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Reproducao e Ciclos de Vida 11oano

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Reprodução e ciclos de vida 11ºano

Biologia 10 ano (Escola Secundária Avelar Brotero)

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
REPRODUÇÃO E CICLOS DE VIDA

Produção de ATP e mitose nos ovos de ouriço do mar

Os requisitos para a síntese de ATP durante as várias fases da mitose foram investigados em ovos do
ouriço-do-mar, Strongylocentrotus purpuratus.
A inibição da respiração foi conseguida através da utilização de monóxido de carbono (CO) em determinadas
condições de luz e foi determinada por análise dos níveis de ATP, usando como indicador a luciferina-luciferase.
A consequente inibição da mitose foi determinada por análise da sua taxa de conclusão.
Verificou-se que variando os graus de inibição por CO, os níveis de ATP produzido variavam, condicionando a
progressão das mitoses. Os dados indicam, principalmente, que a mitose depende da síntese e da utilização
contínua de ATP.
Materiais e métodos:
Ovos de ouriço-do-mar, no mesmo estádio de desenvolvimento, foram colocados em água do mar em três tubos
cilíndricos transparentes. Dez minutos antes da inibição, um dos tubos foi iluminado com uma luz branca, outro
com uma luz verde e o terceiro foi colocado na escuridão. Ao fim deste tempo, uma mistura de 97% de CO e 3%
de ar foi borbulhada através de um pequeno tubo, na parte inferior dos cilindros, a uma taxa constante de 250
cm3 / minuto(1). Todas as outras condições físico-químicas foram mantidas constantes nos três tubos.
A cada cinco minutos foram recolhidas amostras, com uma seringa hipodérmica, aspirando-se acima do nível de
suspensão dos ovos. Estas amostras foram submetidas a ensaios de luciferina-luciferase, para determinação da
quantidade de ATP produzido, e preparadas para observação microscópica da fase da mitose em que se
encontravam os ovos.
Os resultados obtidos estão expressos nos gráficos A e B da figura 2.
Duração das fases da mitose (min)

Telofase

Fim da anafase

Início da anafase
ATP (%)

Metafase
Fim da
profase

Profase

Tempo após a inibição por CO (min)

(A)
Tempo após a inibição por CO (min)

(B)
Figura 2 – O gráfico A apresenta a variação da produção de ATP após a inibição da respiração por CO. O gráfico B
representa a variação do ritmo da progressão da mitose em função do tempo da inibição por CO.

(1)
Esta mistura de gases tem a vantagem de permitir que a respiração seja normal em condições de luz branca e
inibida no escuro.

Texto e imagens adaptados de Epel, D., “The effects of carbon monoxide inhibition on ATP level and the rate of mitosis in the sea urchin
egg”. The Journal of cell biology, 17(2), 315-319

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1. A ventilação dos ovos de ouriço-do-mar com monóxido de carbono na escuridão teve como efeito ______ o
consumo de O2, ______ a produção de ATP.
(A) aumentar (…) diminuindo
(B) diminuir (…) aumentando
(C) aumentar (…) aumentando
(D) diminuir (…) diminuindo

2. Na atividade experimental descrita no texto, _______ corresponde à variável independente e a taxa de


mitoses, à variável _______.
(A) o ATP produzido (...) independente
(B) o ATP produzido (...) dependente
(C) a luz (...) dependente
(D) a luz (...) independente

3. Nos ovos de ouriço-do-mar mantidos na escuridão verificou-se, ao fim de 30 minutos de inibição por CO,
que
(A) as mitoses não tinham ultrapassado o início da metafase.
(B) todas as suas células tinham originado novas células.
(C) a mitose ainda não se tinha iniciado.
(D) as células do ovo permaneciam em profase.

4. O dispositivo que funcionou de controlo experimental foi o que esteve


(A) exposto à luz verde, porque não ocorreram alterações nas mitoses dos ovos.
(B) exposto à luz branca, porque não ocorreu a inibição pelo CO.
(C) na escuridão, porque aumentou a produção de ATP.
(D) exposto à luz verde, porque as células deixaram de produzir ATP.

5. A partir da análise dos gráficos A e B é possível concluir que


(A) a luz verde não provocou alterações no ritmo das mitoses dos ovos de ouriço.
(B) no grupo de controlo o decorrer das mitoses foi alterado.
(C) em alguns dos ovos submetidos à luz verde ocorreu a ascensão polar de cromossomas-irmãos.
(D) na maioria dos ovos mantidos na escuridão ocorreu a citocinese.

6. Considerando os resultados indicados nos gráficos da figura 2, relacione a variação da produção de ATP pelas
células dos ovos com o desenrolar da mitose.

7. No ciclo de vida dos ouriços-do-mar, os ovos pertencem à_________, possuindo combinações


genéticas________ entre si.
(A) diplofase (…) idênticas
(B) haplofase (…) idênticas
(C) haplofase (…) diferentes
(D) diplofase (…) diferentes
8. Faça corresponder a cada letra das afirmações da coluna A, referentes às fases da mitose dos ovos de ouriço-
do-mar, o número do termo da coluna B que lhe corresponde. Utilize cada letra e cada número apenas uma
vez.
Coluna A Coluna B
1. Citocinese
a. Cisão do centrómero e início do encurtamento das fibrilhas do fuso acromático.
2. Anafase
b. Formação de um anel proteico contráctil e estrangulamento da membrana celular. 3. Telofase
c. Desorganização do fuso acromático e descondensação dos cromossomas. 4. Metafase
5. Profase

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
REPRODUÇÃO E CICLOS DE VIDA

9. Ordene as frases identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica dos
acontecimentos que ocorreram durante a formação dos gâmetas masculinos do ouriço-do-mar.

A. Formação de quatro espermatozoides com um cromossoma de cada par de homólogos.


B. Separação dos cromatídios do mesmo cromossoma para polos opostos da célula.
C. Emparelhamento de cromossomas homólogos seguido de crossing-over.
D. Replicação semiconservativa do DNA numa célula diploide.
E. Disposição dos bivalentes na placa equatorial do fuso acromático.

10. Uma das hipóteses a ser testada no procedimento experimental referido no texto defende a existência de um
reservatório de energia metabólica disponível no interior das células.
Explique de que modo os resultados obtidos refutam esta hipótese.

O MOSQUITO DA DENGUE

O Aedes aegypti, conhecido popularmente como mosquito-da-dengue, é proveniente de África, mais


precisamente do Egito, tendo sido introduzido nas Américas durante as primeiras colonizações europeias. Este
mosquito, que se alimenta do néctar das plantas, tem um ciclo de vida formado por quatro etapas básicas: ovo,
larva, pupa e adulto. Do ovo ao adulto, o período de desenvolvimento é de aproximadamente 10 dias (Figura 1).

Figura 1
Adaptado de http://www.biogents.com/cms/website.php?id=/en/traps/mosquitoes/tiger_mosquitoes.htm
[consultado em outubro de 2016]

Alguns dias após o início da fase adulta, o mosquito está apto para o acasalamento, que normalmente ocorre
durante o voo. Uma vez que a fêmea armazena o esperma na espermateca, basta uma cópula para que a
reprodução se concretize.
Além da destruição dos locais de criação do mosquito (calhas e outros recipientes onde se acumule água),
outras medidas podem e devem ser implementadas na luta contra o Aedes aegypti, como é o caso do controlo
químico (inseticidas) e biológico. Um exemplo de um método de controlo biológico consiste na utilização de uma
linhagem de mosquitos machos geneticamente modificados (mosquitos transgénicos), que são libertados na
Natureza para se reproduzir transmitindo um gene que provoca a morte dos descendentes antes de atingirem a
fase adulta.
Adaptado de Santos, Vanessa Sardinha dos, “Aedes aegypti – O mosquito-da-dengue”, Brasil Escola
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/animais/aedes-aegypti.htm> [consultado em outubro de 2016]

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1. A transmissão do vírus dengue ao ser humano ocorre _____ à postura de ovos e _____ à produção de óvulos
pela fêmea.
(A) previamente (...) previamente
(B) posteriormente (…) previamente
(C) previamente (…) posteriormente
(D) posteriormente (…) posteriormente

2. O mosquito Aedes aegypti é uma espécie _____________ com fecundação _________.


(A) unissexuada (…) externa
(B) hermafrodita (…) interna
(C) unissexuada (…) interna
(D) hermafrodita (…) externa

3. O ciclo de vida de Aedes aegypti é ____ e a meiose é _____.


(A) diplonte (…) pré-gamética
(B) haplonte (…) pós-zigótica
(C) diplonte (…) pós-zigótica
(D) haplonte (…) pré-gamética

4. O ciclo de vida do mosquito inclui uma fase aérea e uma fase aquática. A fase aquática inclui ______, que
pertencem à ______.
(A) as larvas e as pupas (…) haplofase
(B) as larvas e as pupas (…) diplofase
(C) apenas as larvas (…) haplofase
(D) apenas as pupas (…) diplofase

5. Assumindo-se numa célula de larva em G1 uma quantidade inicial de DNA de 2Q, pode considerar-se que,
num ciclo celular__________, as quantidades de DNA no núcleo da célula no período G2 e após a telofase
são, respetivamente, de _____.
(A) meiótico (…) 2Q e de 4Q
(B) mitótico (…) 2Q e de 4Q
(C) meiótico (…) 4Q e de 2Q
(D) mitótico (…) 4Q e de 2Q

6. Ao contrário dos machos, as fêmeas


(A) voam imediatamente após a eclosão dos ovos.
(B) realizam hematofagia, essencial para a maturação dos óvulos.
(C) não se alimentam de hidratos de carbono vegetais.
(D) alimentam-se de sangue, cujas proteínas são essenciais para atingirem o estado adulto.

7. Os embriões resultantes do cruzamento de fêmeas com os mosquitos transgénicos


(A) possuem no seu genoma um gene letal que herdaram do progenitor feminino.
(B) não atingem a idade adulta, pois no período S ocorre a duplicação do gene letal herdado do progenitor
masculino.
(C) morrem antes de atingirem a idade adulta por ativação do gene letal herdado do progenitor masculino.
(D) têm duas cópias do gene letal herdado do progenitor masculino, uma vez que o DNA sofre replicação após
a fecundação.

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
REPRODUÇÃO E CICLOS DE VIDA
8. Nas 15 horas após a postura, os ovos de A. aegypti adquirem rapidamente resistência à perda de água. Estudos
sugerem que os ovos permanecem viáveis e sem eclodir até aos 450 dias, uma vez que são extremamente
resistentes à dessecação.
Explique de que modo esta resistência dos ovos é uma vantagem adaptativa para o mosquito.

9. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência de acontecimentos que culminam na obtenção


de um mosquito Aedes aegypti transgénico.
A. Incorporação do gene letal no genoma dos mosquitos descendentes.
B. Desenvolvimento do embrião por mitose e diferenciação celular.
C. Formação da pupa que permanece perto da superfície da água.
D. Morte dos mosquitos por alteração genética.
E. Fecundação do óvulo pelo esperma armazenado na espermateca da fêmea.

10. Explique por que razão os cientistas decidiram criar apenas uma linhagem masculina de mosquitos
transgénicos para combater o agente transmissor do vírus dengue.

11. Faça corresponder a cada uma das afirmações, expressas na coluna A, a respetiva designação, que consta
da coluna B. Utilize cada letra e cada número apenas uma vez.
Coluna A Coluna B

a. Ascensão dos cromossomas-irmãos para os polos opostos do fuso 1. Anafase I


acromático. 2. Telofase I
b. Descondensação dos cromossomas e formação de dois núcleos 3. Anafase II
haploides.
c. Condensação máxima dos cromossomas e formação 4. Metafase II
da placa equatorial. 5. Telofase II

Ciclo de vida Entamoeba histolytica

Entamoeba histolytica é o protozoário responsável pela amebíase, uma doença grave no ser humano. Este
parasita é endémico em zonas com climas quentes em que as condições de saneamento e de higiene pessoal são
precárias. Nestas zonas do globo, é considerada a principal causa de morte por infeção parasitária. Estima-se que,
em todo o mundo, 500 milhões de indivíduos sejam infetados anualmente, com uma taxa de mortalidade na
ordem dos 0,02%.
A transmissão da infeção ocorre, geralmente, por via fecal-oral, pela ingestão de água ou de alimentos crus
contaminados por cistos de Entamoeba. Os cistos são redondos, com cerca de 5 a 25 micrómetros. Este parasita
é capaz de dividir o núcleo sem ocorrer divisão do citoplasma, formando células polinucleadas.
No intestino delgado, cada cisto dá origem a oito trofozoítos (com 6 a 40 micrómetros) que se deslocam por meio
de pseudópodes para o intestino grosso, onde podem formar úlceras na mucosa do cólon, viver de forma
comensal ou enquistar. O parasita E. histolytica pode ainda invadir a mucosa intestinal e produzir lesões fora do
intestino, especialmente no fígado.
Os sintomas surgem após um período de incubação que pode durar entre 2 dias até 4 semanas, podendo incluir
diarreia, dores abdominais, apendicite e abcessos no fígado, pulmões ou cérebro.
www.quali.pt/microbiologia/489-entamoeba-histolytica (consultado em outubro 2016, adaptado)

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Figura 1 – Ciclo de vida do parasita


Entamoeba histolytica.

1. Os trofozoítos da Entamoeba histolytica reproduzem-se de forma ____ e, ao contrário da mitose, não


ocorre ____.
(A) sexuada (…) divisão do material genético
(B) assexuada (…) formação do fuso acromático
(C) sexuada (…) formação do fuso acromático
(D) assexuada (…) divisão do material genético

2. A espécie E. histolytica é um protozoário anaeróbio. Relativamente a este grupo de organismos é possível


afirmar que são…
(A) … todos seres vivos pluricelulares.
(B) … formados por células procarióticas.
(C) … formados por células procarióticas e não dependem do oxigénio para o seu metabolismo.
(D) … formados por células eucarióticas e não dependem do oxigénio para o seu metabolismo.

3. O DNA da E. histolytica caracteriza-se por…


(A) … estar concentrado nos seus organelos.
(B) … ser constituído por uma única cadeia enrolada de nucleótidos.
(C) … possuir nucleótidos formados por um grupo fosfato, uma desoxirribose e uma base azotada.
(D) … replicar-se de forma conservativa.

4. A espécie E. histolytica apresenta…


(A) … diferenciação celular ao nível dos tecidos.
(B) … células com diferentes funções no seu ciclo de vida, nomeadamente os cistos e os trofozoítos.
(C) … apenas células indiferenciadas.
(D) … apenas células diferenciadas.

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
REPRODUÇÃO E CICLOS DE VIDA
5. Nos seres vivos eucariontes que se reproduzem de forma sexuada, a recombinação homóloga que ocorre na
meiose introduz variabilidade genética. O gene DMC1 é importante neste processo celular dos seres vivos
eucariontes. O gene DMC1 já foi identificado na E. histolytica e provou-se que conferia a capacidade de
induzir a recombinação homóloga dos cromossomas.
5.1. Selecione a opção que avalia corretamente as afirmações seguintes.
Afirmações
I. Os dados sugerem que a meiose poderá ocorrer ao longo do ciclo de vida da E. histolytica.
II. A recombinação homóloga não implica o emparelhamento dos nucleótidos do DNA.
III. A variabilidade genética só pode ser introduzida na reprodução sexuada.

(A) A afirmação II é verdadeira, I e III são falsas.


(B) A afirmação II é falsa, I e III são verdadeiras.
(C) A afirmação I é verdadeira, II e III são falsas.
(D) A afirmação III é verdadeira, I e II são falsas.

5.2. Nos ciclos de vida com reprodução sexuada, a meiose pós-zigótica ocorre nos seres ____ e nos organismos
diplontes a meiose é ____.
(A) haplontes (…) pré-gamética
(B) haplodiplontes (…) pré-gamética
(C) haplontes (…) pré-espórica
(D) haplodiplontes (…) pré- espórica

5.3. Estudos laboratoriais demonstram que a recombinação homóloga nas células de E. histolytica aumenta
quando as condições de crescimento não são as adequadas, tais como a falta de alimento no meio de cultura.
Explique este mecanismo de adaptação.
6. Ordene as letras de A a F, de modo a reconstituir a sequência cronológica do processo de meiose.
A. Troca de material genético em resultado do crossing-over.
B. Formação de duas células-filhas com valência nuclear n.
C. Formação de pontos de quiasma entre cromossomas homólogos.
D. Formação de quatro células com n cromossomas.
E. Migração dos cromossomas homólogos para os polos da célula.

7. Estabeleça a correspondência entre as afirmações da coluna A e os termos da coluna B. Utilize cada letra
apenas uma vez.

Coluna A Coluna B
A. Formação de RNA por complementaridade com a cadeia molde de DNA. 1. Transcrição
B. Aos codões do mRNA ligam-se, por complementaridade, os anticodões do 2. Processamento
tRNA que transportam um aminoácido específico. do pré-mRNA
C. Remoção dos intrões, ficando a molécula mais pequena e apta a migrar para o 3. Tradução
citoplasma. 4. Replicação
D. Divisão dos organelos e biossíntese de novas moléculas. 5. Fase G1
E. Os cromossomas atingem o máximo de condensação e alinham-se no plano 6. Prófase
equatorial. 7. Metáfase
F. Podem ser introduzidas mutações pontuais na molécula de DNA devido a
erros.

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A proteína Spo11

Nos organismos que se reproduzem sexuadamente, a


recombinação genética desempenha um papel crucial.
Na levedura S. cerevisiae, a recombinação meiótica tem início com
a quebra da dupla hélice do DNA (double-strand breaks-DSB). Em
certos mutantes desta espécie, estas quebras possuem uma proteína
ligada covalentemente na região DSB, sugerindo que a clivagem do
DNA é catalisada por ela. A purificação destes complexos (DNA-
proteínas) permitiu identificar a proteína Spo11 como um dos vários
prótidos necessários para a formação de DSB. A Spo11 define uma
família de proteínas que, com outros compostos, estão presentes em
outras leveduras, nemátodos e arqueobactérias.
Esta descoberta implica fortemente a Spo11 como a subunidade
catalítica da atividade de clivagem do DNA. Esta é a primeira
identificação da função bioquímica para qualquer um dos genes
envolvidos na formação de DSB.
A figura 3 representa o modo de atuação da proteína Spo11
na quebra das moléculas de DNA. Figura 3
Adaptado de Keeney, S., Giroux, C. N., & Kleckner, N., “Meiosis-specific DNA double-strand breaks are catalyzed by Spo11, a member of a
widely conserved protein family”

1. A recombinação genética que ocorre durante_________ permite, no final da meiose, a formação de


gâmetas geneticamente _________.
(A) o crossing-over (...) diferentes
(B) o crossing-over (...) iguais
(C) a replicação (...) diferentes
(D) a replicação (...) diferentes

2. Durante a anafase I, a separação dos________ permitirá a formação de núcleos________.


(A) cromatídios (...) diploides
(B) cromatídios (...) haploides
(C) cromossomas homólogos (...) haploides
(D) cromossomas homólogos (...) diploides
3. A expressão do gene que codifica a proteína Spo11, em S. cerevisiae, depende da ocorrência de

(A) transcrição, seguida da tradução e posteriormente do processamento


(B) tradução, seguida da transcrição e da maturação
(C) tradução, seguida do processamento e posteriormente da transcrição
(D) transcrição, seguida de processamento e posteriormente da tradução.

4. A ação catalítica da proteína Spo11 provoca a _________ da molécula de DNA, rompendo as ligações entre
__________ dos nucleótidos.

(A) síntese (...) as bases azotadas


(B) síntese (...) os fosfatos e a desoxirribose
(C) hidrólise (...) os fosfatos e a desoxirribose
(D) hidrólise (...) as bases azotadas

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
REPRODUÇÃO E CICLOS DE VIDA
5. Considere as seguintes afirmações, referentes à reprodução dos seres vivos.

I. Nos processos de reprodução assexuada, os clones resultantes apresentam evidências de recombinação


genética.
II. Na gemulação, os descendentes possuem as dimensões aproximadas do progenitor.
III. No ciclo de vida haplodiplonte os esporos formados apresentam uma maior variabilidade genética
comparativamente aos gâmetas.
(A) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) III é verdadeira; I e II são falsas.
(C) II e III são verdadeiras; I é falsa.
(D) I é verdadeira; II e III são falsas.

3. Faça corresponder cada uma das descrições relativas a processos de reprodução assexuada, expressas na
coluna A, à respetiva designação, que consta da coluna B. Utilize cada letra e cada número apenas uma
vez.
Coluna A Coluna B
a. Na superfície de S. cerevisiae desenvolve-se uma saliência que dará
origem a uma nova célula. 1. Bipartição
b. Numa levedura do género Schizosaccharomyces forma-se um septo 2. Partenogénese
no interior da célula que acabará por dividi-la em duas células-filhas 3. Esporulação
com um tamanho aproximadamente semelhante. 4. Gemulação
c. Uma porção de uma esponja origina, por mitose, um novo indivíduo. 5. Fragmentação

4. A esporulação e a partenogénese são dois processos de reprodução assexuada que se distinguem, visto
que os descendentes resultam de gâmetas
(A) femininos não fecundados na esporulação.
(B) masculinos não fecundados na partenogénese.
(C) masculinos não fecundados na esporulação.
(D) femininos não fecundados na partenogénese.

5. A ocorrência de mutações nas proteínas responsáveis na quebra da dupla hélice do DNA, como a Spo11,
interferem com alguns eventos da meiose, em especial da profase I.
Explique, a partir dos dados fornecidos, as consequências de mutações nas proteínas responsáveis pela
formação de DSB, na variabilidade genética das leveduras.

6. Relacione a ocorrência da recombinação genética durante a meiose com a capacidade de as leveduras da


espécie S. cerevisiae sobreviverem a um ambiente em mudança.

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Produção de ATP e mitose nos ovos de ouriço-do-mar

1. D
2. C
3. A
4. B
5. C
6.
• Relação entre a inibição da respiração aeróbia quando os ovos estão na escuridão ou expostos à luz verde e a
diminuição da produção de ATP.
• Relação entre a variação da disponibilidade de ATP nas células e a alteração no ritmo da mitose.
• Referência ao facto de os efeitos referidos anteriormente terem sido mais acentuados nos ovos que permaneceram
no escuro durante a inibição.
7. D
8. a2; b1; c3
9. D – C – E – B – A
10.
• Relação entre a inibição da respiração aeróbia pelo CO e a diminuição da produção do ATP.
• Relação entre a diminuição da quantidade de ATP e a quebra acentuada no ritmo da mitose.
• Relação entre a quebra acentuada no ritmo da mitose e a ausência de um reservatório de energia metabólica (ATP).
O MOSQUITO DA DENGUE
1. A
2. C
3. A
4. B
5. D
6. B
7. C
8.
• Relação entre a resistência dos ovos à dessecação e a sobrevivência destes por muitos meses em ambientes secos.
• Relação entre a elevada taxa de sobrevivência dos ovos em condições desfavoráveis e uma melhor adaptação dos
mosquitos ao ambiente.
• Relação entre a ocorrência de períodos chuvosos e quentes (condições favoráveis) e a eclosão dos ovos,
originando novos indivíduos, o que permite a manutenção das populações de mosquitos.
9. E – A – B – C – D
10.
• Referência ao facto de os mosquitos machos não picarem o ser humano.
• Relação entre a não picadela e a não transmissão da doença.
11. a1; b2; c4
Ciclo de vida Entamoeba histolytica
1. Opção (B)
2. Opção (D)
3. Opção (C)
4. Opção (B)
5.1. Opção (C)
5.2. Opção (A)
5.3. Quando as condições ambientais são adversas, como, por exemplo, existindo falta de alimento, ao aumentar a sua
taxa de recombinação homóloga, as células de E. histolytica garantem o aumento da variabilidade genética, em
função do incremento das combinações génicas disponíveis na população de indivíduos. Este aumento de
variabilidade genética é essencial para garantir a sobrevivência da espécie perante as mudanças ambientais.
6. C – A – E – B – D
7. A – 1; B – 3; C – 2; D – 5; E – 7; F – 4

10
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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
REPRODUÇÃO E CICLOS DE VIDA
A proteína Spo11

1. A
2. C
3. D
4. C
5. B
6. a – 4; b – 1; c – 5
7. D
8. Tópicos de resposta:
• Mutação no gene responsável pela proteína Spo11, vai interferir com a quebra da molécula de DNA,
nomeadamente no processo de crossing-over, durante a prófase I, da meiose.
• O crossing-over é uma das fontes de variabilidade genética apresentada pelos seres com reprodução
sexuada.
• Não ocorrendo crossing-over, a variabilidade genética nestes seres vivos será menor.
9. Tópicos de resposta:
• A recombinação genética durante a meiose (Crosssing-over + disposição aleatória do cromossomas
homólogos na placa equatorial durante a metáfase I) gera variabilidade genética.
• Quanto maior a variabilidade genética maior a probabilidade de alguns seres vivos possuírem combinações
genéticas que lhes permitam sobreviver em ambientes em

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