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1888

Conferência Geral Mineápolis


• Em 1888 – Adventistas do
sétimo dia tinham:
• Doutrinas
• Organização
• Estilo de Vida Distintivo
1888 Mineápolis
• Século 19 – cultura cristã em geral
• Adventistas enfatizavam as doutrinas
distintivas
• Debates (veja Testemunhos para a Igreja,
3:215)
– Mensagem correta e bíblica
– Forma de apresentar equivocada
• A mensagem não era legalista, mas
muitas pregações se tornaram legalistas.
EGW, ME 1:371-72 [1890]
• “Ao apresentar as vigentes reivindicações da lei,
muitos têm deixado de descrever o infinito amor
de Cristo. …
• “Muitos sermões pregados sobre as
reivindicações da lei têm-se feito sem apresentar
a Cristo, …
• “Sem a graça de Cristo é impossível dar um só
passo na obediência à lei de Deus.”
1888 Mineápolis
• “Como um povo, temos pregado a lei até nos
tornarmos secos como as colinas de Gilboa,
que não tinham nem orvalho nem chuva.
Devemos pregar Cristo na lei, …. Não devemos
confiar em nossos próprios méritos, e sim nos
méritos de Jesus de Nazaré.” (EGW, RH, 11
Mar 1890; 1888 Materials 2:560).
1888 Minneapolis GC
• Contexto da década de 1880
– Agosto/1881 – morte de James White (1821-1881)
– 1882 – Hiram Edson (1806-1882)
– 1883 – J. N. Andrews morre na Europa (1829-1883)
– Movimento para impor uma lei dominical nos
Estados Unidos
• Alguns Adventistas foram presos
– 21/maio/1888 – Senador H. W. Blair introduziu a
“Sunday law bill” no senado americano
• Adventistas – cumprimento de profecias
1888 Mineápolis
• Os “novos teólogos”
– A. T. Jones e E. J. Waggoner
• Editores da revista Sinais dos Tempos
• Os “velhos guardiões”
– G. I. Butler [ausente]
• Presidente da associação geral (1871-74, 1880-88)
– Uriah Smith
• editor da Revista Adventista – cerca de 25 anos
• Secretário da Associação Geral
• Professor no BC College (1874-82)
• Maior autoridade entre os adventistas sobre
interpretação profética
A ASSEMBLÉIA GERAL DE MINEÁPOLIS

Costa Oeste Battle Creek

A. T. Jones Uriah Smith


(1850 - 1923) (1832-1903)

Waggoner G.A Butler


(1855 - 1916) (1834-1918)
1888 Mineápolis
• Desenvolvimento da crise: (1886 – 1888)
– A. T. Jones – Alemanni, um dos 10 chifres de Daniel 7
– Smith – Hunos
• Probabilidade de uma Lei Dominical Nacional
– Smith – se temos errado em um ponto, as pessoas vão dizer
que podemos estar equivocados em todo a nossa
interpretação profética, incluindo a lei dominical
– Jones – as doutrinas adventistas serão discutidas em toda
parte, devemos portanto apresentar uma evidência mais
convincente da nossa fé do que o que se tem pregado por 40
anos
Gálatas 3
• 23 Mas,
antes que viesse a fé, estávamos guardados
debaixo da lei, encerrados para aquela fé que se havia
de revelar.
• 24 Assim, a Lei foi o nosso tutor até Cristo, para que
fôssemos justificados pela fé.
• 25 Agora, porém, tendo chegado a fé, já não estamos
mais sob o controle do tutor.
– E. J. Waggoner – Gál 3:24-25, [παιδαγωγός paidagōgos]
“tutor/aio” – lei moral e não ceremonial
– George I. Butler – temia que essa posição colocaria em
risco a perpetuidade da Lei de Deus
Lei em Gálatas 3

• Esta posição, os adventistas tinham quase inteiramente


abandonado, durante as décadas de 1860 e 1870. A Lei
como aio/tutor era interpretada como sendo a lei
cerimonial e sacrificial de Moisés que apontava a Cristo.
• Esta reinterpretação de Jones e Waggoner se parecia
com a maneira de entender dos ministros protestantes,
que assim explicavam para dizer que a lei dos 10
mandamentos tinha sido abolida, assim o 7º dia não
teria mais validade.
Lei em Gálatas 3
• 1886 – Butler com o intuito de evitar divisão e controvérsia apelou
para que o assunto fosse levado primeiro à Conferência Geral
• Verão de 1886 – Butler apela a EGW para que desse alguma luz
sobre o tema da lei em Gál 3.
– EGW estava na Europa
• Não recebendo resposta imediata, Butler formou uma comissão
teológica constituída de 9 membros, para considerar o tema
• Depois de horas de debate, a comissão (incluia Butler, Smith e
Waggoner) dividiu-se (5 x 4).
• Butler estabeleceu uma decisão por voto, expressando
desaprovação de qualquer discussão doutrinária nas escolas e
revistas da IASD, que pudesse causar dissensão.
– Apoio de 8 membros, menos E. J. Waggonner
1886/1887 [EGW na europa]
EGW repreende ambos os lados

• Waggoner e Jones foram reprovados por sua


atitude de desrespeito ao sigilo e pela agitação
que causaram em torno do assunto.
– Vigorosamente apresentavam suas interpretações na
revista Sinais dos Tempos
• Butler e Smith foram lembrados que eles não
eram infalíveis.
– Eles deveriam cuidar em não tomar nenhuma atitude
demasiadamente severa em relação aos rapazes.
1886/1887 – EGW na europa

• EGW recusou tomar qualquer posição em


relação ao assunto da Lei em Gálatas e no
tema controvertido Huno-Alemani.
• Ela declarou que uma aberta e franca
discussão da matéria deveria acontecer
Disputa publicada em Livros
• George I. Butler, The Law in the Book of
Galatians (A Lei no Livro de Gálatas)
– Review and Herald, 1886
– Defende que a lei discutida em Gálatas é a
cerimonial.
• Ellet Joseph Waggoner, The Gospel in the Book
of Galatians (O Evangelho no Livro de Gálatas)
– Oakland, CA: [s.n.] 1888
– Defende que a lei discutida em Gálatas é a moral
(10 Mandamentos).
1888
• “Ele [“My guide”] estendeu os braços tanto para
o Dr. Waggoner quanto para você Pastor Butler,
e disse em essência o seguinte: ‘Nenhum dos
dois tem toda a luz sobre a lei, nenhuma posição
é perfeita.’” (EGW para Elder George I. Butler,
14/Out/1888, p. 8; em 1888, 1:93)
1888 Mineápolis
• Questões:
– Lei em Gálatas
– 10 chifres de Daniel 7
– Leis para descanso dominical
1888 Mineápolis
• “Queridos irmãos que estarão reunidos
na conferência geral,
• Temos a impressão de que este
encontro será a reunião mais
importante que você já assistiu. Este
deve ser um período para buscar
fervorosamente o Senhor, e humilhar
seus corações diante dEle.”
– EGW to Dear Brethren, Letter 20, (5/ago) 1888
1888 Mineápolis
• E. G. White:
– Problema menor – diferenças de
opiniões nas questões doutrinárias
que não eram de interesse vital
– Problema maior – o espírito de falta
de cristianismo para tratar uns aos
outros
1888 Minneapolis GC
• “… A. T. Jones and Dr. Waggoner têm pontos de
vista sobre alguns pontos doutrinais que todos
admitem não são questões essenciais, diferentes das
que alguns dos mais importantes de nosso povo tem
defendido. Mas é uma questão vital se somos cristãos,
se temos um espírito cristão, e somos verdadeiros,
abertos e francos um com o outro. Eu não gosto do
espírito anticristão que tem prevalecido sobre este
assunto, tanto ao leste das Montanhas Rochosas, e na
costa do Pacífico” (EGW, 1888, 188).
1888 Minneapolis GC
• “Foi feita a observação: ‘Se nossas idéias a respeito de
Gálatas não são corretas, não temos a mensagem do
terceiro anjo e nossa posição é infundada; não há nada
de importante em nossa fé.’ Eu disse: ‘Irmãos, aqui está
precisamente o que tenho declarado. Essa afirmação
não é correta. É uma afirmação extravagante e
exagerada. Se ela for feita ao ser considerada essa
questão, terei o dever de expor este assunto perante
todos os que estiverem reunidos, e, quer ouçam ou
deixem de ouvir, dizer-lhes que a afirmação é incorreta.
1888 Mineápolis
• “A questão debatida não é uma questão vital, e não
deve ser tratada como tal. A maravilhosa
importância e magnitude desse assunto tem sido
exagerada, e por esta razão — por meio de
concepções errôneas e idéias deturpadas — vemos o
espírito que prevalece nesta reunião, o qual é
contrário ao espírito de Cristo, e jamais devia ser
manifestado entre irmãos. Apareceu um espírito de
farisaísmo entre nós contra o qual erguerei minha
voz onde quer que seja revelado” (ME 3:174.4)
1888 Minneapolis GC
• Uma descrição completa do espírito de Mineápolis, conforme o
retrato feito por Ellen White, teria as características mencionadas
a seguir. (Knight, Para Não Esquecer, 21 de agosto de 2015)
– Primeiro, demonstrava sarcasmo e zombaria em relação aos defensores da
reforma da denominação. Alguns, por exemplo, se referiam a Waggoner
como o “capacho da irmã White”.
– Segundo, levava à crítica.
– Terceiro, muitos manifestavam suspeitas maldosas, ódio e inveja.
– Quarto, despertava “sentimentos” e atitudes “mordazes”.
– Quinto, aqueles que o possuíam estavam “embriagados com o espírito de
resistência” à voz do Espírito.
– Sexto, induzia os participantes a falar de maneira calculada para inflamar
uns contra os outros a respeito daqueles que defendiam posições
doutrinárias contrárias.
– Sétimo, fomentava contendas e debates doutrinários, em vez de o espírito
de Jesus.
– Oitavo, gerava uma atitude de “jogar com palavras” e “preocupar-se com
minúcias” nas discussões doutrinárias.
– Em suma, o espírito manifesto era “descortês, deselegante e nada cristão”.
1888 Minneapolis GC
• “Minha preocupação durante a reunião era apresentar a
Jesus e Seu amor perante meus irmãos, pois eu via
claras evidências de que muitos não tinham o espírito
de Cristo. … Eu estava ciente de que havia notável
cegueira na mente de muitos, para que não discernissem
onde estava o Espírito de Deus e o que constituía
verdadeira experiência cristã. E considerar que esses
eram aqueles que tinham a tutela do rebanho de Deus
era doloroso” (1888, 216; ME 3:171)
• “... irmãos, queremos a verdade como ela é em
Jesus. . . . Eu vi que almas preciosas que teriam
abraçado a verdade foram afastadas dela por causa da
maneira em que a verdade tem sido tratado, porque
Jesus não estava nela” (1888, 153)
1888 Minneapolis GC
• A mensagem de 1888: NÃO era uma “Nova Luz,”
• mas uma“antiga luz” posicionada no devido lugar.
– “Irmãos, Deus tem a mais preciosa luz para seu povo. Eu
não chamo isto uma nova luz, mas ó, é estranhamente nova
para muitos. Jesus disse aos seus discípulos: ‘Um novo
mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros, como
eu vos amei.’ Este era realmente um mandamento antigo,
que tinha sido dada nas escrituras do Antigo Testamento,
mas que tinha sido perdido. Não tinha sido
praticado.” (1888 Materials, 140).
1888 Mineápolis
• O verdadeiro significado da mensagem de
1888 sobre justificação pela fé foi que ela se
tornou parte da mensagem do terceiro anjo.
– “O Pastor E. J. Waggoner teve o privilégio ... de
apresentar seus pontos de vista sobre a
justificação pela fé e a justiça de Cristo em
relação com a lei. Isso não era nova luz, mas
velha luz colocada onde devia estar na
mensagem do terceiro anjo” (1888, 211; ME
3:168).
1888 Mineápolis
• Apoc 14:12 – 3 partes.
• “a paciência dos santos”
• “guardam os mandamentos de Deus”
• “fé de Jesus” (agora incluida na mensagem).
– Os adventists estavam enfáticamente
proclamando as 2 primeiras partes e
negligenciado a “fé de Jesus.”
– Ênfase agora foi dada para inclusão da terceira
parte.
1888 Mineápolis
• EGW, 1888, 217-218; ME 3:172
• “A mensagem do terceiro anjo é a
proclamação dos mandamentos de Deus e da
fé de Jesus Cristo. Os mandamentos de Deus
têm sido proclamados, mas a fé de Jesus
Cristo não tem sido proclamada pelos
adventistas do sétimo dia como de igual
importância, a lei e o evangelho andando de
mãos dadas. Não encontro palavras para
expressar este assunto em sua plenitude.
1888 Mineápolis
• “‘A fé de Jesus.’ Ela é debatida, mas não
compreendida. Que constitui a fé de Jesus, que faz
parte da mensagem do terceiro anjo? O ato de Jesus
tornar-Se o Portador de nossos pecados para que
pudesse tornar-Se o Salvador que perdoa os nossos
pecados. ... E a fé na capacidade de Cristo para
salvar-nos ampla, completa e totalmente, é a fé de
Jesus. … ‘Salvos pelo sangue de Jesus Cristo’ será
nossa única esperança para o tempo presente e
nosso cântico por toda a eternidade” (1888, 217-18;
ME 3:172)
1888 Minneapolis GC
• “Cristo veio ao nosso mundo a fim de
representar o caráter de Deus assim como Ele é
representado em Sua santa lei; pois esta é uma
transcrição de Seu caráter. Cristo era tanto a lei
como o evangelho. O anjo que proclama o
evangelho eterno proclama a lei de Deus; pois o
evangelho da salvação leva os homens à
obediência da lei, pela qual seu caráter é
formado segundo a semelhança divina.”
– Manuscrito 32, 1896: ME 2:106.2
1888 Mineápolis
• A mensagem que Jones and Waggoner
pregava unia as doutrinas adventistas
distintivas com a importante mensagem de
salvação unicamente em Jesus.
• EGW – “Não vou continuar adiante neste
assunto, mas vou de uma maneira bem
limtada/imperfeita declarar que a lei aponta
para Cristo e Cristo aponta para a lei”
– (1888, 373).
1888 Mineápolis
• Após Mineápolis
– A resposta a mensagem foi dividida. A maioria
dos delegados, entretanto, parece que não a
aceitaram completamente ou até parcialmente.
• EGW – “Meu testemunho foi ignorado, e
nunca em minha experiência de vida eu fui
tratada como nesta conferência” (1888,
187).
1888 Mineápolis
• A presença de EGW foi de grande importancia
– “Sou grata a Deus pela força, liberdade e poder de Seu
Espírito ao dar meu testemunho, embora causasse
menor impressão sobre muitas mentes do que em
qualquer período anterior de minha história. .... mas
tremo ao pensar que teria sucedido nesta assembléia
se não estivéssemos aqui.” (Carta 82, 1888; 1888, 184;
ME 3:178)
– “[Eu] tive de estar atenta em todo o sentido, para que
não se tomassem medidas e resoluções que fossem
prejudiciais à obra no futuro” (Carta 82, 1888; 1888,
182; ME 3:177).
1888 Mineápolis
• Uriah Smith, “Nossa Justiça,” RH, 11/jun/
1889, 376-77
– “perfeita obediencia da [lei] desenvolverá perfeita
justiça, e isto é a única forma que alguém possa
alcançar a justiça.”
– “…‘Nossa justiça’ … vem ao estarmos em
harmonia com a lei de Deus. … E ‘nossa justiça’
não pode neste caso ser trapos da imundícia.”
1888 Minneapolis GC
• EGW [Sermão pregado em Rome, NY, 19/Jun/1889]
– “‘O que significa o artigo do irmão Smith na
Revista Adventista?’ Ele não sabe o que ele está
falando; Ele vê as árvores como homens andando.
Tudo depende do nós sermos obedientes aos
mandamentos de Deus. Portanto, ele escreve ...
como se [nós] estivéssemos descartando as
reivindicações da lei de Deus, quando não é nada
disso. É impossível para nós exaltarmos a lei de
Jeová, a menos que tomemos posse da justiça de
Jesus Cristo.” (Ms. 5, 1889; 1888 Materials, 348.1)
EGW, para A. T. Jones, Ct. 44, 1893
• Advertido a evitar posições extremas
– “Estava eu assistindo a uma reunião, estando presente vasta
congregação. Em meu sonho estáveis apresentando o assunto da
fé, e da imputada justiça de Cristo pela fé. Repetíeis várias vezes
que as obras de nada valiam, que não havia condições. O assunto
foi apresentado de maneira que, sei, os espíritos seriam
confundidos, não recebendo a correta impressão quanto à fé e as
obras, e resolvi escrever-vos. Afirmais esta questão com vigor
exagerado. Há condições para recebermos justificação e
santificação, e a justiça de Cristo. Sei o que quereis dizer, mas
deixais uma impressão errada nos espíritos. Conquanto as boas
obras não salvem alma alguma, é impossível que uma única alma se
salve sem as boas obras. Deus nos salva sob uma condição: que
peçamos, se queremos receber; busquemos se queremos encontrar;
e batamos se queremos que a porta se nos abra.”
– {ME1 377.1}
A. T. Jones, “Daniel and Revelation,” Review and Herald, 20
June 1899 [76:25], 392
• Jones adverte contra o perigo de enfatizar a fé excluindo
a importância de guardar os mandamentos de Deus
• “O Senhor enviou uma mensagem, e enviou a sua
palavra pela mensagem, dizendo que a fé de Jesus, a
justificação pela fé, deve ser pregada. Ele ... enviou a
mensagem da justificação pela fé, porque o povo tinha
perdido de vista a Cristo, a justiça de Cristo como ela é.
Tenho medo de que tem havido uma tendência a ir para
o outro lado agora, e pregar a fé de Jesus, sem os
mandamentos. Devemos precaver-nos contra isto.”
Woodrow W. Whidden II,
Ellen White on Salvation, 88-89

• “Após Mineápolis, Ellen White nunca negou


os altos alvos da santificação e perfeição. Mas
o tema principal de seu ministério foi a
mensagem para a igreja de que os cristãos
deveriam parar de tentar ganhar a salvação
através de boas obras e obediência a lei, e
aceitar o maravilhoso perdão de Jesus‘que se
manifesta na obediência a todos os
mandamentos de Deus’ (EGW, TM 92)”
1888 Minneapolis GC
• Ellen White, Jones, e Waggoner iniciaram uma
campanha para levar a “mensagem” para a igreja
• G. I. Butler – não foi reeleito presidente da AG.
• O novo presidente O. A. Olsen (1888-1897) apoiou
Jones e Waggoner e providenciou oportunidades
para eles pregarem a mensagem da justificação
pela fé.
• 1897 – A. T. Jones – editor da Review and Herald.
EGW
• EGW passa a dedicar mais do seu tempo
para esclarecer a igreja sobre o belo tema da
justificação pela fé.
– Caminho a Cristo (1892)
– O Maior Discurso de Cristo (1896)
– O Desejado de Todas as Nações (1898)
– Parábolas de Jesus (1900)
– Ciência do Bom Viver (1905)
EGW - 1888
• The Ellen G. White 1888
Materials: Letters,
Manuscripts, Articles,
and Sermons Relating to
the 1888 Minneapolis
General Conference
– 4 Volumes
– 1821 pp
Restauração da Verdade
1844 1888
distintivas evangélicas
•Segunda vinda Justificação pela fé
•Ministério no santuário
celestial Trindade

•Lei/sábado
•Imortalidade
condicional
•Dom profético
TRINDADE
Predominância antitrinitariana (1846-1888)

• James White (veio da Conexão Cristã/


movimento restauracionista)
– “… imortalidade natural, a aspersão, a Trindade e
a guarda do domingo,” são “erros antibíblicos” e
“vestígios do papado” (RH, 7/fev/1856, 149)
TRINDADE
Predominância antitrinitariana (1846-1888)
• John Andrews
– “O Filho de Deus … tem Deus por Pai e originou-se
em algum ponto da eternidade passada” (RH, 7/
set/1869, 84)
TRINDADE
Predominância antitrinitariana (1846-1888)
• Uriah Smith
– 1865 – Cristo foi “o primeiro ser
criado” (Thoughts on Revelation [1865], 59)
– 1898 – Num tempo tão remoto, chamado
eternidade, Cristo surgiu [não sendo portanto
criação] de “algum impulso ou processo
divino” (Looking Unto Jesus, 10)
– A Bíblia apresenta o Espírito Santo como “uma
influência divina que emana” do Pai e do Filho
(RH, 28/out/1890, 664)
TRINDADE
Predominância antitrinitariana (1846-1888)
• Ellet J. Waggoner
– “Houve um tempo em que Cristo procedeu e
emanou [“gerado, não criado” (p. 9)] de Deus, …
mas esse tempo se acha tão recuado nos dias da
eternidade que, para a compreensão finita, é
praticamente sem princípio” (Cristo e Sua Justiça
[1890], 21-22)
– Defendia a “posição legítima de Cristo de
igualdade com o Pai” (CSJ, 19)
TRINDADE
Predominância antitrinitariana (1846-1888)

• 6 motivos para rejeição do termo “Trindade”


– 1 – Eles não viam evidência bíblica para três pessoas em
uma Divindade.
– 2 – a concepção errônea que tornava o Pai e o Filho
idênticos.
– 3 – compreensão equivocada de que ela ensina a
existência de três Deuses
– 4 – a crença diminuiria o valor da expiação.
– 5 – Cristo é chamado “Filho de Deus” e “o princípio da
criação de Deus” (Ap 3:14)
– 6 – expressões concernentes ao Espírito Santo
• Jerry Moon, “O debate adventista sobre a Trindade”
TRINDADE
Insatisfação com o
antitrinitarianismo (1888-1898)
– “O enfoque em ‘Cristo nossa justiça’, dado pela
sessão da Conferência Geral de 1888, e a
consequente exaltação da cruz de Cristo, pôs
seriamente em dúvida se uma divindade derivada,
subordinada, podia adequadamente esclarecer o
poder salvador de Cristo.”
• Jerry Moon, “O debate adventista sobre a Trindade”
TRINDADE
Mudança de paradigma (1898-1913)
• O Desejado de Todas as Nações (1898) – linha
divisória para a compreensão adventista
– “Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um
com o Pai” (9.1)
– “Em Cristo há vida original, não emprestada, não
derivada” (372.3)
– “O Salvador saiu do sepulcro pela vida que havia em Si
mesmo” (555.1)
– “Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da
poderosa operação da terceira pessoa da Divindade, a
qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude
do divino poder” (475.2)
1888—
• “A doutrina e teologia adventista do sétimo dia hoje
é diretamente influenciada pelo ensinamento e
experiência que cresceu a partir de 1888 e na década
de 1890. Aqueles anos renderam três
desenvolvimentos significativos e fundamentais:
– uma nova clareza sobre o papel dos Dez Mandamentos em
relação à salvação,
– reformulação da mensagem do terceiro anjo de
Apocalipse 14, em termos de justificação pela fé em Jesus,
– e uma mudança em direção a uma compreensão trinitária
bíblica.”
• Merlin Burt, “The Faith of Jesus,” Adventist Review, Oct. 10, 2013,
24

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