Regimento Escolar Do CNSD 2025
Regimento Escolar Do CNSD 2025
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Capítulo VII - Dos Colegiados ................................................................................................................................... 19
Capítulo VIII - Das Relações Individuais e Coletivas do Trabalho ......................................................................... 20
TÍTULO III - DA VIDA ESCOLAR.................................................................................................................................... 20
Capítulo I - Da Organização da Vida Escolar ........................................................................................................... 20
Capítulo II - Dos Critérios de Agrupamento de Alunos .......................................................................................... 21
Capítulo III - Processo de Avaliação ........................................................................................................................ 21
Capítulo IV - Da Recuperação Paralela e Recuperação Final ................................................................................ 24
Capítulo V - Da Promoção e da Retenção ................................................................................................................ 24
Capítulo VI - Da Matrícula ......................................................................................................................................... 25
Capítulo VII - Da Classificação ................................................................................................................................. 25
Capítulo VIII - Da Reclassificação ............................................................................................................................ 26
Capítulo IX - Dos Certificados e Históricos Escolares ........................................................................................... 26
Capítulo X - Da Proposta Pedagógica e Plano Escolar ........................................................................................... 27
Capítulo XI – Da Educação Especial e Inclusiva ...................................................................................................... 27
TÍTULO IV - DO REGIME ESCOLAR .............................................................................................................................. 29
Capítulo I - Da Adaptação ......................................................................................................................................... 29
Capítulo II - Da Frequência ....................................................................................................................................... 30
Capítulo III - Das Transferências .............................................................................................................................. 30
TÍTULO V - DOS DIREITOS E DEVERES DOS PARTICIPANTES DO PROCESSO EDUCATIVO ................................ 31
Capítulo I - Dos Direitos e Deveres .......................................................................................................................... 31
Seção I - Do Diretor e Vice-Diretor .......................................................................................................................................................... 31
Seção II - Do Secretário Escolar .............................................................................................................................................................. 31
Seção III - Do Coordenador Pedagógico ................................................................................................................................................ 31
Seção IV - Do Auxiliar Educacional .......................................................................................................................................................... 33
Seção V - Do Porteiro / Recepcionista .................................................................................................................................................... 33
Seção VI - Dos Auxiliares de Serviços Gerais e Limpeza ..................................................................................................................... 33
Seção VII - Dos Auxiliares de Segurança e Agentes Escolares ........................................................................................................... 33
Seção VIII - Do Corpo Docente ................................................................................................................................................................ 34
Seção IX - Das Penalidades ...................................................................................................................................................................... 35
Seção X - Do Corpo Discente................................................................................................................................................................... 35
Capítulo II - Das Sanções .......................................................................................................................................... 37
Capítulo III - Dos Casos Omissos ............................................................................................................................. 38
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TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Capítulo I - Da Caracterização
Art. 1º O Colégio Nossa Senhora das Dores é uma unidade particular de ensino, sediada à Rua
Relíquia, n.º 691 – Bairro de Casa Verde – Subdistrito Jardim das Laranjeiras – CEP 02517–001 – telefone
(11) 3858–6099, no município de São Paulo, Estado de São Paulo.
Art. 2º A unidade Escolar referida no Art. 1º funciona apoiada nos seguintes documentos legais:
I – Autorização do Curso Pré-primário e Primário Fundamental pelo Departamento de Educação,
com registro n.º 1606, de 15 de junho 1948, Ato 960/48, no Departamento de Ensino Municipal e Particular;
II – Autorização de funcionamento pela Portaria 631 do Ministério da Educação e Saúde de 6 de
junho de 1955;
III – Portaria de Reconhecimento do curso ginasial n.º 373 de 12 de novembro de 1957;
IV – Decreto n.º 25.381, de 21 de janeiro de 1956, autorizando o funcionamento da Escola Normal
Livre Nossa Senhora das Dores, depois Escola Normal Particular Nossa Senhora das Dores;
V – Decreto n.º 35850 do CEE, de 26 de novembro de 1959, reconhecendo a Escola Normal
Particular Nossa Senhora das Dores que, em 1971, passou a denominar-se Colégio e Escola Normal Nossa
Senhora das Dores;
VI – Homologação do Plano Global da Escola, publicada no D.O. de 20 de abril de 1974;
VII – Portaria CEBN de 27 de dezembro de 1974, publicada a 28 de dezembro de 1974 no D.O.,
mudando a denominação do Estabelecimento, para Escola de 1º e 2º Graus “Nossa Senhora das Dores”;
VIII – Aprovação do Novo Regimento Escolar, Processo DRECAP–1 nº1044/87, publicado no D.O.
de 13 de agosto de 1987;
IX – Encerramento do Curso de 2º Grau da Habilitação Específica para o Magistério de 1º Grau de
1ª a 4ª séries com estudos de aprofundamentos em Pré-Escola publicado no D.O. de 1º de fevereiro de
1990, retificado no D.O. de 7 de fevereiro de 1990;
X – Mudança de denominação de Escola de 1º e 2º Graus “Nossa Senhora das Dores” para Colégio
Nossa Senhora das Dores, publicado no D.O. de 21 de dezembro de 1989;
XI – Alterações Regimentais aprovadas e publicadas em D.O. de 11/07/1990, 16/12/1994 e de
21/02/1998;
XII – Autorização do curso do Ensino Médio, processo 967/98, através da portaria da 2ª DE,
publicada no DOE de 1º/12/1998, nº 227, seção I, página 10;
XIII – Homologação do Regimento Escolar, processo 967/98, através de portaria da 2ª DE, publicada
no DOE de 1º/12/1998, nº 227, seção I, página 10;
Parágrafo Único – A Escola rege-se por Regimento Escolar aprovado pela autoridade competente
estabelecida por lei e será dada ciência das normas regimentais em vigor aos pais, alunos e equipe
Escolar.
XIV – Aprovação do Regimento Escolar, publicada no D.O. de 28/04/2006;
XV – Alteração Regimental aprovada e publicada no D.O. de 09/03/2007;
XVI – Autorização do Curso de Educação Infantil, publicada no D.O. de 22/03/2007.
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Art. 3º A Escola tem como Entidade Mantenedora, a “Associação Educativa Maria Teresa” (AEMT),
também chamada “Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora”, com sede à Rua Relíquia n.º
691, Bairro de Casa Verde, Subdistrito Jardim das Laranjeiras, CEP 02517–001 – telefone (11) 3855-6099,
no município de São Paulo, Estado de São Paulo.
§ 1º A Entidade Mantenedora encontra-se regularmente registrada como pessoa Jurídica no
Cartório do 4º Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, no Livro
A–n.1, de Pessoas Jurídicas, sob o nº 427, registrada no Conselho Nacional de Serviço Social (CNSS) pelo
Processo nº 87.980/52 e por este órgão declarada como Entidade de Fins Filantrópicos pelo processo nº
264.540/71, declarada de Utilidade Pública Federal pelo Decreto nº 61.344, de 14/09/1967, publicado no
Diário Oficial 15/09/1967, Utilidade Pública Municipal (SP) pelo Decreto nº 8.829, de 17/06/1970, publicado
no Diário Oficial do Município de 18/06/1970 e inscrito no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da
Fazenda sob nº 61.573.424/0001–30.
§ 2º Entendendo o trabalho educativo como parte de sua missão, a Associação Educativa Maria
Teresa assume seu papel no acompanhamento do trabalho desenvolvido em suas Escolas,
comprometendo-se a ser elemento dinamizador e motivador para que seja garantida no âmbito destas a
presença do carisma de Madre Teresa de Jesus Gerhardinger e da Filosofia Educacional advinda desse
carisma.
§ 3º Em caso excepcionais de pandemia, ou por motivo de força maior, desde que amparados por
decreto governamental ou por legislações e orientações do CNE e CEE, será ofertado o ensino de forma
remota, com apoio de plataformas educacionais e mediado por recursos tecnológicos não presenciais, com
alterações no calendário Escolar, se necessárias, garantindo a carga horária mínima prevista na legislação
vigente.
§ 4º Durante o período de atividades Escolares não presenciais será privilegiada a avaliação
qualitativa, considerando a evolução do estudante, em termos de consolidação dos conhecimentos
procedimentais, atitudinais e conceituais, com a realização das atividades propostas pelos professores,
observação da participação do aluno e engajamento.
Art. 5º Tendo em vista o ser humano em sua totalidade, o Colégio Nossa Senhora das Dores tem as
seguintes finalidades:
I – Que a educação seja um processo que torne as pessoas capazes de alcançar a plenitude do seu
potencial, seu desenvolvimento integral, como seres criados à imagem de Deus e que as ajude a colocar
os seus dons à disposição para humanizar a terra;
II – Que a educação desafie e liberte, sendo um permanente processo de busca de aprendizagens
significativas capazes de motivar as pessoas para uma atuação comprometida com a realidade em que
vivem;
III – Que a educação, na dialética da construção do conhecimento e formação em valores, contribua
para a formação ética de toda a comunidade educativa;
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IV – Que a educação se dê na perspectiva comunitária, na qual a Comunidade Educativa seja
formada e incentivada a exercer seu papel através de vivências participativas;
V – Que a educação possibilite a manifestação de Deus em todo o ser humano e o ajude a
encontrar o sentido da vida e de sua dignidade como pessoa.
Art. 6º Diante dessa perspectiva, são os seguintes os princípios norteadores da ação pedagógica
do Colégio Nossa Senhora das Dores:
I – Orientamos toda a nossa ação pedagógica na perspectiva de que toda pessoa humana,
reconhecendo a sua própria dignidade e vendo-se reconhecida, assume o compromisso da atuação na
realidade para o resgate da dignidade do outro;
II – Assumimos a Escola como um lugar em permanente mudança, condição indispensável para que
se possa dialogar com a pessoa e a sociedade;
III – Entendemos a construção do conhecimento e o desenvolvimento de habilidades e
competências como processo para uma aprendizagem significativa e para o desenvolvimento de um
espírito crítico – critério para atuação na realidade;
IV – Assumimos a necessidade de ver o mundo sob a ótica dos pobres, investigando e enfrentando
as causas econômicas, sociais e políticas de modo a permitir o reconhecimento das situações injustas por
meio de uma educação libertadora;
V – Vemos os recursos tecnológicos como meios para ajudar no processo educativo e para a
melhoria da qualidade de vida para todos;
VI – Entendemos a educação em valores como sendo capaz de ajudar a comunidade educativa a
ter uma postura ética coletiva, comprometendo-se com o bem comum;
VII – Assumimos que a educação e a formação integral da pessoa humana são processos
continuados a serem desenvolvidos durante toda a sua existência;
VIII – Assumimos o desenvolvimento do processo educativo por meio de projetos que levem em
conta a participação do grupo;
IX – Resgatamos a manifestação da religiosidade, permitindo que cada pessoa faça sua própria
experiência de Deus;
X – Propomos o diálogo e a colaboração com as Igrejas Cristãs, outras religiões universais e grupos
que se empenham por uma comunidade global, de maneira que se realize o desejo de Jesus de que todos
sejam um;
XI – Educamos na perspectiva da promoção da vida, da construção da paz, da solidariedade e do
resgate da dignidade humana, tendo em vista um mundo mais justo e fraterno.
Art. 7º Desta forma, os objetivos do Colégio Nossa Senhora das Dores são os seguintes:
I – Ministrar a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio – Educação Básica – sem
distinção de sexo, etnia, classe social, convicções religiosas ou políticas dos seus educandos;
II – Proporcionar conhecimento e orientações necessárias para o pleno desenvolvimento das
potencialidades do educando e orientar sua participação em busca do bem comum;
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III – Possibilitar aos educandos e educadores o acesso à ciência e ao conhecimento, desenvolvendo
o gosto pela pesquisa, dando a todos condições de pleno desenvolvimento de seu potencial humano e
intelectual, num processo de inserção e transformação da realidade em que vivem;
IV – Utilizar o conhecimento científico como instrumento de desenvolvimento global da pessoa
humana, com o objetivo de formar seres humanos que valorizem a ciência e pesquisadores que valorizem
o ser humano;
V – Instrumentalizar-se e estar aberto ao uso dos recursos tecnológicos como meios de
desenvolvimento humano e objetos da própria educação;
VI – Ajudar o aluno a desenvolver o senso crítico, despertando–o para buscar informações e
conhecimentos de forma que contribua para a preservação do patrimônio natural e cultural, em benefício
da vida no planeta, sob todas as formas de manifestação;
VII – Orientar o processo de formação do educando em vista do fortalecimento da solidariedade
entre os povos e à eliminação do tratamento desigual por motivo de convicção filosófica, política, religiosa
ou de preconceito de qualquer natureza;
VIII – Assumir uma Escola que ofereça um ensino de qualidade, orientando a prática pedagógica de
fazer pensar, propiciar a reflexão crítica, favorecendo a construção do conhecimento;
IX – Proporcionar à Comunidade Educativa condições para vivenciar a relação consigo mesmo, com
o outro, com o mundo, com a natureza e com Deus;
X – Construir e vivenciar as normas do bem comum;
XI – Assumir a formação continuada de toda a Comunidade Educativa como forma privilegiada de
fazer acontecer uma competência participativa e atuante;
XII – Despertar toda a Comunidade Educativa para a dimensão social, promovendo a cultura da paz,
da solidariedade e do respeito à diferença.
Art. 8º Esta Escola funciona em dois turnos: matutino e vespertino, oferecendo a carga horária
mínima anual de mil horas, ministradas em, no mínimo, duzentos dias de efetivo trabalho Escola, em
consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – Lei n.º 9.394, de 20 de
dezembro de 1996.
Art. 9º A Escola manterá a Educação Básica para desenvolver, humanizar, transformar o educando
e assegurar–lhe a formação comum indispensável para o exercício consciente da cidadania, fornecendo–
lhe meios para progredir no trabalho e nos estudos posteriores.
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II – Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano.
III – Ensino Médio da 1ª à 3ª série.
§ 1º A Educação Infantil destina-se a atender e acompanhar o desenvolvimento da criança até a
idade de seu ingresso no Ensino Fundamental, complementando a ação da família.
I – As crianças que completam 6 anos após o dia 31 de março devem ser matriculadas na Educação
Infantil;
II – A frequência na Educação Infantil não é pré-requisito para a matrícula no Ensino Fundamental.
§ 2º O Ensino Fundamental destina-se à formação básica do cidadão, desenvolvendo:
I – A capacidade de aprender e o domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II – O conhecimento do ambiente natural e do social, do sistema político, da ciência e tecnologia,
das artes e dos valores sociais e humanos;
III – Os vínculos de família, de solidariedade e de tolerância recíproca;
IV – Para atender o disposto no inciso I do artigo 32 da LDB, no primeiro e no segundo ano do
Ensino Fundamental, a ação pedagógica terá como foco a alfabetização, de modo que se garanta
aos estudantes a apropriação do sistema de escrita alfabética, a compreensão leitora e a escrita de
textos com complexidade adequada à faixa etária dos estudantes, e o desenvolvimento da
capacidade de ler e escrever números, compreender suas funções, bem como o significado e uso
das quatro operações matemáticas;
V – Os três anos iniciais do Ensino Fundamental assegurarão: a alfabetização e o letramento; o
desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da Língua Portuguesa,
a Literatura, a Música e demais artes, a Educação Física, assim como o aprendizado da Matemática,
da Ciência, da História e da Geografia; a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a
complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino
Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de
Escolaridade e deste para o terceiro.
VI – Os componentes curriculares obrigatórios do Ensino Fundamental serão assim organizados em
relação às áreas de conhecimento: Linguagens: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira moderna,
Arte, Educação Física; Matemática; Ciências da Natureza: Ciências; Ciências Humanas: História,
Geografia; Ensino Religioso;
VII – O Ensino Fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado como
complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais.
§ 3º O Ensino Médio destina-se à consolidação e ao aprofundamento dos conhecimentos,
habilidades, competências, atitudes e valores adquiridos no Ensino Fundamental para prosseguimento dos
estudos, preparo para o trabalho e autonomia intelectual.
I – A carga horária total do Ensino Médio será de no mínimo 3.000 (três mil) horas;
II – A carga horária anual total será ampliada progressivamente para um mínimo de 1.400 (um mil e
quatrocentas) horas, em ritmo a ser definido no Plano Estadual de Educação;
III – Os direitos e objetivos de aprendizagem do Ensino Médio seguem as definições da Base
Nacional Comum Curricular (BNCC) para as seguintes áreas do conhecimento: linguagens e suas
tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias, ciências humanas e
sociais aplicadas;
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IV – O currículo do Ensino Médio, conforme BNCC, será composto pela Formação Geral Básica e
por Itinerários Formativos, organizados por meio da oferta de diferentes arranjos curriculares, conforme a
relevância para o contexto local e o sistema de ensino.
V – O ensino de Língua Portuguesa, Matemática, Língua Inglesa, Artes, Educação Física, Ciências
da Natureza (com disciplinas como Biologia, Física e Química) e Ciências Humanas (incluindo Filosofia,
Geografia, História e Sociologia) serão obrigatórios nos três anos do Ensino Médio;
VI – A carga horária do Ensino Médio na Formação Geral Básica será de no mínimo 2.400 (dois mil
e quatrocentas) horas do total da carga horária do Ensino Médio e, no mínimo, 2 (duas) opções de
itinerários formativos com a carga horária de no mínimo 600 (seiscentas) horas do total da carga horária do
Ensino Médio, contemplando uma, duas ou mais áreas do conhecimento, sendo detalhado no Plano
Escolar;
VII – O currículo do Ensino Médio considerará a formação integral do aluno, voltando-se para a
construção de seu projeto de vida e para sua formação nos aspectos físicos, cognitivos e socioemocionais.
§ 4º Os cursos atendem alunos de ambos os sexos, dois turnos diurnos, podendo ainda se
organizar, se houver demanda, em período integral.
Seção I - Da Direção
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Seção II - Da Secretaria Escolar
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Art. 18 – A Coordenação Pedagógica será exercida por educador devidamente qualificado e
registrado nos órgãos competentes e investido em suas funções.
Art. 19 – A Coordenação Pedagógica destina-se ao apoio técnico e pedagógico aos docentes, bem
como ao acompanhamento e orientação aos alunos e pais; será exercida por educador qualificado na
forma da lei.
Art. 22 – A Pastoral Escolar, primando por organizar e manter tudo o que diz respeito a simbologia
religiosa do ser humano, tem por objetivo promover a construção de sentido da vida com perspectiva de
educação para a religiosidade, fomentar a espiritualidade e promover ações solidárias.
Parágrafo Único – Constitui-se, a Pastoral Escolar, como um espaço de partilha, experiência de vida,
comunhão, fé em busca de um modo de ser e um agir voltados à dimensão humano-cristã.
Art. 23 – Para atingir esse objetivo, a Pastoral Escolar trabalha unida ao Ensino Religioso.
§ 1º No âmbito do Ensino Religioso, seus conteúdos devem estar a serviço de objetivos gerais que
se inserem no contexto dos princípios norteadores da Rede Shalom (Rede Internacional da Congregação
das Irmãs Escolares de Nossa Senhora para a Justiça, Paz e Integridade da Criação), do carisma das Irmãs
Escolares de Nossa Senhora e do Ensino Religioso – como área de conhecimento, previsto pela LDB –
valorizando o pluralismo e a diversidade cultural.
§ 2º A Pastoral Escolar tem por objetivo promover o itinerário cristão dentro do projeto pedagógico,
garantindo a coerência entre a ação educativa e a razão de ser de um colégio católico, ou seja, a
especificidade de seu carisma, identidade, espiritualidade e confessionalidade.
§ 3º As atividades da Pastoral Escolar são norteadas por 4 pilares: Espiritualidade, Formação e
Convivência, Ações Solidárias e Administrativo-Pastoral.
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Seção III - Da Biblioteca
Art. 27 – A Orientação Educacional será exercida por profissional qualificado, registrado nos órgãos
competentes, com formação específica em orientação educacional ou áreas correlatas.
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Seção I - Dos Recepcionistas / Porteiros
Art. 29 – Os Recepcionistas e Porteiros têm a função de garantir pronto atendimento aos alunos e
ao público em geral, bem como o controle de acesso.
Art. 35 – O Gestor Financeiro é o profissional com habilidades e preparo específico para a função
que exerce e tem a responsabilidade primeira pelas tarefas relativas ao serviço contábil, financeiro e do
contas a receber e a pagar da Escola, bem como da gestão da inadimplência.
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Seção II - Do Assistente de Recursos Humanos
Seção I - Do Diretor-geral
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XVII – Propor à Mantenedora, através de projetos, os investimentos destinados à atualização e
qualidade de ensino;
XVIII – Apurar ou fazer apurar irregularidades que venham a tomar conhecimento no âmbito do
Colégio, tomando as providências cabíveis;
XIX – Representar o estabelecimento em caráter oficial perante as autoridades do poder público e
junto às instituições culturais, profissionais, associativas e sindicais;
XX – Assinar, juntamente com o Secretário Escolar, e responsabilizar-se pelos certificados,
diplomas e por todos os documentos Escolares e institucionais expedidos;
XXI – Organizar e supervisionar todo o sistema de matrículas, deferir e/ou indeferir seus
requerimentos;
XXII – Elaborar e fazer cumprir o calendário Escolar, matriz curricular, horário das aulas, início e
término de cada período letivo;
XXIII – Atribuir as aulas aos professores dos diferentes segmentos de ensino, de acordo com o perfil
de cada profissional, a fim de estabelecer e fazer cumprir a filosofia de educação da Congregação das
Irmãs Escolares de Nossa Senhora, baseada nos princípios de Madre Teresa;
XXIV – Exercer as demais funções decorrentes de seu contrato de trabalho, de disposições legais e
de normas de ensino;
XXV – Encaminhar ao Conselho Tutelar;
XXVI – Zelar pela aprendizagem dos alunos.
Seção II - Do Vice-Diretor
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Seção III - Do Secretário Escolar
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XV – Planejar as atividades para o ano letivo (elaboração de calendário Escolar, de atividades
pedagógicas, revisão do Plano Escolar e Regimento Escolar);
XVI – Acompanhar os procedimentos de comunicação;
XVII – Prestar serviço de atendimento aos pais, advindas das solicitações da Direção, da Secretaria
Escolar e dos próprios;
XVIII – Manter o diretor constantemente informado sobre os assuntos relativos a sua área de
atuação, responsabilizando-se pela qualidade e confiabilidade das informações, além de subsidiá-lo na
tomada de decisões;
XIX – Coordenar Grupo de Pesquisa realizado com os professores e coordenadores, visando a
Formação Continuada dos profissionais e o aperfeiçoamento da prática pedagógica e educacional;
XX – Assistir às aulas, em processo previamente combinado com os professores e dar feedback;
XXI – Aplicar avaliação de desempenho junto aos professores e Direção, dando feedback;
XXII – Cumprir e assegurar o cumprimento de regulamentações, normas e procedimentos
estabelecidos na Unidade Escolar;
XXIII – Realizar contatos externos de interesse da área pedagógico-educacional;
XXIV – Responder pela qualidade dos serviços desenvolvidos em seu segmento de atuação.
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Seção VI - Do Serviço de Pastoral Escolar
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VIII – Supervisionar os alunos em todos os ambientes da Escola.
Parágrafo Único – À direção, docentes e funcionários em geral caberá, além do previsto em
legislação, assumir integralmente as responsabilidades e deveres decorrentes de seus direitos e funções.
Art. 46 – O Corpo Docente do Colégio Nossa Senhora das Dores é constituído por professores
habilitados ou com a autorização legal para lecionar, e devidamente contratados para o exercício do
magistério no Estabelecimento, os quais terão, no mínimo, a seguinte qualificação:
I – Para a Educação Infantil – formação docente específica em curso de Ensino Superior em
Pedagogia e ter cursado pelo menos uma especialização;
II – Para os cinco anos iniciais do Ensino Fundamental – formação docente em curso de Ensino
Superior em Pedagogia e ter cursado no mínimo uma especialização;
III – Para os quatro últimos anos do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio – formação
específica em curso de Ensino Superior, pós-graduação e/ou mestrado.
Art. 47 – Integram o Corpo Docente todos os professores da Escola, que exercerão suas funções,
incumbindo-se de:
I – Participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Escola;
II – Zelar pela qualidade da aprendizagem dos alunos;
III – Elaborar e cumprir plano de trabalho;
IV – Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de baixo rendimento;
V – Colaborar e participar das atividades de articulação da Escola, com as famílias e a comunidade;
VI – Estabelecer e cumprir meta de aprendizagem dos alunos;
VII – Comprometer-se com a fidelização dos alunos e crescimento da Escola;
VIII – Trabalhar de acordo com a Filosofia, o Carisma das Irmãs Escolares de Nossa Senhora e a
Proposta Pedagógica do C.N.S.D.
Art. 49 – O Conselho de Classe é formado pelo conjunto de professores de cada série, ano e turma,
com o Coordenador Pedagógico Geral, Coordenador Pedagógico de Segmento, o Diretor e/ou o Vice-
Diretor.
Art. 50 – O Conselho de Classe se reúne após as avaliações trimestrais, no final do ano letivo, ou
extraordinariamente, sempre que necessário, mediante convocação da Direção.
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I – Atuar como órgão consultivo da Direção, em assuntos de natureza pedagógica, didática e
disciplinar;
II – Propiciar o debate permanente sobre o processo de ensino e de aprendizagem;
III – Decidir sobre promoção, retenção e encaminhamento de aluno para estudos de recuperação;
IV – Homologar os resultados alcançados, considerando a legislação vigente.
Art. 53 – O Diretor será designado ou admitido pela Mantenedora e, em seu nome, exercerá sua
função, nos termos deste Regimento Escolar e demais determinações legais.
Parágrafo Único – A admissão de titulares de que trata este artigo, far-se-á mediante contrato de
trabalho específico para vigorar individualmente nos termos da legislação trabalhista.
Art. 54 – O Pessoal Administrativo será admitido nos termos da legislação trabalhista, sob contratos
individuais de trabalho e normas de convenções coletivas de trabalho.
Art. 55 – O pessoal docente é admitido individualmente, nos termos da legislação trabalhista e sob
contratos individuais de trabalho e normas de convenções coletivas de trabalho.
Parágrafo Único – A Escola garantirá ao pessoal docente e administrativo remuneração condigna,
nunca inferior à média salarial das categorias, no Estado de São Paulo, o pagamento pontual, inclusive o de
férias pessoais, e o cumprimento das obrigações previdenciárias.
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Art. 58 – O ano Escolar terá, no mínimo, duzentos dias letivos.
§ 1º As horas de efetivo trabalho Escolar serão desenvolvidas em aulas regulares, bem como em
outras programações incluídas na proposta pedagógica da Escola, com controle de frequência e realizadas
por professor devidamente habilitado, cujas atividades constarão do Plano Escolar.
§ 2º O controle da frequência dos alunos será realizado pela Escola, sendo exigido do aluno
frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas de trabalho Escolar para
promoção.
Art. 59 – O currículo dos cursos Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio terão uma
Base Nacional Comum e uma parte diversificada; e no Novo Ensino Médio, terão a Formação Geral Básica
e os Itinerários Formativos, de acordo com a legislação vigente.
§ 1º A organização curricular de cada curso será submetida à homologação da autoridade de
ensino e integrará a Proposta Pedagógica e o Plano Escolar de Ensino.
§ 2º As modificações da organização curricular entrarão em vigor no ano letivo, desde que
devidamente homologadas pela autoridade do ensino.
§ 3º Os segmentos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio considerarão o
Currículo Paulista no planejamento e efetivação de suas propostas, conforme legislações vigentes.
§ 4º As mudanças no Novo Ensino Médio em 2024, estabelecidas pela Lei nº 14.945/2024, incidirão
no currículo dos estudantes matriculados na 1ª série do Ensino Médio em 2025, seguindo-se
gradativamente nos anos seguintes, permitindo fechar uma primeira turma formada no segmento ao final
do ano letivo de 2027.
Art. 60 – Os alunos de ambos os sexos serão agrupados em séries e turmas, observando a idade, e
relacionados em ordem alfabética.
Art. 61 – As classes, resguardado o limite de área por aluno estabelecida na Legislação vigente,
conterão os totais de matrículas conforme indicação a seguir:
a) Educação Infantil – máximo de 20 alunos por turma;
b) Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º ano) – máximo de 24 alunos por turma;
c) Ensino Fundamental (4º, 5º e 6º ano) – máximo de 30 alunos por turma;
d) Ensino Fundamental (7º, 8º e 9º ano) – máximo de 32 alunos por turma;
e) Ensino Médio – máximo de 36 alunos por turma.
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Parágrafo Único – O processo de avaliação leva em consideração as orientações presentes na
Deliberação 155/2017, a qual trata da avaliação de alunos, os pedidos de reconsideração contra avaliação
durante o período letivo e reconsideração e recursos contra o resultado da avaliação.
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Art. 67 – Na avaliação do desempenho Escolar trimestral, bem como na avaliação global, os
aspectos qualitativos da aprendizagem prevalecerão sobre os quantitativos.
Art. 68 – O resultado da média do aluno será registrado em notas graduadas de zero a dez, com
variação de um décimo.
§ 1º Além das notas, o professor poderá emitir pareceres em complementação ao processo
avaliativo.
§ 2º Ao final de cada trimestre o professor encaminhará, para a Secretaria Escolar, uma síntese dos
resultados alcançados, por cada aluno, permitindo identificar os alunos com rendimento superior ou inferior
à referência 7,0 (sete).
§ 3º A síntese dos resultados alcançados pelo aluno englobará conhecimentos socioculturais e
atitudes de cidadania, adequadas à convivência democrática e cristã, sendo vetada a atribuição de nota
como medida punitiva disciplinar.
§ 4º O Conselho de Classe analisará os resultados para subsidiar ações docentes voltadas para o
replanejamento, a melhoria da qualidade do ensino e para maior aprendizagem, por meio de estudos de
recuperação.
§ 5º A nota dos alunos obedece aos critérios de três momentos avaliativos, conforme datas
indicadas no Calendário Escolar: Avaliação Escrita Parcial (10 pontos x 1), Avaliação Escrita Trimestral (10
pontos x 1), Trabalho (10 pontos x 1), sendo a soma das médias obtidas nos componentes dividida por 3.
§ 6º Ao final de cada trimestre, somente nas datas estipuladas pelo Calendário Escolar, será
oferecida uma oportunidade de novo diagnóstico de aprendizagem em todos os componentes curriculares,
por meio de Avaliação Escrita – denominada Reavaliação Trimestral – que incidirá, como média ponderada,
em até 70% da média trimestral obtida pelo aluno, após a realização dos três momentos avaliativos
indicados no § 5º.
§ 7º Nos casos de não realização da Avaliação Escrita Parcial ou da Avaliação Escrita Trimestral, o
aluno que estiver impossibilitado de realizar até 4 (quatro) dessas avaliações no trimestre, considerando-se
o total das avaliações agendadas no período, poderá realizá-las em “Segunda Chamada”, ao final de cada
trimestre, nas datas estabelecidas no Calendário Escolar. A solicitação deverá ser formalmente
encaminhada à Coordenação Pedagógica, juntamente com o respectivo atestado médico que justifique a
ausência no dia da aplicação da Avaliação. Na ausência de atestado médico, os responsáveis deverão
recolher a taxa administrativa específica por avaliação, com valores definidos no início do ano letivo e
constantes no documento "Normas de Convivência" do ano letivo vigente. Não haverá aplicação de
“Segunda Chamada” para Reavaliações.
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Art. 70 – O aproveitamento do aluno em cada componente curricular, durante todo o ano letivo,
será definido pela média aritmética das médias trimestrais obtidas pelo aluno.
Art. 71 – A Escola oferecerá recuperação da aprendizagem, ao longo do ano letivo, para os alunos
que não alcançaram os mínimos de aproveitamento Escolar ou nota inferior a 7,0 (sete).
§ 1º O sistema de recuperação será contínuo, em sala de aula e paralelo ao longo do ano, em
momentos determinados pela Escola, e desenvolvido em horário inverso ao das aulas do aluno.
§ 2º O aluno deverá cumprir, obrigatoriamente, quando não obtiver rendimento satisfatório, os
estudos de recuperação paralela, oferecidos em momentos determinados pela Escola, ao longo do ano
letivo; os resultados obtidos serão incorporados à avaliação contínua do processo de aprendizagem.
§ 3º A programação da recuperação paralela deverá incidir sobre as dificuldades pontuais dos
conteúdos ainda não dominados pelo aluno.
§ 4º A Escola fará os registros do aproveitamento e da frequência do aluno, durante o período de
recuperação paralela.
§ 5º Após a conclusão do ano letivo, a Escola promoverá a Recuperação Final para o aluno que não
tenha alcançado os mínimos necessários para aprovação, podendo ele realizá-la no Ensino Fundamental
(1º ao 5º ano) no máximo em 03 (três) disciplinas.
§ 6º O aluno do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e Ensino Médio (1ª a 3ª série), realizará a
Recuperação Final no máximo em 04 (quatro) disciplinas.
§ 7º A Escola poderá, se julgar necessário, convocar para a Recuperação Final o aluno que
apresentar média inferior a 7,0 (sete) no 3º trimestre, embora alcance 21 pontos na soma das médias dos
três trimestres.
§ 8º O período de Recuperação Final não será computado para integralizar o mínimo de 200 dias
letivos.
§ 9º Concluídas as atividades de Recuperação Final e suas respectivas avaliações, o professor
atribuirá nota conclusiva que definirá a promoção ou retenção do aluno, relativa ao componente curricular
em questão.
Capítulo V - Da Promoção e da Retenção
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Art. 73 – Serão considerados retidos os alunos que, ao final do período letivo, incluindo a realização
de Avaliação Final, apresentarem um dos seguintes resultados ou ambos:
I – Aproveitamento inferior a 7,0 (sete) na média geral de cada disciplina, ao final do ano letivo,
observando-se os parágrafos 5º e 6º do Art. 69;
II – Frequência inferior a 75%;
III – Aproveitamento inferior à nota 7,0 (sete) após a Avaliação Final.
Capítulo VI - Da Matrícula
Art. 74 – A matrícula do aluno será efetuada por seu responsável legal, respeitando a idade, na
seguinte conformidade:
I – Por ingresso, na Creche (Maternal), para alunos com 2 anos completos ou a completar 2 anos
até 31 de março do ano em curso.
II – Por ingresso, na Pré-Escola (Pré I), para alunos com 4 anos completos ou a completar 4 anos
até 31 de março do ano em curso.
III – Por ingresso, no 1º ano do Ensino Fundamental, para alunos a partir de 6 anos completos ou a
completar 6 anos até 31 de março do ano em curso;
IV – Por classificação, a partir do 2º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio;
V – Por reclassificação, a partir da matrícula inicial prevista no inciso III.
Art. 75 – Será processada a matrícula nos diversos cursos, no período que anteceder ao início do
ano letivo definido no Calendário Escolar e Plano Escolar, podendo os responsáveis realizá-la ou renová-la
logo após a publicação dos resultados do rendimento Escolar.
Art. 76 – Ao assinar o requerimento da matrícula, o aluno por si, se for maior de idade, ou por seu
pai ou responsável, no caso se for menor, aceitará as disposições deste Regimento, de que tomará
conhecimento e a elas se ajustará.
Art. 78 – Somente aos alunos devidamente matriculados será permitido a permanência à Escola,
bem como a frequência e a participação às aulas e às atividades pedagógicas da Escola.
Art. 79 – A matrícula efetuar-se-á conforme edital ou comunicado oficial expedido pela Direção.
Art. 80 – A classificação será efetuada para alunos do Ensino Fundamental, a partir 2º ano, e do
Ensino Médio, e ocorrerá:
I - Por promoção ao final de cada ano/série para alunos com rendimento satisfatório;
II - Por transferência para alunos procedentes de outras Escolas do país ou do exterior;
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III - Por avaliação de competência, observando o critério de idade, para alunos sem comprovação
de Escolaridade anterior;
IV - No mesmo ano/série para alunos com aproveitamento e/ou frequência insatisfatórios.
Art. 81 – O aluno matriculado, observada a relação idade/série, poderá ser reclassificado para
ano/série mais avançada por avaliação de competências nos componentes curriculares que integram a
base nacional comum curricular, mediante validação realizada pela Direção da Escola.
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Capítulo X - Da Proposta Pedagógica e Plano Escolar
Art. 85 – A Proposta Pedagógica será plurianual, não excedendo a cinco anos consecutivos,
podendo ser revista anualmente e seus ajustes registrados no Plano Escolar de Ensino.
§ 1º A Proposta Pedagógica será apreciada pela autoridade de ensino competente que orientará
sobre necessidade de ajustes à legislação e fins da educação nacional.
§ 2º O Plano Escolar de Ensino será submetido à homologação da autoridade de ensino e deverá
estar adequado à legislação vigente do ensino.
Art. 86 - A Escola atende à Educação Especial e Inclusiva de acordo com a Constituição Federal de
1988, a LDB (Lei Federal n.º 9.394/1996), o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei Federal nº
8.069/1990), leis e decretos vigentes e demais normativas relacionadas ao tema, acolhendo e respeitando
as diversas capacidades e formas de ser, por meio da adequação das práticas pedagógicas e do processo
avaliativo para os casos de educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas
habilidades ou superdotação.
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Art. 87 - O atendimento educacional especializado (AEE), o acompanhamento e registro do
desenvolvimento da aprendizagem do educando com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento,
altas habilidades ou superdotação serão realizados pela equipe técnico-pedagógica da Escola.
I - Quando julgar necessário, a Escola poderá solicitar, como documento complementar, a
apresentação de laudo médico (diagnóstico clínico) por parte do educando com deficiência, transtornos
globais do desenvolvimento ou altas habilidades e superdotação, não podendo cercear o direito à
educação, especificamente a efetivação da matrícula, na ausência de laudo médico.
II - As observações e recomendações presentes nos laudos emitidos pelos profissionais da área da
saúde, com relação ao aspecto educacional, serão analisadas pela equipe técnico-pedagógica da Escola e
acolhidas quando pertinentes ao atendimento educacional e Escolar do aluno.
III - No que compete ao atendimento de educandos público-alvo da educação especial e inclusiva, a
Escola entende que o acompanhamento profissional especializado fora da Escola, complementar à
aprendizagem, é da corresponsabilidade da família, dos responsáveis e do Estado.
IV - A família e responsáveis pelo aluno elegível da educação especial e inclusiva, os coordenadores
pedagógicos da Escola, os profissionais da saúde que atendem o discente e os órgãos públicos
responsáveis pela supervisão da unidade Escolar atuarão de forma articulada e corresponsável com vistas
a garantir o pleno atendimento Escolar e educacional do educando.
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educando com deficiência e/ou necessidades educacionais especiais deve ser realizada pela equipe
técnico-pedagógica da Escola.
§2º Para as devidas adequações, a equipe pedagógica analisará, caso a caso, a necessidade de
práticas diversificadas para melhor desenvolvimento e aprendizagem do educando.
§3º As adequações curriculares de grande porte, previstas no inciso IV, serão sistematizadas no
Plano Educacional Individualizado (PEI).
Capítulo I - Da Adaptação
Art. 91 – Nos casos de matrícula por transferência, havendo lacuna de componente curricular da
base nacional comum ou acentuada discrepância com a programação adotada por esta Escola, o aluno
será submetido a processo de adaptação.
§ 1º O plano de adaptação, organizado e executado por professor do componente curricular, será
adequado à situação específica do aluno, conduzido sob a forma de processo especial de estudos, com
avaliação da aprendizagem obtida.
§ 2º Os resultados da adaptação serão registrados nos documentos Escolares do aluno.
§ 3º Havendo casos de adaptação, eles serão relacionados no Plano Escolar de Ensino,
identificando os alunos, os componentes curriculares e os professores responsáveis pelo plano de
adaptação.
§ 4º O aluno é obrigado a cumprir o plano de adaptação a ele destinado.
Art. 92 – Quando a matrícula por transferência for efetuada no decorrer do ano letivo, o plano de
adaptação, caso seja necessário, deverá adequar-se ao período que o aluno cursar na Escola.
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Art. 93 – A Escola poderá dispensar o processo de adaptação, nos casos de presença de:
I – Componentes Curriculares de idêntico ou equivalente valor formativo;
II – Componentes Curriculares similares ou semelhantes, mas com nomenclatura ou tratamento
metodológico diferentes.
Capítulo II - Da Frequência
Art. 95 – Quanto à assiduidade, será considerado aprovado o aluno com frequência igual ou
superior a 75% do total de horas letivas.
Art. 96 – A frequência será apurada em cada disciplina e no total de horas letivas do ano ou série
em curso.
Parágrafo Único – Quando for ultrapassado o limite de 20% de faltas no trimestre, os pais ou
responsáveis receberão comunicação da Escola e, uma vez não solucionado o problema, será
encaminhado ao Conselho Tutelar um relatório circunstanciado.
Art. 97 – Não haverá abono de faltas e o aluno deverá se submeter a processo de compensação de
ausência sempre que não atingir o mínimo de frequência obrigatório, se possível e autorizado pelo
Conselho de Professores.
Art. 98 – A compensação de ausência deverá ser cumprida pelo aluno, na Escola, por meio de
atividades acadêmicas, perfazendo o percentual que lhe falta para completar os 75% de presença.
Art. 99 – O aluno poderá ser dispensado de Educação Física nos termos da lei.
Art. 100 – Ao expedir transferências, o Colégio Nossa Senhora das Dores seguirá as exigências das
normas legais vigentes.
§ 1º A Escola expedirá transferência durante e ao final do ano quando solicitada mediante
requerimento formalizado pelo responsável.
§ 2º O aluno que requerer transferência receberá o resultado das avaliações realizadas durante o
período trimestral anterior à data de formalização do requerimento de transferência.
Art. 101 – Ao receber transferências, o Colégio Nossa Senhora das Dores seguirá as exigências das
normas legais vigentes.
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TÍTULO V - DOS DIREITOS E DEVERES DOS PARTICIPANTES DO PROCESSO EDUCATIVO
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Art. 107 – São deveres do Coordenador Pedagógico:
I – Orientar o trabalho docente, não somente disponibilizando aos professores materiais
pedagógicos como também oportunizando–lhes discutir e estudar tudo aquilo que se relaciona com as
práticas pedagógicas adequadas à filosofia da Escola;
II – Orientar os professores na elaboração de seus planos de ensino, prezando sempre pela
articulação entre os conteúdos propostos para cada turma;
III – Diagnosticar situações–problema de ensino–aprendizagem vivenciadas por professores em
situações de ensino e elaborar propostas de ação para serem colocadas em prática a partir de estudos
sistemáticos em reuniões pedagógicas;
IV – Promover reuniões de estudo com os professores das diferentes áreas do conhecimento,
visando ao aprimoramento das práticas educativas em sala de aula;
V – Promover, de comum acordo com os professores, atividades que concorram para completar a
educação dos alunos;
VI – Auxiliar os alunos a conhecerem as oportunidades educacionais da cidade, do estado, do país;
VII – Levar os alunos a conhecerem as profissões e a compreenderem os problemas de trabalho, de
forma a preparar-se adequadamente para a vida na comunidade;
VIII – Zelar para que o estudo e a recreação dos alunos decorram em condições de maior
conveniência pedagógica;
IX – Pesquisar as causas de baixo rendimento dos alunos nos estudos, juntamente com os
professores, anotando os dados que puder recolher em entrevista com a família, no contato com os
professores e através de sua própria observação;
X – Realizar palestras e promover reuniões de estudo com os alunos;
XI – Sugerir à direção da Escola medidas adequadas ao bom aproveitamento dos alunos e ao
melhor rendimento do ensino;
XII– Observar os alunos e providenciar a aplicação de testes para levantamento de aptidões,
quando necessário ou solicitado;
XIII – Organizar o fichário dos alunos;
XIV – Prestar assistência aos educandos em problemas de conduta, ainda que não relacionados
com a vida Escolar;
XV – Indicar encaminhamentos a outros profissionais clínicos, sempre ouvindo a família, quando
necessário;
XVI – Participar das reuniões do Conselho de Classe;
XVII – Entregar anualmente ao diretor, relatório das atividades;
XVIII – Programar palestras para pais e professores;
XIX – Cooperar com o bibliotecário na orientação da leitura;
XX – Cooperar com a direção e os professores no sentido da boa execução dos trabalhos
Escolares;
XXI – Auxiliar a Direção no diagnóstico, análise e resolução de problemas relacionados à vida
Escolar de professores e alunos;
XXII – Entrevistar novos profissionais em momentos de contratação, oferecendo à Direção um perfil
desses profissionais, obtido a partir da utilização de instrumentos criteriosos em relação à formação
acadêmica desse profissional e de sua formação como ser humano.
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Seção IV - Do Auxiliar Educacional
Art. 109 – É dever do Auxiliar Educacional cumprir, dentro de suas atribuições, as determinações
da Direção.
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II – Atender com cortesia e respeito a todos os que procuram seus serviços;
III – Manter sigilo das informações recebidas;
IV – Estar continuamente vigilantes
V – Fazer rondas periódicas;
VI – Contatar órgãos de segurança de acordo com a emergência.
Art. 117 – É dever do professor considerar o aluno como sujeito da aprendizagem, respeitando
suas etapas de desenvolvimento: físico-motor, social, afetivo, religioso e intelectual.
Deve, por conseguinte:
I – Aceitar a diretriz educacional, o carisma e missão educacional das Irmãs Escolares de Nossa
Senhora, assumidos pela Escola, comprometendo-se não apenas a respeitá-los, mas a integrá-los em sua
ação pedagógica e a buscar a consecução dos objetivos, finalidades e princípios educacionais e filosóficos
da Escola;
II – Participar plena e ativamente no amplo processo pedagógico que a Escola mantém através de
sua função e tarefas específicas;
III – Usar de todos os meios ao seu alcance para ampliar a aprendizagem de seus educandos e ter
em vista que a preparação intelectual deles deverá visar a formação da personalidade;
IV – Adotar processo de ensino atualizado à situação de sua classe e às necessidades dos alunos;
V – Manter-se sempre atualizado em relação às discussões educacionais, participando não somente
das reuniões e sessões de estudo, promovidas pela Escola como de cursos de capacitação, seminários e
encontros de professores promovidos para este fim;
VI – Promover, incentivar e desenvolver a colaboração das famílias no trabalho educativo de seus
alunos;
VII – Cooperar com a coordenação pedagógica, com a secretaria e outros serviços, fornecendo o
que for solicitado, em tempo hábil;
VIII – Registrar no diário de classe o que for ministrado diariamente, as faltas dos alunos, a
recuperação contínua e paralela e a avaliação da aprendizagem de cada um;
IX – Enviar as notas para a secretaria dentro do prazo estipulado;
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X – Procurar perfeito entrosamento com a direção da Escola, quanto à metodologia e à formação
acadêmico–científica e integral do educando;
XI – Colaborar na formação em valores dos alunos, quer pelo exemplo, quer pelos ensinamentos;
XII – Preparar diariamente seu plano de aula e conservar seu registro em dia;
XIII – Procurar garantir a meta de aprendizagem dos alunos;
XIV – Comunicar com antecedência quando não puder comparecer às aulas;
XV – Manter sigilo e confidencialidade de assuntos administrativos e pedagógicos perante os
alunos;
XVI – Realizar a gestão e liderança da sala de aula;
XVII – Zelar pela imagem da Escola;
XVIII – Cumprir e fazer cumprir o Regimento Escolar,
Art. 119 – Pela falta de cumprimento de seus deveres legais e do disposto neste Regimento, os
funcionários estarão sujeitos às penalidades a serem aplicadas pela diretoria da Escola, a saber:
I – Admoestação verbal pelo superior hierárquico imediato;
II – Advertência por escrito, em instrumento próprio de admoestação, com registro em prontuário
individual;
III – Suspensão das atividades de 3 a 30 dias dependendo a gravidade;
IV – Durante o processo o funcionário terá a mais ampla liberdade de defesa;
IV – Rescisão do contrato de trabalho com justa causa.
Art. 120 – O Corpo Discente do Colégio Nossa Senhora das Dores é constituído por alunos
regularmente matriculados.
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V – Permanecer nas dependências do CNSD em seu período de aula, em aulas extras, nas
recuperações ou na realização de qualquer prova, se devidamente uniformizado e com autorização da
coordenação;
VI – Ter acesso aos recursos físicos, didáticos e tecnológicos de que a Escola dispõe, sob a
supervisão dos responsáveis pelos setores;
VII – Receber um ambiente limpo e em condições que favoreçam o desenvolvimento das aulas.
VIII – Ser respeitado como pessoa.
IX – Receber orientações que o ajudem a superar as dificuldades intelectuais, emocionais e sociais.
X – Ser informado sobre os instrumentos de avaliação aos quais será submetido, bem como o
resultado do seu desempenho, por meio do boletim.
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VI – Trazer qualquer material ou objeto estranho, perigoso ou de valor que não seja para uso nas
aulas do dia.
VII – Fumar, beber ou fazer uso de qualquer substância ilícita no recinto da Escola.
VIII – Usar celular ou qualquer aparelho eletrônico durante as aulas.
IX – Utilizar em seu corpo, como brincos, piercings, anéis, correntes ou outros que possam causar
danos ao seu corpo ou a outros alunos, especialmente durantes as aulas de educação física.
X – Promover, por iniciativa própria ou dos responsáveis, festas ou comemorações de aniversário
no ambiente Escolar.
Parágrafo Único – A Escola não se responsabiliza financeiramente por qualquer objeto de valor,
uniformes e outros materiais perdidos, desaparecidos ou roubados nas dependências da Escola ou durante
atividades extracurriculares, isto é, não se responsabiliza pela guarda e consequente indenização,
decorrente do extravio ou dos danos causados a quaisquer objetos, não empregados no processo de
aprendizado, levados ao estabelecimento de ensino, inclusive celulares, aparelhos eletroeletrônicos, papel
moeda ou documentos, pertencentes ou sob a posse do aluno ou de seus prepostos ou acompanhantes,
exceto se decorrentes de atos dos seus subordinados.
Art. 124 – Pela transgressão dos termos do Regimento Escolar e à Lei Comum, no que couber,
estarão os alunos sujeitos às seguintes penalidades da Direção, considerando que o aluno terá sempre
direito a defesa.
§ 1º Aos alunos que cometerem atitudes contrárias às regras do Regimento Escolar e outras regras
de respeito e disciplina sofrerão as seguintes sanções:
I – No 1º ato de transgressão receberá advertência verbal, registrada em instrumento próprio;
II – No 2º ato de transgressão receberá advertência por escrito, sendo os pais ou responsáveis
comunicados a respeito do ocorrido;
III – No 3º ato de transgressão receberá suspensão de 01 dia;
IV – No 4º ato de transgressão receberá suspensão de 02 dias;
V – No 5º ato de transgressão receberá suspensão de 03 dias;
VI – No 6º ato de transgressão receberá transferência por questões disciplinares.
§ 2º Quando for grave, a falta praticada, poderá ser aplicada, desde logo, quaisquer das sanções,
independentemente da ordem em que foram enumeradas.
I – Os pais do aluno que recebe advertência ou suspensão serão comunicados por um membro da
direção e/ou coordenação pedagógica da Escola.
II – O aluno que estiver suspenso no dia da prova poderá realizá-la nos dias de provas substitutivas,
mediante requerimento junto da Coordenação Pedagógica Educacional.
III – Caso em algumas classes houver problemas de indisciplina, será realizado um trabalho de
conscientização e, se necessário, reunião com os pais.
IV – Caso o problema não se resolva, a classe poderá receber suspensão coletiva, em dias
alternados.
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§ 3º A penalidade de transferência por questões disciplinares só será aplicada depois de
sindicância regular, por dois educadores designados pela diretoria de cujas conclusões se valer para
decidir.
I – A transferência por questões disciplinares considerará os termos presentes na Indicação CEE
175/2019;
II - Poderá ser aplicada quando atos de indisciplina implicarem riscos à integridade (física, ou
psíquica e/ou moral) de um aluno, ou de outrem, ou do coletivo;
III – A sanção deverá ser aplicada apenas em casos excepcionais, esgotadas todas as outras
possibilidades previstas no Regimento;
IV – Para a aplicação da sanção, todos os procedimentos deverão ser observados: intimações,
direito de defesa, contraditório, entre outros.
§ 4º No processo de sindicância, o aluno terá a mais ampla liberdade de defesa.
§ 5º Das penalidades impostas pelo diretor, nenhum recurso caberá no âmbito Escolar.
Art. 125 – Serão vedadas as penalidades e sanções que atentarem contra a dignidade pessoal,
contra a saúde física e mental, ou que prejudicarem o processo formativo.
Art. 127 – Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Diretoria da Escola e, conforme
o caso, submetidos à consideração da autoridade de ensino a qual estiver jurisdicionada à Escola.
Art. 128 – O presente Regimento entrará em vigor no ano subsequente à sua aprovação.
É EXPRESSAMENTE PROIBIDA A REPRODUÇÃO DESTE MATERIAL POR QUALQUER MEIO ELETRÔNICO, MECÂNICO E DE
INFORMÁTICA, INCORRENDO O TRANSGRESSOR NAS PENAS DA LEI Nº 9.610/1998.
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Schools ensure equitable access to educational resources by providing scholarships based on predefined criteria and collaborating with maintaining authorities for necessary resources . They also facilitate technology assistance by guiding teachers on using computational tools, ensuring all students benefit from digital learning opportunities . This is complemented by structured academic recovery programs to aid students lagging in specific areas of knowledge .
Schools engage parents to enhance academic experiences by organizing meetings to discuss student performance and behavioral improvements, and schools seek parental insights that contribute to a supportive educational environment . Additionally, efforts include parent participation in school activities and community-enhancing events that foster stronger school-family bonds, crucial for addressing students' academic and developmental needs more holistically .
The management team, including the director, vice-director, and pedagogical coordinator, collaborates closely to implement the school's educational philosophy. They coordinate proposal implementation, support teaching quality, and synergize efforts to align with the institutional mission . The vice-director aids the director by overseeing pedagogical execution and enhancing community relationships, while the director spearheads administrative cohesion . This effort is complemented by regular meetings to evaluate educational outcomes and propose developmental strategies .
For students needing additional academic support, the school implements a parallel recovery system throughout the year, which is mandatory for students not meeting performance thresholds . This system is continuous and focuses on addressing specific content difficulties . Additionally, schools document students' recovery efforts and achievements, which are incorporated into their overall performance evaluations . Recovery finalizations are conducted post-school year to ensure students achieve requisite skill proficiencies .
The evaluation process measures student performance through multiple assessments, including written evaluations and re-assessments . Students' progress is assessed in three distinct evaluations each trimester and further diagnosed through a Reavaliação Trimestral, which affects up to 70% of the final trimester grade . For absences due to valid reasons, students have Second Call opportunities; however, these are limited to four per trimester and not available for re-assessments . These criteria align with broader educational goals and ensure comprehensive evaluation per learning objectives .
Educational technology professionals play crucial roles by guiding teachers in developing curriculum-integrated digital activities and maintaining school computing infrastructure . They also introduce students to necessary technological tools within computer labs, fostering a modern learning environment . By updating educational staff on digital resources, they support innovative teaching approaches, thereby enriching the learning experience with technological advancements .
School policies respect students' religious beliefs by allowing them to miss exams or classes scheduled on their religious observances, with prior justified requests . This is aligned with broader legal frameworks ensuring freedom of religion in educational settings and requires schools to accommodate these needs to the extent permitted by law . Such policies ensure an inclusive environment that accommodates diverse religious practices .
A school director is responsible for various tasks that help manage the relationship between the school and the community, including organizing and supervising the school system to ensure alignment with the educational philosophy , fostering school-community interactions through meetings with parents, teachers, and students , and representing the school officially before public authorities and cultural institutions . They also work to integrate the educational approach within the community by conveying the school's philosophy and mission .
School management maintains financial stability by thoroughly overseeing the economic viability of school operations, involving regular financial reporting and approval of budgets for educational activities and resource acquisition . This financial oversight is critical for translating budget allocations into high-quality educational experiences, requiring a careful balance between financial prudence and educational investment . Transparency in fund management ensures accountability and aligns expenditures with strategic educational goals .
Student admission and classification follow structured criteria: age requirements for entry-level classes (e.g., 2 years for Maternal), and performance-based promotion or transfer for higher levels . Furthermore, there's room for reclassification through competency evaluations, ensuring alignment of grade placement with students' aptitude . These processes are designed to fit legal frameworks and institutional standards, ensuring transparent admissions .