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Resumo Expandido

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Tópicos abordados

  • Capacitação financeira,
  • Estratégias financeiras,
  • Consumo excessivo,
  • Fundamentação teórica,
  • Impacto econômico,
  • Cultura de consumo,
  • Estresse financeiro,
  • Despesas essenciais,
  • Independência financeira,
  • Cartão de crédito
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Tópicos abordados

  • Capacitação financeira,
  • Estratégias financeiras,
  • Consumo excessivo,
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  • Impacto econômico,
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  • Estresse financeiro,
  • Despesas essenciais,
  • Independência financeira,
  • Cartão de crédito

Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI

Curso Gestão Financeira (turma FLC147751GFI) – Imersão Profissional:


Gerenciamento de Projetos Empresariais

TÍTULO DO RESUMO EXPANDIDO


Autor(es): Gabriela von Mühlen Rodrigues, 1
Tutor externo: Renata 2

RESUMO

Este estudo investigará como a falta de planejamento financeiro é a principal


causa do endividamento que afeta todas as gerações. O objetivo é analisar as raízes
desse problema em diferentes faixas etárias e propor soluções viáveis para mitigar seus
impactos. A pesquisa, baseada em revisão de estudos, artigos científicos e publicações
especializadas, evidencia a importância da educação financeira como ferramenta
essencial para alcançar estabilidade econômica e qualidade de vida. A pesquisa propõe a
implementação de programas de educação financeira em escolas e iniciativas de
capacitação para o público geral como soluções-chave para enfrentar o endividamento.
Essas ações devem priorizar a conscientização sobre gestão de orçamento, poupança e
investimento, beneficiando tanto jovens quanto adultos. Além de proporcionar
segurança financeira, a educação financeira contribui para o bem-estar geral, permitindo
uma vida mais tranquila e equilibrada, livre das preocupações causadas por dívidas
excessivas.

Palavras-chave: Planejamento financeiro. Endividamento. Educação Financeira.


Estabilidade Econômica. Conscientização.

1 INTRODUÇÃO

A educação financeira tornou-se uma questão essencial na sociedade


contemporânea, especialmente entre os jovens das gerações Millennials e Z, que
enfrentam desafios econômicos cada vez mais complexos. Esse é o tema da notícia que
escolhemos:

1
Acadêmico do Curso de XXX em XXXXXXXXXX; E-mail: [email protected]
2
Tutor Externo do Curso de XXX em XXXXXXXXXXXX – Polo XXXXXXXXX; E-mail:
[email protected]
A geração Millennial, atualmente na faixa dos 40 anos, foi a primeira a crescer
em um ambiente amplamente conectado, mas apresenta uma maior propensão ao
endividamento em comparação com as gerações anteriores. Já na geração Z, composta
por jovens entre 20 e 30 anos, enfrenta dificuldades semelhantes, agravadas por
dificuldades, inadimplência e dificuldade de construção de patrimônio.
Essas dificuldades são intensificadas pela falta de formação financeira sólida,
pelo aumento do custo de vida e por uma cultura consumida cada vez mais acelerada. A
oferta constante de novos produtos no mercado, aliada à facilidade de acesso a bancos
digitais e cartões de crédito, tem incentivo ao consumo desenfreado. Os jovens
frequentemente deixam o lar sem qualquer preparo financeiro básico, sucumbindo às
compras compulsivas que comprometem sua capacidade de suprir necessidades
essenciais.
Dados de instituições como o Banco Central e a Serasa Experian reforçam a
gravidade do problema, evidenciando a incapacidade de muitos jovens brasileiros de
administrar suas finanças. Segundo o professor Daniel Bergmann, especialista em
educação financeira da Universidade de São Paulo, esses desafios são agravados pela
ausência de estratégias práticas para gerenciar o orçamento pessoal de forma
equilibrada.
Este estudo busca investigar os fatores socioeconômicos que reduzem para a má
gestão financeira entre os jovens e propor soluções eficazes. Entre elas, destaca-se a
aplicação da regra dos 50, 30 e 20, que orienta alocar 50% da renda para necessidades
essenciais, 30% para lazer e 20% para poupança ou investimentos. Com essa
abordagem, espera-se promover hábitos financeiros mais saudáveis, capazes de garantir
maior estabilidade econômica e qualidade de vida.
Este resumo expandido será estruturado da seguinte maneira: Fundamentação
Teórica, onde será desenvolvida a descrição do assunto e fundamentação baseada em
artigos de estudo; Análise e Discussão, onde serão abordadas as discussões feitas em
grupo, as reflexões e análises do estudo feito; e as Reflexões Finais, onde serão
apresentadas as conclusões e resultados da pesquisa.

2 FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA

Este trabalho foi desenvolvido com base numa pesquisa bibliográfica,


permitindo um aprofundamento cuidadoso sobre o tema escolhido. Para isso, foram
consultadas referências teóricas importantes e já consolidadas na área, incluindo artigos
científicos e outras publicações relevantes. Este processo foi essencial para garantir uma
abordagem sólida e bem fundamentada, proporcionando uma visão mais clara e
abrangente do assunto em questão. A pesquisa bibliográfica não só ajudou a estruturar
as ideias, mas também a compreender diferentes perspectivas, enriquecendo assim a
qualidade do trabalho.

O consumo excessivo associado ao cartão de crédito é uma questão que merece


atenção, dado o impacto que pode ter na saúde financeira dos indivíduos. Este
comportamento, muitas vezes impulsionado pela facilidade de acesso ao crédito e pela
ausência de um controlo rigoroso das despesas, pode levar ao endividamento e a
dificuldades económicas significativas. É essencial que os utilizadores adotem práticas
responsáveis, como o planeamento do orçamento mensal, a priorização de compras
essenciais e o pagamento integral da fatura sempre que possível. Além disso, é
importante estar atento às taxas de juros aplicadas, que podem aumentar
substancialmente o montante devido em caso de atrasos ou pagamentos mínimos.
Segundo Whitebread e Bingham (2013, p.21), se as crianças adquirirem as
habilidades e as experiências necessárias para administrarem recursos
financeiros desde cedo, sua conscientização sobre riscos financeiros
aumentará e sua vulnerabilidade econômica diminuirá, permitindo que
tomem decisões financeiras mais responsáveis.

A crescente instabilidade financeira e o aumento do endividamento têm gerado


impactos significativos na saúde mental de muitos brasileiros. Estudos recentes apontam
que a pressão causada pelas dívidas, associada à dificuldade de cumpri-las, tem levado a
um aumento nos casos de ansiedade, depressão e outros transtornos psicológicos. Essa
realidade reflete não apenas a vulnerabilidade econômica de grande parte da população,
mas também a falta de acesso a recursos e suporte emocional adequados. Especialistas
destacam a importância de políticas públicas que promovam educação financeira e
ampliem o acesso a serviços de saúde mental, como forma de mitigar os efeitos
negativos do endividamento na qualidade de vida dos cidadãos.

Ridgway, Kukar-Kinney e Monroe (2006, 2008, p.157), definiram o consumo


excessivo de duas formas distintas. A primeira é relacionada ao ato de
compra excessiva, ou seja, o indivíduo que compra frequente e
excessivamente, porém não possui nenhum quadro de transtorno patológico.
Entretanto, na segunda situação do consumo, manifestam-se os fatores e os
distúrbios de transtorno obsessivo e traços de compras por impulso. Nessa
segunda versão, os autores consideram a compra compulsiva e impulsiva que,
neste estudo, não serão mensurados e avaliados, por se tratarem do
conhecimento científico da Psicologia.
O estudo de Borges e Tide (2010 p, 188). Apontou que os problemas na
gestão das finanças pessoais são decorrentes da falta de educação financeira.
É possível citar, então, razões para o endividamento. Neste ponto são
elencados a inflação, facilidade de crédito, produtos bancários, compulsão e
imprevistos como variáveis que estimulam o endividamento:

Em 2020 foi levantada uma pesquisa relacionada as famílias brasileiras


endividadas pelo site da educação conquista. Cerca de 78% da população brasileira
encontra-se endividada, através desta pesquisa foi implantado que nas escolas iriam
colocar como matéria a educação financeira para não haver repetição desses
desequilíbrios de Finanças.

A importância da educação financeira está na formação de


profissionais conscientes e capacitados para o mundo moderno, que
apresentem uma boa relação como dinheiro, pois em muitos casos os
indivíduos trabalham muito, porém não aprendem a fazer o dinheiro trabalhar
para eles. Isso mostra uma realidade em que os indivíduos possuem uma
formação profissional exemplar, porém não possuem habilidades de
gerenciamento do dinheiro, para que consigam alcançar a independência
financeira e estabilidade (KIOYOSAKI, 2000, p.4).
Incluir esta matéria desde cedo ajudaria a promover educação financeira e
prevenir situações de endividamento no futuro. O senhor Antônio Dias Pereira
professor de administração financeira na UFMG cita sua pesquisa mais abertamente
dizendo que o público em geral atualmente não tem tanto conhecimento sobres
necessidades básicas financeiras pra sobreviver. Podemos focar em capacitar os
professores mas inato para instruir seus alunos em como usar de fato no dia-dia. Mas
não podemos focar que somente nas escolas que esta matéria deveria ser abordada

A educação financeira, quando presente na vida das pessoas, fornece a


possibilidade de realização do planejamento de seu orçamento,
proporcionando inúmeros benefícios, como evitar contas surpresas,
gerenciando da maneira mais conveniente o seu orçamento,
economizando e tendo um controle do mesmo, a ter uma melhor
qualidade de vida e tranquilidade para planejar o futuro, a evitar o estresse
e livrar as pessoas das dívidas, além de possuir um maior embasamento para
tomada de decisões, principalmente relacionadas ao consumo e
investimentos (LOBO, 2019, p.6).

Os jovens devem procurar um equilíbrio saudável entre o lazer e a gestão


financeira, garantindo que as suas prioridades estejam alinhadas com os objetivos a
longo prazo. Uma recomendação prática é seguir a regra dos 50, 30 e 20, que consiste
em destinar 50% da renda para necessidades essenciais, como habitação, alimentação e
contas fixas; 30% para atividades de lazer, como saídas, viagens e entretenimento; e os
restantes 20% para poupança ou investimentos, assegurando uma base financeira sólida
para o futuro. Este método ajuda a manter uma gestão equilibrada das finanças pessoais,
permitindo desfrutar do presente sem comprometer a estabilidade financeira. Os pais
também são de extrema importância pra apresenta o básico sobre contas de casa
processos que envolva o financeiro para necessidades básicas e as escolas
complementar e ampliar essas lições.

Antes de desenvolver a fundamentação teórica, é preciso que você, acadêmico,


saiba o que é uma teoria. Teoria, de acordo com o dicionário de Língua Portuguesa,
trata-se de princípios básicos e elementares de uma arte ou ciência. Já uma
fundamentação teórica reúne o que há de mais relevante na literatura sobre determinado
assunto, e discute-o. Ou seja, é o momento de buscar subsídios em outras pesquisas já
realizadas para compreender uma área do saber, de modo a explorar conhecimentos
uteis e práticos para o contexto do trabalho.
Então, a partir deste tópico, você deve iniciar o desenvolvimento do resumo
expandido e retoma a introdução, ampliando o que foi exposto e associando a

fundamentação teórica à justificativa, à delimitação do tema e aos objetivos. A


fundamentação teórica deverá ter no mínimo 1 página. Lembre-se de apresentá-la e
discuti-la reflexivamente, tomando como ponto de partida a sua futura profissão.
Após este parágrafo inicial, explane a fundamentação teórica acerca do tema
primando pela clareza, coerência e coesão requeridas pela norma culta. Além disso, é
imprescindível o rigor e o tratamento recomendado aos textos técnico-científicos.
Lembre-se de utilizar citações diretas curtas e longas e citações indiretas, dando
embasamento teórico ao seu trabalho acadêmico, sempre referenciando adequadamente
de acordo com as Normas da ABNT, como por exemplo:

Citação direta longa (mais de três linhas), Texto com fonte Times New
Roman, tamanho 10, espaçamento simples entrelinhas, recuo de parágrafo de
4 cm da margem esquerda. Citação direta longa (mais de três linhas), Texto
com fonte Times New Roman, tamanho 10, espaçamento simples entrelinhas,
recuo de parágrafo de 4 cm da margem esquerda. Citação direta longa (mais
de três linhas), Texto com fonte Times New Roman, tamanho 10,
espaçamento simples entrelinhas, recuo de parágrafo de 4 cm da margem
esquerda. (SOBRENOME DO AUTOR, ANO, p.XX).

Texto com fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5 entrelinhas,
recuo de parágrafo na primeira linha de 1,5 cm. Texto com fonte Times New Roman,
tamanho 12, espaçamento 1,5 entrelinhas, recuo de parágrafo na primeira linha de 1,5
cm.

3 ANÁLISE E DISCUSSÃO

Nesta parte do resumo expandido, você deverá realizar a análise do


objeto de estudo que escolheu com base nas orientações da disciplina.
Lembre-se que esta análise deve partir de reflexões próprias sobre o assunto e
sobre as leituras que realizou e descreveu na fundamentação teórica. Esta
seção deve ter no mínimo 1 página.
Texto com fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5
entrelinhas, recuo de parágrafo na primeira linha de 1,5 cm. Texto com fonte
Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5 entrelinhas, recuo de
parágrafo na primeira linha de 1,5 cm.

4 REFLEXÕES FINAIS

Depois de todo estudo feito, podemos chegar à conclusão de que é de


extrema importância a inclusão da educação financeira nas escolas, para que
as crianças aprendam desde cedo o valor do dinheiro e quanto é importante
saber usá-lo. Para que no futuro as gerações não venham a sofrer com o
endividamento, e conquistem as coisas de forma mais concreta.
Hoje encontramos várias maneiras de poder adquirir bens, como cartões
de crédito, empresas, fincamentos, entre outros. Isso faz com que muitas vezes
acabamos gastando mais do que temos, ou comprometendo um dinheiro que
talvez não tenhamos.
Nós vemos todos os dias famílias que se endividam por não saber
administrar de maneira correta sua renda, e isso muitas vezes não está ligado
ao valor que cada família recebe, mas sim pelo seu mau uso.
A inclusão da educação financeira nas escolas pode sim, mudar o futuro
da nossa sociedade, transformando nossa economia e deixando-a mais
saudável.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Resolução CEB. Resolução nº 2, de 7 de abril de 1998. Institui as


Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília, DF:
abril de 1998. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/
rceb02_98.pdf>. Acesso em: 5 jun. 2018.

MACHADO, J.; MARMITT, D. B. N. Conceitos de força: significados em


manuais didáticos. Revista Electrónica de Enseñanza de las
Ciencias, v. 15, n. 2, p. 281-296, 2016.

PINHO ALVES, J. P. Atividades experimentais: do método à prática


construtivista. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de
Santa Catarina. Florianópolis, 2000.

SOBRENOME, Nome. Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Local:


Editora, ano.
SOBRENOME, Nome (Org.). Título do livro: subtítulo (se houver). Edição.
Local: Editora, ano.

SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título da revista, cidade, editora,


volume, número do fascículo, páginas (inicial e final do artigo), mês e ano.

SOBRENOME, Nome. Título do texto. Disponível em: < endereço do site >
Acesso em: dia, mês e ano.

ENTIDADE. Título da publicação. Edição. Local: Editora, ano.

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