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Características e Tratamento de Vermes Parasitas

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FILO CLASSE SUBCLASSE ORDEM FAMILIA

REINO
Animalia Platelmintos Cestoda Eucestoda Cyclophyllidea Diphylobotridae
(Achatados dorsoventralmente) Pseudophyllidae

Características

não embrionados e operculados

dois pseudobotrídios (espinhos rudimentares)

Tocóstomo: orifício ventral das proglotes, por onde é feita a ovipostura

Características Hospedeiros Local de Diagnóstico Sinais clínicos Tratamento e profilaxia


infecção
Diphylobotrium *Escólex em forma de *HD: homem *HD: Intestino *Exames *Cão - sem Tratamento:
latum amêndoa, sem acúleos Cão delgado coproparasitológicos de sintomalogia *Vermífugos a base de
+conhecido *Esparganose: infecção Carnívoros flutuação *Homem praziquantel, derivados do
Conhecido das formas larvais *2 HI: 1° *Fita adesiva indisposição e anemia benzimidazol, pomoato de
como Tênia do *Forma larval: coracídios, microcrustáceos *D. latum o exame é por pela competição por pirantel
peixe ciliada e móvel e livre 2° peixes sedimentação vit. B12 *cirúrgico no caso de cistos
(infectante para o *Exame anátomo-
microcrustáceo) patológico das peças para Profilaxia:
*Procercoide: no a procura de formas *Cuidados com higiene e
microcrustáceo -1° HI larvais(cisticercos, cistos saneamento
(forma infectante para o hidátides, etc) *Destino das fezes de animais
peixe)
* Plerocercoide: *Tratamento das pessoas e
vermiforme na animais afetados
musculatura dos peixes - *Inspeção de carnes
2°HI (infectante para o *Cozimento das carnes de
homem). Pode viver de animais e peixes para ingestão
10 a 30 anos no HD
(1,5m)
*Brasil: aumento de casos
por aumento do consumo
de comida oriental.
REINO FILO CLASSE ORDEM FAMILIA GÊNERO
Animalia Platelmintos Trematoda
(Achatados dorsoventralmente) Cestoda
Nematoda

Nematelmintos:

De vida livre ou parasitária

Endoparasitas frequentes em animais de pequeno e grande porte

Parasitas de plantas

Vida livre: solo, água doce ou marinha


Morfologia:

Vermes redondos (filariformes)

De tamanhos variados (de 1mm até 8 m)

Cavidade corporal - pseudocele (não tem cavidade verdadeira)

Simetria bilateral (lados iguais)

Corpo revestido por cutícula e abaixo camada muscula que sustenta o tegumento

Cutícula de cor clara, lisa ou

Cutícula protege o nematelminto da ação de enzimas digestivas

Sistema digestivo completo (boca, vestíbulo oral, faringe, esôfago, estômago, intestino e ânus
Aparelho reprodutor:

Sexos separados (tem macho e fêmea): Dimorfismo sexual (diferença entre machos e fêmeas que ñ se refere ao órgão sexual)

Machos menores que fêmeas

Ap. reprodutor feminino: 2 ovários, 2 ovidutos, útero, ovo ejetor, vagina e vulva.

A posição da vulva varia com as espécies: anterior (prodelfa), medial (anfidelfa) e posterior (Opistodelfa)

Aparelho reprodutor masculino: 2 testículos, 2 canais deferentes, canal ejaculador, 1 ou 2 espículas, gubernáculo e bolsa copuladora

Espícula: conduz o sêmen para a vulva

Bolsa copuladora: se prende à fêmea na cópula

Fêmeas ovovivíparas (desenvolvimento embrionário ocorre dentro de ovos que se desenvolvem dentro do corpo materno), ovíparas (desenvolvimento
embrionário ocorre dentro de um ovo) ou vivíparas (desenvolvimento embrionário ocorre dentro do corpo materno já liberam a larva L1)

Maioria ovíparas

Algumas espécies podem ter fêmeas partenogênica (geram indivíduos sem a presença do macho)
Características:
Formatos variados de boca: simples, coroa franjada, arredondada, triangular, hexagonal, lamelas, dentes, lábios

Ovos simples, operculados, bioperculados, larvados

L3 é o estágio infectante para o hospedeiro

Ciclo biológico:
Ciclo monoxeno ou heteróxeno

Ciclo monoxeno (1 hospedeiro)


L1 L2 L3: se passam no ambiente (fezes ou material orgânico)

L3 forma infectante para o HD: fezes, muco.


a muda para L4 no HD

L4 L5 Adulto: no HD
Ciclo heteróxeno:
Ovo: liberado no ambiente
L1 L2 L3: no HI
L3 forma infectante para o HD
L4 L5 Adulto: no HD

Vias de infecção:

(ativamente)

Tipos de ovos:

Lisos (casca): Operculados Bioperculado: ex. Trichuris sp Larvado: ex. Stongyloides sp


Principais ordens de nematódeos intestinais:

S. papillosus
Trichuris suis, Trichuris vulpis, Trichiuris trichiura
Oxyuris equi (bem importantes em equinos)

Toxocara sp, Parascaris equorum (importante em pequenos e grandes animais)


REINO FILO CLASSE ORDEM FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Rhabidtida Rhabditidae
(Achatados dorsoventralmente) Cestoda
Nematoda

Maioria das espécies vivem em matéria orgânica: solo, água parada e frutas podres

Parasitas causais

Podem invadir a pele e causar prurido intenso (ñ tem hábito de parasitar)

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Diagnóstico, controle e


Patogenia tratamento
Gênero: Rhabditida *Vermes adultos bem * Rhabditida *Pouco conhecido *Penetração na pele: Diagnóstico:
pequenos (1 a 3mm) strongyloides: Cães Dermatite e prurido *Raspado de pele e coleta de
Rhabditida *Parasitas ocasionais *Otite em cães e cerúmen para observação em
strongyloides (de ambiente) * Rhabditida bovis, R. bovinos microscopia
(Cão) *Fêmeas vivíparas freitasi, R. costasi: *Otite purulenta, odor
*Vivem no solo em bovinos fétido e estenose do Controle:
Rhabditida bovis, R. ambiente úmidos, conduto auditivo *Evitar ambiente sujos
freitasi, R. costasi matéria orgânica em * Rhabditida sp: *Estresse e cabeça *Invermectina
(bovino) decomposição podem parasitar o pendente para um lado
homem
Rhabditida sp
(homem)
REINO FILO CLASSE ORDEM FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Oxyurida Oxyuridae
(Achatados dorsoventralmente) Cestoda (Importante em
Nematoda equinos e humanos)

Boca trilabiada

Esôfago com bulbo posterior bem desenvolvido

Chamados de Verme alfinete: parte anterior, mais grossa, afila-se progressivamente até o final do corpo

Parasitos monóxenos

Parasitam o intestino grosso

Parasita de hábito noturno


Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e
tratamento
Gênero: Oxyuris *Tamanho médio: Fêmea HD: Equinos Ciclo Monoxeno *Formas mais jovens são Diagnóstico:
de 4 a 15cm. Macho de 0,9 *Ingestão de ovo com L3 mais patogênicas Coleta de material da região
Oxyuris equi a 1,2cm *L3 é liberada no intestino delgado *Fixam-se no intestino perianal com fita adesiva (Durex)
Ñ é zoonose! *Fêmeas brancas ou * L3 passa a L4 e L5 e adultos no grosso causando enterite -local da postura dos ovos
acinzentadas, com mts intestino grosso, onde se alimenta (inflamação da mucosa) e
ovos por toda a extensão da mucosa intestinal diarreia
do corpo e cauda longa e *Fêmea migra até o ânus e *Fêmeas na região anal Controle:
fina (3x o comprimento) deposita os ovos na região perianal causam irritação e prurido *Limpeza dos estábulos, retirada
*Machos com um espículo com uma substância cimentada *Animais com falhas no das camas
e asa caudal com dois pares acinzentada (causa mt coceira) pelo da região posterior e *Cuidado com alimentos e água
de papilas grandes e várias *Os ovos no ambiente embrionam cauda(arrepiado) Limpeza da região perianal
papilas pequenas em 3 a 5 dias até o estágio
*Ovos são amarelados, com infectante (L3) Tratamento:
1 opérculo e um dos lados *Retroinfecção (as larvas podem *Vermifugação
ligeiramente mais côncavo eclodir e voltar ao intestino grosso.

Localização: intestino
grosso
Enterobius HD: Homens e *Postura dos ovos na região do *Irritação e prurido
vermicularis macacos ânus noturno
Syphacia sp *Importância em animais
Ñ é zoonose! de laboratório por
interferir nos ensaios
REINO FILO CLASSE ORDEM FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Ascaridida Heterakidae
(Achatados dorsoventralmente) Cestoda Ascaridiidae
Nematoda

REINO FILO CLASSE ORDEM FAMILIA


Animalia Platelmintos Trematoda Ascaridida Heterakidae
(Achatados dorsoventralmente) Cestoda
Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *Vermes pequenos *HD: galinhas, patos, Ciclo Monoxeno *Baixa patogenicidade Diagnóstico:
Heterakis (pode *Fêmeas ovíparas perus, ganso e outras (Ciclo direto, ou seja, não precisa *Aves com anemia e *Exames de flutuação: ovos de
ser vetor dos *Presença de espícula (ceco) de HI) eosinofilia casca dupla e fina
protozoários de copulatória no macho *Ovos eliminados nas fezes, no
Histomas *Ovos ovalados e não *Hosp. ambiente Controle:
meleagridis) segmentados paratênico(transporte): *L1, L2 e L3(forma infectante) se *Não criar perus (por serem
*Ovos de casca dupla e Minhocas desenvolvem dentro do ovo mais sensíveis) em terrenos que
Heterakis fina *Ave ingere o ovo com L3 ou já tenham sido criadas galinhas
gallinarum minhocas parasitadas com os ovos *Limpeza das camas e
Ñ é zoonose! Localização: Cecos *L3 é liberada e penetra no bebedouros
epitélio cecal ou criptas intestinais *Uso de anti-helmínticos na
água

Tratamento:
*Vermifugação das aves
REINO FILO CLASSE ORDEM FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Ascaridida Ascaridiidae
(Achatados dorsoventralmente) Cestoda
Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *Vermes de tamanho * Ascaridia galli: *Ciclo monoxeno, ou seja direto, *Pode levar a obstrução do *Controle semelhante ao
Ascaridia médio (até 12 cm nas HD - Galinha, pato, semelhante ao Heterakis intestino pela presença de Heterakis
fêmeas) peru, faisão grande número de
Ascaridia galli *Ovos ovais com dupla parasitas
(Um dos membrana * Ascadiria *Em aves jovens, de até 3
principais *Um dos helmintos mais collumbae: meses, pode ser grave
encontrados na comuns em aves HD - Pombos
criação de
galinhas) Localização: intestino
Ascadiria delgado
collumbae

Ñ são zoonoses!
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA SUBFAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Ascaridida Ascaridoidea Ascaridiidae Ascaridinae
(Achatados Cestoda Toxocarinae
dorsoventralmente) Nematoda

REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA SUBFAMILIA


Animalia Platelmintos Trematoda Ascaridida Ascaridoidea Ascaridiidae Ascaridinae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: Ascaris *Vermes grandes (fêmea * Ascaris suum: Ciclo Monoxeno *Enterite diarreia de leve Diagnóstico:
20 a 40 cm, macho 10 a 15 HD Suínos *Ingestão do ovo com L3 ou a grave em animais jovens *Flutuação (p/ovos leves): ovos
Ascaris suum *Boca trilabiada minhoca com L3 pelos suínos ou *Focos de inflamação em de casca espessa e aparência
*Fêmea com vagina homem fígado e pulmão pela rugosa
Ascaris anterior *Ascaris *Liberação de L3 na mucosa migração das larvas
lumbricoides *Fêmea o corpo termina lumbricoides: intestinal (achado de necropsia e Controle:
em cauda romba e macho HD Homem *Por via linfática segue para os condenação dos órgãos) *Limpeza do ambiente
São zoonoses! têm 2 espículos linfonodos, linfa e pela veia porta, *Perda de peso
*Macho sem ventosas pré- OBS: em ambos para fígado, coração e pulmão (L4) Tratamento:
cloacal no corpo pode ocorrer *Migram pela traqueia e são *Vermifugação dos animais
infecção cruzada deglutidos
(não é frequente)
Localização: Intestino *Alojam-se no Intestino delgado e
delgado Hosp. Paratênico: viram adultos
Minhoca *Liberação dos ovos nas fezes
Gênero *Parasitas grandes (fêmea HD: Equino *Ovos nas fezes (esféricos com *Tosse e dispneia pela *Igual ao do Ascaris
Parascaris 20 a 50 cm, macho 15 a 28 casca rugosa) passagem das larvas
cm) *Ingestão do ovo com *Cólica e obstrução em
Parascaris *Boca trilabiada com L3(Infectante) potros
equorum interlábios *L3 penetra na parede intestinal
*Machos tem asa caudal *Fígado Pulmões intestino
*Ovos esféricos e rugosos delgado

Localização: Intestino
delgado
Gênero: *Tamanho médio (Fêmeas *HD: Cães e gatos Ciclo monoxeno (direto) *Infecção se limita ao
Toxascaris de 2 a 10cm, Macho de 2 a intestino, podendo causar
7cm) *Hosp. Paratênico: *Sem migração pelos tecidos aumento de abdômen,
Toxascaris *Boca trilabiada roedor diarreia e cólica
leonina *Ovos de casca espessa e
Ñ é zoonose! arredondados

Localização: Intestino
delgado
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA SUBFAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Ascaridida Ascaridoidea Ascaridiidae Toxocarinae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *Tamanho médio (Fêmea *HD: Cães *HD ingere L3 (infectante) dentro *Pneumonia com pontos Diagnóstico:
Toxocara de 9 a 18 cm e Macho de 4 do ovo ou Hosp. Paratênico com L3 focais pela passagem das *Flutuação
a 10 cm) Hosp. Acidental: *Ciclo hepatopulmonar e intestino larvas, tosse
Toxacara canis *Boca trilabiada homem (não delgado do cão *Enterite mucoide Controle:
*Asa cervical (Só o macho) desenvolve o ciclo (inflamação do intestino *Limpeza do ambiente e retirada
É zoonose! *Macho com projeção clássico, mas Podem de infectar também por: c/o aumento do muco) das fezes com água quente
Larva migrans digitiforme na cauda desenvolve a larva *Via transplacentária *Diarreia *Luz solar direta resseca os ovos
visceral *Ovos de casca espessa migrans visceral) *Via transmamária *Pode haver vômitos *Evitar acesso dos cães a áreas
irregular, de coloração *Oclusão parcial ou total onde crianças frequentam
castanho escura e formato do intestino em alto grau
globular de parasitismo Tratamento:
*Vermifugação dos animais
Localização: Intestino *Vermifugação das cadelas antes
delgado da reprodução ou 3 semana antes
do parto
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIAS
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Strongyloidae Strongylidae
(Achatados Cestoda Syngamidae
dorsoventralmente) Nematoda Chabertidae

SUPERFAMÍLIA STRONGYLOIDAE

Parasitas de grande importância mamíferos e aves

Cápsula bucal bem desenvolvida, geralmente com dentes e coroas lamelares capacidade de fixação e agressão ao epitélio

Machos possuem bolsa copuladora

Ovos de casca dupla, fina e morulados (com várias células no seu interior, tipo estrongílideo)

Se alimentam de muco intestinal


Ciclo biológico direto: não precisa de HI

Ovos nas fezes

L1 e L2 nas fezes

L3(forma infectante) resistentes, migram para o pasto

Influência de umidade, clima (umidade e calor aceleram o ciclo) e invertebrados, como hospedeiro paratênico.

Ingestão pelo HD de L3

L3 migra para o órgão-alvo (abomaso, Intestino Delgado ou Intestino Grosso, dependendo da espécie)

Muda para L4 e depois L5 na mucosa do intestino ou estômago

Adulto jovem e eliminação dos ovos


REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Strongyloidae Strongylidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Dividida em grandes e Estrongilídeos

Grandes Estrongilídeos: Parasitas de Equinos e Asininos (burros, bestas e jumentos)

GRANDES ESTRÔNGILÍDEOS
****Vai cair na Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e
prova tratamento
Gênero: *Espécie mais patogênica *HD: Equinos e Ciclo Monoxeno direto *Obstrução de artérias Diagnóstico:
Strongylus- *Cápsula bucal com coroa asininos mesentéricas *Exame coproparasitológico
pronúncia: franjada, 2 dentes *L1, L2 e L3(forma infectante) se *Quadros de obstrução e
estrôngilus arredondados. desenvolvem nas fezes cólicas graves Controle:
*L3 migra para o ambiente *Febre, inapetência *Sistema de rotação de
Localização: Intestino (pastagens e água) *Perda de peso e da pastagens
Strongylus grosso(ceco e colón) *Ingestão da L3 pelo HD condição física *Remoção de fezes e uso de
vulgaris *L3 penetra na mucosa e *Enterite e diarreia esterqueiras
submucosa, migram e mudam para *Óbito(podendo morrer de *Limpeza das instalações e
Ñ é zoonose! L4 cólica) controle da água para beber
*L4 penetra nas artérias
mesentéricas (é onde dá o quadro Tratamento:
de maior gravidade, podendo *Os equinos acima de 2 anos de
causar trombo) idade devem ser tratados com
*Volta para a mucosa do Intestino anti-helmíntico de amplo
grosso- L5 e adultos** espectro
*Novos animais que serão
Lembrar: o S. vulgaris a L4 migra introduzidos ao rebanho devem
pela artéria mesentérica receber anti-helmíntico
*Baixa patogenicidade *HD: Equinos e *O ciclo envolve muda para L4 na *Pode causar quadros *Semelhante ao S. vulgaris
pouca importância clínica asininos parede intestinal e migração pelo leves de diarreia, cólicas,
*São maiores que o S. peritônio até o fígado, ou seja, febre e anorexia
vulgaris diferentemente do S. vulgaris, o S.
Strongylus *Cápsula bucal com coroa equinus não migra pela artéria
equinus franjada, 3 pontiagudos mesentérica
*L4 e L5 migram próximos ao
Ñ é zoonose! OBS: A identificação da pâncreas e retornam ao intestino
espécie de estrongilídeos
somente pela morfologia Lembrar: L4 migra pelo peritônio
dos ovos é difícil até o fígado e podem ser
encontradas tbm no pâncreas
Localização: Intestino
grosso
Strongylus *Baixa patogenicidade *HD: Equinos e *Ingestão de L3 *Pode causar quadros *Semelhante ao S. vulgaris
Edentatus pouca importância clínica asininos *Migração pelo sistema porta até o leves de diarreia, cólicas,
*Cápsula bucal com coroa fígado febre, anorexia e
Ñ é zoonose! franjada, sem dentes *Muda para L4 e migra para o alterações hepáticas
peritônio
*Semelhante ao S. equinus *Muda para L5 e migra para
parede do intestino grosso e forma
um grande abscesso
Localização: Intestino
grosso Lembrar: L4 encontrada no
peritônio e L5 produz um grande
abscesso purulento que libero o
parasita adulto
*Cápsula bucal com coroa *HD: Equinos e Ciclo Monoxeno direto, na *Em co-infecçaõ com o S. *Semelhante ao S. vulgaris
franjada, lâminas asininos mucosa do intestino (não vulgaris (é a gravidade),
migratório) pode aumentar as lesões
serrilhadas no fundo da na mucosa (pontos de
cápsula inflamação e úlceras)
*Adultos hematófagos na *Anemia, fraqueza e
mucosa do cólon diarreia

Localização: Intestino
grosso
Gênero: *Cápsula com coroa *HD: Equinos e
Triodontophorus franjada e serrilhada no asininos
fundo
Triodontophorus *Adultos hematófagos na
serratus, T. mucosa do cólon
tenuicollis, T.
brevicauda
PEQUENOS ESTRÔNGILÍDEOS
Gênero: *Baixa patogenicidade *HD: Equinos e Ciclo Monoxeno direto na *Sintomas semelhante aos *Semelhante ao S. vulgaris
Cyathostomum *Vermes pequenos asininos mucosa do intestino grosso anteriores
Pronúncia: *Não são hematófagos *Enterite hemorrágica
Ciatóstomum *Cápsula bucal desprovida *- Hipobiose larva(ficam inativos
de dentes esperando no nódulo um ambiente
Cyathostomum *Machos com bolsa ideal para ativar): animais
spp. copuladora e espículas reinfectados formam
(=Trichonema *Maior incidência na nódulos(resposta inflamatória) e as
spp.) primavera (tratar os larvas permanecem por meses
animais no inverno) (induzida pela imunidade)

Localização: Intestino
grosso
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Strongyloidae Syngamidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda
Parasitas de Aves
tem esse formato pois o macho está acoplado na fêmea

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *Cápsula bucal grande, em *HD: Aves Ciclo direto ou indireto *Mais grave em filhote
Syngamus formato de taça, com domésticas e *Fêmea e macho em cópula *Pode causar traqueíte,
coroa franjada e 10 dentes selvagens permanente ( pneumonia e morte
Syngamus *Fêmeas grandes e traqueia *Tosse, balançar a cabeça,
trachea avermelhadas *Hosp. Paratênico: *Ovos escapam e são empurrados muco excessivo, dispneia e
(chamado de *Machos menores e Minhocas, para traqueia pelo muco excessivo morte
verme do brancos moluscos, moscas e *Podem se deglutidos e eliminados
bocejo - MAIS artrópodes nas fezes
IMPORTANTE) Localização: traqueia e *L3 se desenvolve no ovo
pulmões *HD ingere a minhoca (hosp.
paratênico), o ovo ou L3 eclodida
*L3 invade linfonodos
mesentéricos e cai na circulação
sanguínea ou linfática
*Pulmões alvéolos bronquíolos
- traqueia

Syngamus *Igual ao Syngamus *Igual ao Syngamus


bronchialis trachea trachea
Syngamus
laringeus

REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA SUBFAMÍLIA


Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Strongyloidae Syngamidae Stephanurinae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: * Parasitas grandes, de até *HD: suínos * Ingestão ou penetração cutânea
Stephanurus 4,5 cm, robustoserosados *Hosp. Paratênico: pelo HD ou ingestão do HP com L3
* Cápsula bucal em forma minhocas * Penetração pelo intestino e
Stephanurus de taça, proeminente e migração pelo fígado
dentatus franjada * Cavidade peritoneal
* Fêmea afilada e vulva no * Adultos nos rins
terço medial
* Machos com bolsa
copuladora pequena, dois 2
espículas

*Localização: rins e gordura


perirrenal
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Ancylostomoidea Ancylostomidae
(Achatados Cestoda Bunostominae
dorsoventralmente) Nematoda

REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA


Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Ancylostomoidea Ancylostomidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

***Mt dúvida Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e
nesse gênero tratamento
Gênero: *Cápsula bucal grande com *HD: Caninos, Ciclo direto *Animais mais jovens
Ancylostoma 3 pares de dentes na raposas e *Infecção por penetração cutânea, (filhotes até 3 semanas)
spp. margem e 1 par ventro- acidentalmente o ingestão de L3 ou pela ingestão do podem ter quadros mais
dorsal homem hosp. paratênico que tenha a L3 graves de diarreia, anemia,
Ancylostoma *Pequenos, branco *Na infecção percutânea as L3, prostração, perda de peso
caninum *Pode haver hosp., penetram na pele, migram pelo e desnutrição
É uma zoonose! paratênico sangue até os pulmões, onde se *Animais mais velhos é
(No homem não *Parasitas adultos são desenvolvem em L4 e são mais brando
consegue hematófagos vorazes deglutidas e chegam no intestino *Infecção percutânea e
atingir o órgão *Ovos em formato de barril delgado migração errática das
ideal) *Larva migrans cutânea *Espécie produz milhões de ovo larvas
*Localização: Intestino c/dia
delgado *Em cadelas a L3 pode migrar e
ficar encistadas em músculo e na
gestação se ativam e passam para
os filhotes pelo leite (transmissão
transmamária)

**No HD a infecção tanto por


ingestão ou percutânea o ciclo se
completa, já no humano é só por
via percutânea porém o ciclo não
se completa
Ancylostoma *Baixa patogenicidade *HD: Cães e gatos *Semelhante ao Ancylostoma *Diarreia Diagnóstico:
brasiliensis *Cápsula bucal com 2 caninum *Infecção percutânea e *Coproparasitológico de fezes
É uma zoonose! dentes *Hosp. Paratênico: migração errática das
*Não são hematófagos Roedores larvas Controle:
*Larva migrans cutânea *Uso regular de anti-helmínticos
*Limpeza e retirada das fezes
*Localização: Intestino *Evitar superlotação de canis e
delgado gatis
*Cuidado com acesso a caixas de
areia e terrenos por crianças
*Higiene das mãos
Tratamento:
*Tratamento das Fêmeas pré
parto (2 semanas antes do parto)
e dos filhotes com 15 e 30 dias
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Ancylostomoidea Bunostominae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *Cápsula bucal retangular, *HD: Bovinos *Semelhante ao Ancylostoma: *Diarreia e anemia em
Bunostomun com um par de lâminas Infecção percutânea ou oral bezerros
cortantes e dois pares de
Bunostomun lancetas na base
phlebotomum *Hematófagos
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Trichostrongyloidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Superfamília Trichostrongyloidae
Parasitas de mamíferos e aves principalmente ruminantes (trato digestivo)

São finos e pequenos (capiliformes)

Cápsula bucal vestigial (pouco desenvolvida) e poucos apêndices (não tem aspecto agressivo)

Machos possuem bolsa copuladora bem desenvolvida e 2 espículas

Ovos de casca dupla, fina e morulados (tipo estrongílideo)

Ciclo biológico direto: não precisa de HI


REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Trichostrongyloidae Trichostrongylidae
(Achatados Cestoda Dictyocaulidae
dorsoventralmente) Nematoda

FAMILIA Trichostrongylidae (RUMINANTES)


ruminantes.

dultos podem ter quadros graves

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *De 3 a 8mm (difícil *HD: Equinos, *Diarreia de cor escura a Diagnóstico:
Trichostrongylus visualização) Bovinos, ovinos, negra e fétida que pode *Sinais clínicos
*Possui espículas e bolsa caprinos, suínos ser grave principalmente *Período do ano
Trichostrongylus copuladora em bezerros *Necrópsia
axei (mais *Hosp. Acidental: *Emagrecimento, *Parasitológico de fezes
importante) *Localização: Estômago ou Homem desidratação e morte
abomaso *Gastrite em equinos que Controle:
pode se crônica *Nível de parasitismo para
*Morbidade considerável e estimular a imunidade dos
alta mortalidade em adultos
bovinos *SICOPA (Sistema Integrado de
Controle Parasitário)
*Vermifugação seletiva parcial
*Nutrição
Trichostrongylus *Localização: Duodeno *HD: Bovinos, *Hemorragia intestinal, *Igual ao Trichostrongylus axei
colubriformis ovinos, caprinos, edema, enterite grave,
suínos, camelos perda de peso, diarreia
escura e óbito
*Hosp. Acidental:
Homem
Gênero: *Maior que *HD: Ciclo direto Hábito alimentar:
Haemonchus Trichostrongylus sp (3 cm) H. contortus: ovinos *Adultos no trato digestivo hematofagia: 3 formas de
*Extremidade anterior e caprinos liberam seus ovos patogenia:
Haemonchus afilada, cápsula bucal H. placei: bovinos *Ovos são liberados com as fezes 1) Hemoncose
contortus pequena e com lanceta na pastagem hiperaguda: em
*Fêmea com apêndice *Larvas eclodem dos ovos e animais jovens
Haemonchus vulvar desenvolvem de L1 a L3 suscetíveis expostos a
placei *Macho com bolsa *L3 infectantes migram para a infecção maciça de
copuladora em forma de Y porção superior da pastagem e larvas - anemia, fezes
*Hábito alimentar: são ingeridas escuras,
hematofagia gastroenterite
hemorrágica grave >>
*Localização: Abomaso óbito (24h a 48h)

2) Hemoncose aguda:
quadro semelhante,
mas há resposta de
produção de sangue
(hematopoiese) -
jovens suscetíveis,
hipoproteinemia
(diminuição da
proteína), edema
submandibular, ascite
(acúmulo de líquido na
cav. Abdom.),
prostração, fezes
escuras e óbito.

3) Hemoncose crônica:
em animais mais
velhos - perda de
peso, edema,
fraqueza e anemia.
Forma mais comum e
de importância
econômica (100%
morbidade e baixa
mortalidade)
Gênero: * Muito pequenos *HD: bovinos, Ciclo direto *Cooperia punctata é
Cooperia (falou * Aspecto de vírgula ovinos e caprinos patogênica, causando
rápido) * Fêmeas com cauda quadros de enterite,
afilada ruptura de intestino,
Cooperia * Machos com bolsa perda de peso e anemia
punctata copuladora bem
desenvolvida e com
Cooperia espículos
oncophora * Ovos delgados (parede
fina)
Cooperia * Hematófagos
pectinata
*Localização: Intestino
delgado
Gênero * Muito pequenos *HD: Ciclo direto * Principal causa de
Ostertagia * Cavidade bucal pequena O. ostertagi. O. gastrite parasitária (Sul do
(falou rápido) * Fêmeas com cauda trifurcata: bovinos, país)
afilada e processo vulvar ovinos e caprinos * Infecções graves:
Ostertagia * Machos com bolsa (ocasionalmente) alterações no pH do
ostertagi copuladora bem O. curcumcincta: abomaso levam a
desenvolvida e com ovinos e caprinos emagrecimento, perda de
Ostertagia espículos trifurcados apetite e diarreia
trifurcata *Queda na produção
Ostertagia *Localização: Abomaso
curcumcincta * OstertagioseTipo I: em
bezerros com menos de
um ano. Morbidade alta
* Ostertagiose tipo II:
bezerros de um ano, após a
ingestão de larvas do
outono. Edema
submandibular acentuado

sinal: diarreia abundante e


líquida
Gênero *Muito pequenos e *HD: Suínos Ciclo direto *Quadros de gastrite
Hyostrongylus avermelhados crônica em suínos
(falou rápido) *Fêmeas com cauda afilada
e vulva no terço posterior
Hyostrongylus *Machos com bolsa
rubidus copuladora bem
desenvolvida e com
espículos iguais e curtos
*Ovos de tamanho médio
*Localização: Estômago
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Strongylida Trichostrongyloidae Dictyocaulidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero *Vermes grandes (5 a *HD: Ciclo Direto Sinais decorrentes da
Dictyocaulus 10cm) Dictyocaulus presença do verme nos
(parasita de viviparus: Bovinos *Postura de ovos larvados pulmões e brônquios
aparelho Localização: Brônquios, Dictyocaulus (ovovivíparos) *Tosse, muco, secreção
respiratório) traqueia e pulmões arnfield: Equídeos e *Ovos podem ser expelidos pela catarral por infecção
asininos cavidade nasal ou oral bacteriana
Dictyocaulus Dictyocaulus filaria: OU *Pneumonia, dispneia,
viviparus Ovinos e caprinos *Deglutidos e larvados no intestino enfisema (membros
(principal para L1 e são expelidos pelas fezes anteriores afastados e
espécie) *L2 e L3 no ambiente pescoço para frente)
*HD ingere L3 intestinos via *Perdas na produção e
Dictyocaulus linfática (L4) óbito
arnfield *Nos pulmões L5 e brônquios **mais grave em
pequenos ruminantes
Dictyocaulus
filaria
IMPORTANTE***
***Três fases (bezerros):
Pré-patente: presença
das larvas nos alvéolos e
alveolite (inflamação do
alvéolo)
Patente: sinais clínicos
com pneumonia, secreção
exagerada e eliminação de
vermes adultos pode ter
óbito 24 a 48h
Pós patente:
recuperação lenta , deixa
sequelas fibrose
pulmonare peri-brônquica
Gênero: * Vermes pequenos *HD: Ruminantes * L3 se desenvolve no ovo e não no *Diarreia e desidratação
nematodirus comparados aos outros ambiente *Geralmente está
estrongilídeos (2 cm) associada a outros
nematodirus * Entrelaçados (parece fio parasitas
battus de telefone)
* Fêmeas com cauda
nematodirus truncada e com espinho
fillicolis * Ovos grandes,
translúcidos e identificação
dos blastômeros
*Importante em cordeiros

Localização: Intestino
delgado de ruminantes
SICOPA: 4 chaves
Avaliação dos casos
Manejo das pastagens
Anti helmínticos
Vermifugação dos animais jovens
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA
Animalia Platelmintos Trematoda Spirurida Filaroidea
(Achatados Cestoda Habronematoidea
dorsoventralmente) Nematoda Spiruroidea

REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIAS


Animalia Platelmintos Trematoda Spirurida Filaroidea Onchocercidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: * São finos e grandes, de 12 *HD: cães, Ciclo indireto (precisa de HI) *Período pré patente: 6 a Diagnóstico:
Dirofilaria cm no macho a 30 cm ocasionalmente 8 meses *Sinais clínicos
fêmea gatos e raramente *L1 Microfilárias no sangue *Distúrbios circulatórios *Exame direto de esfregaço
Dirofilaria * Extremidade anterior homem *Mosquito culicídeos pica o cão pela presença do parasita sanguíneo ou gota espessa
Immitis simples, machos com * HI: mosquitos *L2 e L3 evoluem no mosquito *Infecções maciças: *Técnica de Knott
posterior espiralada, Culicidae *Ao picar o HD L3(estágio obstrução do ventrículo *Imunoensaio: 4DX
Zoonose espículas e papilas préepós- infectante) migra para o tecido direito e artéria pulmonar
emergente cloaca subcutâneo e muda L4 e L5 *Coágulos, trombos Controle:
*Fêmeas larvíparas *Adultos jovens migram pela *Dificuldade respiratória, *Uso de microfilaricidas
* Machos possuem bolsa circulação venosa até o coração ascite, cardiomegalia injetáveis de uso mensal ou anual
copuladora bem *Adultos podem sobreviver anos (invermectina, moxidectina)
desenvolvida e 2 espículas
*Tosse seca, intolerância *Comprimidos mensais a base de
*Localização: ventrículo ao exercício, cansaço, invermectina associada
direito e artéria pulmonar sinais de doença cardíaca
Tratamento:
***Se confunde com *carpasolato, imiticidi, doxiciclina
neoplasia pulmonar associada a invermectina
*Cirurgia
*Tratamento suporte para as
complicações cardiorrespiratórias

Gênero: *Diferentemente da *HD: cães Ciclo indireto *Importância em Med. Diagnóstico:


Dipetalonema Dirofilaria Immitis, possui *HI: pulgas e *Pulga se alimento do animal Vet. e Saúde Pública: *Sinais clínicos
bainha de proteção carrapatos infectado com microfilária e importância como *Exame direto de esfregaço
Dipetalonema *Bem menores que passam a L1, L2 e L3 diagnóstico diferencial sanguíneo ou gota espessa
reconditum Dirofilaria Immitis *Ao picar o HD inoculam as para Dirofilaria Immitis *Técnica de Knott
*Pouco patogênica L3(estágio infectante) que migram *ELISA, testes imunodiagnósticos
para o tecido subcutâneo onde
passam a L4 e L5
*Localização: tecido
subcutâneo, tecido
perirrenal e cavidade
peritoneal

REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIAS


Animalia Platelmintos Trematoda Spirurida Habronematoidea Habronematidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda
Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e
tratamento
Gênero: *São pequenos e brancos *HD: equinos Ciclo indireto *Irritação na mucosa Diagnóstico:
Habronema (0,8 cm macho e 2,2cm HI: moscas (Musca gástrica gastrite catarral *Difícil pelas técnicas de rotina
fêmea) domestica) H. * As fêmeas adultas são vivíparas, com muco
Habronema *Boca com dois lábios muscae Stomoxys fazem a postura de L1 *Habronema cutânea: Controle:
muscae lateais, trilobulados, calcitrans(mosca dos Na mosca chega a L3, que após a *Uso de esterqueiras
cápsula bucal cilíndrica estábulos) H. ingestão é liberada no estômago. ocorre pela deposição de * Tratamento das feridas para
Habronema *Machos com cauda majus * Até L5 no estômago L3 em feridas, causando evitar a presença de moscas
majus espiralada e asa caudal, aspecto tumoral e * Remoção dos nódulos por
dois espículos de tamanhos depreciação da pele cirurgia
diferentes *Habronemosegástrica:
ivermectinas
*Localização: estômago
Gênero: *Draschia é mais *HD: equinos Ciclo indireto * Nódulos na parede do Diagnóstico:
Draschia patogênica, pela formação *HI: Musca estômago *Difícil pelas técnicas de rotina
de nódulos, que podem domestica Igual ao Habronema muscae,
Draschia formar tumores Habronema majus Controle:
megastoma *Uso de esterqueiras
*Localização: estômago * Tratamento das feridas para
evitar a presença de moscas
* Remoção dos nódulos por
cirurgia
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIAS
Animalia Platelmintos Trematoda Spirurida Spiruroidea Spirocercidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *São grandes e vermelhos *HD: cães e gatos Ciclo indireto *Podem obstruir esôfago e Controle:
Spirocerca * Boca hexagonal, com *Hosp. Acidental: estômago *difícil pelo número de H
papilas bovinos, ovinos e *Adultos em nódulos no esôfago *Podem causar rupmento Paratênicos
Spirocerca lupi *Fêmea com vulva na caprinos (até 40) da aorta * Evitar dar vísceras cruas para os
posição anterior ovos *HI: besouros *Ovos larvados no ambiente animais
muito pequenos e larvados coprófagos *L1, L2 e L3 no HI
*Machos em espiral e asa *Hosp. paratênicos: *Ingestão do HI e liberação de L3
caudal galinhas, lagartixas, no estômago
roedores, coelhos *Penetração e migram até aorta
*Localização: esôfago e torácica onde mudam para L4
estômago *Migram pelos tecidos até esôfago
e estômago
REINO FILO CLASSE ORDEM SUPERFAMILIA FAMILIAS
Animalia Platelmintos Trematoda Enoplida Trichinelloidea Trichuridae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *Extremidade anterior mais *Somente alto grau de Controle:
Trichuris afilada *Ovos embrionam no ambiente parasitismo causa lesões *Ambiente arejado e instalações
*Fêmeas ovíparas *HD ingere ovo com L1 na mucosa cecal secas
Trichuris suis *Macho com a cauda *Mucosa do intestino grosso até L5 *Tratamento dos animais
(importante) espiralada *Ovos resistem até 6 anos em
*Ovos em formato de barril ambientes úmidos
Trichuris vulpis, (bioperculados)
T. campanula, T.
discolor, T. ovis, *Localização: Cecos
T. trichiura
(homem), T.
muris
REINO FILO CLASSE ORDEM SUBORDEM FAMILIAS
Animalia Platelmintos Trematoda Enoplida Dioctophymina Dioctophymatidae
(Achatados Cestoda
dorsoventralmente) Nematoda

Características Hospedeiros Ciclo Biológico Sinais clínicos e Patogenia Diagnóstico, controle e


tratamento
Gênero: *Maior parasita de animais *HD: carnívoros Ciclo indireto *Destruição do Tratamento:
Dioctophyma domésticos, pode atingir (cão), homem parênquima renal, *Cirúrgico
até 1 m nas fêmeas *HI: *Eliminação de ovos embrionados, restando apenas a cápsula
Dioctophyma Anelídeos(minhocas), com ingestão de L1 pelo HI *Pode haver migração
renale *Localização: Rins rãs e peixes *L1, L2 e L3 no HI para os ureteres e bexiga
*O HD pode se infectar ao ingerir o *Urina com sangue
HI ou paratênico *Apatia
*Penetração na parede intestinal
do HD por L3
*L4 e L5 na cavidade peritoneal
*Migração até os rins

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