Osce Ii - JM
Osce Ii - JM
DIÁRIO MICCIONAL: A paciente deve fazer um registro, por ao menos três dias,
sobre o volume de líquido ingerido, número de micções diárias e número de
perdas involuntárias com os horários específicos.
• Prolapsos; Cistometria
• Reflexo bulbocavernoso – cotonete estimula o lábio
externo – avalia lesão nervosa. ↠ Bexiga vazia, a paciente deita na maca e vai ser
• Reflexo anocutâneo - avalia lesão nervosa. introduzido duas sondas, uma vesical e outra retal ou
vaginal (pressão abdominal).
ESTUDO URODINÂMICO
↠ Paciente com a bexiga cheia faz xixi em um recipiente ↠ A paciente pode ficar em uma cadeira ou em pé,
que fica em cima da balança. nesse momento irá fazer a infusão de solução salina
(avalia a fase de enchimento vesical), pedindo para a
↠ Avalia o fluxo urinário da paciente. paciente fazer manobra de valsava e vendo se a paciente
tem alguma perda urinária.
• Fluxo máximo: 15ml/s – 40 ml/s.
• Volume urinado: 150ml – 500ml. No enchimento vesical pode-se avaliar: hiperatividade
• Resíduo pós miccional até 20% do urinado. detrusora e incontinência urinária ao esforço.
• Morfologia da curva (sinusoide).
Fluxo máximo diminuído (11ml/s). Alteração do esvaziamento vesical. Baixa pressão no músculo detrusor.
HIPOCONTRATILIDADE DO DETRUSOR.
Fluxo máximo diminuído (5ml/s). Músculo detrusor se eleva bastante. OBSTRUÇÃO INFRAVESICAL.
Exame normal
Estudo miccional
TRATAMENTO
Bexiga hiperativa
Doenças da próstata
↠ Dividida em 3 regiões:
SINTOMAS PÓS-MICCIONAIS
Esvaziamento incompleto
Gotejamento pós-miccional
PSA > 40 anos, US prostática, biópsia prostática. Os principais sinais relacionados ao câncer de próstata
são: as alterações da glândula ao toque retal e o aumento dos níveis
Se interfere na qualidade de vida, porém não tem sinal de PSA.
de gravidade → medicamento para dilatar a uretra.
Toque retal
Se interfere na qualidade de vida e tem sinais de
gravidade → Ressecção Transuretral da Próstata (RTU da próstata) – ↠ Cerca de 65 a 75% dos tumores de próstata podem
sangramento (suspender AAS e SVF+irrigação).
ser detectados através desse método.
↠ As principais manifestações do tumor maligno de • Posição de decúbito supino, na qual o paciente fica
próstata ao toque retal incluem: semissentado com as pernas flexionadas. O examinador
passa o antebraço por baixo da coxa do paciente; esta
• Nódulos endurados posição é indicada em especial nos enfermos em
condições gerais precárias.
• Irregularidades da superfície prostática
• Assimetria prostática Deve-se usar luva descartável e gel lubrificante.
↠ Os tumores que geralmente não podem ser As características semiológicas a analisar são o tamanho, a consistência,
detectados ao toque incluem: a superfície, os contornos, o sulco mediano e a mobilidade da próstata.
A próstata normal é palpável na parede anterior do reto como uma
• Lesões muito pequenas estrutura em formato de coração (pirâmide invertida, maçã, pera),
• Lesões profundas, fora da zona periférica da próstata com a base voltada para cima e o vértice para baixo.
Biópsia transretal
↠ A biópsia está indicada sempre que existirem tem o controle do esfíncter, porém apresenta incontinência
alterações no toque retal ou quando os níveis de PSA urinária.
PROFILAXIA ESTÁ INDICADA NAS SEGUINTES SITUAÇÕES: crianças com • Em geral, a doença manifesta-se após infecção por
alterações na US (antenatal ou atual); ITU febril com PCR positiva; RVU EBHGA.
graus 4 ou 5; uropatias obstrutivas. • 1 a 2 semanas após a infecção estreptocócica de vias
aéreas superiores (faringoamigdalite).
EXAMES DE IMAGEM
• 3 a 6 semanas após a infecção estreptocócica de
↠ O foco da investigação complementar tem como base pele (impetigo).
descartar malformações do trato urinário que possam implicar
em piores desfechos no futuro. Os principais exames incluem
ultrassonografia dos rins e bexiga (US), uretrocistografia
miccional (UCM) e cintilografia renal com ácido
dimercaptosuccínico-tecnécio-99 (DMSA).
A maioria das diretrizes concorda na indicação da US como
avaliação inicial nos menores de dois anos apresentando pielonefrite.
Os demais exames serão solicitados em situações específica.
EXAMES LABORATORIAIS
Síndrome nefrítica
• Urina I: dismorfismo eritrocitário, hematúria (pode
↠ A síndrome nefrítica (SNi) é uma condição clínica persistir por 1 ou 2 anos), cilindro hemático,
proteinúria.
caracterizada pela associação de edema, hipertensão
• Hemograma;
arterial (HA) e hematúria. Frequentemente, observa-se
• Creatinina sérica;
associação de proteinúria e, em algumas situações,
• Eletrólitos séricos;
ocorre perda da função renal.
• Complemento total e frações;
GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA PÓS-ESTREPTOCÓCICA • ASLO, anti-DNase
MENINAS
• Entre 8 e 13 anos.
• Primeiro sinal de puberdade: broto mamário (telarca).
• Entre I e III (IO 11 anos): estirão (8-10cm/ano).
• Menarca: estágio IV.
• Tempo telarca-menarca ~ 2 anos.
HIPOSPÁDIA
MENINOS
• Entre 9 e 14 anos.
• Primeiro sinal de puberdade: aumento do volume CRIPTOQUIRDIA
testicular (4ml).
• A partir do estágio III (IO 13 anos): estirão (10-12cm/ano). • Não localização do testículo na bolsa testicular.
• Final da puberdade: mudança de voz, barba e 1ª • Anomalia genitourinária mais comum nos meninos.
ejaculação. • Classificação: testículos retráteis, deslizantes,
ascendentes e ectópicos.
FIMOSE
Sinais de probabilidade
PRIMEIRA CONSULTA
Anamnese
SUPLEMENTAÇÃO
VACINAÇÃO
Ausculta fetal: os batimentos cardiofetais (BCF) podem ser • RECOMENDADAS: dTpa – 20º semana, hepatite B,
percebidos pelo estetoscópio de Pinard por volta de 18 a 22 influenza, SARS-Cov2.
semanas de gestação, pelo sonar entre 10 e 12 semanas e pele US
entre 6 e 7 semanas. Os BCF oscilam entre 120 e 160 batimentos
• SITUAÇÕES ESPECIAIS: hepatite A, meningocócica,
por minuto e, em média, 140 batimentos por minuto. pneumocócica, febre amarela.
EXAME GINECOLÓGICO • CONTRAINDICADAS: tríplice viral, varicela, HPV.
Aparelho genital externo, exame especular, toque.
Sinais vitais (pulso, pressão arterial, temperatura, frequência Não pode usar vacinas com vírus vivo ou atenuado.
respiratória).
Antropometria. ULTRASSONOGRAFIA
Exame não obrigatório pelo MS para risco habitual, caso faça
uma é preconizado que seja feito o morfológico do 2º trimestre.
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
• Obstétrico transvaginal;
↠ A gestação é considerada de risco se houver • Morfológico do I trimestre – 11ª semana até 13
condições clínicas ou obstétricas que possam semanas e 6 dias;
comprometer a saúde ou colocar em risco a vida da mãe, • Morfológico do II trimestre – 20 e 24 semanas, avalia
do feto ou de ambos. a espessura do colo uterino;
• Obstétrico do I I trimestre.
• Doenças crônicas;
• Abortamento habitual;
• Gemelaridade;
• Síndromes hemorrágicas;
• Suspeita de pré-eclâmpsia;
DURANTE A COLETA
Colpocitologia oncótica
EXAME GINECOLÓGICO
• Irritação local.
CANDIDÍASE
• Odor desagradável com piora após o coito e no
• Agente etiológico: Candida albicans. período menstrual.
• Inflamação vulvaginal + presença de espécies de
Recomenda-se que sempre que possível utilize exames para fechar o
Candida.
diagnóstico. Apresentado pelos critérios de Amsel (contemplar 3 dos
• A identificação de Candida vulvovaginal sozinha não 4 critérios). Precisa ter fita de pH e microscópio a disposição.
é indicativo de doença, logo, paciente sem quadro
clínico NÃO TRATA. ✓ Corrimento vaginal homogêneo;
✓ pH> 4,5;
• Não é considerada IST, nem doença oportunista.
✓ Presença de clue cells
• Prevalência mais alta no menacme – elevado nível de ✓ Teste de Whiff positivo (odor fétido das aminas com adição
estrogênio. de hidróxido de potássio a 10%).
• Hiperemia intensa na vulva e no colo uterino,
corrimento aderido no cólon do útero, prurido vaginal, • Não tem inflamação importante, corrimento em
ressecamento. grande abundância com odor característico, mais
fluido.
Ressecamento na região intercrural.
• Patógeno mais associado é a Gardinerela, no entanto
↠ Clinicamente, a paciente pode referir os seguintes sinais e outros patógenos podem estar envolvidos.
sintomas diante de uma CVV clássica: prurido, ardência,
corrimento geralmente grumoso, sem odor, dispareunia de TRICOMONÍASE
introito vaginal e disúria externa. Os sinais característicos são • É a vulvovaginite menos frequente nos dias atuais.
eritema e fissura vulvares, corrimento grumoso, com placas de
• Causada por um protozoário flagelado unicelular, o
cor branca aderidas à parede vaginal, edema vulvar, escoriações
Trichomonas vaginalis.
e lesões satélites, por vezes pustulosas pelo ato de coçar.
• Corrimento vaginal intenso, amarelo-esverdeado,
muito bolhoso e espumoso, odor fétido (na maioria
dos casos, lembrando peixe), inflamação.
• Também podem ocorrer edema vulvar e sintomas
urinários, como disúria.
• Colo uterino de aspecto tigroide.
HERPES GENITAL
Embora os HSV-1 e HSV-2 possam provocar lesões em Lesões sem dor – LSD: linfogranuloma venereo, sífilis e
qualquer parte do corpo, há predomínio do tipo 2 nas lesões genitais donovanose.
e do tipo 1 nas lesões periorais (BRASIL, 2022).
CRANCOIDE
• Vesículas sobre base eritematosa, dolorosas.
• Período de incubação médio de 6 dias. • Haemophilus ducreyi.
↠ O quadro local na primoinfecção costuma ser bastante ↠ Denomina-se também cancro mole, cancro venéreo
sintomático e, na maioria das vezes, é acompanhado de ou cancro de Ducrey. O período de incubação é
manifestações gerais, podendo cursar com febre, mal-estar, geralmente de três a cinco dias, podendo se estender
mialgia e disúria, com ou sem retenção urinária. Em especial, por até duas semanas. O risco de infecção em uma
nas mulheres, pode simular quadro de infeção urinária baixa. A relação sexual é de 80%, mais frequente em homens.
linfadenomegalia inguinal dolorosa bilateral está presente em
50% dos casos.
SÍFILIS
• Treponema Pallidum.
↠ A sífilis primária, também conhecida como “cancro duro”,
ocorre após o contato sexual com o indivíduo infectado. O • Lesões dolorosas, múltiplas, borda irregular,
período de incubação é de dez a 90 dias (média de três apresentando contornos eritemato-edematosos, e
semanas). fundo heterogêneo.
• Linfadenopatia inguinal que fistuliza por orifício único.
↠ A primeira manifestação é caracterizada por úlcera,
• Período de incubação é geralmente de 3-14 dias.
geralmente única, que ocorre no local de entrada da bactéria
• A cicatrização pode ser desfigurante.
(pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais
do tegumento), indolor, com base endurecida e fundo limpo, LINFOGRANULOMA VENEREO
rica em treponemas.
• Clamydia trachomatis.
• Duração entre duas e seis semanas. • Pápula, pústula ou exulceração indolor.
• Resolução espontânea. • Linfadenopatia inguinal e/ou femoral com fistulização
• Pode ter sintomas sistêmicos: alopecia, sifilides por orifícios múltiplos 1 a 6 semanas após inoculação.
papulosas, condiloma plano. • A obstrução linfática crônica leva à elefantíase genital.
Nódulo mamário
DONOVANOSE
Drenagem para linfonodos axilares.
• Klebsiella granulomatis.
COMPLICAÇÃO DA MASTECTOMIA: escápula alada.
↠ O quadro clínico inicia-se com ulceração de borda plana ou
hipertrófica, bem delimitada, com fundo granuloso, de aspecto HISTÓRIA CLÍNICA
vermelho vivo e de sangramento fácil. A ulceração evolui lenta
e progressivamente, podendo tornar-se vegetante ou úlcero- • Nódulos mamários: localização, tamanho, dor,
vegetante. As lesões costumam ser múltiplas, sendo frequente consistência, tempo de evolução, sinais flogísticos
a configuração em “espelho” nas bordas cutâneas e/ou associados;
mucosas. • Dor: caracterizar a dor, fator de melhora ou piora,
toma medicação;
• Derrame papilar: secreção da mama, de uma mama
só ou das duas mamas, características da secreção,
sai somente quando faz a expressão? (aumento da
prolactina?)
Algumas medicações podem aumentar a prolactina, por
exemplo: domperidona em uso crônico, anticoncepcionais orais.
• Palpação das axilas e fossas claviculares: posição NÓDULO MUITO DENSO E DE CONTORNO ESPICULADO TEM GRANDE
sentada, mão contralateral (supraclaviculares, POSSIBILIDADE DE REPRESENTAR UM CÂNCER.
infraclaviculares e axilares).
a mamografia não fecha diagnóstico.
• Palpação do tecido mamário: decúbito dorsal, técnica
de Velpeau (mão espalmada), técnica de Bloodgood autoexame (atualmente só é utilizado para mulher
(dedilhados). conhecer o seu corpo e poder reconhecer alguma alteração, no
entanto não é indicado para rastreio do CA de mama, visto que o
PALPAÇÃO DO TECIDO MAMÁRIO: pode colocar as descrições pelos autoexame só detecta nódulos maiores, já indicando certa
quadrantes ou em horas (em geral, quando possui mais de um nódulo). malignidade), exame clínico das mamas e mamografia.
Localização, forma, superfície, diâmetro, consistência, aderência e dor.
BIRADS
• Expressão papilar.
↠ Brest Imaging Report Data Sistem;
EVOLUÇÃO NORMAL: Mamas simétricas, de médio volume,
pendentes, sem lesões de pele, papilas evertidas, sem • Forma de universalizar a linguagem, no entanto não
alterações à inspeção dinâmica. Sem linfonodomegalias ou leva em consideração fatores pessoais da paciente.
nodulações à palpação. Descarga papilar negativa bilateralmente. • BIRADS 0: mamografia inconclusiva, precisa
complementar com algum outro exame – ex. a
Nódulos no QSE são mais comuns, bem como possuem mulher não conseguiu terminar o exame por causa
uma maior tendência a disseminar para a cadeia linfática axilar.
da dor.
EXAMES COMPLEMENTARES • BIRADS 1: normal, manter o seguimento anual ou
bienal, conforme a literatura.
Ultrassonografia • BIRADS 2: achado normal, alguma calcificação
benigna, manter o seguimento como recomendado.
• Indicação: gravidez/puerpério, traumas, inflamações,
• BIRADS 3: achados provavelmente benignos, com
complementação, acompanhamento, diferenciação,
chance de 2% de malignização, fazer o
monitoramento, mastalgia, descarga papilar, etc.
acompanhamento semestral. NÃO PRECISA
• Limitações: microcalcificações, lesões nodulares
BIOPSIAR, somente acompanhamento mais próximo.
menores que 5 mm ou profundas, avaliação de
• BIRADS 4: necessita de avaliação histológica. Os
mamas lipossubstituídas, operador-dependente.
achados são divididos em A, B e C, sendo
USG não é utilizado como exame de rastreio. respectivamente, baixa, intermediária e moderada
suspeita.
Mamografia • BIRADS 5: altamente suspeito, avaliação histológica.
BENIGNIDADE MALIGNIDADE • BIRADS 6: malignidade comprovada.
Diâmetro laterolateral > Diâmetro craniocaldal >
craniocaudal laterolateral BIÓPSIA: punção aspirativa por agulha fina guiada por ultrassom
Ecogenicidade homogênea Hipoecogenicidade e textura (PAF); biópsia por agulha grossa – nódulo denso (core biopsy);
heterogênea mamotomia.
Bordas bem delimitadas Margens irregulares
Pseudocápsula ecogênica fina Presença de sombra acústica Extrofia de bexiga
posterior
Sombras laterais à lesão/ Contornos microlobulares O complexo extrofia-epispádia (CEE) é um espectro de
Reforço acústico malformação congênita rara que pode afetar os sistemas gênito-
urinário, gastro-intestinal e músculo-esquelético comprometendo
desde a parede abdominal anterior até a musculatura do assoalho
MAMOGRAFIA: detecção precoce do câncer de mama;
recomendações de rastreio, incidências craniocaudal e mediolateral pélvico e os ossos da pelve.
oblíqua.
↠ As três apresentações mais comuns do CEE são a
MS: 50 a 69 anos fazer a mamografia de forma bienal (a cada 2 anos). extrofia clássica de bexiga (ECB), epispádia e a extrofia
Sociedade Brasileira de Mastologia: a partir dos 40 anos anualmente. em cloaca (EC).
↠ Sinais radiológicos de malignidade: • A epispádia é a forma menos severa deste espectro
• Diretos: nódulos, microcalcificações e densidades de mal-formação. Trata-se de uma abertura dorsal da
assimétricas focais ou difusas. uretra, com algum grau de diástase dos ramos
• Indiretos: distorções parenquimatosas, dilatação ductal púbicos.
isolada, espessamento cutâneo, retração da pele • A extrofia clássica de bexiga é a forma mais comum
e/ou complexo aréolo-papilar e linfonodopatia axilar. de CEE, ocorrendo em torno de 1:10.000 e 1: 50.000
nascidos vivos, afetando o sexo masculino duas vezes Dependendo da fase embrionária que ocorre esta falta de
mais. A extrofia clássica caracteriza-se por uma migração do mesênquima teremos os diferentes tipos de
diástase dos ramos púbicos, defeito da formação da apresentação do CEE.
parede abdominal anterior, na região infra-umbilical e
exposição da bexiga aberta e a uretra igualmente ↠ Se esta ruptura da membrana cloacal ocorrer anterior à
aberta ou epispádica. divisão da cloaca teremos então a extrofia em cloaca. Se a
ruptura da membrana cloacal acontecer mais tardiamente, após
a separação completa de reto e bexiga, o feto terá extrofia de
bexiga e epispádia
DIAGNÓSTICO
Varicocele
A cloaca é uma estrutura sacular, situada caudalmente ↠ A varicocele é definida como a dilatação das veias de
no embrião e representa o final comum ao tubo digestivo e trato
gênito-urinário. É coberta anteriormente pela membrana cloacal que
drenagem dos testículos e está associada a alterações de
se inicia desde o cordão umbilical superiormente. A partir da 4ª semana função testicular.
embrionária esta cloaca é dividida em bexiga anterior e reto
posteriormente a partir do crescimento do septo uro-retal. Desde o ↠ Cerca de 85 a 90% dos casos de varicocele são
início desta divisão da cloaca, a membrana cloacal começa a involuir e unilaterais acometendo o testículo esquerdo, sendo
o tecido mesenquimal adjacente inicia um processo de migração sobre extremamente raro a varicocele direita de forma isolada.
esta membrana. Esta migração mesenquimal promove a formação da
parede abdominal anterior infra-umbilical, com todas as estruturas A predominância do lado esquerdo é explicada pela anatomia do
musculares e esqueléticas que migram para a linha média, cobrindo as sistema de drenagem venosa testicular. A veia testicular a esquerda é
estruturas pélvicas. longa e drena para a veia renal esquerda, enquanto a veia testicular a
direita drena diretamente para a veia cava. Esta anatomia venosa
↠ Postularam que a falta de migração do mesênquima sobre contribui para uma alta pressão hidrostática sobre a drenagem
a membrana cloacal impede o desenvolvimento da parede testicular esquerda.
abdominal inferior, explicando o defeito muscular e ósseo
A varicocele pode afetar a espermatogênese e as
característico do CEE além da exposição da bexiga. No entanto,
funções das células de Leyding pelo aumento da temperatura
a membrana cloacal é uma estrutura frágil e rompe-se com o
testicular, pressão venosa aumentada, hipóxia, estresse oxidativo,
desenvolvimento do feto, ocasionando a extrofia da bexiga.
Contraindica o aleitamento
• HIV;
• HTLV.
• Medicamentos que contraindicam.
• Galactosemia.
Técnica da amamentação
• Na colher dosadora.
• Na seringa.
• No copinho.
Forma inadequada
Se a paciente está amamentando e descobre que está
• Pega só o bico. grávida? ELA PODE AMAMENTAR, NORMALMENTE.
• Faz barulho.
• Até final da gestação: lactogestação.
• Bochecha para dentro.
• Amamentar 2 ao mesmo tempo: tandem.
• Dor na amamentação.
• O leite tem mais sódio e menos carboidrato, isso
• Mamilos com estrias vermelhas ou áreas
pode fazer com que o bebê para de mamar.
esbranquiçadas ou achatadas quando o bebê solta a
mama. Candidíase no peito
Mãe que está perto de voltar ao trabalho • A paciente pode sentir fisgada, pele lisa e brilhante.
• O antifúngico tópico passa na mama e no bebê por
• Orientar a começar a ordenha 15 dias antes de voltar
14 dias.
a trabalhar.
• Se não resolver, indica o antifúngico oral.
• Ordenhar por 20 a 30 minutos cada mama.
• Guardar no congelador (dura de 30 dias até 3 meses Posições para amamentar
– varia de literatura).
• Descongelar na geladeira ou na temperatura • Tradicional/normal.
ambiente (por último banho maria com fogo
desligado).
• Leite não pode ficar na porta do freezer ou geladeira.
• Na geladeira o leite dura 12 horas.
• No freezer/congelador dura 15 dias (até 3 meses).
Amamentação e álcool
• Jogador americado.
• Deitada.