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Integração de Tecnologias na Educação Infantil

projeto multidisciplinar educação infantil
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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PROJETO MULTIDISCIPLINAR

Formação do Educador Infantil

Ligia Maria de Souza


Curso do Centro Universitário ETEP
em Convênio Interinstitucional com a Faculdade UniBF
Curso: Pedagogia
Data de início no curso: 27/04/2023
Data de envio do trabalho: 01/12/2024

RESUMO
O objetivo específico deste projeto é mostrar como as tecnologias digitais
(Computadores, tablets, celulares, etc.) podem ser integradas ao processo de ensino
aprendizagem, especialmente em usos pedagógicos de tecnologias em escolas públicas,
Atentando, sobretudo, para elementos didático-pedagógicos que revelem relações com
possíveis mudanças curriculares durante os processos de ensino e de aprendizagem,
relacionando os campos da Educação, Currículo e Tecnologias. Sendo assim, a ênfase
teórica será subsidiada por interfaces entre o Currículo e a Formação de Professores,
Currículo e Políticas Educacionais, Currículo e Tecnologias, Currículo e Escola, além
de outras linhas de atuação, como cultura escolar, práticas pedagógicas, etc. No campo
macro, pretende-se realizar um mapeamento social das políticas que propõem a inserção
de Tecnologias Digitais - TD em sala de aula, juntamente com um mapeamento da
situação de escolas públicas no que diz respeito à infraestrutura tecnológica, formação
docente e práticas curriculares com o uso das TD. Partir desta destes conhecimentos
adquiro , desejo realizar um estudo qualitativo em escolas, objetivando investigar em
que medida possíveis mudanças curriculares, especialmente, vinculadas aos processos
de seleção, organização, difusão e socialização do conhecimento escolar (conteúdos
escolares).
Palavras-chave: Tecnologia; Educação; Currí

O objetivo específico deste projeto é mostrar como as tecnologias digitais


(Computadores, tablets, celulares, etc.) são capazes de ser introduzidas ao método de
ensino aprendizagem, usos pedagógicos de tecnologias em escolas públicas,
atentando, sobretudo, para elementos didático-pedagógicos que revelem relações com
possíveis mudanças curriculares durante os processos de ensino e de aprendizagem,
relacionando os campos da Educação, Currículo e Tecnologias. Sendo assim, a ênfase
teórica será subsidiada por interfaces entre o Currículo e a Formação de Professores,
Currículo e Políticas Educacionais, Currículo e Tecnologias, Currículo e Escola, além
de outras linhas de atuação, como cultura escolar, práticas pedagógicas, etc. No campo
macro, pretende-se realizar um mapeamento social das políticas que propõem a inserção
de Tecnologias Digitais - TD em sala de aula, juntamente com um mapeamento da
situação de escolas públicas no que diz respeito à infraestrutura tecnológica, formação
docente e práticas curriculares com o uso das TD. Partir desta destes conhecimentos
adquiro , desejo realizar um estudo qualitativo em escolas, objetivando investigar em
que medida possíveis mudanças curriculares, especialmente, vinculadas aos processos
de seleção, organização, difusão e socialização do conhecimento escolar (conteúdos
escolares).
Palavras-chave: Tecnologia; Educação; Currí A finalidade precisa desta proposta é
mostrar como as tecnologias digitais
(computadores, tablets, celulares, etc.) podem ser integradas ao processo de
ensinoaprendizagem, principalmente usos pedagógicos de tecnologias em escolas
públicas,
atentando, sobretudo, para elementos didático-pedagógicos que revelem relações com
possíveis mudanças curriculares durante os processos de ensino e de aprendizagem,
relacionando os campos da Educação, Currículo e Tecnologias. Sendo assim, a ênfase
teórica será subsidiada por interfaces entre o Currículo e a Formação de Professores,
Currículo e Políticas Educacionais, Currículo e Tecnologias, Currículo e Escola, além
de outras linhas de atuação, como cultura escolar, práticas pedagógicas, etc. No campo
macro, pretende-se realizar um mapeamento social das políticas que propõem a inserção
de Tecnologias Digitais - TD em sala de aula, juntamente com um mapeamento da
situação de escolas públicas no que diz respeito à infraestrutura tecnológica, formação
docente e práticas curriculares com o uso das TD. Partir desta destes conhecimentos
adquiro , desejo realizar um estudo qualitativo em escolas, objetivando investigar em
que medida possíveis mudanças curriculares, especialmente, vinculadas aos processos
de seleção, organização, difusão e socialização do conhecimento escolar (conteúdos
escolares).
Palavras-chave: Tecnologia; Educação; Currí

Palavras-chave: Formação; Educação Infantil; Educadores

1 INTRODUÇÃO

Após a proclamação de regulamento de 1988 e o comprimento da lei nº 9394/96 –


Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a Educação Infantil passou a ter maior
significância dessa forma, a criança contou com suas garantias estabelecidas e seu
desenvolvimento educacional foi superior a posição de qualidade de ensino. Perante
essa conjuntura, a relevância da capacitação dos professores a Educação Infantil ganhou
evidencia. Com isso a criança obteve seus privilégios validados e seu desenvolvimento
educacional foi elevada ao estado de nível de ensino. Diante desse contexto, a
relevância da preparação dos docentes pata Educação Infantil teve visibilidade, gerando
importância em explorar esse recurso de qualificação, com objetivo de sondar o
planejamento em acordo com as diligências e propostas desse campo.
É essencial que os profissionais que desempenham diretamente com as crianças
percebem suas demandas básicas, tanto como o brincar, aprender, sorrir e descansar, a
fim de oferecer uma assistência de qualidade. Além disso, em um ambiente educativo é
fundamental proporcionar o desenvolvimento constante da autonomia e autoestima
precisando que o docente se encontre habilitado, tanto teoricamente quanto
metodologicamente, para atender essas particularidades.
Obter posse dos conhecimentos e competência fundamentais tende a promover a
confiança em si mesmo e aperfeiçoar a sua realização com as funções executados.
Entretanto não se pode ignorar a importância das condutas e conceitos engajados nessa
conjunção. Consideramos que esta seja uma característica primordial e determinante,
pois mesmo um professor que demonstra possuir entendimento e capacidade, pode
reconhecer sua competência de executar bem comprometida por comportamentos e
condutas equivocadas ou negativas tanto em relação ao papel social e pedagógico da
pré-escola e ao seu encargo como educador infantil, quanto na percepção da criança e
de seu progresso.
A implantação da Base Nacional Comum Curricular contribuiu para mudanças
substanciais na educação básica, até mesmo para Educação Infantil. Por tanto, para este
desenvolvimento a BNCC propõe que a estrutura curricular seja construída por campo
de experiências, sem divisão de disciplinas, com os estímulos das normas
interdependentes. Nesse método, os docentes são intermediários e colaboradores nas
moções dos descobrimentos. Debilitam a sua posição de domínio, para insere-se ao lado
da criança.
Já a Política Nacional de Alfabetização (PNA) contam com a ênfase em
estabelecer um método de alfabetização apoiada no que o registro rege em Indícios de
dados de pesquisas, A orientação é ,que sejam desenvolvidas com instruções da
informação , orientação intelectual da análise, com objetivo intelectual da análise, com
foco no mecanismo fônico com estratégias de formação, A partir disso, recomenda a
atenção do ensinamento em seis segmentos: leitura oral, evolução no vocabulário,
interpretação de texto ,habilidade em leitura oral ,construção na escrita , percepção
fonêmica . No momento em que o pedagogo em formação manifesta entusiasmo pelo
tema a partir da percepção de um reconhecimento profundo do conhecimento em
relação ao fundamento teórico-conceitual que se tem nesse nível de ensino. Perante o
fato do suporte, cremos que se faz necessário conduzir nosso olhar para o
distanciamento entre discurso e prática e a sua reflexão para que os avanços não
permaneçam somente no papel, traduzindo as leis em realidade concreta.

2 Formação do Educador Infantil

A norma Fundamental de 1988 estabeleceu que é tarefa do poder público


assegurar a educação infantil (artigo 208, inciso IV), passando a responsabilidade dos
municípios a gestão dos programas de Educação Infantil e do Ensino Fundamental, com
apoio técnico e financeiro da União e dos Estados.
A (LDB) nº 9394/96, foi promulgada em 20 de dezembro de 1996 e estabelece
que a Educação Infantil seja a primeira fase da Educação Básica. A preparação do
docente tem de gerar requisitos para que ele saiba esclarecer a formação e a capacidade
vivida ao longo da sua prática em sala de aula, contando com a integração de seus
encargos como educador. Avista disso, o habilitado posteriormente desta metodologia
instrutiva se amplia de forma direta e está ligada às transformações sociais.
A Educação Infantil dispõe desígnios distintos, como por exemplo: promover
ambientes propícios para diligenciar o conforto da criança, sua desenvolução física,
psicológica e intelectual, as quais têm de ser obtida a partir da gentileza, da atenção, da
educação e socialização de crianças que se encontram em um tempo singular da
primeira infância, pois estas necessitam de uma observação curricular que cumpra às
suas propriedades, talentos e dificuldades típicas , possibilitando o método de
desenvolvimento da cultura infantil, o modo de ser infantil, através de conhecimento
retorico planeado na conexão deste com os outros e com o mundo dentro e fora do
meio educacional. É na interação com outras crianças, que ela inicia a construir o seu
lugar social de menção, se discernindo como individuo de sua história, sendo
estimulado pelas relações e pelos modos de ser daqueles com quem ali se relacionam.
O trâmite de desenvolvimento da criança nos anos iniciais de vida é muito
acelerado e inclui aspectos cognitivos, sensoriais, emocionais, culturais e sociais. A
criança deve ser preparada para viver a sua vida aprendendo, nessa trajetória estará
explorando cada um dos seus momentos enriquecendo-se, descobrindo-se e localizando-
se contextualmente cada vez mais e melhor. A programação formativa é o aspecto de
retratar a percepção escolar, fundamentado na existência, instituindo interação entre o
estudo do conhecimento e a visão de mundo que o educador possui, numa perspectiva
de modificação.

Uma abordagem fundamental na empreitada com os pais é o encontro com a


equipe da escola, onde o plano pedagógico é demostrado e debatido. É necessário que
haja atividades integradoras dos pais, crianças e equipe escolar, com o objetivo de
estreitar os vínculos e os laços de convivência. É essencial notar o modo com que pais e
professores estão conectados ao desempenho exigentes que geralmente são adotadas na
maioria das escolas, tanto na rede pública quanto no particular.
A autenticidade é notada pelos educadores do objeto de estudo, como uma
trajetória, pela qual o sujeito vai percorrendo e se ajustando ao ambiente, sendo visto
como um método versátil, de adaptação e identificação do próprio “ser” do professor.
Compete ao profissional, com o seu olhar atento, acompanhar as diferentes formas
como a criança se indaga sobre o mundo e sobre si mesma, onde se descobri com
diversas contexto, as quais lhe dispõe descobrir o novo, fazer descobertas e reconhecer
desafios Além de ter suas competências essenciais validadas, a criança precisa participar
de uma programação adequada de atividades, isso envolve também, respeitar os
próprios ritmos, desejos e características do raciocínio infantil.

Segundo Anotti (2003), o estudo Montessoriano sobre professor e aluno


intensifica que esta ligação está sempre mediada pelo espaço e seu exercício pois o
professor se torna uma ferramenta de composição do meio que irá permitir ao aluno a
evolução da compreensão dos movimentos, do intelecto, através da sua atividade. O
educador deve estar à disposição do aluno para quando este estiver necessidade,
desafios, descaminhos ou má aproveitamento dos conteúdos nas atividades que o
conduzirão a liberdade, à independência do seu ser.
Supõe-se que o professor através do empenho com a sua missão, faça de a
preparação regular uma via de pesquisa e instrução, pela competência e intensificação
de uma classe que coopera na metodologia da evolução do ser, que em convívio com o
conhecimento torna-se crítico e reflexivo.
O docente é um habilitado competente para executar um trabalho complexo, mas
não obtém reconhecimento social neste país. Compete a ele garantir plena para o
trabalho e, principalmente conduzir com convicção os conceitos prezados pela
sociedade, que sofre ao aumentar as estatísticas e os índices de pessoas alfabetizadas por
meio de projetos com carga horária reduzida e quando participam de concursos
públicos, são massacradas por aqueles que estão devidamente preparados.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

A preparação do docente se faz cada vez mais vigente em programas de governo


principalmente a partir da década de 1990, designada por várias melhorias no campo
educacional. No desenvolvimento da pesquisa percebemos que é difícil detalhar o
reconhecimento e o tratamento dado à especificidade da atuação do docente na
educação infantil devido aos encaminhamentos gerais para a formação dos docentes
para educação básica. Em sua maioria recorre uma única forma para dirigir-se ao
professor da educação básica e o educador infantil. O reconhecimento do direito à
creche e à pré-escola na Constituição de 1988, institui a carência de estabelecer as
referências relativas ao profissional da educação infantil e a preparação passa a ser vista
como direito desses profissionais à progressão da escolaridade básica e à qualificação e
não somente como termo de qualidade de acolhimento à criança.
É importante ter a capacidade de compreender a conceitual e elaborada sobre a infância,
para que o professor tenha condições de estruturar a suas práxis de forma que possa
oferecer conhecimento significante para as crianças. A diretriz estabeleceu, também, o
cenário de que a capacitação dos professores para todos os estágios de escolaridade
ocorra nos centros Superiores de Educação, não necessariamente universitários. A partir
desse ponto, aceleram-se algumas mudanças no ambiente de ensino dos professores, o
que sinaliza para a urgência de um posicionamento quanto à formação dos docentes
como profissionais da educação. As mudanças educacionais, pluridisciplinar, sala-
ambiente, ciclos de aprendizagem e outras, necessitam dos docentes, novas intervenções
de exercício profissional e em continuidade, novos saberes pedagógicos, que nem
sempre possuíram posição em sua formação. O ensino é o resultado do surgimento de
formas sociais de condução da aventura mágica e cotidiana do ensinar, aprender e
ensinar. O aluno deve ser encorajado a se posicionar e enfrentar o mundo atual como
sujeito participativo, reflexivo e independente. O educador infantil é responsável pela
dimensão educacional do atendimento às crianças, tanto interagindo diretamente com
elas quanto assumindo o planejamento, a coordenação e a supervisão da educação e do
cuidado com concepções articuladas e de dimensões indissociáveis.

CONCLUSÃO

Em muitos casos se utiliza uma única forma para dirigir-se ao professor da


educação básica e o educador infantil. O reconhecimento do direito à creche e à pré-
escola na Constituição de 1988, convém a necessidade de construir as bases
correspondentes ao profissional da educação infantil e a formação passa a ser
considerada como direito desses profissionais à melhoria da escolaridade básica e à
profissionalização e não apenas, mais também como requisito de qualidade de
acolhimento à criança. Perante essa realidade, deduz-se que educação de qualidade não
se faz de maneira aleatória nem muito menos em curto prazo. Busca ajustes sequenciais
e apoiadas em intervenções legais focadas nesse caso, para a Educação Infantil como
forma de se alcançar uma proposta pedagógica e educativa voltada para a cidadania e
uma formação de professores consistente capaz de contribuir para a melhoria da
educação brasileira. Os docentes assumem um lugar importante na sala de aula
comprometido em esforçar-se por definir uma interação positiva entre as crianças,
amparado no respeito mútuo e na individualidade do ser de modo a conquistar a
confiança dos seus “pupilos “dos que a ela foram confiados e a sua autoridade sobre
eles seja vista como situação circunstancial, natural quando se encontram. Para que a
confiança possa vingar é necessário que se estabeleça verdade na relação, justiça nos
atos do adulto, coerência entre o que fala e faz. Observamos que lidar com formação de
professores é algo bastante complexo, principalmente, para os profissionais da educação
infantil, pois perpassa por várias exigências, por exemplo, leis, uma matriz curricular
nos cursos de licenciatura com melhores adequações, oferta de cursos de
aperfeiçoamento pelas escolas e a disponibilidade do professor estar se aperfeiçoando
constantemente. Lecionar na educação infantil não é tarefa simples, pois se trata do
início da vida estudantil das crianças e todos os conhecimentos adquiridos beneficiarão
o desenvolvimento desses alunos. Por isso as aulas devem ser conduzidas com clareza e
objetividade, evitando que a criança não se afasta da escola. O professor da educação
infantil não precisa somente da formação acadêmica, mas deve também, estar apto com
equilíbrio emocional e sensatez para produzir e conduzir com qualidade e eficácia esse
trabalho fundamental. Estar na sala de aula com os futuros profissionais é prazeroso
porque o professor aprenderá com eles.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Por uma Política de formação do Profissional de Educação Infantil.


MEC/SEF/COEDI/Brasília, 1994.
BRASIL. Resolução CNE/CP 01 de 15 de maio de 2006. Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Brasília, 2006. Disponibilidade em:
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GATTI, B. Formação de professores no Brasil: características e problemas.
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DORNELLES, L. V. Infâncias que nos escapam: da criança na rua à criança
cyber. Petrópolis: Vozes, 2005.

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