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Herbicida 2,4-D R 806 SL PERTERRA

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2,4-D R 806 SL PERTERRA

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 0215

COMPOSIÇÃO:
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D)......................................806 g/L (80,6% m/v)
Equivalente ácido .................................................................................................. 670 g/L (67,0% m/v)
Outros ingredientes................................................... .............................................421,6 g/L (42,1% m/v)
GRUPO O HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Ácido ariloxialcanoico
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO SOLÚVEL (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):


RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 2948, salas 1001, 1002 e 1003 - Bairro Floresta
CEP: 90560-002 - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3237-6414 - Fax: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001928/09 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


2,4-D TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 15.912
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China

FORMULADORES/MANIPULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China
CHD´S AGROCHEMICALS S.A.I.C.
Supercarretera Km 9, Campo Tucurú, Bairro Hernandarias, Alto Paraná, Paraguai
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030, Paulínia/SP
CNPJ n° 03.855.423/0001-81
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 477 CDA/SP

IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Industrial, nº 1, Parque Industrial, CEP 85.525-000, Mariópolis/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20
Cadastro Estadual n.1000322 ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua das Castanheiras n°200, galpão 85, sala 06, Bairro Jardim São Pedro, CEP 13187-065 - Hortolândia / SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01
Cadastro Estadual n.1311 SAA/CDA/SP
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79

Rev20211015
Cadastro Estadual n. 2972 IMA/MG
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rodovia de Acesso a via Anhanguera, 999-B, CEP 14540-000 - Igarapava / SP
CNPJ: 23.361.306/0007-64
Cadastro Estadual n. 530 CDA/SSA/SP
OURO FINO QUÍMICA LTDA.
Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05, Quadra 14, Distrito Industrial III, CEP 38044-750 - Uberaba / MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07
Cadastro Estadual n. 0010446970000
ALAMOS DO BRASIL LTDA
Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, sala 1407 – Petrópolis.
Porto Alegre/RS. CEP: 90.690-140
CNPJ: 07.118.931/0001-38.
Cadastro Estadual nº 00001788/08 SEAPA/RS
ALAMOS DO BRASIL LTDA
Rua Marciano Leite de Almeida, nº 795, Bairro Veneza – Xanxerê / SC
CNPJ: 07.118.931/0002-19
Cadastro Estadual n. 1716 CIDASC/SC
ALAMOS DO BRASIL LTDA
Rodovia PR 493 km 04, nº 3800, Bairro Passo da Pedra - Pato Branco / PR
CNPJ: 07.118.931/0003-08
Cadastro Estadual n. 1000144 ADAPAR/PR
PRENTISS QUÍMICA LTDA.
Rodovia PR 423 Km 24,5 – Jardim das Acácias, CEP 83603-000 - Campo Largo / PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00
Cadastro Estadual n. 002669 ADAPAR/PR
CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA.
Praça das Dracenas, 26, 1º andar, Salas 5/6, Centro Comercial – Alphaville, CEP: 06453-064 Barueri/SP
CNPJ n° 67.148.692/0001-90
Registro do estabelecimento/Estado (CDA/SP) nº234
CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA.
Av. Pres. Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 - Mod. 4 / S.3, Bairro dos Altos, CEP: 06.421-400 – Barueri/SP
CNPJ n° 67.148.692/0002-71
Registro do estabelecimento/Estado (CDA/SP) nº935
CCAB AGRO S.A.
Rua Teixeira da Silva, 660 - Cj. 133 e 134 - Paraíso, CEP: 04002-033 - São Paulo/SP
CNPJ: 08.938.255/0001-01
Cadastro Estadual nº 3374
CCAB AGRO S.A.
Rodovia Br 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso, CEP: 78746-055 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 08.938.255/0009-69
Cadastro Estadual nº 188/2010
CCAB AGRO S.A.
Rodovia BR 020 KM 207, SN – Zona rural, Luiz Eduardo Magalhães, BA, Brasil. CEP:47850-000
CNPJ: 08.938.255/0008-88
Cadastro Estadual n° 65709
DKBR TRADING S.A.
Rua João Huss nº 74, Sala 2 – Gleba Fazenda Palhano – Londrina, PR, CEP: 86050-490
CNPJ: 33.744.380/0001-28
Cadastro Estadual nº 1007743 (ADAPAR/PR)
BELAGRÍCOLA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS AGRÍCOLAS S.A.
Rodovia PR 537, KM 0,3, S/N°, Distrito de Santa Margarida, Bela Vista do Paraíso/PR,
CEP: 86130-000, CNPJ: 79.038.097/0011-53
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj 801 - 8º. Andar, Vila Olímpia, CEP: 04548-005 – São Paulo-SP
CNPJ: 33.824.613/0001-00

Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.

Rev20211015
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Produto Importado

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul intenso

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:


2,4-D R 806 SL PERTERRA é indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de arroz
(pós-emergência da cultura e plantas infestantes), café (jato dirigido nas entrelinhas), cana-de-açúcar
(pós-emergência da cultura e plantas infestantes), milho (plantio direto e pós-emergência da cultura e
plantas infestantes), soja (plantio direto), pastagens e trigo.

APLICAÇAO EM PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E DAS PLANTAS INFESTANTES

PLANTAS INFESTANTES DOSE DONÚMERO


PRODUTO DE
CULTURA VOLUME DE CALDA
Nome comum Nome científico COMERCIAL APLIAÇOE
S

Fura-capa, picão, picão- Bidens pilosa Pulverização Terrestre:


preto 200 a 400 litros/ha
Arroz 1 a 1,5 L/ha 1
Amendoim-bravo, leiteira Euphorbia heterophyla

Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla


diabo leiteira

Trapoeraba, marianinha, Commelina Pulverização Terrestre:


Cana-de- mata-brasil benghalensis 200 a 400 litros/ha
1 a 1,5 L/ha 1
açúcar Corriola, corda-de-viola, Ipomea grandifolia
campainha

Guanxuma, mata-pasto, Sida rhombifolia


relógio

Apaga-fogo, corrente, Alternanthera tenella


periquito
Pulverização Terrestre:
Fura-capa, picão, picão- Bidens pilosa 200 a 400 litros/ha
Milho 1,5 L/ha 1
preto

Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla


diabo, leiteira

Rev20211015
Corriola, corda-de-viola, Ipomoea grandifolia
campainha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
ARROZ IRRIGADO: Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o
tratamento com pouca ou sem água de irrigação.
ARROZ DE SEQUEIRO: Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência
das plantas infestantes.
CANA-DE-AÇÚCAR: Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver
úmido. Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação
dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
MILHO: Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-
emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir +/- 25
cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.

APLICAÇAO COM JATO DIRIGIDO NAS ENTRELINHAS

PLANTAS INFESTANTES DOSE DONÚMERO


PRODUTO DE
CULTURA Nome científico VOLUME DE CALDA
Nome comum COMERCIAL APLIAÇOE
S

Trapoeraba Commelina
benghalensis
1 a 1,5 L/ha 1
Fura-capa, picão, picão- Bidens pilosa
preto Pulverização Terrestre:
Café
200 a 400 litros/ha
Malva-branca, guanxuma Sida cordifolia

Guanxuma, mata-pasto, Sida rhombifolia 1 a 3 L/ha 1


relógio
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
CAFÉ: Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as
mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
Usar sempre bicos de jatos em leque. Calcular a área a ser efetivamente tratada, adaptando a dose indicada por hectare,
ao tamanho da mesma.
Em geral, é recomendável utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu), de modo a evitar a possibilidade do jato
atingir a cultura.

APLICAÇÃO EM ÁREA DE PLANTIO DIRETO

PLANTAS INFESTANTES DOSE DONÚMERO


PRODUTO DE
CULTURA VOLUME DE CALDA
Nome comum Nome científico COMERCIAL APLIAÇOE
S

Apaga-fogo, corrente, Alternanthera tenella Pulverização Terrestre:


periquito 200 a 400 litros/ha
Milho 1,5 L/ha 1
Fura-capa, picão, picão- Bidens pilosa
preto

Rev20211015
Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla
diabo, leiteira

Corriola, corda-de-viola, Ipomoea grandifolia


campainha

Fura-capa, picão, picão- Bidens pilosa


preto
Pulverização Terrestre:
Trapoeraba Commelina 200 a 400 litros/ha
Soja 1 a 1,5 L/ha 1
benghalensis

Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla


diabo leiteira
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-emergência das
plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.

APLICAÇÃO EM ÁREA TOTAL

PLANTAS INFESTANTES DOSE DONÚMERO


PRODUTO DE
CULTURA VOLUME DE CALDA
Nome comum Nome científico COMERCIAL APLIAÇOE
S

Fedegoso, mata-pasto Senna obtusifolia

Malva-branca, guanxuma Sida cordifolia Pulverização Terrestre:


Pastagens 1 a 3 L/ha 1
200 a 400 litros/ha
Guanxuma, mata-pasto, Sida rhombifolia
relógio

Fura-capa, picão, picão- Bidens pilosa


preto

Picão-branco, fazendeiro Galinsoga parviflora Pulverização Terrestre:


200 a 400 litros/ha
Trigo Amendoim-bravo, café- Euphorbia heterophylla 1 a 1,5 L/ha 1
do-diabo leiteira

Nabo, nabiça Raphanus


raphanistrum
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
PASTAGENS: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na
área, com altura de, no máximo, 50 cm.
TRIGO: Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das
plantas infestantes.

Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo de cultura.


2,4-D R 806 SL PERTERRA é um herbicida de ação hormonal, que provoca distúrbios diversos,
levando espécies sensíveis à morte. Sua atividade mais intensa se manifesta em plantas em fase de
ativo crescimento.

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Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo,
todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos.
Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas
menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:


ARROZ IRRIGADO:
Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento
com pouca ou sem água de irrigação.
ARROZ DE SEQUEIRO:
Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência das
plantas infestantes.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver
úmido.
Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em
aplicação dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
CAFÉ:
Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e
quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou
esparramação.
MILHO:
Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas.
Pós-emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando
a cultura atingir +/- 25 cm.
Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.
PASTAGENS:
Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na
área, com altura de, no máximo, 50 cm.
SOJA (Plantio Direto):
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em
pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo,
10 cm.
TRIGO:
Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-
emergência das plantas infestantes.

MODO / EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR.


2,4-D R 806 SL PERTERRA deve ser diluído em água e aplicado por pulverização via terrestre, através
de pulverizadores manuais, costais, motorizados, tratorizados O volume de calda pode variar em função
da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras.

AS ATIVIDADES DE MISTURA, ABASTECIMENTO E APLICAÇÃO TRATORIZADA DE 2,4-D NÃO


PODEM SER REALIZADAS CUMULATIVAMENTE PELO MESMO INDIVÍDUO.

Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar
gotas grossas e muito grossas (superiores a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para

Rev20211015
volume de calda de 150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas
alvo com densidade adequada de gotas.
Em hipótese alguma é recomendada aplicação do 2,4-D R 806 SL PERTERRA com volume de calda
inferior a 80 [Link]-1.
De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do 2,4-D R 806 SL PERTERRA os
pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com indução de ar, tal
como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros acima do
alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e velocidade
do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas.
Na pulverização com 2,4-D R 806 SL PERTERRA utilizar técnicas que proporcionam maior cobertura
do alvo.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
• Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas
daninhas

Observação: Tomar o máximo de cuidado nessas aplicações com culturas sensíveis nas proximidades
(algodão, hortaliças, uva, etc.), evitando-se qualquer tipo de deriva.

GERENCIAMENTO DA DERIVA:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos
de pulverização e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar
todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência. A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível
para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se
o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob
condições ambientais desfavoráveis. Consulte um engenheiro agrônomo.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar: de
pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura
do café no caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos
55%.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:
Controlar o diâmetro de gotas- Técnicas gerais Volume: Use ponta de pulverização de maior vazão
para aplicar o maior volume de calda possível, considerando necessidades práticas. Pontas de
pulverização com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas
e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem
necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das
pontas de pulverização, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de
pontas de pulverização de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma
a obter uma cobertura uniforme reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra
deve permanecer nivelada com cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao
potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas
e o tipo de Equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não
aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação
para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-
se pulverização sob a temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 50%.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela

Rev20211015
elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco
ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não
houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de
uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Condições climáticas: No momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo com a menor
evaporação possível das gotas no trajeto entre orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com
menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa
do ar acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de
luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia
de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do
engenheiro agrônomo.
Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos
50% para aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do
fabricante de pontas de pulverização.
Para as aplicações com 2,4-D R 806 SL PERTERRA manter bordadura de, no mínimo, 10m metros
livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da plantação em
direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem
como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões e ventos locais e como eles afetam a deriva.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: Máxima de 28ºC.
Umidade relativa do ar: Mínima de 70%.
Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em
aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas,
considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou
menor evaporação

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz e trigo: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio
ou corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura
de 25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a soja é não determinado
quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da
cultura.
Pastagens: Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entrar nas áreas tratadas antes da secagem completa da calda (mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite de entrar antes do período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs), vestimenta hidrorrepelente e luvas.

Observe na tabela abaixo os intervalos de reentrada específicos para as culturas e durações de


atividades de reentrada.

Rev20211015
Aplicação Tratorizado
Culturas Tempo de atividade Medidas Necessárias(1) Intervalo de Reentrada
(horas) (dias)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Milho e Soja
8h Vestimenta Simples 18 dias
2h Vestimenta Simples 05 dias(3)
Pastagem
8h Vestimenta Simples 23 dias(3)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Arroz
8h Vestimenta Simples 14 dias
2h Vestimenta Simples e luvas 13 dias
Cana-de-açúcar Vestimenta Simples e luvas 31 dias(2)
8h
2h Vestimenta Simples 02 dias
Trigo
8h Vestimenta Simples 20 dias
2h Vestimenta Simples 24 horas(4)
Café
8h Vestimenta Simples 24 horas(4)

(1) A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada
com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de
manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e
luvas.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta
simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção
individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a
aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer
eliminar.
(4) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o
intervalo de segurança para cada cultura.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies
de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
• Todo equipamento usado para aplicar o 2,4-D R 806 SL PERTERRA deve ser descontaminado antes
de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com
formulações que contenham 2,4-D.
• O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do
perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período
recomendado.
• O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
• 2,4-D R 806 SL PERTERRA não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros
adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a
qualquer “stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de
cultivares sensíveis ao 2,4-D.
• Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da
cultura.
• Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
• Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.

Rev20211015
• Para aplicação em cereais durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito
lento, o que pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.

AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes
do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de
exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o
uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após
a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DA RESISTÊNCIA:


Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para
controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de
plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado,
propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas infestantes podem não ser
controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a
sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode
ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas infestantes resistentes a
herbicidas.
Como prática de manejo da resistência de plantas daninhas e para evitar alguns problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
 Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado;
 Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
 Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com as recomendações
descritas na bula do produto;
 Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo da resistência, bem como para orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultadas e, ou,
informados para a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: [Link]),
para a Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
[Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:

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[Link]).

GRUPO O Herbicida

O produto 2,4-D R 806 SL PERTERRA é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação dos
mimetizadores de auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO PERIGOSO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Necessário a utilização pelos trabalhadores de vestimentas simples de trabalho (calça e blusa de
manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas no
caso de reentrada anterior aos intervalos recomendados.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Realizar as atividades de mistura, abastecimentos e aplicação tratorizado de 2,4-D pelo mesmo
indivíduo.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2 e P3); máscara provida de filtros adequados; óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR.
• Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.

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• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 ou P3); máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Em caso de indisposição durante a aplicação, pare a atividade imediatamente e procure auxílio médico.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
• Adotar medidas que dificultem a entrada em áreas tratadas de transeuntes e residentes.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,
botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos medicamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Provoca lesões oculares graves


PERIGO

Nocivo se ingerido

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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula
e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água
corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis

- INTOXICAÇÕES POR 2,4-D R 806 SL PERTERRA -


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Ácido ariloxialcanoico

Classe Categoria 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO


toxicológica

Vias de Oral, dérmica, ocular e inalatória.


exposição

Toxicocinética 2,4-D: é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre 10
minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação.
A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses.
Absorção de ésteres de 2,4-D é mais lenta que a das formas ácidas ou sais, entretanto,
as taxas de excreção são similares.
A taxa de absorção inalatória também é rápida.
A absorção dérmica foi de 10% e após administração intravenosa, a absorção foi de 100%.
É amplamente distribuído e não bioacumula.
Estudos em humanos mostram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D administrada
oralmente segue a cinética de primeira ordem com excreção urinária de (10,2 - 28,4)
horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do que na exposição
oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais rapidamente seguindo a rota
oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética bifásica começando 8 horas
após a administração da dose com meia-vida para vários tecidos de (0,6 - 2,3) horas da
primeira fase e (25,7 – 29) horas na segunda fase.
Após absorvido, o 2,4-D sobre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos de
2,4-D, entre (0 – 27%) da dose administrada. O 2,4-D não é metabolizado a intermediários
reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária, sendo secretada
pelos túbulos proximais.

Rev20211015
A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose.
Após administração oral de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96
horas e (87 – 100%), eliminado pela urina em 6 dias.
A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a oral.
Outra importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a perspiração. Após
exposição de 2 horas, 2,4-D foi detectado na perspiração por 2 semanas e na urina por 5
dias.

Mecanismos 2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das
de toxiciade células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso cerebral. Com muitas poucas exceções,
a toxicidade relativa das e formas éster de 2,4-D são bastante similares às da forma ácida.
2,4-D usa sistemas de transporte ativo para entrar nos tecidos e cruzar a barreira
hematoencefálica. Apesar de penetrar pouco no sistema nervoso, o 2,4-D atinge níveis
tóxicos. A altas doses, o sistema de transporte responsável pelo efluxo de 2,4-D do
cérebro é inibido. Além disso, dano vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas
doses de 2,4-D, o qual pode facilitar o influxo devido ao comprometimento da barreira
hematoencefálica. Saturação da união à proteína plasmática também pode contribuir.

Sintomas e População de risco: indivíduos portadores de doença hepática, renal, cardiovascular,


sinais clínicos dermatológica, convulsões e neuropatias.

Exposição Aguda: após intoxicação por 2,4-D em humanos pode ocorrer:


Sinais e sintomas

Dérmica Irritação, exantema; não é sensibilizante.

Ocular Extremamente irritante (ácido e sais)

Inalatória Leve irritação

Oral Náusea, vômito, diarreia e enterocolite hemorrágica e


sintomas sistêmicos.

Sistêmica Fatiga, astenia, anorexia, sudorese profusa, sensação de


queimação na língua, faringe, tórax e abdômen, febre e:
a) Sintomas neurológicos – a baixas doses: vertigem,
dor de cabeça, mal-estar, alteração de marcha, dismetria,
anestesia e parestesias; a doses elevadas: alteração na
regulação da temperatura corporal (hipnoterapia em
ambientes frios e febre em ambientes quentes), contrações
musculares, espasmos, fasciculações, fraqueza profunda,
hiporeflexia, polineurite, paralises flácida, convulsões com
ou sem opistótono, hipotonia ou hipertonia, relaxamento de
esfíncteres, nistagmus, midríase, hipotensão, choque,
letargia, coma; reações idiossincráticas neuropáticas
periféricas com ou sem dor intensa.
b) Taquicardia, bradicardia, anormalidades no
eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias, hipotensão,
miocardite tóxica; bradipneia, insuficiência respiratória,
hiperventilação, edema pulmonar e pneumonia;
albuminúria e porfiria; insuficiência renal devido à
rabdomiólise, impotência sexual (por semanas a meses);

Rev20211015
hipocalcemia, hipocalemia e hipofosfatemia e alterações
ácido-base (acidose metabólica); trombocitopenia,
leucopenia; espasmos musculares, rigidez muscular,
elevação da CPK e rabdomiólise; hipoglicemia.
c) Óbito: Pode decorrer de parada cardiorrespiratória
devido a arritmias ou pneumonia.

Sintomas e sinais Efeitos crônicos: exposição crônica pode levar a alterações do sistema nervoso
clínicos central no controle da função motora, dermatite de contato, hepatotoxicidade e
cirrose, astenia, tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovasculares,
hipersialorreia, incremento da sensibilidade auditiva e gosto doce na boca.
Baseados em estudos que mostraram efeitos na tireoide e nas gônadas seguindo
exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma preocupação em relação ao potencial
de desregulação endócrina, sendo necessários novos estudos. É suspeito de causar
efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não foi genotóxico nem
mutagênico, entretanto, devido à preocupação com a carcinogenicidade do produto
com bases em estudos epidemiológicos antigos realizados em humanos, novos
estudos prospectivos de coorte foram realizados sobre associação entre 2,4-D e
sarcoma de tecido mole e linfoma não-Hodgkin, com resultados conflitantes. Os
estudos epidemiológicos mais antigos descreviam a associação com esses tumores;
os mais recentes, conforme revisão da IARC/WHO apontam que a
carcinogenicidade seja devido à presença de contaminantes do produto,
especialmente a dioxina, IARC/WHO classifica atualmente o 2,4-D como possível
carcinogênico (grupo 2B).

Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico


compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
Observação: O 2,4-D pode ser detectado na urina, entretanto não é de valor
diagnóstico. Os níveis séricos não correlacionam com o quadro clínico.

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Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte.
Deve ser evitado o contato de produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até
1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral
esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos;
risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado log após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão (240mL de água/30g de carvão), Dose: 25 a 100g em
adultos, 25 a 50g em crianças de (1-12) anos e 1g/kg em < 1 ano;
• Não provocar vômito.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10mg;
crianças = 0,2 - 0,5mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos =
2-4mg; crianças = 0,05 - 0,1mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na
recorrência das convulsões em > 5 anos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias áreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de
ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria),
eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.

Tratamento • Alcalinização da urina: pode ajudar a estimular a eliminação do produto e


deve ser considerado em intoxicações graves.
• Arritmias cardíacas: instruir monitoramento cardíaco, ECG e administrar
oxigênio. Avaliar hipóxia, acidose e distúrbios eletrolíticos. Lidocaína e amiodarona
são geralmente os agentes de primeira linha no tratamento das arritmias.
Amiodarona deve ser dado com precaução se substâncias que prolongam o
intervalo QT e/ou causam taquicardia ventricular do tipo torsades de pointes estão
envolvidas na intoxicação. Ritmo instável requer imediata cardioversão.
• Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.

Contra A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de


indicações pneumonite química.

Efeitos sinérgicos Em ovelhas tem se demonstrado sinergismo tóxico entre o Picloram e o


2,4-D.

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e


tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO (RENACIAT/ANVISA/MS)

As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos


de Notificação Compulsória.

Rev20211015
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).

Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450


Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@[Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


A taxa de absorção dérmica em ratos é altamente variável dependendo da forma química, veículo e
espécie animal. Em ratos, picos tissulares são alcançados entre 10 minutos a 8 horas dependendo da
dose administrada. 2,4-D tem sido detectado no fígado, rim e pulmões de várias espécies de animais.
Níveis no cérebro são baixos, entretanto, alcançam níveis de toxicidade. 2,4-D passa a barreira placentária
em ratos, camundongos e suínos e é encontrado no útero, placenta, feto e líquido intrauterino. O
metabolismo depende da dose administrada e da espécie animal. Baixas doses em ratos mostram meia
vida de 0,5 - 0,8 horas. Estudos realizados em animais de laboratório mostram que o 2,4-D é excretado
principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via
secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos
tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas. Também foi excretado no leite das ratas durante o período
de lactação.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:


Efeitos Agudos:
• DL50 oral (ratos fêmeas): 500 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos > 4000 mg/kg
• CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): não foi determinada nas condições do teste
• Irritação Dérmica: A substância-teste quando aplicada na pele dos animais causou sinais clínicos
de irritação como eritema e edema grau 1 entre 1 a 72 horas após a exposição do produto. Todos
os sinais clínicos de toxicidade voltaram a normalidade entre 24 horas até 7 dias após o início da
exposição.
• Irritação Ocular: A substância-teste quando aplicada no olho dos animais de laboratório causou
sinais clínicos de toxicidade severa como: Opacidade Irreversível grau 4 na córnea; Hiperemia,
Edema e Secreção irreversível. PRODUTO PROVOCA LESÃO OCULAR GRAVE.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem
no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia.
Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso. O
ingrediente ativo 2,4-D também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não
apresentando evidências de carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de
teratogênese ou efeitos reprodutivos sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi
considerado mutagênico tanto “in vivo” quanto “in vitro”. A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01
mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia encontrado no estudo dietário em cães e no fator de
segurança de 100.

Rev20211015
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:
• Este produto é
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:


• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Rainbow Defensívos Agrícolas Ltda. –
telefone de Emergência: (51) 3237-6414.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtro).

Rev20211015
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou
corpos d’água e siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado
no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.

• TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• LAVAGEM SOB PRESSÃO:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.

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- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

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A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU


O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO


FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis, não há restrições estaduais.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800-7010450

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