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Apostila de Fixa

Protese fixa

Enviado por

Marcela Mendonca
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Protese fixa

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Curso de Prótese Dentária

Prótese Fixa

São Paulo: (11) 3628-2169


Este apostilado não se reveste de caráter meramente
copiativo, não tem a intenção de tocar ou ferir direitos
autorais, nem tão pouco editoriais. É um trabalho sério,
uma resenha, onde procuramos abordar aspectos
importantes para os estudantes de Prótese. Foram vários
autores enfocados, visando, é claro, o aprendizado dos
alunos. Tão importantes, quanto indicáveis, são tais
obras, que ao transcorrer deste curso, lembrará o
professor de recomendá-las aos alunos.

Dra. Lucia Ardalio Cesena


Prótese Fixa
Introdução

Prótese é uma palavra de origem grega que significa substituição de um órgão ou


parte dele por uma peça artificial.
A Prótese dental destina-se a restabelecer, a estética e a função mastigatória do
indivíduo, através da combinação das leis biomecânicas e científicas. Desde os remotos
tempos, que datam da era dos Fenícios e Egípcios, foram encontradas Próteses Dentárias em
múmias e, constavam de amarias com fios de ouro em dentes íntegros, preenchendo um ou
mais espaços protéticos, que mais tarde foram substituídos, por outros povos, por bandas
metálicas. As primeiras técnicas de confecção de dentes artificiais foram descritas por Pierre
Fouchard e a técnica de fundição foi aperfeiçoada por Tagard.

Definição

É a arte e a ciência de restaurar, com metal e ou com materiais estéticos dentes


ausentes ou parte deles, com objetivo de desenvolver a função mastigatória, a estética e
a fonética, mantendo a saúde e a integridade dos arcos dentais e, em muitos casos,
aumentando a auto-estima do paciente.

Considerações Gerais
A prótese fixa compreende tanto a restauração de apenas um elemento, quanto à
reabilitação de toda a oclusão. Pode-se também realizar trabalhos de sustentação e de
correção em longo prazo para o tratamento de problemas relativos a articulação
temporomandibular e a seus componentes neuromusculares.
Após um criterioso diagnóstico das condições dentais do paciente, o CD traça um
plano de tratamento baseado nas necessidades do tratamento e orienta o TPD quando à
confecção do trabalho. O TPD por sua vez, deve observar e analisar o modelo ou a
moldagem enviada pelo CD. A analise nos dará condições de visualizar o número de
preparos, o limite de cada preparo a espessura da peça a ser confeccionada, a inserção da
mesma, etc.

De posse destas informações o TPD terá condições de planejar e executar a peça


protética, adotando para tanto, a técnica adequada para alcançar um resultado satisfatório
com relação à confecção e adaptação.
Classificação
Como vimos anteriormente a prótese fixa tem por objetivo devolver a função
mastigatória, a saúde bucal, a estética, reconstruindo o elemento ou parte dele. Também
chamada de prótese Dento Suportada, são peças protéticas cimentadas aos remanescentes.

Tipos:
Restauração – Próteses Unitárias
São peças protéticas, que se ajustam aos contornos anatômicos da coroa clínica do
dente. Existem vários tipos e podem ser confeccionadas de materiais estéticos dependendo
da extensão da lesão.

Podem ser:

 M O D – quando restaura a face Mesial, Oclusal, e Distal.

 M O – quando restaura a face Mesial e Oclusal.

 O D – quando restaura a face Oclusal e Distal.

 ONLAY – quando restaura a face oclusal com cobertura das cúspides (só para
posteriores)
 INLAY – quando restaura a face oclusal (só para posteriores).

 Facetas Laminadas - usada em casos onde exijam aparência estética em dentes


anteriores em bom estado. Confeccionadas de fina camada de material estético,
cerâmica ou resina foto polimerizável cimentada na face vestibular do dente por
um cimento resinoso.
dentes preparados para receber a faceta

 Lentes de contato dental são laminados de porcelana super finos (0,2mm) e exige
um mínimo desgaste dentário, para corrigir imperfeições, manchas leves, lascas e
fraturas de pacientes

dente preparado
para receber a
faceta
Coroa
São peças protéticas que revestem a superfície externa da coroa clínica, recebem o
nome de acordo com a extensão da lesão, e são cimentadas.

 COROA TOTAL – reveste todas as faces da coroa clínica, pode ser


confeccionada em metal, cerâmica, resina acrílica, resina fotopolimerizável.
Quando é confeccionada por metal + cerâmica (metalo-cerâmica) ou metal +
resina (metalo-plástica)

 COROA PARCIAL – reveste apenas algumas faces da coroa clínica. Por


exemplo coroa 4/5; restaura quatro faces de um dente.Confeccionadas de diversos
tipos

 COROA VENEER – é uma coroa total porem com a face vestibular em


material estético.

Parcial Fixa
Tipo de prótese cimentada, que substitui um ou mais elemento dental ausente
fixada aos dentes remanescentes. Composta de:

 PILAR OU SUPORTE: é o dente preparado para servir de inserção e


sustentação da prótese.
 PÔNTICO: é o dente artificial que fica suspenso entre os pilares

 RETENTOR: é a restauração extra coronária cimentada aos pilares

 CONECTOR: é o que liga o retentor ao pôntico

Pode ser:

 RÍGIDO – união do pôntico ao retentor através de uma soldagem.


 NÃO RÍGIDO – união do pôntico ao retentor através de sistema macho e
fêmea

A extensão da área edêntula, possível de ser restaurada com êxito, depende dos
dentes de apoio e de sua capacidade de suportar a carga.

 CANTILEVER – é um tipo de prótese fixa onde o elemento suspenso (pôntico)


fica na extremidade.

Prótese Adesiva
As restaurações protéticas adesivas são próteses fixas que são fixadas aos dentes
vizinhos, sem envolver desgastes coronários significativos, principalmente onde a exigência
estética é grande, e também em pacientes jovens. Esses desgastes são restritos ao esmalte
dental e retentores cimentados aos dentes pilares, através de sistemas adesivos que possuam
forte fator de retenção e estabilidade. Pode ser executada em vários tipos de materiais com
ou sem estrutura metálica.

V L
Prótese Fixa sobre Implante

O uso de implante para substituir unidades dentárias foi uma das conquistas mais
importantes da odontologia nos últimos anos. A prótese fixa sobre implantes pode ser
executada sobre um único elemento, como também reabilitar arcos com vários
elementos ausentes. Esta prótese pode ser cimentada ou parafusada sobre o implante,
depende da indicação para cada uma delas também chamada de prótese implanto-suportada
deve atender três fatores básicos: função, estética e higiene.
Núcleos
Peça que tem por objetivo preencher parte de um conduto radicular tratado
pelo CD. O núcleo é constituído por duas partes:

 INTRA-RADICULAR – parte a ser cimentada no conduto radicular preparado pelo


C.D.
 CORONÁRIA – com formato semelhante ao da coroa, porém em tamanho menor.

Tipos:

 NÚCLEO SIMPLES – É a reconstrução da porção coronária ausente devido a


inúmeros fatores, composto de uma parte intra-radicular e outra coronária que
fica supra gengival.

 NÚCLEO ESTOJADO – Utilizado para proteger o preparo de um dente cuja


raiz seja frágil, curta ou quando sofreu extrusão e reabsorção óssea. A parte extra
coronária fica abaixo do colo cervical abraçando a raiz externamente.
 NÚCLEO BIPARTIDO OU TRIPARTIDO – indicado quando as raízes são
divergentes, ou seja não apresenta paralelismo. Pode ser realizado de duas
formas:

Encaixes de Precisão
O núcleo é confeccionado em duas secções, e a adaptação será feita através dos
encaixes.

Bloco único transpassado por pino

A porção coronária do núcleo apresenta uma abertura oclusal, em direção ao canal


divergente, por onde penetrará um pino.

Coping
Infraestrutura que se encaixa sobre o preparo do dente, que posteriormente será
recoberta por material estético.
Coping para metálo-cerâmica:
Confeccionado com liga compatível com a cerâmica a ser utilizada. O enceramento que é
base da metálo-cerâmica, deve ter a mesma forma do dente a ser reconstituído. Na realidade,
faz-se um dente menor com as mesmas características, porém sem os detalhes anatômicos.
O super aquecimento do instrumental (fumaça) e a conseqüente expansão da cera causa mal
adaptação da peça após a fundição.
Devemos deixar o enceramento o mais uniforme possível e dependendo da orientação de
cada profissional, faz-se uma cinta na face lingual ou palatina e ombro nas proximais.
Durante a construção devemos evitar arestas vivas, áreas sobrepostas e sulcos profundos,
pois causariam trincas no sentido vertical, indesejáveis para o sucesso do trabalho. A
espessura do coping não pode ser menor que 0,3 mm. As ligas utilizadas para metalo-
cerâmica são geralmente NiCr (niquel cromo), AgPd (prata paládio)

Coping para cerâmica livre de metal:


Confeccionados de zircônia, alumínio ou spinel substituem o metal mantendo a mesma
resistência, porem com melhores resultados estéticos. São executados nos sistemas In-ceram,
Procera all-ceram.
Estruturas
Base de sustentação para receber o material estético.

Metálica: Confeccionada em liga metálica nobre alternativa de baixa ou alta fusão.

Cerômero: composto de resina com adição de sílica, quartzo, feldspato de vidro: Ex:. Vita
Zeta – Artglass – Solidex – Targis.

Fibra: material utilizado para melhorar as características de resistência dos cerômeros e


resinas. Pode ser de vidro ou carbono, indicada para estrutura sem metal unitária ou fixas
com pôntico. Ex.: Vectús, Ribond, Connect, Angelus etc.
Troquel
Definição: É um modelo individual do dente preparado, utilizado para a confecção do padrão
de cera do trabalho a ser realizado.
Desta forma, ele pode ser removido e recolocado no mesmo local sem perder a sua
configuração original, o seu posicionamento. O troquel deve ter fidelidade aos dentes
preparados e ótima resistência.

Objetivo: Visualizar melhor o limite do preparo, principalmente pelas faces proximais (M-
D) e o vedamento dos bordos durante a ceroplastia como também na usinagem do elemento a
ser construído.

Existe várias forma de se troquelizar e individualizar um preparo de um modelo.

Tipos:

Troquéis com pinos

A técnica dos troquéis com pinos pode ser executada a partir da moldagem ou então já do
modelo de trabalho.
Se for utilizada a partir da moldagem, os pinos têem de ser posicionados no interior
moldagem com auxilio de alfinetes ou pedaços de fio de ortodontia.
Uma vez posicionados os pinos, preenche-se a moldagem com uma 1ª camada de gesso até
atingir a parte retentiva do pino.
Espera-se que o gesso tome presa e isola-se a superficie com isolante para gesso. Coloca-se
uma bolinha de cêra na ponta dos pinos e depois preenche-se a moldagem com uma 2ª
camada até cobrir os pinos.

 Troquel com pino dowel-pin – são pinos pré fabricados que são posicionados no
modelo ou na moldagem, enviado pelo CD.
 Troquel com pino de encaixe –são pinos duplos com encaixe em bainha,
também pré fabricados, que são posicionados na molgdagem ou no modelo,
enviado pelo CD.

Troquéis em base com guia

Composto por uma base acrílica pré - fabricada que possui canaletas que facilitam a
separação do troquel.
Sistemas de Troquelização

A troquelização deve possibilitar a construção e adaptação marginal precisa e passiva em


toda a extensão da reconstrução.
Vários são os sistemas de troquelização disponíveis para uso pelos clínicos e técnicos, e
propostos na literatura com a finalidade de produzir modelos com alta precisão, buscando
maio fidelidade ao
Entre eles podemos citar:
Optibase – Dentona, Easy –TDR, Auto Spin- Renfert, Giroform - AmannGirrbach e
KTF - Inovapró

Optibase Easy Auto Spin Giroform

KTF
TÉCNICA DE TROQUELIZAÇÃO

Utilizaremos o Sistema de Troquelização KTF

É composto por:

• Base fixadora dual KTF


• Placa transferidora KTF
• Broca KTF
• Massa KTF
• Placa de ajuste total KTF
• Placa de ajuste parcial KTF
• Pino de troquel KTF
• Placa totais lisa ou com guia
• Placa parciais

Passo a passo:

1- Posicionamento da placa na base fixadora KTF


2- Aferição da broca

A posição correta das placas é com a face lisa ou com a guia para fora.

3- Posicionamento da moldagem na placa transferidora KTF

4- Posicionar os pinos na placa.

Após furar coloque os pinos com as partes retentivas para cima


5- Verter o gesso

Até chegar à superfície e cobrir os pinos

.
Finalize fechando a moldagem

Retire o excesso de gesso


Remover da base.

6- Acabamento do modelo.

Refilar todas as laterais do modelo Lixa

Separação dos Troqueis

A separação dos troquéis é feita com o auxílio de uma serra fina, iniciando o corte da
região cervical dos modelos para a sua base ou através de máquina seccionadora.
Em determinados casos em que os dentes preparados estão muito próximos, inicia-se o corte
da base para a cervical, para não haver o risco da lâmina danificar o preparo.
Toillet gengival

Os troquéis depois de separados, apresentam não só a reprodução do dente preparado como


também de toda gengiva que o circunda.
E este tecido, agora reproduzido em gesso, não permitirá uma boa vizualização dos preparos,
assim como dificultará o acesso dos instrumentos a esses limites.
Então para que se tenha uma melhor vizualização e acesso aos bordos cervicais das
preparações cavitárias, deve ser executado um recorte periférico dos troquéis com uma
broca.

Junto aos bordos o recorte poderá ser finalizado com um bisturi ou instrumental, para não
haver o risco de fraturas do bordo do preparo

Delimitação dos bordos

Para que as terminações fiquem mais evidentes, os limites devem ser marcados com um lápis
de cor. Não deve ser usado grafite para esse fim, pois é uma substância anti-fundente que
poderá ocasionar falhas na restauração metálica fundida.
Transporte dos Modelos

Após a troquelização devemos transportar os modelos (de trabalho e antagonista) para


Articulador Semi-Ajustável

Ceroplastia e Escultura
A ceroplastia e escultura dos troquéis distingue-se pela utilização de materiais específicos
para este fim, assim como pela necessidade da precisão e do detalhe.
O material utilizado para este trabalho é a cera para fundição que existe de várias marcas e
cores

Deve seguir todos os princípios fundamentais para reconstruir o órgão dental, anatômica,
funcional e esteticamente:

- Abranger todo o preparo até o seu o limite;


- Obseservar o contorno anatômico de todas as faces do dente a ser reconstruído;
- Reconstruir as áreas de contato e ameias, para preservar o periodonto;
- Observar a altura das cristas marginais, que deve ser a mesma dos dentes contíguos;
- Avaliar a oclusão cêntrica, protusiva, retrusiva e lateralidade.
Técnica de Confecção

- Isolamento: é feito com isolante próprio, que deixa uma finíssima camada entre o gesso e o
enceramento;

varias marcas

- Colocação de cera: a cera utilizada aqui deve ser específica para esse fim, e de boa
qualidade,
pois estas não devem apresentar distorções significativas.
A colocação da cera sobre o troquel é feita com uma espátula ( gotejador PKT ou elétrico)
aquecida, de forma que se cubra, inicialmente toda a superfície do preparo com uma fina
camada de cera, para em seguida, completar a anatomia do dente a ser reconstruído.
Devemos tomar para que não haja um super-aquecimento da cera, para não acarretar
infiltração da cera no gesso, pelo rompimento da camada de isolante ou alterações das
propriedades da cera.
- Enceramento - observar

- Contorno- durante o processo de enceramento deve-se procurar reconstruir o dente na


sua
dimensão original, pois somente com um contorno próximo ao do dente natural teremos a
restauração restabelecendo as funções fisiológicas inerentes a este dente.

- Solução de continuidade: para o enceramento de preparos onde existam paredes


periféricas
remanescentes, deve-se atentar para que não fique solução de continuidade entre estas e o
enceramento propriamente dito.

- Alinhamento- o enceramento deve ser submetido a um exame não só individual e


isolado,
mas também em conjunto com seus vizinhos e antagonistas, para que ele fique com o
posicionamento correcto dentro do arcada.

- Ponto de contacto interproximal- a localização do ponto de contacto dos dentes


posteriores
está localizado próximo a oclusal e para o lado vestibular.
Nos dentes anteriores, localiza-se próximo ao bordo incisal
Enceramento de Coping
Infraestrutura que se encaixa sobre o preparo do dente, necessário para permitir e suportar a
aplicação uniforme do material estético que o revestirá, garantido a coroa do dente a ser
reconstruído resistência máxima
O enceramento do coping deve obdecer a forma do dente a ser construído, porem deixando
espaço para o material de revestimento.

Passo a Passo:

-Isolar o modelo

-Aplicar espaçador
-Aplicar isolante

-Iniciar enceramento

-Reforço da borda marginal


-Sequência do enceramento

V L

PREPARO DO PADRÃO DE CERA

Após a Ceroplastia o padrão de cera obtido deve ser preparado para a inclusão em anel de
fundição.

padrão de cera

Alguns procedimentos devem ser observados durante este preparo:

- Posicionamento do Sprue

- Os “sprues” deverão ser fixados na porção mais volumosa da peça,


- Devem ter 2,5 a 3 mm de diâmetro por 5mm de comprimento,
- As estruturas deverão ser fixadas em ângulo de 45º com o longo eixo da base do anel.
- A câmara de compensação deverá ser posicionada no centro térmico do anel.
Ela é responsável pelo resfriamento gradual da estrutura.
Isto é fundamental para evitar distorções na peça, principalmente
nas região das bordas.
INCLUSÃO EM ANEL DE FUNDIÇÃO

Cálculo do Metal

De posse do padrão de cera, com o respecticvo canal de alimentação e antes de incluir em


anel para a fundição, devemos calcular a quantidade de metal que será necessário.
Deverá ser feito em balança de precisão.

Fórmula - X1 × X2= Y÷ X3 = Z
X1 = peso do padrão de cera com o canal de alimentação
X2 = densidade do metal ( valor específico de cada liga)
X3 = peso específico do metal ( do tipo de liga)
Z = quantidade de liga necessária
Exemplo:
X1 x X2 = Y ÷ X3 = Z
1,2 x 8,1 = 9,72 ÷ 5,0 = 1,944 ( dois botões)

Posicionamento do padrão de cera no Anel

Existem vários tipos e tamanhos

Anel

Base formadora
de cadinho

- Fixar o Sprue na base formadora de cadinho


- As estruturas deverão ficar afastadas cerca de 6mm do topo e 5mm bordas do anel.
Se a distância for menor que os 6 mm, o revestimento pode fraturar com a força da
centrifugação e se for maior dificultará a eliminação dos gases durante a volatização
da cera no forno e na hora da injeção do metal liquefeito.
- As bordas voltadas para o topo do anel.
- A câmara de compensação deve se localizar no centro térmico do anel, por ser o último
loca
onde a liga irá se solidificar e resfriar no ato de fundição.
Aplicação do redutor de tensão

Preparado o anel para receber o revestimento, recomenda-se aplicar antibolha sobre os


padrões de cera, a fim de diminuir a tensão superficial desta cera e, assim, facilitar o
escoamento sem formar bolhas.
Existem várias marcas:

Aplicar
antibolha

Aguardar a evaporação do agente redutor de tensão para incluir em anel de fundição

Técnicas de Inclusão

Existem duas técnicas de inclusão de anéis para fundição;

1- Inclusão à vácuo – atráves da utilização de um inclusor mecânico


2- Inclusão sem vácuo – preparado manualmente.
Prepara-se o revestimento de acordo com as especificações do fabricante,
obedecendo a proporção pó/líquido, por espatulação manual ou mecânica.
Colocar o revestimento sobre o padrão de cera, com auxilio de um pincel
macio, tomando cuidado para não aprisionar bolhas de ar no interior da
infraestrtura e em seguida veter o revestimento até o completo preenchimento
do
anel

O material utilizado para inclusão dos padrões de cera em anel de fundição é o


Revestimento
Revestimento
Material refratário, resistente a altas temperaturas composto por:

Refratário: geralmente uma forma de dióxido de sílica, como o quartzo, tridimita ou


cristobalita, ou mistura deles

Aglutinante: gesso, fosfato ou sílica - une o material refratário, formando uma massa sólida e
coesa

Tipos:

- Aglutinados por gesso ou cristobalita – usado em ligas de baixa fusão


- Aglutinados por silicato de etila- usado para inclusão de PPR
- Fosfatados – usados na inclusão de padrões de cera para P.Fixa
Existe dois tipos:
-Tradicional utilizado quando a fundição é feita através de aquecimento
gradual, com escalamento de temperatura até a final requerida pela
liga a ser usada.
-Especial utilizado pela técnica rápida, ou seja vai direto ao
Forno, depois da presa, obedecendo a temperatura final da liga, indicada
pelo
Fabricante.

Propriedades
- Deve ter resistência o suficiente para suportar o calor da queima durante
fundição
do metal.
- Deve expandir-se o suficiente para compensar a contração da cera ( 0,3%) e da
liga ( 1,2 %) por solidificação.

Compensação da Contração
Expansão térmica do revestimento – ocorre quando o revestimento é aquecido
para a volatilização da cera
Expansão higroscópica do revestimento – ocorre quando mergulhado, após o
preenchimento do anel, no Higrobath (
banheira térmica) em temperatura constante de 37º C , por 30 m, a agua
aquecida sobre o nelpromove a expansão.
Expansão por choque térmico- ocorre quando, logo após a presa do
revestimento, o anel é levado ao forno pré-aquecido a 750º C.

Eliminação da cera

Após a presa total do revestimento, separar base formadora do anel,


colocar o anel no forno específico e ajustar a temperatura conforme
o tipo de revestimento utilizado, sempre obedecendo as especificações
do fabricante e quando atingir a temperatura ideal inicia-se o processo
de fundição.
FUNDIÇÃO

Fundição é o ato de injetar a liga liquefeita no anel de fundição através de força centrifuga
Este processo tem como objetivo conseguir reproduzir, no metal, uma cópia fiel da
estrutura dentária perdida
Neste trabalho podemos utilizar centrífuga manual, elétrica ou por indução

Manual Elétrica Indução

Técnica de Fundição

- Preparar a centrífuga
- Posicionar o cadinho - recipientes cerâmicos, que suportam altas temperaturas
- Fundir a liga no cadinho usando maçarico; deve-se usar somente a zona
redutora da chama.

A fusão das ligas apresentam características distintas.

As fontes de calor utilizada para as fundições odontológicas podem ser :


Gás/Ar – cuja variação de fusão está entre 870ºC a 1040ºC
Gás/Oxigênio – cuja variação de fusão está entre 1260ºC a 1430ºC

Zona redutora

- Colocar o anel de fundição – retirar o anel do forno e colocá-lo no carrinho da centrífuga


e acioná-la.

Feita a fundição o próximo passo é a desinclusão do anel e a limpeza da peça.


Desinclusão e Limpeza das peças

Após o resfriamento, o anel pode ser aberto usando uma tesoura para gesso e com leves
golpes com um martelo sobre o revestimento, nunca sobre o botão de fundição.

A limpeza da peça é feita através de jatos de oxido de alumínio em um monojato, bijato ou


trijato

Usinagem e Polimento

Inicia-se o processo de acabamento e adaptação da peça.

- cortar os canais de alimentação –usando disco ninja


no ponto de união com o coping

- reduzir os excessos de metal – usando pedras mizzi

- remover irregularidades – utilizando broca tungstênio


corte cruzado fino

- alisar toda a superfície – usando borrachas verde, roda


e cilíndrica

- dar polimento em toda superfície - usar escova de robinson


e de polimento com pasta de brilho apropriada para metal
LIGAS METÁLICAS

Material metálico constituído por dois ou mais metais, e em certos casos por elementos
não metálicos, obtidos pela fusão de seus constituintes adquirindo propriedades próprias.
Possuem alta resistência à tração, tenacidade, dureza, resistência a abrasão, à fratura e à
fadiga.
Várias são as ligas utilizadas na Prótese Dentária, cada uma com propriedades próprias e
utilizadas de acordo com o trabalho que será executado.
As mais utilizadas são as ligas: Ouro (Au) - Prata (Ag) – Cobre Aluminio (CuAl) –
Niquel Cromo (NiCr) - Cobalto Cromo ( CoCr)

Au Ag CuAl

NiCr CoCr

TRATAMENTO TÉRMICO DAS LIGAS METÁLICAS

A escolha das ligas odontológicas depende do tipo de trabalho a ser executado e da


compatibilidade com os materiais estéticos, rigidez, resistência mecânica, facilidade de
acabamento e polimento.
Algumas ligas são passíveis de tratamento térmicos para melhorar a sua ductibilidade ou
dureza

TTA – Tratamento Térmico Amaciador

Após a fundição aguardar até que a sobra de metal (botão) perder a cor rubra e promover o
resfriamento, bruscamente, mergulhando o anel em água fria, promovendo choque térmico.
Este tratamento faz com que a liga metálica se torne mais macia.

TTE – Tratamento Térmico Endurecedor

Pode ser feito de duas maneiras


- Manter o anel, pós fundição, em temperatura entre 200º C a 450ºC por 15 a 30 m
- Aguardar o anel resfriar naturalmente.
Este tratamento promove maior resistência e dureza a liga
CAUSAS DE FUNDIÇÃO DEFEITUOSAS

- distorções – causado por distorção no modelo de cera

- rugosidade superficial – imperfeições das superfícies internas e externas do padrão


fundido
por inadequadas utilização das técnicas de inclusão.

- bolhas de ar – pequenos nódulos na superfície do padrão fundido, por bolha de ar


aprisionada
no padrão de cera, na hora da inclusão.

- porosidade – falhas estruturais interna ou externamente nas peças fundidas, que podem ter
várias causas, como solidificação inadequada do metal, incorporação de
gases
durante a fundição e pressão de retorno do ar.

-fundições incompletas –causada pelo impedimento da liga de penetrar no molde e


preencher
completamente, ocasionada por ventilação insuficiente, eliminação
incompleta da cera ou aquecimento insuficiente da liga.
PROVISÓRIO
Em Odontologia em alguns procedimentos, em relação a próteses, se faz necessário o uso de
Próteses Provisórias, como por exemplo:
- na confecção de próteses fixas unitárias ou multiplas, que dependem de vários processos
de confecção;
- em implantes dentários indicados para reabilitar múltiplos dentes ausentes, no período de
espera até que os implantes estejam prontos para receber a prótese definitiva, etc

Os Provisórios tem por função

É essencial para manter a saúde e a estética bucal do paciente e prepará-la para a


instalação da Prótese definitiva, além de permitir que o paciente sinta-se bem enquanto
espera.
Tem também por finalidade:

- Proteger a estrutura do dente;


- Manter as funções dentárias;
- Impedir o crescimento gengival

Além da estética imediata a confecção do provisório também nos permite verificar:


- a forma, tamanho e cor dos dentes;
- analisar e corrigir oclusão;
- observar a cicatrização da gengiva, em casos cirúrgicos;
- se os componentes protéticos estão adequados, em caso de reabilitação com impalntes

. É importante mencionar que a falta da peça provisória sofre as consequências da


movimentação dentária. É possível que os dentes sofram alterações de lugar e, caso a peça
permanente já tenha sido moldada, o dente definitivo não encaixará como o planejado,
exigindo um novo molde.

Materiais
O material mais recomendado para confecção de prótese dentárias provisórias são as resinas
acrílicas.

Conceito de resina : composto orgânico de alto peso molecular do Etileno (H2C = CH2)

As resinas acrílicas podem ser:

1- Termoendurecida (R.A.A.Q.)

2- Termoplástica (R.A.A.T.)
RESINA ACRÍLICA

R.A.A.Q. - Resina Acrílica Ativada Termicamente (rápida polimerização)


Auto polimerizável

É um material translúcido, com resistência mecânica, com resistência a abrasão e


impermeável aos fluídos bucais (higiênica), composto por:

Monômero = líquido
Polímero = pó

Composição Pó: Polimetacrilato de Metila = Polímero


Pigmentos Corantes
Peróxiodo de Benzoila – Iniciador da Polimerização

Composição Líquido:
Metacrilato de Metila- Monômero volátil
Hidroquinona – Inibidor de Polimerização
Dimetacrilato de Glicol- Cruzador de Cadeia
Dimetilptoluidina - Ativador da Reação de Polimerização-

Fases da Resina

1 - Arenosa -> areia molhada -> sem coesão


2 - Melaço -> certa viscosidade (melado)
3 - Pegajosa -> aspecto fibrilar (Fios – Teia de aranha)
4 - Fase plástica -> apresenta consistência de massa
5 - Borrachóide -> apresenta consistência de borracha -> não há escoamento
TÉCNICAS DE CONFECÇÃO
Após a troquelização dos modelos e os cuidados necessários com a toillet gengival e a
delimitação dos bordos iniciamos a aplicação da Resina Acrílica Quimicamente Ativada
- RAAQ
Existem várias formas de se confeccionar provisórios, aqui descreveremos duas técnicas
quanto ao enceramento

A - Técnica de enceramento e ceroplastia dos elementos

1- aplica-se vaselina pastosa, com auxilio de um instrumental aquecido nos sulcos, para criar
espaço para o cimento (alívio):
2- aplica-se uma camada fina de cera 07 branca em todo preparo para promover um alivio:
3- isola-se os preparos com vaselina pastosa e auxilio de um pincel chato;
4- encerar os preparos com cera branca devolvendo as características anatômicas .

5- concluído o enceramento, aplica-se uma camada de vaselina pastosa;


6 -prepara-se silicone de condensação laboratorial próprio para confecção de próteses.
Existem várias marcas, composto por uma massa e uma pasta ativadora

7- confecciona-se a muralha e copia-se o enceramento feito sobre os preparos


B- Técnica utilizando matriz de silicone

1- aplica-se vaselina pastosa, com auxilio de um instrumental aquecido nos sulcos, para criar
espaço para o cimento (alívio):
2- aplica-se uma camada fina de cera 07 branca em todo preparo para promover um alivio;
3 - isola-se os preparos com vaselina pastosa e auxilio de um pincel chato;
4- utilizando uma forma de silicone preencher com cera branca os espaços relativo ao dente a
ser confeccionado;
5- posiciona-se sobre o preparo por V, fixa-se e completa-se a escultura por L

Técnica de Confecção da Muralha

1 -concluído o enceramento, aplica-se uma camada


de vaselina pastosa;

2 -prepara-se silicone de condensação laboratorial,


próprio para confecção de próteses.
Existem várias marcas, e é composto por uma massa
e uma pasta ativadora;

3- confecciona-se a muralha e copia-se o enceramento feito sobre os preparos


Técnica de Acrilização

1 – remove-se a muralha e os dentes encerados

2 – isole os preparos com vaselina pastosa


3 - utilizando o pincel, preenchemos primeiro a muralha com a resina incisal e depois com a
resina
dentina cor 66.

4- Coloque resina no sulco gengival do modelo para evitar falha de resina no bordo

5- Insira a muralha com a resina no modelo e aguarde, polimerização final.


6- remova a muralha

7- posicione no modelo para possíveis correções

Material de acabamento

Pontas e disco diamantados Lixas

8- remova os excessos com broca de tungstênio


9- individualize os dentes usando um disco diamantado1
10- conclua o acabamento utilizando a sequencia de lixas
Polimento

O polimento é feito utilizando escovas e pasta de brilho própria para resina acrílica.
Pode ser feito tanto no torno com no motor de bancada

Provisórios prontos
RESINA FOTOPOLIMERIZÁVEL

Histórico
Durante muito tempo, o material estético mais utilizado na confecção de peças
protéticas foi a resina acrílica quimicamente ativada, porem sua resistência à abrasão e
compressão deixavam um pouco a desejar. Para melhorar esse fator estudou-se adicionar
partículas inorgânicas em sua matriz orgânica, porém essas partículas não se aderiam
naturalmente e soltavam-se. BOWEN é considerado o pai da resina composta, pois
desenvolveu um meio de adesão das partículas inorgânicas à matriz, tratando-as com vinil
silano, o que permite sua adesão.

Composição
- Parte Orgânica – Matriz- Resina Acrílica Modificada
- Parte Inorgânica - Pérolas de Vidro, Quartzo, Feldspato, Estrôncio, Porcelana, tratadas
com vinil silano.

Considerações Clínicas
- Biocompatibilidade: São compatíveis aos tecidos dentais desde que o dente esteja forrado
com Hidróxido de Cálcio, Fosfatos, Policarboxilatos, Liners ou Verniz.

- Radiopacidade: As primeiras resinas não eram radiopacas, logo não se detectavam


infiltrações ou excessos gengivais. Hoje, as resinas, com o acréscimo das partículas de
vidro, e estrôncio ganharam radiopacidade.

- Estabilidade de Cor: Hoje é satisfatória, pois é menos porosa.

- Resistência à Abrasão: Muito Satisfatória

- Adesão a Estrutura Dentária: A resina por si não adere ao dente, necessita de


condicionamento ácido e adesivo para oferecer excelente adesão.

Tipos:

- Quimicamente Ativada: em uma pasta existe o ativador e na outra o iniciador

- Ativadas por Luz Ultravioleta: Era somente utilizada pelo C. D., não se usa mais devido
aos possíveis efeitos prejudiciais da radiação ultravioleta.

- Ativadas por Luz Visível: Muito usada, principalmente pelo C.D. utiliza um
comprimento de onda que polimeriza a resina. (Luz Azul)

- Ativadas por Luz Xenon Estroboscópica: Utiliza também um comprimento de onda


para polimerizar. Ex: Forno Unixs – Sistema Kulzer – Power Lux

- Ativadas por Luz Dicróica: Utiliza também comprimento de onda. Ex: Forno Edg Lux
Indicação

É uma massa fotopolimerizável à base de feldspato utilizada na estética de Prótese Fixa.


Devido à elevada resistência a impactos pode ser utilizada em trabalhos telescópicos.
Pode ser aplicada sobre estruturas metálicas com retenção mecânica, sobre fibras
ou pura. (Inlay, Onlay e Facetas Laminadas).
Material estético, com característica adesiva ao metal.
TÉCNICA DE APLICAÇÃO

Após a troquelização dos modelos e os cuidados necessários com a toillet gengival e a


delimitação dos bordos iniciamos a aplicação da resina fotoativada.

Técnica de Aplicação

Afastamento gengival do dente Alivio em cera, proporcionar


espaço troquelizado para o cimento

Resina foto, dentina cor A2 e incisal Aplicar a dentina no preparo

Aplicação da dentina no preparo


Colocar a dentina já deixando o espaço para incisal, proporcional para a
transição da dentina e incisal

Aplicação da incisal

Acabamento

Brocas e disco diamantado Escovas de polimento


Trabalho concluído
CERÂMICA
A cerâmica convencional é uma cerâmica vítrea, que possui como principais
componentes químicos minerais cristalinos, tais como o feldspato, quartzo, alumina e caolin,
em uma matriz vítrea; as proporções de cada produto variam conforme o tipo de cada
cerâmica (alta, média ou baixa fusão).
É um material estético, com característica adesiva ao metal:

Os dentes naturais se caracterizam por uma transição de transparência sem rupturas,


desde a borda incisal até a área interproximal e por uma translucência matizada em todo o
corpo do dente. Para uma restauração satisfatória, é necessário reproduzir estas transições de
transparência e translucência. Para tanto é necessário que as cerâmicas sejam aplicadas em
camadas.
Após a troquelização dos modelos e os cuidados necessários com a toillet gengival e a
delimitação dos bordos iniciamos a aplicação da Cerâmica Odontológica.

Escalas
Existem várias marcas de cerâmicas de diferentes composições, e cada uma delas possui uma
escala para tomada da cor do dentes. Possuem também recursos para possibilitar um resultado
que permita chegar mais próximo das características do dente natural, através de uma gama de
massas e efeitos.
Materiais usados na aplicação da Cerâmica

• Wash opaque - deve ser aplicado em camadas finas para mascarar o metal.

• Opaco – utilizado para cobrir o metal, tem na sua composição óxidos metálicos zircônio
– titânio – estanho. z

• Dentina opaca – responsável pela


forma estrutural do dente.

• Dentina ou corpo – responsável pela


tonalidade ou cor – constitui a maior parte da
restauração.

• Incisal – camada translúcida aplicada na incisal.


• Nuance – permite reproduzir o efeito de profundidade desejada na zona da dentina e do
incisal.

Para a reconstrução das características encontradas nos dentes naturais, as cerâmicas


odontológicas oferecem vários recursos através de aplicação de:

- massas cervicais
- massas translúcidas
- pinturas internas
- pinturas externas
- e outros ...

As massas cerâmicas se apresentam coloridas para diferenciar uma camada da outra

Trabalho concluído

Aplicação standart Aplicação caracterizada


Técnica de Aplicação de um dente standart

Após a troquelização dos modelos e os cuidados necessários com a toillet gengival e a delimitação
dos bordos iniciamos a aplicação da Cerâmica Odontológica

Coping pós fundição

Coping usinado

Coping jateado com oxido de


alumínio pronto para aplicar
opaco .
Oxidação ou Degasificação:
Processo que elimina os gases e impurezas q
ocorrem no processo de fundição

Próximo passo
Próximo passoéaé
aplicação do opaco
a aplicação do opaco
Próximo passo é a aplicação do opaco

Aspecto pós aplicação do opaco

O enceramento diagnóstico é fundamental Um recurso interessante para copiar o


para o planejamento adequado ao espaço enceramento feito é a confecção de uma
muralha de silicone, que nos permite guiar
protético.
a aplicação da cerâmica

Cerâmica preparada para aplicacação com pincel ou espátula apropriada

dentina (amarela) incisal (azul)


Sequência da aplicação das massas

Após a aplicação das massas de


dentina e incisal, passar um pincel
para fazer o degrade da incisal
para a dentina .

Aplicar a dentina e a incisal na primeira


queima, um pouco maior, porque a
cerâmicacontrai muito, na primeira
queima .
Aspecto da aplicação após a primeira queima .

2º queima de cerâmica , feita para corrigir a


contração

Ajuste de ponto de contato e retoque nas caracteristicas anatômicas do dente a ser reconstruído
Acabamento e textura

Aplicação do glaze antes da queima

Aspecto pós aplicação do glaze

Trabalho finalizado
MATERIAIS
Material de Moldagem em Odontologia
Os materiais de moldagem podem ser: reversíveis ou irreversíveis
Dividem-se em dois grupos:

 Elásticos - têm como característica a elasticidade.


 Anelásticos - não possuem elasticidade.

Alginato:

Caracteriza-se por ser um material elástico e irreversível.

O alginato, enquanto material de moldagem possui as seguintes propriedades:

 Fidelidade - para a estabilidade dimensional


 Compatibilidade biológica - local (boca)
 Confortabilidade - deve ser confortável tanto ao paciente, quanto ao profissional
(odor, temperatura, tempo de manipulação)

Indicações de uso de alginato: Prótese Parcial Removível, confecção de modelos de estudo,


Prótese Total, duplicação de modelos, Antagonista.

Manipulação do alginato

 Deve ser executada em pó e líquido na proporção de 1/1.


 O tempo de espatulação deve ser de 30” a 40”
 Tempo de presa: 1’ a 2’30” contados a partir da espatulação.

Manuseio após moldagem


 Realizar desinfecção do molde;
 Aguardar 30 minutos em uma câmara de umidade;
 Verter o gesso especifico para o tipo de trabalho a ser
executado;

Desinfecção no molde (imersão ou borrifar o agente):


 Hipoclorito de sódio 1%;
 Glutaraldeído 2%;

Sinérese –
É o processo de volatilização da água,
provocando desidratação causando alteração
do molde.
Embebição –
Denominamos embebição o excesso de
água sobre o molde, após a presa,
causando alteração no mesmo.

Processo de separação molde/modelo:

Deve ser feito em água corrente, fazendo a separação em movimentos leves. Para evitar alteração no molde, o
mesmo deverá ser vazado rapidamente ou ser acondicionado em câmara de umidade.

Elastômero:
É um material elástico e irreversível.
Classificação química:

 1- Polissulfetos (mercaptanas);

Desinfecção no molde:
 Hipoclorito de sódio 1% por 10 minutos;

Confecção do modelo:
 Aguardar 30 minutos para verter o gesso no molde (memória
elástica);
 Separação molde/modelo em água corrente em movimentos
brandos e laterais

 2-Poliéteres;

Desinfecção no molde:
 Glutaraldeído 2% por 10 minutos;

Confecção do modelo:
 Aguardar 1 hora para verter o gesso no molde (memória
elástica);

Separação molde/modelo em água corrente em movimentos


brandos e laterais
 3-Silicones por Condensação;

Desinfecção no molde:
 Glutaraldeído 2% ou hipoclorito de sódio a 1% por 10 minutos;

Confecção do modelo:
 Aguardar 1 hora para verter o gesso no molde (memória elástica);

Separação molde/modelo em água corrente em movimentos


brandos e laterais
 4-Silicones por Adição;

Desinfecção no molde:
 Glutaraldeído 2% ou hipoclorito de sódio a 1% por 10
minutos;
Confecção do modelo:
 Aguardar 1 hora para verter o gesso no molde (para não
ocasionar bolhas no modelo de Gesso

Separação molde/modelo brandos e em água corrente em


movimentos brandos e laterais.

Quadro comparativo das propriedades e características dos materiais de moldagem


Hidrocolóide Polissulfeto Poliéter Silicone de Silicone de
Reversível Condensação Adição
Estabilidade Regular Regular Muito boa Regular Excelente
Dimensional
Deformação Alta Alta Baixo Alta Baixa
após a presa
Tempo para Imediato 30 minutos 7 dias mantido 1 hora Após 1 hora até
verter o gesso seco 7 dias
Reprodução de Regular Boa Excelente Boa Excelente
detalhes
Resistência ao Muito baixa Alta Média Baixa Baixa
rasgamento
Tempo de Pequeno Grande Pequeno a Médio a longo Médio a longo
trabalho médio
Facilidade de Técnica difícil Regular Boa Boa Boa
uso
Facilidade de Muito fácil Fácil Moderada a Regular Regular
remoção difícil
Odor Excelente Pobre Regular Excelente Excelente
Esterilização Regular Regular Regular Excelente Excelente
Custo Baixo Baixo Muito alto Regular Muito Alto

Pasta Zinco-Eugenólica ou Pasta Zinco-Enólica:


É um material anelástico ( não possui elasticidade) e irreversível.

Desinfecção no molde:
Glutaraldeído 2% ou hipoclorito de sódio a 1% por 10 minutos;

Separação molde/modelo em água corrente em movimentos brandos e laterais


Godiva:
É um material reversível, anelástico e termoplástico.

Desinfecção no molde:
Hipoclorito de sódio 1%

A separação do molde/ modelo deve ser feita por imersão em água quente entre 60º C a 70ºC

Material de Reprodução
GESSO
Material utilizado na reprodução de modelos:

 Gesso densita: é um gesso de alta resistência e fidelidade.


 Gesso pedra: é um gesso de menor resistência, porém com fidelidade.
 Gesso comum: possui baixa resistência e pouca fidelidade.

Tipos e características
GESSO DENSITA

Apresentação: Pó, acondicionado em potes.


Nome comercial: Durone, Exadur, Poli-rock, Herostone, Vel-mix, Suprastone

Indicado na confecção de:

 Troqueis prótese fixa


 Modelos de estudo
 Ortodontia

Manipulação: pó e líquido (água) na proporção de 4/1 ou de acordo com as especificações


do fabricante.
Tempo de Presa: 40’ a 60’
Processo de separação molde/modelo: em água corrente e movimentos leves
GESSO PEDRA

Apresentação: Encontramos no mercado o gesso pedra em pó, nas cores branca,


cinza e amarelo. Vem acondicionado em envelopes.

Indicado na confecção de: modelo funcional em Prótese Total, modelo antagonista


e modelo de estudo.

Manipulação: Pó e líquido (água) na proporção de 3/1


Tempo de espatulação: 40”. Tempo de presa final: 40’.
Processo de separação molde/modelo: em água corrente, com movimentos leves.

Decorrido aproximadamente 20’ da espatulação ocorre uma liberação de calor que


denomina-se exotermia. Durante este fenômeno não deve ser tocado.

GESSO COMUM

Apresentação: É encontrado no mercado sob a forma de pó, acondicionado


em envelopes.
Nome Comercial: Várias marcas.

Indicação: É indicado para: inclusão em mufla e montagem em articulador.

Manipulação: Pó e líquido (água) na proporção 2/1.

Separação molde/modelo: Em água corrente com movimentos leves.

COMO SE DÁ O PROCESSO DE PRESA

Ocorre quando, no contato do pó e líquido, as moléculas dissolvem-se, tornando-se


saturadas. A saturação dá origem à instabilidade, cristalizando-se em forma de agulhas que
se entrelaçam conferindo resistência ao gesso.
Ceras
A cera tem fundamental importância na prótese odontológica. É com ela que
desenvolvemos, inicialmente, a assimilação da anatomia dental, usando blocos pré-
fabricados para o enceramento regressivo, e cera colorida para enceramento progressivo.
Constituem a base para Estruturas Metálicas Fundidas, Prótese Fixa, Prótese Total,
Prótese Parcial Removível e Enceramento diagnóstico.

Tipos:

Rosa

Apresentação:
 Lâminas: nas cores vermelha e rosa

Tipos:
 Nº 7 – mole (dias frios) escura
 Nº 9 – dura (dias quentes) clara

Composição:
 cera de abelha
 parafina
 corantes

Indicação:
 Para impressões ou mordidas
 Plano de Orientação
 Ceroplastia de gengiva
 Mucosa artificial

Cuidados:
 Plastificação no Bico Bunsen ou lamparina
 Verificar propriedade adesiva
 Verificar rigidez de cera
 Aguardar solidificação
Cera Utilidade
Apresentação:
 lâminas (vermelhas)

Indicação:
 Proteção fundo de sulco vestibular (saco)
 Ajuste da moldeira de estoque
 Ajuste dos modelos em articulador
 Para soldagem em Prótese Fixa

Pegajosa ou Adesiva
Apresentação:
 Bastões e Tabletes

Composição:
 Cera de Abelha
 Resina Damar
 Corantes
 Fixação do Sprue no Padrão de Cera

Indicação:
 Fixação de Pôntico ao Retentor para serem soldados
 Base de Enceramento Progressivo
 Faceta em Provisório

Cera para Fundição


Apresentação:
 Latas, barras e fios
 Nas cores: verde, azul e laranja

Composição:
 Parafina
 Resina Damar – (Pinheiros)
 Cera de Carnaúba – (Palmeira)
 Corantes
 Contração: 0,3%

Indicação:
 Ceroplastia ou Escultura de Incrustações
 Coroas Totais
 Pivot ou Coroa de Espiga
 Núcleos Coroas Veneer
 Casquete para Metalo Cerâmica
 Ceroplastia PPR e canal de alimentação (sprue)
Alterações morfológicas e dimensionais ocorrem quando durante a manipulação,
não for respeitada a temperatura exigida que deve ser de 60ºC.
Cera Branca
Apresentação:
 Bastões, cubos e bloco

Indicação:
 Escultura de Jaquetas
 Facetas de Coroa Veneer
 Escultura de Coroas e Dentes (Enc. Regressivo)
Revestimento
Material refratário pois suporta altas temperaturas, indicados para inclusão de
padrão de cera, que originaram as peças fundidas.

Existem dois tipos:

 Aglutinados com gesso: são usados para ligas que se fundem


a menos de 1080ºC. Tipos: comum e cristobalite.

 Aglutinados com fosfato: são usados para ligar com ponto de


fusão mais elevados. Deve ser sempre observado a especificação
dos fabricantes.

Nota:
Ambos são incompatíveis entre si, portanto a cubeta usada para um tipo não deve
ser usada para outro (Shillingburg).

Estes materiais devem atender os seguintes requisitos:


 Reproduzir precisamente na forma.
 Ter resistência suficiente ao calor da queima e da fundição do metal.
 Expandir –se suficiente para compulsar a contração da liga por polidificação.

Expansão de Presa do Revestimento

Ocorre por conseqüência da expansão normal dos cristais que é intensificada pela
presença de partículas de sílica, interferindo na formação da estrutura cristalina do gesso,
expandindo-se para fora. A manipulação do revestimento pode ser feita manual ou
mecanicamente (vácuo).
Anel de Fundição

Peça metálica ou de silicone que será presa com material de duplicação que
deverá reproduzir as formas e tamanho do padrão. Encontradas em vários tamanhos, para
atender os diferentes tipos de prótese nele incluídos. Para a execução da inclusão é
necessário que se tenha uma base, a qual chamamos de base formadora de cadinho.

Anel Metálico Anel Silicone

Cadinho

É a peça refratária onde se funde a liga .

Ligas Metálicas

Qualquer elemento químico capaz de ionizar-se positivamente em uma solução


eletrolítica é um metal. A união de dois ou mais metais obtidos através da fusão dos mesmos
é denominada liga metálica.
Tipos:
 Ligas amarelas de ouro
 Ligas brancas de ouro
 Ligas de paládio
 Ligas de prata
 Ligas alternativas (não-nobres)

As ligas odontológicas são específicas para a utilização no meio bucal, portanto


devem possuir biocompatibilidade.
O ponto de fusão das ligas metálicas vai variar de acordo com a sua composição.

Dentro das ligas odontológicas encontramos:

 Ligas de baixa fusão – 400ºC a 600ºC - Ex: ouro-prata


 Ligas de média fusão – 700ºC a 1000ºC - Ex: cobre-alumínio
 Ligas de alta fusão – 1100ºC a 1350ºC - Ex: niquel-cromo e cromo-cobalto

Tratamento:

As ligas após a fundição precisam receber tratamento especial:

 Ligas de baixa fusão – T.T.E. (Tratamento Térmico Endurecedor) deixar o


anel esfriar até a temperatura ambiente.

 Ligas de alta fusão – T.T.A. (Tratamento Térmico Amaciador) resfriar o anel


em água imediatamente após a fundição (choque térmico).

Estes tratamentos serão dados de acordo e sempre com a especificação do


fabricante de cada liga.

Fundição

Após a confecção dos padrões de cera os elementos serão incluídos em anéis


próprios, sempre de acordo com o tipo de trabalho e liga a ser fundida. Dos sistemas de
fundição, podemos citar o mais utilizado por seu baixo custo o sistema mecânico onde temos
um forno para eliminação da cera e expansão do revestimento e uma centrifuga tipo manual,
elétrica ou por indução.

Manual Elétrica Indução


As fontes de calor utilizada para as fundições odontológicas podem ser :

Gás/Ar – cuja variação de fusão está entre 870ºC a 1040ºC

Gás/Oxigênio – cuja variação de fusão esta entre 1260ºC a 1430ºC

Limpeza das Peças Protéticas

A limpeza das peças protéticas após fundição pode ser feita através de jato, usando
micro esfera de vidro, oxido de alumínio ou a mistura de ambos, e também por ultrason.
Resinas Acrílicas Sintéticas
Termoendurecida - R.A.A.Q.

Termoplástica - R.A.A.T.

É um material translúcido, com resistência mecânica, com resistência a abrasão e


impermeável aos fluídos bucais (higiênica)

R.A.A.T. - Resina Acrílica Ativada Termicamente (lenta polimerização)

Composta por:
Monômero = líquido
Polímero = pó

Composição pó:
Polimetacrilato de Metila - Polímero
Pigmentos Corantes
Peróxido de Benzoila – iniciador da polimerização
Composição Líquido
Metacrilato de Metila - Monômero volátil
Hidroquinona – Inibidor de Polimerização
Dimetacrilato de Glicol- Cruzador de Cadeia

Fases da Resina

1 - Arenosa -> areia molhada -> sem coesão


2 - Melaço -> certa viscosidade (melado)
3 - Pegajosa -> aspecto fibrilar (Fios – Teia de aranha)
4 - Fase plástica -> apresenta consistência de massa em 5’ (+ ou - )
5 - Borrachóide -> apresenta consistência de borracha -> não há escoamento -> fratura.
Técnicas para condução de aplicação de calor provocando a polimerização:
Aquecimento lento por tempo mínimo determinado 3 horas -> água fervente
Aquecimento rápido sob pressão – Termopolimerizadora

Nota: Resfriamento após o ciclo de polimerização deve ser lento e natural até chegar à
temperatura ambiente. Se o resfriamento for rápido provoca alterações morfológicas;
indução de tensões na resina podendo ficar: friável ou quebradiça.

Indicações:
1. Base de Prótese Total
2. Consertos ou Reembasamento
3. Placas de Mordida (pouco uso)
4. Moldeiras Individuais
5. Chapa de Prova
6. Prótese Buco Maxilo
7. Guia Cirúrgico
8. P.P.R. Mucosa e Gengiva

R.A.A.Q. - Resina Acrílica Ativada Quimicamente ( rápida polimerização)


Auto Polimerizável
Composta por:
Monômero = líquido
Polímero = pó
Composição pó:
Polimetacrilato de Metila - Polímero
Pigmentos Corantes
Peróxido de Benzoila – iniciador da polimerização
Composição Líquido
Metacrilato de Metila - Monômero volátil
Hidroquinona – Inibidor de Polimerização
Dimetacrilato de Glicol- Cruzador de Cadeia
Dimetilptoluidina - Ativador da Reação de Polimerização-
Fases da Resina:
1 - Arenosa -> areia molhada -> sem coesão
2 - Melaço -> certa viscosidade (melado)
3 - Pegajosa -> aspecto fibrilar (Fios – Teia de aranha)
4 - Fase plástica -> apresenta consistência de massa em 5’ (+ ou - )
5 - Borrachóide -> apresenta consistência de borracha -> não há escoamento -> fratura.

Ciclo de Polimerização: Reação química em cadeia -> reação exotérmica (calor)

Indicações:
Provisórios
Consertos rápidos
Base de prova
Placas de mordida
Aparelhos ortodônticos móvel
CAD/CAM

Nos últimos anos a odontologia e a prótese dentária estão presenciando um grande


avanço tecnológico aliado a novos materiais. Um desses avanços é o sistema de
escaneamento e usinagem CAD/CAM.
CAD do inglês, “Computer-Aided Design”, em português, desenhoauxiliado por
computador. O CAD consiste na criação de um projeto virtual da arquitetura e
design bucal, permitindo assim a previsibilidade dos resultados, ganhando em
precisão e agilidade no processo.
CAM do inglês, “Computer-AidedManufacturing”, em português, manufatura
auxiliada por computador. O CAM consiste na criação física do projeto, ou seja, a
usinagemdos diversos tipos de materiais por meio de CNC (Controlador Numérico
Computadorizado) que permite o gerenciamento de máquinas como fresadoras e
tornos.
Referências Bibliográficas

- Assaoka, S; et al; Príncipios Fundamentais Técnicas Laboratoriais


- Bottino, M.; Metal Free

- Cardoso, R.; Odontológica Vol. 6

- Coelho; Souza Prótese Coroas e Pontes

- Ewing, E.; Prótese Parcial Fixa

- Jiménez, V.; Prótese Sobre Implante

- Jr, J.; Oclusão Clínica

- Lopes, L.; Prótese Adesiva

- Malone, W.F.; Teoria e Prática de Prótese Fixa

- Marzouk, K. e cols.; Dentista Operatória

- Mondelli, J.; Ligas Alternativas para Restaurações Fundidas

- Pegoraro, L.; Prótese Fixa

- Ramfjord, A..; Introdução a Oclusão Funcional

- Schmidseder, J.; Odontologia Estética

- Simonsen; Thompson; Restaurações Adesivas

- Simonpaoli; Atlas de Prótese Fixa Metalocerâmica

- Shillingburg, H.; Fundamentos da Prótese Fixa

- Vieira, D.; Reconstrução Estética

- V Congresso Paulista de Técnico em Prótese Odontológica – Atualização em Prótese


Dentária

Vídeo

- Constesini, G.; Prótese Parcial Fixa Vol 1 e Vol 2

- Miller, L.; Porcelana Vol 1 e Vol 2

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