Herbicida 2,4-D R 806 SL PERTERRA
Herbicida 2,4-D R 806 SL PERTERRA
COMPOSIÇÃO:
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D)......................................806 g/L (80,6% m/v)
Equivalente ácido .................................................................................................. 670 g/L (67,0% m/v)
Outros ingredientes................................................... .............................................421,6 g/L (42,1% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
FORMULADORES/MANIPULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China
CHD´S AGROCHEMICALS S.A.I.C.
Supercarretera Km 9, Campo Tucurú, Bairro Hernandarias, Alto Paraná, Paraguai
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030, Paulínia/SP
CNPJ n° 03.855.423/0001-81
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 477 CDA/SP
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Industrial, nº 1, Parque Industrial, CEP 85.525-000, Mariópolis/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20
Cadastro Estadual n.1000322 ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua das Castanheiras n°200, galpão 85, sala 06, Bairro Jardim São Pedro, CEP 13187-065 - Hortolândia / SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01
Cadastro Estadual n.1311 SAA/CDA/SP
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79
Rev20211015
Cadastro Estadual n. 2972 IMA/MG
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rodovia de Acesso a via Anhanguera, 999-B, CEP 14540-000 - Igarapava / SP
CNPJ: 23.361.306/0007-64
Cadastro Estadual n. 530 CDA/SSA/SP
OURO FINO QUÍMICA LTDA.
Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05, Quadra 14, Distrito Industrial III, CEP 38044-750 - Uberaba / MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07
Cadastro Estadual n. 0010446970000
ALAMOS DO BRASIL LTDA
Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, sala 1407 – Petrópolis.
Porto Alegre/RS. CEP: 90.690-140
CNPJ: 07.118.931/0001-38.
Cadastro Estadual nº 00001788/08 SEAPA/RS
ALAMOS DO BRASIL LTDA
Rua Marciano Leite de Almeida, nº 795, Bairro Veneza – Xanxerê / SC
CNPJ: 07.118.931/0002-19
Cadastro Estadual n. 1716 CIDASC/SC
ALAMOS DO BRASIL LTDA
Rodovia PR 493 km 04, nº 3800, Bairro Passo da Pedra - Pato Branco / PR
CNPJ: 07.118.931/0003-08
Cadastro Estadual n. 1000144 ADAPAR/PR
PRENTISS QUÍMICA LTDA.
Rodovia PR 423 Km 24,5 – Jardim das Acácias, CEP 83603-000 - Campo Largo / PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00
Cadastro Estadual n. 002669 ADAPAR/PR
CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA.
Praça das Dracenas, 26, 1º andar, Salas 5/6, Centro Comercial – Alphaville, CEP: 06453-064 Barueri/SP
CNPJ n° 67.148.692/0001-90
Registro do estabelecimento/Estado (CDA/SP) nº234
CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA.
Av. Pres. Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 - Mod. 4 / S.3, Bairro dos Altos, CEP: 06.421-400 – Barueri/SP
CNPJ n° 67.148.692/0002-71
Registro do estabelecimento/Estado (CDA/SP) nº935
CCAB AGRO S.A.
Rua Teixeira da Silva, 660 - Cj. 133 e 134 - Paraíso, CEP: 04002-033 - São Paulo/SP
CNPJ: 08.938.255/0001-01
Cadastro Estadual nº 3374
CCAB AGRO S.A.
Rodovia Br 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso, CEP: 78746-055 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 08.938.255/0009-69
Cadastro Estadual nº 188/2010
CCAB AGRO S.A.
Rodovia BR 020 KM 207, SN – Zona rural, Luiz Eduardo Magalhães, BA, Brasil. CEP:47850-000
CNPJ: 08.938.255/0008-88
Cadastro Estadual n° 65709
DKBR TRADING S.A.
Rua João Huss nº 74, Sala 2 – Gleba Fazenda Palhano – Londrina, PR, CEP: 86050-490
CNPJ: 33.744.380/0001-28
Cadastro Estadual nº 1007743 (ADAPAR/PR)
BELAGRÍCOLA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS AGRÍCOLAS S.A.
Rodovia PR 537, KM 0,3, S/N°, Distrito de Santa Margarida, Bela Vista do Paraíso/PR,
CEP: 86130-000, CNPJ: 79.038.097/0011-53
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj 801 - 8º. Andar, Vila Olímpia, CEP: 04548-005 – São Paulo-SP
CNPJ: 33.824.613/0001-00
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado
Rev20211015
Corriola, corda-de-viola, Ipomoea grandifolia
campainha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
ARROZ IRRIGADO: Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o
tratamento com pouca ou sem água de irrigação.
ARROZ DE SEQUEIRO: Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência
das plantas infestantes.
CANA-DE-AÇÚCAR: Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver
úmido. Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação
dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
MILHO: Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-
emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir +/- 25
cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.
Trapoeraba Commelina
benghalensis
1 a 1,5 L/ha 1
Fura-capa, picão, picão- Bidens pilosa
preto Pulverização Terrestre:
Café
200 a 400 litros/ha
Malva-branca, guanxuma Sida cordifolia
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Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla
diabo, leiteira
Rev20211015
Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo,
todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos.
Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas
menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.
Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar
gotas grossas e muito grossas (superiores a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para
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volume de calda de 150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas
alvo com densidade adequada de gotas.
Em hipótese alguma é recomendada aplicação do 2,4-D R 806 SL PERTERRA com volume de calda
inferior a 80 [Link]-1.
De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do 2,4-D R 806 SL PERTERRA os
pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com indução de ar, tal
como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros acima do
alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e velocidade
do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas.
Na pulverização com 2,4-D R 806 SL PERTERRA utilizar técnicas que proporcionam maior cobertura
do alvo.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
• Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas
daninhas
Observação: Tomar o máximo de cuidado nessas aplicações com culturas sensíveis nas proximidades
(algodão, hortaliças, uva, etc.), evitando-se qualquer tipo de deriva.
GERENCIAMENTO DA DERIVA:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos
de pulverização e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar
todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência. A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível
para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se
o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob
condições ambientais desfavoráveis. Consulte um engenheiro agrônomo.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar: de
pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura
do café no caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos
55%.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:
Controlar o diâmetro de gotas- Técnicas gerais Volume: Use ponta de pulverização de maior vazão
para aplicar o maior volume de calda possível, considerando necessidades práticas. Pontas de
pulverização com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas
e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem
necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das
pontas de pulverização, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de
pontas de pulverização de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma
a obter uma cobertura uniforme reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra
deve permanecer nivelada com cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao
potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas
e o tipo de Equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não
aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação
para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-
se pulverização sob a temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 50%.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela
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elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco
ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não
houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de
uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Condições climáticas: No momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo com a menor
evaporação possível das gotas no trajeto entre orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com
menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa
do ar acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de
luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia
de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do
engenheiro agrônomo.
Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos
50% para aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do
fabricante de pontas de pulverização.
Para as aplicações com 2,4-D R 806 SL PERTERRA manter bordadura de, no mínimo, 10m metros
livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da plantação em
direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem
como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões e ventos locais e como eles afetam a deriva.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: Máxima de 28ºC.
Umidade relativa do ar: Mínima de 70%.
Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em
aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas,
considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou
menor evaporação
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz e trigo: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio
ou corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura
de 25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a soja é não determinado
quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da
cultura.
Pastagens: Uso não alimentar.
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Aplicação Tratorizado
Culturas Tempo de atividade Medidas Necessárias(1) Intervalo de Reentrada
(horas) (dias)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Milho e Soja
8h Vestimenta Simples 18 dias
2h Vestimenta Simples 05 dias(3)
Pastagem
8h Vestimenta Simples 23 dias(3)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Arroz
8h Vestimenta Simples 14 dias
2h Vestimenta Simples e luvas 13 dias
Cana-de-açúcar Vestimenta Simples e luvas 31 dias(2)
8h
2h Vestimenta Simples 02 dias
Trigo
8h Vestimenta Simples 20 dias
2h Vestimenta Simples 24 horas(4)
Café
8h Vestimenta Simples 24 horas(4)
(1) A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada
com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de
manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e
luvas.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta
simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção
individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a
aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer
eliminar.
(4) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o
intervalo de segurança para cada cultura.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies
de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
• Todo equipamento usado para aplicar o 2,4-D R 806 SL PERTERRA deve ser descontaminado antes
de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com
formulações que contenham 2,4-D.
• O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do
perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período
recomendado.
• O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
• 2,4-D R 806 SL PERTERRA não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros
adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a
qualquer “stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de
cultivares sensíveis ao 2,4-D.
• Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da
cultura.
• Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
• Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.
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• Para aplicação em cereais durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito
lento, o que pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.
AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes
do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
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[Link]).
GRUPO O Herbicida
O produto 2,4-D R 806 SL PERTERRA é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação dos
mimetizadores de auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO PERIGOSO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Necessário a utilização pelos trabalhadores de vestimentas simples de trabalho (calça e blusa de
manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas no
caso de reentrada anterior aos intervalos recomendados.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Realizar as atividades de mistura, abastecimentos e aplicação tratorizado de 2,4-D pelo mesmo
indivíduo.
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• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 ou P3); máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Em caso de indisposição durante a aplicação, pare a atividade imediatamente e procure auxílio médico.
Nocivo se ingerido
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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula
e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água
corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis
Toxicocinética 2,4-D: é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre 10
minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação.
A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses.
Absorção de ésteres de 2,4-D é mais lenta que a das formas ácidas ou sais, entretanto,
as taxas de excreção são similares.
A taxa de absorção inalatória também é rápida.
A absorção dérmica foi de 10% e após administração intravenosa, a absorção foi de 100%.
É amplamente distribuído e não bioacumula.
Estudos em humanos mostram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D administrada
oralmente segue a cinética de primeira ordem com excreção urinária de (10,2 - 28,4)
horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do que na exposição
oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais rapidamente seguindo a rota
oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética bifásica começando 8 horas
após a administração da dose com meia-vida para vários tecidos de (0,6 - 2,3) horas da
primeira fase e (25,7 – 29) horas na segunda fase.
Após absorvido, o 2,4-D sobre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos de
2,4-D, entre (0 – 27%) da dose administrada. O 2,4-D não é metabolizado a intermediários
reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária, sendo secretada
pelos túbulos proximais.
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A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose.
Após administração oral de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96
horas e (87 – 100%), eliminado pela urina em 6 dias.
A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a oral.
Outra importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a perspiração. Após
exposição de 2 horas, 2,4-D foi detectado na perspiração por 2 semanas e na urina por 5
dias.
Mecanismos 2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das
de toxiciade células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso cerebral. Com muitas poucas exceções,
a toxicidade relativa das e formas éster de 2,4-D são bastante similares às da forma ácida.
2,4-D usa sistemas de transporte ativo para entrar nos tecidos e cruzar a barreira
hematoencefálica. Apesar de penetrar pouco no sistema nervoso, o 2,4-D atinge níveis
tóxicos. A altas doses, o sistema de transporte responsável pelo efluxo de 2,4-D do
cérebro é inibido. Além disso, dano vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas
doses de 2,4-D, o qual pode facilitar o influxo devido ao comprometimento da barreira
hematoencefálica. Saturação da união à proteína plasmática também pode contribuir.
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hipocalcemia, hipocalemia e hipofosfatemia e alterações
ácido-base (acidose metabólica); trombocitopenia,
leucopenia; espasmos musculares, rigidez muscular,
elevação da CPK e rabdomiólise; hipoglicemia.
c) Óbito: Pode decorrer de parada cardiorrespiratória
devido a arritmias ou pneumonia.
Sintomas e sinais Efeitos crônicos: exposição crônica pode levar a alterações do sistema nervoso
clínicos central no controle da função motora, dermatite de contato, hepatotoxicidade e
cirrose, astenia, tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovasculares,
hipersialorreia, incremento da sensibilidade auditiva e gosto doce na boca.
Baseados em estudos que mostraram efeitos na tireoide e nas gônadas seguindo
exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma preocupação em relação ao potencial
de desregulação endócrina, sendo necessários novos estudos. É suspeito de causar
efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não foi genotóxico nem
mutagênico, entretanto, devido à preocupação com a carcinogenicidade do produto
com bases em estudos epidemiológicos antigos realizados em humanos, novos
estudos prospectivos de coorte foram realizados sobre associação entre 2,4-D e
sarcoma de tecido mole e linfoma não-Hodgkin, com resultados conflitantes. Os
estudos epidemiológicos mais antigos descreviam a associação com esses tumores;
os mais recentes, conforme revisão da IARC/WHO apontam que a
carcinogenicidade seja devido à presença de contaminantes do produto,
especialmente a dioxina, IARC/WHO classifica atualmente o 2,4-D como possível
carcinogênico (grupo 2B).
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Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte.
Deve ser evitado o contato de produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até
1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral
esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos;
risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado log após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão (240mL de água/30g de carvão), Dose: 25 a 100g em
adultos, 25 a 50g em crianças de (1-12) anos e 1g/kg em < 1 ano;
• Não provocar vômito.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10mg;
crianças = 0,2 - 0,5mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos =
2-4mg; crianças = 0,05 - 0,1mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na
recorrência das convulsões em > 5 anos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias áreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de
ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria),
eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
Rev20211015
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem
no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia.
Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso. O
ingrediente ativo 2,4-D também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não
apresentando evidências de carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de
teratogênese ou efeitos reprodutivos sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi
considerado mutagênico tanto “in vivo” quanto “in vitro”. A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01
mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia encontrado no estudo dietário em cães e no fator de
segurança de 100.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
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• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou
corpos d’água e siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado
no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
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- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
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