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Restaurações Dentárias: Tipos e Princípios

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SLIDE 1 – Restaurações Intracoronarias

Preparos Protéticos Abordados


Preparo tipo inlay: preparo puramente intracoronário.
Preparo tipo onlay: preparo que envolve algumas cúspides.
Preparo tipo overlay: preparo que envolve todas as
cúspides até o terço médio da coroa clínica.

Restaurações Metálicas – RMF


- Menos indicadas nos dias de hoje – estética.
- Uma de suas grandes vantagens: compatibilidade biológica.
- Utilizadas em diversas situações: reconstruções extensas; áreas
de grande esforço mastigatório; retentor para prótese fixa; apoio
para PPR, etc.
- Podem ser MO – MOD – OD

Restaurações Livres de Metal (Metal Free)


- Mais utilizadas nos dias de hoje (cerâmicas, resinas
indiretas) – estética.
- Com o advento das técnicas adesivas os preparos foram
simplificados, necessitando cada vez menos dos artifícios
geométricos para retenção e estabilidade.
- Maior preservação da estrutura dental.
- Retenção mecânica e adesiva.
- Podem ser MO – MOD – OD

Onlay Metal Free


ONLAY PM SUPERIOR
- Deve-se envolver as cúspides de contenção cêntrica
(funcionais).
- Cúspides de balanceio (vestibular) desgastar 1,5mm, cúspide de
trabalho (palatina) desgastar 2mm.
- Confecção da caixa oclusal seguindo a anatomia dental
Caixa Oclusal: deve ter 1,0 mm de profundidade, largura 1/3 da
distância vestibulo- língua.
-Caixa proximal: 1mm de profundidade.
Brocas utilizadas: 4138 ou 3069 (ponta diamantada tronco
cônica com extremidade arredondada); 3195 ou 3203 (ponta
diamantada cônica).

ONLAY MOLAR INFERIOR

- Deve-se envolver as cúspides de contenção cêntrica


(funcionais).
- Cúspides de balanceio (lingual) desgastar 1,5mm, cúspide de
trabalho (vestibular) desgastar 2mm.
- Confecção da caixa oclusal seguindo a anatomia dental
Caixa Oclusal: deve ter 1,0 mm de profundidade, largura 1/3 da
distância vestibulo- língua.
-Caixa proximal: 1mm de profundidade
- Deve-se desgastar a face vestibular formando degrau oclusal

SLIDE 2 – Considerações Relacionadas a Prótese


Fixa

Prótese Fixa
O sucesso do tratamento com prótese fixa é determinado por
três critérios: -Longevidade da prótese;
-Saúde pulpar e gengival dos dentes envolvidos;
-Satisfação do paciente.

Limitações da Prótese Fixa


Fatores Gerais: -Pacientes com deficiência Motora e/ou mental
-Custos
Fatores Locais: -Mal posicionamento Dentário

-Condição periodontal deficiente

-Análise endodôntica

-Análise radicular
O profissional deve saber indicar e executar buscando os três
princípios básicos: Mecânicos, Biológicos e Estéticos.

Princípios Mecânicos
- Retenção Friccional;
- Estabilidade;
- Integridade Marginal.

Princípios Mecânicos - Retenção Friccional


- É a qualidade que uma prótese apresenta de atuar contra as
forças de deslocamento ao longo da sua via de inserção;
-A retenção depende basicamente do contato existente entre as
superfícies internas da restauração e as superfícies externas do
dente preparado;
- Quanto mais paralelas as paredes axiais do preparo, maior a
retenção friccional.
- Sulcos ou canaletas em preparos cônicos ou muito curtos, tem
o intuito de aumentar retenção fricional e impedir a soltura com
facilidade da peça protética.
- Sulcos ou canaletas em preparos cônicos ou muito curtos, tem
o intuito de aumentar retenção fricional e impedir a soltura com
facilidade da peça protética.

Princípios Mecânicos – Estabilidade


- Capacidade da coroa resistir ao deslocamento quando
submetido a forças laterais (Durante o ciclo mastigatório ou
parafunção).
- A altura do preparo deve ser maior ou igual a largura para
permitir maior estabilidade da peça protética.
Princípios Mecânicos – Integridade Marginal

-O objetivo básico de toda restauração cimentada é estar bem


adaptada e com uma linha mínima de cimento, para que a
prótese possa permanecer em função o maior tempo possível
em um ambiente biológico desfavorável, que é a boca.

-Com o passar do tempo, cria -se um espaço entre o dente e a


restauração que vai permitir, cada vez mais, retenção de placa,
instalação de doença periodontal, recidiva de cárie e,
consequentemente, perda do trabalho.
Princípios Biológicos
- Preservação do orgão pulpar;
- Localização do término cervical;

Princípios Biológicos - Preservação do orgão pulpar


-Cuidados com preparo em dentes vitais (mais conservador)
-Desgaste excessivo compromete a saúde pulpar.

Princípios Biológicos - Localização do término cervical


-Supra gengival: Indicado em regiões não estéticas, 2 mm acima
da margem gengival.
-Nível gengival: região propicio ao acumulo de placa.
-Subgengival: Indicado em áreas estéticas, 0,5 mm no interior do
sulco gengival.
Indicações a nível subgengival: -Razões estéticas (encobrir o
término de uma raiz escurecida);
-Cárie ou fraturas a nível subgengival;
-Razões mecânicas aplicadas a dentes curtos.

Tipos de Térmico Cervical


Ombro ou degrau arredondado
- A parede axial do preparo forma um ângulo de 90 graus com a
parede cervical.
- Indicado para coroas de cerâmica pura (metal free) devido a
uniformidade do preparo e da cerâmica nessa região, evitando
fratura aos esforços mastigatórios.
- Utilizar pontas diamantadas cilíndricas ou tronco-cônica com
extremidade plana ou arrendodada.
Chanfro ou Chanfrado
- A junção da parede axial e a gengival do preparo tem um
formato de segmento de círculo.
- Indicado para coroas metalocerâmicas (com ligas básicas CoCr,
NiCr, não áureas, porque aceitam menor espessura sem sofrer
contração).
- Utilizar pontas diamantadas cilíndricas com ponta ogival ou
tronco-cônicas com ponta ogival.
SLIDE 4 – Inlay e Overlay

Inlay
Confecção da caixa proximal protegendo o dente vizinho do
desgaste com tira metálica, rompendo-se o ponto de contato. O
preparo da caixa proximal é aprofundado no sentido gengival 2/3
da altura coronária, atentando para a largura mínima do istmo
de 2mm para propiciar resistência adequada a restauração.
Overlay
Peculiaridades dos Preparos para Restaurações Livres de
Metal
- Assentamento passivo da peça protética;
- Redução de pontos internos de concentração de tensôes
através do arredondamento dos ângulos internos;

Indicações
- Dentes posteriores que apresentem lesões de cárie envolvendo
no mínimo duas superfícies;
- Substituição de restaurações amplas deficientes;
- Cavidade próximos oclusais com pequena dimensão > Resina
composta

- Dentes que apresentam fratura de cúspide;


- Dentes vitais com destruição coronária extensa;
- Dentes posteriores com coroa clínica curta
Dimensão gengivo oclusal reduzida > restauração metal free ou
resina composta indireta por adesão.

Vantagens das Restaurações Indiretas


- Resultado estético excelente;
- Reforço da estrutura dentária remanescente;
- Maior resistência ao desgaste quando comparado a resina
composta;
- Mais facilidade de restabelecer contato proximal;
-Mais facilidade de restabelecer a anatomia e o contorno da
restauração;
- Melhor adaptação marginal;
- Menor contração de polimerização;
- O resultado final não depende da destreza manual do cirurgião-
dentista;
- Mais facilidade de acabamento e polimento por ser feito fora
da boca;

Limitações
- Cavidades pequenas > Resina composta
- Etapa laboratorial > Tempo
- Custo
- Sensibilidade técnica (muitas etapas até chegar ao resultado
final).
- Pacientes com parafunção oclusal > Não deve se indicar nesse
tipo de paciente sem que seja feito um planejamento que
envolva ajuste, reabilitação e /ou proteção da oclusão do
paciente.

SLIDE 4 – Considerações Gerais sobre a DTM


Principais Sintomas da DTM
- Dor de cabeça
- Dor ou dificuldade ao bocejar
- Dor ao mastigar
- Cansaço ou mandíbula “presa” (travada)
- Dores na região do ouvido
- Pressão no ouvido
- Zumbido no ouvido
- Limitação de abertura bucal
- Dor irradia para as costas, nuca e braços

Fator Etiológico da DTM


- Condição Oclusal
- Estresse emocional
Traumatismo: - Macrotrauma > qualquer força súbita que possa
resultar em alterações estruturais.

-Microtrauma > bruxismo ou apertamento podem


sobrecarregar as estrutura (dentes, articulações ou músculos)

Relação Cêntrica
Relacionamento da mandíbula com a maxila quando o complexo
côndilo-disco está na posição mais superior contra a eminência,
independente da posição dos dentes ou dimensão vertical.
Máxima intercuspidação habitual (MIH)
É a posição intermaxilar onde ocorre o maior número de
contatos dentários com os côndilos fora da posição de RC.
- Pode ser modificada por intervenções;
- Posição onde começa e termina a mastigação;
- Posição de maior tempo de contato durante a deglutição.
Guia Canina
Apenas canino superior e canino inferior se tocam no movimento
de lateralidade.

Protrusão
Durante o movimento protrusivo da mandíbula, as bordas
incisais dos incisivos inferiores deslizam nas palatinas dos
incisivos superiores, desocluindo totalmente os posteriores.

Oclusão mutuamente protegida


Os dentes posteriores protegem os anteriores de qualquer
contato na posição estática da mandíbula durante os
movimentos excursivos, e vice-versa.

Estruturas Anatômicas da ATM


Componentes Ósseos
A ATM é formada pelo côndilo mandibular e pela fossa
mandibular do osso temporal.
FM: Fossa Mandibular.
EA: Eminência Articular.
Desordens Articulares
- Deslocamento de Disco: -Com redução
-Sem redução
-Subluxação
- Luxação
- Distúrbios inflamatórios

Deslocamento de Disco: Com redução


É uma condição clínica na qual o disco está deslocado
anteriormente ao côndilo mandibular quando o paciente está
com a boca fechada, e retorna à posição normal quando ele abre
a boca.
- Estalido(sim ou não)
- Dor(em alguns casos)
- Exames de imagem demonstrando deslocamento do disco.
Aspecto Clínico
-Restrição de movimentos mandibulares somente se houver dor.
- Presença de estalidos na abertura e no fechamento da boca.
- Desvios mandibulares para o lado afetado, em forma de “S”,
que se corrigem ao final da abertura da boca.
Tratamento
- Modificações comportamentais com a finalidade de parar com
os hábitos parafuncionais.
- Medicamentos: se houver dor, ficam indicados analgésicos e
anti-inflamatórios
-Dormir com placa durante 3 meses

Deslocamento de Disco: Sem redução


Condição clínica na qual o disco está totalmente deslocado
estando o paciente com a boca fechada, porém o disco não
retorna à posição normal em relação ao côndilo quando o
paciente realiza a abertura da boca.
Aspecto Clínico
- Travamento mandibular na abertura da boca
- Limitação de abertura da boca - Dor
- Deflexão mandibular para o lado afetado, sem correção ao final
da abertura da boca
Tratamento
- Anti-inflamatório
- Analgésico
- Relaxante muscular
- Placa reposicionadora (ou protusiva)
Subluxação
Condição clínica na qual o côndilo da mandíbula movimenta-se
para fora da fossa articular, ultrapassando a crista da eminência
articular e que pode ser reduzida pelo paciente.
Aspecto Clínico
Na abertura máxima da boca o paciente relata que o côndilo está
“saltando”
- O paciente retorna à posição de boca fechada, sem auxílio; às
vezes relata um pouco de dificuldade.
Tratamento
- Educar o paciente a respeito do problema.
- Deve controlar a abertura da boca quando bocejar

Luxação
Há um travamento na abertura bucal e a articulação não pode
voltar espontaneamente, uma vez que o côndilo translada
ultrapassando a eminência articular.
Causas
- Abertura exagerada da boca
- Tratamento odontológico prolongado
- Traumas
Reposicionamento do Disco
Tratamento
Medicação (anti-inflamatória, analgésica) após o
reposicionamento
- Orientação de limitação da abertura
- Orientação de hábitos e alimentares
Obs: se tiver dificuldade de reposicionar o paciente pode tomar
Relaxante muscular espera 10 a 15 minutos e tenta reposicionar
novamente .

Distúrbios Inflamatórios
Os distúrbios inflamatórios da ATM são geralmente
caracterizados por dor contínua nesta área, frequentemente
acentuada e é afetada pelo movimento mandibular, função ou
parafunção.
As condições inflamatórias próprias da ATM compreendem:
- Sinovite
-Capsulite
-Retrodiscite
Sinovite
A sinovite é uma inflamação do revestimento sinovial que pode
surgir decorrente de infecção, condições imunológicas
secundárias à degeneração da cartilagem ou trauma (quedas,
golpes, acidentes de trânsito).

Capsulite
A capsulite é a inflamação da cápsula articular,
- Pode ser confundida com dor no ouvido
Sintomas:
-Dor a palpação lateral ao côndilo
-Dor na abertura máxima da boca
- Lateralidade contraria
Retrodiscite
Inflamação dos tecidos retrodiscais,
- Trauma na ATM (Quedas, golpes, acidentes de trânsito)
Sintomas:
-Palpação posterior ao côndilo
- Dor em RC
Tratamento Capsulite/Retrodiscite
- Analgésicos ou anti-inflamatórios (Aine)- 10 dias
- Dieta suave,
- Fisioterapia e laserterapia;
- Termoterapia – 20 minutos ao dia
- Em casos mais resistentes: Artrocentese

SLIDE 5 – Exame Clínico

Sorriso alto – expõe toda a altura cervico incisal dos dentes


ântero - superiores e uma área gengival.
Sorriso médio - permite a visualização de 75% da altura da coroa
clínica dos dentes ântero superior.
Sorriso baixo – expõe menos de 75 %ou menos da coroa clínica
dos dentes ântero superior são visíveis.
A quantidade de dentes anteriores visíveis diminui com a idade,
não apenas pelos desgastes funcionais e/ou parafuncionais, mas
também pela redução gradativa da tonicidade dos músculos
orbiculares

Perda de DVO
Colapso Facial
- redução do terço inferior da face
- projeção do mento
- Intrusão dos lábios
- aprofundamento dos sulcos nasogenianos
- Acúmulo de saliva nas comissuras labiais > queilite angular
- sintomatologia articular nos casos mais graves
- Sensibilidade dentária decorrente de perda de estrutura devido
à atrição
- Dificuldades fonéticas

Por que os dentes anteriores vestibularizam?


-Perda de contenção posterior;
-Excesso de contato nos dentes anteriores
Aumento de DVO
Paciente com aumento da DV decorrente de tratamento
inadequado com PPF posterior.

Aumento do espaço interoclusal, inclusive na região dos molares


- face demasiadamente alongada
- sintomatologia muscular
- decorrente de estiramento das fibras musculares e dos
ligamentos
- sensibilidade dentária decorrente de forças traumatogênicas
geradas por contração reflexa
- Dificuldade de deglutição e de mastigação
- Alteração da fala, percebida principalmente nos sons sibilantes
e devida a contatos dentários desagradáveis durante a fonação.

Exame Intraoral
A perda da estrutura dental: - Cárie
- Erosão
- Abrasão
- Atrição Não cariogenicas
- Abfração
- Fratura dental
Análise Oclusal
Relação intermaxilares estáticas: - MIH
- RC
- ROC
- Relações intermaxilares dinâmicas
- Plano oclusal, curva de Spee e curva de wilson

Oclusão
Relação Cêntrica
É uma posição craniomandibular (Cav. Glenóide x Côndilo
Mandibular ) fisiológica, reproduzível, praticamente imutável,
independente de contato dental é de extrema importância para
a avaliação, diagnóstico e tratamento dos problemas oclusais.

Máxima intercuspidação habitual


É a posição intermaxilar onde ocorre o maior número de
contatos dentários com os côndilos fora da posição de RC.
- Pode ser modificada por intervenções
- Posição onde começa e termina a mastigação
- Posição de maior tempo de contato durante a deglutição

Relação de oclusão cêntrica


É a posição intermaxilar onde ocorre o maior número de
contatos dentários com os côndilos posicionados em RC. Isto é,
existe uma coincidência da MIH com a RC. Não existe contato
prematuro nestes casos.
- 1 a 2% da população (Huffman & Regenous)
- A maioria dos pacientes apresentam diferenças entre RC e a
MIH variando em média de 0,5 a 1,5 mm

Dimensão vertical
É a distância entre dois pontos localizados na face: um na parte
superior e outro, na inferior. Classificada em DVR e DVO.

Dimensão vertical de repouso


É um estado de equilíbrio estático dos tecidos faciais
temporomandibulares, especialmente dos músculos elevadores
e depressores mantido pelo tônus muscular através dos
ligamentos articulares.

Dimensão vertical de oclusão


É a altura facial mantida pelos dentes, em especial pelos
posteriores, quando estão ocluídos. A diferença existente entre a
dimensão vertical de repouso e a dimensão vertical de oclusão é
o espaço funcional livre.
- Aumento da DVO - placas e trabalhos de prótese
- Aumento da DVO - Extrusão dos posteriores - Comum com
mordida aberta anterior

Modelo de Estudo
- Registro da situação inicial do paciente.
- Observação do movimento que a mandíbula executa de RC para
MIH.
- Enceramento diagnóstico.
- Confecção de coroas provisórias.
- Confecção de guia cirúrgico para instalação de implantes

Avaliação Radiográfica
- Proporção coroa-raiz em relação de inserção óssea
- Configuração e inclinação das raízes
- Presença de lesões periapicais
- Qualidade do tratamento endodôntico e dimensão de núcleos
- Reabsorção internas e externas
- Trincas e fraturas
- Espessamento do ligamento periodontal
- Bolsa óssea

SLIDE 6 – Preparo para Dentes Anteriores Metal


Free
Indicações

- Dentes com ampla perda de estrutura dentária coronária ;


- Dentes com alteração de forma significativa;
- Dentes com alteração de cor que não respondem ao
clareamento dental

- Dentes com restaurações parciais deficientes;


- Dentes com coroas metalocerâmicas ou cerâmicas deficientes
- Pilar de prótese parcial fixa (nos casos que implante não é
indicado)

Vantagens
- Excelente resultado estético;
- Biocompatibilidade com o periodonto;
- Resistência ao desgaste;
- Reforço da estrutura dentária remanescente;
- Estabilidade de cor ao longo do tempo;

Desvantagens
- Mais desgaste da estrutura dentária comparado aos dos
preparos parciais;
- Risco mais alto de sensibilidade pós – operatória;
- Necessidade de provisórios;
Preparo de Coroa Total
Preparo de coroa total cerâmica (metalfree) para dentes
anteriores.

Canaleta Marginal
Confecção de sulco de orientação, seguindo a curvatura da
região cervical e profundidade aproximada de 0,7mm de
desgaste (metade do diâmetro da broca esférica 1014 ou 1013)
Para preparos com término supragengival o desgaste deve ser de
1 mm da margem gengival. Para preparos subgengival a
marcação deve ser na margem gengival

Redução Incisal
Redução incisal com broca 4138 (1,4 mm) ou 3069 com cerca de
1,8 a 2,0mm de desgaste (diâmetro total e mais um pouco da
broca). Realizar de 2 a 3 canaletas de orientação, posicionando a
broca no sentido vestibulopalatino.
Redução Vestibular
Confecção de sulcos de orientação na face vestibular com cerca
de 1,8mm (diâmetro total da broca) de desgaste e duas
inclinações com menor inclinação no terço cervical e com maior
inclinação nos terços médio e incisal (Broca 4138 ou 3069)

União dos sulcos de orientação na face vestibular. O desgaste do


terço cervical do preparo já corresponde ao desenho do término
cervical.

Redução da Região do Cíngulo


Realizar de 2 a 4 sulcos na região de cíngulo com a profundidade
de aproximadamente 1 mm. Em seguida unir essas canaletas
utilizando a broca 4138, paralela ao longo eixo do dente.
Desgastes Proximais
Corte das superfícies proximais (Cunha metálica para proteger os
dentes vizinhos) com broca 3203 ou 3195 para remover os
pontos de contato.

Com a broca 4138 paralela ao longo eixo realizar o preparo das


áreas proximais.
Redução da Concavidade Palatina
Com uma ponta diamantada em forma de pera, realizar o
desgaste seguindo a inclinação e a forma da concavidade
Obs.: não invadir a área de cíngulo (cervical) com essa broca.
Para coroas cerâmicas e de resinas indireta, é necessária um
desgaste de no mínimo 1,0 mm

Com a ponta diamantada de extremidade arredondada (4138 ou


3069), formará o término em ombro ou degrau arredondado
com espessura mínima de 1,0mm de largura.
Acabamento do Preparo
- Repetir brocas e pontas de acabamento com formatos
semelhantes (F ou FF).
- Pontas Arkansas pedra branca.
- Discos de Lixa de acabamento.
- Facilita a moldagem e escoamento do cimento, facilitando a
cimentação da coroa.

SLIDE 7 – Preparo para Dentes Anteriores


Metalocerâmicas
Canaleta Marginal
- Confecção de sulco de orientação, seguindo a curvatura da
região cervical
-Ponta diamantada esférica 1014 (1,4mm) em ângulo de
45°.
-A profundidade do sulco de ± 0,7mm
- A profundidade da metade do diâmetro da ponta da broca.
Redução Vestibular
- Com uma ponta diamantada de extremidade ogival, são feitos
dois sulcos na face vestibular correspondentes ao diâmetro da
ponta diamantada (1,2 mm);
-Os sulcos devem ser realizados seguindo os planos inclinados
dessas faces, um correspondente ao terço mediocervical, e o
outro, ao terço medioincisal.

Redução Incisal
- 2 sulcos seguindo a inclinação vestíbulo lingual da superfície,
numa profundidade de 2,0 mm.
- Ponta diamantada 2215 ou 3216.

Redução de Concavidade Palatina


-2 sulcos equidistantes e paralelos com terço vestibular com
profundidade de meia broca (0,6 mm)

-Com a ponta diamantada em forma de pera fazer o desgaste da


concavidade palatina/lingual seguindo a anatomia do dente;
-Deve ser desgastada no mínimo em 0,6 mm

Desgastes Proximais
- Ponta diamantada cônica afilada 3203 ou 3195
- Remoção da área de contato proximal
Obs: Proteger o vizinho com banda matriz
Preparo Subgengival
- A profundidade do término de 0,5 a 1 mm para esconder a
cinta metálica
- E no restante do preparo término de todo o preparo deve ser
em chanfro (n°2215 ou 3216 Cilindrica com a ponta ogival)

SLIDE 8 – Preparo de Coroa Metalocerâmica em


Dentes Posteriores

- São constituídas por uma infraestrutura metálica (coping


metálico) coberta por uma supra-estrutura cerâmica.
- Tem como vantagem a resistência do metal conjugada a
estética proporcionada pela cerâmica.
- Apresentam necessidade de desgaste médio de 1,5mm a
2,0mm: sendo que (0,5mm) para comportar o coping de metal e
(1,0mm a 1,5mm) para o recobrimento de cerâmica.
- Uma desvantagem é a presença do colar gengival metálico que
pode gerar um halo acinzentado na margem gengival.
- Devem apresentar leve paralelismo entre as paredes
circundantes do preparo (2 a 5 graus na primeira inclinação
cervical e 5 a 10 graus na segunda inclinação a partir do terço
cervical). Responsável pela retenção friccional.
- O desgaste da cúspide funcional deve apresentar
aproximadamente 1,5mm para restaurações com metal coberto
por cerâmica.
- O término do preparo deve ser em chanfro curto com bisel
(chanfrado), facilitando o assentamento e a cimentação da
coroa.
- Brocas utilizadas: 1014 (esférica); 3195 ou 3203 (ponta
diamantada cônica); 2215 ou 3216 (cilíndrica de topo ogival)
Passo a Passo
1° Passo: Sulcos de orientação oclusal com broca cilíndrica de
topo ogival 2215 ou 3216 (espessura total da broca 1,2 mm)
- Na superficie oclusal são feitas os sulcos de orientação nas
cristas marginais, pontas de cúspides e sulcos principais,
devendo acompanhar a inclinação das vertentes oclusais.
- A profundidade de penetração da broca deverá ser de 1,2
(cúspides não funcionais) a 1,5mm (cúspides funcionais) para se
obter um espaço interoclusal adequado.

União dos sulcos de orientação oclusal

2° Passo: Sulcos de orientação cervical- vestibular e palatino


ponta 1014, posicionada 0,5 mm aquém da gengiva marginal,
profundidade de aproximadamente 1,0 mm.
3° Passo: São realizados sulcos nas faces vestibulares e linguais
seguindo as duas inclinações que ambas as faces apresentam.
Nos molares os sulcos devem ter 1,2 mm de profundidade.

4° Passo: Redução axial (metade oclusal)


Remover as estruturas dentárias que ficam entre os sulcos de
orientação, seguindo a inclinação incisal (5 a 10 graus). Neste
passo não se deve romper o ponto de contato.

5° Passo: Redução axial (metade cervical / 2 a 5 graus)

Com uma ponta diamantada cilíndrica de topo ogival (2215 ou


3216) realiza-se esta redução axial seguindo a inclinação do terço
cervical (2 a 5 graus).
OBS: Nesta fase, não devemos romper o ponto de contato
proximal.
6° Passo: Remoção do ponto de contato proximal

Com a utilização de uma ponta diamantada fina, vamos eliminar


o contato com o dente contíguo, tomando cuidado para não
danificar a superfície proximal dos dentes adjacentes, que
podem ser protegidos com a utilização de uma matriz de aço.

7° Passo: Determinação do término do preparo. Após a remoção


do ponto de contato, a redução axial será realizada com uma
ponta diamantada cilíndrica de topo ogival. Nesta fase, iremos
confeccionar uma linha de término em chanfrado, seguindo a
anatomia da gengiva marginal, respeitando o espaço biológico.
8° Passo: Bisel da linha de término. No chanfrado é feito um bisel
bastante estreito (0,2 a 0,3 mm) com a ponta de uma broca
cilíndrica com topo ogival 2215 ou 3216.

9° Passo: Arredondamento de todos os ângulos. Com uma ponta


diamantada de granulação fina (tarja vermelha ou amarela);
discos de lixa para contra-ângulo; taças de borracha para
polimento. Devemos arredondar todos os ângulos. Este
acabamento permite um assentamento melhor da coroa,
favorece o escoamento do cimento facilitando a cimentação.

SLIDE 9 – Preparo de Coroa Total Posterior Metal


Free
- As coroas, de cobertura total, são as que apresentam as
melhores qualidades mecânicas de retenção, estabilidade e
rigidez estrutural.
- Exigem os maiores desgastes de esmalte e dentina, podendo
interferir severamente na fisiologia do complexo dentinopulpar.
Vantagens das restaurações indiretas em cerâmica
- Biocompatibilidade com periodonto
- Estabilidade de cor
- Reforço da estrutura dentária remanescente
- Baixo acúmulo de placa
- Resistência ao desgaste
- Excelente estética

Indicações de coroa total


- Dentes com ampla perda de estrutura;
- Dentes com restaurações parciais deficiente
- Pilares de prótese fixa (onde os implantes não são indicados).

Limitações
- Maior desgaste da estrutura quando comparado aos preparos
parciais
- Risco de sensibilidade (Dente Vital)
- Necessidade de provisório

- Exigem arredondamento dos ângulos preparados para evitar


áreas de concentração de tensões e consequente fratura da
cerâmica ou cerômero.
- O surgimento de materiais estéticos, reduziu sensivelmente o
emprego de restaurações metálicas totais.
- Com o desenvolvimento constante das cerâmicas (resistência
aliada a estética), os preparos preconizados estão cada vez mais
conservadores.

- Deve-se atentar para a dupla inclinação da parede vestibular,


viabilizando espaço adequado para as camadas cerâmicas da
restauração e uma resistência adequada.
- O desgaste deve apresentar aproximadamente 1,5mm na
vestibular e 1,5mm a 2,0mm na oclusal. (*preparos
convencionais)
- O desgaste das faces lingual/palatina e proximais acompanha o
desgaste vestibular de 1,5mm.
- O término do preparo deve ser em ombro ou degrau
arredondado (com desgaste uniforme de 1mm em torno da
coroa toda), proporcionando resistência e facilitando o
assentamento e a cimentação da coroa.
- Brocas utilizadas: 1014 (esférica); 4138 (ponta tronco cônica
extremidade arredondada); 3195 ou 3203 (ponta diamantada
cônica)

O preparo deve apresentar desgaste uniforme de 1 mm de


espessura na região do término cervical, de até 1,5 mm nas faces
axiais e de 2 mm nas faces oclusal e incisal.

Passo a Passo
Canaleta Marginal Cervical Vestibular: Os sulcos na região
cervical são confeccionados com ponta diamantada esférica
1013 (1,3 mm).
- Na faces vestibular e lingual/palatina
Redução Vestibular: - Sulcos vestibulares e palatinos devem ter
profundidade de 1,0 a 1,5 mm
- Broca com ponta diamantada de extremidade plana e borda
arredondada.
- Broca Tronco cônica 4138

Os sulcos devem seguir as inclinações dos terços mediocervical e


médio-oclusal dessas faces e os planos inclinados das cúspides
Redução Oclusal: - Broca 4138 (1,2mm) realizar sulcos ao longo
da superfície oclusal, seguindo as inclinações das cúspides
- Profundidade de toda ponta ativa da broca
- Desgaste final após redução oclusal em torno de 2 mm
Redução da Face Lingual: - Os sulcos devem seguir o plano de
inserção determinado previamente no modelo de estudo e
acompanhar as inclinações dos terços mediocervical e médio-
oclusal dessas faces e os planos inclinados das cúspides
Desgastes Proximais: - Remoção do ponto de contato proximal
Broca 3195 ou 3203
- Com a utilização de uma ponta diamantada fina, vamos
eliminar o contato com o dente contíguo, tomando tomar
cuidado para não danificar a superfície proximal dos dentes
adjacentes, que podem ser protegidos com a utilização de uma
matriz de aço.
- Após a remoção do ponto de contato, a redução axial será
realizada com uma ponta diamantada tronco cônica de
extremidade arredondada. Nesta fase, iremos confeccionar uma
linha de término em ombro ou degrau arredondado, seguindo a
anatomia da gengiva marginal, respeitando o espaço biológico.

Acabamento: Arredondamento de todos os ângulos com uma


ponta diamantada de granulação fina para acabamento (tarja
vermelha ou amarela); discos de lixa para contra-ângulo;
borrachas de acabamento. Devemos arredondar todos os
ângulos. Este acabamento permite um assentamento melhor da
coroa, favorece o escoamento do cimento facilitando a
cimentação.

Preparo Subgengival
SLIDE 1 – Anatomia Interna Dentes Posteriores
1º Pré Molar Superior
Características: Apresenta comumente duas raízes.
Variações: Raízes fusionadas com canais separados, raízes
fusionadas com ligações, raízes fusionadas com forame apical
comum, raramente apresentam três raízes.
Erupção: 10 a 11 anos.
2º Pré Molar Superior
Características: Apresenta comumente uma raiz.
Variações: Dois canais separados, dois canais com ligações.
Erupção: 10 a 12 anos.

1º Molar Superior
Características: Maior dente em volume, canais radiculares
complexos, três raízes: - Palatina
- MV
-DV
Raiz MV: Apresentam muitas vezes dois canais.
Erupção: 6 a 7 anos.
2º Molar Superior
Características: Semelhante ao 1º Molar Superior, raízes são
mais próximas e muitas vezes fusionadas >> dois canais.
Erupção: 11 a 13 anos.

3º Molar Superior
Caracteristicas: Anatomia imprevisível, presença de um, dois ou
três canais.
Erupção: 17 a 22 anos.
1º Pré Molar Inferior
Caracteristicas: Quando apresentam canais duplos, eles de
dividem em vários níveis da raiz, cúspide vestibular bem
desenvolvida e lingual quase inexistente.
Erupção: 10 a 12 anos.

2º Pré Molar Inferior


Caracteristicas: Cuspide vestibular bem desenvolvida e lingual
bem mais formada que 1º PM, na maioria apenas 1 canal,
observar a proximidade com o forame mentoniano.
Erupção: 11 a 12 anos.

1º Molar Inferior
Caracteristicas: Primeiro dente permanente a erupcionar,
normalmente duas raízes, ocasionalmente três, dois a quatro
canais.
Erupção: 6 anos.
2º Molar Inferior
Caracteristicas: Apresenta uma coroa um pouco menor que o 1º
M, raízes bem próximas, presença de canal em C, o acesso aos
canais, pela porção mesial.
Erupção: 11 a 13 anos.

3º Molar Inferior
Caracteristicas: Anatomia imprevisível, pode encontrar um canal
único e amplo.
Erupção: 17 a 21 anos.

SLIDE 2 – Acesso Coronário em Dentes Posteriores

1- Exposição da câmara pulpar


2- Remoção do teto da câmara pulpar
3- Desgastes compensatórios

Conceitos básicos
- Ponto de eleição
- Direção de Trepanação
- Forma de Contorno
- Forma de Conveniência

Ponto de Eleição
É o ponto onde iniciamos a abertura, sendo especifico para cada
grupo dental.

Direção de Trepanação
É uma linha imaginaria que partindo do ponto de eleição,
alcançamos a parte mais volumosa da câmara pulpar.
Forma de Contorno
É a projeção do teto da câmara pulpar em forma e volume;
Determina o contorno final da abertura.

Forma de Conveniencia
Tem como objetivo eliminar qualquer interferência que venha
impedir o acesso dos instrumentais endodônticos.

Acesso Coronário
Molar Superior
SLIDE 3 – Limas M
- Fabricadas com liga de NiTi, de alto padrão de usinagem
- Tratamento térmico CM (Controlled Memory)
- Preparos radiculares extremamente centrados
- Evita desgastes desnecessários e indesejáveis de dentina
- Comprimento: 21 e 25mm

Orifice Shaper
As limas Orifice Shaper são limas #15.08 e #15.10 de 19mm para
instrumentação do terço cervical e médio.

Passo a Passo
- Avaliação Radiográfica
- Comprimento Aparente do Dente (CAD)
- Definir o comprimento provisório de trabalho (CPT)
CPT = CAD – 5mm
- Alargamento cervical com a broca gates No 1 e 2, não
ultrapassando 5mm.
Obs: Em canais amplos não é necessário o uso da broca gates.
Instrumentação terço cervical
#15/08 – 19mm
#15/10 – 17mm
- Instrumentação progressiva na medida CPT até a ultima lima
que travar no CPT: #15, #20, #25, #30, #35...
Obs: A cada troca de limas irrigar, aspirar e passar a lima de
patência #10 no CPT.

SLIDE 4 – Localização dos Canais Radiculares


Regras de Krasner e Rankow
1- Leis da centralidade e concentricidade (Nivel junção cemento-
esmalte)
2- Leis da simetria dos orifícios dos canais (exceto molares
superiores)
3- Leis da mudança de cor
4- Leis da localização

Leis da Centralidade e Concentricidade


- O assoalho pulpar está sempre localizado no centro do dente.
- As paredes da câmara são sempre concêntricas em relação a
superfície externa do dente
- A distancia externa da coroa a parede da câmara e a mesma em
toda circunferência do dente

Leis da simetria dos orifícios dos canais


- Estão equidistantes de uma linha media imaginaria que
atravessa o dente sentido mesio-distal
- Estão alinhados a uma reta imaginaria que passa
perpendicularmente a esta linha mesio-distal

Leis da mudança de cor


- A cor do assoalho pulpar é sempre mais escura que a das
paredes e do teto.
Leis da Localização
- Na junção das paredes com assoalho pulpar.
- Nos ângulos da junção entre o assoalho e as paredes da
câmara.
- No termino das linhas de fusão do desenvolvimento radicular.

Anatomia da Cavidade Pulpar


Canal Lateral
Istmo
Região estreita, em forma de fita, que conecta dois ou mais
canais radiculares.
Polos
Região estreita, em forma de fita, localizada nas extremidades de
um canal chatado/ovalado.
ex: Incisivos inferiores, caninos e pré molares unirradiculares.

Canal em C
Canais Extras
Curvaturas Radiculares
SLIDE 5 – Medicação intra canal

Paramonoclorofenol Canforado (PMCC)


- Odor fenólico característico
- Ação bacteriana
- Alta toxicidade (usado de forma diluída)
- Não é indicado para preenchimento do conduto
- Usado com mecha de algodão na câmara pulpar (efeito de até
48h)
- Baixa tensão superficial

Iodofórmio
- Boa capacidade antimicrobiana
- Boa radiopacidade
- Risco de alergia e escurecimento da coroa

Otosporim
- Associação de um anti-inflamatório corticosteroide:
hidrocortisona
- Dois antibióticos: neomicina e poliximina B

Hidróxido de Cálcio
- Apresentação em pó
- Base forte (PH 12,8)
- Ação antimicrobiana
- Muitas espécies microbianas isoladas de canais sobrevivem
com o pH próximo a 9. Exceções: E. faecalis, C. albicans e A.
radicidentis
- Veículos Inertes: Agua destilada, soro, soluções anestésicas e
glicerina.
- Veículos Biologicamente Ativos: PMCC, clorexidina e o iodeto
de potássio

Clorexidina Gel 2%
- Eficácia antimicrobiana similar ao NaOCI
- Efetivo contra espécies Gram-Positivas, Gram-Negativas, fungos
- Atividade drasticamente reduzida na presença de matéria
orgânica
- Substancia química auxiliar ou medicação intracanal
-Baixa toxicidade
- Substantividade
- Associada com hidróxido de cálcio na medicação intracanal

Hidróxido de Cálcio + PMCC + Glicerina (Pasta HPG)


- Maior espectro antimicrobiano
- Maior raio de atuação
- Efeito antimicrobiano mais rápido
- Maior ação nos túbulos dentinários
- Biocompativel
Indicações: - Após PQM de dentes com polpa necrosada
- Deve permanecer por 7 dias no canal
- Não está associada a dor pós operatória significativa

Pasta Ultracanal
- Ca(oh2) + veiculo aquoso
- Protocolo: 7 dias
- Pasta pronta
- Facil inserção
- Muito cuidado para não extravasar
- Tem radiopacificador
- Medir com cursor a 3mm aquém do ápice

Bio C-Temp
- Medicação biocerâmica
- Liberação gradual de Ca+, dispensando a troca
- Biocompativel (ausência de dor pós operatória)
- Ph=12 (improprio para o crescimento bacteriano)
- Facilidade de remoção
- Alta radiopacidade
- Ausencia de manchamento

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