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Plano de Carreira de Oficiais

da Marinha - PCOM
Roteiro


Finalidade do PCOM

Habilitações para Cargos e Funções

Incorporação e integração da mulher nos meios
operativos; e

Regras de conduta e convivência entre
militares da MB
Finalidade do PCOM


O que é o PCOM?
– O PCOM é um documento
normativo e de planejamento,
aprovado pelo CM.


Para que serve?
– o propósito básico é de orientar
as ações de preparo e emprego
dos oficiais, visando ao
atendimento das necessidades
do serviço naval.
Finalidade do PCOM


Para que serve?
– Apresentar a organização hierárquica, a constituição
dos Corpos e Quadros e as escalas de antiguidade
dos(as) oficiais de carreira da Marinha.
– Estabelece normas gerais sobre o preparo e o
emprego dos(as) oficiais.
– Estabelece normas gerais sobre o desenvolvimento da
carreira, desde o ingresso até a exclusão dos(as)
oficiais do SAM.
– Estabelece os principais conceitos e normas para o
planejamento corrente das carreiras de oficiais da
Marinha.
Finalidade do PCOM


Para quem se aplica?
– aos oficiais de carreira e aos oficiais da Reserva da
Marinha convocados para o Serviço Ativo da Marinha
(SAM)


Para quem não se aplica?
– ???
Cap. 1 - Organização


Círculos e Escalas Hierárquicas
– Círculos hierárquicos: são âmbitos de convivência
entre militares da mesma categoria e têm a finalidade
de desenvolver o espírito de camaradagem, em
ambiente de estima e confiança, sem prejuízo do
respeito mútuo.

– Escalas hierárquicas: são sequências de graus


hierárquicos fixadas no EM e na legislação específica
sobre os Corpos e Quadros de Oficiais e de Praças da
Marinha. (cada Corpo e Quadro tem a sua Escala)
Cap. 1 - Organização


Círculos e Escalas Hierárquicas
CÍRCULOS HIERÁRQUICOS ESCALAS HIERÁRQUICAS

Almirante (Alte)*
Almirante-de-Esquadra (Alte Esq)
Círculo de Oficiais-Generais
Vice-Almirante (V Alte)
Contra-Almirante (C Alte)

Capitão-de-Mar-e-Guerra (CMG)
Círculo de Oficiais Superiores Capitão-de-Fragata (CF)
Capitão-de-Corveta (CC)

Círculo de Oficiais Intermediários Capitão-Tenente (CT)

Primeiro-Tenente (1º Ten)


Círculo de Oficiais Subalternos
Segundo-Tenente (2º Ten)
Cap. 1 - Organização


Corpos e Quadros de Carreira
– Corpos: são conjuntos de Oficiais que exercem
atividades afins.
– Quadros: são subconjuntos dos Corpos
Quadro Técnico (QT)
CORPO AUXILIAR Quadro de Capelães Navais (CN)
DA MARINHA (CAM) Quadro Auxiliar da Armada (AA)
Quadro Auxiliar de Fuzileiros Navais (AFN)
Cap. 1 - Organização


Corpos e Quadros de Carreira
CORPOS QUADROS ESC. HIERÁRQUICA
Oficiais da Armada (CA) 2º Ten a Alte Esq
Armada (CA)
Complementar de Of. da Armada (QC-CA) 2º Ten a CT
Oficiais Fuzileiros Navais (FN) 2º Ten a Alte Esq
Fuzileiros Navais (CFN)
Complementar de Of. Fuzileiros Navais (QC-FN) 2º Ten a CT
Oficiais Intendentes da Marinha (IM) 2º Ten a V Alte
Intendentes da Marinha (CIM)
Complementar de Of. Intendentes da Marinha (QC-IM) 2º Ten a CT
Engenheiros da Marinha (CEM) - 1º Ten a V Alte
Médicos (Md) 1º Ten a V Alte
Saúde da Marinha Cirurgiões-Dentistas (CD) 1º Ten a CMG
Apoio à Saúde (S) 1º Ten a CMG
Técnico (T) 1º Ten a CMG
Capelães Navais (CN) 1º Ten a CMG
Auxiliar da Marinha (CAM)
Auxiliar da Armada (AA) 2º Ten a CMG
Auxiliar de Fuzileiros Navais (AFN) 2º Ten a CMG
Cap. 1 - Organização


Escala de Antiguidade
– A escala de antiguidade é a ordenação dos(as) Oficiais
dos diversos postos, Corpos e Quadros em ordem
decrescente de antiguidade.
– Antiguidade Inicial: A ordem hierárquica de colocação
dos(as) Oficiais nos postos iniciais dos diversos Corpos
e Quadros resulta da ordem de classificação em curso,
concurso ou estágios.
Cap. 1 - Organização


Escala de Antiguidade (SisBol)
Cap. 1 - Organização


Escala de Antiguidade (desempate)
– Quando houver empate, a antiguidade será
estabelecida pelos critérios a seguir:
a) Oficiais do mesmo Corpo/Quadro: posição nas
respectivas escalas numéricas;
b) demais casos: data da promoção nos postos
anteriores, até a data da nomeação;
d) classificação no Curso de Formação de Oficiais
(CFO) ou no Curso de Graduação de Oficiais (CGO); e
e) data de nascimento (o de maior idade é mais antigo).
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Finalidade do Preparo
– O(A) Oficial é preparado(a), fundamentalmente, ao
longo da carreira, para o exercício de funções de
comando, de direção e de chefia.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Finalidade do Preparo
– O(A) Oficial é preparado(a), fundamentalmente, ao
longo da carreira, para o exercício de funções de
comando, de direção e de chefia.


Classificação dos Cursos
– Os cursos de Oficiais são classificados em cursos de:

Curso de Graduação (EN);

Curso de Formação (CIAW);

Cursos de Carreira; e

Cursos de Pós-Graduação.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Classificação dos Cursos
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Cursos de Carreira
– propiciam aos(as) Oficiais, progressivamente, a
obtenção da habilitação requerida ao exercício dos
cargos previstos em Tabela Mestra de Força de
Trabalho (TMFT).
– A aprovação nos cursos de carreira é um dos requisitos
para o acesso aos postos na carreira.
– determinados cursos de carreira possuem processos
seletivos próprios, que indicarão os(as) Oficiais em
condições de realizá-los (Ex. Aviação, Submarinos,
Hidrografia e Mergulhador de Combate)
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Cursos de Aperfeiçoamento (C-Ap)
– são destinados a:
– CA: qualificar os(as) Oficiais para funções e serviços na
operação de meios de superfície, de submarinos, de
aeronaves e de navios hidrográficos e oceanográficos
– CFN: ao exercício de cargos e funções em Unidades e
Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais
– CIM: aprimoramento da habilitação técnico-profissional
– Qualificar Oficiais (CA e CFN) para transferência ao
CEM e nas atividades de mergulho de combate
– Quantidade de vagas previstas para cursos: PCO
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Programa de Realização dos C-Ap
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Aperfeiçoamento Avançado (C-ApA)
– Os C-ApA são destinados a aprofundar os
conhecimentos acadêmicos dos(as) Oficiais da MB nas
áreas afetas às suas respectivas habilitações.
– Para os(as) Oficiais do CA, eles destinam-se a
aprimorar os conhecimentos científicos tecnológicos,
visando à operação e a manutenção de plataformas
modernas, ao acompanhamento do estado da arte em
equipamentos de defesa e à adequação da
capacitação à velocidade da evolução tecnológica.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Aperfeiçoamento Avançado (C-ApA)
– Para os(as) Oficiais do CFN, é destinado ao
aprimoramento operativo nos assuntos afetos ao
acompanhamento do estado da arte em termos de
planejamento militar e aprimoramento científico nas
áreas de interesse da Administração Naval.
– Para os(as) Oficiais do CIM, visam ao aprimoramento
dos conhecimentos específicos nas áreas de
administração e auditoria, logística de material, gestão
da informação, orçamento e finanças, visando ao
desempenho, com maior proficiência, das atividades
específicas da carreira do(a) Oficial do CIM.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Curso de Estado-Maior para Oficiais
Intermediários (C-EMOI)
– Destinado a propiciar a todos os(as) Oficiais dos
Corpos e Quadros os conhecimentos necessários ao
desempenho de comissões de caráter operativo e
administrativo
– Ênfase no Processo de Planejamento Militar e no
Estudo de Estado-Maior, para os(as) Oficiais do CA, FN
e IM
– Período de Realização: Entre o 4º e 5º ano de CT
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Cursos de Altos Estudos Militares (C-AEM)
– Destinados à capacitação de Oficiais para o exercício
de funções de Estado-Maior e para o desempenho de
cargos de comando, direção e chefia, possuindo
caráter de pós-graduação.

TABELA DE ADICIONAL DE HABILITAÇÃO


% do
Tipos de Cursos Quem faz jus (DGPM-101)
Soldo
Altos Categoria I 73 C-EMOS / C-SUP, ou Curso equivalente a Doutorado
Estudos Categoria II 68 C-QTE; ou curso equivalente a Mestrado
Aperfeiçoamento 45 C-Ap
Especialização 27 CPE-EN (2ºTen)
Formação 12 CE-EN (GM)
Cap. 2 - Preparo e Emprego


C-EMOS e C-Sup
– C-EMOS: destinado a ampliar o conhecimento dos(as)
Oficiais do CA, CFN e CIM, exceto opção QTE, visando
ao exercício das funções de Estado-Maior e de
Assessoria de alto nível, com ênfase nas doutrinas e
estruturas operativas e administrativas da MB.
– C-Sup: é destinado a ampliar o conhecimento dos(as)
Oficiais do CEM, do CSM e do CAM e opção QTE do
CA, CFN e CIM, visando às funções de assessoria de
alto nível, com ênfase em Administração.
– São realizados a partir do 5º ano do posto de CC.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


C-PEM
– destinado a complementar a qualificação dos(as)
Oficiais, visando ao exercício dos cargos da Alta
Administração Naval (Almirantado).
– Deve ser realizado até o 5º ano do posto de CMG.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


C-QTE
– são cursos de pós-graduação destinados a qualificar
Oficiais intermediários do CA, FN e IM para funções
técnicas que requeiram habilitações especiais.
– Os C-QTE são realizados em caráter de voluntariado
por um número limitado de Oficiais.
C-QTE Período de Seleção Realização do Curso
CA 3º ano do posto de 1ºTen 1º ou 2º ano do posto de CT
CFN e IM 4º ano do posto de CT 5º ou 6º ano do posto de CT
Cap. 2 - Preparo e Emprego


C-QTE (Cargos vinculados a cursos)
– Os(As) Oficiais do CA, CFN e CIM, que estejam
seguindo carreira na opção QTE, ao término dos
respectivos cursos, exercerão cargos que requeiram as
habilitações adquiridas, por período estabelecido no
ato de designação, normalmente o dobro ou o triplo do
tempo de curso.
– O vínculo estabelecido somente poderá ser
interrompido ou alterado mediante autorização da
autoridade que baixou o ato de designação.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Escalas de Comando e Direção (ECD)
– As ECD são anuais e têm validade a partir da
aprovação das Resoluções da CPO. Integrarão essas
escalas todos os(as) Oficiais que preencherem os
requisitos previstos em seus respectivos Planos de
Carreira e que vierem a ser selecionados pela CPO.
– A cada ano, são elaboradas novas escalas, com dados
computados até 31 de julho do ano anterior à sua
divulgação.
– O CM divulgará, preferencialmente até 31 de julho do
ano anterior à assunção do Cargo, a relação dos
Oficiais intencionados.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Escalas de Comando e Direção (ECD)
– Não serão incluídos nas ECD os(as) Oficiais:

presos(as), seja qual for o tipo de prisão, em virtude de
sentença penal transitada em julgado, ou de natureza
provisória, seja no âmbito da Justiça criminal comum ou
militar;

condenados(as) à pena que não implique em perda do
posto e da patente, enquanto durar o cumprimento da
pena;

julgados(as), em inspeção de saúde, com restrição
temporária ou permanente para o embarque ou tropa;

em LTSP, LTSPF, LESM, LAC, LTIP, LCCE, LG e LA;
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Condições e Requisitos p/ Inclusão em ECD
– Oficial deverá estar entre os 90% melhores pontuados
dos relacionados como aptos, tendo como referência a
Média Consolidada de Avaliação (MCA)
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Proficiência no desempenho de Cargos
– Aferição da Proficiência

Os Oficiais têm proficiência aferida pela CPO, a partir de
subsídios obtidos por avaliações periódicas e
complementares e de dados de carreira.

– Avaliações Periódicas

As avaliações periódicas são estabelecidas com base
em atributos morais, atributos profissionais, desempenho
na função e recomendações para o exercício de cargos.
Esse conjunto de informações compõe o Mapa de
Avaliação de Oficiais (Mapa A) da CPO.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Avaliação Periódica (Exemplo)
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Avaliações Complementares e Dados de
Carreira
– Avaliações complementares: são estabelecidas com
base no conceito do Oficial entre seus pares. Os dados
colhidos compõem o Mapa de Avaliação Complementar
(Mapa B) da CPO.
– Dados de Carreira: Os seguintes dados de carreira
compõem o Mapa de Carreira de Oficiais (Mapa C) da
CPO: dias de manobra/exercício; dias de mar; dias de
embarque, tropa, instrutoria, função técnica, comando e
direção; horas de vôo; horas de imersão; desempenho
em cursos de carreira; e operações de guerra.
Cap. 2 - Preparo e Emprego


Critério Objetivo para Avaliação
– As pontuações obtidas nos Mapas A, B e C serão
reunidas em uma média ponderada, denominada
Média Consolidada de Avaliação (MCA), utilizada como
critério objetivo para avaliação dos Oficiais, de acordo
com instruções estabelecidas pela CPO.
– Na organização das Escalas de Comando e de Direção
e dos Quadro de Acesso por Merecimento, a MCA será
empregada como critério de corte dos Oficiais mais mal
pontuados e, nos demais processos seletivos, servirá
como referência para identificar os que se realçam
entre seus pares.
Cap. 2 - Preparo e Emprego
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Definição
– A promoção significa a ascensão a um grau hierárquico
superior e depende do atendimento de requisitos
próprios.
– Os cursos de carreira preparam os Oficiais para o
exercício de cargos atinentes ao posto em que se
encontram e aos postos subsequentes.
– Os cursos de pós-graduação desenvolvem e
aprofundam os conhecimentos dos Oficiais em áreas
específicas de interesse do serviço.
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Critérios de Promoção
– As promoções são efetuadas pelos critérios de:
a) antiguidade;
b) merecimento; e
c) escolha.

*As promoções ainda podem ser efetuadas por bravura e “post mortem”
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Critérios de Promoção
a) Promoção por Antiguidade
– se baseia na precedência hierárquica de determinado
Oficial, dentro do mesmo Corpo ou Quadro.
b) Promoção por Merecimento
– se baseia nas qualidades e nos atributos do Oficial
entre seus pares, avaliado no decurso da carreira e no
desempenho de cargos e comissões exercidos.
c) Promoção por Escolha
– é aquela que defere ao Presidente da República a
escolha do Oficial que ascenderá a Oficial-General. ”
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


“MATERIAL BÔNUS”
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Insterstícios de Planejamento
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Datas das Promoções
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Critérios de Promoção
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Tempos Mínimos de Embarque (CA)
Tempo de embarque obrigatório, exceto quanto ao período de realização de
2ºTen
cursos de carreira.
Tempo de embarque obrigatório, exceto quanto ao período de realização de
1ºTen
cursos de carreira.
CT Seis anos na carreira, sendo obrigatório dois anos no posto.
CT (QTE) Quatro anos na carreira.
CC Sete anos na carreira.
CC (QTE) Quatro anos na carreira.
CF Oito anos na carreira, sendo obrigatório dois anos como Oficial Superior.
Cap. 3 – Carreira de Oficiais


Tempos Mínimos de Tropa (FN)
Tropa obrigatória, exceto quanto ao período de realização de cursos de
2ºTen
carreira.
Tropa obrigatória, exceto quanto ao período de realização de cursos de
1ºTen
carreira.
CT Seis anos na carreira, sendo obrigatório dois anos de tropa no posto.
CT (QTE) Seis anos na carreira.
CC Sete anos na carreira.
CC (QTE) Seis anos na carreira.
CF Oito anos na carreira, sendo obrigatório dois anos como Oficial Superior.
CA

FN

IM
CA

FN

IM

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