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UFMS – FAENG – CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Máquinas Síncronas- 2024/s2 – Prof. Dr. Valmir Machado Pereira – Aula nº 12.

Prática Nº. 2 - Data de realização: 30/08/2024.


CARACTERÍSTICAS DE CIRCUITO ABERTO E DE CURTO-CIRCUITO

O estudo das CARACTERÍSTICAS DE CIRCUITO ABERTO e de CURTO-CIRCUITO é necessário para


determinação de características da máquina síncrona tais como: a reatância síncrona, as perdas a vazio, a relação de
curto circuito e também para se levar em conta os efeitos de saturação.

MATERIAL NECESSÁRIO (por bancada)


- 01 Máquina Síncrona (operando como gerador síncrono) - 01 Medidor de rpm (tacômetro digital)
- 01 Motor de corrente contínua, como máquina primária - Fontes CC, instrumentação e cabos com pinos banana
- 03 Multímetro (funções voltímetro e 2x amperímetro) para alimentação da armadura da máquina CC e das
- 02 Amperímetro DC (para o motor CC) excitações do motor CC e da máquina síncrona
- 01 Frequencímetro

1. FUNCIONAMENTO DO GERADOR SÍNCRONO A VAZIO


1.1. OBJETIVO
Levantar a característica de circuito aberto (ou curva de magnetização) e determinar as perdas a vazio do
gerador síncrono (GS).

1.2. INTRODUÇÃO
1.2.1 Característica de Circuito Aberto
A característica de magnetização é a relação entre o fluxo () (ou densidade de fluxo (B)) e a força magneto
motriz (FMM) de excitação da estrutura magnética. Como o valor eficaz da fem, Ef, é proporcional ao fluxo que corta
as bobinas da armadura e a FMM é proporcional à corrente de excitação If que é estabelecida nos polos da máquina
síncrona (MS), a característica de magnetização, também chamada característica de circuito aberto (ou a vazio) é
normalmente apresentada como tensão Ef em função da corrente If. A curva é obtida com a MS girando na velocidade
síncrona e variando-se o valor da corrente If e medindo-se o valor da tensão gerada nos terminais (Figura 1.1).
Junto com este ensaio são obtidas as perdas rotacionais a vazio, que consistem nas perdas por atrito e
ventilação, constantes para uma dada velocidade, e as perdas no ferro correspondentes ao fluxo da máquina a vazio. A
Figura 1.2 mostra a variação das perdas rotacionais (atrito e ventilação), a vazio, da máquina síncrona.

Figura 1.1: Curva característica de circuito aberto. Figura 1.2 - Curva característica das perdas rotacionais a vazio.
Ef Pfca

If Ef

1.2.2 Perdas Rotacionais a Vazio


As perdas por atrito e ventilação (PA&[Link]) e as perdas no ferro em circuito aberto (Pfca) do GS são obtidas a
partir da medição da potência de entrada na máquina primária (motor cc) para três diferentes condições:
a) Pmed0: potência de entrada do motor CC, a 1800 rpm, sem nenhuma carga acoplada no eixo (representa as
perdas do Motor CC a 1800 rpm).

b) Pmed1: potência de entrada do motor CC, em 1800 rpm, tendo acoplado ao seu eixo o GS, sem excitação:
Pmed1 = Pmed0 + PA&[Link] ➔ PA&[Link] = Pmed1 - Pmed0
c) Pmed2: potência de entrada do motor CC, em 1800 rpm, tendo acoplado ao seu eixo GS, a vazio, com excitação
que produz VN:
Pmed2 = Pmed1 + Pfca ➔ Pfca = Pmed2 - Pmed1
1.3 PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS

1.3.1 Determinação da característica de circuito aberto


A figura 1.3 mostra o esquema de ligação utilizado no ensaio de circuito aberto.

Fig. 1.3 – Esquema de ligação para ensaio de circuito aberto.

1. Selecionar os equipamentos e registrar as características dos mesmos.


2. Com as fontes desligadas, realize apenas as ligações para o motor CC (MCC), excitação independente (ver
nomeclatura em INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES na última página).
3. Dar partida ao MCC (ver “CUIDADOS” abaixo) e ajustar a sua velocidade em 1800 rpm, utilizando um tacômetro
para controle. Anotar na Tabela 1 o valor da potência de entrada do MCC sem carga no eixo ( Pmed0).
CUIDADOS:
Para ligar (colocar em operação) o motor CC:
SEMPRE alimentar PRIMEIRO o CAMPO com a corrente nominal para depois aplicar progressivamente tensão na
ARMADURA (0V até o valor que fornece a velocidade desejada).
Para desligar o motor CC:
SEMPRE desligar PRIMEIRO a alimentação da ARMADURA e depois o CAMPO.
4. Com as fontes desligadas, execute as ligações para o GS. Anote o tipo de conexão dos enrolamentos do estator do
GS. Nos terminais do GS além do voltímetro adicione um frequencímetro (lingueta vibratória).
5. Dar partida ao MCC de acionamento e ajustar a velocidade do grupo à velocidade nominal (1800 rpm) do GS,
utilizando um tacômetro. Anotar na Tabela 1 o valor da potência de entrada do MCC, com o GS acoplado ao eixo,
acionado em 1800 rpm sem excitação (Pmed1). Anotar o valor da tensão (remanescente) existente nos bornes do GS.
6. Inserir a excitação do GS, sempre crescente (lembrar do efeito da histerese), para isso defina uma série de valores da
corrente de excitação do GS de zero até o valor correspondente a 10% acima da tensão nominal, registrando-os na
Tabela 2 em ordem crescente. Entre os valores anotados deverá estar a corrente de excitação correspondente a
tensão nominal (VN), com frequência nominal.
7. Anotar na Tabela 1 o valor da potência de entrada do MCC, estando o GS com a excitação que produz a tensão
nominal, VN (Pmed2).
8. No relatório, com os dados da Tabela 2, apresentar a tabela e também a curva, como ilustrada na Fig. 1.1.

Tabela 1 – Potências fornecidas ao MCC


Medição sem o GS Ensaio a vazio do GS
Pmed0 Pmed1 Pmed2

Tabela 2 - Característica de circuito aberto


If
Ef
Observações:
• A fem (Ef) para o traçado da curva, é o valor de fase. Em uma máquina trifásica equilibrada os valores das tensões
nas outras fases devem ser iguais à primeira.
• Lembrar que a tensão gerada é proporcional à velocidade logo variações neste parâmetro afetarão os valores da
tensão induzida Ef. A frequência (f) deve ser mantida constante e igual à nominal. Caso não seja possível, fazer as
( )
correções: E = E '  f f ' . No caso de uso de um tacômetro digital as correções serão feitas por:

( )
E = E  n n , onde n é a rotação correspondente f nominal e E' a tensão obtida com rotação n' ou f'.
' '

2. FUNCIONAMENTO DO GERADOR SÍNCRONO EM CURTO-CIRCUITO


2.1. OBJETIVO
Levantar a característica de curto-circuito (para posterior obtenção da reatância síncrona “Xs”) e determinar as
perdas em curto-circuito do gerador síncrono.

2.2. INTRODUÇÃO
2.2.1 Característica de Curto-Circuito Fig. 2.1 - Curva característica de curto-circuito

A característica de curto-circuito (figura 2.1) é Iacc


um gráfico da corrente de armadura em curto-circuito
(Iacc) em função da corrente de campo (If), quando a
máquina está girando na velocidade síncrona. Com este
ensaio também são obtidas as perdas de curto-circuito,
importantes para a determinação da resistência efetiva de
armadura. If

Este ensaio, em conjunto com o ensaio de circuito aberto (Seção 1), permite obter Xs (ou Xd). Deve-se notar
que a corrente de curto-circuito é função linear da corrente de excitação (If ), uma vez que com os terminais em curto, a
tensão terminal (Vt) é nula e a corrente de armadura (Ia) está atrasada da tensão de excitação (Ef) de aproximadamente
90 graus (ver 2.3.2 em “Notas de Aula” - figura 2.3.4), portanto, a fem resultante é pequena para Iacc variando na faixa
normal, fazendo com que a máquina funcione em uma condição não saturada.
Tomando-se a equação Ef = (Ra + jXs)Iacc
Em geral Ra << Xs então pode-se escrever X s = Ef I acc com Ef e Iacc medidos para a mesma corrente de
excitação If, obtendo-se:
X s = Efns I acc para a reatância síncrona não saturada (valor linear),
X ss = Efs I acc para a reatância síncrona saturada.

2.2.2 Perdas em curto-circuito:


As perdas em curto-circuito do GS são obtidas a partir da medição da potência de entrada na máquina primária
(motor CC) para a seguinte condição:
Pmed3: potência de entrada do motor CC, a 1800 rpm, tendo acoplado ao seu eixo o GS, com a excitação que
corresponde a corrente nominal (IaN) nos terminais em curto-circuito:
Pmed3 = Pmed1 + Pcc ➔ Pcc = Pmed3 - Pmed1,

em que Pmed1 = valor definido no item 1.2.2b e registrado na Tabela 1 e Pcc representa o acréscimo de perdas do
conjunto (MCC+GS) com o GS em curto-circuito.

Pcc é o resultado da soma de duas parcelas: perda de curto-circuito do GS ([Link]) + perdas joule do MCC (PjMCC).
Deste modo, a perda total (trifásica) em curto-circuito no GS ([Link]) será obtida considerando que
[Link] = Pcc – PjMCC
onde
PjMCC = RaMCC  I aMCC
2
(RaMCC e IaMCC representam a resistência e a corrente de armadura do motor CC, respectivamente).

Adicionalmente, o valor da resistência efetiva de armadura, por fase, do GS pode então ser calculado por
Ra = [Link](fase) I aN(fase)
2

usualmente calculado à corrente nominal e suposto constante (comparar com o valor medido – ver Prática Nº.1).
2.3 PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS
2.3.1 Determinação da Característica de Curto-Circuito
A figura 2.2. mostra o esquema de ligação utilizado no ensaio de curto circuito da máquina síncrona.
Figura 2.2 - Esquema de ligação para o ensaio de curto-circuito

1. Selecionar os equipamentos adicionais e registrar as características dos mesmos.


2. Com as fontes desligadas, realizar as ligações mostradas na Fig. 2.2. Para o motor CC (MCC), excitação
independente, caso necessário, rever nomeclatura em INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES na última página.
Curto-circuitar a armadura do GS, conectando somente um amperímetro, no caso do mesmo ser digital. (Ou
conectando três amperímetros (semelhantes), no caso dos instrumentos disponíveis serem analógicos.)
3. Dar partida ao MCC de acionamento (ver “CUIDADOS” em “1.3.1”), variar progressivamente a tensão aplicada a
armadura para ajustar a velocidade do grupo à velocidade nominal (1800 rpm) do GS, utilizando um tacômetro.
4. Aumentar gradualmente a corrente de excitação do alternador, tomando-se leituras de If e de Iacc até o valor nominal
do GS, anotando os valores obtidos na Tabela 3, sem perigo de danificar o enrolamento do induzido. Uma vez que a
característica é linear, não há necessidade de tomar um número elevado de pontos.
5. Anotar na Tabela 4 o valor de Pmed3 (potência de entrada do MCC, para o GS com Iacc = Ian).

Tabela 3 - Característica de curto-circuito Tabela 4 – Potências fornecidas ao MCC


Ensaio em curto-circuito
If Pmed1 (Tabela 1) Pmed3
Icc

3 OBTENÇÃO DA REATÂNCIA SÍNCRONA (no Relatório):


3.1 Determinação do valor da reatância síncrona (saturada e não saturada)
De posse das características Icc = f(If) e Vt0 = f(If), onde Icc e Vt0 são valores de fase, pode-se calcular a reatância
síncrona para qualquer condição de excitação, ou seja, para qualquer corrente de excitação. Na Figura 3.1, para a
condição não saturada, escolhendo o ponto de If que produz Vt0 = Vt nominal (Vn), tem-se que para um valor de
excitação, como 0a= If; a corrente de curto-circuito é ab = Ia, e o valor da tensão de excitação para a mesma corrente de
campo é ad, lido na linha de entreferro. Note-se que deverá ser usada a tensão na linha de entreferro, porque a máquina
está funcionando na condição não saturada e nessa condição a reatância síncrona independe da magnitude de If.
Entretanto, deve ser notado que o valor que produz Iacc nominal no ensaio de curto-circuito geralmente não é o
mesmo que produz Vt0 = Vt nominal no ensaio em vazio. Assim, o método geralmente aceito para considerar um valor
saturado da reatância síncrona é lidar com a condição de densidade de fluxo que é associada com a fmm necessária
para produzir a tensão nominal em vazio.
Como mostrado na Figura 3.1, o valor da reatância síncrona saturada, Xss, sob tensão nominal Vt é Xss = Vt/Ia,
onde Ia é a corrente de armadura ab correspondente a Vt (nominal) ac, na característica a vazio (CAV). Assim, com a
resistência de armadura desprezada, o valor para a reatância síncrona, por fase, saturada é
X ss = ac ab = Efs I a  
Ainda de acordo com a Figura 3.1, obtém-se ad = Efns e ab = Ia. Assim, com a resistência de armadura
desprezada, o valor para a reatância síncrona, por fase, não saturada é
X sns = ad ab = Efns I a  
Figura 3.1 – Características da máquina síncrona Na Figura 3.1:
CAV: característica a vazio ou de circuito aberto (CCA);
Efns
CCC: característica de curto-circuito;
Efns : tensão de excitação se não houvesse saturação;

Efs Efs : tensão de excitação com o efeito da saturação;


Linha do entreferro: reta que representa o lugar
geométrico dos pontos correspondentes à tensão de
excitação sem saturação (o entreferro não satura, pois
consiste de ar).

3.2 Determinação do valor da reatância síncrona em pu


A reatância síncrona em pu é determinada por
X s(pu) = X * Z b  pu 
Onde:
X* = Xss ou Xsns;
Zb = Vb / Ib, em que Vb e Ib são a tensão e a corrente nominais por fase, respectivamente.

3.3 Determinação do valor da Xs considerando o valor da resistência de armadura


Considerando o valor da resistência de armadura, Ra (medido na Prática 1), a razão Ef / Ia determina o valor do
módulo da impedância síncrona, Zs. O valor da reatância síncrona será então obtido a partir da seguinte expressão
X s = Z s2 − Ra2
Determine os valores da reatância síncrona (saturada e não saturada) e o erro percentual introduzido ao não
considerar o valor da resistência.

3.4 Gráfico das curvas de Xsns e Xss


Em síntese, Xs varia com a corrente de campo como indicado na Figura 3.2 pela curva decrescente de Xss
(devido a saturação). Porém, em muitas situações de cálculo pode-se utilizar o valor linear de Xs (Xsns).

Nota: No caso de máquina de polos salientes, a reatância vista será a reatância de eixo direto Xd, então Xd = Ef/ Ia..

Figura 3.2 - Curvas características da MS


4 RELATÓRIO
4.1 Observar as orientações do Roteiro de Relatório de
Práticas de Laboratório.
4.2 Deverá conter:
a) Os cálculos para determinar as perdas por atrito e ventilação e
as perdas no ferro em circuito aberto do GS.
b) Os cálculos para determinar o valor da resistência efetiva de
armadura.
c) Diagramas esquemáticos e as tabelas com os valores medidos.
d) As curvas obtidas em vazio e em curto-circuito no mesmo
gráfico.
e) Os cálculos dos parâmetros de circuito equivalente da MS.
f) A relação de curto-circuito.
g) Explanação do procedimento adotado para obtenção das
reatâncias síncrona não-saturada e saturada.
h) As curvas de Xsns e Xss em um mesmo gráfico.
4.3 Deverá ser entregue impreterivelmente até 15/09/2024.
Obs.: Todo gráfico deverá ser devidamente cotado.
Após a confecção do relatório: Responda às seguintes perguntas:
1. O que representa o ensaio a vazio de uma máquina síncrona? Quais os cuidados práticos necessários a se adotar,
quando da sua obtenção?
2. De acordo com seu gráfico, a partir de qual valor de tensão gerada ocorre o “joelho” da curva? O que se pode
observar quanto a tensão gerada com relação ao aumento da corrente de excitação a partir do início da saturação
3. A característica em vazio é afetada pela velocidade. Pode-se afirmar o mesmo em relação a característica de curto-
circuito? Justifique (matematicamente).
4. Sabe-se que no ensaio de curto-circuito temos uma relação linear entre a corrente de armadura e a corrente de
campo; explique esta relação.
5. Qual a diferença entre reatância síncrona saturada e reatância síncrona não saturada? Exemplifique por intermédio
do ensaio acima.
6. O que é e qual a importância da relação de curto-circuito (RCC)? Como é possível obte-la? Quais seus valores
típicos?
7. Caso se tratasse de um gerador de grande porte como seria possível medir as tensões e correntes?

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: (Motor CC  Máquina Primária)

MOTOR (GERADOR)CC INDEPENDENTE / SÉRIE / SHUNT / COMPOSTO


Motor de CC com excitação independente Legenda:
(c/ interpolos ligados)
R1 – RR1: Armadura;
- Potência: 0,5 KW;
C1 – C2: Campo do MCC;
- Tensão de Armadura: 170 Vcc;
CC1 – CC2: Compound;
- Tensão de excitação: 190 Vcc;
- Velocidade: 1800 rpm; R2 – RR2: Polo Auxiliar;

- Ligações: Série / Shunt / Compound ; CS1 – CS2: Campo Série.


- Funciona como motor e gerador.

ESQUEMA PARAEXCITAÇÃO INDEPENDENTE


Com polo auxiliar ligado
Armadura do Motor (R1 e R2):
- Deve-se conectar o fio Positivo (+) da Alimentação ao Borne R1 (ou RR1*) e o fio Negativo (-) da Alimentação ao
Borne R2. Com Polo Auxiliar:- Deve-se interligar o Borne RR1 com o RR2

Campo do Motor (C1 e C2)


- Deve-se conectar o fio Positivo (+) da Alimentação ao Borne C1 e o fio Negativo (-) da Alimentação ao Borne C2.
* Para mudar o sentido de giro, troque a ligação do Borne R1 pelo RR1.

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