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A Biodiversidade

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Biodiversidade, ou diversidade biológica, pode ser definida como a variabilidade

entre os seres vivos de todas as origens, a terrestre, a marinha e outros


ecossistemas aquáticos, e os complexos ecológicos dos quais fazem parte. Essa
variabilidade aparece apenas como resultado da natureza em si, sem sofrer
intervenção humana. Assim, ela pode variar de acordo com as diferentes regiões
ecológicas. Refere-se, portanto, à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a
variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da
flora, da fauna, de fungos microscópicos e de micro-organismos.

Pode-se compreender, do termo "conservação", a manutenção dos recursos que


constituem a terra, bem como os seres vivos que a compõem, dentre eles, o ser
humano. Difere-se da preservação (que exclui o fator humano para que seja possível
a manutenção supracitada), considerando que o ser humano, principal responsável
pela degradação do meio ambiente, é parte dele.

Em ecologia, a conservação se refere aos estudos direcionados à conservação de


fauna e flora de um ambiente, podendo ser a respeito de diversos grupos ou
direcionado à espécies individuais envolvendo seu nicho e habitat. Que se baseia em
alguns pressupostos, incluindo que a diversidade biológica e a evolução são
positivas, e que a diversidade biológica tem valor por si só. A diversidade
biológica, mesmo sem que haja ação antrópica, não se mantém inalterada ao longo do
tempo, muda e se adapta de acordo com as variações do ambiente que a compõe. No
entanto, as ações antrópicas podem agravar alguns problemas ambientais, como a
alteração e perda de habitats, exploração predatória de recursos, introdução de
espécies exóticas em diferentes ecossistemas, aumento de patógenos e tóxicos
ambientais e as mudanças climáticas!

Essa área de estudo tem como seus principais objetivos entender os efeitos dessas
ações antrópicas no ecossistema, além de também apresentar um papel muito
importante na reintrodução de espécies ameaçadas. Um ambiente ecologicamente
conservado proporciona uma diversidade de recursos muito maior para ser consumida,
assim, a busca de um ecossistema equilibrado é vantajosa para todos os seres que
dele usufruem direta ou indiretamente.

A biodiversidade refere-se tanto ao número de diferentes categorias biológicas


quanto à abundância relativa (equitatividade) dessas categorias. E inclui
variabilidade ao nível local, complementaridade biológica entre habitats e
variabilidade entre paisagens. inclui, assim, a totalidade dos recursos vivos, ou
biológicos, e dos recursos genéticos, e seus componentes. A espécie humana depende
da biodiversidade para a sua sobrevivência.

A biologia de conservação busca integrar políticas de conservação com as teorias


que provêm de diversos campos científicos que dão alicerce para a biologia da
conservação, sendo elas, ecologia, demografia, biologia genética, taxonomia e
também de ciências de outros campos, como a economia, geografia, antropologia,
sociologia e outras. Essa união ocorre para que haja o estabelecimento de métodos
efetivos para solucionar alguns dos problemas que a biologia da conservação precisa
resolver. Um exemplo da importância dessa interdisciplinaridade é a implementação
de unidades de conservação, que abrange muitos fatores além dos ecológicos, como o
fator sociocultural das regiões que são implementadas como tais unidades

Uma definição é: "medida da diversidade relativa entre organismos presentes em


diferentes ecossistemas". Esta definição inclui diversidade dentro da espécie,
entre espécies e diversidade comparativa entre ecossistemas.

Outra definição, mais desafiante, é "totalidade, espécies e ecossistemas de uma


região". Esta definição unifica níveis tradicionais de diversidade entre os seres
vivos:
Para os biólogos geneticistas, a biodiversidade é a diversidade de organismos. Eles
estudam processos como mutação, troca de genes e a dinâmica do genoma, que ocorrem
ao nível do qual o constituem, talvez, a evolução.
Para os biólogos zoólogos ou botânicos, a biodiversidade não é só apenas a
diversidade de populações de organismos e espécies, mas também a forma como estes
organismos funcionam. Organismos surgem e desaparecem. Locais são colonizados por
organismos da mesma espécie ou de outra. Algumas espécies desenvolvem organização
social ou outras adaptações com vantagem evolutiva. As estratégias dos organismos
dependem do ambiente.
Para os ecólogos, a biodiversidade é também a diversidade de interações duradouras
entre espécies. Isto se aplica também ao biótipo, seu ambiente imediato, e à
ecorregião em que os organismos vivem. Em cada ecossistema os organismos são parte
de um todo, interagem uns com os outros mas também com o ar, a água e o solo que a
cultura humana tem sido determinada pela biodiversidade, e ao mesmo tempo as
comunidades humanas têm dado forma à diversidade da natureza nos níveis genético,
das espécies e ecológico.
A biodiversidade é fonte primária de recursos, fornecendo comida (colheitas,
animais domésticos, recursos florestais e peixes), fibras para roupas, madeira para
construções, remédios e energia. Esta "diversidade de colheitas" é também chamada
agro biodiversidade.

Os ecossistemas também nos fornecem "suportes de produção" (fertilidade do solo,


polinizadores, decompositores de resíduos, etc.) e "serviços" como purificação do
ar e da água, moderação do clima, controle de inundações, secas e outros desastres
ambientais.

biodiversidade não é estática. É um sistema em constante evolução tanto do ponto de


vista das espécies como também de um só organismo. A meia-vida média de uma espécie
é de milhão de anos, das maiorias das espécies que já viveram na Terra estão hoje
extintas.

A biodiversidade não é distribuída igualmente na Terra. Ela é, sem dúvida, maior


nos trópicos. Quanto maior a latitude, menor é o número de espécies, contudo, as
populações tendem a ter maiores áreas de ocorrência. Este efeito que envolve
disponibilidade energética, mudanças climáticas em regiões de alta latitude.

Existem regiões do globo onde há mais espécies que outras. A riqueza de espécies
tendem a variar de acordo com a disponibilidade energética, hídrica (clima,
altitude) e também pelas suas histórias evolutivas.

Uma estimativa do valor da biodiversidade é uma pré-condição necessária para


qualquer discussão sobre a distribuição da riqueza da Biodiversidade. Estes valores
podem ser divididos entre:

valor intrínseco – todas as espécies são importantes intrinsecamente, por uma


questão de ética;
valor funcional – cada espécie tem um papel funcional no ecossistema. Por exemplo,
predadores regulam a população de presas, plantas fotossintetizantes participam do
balanço de gás carbônico na atmosfera, etc.;
valor de uso directo – muitas espécies são utilizadas directamente pela sociedade
humana, como alimentos ou como matérias primas para produção de bens; valor de uso
indirecto – outras espécies são indirectamente utilizadas pela sociedade.
Como tendo um valor potencial – muitas espécies podem futuramente ter um uso
directo, como por exemplo espécies de plantas que possuem princípios activos a
partir dos quais podem ser desenvolvidos medicamentos.

A natureza, em seu sentido mais amplo, é equivalente ao "mundo natural" ou


"universo físico". O termo "natureza" faz referência aos fenômenos do mundo físico,
e também à vida em geral. Geralmente não inclui os objetos construídos por humanos.
A palavra "natureza" provém da palavra latina natura, que significa "qualidade
essencial, disposição inata, o curso das coisas e o próprio universo". Natura é a
tradução para o latim da palavra grega physis, que em seu significado original
fazia referência à forma inata que crescem espontaneamente plantas e animais. O
conceito de natureza como um todo — o universo físico — é um conceito mais recente
que adquiriu um uso cada vez mais amplo com o desenvolvimento do método científico
moderno nos últimos séculos

Dentro dos diversos usos atuais desta palavra, "natureza" pode fazer referência ao
domínio geral de diversos tipos de seres vivos, e em alguns casos aos processos
associados com objetos inanimados - a forma em que existem os diversos tipos
particulares de coisas e suas mudanças espontâneas, assim como o tempo atmosférico,
a geologia da Terra e a matéria e energia estes entes possuem. Frequentemente se
considera que significa "entorno natural": animais selvagens, rochas, montanhas
bosques, e em geral todas as coisas que não tenham sido alteradas substancialmente
pelo ser humano, ou persistem apesar da intervenção humana. Este conceito mais
tradicional das coisas naturais implica uma distinção entre o natural e o
artificial, entendido este último como algo feito por uma mente ou uma consciência

Embora não haja consenso universal sobre a definição de vida, os cientistas


geralmente aceitam que a manifestação biológica da vida é caracterizada pelos
seguintes fatores ou funções: organização, metabolismo, crescimento, adaptação,
resposta a estímulos. Os seres vivos (reinos das plantas, animais, fungos,
protistas, e bactérias) têm essas propriedades em comum: eles são constituídos por
células têm uma organização complexa com base em água e metabolismo de carbono e
têm a capacidade de crescer, responder a estímulos. Portanto, considera-se que um
ser que satisfaz estas propriedades está viva.

A biosfera é a parte da camada mais externa do planeta Terra, incluindo o ar, a


terra, rochas da superfície e da água, e é nesta parte onde a vida evoluiu, e onde
eles são feitos e transformar os processos bióticos. A partir de uma visão muito
ampla de geofísica, a biosfera é o sistema ecológico global que integra todos os
seres vivos e seus relacionamentos, incluindo sua interação com os elementos da
litosfera (rochas), hidrosfera (água), e atmosfera (ar). Atualmente, estima-se que
a Terra contém cerca de milhões de toneladas de biomassa, que está presente em
vários ambientes dentro da biosfera

Cerca da biomassa total da Terra é a vida das plantas, de que a vida animal depende
para a sobrevivência. Até o momento já se identificaram mais milhões de espécies de
plantas e animais, e estimativas sobre o número real de espécies existentes variam
de alguns poucos milhões.

O número de espécies existentes varia constantemente, já que surgem novas e outras


deixam de existir em uma dinâmica contínua. Atualmente, o número total de espécies
está passando por um rápido declínio

A escala abrangida pela palavra natureza, dentro deste contexto, envolve desde o
subatômico até o amplamente universal, como os planetas e estrelas. Tomando como o
recorte a escala do ser humano, inclui basicamente o meio ambiente natural e
normalmente exclui o meio ambiente construído, de forma a ser tradicionalmente
associada à vida selvagem, aos fenômenos e recursos naturais e aos seus processos e
dinâmicas próprios. Há também definições que incluem o meio ambiente alterado como
elemento da Natureza.

A associação mais popular que se faz à palavra "natureza" a confunde com a ideia de
paisagem natural: a paisagem é o resultado dos processos complexos presentes em um
determinado meio ambiente.

O estudo sistematizado dos elementos seus processos, actividades e consequências se


dá através das Ciências naturais, o aumento do consumo ligado às inovações
tecnológicas, à escala global, uma proliferação de resíduos que contaminam o
ambiente, afectam os ecossistemas, pondo em causa a natureza.

No sentido de permitir um desenvolvimento sustentável, o ser humano tem vindo a


desenvolver aplicações que permitem a proteção e a conservação. Dessas regras podem
destacar-se:

Tratamento de resíduos sólidos;


Tratamento das águas;
Conservação de certas áreas protegidas notáveis;
Utilização de energias renováveis (eólica, solar, biomassa e outras).

Ecologia é a especialidade da biologia que estuda o meio ambiente e os seres vivos


que vivem nele, ou seja, é o estudo científico da distribuição e abundância dos
seres vivos e das interações que determinam a sua distribuição. As interações podem
ser entre seres vivos e/ou com o meio ambiente. A palavra "Ökologie" deriva da
junção dos termos gregos "oikos", que significa casa, e "logos", que quer dizer
"estudo", para designar a ciência que estuda as relações entre seres vivos e meio
ambiente. No percurso de pouco mais de um século a ecologia transformou-se de
modesta disciplina ligada ao campo da biologia para uma variedade de
subdisciplinas, que se articularam constantemente

A ampla e complexa, a Ecologia preocupa-se com o entendimento do funcionamento de


toda a natureza. Assim como vários outros campos de estudo da Biologia, ela não é
uma ciência isolada. Para entendê-la, é necessário, por exemplo, conhecer um pouco
de Evolução, Genética, Biologia Molecular, Fisiologia e Anatomia.

Como matéria pode ser dividida em Autoecologia (é um dos dois grandes ramos em que
dividiu a ecologia), Demoecologia e Sinecologia. Entretanto, diversos ramos têm
surgido utilizando diversas áreas do conhecimento: Biologia da Conservação,
Ecologia da Restauração, Numérica, Quantitativa, Teórica, Macroecologia,
Ecofisiologia, Agroecologia, Ecologia da Paisagem. Ainda pode-se dividir em
Ecologia Vegetal e Animal e ainda em Ecologia Terrestre e Aquática.

O meio ambiente afeta os seres vivos não só pelo espaço necessário à sua
sobrevivência, mas também às suas funções vitais, incluindo o seu comportamento,
através do metabolismo. Por essa razão, o meio ambiente e a sua qualidade
determinam o número de indivíduos e de espécies que podem viver no mesmo habitat.
Por outro lado, os seres vivos também alteram permanentemente o meio ambiente em
que vivem. O exemplo mais dramático de alteração do meio ambiente por organismos é
a construção dos recifes de coral por minúsculos invertebrados, os pólipos
coralinos. As relações entre os seres vivos do ecossistema também influencia na
distribuição e abundância deles próprios. Como exemplo, incluem-se a competição
pelo espaço, pelo alimento o a predação de organismos por outros, a simbiose entre
diferentes espécies que cooperam para a sua mútua sobrevivência, o comensalismo, o
parasitismo e outros.

A maior compreensão dos conceitos ecológicos e da verificação das alterações de


vários ecossistemas levou ao conceito da Ecologia Humana que estuda as relações
entre o ser humano e a biosfera, principalmente do ponto de vista da manutenção da
sua saúde, não só física, mas também social. Com o passar do tempo surgiram também
os conceitos de conservação que se impuseram na atuação dos governos, quer através
das ações de regulamentação do uso do ambiente natural e das suas espécies, quer
através de várias organizações ambientalistas que promovem a disseminação do
conhecimento sobre estas interações. Há muitas aplicações práticas da ecologia,
como a biologia da conservação, gestão de zonas úmidas, gestão de recursos naturais
(agricultura, silvicultura e pesca), planejamento da cidade e aplicações na
economia.
O meio ambiente (do latim: "andar ao redor", "rodear') refere-se ao conjunto de
fatores físicos, biológicos e químicos que cerca os seres vivos, influenciando-os e
sendo influenciado por eles. Pode ser entendido também como o conjunto de condições
que permitem abrigar e reger a vida em todas as suas formas - os ecossistemas que
existem

O conceito de meio ambiente pode ser identificado por seus componentes:

Completo conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural;


Recursos naturais e fenômenos físicos universais que não possuem um limite claro,
como ar, água, e clima, assim como energia, radiação, descarga elétrica e
magnetismo, que não são originados por atividades humanas.

As ciências da Terra geralmente reconhecem algumas esferas, a litosfera, a


hidrosfera e a atmosfera ,que juntas formam a biosfera; correspondentes
respetivamente às rochas, água, ar e vida. Alguns cientistas incluem, como parte
das esferas da Terra, a criosfera (correspondendo ao gelo) como uma porção distinta
da hidrosfera, assim como a pedosfera (correspondendo ao solo) como uma esfera
ativa.

um termo genérico para as ciências relacionadas ao planeta Terra. Há disciplinas


principais nas ciências da Terra: geografia, geologia, geofísica e geodésia. Essas
disciplinas principais usam física, química, biologia, cronologia e matemática para
criar um entendimento qualitativo e quantitativo para as áreas principais

A crosta da Terra, ou litosfera, é a superfície sólida externa do planeta e é


química e mecanicamente diferente do manto do interior. A crosta tem sido gerada
largamente pelo processo de criação das rochas ígneas, no qual o magma (rocha
derretida) se resfria e se solidifica para formar rocha sólida. Abaixo da litosfera
se encontra o manto no qual é aquecido pela desintegração dos elementos
radioativos. O processo de convecção faz as placas da litosfera se moverem, mesmo
lentamente. O processo resultante é conhecido como tectonismo. Vulcões se formam
primariamente pelo derretimento do material da crosta da zona de subducção ou pela
ascensão do manto nas dorsais oceânicas

Um é um grande corpo de água salina e um componente da hidrosfera. Aproximadamente


quase toda superfície da Terra milhões de quilômetros quadrados) é coberta, um
contínuo corpo de água que é geralmente dividido em vários principais e mares
menores. Mais da metade dessa área está numa profundidade muito maior. A salinidade
oceânica média é por volta de partes por milhar e praticamente toda a água do tem
uma salinidade. Apesar de geralmente reconhecidos como vários oceanos 'separados',
essas águas formam um corpo global interconectado de água salina por vezes chamado
de Global. Esse conceito de oceano global como um corpo contínuo de água com um
intercâmbio relativamente livre entre suas partes é de fundamental importância para
a oceanografia. As principais divisões oceânicas são definidas em parte pelos
continentes, vários arquipélagos, e outros critérios: essas divisões são (em ordem
decrescente de tamanho) o Pacífico, o Atlântico, o Índico, o Antártico e o Ártico.

Um rio é um curso de água natural, geralmente de água doce, fluindo em direção a um


oceano, lago, mar, ou outro rio. Em alguns poucos casos, o rio simplesmente flui
para o solo ou seca completamente antes de alcançar outro corpo de água. Rios
pequenos podem ser conhecidos por vários outros nomes, incluindo córrego, angra.

Xassificado como tal se tiver mais de metros de largura. A água do rio geralmente
está em um canal, formado por um leito. Em mais largos há também muitas zonas
sujeitas a inundações formadas pelas águas de enchente atingindo o canal. Essas
zonas podem ser bem largas em relação ao tamanho do canal do rio. Rios são parte do
ciclo da água. A água é geralmente coletada da precipitação através da bacia
hidrográfica e por reabastecimento da água subterrânea, nascentes e liberação da
água armazenada nas geleiras e coberturas de neve.

Um acidente geográfico, corpo de água que está localizado no fundo de uma


depressão. O corpo de água é considerado um ribanceira quando está cercado por
terra, não faz parte de um oceano, é mais largo e mais profundo e é alimentado por
um rio.

Naturais da Terra são geralmente encontrados em áreas montanhosas, riftes, e áreas


com glaciação em andamento ou recente. Outros ribanceira são encontrados em bacias
endorreicas ou ao longo do curso de rios maduros. Em algumas partes do mundo,
ribanceira feitas por causa do clima caótico esquecido pela última Era do Gelo.
Todos os lagos são temporários em relação a escalas geológicas de tempo, pois eles
são lentamente preenchidos com sedimentos ou são liberados da bacia que os contém.

Ar, é a mistura de gases que compõem a atmosfera da Terra. Ele é composto


principalmente de nitrogênio, oxigênio e argônio. Os demais gases incluem, gases
de efeito estufa como vapor de água, dióxido de carbono, metano, óxido
nitroso e ozônio. Ar filtrado contém traços de vários outros compostos químicos.
Muitas substâncias naturais devem estar presentes em pequenas quantidades em uma
amostra de ar não filtrada, incluindo poeira, pólen e esporos, cinzas vulcânicas,
compostos de flúor, mercúrio metálico e compostos como dióxido de enxofre.

Uma tempestade de massa de ar ou tempestade de célula simples é um tipo de


tempestade que geralmente apresenta pouca severidade. Estas tormentas se formam em
ambientes onde exista energia potencial convectiva disponível suficiente, mas
níveis reduzidos de ventos cisalhantes e helicidiade. A fonte de convecção do ar,
que é um fator crucial para o desenvolvimento da tempestade, é normalmente o
resultado do aquecimento por insolação desigual da superfície, apesar de também
poder ser induzido por sistemas frontais ou limites associados com zonas de
convergência. A energia necessária para a formação das tempestades provém da
incidência da radiação solar. Tempestades de massa de ar não se movem rapidamente,
não duram mais que uma hora, e têm o potencial de produzir raios, além de chuva que
varia de intensidade fraca a forte, sendo que a precipitação intensa interfere na
transmissão de micro-ondas pela atmosfera.

As características das descargas elétricas da atmosfera estão relacionadas com a


natureza da tempestade que as produzem, e podem causar incêndios florestais quando
atingem locais onde a precipitação é mínima. Eventualmente podem causar rajadas de
vento fracas e granizos de pequeno tamanho. São comuns em zonas temperadas durante
as tardes de verão. Como todas as tempestades, os ventos nas camadas médias da
atmosfera determinam o seu movimento. Uma vez que tempestades de massa de ar podem
representar perigo para a aviação, pilotos são aconselhados a voar sobre as nuvens
em regiões de melhor visibilidade para evitar voar sob a bigorna destas
tempestades, que podem ser regiões onde o granizo cai. Ventos cisalhantes verticais
representam também perigo próximo à base da tempestade, as quais originaram as
frentes de rajada.

O fator que inicia a formação de nuvens pode ser a insolação, que aquece a
superfície e produz térmicas, regiões onde correntes de ar e são forçadas em
direção ascendente, ou quando os ventos ocorrem sobre o terreno que possui
crescente elevação. A umidade rapidamente se condensa em gotículas líquidas de água
por conta da menor temperatura em grandes altitudes, formando as nuvens.
Tipicamente as áreas de convecção possuem diâmetro de altura, enquanto que a
velocidade ascendente é de pelo menos metros por segundo em seu centro. Ao se
condensar, o vapor de água libera calor latente, que aquece o ar ao redor,
tornando-o menos denso e, por consequência, forma uma corrente ascendente pelo
processo de convecção (daí a origem do termo precipitação convectiva). Isto cria
uma área de baixa pressão logo abaixo da tempestade em formação cuja nuvem, ao
adquirir maior desenvolvimento vertical. Em uma tempestade típica, aproximadamente
quilogramas de vapor de água são levados para cima por correntes convectivas.
Radares meteorológicos não são capazes de detectar esta fase de desenvolvimento.

Com o início da chuva, a tempestade entra em seu estágio maduro, no qual se


manifesta com sua forçaTambém conhecidas como tempestades de célula única, são
tempestades típicas de verão que ocorrem em boa parte em locais de clima temperado.
Podem ocorrer também em massas de ar frias que comumente seguem a passagem de uma
frente fria proveniente do mar durante o inverno. Em um conjunto de tempestades, o
termo "célula" se refere a cada corrente ascendente em separado. Células de
tempestade ocasionalmente se formam isoladas, uma vez que sua ocorrência pode criar
uma frente de rajada que propicia o desenvolvimento de uma nova tempestade.
Raramente estas tempestades se manifestam de forma severa e surgem como resultado
de instabilidades atmosféricas locais; daí a origem do termo "tempestade de massa
de ar".

Eventualmente, estas tempestades apresentam um breve período de tempo severo


associada consigo, embora seja estruturalmente pouco organizado, devido ao mínimo
vento cisalhante no ambiente da tempestade, podendo surgir aleatoriamente no tempo
e espaço, tornando difícil sua previsão. Entre a formação e a dissipação de uma
única célula, estas tempestades duram normalmente de vinte até trinta minutos,
embora uma sucessão de células possa ocorrer continuamente por várias horas máxima,
sendo intensa a atividade de raios, com a eventual ocorrência de tromba de água,
granizo de pequeno diâmetro e fortes rajadas de vento, além da maior turbulência no
interior da nuvem. E pode atingir mais de altura, eventualmente chegando à
tropopausa e adquirindo seu formato de bigorna característico. Como se forma em
áreas de ventos cisalhantes mínimos, a chuva produzida pela tempestade cria um
fluxo de ar relativamente frio e úmido descendente que corta a elevação de vapor e
rapidamente causa sua dissipação. O ar ambiente que entra na nuvem por
entranhamento provoca a evaporação de parte das gotículas de água, contribuindo
para o resfriamento do ar ao seu redor, que se torna mais denso e desce. Estima-se
que somente alguns porcento de todo o vapor que é elevado pelas correntes de ar
ascendentes chegue ao solo na forma de precipitação

As principais formas pelas quais as tempestades se movem são por advecção do vento
e a propagação ao longo da frente de rajada em direção à fonte de calor e umidade.
Muitas tempestades se movem com a velocidade média do vento da troposfera, que
tipicamente ocorre nos quilômetros mais baixos da atmosfera terrestre. Tempestades
mais jovens são conduzidas pelos ventos próximos à superfície pois não possuem
grande desenvolvimento vertical, ao contrário de tempestades maduras. Se a frente
de rajada se move a frente da tempestade, o movimento da mesma tende a ser na mesma
direção. Isto acontece com maior frequência em tempestades com muita precipitação,
como é o cada das tempestades de massa de ar. Quando v tempestades se fundem, o que
é provável quando muitas tempestades existem em proximidade entre si, o movimento
da maior determinará o movimento da célula resultante. Quanto mais forte o vento
médio da atmosfera, menor é a influência de outros fatores no movimento da
tempestade. A partir de dados obtidos de radares meteorológicos, tempestades são
monitoradas utilizando uma característica proeminente como referência.

Também conhecidas como tempestades de célula única, são tempestades típicas de


verão que ocorrem em boa parte em locais de clima temperado. Podem ocorrer também
em massas de ar frias que comumente seguem a passagem de uma frente fria
proveniente do mar durante o inverno. Em um conjunto de tempestades, o termo
"célula" se refere a cada corrente ascendente em separado. Células de tempestade
ocasionalmente se formam isoladas, uma vez que sua ocorrência pode criar uma frente
de rajada que propicia o desenvolvimento de uma nova tempestade. Raramente estas
tempestades se manifestam de forma severa e surgem como resultado de instabilidades
atmosféricas locais; daí a origem do termo "tempestade de massa de ar".
Eventualmente, estas tempestades apresentam um breve período de tempo severo
associada consigo, embora seja estruturalmente pouco organizado, devido ao mínimo
vento cisalhante no ambiente da tempestade, podendo surgir aleatoriamente no tempo
e espaço, tornando difícil sua previsão. Entre a formação e a dissipação de uma
única célula, estas tempestades duram normalmente até alguns minutos, embora uma
sucessão de células possa ocorrer continuamente por várias horas.

Chuva convectiva ou de convecção é aquela que normalmente ocorre a partir de nuvens


que caem por um intervalo de poucos minutos e com intensidade rapidamente variável
e em uma área restrita, uma vez que tempestades de massas de ar possuem extensão
horizontal relativamente pequena. A maior parte, nos trópicos possuem
características convectivas. Ocorrência de precipitação de neve que cai na forma de
pequenas esferoides de gelo e granizo normalmente são indicativos de que a
precipitação, ou seja, a tempestade, é de fato convectiva. Em latitudes médias,
precipitação convectiva é intermitente e frequentemente associada a limites
baroclínicos como frentes frias, linhas de instabilidade e frentes quentes. Altas
taxas de precipitação estão associadas a tempestades com grandes gotas. Chuvas
intensas causa o desaparecimento da transmissão de micro-ondas a partir de
frequências.

Relações entre a frequência de raios e a altura da precipitação no interior da


tempestade foram encontradas. Tempestades que mostram retornos de radar acima de
certa altitude estão associadas a trovoadas que possuem descargas elétricas por
minuto. Também há uma correlação entre a taxa total de raios e o tamanho da
tempestade, a velocidade do vento ascendente e a quantidade de neve em esferoides
de gelo que chega ao solo. As mesmas relações, entretanto, não acontecem sobre os
oceanos. Raios em tempestades com baixa precipitação são uma das causas principais
de incêndios florestais.

Tromba de água, tromba-d'água, ou tromba marinha, é um grande vórtice colunar


(normalmente semelhante a uma nuvem em forma de funil) que ocorre ao longo de um
corpo de água e está ligado a uma nuvem cumuliforme. Embora seja muitas vezes mais
fraca do que a maioria dos seus homólogos da terra, trombas de água mais fortes,
que são geradas por mesociclones, podem ocorrer. Trombas de água não aspiram a água
do curso. A água vista na nuvem funil principal são gotas de água formadas pela
condensação.

Trombas são mais comuns em áreas com domínio de clima tropical, em latitudes
maiores, porém zonas temperadas também relatam ocorrências.

A nuvem a partir do qual as trombas se desenvolvem pode ser tão pequena como
moderada, ou tão grande como uma supercélula. Enquanto algumas trombas são fortes e
causam grandes devastações na natureza, a maioria é mais fraca e causada por
diferentes dinâmicas atmosféricas. Elas normalmente se desenvolvem na alta umidade
de ambientes com nuvens carregadas e que estão no processo de desenvolvimento.
Estas giram para cima, movendo-se para cima do limite de superfície e a partir do
cisalhamento horizontal próximo à sua superfície, e, em seguida, esticam-se para
cima da nuvem, uma vez que o vórtice de cisalhamento de baixo nível se alinha com
uma nuvem em desenvolvimento. Tornados fracos desenvolvem-se em uma forma
semelhante.

Existem estágios para o ciclo de vida de uma tromba de água. Inicialmente, um disco
de cor clara, aparece na superfície da água, rodeado por uma área escura maior e
com formato indeterminado. Após a formação destes discos, um padrão de lados
espirais de luz e de cor escuras se desenvolve a partir da mancha sobre a
superfície da água. Em seguida, um denso anel, chamado de cascata, aparece em torno
do ponto escuro com o que se parece com um olho. Eventualmente, a tromba
transforma-se em um funil visível a partir da superfície da água para a nuvem que a
sobrecarga. O vórtice de pulverização pode subir para uma altura de várias centenas
de metros ou mais, e muitas vezes cria uma sequência visível de ondas associadas,
já que ele se movimenta. Eventualmente, o funil começa a se dissipar como o fluxo
de ar quente para o turbilhão, encerrando o ciclo de vida da tromba.

Trombas de água têm sido desde há muito tempo reconhecidas como graves ameaças
marinhas. Trombas mais fortes geralmente são bastante perigosas, colocando em risco
navios, aviões, helicópteros, e nadadores. Recomenda-se manter uma distância
considerável destes fenômenos e estar sempre em alerta através de boletins
meteorológicos. O Serviço Nacional de Meteorologia por exemplo, emite alertas
marinhos especiais quando trombas são susceptíveis ou que tenham sido avistadas em
águas costeiras, ou avisos de tornados quando trombas de água se moverem para terra
firme e estiverem próximas.

Exemplos extremamente raros de uma tromba de água se formando sob a base de uma
tempestade de neve. O termo "tromba de água do inverno" é usado para diferenciar as
de estação quente e este evento raro do período frio. Há um par de critérios para a
formação de uma tromba de inverno. Temperaturas extremamente baixas têm de estar
presentes ao longo de um corpo de água quente o suficiente para produzir vapor de
nevoeiro semelhante ao acima da superfície da água, o que requer uma diferença de
auta temperatura entre a água e a massa de ar invadindo a superfície. Ventos com
foco no eixo de grandes lagos reforçam a convergência do vento e, provavelmente,
ajudam no seu desenvolvimento.

Um tornado é um fenômeno meteorológico que se manifesta como uma coluna de ar que


gira de forma violenta e potencialmente perigosa, estando em contato tanto com a
superfície da Terra como com uma nuvem ou, excepcionalmente, com a base de uma
nuvem. Sendo um dos fenômenos atmosféricos mais .intensos que se conhece, os
tornados se apresentam sob várias formas e tamanhos, mas geralmente possuem um
formato cônico, cuja extremidade mais fina toca o solo e normalmente está rodeada
por uma nuvem de pó e outras partículas. A maioria dos tornados conta com ventos
que chegam a velocidades de quilômetros por hora, mede aproximadamente metros de
diâmetro e translada-se por vários metros, senão quilômetros, antes de desaparecer.
Os mais extremos podem ter ventos com velocidades superiores e de diâmetro ao
permanecer no solo, percorrendo mais várias distâncias. O tornado em sí é o
estreito funil que vai da nuvem ao solo. A parte inferior deste tornado está
rodeada por uma nuvem de pó translúcida, que foi levantada pelos fortes ventos do
tornado na superfície.
Entre os diferentes tipos de tornados estão os landspouts, os tornados de vórtices
múltiplos e as trombas marinhas. As trombas marinhas formam-se sobre corpos de água
conectando-se a nuvens cumulus e nuvens de tempestade de maior tamanho, porém são
consideradas tornados por apresentarem características similares a estes, como sua
corrente de ar rotativa em forma de cone. As trombas marinhas no geral são
classificadas como tornados não-supercelulares que se formam sobre corpos d'água.
Estas colunas de ar frequentemente se formam em áreas tropicais próximas da linha
do equador, e são menos comuns em latitudes maiores, próximas dos polos. Outros
fenômenos similares aos tornados que existem na natureza incluem o gustnado, os
redemoinhos-de-poeira e os redemoinhos de fogo.

Os tornados são observados em todos os continentes, exceto na Antártida. No


entanto, a maioria dos tornados no mundo ocorre no "Corredor dos Tornados, podem
ser detectados através de radares de impulsos, assim como visualmente, por
caçadores de tempestades. A escala é utilizada para medir a intensidade dos
tornados, avaliando-os pelos danos causados, mas tem sido substituída em alguns
países por uma nova versão. A palavra tornado é uma forma alterada da palavra
tronada, que, significa "tempestade de trovões". Esta, por sua vez, deriva do latim
tonare, que significa "trovejar". Provavelmente a palavra chegou a sua forma atual
através de uma combinação das palavras tronada e tornar ("girar").

Normalmente, a formação de tornados está associada a tempestades muito intensas que


produzem violentos ventos, elevada precipitação pluviométrica e, frequentemente,
granizo em regiões muito planas. Felizmente, menos de algumas das células de
tempestade originam um tornado. Porém, todas as grandes células convectivas devem
ser monitoradas por sempre haver a possibilidade destas reunirem as condições
necessárias para a ocorrência do fenômeno. Resultados, de medições de tornados,
sugeriu que os ventos em espiral destas tempestades se desenvolvem primeiro perto
do solo. Isso é contrário à teoria há muito aceita de que os ventos do tornado
nascem a vários quilômetros nas nuvens e só depois pousam na superfície da Terra.

Embora ainda não exista consenso sobre o mecanismo que desencadeia o início de um
tornado, aparentemente estes estarão ligados a uma interação existente entre fortes
fluxos ascendentes e descendentes que formam uma movimentação intensa no centro das
nuvens carregadas que compõem as super-células tempestuosas.

Essas normalmente formam-se devido ao contraste existente entre duas grandes massas
de ar com diferentes pressões e temperaturas

Após tocar a superfície, um tornado pode atingir uma faixa que variam, deslocando-
se por uma extensão de quilômetros (embora já tenham sido registrados tornados que
se deslocaram distâncias superiores.

Antes do desenvolvimento da tempestade, uma mudança na direção do vento e um


aumento da velocidade com a altura criam uma tendência de rotação horizontal na
baixa atmosfera. Essa mudança na direção e velocidade do vento é chamada de
cisalhamento do vento.
Ar ascendente da baixa atmosfera entra na tempestade inclinada e o ar em rotação
vertical.

Normalmente a sua formação ocorre no final da tarde, horário em que a atmosfera se


encontra mais instável, com forte turbulência e presença de nuvens Porém não é
incomum observar o surgimento desses ciclones durante a noite. Isso porque os
tornados também vêm de uma categoria específica de nuvens chamadas super-células de
tempestade, que "amadurecem" durante o dia e se transformam em fortes tempestades
de granizo. O tamanho destas pedras de granizo é bastante considerável se tivermos
como padrão as pequenas pedras conhecidas. Estas podem variar do tamanho de uma
bola de gude até ao de uma bola de golfe. Um prenúncio de um tornado são as
chamadas rotation, que são nuvens baixas, com o formato de uma base de pirâmide.

A coloração cinza ocorre devido aos detritos e poeira que ele desloca. Quando
ocorre sobre uma porção grande de água (mar, lagos ou grandes rios), o fenômeno
recebe o nome de tromba de água. Apesar de ser comum se confundam tornados com
furacões, os dois são fenômenos bem distintos: Um furacão mede centenas de
quilômetros de diâmetro e a sua formação ocorre sempre sobre as águas dos oceanos,
pois é de lá que ele obtém a sua energia. Sua duração pode chegar a vários dias mas
quando atinge a terra firme perde a sua força até dissipar-se.

A maioria dos tornados possui a forma de um estreito funil, com algumas poucas
centenas de metros de comprimento e com uma pequena nuvem de pó e detritos em sua
base, próxima ao chão. Os tornados podem ficar obscurecidos por completo devido a
chuva ou aos dejetos por ele levantados. Se assim for, eles são particularmente
perigosos, considerando que até mesmo os meteorologistas mais experientes poderiam
não vê-los, não obstante, podem se manifestar sob várias formas e tamanhos.
Pequenos e relativamente fracos, podem ser notados por causa do pequeno redemoinho
de pó formado por eles. Ainda que o funil de condensação possa não se estender se,
associado aos ventos de superfície

Uma nuvem funil é uma nuvem em forma de funil de gotículas de água condensadas,
associada a uma coluna rotativa de vento e que se estende desde a base de uma nuvem
(geralmente uma nuvem imponente ), mas não atinge a superfície. Uma nuvem funil é
geralmente visível como um cone ou uma agulha que se desprende da base da nuvem.
Esse tipo de nuvem geralmente está associado à formação de tornados, podendo até
mesmo provocar um landspout (ou uma nuvem de poeira)

Uma nuvem funil se forma quando há a presença de um mesociclone no interior de uma


supercélula ou nuvem cumulonimbus. O mesociclone é responsável pela rotação de uma
coluna de ar ascendente dentro de uma nuvem supercelular. O movimento rotacional se
origina a partir do encontro de fortes correntes de ar em direções opostas. É a
partir desses movimentos que um tornado e, portanto, uma nuvem funil podem se
formar, dependendo da intensidade dos ventos.

Magma (pasta") é a designação dada nas geociências às massas de rocha em fusão


total ou parcial que existem debaixo da superfície da Terra e provavelmente de
outros planetas telúricos. Os magmas são constituídos por uma mistura de rocha em
estado variável de fusão com materiais voláteis, composta maioritariamente por
silicatos a alta pressão e temperatura acompanhados por um conjunto variável, em
proporção e tipo, de iões metálicos e compostos voláteis ricos em enxofre, podendo
ainda conter um sólido em suspensão, gases dissolvidos e por vezes bolhas de gás.
Os magmas acumulam-se em geral dentro de câmaras magmáticas situadas a quilômetros
de profundidade, com autas temperaturas que variam. Quando expelido por um vulcão,
o magma dá origem à lava e às rochas extrusivas, que quando ejectadas em erupções
explosivas produzem outros piroclastos. Quando o magma solidifica em profundidade
dá origem a intrusões nas rochas adjacentes, podendo formar diques e soleiras.

Material pastoso, formado a partir de rochas fundidas, que constitui o manto


terrestre. Quando resfriado na superfície, dá origem às rochas ígneas ou
intrusivas.

O material de textura pastosa que constitui o manto terrestre, camada intermediária


do nosso planeta situada entre a litosfera e o núcleo. O magma apresenta, também,
partes sólidas e gasosas, sendo formado a partir da fusão de rochas na astenosfera.
A sílica e o oxigênio são os dois elementos preponderantes na estrutura dos
diferentes tipos de magma, que são classificados de acordo com a sua composição em
basáltico, andesítico e riolítico. Quando extraidopara a superfície através do
vulcanismo, o magma passa a ser chamado de lava, como material pastoso que
constitui o manto terrestre.

É formado por rochas derretidas que começam o seu processo de fusão na astenosfera,
parte do manto superior que fica abaixo da litosfera.

Pedaços de rocha sólida e gases dissolvidos são também encontrados nos magmas.

Sendo o resultado da alteração de temperatura e de pressão sobre as rochas.

São compostos por sílica e oxigênio em maior quantidade. Elementos como alumínio,
magnésio, cálcio e ferro podem ser identificados no magma.

Os tipos de magma são: basáltico (mais fluído), andesítico e riolítico (menos


fluído).

A lava é o magma que foi expelido para a superfície terrestre por meio do fenômeno
conhecido como vulcanismo.

O magma é importante para o equilíbrio interno do planeta Terra, para a formação de


rochas que constituem a litosfera e para a geração de energia a partir do calor por
ele emanado.

O material de textura predominantemente líquida e também pastosa que fica


armazenado no interior do planeta Terra formando a camada conhecida como manto,
situada entre a crosta terrestre (camada mais externa) e o núcleo (camada mais
interna). O magma é constituído, essencialmente, por rochas derretidas que passaram
pelo processo de fusão em decorrência do elevado calor interno do nosso planeta ou
pela alteração na pressão atmosférica do ambiente em que se encontram.

O magma apresenta temperaturas que variam entre si. Em determinadas porções,


principalmente em maior profundidade.

Se formando a partir da fusão gradativa de rochas em estado sólido, processo de


transformação esse que acontece na camada superior do manto chamada de astenosfera,
situada na transição com a litosfera.

A alteração do estado físico das rochas acontece de forma gradual, razão pela qual
se pode afirmar que, em determinadas regiões do manto, o magma é composto, também,
por uma porção de material sólido. Gases dissolvidos são igualmente encontrados em
meio ao magma.

Composto por rochas que foram fundidas por mudanças na temperatura e na pressão.
A fusão das rochas e a formação do magma acontecem por conta da mudança acentuada
das características do ambiente a que essa rocha está submetida. Essas
características são a temperatura e a pressão, que variam à medida que a rocha
derretida avança para maiores profundidades no interior da Terra. Levando isso em
consideração, temos que a formação do magma acontece por:

aumento da temperatura;

alívio de pressão a que a rocha estava anteriormente, ou seja, redução da pressão


com relação ao ambiente prévio em que esse material se encontrava.

Essas condições não necessariamente atuam de maneira isolada, e a combinação de


ambos os fatores também resulta na formação do magma. Ademais, é preciso ressaltar
que a composição da rocha, isto é, o conjunto de minerais de que ela é constituída,
também são determinantes para a velocidade em que o processo de formação magmática
acontece e para a caracterização de outras propriedades físicas do magma."

"um material de textura pastosa cujo auta viscosidade depende de vários aspectos,
como a composição da rocha que originou esse magma, notadamente a quantidade de
sílica nela presente, a sua temperatura, a pressão a que está submetido e os demais
componentes encontrados em seu interior. Magmas basálticos, que apresentam menor
quantidade de sílica em sua composição, são os mais fluídos, ou seja, apresentam
menor viscosidade. Em contrapartida, os magmas rigolíticos apresentam menor
fluidez.

Além disso, magma é formado por elementos que se encontram nos estados físicos da
matéria: líquido, que corresponde à rocha derretida; sólido, que corresponde aos
minerais cristalizados; e bolhas de gás em meio ao material viscoso, formadas por
vapor d’água, dióxido de carbono, e metano"

Possuindo temperaturas muito elevadas, sobretudo naquelas porções que estão


sobrepostas ao núcleo externo, no chamado manto inferior"

Presentes no planeta Terra apresentam alguns elementos em comum na sua composição,


como: silício e oxigênio, que são os dois elementos preponderantes, bem como
alumínio, cálcio, magnésio e ferro. O que varia é a quantidade em que estão
dispostos no magma, e a maneira como se combinam formando os diferentes minerais da
rocha fundida. Essas diferentes combinações dão origem a vários tipos.

"classificados de acordo com a sua composição mineralógica em:

Os basáltico: tipo de magma que apresenta menor teor de sílica e menor teor de
gases, motivo pelo qual ele se torna o menos ácido, ou o mais básico.
Aproximadamente metade da sua composição é feita de sílica, sendo o óxido de
alumínio o segundo componente que aparece em maior quantidade. Apresenta também
alumínio e ferro na sua composição, e se forma em regiões de encontro de placas
onde há a formação de dorsais, já no manto terrestre. Junto do riolítico, está
presente em maior abundância. O basáltico é o mais fluído dos tipos de magma aqui
apresentados, e tem altas temperaturas

O andesítico: tipo de magma intermediário entre o magma basáltico e o magma


riolítico. Apresenta quantidade de sílica, e é formado em zonas de subducção, na
própria crosta terrestre (tanto continental quanto oceânica).

O riolítico: chamado também de granítico, trata-se do tipo de magma mais ácido


existente. Apresenta elevado teor de sílica em sua composição, e também possui
muito gás dissolvido, notadamente vapor d’água, e é o mais viscoso dentre eles. Sua
formação acontece na zona de contato entre duas placas tectônicas continentais."

"É muito comum que os termos magma e lava sejam utilizados de modo sinônimo. Ainda
que estejam relacionados, entretanto, faz-se importante saber diferenciá-los
conceitualmente"

Sendo o material que constitui a maior parcela do volume interno do planeta Terra.
Além disso, é a partir dele que são formadas as principais rochas que constituem a
litosfera terrestre, sendo elas as rochas classificadas como ígneas (ou
magmáticas). Ademais, é sobre o magma que as placas tectônicas se apoiam e se
movimentam. O calor proveniente dessa camada da Terra é aproveitado, ainda, para a
geração de energia geotérmica, que consiste em uma fonte alternativa e sustentável
para a produção de eletricidade."

O núcleo externo é a camada terrestre que se situa entre o núcleo interno (sólido)
e o manto terrestre. Ele é formado por ferro que se apresenta em estado líquido,
enquanto o núcleo interno se encontra no estado sólido. Essa descoberta se deve em
grande parte ao estudo das ondas sísmicas e da sismologia.

É essa região que forma o campo magnético da Terra. O campo é causado devido a
movimentação do fluido condutor de eletricidade, em um fenômeno parecido com o
movimento das bobinas em um gerador elétrico.

Atualmente, cientistas acreditam que o núcleo externo está ligado à inversão da


polaridade magnética do planeta.

O núcleo interno é a parte mais interna da Terra, formado principalmente por ferro
e níquel. Experimentos revelaram a estimativa do núcleo interno sólido do planeta,
colocando-o entre bilhão de anos. A temperatura do núcleo é de cerca de vários
Celsius. Mesmo com as altas temperaturas, o núcleo interno é sólido. O núcleo
interno da Terra parece ter outro núcleo ainda mais interno.

As teorias sobre a idade do núcleo fazem necessariamente parte das teorias da


história da Terra como um todo. Este tem sido um tópico muito debatido e ainda está
sendo discutido hoje. É amplamente aceito que o núcleo interno sólido da Terra se
formou a partir de um núcleo inicialmente totalmente líquido à medida que a Terra
esfriava. No entanto, ainda não há evidências firmes de quando esse processo
começou.

Não há evidências diretas ainda sobre a substância do núcleo interno. No entanto,


com base na prevalência relativa de vários elementos químicos no Sistema Solar, a
teoria da formação planetária e as restrições impostas ou implícitas pela química
do resto do volume da Terra, acredita-se que o núcleo interno consiste
principalmente de uma liga ferro-níquel.
Estrutura

Muitos cientistas inicialmente esperavam que o núcleo interno fosse homogêneo,


porque o mesmo processo deveria ter continuado uniformemente ao longo de sua
formação. Foi até sugerido que o núcleo interno da Terra poderia ser um único
sólido de ferro, no qual os constituintes, sejam eles átomos moléculas ou íons.

Desenvolvimento

Acredita-se que o núcleo interno da Terra cresça lentamente à medida que o núcleo
externo líquido na fronteira com o núcleo interno esfria e se solidifica devido ao
resfriamento gradual do interior da Terra!

O interior da Terra atinge temperaturas de aproximadamente. O calor interno do


planeta foi gerado inicialmente durante sua formação, e calor adicional é
constantemente gerado pelo decaimento de elementos radioativos como urânio, tório,
e potássio. O fluxo de calor do interior para a superfície é pequeno se comparado à
energia recebida pelo Sol.

Também chamado de Nife, Centrosfera ou Barisfera e, em planetas como a Terra, dada


sua constituição, pode ainda receber o nome de Metalosfera.

A massa específica média da Terra é de algumas toneladas por metro cúbico, fazendo
dela o planeta mais denso no Sistema Solar, deve-se concluir que materiais mais
densos existem nas camadas internas da Terra (devem ter uma densidade de cerca de
toneladas por metro cúbico).

Em seus primeiros momentos de existência, a Terra era formada por materiais


líquidos ou pastosos, e devido à ação da gravidade os objetos muito densos foram
sendo empurrados para o interior do planeta (o processo é conhecido como
diferenciação planetária), enquanto que materiais menos densos foram trazidos para
a superfície. Como resultado, o núcleo é composto em grande parte por ferro e de
alguma quantidade de níquel e silício. Outros elementos, como o chumbo e o urânio,
são muitos raros para serem considerados, ou tendem a se ligar a elementos mais
leves, permanecendo então na crosta. O núcleo é dividido em duas partes: o núcleo
sólido, e o núcleo líquido, que envolve o primeiro.

O núcleo sólido é composto, segundo se acredita, primariamente por ferro e um pouco


de níquel. Alguns argumentam que o núcleo interno pode estar na forma de um único
sólido de ferro. Já o núcleo líquido deve ser composto de ferro líquido e níquel
líquido (a combinação é chamada NiFe), com traços de outros elementos. Estima-se
que realmente seja líquido, pois não tem capacidade de transmitir as ondas
sísmicas. A convecção desse núcleo líquido, associada a agitação causada pelo
movimento de rotação da Terra, seria responsável por fazer aparecer o campo
magnético terrestre, através de um processo conhecido como teoria do dínamo. O
núcleo sólido tem temperaturas muito elevadas para manter um campo magnético, mas
provavelmente estabiliza o campo magnético gerado pelo núcleo líquido.

Evidências recentes sugerem que o núcleo interno da Terra pode girar mais rápido do
que o restante do planeta.

O material pastoso, formado a partir de rochas, que constitui o manto terrestre.


Quando resfriado na superfície, dá origem às rochas ígneas ou intrusivas.

De textura pastosa que constitui o manto terrestre, camada intermediária do nosso


planeta situada entre a litosfera e o núcleo. Apresentando, também, partes sólidas
e gasosas, sendo formado a partir da fusão de rochas na astenosfera. A sílica e o
oxigênio são os dois elementos preponderantes na estrutura dos diferentes tipos,
que são classificados de acordo com a sua composição em basáltico, andesítico e
riolítico. Quando lançado a superfície através do vulcanismo, passa a ser chamado
de lava.

O material pastoso que constitui o manto terrestre.

É formado por rochas derretidas que começam o seu processo de fusão na astenosfera,
parte do manto superior que fica abaixo da litosfera.

Pedaços de rocha sólida e gases dissolvidos são também encontrados neles.

Resultado da alteração de temperatura e de pressão sobre as rochas.

São compostos por sílica e oxigênio em maior quantidade. Elementos como alumínio,
magnésio, cálcio e ferro podem ser identificados.

Os tipos são: basáltico (mais fluído), andesítico e riolítico (menos fluído).

A lava é o que foi expelido para a superfície terrestre por meio do fenômeno
conhecido como vulcanismo.

Sendo importante para o equilíbrio interno do planeta, para a formação de rochas


que constituem a litosfera e para a geração de energia a partir do calor por ele
emanado, o material de textura predominantemente líquida e também pastosa que fica
armazenado no interior do planeta, formando a camada conhecida como manto, situada
entre a crosta terrestre (mais externa) e o núcleo (mais interna), é constituído,
essencialmente, por rochas derretidas que passaram pelo processo de fusão em
decorrência do elevado calor interno do nosso planeta ou pela alteração na pressão
atmosférica do ambiente em que se encontram.

Apresentado temperaturas que variam entre si. Em determinadas porções,


principalmente em maior profundidade.

Se formando a partir da fusão gradativa de rochas em estado sólido, processo de


transformação esse que acontece na camada superior do manto chamada de astenosfera,
situada na transição com a litosfera.

A alteração do estado físico das rochas acontece de forma gradual, razão pela qual
se pode afirmar que, em determinadas regiões do manto, é composto, também, por uma
porção de material sólido. Gases dissolvidos são igualmente encontrados em meio ao
magma, composto por rochas que foram fundidas por mudanças na temperatura e na
pressão. A fusão das rochas e a formação acontecem por conta da mudança acentuada
das características do ambiente a que essa rocha está submetida. Essas
características são a temperatura e a pressão, que variam à medida que a rocha
derretida avança para maiores profundidades no interior da Terra. Levando isso em
consideração, temos que a formação acontecemdo por:

Aumento da temperatura;

Alívio de pressão a que a rocha estava anteriormente, ou seja, redução da pressão


com relação ao ambiente prévio em que esse material se encontrava.

Essas condições não necessariamente atuam de maneira isolada, e a combinação de


ambos os fatores também resulta na formação do magma. Ademais, é preciso ressaltar
que a composição da rocha, isto é, o conjunto de minerais de que é constituída,
também são determinantes para a velocidade em que o processo de formação magmática
acontece e para a caracterização de outras propriedades físicas do magma."

"um material de textura pastosa de viscosidade depende de vários aspectos, como a


composição da rocha do qual se originou, notadamente a quantidade de sílica
presente, a sua temperatura, a pressão a que está submetido e os demais componentes
encontrados em seu interior. Basálticos, que apresentam menor quantidade de sílica
em sua composição, são os mais fluídos, ou seja, apresentam menor viscosidade. Em
contrapartida, os magmas rigolíticos apresentam menor fluidez.

Além disso, são formado por elementos que se encontram nos estados físicos da
matéria: líquido, que corresponde à rocha derretida; sólido, que corresponde aos
minerais cristalizados; e bolhas de gás em meio ao material viscoso, formadas por
vapor d’água, dióxido de carbono, e metano"

"O qual possui temperaturas muito elevadas, sobretudo naquelas porções que estão
sobrepostas ao núcleo externo, no chamado manto inferior"

Presentes no planeta Terra apresentam alguns elementos em comum em que é composto,


como: silício e oxigênio que são os elementos preponderantes, bem como alumínio,
cálcio magnésio e ferro. O que varia é a quantidade em que estão dispostos e a
maneira como se combinam formando os diferentes minerais da rocha fusão Essas
diferentes combinações dão origem a vários tipos de magma"

Um floco de neve é um único moléculas de gelo que atingiu um tamanho suficiente e


pode ter se amalgamado com outros, que cai através da atmosfera da Terra como neve.
Cada floco nuclea em torno de uma pequena partícula em massas de
ar supersaturadas atraindo gotículas de água super-resfriadas da nuvem,
que congelam e se acumulam na forma de átomos Formas complexas emergem à medida que
o floco se move através de diferentes zonas de temperatura e umidade na atmosfera,
de modo que os flocos de neve individuais diferem em detalhes uns dos outros, mas
podem ser categorizados em classificações amplas e pelo menos varias variantes
individuais. As principais formas constituintes dos sólido de gelo, das quais podem
ocorrer combinações, são agulha, coluna, placa e geada. A neve parece branca,
apesar de ser feita de gelo transparente. Isso se deve à reflexão difusa de todo
o espectro de luz pelas pequenas facetas cristalinas dos flocos de neve.

Flocos de neve nucleiam em torno de partículas minerais ou orgânicas em massas de


ar saturadas de umidade e abaixo de zero. Eles crescem por acreção líquida para os
cristais incipientes em formações hexagonais. As forças coesivas são principalmente
eletrostáticas.

Núcleo

Em nuvens mais quentes, uma partícula de aerossol ou "núcleo de gelo" deve estar
presente (ou em contato com) a gota para atuar como um núcleo. As partículas que
formam núcleos de gelo são muito raras em comparação com os núcleos sobre os quais
se formam gotículas de nuvens líquidas; no entanto, não se sabe o que as torna
eficientes. Argilas, poeira do deserto e partículas biológicas podem ser
eficazes, embora não esteja claro até que ponto. Os núcleos artificiais incluem
partículas de iodeto de prata e gelo seco , e estes são usados para estimular a
precipitação na semeadura de nuvens. Experimentos mostram que a nucleação
"homogênea" de gotículas de nuvens ocorre apenas em baixas temperaturas

Uma vez que uma gota de água tenha congelado como um núcleo de gelo, ela cresce em
um ambiente supersaturado — onde a umidade líquida coexiste com o gelo além de seu
ponto de equilíbrio em temperaturas abaixo de zero. A gota então cresce
pela deposição de moléculas de água no ar (vapor) na superfície do gelo onde são
coletadas. Como as gotas de água são muito mais numerosas do que os cristais de
gelo devido à sua abundância, os cristais são capazes de crescer até centenas
de micrômetros ou milímetros em tamanho às custas das gotas de água. O
esgotamento.
correspondente do vapor de água faz com que as gotas evaporem, o que significa que
os cristais de gelo crescem às custas das gotas. Esses grandes cristais são uma
fonte eficiente de precipitação, uma vez que caem pela atmosfera devido à sua massa
e podem colidir e grudar em ou agregados. Esses agregados são geralmente o tipo de
partícula de gelo que cai no chão.

Cristais de neve sob forte luz solar direta agem como pequenos prismas

Embora o gelo por si só seja transparente, a neve geralmente parece branca devido à
reflexão difusa de todo o espectro de luz pela dispersão da luz pelas pequenas
facetas cristalinas dos flocos de neve que a compõem.

A forma do floco de neve é determinada amplamente pela temperatura e umidade em que


é formado. Raramente, o, flocos de neve podem se formar em simetria diversas como
flocos de neve triangulares. A maioria das partículas de neve são irregulares em
forma, apesar de sua representação comum como simétricas. É improvável que dois
flocos de neve sejam iguais devido às estimativas, moléculas de água que compõem um
floco de neve típico, que crescem em taxas diferentes e em padrões diferentes
dependendo da mudança de temperatura e umidade dentro da atmosfera pela qual o
floco de neve cai em seu caminho para o solo. Flocos de neve que parecem idênticos,
mas podem variar no nível molecular, foram cultivados em condições controladas.

Embora os flocos de neve nunca sejam perfeitamente simétricos, o crescimento de um


floco de neve não agregado frequentemente se aproxima da simetria radial, surgindo
da estrutura cristalina hexagonal do gelo. Nesse estágio, o floco de neve tem a
forma de um hexágono minúsculo. Os ramos do floco de neve, ou dendritos, crescem
independentemente de cada um dos cantos do hexágono, enquanto cada lado de cada
ramo cresce independentemente. O microambiente no qual o floco de neve cresce muda
dinamicamente conforme o floco de neve cai através da nuvem e pequenas mudanças na
temperatura e umidade afetam a maneira como as moléculas de água se ligam ao floco
de neve. Como o microambiente (e suas mudanças) são quase idênticos ao redor do
floco de neve, cada ramo tende a crescer quase da mesma maneira. No entanto, estar
no mesmo microambiente não garante que cada ramo cresça da mesma forma; na
realidade para algumas formas de átomos, isso não acontece porque o mecanismo de
crescimento do íons subjacente também afeta a rapidez com que cada região da
superfície de uma moléculas cresce. Estudos empíricos sugerem que menos de alguns
dos flocos de neve apresentam a forma simétrica ideal. Muito ocasionalmente são
observados flocos de neve com ramificações; ao qual eles mantêm sua simetria.

Átomos são gelo sólido em formas simétricas , incluindo colunas hexagonais , placas
hexagonais e cristais dendríticos. Os íons de gelo são responsáveis por
várias exibições ópticas atmosféricas e formações de nuvens. Os átomos de
hidrogênio se ligam ao átomo de oxigênio em um ângulo. As moléculas de gelo têm uma
estrutura translúcida hexagonal, o que significa que as moléculas de água se
organizam em hexágonos em camadas ao congelar.

O crescimento mais lento dos cristais em atmosferas mais frias e secas produz mais
simetria hexagonal. Dependendo da temperatura e da umidade do ambiente , os
cristais de gelo podem se desenvolver a partir do prisma hexagonal inicial em
muitas formas simétricas. As formas possíveis para cristais de gelo são
colunas, agulhas , placas e dendritos . Padrões mistos também são possíveis. As
formas simétricas são devidas ao crescimento, que ocorre quando o gelo se forma
diretamente do vapor de água na atmosfera. Pequenos espaços
nas partículas atmosféricas também podem coletar água, congelar e formar moléculas
de gelo. Isso é conhecido como nucleação. Os flocos de neve se formam quando vapor
adicional congela em um íons de gelo existente.

Os átomos de gelo podem criar fenômenos ópticos como pó de diamante e halos no céu
devido à luz refletida nos átomos em um processo chamado dispersão.
Nuvens cirros e neblina de gelo são feitas de moléculas de gelo. Essas Nuvens são
frequentemente o sinal de uma frente quente se aproximando, onde o ar quente e
úmido sobe e congela em moléculas de gelo. Íons de gelo esfregando uns contra os
outros também produzem relâmpagos. Os Átomos normalmente caem
horizontalmente, mas campos elétricos podem fazer com que eles se agrupem e caiam
em outras direções.

O relâmpago ( significado "brilhar"), também referido como corisco, é a emissão


intensa de radiação electromagnética resultante de uma descarga
electrostática na atmosfera (o raio) produzida por uma grande diferença de
potencial elétrico entre porções de matéria. A descarga provoca uma corrente
eléctrica de grande intensidade que ioniza o ar ao longo do seu percurso, criando
um plasma sobreaquecido que emite radiação electromagnética, parte da qual sob a
forma de luz no espectro visível (o relâmpago propriamente dito), percebido
pelo olho humano como um repentino clarão de intensa luminosidade, frequentemente
com acentuada cintilação, que precede ou acompanha o trovão, embora durante a noite
o relâmpago possa ser visto sem ser acompanhado pelo trovão (fenómeno conhecido por
"gelação") e durante o dia o trovão possa ser ouvido sem que o relâmpago seja
percebido

Teorias alternativas atribuíam o relâmpago e o trovão a uma explosão de vapor por


sobreaquecimento da humidade do ar provocado pela passagem da corrente eléctrica ou
à detonação de compostos químicos voláteis criados pela passagem da electricidade
através do ar. Os desenvolvimentos no conhecimento dos plasmas, dos mecanismos
de ionização e do electromagnetismo permitiram demonstrar que o relâmpago resulta
da emissão de radiação electromagnética, incluindo luz visível, quando o plasma
gerado no canal de propagação do raio é atravessado pela intensa corrente eléctrica
da descarga.
O mecanismo atrás descrito é consequência de numa trovoada se gerarem descargas
electrostáticas que restabelecem o equilíbrio de potencial eléctrico entre áreas
das nuvens e do solo com cargas eléctricas opostas. O ar, que em geral funciona
como isolador eléctrico, quando a tensão eléctrica gerada pelo campo electrostático
excede a sua tensão de ruptura dieléctrica ioniza-se e torna-se condutor,
permitindo o início da descarga, a qual, em resultado da enorme corrente gerada e
da grande resistência eléctrica do ar, aquece rapidamente o pequeno canal condutor
criado, transformando o ar nele contido num plasma que se dispersa a
velocidade supersónica. É a luz emitida por este plasma que produz o relâmpago e
cujo brilho torna visível o canal ionizado como o "raio".

O arco circunzenital é um fenômeno ótico pertencente à família dos halos de gelo.


Apresenta-se como um trecho de arco com curvatura voltada para o Sol, similar a
um arco-íris invertido no céu.

Com cores bastante vívidas, forma-se quando o Sol está a uma altura inferior a
algumas distância acima do horizonte.

Se bem desenvolvido, pode ocasionar surpresa quando visto por alguém dada a sua
beleza.

O arco circunzenital é formado pela interação da luz solar (ou lunar) com cristais
de gelo presentes em nuvens de alta altitude, principalmente cirrostratus e cirrus

Os cristais normalmente apresentam-se de sob formas principais, e ambas podem ser


responsáveis pela formação do arco circunzenital: placas hexagonais e prismas
hexagonais.
As placas hexagonais são placas finas com bases planas hexagonais (chamadas faces
basais), paralelas entre si, ligadas por lados laterais (chamadas lado
prismáticas). Os prismas hexagonais são colunas alongadas, também com lados basais
e lados laterais.
As duas refrações separam as cores do espectro da luz, deixando o arco bastante
colorido. As cores são puras, não correndo nenhuma mistura de uma cor com outra.
Isso ocorre porque um observador na superfície, ao olhar para um ponto do arco
circunzenital, estará direcionando seu olhar para um único cristal de gelo que
projetou sobre ele um raio de luz de uma única cor.

O arco circunzenital é formado por um sólido (rotação apenas em torno do eixo


vertical), de modo que o fenômeno possui apenas dimensão linear para
cada comprimento de onda. Isto posto deduz-se que suas cores não são misturadas,
deixando-as puras.
Em alguns casos os cristais podem ter leves rotações nos outros eixos, não estando
suas lados basais perfeitamente orientadas. Isso deixa o arco circunzenital mais
difuso e com cores levemente misturadas.

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