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Português Cubatao

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SUBSTANTIVO

Substantivo é uma classe de palavras que designa seres, objetos, lugares, ações,
qualidades, estados, sentimentos, ideias etc. É uma das dez classes de palavras da
língua portuguesa.

Características

Nomeia seres, objetos, lugares, ações, qualidades, estados, sentimentos, ideias etc.
Pode ser classificado em concreto ou abstrato.
Pode ser classificado em simples ou composto.
Pode ser classificado em primitivo ou derivado.
Pode ser classificado em comum ou próprio.
Pode ser classificado em coletivo.
Pode ser classificado em animado ou inanimado.
Exemplos

Seres: homem, mulher, criança, animal, planta, objeto, lugar etc.


Ações: andar, correr, falar, comer, dormir, amar etc.
Qualidades: bom, bonito, feliz, triste, inteligente etc.
Estados: vivo, morto, sentado, deitado, alegre, triste etc.
Sentimentos: amor, ódio, alegria, tristeza, raiva etc.
Ideias: liberdade, igualdade, justiça, paz etc.
Classificação

Concreto ou abstrato

Concreto: designa seres, objetos, lugares, ações, qualidades, estados ou sentimentos


que podem ser percebidos pelos sentidos.

Exemplos: homem, mulher, pedra, casa, amor, alegria, tristeza etc.

Abstrato: designa seres, objetos, lugares, ações, qualidades, estados ou sentimentos


que não podem ser percebidos pelos sentidos.
Exemplos: bondade, beleza, justiça, paz, felicidade, tristeza etc.

Simples ou composto

Simples: é formado por uma só palavra.

Exemplos: homem, mulher, casa, amor, alegria, tristeza etc.

Composto: é formado por mais de uma palavra.

Exemplos: guarda-chuva, porta-retratos, guarda-roupa, amor-perfeito, água-viva etc.

Primitivo ou derivado

Primitivo: é a palavra que não deriva de outra.

Exemplos: homem, mulher, casa, amor, alegria, tristeza etc.

Derivado: é a palavra que deriva de outra.

Exemplos: homem = masculinização de mulher; casa = lugar onde se mora; amor =


sentimento de afeto; alegria = sentimento de felicidade; tristeza = sentimento de
melancolia etc.

Comum ou próprio

Comum: refere-se a seres, objetos, lugares, ações, qualidades, estados ou


sentimentos de uma mesma espécie.

Exemplos: homem, mulher, casa, amor, alegria, tristeza etc.

Próprio: refere-se a seres, objetos, lugares, ações, qualidades, estados ou


sentimentos específicos.
Exemplos: João, Maria, São Paulo, Rio de Janeiro, amor, alegria, tristeza etc.

Coletivo

Coletivo: é um substantivo que indica um conjunto de seres, objetos, lugares, ações,


qualidades, estados ou sentimentos.
Exemplos: manada (de bois), bando (de pássaros), floresta (de árvores), biblioteca (de
livros), alegria (de pessoas), tristeza (de pessoas) etc.
Animado ou inanimado

Animado: refere-se a seres vivos.

Exemplos: homem, mulher, criança, animal, planta etc.

Inanimado: refere-se a seres não vivos.

Exemplos: pedra, casa, amor, alegria, tristeza etc.

Observações

Alguns substantivos podem ser classificados em mais de uma classe. Por exemplo, o
substantivo amor pode ser classificado como substantivo abstrato, substantivo
simples, substantivo primitivo e substantivo comum.

Alguns substantivos podem ter mais de um significado. Por exemplo, o substantivo


casa pode significar "lugar onde se mora" ou "família".

Alguns substantivos podem ser usados com diferentes classificações, dependendo do


contexto. Por exemplo, o substantivo amor pode ser usado como substantivo abstrato
("o amor é um sentimento nobre") ou como substantivo próprio ("o Amor é um dos
sentimentos mais nobres").
TEMA! TEMA! Verbo é uma classe de palavras que expressa ação, estado, mudança
de estado, fenômeno da natureza, desejo, ocorrência. É uma das dez classes de
palavras da língua portuguesa.

Características
Expressa ação, estado, mudança de estado, fenômeno da natureza, desejo,
ocorrência.
Flexiona em pessoa, número, tempo, modo, aspecto e voz.
Exemplos

Ações: andar, correr, falar, comer, dormir, amar etc.


Estados: estar, ficar, parecer, parecer, sentir etc.
Mudanças de estado: nascer, morrer, crescer, diminuir, mudar etc.
Fenômenos da natureza: chover, nevar, ventar, trovejar, relampejar etc.
Desejos: querer, desejar, sonhar, esperar, pretender etc.
Ocorrências: acontecer, ocorrer, suceder, acontecer, ocorrer etc.
Classificação

Regulares ou irregulares

Regulares: apresentam o mesmo radical em todas as suas formas.

Exemplos: falar, comer, correr, dormir, amar etc.

Irregulares: apresentam alterações no radical em algumas de suas formas.

Exemplos: ser, ir, ter, fazer, poder etc.

Defectivos ou abundantes

Defectivos: apresentam uma forma reduzida ou inexistente em algumas pessoas ou


tempos.

Exemplos: querer (não existe a forma "quero" na 2ª pessoa do plural), poder (não
existe a forma "podes" na 3ª pessoa do singular), caber (não existe a forma "cabem"
na 1ª pessoa do plural) etc.

Abundantes: apresentam mais de uma forma para a mesma pessoa ou tempo.


Exemplos: andar (andares ou andaste), fazer (fazeres ou fizeste), dizer (dizeroes ou
dissestes) etc.

Transitivos ou intransitivos

Transitivos: exigem um complemento para completar seu sentido.

Exemplos: comer (comer o que?), falar (falar com quem?), escrever (escrever o quê?),
comprar (comprar o quê?), vender (vender o quê?) etc.

Intransitivos: não exigem um complemento para completar seu sentido.

Exemplos: nascer, morrer, crescer, diminuir, mudar etc.

Verbos de ligação

Verbos que ligam o sujeito ao seu predicativo.


Exemplos: ser, estar, ficar, parecer, parecer, sentir etc.
Observações

Alguns verbos podem ser classificados em mais de uma classe. Por exemplo, o verbo
amar pode ser classificado como verbo regular, verbo transitivo direto e verbo de
ligação.

Alguns verbos podem ter mais de um significado. Por exemplo, o verbo andar pode
significar "mover-se a pé" ou "continuar".

Alguns verbos podem ser usados com diferentes classes, dependendo do contexto.
Por exemplo, o verbo amar pode ser usado como verbo transitivo direto ("amar
alguém") ou como verbo de ligação ("ser amado").
TEMA! TEMA!
O que é um adjetivo?

O adjetivo é uma classe de palavras que serve para caracterizar seres e coisas,
atribuindo-lhes qualidades, propriedades, estados ou ações. Exemplos:

Qualidade: a casa bonita


Propriedade: a casa grande
Estado: a casa nova
Ação: a casa queimada
Tipos de adjetivos

Os adjetivos podem ser classificados de acordo com diferentes critérios.

Quanto à formação:

Simples: formados por uma só palavra. Exemplos: bonito, grande, novo, queimada.
Compostos: formados por duas ou mais palavras. Exemplos: cor-de-rosa, bem-
humorado, super-herói.
Quanto à flexão:

Uniformes: flexionam-se apenas em número. Exemplos: bonito, grande, novo,


queimada.
Biformes: flexionam-se em gênero e número. Exemplos: jovem, velho, caro, barata.
Quanto à significação:

Qualificativos: indicam uma qualidade do substantivo. Exemplos: bonito, grande, novo,


queimada.
Numerais: indicam a quantidade ou a ordem do substantivo. Exemplos: um, dois, três,
primeiro, segundo, terceiro.
Determinantes: indicam a posição ou a quantidade do substantivo. Exemplos: esse,
aquele, meu, teu, nosso, vosso, seu.
Possessivos: indicam a posse do substantivo. Exemplos: meu, teu, seu, nosso, vosso,
seu.
Explicativos: explicam o substantivo, mas não o qualificam. Exemplos: o livro este, a
casa acolá.
Flexão dos adjetivos

Os adjetivos se flexionam em gênero, número e grau.

Gênero

Os adjetivos uniformes concordam em gênero com o substantivo que qualificam.


Exemplos:
Singular: o livro bonito, a casa bonita
Plural: os livros bonitos, as casas bonitas
Os adjetivos biformes concordam em gênero com o substantivo que qualificam, no
singular e no plural. Exemplos:

Singular: o livro jovem, a casa jovem


Plural: os livros jovens, as casas jovens
Número

Os adjetivos concordam em número com o substantivo que qualificam. Exemplos:

Singular: o livro bonito, a casa bonita


Plural: os livros bonitos, as casas bonitas
Grau

Os adjetivos podem ser flexionados em três graus:

Grau normal: indica a qualidade do substantivo sem nenhum tipo de intensificação.


Exemplos: bonito, grande, novo, queimada.
Grau comparativo: indica que a qualidade do substantivo é maior ou menor do que a
de outro substantivo. Exemplos: mais bonito, menos bonito, mais novo, menos novo.
Grau superlativo: indica que a qualidade do substantivo é a mais alta ou a mais baixa
possível. Exemplos: o mais bonito, o menos bonito, o mais novo, o menos novo.
Exemplos

Grau normal:

O livro bonito está na mesa.


A casa grande é vermelha.
O carro novo está estacionado na rua.
A árvore queimada está no jardim.
Grau comparativo:
O livro mais bonito está na prateleira.
A casa menos grande é azul.
O carro mais novo é preto.
A árvore menos queimada está no fundo do jardim.
Grau superlativo:

O livro mais bonito do mundo está na biblioteca.


A casa menos grande da cidade é amarela.
O carro mais novo do bairro é branco.
A árvore menos queimada do jardim é a de cerejeira.
Conclusão

Os adjetivos são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa, pois
permitem que expressemos com mais precisão as características dos seres e coisas.

TEMA! TEMA! O que é um artigo?

O artigo é uma classe de palavras que antecede um substantivo, concordando com ele
em gênero e número. Serve para indicar se o substantivo é determinado ou
indeterminado.

Tipos de artigos

Os artigos podem ser classificados em dois tipos:

Artigos definidos: o, a, os, as


Artigos indefinidos: um, uma, uns, umas
Artigos definidos

Os artigos definidos indicam que o substantivo é determinado, ou seja, já conhecido


do interlocutor.

Singular: o, a
Plural: os, as
Exemplos:

O livro está na mesa.


A casa é grande.
Os carros estão estacionados na rua.
As árvores são verdes.
Artigos indefinidos

Os artigos indefinidos indicam que o substantivo é indeterminado, ou seja, não é


conhecido do interlocutor.

Singular: um, uma


Plural: uns, umas
Exemplos:

Um livro está na mesa.


Uma casa é grande.
Uns carros estão estacionados na rua.
Umas árvores são verdes.
Uso dos artigos

Os artigos são usados em diferentes situações, como:

Para indicar a referência a um substantivo já mencionado:


O livro que você me deu está na mesa.
Para indicar a posse:
O meu livro está na mesa.
Para indicar a quantidade:
Um livro está na mesa.
Para indicar a qualidade:
Uma casa grande é bonita.
Para indicar a espécie:
Os carros estão estacionados na rua.
Para indicar a localização:
As árvores são verdes.
Exemplos:

O livro está na mesa. (substantivo determinado)


O meu livro está na mesa. (substantivo determinado com posse)
Um livro está na mesa. (substantivo indeterminado)
Uma casa grande é bonita. (substantivo determinado com qualidade)
Os carros estão estacionados na rua. (substantivo determinado com quantidade)
As árvores são verdes. (substantivo determinado com localização)
Conclusão

Os artigos são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa, pois
permitem que expressemos com mais precisão as características dos substantivos.
TEMA! TEMA! O que é um pronome?

O pronome é uma classe de palavras que substitui ou acompanha um nome


(substantivo). Ele pode ter diferentes funções, como:

Substituir um substantivo:
Eu fui à escola. (Eu substituí o substantivo "pessoa")
Acompanhar um substantivo:
O meu livro está na mesa. (O meu substituí o substantivo "propriedade")
Repetir um substantivo:
O livro que eu comprei é bonito. (O livro repetiu o substantivo "objeto")
Tipos de pronomes

Os pronomes podem ser classificados de acordo com diferentes critérios.


Quanto à pessoa do discurso:
Pronomes pessoais: eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas
Quanto à posse:
Pronomes possessivos: meu, teu, seu, nosso, vosso, seu
Quanto à indicação de lugar:
Pronomes demonstrativos: este, esse, aquele, aquela, isto, isso, aquilo
Quanto à indicação de quantidade:
Pronomes indefinidos: algum, nenhum, tanto, quanto, etc.
Quanto à indicação de interrogação:
Pronomes interrogativos: quem, qual, quanto, como, etc.
Quanto à indicação de relatividade:
Pronomes relativos: que, quem, qual, quanto, etc.
Flexão dos pronomes

Os pronomes se flexionam em gênero, número e pessoa.

Gênero

Os pronomes pessoais e possessivos se flexionam em gênero.

Singular: eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas


Plural: nós, vós, eles/elas
Número

Os pronomes pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos e


relativos se flexionam em número.

Singular: eu, tu, ele/ela, isto, isso, aquilo, que, quem, qual, quanto
Plural: nós, vós, eles/elas, isto, isso, aquilo, que, quem, quais, quantos
Pessoa

Os pronomes pessoais se flexionam em pessoa.


1ª pessoa: eu, nós
2ª pessoa: tu, vós
3ª pessoa: ele/ela, eles/elas
Exemplos

Pronomes pessoais:
Substituindo um substantivo:
Eu fui à escola. (Eu substituí o substantivo "pessoa")
Acompanhando um substantivo:
O meu livro está na mesa. (O meu substituí o substantivo "propriedade")
Repetindo um substantivo:
O livro que eu comprei é bonito. (O livro repetiu o substantivo "objeto")
Pronomes possessivos:
Meu livro está na mesa. (Meu substituí o substantivo "propriedade")
Pronomes demonstrativos:
Este livro é bonito. (Este substituí o substantivo "objeto")
Pronomes indefinidos:
Algum dia eu vou viajar. (Algum substituí o substantivo "tempo")
Pronomes interrogativos:
Quem é você? (Quem substituí o substantivo "pessoa")
Pronomes relativos:
A criança que está brincando na rua é minha filha. (Que substituí o substantivo
"criança")
Conclusão

Os pronomes são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa, pois
permitem que expressemos com mais precisão as ideias que queremos transmitir.
TEMA! TEMA! O que é um numeral?

O numeral é uma classe de palavras que indica quantidade, ordem ou divisão.

Tipos de numerais

Os numerais podem ser classificados de acordo com diferentes critérios.

Quanto à função:
Numerais cardinais: indicam quantidade exata.
Numerais ordinais: indicam posição ou ordem.
Numerais fracionários: indicam quantidade dividida em partes iguais.
Numerais multiplicativos: indicam quantidade multiplicada por um número inteiro.
Numerais cardinais

Os numerais cardinais indicam quantidade exata. São flexionados em gênero e


número.

Singular: um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez
Plural: uns, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez
Exemplos:

Numerais cardinais simples:

Um livro
Dois livros
Três livros
Numerais cardinais compostos:

Vinte e cinco livros


Trinta e seis livros
Cem livros
Numerais ordinais

Os numerais ordinais indicam posição ou ordem. São flexionados em gênero, número


e grau.

Singular: primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto, sexto, sétimo, oitavo, nono,
décimo
Plural: primeiros, segundos, terceiros, quartos, quintos, sextos, sétimos, oitavos,
nonos, décimos
Exemplos:

Numerais ordinais simples:

O primeiro livro
As segundas páginas
O terceiro lugar
Numerais ordinais compostos:

O vigésimo quinto livro


As trigésimas sextas páginas
O centésimo lugar
Numerais fracionários

Os numerais fracionários indicam quantidade dividida em partes iguais. São


flexionados em gênero, número e grau.

Singular: meio, terço, quarto, quinto, sexto, sétimo, oitavo, nono, décimo
Plural: meios, terços, quartos, quintos, sextos, sétimos, oitavos, nonos, décimos
Exemplos:

Numerais fracionários simples:

Meio livro
Um terço do bolo
Quarto de hora
Numerais fracionários compostos:

O vigésimo quinto meio


Um terço da metade
Um quarto do quarto
Numerais multiplicativos

Os numerais multiplicativos indicam quantidade multiplicada por um número inteiro.


São flexionados em gênero e número.

Singular: dobro, triplo, quádruplo, quíntuplo, sextuplo, sétuplo, óctuplo, nonuplo,


décuplo
Plural: dobros, triplos, quádruplos, quíntuplos, sextuplos, sétuplos, óctuplos, nonuplos,
décuplos
Exemplos:

Numerais multiplicativos simples:

O dobro do preço
O triplo do valor
O quádruplo da quantidade
Numerais multiplicativos compostos:

O vigésimo quinto dobro


O triplo da metade
O quádruplo do quarto
Conclusão

Os numerais são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa, pois
permitem que expressemos com precisão as quantidades, ordens ou divisões de
coisas.

Dicas para concursos

É importante estar atento à flexão dos numerais em gênero, número e grau.


Algumas questões de concursos podem exigir a identificação do tipo de numeral.
É importante saber utilizar os numerais corretamente em diferentes contextos.
TEMA! TEMA! O que é um advérbio?

O advérbio é uma classe de palavras que modifica o sentido de um verbo, de um


adjetivo ou de outro advérbio. Ele indica circunstâncias de tempo, lugar, modo,
intensidade, dúvida, afirmação, negação, etc.

Tipos de advérbios

Os advérbios podem ser classificados de acordo com diferentes critérios.

Quanto à significação:
Advérbios de tempo: indicam uma circunstância de tempo. Exemplos: agora, ontem,
amanhã, cedo, tarde, sempre, nunca, etc.
Advérbios de lugar: indicam uma circunstância de lugar. Exemplos: aqui, ali, lá, perto,
longe, acima, abaixo, etc.
Advérbios de modo: indicam uma circunstância de modo. Exemplos: bem, mal,
depressa, devagar, assim, assim, etc.
Advérbios de intensidade: indicam uma circunstância de intensidade. Exemplos: muito,
pouco, bastante, mais, menos, etc.
Advérbios de dúvida: indicam uma circunstância de dúvida. Exemplos: talvez,
possivelmente, quiçá, etc.
Advérbios de afirmação: indicam uma circunstância de afirmação. Exemplos: sim,
certo, certamente, etc.
Advérbios de negação: indicam uma circunstância de negação. Exemplos: não, de
modo nenhum, jamais, etc.
Flexão dos advérbios

Os advérbios são invariáveis em gênero e número. No entanto, alguns advérbios


podem flexionar-se em grau.

Grau dos advérbios

Os advérbios podem ser flexionados em três graus:

Grau normal: indica a circunstância sem nenhum tipo de intensificação. Exemplos:


bem, mal, perto, longe, etc.
Grau comparativo: indica que a circunstância é maior ou menor do que a de outro
elemento. Exemplos: mais bem, menos bem, mais perto, menos longe, etc.
Grau superlativo: indica que a circunstância é a mais alta ou a mais baixa possível.
Exemplos: o mais bem, o menos bem, o mais perto, o menos longe, etc.
Exemplos

Advérbios de tempo:
O menino chegou agora.
Amanhã vou à escola.**
Advérbios de lugar:
O livro está aqui.
A casa é ali.
Advérbios de modo:
Ele fala bem.
Ela canta mal.
Advérbios de intensidade:
Ele é muito inteligente.
Ela é pouco bonita.
Advérbios de dúvida:
Talvez chova amanhã.**
Possivelmente ele vai passar na prova.**
Advérbios de afirmação:
Sim, eu vou.**
Certamente, eu vou.**
Advérbios de negação:
Não, eu não vou.**
De modo nenhum, eu não vou.**
Conclusão

Os advérbios são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa, pois
permitem que expressemos com precisão as circunstâncias das ações, dos estados e
das qualidades.
TEMA! TEMA! O que é uma preposição?

A preposição é uma classe de palavras invariáveis que ligam duas orações ou duas
palavras de uma mesma oração, estabelecendo entre elas uma relação de
dependência.

Tipos de preposições

As preposições podem ser classificadas de acordo com diferentes critérios.

Quanto à origem:
Preposições essenciais: são aquelas que não podem ser substituídas por outra
palavra. Exemplos: a, ante, após, com, contra, de, desde, em, entre, para, por, sem,
sob, sobre, trás.
Preposições acidentais: são aquelas que podem ser substituídas por outra palavra.
Exemplos: conforme, durante, exceto, mediante, para além, salvo, segundo, visto que.
Funções das preposições

As preposições podem desempenhar diferentes funções na oração, como:

Marcar a relação entre um verbo e seu complemento. Exemplo: O livro está na mesa.
(A preposição "na" marca a relação entre o verbo "está" e seu complemento "mesa").
Marcar a relação entre um substantivo e seu complemento. Exemplo: O livro de
história está na mesa. (A preposição "de" marca a relação entre o substantivo "livro" e
seu complemento "história").
Marcar a relação entre dois substantivos. Exemplo: O livro de história está na mesa. (A
preposição "de" marca a relação entre os substantivos "livro" e "história").
Exemplos

Preposições essenciais:
O livro está na mesa. (A preposição "na" é essencial, pois não pode ser substituída por
outra palavra.)
Preposições acidentais:
O livro está de acordo com as regras. (A preposição "de acordo" pode ser substituída
por "conforme" ou "segundo".)
Conclusão

As preposições são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa, pois
permitem que expressemos com precisão as relações entre as palavras e as orações.
TEMA! TEMA! O que é uma conjunção?

A conjunção é uma classe de palavras invariáveis que ligam duas orações ou duas
palavras de uma mesma oração, estabelecendo entre elas uma relação de sentido.

Tipos de conjunções

As conjunções podem ser classificadas de acordo com diferentes critérios.

Quanto à relação de sentido:


Conjunções coordenativas: ligam orações ou termos de mesma função sintática,
estabelecendo entre eles uma relação de coordenação. Exemplos: e, mas, ou, nem,
todavia, porém, contudo, no entanto, logo, portanto, pois, que, porque, embora, ainda
que, mesmo que, quando, se, logo que, embora que, etc.
Conjunções subordinativas: ligam orações ou termos de função sintática diferente,
estabelecendo entre eles uma relação de subordinação. Exemplos: que, se, quando,
embora, porque, como, enquanto, logo que, pois, desde que, etc.
Conjunções coordenativas

As conjunções coordenativas podem ser classificadas em:

Conjunções aditivas: ligam orações ou termos que apresentam a mesma ideia ou fato.
Exemplos: e, nem, mas, ou.
Conjunções adversativas: ligam orações ou termos que apresentam ideias ou fatos
opostos ou contrários. Exemplos: mas, porém, contudo, no entanto, todavia,
entretanto.
Conjunções alternativas: ligam orações ou termos que apresentam ideias ou fatos
alternativos. Exemplos: ou, ou...ou, ora...ora.
Conjunções conclusivas: ligam orações ou termos que apresentam uma conclusão ou
consequência. Exemplos: logo, portanto, pois, por isso, por conseguinte.
Conjunções explicativas: ligam orações ou termos que apresentam uma explicação ou
justificativa. Exemplos: porque, pois, porquanto.
Conjunções subordinativas
As conjunções subordinativas podem ser classificadas em:

Conjunções subordinativas substantivas: ligam uma oração subordinada substantiva a


uma oração principal, exercendo a função sintática de substantivo. Exemplos: que, se,
quando, embora, porque, como, enquanto, logo que, pois, desde que, etc.
Conjunções subordinativas adjetivas: ligam uma oração subordinada adjetiva a uma
oração principal, exercendo a função sintática de adjetivo. Exemplos: que, se, quando,
embora, porque, como, enquanto, logo que, pois, desde que, etc.
Conjunções subordinativas adverbiais: ligam uma oração subordinada adverbial a uma
oração principal, exercendo a função sintática de advérbio. Exemplos: que, se,
quando, embora, porque, como, enquanto, logo que, pois, desde que, etc.
Exemplos

Conjunções coordenativas:
O menino e a menina brincaram na rua. (Conjunção aditiva)
O menino não foi à escola mas ficou em casa. (Conjunção adversativa)
Você quer ir ao cinema ou ao teatro? (Conjunção alternativa)
O menino estudou muito logo passou na prova. (Conjunção conclusiva)
O menino foi ao parque porque queria brincar. (Conjunção explicativa)
Conjunções subordinativas:
Achei que o livro estava na mesa. (Conjunção subordinativa substantiva)
O menino que falou comigo é meu amigo. (Conjunção subordinativa adjetiva)
Ele saiu quando chegou o seu pai. (Conjunção subordinativa adverbial de tempo)
Conclusão

As conjunções são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa, pois
permitem que expressemos com precisão as relações de sentido entre as orações e
as palavras.
TEMA! TEMA!
O que é uma interjeição?

A interjeição é uma classe de palavras invariáveis que exprimem emoções,


sensações, estados de espírito, etc., de forma exclamativa.

Exemplos

 Ah! (surpresa)
 Oh! (admiração)
 Ui! (dor)
 Ufa! (alívio)
 Oxalá! (desejo)

Funções das interjeições

As interjeições podem desempenhar diferentes funções na oração, como:

 Expremer emoções ou sensações:


o Ah! Que surpresa!
o Oh! Que linda flor!
o Ui! Que dor!
 Atrair a atenção do interlocutor:
o Ei! Você está aí?
o Olá! Como vai?
o Alô! Está me ouvindo?
 Expremer um pedido ou desejo:
o Pelo amor de Deus! Ajude-me!
o Por favor! Me dê um copo d'água!
o Oxalá! Eu ganhe na loteria!

Classificação das interjeições

As interjeições podem ser classificadas de acordo com o seu significado, em:


 Interjeições de emoção: expressam emoções, como alegria, tristeza,
dor, etc. Exemplos: ah!, oh!, ui!, ufa!, oxalá!
 Interjeições de chamamento: chamam a atenção do interlocutor.
Exemplos: ei!, olá!, alô!, psiu!
 Interjeições de comando: expressam um pedido ou desejo.
Exemplos: pelo amor de Deus!, por favor!, oxalá!
 Interjeições de admiração: expressam admiração ou espanto.
Exemplos: oh!, uau!, que coisa!
 Interjeições de dor: expressam dor ou sofrimento.
Exemplos: ai!, ui!, caramba!
 Interjeições de surpresa: expressam surpresa ou espanto.
Exemplos: opa!, ué!, eita!

Conclusão

As interjeições são uma classe de palavras essencial para a língua portuguesa,


pois permitem que expressemos com precisão as nossas emoções, sensações
e estados de espírito.
TEMA! TEMA! O que é concordância verbal?

A concordância verbal é a relação de acordo que se estabelece entre o verbo e seu


sujeito, quanto à pessoa, número e gênero.

Regras gerais de concordância verbal

O verbo concorda com o sujeito em número e pessoa.


Quando o sujeito é composto de dois ou mais termos, o verbo concorda com o termo
mais próximo.
Quando o sujeito é formado por um pronome indefinido, o verbo concorda com o
gênero do substantivo que ele representa.
Quando o sujeito é formado por um pronome relativo, o verbo concorda com o
antecedente.
Quando o sujeito é formado por uma locução adjetiva, o verbo concorda com o
substantivo que ela modifica.
Exemplos

O menino e a menina estudam na escola. (O verbo concorda com o sujeito composto


em número e pessoa.)
Alguém escreveu uma carta. (O verbo concorda com o pronome indefinido "alguém"
em número e pessoa.)
Os livros que estão na mesa são novos. (O verbo concorda com o antecedente "livros"
em número e pessoa.)
As crianças que estão brincando são felizes. (O verbo concorda com o antecedente
"crianças" em número e pessoa.)
Os meninos estão brincando na rua. (O verbo concorda com o substantivo "meninos"
em número e pessoa.)
Exceções à regra geral de concordância verbal

Verbos impessoais: os verbos impessoais não têm sujeito, portanto não concordam
com ele. Exemplos: haver, fazer, ser, estar, parecer, necessitar, convir, convém, vale a
pena, etc.
Verbos no infinitivo: os verbos no infinitivo não concordam com o sujeito. Exemplos:
comer, beber, amar, sair, ficar, ir, vir, etc.
Verbos no gerúndio: os verbos no gerúndio concordam com o sujeito quando o verbo
principal está na terceira pessoa do singular ou do plural. Exemplos: **o menino
estando na escola, os meninos estando na escola.
Verbos no particípio: os verbos no particípio concordam com o sujeito quando o verbo
principal está na terceira pessoa do singular ou do plural. Exemplos: **o menino
estudado, os meninos estudados.
Conclusão

A concordância verbal é uma regra essencial da língua portuguesa, pois permite que
expressemos com precisão as relações entre o verbo e o sujeito.

TEMA! TEMA! O que é concordância nominal?

A concordância nominal é a relação de acordo que se estabelece entre o adjetivo, o


numeral, o pronome adjetivo e o substantivo a que se referem, quanto ao gênero e
número.

Regras gerais de concordância nominal

O adjetivo concorda com o substantivo a que se refere em gênero e número.


O numeral concorda com o substantivo a que se refere em gênero e número.
O pronome adjetivo concorda com o substantivo a que se refere em gênero e número.
Exemplos

A menina bonita está na escola. (O adjetivo "bonita" concorda com o substantivo


"menina" em gênero e número.)
Os livros novos estão na estante. (O numeral "novos" concorda com o substantivo
"livros" em gênero e número.)
Esses meninos inteligentes são meus filhos. (O pronome adjetivo "inteligentes"
concorda com o substantivo "meninos" em gênero e número.)
Exceções à regra geral de concordância nominal

Adjetivos pátrios: os adjetivos pátrios concordam com o substantivo a que se referem


apenas em número. Exemplos: a brasileira música, os brasileiros músicos.
Adjetivos compostos: os adjetivos compostos concordam com o substantivo a que se
referem de acordo com o último elemento. Exemplos: **a mulher loira-dourada, **os
homens moreno-claros.
Adjetivos antepostos: os adjetivos antepostos concordam com o substantivo a que se
referem mesmo que o substantivo venha depois deles. Exemplos: **o grande livro, **a
bela mulher.
Adjetivos partitivos: os adjetivos partitivos concordam com o substantivo a que se
referem apenas em número. Exemplos: **algumas meninas inteligentes, **muitos
meninos inteligentes.
Conclusão

A concordância nominal é uma regra essencial da língua portuguesa, pois permite que
expressemos com precisão as relações entre o adjetivo, o numeral, o pronome
adjetivo e o substantivo.

TEMA! TEMA!

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