conferência Ligonier, "Loucura últimos dias."), O mesmo vindo em
poder e glória, com os seus anjos e seu reino, como diz Mateus 25:31 -46 e Mateus 24:30? "Porque
o Filho do Homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um
segundo as suas obras. Verdade vos digo que, há alguns aqui que não provarão a morte até que
vejam o Filho do Homem no seu reino ". Mateus 16:27-28. Caros leitores; O Cristianismo ortodoxo
histórico sempre ensinou uma vinda do Filho do Homem. Quando os reformadores montaram o
CFW, eles interpretaram duas vindas diferentes; Mateus 24:30 em 70 d.C e Mateus 25:31-46 ainda
no futuro? Não! Os reformadores não “dividiram" o Sermão do Monte, como fazem a maioria
preteristas parciais. Eles ensinaram que o futuro para os escritores do Novo Testamento ainda
"chegando", não tinha ocorrido! De acordo com a CFW e os credos, a vinda do Filho do Homem
com poder e glória, com os seus anjos, e em Seu Reino, sempre foi uma vinda, não duas! De A
Parusia, o Dr. James Stuart Russell, 1878: Na chamada "divisão" do discurso de nosso Senhor.
Mateus 24: 35- 36 "O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. Mas daquele dia
e hora ninguém conhece, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai."
"Embora nosso Senhor definisse os limites do tempo em que a consumação previa que aconteceria
ainda certa quantidade de indefinição continua respeitando o momento de sua chegada. Ele não
especifica a data exata, a hora", ou no dia. "ou mesmo o mês ou o ano Isto não significa que toda a
questão do tempo é deixada inquieta: refere-se apenas à data precisa A consumação era pra cair
dentro do prazo da geração existente, mas a hora em particular quando, a sentença de condenação
deve soar, não foi revelado ao homem, nem anjo, nem (o que é mais estranho ainda) para o próprio
Filho do Homem. Ele foi o segredo que o pai mantinha 'em seu próprio poder. " Houve, sem dúvida,
razões suficientes para esta reserva Para Ele não ter dito especificado "o dia e a hora. No sétimo
ano, e trinta anos, no sexto mês, e ao oitavo dia do mês, a cidade será tomada e o templo queimado
no fogo "- não só teria sido inconsistente com a maneira de profecia, mas teria levado um dos mais
fortes incentivos para constante vigilância e oração -. a incerteza do tempo preciso" (Pp.89-90)
"Não há introdução de um novo tópico com o versículo quadragésimo terceiro do capítulo vinte e
quatro de São Mateus. Nenhuma transição para outra catástrofe, ou outra diferente vinda daqueles
de que Ele tinha todos falando junto sido Não há hiato, sem intervalo, na continuidade do discurso;
nenhuma indicação de passar longe do grande evento que absortos os pensamentos dos discípulos
para o outro no futuro distante Parece incrível que qualquer juízo crítico deve selecionar Mateus 24:
43.. como o início de um novo sujeito do discurso. Há não é transição, mas a continuação, no ver.
43. Nada pode ser mais consecutivo e concatenada. "Vigiai, pois, diz o Senhor aos seus discípulos
em ver. 42," por que não sabeis o dia ou que hora virá o vosso Senhor. " "Por isso, ficai também vós
apercebidos", Ele diz no verso 44., "porque à hora em que não cuidais, o Filho do homem vem. "A
sugestão de que um novo tópico, com referência a um evento totalmente diferente, em uma época
muito distante do tempo, introduzido aqui, é totalmente arbitrária e sem fundamento." (pp.96-97).
Dr. Russell em Mateus 25:31-46, as ovelhas e os cabritos. E a harmonia forjada com Mateus
24:30 e Mateus 16:27-28. "Essa vinda do Filho do homem" já foi previsto por nosso Senhor
(Mateus 24: 30 e passagens paralelas), e o tempo expressamente definido, sendo incluído na
declaração completa, "Em verdade vos digo, esta geração não passará, até que todas estas coisas
aconteçam "(Mt 24: 34).

"É digno de nota em particular que a descrição da" vinda do Filho do homem na sua glória
'dada nesta parábola coincide em todos os pontos com a de Mat. 26, 27, 28, de que é expressamente
afirmado que seria testemunhado por alguns então presentes quando a previsão foi feita. “(P.103).

Dr. Milton Terry, apocalípticos bíblicos, 1898 "O ponto enfático, no discurso escatológico
de Jesus, é que todas as coisas contempladas no simbolismo apocalíptico empregada para descrever
a sua vinda e reinado iria seguir" imediatamente após a tribulação daqueles dias "(Mt 24:29). Isso é,
a vinda do reino do Filho do Homem é coincidente com a derrubada do judaísmo e do seu templo, e
segue imediatamente naqueles dias, o próprio reino é para durar séculos dos séculos. Ele aumenta
como a pedra corta a montanha, que se 'tornou-se um grande monte e encheu toda a terra. " ... Não é
difícil ver que, quando se tem já estabelecido em sua mente que o reino de Cristo não é ainda para
vir, que a "Parousia" é um evento ainda futuro, e que "o fim do mundo" não é o fim do mundo pré-
messiânica, mas "o fim do mundo", tal peso de dogma efetivamente o obriga a anular o simples
significado de palavras tão enfático quanto Jesus jamais falou. " (Pp.238-245) Vejam; A acusação
de heresia é feita simplesmente porque você não tem a mesma pressuposição de que seu acusador
tem. Mesmo os credos que são utilizados para classificar a "ortodoxia" de outro crente, eles
próprios negam pontos de sua própria escolha! Agora é certo não se conformar com os credos ou a
CFW? É certo eu me conformar com uma cousa que eles mesmo não respeitam? Observem nisso
tudo que a visão do Preterismo parcial é retratar uma ilusão de ortodoxia. Eles aplicam o título de
"Preterista ortodoxo" para si mesmos. Ortodoxa com o que? Os credos ou confissões? História? Se
os credos e confissões determinar a ortodoxia, então o preterismo parcial é bem fora do que é o
cristianismo histórico. Mostre-me um, apenas um credo, confissão ou testamento que ensine duas
novas vindas de Cristo! Preterismo parcial afirma estar em conformidade com o “cristianismo
ortodoxo histórico," porém não está. Talvez, se eles disserem isso várias vezes vão torná-la
verdadeira. E é o que está acontecendo.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


MOEDA CUNHADA COM A IMAGEM DE DONAL TRUMP E A CONTRUÇÃO DO 3º
TEMPLO.

Em gratidão ao presidente dos EUA, Donald Trump, por reconhecer Jerusalém como a
capital de Jerusalém, o nascente sanedrín e o Centro Educacional Mikdash (Templo) estão
cunhando uma réplica do meia-siclo prateado, obrigado biblicamente a ser doado por todo homem
judeu ao Templo.

O rabino Hillel Weiss, presidente da Associação Mikdash & Tsion que inicia as
reconstituições do Templo e representa todos os movimentos do Templo, explicou que a motivação
inicial para colocar a imagem do presidente dos EUA sobre a moeda foi em agradecimento pelo
apoio de Israel.

"A gratidão é um traço importante e sagrado", disse o rabino Weiss, que também é o porta-
voz do nascente sanedrín, a Breaking Israel News. "Ele fez um grande e histórico ato de que o povo
judeu é grato".

Uma imagem do presidente Trump será gravada ao lado de uma imagem do antigo rei persa
Ciro, que facilitou a construção do Segundo Templo que acabou com o exílio babilônico em 538
AEC.

Uma inscrição que comemora Lord Arthur Balfour, o Ministro das Relações Exteriores
britânico que emitiu o que foi apelidado de "Declaração de Balfour" que pediu o estabelecimento de
uma pátria judaica no que era o mandato britânico da Palestina, também aparecerá na face da
moeda. O reverso da moeda será gravado com uma imagem do Templo.

O rabino Weiss enfatizou que os objetivos de Trump só se concretizarão se estiverem


voltados para a reconstrução do Templo judaico.

"Cyrus e Balfour, os não-judeus que desempenharam um papel extremamente importante na


história judaica ficaram curtos e seu sucesso político sofreu como resultado", disse o rabino Weiss.

"A agenda política de Trump só pode ser bem sucedida se for focada na construção do Terceiro
Templo no lugar que Deus escolheu: o Monte do Templo. Ele não deve avançar qualquer solução
de dois estados ou isso levará à sua queda ".

O rabino Weiss observou que Ciro finalmente deu atenção às facções em seu império que se
opunham ao povo judeu e sua dinastia sofria. Do mesmo modo, o rabino Weiss também apontou
que a carreira política de Lord Balfour, uma das mais longas da história britânica, acabou com o
fracasso com ele renunciando ao governo. Balfour havia renegado parcialmente da Declaração de
Balfour na conferência de San Remo em 1920, quando a área no mandato da Palestina, que estava a
leste do rio Jordão, foi levada da terra para ser designada para uma casa nacional judaica.

"O presidente Trump não pode permitir que os árabes acreditem que a metade de Jerusalém,
e muito menos o Monte do Templo, vai cair para eles", disse o rabino Weiss. "Esta moeda deve
servir como um sinal de nossa gratidão, bem como uma lembrança do que ainda precisa ser feito.
Qualquer um que possui essa moeda está mostrando que ele concorda com ambos os aspectos: a
gratidão pelo que Trump fez e o aviso cauteloso de que Jerusalém é o lugar do Templo judaico ".

Mordechai Persoff, que estabeleceu o Centro Educacional Mikdash, que educa os judeus
sobre o Templo através da educação formal e experiencial, disse que a imagem do Trump é
apropriada à luz de seu exemplo poderoso como um não-judeu que assumiu um papel na geula
(redenção) e a construção do Templo.

Esta moeda mostra que o presidente Trump é uma parte positiva do processo do Templo,
lembrando-nos do que os judeus precisam fazer".

A moeda conterá pelo menos 9,5 gramas de prata pura como exigido pela lei judaica, mas o
rabino Weiss enfatizou que a moeda em si não se destina a cumprir o mandamento bíblico. Como
resultado, não é oficialmente santificado e designado para uso no Templo.

Os rendimentos da venda da moeda serão utilizados nas reconstruções dos serviços do


Templo, bem como em outros empreendimentos educacionais e práticos que ajudem a preparar o
Terceiro Templo. Caso seja necessário, o produto será usado para a construção real do Templo.

A moeda pode ser pré-encomendado no Mikdash Centro de Educação.

Com essa iniciativa por parte do governo de Israel e responsáveis pela construção do terceiro
Templo, fica evidente que as questões dessa construção não têm nada a ver com questões proféticas
ou Escatológicas. O que ocorre em Jerusalém sobre essa questão do Templo é de cunho político,
onde os Judeus com a união dos Estados Unidos possam varrer os Árabes de Jerusalém e acabar
com a fé Muçulmana do mundo para fazer o Judaísmo a Única Religião Mundial.

A Construção do 3º Templo seria um Marco na Economia de Israel com o turismo e em


troca os Estados Unidos se beneficiaria do poder Bélico e Tecnológico de Israel para um possível
ataque futura a China e a Russia no Futuro.

A Prostituta Israel continua a abrir as pernas para quem paga mais e melhor! Foi assim com
o Império Romano e não está sendo diferente com o EUA.

Nos dias de Jesus, o "denário" era a Moeda Romana que foi venerada pelos Judeus de tal
forma que a associavam a os filactérios que eles usavam no braço e na testa.

Os cambistas mercadejavam as ofertas do templo para se tornarem ricos por meio desa
moeda, porém era por meio dela que eles poderiam comprar e vender "E fez que a todos, pequenos
e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na
fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome
da besta, ou o número do seu nome." (Apoc.13:16-17).

Nessa moeda tinha uma esfinge que dizia: "Cesar é o Senhor". Com isso os Judeus
insultavam a Deus por reconhecer que era uma traição e um abominação a Aliança existente entre
Deus e os Judeus.

A alta valorização da moeda fazia com que os judeus não só idolatrassem o imperador
Romano, mais também o incitavam a enriquecer. Flavio Josefo conta que o lucro obtido pelos
cambistas do templo era imenso. Eles cobravam mais do que era justo, aproveitando assim a
ignorância do povo. O Problema não era fazer uso da moeda corrente do império romano, mais de
deixar-se ser dominado e obcecado para possuí-la. Os Judeus com isso preferiam dedicar-se ao
lucro por parte da moeda e abrir mão de sua posição como nação escolhida de Deus.

Quem desconhece a história arredam pelo caminho das especulações sem fim das questões
escatológicas e uma dessas especulações se diz respeito a construção do terceiro templo como uma
prescrição profética Bíblica a ser cumprida. Logo, a construção do terceiro templo é sem dúvida
uma questão puramente política que envolve a fé para uma melhor aceitação dos incautos
religiosos.

A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS NO ÚLTIMO DIA.

Os preteristas completos estão persuadidos de que a chamada Ressurreição dos mortos


ocorreu no passado, quando o hades, a morada temporária dos mortos, foi abolida. Foi quando
aqueles que residiam no hades foram para o seu destino eterno - os fiéis foram para o céu, os
condenados para o lago de fogo (entendido como castigo consciente eterno ou aniquilação). Embora
isso pareça estranho para os futuristas que nunca o estudaram cuidadosamente, há fortes provas
bíblicas de que isso aconteceu em 70 d.C Vamos começar com o Antigo Testamento. A passagem
mais importante da ressurreição é Daniel 12, que afirma: “E naquele tempo se levantará Miguel, o
grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual
nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo,
todo aquele que for achado escrito no livro. E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão,
uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. ...e quando tiverem acabado de
espalhar o poder do povo santo, todas estas coisas serão cumpridas. Eu, pois, ouvi, mas não entendi;
por isso eu disse: Senhor meu, qual será o fim destas coisas? E ele disse: Vai, Daniel, porque estas
palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim. ...o tempo em que o sacrifício contínuo for
tirado, Tu, porém, vai até ao fim; porque descansarás, e te levantarás na tua herança, no fim dos
dias”. Daniel 12: 1-2,7b-9,11a-13.

Existem inúmeros indicadores de que isso aconteceu em 70 d.C Por exemplo, aconteceria
quando o sacrifício contínuo fosse tirado! Quer dizer os sacrifícios pelo pecado terminassem.
Claramente isso foi em 70 d.C, quando o templo foi destruído! Foi também o tempo da
“abominação da desolação” que Jesus disse que estaria no tempo de sua geração (Mateus 24:15
Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo
(quem lê entenda) v34. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto
aconteça). Além disso, o livro de Apocalipse declarou a conclusão de tudo a revelação do livro
pouco antes de 70 d.C, quando seu cumprimento era então iminente (Apocalipse 22:10 Disse-me
ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo .) Assim, o
selamento de Daniel 12: 9. Ele respondeu: Vai, Daniel, porque estas palavras estão encerradas e
seladas até ao tempo do fim) e a revelação de Apocalipse 22:10 são suportes de livros que definem
o tempo de conclusão em 70 d.C

Agora, vamos para alguns exemplos do Novo Testamento que proclamam no primeiro
século a iminência da ressurreição e do julgamento coincidente: “Tendo esperança em Deus, como
estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como
dos injustos”. Atos 24:15 “Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e
então dará a cada um segundo as suas obras. Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui
estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino”. Mateus
16:27,28 “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os
homens, e em todo o lugar, que se arrependam; Porquanto tem determinado um dia em que com
justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos,
ressuscitando-o dentre os mortos”. Atos 17:30,31.

Aqui está outra passagem interessante:’ Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para
casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.
E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; O campo é o
mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno; O inimigo, que o
semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Assim como o joio é
colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. Mandará o Filho do homem
os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem
iniquidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Então os justos
resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”. Mateus
13:36-43.

A questão aqui é: “Quando foi o fim do mundo?” Bem, não é o fim da era cristã nem o fim
da história. Essas ideias são estranhas à Bíblia. O fim do “mundo” era na verdade o fim da era da
antiga aliança, que terminou em 70 d.C. Há por alto, quinze menções diretas de fatos relacionados
aos “últimos dias / fim dos tempos” no Novo Testamento que está relacionado a igreja do primeiro
século e não a igreja do século XXI.

Outra passagem importante sobre a ressurreição dos mortos é Apocalipse 20. Existem na
verdade, mais de 30 passagens no livro de Apocalipse que diretamente ligam seu cumprimento ao
primeiro século e 70 d.C, ou indiretamente a ligam as outras passagens do Novo Testamento que
estão restritas ligadas ao tempo do primeiro século. Logo isso restringe o cumprimento de toda a
Revelação ao primeiro século. Abaixo está a lista. Os que estão em negrito dizem especificamente
que os eventos iriam acontecer em breve, o tempo estava próximo ou deveria ocorrer em breve.
Além disso, várias passagens incluem a palavra grega MELLO, que significa “aproximadamente”.
Estas incluem Apocalipse 1:19; 3: 2, 10, 16; 6:11; 8:13; 10: 7; 12: 4 e 5; 17: 8 Você pode ver isso
corretamente traduzido em uma tradução literal, como Young's Literal Translation : Apocalipse 1:
1; 1: 3; 1: 7; 1: 9-10; 1:19; 2:10; 2:16; 2:25; 3:10; 3:11; 4: 1; 6: 11-17; 8:13; 10: 6-7; 11: 2; 11: 8;
11: 15-19; 12: 4,5; 14: 7; 14: 14-20; 15: 5-8; 16: 6; 16:19; 17: 8; 18:19, 24; 20: 7-10; 20: 11-15; 22:
6; 22: 7; 22:10; 22:12; 22:20

Com relação à ressurreição no discurso do Monte das Oliveiras (Mateus 24-25. Vede que
vo-lo tenho predito), os preteristas parciais acreditam que Mateus 24 foi cumprido no passado (70
d.C), mas o capítulo 25 (que contém a ressurreição) é futuro. Mas essa separação é problemática. A
menos que alguém leia alguma coisa no texto que não está lá, Jesus em nenhum lugar do Discurso
faz uma mudança claramente discernível do passado para o futuro. Certamente, a audiência original
ou as pessoas que ali estavam, não teriam compreendido tal distinção, o que é claro a partir das
passagens paralelas de Marcos 13 e Lucas 17 e 21. Além disso, Jesus usou as mesmas palavras para
a Segunda Vinda em ambas as seções do Discurso das Oliveiras. Essas palavras são ERCHOMAI
(verbo) e PAROUSIA (substantivo). Por fim, os cristãos às vezes consideram a ressurreição geral
um evento futuro em 1 Coríntios 15: 12-58. Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou
dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? v58
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor,
sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. E 1 Tessalonicenses 4: 13-17. Não queremos,
porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes
como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim
também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos
declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de
modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de
ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em
Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados
juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para
sempre com o Senhor. Mas em ambas as passagens, Paulo ensinou que alguns dos que viveram na
época da inscrita da epístola ainda estariam vivos na ressurreição e nos eventos relacionados. Veja 1
Coríntios 15: 51-52. Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados
seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A
trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados . E 1
Tessalonicenses 4:15. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que
ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. A menos que Paulo
fosse um falso apóstolo? Logo, essas coisas realmente aconteceram quando ele disse que iriam.

Uma coisa que confunde os cristãos é que a ressurreição não foi para a terra, mas sim para o
céu, por isso que não teria sido observável. O autor e teólogo J. Stuart Russell, em seu clássico
trabalho sobre escatologia, The Parousia, simplesmente questionou por que qualquer leitor cristão
duvidaria do que o texto diz: “O que, então, impede a conclusão de que tais eventos poderiam ter
ocorrido sem observação, e sem registro?

Outra coisa que faz os cristãos tropeçarem neste ponto é que eles assumem que os corpos
dos crentes no céu serão exatamente os mesmos corpos carnais que se encontram nas sepulturas.
Isso também está incorreto. Paulo, em primeiro Coríntios 15, usa uma analogia de semente para
explicar isso. A casca da semente permanece no chão, enquanto um novo corpo - que ele descreve
quatro vezes na passagem é como um CORPO ESPIRITUAL - é o que emerge. Ele também
descreve como um CORPO IMORTAL e um CORPO GLORIFICADO. Assim, obtemos um novo
corpo adequado para nossa existência celestial. Jesus descreve nossos corpos celestes como sendo
anjos (Lucas 20:36).

A confirmação disto vem de 2 Timóteo 2: 17-18, onde Paulo corrige as ideias da


ressurreição de Himeneu e Fileto. Parece que esses homens, e presumivelmente outros da época,
pensavam que a ressurreição já havia ocorrido. Se os primeiros cristãos tivessem acreditado que a
ressurreição envolveria corpos carnais saindo das sepulturas, como é ensinado hoje coincidente com
um arrebatamento literal, cada olho observando o Cristo físico, e a queima do planeta, etc. Himeneu
e Fileto nunca poderia ter convencido ninguém de que a ressurreição já havia acontecido. Quando
Paulo os corrigiu, ele não disse nada sobre aqueles homens que erraram a natureza da ressurreição.
Paulo discordou apenas do tempo da ressurreição, que não se relacionava com nada pelo que Paulo
ensinou que antes aconteceria. Os cristãos do primeiro século devem ter acreditado no tipo de
ressurreição que estou descrevendo uma ressurreição invisível em novos corpos diretamente para o
céu, deixando os antigos para trás. Eles também devem ter acreditado que a vida na terra
continuaria sem mudança material para as pessoas que vivem depois da ressurreição. Então eles não
acreditavam que os vivos seriam arrebatados de um planeta em decomposição! Tudo fica bem
exclarecido quando levamos em conta que a ressurreição se faz menção da vitória de Jesus sobre o
hades. Por que a dissolução de hades é significativa? Resposta: Pois O trabalho de Cristo foi
concluído.

Não havia mais razão para uma morada temporária dos mortos depois de 70 d.C As boas
novas para os cristãos da Escatologia Consumada é que, por causa do trabalho realizado no primeiro
século do Senhor Jesus, os crentes de hoje e dos que virão a crer podem ir diretamente para o céu
quando morrermos. Não há espera mais no hades, e não há confusão sobre a nossa alma ser
"reunida com o corpo" no final dos tempos.

O QUE FAREMOS COM O TERMO GREGO “MELLÕ” DE UM ATRASO DE 2000


ANOS?

NOS LÉXICOS.

No grego do Novo Testamento para iniciantes por J. Gresham Machen, mellõ significa que
"está prestes a ".

Em um dicionário compreensivo das palavras gregas originais com seus significados


precisos para o inglês o WE Vine, ele definiu mellõ como " estar prestes a ".
Em Robertson's Word Pictures do Novo Testamento de AT Robertson, ele descreveu mello
como significado " estar no ponto de ...”.

No léxico (o significado da palavra Léxico é o conjunto de palavras pertencentes a determinada língua. Por
exemplo, temos um léxico da língua portuguesa que é o conjunto de todas as palavras que são compreensíveis em nossa
língua. ... São exemplos de campos lexicais: o da saúde: estetoscópio, cirurgia, esterilização, medicação, etc .)
analítico grego do Novo Testamento de George V. Wigram, ele disse que mellõ significa: " estar
prestes a estar no ponto de ".

Na tradução literal interlinear do Novo Testamento grego por George R. Berry, mellõ é
definido como " estar prestes a fazer, estar no ponto de ... “.

Em um léxico grego-inglês do Novo Testamento de Joseph H. Thayer, escreveu que mellõ O


significado é "1. Estar prestes a " e "2. Estar no ponto de ...".

Em uma chave linguística para o Novo Testamento grego por Fritz Reinecker, ele citou a
partir de uma gramática grega do Novo Testamento por F. Blass e A. Debrunner em que diz
que mellõ significa " estar prestes a, usado com a inf. para expressar iminência ".

Na Enciclopédia da Bíblia Padrão Internacional, lê: "mellõ, referindo-se ao que está prestes
a ser, ou seja, no ponto de ocorrência ou imediatamente iminente ".

NAS BÍBLIAS INTERLINEARES.

Obviamente, devido ao fato de que o significado primário de mellõ é claramente "estar


prestes a ser". Os copistas traduzem este termo dessa maneira quase (se não) sempre. Observe: Fora
as 110 vezes que o termo mellõ é encontrado na Tradução Literal de George Berry do Novo
Testamento grego, ela é traduzida "sobre" 92 vezes.

Das 108 vezes que o termo mellõ é encontrado na bíblia Westcott / Hort, ela é traduzida
"prestes a" TODAS 108 vezes.

Das 109 vezes mellõ é encontrado no Word Study: Greek-English New Testament (também
conhecido como McReynold's Interlinear) é traduzido "prestes a" TODOS 109 vezes. Então,
estatisticamente falando. Esses estudiosos gregos traduziram mellõ como "aproximadamente" de
95% do tempo.

UMA TABELA ÚTIL.

(Definições de GR Berry. Nota lateral: e = epsilon; ē = eta; o = omicron; ō = mega.) [] =


Alguns Manuscritos. e "ē mellen" sobre (Lc 7: 2, 9:31, 10: 1, 19: 4, Jo 4:47, 6: 6, 6:71, 11:51,
12:33, 18:32, Mc 12: 6, 16:27, 27:33 e Hb 11: 8) ou ē mellon Aproximado (Jo 7:39, At 21:27, e Rv
10: 4)
mellē = Aproximado (Mc 13: 4, Lc 21: 7, e Rv 10: 7)
mellei = Sobre (Mt 2:13, 16:27, 17:12, 17:22, Lc 9:44, 19:11, Jo 7: 35a e 7: 35b, Eixo 17:31,
23: 3, 26:23, Rm 4:24, Rv 1:19, 2: 10b, 3: 2, Rv 12: 5 e 17: 8)
mellein = Aproximado (At 11:28, 19:27, [23:30], 24:15, 25: 4, 27:10 e 28: 6)
melleis = Aprovado (Jn 14:22, At 22:26, & Rv 2: 10a) [não] atraso (At 22:16)
mellēsete = sobre (Mt 24: 6)
Mellete = prestes a (At 5:35 e Rm 8:13)
mellō = sobre (Mt 20:22 e Rv 3:16)
mellomen = prestes a (1 Ts 3: 4)
mellon = a seguir (Lc 13: 9) futuro (1 Tm 6:19)
Mellōn = (Mt 11:14, Lc 22:23, 24:21, Jo 12: 4, Eixo 20: 7, 20: 13b, 21:37, 26: 2, Hb 8: 5)
Mellonta = Aproximado (Mc 10:32, Lc 21:36, Eixo 13:34 e 23:27) para ser (Rm 8:38) vindo
(1 Cr 3:22)
mellontas = prestes a (At 3: 3, 23:15 e Hb 1:14)
mellontes = Aproximado (At 20: 13a, 22:29, 23:20, 27: 2, Jo 2:12, & Rv 6:11)
mellonti = prestes a (At 20: 3) vindo (Mt 12:32 & Ef 1:21)
mellontōn = Aproximado (At 26:22, 27:30, 1 Tm 1:16, 2 Pt 2: 6, & Rv 8:13) para vir (Cl
2:17) vindo (Hb 9:11), 10: 1 e 11:20)
mellontos = Aproximado (At 18:14, 24:25, 2 Tm 4: 1, e Hb 10:27) vindo (Rm 5:14) para
chegar (Hb 6: 5)
mellousan = prestes a (Rm 8:18 e Gl 3:23) para chegar (Hb 2: 5) chegando (Hb 13:14)
mellousēs = sobre (1 Pe 5: 1, Rv 3:10 e 12: 4) vindo (Mt 3: 7, Lc 3: 7 e 1 Tm 4: 8)
mellousin = Aprovado (Jo 6:15 e At 20:38) Aliás, procurando em sete interlineares, achei
interessante que cinco deles concordaram com a iminência encontrada na frase "sobre" em
Romanos 8:18; seis deles concordaram com o mesmo em Atos 17:31, 24:15, 25, 26:22, Apocalipse
1:19, 6:11 e 17: 8; e.

Todos concordaram com o mesmo em Mat. 16:27, Lucas 21:36, Atos 26:22, 2 Tim. 4: 1,
Heb. 1:14, Heb. 10:27, e 1 Ped. 5: 1.

UM CONTO HISTÓRICA RELEVANTE.

Eusébio, um historiador cristão dos anos 200 d.C., falando sobre Tiago, o irmão do Senhor,
quando ele estava em julgamento: “Tiago respondeu com grande voz: Por que me pedem que eu
fale de respeito a Jesus, o Filho do Homem? Ele está agora sentado nos céus, do lado direito com
grande Poder, e está prestes (mellõ) a vir nas nuvens do céu” (História Eclesiástica, 2:23:13, p. 60).

CONCLUSÃO.

Então, isso tudo que vimos é apenas uma coincidência? É tudo isso que podemos dar ao luxo
de ignorar quando se trata de como nós Interpretamos a Palavra de Deus e como ela se aplica a nós
hoje? A inquérito está agora no seu tribunal. O que você vai fazer?

ELE DESTRUIU O TEMPLO FEITO COM MÃOS E CONSTRUIU OUTRO NÃO FEITO
COM MÃOS.

"Nós ouvimos-lhe dizer: Eu derrubarei este templo, construído por mãos de homens, e em
três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens." Marcos 14:58.

Como Jesus estava em julgamento, ele foi acusado de muitas coisas. Algumas das acusações
eram verdadeiras, outras não. Uma das verdadeiras acusações é encontrada no texto acima e tem
profundas implicações para a teologia e a escatologia Bíblica.
Hoje ouvimos muita coisa sobre a reconstrução do templo. Dizem-nos que os judeus e
rabinos em Jerusalém estão recolhendo materiais e treinando homens para servir como sacerdotes
no suposto e iminente templo que será reconstruído. Sionistas como John Hagee, Hal Lindsay, Jack
Van Impe e uma multidão de outros levantam milhões de dólares todos os anos para apoiar Israel e
fazem muitos esforços para reconstruir o templo.

O Antigo Testamento certamente predisse a construção do Templo Messiânico, porém não


como eles imaginam. Veja Isaías 2: 2. Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor
será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os
povos, por exemplo, onde "o monte da casa do Senhor será estabelecido". Esta é uma referência
direta ao Templo Messiânico. Em Zacarias 6:12-13. E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos:
Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do Senhor. Ele
mesmo edificará o templo do Senhor e será revestido de glória; assentar-se-á no seu trono, e
dominará, e será sacerdote no seu trono; e reinará perfeita união entre ambos os ofícios . O profeta
predisse a vinda do "Renovo", que edificaria o templo do Senhor e se assentaria no trono como rei e
sacerdote.

Que tipo de templo essas profecias se referem? Era um edifício físico em Jerusalém? É para
ser um edifício literal sentando-se outra vez em sua posição geográfica no monte do templo, apesar
do fato que o templo muçulmano ocupa essa posição como se permitiria tal coisa? (A ideia de que
há espaço para ambos os edifícios é simplesmente uma tentativa de permitir que o templo desejado
seja edificado de uma vez por todas. Logo, toda tentativa de construir um templo perto da cúpula
muçulmana resultaria em uma drástica guerra! Alguns sionistas entendem que haverá necessidade
dessa guerra para a reconstrução do templo!

Agora vejam; O que aqueles que aguardam tal templo estão negligenciando é que a Bíblia é
muito clara que o Templo Messiânico não seria um edifício físico em um todo! Observe a acusação
- que era verdade - contra Jesus: ele edificará outro (templo) não feito com mãos. “Essa acusação
exige um pouco de atenção”.

Nas profecias do V.T do Templo Messiânico, nos dizem que a fundação desse templo seria
uma pessoa viva, não uma pedra de granito ou mármore! Em Isaías 28, que contém a predição da
colocação da pedra fundamental, nos é dito que aqueles que confiarem nele não se
envergonharão. Agora, em flagrante contraste com a condenação do A.T dos que confiam no
templo físico (veja Jeremias 7 especialmente), Isaías estava dizendo que o Templo Messiânico
deveria ser acreditado e confiado.

O que é tão significativo sobre isso, é claro, é que os escritores do N.T inequivocamente
dizem que Cristo é que é a pedra angular! Pedro afirma isso em termos inequívocos em 1 Pedro 2: 6
Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela
crer não será, de modo algum, envergonhado. Veja também Atos 4: 11. Este Jesus é pedra rejeitada
por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular , onde Pedro aplica a profecia de Salmos
118: 22. A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular ; a
profecia da pedra rejeitada tornando-se a principal pedra angular do templo, citação diretamente a
Jesus e sua rejeição pelos líderes judeus.

Então, haveria um Templo Messiânico com certeza. No entanto, esse Templo seria um
templo vivo, construído sobre uma pedra de fundação viva! E há mais a ser encontrado em Marcos
14:58. Observe a referência ao templo "não feito com as mãos". Como Timothy Gray observa: "A
palavra" feito com as mãos "é encontrada 14 vezes na Septuaginta, e em todos os casos descreve
como ídolos. Esta observação é muito consequente, pois a descrição do templo de Jerusalém "como
feita com as mãos" não é simplesmente dizer que o templo é feito deste mundo mas que se tornou
um ídolo "(Timothy Gray, The Temple in Mark , (Grand Rapids, Baker Academic, 2008) 175).

Este foi o fundo que foi fatal na audiência de Jesus e até mesmo no Sinédrio quando
ouviram a acusação. Além disso, no N.T encontramos um contraste constante entre o culto do A.T e
as coisas que identificavam Israel como o povo de Deus e as coisas de Cristo como coisas que não
foram feitas com mãos. Estêvão perdeu a vida por dizer aos judeus - como ele estava em seu templo
(não no idolatrado) "O Altíssimo não habita em templos feitos com mãos" (Atos 7:48. Entretanto,
não habita o Altíssimo em casas feitas por mãos humanas; como diz o profeta ). Tudo o que ele fez
foi citar a própria escritura! Para eles o templo não poderia ser um lugar de habitação de Deus no
reino, e eles o mataram por isso!

Paulo contrastou a circuncisão feita com as mãos - a circuncisão sendo um dos principais
marcadores dos filhos de Deus - em contraste com a circuncisão de Cristo, a circuncisão não feita
com mãos (Colossenses 2: 11-12 Nele, também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos,
mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo, tendo sido sepultados,
juntamente com ele, no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé no poder de
Deus que o ressuscitou dentre os mortos).

Hebreus fala do "verdadeiro tabernáculo" sobre o qual Jesus ministra como sumo sacerdote,
e diz que é o "verdadeiro tabernáculo" aquele que Deus lançou e não o homem. O templo da Nova
Aliança de Cristo não é feito com as mãos. Ele é a pedra fundamental viva do verdadeiro
tabernáculo. Então, o autor de Hebreus diz que o Templo da Antiga Aliança era a Nova Aliança, o
Templo Messiânico que é "maior e mais perfeito" que o Antigo, "Que não é desta criação" (Hebreus
9:11 Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e
mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação).

Gostaria de sugerir que aqueles que antecipam um futuro edifício físico que pensem
cuidadosamente nessas palavras.

O Novo Templo da Aliança de Cristo é "maior e mais perfeito" do que o magnífico Templo de
Herodes.

O Templo Messiânico de Cristo é "verdadeiro" em oposição ao velho. É maior e mais perfeito.


Não é "desta criação.

Poderia algum edifício físico futuro, feito com as mãos, superar ou mesmo igualar o
verdadeiro tabernáculo que Cristo já construiu sobre si mesmo como a principal pedra angular?

Todos os prognósticos sobre um futuro Templo Messiânico são infundados e baseados em um


mal-entendido do que a Bíblia realmente predisse. Os acusadores de Jesus acertaram! Jesus disse
que iria destruir o antigo templo feito com as mãos (e ele fez!), E construir outro templo não feito
com as mãos. Ele manteve sua palavra, e agora "O tabernáculo de Deus está com o homem!"
(Apocalipse 21: 3-4 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus
com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto,
nem dor, porque as primeiras coisas passaram).

A QUE O SENHOR JESUS SE REFERIU AO DIZER “ESTÁ CONSUMADO” EM JOÃO


19:30?

“E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o
espírito.” João 19:30.

Essa questão é de suma importância pois muitos teólogos modernos se utilizam dessa
declaração para dá suporte a uma afirmativa equivocada de que tudo se cumpriu na cruz! Porém em
um exame profundo da questão vemos que não foi o que eles pensam o que O Senhor se referiu.

O sentido do "está consumado" é de algo resolvido, e é a mesma palavra grega usada para uma
dívida quitada. Jesus está dizendo que está terminada, a dívida está paga, é o fim da questão.
Ninguém mais poderá cobrar uma dívida que foi paga, e ninguém poderá condenar um ex-detento
que cumpriu toda a sua pena.

A obra do Senhor na Cruz se diz respeito a essa dívida sanada e não o fim da velha ordem de
justiça para a nova com suas bênçãos derramadas a sua noiva (A Igreja). A Promessa da Salvação,
por exemplo, estava de pé mesmo depois da cruz pela igreja neo-testamentária, vejamos: “Assim
também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem
pecado, aos que o esperam para salvação.” Hebreus 9:28.

A Palavra salvação aqui é Sõteria no Grego que quer dizer: libertação, preservação, salvação
eterna! Outro texto encontrasse em Romanos 13:11 “E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora
de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando
aceitamos a fé” Veja! O Ap. Paulo disse que ...” A SALVAÇÃO ESTÁ AGORA MAIS PERTO
DE NÓS!” O texto é bem contundente quanto o aguardo da igreja para a salvação mesmo depois da
Cruz, só uma hermenêutica apóstata poderia negar essa afirmação.

Ainda temos mais um dentre muitos que eu poderia citar aqui, leia então 1 Pedro 1:3-
5 ”Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia,
nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, Para
uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós,
Que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no
último tempo.

Quando era que a Salvação se manifestaria? No Último tempo! Referindo ao fim do plano
pactual judaico que estava prestes a cessar. Logo o ensinamento de uma salvação adquirida
baseando-se na cruz é um grande equívoco. A Salvação era aguardada firmemente pela igreja no
qual se daria no último dia, ou seja; no fim da velha dispensação. Você pode até encontrar
referencias nas epístolas Paulinas textos que se depare com uma salvação já adquirida, porém o Ap.
Paulo fazia essas declarações em esperança e não como uma afirmativa do fato já realizado em seu
tempo.

O Ap. Paulo escrevendo aos Romanos deixou bem claro isso, ele disse: “Na esperança fomos
salvos...” (Romanos 8:24,25. Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é
esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com
paciência o aguardamos.)

A consumação final de todas as coisas se daria na queda de Jerusalém onde marcaria o fim da
velha dispensação e o estabelecimento do Reino de Deus com todas as bênçãos. Quero deixar claro
que a nossa missão nessa postagem não é minimizar ou negar a eficiência daquele sacrifício, Não!
A morte do Senhor naquela cruz teve prerrogativas espirituais tremendas que foi favorável ao seu
povo na chegada da nova aliança. E quando chegou a nova aliança? Chegou sobre a desolação de
Jerusalém ocorrido em 70 d.C segundo os relatos da história. Está bem definido pelo texto a
seguir Lucas 21:20-22, “Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é
chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem
no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes,
para que se cumpram todas as coisas que estão escritas."

Observe que ainda dentro do contexto encontramos a vinda de Jesus nas nuvens bem definida
nesse evento:” Lucas 21:27-32 ”E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e
grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas
cabeças, porque a vossa redenção está próxima. E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira, e
para todas as árvores; Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto
está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus
está perto. Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça.

Quando tudo se cumpriu? Na queda de Jerusalém em 70 d.C! “todas as coisas que estão
escritas” Logo viver no aguardo da vinda do Senhor ainda em nossos dias é viver ainda em
esperança a salvação, visto que ela era uma promessa para ser dada na segunda vinda do Senhor
Jesus. Infelizmente a maioria das igrejas em graça vivem essa contradição! Ensina a respeito da
segurança eterna da salvação pela cruz e ainda por cima vivem no aguardo da vinda do Senhor
Jesus nas nuvens ainda! veja; só na questão da salvação há dois erros confessionais! A salvação ter
sido dada na cruz e a espera da vinda de Cristo (3ª vinda) sem saber que esse aguardo também se
diz a Esperança da Salvação. Erros drásticos que só poderão ser facilmente corrigidos quando se
entende a escatologia consumada. Nos minutos finais dessa postagem peço encarecidamente que
você caro leito Reveja os seus conceitos de fé, entenda as implicações do Preterismo completo
quanto à escatologia bíblica e cresça na graça e no conhecimento.

UMA ANÁLISE DO N.T DO BREVE ESPAÇO DE TEMPO

O princípio interpretativo da análise que iremos fazer deve ser implementado com os termos
"em breve" e "rapidamente". Os versos primários que estamos considerando com a palavra
traduzida como "em breve" são encontradas em Romanos 16:20. E o Deus da paz, em breve,
esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus seja
convosco; Apocalipse 1: 1. Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus
servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo,
notificou ao seu servo João. Apocalipse 22: 6. Disse-me ainda: Estas palavras são fiéis e
verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos seus
servos as coisas que em breve devem acontecer.

Romanos 16:20. E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A
graça de nosso Senhor Jesus seja convosco. (cf. Gênesis 3:15 Porei inimizade entre ti e a mulher,
entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar).

Apocalipse 1: 1 “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as
coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo a seu servo João”:
Apocalipse 22: 6-7 “Disse-me ainda: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos
espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem
acontecer. v7Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da
profecia deste livro.”

Primeira definição de Strong para a palavra grega usada nessas passagens é (tachos) que
significa "um breve espaço de tempo." Observe a adequação desta definição como ele é usado em
outras passagens.

Atos 22:18 “e vi aquele que me dizia: Apressa-te, e vai-te logo de Jerusalém, porque não
receberão o teu testemunho acerca de mim.”

Atos 25: 4, “Mas Festo respondeu que Paulo estava guardado em Cesaréia, e que ele
mesmo brevemente partiria para lá.”

É muito duvidoso que Paulo teria esperado até dezembro de 2015, antes que ele deixasse
Jerusalém.
Então vejam; Com estes versos usando a mesma palavra exata, só podemos concluir que o
apóstolo João estava iniciando o Apocalipse com o aviso urgente de que Cristo estava voltando em
um breve espaço de tempo. O N.T conclui o tempo cronológico do cumprimento profético. Veja
que Satanás estava prestes a ser esmagado (Romanos 16:20. E o Deus da paz, em breve, esmagará
debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus seja convosco ) e Cristo estava
voltando em breve.

Apocalipse 2: 5 Lembre-se, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; ou


se não, virei a ti em breve, e removerei o teu candelabro do seu lugar, caso não te arrependas.

Apocalipse 2:16 “...Arrepende-te; ou se não, virei a ti em breve, e contra eles batalharei com a
espada da minha boca.

Apocalipse 3:11 Eis que venho sem demora: guarda o que tens, para que ninguém tome a tua
coroa.

Apocalipse 22: 7 Eis que eu venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia
deste livro.

Apocalipse 22:12 E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um
segundo a sua obra (cf. Mateus 16: 27,28 Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai,
com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras. Em verdade vos digo que
alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam
vir o Filho do Homem no seu reino).

Apocalipse 22:20. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo
venho. Amém. Mesmo assim, vem, Senhor Jesus.

Há muitos pontos de vista sobre aqueles a quem João estava se dirigindo quando ele
identificou as sete igrejas e os seus vários problemas! É absurdo ver tantos teólogos que ignoram a
precisão determinada por Deus quanto o tempo de sua vinda! Quando eu era um dispensacionalista
(ou futurista), eu pensava e sempre disse que as sete igrejas representadas no livro de Apocalipse
eram os diferentes períodos de tempo ao longo da história da igreja. Claro, os dispensacionalistas
sempre identificaram a igreja do século XX como a igreja de Laodiceia. Alguns até têm a audácia
de identificar o início do movimento dos Irmãos Plymouth como a igreja de Filadélfia. (Gostaria de
alertar aqueles que falam bem de si mesmos (Apocalipse 3:17 " Porque dizes, eu sou rico, e
aumentou com a mercadoria, e não preciso de nada, e não sabes que és um coitado, e miserável, e
pobre, e cego e nu "). Confesso que o ensino hiper dispensacionalista de John Nelson Darby é hoje
muito popular e é amplamente aprovada por muitos líderes modernos.

Ao examinarmos os destinatários de João em Apocalipse 2 e 3, vemos as declarações de tempo


que foi de urgência que só poderia estar se referindo a pessoas que viviam naquela época. Para a
igreja de Éfeso, escreve: Apocalipse 2: 5 “...Lembre-se, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica
as primeiras obras; ou se não, virei a ti em breve, e removerei o teu candelabro do seu lugar, caso
não te arrependas.

Para a igreja de Pérgamo ele escreve: Apocalipse 2:16 “...Arrepende-te; ou se não, virei a ti em
breve, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.”

Para a igreja de Tiatira, ele menciona Jezabel, a falsa profetisa. Ele adverte: Apocalipse 2:22
Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se
arrependam das obras que ela incita. (Será que isso não nos diz sobre o momento da grande
tribulação?) Ele também aconselha Tiatira: Apocalipse 2:25, “Mas o que tendes, retende-o até que
eu venha.”

Para a igreja de Sardes escreve: Apocalipse 3: 3 “Lembra-te, portanto, do que tens recebido e
ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. Pois se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e tu não sabe
o que hora virei sobre ti.

Para a igreja de Filadélfia, escreve: Apocalipse 3:11 “Eis que venho sem demora: guarda o que
tens, para que ninguém tome a tua coroa.

Vemos que, pelo menos, cinco das sete igrejas foram admoestadas, Pela precisão da urgência
vinda de Cristo. Os outros dois receberam advertências que foram claramente referindo-se a um
julgamento próximo.

João usou a palavra rapidamente, não só porque ele tinha revelação direta de Deus, mas
também porque ele entendeu as questões do Senhor Jesus Cristo em detrimento do discurso
Apocalipse de Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21. João tinha visto os sinais e, portanto, sabia que
sua geração era a geração que estaria vivo na vinda do Senhor. Isso nos leva a uma frase importante
a respeito da vinda do Senhor Jesus Cristo.

AINDA UM POUCO DE TEMPO.

Jesus disse em João 7:33 "Então disse-lhes Jesus: Ainda um pouco de tempo estou convosco, e
depois vou para aquele que me enviou", e em João 13:33: Filhinhos, ainda por um pouco tempo
estou com vocês, Vocês vão me procurar:. e como eu disse aos judeus: então agora eu digo a você
para onde eu vou, vós não podeis. Cristo obviamente não esperaria dois mil anos para ascender ao
Pai para tomar o trono; nem viria Jesus fisicamente pra Terra há dois mil anos. João 12:35 lê "Então
Jesus disse-lhes: Ainda um pouco de tempo a luz está com vocês. Andai enquanto tendes a luz,
para que as trevas não vos: Pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai" João 14:19 também
diz: "Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis, porque eu vivo, vós
também vivereis." A palavra grega usada em vermelho nos dois últimos versos citados é mikron e
falam claramente de "um pequeno espaço de tempo ou grau." Fonte: Concordância Exaustiva de
Strong. Em Hebreus, a frase que é usada não é empregada em nenhum outro lugar no N.T, no
entanto, contém a mesma palavra usada nas passagens acima: Hebreus 10: 36-37 “Porque
necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a
promessa. v37 pois ainda um pouco, e o que há de vir virá, e não tardará.”
A frase grega "um pouco" é eti gar micron OSON OSON; Tradução: "Pois ainda um pouco,
muito pouco tempo." Não é só um estudioso grego que pode lidar com esta frase. A promessa é
certa: "Aquele que há de vir virá, e não tardará." A passagem ´´e clara em sua declaração expressa
que diz: "não tardará." Mais uma vez, "Aquele que há de vir virá."

É óbvio que Ele não falhou. Não só Ele veio, mas veio quando ele disse que estava para
vir- "em pouco tempo." Devemos considerar também o público abordado aqui. Versículo 36 do
capitulo 10 de Hebreus diz: "Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a
vontade de Deus, possais alcançar a promessa." Aqui vemos a garantia de que eles (OS CRISTÃOS
HEBREUS) iriam receber a promessa NÃO EM UM ESPAÇO PRA MAIS DE 2000 ANOS, mas
em pouco tempo. Será que Cristo ou o escritor de Hebreus se enganaram quanto o espaço de
tempo? Há quem diga que o Senhor Jesus mentiu! Porém essa não pode ser uma afirmação de um
genuíno cristão "Porque é impossível que Deus minta". Hebreus 6:18 para que, mediante duas
coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos
para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta.
A verdade é que o Senhor Jesus foi fiel a promessa que Ele deu em Mateus 24 no discurso
Apocalíptico. Ele disse aos discípulos que sua geração não passaria "não passará essa geração até
que se cumpram todas as coisas." E tudo gloriosamente se cumpriu.

FIM DOS TEMPOS OU FIM DO PLANETA TERRA?

E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em


particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do
mundo? Mateus 24:3.

Os discípulos perguntaram a Jesus sobre o fim dos tempos em outras versões encontramos fim
do mundo. Na verdade, o Novo Testamento confirma que os cristãos do primeiro século estavam
vivendo no final dos tempos não que indicasse um fim para o planeta terra, e sim eles estavam
vivendo no fim da era da Antiga Aliança, que faleceu no ano 70 d.C!

É importante notar que em Mateus 24:3 a palavra mundo em muitas versões do texto É
ENTENDIDA ENGANOSAMENTE! Na verdade, a palavra grega aqui não é cosmos [mundo],
mas aion, que significa tempo ou período de tempo marcado por sua característica moral e
espiritual, época, idade, século ou idade. Os discípulos estavam perguntando sobre o fim desse
tempo, não do mundo COMO SE ELES IMAGINASSEM QUE O PLANETA TERRA TIVESSE
QUE UM DIA SER DESTRUÍDO.

Os autores do Novo Testamento disseram que estavam vivendo no final dos tempos; OU
MELHOR NO FIM DA DISPENSAÇÃO DA LEI! (AION).

“E os que usam deste mundo (aion), como se dele não abusassem, porque a aparência deste
mundo passa.” 1 Coríntios 7:31.

Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são
chegados os fins dos séculos. (aion) 1 Coríntios 10:11 Estas coisas lhes sobrevieram como
exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm
chegado.

De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas
agora na consumação dos séculos (aion) uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo
sacrifício de si mesmo. Hebreus 9:26 Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas
vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma
vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado.

A Bíblia ensina que a Terra nunca vai acabar! Se pensarmos como pensam os futuristas,
iremos nos deparar com uma enorme contradição com as escrituras! Veja o que diz a bíblia com
respeito ao planeta terra.

E edificou o seu santuário como altos palácios, como a terra, que fundou para sempre. Salmos
78:69 E construiu o seu santuário durável como os céus e firme como a terra que fundou para
sempre.
O SENHOR reina; está vestido de majestade. O SENHOR se revestiu e cingiu de poder; o
mundo também está firmado, e não poderá vacilar. Salmos 93:1 Reina o Senhor. Revestiu-se de
majestade; de poder se revestiu o Senhor e se cingiu. Firmou o mundo, que não vacila.

Lançou os fundamentos da terra; ela não vacilará em tempo algum. Salmos 104:5 Lançaste os
fundamentos da terra, para que ela não vacile em tempo nenhum.
A tua fidelidade dura de geração em geração; tu firmaste a terra, e ela permanece
firme. Salmos 119:90 A tua fidelidade estende-se de geração em geração; fundaste a terra, e ela
permanece.

O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura em todas as gerações. Salmos 145:13 O teu
reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O Senhor é fiel em
todas as suas palavras e santo em todas as suas obras.

Louvai-o, céus dos céus, e as águas que estão sobre os céus. Louvem o nome do Senhor, pois
mandou, e logo foram criados. E os confirmou eternamente para sempre, e lhes deu um decreto que
não ultrapassarão. Salmos 148:4-6 Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do
firmamento. Louvem o nome do Senhor, pois mandou ele, e foram criados. E os estabeleceu para
todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará.

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
Eclesiastes 1:4 Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre.

Se a terra fosse realmente destruída como se pensa, O reino de Deus teria prazo de vencimento
e não é isso que a Bíblia ensina.

Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi,
seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. Lucas 1:32-33. Este será
grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele
reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim.

O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais a filhos enquanto
o sol durar, e os homens serão abençoados nele; todas as nações lhe chamarão bem-aventurado.
Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, que só ele faz maravilhas. E bendito seja para sempre
o seu nome glorioso; e encha-se toda a terra da sua glória. Amém e Amém. Salmos 72:17-19
Subsista para sempre o seu nome e prospere enquanto resplandecer o sol; nele sejam abençoados
todos os homens, e as nações lhe chamem bem-aventurado. Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de
Israel, que só ele opera prodígios. Bendito para sempre o seu glorioso nome, e da sua glória se
encha toda a terra. Amém e amém! Efésios 3:21 a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por
todas as gerações, para todo o sempre. Amém!
É importante também informar que os escritos do novo testamento foram feitos antes de 70
d.C. O livro de Apocalipse o último livro, foi inscrito entre 64 d.C a 68 d.C. Por tanto todas as
referências que vemos no N.T a respeito do fim, condiz não ao planeta terra e sim ao tempo de
sistemas de coisas, a antiga dispensação, o pacto de justificação pelas obras da lei.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


ESTUDO DO TERMO: O “DIA DO SENHOR”

Quando abrimos o Novo Testamento e procuramos estudar as questões escatológicas, entre


as primeiras coisas que encontramos estão às previsões de um julgamento escatológico próximo.
Este tempo de julgamento escatológico foi chamado de o "dia do Senhor". Pedro menciona esse dia
em duas ocasiões: (Atos 2:17-21; II Pedro 3:10-13). Paulo também usa a mesma sentença:

“Mas dos tempos e estações, irmãos, não tendes necessidade de que eu vos escreva. Pois
vocês sabem perfeitamente que o dia do Senhor vem como ladrão na noite. Pois quando eles dirão:
Paz e segurança; então repentina destruição lhes sobrevém, como o trabalho de uma mulher com um
filho; e eles não devem escapar.” 1 Tessalonicenses 5:1-3.

Outras vezes, a crise escatológica é chamada de "vinda" (1 Tessalonicenses 4:15) ou


"aparição" (II Tim. 4: 1) do Senhor, ou "o dia de nosso Senhor Jesus Cristo (I Coríntios. 1: 8) ou
"naquele dia" (II Ts 1:10). É essencial para nossa compreensão da escatologia do Novo Testamento
perceber que o Antigo Testamento registra muitos dias do Senhor. Estes não eram "escatológicos";
ocorreram dentro dos parâmetros do tempo existente e não marcaram seu fim ou término. No
entanto, como a frase é aplicada igualmente a ambos, (V.T e N.T). Não podemos esperar entender
seu significado no Novo Testamento, a menos que primeiro entendamos seu uso no Antigo
Testamento. Resumidamente, o "dia do Senhor" refere-se a um tempo de julgamento divino sobre
homens e nações, tipicamente pela invasão de exércitos estrangeiros ou de outra cultura! Incluindo
também toda calamidade da devastação como: seca, fome, pestilência e várias pragas, incluindo
insetos destruidores de culturas, povos e etnias (gafanhotos, vermes etc.), geralmente todas essas
pestilências ocorrem ao mesmo tempo. Não conheço nenhum exemplo de que o "dia do Senhor"
esteja confinado ao julgamento de uma única nação. Pelo contrário, o termo parece ter sido usado
em tempos de julgamento mundial, que ultrapassou várias nações. Isaías descreve assim se
referindo a queda de Babilônia, dizendo:

“Uivai; pois o dia do Senhor está próximo; virá como uma destruição do Todo-Poderoso.
Portanto, todas as mãos se debilitarão, e o coração de todo homem se derreterá. Eis que o dia do
Senhor vem cruel, com ira e ira feroz, para deixar a terra desolada; e ele destruirá dela os pecadores.
castigará o mundo pelo seu mal e os ímpios pela sua iniquidade; e farei cessar a arrogância do
orgulhoso, e abaixarei a arrogância do terrível." Isaias 13: 1-11

Observe que, embora a profecia seja especificamente dirigida contra Babilônia (v. 1,19) a
destruição vindoura fazia parte de um período maior de ira divina que abrange o mundo (v. 11):
Deus usaria os exércitos dos medos-persas para punir Babilônia e o mundo. Outro exemplo ocorre
no livro de Sofonias:

“Porque o dia do Senhor está próximo; porque o Senhor preparou um sacrifício, ele ofereceu
a seus convidados... O grande dia do Senhor está próximo, está próximo e tem alta a voz do dia do
Senhor; o homem poderoso ali chorará amargamente. Esse dia é um dia de ira, um dia de angústia e
angústia, um dia de desolação e desolação, um dia de trevas e melancolia, um dia de nuvens e trevas
densas, um dia de trombeta e alarme contra as cidades cercadas e contra as altas torres... toda a terra
será devorada pelo fogo do seu ciúme; porque ele fará até uma rápida despedida de todos eles que
habitam na terra. " Sofonias 1:14-18

Essa profecia foi dada nos dias de Josias, rei de Judá (v. 1), e predisse a destruição vindoura
de Judá pelos babilônicos. No entanto, a ira divina não se limitou de modo algum aos judeus:
Sofonias também nomeia Gaza, Aquelom, Asdode e Ecrom dos filisteus, Moabe, Amom, Etiópia e
Assíria entre as nações e cidades que sofreriam visitação (Sofonias. 2: 4-12). A profecia de Sofonias
responde assim ao "pequeno apocalipse" de Isaías (Isa. 24 /Jer. 4: 23-27), que descreve a ira de
Deus sobre o mundo antigo pelas invasões assírios-babilônicas e medo-persas em termos de
"esvaziamento da terra" dos habitantes e o retorno da terra ao seu caos primordial antes da criação.
As nações e cidades que deveriam sofrer a ira divina incluíam Palestina, Filístia, Moabe, Damasco,
Síria, Etiópia, Egito, Tema, Seir, Edom, Arábia, Kedar, Elam, Kir, Tiro e Zidon (Isa. 14-23).

Outro exemplo do "dia do Senhor" ocorre em Ezequiel, onde o profeta profetiza ira sobre o
Egito, Etiópia, Pute, Lupe, Cube e vários povos que caíram a espada!

“Filho do homem, profetize e diga: Assim diz o Senhor Deus; Uiva, ai do que vale o dia!
Pois o dia está próximo, o dia do Senhor está próximo, dia nublado; será o tempo dos gentios. E a
espada cairá sobre o Egito, e haverá grande dor na Etiópia, quando os mortos caírem no Egito, e
tirarão suas multidões, e seus fundamentos serão destruídos. A Etiópia, Pute e Lude e todo o povo
de cube, e os homens aliados do Egito, cairão pela espada.” Ezequiel. 30: 2-5.

Esses ocorridos se referem ao mesmo "dia do Senhor" já discutido, que foi cumprido pelos
exércitos babilônicos (Ezequiel 30:10). Chamamos atenção aqui para enfatizar o uso prolífico do
termo no Antigo Testamento, e que descreve um tempo de ira mundial, que testemunhou a
derrubada de governos e nações, mas não o fim do mundo ou o próprio cosmos.

Assim se define o “dia do Senhor” descrito em todo o novo testamento que na verdade se
referiu a invasão Romana de Jerusalém em 70 d.C. o qual trouxe o fim da geração da antiga
dispensação mosaica e não o fim do planeta terra como a tradição costuma ensinar.

Se o evangelho foi pregado em todo o mundo, qual é a nossa perspectiva do Reino pós 70
d.C.?

Na tradicional perspectiva futurista, quando o Evangelho finalmente for anunciado em todo


o mundo, Deus terminará o seu propósito redentor em um grande julgamento e em seguida virá o
fim. Na perspectiva segundo o preterismo completo, "o fim" que historicamente se seguiu à
pregação mundial do evangelho abriu as portas do Evangelho de Cristo ao mundo.

Para nós preteristas completos a propagação do evangelho em todas as nações antes da


queda de Jerusalém em 70 d.C. foi na verdade o estabelecimento e não o término do evangelho da
graça de Deus para as gerações continuadas do mundo!

Enquanto as portas da graça estavam fechadas para a última geração incrédula da era do
Antigo Testamento, a graça do evangelho eterno foi divinamente estabelecida para toda a
humanidade para sempre, eternamente!

Imagine as gerações se renovando (Eclesiastes 1:4) e Cristo, a salvação, a justificação pela


fé somente, a nova aliança...ficando no esquecimento para sempre?
Como Apocalipse 22:2 faria sentido se não houvesse mais a pregação do evangelho pelo fato
de ser restrito a os incrédulos do primeiro século? Entende o quanto é importante o discernimento
da escatologia já realizada?
Fica claro que o cumprimento da grande comissão pela igreja liderada pelo Espírito Santo
nos últimos dias foi o verdadeiro começo da cura do evangelho para as nações!

A tradição religiosa ensina abertamente uma eventual abolição da graça de Deus em Cristo
que morreu na cruz para justificar pela fé os que vão sendo salvos! Isso é um erro terrível!

Há um desconhecimento gritante sobre a promessa feita a Abraão cujo qual declara que ele
seria pai de uma NUMEROSA NAÇÃO! Semelhante as estrelas do céu (Gn 15:5-6)

Logo, ver a realização passada do evangelho, pelo fato de ter sido pregado em todo o mundo
antes de 70 d.C. e assim ter vindo o fim DA ERA MOSAICA significa necessariamente o louvor,
glória e a ampliação do Evangelho de Deus na Terra para todas as gerações, mundo sem fim. (Ef
3:21)

É preciso que se entenda que a Bíblia nunca se tornará uma peça dispensada e antiquada de
museu! Será assistida como envelhecida, porém muito atual conforme Cristo e seu Reinado de uma
eterna aliança. (Salmos 72:5,17).

Mateus 24 corresponde a resposta dos discípulos do século I ou do século XXI?

Mateus 24 é uma resposta à pergunta que os discípulos fizeram no versículo 3. Mateus 24 é


uma profecia 100% cumprida!

Jesus vê um belo templo. Observe que uma das últimas declarações que Jesus fez aos judeus
é sobre a destruição do templo e o julgamento de Jerusalém em sua geração (Mateus 23: 36-39).
Jesus estava dentro do próprio templo quando diz isso a eles. (Mateus 23)

Os discípulos veem o belo templo. Foi nesse ponto que Ele saiu do templo e seus discípulos
começaram a mostrar-Lhe os mesmos edifícios do lado de fora. Portanto, podemos ter certeza do
que estava na mente de Jesus quando os discípulos se maravilharam com as pedras do templo.

É quando Jesus declara que o templo seria demolido (o assunto é sobre o templo descreve
Mateus 21:1)

Observe que os discípulos não perguntaram sobre a dissolução do céu físico e da terra ou o
julgamento do "mundo" (kosmos), mas sobre o fim da "era" (aion). Os discípulos perguntaram a
Jesus quando o templo seria demolido. (Marcos 13:1-4/ Lucas 21:5-7)

Em Zc.14:1-5 e Dan.9:26, a destruição de Jerusalém e a vinda do Senhor estão claramente


profetizadas para acontecer no mesmo dia. Os discípulos acreditavam que a vinda de Jesus seria
simultânea com a destruição de Jerusalém.

Os judeus do século I entenderam claramente o que "o sinal da tua vinda" significava,
porque eles leram muitas vezes no Antigo Testamento. Essa linguagem era usada muitas vezes no
passado sempre que Deus derrubava e destruía uma única nação em um momento específico.
Compare: Isa.13:6-9 - cumpriu sobre a Babilônia em 539 a. C / Isa.19: 1 - cumpriu sobre o Egito em
480 a.C / Eze.30: 3-4 - cumpriu sobre o Egito 480 a. C.
Jesus disse que "haveria alguns aqui (No momento de seu discurso) de pé, que não provarão
a morte até que vejam o Filho do homem vindo em seu reino" (Mat.16: 27-28, Marcos 8:38, Lucas
9 26-27), o que prova que esse versículo já foi cumprido, porque todos os que estavam vivos há
2.000 anos, ainda estão vivos? Óbvio que não!

Os sinais dos falsos cristos e falsos profetas: Os versículos 4, 5, 23-26 são cumpridos em
Atos 5: 36-37; 8: 9-11 (Jesus disse: "preste atenção para que ninguém o engane", ainda assim esses
samaritanos "deram toda a atenção" a Simão por causa de seus sinais e maravilhas que enganava do
menor ao maior, cumprindo assim as palavras de Cristo " , e devem enganar muitos " ), Atos 13: 6-
10; 16:16; 20: 29-30, Gal.1: 6-7; 2: 4; 5: 7-12, Filipenses 3: 18-19, 2 Timóteo 2: 16-18, 1 João 2:
18,19,22; 4: 1-6, 2 Cor.11: 3-4,12-15, Judas 1: 4. Os lobos de Atos 20: 29-30 são de Mat.7: 15.
Jesus associa a presença desses lobos à Sua vinda antes que os discípulos passassem pelas cidades
de Israel (Mateus 10: 16-23).

O aparecimento de falsos cristo em nosso século não deve mais nos levar a crer que estamos
nos últimos.

Pedro, que estava presente quando Jesus proferiu essa profecia (Marcos 13:3), escreveu mais
tarde sobre "falsos profetas" que haviam surgido e de "muitos" que seguiram seus caminhos
perniciosos (2 Pedro 2). João, que também ouviu Jesus proferir essa profecia, registrou o
cumprimento em 1 João 2: 18,22; 4: 1 e 2 João 7.

Guerras, fomes, terremotos: Guerras: relato histórico: Josephus disse, nas Antiguidades 18:
5: 3, que Bardanes e depois dele Volageses declararam guerra contra Aretas, rei da Arábia. Mas a
morte de Tibério impediu a guerra (rumores de guerra). Terremotos: a história registra 5 terremotos
em Creta 46A.D, Roma 51A.D, Apamaia 53A.D, Laodiceia 60A.D e Campania 62A.D. A Bíblia
registra terremotos (Mat.27: 51; 28: 2, At 16:26). Fome: Historiadores registram 30.000 mortes
somente em Roma. A Bíblia registra fomes (Atos 11: 27-29) que ocorreram durante o reinado de
Cláudio em 41-54 d.C.

É verdade que, no século XX-XXI, experimentamos falsos cristo, falsos profetas,


terremotos, fomes, pestilências, guerras e rumores de guerras, etc. No entanto, essas coisas não
existiram nos últimos dois mil anos? Claro! É incrível ver quantas gerações pensavam que Cristo
viria em sua vida porque pensavam que os sinais em Mateus 24 se aplicavam à sua geração.

Discípulos traídos: Jesus profetizou em Mat.10:23 que a perseguição seria um sinal


inconfundível para provar que Seu retorno era iminente. Alguns assumiram que essas passagens
específicas estão se referindo a um grupo distante de cristãos em nosso século ou, nesse caso, em
qualquer outro século além da geração dos discípulos. Mateus e Lucas, no entanto, dizem que os
discípulos seriam entregues para serem afligidos, mortos e odiados: Mat.10:1-6, Lucas 6:20.
Mat.24:3 qualifica os discípulos como a audiência de Jesus. Mat.24:34 qualifica a geração em que a
perseguição deve ocorrer.

Os apóstolos cumpriram essa previsão em Atos 4: 1-3,17; 5: 17-21,27-28 ( "Não ensinareis


em seu nome", era o comando dos fariseus. Vemos novamente a perseguição por causa do nome de
Jesus em Mat.24: 9) e Atos 5: 40 também diz "eles não devem falar em nome de Jesus".Atos 5:33
mostra que os fariseus tomaram conselho para matá-los. Atos 6: 9-15 mostra que os judeus
claramente censuraram Estevão e expulsaram seu nome como mal, depois apedrejaram até a morte.
Paulo (Saulo antes de sua conversão), depois de comandar a morte de Estevão, persegue
incansavelmente os cristãos de maneira bastante violenta (Atos 8: 3; 9: 1-2). Imediatamente após
sua pregação a Cristo nas sinagogas, a experiência de perseguição de Paulo pelo nome de Jesus
começaria (Atos 9: 23-24,29). Tiago, irmão de João, foi morto e Pedro foi jogado na prisão (Atos
12: 1-5). Paulo foi apedrejado (Atos 14:19), espancado e lançado na prisão (Atos 16: 19-24). Os
judeus expulsaram o nome de Jason como mau pela causa de Cristo (Atos 17: 5-8). Os judeus na
Ásia impuseram as mãos a Paulo para matá-lo (Atos 21: 26-33) e o levaram aos fariseus e saduceus
(Atos 23: 12-15), e depois levado perante os governadores (Atos 24:10,22), depois ao rei Agripa
(Atos 26: 1), que também cumpre Mat.10:18. Paulo descreve o fogo que os discípulos estavam
enfrentando (2 Cor.6: 4-10; 11: 23-27,32-33). A perseguição sempre o aguardava (Atos 20: 22-24).
Paulo foi levado diante de Gálio (Atos 28:12), Félix (Atos 24:24) e Agripa (Atos 25:23). Estevão
foi apedrejado até a morte (Atos 7:59): Tiago foi morto por Herodes (Atos 12: 2)

Evangelho Pregado: O Fim Chegaria. Atos 2: 5,9-11,14; 8: 1-5,14,25; 9:31; 10:37 (todos
cumprem Atos 1: 8); 17: 6; 24: 5, Romanos 1: 5,8; 10:18 ("mundo" significa oikumene , igual a
Mat.24: 24, e "terra" significa habitada que se refere a regiões dominada por Roma) igual a Atos 1:
8); 15:19 (cumpre Atos 1: 8); 16: 19,25-26 ("nações" significa ethnos , o mesmo que Marcos 13:10)
e Col.1: 6 ("mundo" significa kosmos , o mesmo que Marcos 16:15), 23 ("criatura" significa ktisis,
o mesmo que Marcos 16:15). O fato de Colossenses ter sido escrito em 62 d.C, oito anos antes da
destruição de Jerusalém, é prova de que 70 d.C foi o cumprimento total dessa passagem. 1 Ped.4: 6,
Heb.4: 2, 1 Tim.3: 16. Tito 2:11.

O argumento pode ser levantado: "Os apóstolos estavam dizendo que o Evangelho havia
sido pregado ao mundo como eles o conheciam, mas o Evangelho deve alcançar o mundo como o
conhecemos antes que Cristo volte!". Será? Primeiro, onde as Escrituras falam das palavras de
Cristo sendo cumpridas durante o século XXI como a conhecemos?

Esta é a maneira do mundo de tentar fazer com que a Bíblia se encaixe no seu padrão de
profanidade.

Segundo, por que os apóstolos mencionariam o fato do evangelho chegar ao seu destino se
não houvesse significado profético? Tudo o que faria é confundir aqueles a quem eles estavam
escrevendo. Afinal, seus leitores estavam perfeitamente conscientes de que Cristo havia predito Seu
retorno depois que o Evangelho fora pregado nessas áreas. Que outras previsões haviam além das
do Senhor? A partir das Escrituras, podemos ter certeza de que todas essas previsões sobre o destino
do Evangelho foram cumpridas.

Abominação da desolação: Jerusalém cercada pelo exército. Referência Daniel 8:13 9:27;
11:31; 12: 7-13 (indica que o significado de profecia foi selado). Mateus e Marcos inserem "quem
lê, entende", indicando que o significado de Daniel foi revelado por Jesus. Foi dito a Daniel que a
profecia foi selada até o "fim dos tempos", que é 70 d.C.

Fuja da Judeia Para As Montanhas. 1) A cidade da Judeia não existe desde o primeiro
século, foi destruída! Então, que relevância isso poderia ter para os cristãos hoje em dia? Como eles
podem fugir de uma cidade que não existe mais? Obviamente, esse aviso se refere aos que vivem no
primeiro século na Judeia, porque a Judeia foi destruída em 70 d.C, exatamente como Jesus disse.

2) Por que Jesus ordenaria que os cristãos fugissem se fossem arrebatados na Segunda
Vinda? Mas faz todo o sentido, já que Jesus estava avisando os cristãos que moravam em Jerusalém
em 69 d.C para estarem prontos para fugir quando os exércitos romanos cercaram a cidade pouco
antes de seu cerco. Crianças pequenas dificultam a fuga. No inverno, existe o risco de
congelamento, exposição, hipotermia, e a neve diminui a velocidade da fuga. Os portões eram
fechados todos os dias de sábado em Jerusalém, em 70 d.C (Ne.13: 19-21).

3) Hoje, o arrebatamento, como é comumente ensinado, não seria prejudicado pelo sábado,
muito poucas pessoas o guardam agora. As mulheres de nossa geração geralmente não permitem
que seus bebês amamentem. Os meios modernos de ir de um lugar para outro (carros, barcos, motos
de neve, aviões etc.) não tornariam o inverno um obstáculo. Tampouco haveria necessidade de fugir
para as colinas da Judeia ou qualquer outra colina se o mundo estivesse acabando. Nossos telhados
não são planos, nem são usados para o serviço de guarda.

Sol Escurecido, lua perdendo sua claridade: Compare: Isa.6: 10 - cumpriu em Babilônia 539
a.C / Isa.34: 4-5 - cumpriu em Edom antes de 400 a.C / Eze.32: 7-8 - cumpriu no Egito 480 a.C.

"Reunir seus eleitos" era o objetivo inteiro do Antigo Testamento (Salmos 50: 4-5, Isaías
11:12; 40:11; 43: 5; 54: 7-8). Observe este último versículo, onde a reunião é inseparável de ter a
eterna bondade e misericórdia do Redentor sobre Seus eleitos.

Ocorrerá nesta geração: Deus chama 40 anos por geração em Números 32:13 e em Hebreus
3: 8-10. Além disso, em Mateus 1:17, temos dados para estimar a duração de uma geração. Diz-nos
que desde o cativeiro na Babilônia até Cristo são catorze gerações. Diz-se que a data do cativeiro,
no reinado de Zedequias, é 586 a.C. De 586 a.C até o nascimento de Cristo, seriam cerca de 586
anos, o que, dividido por catorze, torna a duração média de uma geração em cerca de 41 anos.

Toda vez que a frase "esta geração" é mencionada no Novo Testamento, é sempre falada por
Jesus (Mat.11:16; 12:41-42, Marcos 8:12, Lucas 7:31; 11: 30-32, 50,51; 17:25). Em todo e qualquer
versículo, refere-se à geração que estava viva durante a primeira vinda de Jesus. Outros versículos
em que Jesus usou a palavra "geração" é Mat.12: 39,45; 16: 4; 17:17, Marcos 8:38; 9:19, Lucas 1:
48,50; 9:41; 11:29; 16: 8. Todos eles se referem a uma idade de 30 a 40 anos, nunca como uma
idade de milhares de anos. Aqui estão todos os outros usos da palavra "geração"(Palavra grega é
"genea") conforme usada pelos apóstolos: Mat.1: 17, At 2:40; 8:33; 13:36; 14:16 (vezes); 15:21
(tempo), Ef.3: 5,21 (idades ... não idade. Isso não entra em conflito com muitas "gerações"), Fil.2:
15 (nação), Col.1: 26 (gerações), e Heb.3: 10.

Algumas pessoas que se opõem à simplicidade dessa afirmação atacam a palavra "geração"
e aplicam vários significados ao grego 'genea' por (genos), principalmente porque deve ser
traduzido como "raça" ou "nação". Isso faria o Messias dizer: "Esta raça ou nacionalidade não
passará até que todas essas coisas sejam cumpridas". Essa seria uma resposta tão ridícula, se você
levar em consideração que essas pessoas nunca esperaram que sua raça ou nação desaparecesse da
face da Terra, na verdade elas esperavam povoar a Terra inteira!

Este termo para geração não pode significar "raça", pois a palavra grega genos, que significa
"raça", teria sido usada (1 Pedro 2:9). E não pode significar "idade", pois a palavra grega aion que
significa "idade" ou "um período de tempo", teria sido usada (Efésios 2: 7, Colossenses 1:26). Em
vez disso, genea foi usada.

Jesus disse, com relação a "esta geração", que "haveria aqui alguns que não provarão a
morte até que vejam o Filho do homem vindo em seu reino" (Mat.16: 27-28, Marcos 8:38 - 9: 1;
Lucas 9: 26-27).
Dizer que quando ele disse "esta geração", ele estava falando de uma geração que estaria
vivendo mais de 2000 anos no futuro, no tempo atrasado de sua segunda vinda, é absurdo. Isso é
acusar o Messias de um engano deliberado. Além disso, essa interpretação é uma corrupção do
idioma original.

Visualize, se você poder, Cristo aparecendo para arrebatar a igreja e, em seguida, encaixe
essa declaração na cena. (Mat.16:27-28) Por que ele foi preciso em dizer que algumas das pessoas
que viviam na terra no momento do arrebatamento não morreriam antes que ele voltasse! Como ele
já teria retornado se não fosse naquele momento? "Haverá algumas pessoas daquela época vivendo
na terra no momento da segunda vinda de Cristo que não morrerão antes da segunda vinda de Cristo
se referindo a nós cristãos do século XXI?". Declaração sem sentido, hein?

Logo, fica absolutamente claro que Mateus 24 já teve o seu cumprimento tanto no que se
relaciona a destruição de templo como a sua tão estimada vinda, no tempo devido e negar tamanha
evidência é recalcitrar contra os aguilhões.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


O PROPÓSITO ORIGINAL DE DEUS?

A Bíblia diz que Deus é amor. Em 1ª João 4:8 diz: “Aquele que não ama não conhece a
Deus; porque Deus é amor”. A personificação desse amor só é possível tendo alguém para amar.
Este foi o propósito de Deus ao criar o Universo. Sendo Deus o próprio Amor, Ele queria que Suas
criaturas O adorassem e O gozassem eternamente. Deus constitui uma família, a família humana.
Ao criar a Terra e colocar a humanidade nela foi pela Sua grande vontade: “Digno és, Senhor, de
receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram
criadas”. (Apocalipse 4:11)
Esta revelação descrita em Apocalipse mostra o grande prazer de Deus ao criar todas as
coisas. E foi um grande prazer para Deus gerar filhos que fossem à Sua imagem e semelhança para
que Ele pudesse ter um relacionamento amoroso com eles. E a Terra foi criada para este propósito.
Essa relação de amor que Deus queria só era possível através do livre arbítrio. Deus não criou seres
humanos robôs programados para amá-lo. O Verdadeiro Amor requer que as pessoas o escolha
amá-lo através de suas próprias vontades. Portanto, Deus fez Suas criaturas com a capacidade de
escolha para aceitá-lo ou rejeitá-lo. Sendo Deus onisciente, ou conhecedor de todas as coisas (1ª
João 3:20), Ele diz em Isaías 46:9-10: “Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que
eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o
princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será
firme, e farei toda a minha vontade”.
Desde sempre Deus sabia que ao criar Adão e Eva com livre arbítrio, eles escolheriam se
rebelar e na escolha da rebelião, o pecado entraria no mundo (Gênesis 2:16-17; 3:1-7). O pecado
nos separa de Deus conforme diz Isaías 59:2. Este é um ponto muito importante para entendermos o
que aconteceu entre Deus e Suas criaturas. O pecado do primeiro casal humano trouxe separação
entre a humanidade e seu Criador. Assim, foi minado todo o bom propósito de Deus para o homem.
Sendo Deus presciente, antes de criar o Universo estabeleceu um plano para remover o pecado do
mundo, desfazendo assim a separação produzida pelo pecado humano. Que plano é esse? Podemos
chamar este plano de “o Cordeiro morto desde a fundação do mundo”. Apocalipse 13:8, fala sobre
isto: “E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no
livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”.
Aqui claramente Jesus é descrito como “o Cordeiro que foi morto desde a fundação do
mundo”. O apóstolo Pedro fala mais detalhes sobre isso: “Sabendo que não foi com coisas
corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por
tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro
imaculado e incontaminado, o qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da
fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; E por ele credes em
Deus, que o ressuscitou dentre os mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança
estivessem em Deus...”. (1ª Pedro 1:18-21).
Temos nessas palavras de Pedro que Cristo foi “conhecido” ou preordenado antes da
fundação do mundo para ser o sacrifício pelo pecado. Em outras palavras, antes da criação do
Universo houve também a sua redenção. O mundo não veio a existência sem a possibilidade de
redenção. Por isto, antes que os nossos primeiros pais tivessem a chance de pecar, o Senhor Deus,
em Sua presciência, criou um plano para tirar o pecado do mundo. Hebreus 9:26 diz mais: “De
outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na
consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si
mesmo”.
A obra de Cristo manifestada nestes últimos tempos foi definitiva para “aniquilar o pecado”,
para que todos aqueles que creem em Seu Nome possam receber o perdão e voltar a um
relacionamento harmonioso com o Pai.
O Plano de Deus
para esta Terra
O relato da criação mostra que a Terra foi criada para a humanidade dominar (Gênesis 1:28).
Na criação Deus coloca as condições perfeitas para a humanidade poder viver, criando assim os
oceanos, as terras, as ervas, as árvores, as frutas, os vegetais, o sol, a lua, os peixes, os pássaros e os
animais terrestres. Uma vez posto no jardim, Deus autorizou o domínio humano, dando a ordem de
multiplicar e encher a Terra (Gênesis 1:26-28). Adão e Eva falharam em cumprir sua missão de
multiplicar e encher a Terra. Em vez de encher a Terra de filhos, multiplicando assim à imagem de
Deus, eles caíram em pecado e encheram a Terra de filhos pecadores. O primeiro casal falhou
porque usou mal o domínio dado por Deus. Eles poderiam ter usado sua autoridade dada por Deus
quando foram tentados pela serpente (Gênesis 3:1-7). Quando a serpente os tentou, Adão e Eva
poderiam ter usado sua autoridade para expulsar a serpente do jardim, mas eles não o fizeram.
Como resultado disso, Adão e Eva pecaram levando-os a separação de Deus. Alguns sugerem que
por causa disso a nossa redenção nada tem a ver com este mundo físico, e que Deus vai nos remover
desta Terra para nos levar a um paraíso celeste. Na verdade, a ideia do Céu ser o lar definitivo dos
filhos de Deus é errônea. O que podemos entender como Céu ou Paraíso será a restauração
completa que haverá aqui na Terra. Os justos herdarão a terra (Salmo 37).
Como já vimos nas páginas anteriores, a Escritura não ensina que Jesus virá para arrebatar
Sua Igreja e levá-la para o Céu. Ao invés disso, a Escritura mostra que na Segunda Vinda Jesus traz
consigo todos os santos que morreram, e nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com
eles no poder da ressurreição, aqui mesmo nesta atmosfera, isto é, nesta Terra.
O motivo pelo qual Jesus vai trazer os cristãos mortos consigo a esta Terra é porque Deus
completará o Seu plano original de restaurar tudo. Depois do pecado do primeiro casal, Adão e Eva,
Deus não perdeu esta Terra e tudo o que nela há para Satanás. Esta Terra, como já ficou provado
nas páginas anteriores, nunca pertenceu a Satanás. O profeta Isaías diz o seguinte sobre esta Terra:
“Porém Israel é salvo pelo Senhor, com uma eterna salvação; por isso não sereis envergonhados
nem confundidos em toda a eternidade. Porque assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus
que formou a terra, e a fez; ele a confirmou, não a criou vazia, mas a formou para que fosse
habitada: Eu sou o Senhor e não há outro”. (Isaías 45:17,18).
O conceito de “eterna salvação” significa que a salvação continua para todo o sempre. No
final do versículo é dito que “não sereis envergonhados nem confundidos em toda a eternidade” .
Isto significa simplesmente que não há fim para o tempo neste mundo. A eternidade será vivida
aqui. Após Isaías definir o contexto da salvação e do tempo, usando as frases “eterna salvação” e
“toda a eternidade”, é dito que Deus “formou a terra, e a fez; ele a confirmou, não a criou vazia,
mas a formou para que fosse habitada” . Em outras palavras, Deus não criou a terra em vão (vazia de
propósito ou sem propósito), mas a formou com o propósito de ser habitada e desenvolvida. A
grande mensagem da parte de Deus através do livro de Isaías é que apesar do pecado que veio a este
mundo por causa do primeiro casal, a salvação eterna em Cristo vai trazer a Terra, a humanidade e
toda a criação ao seu propósito original, ou seja, o paraíso restaurado.
Deus está confirmando que o Seu plano em relação a Sua criação não mudou, mas será
cumprido no tempo determinado. A Terra desde o princípio é o local em que Deus cumpre o Seu
supremo desejo de ter filhos a sua imagem e semelhança para que os mesmos possam amá-lo para
sempre. Temos na história humana um relacionamento de amor com Deus e Sua criação. Alguns ao
ler isto poderão perguntar: “Eu pensei que Deus destruiria esta Terra com fogo?” Isto poderia ser
uma tendência, caso Deus não tivesse antes feito Seu plano de salvação. A partir da primeira vinda
de Cristo ao mundo, como homem, Deus inaugurou “um novo céu e uma nova terra” (Apocalipse
21:1), “porque o primeiro céu e a primeira terra já haviam passado”. O novo céu e a nova terra que
João viu é uma nova ordem de coisas estabelecida. O antigo “céu” e “terra” que passaram não se
refere aos céus e terra físicos, mas a Antiga Aliança da lei de mosaica. “ Quando a Escritura afirma
que a terra e o céu passarão, está se referindo à ordem neles estabelecida. Por exemplo: o mundo
dos tempos de Noé acabou quando Deus enviou o Seu julgamento através do dilúvio. De Adão a
Noé foi estabelecida uma ordem no caos”.
Voltando para Apocalipse 21, o versículo 5 ajuda estabelecer o contexto para entendermos
melhor essa transição do antigo para o novo “céu” e “terra”. O texto diz: “E o que estava assentado
sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras
são verdadeiras e fiéis”.
Quando Deus disse “eis que faço novas todas as coisas”, Ele não está dizendo que o Planeta
Terra será destruído para ser feito um completamente novo, mas, em vez disso, referia-se a nova era
em Cristo ou a “era cristã”, a qual, substitui a Antiga Aliança. A nova era cristã trouxe uma nova
criação que caminha para a consumação final. Por isto, desde o tempo de Cristo, já estamos vivendo
em um novo céu e uma nova terra, ou uma nova ordem estabelecida por Deus. É por isto que se diz
em 2ª Coríntios 5:17 que “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram;
eis que tudo se fez novo”. Eu sei muito bem que a ideia de estarmos atualmente vivendo em um
novo céu e nova terra soa estranho para muitos, pois nos acostumamos a pensar sobre isso como
referindo-se ao perfeito Estado Eterno depois da Segunda Vinda de Cristo. Isto ocorre porque nós
não aprendemos que os capítulos 21 e 22 de Apocalipse fala sobre o tempo em que vivemos, a era
cristã. Como foi a passagem dos céus e da terra? “ Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas:
não vim revogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem,
nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido”. (Mateus 5:17,18).
Muita gente pensa que o “céu e a terra” aqui refere-se ao céu e terra físicos. Mas, na época
de Cristo, o judeu entendia que o “céu” e a “terra” referia-se a Antiga Aliança da lei mosaica, com
seu templo, sacrifícios e ritos cerimoniais. O texto de 2ª Pedro capítulo 2 que muita gente usa em
referência a Segunda Vinda de Cristo, na verdade, está falando sobre a vinda do Senhor em juízo
contra os judeus, que ocorreu no ano 70 d.C. Essa vinda em juízo trouxe o “fim” ou a “passagem”
do “céu e a terra” que Jesus declara em Mateus 5:18.
O texto de Pedro diz: “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores,
andando segundo as suas próprias concupiscências, E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda?
porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os
céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste. Pelas quais coisas pereceu o
mundo de então, coberto com as águas do dilúvio, mas os céus e a terra que agora existem pela
mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da
perdição dos homens ímpios. Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é
como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a
têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos
venham a arrepender-se. Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão
com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se
queimarão. Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo
trato, e piedade, Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em
fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? Mas nós, segundo a sua promessa,
aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça”. (2ª Pedro 3:3-13).
Não vou fazer uma exegese profunda aqui. Mas o que mostrarei é o suficiente para que o
leitor possa ter discernimento sobre o que Pedro estava dizendo. Ele diz no versículo 3 que os
escarnecedores que zombarão da vinda de Cristo aparecerão nos “últimos dias”. Para um leitor
moderno seria isto uma referência aos últimos dias da história humana, antes do fim do mundo ou
da Segunda Vinda de Cristo. Mas o entendimento dos apóstolos em todo o Novo Testamento é
outro. Eles diziam que o tempo em que estavam vivendo eram os “últimos dias” ou “fim dos
tempos”. Isto se vê claramente em diversas passagens. De acordo com o discurso de Pedro em Atos
dos apóstolos, o derramamento do Espírito Santo em Pentecostes aconteceu nos “últimos dias”:
“Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos ÚLTIMOS DIAS ACONTECERÁ, diz Deus,
Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas
profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos sonharão sonhos...”. (Atos 2:16,17 –
o grifo é meu).
O restante do Novo Testamento corrobora com essa ideia. Quando o apóstolo Paulo explica
a desobediência dos israelitas no deserto, ele aplica tal exemplo aos seus primeiros leitores da
cidade de Corinto com as seguintes palavras: “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão
escritas para AVISO NOSSO, PARA QUEM JÁ SÃO CHEGADOS OS FINS DOS SÉCULOS”.
(1ª Coríntios 10:11 – o grifo é meu).
Seguindo o mesmo raciocínio, o autor da carta aos Hebreus diz que o nascimento de Jesus
Cristo se deu nos últimos dias: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas
maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos NESTES ÚLTIMOS DIAS pelo Filho...”.
(Hebreus 1:1 – o grifo é meu).
E mais à frente, ele acrescenta que a vinda de Cristo se deu na “consumação dos séculos”:
“De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas
AGORA na CONSUMAÇÃO DOS SÉCULOS uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado
pelo sacrifício de si mesmo”. (Hebreus 9:26 – o grifo é meu).
A carta aos Hebreus é conhecida como uma advertência aos cristãos hebreus que estavam
abandonando a fé em Cristo para voltar as antigas práticas do judaísmo mosaico. Os cristãos
hebreus estavam apostatando de sua fé em Cristo. As advertências são tão sérias por causa da
apostasia, que o dia da destruição de Israel - e principalmente de sua capital, Jerusalém – estava
chegando e poderia ser visto pelos primeiros leitores da carta aos Hebreus. Isto vemos claramente
em Hebreus 10:25: “Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes
admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, QUANTO VEDES QUE SE VAI APROXIMANDO
AQUELE DIA”. (o grifo é meu).
O apóstolo Tiago ao advertir os ricos de seu tempo, faz referências aos “últimos dias” que
foram os dias de acúmulo de riquezas: “Atendei, AGORA , ricos, chorai lamentando, por causa das
vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens,
comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser
por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. TESOUROS
ACUMULASTES NOS ÚLTIMOS DIAS”. (Tiago 5:1-3 – o grifo é meu).
Ainda dentro da mesma linha de raciocínio, o apóstolo Pedro escreveu que o sangue de
Cristo, embora conhecido antes da fundação do mundo, foi “manifestado no fim dos tempos” (1ª
Pedro 1:20).
Na mesma carta, ele reitera duas coisas para os seus leitores: “Ora, O FIM DE TODAS AS
COISAS ESTÁ PRÓXIMO; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações”.
“Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus É CHEGADA; ora, se primeiro vem por
nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?” (1ª Pedro 4:7, 17 – o grifo
é meu).
Qual “fim” estava “próximo”? Obviamente não era o fim do mundo físico, mas o fim da era
judaica. Tanto que era verdade que os primeiros leitores de Pedro foram advertidos de que “ a
ocasião de começar o juízo pela casa de Deus É CHEGADA”.
Ainda no raciocínio sobre o termo “últimos dias”, o apóstolo João chega a afirmar para os
seus primeiros leitores que eles estavam vivendo a “última hora”. O apóstolo João, em outras
palavras, relembra aos seus leitores que o surgimento de falsos profetas era um dos sinais que
provava que a “vinda” de Jesus em julgamento estava perto para trazer destruição ao templo e a
cidade de Jerusalém. Por causa do surgimento vários falsos profetas, o apóstolo João em sua
primeira carta escreveu que: “Filhinhos, É JÁ A ÚLTIMA HORA; e, como ouvistes que vem o
anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde CONHECEMOS que É JÁ A
ÚLTIMA HORA”. Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se
tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse
manifesto que nenhum deles é dos nossos”. (1ª João 2:18-19 – o grifo é meu).
“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já
muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o
espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa
que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes
que há de vir, E EIS QUE JÁ AGORA ESTÁ NO MUNDO”. (1ª João 4:1-3 – o grifo é meu).
Agora estabelecido o conceito de “últimos dias”, vamos analisar o versículo 3 e 4 de 2ª
Pedro capítulo 3: “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando
segundo as suas próprias concupiscências, E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque
desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação”. (2ª
Pedro 3:3,4).
Uma vez que estavam vivendo os últimos dias da era judaica, os apóstolos se depararam
com os escarnecedores que apareceram. O escritor Gary DeMar contextualizou brilhantemente
como e porque apareceram tais escarnecedores desafiando os cristãos, veja a seguir: “O templo
ainda está em pé, o sacerdócio está intacto e os sacrifícios de animais estão acontecendo como de
costume.
A antiga aliança não passou; é um dispositivo permanente, mesmo com a opressão romana.
As pessoas estão se casando e dando-se em casamento, comendo e bebendo, comprando e
vendendo, plantando e construindo (Lucas 17:22-35).
Tudo está como foi desde a criação (2ª Pedro 3:4).
Este Jesus, que afirmou que Ele viria em julgamento antes de “esta geração” passar (Mateus
24:34), era um falso profeta e vocês, cristãos, são tolos em segui-lo.
Voltem para a verdadeira fé de seus pais”. Quando Pedro faz referência aos “pais” que
“dormiram” (2 Pedro 3:4), ele mostra no uso da palavra “pais” que a referência era aos judeus, pois
tal frase não teria sentido para uma audiência gentia (por exemplo, Mateus 23:30, 32; Lucas 6:26;
11:47; João 4:20; 6:31; 7:22; 1ª Coríntios 10:1; Hebreus 1:1).
No versículo 5, o texto de 2ª Pedro capítulo 3 continua: “Eles voluntariamente ignoram isto,
que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e
no meio da água subsiste”.
É muito interessante que Pedro diz que “desde a antiguidade existiram os céus, e a terra”.
Ora, se “existiram” é porque não existem mais. Mas sabemos que o dilúvio destruiu tão somente a
superfície da Terra e não atingiu o céu. Na verdade, no versículo 6, Pedro explica qual “céu” e
“terra” deixaram de existir no diluvio. Em outras palavras, Pedro quis dizer que foi “o mundo
daquele tempo”, a sociedade dos homens ímpios. Em outra ocasião fiz um comentário sobre essa
questão: Sabemos que no Dilúvio o mundo físico não foi destruído.
Quando Noé e sua família entraram na arca, apesar da inundação, o mundo físico continuou
como era. A palavra “mundo” que Pedro usou para referir-se ao Dilúvio é no sentido de uma visão
cultural, da vida cotidiana em que as pessoas do tempo de Noé acreditavam e agiam. No caso do
mundo que pereceu no Dilúvio, a sociedade estava caída profundamente no pecado e precisava ser
destruída. As pessoas daquela época tinham feito, por assim dizer, “amizade com o mundo” e
“inimizade contra Deus” (Tiago 4:4). Isto é o que dizemos hoje em dia sobre estarmos no mundo,
mas não sermos do mundo (João 15:19; 17:14-16, 18; 1ª João 2:15).
Significado semelhante da palavra “mundo” encontramos quando Paulo diz que “a aparência
deste mundo passa” (1ª Coríntios 7:31 – ver também 1ª João 2:17-18). O apóstolo não está
referindo-se ao mundo físico, ao Planeta Terra, mas sobre um tipo de “mundo”, ou seja, o mundo
pecaminoso que as pessoas construíram. “O teólogo Andreas J. Köstenberger, diretor de estudos de
doutorado e professor sênior de Novo Testamento e línguas bíblicas no Seminário Teológico Batista
do Sudeste, explica que no evangelho de João, ‘a palavra grega kosmon (kosmos = “mundo”)’
“normalmente se refere a humanidade pecadora e raramente para a criação material. Abrange toda a
humanidade, tanto judeus quanto gentios, os que se opõem a Deus”.
Em seu comentário do Evangelho Segundo João, D.A. Carson, escreveu: “ O “mundo”, ou
frequentemente “este mundo” (por exemplo, [João] 8:23; 9:39; 11: 9; 18:36), não é o universo, mas
a ordem criada (especialmente dos seres humanos e dos assuntos humanos) em rebelião contra o seu
Criador (por exemplo, 1:10; 7:7; 14:17, 22, 27, 30; 15:18-19; 16: 8, 20, 33; 17: 6, 9, 14)”.
Depois de dizer sobre o “céu” e “terra” que pereceram no dilúvio, Pedro fala sobre os “céus”
existentes de seu tempo: “Pela mesma palavra os céus e a terra que AGORA EXISTEM estão
reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios”. (2ª Pedro 3:7
– o grifo é meu).
Enquanto muitos pensam em mundo físico, o apóstolo Pedro, sendo judeu, usa aqui uma
linguagem profética tal como era conhecida no judaísmo. Os “céus e a terra” que existiam no tempo
de Pedro era a Antiga Aliança, o judaísmo. No versículo 10 Pedro explica como será a destruição
dos “céus e a terra” que “agora existem”: “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual
os céus passarão com grande estrondo, e os ELEMENTOS, ardendo, se desfarão, e a terra, e as
obras que nela há, se queimarão”. (2ª Pedro 3:10 – o grifo é meu).
Destaquei no texto acima a palavra “elementos”. Enquanto muitos erroneamente pensam que
Pedro estaria falando das partículas subatômicas da matéria (ou uma explosão nuclear) nos
elementos físicos do Universo, o fato é que os intérpretes “literalistas” precisam reconhecer que a
palavra “elementos” (no grego, stoicheia) aparece várias vezes no Novo Testamento, e nunca os
escritores bíblicos a usam em conexão com o Universo físico (Colossenses 2:8, 20-21; Hebreus
5:12). A ideia que Pedro passa aos seus leitores é que pelo fato de os judeus rejeitarem e matarem o
Autor da vida, cometendo o crime mais hediondo da história humana, aquela perversa geração de
judeus estava condenada com a promessa de que Jesus voltaria novamente para colocar fogo em seu
templo e cidade. É por isso que o apóstolo diz que os “elementos” (da lei mosaica) iriam arder no
fogo, como de fato aconteceu no ano 70 d.C. E mais, quando se diz que “a terra, e as obras que nela
há, se queimarão”, podemos entender na linguagem judaica “terra” como uma referência a “terra de
Israel”. E isto de fato aconteceu quando os exércitos romanos eliminaram a oposição judaica da face
da terra, incendiando suas cidades. É tão real que essas advertências na carta de Pedro tinham a ver
com os seus primeiros leitores, que o apóstolo os adverte nos seguintes termos: “Havendo, pois, de
perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade... Por isso, amados,
aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz” . (2ª
Pedro 3:11, 14).
Ao terminar de falar sobre a futura destruição dos “céus” e “terra” da Antiga Aliança, Pedro
diz aos seus leitores: “Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em
que habita a justiça”. (2ª Pedro 3:13).
O que está descrito no livro de Atos dos Apóstolos é o tempo de transição. Da ressurreição e
Ascensão de Cristo ao Céu até o ano 70 d.C., a igreja primitiva viveu o período de transição da
Antiga para a Nova Aliança. Em Seu ministério terreno Jesus instituiu a Nova Aliança, mas esta
nova era cristã, ou novos céus e nova terra, só chegaram definitivamente quando mais nada restava
da Antiga Aliança. Quando Jesus disse que não veio “destruir a lei ou os profetas” e nem revogá-la,
mas cumpri-la, Ele de fato cumpriu tudo o que a seu respeito “está escrito na Lei de Moisés, nos
Profetas e nos Salmos” (Lucas 24:44). Ao cumprir tudo, os “céus e a terra” ou a Antiga Aliança
passou (Mateus 5:17,18). Desde então, os judeus vivem sem templo, sem sacrifícios e sem
cerimonias da lei mosaica. No entanto, o Messias, Jesus Cristo, inaugurou um novo templo, agora
espiritual, que é o Seu corpo, a Igreja.
Alguém perguntará: “Se estamos em novos céus e nova terra, dos quais habita a justiça,
porque ainda temos dor, luto e morte?” Para responder a esta pergunta, devemos fazer outras:
“Onde podemos encontrar essa promessa dos novos céus e terra? Em qual parte do Antigo
Testamento Deus promete um Novo céu e terra? Os novos céus e terra são introduzidos de maneira
progressiva ou abrupta no mundo?”
Para responder a essas perguntas, devemos entender que a ideia de novos céus e terra vem
do Antigo Testamento. Quando uma passagem do Antigo Testamento é citada no Novo Testamento,
é recomendável procurar a citação e seu contexto original para sabermos como os apóstolos a
aplicaram.
Só para citar um exemplo, encontramos em Isaías 40:3-5 a profecia de um projeto de uma
gigantesca construção rodoviária.
Esta profecia não é interpretada literalmente no Novo Testamento, mas é uma referência ao
ministério de João Batista (Lucas 3:4-6).
O apóstolo Paulo em Romanos 15:12 cita outra profecia interessante de Isaías, a qual fala
sobre quando o lobo habitará pacificamente com o cordeiro (Isaías 11:1-10).
O apóstolo a interpreta como um cumprimento presente, na era da Nova Aliança.
O erudito puritano John Owen, foi um profundo conhecedor da Bíblia melhor do que a
maioria dos cristãos.
Em seus estudos ele nos aponta onde o Antigo Testamento fala a respeito de um “novo céu e
nova terra”: Qual é essa promessa? Onde podemos encontrá-la? Porque nós a temos nas próprias
palavras e na literatura de Isaías 65:17. Agora, quando isto será que Deus criará esses “novos céus”
e nova terra, onde habita a justiça? Disse a Pedro: Será após a vinda do Senhor, depois daquele
julgamento e destruição de homens ímpios, que não obedecem ao evangelho, que prevejo. Mas
agora é evidente, a partir deste lugar de Isaías, com o capítulo 66:21-22, que esta é apenas uma
profecia dos tempos do evangelho; e que a plantação desses novos céus não é senão a criação das
ordenanças do evangelho, para durar para sempre. A mesma coisa está tão expressa em Hebreus
12:26-28”.
As perguntas feitas por John Owen sobre onde foi que Deus prometeu criar novos céus e
nova terra, são perguntas que a maioria dos comentaristas e leitores da Bíblia não fazem. A resposta
biblicamente correta encontramos nos textos de Isaías 65 e 66 que é composto de passagens que
profetizam o período do Evangelho através da obra de Cristo. Ao contrário do que muitos supõem,
o profeta Isaías é muito claro quando mostra que a “nova criação” não se trata do Estado Eterno,
pois durante o tempo da nova criação temos ainda nascimento, morte, construção e plantação (Isaías
65:20-23). Uma coisa que deve ficar entendida é que os “novos céus e nova terra” compreendem a
era da Nova Aliança através da Igreja, que alcançará o seu ápice quando todos os povos da Terra se
curvarem diante do Senhor (Isaías 66:22-23). Sobre este tema, o evangelista John Bray escreveu:
“Esta passagem é uma grande descrição do evangelho depois de Cristo ter vindo em julgamento no
ano 70 d.C., tirando os antigos céus e terra. Agora temos os novos céus e a nova terra da era do
evangelho”.
Uma vez que estamos vivendo em um novo céu e nova terra, somos novas criaturas de outro
mundo, da era porvir. A era por vir tanto falada no Novo Testamento está agora sobreposta sobre a
“era do pecado e da morte”, a qual também vivemos desde os tempos de Adão. Ainda temos morte,
dor sofrimento, mas em Cristo temos nosso consolo constante enxugando nossas lágrimas. Junto ao
Reino de Deus, o novo céu e nova terra é implantado progressivamente. O Senhor descreveu Seu
Reino através da parábola do grão mostarda e do fermento (Mateus 13:31-33). Nessas duas
parábolas o Senhor Jesus mostra o princípio progressivo do Reino de Deus. Ao invés de impor o
Seu Reino a força, abruptamente, o Senhor mostra que esse Reino começa pequeno, insignificante,
e depois torna-se muito grande. I. Howard Marshall escreveu que a parábola “sugere que o
crescimento do reino de Deus é a partir de um minúsculo começo até o tamanho do mundo inteiro”.
É um ensino unânime em toda a Bíblia que a restauração de todas coisas acontece de maneira
progressiva até atingir seu ápice final. Vemos isto desde cedo em profecias como a de Isaías 9:6-7
que diz que a paz de Cristo, ao invés de ser imposta a força, aumenta durante o tempo do reinado
dEle. A “paz sem fim” só haverá porque “Ele estenderá o seu domínio”. Isto está em perfeita
harmonia com 1ª Coríntios 15:24-26 que diz: “Então virá o fim, quando ele entregar o Reino a
Deus, o Pai, depois de ter destruído todo domínio, autoridade e poder. Pois é necessário que ele
reine até que todos os seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés. O último inimigo a ser
destruído é a morte”.
Eu poderia citar muitos outros textos aqui, mas para finalizar este capítulo, cito a seguir Atos
3:20-21, texto do qual mostra esse princípio progressivo da restauração de todas as coisas:
“Convém que o céu o contenha até o tempo de restauração de tudo” (Atos 3:21).
Em resumo, Cristo, sendo o Messias esperado pelos judeus, ao trazer consigo uma nova era,
está agora contido no Céu até a restauração de tudo, quando Ele vier novamente e destruir o último
inimigo, a morte.
O Plano de Deus
para a Igreja
Originalmente, Deus criou esta Terra colocando os seres humanos para ter um
relacionamento com eles. Este foi o seu propósito. Mas, o pecado de Adão e Eva separou criatura e
Criador. Prevendo que isto ia acontecer, o Pai preordenou Jesus desde antes da fundação do mundo,
para remover o pecado pelo sacrifício de Si mesmo (Hebreus 9:26). Aquele que dá ouvidos ao
Evangelho tendo fé em Jesus Cristo, é restaurado ao relacionamento e à comunhão com Deus. O
propósito original de Deus de ter uma família para encher a Terra é restaurado através da obra
redentora de Jesus Cristo. O que o pecado de nossos primeiros pais trouxe como consequência,
deixando de frutificar, multiplicar e encher a terra, a Igreja tem feito de maneira diferente dando
seus frutos – embora tenhamos períodos de altos e baixos. Ao ressuscitar dos mortos, Jesus tomou
uma posição de glória e a passou para a Igreja. Desde então, a missão dos filhos de Deus é serem
frutíferos, multiplicando e enchendo a Terra de filhos e filhas de Deus em todos os lugares. Não
quero dizer com isto que precisamos gerar filhos no sentido físico. O que quero dizer é que temos
em Cristo um mandato, que segue um padrão semelhante ao que foi dado ao primeiro casal humano.
Praticamente é a mesma missão a cumprir, mas conseguida de uma maneira diferente. Mateus
28:19-20 fala sobre isso: “Ide, pois, e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do
Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-os a observar todas as coisas que eu tenha ordenado
tu e eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”.
Quando Jesus disse essas palavras, Ele estava dando a Grande Comissão a Sua Igreja. Este é
o grande plano de Deus para que a Igreja possa conquistar o mundo. A Grande Comissão é uma
ordem para marchar para fazer discípulos de todas as nações. Ele não quis dizer que o melhor seria
apenas compartilhar o Evangelho com algumas pessoas em cada nação, mas deu um mandato claro
de que devemos também fazer discípulos de TODAS AS NAÇÕES. Este é o propósito de Deus que
todos os cristãos são chamados a cumprir. Assim fazendo, estaremos “frutificando, multiplicando e
enchendo a Terra” com novos filhos de Deus. O resultado é que estaremos salvando os perdidos e
fazendo discípulos de todas as nações.
A grande maioria dos evangélicos veem a Grande Comissão apenas como uma tentativa para
salvar alguns pecadores antes do retorno de Cristo. Embora no cumprimento da Grande Comissão
os pecadores são salvos, há muito mais que envolve esse mandamento de Cristo. A Salvação é
apenas o ponto de partida, pois é a porta de entrada para um bom relacionamento com Deus através
de Jesus Cristo. Como resultado, os povos das nações tornam-se filhos de Deus. Este novo
relacionamento de Pai para filho deve crescer gradualmente até que todas as nações sejam
alcançadas.
A Grande Comissão está registrada em dois lugares do Novo Testamento: em Marcos 16:15-
20 e Mateus 28:18-20. Em Marcos 16:15-20, Jesus enfatiza a ida a todo o mundo para salvar os
perdidos. Em Mateus 28:18-20 a ênfase está em fazer discípulos de todas as nações. Muitas vezes
há debates se o foco deveria ser salvar ou fazer discípulos. Em ambos os lados desses focos temos
discussões acaloradas. O fato é que esses debates são desnecessários porque nenhum cristão deve
escolher um desses dois lados. O que devemos fazer como ordem direta de Cristo é salvar os
perdidos e fazer discípulos. Esses são dois lados da mesma moeda. A Grande Comissão é um
mandamento para ambas as situações. Não pode haver discípulos sem que primeiro o indivíduo seja
salvo. Em outras palavras, não se pode limpar um peixe a menos que você primeiro o pesque.
O dever cristão é ir a todo o mundo para trazer salvação aos perdidos e, em seguida,
transformá-los em discípulos. Dois pontos sobre isso:
1) Somente alguém que primeiro é salvo e convertido em seu coração, se submeterá ao
discipulado e refletirá o relacionamento com o Pai em sua vida.
2) Uma pessoa que é salva deve ser levada ao processo de discipulado, pois a Grande
Comissão, além de trazer salvação para os perdidos, também traz o ensinamento de tudo o que o
Senhor ordenou.
Se apenas oferecermos salvação aos perdidos, nossos esforços estarão incompletos e serão,
talvez, em vão. Isso seria o mesmo que se alguém quisesse ter um filho, mas sem o compromisso de
alimentá-lo, nutri-lo e treiná-lo à medida que a criança cresce, a fim de equipá-la e prepará-la para a
vida. O comprometimento de salvar os perdidos envolve também alimentá-los, nutri-los e treiná-los
espiritualmente para que possam crescer e se tornar filhos adultos e maduros de Deus. Assim sendo,
o discipulado os traz a um novo estilo de vida diferente que o pecado trouxe na vida da raça
humana, para um novo modo de vida santo, justo, digno que reflete o caráter e a natureza de Deus,
nosso Pai.
Quando a salvação chega ao indivíduo, ele se torna literalmente uma nova pessoa no interior
de seu coração. 2ª Coríntios 5:17 diz que “se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas
velhas já passaram; eis que todas as coisas são novas”. Em Cristo o pecador se torna em uma nova
pessoa, pois as “coisas velhas” que são os seus pecados e velha vida pecaminosa morrem para
sempre. Quando Deus remove o velho coração pecaminoso dando um novo coração, uma nova
natureza vinda do Seu Espírito Santo toma conta da pessoa. Quando isso acontece, Deus capacita o
indivíduo a viver uma nova vida como filho de Deus. Ezequiel 36:26 diz: “Darei a vocês um
coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um
coração de carne”.
Ao acontecer essa mudança no pecador, o mesmo acaba por aprender sobre os caminhos de
Deus através do discipulado. Essa mudança será refletida do lado de fora, e será vista pelos outros
ao seu redor. As pessoas saberão que ali está um filho de Deus.
Depois que as pessoas passam por essa regeneração efetuada pelo Espírito de Deus, todas as
áreas da vida em que o discípulo possa se encontrar estarão em conformidade com a vida de Deus
influenciando a cultura ao seu redor, seja nos negócios, governo, mídia, artes e entretenimento,
educação, família e/ou religião. Deus não quer apenas a salvação individual da alma, mas quer
redimir todos os aspectos da vida da pessoa que se entrega a Ele. Além disso, a salvação de Deus é
completa, pois além do indivíduo e toda a sua vida, todas as pessoas, de todas as nações, todas as
tribos e todas as línguas, serão influenciadas para fazer parte da família de Deus e refletirão Sua
glória em todas as nações. Por consequência toda a Terra estará sob Sua posse. Este é o motivo pelo
qual o Senhor Jesus nos deu a Grande Comissão.
O Salmos 2:7-8 diz: “Vou declarar o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho; hoje te
gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e os confins da terra por tua possessão”.
Este Salmo é uma profecia do Cristo ressurreto. O apóstolo Paulo cita essas palavras em
Atos 13:33. Uma vez que o segundo Salmo está claramente falando sobre o Cristo ressurreto, temos
no mesmo Salmo a recompensa que Deus Pai promete ao Cristo, se Ele apenas pedir por isto:
“Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e os confins da terra por tua possessão”.
As nações desde o princípio são pagãs. E essas nações pertencem a Cristo agora. Quando se
diz que Cristo herdará “os confins da terra por tua possessão”, temos uma promessa do reinado
messiânico que claramente demonstra que essa profecia será cumprida nos seguintes termos:
“Todos os limites da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; e todas as famílias das nações
adorarão perante a tua face. Porque o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações. Todos os que
na terra são gordos comerão e adorarão, e todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele; e
nenhum poderá reter viva a sua alma. Uma semente o servirá; será declarada ao Senhor a cada
geração. Chegarão e anunciarão a sua justiça ao povo que nascer, porquanto ele o fez ”. (Salmos
22:27-31).
Enquanto o cumprimento integral desse Salmo não chega, Cristo vai reinando e julgando
entre os povos visando a conquista total: “E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte
do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas
veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor. E ele julgará entre as
nações, e repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas
lanças em foices; uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a
guerrear”. (Isaías 2:3,4).
“Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o
último inimigo que há de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus
pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe
sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo
Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos ”. (1ª
Coríntios 15:25-28).
Eis que vem uma pergunta: “Por que Deus Pai fez a promessa de dar a Jesus as nações se Ele
apenas pedisse por elas? A resposta é que Jesus veio com o propósito de trazer de volta o Paraiso
Restaurado, o Éden ao seu estado original, para que as nações tenham um relacionamento amoroso
com Deus, através da remoção do pecado que os separava.

A Restauração
do Domínio
A missão dada para Adão e Eva para multiplicar e encher a Terra com filhos de Deus falhou.
Não foi Deus quem falhou, mas é o homem em sua rebeldia que se afastou do propósito original de
seu Criador. E agora, nós cristãos, temos que completar essa missão trazendo salvação para os
perdidos e fazendo discípulos de todas as nações. Esse plano de Deus não é para ser cumprido com
nossa própria força, pois Jesus disse que a Ele foi “dado todo o poder no céu e na terra” (Mateus
28:18). É fato que para cumprir o plano de Deus não é pelo uso da força ou intelecto humano. Isto é
impossível: “Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o Senhor dos
Exércitos” (Zacarias 4:6). Temos, então, a nosso favor o infinito poder de Cristo para que possamos
efetuar a Grande Comissão.
E não foi apenas o mandato para multiplicar e encher a Terra, mas também o mandato do
domínio e a autoridade para cumprir nossa missão foram restaurados por Deus. O erro de Adão e
Eva deve nos ensinar que, quando testados pelo diabo, não venhamos a falhar em usar o domínio
que temos sobre ele, mesmo porque algumas passagens do Novo Testamento que referem-se a
Satanás mostram sua influência reduzida na presença da fé cristã, veja: “Tomando o escudo da fé
com o qual poderás extinguir todas as flechas flamejantes do maligno”. (Efésios 6:17).
“O Deus de paz em breve esmagará Satanás debaixo de seus pés”. (Romanos 16:20).
“Portanto, sujeitai-vos a Deus. Resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós!” (Tiago 4:7).
“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como
leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé...”. (1ª Pedro 5:8-9a).
O ensinamento nas denominações evangélicas fez com que deixamos de usar nosso domínio
do Reino para completar nossa missão. Antes da vinda de Cristo ao mundo, Satanás tinha
autoridade para enganar toda a humanidade: “O qual nos tempos passados deixou andar todas as
nações em seus próprios caminhos. E, contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho,
beneficiando-vos lá do céu, dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de
alegria os vossos corações”. (Atos 14:16,17).
“Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.
E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações,
até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo”.
(Apocalipse 20:2,3).
Ao vir ao mundo, Jesus traz uma nova era em que destrói as obras do diabo e põe fim ao seu
reinado sobre o homem. 1 João 3:8 diz sobre isso: “Quem comete pecado é do diabo; porque o
diabo peca desde o princípio. Para este propósito, o Filho de Deus foi manifestado, para que ele
pudesse destruir as obras do diabo”.
Jesus não só veio com o propósito de destruir as obras do diabo, mas também destruiu e
destrói quaisquer esforços de Satanás para destruir o plano de Deus de ter uma Terra cheia de filhos
e filhas. O Senhor Jesus em Sua missão estava focado em tirar a autoridade de Satanás e redimir a
humanidade de seus pecados. A serpente tomou o domínio sobre o homem em um jardim, e Jesus,
também em um jardim, inicia o processo de recuperar o domínio de Satanás.
Foi no Jardim do Getsêmani que Jesus suava grandes gotas de sangue, enquanto orava em
agonia com respeito à obra que Ele faria para redimir a humanidade pecadora (Lucas 22:39-46). Foi
no jardim que Seu ato redentor começou, também foi um jardim que Ele foi sepultado e
ressuscitado, chegando ao ponto de Maria O confundir com o jardineiro (João 19:40-42; 20:15).
O que Maria pôde descobrir é que o jardineiro era de fato Jesus (o último Adão, 1ª Coríntios
15:45) que, através da Sua obra na cruz, expulsou a serpente do jardim ao ressuscitar vitorioso.
Vamos olhar para a obra de Cristo na cruz e ver como isso aconteceu. João 12:31-33 diz: “Agora é
o julgamento deste mundo: agora o príncipe deste mundo será expulso. E eu, quando for levantado
da terra, todos atrairei a mim. Isto ele disse, significando que morte ele deveria morrer”.
Em outras palavras, Jesus quis dizer que o tempo do reinado de Satanás sobre o homem
acabou. E o Senhor o destronou e o expulsou, ainda no primeiro século da era cristã. O fato de
Satanás ser expulso é o resultado direto da obra de Cristo na cruz.
Através do sangue de Cristo temos um caminho aberto para a humanidade se libertar das
prisões geradas pelo pecado e Satanás. Assim qualquer pessoa que escolher crer no evangelho e se
submeter ao senhorio de Cristo não poderá mais ser dominada por Satanás. O texto de Colossenses
2:14-15 expões este ponto: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a
qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E,
despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”.
Todo o pecado pelo qual Satanás poderia acusar-nos foi pregado na cruz de Cristo. Através
do sangue de nosso Senhor Jesus Cristo temos o verdadeiro perdão e libertação de todo pecado que
nos escravizava sob o poder de Satanás. E é por isso que Jesus destruiu os principados e potestades,
triunfando sobre eles. Em outras palavras, Jesus desarmou e despojou a autoridade de Satanás. Esse
triunfo é retratado por Paulo como um show a céu aberto. Foi através de Jesus ter recebido toda
autoridade, todo poder e todo domínio que a Igreja pode agora conquistar o mundo inteiro. O
Senhor colocou a Sua Igreja numa poderosa posição de glória: “E qual a sobre-excelente grandeza
do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, que manifestou
em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus, acima de todo o
principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século,
mas também no vindouro; E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu
como cabeça da igreja, Que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos ”. (Efésios
1:19-23).
A Igreja recebe de Cristo o poder da ressurreição. Este é o mesmo poder que Deus operou
em Cristo quando Ele O ressuscitou dos mortos e O assentou à Sua mão direita. Ao ser elevado
muito acima de todo principado, e poder, e domínio, e todo nome que é nomeado, não apenas neste
mundo, mas também naquele que está por vir, Cristo tem todas as coisas sob os Seus pés. É através
da Sua ressurreição dos mortos, que Ele tomou o supremo poder no céu e na terra. Pelo fato dEle
ser a Cabeça e nós o corpo, isto significa que através de nossa união com Ele, compartilhamos o
mesmo poder de Sua ressurreição (Efésios 2:5-6).
É bom que fique claro que alguns pastores, quando pensam na teologia do domínio, ao invés
de raciocinarem com bases puramente bíblicas, partem para ideias erradas de domínio à base da
força e do lançamento de candidatos na política. Não se trata disto! Precisamos levar a sério e
pensar corretamente o que significa a teologia do domínio, pois por causa da recusa de muitos
crentes em relação à teologia do domínio, e a recusa em conquistar o mundo para Cristo (porque
para eles o fim está próximo e não adianta fazer nada), temos assim um ato de rebeldia por parte de
muitos. Eles acabam sendo súditos de um Reino que não querem obedecer à ordem do Rei. São
também súditos de um Reino cujo Rei não reina ainda (sendo que Apocalipse 1:5-6; 5:10 diz o
contrário).
Para finalizar este capítulo, cito a seguir algo que escrevi em um artigo sobre a Teologia do
Domínio: “Se você não crê que Jesus Reina atualmente neste mundo caído, você também não pode
dizer que crê que Ele implantará o seu Reino à força no último dia. A melhora do mundo depende
da esperança de crer que os homens se arrependerão dos seus pecados. Se crermos que a maioria
fará isto, então, creremos que um mundo melhor será possível.
Tenho visto que muitos crentes apenas olham para as notícias dos jornais ao invés de
caminharem pela fé somente (2ª Coríntios 5:7). Enquanto muitos creem em um estudo sobre o fim
dos tempos que diz que não devem fazer nada pelo mundo, os incrédulos continuarão avançando
(mesmo que o mundo esteja caindo sobre suas cabeças).
O Reino de Deus reinará
sobre a Sua criação
No capítulo anterior, falei sobre a Teologia do Domínio, a qual nos ensina que Jesus
retomou o domínio perdido por Adão e o deu a Sua Igreja para cumprir a Grande Comissão. Uma
vez que Mateus 28:18 ensina que Jesus após a Sua ressurreição declarou que toda a autoridade lhe
foi dada no céu e na terra, então podemos crer que o Maior Poder do Universo está ao nosso lado, e
nos comissionou com a autoridade para salvar os perdidos e fazer discípulos de todas as nações. A
nossa autoridade para cumprir tal missão vem do Rei Jesus.
Neste capítulo, vou mostrar ao leitor que além de recebermos de volta o domínio que Adão
perdeu, também recebemos o “Poder de Seu Reino”.
A Autoridade do Rei Jesus é como a carteira de um policial, e o poder utilizado em Seu
Reino é como a arma dos policiais. Pertence unicamente a Igreja a autoridade e o poder para fazer
discípulos de todas as nações!
Nós não fomos chamados somente para tentar compartilhar o Evangelho com os perdidos.
Nossa missão é muito mais do que isso, principalmente quando entendemos que somos Reis e
Sacerdotes de Deus (2ª Pedro 2:9; Apocalipse 1:6). Nós também fomos capacitados para reinar
sobre a Terra. (Apocalipse 5:10). Quando compartilhamos o Evangelho, fazemos isto como reis e
sacerdotes e na autoridade do Rei Jesus e do Seu poder.
A ressurreição marca o começo poderoso do Seu Reino e entronização. Sobre este evento
Daniel escreveu o seguinte:
“Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como
o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o
domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio
é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído”. (Daniel 7:13,14).
A cena que temos nos versos acima é que quando Cristo (representado aqui como o “Filho
do Homem”) subiu em poder, Ele foi em direção ao Deus Pai (representado pelo “Ancião dos
Dias”). Foi nessa ocasião, depois de Sua Ascensão (Atos 1:9-11), que Jesus recebeu o domínio e o
Reino para que todos os povos, nações e línguas o servissem. Um teólogo comenta essa passagem
de Daniel: Praticamente todo cristão aceitará que o profeta fala do Reino de Cristo. Mas não é assim
tão simples, pois é preciso responder uma ou duas questões: Quando começa esse Reino? No tempo
da Primeira Vinda, ou milhares de anos depois, talvez em 2019, 2020...?
O entendimento mais corriqueiro nos diz que Daniel está profetizando a Segunda Vinda de
Cristo, que pode acontecer hoje, amanhã, ou outro dia. É fácil compreender tal interpretação quando
lemos o profeta dizendo “e eis que vinha com as nuvens do céu”. Evidentemente, o termo “vinha”
passa a impressão de que Cristo está vindo para a Terra, aproximando-se de seu observador, Daniel.
Na verdade, Cristo se aproxima de alguém na visão, mas não é do profeta, nem da Terra. Muitos
leitores ficarão surpresos com tal afirmação, mas peço que acompanhem o raciocínio com suas
Escrituras ao lado do computador.
Podemos observar que se trata de uma visão, e que nela, Cristo se aproxima uma pessoa,
Deus Pai. Esse detalhe faz toda a diferença: “e dirigiu-se ao ancião de dias, e foi apresentado diante
dele”. O que Cristo está fazendo nesta cena? Estaria vindo para a terra? Ou Ele está, na verdade,
indo em direção ao Pai - “ao ancião de dias” -, e sendo apresentado diante Ele? O texto responde
isso de forma muito clara.
Ademais, durante essa cena, onde o Filho se apresenta ao Pai, chegando numa nuvem, o que
acontece? Daniel diz que “foi lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos,
nações e línguas o servissem”. Eu sei que boa parte dos leitores deve ter escutado dezenas de
sermões falando que a Visão de Daniel ainda não aconteceu, e que talvez possamos ver isso um dia,
quando algo grandioso acontecer na História do mundo. Eu, porém, digo-lhes: isso já aconteceu, e
podemos viver o Reino desde já, pois Cristo recebeu toda autoridade das mãos do Pai após a sua
Ressurreição dentre os mortos. Ao aparecer aos seus discípulos, ele ordena que conquistem o
mundo através do Evangelho: “ Quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. E,
aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi me dada toda autoridade no céu e na Terra. POR
ISSO, ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do
Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou
convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 18. 17-20)”.
No capítulo 2 de Atos, no relato do dia de Pentecostes, lemos exatamente a mesma coisa
descrita em Daniel. Depois que ressuscitou dos mortos, Cristo assentou no trono (recebeu um reino)
do qual derramou o Espírito Santo. Atos 2:29-35 diz assim: “Homens irmãos, seja-me lícito dizer-
vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a
sua sepultura. Sendo, pois, ele profeta, e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que
do fruto de seus lombos, segundo a carne, levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono,
nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua
carne viu a corrupção. Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas. De sorte
que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou
isto que vós agora vedes e ouvis. Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio diz: Disse o
Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo de
teus pés”.
O juramento de Deus a Davi foi que levantaria de sua semente um para herdar seu trono que
seria estabelecido como reino para sempre (Salmos 132:11; 2º Samuel 7:12; Lucas 1:32). Na
ressurreição, Cristo recebeu o trono de Davi, no qual, Ele reina até que todos os Seus inimigos
estejam debaixo de Seus pés (Atos 2:29-35).
Agora, Ele está sentado à direita do Pai, no Céu, e governa através de Sua Igreja até que
todos os Seus inimigos sejam derrotados. Como Cristo efetua essa vitória sobre os inimigos? É
através da Grande Comissão. Quando a Igreja produz frutos, acaba acontecendo a multiplicação dos
filhos e filhas de Deus, e enchendo a Terra e salvando os perdidos. Ao fazer discípulos de todas as
nações, no final das contas, todos os seres humanos acabarão ficando sob o domínio de Cristo.
A Igreja cumpre essa tarefa porque é capacitada pela Autoridade do Rei Jesus e pelo poder
do Reino (Mateus 28:18-20; Marcos 16:15-20; Atos 1:5, 8; Atos 2:33). Vamos dar uma olhada
sobre isso. Nos versículos 32-33 Pedro proclama para o povo a respeito de Jesus, o qual Deus
levantou e exaltou à Sua direita, de onde derramou o Espírito Santo.
Por que Cristo derramou o Espírito Santo no dia de Pentecostes? Encontramos a resposta em
Atos 1:5-8 que diz: “Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o
Espírito Santo, não muito depois destes dias. Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-
lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel? E disse-lhes: Não vos pertence
saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Mas recebereis a
virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém
como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”.
Quando os discípulos perguntam a Jesus se o Reino seria restaurado, muitas pessoas dizem
que Jesus nunca respondeu a essa pergunta pelo fato de Jesus responder que “não vos pertence saber
os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder”. Em outras palavras, Jesus
estava dizendo aos discípulos que esse assunto não era da conta deles. Embora seja verdade que
Jesus respondeu dessa maneira, não podemos supor que Jesus não respondeu a eles posteriormente.
No versículo 7, depois que Ele lhes disse que não era da conta deles saberem “os tempos ou as
estações”, Jesus começa o verso 8 usando a palavra “mas”. Em outras palavras, Jesus quis dizer
para os discípulos que embora não era para eles conhecerem “os tempos ou as estações”, eles
receberiam “a virtude do Espírito Santo” que viria sobre eles para serem “testemunhas, tanto em
Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”.
Os discípulos perguntaram sobre o Reino depois de serem informados de que seriam
batizados pelo Espírito Santo, justamente porque eles aprenderam a associar a vinda do Reino de
Deus com a vinda do Espírito Santo. Isto vemos claramente em Mateus 12:28 : “Mas, se eu expulso
os demônios pelo Espírito de Deus, logo é chegado a vós o reino de Deus”.
Uma vez que no evangelho de Mateus Jesus ligou a obra do Espírito Santo com a vinda do
Reino de Deus, obviamente isto ficou na mente dos discípulos que posteriormente vieram lhe
perguntar sobre se Ele restauraria naquele tempo o reino a Israel. Ao invés de falar sobre datas
específicas, Jesus respondeu que não era para eles saberem os tempos ou as estações, “mas” (aqui
está a resposta), vocês receberão o poder (receba o Reino), quando o Espírito Santo vier sobre
vocês. É como Paulo diz em 1ª Coríntios 4:20: “Porque o reino de Deus não está em palavra, mas
em poder”. E quando o Espírito Santo veio sobre aqueles primeiros discípulos, Ele veio em poder
(com o Reino).
O texto de Romanos também testemunha o que estava acontecendo no livro de Atos capítulo
2, no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja. Romanos 14:17 diz:
“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”.
Temos neste versículo a exata localização do Reino de Deus que está “no” Espírito Santo.
Sendo derramado no dia de Pentecostes, o Espírito Santo batizou e deu poder aos discípulos,
informando-os que o Reino de Deus estava chegando e eles seriam os recipientes. Logo de
imediato, de acordo com o texto de Atos, capítulo 2, os discípulos ao serem batizados com o
Espírito Santo e falando em línguas, impactaram as pessoas de todas as regiões e países que de
imediato ouviram o Evangelho em seu próprio idioma (Atos 2:1-12).
Quando Pedro discursa para o povo dizendo que eles estavam testemunhando o
derramamento do Espírito Santo, em outras palavras ele estava dizendo a eles que estava havendo
uma invasão do Reino como resultado de Jesus ter sido elevado ao trono e recebido o Reino (Daniel
7:13-14; Atos 2:29-35).
Então, foi no derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja, que o Reino de Deus chegou
com poder e com o propósito de fazer discípulos de todas as nações, conforme declarado em Daniel
7:13-14 e Atos 1:8. A seguir, vou revisar esses dois textos para enfatizar e estabelecer este ponto.
Daniel 7:13-14: “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu
um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe
dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu
domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído”.
De acordo com este texto de Daniel, após a ressurreição, Jesus (o Filho do Homem) veio
perante o Pai (o Ancião dos Dias) para receber o domínio e a glória e um Reino. Ao receber o Reino
Cristo recebe a herança das nações com o propósito “para que todos os povos, nações e línguas o
servissem”. Agora, vamos para Atos 1:8: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir
sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até
aos confins da terra”.
O poder para dar testemunho as nações vem depois que o poder do Espírito Santo vem sobre
os discípulos. Mais uma vez, observe com que propósito: “e ser-me-eis testemunhas, tanto em
Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”. De maneira semelhante
como Adão recebeu domínio para cumprir o mandato de ser frutífero, multiplicar e encher a terra
com os filhos e filhas de Deus, Cristo através de Seu Espírito dá domínio a Igreja para fazer o
mesmo através da Grande Comissão, pois a medida em que Igreja traz salvação e discipulado aos
perdidos das nações, ela usa o seu domínio dado por Cristo e, então, reina sobre as nações.
Todos os pecadores estão perdidos e ainda sob o domínio do reino de Satanás (2ª Coríntios
4:4), aprisionados nas trevas que reinam em seus corações (Efésios 4:17-18) que se manifesta em
vários níveis de estilos de vida corruptos e pecaminosos. Ao nascer de novo, o pecador salvo torna-
se uma nova criatura e o Espírito Santo se move e vem habitar nele (Ezequiel 36:26; 1ª Coríntios
3:16). Então, duas coisas acontecem:
1) eles são libertados da escravidão e transportados para o Reino de Deus.
2) O Reino é implantado no interior deles.
Colossenses 1:13 diz que Deus Pai “nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para
o reino do Filho do seu amor”. Quando uma pessoa nasce de novo, ela é instantaneamente
transportada do reino de Satanás para o Reino de Deus. Conforme vimos em Romanos 14:17, o
Reino de Deus está localizado no Espírito Santo, que está no interior das pessoas nascidas de novo,
e não em algum lugar geográfico conforme Lucas 17. Em Lucas 17:20-21 Jesus falou sobre isto:
“Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o
reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus
está dentro de vós”. Isto é incrível! O Reino de Deus não tem “visível aparência” e está “dentro”
das pessoas, não estando confinado as limitações de fronteiras geográficas. Em outras palavras,
devemos parar de esperar por uma cidade de ouro que supostamente irá surgir do céu. Lembre-se
que Jesus disse sobre o Reino: “Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está!” Isto porque não se pode ver o
Reino de Deus com os olhos naturais. Sendo assim, Jesus estabelece que quando o Reino de Deus
vier, estará dentro de nós, através do Espírito Santo.
A habitação do Espírito Santo traz consigo o Reino de Deus dentro do crente. Desta forma o
Senhor acaba sendo o Governante de nossas vidas a partir do momento que Seu Reino está dentro
de nós. O trono é então estabelecido em nossos corações sobre os quais Deus governa em todos os
aspectos de nossas vidas (1ª Pedro 3:15).
Somente a pregação sadia do evangelho poderá gerar milhões e mais milhões de convertidos
até alcançar toda a Terra. Quando acontecer isto a Grande Comissão estará cumprida sob o domínio
de Cristo.

A cronologia dos eventos


Neste capítulo, coloco o excelente esboço preparado pelo pastor Ponce Leon1 para
entendermos a cronologia dos eventos escatológicos.
- Criação –
1. Deus é amor (1ª João 4:8) e criou todas as coisas para o Seu grande prazer (Apocalipse
4:11) porque queria uma família que Ele pudesse amar e ter um relacionamento harmonioso.
2. Deus criou Adão e Eva e deu-lhes domínio para completar sua missão de ser frutífero,
multiplicar e encher a terra com filhos para a família de Deus (Gênesis 1:26-28).

- A queda –
1. Antes que Adão pudesse ser frutífero, multiplicar e encher a terra com filhos, ele se
rebelou (Gênesis 2:17, Gênesis 3:1-7) contra Deus e trouxe o pecado a este mundo (Romanos 5:12),
que separou a humanidade de Deus (Isaías 59:2).
2. Em vez de exercer seu domínio e expulsar a serpente do Jardim, Adão perdeu seu domínio
para a serpente, tornando-se sujeito a ela através do pecado e da morte (Gênesis 3:1-7).
3. A humanidade (homem pecador) e suas obras ficaram sob o domínio de Satanás (Lucas
4:6; 2ª Coríntios 4:4).
4. Satanás só ganhou domínio sobre o homem pecador caído e seus caminhos, não a Terra. A
Terra e tudo nela há ainda pertenciam a Deus (Êxodo 19:5; Salmos 24:1; 1ª Coríntios 10:26).

- A Cruz –
1. Jesus foi manifestado neste mundo para remover o pecado que separou o homem de Deus
através de Sua morte, sepultamento e ressurreição (João 1:29; Hebreus 9:28; 1ª Pedro 1:19-21).
2. Todos os que se arrependem e creem nEle recebem o perdão do pecado e são restaurados
à família de Deus (João 1:12; Efésios 1:7).

- A Grande Comissão –
1. Durante Sua morte, sepultamento e ressurreição, Jesus, destronou Satanás, retomou o
domínio dele, provendo um caminho para o homem se libertar dos grilhões do pecado através de
Seu sangue, e ressuscitou sobre todo o poder, domínio e nome colocado debaixo de seus pés (João
12:31; Colossenses 2:14-15; Efésios 1:18-23).
2. Depois de Sua ressurreição, Jesus convocou uma reunião com Seus discípulos (Mateus
28:16) e lá Ele restaurou o mandato do Éden para ser frutífero, multiplicar e encher a terra com os
filhos de Deus salvando os perdidos e fazendo discípulos de todas as nações (Mateus 18-20).
3. Pouco antes de Jesus restaurar o mandato do Éden, Ele declarou que toda autoridade no
céu e na terra foi dada a Ele (Mateus 28:18). Ele então os comissionou com a autoridade que está
em Seu nome (Marcos 16:17) para cumprir Sua missão.

- Pentecostes –
1. No dia de Pentecostes (Atos 2), quando o Espírito Santo foi derramado do trono de Cristo
sobre a Igreja (Atos 2:29-35), o Espírito Santo trouxe o Reino de Deus com poder (Romanos 14:17;
Atos 1:5-8).
2. Neste ponto a Igreja recebeu tanto a autoridade (Mateus 28:18) que está em Seu nome
(Marcos 16:17), que é a autoridade do Rei, mas também, o poder do Reino (Atos 1:5-8) para
cumprir a Grande Comissão.

- O cumprimento da grande comissão –


1. À medida que vamos e salvamos os perdidos e fazendo discípulos das nações; todas as
nações, tribos e línguas ficam sob o domínio de Jesus Cristo e Seu Reino é aumentado. À medida
que o Evangelho transforma seus corações, sua cultura refletirá e suas nações virão a honrar
predominantemente a Cristo (Salmos 2:7-8; Isaías 11:9; Habacuque 2:14).
2. Nem todos serão convertidos e se tornarão discípulos, mas a Grande Comissão e o
Evangelho prevalecerão em todas as nações que conduzirão ao retorno de Cristo (Atos 2:34-35; 1ª
Coríntios 15:23-28).
- A vinda de Cristo –
1. Quando Cristo voltar, isto marcará o fim (1ª Coríntios 15:24) quando Ele ressuscitar os
justos e os injustos (João 5:28-29; Atos 24:15). Os justos serão ressuscitados no poder da
ressurreição e receberão corpos glorificados (João 5:28-29; 1ª Coríntios 15:51-57, 1ª
Tessalonicenses 4:13-17), e o pecador será julgado e destruído (João 5:28-29) e o velho céu e a terra
[físicas] serão substituídos pela plenitude do novo céu e nova terra [que foi inaugurada na primeira
vinda de Cristo] e vamos morar para sempre com Deus (2ª Pedro 3:8-13; Apocalipse 21:1-5).
Isso representa um esboço geral e não é totalmente abrangente. Há muitas nuances que
precisam ser articuladas a fim de trazer uma compreensão coesa para o desdobramento do trabalho
histórico e do fluxo da Igreja até o fim consumado.
Este esboço simples fornece uma cronologia básica dos eventos para nos dar uma imagem
do que aconteceu e para onde estamos indo.

Conclusão
Tudo quando foi escrito neste estudo foi anteriormente examinado direto das fontes, muitas
vezes usadas por aqueles que pregam o arrebatamento. Em todos os casos, podemos notar que não
há evidências para apoiar as alegações dos defensores de um arrebatamento secreto.
Abaixo há uma breve recapitulação:
A Terra não pertence ao diabo; a terra pertence a Deus.
Os pecadores serão removidos desta terra através do julgamento.
Os justos serão deixados para trás para herdar a nova terra e habitar aqui para sempre.
Nenhuma Escritura que examinamos diz que os justos serão fisicamente removidos da Terra
e levados para o Céu.
Nenhum dos primeiros pais da Igreja ensinou que no arrebatamento deixamos esta Terra
para irmos o Céu.
Da mesma forma, nenhum dos Credos e Confissões da Igreja primitiva menciona nada sobre
o arrebatamento ou a Igreja sendo removida desta terra para ir para o Céu.
A doutrina do arrebatamento foi de fato iniciada em 1800 e tornada popular por John Nelson
Darby e C. I. Scofield.
Deus nunca mudou de ideia sobre o Seu plano original para uma família nesta terra.
Recebemos a Grande Comissão para cumprir o plano original de Deus, fazendo discípulos
de todas as nações.
Segundo o pastor Ponce Leon “podemos concluir que o arrebatamento não faz parte do
mapa do tempo do fim dos tempos de Deus, que nos guiará ao destino divino que Cristo, nosso
Senhor, morreu e ressuscitou para alcançar.
Portanto, se nós abraçamos e aderimos ao ensino do arrebatamento, nós conscientemente
tomamos um desvio desnecessário, o que irá dificultar e, em muitos casos, danificar o fluxo geral e
o cumprimento do plano de Deus. Um exemplo trágico do que esse equívoco pode levar é visto na
Igreja chinesa. Na ascensão do Comunismo, eles esperavam escapar da perseguição iminente
através do arrebatamento, mas em vez de escapar, milhões de cristãos foram torturados até a
morte”.
Não vamos nos esquecer do exemplo da Igreja chinesa que vimos anteriormente. Essa Igreja
tinha o mapa do tempo do fim dos tempos de Deus e, pensando no escapismo arrebatamentista
como fuga, eles se prepararam para a perseguição apenas. Talvez eles pudessem ter poupado a vida
de milhões de chineses pela pregação do Evangelho. E acrescentando a isto, se a Igreja chinesa
tivesse seguido o roteiro bíblico corretamente, ela poderia ter treinado muitas lideranças tementes
que, talvez, se tornariam ministros de Deus no governo chinês (Romanos 4:13). Acredito que isto
teria impedido que o regime comunista chegasse ao poder.
Caso assim acontecesse, a Igreja chinesa poderia ter evitado a morte de mais de 70.000.000
de chineses e criado uma nação cristã que poderia ter vivido em paz; enquanto os cristãos de todo o
mundo ao mesmo tempo estariam trazendo toda a China e as nações vizinhas sob o domínio de
Cristo, salvando e fazendo discípulos.
Devemos agradecer ao nosso Senhor Jesus Cristo pelo fato de que nem mesmo a
perseguição pôde impedir que Sua Igreja crescesse na China. O que Satanás trouxe de danoso para a
Igreja chinesa, Deus transformou em bem, principalmente para os de fora. Desta forma a Igreja de
Cristo, estabelecida na China, cresceu grandemente sob a perseguição, tornando-se um grande
exemplo para os cristãos de todo o mundo. No entanto, não precisamos de perseguição para crescer,
nem mesmo para purificar a Igreja, mas devemos esperar que a Fé Cristã cresça por causa do
compromisso apaixonado de cada cristão em cumprir a Grande Comissão dada por Jesus.
Embora venha diminuir cada vez mais ao ponto de não haver mais, a perseguição estará
ainda presente por um bom tempo até que Cristo volte. Podemos evitá-la salvando os perdidos e
fazendo discípulos, não principalmente como uma resposta de perseguição, mas como uma resposta
ao mandamento de Jesus dado na Grande Comissão. Se realmente chamamos Jesus de nosso
Senhor, então faremos o que Ele diz. Lucas 6:46 diz: “E por que me chamais Senhor, Senhor, e não
fazeis as coisas que eu digo?”
Uma vez que Jesus nos deu uma ordem clara, e que Ele é verdadeiramente nosso Senhor,
então devemos fazer tudo o que Ele ordenou, tomando a nossa cruz e nos comprometendo a cumprir
o Seu mandamento de fazer discípulos de todas as nações.
Se seguirmos à risca o Seu plano, nós conseguiremos conquistar todas as nações para Cristo.
Como um resultado do trabalho da Grande Comissão, a Terra será preenchida com uma família de
filhos e filhas para Deus desfrutar. No final da Grande Comissão, e depois de um período de
bênçãos mundiais como resultado dela, Cristo voltará, julgará os pecadores de todas as épocas e
colocará para fora da Terra os que não têm parte na herança dos santos ressuscitados que viverão
com Deus para sempre.
Se você estava de malas prontas para partir desta Terra através do arrebatamento, então as
desfaça e abrace sua missão de dominar a Terra e fazer discípulos de todas as nações!

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


O TABERNÁCULO DE DEUS ENTRE OS HOMENS E O RETORNO AO JARDIM.

Uma coisa que falta no entendimento de alguns comentaristas é que o Jardim do Éden era
considerado um templo. Isso foi reconhecido pelos estudiosos desde os tempos antigos, incluindo os
rabinos. Entenda como isso é sério:

Quando o homem foi expulso do Éden, do jardim de Deus, o homem então deixou de estar
na presença de Deus, foi expulso essencialmente do templo! Lógico que esse templo não era um
edifício físico, mas era mesmo assim o Templo de Deus. Era um templo "não feito com as mãos".

Então veja; Já que a Escatologia Consumada nos ensina sobre a restauração do homem ao
Jardim, e como o Jardim era o Templo de Deus, não feito por mãos. Logo a Escatologia Consumada
nos ensina sobre o retorno do homem ao Templo de Deus.

Desde o início, portanto, o Templo e a escatologia estão inextricavelmente relacionados.


Eles são sincrônicos no que diz respeito à satisfação - em outras palavras, quando o Templo de
Deus é estabelecido o homem é restaurado para o Jardim. E isso é precisamente o que encontramos
em Apocalipse 21-22 Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-
Poderoso, e o Cordeiro

Infelizmente os dispensacionalistas focalizam o Templo de Salomão como se fosse à


expressão final escatológica do Templo de Deus. Eles insistem que em breve veremos a
reconstrução de outro templo físico (3º Templo) para marca o seu retorno a terra e a restauração de
todas as coisas. O que eles não conseguem perceber é que o Templo da Antiga Aliança foi, desde o
início, uma mera sombra de "coisas melhores que havia no por vir"! Agora, se o Velho Templo era
uma mera sombra de um Templo melhor e eterno, então qualquer doutrina que se concentre na
reconstrução de um edifício físico não tem lugar pra nossa fé cristã.

As escrituras deixam claro que um templo físico nunca foi o plano determinante do Templo
de Deus entre os homens. Mas, note isso, e é muito importante que os amilenistas e Pós-Milenistas
afirmam acreditar que a igreja é o templo prometido nas profecias do A.T feitas a Israel. Eu
concordo, mas esse entendimento na verdade, fatal para todas as escatologias futuristas, inclusive
para os amilenistas e pós-Milenistas!

Se a igreja é o templo prometido no A.T, o homem retornou ao jardim! Lembre-se, o Jardim


era o Templo de Deus - um templo não feito com as mãos. E claro, qualquer pessoa familiarizada
com o N.T sabe que é precisamente assim que a igreja é descrita - um templo que não é feito com as
mãos.

Será possível por tanto que ainda estejamos aguardando a ressurreição, no entanto, no final
do milênio, o tempo em que “o tabernáculo de Deus estará com os homens?”. Se isso for verdade,
significa que o Templo de Deus ainda está “em construção”. Significa que os dons carismáticos
ainda estão em operação, desde que esses dons foram dados para completar o Templo de Deus
(Efésios 4: 8-16. Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons
aos homens. Ora, que quer dizer subiu, senão que também havia descido até às regiões inferiores da
terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas
as coisas. E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e
outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu
serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno
conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de
Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao
redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao
erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de
quem todo o corpo, bem-ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa
cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação)!

Lembre-se, Jardim e Templo estão inextricavelmente ligados uns aos outros. Mas, retornar
ao Jardim, ou seja, retornar ao Templo é a restauração da vida perdida em Adão, ou seja, a
ressurreição!

Existe um conceito encontrado no A.T e no Novo que o Templo seria finalizado somente
quando os inimigos de Deus fossem derrotados. (Isso era verdade até nas antigas culturas pagãs).
Este foi o caso, por exemplo, quando Deus deu a Salomão “descanso” de seus inimigos. Foi então
que ele pôde construir o templo. Então, a derrota dos inimigos de Deus e a conclusão do Templo
andam de mãos dadas. Soa familiar? Se não, veja Salmos 110 e 1 Coríntios 15: 21-25. Não há
dicotomia entre o estabelecimento da igreja como o Templo de Deus e a Escatologia Realizada. A
igreja não é um tipo ou prenúncio de outro templo maior a ser construído em algum “fim de tempo”
proposto. Essa visão não tem credencial bíblica e temos mais duas razões pra isso:

1º) Que o Templo prometido já estava em construção, através dos últimos dias, o ministério
do Espírito (Efésios 2), e 2º) Cristo estava prestes a vir nas nuvens dá para dedicar ao Templo
Eterno Messiânico de Deus, o Tabernáculo Verdadeiro, que Deus criou e não o homem, não dessa
criação (Mateus 24: 29-31 Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não
dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então,
aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho
do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos,
com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a
outra extremidade dos céus; Hebreus 8: 1-13 Ora, o essencial das coisas que temos dito é que
possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, como
ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Pois todo
sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que
também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo
sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, os quais ministram em
figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava
para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que
te foi mostrado no monte. Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é
ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas. Porque, se
aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar
para uma segunda. E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova
aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no
dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não
continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que
firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as
minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu
povo. E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece
ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. Pois, para com as suas
iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova,
torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a
desaparecer).

Logo, não devemos esperar o tabernáculo de Deus entre os homens. O fundamento do eterno
templo já foi estabelecido no primeiro século, em Cristo e nos apóstolos (Efésios 2: 19-22. Assim,
já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,
edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra
angular; no qual todo o edifício, bem-ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual
também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito ). O Templo
estava em construção durante os quarenta anos do Segundo Êxodo e dedicado à consumação das
Setenta Semanas de Daniel. Deus agora habita novamente com o homem nascido e regenerado
segundo sua graça e misericórdia. O Tabernáculo de Deus está novamente com o homem, estamos
de volta ao Jardim! “Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do
trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da
vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a
cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro.
Os seus servos o servirão,” Apocalipse. 22:1-3.

COMUNHÃO PARA A IGREJA PÓS-70 D.C

Entre as muitas questões que surgem como resultado da parousia realizada no primeiro
século (ou vinda de Cristo) há uma que merece nossa total atenção e consideração que é a da
comunhão Cristã após 70 d.C. A Escatologia cumprida ou Preterismo Completo, como qualquer
outra crença, tem adeptos que foram encontrados como extremos pelos pontos que são considerados
a sua fé. De fato, muitos de nós fomos acusados várias vezes assim... Sim! somos de fato extremos
quando comparados à Escatologia tradicional. Por exemplo, a afirmação de uma parusia realizada
no primeiro século é extremo para muitos tradicionalistas. A afirmação da realidade atual do Reino
de Deus é para muitos tradicionalistas um repúdio ao dispensacionalísmo, ao Pre-milenistas, ao
parcial Preterismo... É puro extremo para muitos tradicionalistas. No entanto, é bom entender que
por se mantém uma visão percebida como extrema pelos tradicionalistas, não necessariamente a faz
errada, uma heresia! Algo em extremo pode significar "demais"! Mas também pode significar "em
grande medida". Há alguns que tomaram certos versos da Bíblia e criaram doutrinas extremas (e
muito negativas) se você ver o ponto de vista dos Preteristas Universalistas, vão entender o quanto
eles são terríveis! Um desses verso é o de Hebreus: Hebreus 10:25 "Não deixando nossa própria
congregação, como é costume de alguns, mas exortando uns aos outros; e tanto mais quanto vedes o
dia se aproximando." Alguns veem este versículo como indicando um período de interrupção para
a necessidade de comunhão. Afinal, eles argumentam, uma vez que "o dia" chegou e se foi, não há
necessidade de companheirismo, de orações, de trocar experiencias, de buscar consolo...Este é, no
entanto, um argumento fácil de desmontar. Nossa primeira resposta deve ser na forma de uma
pergunta: não deveríamos também encorajar amor e boas ações? A maioria desses pensadores em
seus raciocínios pensam que é absurdo encorajar um ao outro a prática do amor e boas obras. Então
devemos citar o verso anterior: Hebreus 10:24 "...e consideremo-nos uns aos outros para provocar
amor e boas obras;" No contexto, vemos como esses elementos de comunhão e amor não podem
ser separados: Hebreus 10: 24-25 "...e consideremos uns aos outros para provocar amor e boas
obras; Não deixando nossa própria congregação, como é costume de alguns, mas exortando uns aos
outros; e tanto mais quanto vedes o dia se aproximando." Uma vez que estabelecemos a
necessidade de ter “nossa própria reunião”, ou comunhão, para a prática do amor e boas obras,
devemos avaliar cuidadosamente a passagem e outros textos para ver como isso pode e deve ser
cumprido em uma era pós-70 d.C. A passagem usa uma frase para contrastar o abandono da reunião
afirmando: “mas exortar uns aos outros muito mais…” Isso deve nos fazer a pergunta: qual deve ser
o foco principal de “ordem?” A resposta é: Exortar um ao outro. A palavra grega éparakaleo
paraclete, que é a palavra usada para descrever o Consolador, ou Espírito Santo, que foi enviado
para consolar os santos do primeiro século durante a pregação e a tribulação do primeiro século.
O que esse conforto implica e qual é a natureza desse conforto em uma geração de
computadores e Smartfones do século 21?

Boa pergunta; vamos começar abordando a natureza da exortação desse texto de Hebreus
10:25. "Não deixando nossa própria congregação, como é costume de alguns, mas exortando uns
aos outros; e tanto mais quanto vedes o dia se aproximando." Veja; em uma época em que a
tecnologia, as comunicações por satélite e a internet são meios fundamentais de comunicação, a
natureza da exortação adquire uma face totalmente nova. Por meio de bate-papo em tempo real,
videoconferência e, claro, conexões de telefone celular e fixo, podemos nos comunicar com outras
pessoas em todo o mundo.

Podemos realmente nos beneficiar desses tipos de comunicação na medida em que podemos
chamar isso de exortação?

A resposta que se houve é um sim enfático. Negar isso seria dizer que devemos negar
qualquer influência positiva de acesso à pregação do Evangelho por qualquer outro meio de
comunicação que não seja por uma comunicação pessoal. Quem nunca foi encorajado por um
telefonema de um ente querido? Ou ouviu uma mensagem / sermão ou até mesmo uma gravação em
CD ou mp3 de algo que o edificou ou consolou? Logo; qualquer meio que nos edifique em nossa
mais santa fé pode ser identificada como reconfortante. No entanto, a passagem é clara: “não
abandone o encontro ...” É essa palavra que é imperativa para nossa compreensão da passagem e o
que deveria ser parte integrante da vida cristã.

Antes das invenções da comunicação por telefone, televisão e internet, o único meio de
comunicação era através do correio. Mas o correio não está mais ativo. Essa é uma distinção que
deve ser feita, pois você nunca ouviria Paulo dizer que uma carta comunica a paixão, a emoção e a
profundidade de se reunir. Não nos esquecemos das mensagens em tempo real que também não
pode fazer isso. Já As conversas telefônicas transmitem um pouco disso, mas mesmo assim a
presença e a personalidade de uma pessoa são perdidas. Afinal, os olhos falam muito de uma
pessoa, bem mais do que se possa imaginar! Vamos considerar então a comunicação por vídeo. O
vídeo tem tudo! (visibilidade e audibilidade), Ao mesmo tempo contém as imagens e os sons da
pessoa a quem você está ouvindo ou com quem você está se comunicando, é uma das duas forma
que temos de nos comunicar (a outra é por meio da presença física) de ter o companheirismo. Nisso
cabe uma questão: Como os cegos e surdos têm comunhão? Isso se resume à realidade imutável de
uma pessoa, de um ser. Todo o vídeo e áudio é meramente uma representação. Porém, nada pode
recriar uma pessoa real. Uma pessoa surda e cega seria excluída dos benefícios da irmandade se a
irmandade dependesse apenas da capacidade de perceber a pessoa, as coisas visualmente e
audivelmente.

Há algo muito maior sobre a presença de uma pessoa que está além da visão e do som que
torna uma pessoa única e real. É de suma importância então entender que o ser humano tem uma
presença que o vídeo e o áudio não podem substituir. Uma pessoa presencial tem cheiro, toque...Até
mesmo o timbre da voz que não pode ser igualado nem mesmo pelo áudio mais avançado.
Nenhuma reprodução digital pode reproduzir exatamente o que você está experimentando em um
determinado lugar. Quando essa pessoa está perto de você, a presença dela está perto de
você. Afinal, essa pessoa é onde você está, na mesma sala, sob a mesma árvore, no meio do mesmo
campo. Deus usa os sentidos para nos alcançar através de cada pessoa com quem nos comunicamos,
ou temos comunhão presencial com elas. Não é fascinante que a palavra grega para
companheirismo seja koinonia? A mesma palavra é usada para a comunhão: II Coríntios 6:14. Não
vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a
justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?
É verdade que é possível ter companheirismo (ser consolado) através do telefone, da
internet, do bate-papo ou mesmo de videoconferências, e todos esses parecem se qualificar como
meios de companheirismo. Pois em todos esses tipos de comunicação o conforto pode ser
encontrado. Mas acho que todos concordamos que a forma ideal de comunhão ou companheirismo
é quando realmente nos reunimos. Deve ser salientado, no entanto, que a nossa reunião física não
deve diminuir o significado maior da nossa união espiritual real em Cristo e uns nos outros. "Porque
em Cristo todos são um", diz Paulo (Gálatas 3). Porém, Deus graciosamente nos deu o privilégio de
poder experimentar a bela representação daquilo que sempre temos em Cristo, dando-nos a presença
física um do outro (ou, por falar nisso, a presença virtual). Portanto, como filhos de Deus, lutemos
sempre para estar na presença um do outro, independentemente de nossa localização física e,
certamente, independentemente de podermos ver ou ouvir fisicamente. Ao considerar estas coisas,
cresça em sua ação de graças e em sua busca pelo conforto que Ele (Deus) e Seus filhos nos dão
através da presença uns com os outros. Pois nessa mesma presença temos a magnífica representação
de nossa união com Deus e Seu povo.

COMO ENTENDER A RESPEITO DO REINADO DO UNGIDO DE DEUS?

O fato é que o Ungido deveria reinar em Jerusalém. (Salmos 2, Isaías 24:23) E depois do fim
dos tempos, Sião ou Jerusalém se tornariam a capital do reino do Ungido de Deus. (Isaías 2: 2. Nos
últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se
elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos .) Mas que Jerusalém estamos falando
que se tornaria a capital do reino do Ungido de Deus? De acordo com Hebreus 12:22. Mas tendes
chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de
anjos, e à universal assembleia , e Gálatas 4:26. Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa
mãe; há também uma Jerusalém no céu. Hebreus 12:22 diz: “Mas tendes chegado ao Monte Sião, à
cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial..." Todo crente em Jesus é parte desses milhares e
milhares de anjos em alegre reunião. Gálatas 4:26 também menciona uma Jerusalém que está no
céu: “Mas a Jerusalém que está em cima é livre, e ela é nossa mãe.”

O texto mais impressionante sobre o reinado do Ungido de Deus na Jerusalém Celeste


banqueteando com os santos ressuscitados ao estabelecer o seu reino está registrado em Isaías 25: 6-
8 que diz: "O SENHOR dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de coisas
gordurosas, uma festa com vinhos velhos, pratos gordurosos com tutanos e vinhos velhos bem
clarificados. Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto
sobre todas as nações. Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o SENHOR Deus as
lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o SENHOR
falou."

Essas são evidencias gloriosas que anulam totalmente qualquer proposta que possa levar ao
consentimento da igreja de Cristo a necessidade da restauração do templo de Jerusalém terrena, com
a volta do sacerdócio levítico para uma pseudo esperança de um governo de Cristo em nossos dias
ou em um futuro qualquer! Em João 18:36b, Jesus diz: “Meu reino não é deste mundo”. Nesta
simples declaração, Jesus esclarece por que ele defende o pagamento de impostos a César em
(Mateus 22:21. Responderam: De César. Então, lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César e a
Deus o que é de Deus ). Jesus nunca pretendeu ser o rei terreno em Israel. Quando Jesus declara que
Seu reino não é deste mundo, Jesus está dizendo que Seu reino está no céu. Em Atos 7:56, Estêvão
olha para o céu e vê Jesus à direita do Pai. Atos 7: 48-49 declara: “O Altíssimo não vive em casas
feitas por homens. Como diz o profeta: O céu é o meu trono, e a terra é o escabelo de meus pés..." O
fato de que Jesus governa à destra do Pai coloca o trono do reino messiânico no céu. O Messias
governa a terra de um trono celestial e não terrestre.
Pedro deixa claro esse fato em Atos 2: 22-36. Varões israelitas, atendei a estas palavras:
Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os
quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis; sendo este
entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos
de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era
possível fosse ele retido por ela. Porque a respeito dele diz Davi: Diante de mim via sempre o
Senhor, porque está à minha direita, para que eu não seja abalado. Por isso, se alegrou o meu
coração, e a minha língua exultou; além disto, também a minha própria carne repousará em
esperança, porque não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja
corrupção. Fizeste-me conhecer os caminhos da vida, encher-me-ás de alegria na tua presença.
Irmãos, seja-me permitido dizer-vos claramente a respeito do patriarca Davi que ele morreu e foi
sepultado, e o seu túmulo permanece entre nós até hoje. Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus
lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono, prevendo isto, referiu-se
à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção.
A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. Exaltado, pois, à destra de
Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis. Porque
Davi não subiu aos céus, mas ele mesmo declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à
minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés. Esteja absolutamente
certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e
Cristo. O fato de que Jesus governa o mundo à destra de Deus no céu também é indicado em
Hebreus 8: 1. Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se
assentou à destra do trono da Majestade nos céus, e Apocalipse 3:21. Ao vencedor, dar-lhe-ei
sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu
trono. É por isso que Jesus chama o Seu reino de o reino dos céus através dos Evangelhos. O reino
dos céus é o reino messiânico.

Evidências históricas interessantes sugerindo que Jesus ensinou a Seus discípulos que o
reino messiânico deveria estar no céu são encontradas nos comentários de Hegésipo (Historiador do
século II) sobre os Atos da Igreja escritos entre os anos 165-175. Segundo Hegésipo, os netos de
Judas, irmão de Jesus, foram levados a César Domiciano, onde lhes foi perguntado qual era a
natureza de Cristo e de Seu reino e quando e onde deveria aparecer. Ao que estes homens
responderam "que não era deste mundo, nem da terra, mas pertencentes à esfera do céu e dos anjos.

O reino de Jesus, o reino de Deus ou o reino dos céus, é um reino espiritual centrado no céu
e é por isso que é chamado o reino dos céus. Embora este reino esteja centrado no céu com o trono
de Deus, também está presente na terra no meio dos santos. O fato de que o reino de Deus ou o
reino dos céus também está presente na terra na presença dos santos é explicitamente indicado em
Lucas 17: 20-21: “Uma vez, ao ser perguntado pelos fariseus quando o reino de Deus viria Jesus
respondeu: A vinda do reino de Deus não é algo que possa ser observado, nem as pessoas dirão:
'Aqui está', ou 'Ali está', porque o reino de Deus está em seu meio”. O reino de Deus está presente
no meio dos santos, estejam eles no céu após 70 d.C ou ainda vivendo na terra. Em outras palavras,
os santos no céu e na terra como um todo coletivo são o reino de Deus. Observe que Lucas 17: 20-
21 diz que o reino de Jesus “não é algo que possa ser observado, nem as pessoas dirão: 'Aqui está'
ou 'Ali está” Lucas 17: 20-21 claramente Dissipa a ideia de que o Reino Messiânico deveria ser um
reino visível em que Jesus reinaria corporativamente na Terra em um reino físico centrado em
Jerusalém com o terceiro templo erguido. Pelo contrário, o reino messiânico é um reino espiritual
presente com os santos, quer residam na terra ou no céu após 70 d.C.

Esse é o reino de Ungido de Deus que governa terra é céu, Espírito porém real. Infelizmente
por mais que os textos nos esclareça totalmente essa questão da natureza do Reino de Cristo, ainda
há uma ânsia exacerbada pela vinda corpórea de Cristo para um reinado que é totalmente espiritual.
Impressionante como a ignorância nos faz refém!

ATÉ QUE O CÉU E A TERRA PASSEM.

Mateus 5:17-19 Jesus disse: "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim
para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem
um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes
andamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino
dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos
céus."
Veja; como entender que o céu e a terra deixaram de existir em 70 d.C se eles estão sendo
vistos todos os dias? Aqui está um ponto que descarta totalmente a implicação do pré-Milenismo
histórico. Pois se não acreditarmos que já houve novos céus e nova terra logo estamos ainda sujeitos
a cada jota e til da Lei! Analise? "Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma
alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra."

Se o "céu e a terra" no qual o Senhor Jesus falou neste texto se trata do físico, então temos a
obrigação de se manter firmes, leais e manter os ensinos referentes a lei de Moisés! Mas, se os céus
e a terra já passaram, conforme nós preteristas completos afirmamos então, a Lei não é mais
obrigatória! O que os estudiosos precisam saber é que a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C
varreu todos os aspectos que havia de ligação da antiga aliança (os velhos céus e a terra). Novos
céus e nova terra (o Reino de Deus) substituiu assim todas as coisas do antigo " aion" (ver Hebreus.
12:27-28. Ora, esta palavra: Ainda uma vez por todas significa a remoção dessas coisas abaladas,
como tinham sido feitas, para que as coisas que não são abaladas permaneçam. Por isso, recebendo
nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com
reverência e santo temor). Que diz: As palavras "ainda uma vez" indicam a remoção do que pode
ser abalado, isto é, coisas criadas, de forma que permaneça o que não pode ser abalado. Portanto, já
que estamos recebendo um Reino inabalável, sejamos agradecidos e, assim, adoremos a Deus de
modo aceitável, com reverência e temor,"

O sacerdócio, templo, sacrifícios, abluções... foram transformados em suas contrapartes


espirituais (Hebreus. 7:12). "Pois quando há mudança de sacerdócio, é necessário que haja mudança
de lei." Logo, não vivemos mais subjugados as ordenanças da lei de Moisés não! Pois as melhores
coisas espirituais do novo céu e da nova terra estão aqui onde o Justo vive tão somente por fé.

O PRETERISMO COMPLETO E A PREGAÇÃO DO REINO DEPOIS DE 70 D.C.

O preterismo Completo diz que o "fim dos tempos" e o retorno de Cristo já aconteceram no
passado; agora o que vem depois? O que resta para nós no futuro?

Resposta: Provérbios 13:12 - A esperança adiada entristece o coração, mas o desejo


cumprido é árvore da vida.

Jesus prometeu voltar no primeiro século. Infelizmente muitos pensam que ele não voltou
ainda, por isso seus corações estão doentes. A visão preterista é uma árvore da vida para aqueles
que esperam desfrutar das bênçãos do Reino de Cristo. Vemos que o Reino é chegado. Ele chegou
na sua forma plenamente estabelecida. Isaías 9:7, para que se aumente o seu governo, e venha paz
sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a
justiça, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto . - Do aumento deste
principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar
com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.
Daniel 2 fala sobre uma pedra pequena que se torna uma enorme montanha e enche o mundo
inteiro. Mas eu acredito que a melhor descrição bíblica sobre o Reino no mundo é encontrada em
Apocalipse 21-22, onde diz: Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus
Todo-Poderoso, e o Cordeiro.

Apocalipse 21: 24-27 e 22: 1-2. E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra
trarão para ela a sua glória e honra. E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá
noite. E a ela trarão a glória e honra das nações. E não entrará nela coisa alguma que contamine e
cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro .
Apocalipse 22: 1-2. E MOSTROU-ME o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia
do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava à
árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são
para a saúde das nações.

Observe as palavras grifadas acima. Elas indicam que o mundo (O planeta terra) ainda está
em existência após a Nova Jerusalém ter descido do céu para habitar entre os homens. Os
mentirosos, imundos e abomináveis ainda existem, porém estão fora da cidade (A cidade em
Hebreus é retratada como sendo o corpo de Cristo, a universal assembleia.). As nações que ainda
existem são continuamente curadas pelas folhas da árvore da vida (A Palavra de Deus). Esta
passagem descreve claramente o Reino em curso e seus efeitos curativos sobre as nações e culturas
deste planeta. Ezequiel 47 fala sobre um rio de pouca água que sai do novo templo e,
eventualmente, se torna uma grande inundação que banha todas as nações. Isto é muito positivo,
otimista e eternamente glorioso. Os futuristas não têm nada a comparar com ele.

Então vejam; O que dá a Deus maior glória? Um número finito de pessoas no céu depois do
fim da vida humana nessa terra? Ou um número sempre crescente de santos chegando ao céu em
toda a eternidade da existência humana? Nossos filhos vão crescer e se tornarem líderes na próxima
geração. Eles vão criar filhos piedosos que se tornarão líderes nas gerações futuras. Eles vão
continuar levando o Evangelho a toda a nação, saturando o mundo inteiro com os princípios
bíblicos, de modo que, eventualmente, os princípios cristãos irão "tomar cativo todo pensamento"
em todas as nações do mundo. (2 Coríntios 10:5, e toda altivez que se levante contra o
conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo ) Nenhuma cultura
pode resistir a ela para sempre. Cristo estará sempre vencendo todas as fortalezas para o Seu Reino,
assim como Ezequiel 47 vislumbra. A Igreja continuará ganhando almas, multiplicando discípulos e
enchendo toda a terra com o conhecimento de Deus, como as águas cobrem o mar. (Isaías 11:9 Não
se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do
conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar)

A Bíblia em nenhum lugar ensina um fim para a pregação do evangelho, assim como nunca
ensinou a negação das prescrições morais de Deus nos 10 mandamentos da Lei de Moisés! O
evangelho é poder de Deus para a salvação. (II Timóteo 1:8-9 Não te envergonhes, portanto, do
testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo
dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com
santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que
nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos)

O ETERNO REINO DE DEUS (UMA EXPOSIÇÃO BÍBLICA SOBRE O REINO DE


DEUS SOBRE O CERCO DE JERUSALÉM EM 70 D.C).

“Vi nas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho de homem,
que se chegou até o antigo de dias; foi apresentado diante dele. Foi-lhe dado domínio e glória e um
reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio
sempiterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.” Daniel 7:13-14.

Falar do reino de Deus, do reino eterno, sempre foi como também será um grande desafio.
As pessoas por incrível que pareça (sejam elas cristãs ou não) desconhecem drasticamente esse
grande mistério já revelado pelas escrituras sagradas.

Elas desconhecem nitidamente que o reino já foi estabelecido na pessoa de Jesus Cristo! O
Deus do Velho Testamento se fez carne para que na sua morte e ressurreição exercesse uma aliança
perfeita em um reinado amplo, não sendo o Rei apenas da nação Judaica e sim o Rei da Igreja, que
procede de toda língua, raça e nação.
Infelizmente a grande maioria desconhece esse fato. A pregação Pós-Milenistas e
amilenistas como também futurista do reino de Deus nas igrejas tem atrapalhado e muito a maneira
em como devemos glorificar a Deus em nossas vidas.

Elas não concebem de forma alguma em suas mentes a ideia de Deus exercer o seu reinado
aqui onde se ver tantas desgraças, misérias e catástrofes. Elas imaginam como também esperam que
todas essas desventuras um dia se dissipem com o fim do mundo físico.

Imaginam um dia em que Deus voltando trazendo um reino nas nuvens! Anjos tocando
harpas, clarinetes! Um reino com ruas de ouro! Mar de cristal... Confesso que cresci mergulhado
nessa ideia absurda do reino de Deus.

Amado, assim como os judeus incrédulos e saduceus da época de Jesus, muita gente ainda
hoje aguardam um reino de visível aparência. Esse é o arfam do problema! Então vamos perguntar a
s escrituras, o que ela diz a respeito então.

É importante você analisar os fatos antes de qualquer conclusão precipitada, faça isso para a
glória de Deus. O apóstolo Paulo escrevendo aos irmãos de corinto diz: “Entretanto falamos
sabedoria entre os perfeitos, porém não a sabedoria deste mundo, nem a dos poderosos deste
mundo, que estão sendo reduzidos a nada; pelo contrário falamos a sabedoria de Deus em mistério,
sim a sabedoria que esteve oculta, a qual Deus predeterminou antes dos séculos para a nossa glória;
A qual nenhum dos poderosos deste mundo conheceu, pois se a tivessem conhecido, não teriam
crucificado o Senhor da glória; mas como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não
ouviram, E não entraram no coração do homem, Tudo quanto preparou Deus para os que o amam.
“Pois Deus no-las revelou a nós pelo Espírito; porque o Espírito tudo esquadrinha, até as coisas
profundas de Deus.” I Coríntios.2:6-10.

Como falei anteriormente, cresci me baseando em lógica humana, em teses de pessoas que
nunca tiveram comunhão com Deus e isso tem assolado a Igreja dos nossos dias. A igreja em si não
tem o hábito de estudas às escrituras como faziam os de Beréia e isso tem feito a igreja bastante
leiga nas questões doutrinárias. Além do mais do despreparo da maioria dos pastores que se dizem
comissionados por Deus. Então aquilo que Deus tem preparado para aqueles a quem Ele ama fica
impossibilitado de chegar as ovelhas de Deus. Por tanto eu faço valer o marco da reforma de 1517,
VOLTEMOS AS ESCRITURAS JÁ!

Então indo de encontro ao assunto, a primeira cousa que tenho que entender é que; ESSE
MUNDO O QUAL VIVEMOS E MORREREMOS NÃO SERÁ DESTRUÍDO E NEM TÃO
POUCO ACABARÁ!

Não existe nenhum respaldo Bíblico para essa ficção que tem solidificado a igreja de Jesus.
Isso é uma tese berrante! Uma falácia bizarra que criaram da escatologia. Vejamos como essa tese
maluca se contradiz as Escrituras: “Sei que tudo quanto Deus faz, durará para sempre; nada se lhe
pode acrescentar, e nada tirar; Deus o faz para que os homens temam diante dele.” Eclesiastes 3:14.

Quem fez a terra? Deus! E vai durar até quando? A Bíblia diz ETERNAMENTE.

“O SENHOR com sabedoria fundou a terra, com inteligência estabeleceu os céus. Pelo seu
conhecimento os abismos se rompem, e as nuvens destilam orvalho.” Provérbios 3:19-20

Vejamos, os fundamentos da terra foram efetuados com SABEDORIA e INTELIGÊNCIA


diz o texto aqui, isso quer dizer que foi obra perfeita!
“Ó SENHOR, Deus dos Exércitos, quem é poderoso como tu és, SENHOR, com a tua
fidelidade ao redor de ti?! Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as
amainas. Teus são os céus, tua, a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.” Salmos 89:8-
9,11.

Mais uma vez diz o texto que Deus fundou a terra e assim a mantém e a manterá, pois durará
eternamente! Ainda tenho outro texto que devemos considera a risca assim como os demais.

“Julgue ele com justiça o teu povo e os teus aflitos, com equidade. Os montes trarão paz ao
povo, também as colinas a trarão, com justiça. Julgue ele os aflitos do povo salve os filhos dos
necessitados e esmague ao opressor. Ele permanecerá enquanto existir o sol e enquanto durar a lua,
através das gerações. Subsista para sempre o seu nome e prospere enquanto resplandecer o sol; nele
sejam abençoados todos os homens, e as nações lhe chamem bem-aventurado.” Salmos 72:2-5,17.

Para que se entenda esse texto se refere ao reinado messiânico de Jesus e prova
categoricamente que o seu reinado durará ENQUANTO existir o sol!

Observe que há uma contradição interminável quanto à concepção muito equivocada do


reino de Deus efetuada para religiosidade. Pois se um dia o sol deixar de existir, Jesus não será o
Rei eterno! Vamos ver o que diz o texto de Lucas em relação a esse “tão esperado reino”.

"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não
vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de
Deus está dentro de vós. A seguir, dirigiu-se aos discípulos: Virá o tempo em que desejareis ver um
dos dias do Filho do Homem e não o vereis. E vos dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Não vades nem os
sigais; porque assim como o relâmpago, fuzilando, brilha de uma à outra extremidade do céu, assim
será, no seu dia, o Filho do Homem. Mas importa que primeiro ele padeça muitas coisas e seja
rejeitado por esta geração. Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do
Homem: Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na
arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos. O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam,
compravam, vendiam, plantavam e edificavam; Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do
céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar.
Naquele dia, quem estiver no eirado e tiver os seus bens em casa não desça para tirá-los; e de igual
modo quem estiver no campo não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló. Quem quiser
preservar a sua vida perdê-la-á; e quem a perder de fato a salvará. Digo-vos que, naquela noite, dois
estarão numa cama; um será tomado, e deixado o outro; duas mulheres estarão juntas moendo; uma
será tomada, e deixada a outra. {Dois estarão no campo; um será tomado, e o outro, deixado.}
Então, lhe perguntaram: Onde será isso, Senhor? Respondeu-lhes: Onde estiver o corpo, aí se
ajuntarão também os abutres.” Lucas 17:20-37.

1º lugar) O SENHOR Jesus disse e assim deixou claro que o Reino de Deus não viria com
visível aparência!!! Ou seja, o reino é ESPIRITUAL.

2º lugar) O texto diz que a implantação do reino eterno de Deus seria visto em meio a um
grande juízo sobre a sua geração!

“Ai de vós! Porque edificais os túmulos dos profetas que vossos pais assassinaram. Assim,
sois testemunhas e aprovais com cumplicidade as obras dos vossos pais; porque eles mataram os
profetas, e vós lhes edificais os túmulos. Por isso, também disse a sabedoria de Deus: Enviar-lhes-ei
profetas e apóstolos, e a alguns deles matarão e a outros perseguirão, para que desta geração se
peçam contas do sangue dos profetas, derramado desde a fundação do mundo; desde o sangue de
Abel até ao de Zacarias, que foi assassinado entre o altar e a casa de Deus. Sim, eu vos afirmo,
contas serão pedidas a esta geração." Lucas 11:47-51.

Isso é impressionante! Jesus deixa claro que a sua geração pagaria o sangue dos profetas que
morriam pelos seus! Em outra ocasião o SENHOR deixa claro que até ELE deveria ser rejeitado
pelos seus para que houvesse o fim.

“Naquela mesma hora, alguns fariseus vieram para dizer-lhe: Retira-te e vai-te daqui, porque
Herodes quer matar-te. Ele, porém, lhes respondeu: Ide dizer a essa raposa que, hoje e amanhã,
expulso demônios e curo enfermos e, no terceiro dia, terminarei. Importa, contudo, caminhar hoje,
amanhã e depois, porque não se espera que um profeta morra fora de Jerusalém. Jerusalém,
Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu
reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o
quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta. E em verdade vos digo que não mais me vereis
até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!" Lucas 13:31-35.

É ai que entra o desfeche escatológico! Cristo deveria ser desprezado pelos seus e aí vir o
fim. O fim de quê do mundo físico? Não do mundo aiõn! (tempo e período tempo marcado pelas
suas características morais e espirituais).

“O mundo ‘cosmos” estava vivendo um período totalmente profano e hipócrita pelo


judaísmo! O judaísmo no tempo do SENHOR Jesus influenciava a todos! Reis, impérios, nações.
Os judeus não valorizaram a aliança que Deus tinha feito com eles no SENAI! Eles transgrediam a
lei, eram dissolutos então era preciso mudar tudo “aquele mundo teria que acabar” o mundo onde
Deus era restrito a Israel, para se formar um novo mundo sobre uma aliança eterna. Um mundo de
justiça e de governo absoluto, não físico porém espiritual. Quando foi que isso ocorrerá? Em 70 a
D, quando Jerusalém foi totalmente dizimada pelo império Romano.

Vejamos o que diz o SENHOR em seu interrogatório pelos judeus, momento antes de sua
morte.

"E os que prenderam a Jesus o levaram à casa de Caifás, o sumo sacerdote, onde se haviam
reunido os escribas e os anciãos. Mas Pedro o seguia de longe até ao pátio do sumo sacerdote e
tendo entrado, assentou-se entre os serventuários, para ver o fim. Ora, os principais sacerdotes e
todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra Jesus, a fim de o condenarem à morte. E
não acharam, apesar de se terem apresentado muitas testemunhas falsas. Mas afinal compareceram
duas afirmando: este disse; posso destruir o santuário de Deus e reedificá-los em três dias. E
levantando-se o sumo sacerdote, perguntou a Jesus: Nada respondes ao que esses depõem contra ti?
Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos
digas se tu és o Cristo, o filho de Deus. Respondeu-lhes Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos
declaro que desde agora vereis o filho do homem assentado à direita do Todo poderoso, e vindo
sobre as nuvens do céu. Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestis, dizendo: Blasfemou! Que
necessidade mais tem de testemunhas? Eis que ouvistes agora a blasfêmia! Que vos parece?
“Responderam eles são réus de morte.” Mateus 26:57-66.

Mais um profeta estava sendo condenado pelos seus, mais esse voltaria em suma vingança.
“eu vos declaro que desde agora vereis o filho do homem assentado à direita do Todo poderoso, e
vindo sobre as nuvens do céu.” O sumo Sacerdote assim como toda aquela geração viria esse evento
o qual aconteceu literalmente!

A frase VINDA SOBRE AS NUVENS para os Judeus era mui familiar! Eles entendiam que
essa frase se referia a Deus em julgamento solene sobre uma cultura ou nação.
Vejamos quanto o julgamento do Egito Antigo.

“Sentença contra o Egito. Eis que o SENHOR, cavalgando sobre uma nuvem ligeira, vem ao
Egito; os ídolos do Egito estremecerão diante dele, e os coração dos egípcios, e cada um pelejará
contra o seu irmão, e cada um contra seu próximo; cidade contra cidade, reino contra reino.” Isaías
19:1-2. "E VEIO a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, profetiza e dize: Assim
diz o Senhor DEUS: Gemei: Ah! Aquele dia! Porque está perto o dia, sim, está perto o dia do
SENHOR; dia nublado; será o tempo dos gentios. A espada virá ao Egito, e haverá grande dor na
Etiópia, quando caírem os traspassados no Egito; e tomarão a sua multidão, e serão destruídos os
seus fundamentos. E em Tafnes se escurecerá o dia, quando eu quebrar ali os jugos do Egito, e nela
cessar a soberba do seu poder; uma nuvem a cobrirá, e suas filhas irão em cativeiro. Assim
executarei juízos no Egito, e saberão que eu sou o SENHOR." Ezequiel 30:1-4,18-19.

Vejamos o que diz o texto; esse texto deixa claro que o juízo de Deus (Quando tratado de
nação ou cultura no V.T) era exercido por outra nação! Ou seja; Deus exercia o seu juízo sobre uma
nação usando por instrumento outra nação.

No caso do Egito, quem foi o instrumento de Deus para efetuar o seu juízo contra ela?

Resposta: Babilônia! (Ezequiel 30:24-26) “E fortalecerei os braços do rei de Babilônia, e


porei a minha espada na sua mão; mas quebrarei os braços de Faraó, e diante dele gemerá como
geme o traspassado. Eu fortalecerei os braços do rei de Babilônia, mas os braços de Faraó cairão; e
saberão que eu sou o SENHOR, quando eu puser a minha espada na mão do rei de Babilônia, e ele a
estender sobre a terra do Egito. E espalharei os egípcios entre as nações, e os dispersarei entre as
terras; assim saberão que eu sou o SENHOR.”

Da mesma forma foi o julgamento de Jerusalém! Deus colocou a sua espada na mão do
General Tito Filho do Imperador Vespasiano o qual dizimou com grande precisão Jerusalém no ano
de 70 d.C. (Consulte a História!)

O Cerco de Jerusalém no ano 70 d.C foi um acontecimento decisivo na Primeira Guerra


Judaico-romana. Foi seguido pela queda de Masada em 73 d.C. Os romanos exército, liderado pelo
futuro Imperador Tito, com Tibério Julius Alexander como seu segundo em comando, sitiada e
conquistada a cidade de Jerusalém, que havia sido ocupada pelo seu judaico defensor em 66 d.C. A
cidade e o seu famoso templo foram destruídos.
Josefo afirma que 1.100.000 pessoas foram mortas durante o cerco, a maioria dos quais eram
judeus. 97.000 foram capturados e escravizados. Muitos fugiram para áreas ao redor do
Mediterrâneo. Tito declaradamente se recusava a aceitar uma coroa de vitória, pois dizia: "Nenhum
mérito há em uma batalha onde o povo foi abandonado pelo seu próprio Deus".

Esse massacre violento é encontrado na visão do Ap. João em Apocalipse 14:14-20. “E


olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante ao Filho do homem, que
tinha sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice aguda. E outro anjo saiu do
templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice, e
sega; a hora de segar te é vinda, porque já a seara da terra está madura. E aquele que estava
assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi segada. E saiu do templo, que está
no céu, outro anjo, o qual também tinha uma foice aguda. E saiu do altar outro anjo, que tinha poder
sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice aguda, dizendo: Lança a tua foice
aguda, e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras. E o anjo lançou
a sua foice a terra e vindimou as uvas da vinha da terra, e atirou-as no grande lagar da ira de Deus.
“E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, pelo espaço
de mil e seiscentos estádios.”

Vejamos aqui; quem é que estava sobre a nuvem e que lançava a sua foice sobre Israel?

Resposta: Cristo Jesus!

Tudo ocorreu como predisse o SENHOR em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21!

O reino é espiritual e a igreja do primeiro século foi o senário de toda a consumação do


século.

O que é a consumação do século? Antes que se pense qualquer bobagem a respeito do que
disse eu, anteriormente é preciso entender que a consumação do século e o fim do aiõn do mundo
cujo suas características espirituais e morais estavam atreladas ao judaísmo judaico! Esse mundo
teria que acabar assim como foi o mundo destruído no dilúvio. O Deus dos Judeus seria então o
Deus de todos que procedem de toda língua, povos e nação. Isso já é presente pois CRISTO É O
SENHOR.

Então, não podemos nos amoldar as falácias dos cineastas de Hollywood com suas bobagens
acerca do fim do mundo físico. Armagedom, Independence day, O dia depois do amanhã, deixados
para trás é tudo ficção. Bobagem sobre uma imaginação distorcida da grande tribulação ocorrida em
70 D.C na Igreja do 1º Século. Que infelizmente muitos cristãos andam por ela. Porque à igreja não
canta nos cultos a canção de Roberto Carlos de título APOCALIPSE, já que creem realmente num
fim da terra?

Amado(a) a verdade bíblica é que tudo novo se fez! CRISTO colocou os seus inimigos por
baixo dos seus pés! Venceu a morte, pisou a cabeça da serpente, nos fez reino e sacerdote, Cristo
rege as nações com vara de ferro! Ele mesmo disse que O REINO ETERNO DE DEUS seria
presente imediatamente após a Grande tribulação, e assim se fez. Eu e você já vivemos esse Reino
que muitos ainda estão à esperar.

Quero terminar com mais um trecho Bíblico dessa realidade, é o que João diz em Apocalipse
19 "E, DEPOIS destas coisas ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidão, que
dizia: Aleluia! Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor nosso Deus; Porque
verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra
com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos. E outra vez disseram:
Aleluia! E a fumaça dela sobe para todo o sempre. E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais,
prostraram-se e adoraram a Deus, que estava assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia! E saiu
uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis,
assim pequenos como grandes. E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz
de muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia! pois já o Senhor Deus
Todo-Poderoso reina. Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as
bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e
resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. E disse-me: Escreve: Bem-
aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as
verdadeiras palavras de Deus. E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não
faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque
o testemunho de Jesus é o espírito de profecia. E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que
estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos
eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito,
que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome
pelo qual se chama é a Palavra de Deus. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e
vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as
nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da
ira do Deus Todo-Poderoso. E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor
dos senhores. E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves
que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus; Para que comais a carne
dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se
assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes. E vi a besta, e os reis
da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o
cavalo, e ao seu exército. E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os
sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois
foram E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o
cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes."

Que evidências precisamos mais para ligar o que disse João aqui com a Queda de Jerusalém
em 70 d.C? O próprio senhor disse em Mateus 24:21 “Porque haverá então grande aflição, como
nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.”

Se Houvesse um fim do mundo cosmos como muitos acreditam então Jesus teria mentido!
Pois o fim do cosmos com certeza um evento superior a queda de Jerusalém.

É por isso que confesso aquilo que profetizou Daniel “Foi-lhe dado domínio e glória e um
reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio
sempiterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.”

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


OS 1290 DIAS DE DANIEL 12:11.

E desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado, e posta a abominação desoladora,
haverá mil duzentos e noventa dias. Daniel 12:11. Existe na internet, inúmeros sites dizendo que o
texto de Daniel 12:11 se refere a construção do Domo da Rocha no local onde ficava o templo que
ruiu em 70d.C e que essa mesquita muçulmana seria a abominação no qual faria cessar os
sacrifícios. Essa declaração é digna de aceitação?

Nessa situação devemos então perguntar: "O QUE DIZEM AS ESCRITURAS?"

1º Lugar: Devemos considerar o contexto.

O capítulo 12 de Daniel vem tratando a cerca de uma restauração na ordem mundial, uma
mudança significante na história da criação. Essa restauração tem o seu período de realização
determinada no verso 1 “E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a
favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve
nação até àquele tempo ...”

Como sabemos esse período é o do cerco de Jerusalém. (Mateus 24:21, porque nesse tempo
haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá
jamais.)

Na história temos visto inúmeros períodos de tribulação e angustia, mais a queda do templo
judaico em 70 d.C. foi marcante na história da humanidade por ter chegado ao fim o plano pactual
judaico, a queda do templo foi determinante pra esse fim (Mateus 24:1-3 Tendo Jesus saído do
templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as
construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não
ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus
assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos
quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século ). Nunca
houve e nunca haverá evento como aquele, pois o fim foi do plano pactual, fim do antigo aion.

Esse fim e ao mesmo tempo o início de uma nova era, o tempo da restauração é nesse texto
apresentado de diversas formas e várias vezes:

“E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão
de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará.” Daniel 12:4

“E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, o qual levantou ao céu
a sua mão direita e a sua mão esquerda, e jurou por aquele que vive eternamente que isso seria para
um tempo, tempos e metade do tempo, e quando tiverem acabado de espalhar o poder do povo
santo, todas estas coisas serão cumpridas.” Daniel 12:7

“Eu, pois, ouvi, mas não entendi; por isso eu disse: Senhor meu, qual será o fim destas
coisas? E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do
fim.” Daniel 12:8-9

“Tu, porém, vai até ao fim; porque descansarás, e te levantarás na tua herança, no fim dos
dias.” Daniel 12:13.
Qual o sentido aqui de Daniel descansar e um dia se levantar e tomar posse de sua herança?
Deus estava dizendo a Daniel que ele veria a morte “descansaria” e em um tempo, tempos e metade
de um tempo, até ao tempo do fim, no fim dos dias, Daniel se levantaria “Ressuscitaria” e tomaria
posse de sua herança!

Se você prestar atenção no texto verás que a ressurreição estava para ser realizada no tempo
do fim, no período que Jerusalém passasse por uma grande tribulação como nunca houve e que
nunca haveria. “E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos
filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve desde que houve nação até
àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no
livro. E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para
vergonha e desprezo eterno.” Daniel 12:1-2. Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o
defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve
nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado
inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e
outros para vergonha e horror eterno.

Então vem a questão: E OS 1290 DIAS DO VERSO 11?

O cerco de Jerusalém terminou no início de setembro do ano 70 d.C., resultando na


destruição do poder dos judeus (Dan. 12:7). Se você contar para trás 1.290 dias (43 meses, Dan.
12:11) desde o início de fevereiro de 67d.C até setembro de 70 d.C. Este foi o tempo em que Tito
marchou com suas tropas para a terra santa.

Os 1290 dias refere-se então ao cerco de Jerusalém que teve início desde a primavera de 67
d.C. até a queda do Templo em setembro de 70 d.C. (Apocalipse 11:1-2 Foi-me dado um caniço
semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e
os que naquele adoram; mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi
ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa.

A Abominação desoladora que traria o fim dos sacrifícios é referência ao exército Romano
em destruição de Jerusalém.

A Abominação da Desolação nos Evangelhos, “Mas, quando virdes Jerusalém cercada de


exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação .” Lucas 21:20 “Quando, pois, virdes que a
abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda;
Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; E quem estiver sobre o telhado não desça
a tirar alguma coisa de sua casa; E quem estiver no campo não volte atrás a buscar as suas vestes.
Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias! E orai para que a vossa fuga não
aconteça no inverno nem no sábado; porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde
o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver .” Mateus 24:15-21
“Ora, quando vós virdes à abominação do assolamento, que foi predito por Daniel o profeta, estar
onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes .”
Marcos 13:14.

O interessante nessas citações é que o Senhor está levando em consideração a Profecia de


Daniel que se cumpriria no desenrolar da grande tribulação que Jerusalém sofreria. “E ele fará um
pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a
oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será
derramada sobre o assolador.” Daniel 9:27. Bem-aventurado é aquele que espera e chega a 1330 de
cinco dias. Os 1.335 dias começa após os 45 dias da destruição dos judeus em 70 dC (Dan. 12:7).
45 dias após a queda de Jerusalém iria trazer-lhe uma data de especial significado em termos do fim
da idade antiga aliança. Quando você adiciona 45 dias para o fim do cerco de Jerusalém traz você a
Festa dos Tabernáculos / (o Templo nesse instante tinha ido embora por esta altura, claro). Isto é
significativo na medida em que esta festa termina o ciclo anual de Israel. Isso se encaixa no
contexto de Daniel 12 e sua discussão sobre o fim da idade da antiga aliança muito bem.

A Festa dos Tabernáculos / congregantes.

A Festa dos Tabernáculos celebra a proposito final da colheita (Deuteronômio 16:13-15 A


Festa dos Tabernáculos, celebrá-la-ás por sete dias, quando houveres recolhido da tua eira e do teu
lagar. Alegrar-te-ás, na tua festa, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita,
e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas cidades. Sete dias celebrarás a festa ao
Senhor, teu Deus, no lugar que o Senhor escolher, porque o Senhor, teu Deus, há de abençoar-te em
toda a tua colheita e em toda obra das tuas mãos, pelo que de todo te alegrarás ), daí o seu nome, a
festa da colheita (Êxodo 23:14-17 Três vezes no ano me celebrareis festa. Guardarás a Festa dos
Pães Asmos; sete dias comerás pães asmos, como te ordenei, ao tempo apontado no mês de abibe,
porque nele saíste do Egito; ninguém apareça de mãos vazias perante mim. Guardarás a Festa da
Sega, dos primeiros frutos do teu trabalho, que houveres semeado no campo, e a Festa da Colheita,
à saída do ano, quando recolheres do campo o fruto do teu trabalho. Três vezes no ano, todo homem
aparecerá diante do Senhor Deus.) É a última das festas anuais de Israel e é um símbolo da colheita
do povo de Deus no final da época. Isto pode ser visto na explicação de Jesus sobre a parábola do
joio e do trigo (Mateus 13:36-43 Então, despedindo as multidões, foi Jesus para casa. E, chegando-
se a ele os seus discípulos, disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele respondeu: O
que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do
reino; o joio são os filhos do maligno; o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do
século, e os ceifeiros são os anjos. Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será
na consumação do século. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino
todos os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro
e ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem
ouvidos [para ouvir], ouça.) em que o final da colheita é utilizada como uma analogia para Deus
reunir os seus próprio no final da época : "O campo é o mundo, as boas sementes são os filhos do
reino, mas o joio são os filhos do maligno. . . A colheita é o fim do mundo (Aion) "(Mt 13:38-39;
Cf Ap 14:14-20).

Observe que Jesus alude a Daniel 12 em contar esta parábola: Mateus 13:40-43 Pois, assim
como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século. Mandará o Filho do
Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a
iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos
resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça.

Então, a construção do Domo da Rocha no local onde ficava o templo que ruiu em 70 d.C e
que essa mesquita muçulmana seria a abominação no qual faria cessar os sacrifícios é em seguida
viria os três anos e meio de tribulação na terra o qual estaríamos vivenciado é mais uma
especulação futurista.

Se ainda esse argumento não for esclarecedor cruze a data da construção da mesquita com o
a visão de Daniel 7-12, o sermão escatológico do Senhor Jesus em Mateus 24 e os acontecimentos
de Apocalipse. Se houver ligação cronológica e profética nessa declaração, deixaríamos de ter a
Bíblia como um referencial confiável inerrante para nós cristãos, pois haveria uma gama
imensurável de contradições e isso com certeza é impossível, o amado vai concordar é claro. Logo
podemos declarar que a construção do Domo da Rocha no lugar do templo em Jerusalém não tem
nenhuma ligação escatológica ou acontecimentos alusivos a uma data futura (Além de 70 d.C) para
a segunda vinda de Cristo.

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)


OS TEMPOS DOS GENTIOS

E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será
pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. Lucas 21:24.

Há muitos mal-entendidos na Igreja moderna a respeito dos “tempos dos gentios”. Neste
artigo, procurarei dar uma interpretação que seja consistente com o contexto trazendo luz pelas
escrituras onde possamos entender que tempos são esses que o texto relata.

Primeiramente é importante ressaltar, que muitos comentaristas hoje equiparam “os tempos
dos gentios” com “a plenitude dos gentios” mencionada pelo apóstolo Paulo em Romanos 11:25.
Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós
mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios.

De fato, quase todas as Bíblias de referência fazem essa conexão nas margens. Mas misturar
esses versículos é realmente estranho, já que “os tempos dos gentios” se referem à destruição de
Jerusalém pelos exércitos gentios, enquanto “a plenitude dos gentios” se refere à salvação dos
gentios. A verdade é que não há nenhuma conexão entre os tempos dos gentios e a plenitude dos
gentios, pois eles estão falando de duas coisas completamente diferentes.

Vejam; os tempos dos gentios deve ser mantido em seu próprio contexto histórico. Jesus
disse que "tudo", incluindo os tempos dos gentios, seriam cumpridos antes que sua geração
contemporânea passasse: Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo isto
aconteça. Lucas 21:32.

É realmente questionável que os tempos dos gentios esteja pra ser manifestar na terra em
pleno século XXI quando se leva em consideração o tempo em que esses tempos deveriam se
manifestar. O prazo de tempo foi objetivo e determinante! "...não passará esta geração."

Uma vez levado em conta o prazo determinante do tempo em que os tempos dos gentios se
manifestariam, fica absolutamente claro que os tempos dos gentios se referem à pisada ou desolação
que ocorreu no primeiro século sobre Jerusalém, que Jesus chamou de "os dias da vingança".

Em outras palavras, era missão de Deus que os gentios julgassem Jerusalém. Isso é
consistente com os julgamentos anteriores sobre Israel, quando Deus trouxe exércitos gentios para
sua terra para desolá-la.

A palavra "pisada" que aparece em Lucas 21:24 no grego é pat-eh'-o (pateõ) (# 3961 na
Concordância de Strong), e significa "pisar nos pés". O paralelo a Lucas 21: 24 é visto em
Apocalipse 11:1-2 que diz: "E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e
disse: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram. E deixa o átrio que está
fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão (pateõ) a cidade santa por
quarenta e dois meses."

É interessante pois toda essa questão se concentra na duração da pisada sobre Jerusalém.
Poderia ser mais claro? Os tempos dos gentios, ou pisando sobre Jerusalém, não levariam mais de
quarenta e dois meses! A duração exata da Guerra Judaico-Romana. Isto está em perfeita harmonia
com Daniel 12:7. Ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando
levantou a mão direita e a esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente, que isso seria
depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. E, quando se acabar a destruição do poder
do povo santo, estas coisas todas se cumprirão, onde os tempos dos três anos e meio define todo o
cumprimento escatológico e o estabelecimento do Reino de Deus sobre os entulhos de Jerusalém.
Além disso, quando consideramos essa montanha de evidências para as questões pré-70 d.C,
chegamos a conclusão que os quarenta e dois meses foram cumpridos na Guerra Judaico-Romana
de 66-70 d.C.

Outro ponto de grande relevância observar é que no antigo testamento, a imagem final do
triunfo sobre um inimigo era o posicionamento do inimigo "sob os pés" do conquistador. Esse era
um costume literal nos tempos bíblicos leia Josué 10:5,12,16,22,24 e 26 (Quando Josué venceu os
5 reis que faziam coalizão com dos Amorreus : " Então se ajuntaram, e subiram cinco reis dos
amorreus, o rei de Jerusalém, o rei de Hebrom, o rei de Jarmute, o rei de Laquis, o rei de Eglom,
eles e todos os seus exércitos; e sitiaram a Gibeom e pelejaram contra ela. Então Josué falou ao
Senhor, no dia em que o Senhor deu os amorreus nas mãos dos filhos de Israel, e disse na presença
dos israelitas: Sol, detém-te em Gibeom, e tu, lua, no vale de Ajalom. E o sol se deteve, e a lua
parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Isto não está escrito no livro de Jasher? O sol,
pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro. E não houve dia
semelhante a este, nem antes nem depois dele, ouvindo o Senhor assim a voz de um homem; porque
o Senhor pelejava por Israel. E voltou Josué, e todo o Israel com ele, ao arraial, em Gilgal. Aqueles
cinco reis, porém, fugiram, e se esconderam numa cova em Maquedá. Depois disse Josué: Abri a
boca da cova, e trazei-me para fora aqueles cinco reis. E sucedeu que, trazendo aqueles reis a Josué,
este chamou todos os homens de Israel, e disse aos capitães dos homens de guerra, que foram com
ele: Chegai, ponde os vossos pés sobre os pescoços destes reis. E chegaram, e puseram os seus pés
sobre os pescoços deles. Então Josué lhes disse: Não temais, nem vos espanteis; esforçai-vos e
animai-vos; porque assim o fará o Senhor a todos os vossos inimigos, contra os quais pelejardes. E,
depois disto, Josué os feriu, e os matou, e os enforcou em cinco madeiros; e ficaram enforcados nos
madeiros até à tarde."

Outro exemplo encontramos em 2 Reis 9:30-33. Tendo Jeú chegado a Jezreel, Jezabel o
soube; então, se pintou em volta dos olhos, enfeitou a cabeça e olhou pela janela. Ao entrar Jeú pelo
portão do palácio, disse ela: Teve paz Zinri, que matou a seu senhor? Levantou ele o rosto para a
janela e disse: Quem é comigo? Quem? E dois ou três eunucos olharam para ele. Então, disse ele:
Lançai-a daí abaixo. Lançaram-na abaixo; e foram salpicados com o seu sangue a parede e os
cavalos, e Jeú a atropelou. (Aqui Jeú após derrotar Jorão, atropela Jezabel) "Depois Jeú veio a
Jizreel, o que ouvindo Jezabel, pintou-se em volta dos olhos, enfeitou a sua cabeça, e olhou pela
janela. E, entrando Jeú pelas portas, disse ela: Teve paz Zinri, que matou a seu senhor? E levantou
ele o rosto para a janela e disse: Quem é comigo? quem? E dois ou três eunucos olharam para ele.
Então disse ele: Lançai-a daí abaixo. E lançaram-na abaixo; e foram salpicados com o seu sangue a
parede e os cavalos, e Jeú a atropelou."

Esses exemplos são também usados no sentido figurado sobre a vitória de Cristo sobre a
morte o último inimigo que foi vencido descrito em I Coríntios 15:25 " Porque convém que reine até
que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser
aniquilado é a morte."

Depois de tudo que foi exposto, concluímos com todas as evidências que a desolação de
Jerusalém pelos Romanos no primeiro século, representou a época em que Cristo colocou seus
inimigos sob seus pés. Isso foi realizado durante um período de quarenta e dois meses que Jesus
chamou de "os tempos dos gentios".

(Estudo pesquisado pelo Ap. Euclides -Teresina/PI)

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