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Guia Completo de CODECs de Áudio e Vídeo

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Eduardo Caldas
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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O conteúdo do mesmo é o que há de mais completo sobre o tema

(pesquisado e catalogado por mim), indicando o uso dos CODECs


menos problemáticos existentes até a presente data.

O Windows vem sempre acompanhado de vários CODECs instalados, portanto a maioria dos
arquivos de áudio/vídeo disponíveis em programas multimídia e na Web podem ser
perfeitamente carregados. Contudo, ainda assim podemos encontrar determinados arquivos
para os quais não exista um CODEC apropriado instalado. Quando ocorre este tipo de problema,
o carregamento do arquivo através de alguns Players podem ter áudio, mas não apresenta
imagem ou vice-versa.

O que se deve ter em mente quando manipulamos arquivos multimídia (sobretudo áudio/vídeo),
é que para os mesmos serem adequadamente desfrutados em nosso computador, requerem
que o Sistema tenha os CODECs necessários para executá-los de forma íntegra. Certamente
todo mundo informatizado já deve ter ouvido falar dos termos codificação e decodificação, não
é mesmo? Mas muitos desconhecem sua importância e para que servem realmente.

O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM:

Quando um arquivo de áudio ou vídeo é comprimido, é aplicada automaticamente uma


tecnologia que resultará em arquivos com novas características (diferentes dos arquivos
originais). Esse novo formato pode ser alterado e manipulado por softwares específicos
especialmente desenvolvidos para essa finalidade. Já na reprodução de um arquivo, ocorre a
operação inversa: há um processo de descompressão, que permite reproduzir o conteúdo
mediante a decodificação dos dados. Essa tradução é o que torna tão importante o papel dos
CODECs. Esses algoritmos também podem ser implementados nas áreas de Hardware, Software
ou em uma combinação de ambos.

O funcionamento de um CODEC do tipo software é bastante parecido com o de um Plug-in: são


pequenos programas que complementam um software maior. Em geral, temos notícias desses
pequenos notáveis somente quando precisamos adquirir um deles para fazer com que outro
software funcione. Isso acontece porque grande parte dos CODECs já acompanham os
aplicativos com que trabalham. Dessa forma, muitas vezes nem tomamos conhecimento de sua
existência. Por sua vez, os programas maiores não podem ser descartados do processo, afinal é
por intermédio deles que o usuário consegue ter acesso a um CODEC. Os principais softwares
que usam CODECs são os Encoders, responsáveis por converter formatos de arquivo, e os
Players, que fazem a descompressão para tornar possível a visualização ou reprodução de
dados.

O termo CODEC pode significar COder/DECoder (COdificador/DECodificador), como também


COmpression/DECompression (COmpressão/DECompressão). Um CODEC é basicamente um
algoritmo cuja função é comprimir dados (quando estamos ripando/gravando/criando arquivos
de áudio ou vídeo) e descomprimir dados (quando estamos executando/reproduzindo os
mesmos). O intuito de todo esse processo é justamente reduzir o tamanho do arquivo sem que
haja, teoricamente, perda de qualidade perceptível. Além disso, o CODEC também tem a função
de fazer a codificação/decodificação de dados, ou seja, a conversão de sinais analógicos em
digitais, que serão compreendidos por sistemas de computadores.

Assim, arquivos de áudio e de imagens, que são inicialmente sinais analógicos, precisam ser
codificados para um formato digital que os permita trafegar por computadores e outros
equipamentos similares. Depois disso, os sinais digitais serão decodificados novamente em
sinais analógicos, ou seja, em arquivos de som e imagem propriamente ditos.
Em resumo, CODECs são dispositivos que atuam no campo de compressão e descompressão, e
a maioria também efetua as codificações. Justamente por este motivo, quando se fala em
CODEC, geralmente estamos nos referindo a ambos os processos, pois nesse âmbito eles são
praticamente dependentes um do outro.

Agora que já sabemos o que é um CODEC e conhecemos o seu funcionamento, vamos ver um
pouco mais sobre alguns dos diferentes tipos disponíveis:

CODECs DE ÁUDIO:

• AC3 (Audio Coding 3) - também conhecido como Dolby Digital, este CODEC possui
tecnologia avançada de compressão de áudio que permite codificar dados em até 6 canais
separadamente (ótimo para que deseja reproduzir o arquivo em um Home Theater).

• Ogg Vorbis - Um CODEC que disputa a popularidade com o MP3. Vem ganhando adeptos
por causa de sua alta taxa de compactação aliada ao fato de ser um formato Open Source, ou
seja, livre de patentes e pagamentos de royalties.

• LAME (Lame Ain't an MP3 Encoder) - Tido como um dos melhores CODECs para a criação de
MP3. Por ter licença GPL, sua tecnologia possui código aberto, permitindo que melhorias
possam ser efetuadas.

• MP3 (MPEG-1 Audio Layer 3) - Esta sigla dispensa apresentações... Trata-se do CODEC
oficial do grupo MPEG e representa o MPEG-1 com 3 camadas de áudio. Oferece excelente
qualidade de som em um arquivo relativamente pequeno. Existe também os MP3 de nova
geração, com suporte à 6 canais.

CODECs DE VÍDEO:

• DivX - Com formato AVI, este CODEC permite altas taxas de compactação com qualidade
próxima à de um DVD. A última versão deste CODEC é comercial, mas pode ser usada
gratuitamente para uso particular. Além da facilidade de uso, trata-se de um dos melhores
CODECs do mercado.

• XviD - Um CODEC compatível com o padrão MPEG-4, sua compactação e qualidade são
parecidas com o DivX, mas com a vantagens de ser uma tecnologia de código aberto e sem a
necessidade de instalar Gator ou Spywares para que funcione adequadamente.

• Cinepak - Um CODEC desenvolvido para ser executado na plataforma Windows e compatível


com o software multimídia WMP (Windows Media Player). Possui qualidade média e
compressão relativamente baixa. Em geral, costuma ser empregado em vídeos de 16 ou 24 bits
para distribuição em CD-Rom.

Quando clicamos, por exemplo, no ícone de um arquivo de vídeo com o botão direito do mouse
e escolhemos no menu a opção Propriedades, será apresentado um quadro com diversas
informações. Em alguns casos será indicado, entre outras informações, o CODEC de vídeo
utilizado pelo arquivo. Em outros casos será indicado como desconhecido. Este quadro de
propriedades varia muito, dependendo da versão do sistema operacional. No Windows ME, por
exemplo, o quadro tem uma guia Visualizar que pode ser usada para reproduzir o filme.
Quando o Windows não tem o CODEC apropriado, o quadro pode assumir o aspecto de não-
visualização (por não ter o CODEC necessário instalado), ao contrário no caso de sua
identificação positiva, por exemplo, como sendo o DivX (um CODEC bastante popular para
vídeos em MPEG-4).
No Windows XP este quadro assume um aspecto diferente. A guia Detalhes traz diversas
informações, como a resolução do vídeo, a taxa de FPS (número de quadros, ou Frames Per
Second), a duração, as características do áudio e o respectivo CODEC (existem CODECs de
áudio e de vídeo), e ainda o CODEC de vídeo. Este CODEC de vídeo pode ser indicado como
“desconhecido”, ou simplesmente não ter indicação alguma, caso não esteja presente no
sistema.

Podemos verificar através do Painel de controle, quais são os CODECs de vídeo instalados no
Sistema. No Windows 95, 98 e ME, usamos o comando Sons e multimídia no Painel de
controle. Selecionamos então a guia Dispositivos e aplicamos um clique duplo sobre o item
Codecs de compactação de vídeo.

No Windows XP, a obtenção da lista de CODECs é um pouco diferente. Usamos o comando


Sons e dispositivos de áudio no Painel de controle, depois clicamos na guia Hardware e
em Codecs de vídeo. No quadro apresentado, selecionamos a guia Propriedades.
O Windows é sempre acompanhado de um conjunto básico de CODECs mais comuns para os
diversos arquivos de vídeo encontrados nos programas de multimídia e na Internet. À medida
em que instalamos novos softwares de multimídia, novos CODECs são adicionados
automaticamente ao Sistema. Como regra geral, sempre que um programa usa um arquivo de
vídeo que necessite de um CODEC não incluído no Windows, este programa deve ser
acompanhado do CODEC apropriado.

A instalação do programa deve resultar na instalação automática do CODEC, sem a intervenção


do usuário. Por exemplo, ao comprar em uma banca de revistas, um CD-ROM com filmes
codificados em MPEG-4, esses filmes não poderão ser visualizados diretamente. Será preciso
antes instalar o CD, o que provocará na instalação do CODEC. A partir daí os filmes poderão ser
vistos normalmente.

Em alguns casos, o quadro de propriedades de um arquivo de vídeo pode indicar o CODEC


necessário que está sendo usado, mesmo que não esteja instalado no Sistema. Em outros
casos será dada a indicação “Codec desconhecido”. O fato de anunciar como "unknown"
(desconhecido), não significa que ele não exista... Por exemplo, todos os arquivos de
extensão .AVI possuem um código de 4 caracteres (FourCC - Four Character Code) que
identificam o seu CODEC. Este código é sempre alfanumérico, ou seja, usa apenas letras e
números. Existem, entretanto, métodos para identificarmos facilmente um CODEC
desconhecido: dentro do arquivo de codificação dos arquivos .AVI, o código de 4 caracteres
que identificam seu CODEC é sempre precedido pela seqüência VIDS.
Podemos utilizar um editor de textos capaz de abrir arquivos de vídeo usando o Word Pad ou
o Bloco de Notas que acompanha o Windows, e rastrear a busca pela seqüência VIDS. Os 4
caracteres seguintes será a identificação do CODEC.

Outra forma bem fácil de descobrir o CODEC de Vídeo (e também o de Áudio) é através do
programa AVIcodec. Este programa é um freeware que pode ser obtido clicando sobre o nome.
O programa AVIcodec identifica os CODECs de vídeo e áudio usados por um arquivo de vídeo.

Clique em Sel. Arquivo para indicar o arquivo desejado, ou Sel. Diretório para analisar todos
os arquivos de uma mesma pasta.
Além de serem indicados os CODECs de áudio e vídeo, podemos descobrir várias outras
informações. Basta clicar no arquivo desejado e o rodapé da interface do AVIcodec
apresentará várias informações adicionais. Também interessantes são as listas de CODECs de
vídeo e áudio que podem ser apresentadas por este programa. Basta selecionar as guias VFW
video codecs e VFW audio codecs. É mais rápido que usar o método tradicional, através do
Painel de Controle.

CODECs FORNECIDOS JUNTO COM ARQUIVOS DE VÍDEO:

É realmente um incômodo ter todo esse trabalho para identificar um CODEC desconhecido,
obter este CODEC e instalá-lo no sistema. Felizmente, na maioria dos casos não é necessário
ter todo esse trabalho. A maioria dos arquivos de vídeo distribuídos pela Internet, em CD-ROMs,
jogos e programas de multimídia em geral, utilizam os CODECs nativos do Windows. Nos raros
casos em que são utilizados outros CODECs, os mesmos são fornecidos juntamente com os
arquivos de vídeo. Por exemplo, um programa de multimídia que instala arquivos de vídeo,
instalará também o CODEC necessário à sua visualização.

Se você comprar um CD na banca de revistas, com vários arquivos de vídeo, existirá também
neste CD um software de instalação que permitirá a visualização, através da instalação do
CODEC apropriado. Atualmente a maioria dos CDs com filmes (exceto DVD) vendidos em
bancas de revistas usam os CODECs MPEG-2 ou MPEG-4. Arquivos de vídeo obtidos via
Internet normalmente são acompanhados do programa instalador do CODEC necessário. O link
para download deste programa fica normalmente na mesma página onde estão os links para
download dos filmes.

NOVOS CODECs INSTALADOS AUTOMATICAMENTE:

Ao tentarmos exibir um arquivo de vídeo codificado com MPEG-4 através do Windows Media
Player, este programa é capaz de fazer o download e a instalação automática deste CODEC,
caso o computador esteja conectado à Internet. Esta atualização automática faz parte de um
esforço da Microsoft para a difusão do padrão MPEG-4. Note, entretanto, que apesar do
método de compressão e descompressão ser o mesmo, podemos encontrar mais de uma
versão deste mesmo CODEC. Filmes codificados com o DivX, por exemplo, só podem ser
exibidos caso o Divx esteja instalado. O CODEC MPEG-4 da Microsoft não serve para assistir
filmes em DivX, e vice-versa.

INSTALANDO NOVOS CODECs MANUALMENTE:

A instalação de um CODEC de vídeo não é diferente da instalação de outros tipos de softwares.


Os CODECs são normalmente fornecidos em um arquivo executável. Ao ser executado, é feita a
sua instalação, baseada na cópia de arquivos para o diretório do Windows e suas devidas
alterações no registro. Mostraremos como exemplo, a instalação de um "coquetel" bem
preparado de CODECs gratuitos:

•Codec Pack Nimo v.5.0 (Build 8) (6.79Mb)

•Codec Pack FFDShow (2005-07-03) (2.37Mb)

•Codec XviD 1.01 (05.06.05) (617Kb)

NOTA: O primeiro passo é DESINSTALAR TODOS OS CODECS (isso porque alguns deles
podem gerar conflitos entre si).

1 - Instalando corretamente o Nimo:


Depois de clicar no botão Next (Próximo), altere o campo Select the type of install
(Selecione o tipo de instalação) para FULL (Completa) e expanda os sub-menus para
DESMARCAR os arquivos conflitantes do pacote.

No menu expansivo Vídeo Codecs, DESMARQUE a opção Xvid 28/06/02 (Nic’s Build),
para evitar conflitos com o FFDShow e eventuais misturas de cores na exibição de vídeos.
No menu expansivo DirectShow Filters, DESMARQUE a opção Ffdshow DirectShow 2002-
04-19, para evitar conflitos desnecessários com o XviD e possíveis misturas de cores na
exibição de vídeos.

No mesmo menu, DESMARQUE também a opção TFM Áudio Filter v.1.0 beta 7, pois ela é a
principal responsável de conflitos com a decodificação de áudio MORGAN Multimídia Stream
Switcher (que permite selecionar um 2º áudio quando o filme é gravado em 2 idiomas
diferentes).
Neste mesmo menu, DESMARQUE ainda a opção VobSub 2.18/DirectVobSub 2.18,
relacionada pelo conflito com o DivX G400 Filter 2.7 para a exibição de legendas. Neste caso,
se preferir deixar esta opção ao invés do DivX G400 (onde as legendas são colocadas sobre a
tarja preta do Wide Screen), é necessário desmarcar a opção DivX G400 Filter 2.7 que
aparece logo adiante no mesmo menu.

Por fim, DESMARQUE também a opção Bicubic Resizer, responsável pelo ajuste automático
de PAN/SCAN que some com o Wide Screen da tela, e em compensação deixa a imagem
horrível, totalmente distorcida e com os atores/personagens com "cabeça de ovo". Esta opção é
boa para quem não gosta de Wide e/ou têm monitores muito pequenos.
Feito estes ajustes, basta clicar em Next e finalizar a instalação clicando em Install:

Durante a instalação surgirá uma pergunta: Do you want to use DivX 4.0 decoder to play
all DivX 3.x content? (ou seja, "Você deseja usar a decodificação DivX 4.0 para reproduzir
todo conteúdo DivX 3.x ?"). Basta clicar em NÃO, caso contrário tais arquivos poderão ter
problemas para carregar.

Durante a instalação, poderá também surgir telas de advertência como esta:


Basta clicar em Ignorar, pois se trata apenas de uma indicação de que um referido CODEC já
se encontra instalado, e que será feito somente os ajustes de configuração.

Para finalizar, clique em Close (Fechar):

Como podemos ver durante a instalação acima, havia a opção Ffdshow DirectShow 2002-
04-19 no menu expansivo DirectShow Filters, que deixamos DESMARCADO para evitar
conflitos desnecessários com o XviD e possíveis misturas de cores na exibição de vídeos. Agora
vamos instalar o FFDShow correto para substituir a versão que era conflitante, mas, antes
precisamos instalar o CODEC XviD correto para eliminar possíveis conflitos com o novo
FFDShow 2005-07-03 (ou Released 03-07-2005).

2 - Instalando o XviD:

A instalação do XviD não requer nenhum segredo, basta seguir as instruções normais de
instalação, pois o objetivo único era substituir a versão conflitante que estava dentro do NIMO
Codec Pack. A última versão disponível do XviD até o fechamento deste tutorial é a versão
1.01 (Released 05-06-2005).

3 - Instalando o FFD Show:

A instalação do FFDShow também não é nenhum segredo, basta seguir as instruções normais
de instalação e certificar-se de marcar todos os itens das janelas subseqüentes para concluir
uma instalação completa. A última versão disponível até o fechamento deste tutorial é o
Released 03-07-2005.

Pronto! Agora você poderá desfrutar de seus vídeos como qualidade e customização de fazer
inveja a qualquer profissional. Ao carregar seus arquivos de vídeo, um leque de opções será
aberto para que o usuário possa fazer as devidas alterações e mixagem de áudio e efeitos
diversos.
O FFDShow é um filtro de decodificação do DirectShow que serve para descomprimir arquivos
no formato DivX, XviD, WMV, MPEG-1 e MPEG-2. Ele usa o libavcodec do projeto FFMpeg para
descompressão de vídeo, com pós-processamento codificado do Player para aumentar a
qualidade visual de filmes com baixos bitRates. Ele é baseado no filtro DirectShow original do
XviD, que é uma instrução de codificação GPL (General Public License) e implementada para o
MPEG-4.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO FFDShow:

• Descompressão rápida de vídeo, que usa aperfeiçoamento MMX, SSE e 3DNow!Code.


• Suporte a diferentes CODECs: XviD, DivX (todas as versões), MS WMV, MPEG-1 e MPEG-2.
• Pós-processamento de imagem para qualidade optimizada de Playback.
• Controle de qualidade automático que reduz o pós-processamento nivelando-o quando a
carga de CPU for alta.
• Correção de cor, saturação e luminosidade.
• Filtro de afinamento experimental.
• Sistema Noising (diminuição de ruídos). • Prefixação.
• Software completamente gratuito: o FFDShow é distribuído sob o sistema GPL.
• Suporta vários formatos de subtítulos (legendas).

Em primeiro lugar, o FFDShow consome menos espaço na CPU do que os CODECs de DivX
original, até mesmo com o pós-processamento máximo. Ao mesmo tempo o pós-processamento
parece oferecer como resultado uma excelente qualidade e permite maiores configurações do
que o [/b]DivX-5 CODEC[/b]. Além disso, ele pode nivelar automaticamente seu processamento
reduzindo a sobrecarga da sua CPU. O filtro de ruídos adiciona um tipo de um efeito de
rasterising aos quadros - o que pode ser muito útil em alguns casos, pois filtra o processamento
da imagem através da varredura das linhas horizontais de pixels. A versão "alfa" também inclui
um filtro de afinamento experimental para os formatos MPEG-1 e MPEG-2 (como VCD e filmes
SVCD) que trabalham com alta resolução. O único problema é que o formato MPEG-2 não pode
ser carregado como SVCD diretamente do CD: ele exige a extração do vídeo para o HD usando
primeiramente o VCDGear.

Logo que carregamos um arquivo de vídeo, podemos verificar, minimizado no ecrã (ao lado do
relógio na barra de ferramentas do sistema), atalhos de customização onde podemos ativar e
ajustar características do vídeo como desejar. Isso permite incorporar legendas a filmes,
mesmo que o Player utilizado para ver o filme não suporte legendas. Além disso, possui outros
ajustes como brilho, contraste, zoom, crop, sharpen, blur, resize, flip, etc.

Na opção Audio Decoder Configuration (Configurações de Decodificação de Áudio),


podemos optar em usar o FFDShow tal como vem pré-configurado, ou regular os mais
variados efeitos de áudio para determinar na execução de um vídeo específico (a última
alteração é a que ficará como padrão).

As modificações mais relevantes são as da janela Codecs, onde podemos alterar a opção
LPCM (Linear Pulse Code Modulation, ou “Modulação Linear de Pulsos Codificados”), para
Enable (Habilitado) e alterar as demais opções que estão como Disable (Desabilitadas) para
libavcodec (Library AV Codec, ou “Biblioteca de Codecs de Áudio/Vídeo”).
Na opção Video Decoder Configuration (Configurações de Decodificação de Vídeo), as mais
importantes modificações são as da janela Postprocessing (pós-processamento): uma
sugestão é marcar os campos Process whole image (Processamento de imagem inteira),
Automatic quality control (Controle automático de qualidade), Luminance (Luminosidade)
e Full luma image (Imagem de luminosidade total).
Na opção Video Encoder Configuration (Configurações de Codificação de Vídeo), as mais
importantes modificações são as da janela Motion estimation (Estimação de movimento):
marque os campos BitRate (kbps) para 144, em Macroblock decision mode (Modo de
decisão de macroblocos) marque o campo Always try no motion (Sempre sem tentar
movimento), e deixe marcado também os campos Chroma (Cromatização) visíveis na coluna
direita.

Bom... É isso!

Espere que tenha adquirido novos conhecimentos a respeito do tema e tenha tido um bom
aproveitamento!

O presente material foi catalogado por mim a partir de diversas fontes disponíveis na Internet,
mas pode ser divulgado, desde que mantenha os créditos desta compilação!

Edrich Schmidt

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