Convenção Coletiva Comércio 2022/2023
Convenção Coletiva Comércio 2022/2023
As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de setembro de
2022 a 31 de agosto de 2023 e a data-base da categoria em 01º de setembro.
A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) A presente Convenção Coletiva
de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) CATEGORIA DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO
VAREJISTA. EXCETO AS CATEGORIAS ECONÔMICAS DO COMÉRCIO VAREJISTA DE: CARNES
FRESCAS, CARVÃO VEGETAL E LENHA, FLORES E PLANTAS ORNAMENTAIS, GÊNEROS
ALIMENTÍCIOS, MATERIAL MÉDICO, HOSPITALAR E CIENTÍFICO, MATERIAL ELÉTRICO E
APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS, MATERIAL ÓTICO, FOTOGRÁFICO E CINEMATOGRÁFICO,
PEÇAS E ACESSÓRIOS PARA VEÍCULOS, PRODUTOS FARMACÊUTICOS, VEÍCULOS
AUTOMOTORES USADOS, PNEUMÁTICOS, DISTRIBUIDORAS DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO
E COMBUSTÍVEIS MINERAIS NOS MUNICÍPIOS DE CARAGUATATUBA, ILHABELA, SÃO SEBASTIÃO,
com abrangência territorial em Caraguatatuba/SP, Ilhabela/SP e São Sebastião/SP, com abrangência
territorial em Caraguatatuba/SP, Ilhabela/SP e São Sebastião/SP.
PISOS SALARIAIS: Fica estipulado os seguintes pisos salariais para a jornada de 44 (quarenta e quatro)
horas semanais e 220 (duzentos e vinte) horas mensais, atendido ao disposto no Artigo 3º da Lei
12.790/2013 e inciso V do Artigo 7º da Constituição Federal.
b) caixa............................................................................................................... R$ 1.980,00
Empresas em geral:
b) caixa............................................................................................................... R$ 1.899,00
Empresas em geral:
b) caixa............................................................................................................... R$ 1.980,00
REGIME ESPECIAL DE PISO SALARIAL – REPIS: Objetivando dar tratamento diferenciado e favorecido
às microempresas (ME’s), microempreendedor individual (MEI) e empresas de pequeno porte (EPP’s), fica
instituído o Regime Especial de Piso Salarial – REPIS, conforme tabela abaixo:
Parágrafo 1º:O piso salarial de ingresso será devido aos novos contratados pelo prazo de 180 (cento e
oitenta) dias a partir da contratação, findo o qual, esses empregados passarão a se enquadrar nas funções
de nível salarial superior acima especificadas, a critério da empresa quanto à função, à exceção daquelas
previstas nas letras “d” (faxineiro e copeiro) e “e” (office boy, office girl e empacotador), observando-se o
enquadramento da empresa como MEI, ME ou EPP.
Parágrafo 2º:Em atos homologatórios de rescisão de contrato de trabalho, conciliação junto a CCQ e
comprovação perante a Justiça do Trabalho, o direito ao pagamento dos pisos salariai previstos nesta
cláusula, a prova do empregador se fará através da apresentação da Certidão de Regularidade Sindical
(CRS), observada a cláusula da presente CCT.
Parágrafo 3º: Equiparação Salarial - A aplicação do sistema REPIS não implicará em equiparação salarial
com os empregados existentes, respeitado o Artigo 461, parágrafo 1º da CLT.
REAJUSTES/CORREÇÕES SALARIAIS
REAJUSTE SALARIAL – INTEGRAL OU PARCELADO: Os salários fixos ou a parte fixa dos salários
mistos da categoria representada pelas entidades sindicais profissionais convenentes serão reajustados a
partir de 01 de setembro de 2022, mediante majoração no percentual de 8,83% (oito e oitenta e três por
cento),a incidir sobre os salários já reajustados em 1º de setembro de 2021
II) Os benefícios são os seguintes: cesta básica, vale-refeição, auxílio creche, plano
médico/odontológico custeados integralmente pela empresa.
a) 4,42% (quatro e quarenta e dois por cento) a partir de 01 de setembro de 2022, a incidir sobre os
salários já reajustados em 1º de setembro de 2021.
b) 4,41% (quatro e quarenta e um por cento) a partir de 01 de janeiro de 2023, a incidir sobre os
salários já reajustados em 1º de setembro de 2021, totalizando o reajuste de 8,83% (oito e oitenta e três
por cento).
c) No caso de parcelamento, as diferenças salariais devidas dos meses de setembro, outubro, novembro,
dezembro e 13º salário de 2022, calculadas no índice de 4,41% serão pagas a título de abono em
conformidade com o Artigo 457, parágrafo 2º da CLT.
d) Os abonos apurados conforme “letra c”, serão pagos em três parcelas a partir da data de pagamento
dos salários de meses de competência – fevereiro, março e abril de 2023.
Parágrafo único:O salário reajustado não poderá ser inferior ao piso salarial da função, conforme previsto
nas cláusulas (PISOS SALARIAIS) e (REGIME ESPECIAL DE PISO SALARIAL – REPIS).
PAGAMENTO DOS SALÁRIOS POR MEIO DE CHEQUES: Quando o empregador efetuar o pagamento
dos salários por meio de cheques deverá conceder ao empregado no curso da jornada e no horário
bancário o tempo necessário ao desconto do cheque, que não poderá exceder 30 (trinta) minutos
REMUNERAÇÃO DSR
ISONOMIA SALARIAL
SALÁRIO DO SUBSTITUTO: Enquanto perdurar a substituição que não tenha caráter meramente eventual
o empregado substituto fará jus ao salário contratual do substituído.
DESCONTOS SALARIAIS
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - CHEQUES DEVOLVIDOS
Parágrafo único: À garantia de remuneração mínima não serão incorporados abonos ou antecipações
decorrentes de eventual legislação superveniente.
a) até 90 (noventa) dias de contrato de trabalho na empresa o empregado não faz jus ao benefício;
b) de 91 (noventa e um) dias até 180 (cento e oitenta) dias de contrato de trabalho na empresa o
empregado fará jus a 1 (um) dia;
c) acima de 181 (cento e oitenta e um) dias de contrato de trabalho na empresa, o empregado fará jus a 2
(dois) dias.
Parágrafo 1º: Fica facultado às partes, de comum acordo, converter à indenização em descanso,
obedecida a proporcionalidade acima, durante a vigência da presente Convenção.
Parágrafo 2º:A indenização prevista no “caput” deste artigo fica garantida aos Empregados em gozo de
férias e às empregadas em gozo de licença maternidade.
ADICIONAL DE HORA-EXTRA
REMUNERAÇÃO DAS HORAS EXTRAS DO COMISSIONISTA PURO: O acréscimo salarial das horas
extras em se tratando de comissionista puro será calculado tomando-se por base o valor das comissões
auferidas no mês, conforme inciso I ou adotando-se, como referência, o valor da garantia mínima do
comissionista, conforme inciso II, o que for maior, obedecidas as seguintes regras:
I - Quando o valor das comissões auferidas no mês for superior ao valor da garantia mínima do
comissionista:
b) divide-se o montante total das comissões auferidas no mês pelo número correspondente à soma das
220 horas normais. O resultado equivalerá à média horária das comissões;
c) multiplicar o valor apurado na alínea “b” por 1,60, conforme percentual previsto na cláusula
(REMUNERAÇÃO DE HORAS EXTRAS). O resultado será o valor do acréscimo;
d) multiplicar o valor apurado na alínea “c” pelo número de horas extras laboradas no mês. O resultado
obtido equivale ao acréscimo salarial das horas extras.
II – Quando o valor das comissões auferidas no mês for inferior ao valor da garantia mínima do
comissionista:
b) multiplica-se o valor apurado na alínea “a” por 1,60, conforme percentual previsto na cláusula
(REMUNERAÇÃO DE HORAS EXTRAS). O resultado será o valor da hora extraordinária;
c) multiplica-se o valor apurado na alínea “b” pelo número de horas extras laboradas no mês. O resultado
obtido equivale ao acréscimo salarial das horas extras.
REMUNERAÇÃO DAS HORAS EXTRAS DO COMISSIONISTA MISTO: O acréscimo salarial das horas
extras em se tratando de comissionista misto equivalerá à soma dos resultados obtidos nos incisos I e II,
que serão calculados da seguinte forma:
a) divide-se o valor correspondente à parte fixa do salário por 220, obtendo-se a média horária;
b) multiplica-se o valor apurado na alínea “a” por 1,60, conforme percentual previsto na cláusula
(REMUNERAÇÃO DE HORAS EXTRAS). O resultado será o valor da hora extraordinária;
c) multiplica-se o valor apurado na alínea “b” pelo número de horas laboradas no mês. O resultado obtido
equivale ao acréscimo salarial das horas extras da parte fixa do salário.
b) divide-se o montante total das comissões auferidas no mês pelo número correspondente à soma das
220 horas normais. O resultado equivalerá à média horária das comissões;
c) multiplica-se o valor apurado na alínea “b” por 1,60, conforme percentual previsto na cláusula
(REMUNERAÇÃO DE HORAS EXTRAS). O resultado será o valor do acréscimo;
d) multiplica-se o valor apurado na alínea “c” pelo número de horas laboradas no mês. O resultado obtido
equivale ao acréscimo salarial das horas extras da parte variável do salário.
REMUNERAÇÃO DE HORAS EXTRAS: As horas extras diárias serão remuneradas com o adicional de
60% (sessenta por cento) incidindo o percentual sobre o valor da hora normal, com exceção dos feriados.
PRÊMIOS
Parágrafo 1º - VALE TRANSPORTE: Vale Transporte pagamento em dinheiro: Fica facultado às empresas
o pagamento em dinheiro do VT, em recibo próprio, sobre esse valor não há incidência de INSS conforme
decisão julgada em definitivo em 10 de março de 2010 pelo STF (REX 478.410/20 – DOU em 15.05.2010),
no mais todas as condições para o seu fornecimento e uso devem ser conforme a Lei Nº. 7.418/85 e
Decreto 95.247/87 que regulamenta o vale transporte.
I) o VT pago em dinheiro não tem natureza salarial, não integra a remuneração do empregado, não
se incorpora ao contrato de trabalho e não constitui base de incidência de qualquer encargo trabalhista.
AUXÍLIO MORTE/FUNERAL
Parágrafo único: As empresas que tenham seguro para a cobertura de despesas com funeral em
condições mais benéficas ficam dispensadas da concessão do pagamento do benefício previsto no caput
desta cláusula.
OUTROS AUXÍLIOS
INDENIZAÇÃO DE QUEBRA DE CAIXA: O empregado que exercer a função de operador de caixa terá
direito ao pagamento por quebra de caixa, no mês em que houver a ocorrência, no valor de R$ 84,00
(oitenta e quatro reais), a partir de 01 de setembro de 2022, importância que será paga juntamente
com o seu salário.
Parágrafo 1º: A conferência dos valores do caixa será sempre realizada na presença do respectivo
operador e, se houver impedimento por parte da empresa, ficará aquele isento de qualquer
responsabilidade.
Parágrafo 2º: As empresas que não descontam de seus empregados as eventuais diferenças de caixa não
estão sujeitas ao pagamento da indenização por “quebra-de-caixa” prevista no “caput” desta cláusula.
i) Aviso prévio;
Parágrafo único: A apresentação de documentos deve ocorrer em conformidade com a LGPD – LEI
GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS.
CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - DO LOCAL E DAS DESPESAS PARA RESCISÃO CONTRATUAL
AVISO PRÉVIO
AVISO PRÉVIO ESPECIAL: serão acrescidos no aviso prévio em caso de dispensa sem justa causa, 3
(três) dias por ano de serviço prestado na mesma empresa até o máximo de 60 (sessenta dias), perfazendo
um total de até 90 (noventa dias), nos termos da Lei 12.506/2011, ou outra que a substitua.
Parágrafo único: Os primeiros 30 (trinta) dias do Aviso Prévio serão trabalhados se assim desejar o
empregador. Os dias excedentes a 30 (trinta) serão sempre indenizados. Em caso de pedido de demissão o
aviso prévio trabalhado será de 30 (trinta) dias.
DISPENSA DO AVISO PRÉVIO: Se o empregado pedir demissão ou for dispensado sem justa causa, e
apresentar declaração do novo empregador no curso do aviso prévio trabalhado, a empresa será obrigada a
dispensá-lo do cumprimento do tempo restante deste, e por consequência desobrigada do pagamento dos
dias não trabalhados.
Parágrafo único:Na hipótese de dispensa sem justa causa a empregada deverá apresentar à empresa
atestado médico comprobatório da gravidez anterior ao aviso prévio, dentro de 90 (noventa) dias após a
data do recebimento do aviso, sob pena de perda do direito à estabilidade adicional de 75 (setenta e cinco)
dias prevista no caput desta cláusula.
Parágrafo único: Estarão excluídos da hipótese prevista no caput desta cláusula os refratários, omissos,
desertores e facultativos.
ESTABILIDADE APOSENTADORIA
Parágrafo 1º: Para a concessão das garantias acima o empregado deverá apresentar extrato de
informações previdenciárias nos termos do art. 130 do Decreto nº 6.722/08, que ateste o período faltante
para a implementação do direito ao benefício. A contagem da estabilidade inicia-se a partir da apresentação
do comprovante pelo empregado limitada ao tempo que faltar para aposentar-se.
Parágrafo 2º: A concessão prevista nesta cláusula não se aplica às hipóteses de encerramento das
atividades da empresa, dispensa por justa causa ou pedido de demissão, podendo ser substituída por uma
indenização correspondente aos salários do período não implementado da garantia.
Parágrafo 3°:Na hipótese de dispensa sem justa causa o empregado deverá apresentar à empresa o
extrato de informações previdenciárias dentro de 30 (trinta) dias após a data do recebimento do aviso
prévio, sob pena de decadência do direito previsto nesta cláusula.
Parágrafo 4º: Na hipótese de legislação superveniente que vier a alterar as condições para aposentadoria
em vigor esta cláusula ficará sem efeito.
ASSISTÊNCIA JURÍDICA: A empresa proporcionará assistência jurídica integral ao empregado que for
indiciado em inquérito criminal ou responder a ação penal por ato praticado no desempenho normal das
suas funções e na defesa do patrimônio da empresa.
ASSENTOS PARA REPOUSO: As empresas colocarão, nos locais de trabalho, assentos para que sejam
utilizados pelos balconistas, durante as pausas que os serviços permitirem, de conformidade com a Portaria
nº 3.214, de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho e Emprego, na proporção de um assento para
cada cinco funcionários.
OUTRAS ESTABILIDADES
ESTABILIDADE APÓS O RETORNO DAS FÉRIAS: Fica assegurado a todos os empregados estabilidade
provisória no emprego após o retorno de suas férias por igual prazo dos dias de descanso.
JORNADA REDUZIDA: Jornada Reduzida é aquela inferior a 44 horas semanais ou 220 horas mensais,
cujo salário será proporcional a jornada contratada, a referida proporcionalidade será observada para o
pagamento das férias, 13º salário e encargos sociais.
I.1 - Entende-se como semana do consumidor ou do freguês uma semana de promoção de vendas do
comércio.
II – Dia das mães, dia dos namorados, dia dos pais e dia das crianças:
Durante o mês de novembro as empresas do comércio poderão criar o dia chamado Black Friday,
com horário estendido até às 22 horas.
Para a prática de jornada diversa a empresa deverá solicitar a celebração de ACORDO COLETIVO,
conforme cláusula 51 com a participação do SINCOVAT.
Parágrafo 1º: Fica liberado o trabalho no primeiro sábado subsequente ao 5º dia útil de cada mês, até às
18:00 horas, obedecido o disposto no art. 59 e parágrafos 1º a 3º e demais dispositivos da CLT, bem como
as disposições contidas neste instrumento e na legislação municipal correspondente.
Parágrafo 2º: Caso o 5º (quinto) dia útil do mês coincida com o primeiro sábado será assim considerado
para os efeitos do parágrafo anterior.
Parágrafo 3: Fica autorizado o funcionamento das empresas no período de temporada, feriados e finais de
semana das 8:00 às 22:00 horas.
Parágrafo 4º: Fica proibido o trabalho de menores e mulheres gestantes nos dias especificados neste
calendário, exceto se os próprios interessados se manifestarem por escrito, no sentido contrário, assistido o
menor pelo seu representante legal.
Parágrafo 5º: Fica limitada a jornada de trabalho nestes dias no máximo de 8 horas (oito) por empregado
podendo, em casos excepcionais, a prorrogação por mais 2 horas (duas).
I – Comércio em geral:
PRORROGAÇÃO/REDUÇÃO DE JORNADA
BANCO DE HORAS: A compensação da duração diária de trabalho nos termos do artigo 7º, XIII da CF fica
autorizada mediante formalização obrigatória, por adesão das empresas e seus comerciários, obedecidos
os preceitos legais desde que atendidas às seguintes regras:
a) os empregadores poderão adotar o sistema de banco de horas pelo qual as horas extras trabalhadas
(obedecido o limite previsto em Lei) poderão ser compensadas pela correspondente diminuição da jornada
de trabalho em outro dia;
b) as empresas deverão manter controles e emitir extratos sempre que solicitados pelo empregado para o
acompanhamento do banco de horas que terá o prazo de 7 (sete) meses para ser concedido, sob pena de
pagamento como horas extras o saldo remanescente nos termos da cláusula (REMUNERAÇÃO DE
HORAS EXTRAS) da presente CCT;
c) Na hipótese da rescisão do contrato de trabalho o empregado fará jus ao pagamento das horas extras
não compensadas, calculadas sobre o valor da remuneração na data da rescisão, ou do efetivo pagamento,
observando-se o adicional previsto na presente norma coletiva;
Parágrafo 1º: As EMPRESAS poderão manter um Sistema Alternativo de ponto para Controle de Jornada
de Trabalho, aqui denominado simplesmente “Sistema de Ponto Eletrônico Alternativo”.
Parágrafo 3º: O Sistema de Ponto Eletrônico adotado reúne, também, as seguintes condições:
a) deverá encontrar-se disponível no local de trabalho para o registro dos horários de trabalho e consulta; b)
deverá permitir a identificação de empregador e empregado; c) deverá possibilitar ao empregado, através
da central de dados, a extração eletrônica e impressa do registro fiel das marcações realizadas, e à
fiscalização quando solicitado.
Parágrafo 4º: As EMPRESAS manterão o Sistema de Ponto Eletrônico Alternativo adotado, devendo
respeitar as exigências do artigo 74, § 2o, da Consolidação das Leis do Trabalho e o disposto no art. 2º da
Portaria nº 373, de 25.02.2011, do Ministério do Trabalho e Emprego, dispensando-se a instalação do
Registrador Eletrônico de Ponto – REP.
FALTAS
ABONO DE FALTA À MÃE COMERCIÁRIA: A comerciária poderá deixar de comparecer ao serviço para
acompanhamento em consultas médicas de seus filhos menores de 14 (quatorze) anos, inválidos ou
incapazes, no limite de uma por mês. Em casos de internações devidamente comprovadas nos termos da
cláusula (ATESTADOS MÉDICOS E ODONTOLÓGICOS) terá suas faltas abonadas até o limite máximo de
15 (quinze) dias durante o período de vigência da presente Convenção.
Parágrafo único: O direito previsto no caput somente será extensivo ao pai comerciário se este comprovar
sua condição de único responsável.
Parágrafo único: Os atestados médicos deverão obedecer aos requisitos previstos na Portaria MPAS
3.291/84 devendo constar, inclusive, o diagnóstico codificado conforme o Código Internacional de Doenças
(CID), nesse caso, com a concordância do empregado, bem como deverão ser apresentados à empresa em
até 05 (cinco) dias de sua emissão.
TRABALHO EM FERIADOS – Fica autorizado o trabalho nos feriados no comércio varejista em geral,
observadas as seguintes condições:
I – pagamento do acréscimo de 100% (cem por cento) sobre o valor da hora normal trabalhada e
pagamento do acréscimo de 120% (cento e vinte por cento) para a jornada superior a contratada (horas
extraordinárias) OU concessão de descanso compensatório em dia a ser estabelecido pela empresa, a ser
gozado no máximo em até 60 (sessenta) dias antes ou após o feriado trabalhado, sem prejuízo de
remuneração mensal, sob pena de dobra;
II – a folga compensatória deverá corresponder a um dia normal de trabalho, e eventuais horas extras
trabalhadas no feriado deverão ser obrigatoriamente pagas com o adicional de 120% e não podem ser
objeto do descanso compensatório.
TRABALHO EM FERIADOS
VALOR VALOR
MEI, ME E EPP
COM CERTIDÃO
DE R$ 24,00 (vinte e R$ 26,00 (vinte e seis reais); V – as empresas que
fornecem alimentação
REGULARIDADE quatro reais); diária em refeitório
SINDICAL próprio, desde que
autorizada pelo
Ministério do Trabalho e Emprego e ainda com adesão junto ao PAT estão dispensadas do pagamento dos
valores referentes a ajuda de custo.
VI – fica proibido o trabalho dos menores e das mulheres gestantes nos feriados, exceto se os próprios se
manifestarem por escrito no sentido contrário;
VII – a recusa ao trabalho em feriados não se constituirá em infração contratual e nem poderá justificar
qualquer sanção ao empregado;
VIII – quando o feriado a ser trabalhado recair em domingo serão aplicadas as normas acima previstas para
o trabalho em feriados;
IX – a cada cinco feriados trabalhados o empregado terá direito ao acréscimo de 1 (um) dia a mais nas
férias, observado o período aquisitivo;
X –O disposto nesta cláusula não desobriga a empresa a satisfazer as demais exigências dos Poderes
Públicos em relação à abertura de seu estabelecimento;
Parágrafo único: Os comerciários que se ativarem nos dias 25 de dezembro (NATAL) e 01 de janeiro
(CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL), terão a jornada de trabalho limitada a 6 horas, e ainda é vedada a
compensação desses dias. Sendo obrigatório o pagamento de 100%, bem como a ajuda de custo
correspondente.
CLÁUSULA QUINQUAGÉSIMA PRIMEIRA - TRABALHO AOS DOMINGOS (ESCALAS 1X1, 2X1 E 3X1)
TRABALHO AOS DOMINGOS (ESCALAS 1x1, 2X1 e 3x1): Ao comércio varejista em geral fica facultada a
abertura e funcionamento em todos os domingos do mês de conformidade com a Lei 10.101/2000, alterada
pela Lei nº 11.603 de 06 de dezembro de 2007, em seu artigo 6º, obedecidas as normas de proteção do
trabalho, observando as escalas 1x1, 2X1 e 3x1.
Parágrafo 1º: as empresas deverão observar as escalas e pagar no dia trabalhado a ajuda de custo,
observada a seguinte regra:
I – Escala 1x1: No caso de trabalho aos domingos o empregado terá no mínimo 02 (dois) dias de descanso
remunerado no mês, coincidentes com o domingo, onde a um domingo trabalhado segue-se o outro,
necessariamente, de concessão do Descanso Semanal Remunerado (DSR), ou seja, de descanso, e ainda,
ajuda de custo observado o seguinte:
ESCALA 1X1
ESCALA 2X1
ESCALA 3X1
Comércio em R$ 51,00
geral (cinquenta e
um reais) Qualquer jornada
Parágrafo 4º: Observando-se em todos os casos a faculdade do trabalhador de optar em laborar aos
domingos.
Parágrafo 5º: Ao empregado que trabalhar no domingo será concedida uma folga na semana
imediatamente posterior sem prejuízo de uma folga dominical, conforme estabelecido no caput desta
cláusula (Lei 11.603, parágrafo 6º) e devendo conceder a todos os seus empregados o descanso semanal
remunerado de pelo menos 24 horas consecutivas, a cada período de 06 dias de trabalho, conforme Artigo
7º, XV da Constituição Federal.
Parágrafo 6º: As horas trabalhadas nos domingos poderão ser objetos de compensação no banco de
horas, somente para as empresas MEI, ME E EPP COM CERTIDÃO DE REGULARIDADE SINDICAL.
FÉRIAS E LICENÇAS
DURAÇÃO E CONCESSÃO DE FÉRIAS
INÍCIO DAS FÉRIAS: O início das férias, individuais ou coletivas, não poderá coincidir com sábados e
domingos ou dias já compensados. É vedado o início das férias no período de 2 (dois) dias que antecedem
o feriado ou dia de repouso semanal remunerado.
Parágrafo único: Fica facultado ao empregado gozar férias no período coincidente com a data de seu
casamento, condicionada a não coincidência com o mês de pico de vendas da empresa, por ela
estabelecido, e comunicação com 60 (sessenta) dias de antecedência.
DO PARCELAMENTO DAS FÉRIAS: desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser
usufruídas em até 2 (dois) períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 (quatorze) dias
corridos.
Parágrafo 1º - Cabe ao empregador definir o padrão de vestimenta no meio ambiente laboral, sendo lícita
a inclusão no uniforme de logomarcas da própria empresa ou de empresas parceiras e de outros itens de
identificação relacionados à atividade desempenhada.
RELAÇÕES SINDICAIS
ACESSO DO SINDICATO AO LOCAL DE TRABALHO
ATIVIDADE SINDICAL: Fica assegurado aos Sindicatos convenentes, o ingresso nos estabelecimentos
para pratica de ATIVIDADE SINDICAL, que tenha como finalidade, orientar, esclarecer, fiscalizar o
cumprimento da CCT, associar, devendo as empresas prestarem todas as informações solicitadas e
franquear a entrada e a comunicação entre os Sindicalistas e seus representados.
CONTRIBUIÇÕES SINDICAIS
Parágrafo 1º - O desconto previsto nesta cláusula está de acordo com a aprovação da Assembleia Geral
dos interessados, realizada pelo Sincomerciarios de Caraguatatuba, se insere no entendimento da
REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO, 730.462-STF, 24/05/2014, bem como, dentro
das normas e determinações do acordo com o Ministério Público do Trabalho, nos Autos da Ação Civil
Pública 0104300-10.2006.5.02.0038, da 38ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª
Região, transitada em julgado, formalizado através do TAC 573/2015, PAJ 1162.2011.02.000/0, da
Procuradoria Regional do Trabalho da 2ª Região do MPT.
Parágrafo 2º - A contribuição de que trata esta cláusula será descontada mensalmente, exceto nos meses
em que ocorrer o desconto da contribuição sindical, devendo ser recolhida, impreterivelmente, até o dia 15
(quinze) do mês subsequente ao desconto, exclusivamente em agência bancária constante da guia
respectiva, em modelo padrão estabelecido pela Federação dos Empregados no Comércio do Estado de
São Paulo - FECOMERCIARIOS, ou ainda, na rede bancária, através de ficha de compensação (boleto), no
modelo padrão estabelecido pelo banco conveniado pela FECOMERCIÁRIOS.
Parágrafo 4º - A contribuição assistencial não poderá ser recolhida diretamente no caixa do sindicato da
categoria profissional, sob pena da empresa arcar com pagamento dobrado do valor devido à
FECOMERCIÁRIOS.
Parágrafo 5º - O compartilhamento do total da contribuição será efetuado na proporção de 80% (oitenta por
cento), para o Sindicato dos Empregados no Comércio de Caraguatatuba representante da categoria
profissional e 20% (vinte por cento) para a Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São
Paulo - FECOMERCIÁRIOS.
Parágrafo 6º - As empresas quando notificadas, deverão apresentar no prazo máximo de 15 (quinze) dias,
as guias de recolhimento da Contribuição Assistencial, devidamente autenticadas, pela agência bancária,
juntamente com o livro ou fichas de registro de empregados.
Parágrafo 7º - O valor da contribuição assistencial reverterá em prol dos serviços sociais da entidade
sindical profissional beneficiária e do custeio financeiro do Plano de Expansão Assistencial da Federação
dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo-FECOMERCIÁRIOS.
Parágrafo 8º - Dos empregados admitidos após o mês de setembro/22, será descontado idêntico
percentual, a partir do mês de sua admissão.
Parágrafo 10º - Fica garantido aos empregados comerciários, beneficiários da presente Convenção coletiva
de Trabalho, manifestação de oposição ao desconto aqui previsto, que deverá ser feita pessoalmente, de
uma única vez, por escrito e de próprio punho, com apresentação de documento com fotografia, em até 15
(quinze) dias antes do pagamento mensal do salários, na sede ou subsede do respectivo sindicato
representante da categoria profissional, não tendo, ainda efeito retroativo para devolução dos valores já
descontados. A manifestação pessoal tem a finalidade de informa-lo de todos os benefícios oferecidos pela
entidade sindical, bem como, para que tome conhecimento do programa de aplicação dos valores
arrecadados.
Parágrafo 11º - A manifestação de oposição poderá ter retratação no decorrer da vigência desta norma
coletiva.
Parágrafo 12º - O empregado que efetuar oposição ao desconto da contribuição assistencial, na forma
prevista nesta cláusula, deverá entregar à empresa, em até 05 (cinco) dias uteis a partir da data do
protocolo, cópia de sua manifestação, para que não se efetuem os descontos convencionados.
Parágrafo 14º - Ocorrendo disputa judicial em que o objeto da demanda envolva os valores previstos nesta
cláusula, a empresa deverá dar ciência expressa da ação, através de comunicado via SEDEX, com AR, ao
sindicato da categoria profissional envolvido, acompanhado da comprovação dos descontos e do efetivo
recolhimento dos valores reclamados, até o encerramento da instrução processual. Em caso de
condenação da empresa na devolução desses valores o sindicato profissional beneficiário deverá ressarci-
la, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados do trânsito em julgado da sentença condenatória ou da
homologação do acordo judicial, mediante ordem de pagamento identificada, sob pena de pagamento em
dobro da importância devida.
Obs.:
Parágrafo 1º: O recolhimento deverá ser efetuado, exclusivamente, em agências bancárias através de
impresso próprio que será fornecido à empresa pelo SINCOVAT, no qual constará a data do vencimento.
Parágrafo 2º:O recolhimento da taxa negocial efetuado fora do prazo mencionado no parágrafo 1º será
acrescido da multa de 2% (dois por cento), além de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês.
Parágrafo 3º: No município onde existam empresas que possuam uma ou mais filiais será devida uma
contribuição para cada empresa, ou seja, matriz e eventuais filiais recolherão individualmente.
Parágrafo 4º: As empresas constituídas após 01/09/2023 recolherão a Taxa Negocial relativa à 2022/2023
no mês de abertura. Após este prazo estarão sujeitas ao acréscimo do parágrafo segundo.
Parágrafo 5º: Em caso de alteração de enquadramento, a empresa deverá comprovar a alteração ocorrida
junto ao SINCOVAT.
Parágrafo 1°: As empresas que não estiverem cumprindo a presente Convenção Coletiva ou a Legislação
do Trabalho serão convocadas em até 15 dias, para uma mesa redonda no SINCOMERCIÁRIOS e com a
presença do SINCOVAT (Sindicato Patronal), conforme cláusulas 52 e 53 da CCT, e deverá apresentar a
documentação solicitada em até 10 dias, sendo de responsabilidade da entidade solicitante a utilização de
documentos e informações em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). A fiscalização
é limitada as obrigações da presente CCT (2022/2023).
Parágrafo 3°: A falta da CERTIDÃO DE REGULARIDADE SINDICAL (CRS) e o não cumprimento integral
das obrigações contidas nas cláusulas (5ª, 18ª, 35ª, 41ª, 42ª, 43ª, 44ª) sujeitará a empresa ao pagamento
de uma multa de R$ 1.000,00 (hum mil reais), por empregado prejudicado, sendo 50% a ser revertida a
favor do sindicato laboral e 50% do empregado, ficando estabelecido que a presente multa não é
cumulativa, podendo ser cobrada uma única vez na vigência da presente Convenção.
Parágrafo 4°: Em caso de fiscalização por parte do MINISTÉRIO DO TRABALHO ou perante a JUSTIÇA
DO TRABALHO, a empresa apresentará a CERTIDÃO DE REGULARIDADE SINDICAL (CRS) como meio
de prova para demonstrar sua autorização para aplicação da presente CCT. Do mesmo modo na
assistência da rescisão do contrato de trabalho, bem como para a emissão do termo de quitação junto a
CCQ. A lista das empresas que possuem a CRS, estará disponível nas entidades sindicais convenentes
(SINCOVAT e SINCOMERCIÁRIOS), através dos telefones (12) 3632-6570 e (12) 3882-4377.
Parágrafo 5º: A CERTIDÃO DE REGULARIDADE SINDICAL (CRS) terá validade na vigência da presente
Convenção Coletiva (01/09/2022 à 31/08/2023).
DISPOSIÇÕES GERAIS
REGRAS PARA A NEGOCIAÇÃO
trabalhadores, bem como verificação do cumprimento integral da CCT, autorizarão a pratica dos acordos
coletivos solicitados.
Parágrafo 2º – A emissão de qualquer comunicado que vise a orientação quanto à aplicação das cláusulas
da presente Convenção, deverá ser assinada pelos respectivos sindicatos (empregadores e empregados).
Pode ser objeto de apreciação na CCQ as questões relativas a valores devidos na vigência do contrato de
trabalho, como salário, horas extras adicionais, gratificações e outras pertinentes a créditos do empregado.
O Termo de Quitação Anual de Obrigações Trabalhistas de que trata o Art. 507-B, da CLT, bem como o
Acordo Extrajudicial entre empregado e empregador de que trata o Art. 855-B da CLT, deverão ser
submetidos à CCQ, perante a qual serão formalizadas as petições conjuntas de Homologação Judicial
desses acordos.
As partes envolvidas empregador e empregado podem instaurar o incidente de resolução amigável junto a
CCQ mediante prévio agendamento, para a obtenção do Termo de Quitação.
Para o custeio da CCQ o empregador, quando da emissão do Termo de Quitação deverá pagar as custas,
conforme tabela aprovada pelas entidades.
MESA REDONDA: As empresas que não estiverem cumprindo a presente Convenção Coletiva ou a
Legislação do Trabalho poderão ser convocadas para uma mesa redonda no SINCOMERCIÁRIOS e com a
presença do SINCOVAT (Sindicato Patronal). O não comparecimento por parte da empresa convocada
facultará ao SINCOMERCIÁRIOS encaminhar a denúncia ao Ministério do Trabalho, além de sujeitá-la a
ação de cumprimento perante a Justiça do Trabalho. Fica ainda estipulada multa de até R$ 300,00
(trezentos reais) por ausência injustificada perante a mesa redonda a que a empresa for convocada. A
convocação, bem como a multa será limitada a uma única vez na vigência da presente CCT.
A presente Convenção terá vigência de 12 meses contados a partir de 1º de setembro de 2022 até 31 de
agosto de 2023.
Parágrafo único: Os efeitos desta norma se estenderão até a celebração de nova Convenção consoante o
disposto no art. 614, parágrafo 3º da CLT.
Parágrafo 1º: As empresas que não possuem funcionários devem enviar declaração assinada por contador
responsável, a fim de que não seja cobrada pelo uso da presente CCT. Entretanto, em caso de admissão de
funcionários deverá requerer de imediato a CERTIDÃO DE REGULARIDADE SINDICAL (CRS).
Parágrafo 2º: Em caso de denúncia junto ao Ministério Público do Trabalho ou perante a Justiça do
Trabalho, como prova da representação sindical da empresa, deve a mesma apresentar a Certidão de
Regularidade Sindical, sob pena de incorrer na multa do parágrafo 4º.
Parágrafo 3º: A empresa que não atender o quanto disposto no caput ficará sujeita a uma multa de R$
3.000,00 (três mil reais) que será revertida para o FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador.
MULTA: Fica estipulada multa no valor de R$ 73,00 (setenta e três reais) a partir de 01 de setembro de
2022 por empregado pelo descumprimento das obrigações de fazer contidas no presente instrumento em
favor do prejudicado. Estão excluídas desta penalidade as cláusulas com cominações específicas que não
serão cumulativas para todos os fins e efeitos.
DAN GUINSBURG
PRESIDENTE
SINDICATO DO COMERCIO VAREJISTA DE TAUBATE
ANEXOS
ANEXO I - ATA SINCOMERCIÁRIOS
Anexo (PDF)
Anexo (PDF)
A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministerio do Trabalho e Emprego
na Internet, no endereço [Link]