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Traumatismos e Cirurgias em Odontopediatria

Resumo odontologia
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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Luiza Schlottfeldt Stein

ATO 25

• Duplicação

I
Traumatismos em Dentes radicular
Decíduos • Dilaceração
radicular
- Principais causas dos traumatismos em • Falta de formação
dentes decíduos são por: radicular
1. Queda da própria altura o Alteração Corono-radicular
2. Acidentes automobilísticos • Raiz angulada e
3. Violência coroa com
4. Esporte problema
- Fatores que favorecem o trauma: • Falta de formação
✓ Overjet acentuado do germe
✓ Selamento inadequado dos lábios - Piores traumas em dente decíduo para
✓ Mordida aberta anterior alteração do germe= INTRUSÃO E AVULSÃO
✓ Pacientes com necessidades - TIPOS DE FRATURA
especiais 1. Fratura de esmalte
✓ Obesidade 2. Fratura de esmalte e dentina
✓ Hábitos de sucção nutritivos e não 3. Fratura de esmalte e dentina com
nutritivos envolvimento pulpar
- Reações dos dentes decíduos 4. Fratura corono-radicular
✓ Alteração da coroa 5. Fratura corono-radicular com
o Cinza= necrose envolvimento pulpar
o Branco opaco= calcificação 6. Fratura radicular
do canal (polpa viva) 7. Fratura alveolar
✓ Necrose pulpar - TIPOS DE TRAUMAS
o Alteração na coroa não 1. Concussão
demonstra que houve 2. Subluxacao
necrose 3. Extrusão
o Necrose e vista por sinais 4. Luxação lateral
clínicos ou radiográficas 5. Intrusão
• Clínicos= fistula o Radiografia para confirmar
• Radiografico= lesão intrusão
periapical o Aguardar reerupcao
✓ Alteração no germe do sucessor 6. Avulsão
permanente o Radiografia para confirmar
o Depende: avulsão
• idade do paciente o Não se reimplanta dente
• Tipo de trauma decíduo, pode causar danos
• Energia e direção ao sucessor permanente
do impacto 7. Infração
• Estágio de - Fraturas em dentes permanentes devemos
desenvolvimento sempre fazer boa técnica restauradora
do dente ✓ Avulsão de dentes permanentes=
permanente guardar em local adequado (leite) e
sucessor reimplantar
o Alterações na coroa - Pedir aos pais da criança observarem
• Hipocalcificacao desfechos desfavoráveis
• Hipoplasia ✓ Cor do dente
• Dilaceração ✓ Mobilidade
coronária ✓ Aparecimento de fistula
o Alteração na raiz
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

Cirurgia em Odontopediatria

I
o Anquilose/ dentes decíduos
retidos ou impactados
- Cirurgias em odontopediatria tenho que o Dentes supranumerários
avaliar a necessidade, oportunidade e (doenças ou síndromes)
técnica o Má posição dentária
- EXODONTIA - ODONTOMA
✓ Mais realizado em odontopediatria ✓ Tumores odontogenicos benignos
✓ Indicações ✓ Composto= vários dentes
1. Destruições coronárias ✓ Complexo= massa desorganizada
externas ✓ Sinais clínicos
2. Restos radiculares o Retardo de erupções de
3. Reabsorções patológicas dentes permanentes
4. Perfuração do assoalho o Retenção prolongada de
pulpar dentes decíduos
5. Retenção prolongada o Aumento de volume do
6. Alveolise rebordo alveolar
o Raiz exposta - ULOTOMIA/ ULECTOMIA
o Parece fistula ✓ Remoção de tecido gengival que
7. Anquilose reveste a face incisal ou oclusal da
o Fusão entre dente coroa de um dente não irrompido
e osso alveolar ✓ Ulotomia= somente incisão sem
8. Rompimento da cripta remoção de tecido
óssea ✓ Ulectomia= remoção de porção de
9. Dentes supranumerários tecido gengival através de uma
o Podem retardar ou janelinha oval ou elíptica
impedir a erupção ✓ Quando fazer?
da serie normal de o Dentes que não conseguem
dentes romper a barreira gengival
10. Erupção ectópica o Cistos ou hematomas de
o Dente bem erupção
reabsorvido - FRENOTOMIA/ FRENECTOMIA
o Coloração rosa ✓ Remoção cirúrgica de freios linguais
✓ Cuidado fórceps, alavanca e ou labiais
curetagem!!! ✓ Frenotomia= somente incisão sem
- DENTES NATAIS OU NEONATAIS remoção de tecido
✓ Natal= nasceu com dente ✓ Frenectomia= remoção de tecido
✓ Neonatal= cresceu logo que nasceu ✓ Indicacoes
✓ Pode ter mobilidade ou causar o Ortodônticas
úlceras de ruga fede o Diastemas
✓ Tratamento o Periodontais
o Mobilidade= extração o Amamentação
o Sem mobilidade= desgaste o Fonação
de bordos ✓ Freio labial
- DENTES NÃO IRROMPIDOS o Nunca fazer em dentes
✓ Dentes que não erupcionam no decíduos
tempo normal o Sempre ser o mais
✓ O que pode gerar? conservador para que freio
o Dilaceração coronária ou faça sua função de
radicular sustentação labial
o Inclinação anormal ou o Anestesia em X e corte em
aglomeração dentaria losango
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

I
✓ Freio lingual ✓ Associar anti-inflamatórios em
o Função cirurgias mais cruentas
• Permite a ✓ Prescrição de antibiótico apenas se
mobilidade da houver infecção pré cirúrgica ou
língua osteotomia
• Cria a concha e a ✓ Orientar aos cuidadores quanto ao
vedação na hora da risco de úlcera traumática na região
amamentação anestesiada por mordedura
• Guia o bolo acidental
alimentar
• Articulação de
fonemas Hipomineralizacao Molar
o Anquiloglossia= língua Incisivo (HMI) e
presa hipomineralizacao Molar
• Limitação de Decíduo (HMD)
movimento
• Para RN da - Hipomineralizacao molares decíduos
problemas na (HMD)
amamentação ✓ Defeito de esmalte que ocorre em
• Crianças e adultos dentes decíduos
afetam mastigação, ✓ Embora a presença de segundos
deglutição e fala molares decíduos com
o Teste de bristol para Hipomineralizacao (HMD) possa ser
considerar nível de considerada um indicativo de HMI,
Anquiloglossia a ausência deste defeito na
• 0-3 Anquiloglossia dentição decídua não exclui a
• 4-5 acompanhar possibilidade de ter HMI em dentes
• 6-8 normal permanentes
- MUCOCELE E RÂNULA
✓ Aumento de volume mucoso - Hipomineralizacao Molar Incisivo (HMI)
✓ Mucocele= maior recorrência em ✓ Defeito qualitativo dos tecidos
lábio inferior por traumas de dentarios
mordida ✓ Características
✓ GRânula= ducto salivar do assoalho o Manchas bem localizadas
bucal o Opacidade com coloração
✓ Tratamento branca, creme, castanhas
o Enucleação ou amarelas bem escuras
o Exérese o Superfície lisa com
o Masupializacao espessura normal
- Após qualquer procedimento cirúrgico o Assimétrico e bordas bem
✓ Controle da dor deve ser realizado demarcadas entre esmalte
desde a anestesia até o pós- sadio e afetado
operatório ✓ Dentes mais porosos impactando
✓ Realização de uma correta técnica na saúde bucal
anestésica e o caminho para o o Fraturas pós erupção
sucesso o Cáries dentarias
✓ A correta prescrição de o Hipersensibilidade
medicamentos é fator indispensável o Tratamento restauradores
✓ Escolher o analgésico que a criança atípicos
está acostumada a tomar o Perda de restaurações
o Exodontia
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

I
✓ Etiologia indefinida
✓ Ocorre durante os 3 primeiros anos - GRÂNULOS DE FORDYCE
de vida da criança por algum ✓ Glândulas sebáceas ectopicas
distúrbio sofrido ✓ Sem tratamento
✓ Tratamento ✓ Ocorrência em:
o Tratamento preventivo o Mucosa jugar
• Higiene/ dieta o Lábio
• Verniz com flúor o Eminência retromolar
• Selantes - MORDISCACAO
o Redução imediata da dor e ✓ Morsicatio baccarum (morder a
sensibilidade bochecha)
o Viabilidade do dente a ✓ Localizações
longo prazo o Mucosa jugar
o Restaurações com o Lábio
materiais adesivos o Língua
• Resina composta - QUELITE ANGULAR
• Cimento de ✓ Comissura labial
ionomero de vidro ✓ Relacionada a deficiência de
(mais utilizado) vitaminas (ferro principalmente),
respiração bucal, lambeduras,
candidíase e imunossupressão
Lesões Bucais na Infância ✓ Tratamento= Antifúngico
- QUEIMADURA QUÍMICA
- Lesões que podem ser encontradas na ✓ Exposição a substâncias químicas
cavidade oral de crianças e afetar sua ✓ Irritação, ardência, vermelhidão,
qualidade de vida inchaço e formação de bolhas/
- CISTOS DE INCLUSÃO ulceração
✓ Pápulas assintomáticas ✓ Tratamento depende da reação que
✓ Podem ser múltiplas com tamanho obtiver
de 1 a 3mm o Triancinolona acetonida
✓ Brancas- acinzentadas (corticoide)
- LESÕES DE RIGA FEDE o Laser
✓ Ulceração traumática na superfície - LÍNGUA GEOGRÁFICA
ventral da língua comumente ✓ Manchas vermelhas com halo
associada a dentes natais e branco
neonatais ✓ Perda das papilas filiformes
✓ Tratamento ✓ Associada a asma, diabetes, rinite e
o Mobilidade do dente= psoríase
extração ✓ Sem tratamento
o Ausência de mobilidade= o Não comer alimentos
alisamento de bordos ácidos
o - LÍNGUA FISSURADA
- CANDIDÍASE ORAL ✓ ulcos que variam profundidade
✓ Fúngica ✓ Fonte de halitose
✓ Pode estar associada ao uso de ✓ Associada a síndrome de down
antibióticos e corticoides ✓ Tratamento
o Bombinha sem lavar a boca o Raspador de língua
após - LÍNGUA PILOSA
o Chupeta/ mamadeira sem ✓ Cobertura esbranquiçada espessa
lavar bico pelo alongamento das papilas
✓ Tratamento= Antifúngico filiformes
✓ Tratamento
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

o Raspador de língua Hábitos Orais

I
- ÚLCERAS AFTOSAS RECORRENTES
✓ Úlceras dolorosas - Tipos de Hábitos
✓ Localização em mucosa não 1. Aleitamento materno
ceratinizada o Exclusivo até os 6 meses e
✓ Tratamento complementar até os 2
o Triancinolona acetonida anos
o Laser o Proporciona correto
- GENGIVO ESTOMATITE HERPÉTICA desenvolvimento orofacial
PRIMÁRIA e mandibular
✓ Primeira exposição ao HSV1 2. Mamadeira
✓ Crianças mais suscetíveis por conta o Flacidez dos músculos
da falta de imunidade periodal e da língua,
✓ Vesículas no lábio que rompem e gerando uma instabilidade
formam úlceras na deglutição
✓ Características o Não estimula correto
o Febre desenvolvimento orofacial
o Mal-estar 3. Chupeta
o Linfoadenopatia o Mais frequente
o Criança não quer comer e o Fator de risco para
nem se alimentar aleitamento materno
✓ Tratamento o Impede o desenvolvimento
o Hidratação maxilar
o Controle da dor 4. Sucção digital
o Clorexidina 0,12% o Pelo dedo estar sempre
o Laser presente com a criança,
- HERPES SIMPLES RECORRENTE mais difícil de interromper
✓ Reativação do vírus do herpes o Mais prejudicial para
✓ Tratamento com antiretrovirais desenvolvimento oclusal
o Aciclovir 5. Onicofagia
o Laser o Roer unha
- SÍNDROME MÃO-PE-BOCA o Liberar tensão e ansiedade
✓ Alta contagiosidade de transmissão
fecal-oral e respiratória, causada
pelo vírus caxsackie o Gera:
✓ Presença de vesículas na boca, • Trincas
língua e erupção papudo vesicular • Fraturas de esmalte
nos pés e mãos • Mordida aberta
✓ Tratamento anterior
o Hidratação 6. Bruxismo
o Controle da dor o Apertar ou ranger os dentes
o Clorexidina 0,12% o Desgastes dentários e dor
o Laser na articulação
- HPV temporomandibular
✓ Verrugas na boca o Tratamento multidisciplinar
✓ Sugere violência sexual nas crianças • Higiene do sono/
✓ Boca pode mostrar primeiros sinais placas
miorrelaxantes
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

I
7. Respirador bucal ✓ Antibiótico de escolha
o Postura inadequada da ✓ Amoxicilina
língua e o 250mg/ml
subdesenvolvimento da o Posologia de 25-50mg por
maxila kg de 8/8/h
o Pessoas mais cansadas o Regra prática= peso da
8. Postural criança/ 3
o Apoio dos braços o De 7 a 10 dias
segurando o rosto ✓ Uso profilático Amoxicilina
o Mordida cruzada unilateral o 50mg/kg 1h antes do
posterior procedimento
9. Deglutição atípica o Frasco de 250mg/5ml
o Por interposição lingual - AMOXICILINA + CLAVULANATO DE
o Por interposição labial POTÁSSIO
✓ Clavulin, novamox
✓ Suspensão oral 125mg e
Terapia Medicamentosa 250mg/5ml
✓ Posologia em crianças
- Ações dos medicamentos o 1 a 5 anos = 125mg/5ml
✓ Analgésicos • 5 ml de 8/8h
✓ Anti inflamatórios o 6 a 12 anos = 250mg/5ml
✓ Anti bacteriana • 5ml de 8/8h
✓ Anti fúngica ✓ Tempo de uso de 7 a 10 dias
✓ Anti virais ✓ Associação de antibióticos deve ser
- ACETOMINOFENO utilizada apenas em situações
✓ Uso máximo de 5 dias e não mais especiais
que 5 administrações a cada 24h o Insucesso do tratamento
✓ Gotas de 200mg/ml com drogas padronizadas
o 1 gota por kg - AZITROMICINA
✓ Quais medicamentos ✓ Suspensão oral de 200mg/5ml
o Tylenol, paracetamol frasco de 600mg em 24/24h
- DIPIRONA ✓ Posologia de 10mg por kg
✓ Apresentação 500mg/ml o Peso/4
o 6-15mg por kg de 6/6h ✓ Usar de 3 a 5 dias 1x ao dia
o 0,5-1 gota por kg ✓ Uso profilático
✓ Nome comercial o 15mg/kg 1 h antes do
o Novalgina procedimento
- ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO o 200mg/5ml
✓ Não usado em crianças pela - Quando utilizamos antibiótico em
síndrome de reye odontopediatria?
✓ Quais são eles: ✓ Infecção local com manifestação
o AAS infantil e aspirina sistêmica
- ANTI INFLAMATÓRIOS A BASE DE ÁCIDO ✓ Abcesso de evolução aguda
PROPIÔNICO ✓ Traumatismo com chance de
✓ Quais são: contaminação
o Naproxeno ✓ Uso profilático
o Ibuprofeno - Em caso de fístula a terapia local é
✓ Ibuprofeno= alivium suficiente para resolução
o 100mg/ml ✓ Via de exteriorizar infecção ao meio
o 1 gota por kg de 6/6h externo

- PENICILINA - Outros medicamentos


Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

I
✓ Nistatina
✓ Corticoide
✓ Clorexidina 0,12%
- Drogas com fator de risco a cárie
✓ Xerostomicas
o Anti histaminico
o Aerolin
✓ Alto teor de açúcar
o Vitaminas
o Antibióticos
o Xaropes
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

Urgências em Odontopediatria o

I
Se errar diagnóstico, errei
tudo
- Urgência X e emergência  Exame do paciente
 Emergência= risco a vida do  Origem
paciente  Protocolos que vai ser utilizado
 Urgência= sem risco a vida o Restaurações para recobrir
o Prioridades o Abertura coronária
o Motivos da consulta - Será que preciso medicar em algumas
- Quais são as prioridades em situações?
odontopediatria?  Medicação receitamos depois de
1. Dor intervir como dentistas
o Traumas  Medicação e prescrição dependem
o Cáries do:
- A urgência geralmente esta envolvida com o Peso
dores em: o Idade
 Polpa dentaria o Alergia
 Tecidos moles o Caso da criança
o Gengiva  Paciente com trismo= não consegue
 Tecidos duros abrir a boca, como vou intervir?
o Alveolodentaria o Esperar desinchar e
 Pós-operatórias melhorar
- Gengivo estomatite herpética primaria e o Uso de medicação
síndrome mão, pé e boca são muito o Posteriormente realizar
acometidas nas crianças, causando muita tratamento odontológico
dor - CÁRIE
 Tratamento  Pacientes com dor no dente
o Hidratação decíduo
o Analgésicos  Tipo de dor
o Clorexidina 0,12% o Provocada
o Laser terapia  Tratamento
o Omicilon (triancinolona Conservador
acetonida)  Proteção pulpar
- RETENÇÃO PROLONGADA direta ou indireta
 Dente muito mole e que não cai o Continua
 Dói pois  O que fazer?
o Não higieniza o Exames complementares
o Não quer comer alimentos necessários (radiografia)
naquele lado da boca e o Ver se tem envolvimento
alimentos dutos pulpar
 Tratamento  Determina se farei
o Fadinha do dente vai tratamento
aparecer conservador ou
o Remoção do dente radical
- ÚLCERAS POR APARELHO ORTODÔNTICO  Não se faz teste de vitalidade
 Aparelho roçando na gengiva e pulpar= criança não tem
machucando paciente maturidade para dizer como foi a
 Tratamento sua percepção
o Até sessar a lesão - Diferentes tipos de hidróxido de cálcio
 7 a 10 dias  Proteção pulpar direta= pasta de
o Omicilon pomada hidróxido de cálcio PA (pró-análise)
- Quando temos uma urgência, o que fazer? e depois dical= cimento de
 Diagnóstico hidróxido de cálcio
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

 Proteção pulpar indireta= dical - As principais causas de procura do pronto

I
(cimento de hidróxido de cálcio) socorro são por conta de lesões de carie em
 Ultracal= medicação intra canal em dentes decíduos e o tratamento mais
pasta para colocação dentro do realizado foi a exodontia simples
canal radicular - Alto grau de dificuldade para realizar
- TRATAMENTOS PULPARES procedimento de urgência em
 Pulpotomia odontopediatria
o Remoção completa da
polpa coronária do tecido
pulpar de um dente com
vitalidade e a manutenção
da polpa radicular
 Pulpectomia
o Extripação da polpa
coronária e radicular e
obturação dos canais
- Manejo comportamental
 Como paciente pode agir?
o Cooperativo
o Comportamento
parcialmente cooperativo
o Falta de capacidade
cooperativa
 Autocontrole
o Ambiente confiável
o Escolher as palavras
cuidadosamente
o Comportar-se de forma
consistente e previsível
o Tom de voz firme e não
acusador
o Ficar atendo a estabilidade
familiar
o Padrões de linguagem que
encorajem a autoavaliação
 Abordagens linguísticas
o Sugestão
 Comunicação não
verbal
 Reforço positivo
o Persuasão
 Dizer-mostrar e
fazer
 Distração
o Coação moral
 Controle da voz
 Abordagens físicas
o Contenção física
o Estabilização protetora
 Abordagem farmacológica
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

Sedação em Odontologia

I
o ASA 4, 5 e 6

- Quais as formas de fazer uma sedação? Sedação Anestesia


1. Sedação inalatoria Profunda Geral
2. Sedação medicamentosa Capacidade Responde a Incapaz
3. Anestesia geral de Resposta estímulos mesmo com
- Sedação= técnica na qual um ou mais repetidos ou estímulos
fármacos são empregados para induzir um dolorosos
estado de depressão do sistema nervoso Via aérea Intervenção Intervenção
central pode ser requerida
- Quando falamos sobre sedação, necessária
precisamos saber diferenciar algumas coisas Ven lação Pode ser Frequentemen
 Sedação consciente espontânea inadequada te inadequada
o Paciente preserva reflexos Função Normalmente Pode ser
protetores cardiovascular mantida comprometida
o Manutenção do processo
respiraria com resposta a - Quais os tipos de sedação
estímulos físicos e 1. Iatrosedacao
comandos verbais o Sedação consciente
o Sedação mínima e o Adaptação
moderada comportamental
o Paciente ASA 1 e ASA 2 o Forma de manter paciente
 Paciente ASA 3 2. Hipnose
avaliar o Sedação consciente
o Regulamentada
Ansiolise de Sedação 3. Anestesia local
sedação moderada o Sedação consciente
mínima (sedação 4. Oral e retal
consciente) o Sedação consciente
Capacidade Resposta Resposta o Não fazemos muito a retal
de resposta normal a intencional a 5. Oxido nitroso
estimulação estimulação o Sedação consciente
verbal verbal ou tátil 6. Intra nasal
Via aérea Não afetado Nenhuma o Sedação consciente
intervenção 7. Intra-venosa
necessária o Sedação consciente
Ven lação Não afetado Adequado o Tem que ter custo para
espontânea fazer
Função Não afetado Normalmente o Teoricamente dentistas
cardiovascular mantido podem realizar, porém não
somos ensinados sobre na
 Sedação profunda e anestesia geral faculdade
o Não se faz em consultório 8. Anestesia geral
odontológico o Sedação insconsciente
 Realizado em 9. Anestesia geral inalatoria
ambiente o Sedação inconsciente
hospitalar 10. Intubação traqueal
o Tanto na profunda quanto o Sedação insconsciente
na geral tenho situações - OXIDO NITROSO
que podem estar  Gás do riso= gás hilariante
prejudicadas
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

 1844 descobriram que pessoa não o Válvulas

I
sente dor quando está sobre efeito  Preparo/ orientações para
de oxido nitroso utilização
 A essência do que usamos hoje no o Refeições leve 2 horas antes
máximo: do procedimento
o 70% de oxido nitroso  Suco
o 30% de oxigênio  Sem uso de leite e
 A partir de 1938 foi a retomada da derivados
utilização de oxido nitroso  Técnica
o Óxido nitroso gera conforto o Início do paciente
o Mas precisamos sempre utilizando 100% de
fazer a testes dia oxigênio- 3 a 5 minutos
 Precisamos ter a o Adultos 5 a 6L/min
não condução de o Crianças 4 L/min
estímulos nervosos o 10% a cada minuto de oxido
 Óxido nitroso usado para ansiedade nitroso, até que o nível de
e não como anestésico sedação ideal seja
 Para poder usar oxido nitroso= observado 30% até no
necessitada de de curso de máximo 70%
habilitação de 96 horas aula o No final administrar 100%
 Indicação de uso: de oxigênio
1. Ansiedade  Sedação ideal que queremos após
2. Pacientes sistemicamente uso de oxido nitroso
comprometidos o Responsivo
3. Reflexo de náuseas e o Relaxamento
vômito o Vibração pelo corpo
 Contra indicações o Redução do reflexo de ânsia
1. Personalidade compulsiva o Movimentos reduzidos de
2. Claustrofóbicos membros e pálpebras
3. Crianças com problema o Analgesia dos tecidos
comportamental moles
4. Transtorno de o Perda de noção de tempo e
personalidade grave espaço
5. Infecções do trato o Formigamento de lábio,
respiratório superior ou mãos e pés
doenças respiratórias o TX respiratória normal
agudas o Sensação de calor, rubor
6. Paciente que não quer facial
7. Gravidez o Lacrimejamento- olhos
8. Pacientes com DPOC brilhantes
(enfisema, bronquite o Sons parecem distantes
severa)  Consequências da sobre sedação
9. Pacientes que passaram o Sonolência (fechar os olhos
por quimioterapia com e boca)
agente BLEOMICINA há o Euforia
pelo menos 1 ano o Mal-estar
o Risco de fibrose o Náuseas e vomito
pulmonar o Inquietude
 Equipamentos o Confusão visual e olhar
o Máscara parado
o Misturador e mangueira o Sensação de perda de
o Balão reservatório controle
Luiza Schlottfeldt Stein
ATO 25

I
o Letargia - Nem toda a sedação vai dar certo, única via
o Riso e sonhos titulavel é a intravenosa, a qual não fazemos
o Aumento da TX respiratória muito
o Transpiração excessiva - Medicação para choque anafilático=
o Lacrimejamento excessivo epinefrina
o Zumbidos no ouvido - ANESTESIA GERAL
- Vias de administração do sedativo  Indicações
 Intranasal 1. Não colaboradores por
 Intra muscular imaturidade psicológica e
o Garantia que tenho via que ou emocional
proporcione a sedação 2. Problemas físicos e mentais
o Pode gerar amnésia 3. Extremamente não
o Utilizado em crianças que cooperativas
não querem tomar 4. Necessidade de
comprimidos procedimentos complexos
 Oral 5.
o Xarope solução  Contra indicações
o Dissolução do comprimido 1. Alergias a anestésicos e
- Sempre ter alguém para fazer o doenças respiratórias
procedimento e outra pessoa para sedar o graves
paciente 2. Obesidade mórbida
 Cada um deve estar controlando e 3. Hipertensão não
monitorando o que está fazendo controlada
- SEDAR  Medicamentos- sedativos e
 Por que sedar? anestésicos
o Ansiedade e medo o Sevofluorano
o Procedimentos invasivo e o Propofol
prolongados o Fentanil
o Fobia extrema o Não dispensando o uso de
o Redução da sensibilidade anestésicos locais
o Comprometimento  Vantagens
sistêmico o Tratamento odontológico
 Sedação e as especialidades em uma visita
odontológicas o Melhora na qualidade de
o Implantes vida- tem impacto positivo
o Cirurgias  Desvantagens:
o Endodontia o Custo
o Pacientes especiais o Risco em idade precoce
o Odontopediatria - Consultório sempre equipado para TUDO,
- As evidências mostram que é seguro sedar intercorrências podem acontecer
pacientes, porém precisamos ser - O que devo ter quando estou trabalhando
habilitados para fazer isso com saúde?
- Importante!!!  Kit de medicamentos
 Anestesia lenta  Ambu
 Aspiração antes de anestesiar  Desfibrilador
 Sobredosagem  Oxigênio
 Conhecer o anestésico local que vai  Medicações para situações de
ser utilizado emergencia
 Entender o vasocontritor  Monitorador de sinais vitais
 Sedação é segura e precisamos
respeitar os LIMITES

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