FUNGINIL
FUNGINIL
Fungicida
COMPOSIÇÃO:
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL).............................................................. 500,0 g/L (50,0% m/v)
Outros Ingredientes ............................................…………........….................................. 743,0 g/L (74,3% m/v)
GRUPO M05 FUNGICIDA
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ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva – Israel
JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Jinger Road, Industry Chemical Park, Jiangsu Province, Xinyi City - China
SHANDONG DACHENG PESTICIDE CO., LTD.
Nº 25 Honggou Road, Zhangdian, Shandong Province, Zibo, China
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 Inscrição Estadual 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
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No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
Aplicar FUNGINIL® em novembro, logo no surgimento dos sintomas da doença. Repetir a aplicação a cada
15 dias até fim de maio ou início de junho.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 5
300 Terrestre: aplicações com
Berinjela Mancha-de-alternaria Alternaria solani mL/100 L 800 a 1000 intervalo de 7
de água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
300 mL/
Mancha-foliar-da - Colletotrichum Máximo de 3
100 L de
gala gloeosporioides Terrestre: aplicações com
água
Maçã 600 a 1000 intervalo entre 7
250 mL/
L/ha a 10 dias por
Sarna-macieira Venturia inaequalis 100 L de
ciclo da cultura.
água
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar FUNGINIL® preventivamente ainda na fase de dormência, quando as condições climáticas forem
propícias ao desenvolvimento da doença.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Colletotrichum Máximo de 4
Antracnose 300 mL/ Terrestre: aplicações com
orbiculare
Pepino 100 L de 800 a 1000 intervalo de 7
Pseudoperonospora água L/ha dias por ciclo da
Míldio
cubensis cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Mancha de Máximo de 6
Stemphylium solani 300 mL/
Stemphylium aplicações com
100 L de
intervalo de 7
Septoriose Septoria lycopersici água
dias para
Stemphylium
solani e
Terrestre: Septoria
Pinta-preta Alternaria solani 800 a 1000 lycopersici por
Tomate L/ha ciclo da cultura
400 mL/ e entre 7 a 10
100 L de Aérea: dias para
água 20 a 40 L/ha Alternaria
solani e
Phytophtora infestans Phytophtora
Requeima infestans por
ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar FUNGINIL® no início da brotação. Repetir ao tratamento a cada 7 dias, até o florescimento.
MODO DE APLICAÇÃO :
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle
das doenças, independente do equipamento utilizado. Desta forma o tipo e calibração do equipamento,
estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida,
devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.
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APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas de Algodão, Amendoim, Banana, Batata, Berinjela, Cebola, Cenoura, Feijão, Gladíolo, Maçã,
Mamão, Melancia, Melão, Milho, Pepino, Pimentão, Rosa, Soja, Tomate, Trigo e Uva, FUNGINIL® pode ser
aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, pressurizado
ou motorizado, tratorizado ou autopropelido) equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou
leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a
ocorrência de deriva:
APLICAÇÃO AÉREA:
Para as culturas do Algodão, Amendoim, Banana, Batata, Feijão, Milho, Soja, Tomate e Trigo, FUNGINIL®
pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos
Spraying Systems D 8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados
para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e
vazamentos:
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas,
em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4
metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte
da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação
e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação
geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Para as aplicações terrestre e aérea, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque
de pulverização. Em seguida, adicionar FUNGINIL® na dose recomendada, completando o tanque com água
e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo
o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão 35 dias
Amendoim 14 dias
Banana (1)
Batata 7 dias
Berinjela 7 dias
Cebola 7 dias
Cenoura 7 dias
Feijão 14 dias
Gladíolo UNA
Maçã 14 dias
Mamão 7 dias
Melancia 7 dias
Melão 7 dias
Milho 42 dias
Pepino 7 dias
Pimentão 7 dias
Rosa UNA
Soja 7 dias
Tomate 7 dias
Trigo 30 dias
Uva 7 dias
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego
UNA: Uso Não Alimentar
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivo para culturas agrícolas.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas,
época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e
para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
● Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M05 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
● Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida FUNGINIL® é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação com atividade
de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M05 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Fungicidas).
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de
eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugem asiática da soja, seguem algumas recomendações:
● Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos
do Grupo M05 sempre que possível. Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo
isoladamente;
● Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
● Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada
região (adotar estratégia de escape);
● Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
● Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
● Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;
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● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema,
outros controles culturais etc.
● Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de
doenças a ser controlado;
● Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
● Realizar o monitoramento da doença na cultura;
● Adotar estratégia de aplicação preventiva;
● Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
● Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida FUNGINIL® é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação com atividade
de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M05 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Fungicidas).
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
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- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE . Em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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indiretamente em muitos processos biológicos e, por isso, não é possível excluir
que o seu modo de ação seja conservado para humanos.
Sintomas e Sinais Clorotalonil:
clínicos Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou alta toxicidade
aguda pela via inalatória. Em coelhos o contato do clorotalonil com os olhos,
causou lesões oculares graves. Também foi observado potencial de
sensibilização dérmica em cobaias.
Exposição ocular: pode causar irritação com ardência, dor, lacrimejamento,
vermelhidão, podendo ocorrer lesões na superfície da córnea, em casos mais
graves.
Exposição cutânea: pode causar irritação e reações de sensibilização, com
ardência, coceira e vermelhidão.
Exposição respiratória: pode causar irritação do trato respiratório com tosse,
secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para Clorotalonil em
interações químicas humanos.
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Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e
Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
EFEITOS CRÔNICOS:
Clorotalonil:
Em estudo de 2 anos em ratos, os animais tratados com as maiores doses (177,5 e 183 mg/kg p.c./dia)
apresentaram redução do ganho de peso corpóreo; efeitos renais como aumento de peso, hiperplasia epitelial
tubular, nefropatia progressiva crônica, cistos corticais e tumores; aumento no peso do fígado e hipertrofia
hepatocelular; em doses elevadas os efeitos relacionados à capacidade irritativa da substância foram
hiperplasia e hiperqueratose da mucosa escamosa do esôfago; necrose focal e ulceração da mucosa do
estômago glandular e hipertrofia da mucosa do duodeno (NOAEL: 1,8 mg/kg p.c./dia). Em estudos de
carcinogenicidade em camundongos, foram vistos efeitos semelhantes de órgãosalvo aos observados em
estudos com ratos; hiperqueratose e hiperplasia na mucosa escamosa no estômago glandular e no esôfago
e efeitos renais (aumento de peso, degeneração tubular, hiperplasia e hipertrofia epitelial, aumento da
incidência de adenomas e carcinomas tubulares) (NOAEL: 5,4 mg/kg p.c./dia). Estudos de toxicidade aguda,
subcrônica e crônica demonstram que a toxicidade renal e a subsequente proliferação celular precedem a
formação de tumores. Uma vez que o aumento da incidência de tumores nos rins é considerado uma
consequência da hiperplasia tubular cortical, foram estabelecidos limites para a ocorrência de alterações pré-
neoplásicas e neoplásicas e foi demonstrado que o clorotalonil não é genotóxico/mutagênico em ratos e
camundongos in vivo. Informações adicionais indicam que seres humanos são menos sensíveis que os ratos
no que diz respeito ao desenvolvimento de efeitos renais que podem progredir para tumores após exposição
crônica ao clorotalonil considerando-se que: i) a absorção de clorotalonil (como conjugado clorotalonil-
glutationa) do trato gastrointestinal seja menor em humanos do que em ratos; ii) a ativação de conjugados
clorotalonil-cisteína no rim pela β-liase levando a intermediários reativos (tióis) que podem reagir com as
macromoléculas celulares (proteína, DNA) seja mais acentuada em ratos do que em humanos, pois a
atividade de várias enzimas necessárias para essa ativação é maior no rato (rim) do que em humanos.
Portanto, os ratos são considerados marcadamente mais sensíveis que humanos para alterações renais, o
que faz com que a exposição crônica humana ao nível de dose suficiente para produzir lesões renais seja
improvável. No estudo de toxicidade reprodutiva de duas gerações em ratos, observou-se redução do peso
corpóreo nas maiores doses em ambos os sexos (225 e 255 mg/kg p.c./dia) e em fêmeas F1 (124 mg/kg
p.c./dia) e machos F0 (110 mg/kg p.c./dia). Achados histopatológicos foram observados no rim (hipertrofia
tubular e hiperplasia epitelial, focos de hiperplasia de células claras, pigmentação, cariomegalia, epitélio
regenerativo) em todos os níveis de dose. Nos filhotes, o ganho de peso corpóreo durante a lactação foi
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reduzido no nível mais alto de dose. O desempenho reprodutivo não foi afetado pelo tratamento (NOAEL
filhotes: 110 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 225 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade no
desenvolvimento em ratos, observou-se toxicidade materna na maior dose (400 mg/kg p.c./dia) caracterizada
por fezes amolecidas/com muco/esbranquiçadas, material marrom ao redor do nariz/boca, perda de pelo/pelo
emaranhado na região urogenital, corrimento vaginal vermelho, aumento na mortalidade, redução do peso
corpóreo e consumo alimentar; aumento da perda pós-implantação e diminuição no tamanho viável da
ninhada também foram observadas na maior dose (NOAEL materno e de desenvolvimento: 100 mg/kg
p.c./dia). No estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a toxicidade materna foi caracterizada
pelo ganho reduzido de peso corpóreo no maior nível de dose (20 mg/kg p.c./dia). Nenhum efeito relacionado
ao tratamento foi observado nos parâmetros cesarianos e fetais (NOAEL materno: 10 mg/kg p.c./dia; NOAEL
fetal: 20 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, clorotalonil não é considerado teratogênico ou tóxico para a
reprodução em humanos.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
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Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
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O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.
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