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FUNGINIL

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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FUNGINIL®

Fungicida

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob n o 05499.

COMPOSIÇÃO:
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL).............................................................. 500,0 g/L (50,0% m/v)
Outros Ingredientes ............................................…………........….................................. 743,0 g/L (74,3% m/v)
GRUPO M05 FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Fungicida com ação de contato.
GRUPO QUÍMICO: Clorotalonil: Isoftalonitrila

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).


TITULAR DO REGISTRO:
ADAMA BRASIL S/A (*)
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLOROTALONIL TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº 9217.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong - China

CLOROTALONIL TÉCNICO ADAMA BR – REGISTRO MAPA nº 24516.


JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 19 Xingang Road, Economic Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu - China
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 55 Jingjiu Road, Economic Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu - China
SHANDONG DACHENG BIO-CHEMICAL CO. LTD.
Nº 222 Changguo East Road, Zhangdian District, Zibo City – China

CLOROTALONIL TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 04799.


ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 Inscrição Estadual 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 Inscrição Estadual: 142/0047032
Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS

BULA_FUNGINIL_23052023_v03

Página 1 de 23
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva – Israel
JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Jinger Road, Industry Chemical Park, Jiangsu Province, Xinyi City - China
SHANDONG DACHENG PESTICIDE CO., LTD.
Nº 25 Honggou Road, Zhangdian, Shandong Province, Zibo, China

CLOROTALONIL TÉCNICO OXON – REGISTRO MAPA nº 11207.


JIANGYIN SULI FINE CHEMICAL CO.LTD
Nº 7, Runhua Road, Ligang Town, 214444, Jiangyin City Jiangsu Province - China.

CLOROTALONIL TÉCNICO RAINBOW – REGISTRO MAPA nº 9317.


SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong - China.

FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 Inscrição Estadual 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR

ADAMA BRASIL S/A


Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 Inscrição Estadual: 142/0047032
Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS

ADAMA MAKHTESHIM LTD.


Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel

ADAMA ANDINA B. V. SUCURSAL COLOMBIA:


Calle 1C, Nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colômbia

ADAMA ANPON (JIANGSU) LTD.


30 Huagong Road, Huaian Jiangsu 223002 – China

IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS


Av. Liberdade, 1.701 - Caixa Postal 303 - Sorocaba/SP - CEP: 18001-970
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro Estadual nº 008 - CDA/SP

INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA.


Rua 01 esquina com Rua 06, s/nº - Distrito Industrial - Roseira/SP - CEP: 12580-000
CNPJ: 48.284.749/0001-34 - Registro Estadual nº 266 - CDA/SP

OURO FINO QUÍMICA S.A.


Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - Uberaba/MG - CEP: 38044-750
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro Estadual nº 701-4896/2012 – IMA/MG

SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.


Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba/MG - CEP 38044-755
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro Estadual nº 2.972

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.


Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - Paulínia/SP - CEP: 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro Estadual nº 477 – CDA/SP

UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.


Avenida Maeda, s/nº, Distrito Industrial - Ituverava /SP - CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registro Estadual nº 1049 - CDA/SP

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Página 2 de 23
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-


OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C


INSTRUÇÕES DE USO:

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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:

FUNGINIL® é um fungicida de contato, utilizado em pulverizações foliares nas culturas do Algodão,


Amendoim, Banana, Batata, Berinjela, Cebola, Cenoura, Feijão, Gladíolo, Maçã, Mamão, Melancia, Melão,
Milho, Pepino, Pimentão, Rosa, Soja, Tomate, Trigo e Uva.

CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Terrestre: Máximo de 5
150 L/ha aplicações com
Algodão Ramulária Ramularia areola 3,0 L/ha intervalo de 10
Aérea: 20 a dias por ciclo da
40 L/ha cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® aos 40 dias da emergência.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Mancha-barrenta Phoma arachidicola
Terrestre:
Máximo de 4
Cercospora 200 a 400
Mancha-castanha aplicações com
arachidicola 2,0 a 2,5 L/ha
Amendoim intervalo entre
Pseudocercospora L/ha
Mancha-preta 10 a 15 dias por
personata Aérea: 20 a
ciclo da cultura.
40 L/ha
Verrugose Sphaceloma arachidis
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo no aparecimento dos primeiros sintomas.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Terrestre: Máximo de 4
1000 L/ha aplicações com
1,0 a 2,0
Banana Mal-de-Sigatoka Mycosphaerella musicola intervalo de 15
L/ha
Aérea: 20 a dias por ciclo da
40 L/ha cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® em novembro, logo no surgimento dos sintomas da doença. Repetir a aplicação a cada
15 dias até fim de maio ou início de junho.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Terrestre:
Máximo de 8
800 a 1000
aplicações com
Pinta-preta Alternaria solani 2,4 a 3,6 L/ha
Batata intervalo entre
Requeima Phytophtora infestans L/ha
7 a 10 dias por
Aérea:
ciclo da cultura.
20 a 40 L/ha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças.


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Página 4 de 23
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação

Máximo de 5
300 Terrestre: aplicações com
Berinjela Mancha-de-alternaria Alternaria solani mL/100 L 800 a 1000 intervalo de 7
de água L/ha dias por ciclo da
cultura.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® no aparecimento dos primeiros sintomas da doença.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 5
Mancha-púrpura Alternaria porri aplicações com
Terrestre:
2,8 L/ha intervalo de 7
Cebola 800 L/ha
Míldio Peronospora destructor dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo após os primeiros sintomas da doença.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 3
300 Terrestre: aplicações com
Mancha-de-
Cenoura Alternaria dauci mL/100 L 800 a 1000 intervalo de 7
alternaria
de água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo após os primeiros sintomas da doença.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Terrestre:
Colletotrichum 2,5 a 3,0 Máximo de 3
Antracnose 200 a 800
lindemuthianum L/ha aplicações com
L/ha
Feijão intervalo entre
10 a 15 dias por
Mancha-angular Phaeoisariopsis griseola 2,5 L/ha Aérea:
ciclo da cultura.
20 a 40 L/ha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® 30 dias após o plantio.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 4
300 mL/ Terrestre: aplicações com
Gladíolo Ferrugem Uromyces transversalis 100 L de 800 a 1000 intervalo de 7
água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo aos primeiros sintomas da doença.


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Página 5 de 23
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
300 mL/
Mancha-foliar-da - Colletotrichum Máximo de 3
100 L de
gala gloeosporioides Terrestre: aplicações com
água
Maçã 600 a 1000 intervalo entre 7
250 mL/
L/ha a 10 dias por
Sarna-macieira Venturia inaequalis 100 L de
ciclo da cultura.
água
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® preventivamente ainda na fase de dormência, quando as condições climáticas forem
propícias ao desenvolvimento da doença.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 5
430 mL/ aplicações com
Terrestre:
Mamão Varíola Asperisporium caricae 100 L de intervalor de 14
800 L/ha
água dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo após os primeiros sintomas da doença.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Colletotrichum Máximo de 6
Antracnose
orbiculare 300 mL/ Terrestre: aplicações com
Melancia 100 L de 800 a 1000 intervalo de 7
Pseudoperonospora
Míldio água L/ha dias por ciclo da
cubensis
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Colletotrichum Máximo de 4
Antracnose
orbiculare 300 mL/ Terrestre: aplicações com
Melão
100 L de 800 a 1000 intervalo de 7
Pseudoperonospora
Míldio água L/ha dias por ciclo da
cubensis
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Terrestre: Máximo de 2
150 L/ha aplicações com
Mancha-de-
Milho Phaeosphaeria maydis 3,0 L/ha intervalo de 15
Phaeosphaeria
Aérea: 20 a dias por ciclo da
40 L/ha cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® no estádio de 6 a 8 folhas (V6 a V8).

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Página 6 de 23
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Colletotrichum Máximo de 4
Antracnose 300 mL/ Terrestre: aplicações com
orbiculare
Pepino 100 L de 800 a 1000 intervalo de 7
Pseudoperonospora água L/ha dias por ciclo da
Míldio
cubensis cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 3
300 mL/ Terrestre: aplicações com
Colletotrichum
Pimentão Antracnose 100 L de 800 a 1000 intervalo de 7
gloeosporioides
água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo após os primeiros sintomas da doença.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Aplicação com
Podridão-cinzenta- Botrytis cinerea 400 mL/ Terrestre: intervalo entre 7
Rosa dos-botões 100 L de 800 a 1000 a 10 dias
água L/ha conforme
necessidade.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® logo após os primeiros sintomas da doença.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 5
aplicações com
3,0 L/ha Terrestre: intervalo de 10
Ferrugem-asiática Phakopsora pachyrhizi
150 a 400 dias por ciclo da
L/ha cultura.
Soja
Máximo de 2
Aérea: aplicações com
2,0 a 3,0
Mancha-parda Septoria glycines 20 a 40 L/ha intervalo entre
L/ha
15 a 20 dias por
ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

Phakopsora pachyrhizi: Realizar a primeira aplicação de FUNGINIL® de forma preventiva e no máximo a


partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3).
Observar condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento desta doença, como chuvas bem distribuídas
com longos períodos de molhamento, presença frequente de orvalho pela manhã e temperatura variando
entre 18° a 28°C. O monitoramento da doença é recomendado a partir da emissão das primeiras folhas no
estádio vegetativo, uma vez que a doença pode ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura. Deve-se
intensificar o monitoramento nas semeaduras mais tardias, nos estádios críticos de pré-florada, início dos
estádios reprodutivos e quando detectada a ocorrência de inoculo de Phakopsora pachyrhizi na região.

Septoria glycines: Realizar a primeira aplicação de FUNGINIL® no florescimento e a segunda 15 a 20 dias


após a primeira aplicação.
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Página 7 de 23
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Mancha de Máximo de 6
Stemphylium solani 300 mL/
Stemphylium aplicações com
100 L de
intervalo de 7
Septoriose Septoria lycopersici água
dias para
Stemphylium
solani e
Terrestre: Septoria
Pinta-preta Alternaria solani 800 a 1000 lycopersici por
Tomate L/ha ciclo da cultura
400 mL/ e entre 7 a 10
100 L de Aérea: dias para
água 20 a 40 L/ha Alternaria
solani e
Phytophtora infestans Phytophtora
Requeima infestans por
ciclo da cultura.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

Aplicar FUNGINIL® logo no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Ferrugem-do-colmo Puccinia graminis Terrestre:
200 L/ha Máximo de 3
Trigo Ferrugem-da-folha Puccinia triticina 2,5 L/ha aplicações por
Aérea: ciclo da cultura.
Septoriose Stagonospora nodorum
20 a 40 L/ha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® deve ocorrer na fase de emborrachamento e o segundo na fase de florescimento.


Havendo necessidade efetuar a terceira aplicação na fase de espigamento.

ALVO BIOLÓGICO Número e


Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Antracnose Elsinoe ampelina Máximo de 3
300 mL/ aplicações com
Terrestre:
Uva 100 L de intervalo de 7
Míldio Plasmopara viticola 1000 L/ha
água dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Aplicar FUNGINIL® no início da brotação. Repetir ao tratamento a cada 7 dias, até o florescimento.

MODO DE APLICAÇÃO :

A aplicação de FUNGINIL® poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle
das doenças, independente do equipamento utilizado. Desta forma o tipo e calibração do equipamento,
estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida,
devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.

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APLICAÇÃO TERRESTRE:

Para as culturas de Algodão, Amendoim, Banana, Batata, Berinjela, Cebola, Cenoura, Feijão, Gladíolo, Maçã,
Mamão, Melancia, Melão, Milho, Pepino, Pimentão, Rosa, Soja, Tomate, Trigo e Uva, FUNGINIL® pode ser
aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, pressurizado
ou motorizado, tratorizado ou autopropelido) equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou
leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.

Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a
ocorrência de deriva:

- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;


- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;

APLICAÇÃO AÉREA:

Para as culturas do Algodão, Amendoim, Banana, Batata, Feijão, Milho, Soja, Tomate e Trigo, FUNGINIL®
pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos
Spraying Systems D 8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados
para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e
vazamentos:

Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas,
em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4
metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte
da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação
e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação
geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

MODO DE PREPARO DA CALDA:

Para as aplicações terrestre e aérea, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque
de pulverização. Em seguida, adicionar FUNGINIL® na dose recomendada, completando o tanque com água
e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo
o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:


- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

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Página 9 de 23
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão 35 dias
Amendoim 14 dias
Banana (1)
Batata 7 dias
Berinjela 7 dias

Cebola 7 dias

Cenoura 7 dias

Feijão 14 dias
Gladíolo UNA
Maçã 14 dias
Mamão 7 dias
Melancia 7 dias

Melão 7 dias

Milho 42 dias
Pepino 7 dias

Pimentão 7 dias

Rosa UNA
Soja 7 dias

Tomate 7 dias

Trigo 30 dias
Uva 7 dias
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego
UNA: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
 Uso exclusivo para culturas agrícolas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

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Página 10 de 23
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas,
época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e
para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:

● Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M05 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
● Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M05 FUNGICIDA

O produto fungicida FUNGINIL® é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação com atividade
de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M05 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Fungicidas).

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-


SOJA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de
eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugem asiática da soja, seguem algumas recomendações:
● Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos
do Grupo M05 sempre que possível. Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo
isoladamente;
● Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
● Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada
região (adotar estratégia de escape);
● Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
● Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
● Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;

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● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema,
outros controles culturais etc.
● Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de
doenças a ser controlado;
● Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
● Realizar o monitoramento da doença na cultura;
● Adotar estratégia de aplicação preventiva;
● Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
● Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M05 FUNGICIDA

O produto fungicida FUNGINIL® é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação com atividade
de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M05 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Fungicidas).

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MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.


PRECAUÇÕES GERAIS :
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas de borracha, avental imperveável, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA :

- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento


hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2;
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO :

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;


- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;

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- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO :

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

Pode ser nocivo se ingerido


Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Nocivo se inalado
Provoca irritação ocular grave

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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

• Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE . Em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

• Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR FUNGINIL® -


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Clorotalonil : Isoftalonitrila


Classe Toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Oral, Inalatoria, ocular e dérmica
Toxicocinética Clorotalonil :
Após administração oral em estudos conduzidos com ratos, apresentou rápida
absorção de doses baixas a médias (1,5 - 50 mg/kg p.c.) e um pouco mais
lentamente em níveis de dose ≥160 mg/kg p.c. . A absorção de clorotalonil a 1,5
- 5 mg/kg p.c. variou de 19 a 32% da dose administrada. Em níveis mais elevados
(200 mg/kg p.c.), a absorção é reduzida para 8,5 – 15,5% da dose administrada.
Níveis máximos no plasma foram alcançados em, aproximadamente, 6, 9 e 12-
16 horas após a administração de 5, 50 e 200 mg/kg p.c., respectivamente. Os
níveis plasmáticos foram maiores em fêmeas do que em machos. Rapidamente
distribuido nos tecidos sendo os maiores níveis observados no rim, fígado e
pulmões, porém sem evidência de bioacumulação. O metabolismo de clorotalonil
ocorre por hidroxilação para R182281 (principal metabólito no plasma), seguida
por conjugação (múltipla) com glutationa (glutationa-Stransferase). No rato, o
conjugado de diglutationa foi o principal metabólito encontrado na bile. Na urina,
nove metabólitos foram identificados com uma mistura de diferentes conjugados.
Nas fezes, o clorotalonil inalterado foi o principal componente. Clorotalonil
também foi rapidamente excretado em doses baixas a moderadas, com ≥80% da
dose administrada (5 mg/kg p.c.) sendo excretada em 48 horas. Às 168 horas
após a administração de 5, 50, 200 mg/kg p.c., a excreção se deu principalmente
via fezes (82-115% da dose), com apenas pequenas quantidades sendo
excretadas pela urina (2,9- 7,0% em machos e 3,0-11,5% em fêmeas). Para a
menor dose (5 mg/kg p.c.), a excreção biliar foi de 12 - 17% (fêmeas) e 11 - 21%
(machos) dentro de 48 a 72 horas; já para a dose elevada (200 mg/kg p.c.), foi de
4,9% (fêmeas) a 7,5% (machos) em 72 horas. Portanto, parte da quantidade
normalmente excretada pelas fezes foi absorvida e excretada pela bile, indicando
a ocorrência de recirculação enterohepática.
Toxicodinâmica Clorotalonil :
O clorotalonil é um fungicida de contato multi-sítios. Inibe a ativação da
gliceraldeído-3-fosfato desidrogenase, causando a inibição da germinação de
esporos e crescimento de micélios em fungos. O modo de ação do clorotalonil
envolve sua combinação com uma molécula chamada glutationa dentro das
células do fungo. À medida que esses derivados da glutationa-clorotalonil se
formam, eles inviabilizam a disponibilidade de glutationa nas células, deixando as
enzimas dependentes da glutationa incapazes de funcionar. Glutationa existe no
organismo em suas formas reduzida (GSH) e oxidada (GSSG), atuando direta ou

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indiretamente em muitos processos biológicos e, por isso, não é possível excluir
que o seu modo de ação seja conservado para humanos.
Sintomas e Sinais Clorotalonil:
clínicos Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou alta toxicidade
aguda pela via inalatória. Em coelhos o contato do clorotalonil com os olhos,
causou lesões oculares graves. Também foi observado potencial de
sensibilização dérmica em cobaias.
Exposição ocular: pode causar irritação com ardência, dor, lacrimejamento,
vermelhidão, podendo ocorrer lesões na superfície da córnea, em casos mais
graves.
Exposição cutânea: pode causar irritação e reações de sensibilização, com
ardência, coceira e vermelhidão.
Exposição respiratória: pode causar irritação do trato respiratório com tosse,
secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.

Tratamento Antídoto: Não há antídoto específico


Tratamento Geral: O Tratamento de intoxicações pelo produto formulado deve
ser sintomático e de manutenção das funções vitais do paciente.
Medidas de Descontaminação : remover de imediato roupas, sapatos e
acessórios usados no momento da exposição e lavar de forma cuidadosa e
abundante pele e cabelos com água fria e sabão. Lavar bem os olhos com soro
fisiológico ou água por no mínimo 15 minutos.
Monitoramento em casos de Ingestão do produto : avaliar volume e concentração
do produto ingerido, e o tempo decorrido até o atendimento médico, sendo:
 Ingestão recente (até 2 hrs): realizar lavagem gástrica e administrar
carvão ativado (50-100g para adultos, 25-50g para crianças de 1 a 12
anos, e 1g/kg para menores de 1 ano) diluído em água na proporção de
30g para 240mL de água.
Monitoramento em casos de exposição inalatória : remova o paciente para um
local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Acompanhar nível de consciência do paciente e proteger vias aéreas de possível
aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por
intubação endotraqueal com cuff.

IMPORTANTE : Não provocar vômito, mas caso apareça quadro de vômito


espontâneo, não deve ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que
aspire resíduo.

CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS :


• EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento.
• Usar Equipamentos de Proteção Individual durante atendimento, como:
luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.

Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração


e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.

Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para Clorotalonil em
interações químicas humanos.

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 Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e
Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).

 As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as


Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
ATENÇÃO Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)

Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800-200 2345


(43) 3371-9330 Fax: (43) 3371-9017
https://www.adama.com/brasil/pt/contato

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:


“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral (ratos): >2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica (ratos): > 4800 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos): 2,34 mg/L/4h.
Irritação dérmica: produto não irritante para a pele de coelhos.
Irritação ocular: produto irritante para os olhos de coelhos, Categoria 2. Houve opacidade, irite, hiperemia e
edema de córnea em animais de experimentação com reversão em até 21 dias.
Sensibilização cutânea: o produto não provocou sensibilidade cutânea em cobaias.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Clorotalonil:
Em estudo de 2 anos em ratos, os animais tratados com as maiores doses (177,5 e 183 mg/kg p.c./dia)
apresentaram redução do ganho de peso corpóreo; efeitos renais como aumento de peso, hiperplasia epitelial
tubular, nefropatia progressiva crônica, cistos corticais e tumores; aumento no peso do fígado e hipertrofia
hepatocelular; em doses elevadas os efeitos relacionados à capacidade irritativa da substância foram
hiperplasia e hiperqueratose da mucosa escamosa do esôfago; necrose focal e ulceração da mucosa do
estômago glandular e hipertrofia da mucosa do duodeno (NOAEL: 1,8 mg/kg p.c./dia). Em estudos de
carcinogenicidade em camundongos, foram vistos efeitos semelhantes de órgãosalvo aos observados em
estudos com ratos; hiperqueratose e hiperplasia na mucosa escamosa no estômago glandular e no esôfago
e efeitos renais (aumento de peso, degeneração tubular, hiperplasia e hipertrofia epitelial, aumento da
incidência de adenomas e carcinomas tubulares) (NOAEL: 5,4 mg/kg p.c./dia). Estudos de toxicidade aguda,
subcrônica e crônica demonstram que a toxicidade renal e a subsequente proliferação celular precedem a
formação de tumores. Uma vez que o aumento da incidência de tumores nos rins é considerado uma
consequência da hiperplasia tubular cortical, foram estabelecidos limites para a ocorrência de alterações pré-
neoplásicas e neoplásicas e foi demonstrado que o clorotalonil não é genotóxico/mutagênico em ratos e
camundongos in vivo. Informações adicionais indicam que seres humanos são menos sensíveis que os ratos
no que diz respeito ao desenvolvimento de efeitos renais que podem progredir para tumores após exposição
crônica ao clorotalonil considerando-se que: i) a absorção de clorotalonil (como conjugado clorotalonil-
glutationa) do trato gastrointestinal seja menor em humanos do que em ratos; ii) a ativação de conjugados
clorotalonil-cisteína no rim pela β-liase levando a intermediários reativos (tióis) que podem reagir com as
macromoléculas celulares (proteína, DNA) seja mais acentuada em ratos do que em humanos, pois a
atividade de várias enzimas necessárias para essa ativação é maior no rato (rim) do que em humanos.
Portanto, os ratos são considerados marcadamente mais sensíveis que humanos para alterações renais, o
que faz com que a exposição crônica humana ao nível de dose suficiente para produzir lesões renais seja
improvável. No estudo de toxicidade reprodutiva de duas gerações em ratos, observou-se redução do peso
corpóreo nas maiores doses em ambos os sexos (225 e 255 mg/kg p.c./dia) e em fêmeas F1 (124 mg/kg
p.c./dia) e machos F0 (110 mg/kg p.c./dia). Achados histopatológicos foram observados no rim (hipertrofia
tubular e hiperplasia epitelial, focos de hiperplasia de células claras, pigmentação, cariomegalia, epitélio
regenerativo) em todos os níveis de dose. Nos filhotes, o ganho de peso corpóreo durante a lactação foi

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reduzido no nível mais alto de dose. O desempenho reprodutivo não foi afetado pelo tratamento (NOAEL
filhotes: 110 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 225 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade no
desenvolvimento em ratos, observou-se toxicidade materna na maior dose (400 mg/kg p.c./dia) caracterizada
por fezes amolecidas/com muco/esbranquiçadas, material marrom ao redor do nariz/boca, perda de pelo/pelo
emaranhado na região urogenital, corrimento vaginal vermelho, aumento na mortalidade, redução do peso
corpóreo e consumo alimentar; aumento da perda pós-implantação e diminuição no tamanho viável da
ninhada também foram observadas na maior dose (NOAEL materno e de desenvolvimento: 100 mg/kg
p.c./dia). No estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a toxicidade materna foi caracterizada
pelo ganho reduzido de peso corpóreo no maior nível de dose (20 mg/kg p.c./dia). Nenhum efeito relacionado
ao tratamento foi observado nos parâmetros cesarianos e fetais (NOAEL materno: 10 mg/kg p.c./dia; NOAEL
fetal: 20 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, clorotalonil não é considerado teratogênico ou tóxico para a
reprodução em humanos.

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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
 Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
 Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


 Isole e sinalize a área contaminada.
 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A.
 Telefone da empresa: 0800 400 7070.
 Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).

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 Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO


DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL


LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):


Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
 Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
 Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
 Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
 Faça essa operação três vezes;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
 Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
 Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
 Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
 Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


 Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
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 O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
 Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
 O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
 Use luvas no manuseio dessa embalagem.
 Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
 Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
 O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
 Use luvas no manuseio desta embalagem.
 Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
 Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

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 O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


 O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


 É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
 As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


 A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
 É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
 EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
 A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


 Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
 A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


 O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU


MUNICIPAL:

Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.

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