0% acharam este documento útil (0 voto)
113 visualizações17 páginas

AMPLIGO

Enviado por

Willian Kath
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
113 visualizações17 páginas

AMPLIGO

Enviado por

Willian Kath
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Guia de Produtos – Dezembro de 2012

<Logomarca do produto>
AMPLIGO
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o nº 0610.

COMPOSIÇÃO:
Ingrediente Ativo:
Produto de reação compreendendo quantidades iguais de (S)- alfa-cyano-3-phenoxybenzyl (Z)-
(1R,3R)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoro prop-1-enyl)-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate e (R)-alfa-cyano-
3-phenoxybenzyl(Z)-(1S,3S)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop -1-enyl)-2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate (LAMBDA-CIALOTRINA) ...................................... 50 g/litro (5% m/v)

3-Bromo-N-[4-chloro-2-methyl-6-(methylcarbamoyl)phenyl]-1-(3-chloropyridin-2-yl)-1
(CLORANTRANILIPROLE) ..................................................................................... 100 g/litro (10% m/v)

Ingredientes inertes............................................................................................. 930 g/litro (93% m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: inseticida de contato e ingestão


GRUPO QUÍMICO: Piretróide (lambda-cialotrina) e Antranilamida (clorantraniliprole)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Nações Unidas, 18001 - CEP: 04795-900 - São Paulo SP - Brasil Fone: (11) 5643-2322 Fax: (11)
5643-2353 CNPJ/MF: 60.744.463/0001-90 Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) Importador do produto formulado

FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:


LAMBDA-CIALOTRINA:
Syngenta Limited – Huddersfield Manufacturing Centre, PO Box. A38, Huddersfield, West Yorkshire,
HD2 1FF - UK

CLORANTRANILIPROLE:
Du Pont Asturias S.L. Tamón – Avilés – 33469 – Asturias – Espanha
E. I. Du Pont de Nemours & Co. – Mobile Manufacturing Plant - Highway 43 – Axis – Alabama –
36505 – Estados Unidos

FORMULADORES:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. Rod. SP 332, km 130 - CEP: 13148-082 - Paulínia SP - Brasil
Fone: (19) 3874-5800 Fax: (19) 3874-5800 CNPJ/MF: 60.744.463/0010-80 Cadastro na SAA/CDA/SP
sob nº 453;
Syngenta Crop Protection, Inc. 4111 Gibson Rd - NE 68107 - Omaha - EUA;
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 – Cartagena – Colômbia;
Syngenta Production France - Route de la Gare BP 1 - 30670 Aigues-Vives – França.

O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.

Nº do Lote ou Partida
Data de Fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento

1
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM


SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.


É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

AGITE ANTES DE USAR


Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – II – ALTAMENTE TÓXICO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE I – PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

2
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

INSTRUÇÕES DE USO:

PRAGAS NÚMERO
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
NOME CIENTÍFICO APLICAÇÕES
ÉPOCA: Bicudo-do-algodoeiro: Iniciar as
aplicações quando o nível de infestação
Bicudo-do- obtido através do monitoramento, atingir no
algodoeiro máximo entre 3 a 5% de botões florais
300-400 ml/ha
(Anthonomus atacados. Fazer bateria seqüencial de 3
grandis) aplicações com intervalo de 5 dias. Usar a
dose maior em situação de maior pressão
da praga ou quando o clima for favorável
ao ataque. Para aplicação aérea seguir as
instruções presentes na bula.
INTERV. APLICAÇÃO: 5 dias.
ALGODÃO 3 aplicações
ÉPOCA: Lagarta-do-cartucho: Iniciar a
Lagarta-do- aplicação no início da infestação com no
cartucho máximo 10% de plantas com lagartas
100-200 ml/ha
(Spodoptera pequenas. Reaplicar quando os níveis de
frugiperda) dano forem atingidos.
Usar dose maior em situação de alta
infestação e quando as lagartas já
estiverem em estágio mais avançado de
desenvolvimento.
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias.
ÉPOCA: Traça-da-batata: Iniciar as
aplicações no inicio de infestação, nos
Traça-da-batata primeiros sinais de ataque na lavoura.
(Phthorimaea 100-200 ml/ha Reaplicar somente caso seja necessário,
operculella) após monitoramento populacional da
praga. A maior dose deve ser utilizada em
condições de alta população da praga e
condições de clima favorável ao seu
desenvolvimento.
BATATA 4 aplicações
ÉPOCA: Vaquinha-verde-amarela: Iniciar
Vaquinha-verde- as aplicações quando forem constatados
amarela insetos adultos e os primeiros furos nas
50-100 ml/ha folhas. A maior dose deve ser utilizada em
(Diabrotica
speciosa) condições de alta população da praga e
condições de alta temperatura e umidade.

INTERV. APLICAÇÃO: Fazer até 4


aplicações com intervalo de 7 dias.
ÉPOCA: Psilídeo: Inspecionar
Psilídeo periodicamente a cultura através do
(Diaphorina citri) monitoramento e pulverizar quando forem
constatados os primeiros insetos adultos
CITROS ou ninfas nos ramos e brotações.
2 aplicações
10-30 ml/100L ÉPOCA: Larva-minadora-das-folhas:
Larva-minadora-
das-folhas Inspecionar periodicamente a cultura
(Phyllocnistis através do monitoramento e pulverizar
citrella) quando forem encontradas as primeiras
minas com presença de larvas de 1º ínstar

3
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

PRAGAS NÚMERO
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
NOME CIENTÍFICO APLICAÇÕES
nas brotações. A maior dose deve ser
utilizada em caso de alta pressão da
Mosca-negra praga, áreas com histórico ou condições
(Aleurocanthus climáticas favoráveis ao ataque.
woglumi)
ÉPOCA: Mosca-negra: Iniciar a aplicação
no início de infestação dos insetos adultos
e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e
caule.

ÉPOCA: Bicho-furão: Fazer a aplicação no


início do aparecimento dos insetos adultos,
10 ml/100L
antes da penetração das lagartas no fruto,
ou quando o número de adultos
Bicho-furão capturados pelas armadilhas de feromônio
(Ecdytolopha atingirem o nível de controle (6 adultos /
aurantiana) armadilha).

INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias.


Reaplicar em caso de reinfestação, após
monitoramento populacional das pragas.

Para aplicação aérea seguir as instruções


presentes na bula.
ÉPOCA: Iniciar a aplicação
preferencialmente no inicio de ataque,
quando observadas as primeiras lagartas e
Lagarta-
os sintomas de raspagem nas folhas.
enroladeira-das-
FEIJÃO Reaplicar somente em caso de
folhas 100-200 ml/ha 2 aplicações
reinfestação.
(Hedylepta
Usar dose maior em situação de alta
indicata)
infestação quando as lagartas já estiverem
alojadas e enrolando as folhas.
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias
ÉPOCA: Fazer amostragem e pulverizar no
início da infestação, quando atingir 20% de
plantas com folhas raspadas pelas
lagartas.
Lagarta-do- Aplicar preferencialmente com a cultura
cartucho com 3 a 5 folhas expandidas. Aplicar o
MILHO 100-150 ml/ha 2 aplicações
(Spodoptera produto nas horas de temperatura mais
frugiperda) amena e com presença de água no
cartucho. Usar dose maior em situação de
condições de alta infestação ou quando o
clima for favorável ao ataque.
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias.
ÉPOCA: Lagarta-da-soja: seguir a
Lagarta-da-soja recomendação oficial: 30% de desfolha ou
(Anticarsia 15-20 ml/ha 40 lagartas/pano de batida antes da
gemmatalis) floração ou 15% de desfolha ou 40
lagartas/pano de batida, após a floração.
Lagarta-falsa-
medideira ÉPOCA: Lagarta-falsa-medideira:
SOJA 50-75 ml/ha 2 aplicações Inspecionar periodicamente a lavoura com
(Pseudoplusia
includens) batida de pano e aplicar quando encontrar
entre 5 a 10 lagartas pequenas de 1º e 2º
Lagarta- por amostragem.
enroladeira-das-
folhas 50-75 ml/ha ÉPOCA: Lagarta-enroladeira-das-folhas:
(Hedylepta indicata Iniciar a aplicação no inicio de ataque,
Sin. Omiodes quando observadas as primeiras lagartas e
4
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

PRAGAS NÚMERO
CULTURAS NOME COMUM DOSES MÁXIMO DE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
NOME CIENTÍFICO APLICAÇÕES
indicata) sintomas de raspagem nas folhas.

INTERV. APLICAÇÃO: 14 dias.

Para aplicação aérea seguir as instruções


presentes na bula.
ÉPOCA: Traça-do-tomateiro: pulverizar no
início da infestação, quando constatada a
Traça-do-tomateiro
presença de insetos adultos e os primeiros
(Tuta absoluta) 20-30 ml/100L
sintomas de minas nas folhas. Usar dose
maior em condições de alta infestação ou
quando o clima for favorável ao ataque.
Fazer 3 a 4 aplicações semanais após o
aparecimento da praga.
TOMATE 4 aplicações
Broca-pequena ÉPOCA: Broca-pequena: iniciar as
(Neoleucinodes aplicações no inicio do florescimento,
30 ml/100L
elegantalis) procurando atingir flores e sépalas, com a
cultura a partir de 20-25 dias do
transplantio.

INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias


ÉPOCA: Iniciar a aplicação no inicio da
infestação, quando observadas as
primeiras lagartas nas folhas e sintomas de
Traça-das- ataque nas plantas. Reaplicar somente se
crucíferas (Plutella for necessário.
REPOLHO 100-200 ml/ha 4 aplicações
xylostella) Usar dose maior em situação de condições
de alta infestação ou quando o clima for
favorável ao ataque, normalmente quente
e seco.
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Pulverização terrestre: seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

Algodão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda ao redor
de 150 L/ha.

Batata: Pulverização foliar. A aplicação do produto deverá ser feita sob a forma de pulverização com
equipamento costal manual, atomizador costal ou tratorizado. Aplicar volume de calda em torno de
400 a 500 litros/ha para se obter uma boa cobertura das plantas.

Citros: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual, atomizador costal ou tratorizado
através de turbo atomizador com volume de aplicação ao redor de 2000 L/ha, sempre assegurando
uma boa cobertura na aplicação.
Adicionar óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% v/v (250 ml/100 L),
conforme preconizado pela prática agrícola na cultura.

Feijão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de
200 L/ha.

Milho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de
200 L/ha.

5
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

Repolho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual ou tratorizado com volume de calda
de 400 L/ha.

Soja: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda entre 150 e 200 L/ha.

Tomate: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual, atomizador costal, ou equipamento
tratorizado com volume de aplicação de 1000 L/ha.

Tecnologia de aplicação:
Utilizar pulverizadores costais, tratorizados ou autopropelidos, equipados com barra e bicos
hidráulicos, obedecendo os seguintes parâmetros:
1. Diâmetro de gotas de tamanho médio (DMV) -------------------- 200 a 400 m.
2
2. Cobertura foliar ----------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm .
3. Tipo de bicos recomendados: Bicos de jato plano Teejet XR; Teejet DG; Twinjet; Turbo Teejet TT,
bicos cônicos, ou similares de diferentes fabricantes.
4. Espaçamento entre os bicos ------------------------------------------ 50 cm.
5. Pressão do líquido no bico -------------------------------------------- 40 a 80 psi.

Pulverização aérea: seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

Algodão, citros e soja:

Aplicação a baixo volume (BV)


1. Volume de calda ---------------------------------------------------------- 10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro mediano Volumétrico de gotas (DMV) ----------------- 200 a 400 µm
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA)-------------------------- 15 m
4. Altura de vôo --------------------------------------------------------------- 2 a 4 m
2
5. Cobertura no alvo --------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm

Aplicação a baixo volume (BVO) com adição de 10% a 20% de óleo vegetal
1. Volume de calda ------------------------------------------------------------ 5 a 12 L/ha
2. Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV)--------------------- 100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação ------------------------------------------- 15 a 18 m.
4. Altura de vôo ----------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
2
5. Cobertura no alvo ----------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas /cm

Obs.: Para aplicação em BVO, diluir inicialmente o produto na água e posteriormente


acrescentar um emulsificante e o óleo e agitar vigorosamente e verificar se a calda tem estabilidade
suficiente para aplicação.

Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:


1. Velocidade do vento calmo: ------------------------------------ Entre 3,0 km/h a 20 km/h.
o
2. Temperatura atmosférica------------------------------------------------- Abaixo de 30 C
3. Umidade relativa do ar ----------------------------------------------------- Acima de 50%

Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:


1. Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de vôo 110 mph (milhas
por hora), utilizar:
 37 Bicos hidráulicos da série “D” – Disco D10 conjugado com difusor DC45, pressão de
o
2,0 bar, com jato posicionado à 90 ou
 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com angulo das pás entre 55 a 65 e com
o
o
o VRU selecionado no orifício N. 14 e pressão de 3,5 bar.
2. Para aplicação a baixo volume com óleo (BVO) a 5,0 L/ha , faixa de 18 m e de vôo a 110 mph
utilizar;

6
Guia de Produtos – Dezembro de 2012


o
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45 e com o VRU
o
selecionado no orifício N. 7 com pressão de 1,5 bar.

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser
constantemente monitorada com termohigrômetro.

Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas
nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Intervalo de segurança


(dias)
Algodão 14
Batata 3
Citros 21
Feijão 15
Milho 15
Soja 21
Tomate 3
Repolho 7

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada
estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é
necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas nas culturas.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:


Testes de campo demonstraram que nas culturas e doses recomendadas não há efeito fitotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:


Vide item "MODO DE APLICAÇÃO".

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
Vide item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE".

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE".

7
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE".

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:


Alguns insetos-praga podem desenvolver resistência a produtos de um determinado grupo químico
após seu uso repetido de forma indiscriminada. Como o grau de desenvolvimento da resistência não
pode ser previsto, o uso deste produto deve estar em conformidade com estratégias de manejo da
resistência estabelecida para a cultura e sua área de uso.
A Syngenta apoia as ações para o uso correto de produtos para garantir que estes tenham vida longa
no controle das pragas descritas na bula.

Ampligo é uma mistura de ativos classificados como grupo 3 (Piretróides) e grupo 28 (Diamidas) na
classificação de Modo de Ação do IRAC.

Com a finalidade de manter sempre susceptíveis as populações de pragas que possuem potencial de
desenvolvimento da resistência para este grupo químico, recomenda-se:
 Aplicar AMPLIGO usando uma “janela de aplicação” para evitar a exposição das gerações
consecutivas da praga ao mesmo modo de ação. Esta janela para os inseticidas do grupo 28 é
definido como o período de atividade residual proporcionado pelas aplicações seqüenciais ou
isolada dos inseticidas deste grupo.
 Em seguida da janela dos inseticidas do Grupo 3 ou do Grupo 28, rotacionar com um bloco de
aplicações de produtos eficientes com diferentes modos de ação antes de retornar o uso de
aplicações adicionais dos inseticidas do Grupo 3 ou do Grupo 28.
 O período total de exposição de todo o “Grupo 28 - Diamidas” aplicado ao longo do ciclo da
cultura (do plantio à colheita) não deverá exceder mais do que 50% do ciclo da cultura.

Outras práticas do manejo da resistência de pragas incluem:


 Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e
apropriado;
 Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
 Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
 Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Recomendações para o manejo de pragas:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação
de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico,
destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

8
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.


PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

Precauções gerais:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
 Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
 Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão de algodão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
 Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com
vazamentos ou defeitos.
 Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Precauções na preparação da calda:


 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
 Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com CA do
Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com
filtro com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2),
óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

Precauções durante a aplicação:


 Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com CA do
Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

Precauções após a aplicação:


 Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
 Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
 Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.

9
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

 Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte


ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
 Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
 Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
 Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
 Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
 Não reutilizar a embalagem vazia.
 No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,


rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR LAMBDA-CIALOTRINA E CLORANTRANILIPROLE-

Informações Médicas

Grupo químico Piretróide (Lambda-Cyhalothrin)


Antranilamida (chlorantraniliprole)
Classe CLASSE II – ALTAMENTE TÓXICO
toxicológica
Vias de absorção Oral, inalatória, e dérmica.
Toxicocinética Lambda-Cyhalothrin: Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram
que a principal via de absorção foi oral, sendo as demais secundárias.
Após a administração oral, a absorção foi da ordem de 50% da dose
administrada, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores
níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O Lambda-cyhalothrin
foi principalmente metabolizado através de hidrólise da ligação de éster,
oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua totalidade, após
48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela
clivagem da ligação éster. Após a administração dérmica não foram observados
achados hematológicos, clínicos ou histopatológicos que pudessem ser
atribuídos à administração do produto.
14
Clorantraniliprole: A absorção de C-DPX-E2Y45 foi rápida, com picos de
concentração ocorrendo em 5 a 12 horas após a administração de dosagem
baixa ou alta (10 ou 200 mg/kg pc). A absorção percentual diminuiu após a
administração da dosagem alta. As meias-vidas de eliminação plasmática
variaram de 38 a 82 horas. A distribuição da dosagem absorvida nos tecidos foi
ampla e indicou baixo potencial para acumulação. Os resíduos em tecidos foram
maiores nos ratos fêmeas do que nos ratos machos, coerente com o fato dos

10
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

ratos fêmeas apresentarem meia-vida de eliminação mais longa e uma maior


AUC (área sob as curvas de concentração de plasma [Area Under Plasma
Concentration Curves]) plasmática. A excreção foi substancialmente completa
após 48 a 72 horas após a dosagem. A excreção fecal foi a via principal de
eliminação, seguida pela urina, sem excreção significativa por exalação. O
metabolismo da dose absorvida foi extenso.
Mecanismos de Lambda-Cyhalothrin: Atua como estimulante nervoso, especialmente nos nervos
toxicidade sensoriais modificando as características da passagem dos canais de sódio
sensíveis à voltagem, em membranas neuronais de mamíferos e invertebrados.
Clorantraniliprole: Não é conhecido o mecanismo de toxicidade para os
humanos.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas
correspondentes e exclusão racional de outras eventuais doenças.

Sintomas em casos de intoxicações leves a moderados por piretróides podem


incluir: parestesia anormal, pápulas ou dermatite de contato, e sintomas como
dor de cabeça, náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas
podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de
consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnóstico só
pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabólitos nos
fluidos corpóreos.
Tratamento Cessar a exposição, remover a pessoa do local de derrame ou outra forma de
contaminação.
Ver item Primeiros Socorros acima.
Antídotos ou tratamento médico: Não há antídoto específico. O tratamento deve
ser sintomático em função do quadro clínico.
No caso de contato com a pele/olhos: descontaminação
No caso de ingestão acidental: caso se considere que a quantidade de produto é
menor que a dose potencialmente tóxica, empregar medidas terapêuticas de
suporte. Usar carvão ativado para descontaminação gastro-intestinal. Se a
lavagem gástrica for considerada necessária, prevenir aspiração.
Tratamento de parestesia: tendo sido defendido que o uso de cremes contendo
Vitamina E ou óleos aliviam os sintomas de parestesia. No entanto não há
evidências conclusivas de que estes tratamentos sejam efetivos. Na maioria das
pessoas, os sintomas serão leves em casos e irão regredir espontaneamente,
geralmente dentro de 24 horas.

Contra-indicações Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento


dos intoxicados com este produto.

A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de


pneumonite química.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7044304

11
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:


Lambda-cialotrina: estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de
absorção foi oral, sendo as demais secundárias.
Após a administração oral, a absorção foi da ordem de 50% da dose administrada, o produto se
distribuiu pela maioria dos tecidos e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido
adiposo. A Lambda-cialotrina foi principalmente metabolizada através de hidrólise da ligação de éster,
oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua totalidade, após 48 horas, na forma
de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da ligação éster.
Após a administração dérmica não foram observados achados hematológicos, clínicos ou
histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração do produto.

Clorantraniliprole: a absorção de 14C-DPX-E2Y45 foi rápida, com picos de concentração ocorrendo


em 5 a 12 horas após a administração de dosagem baixa ou alta (10 ou 200 mg/kg pc). A absorção
percentual diminuiu após a administração da dosagem alta. As meias-vidas de eliminação plasmática
variaram de 38 a 82 horas. A distribuição da dosagem absorvida nos tecidos foi ampla e indicou baixo
potencial para acumulação. Os resíduos em tecidos foram maiores nos ratos fêmeas do que nos ratos
machos, coerente com o fato dos ratos fêmeas apresentarem meia-vida de eliminação mais longa e
uma maior AUC (área sob as curvas de concentração de plasma [Area Under Plasma Concentraion
Curves]) plasmática. A excreção foi substancialmente completa após 48 a 72 horas após a dosagem.
A excreção fecal foi a via principal de eliminação, seguida pela urina, sem excreção significativa por
exalação. O metabolismo da dose absorvida foi extenso.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:


AGUDOS:
DL50 aguda oral para ratos: 550 mg/kg peso corpóreo (intervalo de confiança 380,9 a 1710 mg/kg).
DL50 aguda dérmica para ratos: maior que 5000 mg/kg peso corpóreo.
Irritação dérmica: Levemente irritante a pele de coelhos.
Irritação ocular: Levemente irritante aos olhos dos coelhos.
Toxicidade aguda inalatória: CL50 - 4 horas é superior a 2,91 mg/L
Sensibilização dérmica (cobaias): não sensibilizante

CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:


Lambda-cialotrina: estudos realizados com camundongos resultou em um nível sem efeito de 20 ppm,
para camundongos mantidos durante 104 semanas em dietas contendo várias concentrações do
produto.
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no
sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas.
Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os
estudos de carcinogenicidade.

Clorantraniliprole:
Não foram observados efeitos adversos no estudos de dieta subcrônicos em ratos, camundongos e
cachorros. Houve um descréscimo no ganho de peso corporal nas doses altas num estudo de dieta
de 28 dias em camundongos e num estudo dérmico de 28 dias em ratos. Houve o aparecimento de
focos eosinofílicos no fígado conjuntamente com hipertrofia hepatocelular em camundongos ao final
do estudo de 18 meses na maior dose testada.
Estudos em animais realizados com o Clorantraniliprole Técnico não provocaram efeitos
carcinogênicos, neurológicos, reprodutivos ou no desenvolvimento.
Testes realizados com o Clorantraniliprole Técnico não causaram danos genéticos em culturas de
células de bactérias ou de mamíferos.

12
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:
 Este produto é:
X - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).

- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


 Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL no meio ambiente.
 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
 Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 Não utilize equipamento com vazamento.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
 Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
 Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
 Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


 Isole e sinalize a área contaminada.
 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS
LTDA. - telefone de emergência: 0800-704 4304.
 Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

13
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

 Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
 Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado
no rótulo para a sua devolução e destinação final.
 Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante, conforme indicado acima.
 Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
 Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
 Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

14
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

15
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO


FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

16
Guia de Produtos – Dezembro de 2012

INFORMAÇÃO DE RESTRIÇÕES NO ESTADO DO PARANÁ – AMPLIGO.


Situação atual: Liberado com restrição de uso
1) No alvo biológico:
COM
RESTRIÇÃO DE
USO Citros: Aleurocanthus woglumi (Mosca-negra).

17

Você também pode gostar