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Seminário Neoptera

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NEOPTERA

Eumetabola e
Polyneoptera
RECAPITULANDO
A Evolução dos insetos

Insetos "entognatos" das classes: Collembola, Protura e Diplura

ENTOGNATHA (do grego gnathos, “mandíbula” e prefixo ento,


“interior”)
Característica entognatos: "peças bucais por dobras orais da
lateral do crânio" (BRUSCA at al., 2007)

Novidades evolutivas: túbulos de Malpighi (osmorregulação) e


olhos compostos reduzidos ou degenerados nos Collembola e
ausentes nos Diplura e Protura
ORDEM COLLEMBOLA (do grego kolla, “cola” e “êmbolo” ou “alavanca”)

As sinapomorfias do grupo Collembola incluem a


redução do número de apêndices abdominais (seis) e
apêndices especializados nos segmentos abdominais
(cóloforo, retináculo e furca)

ORDEM PROTURA (do grego protos, “primeiro” e oura, “cauda”)

Os Protura possuem desenvolvimento anamórfico


(um novo segmento abdominal surge a cada muda) e
a alimentação de matéria orgânica em
decomposição.
ORDEM DIPLURA (do grego diplos, “duas” e oura, “cauda”)

Já os Diplura são distinguidos pela ausência de um


tentório distinto e de ocelos.

Filogenias mais recentes recuperam Protura como


grupo irmão de Collembola, formando o clado
Ellipura, e Diplura como grupo irmão de Insecta,
formando o clado Cercophora.
Como distinguir os insetos?

Corpo dividido em três segmentos, três pares de


pernas e peças bucais entognatas. (CASTILHO, 2023)

Deve-se levar em conta para identificar as ordens:


Modelo de asa (áptero, díptero, tetráptero); modelo
de antena; modelo de pernas; e modelo de aparelho
bucal.
Há, atualmente, cerca de 1 milhão de espécies
reconhecidas

Representam aproximadamente 47% das espécies


entre os seres vivos, constituindo 75% da biomassa
animal do planeta

Presença de esqueleto externo quitinoso


(exoesqueleto) em três segmentos.

Alguns podem ser insetos sociais, ou seja, formam


um “superorganismo” para desempenhar diferentes
funções na colônia.
Insetos Ectognatos: Classe Insecta (besouros,
abelhas, grilos, moscas, cigarras, etc) divididos em
Archaeognatha e Dicondylia

Peças bucais expostas;


Sinapomorfias: Estrutura das antenas; órgãos
cordotonais; tentório posterior; fêmeas com
ovipositor; e filamentos terminais posteriores longos
e anelados (cercos)

ORDEM ARCHAEOGNATHA (do grego archeo,


“primitivo” e gnathos, “mandíbula”)

Umas das características presentes são olhos


compostos bem desenvolvidos e três ocelos, além de
mandíbulas com único côndilo (um ponto de
articulação)
Subgrupo de Insecta: DICONDYLIA dividido em
Thysanura e Pterygota

Possuem como característica mandíbulas


dicondiliares.

ORDEM THYSANURA (do grego thysanus,


“cerdas” e ura, “cauda”)

Atualmente, são considerados como uma ordem


absoleta, agrupando-se na ordem Zygentoma.

Características: ápteros; podem ou não apresentar


ocelos (estruturas fotossensíveis); olhos compostos
reduzidos e não contíguos.
Subclasse Pterygota (do grego pteron, “asa” e
sufixo ota, “provido de”) Dividos em Paleoptera
e Neoptera
Os Pterygota são insetos alados diferenciados pela
presença de asas no mesotórax e no metatórax dos
adultos.

Paleoptera (do grego palaiós, “antigo” e pteron,


“asa”)
subgrupo de Pterygota que se divide em dois outros grupos:
Ephemeroptera (ex: êfemeras) e Odonata (ex: libélula).
Características: as antenas dos adultos são reduzidas ou
vestigiais; larvas são aquáticas; possui desenvolvimento
hemimetábolo. Possuem asas com nervuras.
ORDEM EPHEMEROPTERA (do grego ephemeros,
“de curta duração” e pteron, “asa”)

Características: Os adultos têm peças orais vestigiais


e não se alimentam; larvas aquáticas apresentam
brânquias.

ORDEM ODONATA (do grego odon, “dente” e


sufixo ata, “caracterizado por”)

Características: Antenas diminutas e olhos


compostos grandes; são animais predadores e se
alimentam de insetos voadores e de outros
invertebrados.
INTRODUÇÃO
Os Neoptera são uma divisão de insetos alados, que dobram
as asas sobre o corpo e com articulações na base da asa. Os
Neoptera são divididos em:

Polyneoptera
Paraneoptera
Holometabola

Dentre eles, há metamorfose completa nos Holometabola e


incompleta nos Polyneoptera e Paraneoptera.
CLADOGRAMA SOBRE AS RELAÇÕES EVOLUTIVAS DOS NEOPTERA
A SUBORDEM POLYNEOPTERA
“Vários insetos com asas novas”
Orthoptera
“Asas retas”

Com cerca de 23.000 espécies descritas, pertencem


a essa ordem os gafanhotos, esperanças, grilos, etc.
Pronoto grande, estendendo-se posteriormente
sobre o mesonoto; asas dianteiras com região
coriácea espessada (tégminas), modificadas para
estridulação ou camuflagem; asas posteriores
membranosas, semelhantes a um leque.
Pernas posteriores geralmente grandes e
adaptadas para saltar; tímpanos auditivos
presentes nas pernas anteriores e no abdome;
ovipositor grande.
Possui hábito alimentar como insetos fitófagos
(mastigadores)
Presença de órgão timpânico: estrutura sensorial
para comunicação, reprodução e detecção de
predadores
Phasmida
“Que parece uma imagem”
Com cerca de 3.000 espécies descritas, essa ordem
é representada pelos bicho-pau e bicho-folhas
Corpo cilíndrico ou acentuadamente achatado em
sentido dorsoventral, geralmente alongado; peças
orais para morder e mastigar; protórax curto com
glândulas especializadas para excretar compostos
químicos nocivos quando o animal é pertubado.
Mesotórax e metatórax acentuadamente
alongados; asas dianteiras ausentes, ou formando
tégminas coriáceas pequenas e moderadamente
alongadas; asas traseiras ausentes, reduzidas a
tégminas coriáceas, ou em forma de leque;
cercos não segmentados curtos; ovopositor frágil.
São os únicos hexápodes que podem regenerar
membros perdidos
Embiidina/Embioptera
“Asas vivas”
Com cerca de 400 espécies descritas, os tecelões
machos são até certo ponto achatados, enquanto
as fêmeas e as formas jovens são cilíndricas, a
maioria mede cerca de 10 mm de comprimento
Antenas filiformes, ocelos ausentes; peças orais
mastigadoras; cabeça prognata; pernas curtas e
grossas; tarsos com três artículos; fêmures
posteriores acentuadamente aumentados. O
artículo basal do tarso anterior é grande e contém
glândulas secretoras de seda.
Os machos da maioria das espécies são alados, mas
alguns não tem asas; as fêmeas e as ninfas nunca
tem asas.
Abdome com 10 segmentos , além de um par de
cercos curtos.
Plecoptera
“Asas dobradas”

Com cerca de 1.700 espécies, essa ordem é representada


pelas moscas de pedra.
São considerados excelentes indicadores de qualidade
da água devido à sua sensibilidade a alterações
ambientais.
Os adultos têm peças orais reduzidas, antenas
alongadas, cercos articulados e longos, corpos macios e
abdome com 10 segmentos.
Sem ovopositor; as asas são membranosas, pregueadas
e dobradas sobre e ao redor do abdome quando está em
repouso; asas com inervação primitiva; ninfas aquáticas
com brânquias.
Grylloblattaria
“Grilos-baratas”
Com 30 espécies descritas, os icebergs ou rastejadores de
gelo, são extremófilos e vivem no frio no topo das
montanhas e nas bordas das geleiras.
O corpo é claro ou dourado e apresenta pubescência
delicadas; olhos compostos pequenos ou ausentes; não tem
ocelos e as peças orais são mandibulares; as antenas são
longas e filiformes, com 23 a 45 antenômeros; cercos longos
com 8 segmentos: ovipositor terminal em forma de espada
com comprimento semelhante ao dos cercos.
Não conseguem tolerar temperaturas moderada, mas se
desenvolvem facilmente abaixo das temperaturas de
congelamento.
São detritívoros noturnos e alimentam-se de insetos
mortos e outras matérias orgânicas.
Dermaptera
“Asas com aparência de pele”

Com cerca de 1.800 espécies descritas, os tesourinhas,


possuem um par de cercos em forma de pinça no ápice do
abdome, usado para defesa, sendo inofensivos ao homem.
Em geral, os cercos formam pinças posteriores
esclerotizadas; asas anteriores (quando presentes)
formam tégminas coriáceas curtas, sem veias, que
funcionam como coberturas às asas posteriores
membranosas ; ovipositor reduzido ou ausente.
A maioria parece ser constituída de onívoros detritívoros
noturnos. As pinças são usadas para predação, defesa,
segurar o companheiro durante a corte.
Algumas espécies ejetam um líquido malcheiroso das
glândulas abdominais quando perturbadas.
Zoraptera
“Puro sem asas”

Com cerca de 40 espécies, os insetos


são diminutos (até 3mm),formam
colônias e podem ou não ter asas; as
asas são desprendidas; antenas
moniliformes com 9 artículos; abdome
curto, oval, com 10 segmentos; peças
orais mastigadoras;
Esses insetos raros geralmente são
encontrados em colônias gregárias em
madeira morta.
Isoptera
“Asas semelhantes”

Os Isoptera possuem cerca de 3.000 espécies descritas.


As térmitas têm corpos moles e alongados, variando da
cor branca ao marrom. A cabeça é pequena em relação ao
corpo e possui antenas longas e segmentadas. Elas
também possuem olhos compostos, mas em muitas
espécies esses olhos são pequenos e pouco desenvolvidos,
pois dependem mais de seus outros sentidos, como o
olfato e o tato.
Possuem aparelho bucal mastigador com mandíbulas
fortes e afiadas.
Possuem um par de asas anterior e posterior de tamanho
semelhante.
Mantodea
“Forma de mantis”

Com cerca de 2.400 espécies descritas, os Louva-


deus são predadores de ótima visão.

O primeiro par de pernas á grande e raptorial;


protórax alongado, cabeça ligeiramente móvel em
razão dos escleritos cervicais, que conferem
sustentação muscular e estrutural; têm olhos
compostos muito grandes cobertos pelo pronoto;
asas dianteiras espessadas, asas traseiras
membranosas; ovipositor reduzido constituído de
três estruturas valvares; a genitália masculina é
formada por três lobos faloméricos; um par de
cercos multiarticulados
Blattodea
“Barata: que foge da luz”
Com cerca de 7.000 espécies
descritas, as baratas possuem
corpo achatado em sentido
dorsoventral, pronoto grande com
bordas expandidas e estendidas
sobre a cabeça; asas traseiras
expansíveis e semelhantes a um
leque; ovipositor reduzido; cercos
multiarticulados; pernas adaptadas
para correr; ovos depositados
dentro de envoltórios
Padrões
Mimetismo e camuflagem

Muitas ordens de Polyneoptera, como Phasmatodea


(bicho-pau) e Mantodea (louva-deus), exibem adaptações
para se camuflar em seu ambiente, assemelhando-se a
galhos, folhas ou outros elementos naturais. Isso ajuda
esses insetos a evitar predadores e capturar presas.
Padrões
Estridulação

Muitas espécies de Orthoptera


(gafanhotos, grilos e esperanças) têm
órgãos de estridulação, que são
estruturas especializadas usadas para
produzir sons como parte de sua
comunicação intraespecífica e
territorialidade.
Padrões
Especialização alimentar

Os Blattodea (baratas) e Isoptera (cupins), são frequentemente


associados a hábitos alimentares específicos, como a
decomposição de matéria orgânica em detritos ou a
alimentação de celulose em madeira.
Padrões
Vida social

Zoraptera (zorápteros) e Isoptera (cupins) exibem comportamento social e


vivem em colônias organizadas, com divisão de trabalho entre indivíduos.
Padrões
Desenvolvimento hemimetábolo

Muitas ordens de Polyneoptera


passam por metamorfose
incompleta (hemimetabolia), na
qual os insetos jovens (ninfas)
são semelhantes aos adultos,
mas passam por uma série de
mudanças gradualmente até
atingirem a forma adulta.
Padrões
Adaptações à água

Os Plecoptera (plecópteros ou
moscas de pedra), são adaptados a
habitats aquáticos e passam parte
de seu ciclo de vida na água.
Sinapomorfias
Pernas posteriores adaptadas ao salto
Sinapomorfias
Pronoto bem desenvolvido com lobos laterais cobrindo a pleura
Sinapomorfias
Tíbia posterior com duas fileiras de espinhos dorsais
Sinapomorfias
Reversão nos brotos alares dos últimos ínstares ninfais
Cladograma geral dos Hexapoda:
Collembola
Odonata
Orthoptera
Polyneoptera Blattodea
Pterygota
Mantodea
Hexapoda

Phasmida
Neoptera
Hymenoptera
discussãoColeoptera
A teorica
Holometabola

Diptera
Insecta
Eumetabola Lepidoptera

Phthiraptera
Paraneoptera

Hemiptera

Thysanura
Ordem Odonata

5 mil espécies descritas


Órgão compulatório
Hemimetabolismo
discussão teorica
Asas membranosas
Sistema respiratório
Sistema nervoso

Adulto da superordem Odonatoptera,


ordem Odonata
LIBÉLULAS E DONZELINHAS
Subordem Zygoptera
(Donzelinhas)
Fecham as asas sobre o corpo
Asas posteriores e anteriores similares
São menores que o Anisoptera
Olhos separados
discussão teorica
Infra-ordem Anisoptera
(Libélulas)
Asas abertas são perpendiculares ao corpo
quando em repouso
Asas posteriores mais alargadas que as anteriores
São maiores que os zigopteros
NINFAS

discussão e compreensão

Aquáticas e predadoras
Alimentam-se de pequenos artrópodes e invertebrados
Desenvolvimento: temperatura, alimentos disponíveis.
Lábio Protrátil
ODONATA
As asas não podem ser dobradas
para trás do abdômen, e, quando em repouso, são mantidas esticadas
ou nas laterais do corpo
Antenas altamente reduzidas nos adultos
O desenvolvimento é hemimetábolo
Quando jovem recebe o nome de ninfa , no estágio de larvas
discussão e compreensão
aquáticas especializadas (náiades)

NEOPTERA
As asas em repouso podem ser dobradas para trás
sobre o abdôme, cobrindo o corpo
A nervação transversal é reduzida
Asas posteriores com lobo anal delimitado, separado
da porção anterior
[Link] The Phylogeny of the Extant Hexapod Orders
(2001)

Relações filogenéticas entre as ordens


Origem e evolução dos insetos
Ward C. Wheeler Análise cladística
Análise morfológica
Análise molecular
Revisão da literatura
CONCLUSÃO
A importância dos Eumetabola e Polyneoptera na
compreensão da biodiversidade e evolução dos insetos

Diversidade: Representam grande Evolução: Possuem longa história


parte da diversidade dos insetos, evolutiva e passaram por mudanças
abrangendo uma ampla variedade de significativas ao longo do tempo. Ao
formas, tamanhos, cores e analisar essa evolução, pode-se
comportamentos. Estudar essa entender como os insetos se
diversidade auxilia a entender como diversificaram e se adaptaram a
os insetos se adaptaram a diferentes diferentes nichos ecológicos.
ambientes ao longo do tempo.
Ecologia: Desempenham uma variedade de papéis ecológicos
importantes, como polinização (grilos), decomposição
(baratas) e predação (louva-deus). Estudar sua ecologia
possibilita o entendimento das interações complexas entre os
insetos e seus ambientes, bem como o papel deles nos
ecossistemas. Além disso, entender a biologia e a ecologia de
insetos polinizadores, por exemplo, pode ajudar a desenvolver
estratégias de conservação para garantir a polinização de
plantas cultivadas e selvagens.

Glomeremus orchidophilus
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Brusca, R.C. & Brusca, G.J. 3 ed. 2018. TRIPLEHORN, C. A. & JONNSON, N. F.
Invertebrados, p.1003 -1039 . Rio de 2011. Estudo dos Insetos, São Paulo,
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RAFAEL, J. A., MELO, G. A. R., CARVALHO,


C. J. B., CASARI, S. A. & CONSTANTINO, R.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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em: Apresentação do PowerPoint ([Link]). Acesso em: 14 2003, vol.52 (p.745-756)
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FELIX, [Link] [Link]: uma aventura pela
Instituto Biológico de São Paulo. Av. Cons. Rodrigues Alves, [Link]. Rio de Janeiro: Otten, 2010.
1252, Vila Mariana, São Paulo, SP, CEP 04014-002, Brasil.
Telefone: (11) 5087-1701. Disponível em: Instituto Biológico.
Acesso em: 14 mar. 2024.

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