Legislação de Trânsito
CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES PREMILINARES
• Art 1. O trânsito → Qualquer Natureza → Território Nacional →Abertas à
circulação.
Rege-se pela lei n 9503/97 (Código de Trânsito Brasileiro)
• O que é trânsito? O parágrafo § 1º diz o seguinte:
Utilização das vias por: pessoas, veículos e animais, isolados ou em
grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada,
estacionamento e operação de carga ou descarga.
• Além disso o parágrafo § 2º diz:
• Trânsito seguro é → Direito de todos e;
• Dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes
cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a
assegurar esse direito.
• Parágrafo § 3º
Responsabilidade dos órgãos do SNT (Sistema Nacional de Trânsito)
• OBJETIVA:
Por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e
manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do
trânsito seguro.
• § 4º (VETADO)
• Parágrafo § 5º, o SNT → Dará prioridade à defesa da vida, incluída a preservação da
saúde e meio ambiente.
• O que são vias? Temos a resposta disso no próprio Art. 2º
• São vias terrestres: Urbanas → Rurais → Avenidas → Logradouros → Caminhos → Passagens
Estradas/Rodovias
• Terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade → Com circunscrição sobre elas
• Além disso o parágrafo único diz o seguinte: são consideradas vias terrestres as praias
abertas à circulação pública, as vias internas pertencentes aos condomínios
constituídos por unidades autônomas e as vias e áreas de estacionamento de
estabelecimentos privados de uso coletivo.
• Para quem se aplica o CTB?
• Art. 3º → qualquer veículo, bem como aos proprietários, condutores dos veículos
nacionais ou estrangeiros e às pessoas nele expressamente mencionadas.
CAPÍTULO II – DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
Seção I
Disposições Gerais
• Art. 5º , O que é o SNT? É o conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios que tem por finalidade o exercício das atividades
de planejamento, administração, normatização, pesquisa, registro e licenciamento de
veículos, formação, habilitação e reciclagem de condutores, educação, engenharia,
operação do sistema viário, policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e de
recursos e aplicação de penalidades.
• Art. 6º Objetivos do SNT
1. Estabelecer diretrizes da Política Nacional de Trânsito, com vistas à segurança, à
fluidez, ao conforto, à defesa ambiental e à educação para o trânsito, e fiscalizar
seu cumprimento
2. Fixar, mediante normas e procedimentos, a padronização de critérios técnicos,
financeiros e administrativos para a execução das atividades de trânsito
3. Estabelecer a sistemática de fluxos permanentes de informações entre os seus
diversos órgãos e entidades, a fim de facilitar o processo decisório e a integração
do Sistema.
Seção II
Da Composição e da Competência do Sistema Nacional de Trânsito
• Art. 7 – Composição do SNT
I - o Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, coordenador do Sistema e órgão
máximo normativo e consultivo;
II - os Conselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN e o Conselho de Trânsito do Distrito
Federal - CONTRANDIFE, órgãos normativos, consultivos e coordenadores;
III - os órgãos e entidades executivos de trânsito da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios;
IV - os órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios;
V - a Polícia Rodoviária Federal;
VI - as Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal; e
VII - as Juntas Administrativas de Recursos de Infrações - JARI.
• Art. 7o-A. A autoridade portuária ou a entidade concessionária de porto organizado
poderá celebrar convênios com os órgãos previstos no art. 7o, com a interveniência dos
Municípios e Estados, juridicamente interessados, para o fim específico de facilitar a
autuação por descumprimento da legislação de trânsito.
• § 1o O convênio valerá para toda a área física do porto organizado, inclusive, nas
áreas dos terminais alfandegados, nas estações de transbordo, nas instalações
portuárias públicas de pequeno porte e nos respectivos estacionamentos ou vias de
trânsito internas.
• Art. 8º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão os respectivos
órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários, estabelecendo os
limites circunscricionais de suas atuações.
• Art. 9º O Presidente da República designará o ministério ou órgão da Presidência
responsável pela coordenação máxima do Sistema Nacional de Trânsito, ao qual estará
vinculado o CONTRAN e subordinado o órgão máximo executivo de trânsito da União.
• Art. 10. O Contran, com sede no Distrito Federal, é composto dos Ministros de
Estado responsáveis pelas seguintes áreas de competência:
• ciência, tecnologia e inovações;
• educação;
• defesa;
• meio ambiente;
• saúde;
• justiça;
• relações exteriores;
• indústria e comércio;
• agropecuária;
• transportes terrestres;
• segurança pública;
• mobilidade urbana.
• § 3º-A. O Contran será presidido pelo Ministro de Estado ao qual estiver subordinado o
órgão máximo executivo de trânsito da União. (Incluído pela Lei nº 14.599, de 2023)
§ 4º Os Ministros de Estado poderão fazer-se representar por servidores de nível
hierárquico igual ou superior ao Cargo Comissionado Executivo (CCE) nível 17, ou por
oficial-general, na hipótese de tratar-se de militar. (Redação dada pela Lei nº 14.599, de
2023)
§ 5º Compete ao dirigente do órgão máximo executivo de trânsito da União atuar
como Secretário-Executivo do Contran. (Redação dada pela Lei nº 14.071, de
2020) (Vigência)
§ 6º O quórum de votação e de aprovação no Contran é o de maioria
absoluta. (Redação dada pela Lei nº 14.071, de 2020) (Vigência)
Art. 10-A. Poderão ser convidados a participar de reuniões do Contran, sem direito
a voto, representantes de órgãos e entidades setoriais responsáveis ou impactados pelas
propostas ou matérias em exame. (Redação dada pela Lei nº 14.071, de
2020) (Vigência)
• Art. 12. CONTRAN: Consultivo + Normativo Máximo
Estabelecer normas + diretrizes
• PNT, Regimentos das Jaris, Funcionamento CETRAN/DIFE
• Uniformidade → resoluções complementares
• Procedimentos → enquadramento + fix + aplicação das penalidades e medidas
administrativas
• Aprendizagem, habilitação, expedição doc condutor + veículo
• Exclusivo do CONTRAN → Criar câmaras temáticas:
• Órgãos técnicos vinculados
• Especialistas de todos os entes federativos
• Representantes da sociedade
• Mandato → 2 anos/Admitida recondução
• Responder consultas → Aplicação Legislação de Trânsito
• Aprovar/Complementar/Alterar → Sinalização + Equipamentos
• Dirimir Conflitos, âmbito → União, Estados, DF
• Avocar processos → Conflitos de competência → Unificar decisões
OBS: Consulta Pública → Período min 30 dias, Disponível em 2 ano, Urgência +
Relev Int Púb
Votada no máx 120 dias
• Art. 14. CETRAN/CONTRANDIFE: Normativo + Consultivo
• a) Composição → Presidente será nomeado pelo GOVERNADOR
• Presidente CETRAN/CONTRANDIFE → Possuir reconhecida experiência em
matéria de trânsito
• Demais membros → Reconhecida experiência em trânsito
• Mandato: 2 ANOS ADMITIDA RECONDUÇÃO
• ATRIBUIÇÕES
• Cumprir e fazer cumprir a legislação de trânsito no âmbito de suas
atribuições
• Elaborar normas no âmbito de sua circunscrição
• Responder consultas → Aplicação de trânsito, Procedimentos de trânsito
• Estimular + Orientar a execução das campanhas educativas de trânsito
• Dirimir conflitos → No âmbito dos municípios
• Julgar recursos de infração de trânsito (Como instância recursal das JARIS)
• Julgar recursos (Instância revisional única) → Inaptidão permanente:
I. Física
II. Mental
III. Psicológica
• Art. 17 JARIS:
• ATRIBUIÇÕES:
• Julgar infrações de trânsito
• Informações complementares (recursos)
• Problemas observados nas autuações