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Evolução e História dos Computadores

Gug

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matheussilv.1207
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História e Evolução dos Computadores

A evolução dos computadores acompanhou a evolução da


sociedade durante os séculos XX e XXI. Entretanto, a história do
computador não teve início apenas na modernidade.
Lembre-se que os computadores são aparelhos eletrônicos que
recebem, armazenam e produzem informações de maneira
automática.
Eles fazem parte do nosso cotidiano, sendo cada vez maior o número
de computadores usados no mundo.

História do Computador

A palavra “computador” vem do verbo “computar” que, por sua


vez, significa “calcular”. Sendo assim, podemos pensar que a criação
de computadores começa na idade antiga, já que a relação de contar
já intrigava os homens.
Dessa forma, uma das primeiras máquinas de computar foi o
“ábaco”, instrumento mecânico de origem chinesa criado no século V
a.C.
Assim, ele é considerado o “primeiro computador”, uma espécie
de calculadora que realizava operações algébricas.
No século XVII, o matemático escocês John Napier foi um dos
responsáveis pela invenção da "régua de cálculo". Trata-se do
primeiro instrumento analógico de contagem capaz de efetuar
cálculos logaritmos. Essa invenção foi considerada a mãe das
calculadoras modernas.
Por volta de 1640, o matemático francês Pascal inventou a
primeira máquina de calcular automática. Essa máquina foi sendo
aperfeiçoada nas décadas seguintes até chegar no conceito que
conhecemos hoje.
A primeira calculadora de bolso capaz de efetuar os quatro principais
cálculos matemáticos, foi criada por Gottfried Wilhelm Leibniz.

Esse matemático alemão desenvolveu o primeiro sistema de


numeração binário moderno que ficou conhecido com "Roda de
Leibniz".
Roda de Leibniz

A primeira máquina mecânica programável foi introduzida pelo


matemático francês Joseph-Marie Jacquard. Tratava-se de um tipo
de tear capaz de controlar a confecção dos tecidos através de cartões
perfurados.
George Boole (1815-1864) foi um dos fundadores da lógica
matemática. Essa nova área da matemática, se tornou uma poderosa
ferramenta no projeto e estudo de circuitos eletrônicos e arquitetura
de computadores.
Já no século XIX, o matemático inglês Charles Babbage criou
uma máquina analítica que, a grosso modo, é comparada com o
computador atual com memória e programas.
Através dessa invenção, alguns estudiosos o consideram o “Pai
da Informática”.
Assim, as máquinas de computar foram cada vez mais
incluindo a variedade de cálculos matemáticos (adição, subtração,
divisão, multiplicação, raiz quadrada, logaritmos, etc).

Evolução dos Computadores

O computador, tal qual conhecemos hoje, passou por diversas


transformações e foi se aperfeiçoando ao longo do tempo,
acompanhando o avanço das áreas da matemática, engenharia,
eletrônica. É por isso que não existe somente um inventor.

Primeira Geração (1951-1959)

Os computadores de primeira geração funcionavam por meio


de circuitos e válvulas eletrônicas. Surgiram próximo a guerra
mundial e efetuava cálculos matemáticos. Possuíam o uso restrito,
além de serem imensos e consumirem muita energia.
Um exemplo é o ENIAC (Eletronic Numerical Integrator and
Computer) que consumia cerca de 200 quilowatts e possuía 19.000
válvulas.
ENIAC (Eletronic Numerical Integrator and Computer).
Segunda Geração (1959-1965)

Ainda com dimensões muito grandes, os computadores da


segunda geração funcionavam por meio de transistores, os quais
substituíram as válvulas que eram maiores e mais lentas. Nesse
período já começam a se espalhar o uso comercial. Computador da
segunda geração com transistores.

Terceira Geração (1965-1975)

Os computadores da terceira geração funcionavam por


circuitos integrados. Esses substituíram os transistores e já
apresentavam uma dimensão menor e maior capacidade de
processamento.
Foi nesse período que os chips foram criados e a utilização de
computadores pessoais começou. Computador da terceira geração
com circuitos integrados.

Quarta Geração (1975-até os dias atuais)

Com o desenvolvimento da tecnologia da informação, os


computadores diminuem de tamanho, aumentam a velocidade e
capacidade de processamento de dados. São incluídos os
microprocessadores com gasto cada vez menor de energia.
Nesse período, mais precisamente a partir da década de 90, há
uma grande expansão dos computadores pessoais. Computador da
quarta geração.
Além disso, surgem os softwares integrados e a partir da virada
do milênio, começam a surgir os computadores de mão. Ou seja, os
smartphones, iPod, iPad e tablets, que incluem conexão móvel com
navegação na web.
Segundo a classificação acima, nós pertencemos à quarta
geração dos computadores, o que revela uma evolução incrível nos
sistemas de informação.
Um ponto de destaque é que a evolução dos computadores
ocorria de maneira mais lenta. Com o desenvolvimento da sociedade,
meios de comunicação e a divulgação científica podemos ver a
evolução dessas máquinas em dias ou meses.
Alguns estudiosos preferem acrescentar a “Quinta Geração de
Computadores” com o aparecimento dos supercomputadores,
utilizados por grandes corporações como a NASA.
Nessa geração, é possível avaliar a evolução da tecnologia
multimídia, da robótica e da internet.

Inclusão Digital

A inclusão digital é um conceito que determina o acesso aos


meios e ferramentas digitais contemporâneos, tal qual a internet.
Ela visa a democratização da tecnologia a partir da possibilidade de
produção e difusão do conhecimento para todos os cidadãos.

O que é hardware?

Os hardwares são as peças físicas que compõem um


computador, como as placas, o monitor, o teclado, a placa-mãe e o
disco rígido.

Eles são divididos em quatro elementos:

• Dispositivos de entrada: são os componentes que o usuário


conecta, como teclado e mouse.
• Dispositivos de saída: são os componentes que traduzem os
dados recebidos para uma linguagem acessível ao usuário,
como o monitor e as caixas de som.
• Componentes internos: são as peças que se conectam entre si
para que o computador funcione.
• Dispositivos de armazenamento secundário: são os
componentes responsáveis por armazenar os dados de forma
permanente no computador.

Exemplos de hardware

Um computador é formado por um conjunto de hardwares


Confira no quadro a abaixo os principais elementos que compõem o
hardware de um computador:
Elemento Descrição
Monitor É o equipamento que permite a visualização das
informações solicitadas pelo usuário.
Teclado É o elemento que permite a digitação, além de
também ser usado para comandos em jogos.
Mouse É o componente que possibilita ao usuário direcionar
o cursor e clicar em locais específicos para executar
uma tarefa.
Caixa de som É o equipamento que emite os sons pelo
computador.
Fonte de É o componente que fornece energia para o
energia funcionamento do computador.
Drive de São dispositivos que permitem a leitura de CDs e
DVD/CD DVDs no computador.
Placa-mãe É a placa central de todo o computador, onde todos
os outros componentes são conectados.
Processador Também conhecido como CPU, ele fica acoplado à
placa-mãe e é responsável por fazer o controle das
operações que a máquina realiza. Interfere
diretamente na rapidez das tarefas executadas.
Memória É a peça responsável por armazenar
momentaneamente os dados dos programas que
estão em execução no computador, ou seja,
enquanto o computador estiver ligado.
Placa de É o componente responsável por permitir a
vídeo visualização de imagens no monitor.
Placa de som É o componente que permite a emissão de sons pelo
computador.
Disco rígido Também conhecido como HD, é o equipamento que
armazena os dados permanentes do computador,
como documentos de texto e imagens salvas pelo
usuário.
Leitor interno Responsável por fazer a leitura do software para
acionar o computador.
O que é software?

Os softwares representam todas as instruções que o


computador recebe pelo usuário para que uma determinada tarefa
seja executada. Para isso, ele utiliza códigos e linguagem de
programação.

Eles são classificados de duas formas:

• Software de sistema: são programas que permitem a interação


do usuário com a máquina. Como exemplo podemos citar o
Windows, que é um software pago; e o Linux, que é um
software livre.
• Software de aplicativo: são programas de uso cotidiano do
usuário, permitindo a realização de tarefas, como o editores de
texto, planilhas, navegador de internet, etc.

Exemplos de software

Os softwares são programas que o usuário utiliza para


diferentes objetivos

Confira no quadro abaixo alguns exemplos de softwares:

Software Descrição
Adobe Acrobat Software que permite a leitura de arquivos em
Reader formato pdf.
Avast Software que detecta e elimina determinados
vírus que podem prejudicar o computador.
Messenger Aplicativo on-line que permite a conversação
entre as pessoas.
Mozila Firefox Permite a navegação na internet.
Skype Possibilita a realização de ligações de áudio e
vídeo sem custo de forma on-line
TeamViewer Software que permite o acesso de um outro
computador de forma remota.
Diferença entre hardware e software?

Em todos os equipamentos, o software atua informado as


tarefas a serem realizadas, para que assim sejam executadas pelo
hardware.

Conheça no quadro abaixo as principais diferenças entre hardware e


software:

Hardware Software
O que são Elementos físicos Programas ou sistemas
que formam o que fazem o equipamento
equipamento. funcionar.
Função Atua como sistema Executa uma tarefa
de entrega do específica, o qual fornece
software. as instruções ao hardware.
Tempo de vida Pode estragar com o Pode ficar desatualizado.
tempo.
Desenvolvimento Criado a partir de Criado por meio de
materiais códigos e linguagem de
eletrônicos. programação.
Inicialização Funciona quando o Instalado no equipamento
software é para que o mesmo
carregado. funcione.
Manutenção As peças podem ser Pode ser reinstalado
substituídas por
outras.

Funções básicas do computador

Armazenamento

A memória armazena os números a serem operados, os


resultados intermediários gerados durante o processamento e os
resultados finais. A memória do computador é composta de um
grande número de caixas análogas às caixas postais. A informação,
dado ou item a ser memorizado são colocados nestas caixas como
uma carta é colocada numa caixa postal. Esses endereços são em
geral números. As informações, dados ou itens colocados nas caixas
de memórias são chamadas palavras e são análogas às cartas.
Todavia, somente uma palavra pode ser armazenada em uma
caixa de memória de cada vez. Há dois tipos básicos de palavras que
podem ser colocadas nas caixas: quantidades numéricas e
instruções.
Uma palavra de instrução é um número e não há modo de dizer
a partir da palavra em si se é uma quantidade ou instrução. Ao
computador deve ser dito explicitamente qual endereço contém
instruções e qual contém quantidades.
O fato de ser somente a interpretação da palavra que distingue
instruções de quantidades é o primeiro conceito fundamental dos
modernos computadores digitais, pois capacita o computador a
operar com instruções, isto é, o computador pode formular ou alterar
uma instrução tratando-a como se fosse uma quantidade e depois,
durante o processamento, essa instrução alterada pode ser
executada. Isto dá ao computador a capacidade de realmente
escrever instruções assim como executá-las. Assim o computador
pode dizer a si mesmo o que fazer.

Processamento: controle e unidade aritmética

O controle deve interpretar a instrução, e com base na


interpretação, comandar a unidade aritmética para que execute as
operações. A última função é concluída por meio do uso de sinais de
controle eletrônicos. De acordo com essas duas funções, podemos
separar a parte do controle que interpreta ou decodifica as
instruções, chamado decodificador de instruções, da parte que gera
os sinais de controle chamada gerador de controle.
Para que o decodificador realize sua função deve
constantemente referir-se à instrução que está sendo interpretada
durante o tempo em que os sinais de controle estão sendo acionados.
Para facilitar isso, enquanto uma instrução está sendo executada ela
é armazenada em uma célula especial chamada registro de
instruções, localizada no decodificador de instrução.
Existe uma outra célula de memória especial localizada no
decodificador de instrução, chamada registro de endereço atual. O
conteúdo desse registro é (quase) sempre o endereço de memória
da qual a instrução que está sendo executada se originou. A razão
disto está relacionada ao fato de o endereço da instrução referida ser
dado como parte da instrução prévia.
Vejamos o que acontece na unidade aritmética enquanto uma
instrução está sendo executada. Na maioria dos computadores
somente uma palavra por vez pode ser transferida entre a unidade
aritmética e a memória, portanto, para efetuar uma operação
envolvendo dois argumentos, deve o primeiro ser transferido da
memória para a unidade aritmética e armazenado temporariamente
enquanto o segundo está sendo transferido. A célula especial da
memória na unidade aritmética para esse fim é chamada de
acumulador. Quando a operação é efetuada, o resultado é formado
no acumulador antes de ser transferido de volta à memória.

Entrada e saída

A maioria dos computadores tem várias destas unidades de


entrada e saída. O seletor de entrada e saída determina qual a
unidade a ser acionada; êle é controlado por sinais do gerador de
controle.
Há muitos meios pelos quais os números e instruções podem
ser introduzidos ou extraídos da memória do computador, conforme
vimos na introdução desta seção. Porém as velocidades variam
desde cêrca de 10 caracteres por segundo para máquina de
escrever, até vários milhares de linhas por minuto para impressoras,
ou centenas de milhares de caracteres por segundo em fita
magnética.

Realização de cálculos matemáticos

O computador ainda é uma ferramenta extraordinária na


realização de cálculos. A dependência do ser humana para efetuar
cálculos a cada dia que passa se torna maior. Mas o que leva a essa
realidade? E diferença de velocidade e precisão entre o homem e o
computador é gritante, dessa forma cada vez mais estamos usando
essa ferramenta como parte essencial e fundamental do cálculo
numérico.
Acesso à internet

O computador seria uma ferramenta totalmente distinta da atual


se não fosse pelo uso da web, dessa maneiro é de suma importância
destacar essa função primordial do computador no século XXI

Funções do teclado dentro da informática

ALT: é uma tecla que permite alternar determinada função dentro de


um programa, por exemplo, alternar entre o zoom in ou zoom out.

Backspace: serve para apagar determinado caractere à esquerda


do cursor do mouse. Geralmente utilizado em textos.

Caps Lock: é a tecla utilizada para manter as letras em caixa alta


(maiúsculas), eventualmente permite alternar determinada função
permanentemente dentro de um programa.

CRTL (control): assim como o ALT é uma tecla funcional que


sozinha não tem utilidade, geralmente é utilizada combinada com
outras teclas como forma de atalho dentro de programas específicos
ou do próprio sistema operacional.

End: Utilizada basicamente para chegar ao fim da linha de texto ou


de uma página em apenas um clique.

Enter: Uma das teclas mais utilizadas, confirma tarefas dentro das
caixas de diálogo e abre novas linhas de texto.

Esc: ou Escape: Utilizada para cancelar diversos tipos de comandos,


seleções, caixas de diálogos entre outros.

Home: Faz o oposto da tecla END, permite chegar ao começo de


uma linha de texto ou de uma página em apenas um clique.

Insert: alterna entre os modos de inserção de caracteres de texto em


sobreposição ou inserção.
Num Lock: permite ligar e desligar o teclado numérico.

Page Up: Função semelhante à tecla home, com o diferencial de não


subir totalmente a página e sim em partes ou páginas.

Page Down: Função semelhante à tecla END, com o diferencial de


não descer totalmente a página e sim em partes ou páginas.

Print Screen: tira uma foto ou screenshot da tela atual como um todo.

Scroll Lock: liga e desliga a função de rolagem através do teclado


numérico.

Shift: possui função muito semelhante à tecla ALT, modifica


comandos ou o texto entre maiúsculas e minúsculas.

Setas de rolagem: movimentam o cursor ou a tela através da tela ou


das páginas visitadas.

Tab (TABulate): Serve para pular diretamente entre as marcas de


tabulação durante a digitação de um texto.

Teclas de função (F1, F2, F3, e etc.): são teclas adicionais que
permitem adicionar diversos atalhos, cada programa os utiliza de
modo diferente, não existe um padrão.

Teclas de atalhos no Windows facilitam o dia a dia do usuário.

CTRL+C: para copiar o item selecionado.

CTRL+X: para recortar o item selecionado.

CTRL+V: para colar o item selecionado.

CTRL+Z: para desfazer uma ação.

CTRL+Y: para refazer uma ação.

DELETE: para excluir o item selecionado e movê-lo para Lixeira.


SHIFT+DELETE: para excluir o item selecionado sem movê-lo para
a Lixeira primeiro.

F2: para renomear o item selecionado.

CTRL+A: para selecionar todos os itens de um documento ou janela.

F3: para procurar um arquivo ou uma pasta.

ALT+ENTER: para exibir as propriedades do item selecionado.

ALT+F4: para fechar o item ativo ou sair do programa ativo.

ALT+TAB: para alternar entre itens abertos.

CTRL+ALT+TAB: para usar as teclas de seta para alternar entre


itens abertos.

ALT+ESC: para percorrer os itens na ordem em que foram abertos.

CTRL+ESC: para abrir o menu Iniciar.

F10: para ativar a barra de menus no programa ativo.

F5: para atualizar a janela ativa.

ESC: Cancelar a tarefa atual.

CTRL+SHIFT+ESC: Abrir o Gerenciador de Tarefas.

O que são Apps nativos?

Os aplicativos nativos são desenvolvidos para uso exclusivo


em um sistema operacional (Android, iOS, entre outros). Eles são
estruturados para aproveitar ao máximo a plataforma para a qual
foram criados, pois conseguem alcançar todo o potencial do
aparelho, como GPS, câmera, calendário e muito mais.
Eles são desenvolvidos a partir da SDK e da linguagem nativa
de um sistema operacional e sua distribuição é feita através das lojas
oficiais da Play Store/Google Play (Android) e App Store (iOS). Seu
armazenamento é feito diretamente na memória do dispositivo.
Ou seja, o App nativo é todo programa construído sob medida
para uma plataforma e que deve funcionar em sintonia com o
dispositivo e cumprir com todas as funcionalidades para o qual ele foi
criado.

3 vantagens dos Apps nativos e seus desenvolvimentos

Os Apps nativos apresentam uma série de benefícios. Dentre eles


estão:

1. Alcance de acessibilidade à diversas APIs.


2. Funcionamento de forma mais simples e prática.
3. Aplicações realizadas com o código nativo bem mais
inovadoras.

Entenda essas vantagens a seguir.

Por serem desenvolvidos na linguagem do sistema operacional


e armazenados localmente, os Apps nativos alcançam a
acessibilidade às APIs necessárias para conseguir informações de
sensores, tirar fotos e alterar configurações do sistema.
Os aplicativos nativos também funcionam de forma mais
simples e prática, pois nem sempre precisam de acesso à internet.
Isso significa que a experiência do usuário pode ser muito mais
proveitosa, pois não corre o risco de perder informações ou sofrer
com falhas no funcionamento por causa de problemas com a
conexão.
Além do mais, as aplicações concretizadas com o código nativo
mostram-se muito mais inovadoras. Elas demandam mais tempo,
atenção e trabalho para serem desenvolvidas, mas valem muito a
pena. Por conter um código-fonte feito na linguagem sugerida pelo
mantenedor do aparelho, complicações e falhas de segurança são
bem menos frequentes.

Leia mais: Como funciona o desenvolvimento de um aplicativo?

Os Apps nativos também proporcionam uma experiência ao


usuário muito positiva, por conta da sua otimização para os sistemas
operacionais. Uma empresa que utiliza um App nativo, por exemplo,
pode otimizar processos, ter mais organização e até aumentar a
produtividade, dependendo de qual o objetivo do aplicativo, claro.
A diferença entre os Apps nativos e os Apps híbridos é que este une
certas funções do nativo com a linguagem da web

Qual a diferença entre Apps nativos e Apps híbridos?

Um App nativo é desenvolvido para uma plataforma específica


e explora todas as potencialidades daquele sistema operacional.
Já o App híbrido une algumas funcionalidades do nativo com a
linguagem da web. Ele não é um App para ser usado apenas em
dispositivos móveis, mas também na web se for necessário.
Alguns aplicativos nativos estão apresentando uma linguagem
também do híbrido, como é o caso do WhatsApp, que originalmente
é nativo, mas hoje também possui um Web App.
Como a linguagem é bem próxima, a usabilidade também é
similar. No entanto, a principal diferença entre ambos é que o híbrido
não tem a capacidade de acessar as funcionalidades do dispositivo
diretamente, como é o caso do nativo.
Após o término de uma instalação padrão do Windows 7, são
encontrados alguns componentes nativos no sistema, como: Internet
Explorer, WordPad, Paint, Antivírus e Windows Media Player

Medidas de Armazenamento de Informações

Da mesma maneira que usamos algumas medidas para saber


quanto pesam ou medem as coisas, também usamos unidades de
medida que permitem calcular a capacidade de armazenamento de
informações ou processamentos de dados em um computador.
As unidades de medidas mais usadas são Bit, Byte, kilobyte,
Megabyte, Gigabyte e Terabyte.

Para entendermos como se relacionam estas unidades de


medida entre si, vamos imaginar o seguinte:
Temos um livro muito grande, e apenas uma letra desse livro
representa um Byte, por sua vez esta letrinha está dividida por oito
partes e cada uma delas se chama Bit.
Quando juntarmos várias letras teremos uma palavra, e com
vária palavras teremos uma parágrafo que chamaremos de Kilobyte.
Cada página deste nosso livro seria um Megabyte, e para o nosso
livro completo daríamos o nome de Gigabyte.
Agora, se possuímos mais que um livro, ou seja, uma biblioteca,
daremos a ele o nome de Terabyte.

Ainda que a capacidade de armazenamento de cada uma das


unidades de medida não seja exatamente igual ao exemplo que
acabamos de dar, já é possível ter uma ideia de como funcionam
estas medidas e como se organizam.

Bit:

É a unidade mínima de informação empregada no âmbito


da informática.

Byte (B):

É equivalente a 8 bits. Com dois bytes é possível salvar ou


processas uma letra.

Kilobyte (kB):
1024 bytes formam um Kilobyte.

Megabyte (MB):

Equivale a 1024 Kilobytes.

Gigabyte (GB):

É igual a 1024 Megabytes, trata-se da unidade de medida que


usamos para determinar a capacidade de armazenamento dos
dispositivos USB.

Terabyte (TB):

É composto de 1024Gigabytes. Muitos vezes esta medida


determina a capacidade de armazenamento dos discos rígidos.
Imagine a quantidade de arquivos que você poderia salvar!

Extensões

Os nomes de arquivo do Windows são divididos em duas partes


por um ponto: a primeira é o nome do arquivo, e a segunda é uma
extensão de três ou quatro caracteres que define o tipo de arquivo.
Em expenses.xlsx, por exemplo, a primeira parte do nome do arquivo
é expenses e a extensão é xlsx.
As extensões dizem ao computador qual aplicativo criou ou
pode abrir o arquivo e qual ícone deve ser usado para o arquivo. Por
exemplo, a extensão docx instrui o computador que o Microsoft Word
pode abrir o arquivo e que um ícone do Word deve ser exibido
quando você visualizá-lo no Explorador de Arquivos.
A maioria das extensões de nome de arquivo são compatíveis com
mais de um programa que você tem instalado. Você pode alterar uma
extensão de nome de arquivo, mas isso não converterá o arquivo em
outro formato nem alterará qualquer informação sobre ele exceto o
nome do arquivo.

• Docx: documento do word


• PSD: gerado pelo Photoshop;
• CDR: gerado pelo Corel Draw;
• XML: arquivo gerado para documentos usados na internet;
• SQL: arquivo específico para administração e dados;
• TXT : arquivos de texto;
• EXE: arquivo de execução;
• ZIP e RAR: arquivos compactados;
• JPG e PNG: arquivos de imagens.
• XLSX: planilha do Excel
• Hd, FULL HD, MP4, RMVK: reprodução de vídeo
• MP3: arquivo de áudio
• PPTX: slide PowerPoint

MALWARE

O artigo de hoje é um resumo sobre os principais tipos de códigos


maliciosos no mundo da informática, também conhecidos
como Malware.
Iremos conceituar as principais ameaças virtuais, como podemos ver
abaixo:

• Vírus;
• Cavalo de Tróia;
• Worm;
• Bot;
• Spyware;
• Adware;
• Backdoor;
• Ransomware;
• Rootkit;
• Hijacker.
• Pharming
• Phishing

Os Malware, palavra proveniente de “Malicious Software”,


são ameaças virtuais desenvolvidas com o intuito de
executar atividades maliciosas em computadores e smartphones.
Há centenas de códigos maliciosos no mundo tecnológico, porém,
nesse resumo, iremos estudar apenas os mais importantes tipos de
malware e que são frequentemente objetos de cobrança em
concursos.

Vírus

O vírus é um software, geralmente malicioso, que atua


se replicando e infectando arquivos e programas de
computadores. Desse modo, quando esses arquivos
são executados, ele é ativado e espalhado, podendo comprometer
de maneira muito grave os sistemas computacionais, causando
lentidão através do consumo de recursos, corrompendo arquivos,
roubando informações, danificando softwares, entre outras
consequências.
Esse malware se anexa a um arquivo ou programa,
permanecendo inativo. Quando o arquivo é executado, o vírus é
ativado, infectando todo o sistema. Desse modo, é possível que um
vírus fique inativado em um computador por muito tempo, sem causar
nenhum problema, até ser executado por alguma ação externa.

FIQUE ATENTO: O vírus sempre precisará de um hospedeiro,


como um documento de arquivo, para poder se acomodar e se
replicar. Eles não são autossuficientes.
A propagação de um vírus pode acontecer de diversas
maneiras, através de anexos de e-mail, downloads de arquivos da
internet, links, pen drives, entre outros meios.

O vírus possui três partes:

Mecanismo de Infecção: São os meios ou formas pelas quais


um vírus se propaga, habilitando-o a se reproduzir. Ou seja,
é COMO ele se propaga.
Mecanismo de Ativação: É a condição/evento que
determina quando o vírus será ativado, ou seja, é QUANDO a carga
útil é ativada ou entregue.
Carga útil: A carga útil é o seu EFEITO, ou seja, os danos que
ele pode causar.

Cavalo de Tróia

Também conhecido como Trojan Horse, o Cavalo de Tróia é


um malware que infecta um computador disfarçado de um software
legítimo. Ao mesmo tempo que ele se passa por um programa que
simula alguma funcionalidade útil para o usuário, ele esconde um
software malicioso que pode trazer prejuízos ao computador.
Worm

O Worm, diferentemente do vírus, é um


programa independente e que possui a característica de
se autorreplicar em sistemas informatizados, sem a necessidade
de utilizar um programa hospedeiro.
Ele possui a capacidade de causar danos sem a necessidade de ser
ativado pela execução do usuário. A sua atuação engloba a
exploração de falhas e vulnerabilidades de sistemas de informação,
podendo ocasionar graves danos à sua funcionalidade, além da
possibilidade de realizar o roubo de informações, entre outros danos.

PARA FIXAR:

WORM ➜ Não necessita de hospedeiro / Não precisa


ser ativado por meio de alguma execução.
VÍRUS ➜ Precisa de hospedeiro / Precisa ser ativado por meio
de alguma execução.

Bot

O bot, também chamado de robô, é um código malicioso que


infecta computadores e permite que um criminoso possa controlá-
los remotamente, sem o conhecimento do dono da máquina. Dessa
maneira, ao ser realizada essa comunicação, o invasor pode enviar
instruções maliciosas para serem executadas no computador,
podendo roubar informações, além da possibilidade de causar sérios
danos ao seu funcionamento.
A sua maneira de propagação é similar ao worm, replicando-
se automaticamente, sem a necessidade de um hospedeiro.
O Botnet é uma rede de computadores infectados, com o
intuito de potencializar as atividades danosas dos bots.

Spyware

Spyware, ou Software Espião, é um tipo de malware cuja


função é se infiltrar em sistemas computacionais, com o intuito de
coletar informações pessoais ou confidenciais do usuário, sem o seu
conhecimento, e as enviar ao invasor remotamente pela internet.
Dois tipos de Spywares são o keylogger e o screenlogger.

• Keylogger: esse tipo de spyware é capaz de coletar,


armazenar e enviar a criminosos todas as informações que
são digitadas no teclado pelo usuário, como sites visitados,
senhas, entre outras informações.
• Screenlogger: é um tipo de spyware que tira prints (fotos) da
tela do computador, informando onde o cursor do mouse é
clicado, repassando informações sigilosas do usuário, como
senhas, entre outros danos. Ele funciona de maneira similar
ao keylogger, mas em vez de gravar as teclas digitadas, ele
grava a tela do usuário.

Adware

Esse malware, cujo nome é derivado da expressão


“Advertising Software“, é projetado para mostrar anúncios de
sites e produtos na tela do usuário, geralmente de maneira
indesejada. Apesar desse programa não ser um tipo de malware
muito perigoso, ele pode gerar bastante incômodo às pessoas que
utilizam a internet.
Alguns deles são considerados um tipo de Spyware, pois os
hábitos dos usuários durante sua navegação na internet são
monitorados, permitindo que sejam exibidas propagandas de
produtos relacionados às suas pesquisas. Você já deve ter percebido
que quando você realiza uma pesquisa de algum produto na internet,
todas as suas redes sociais são inundadas com propagandas de
diversos lugares a respeito deste produto. Isso se deve à ação dos
adwares.

Backdoor

O Backdoor, código malicioso conhecido também como Porta


dos Fundos, ao infectar um computador, cria falhas nos sistemas de
segurança do sistema, permitindo que outras ameaças
virtuais invadam o sistema.
A sua atuação é focada na abertura das portas dos
fundos do sistema computacional, permitindo que malware e
invasores ingressem no sistema operacional da máquina, sem o
conhecimento do usuário.

Ransomware

Essa ameaça virtual é capaz de sequestrar os documentos,


arquivos e informações de um usuário, tornando-os inacessíveis,
geralmente mediante criptografia, e apenas os liberando através de
pagamento (ransom) da vítima. Além disso, ele também é capaz de
impedir o acesso do proprietário ao seu equipamento infectado.
Uma maneira de amenizar os prejuízos causados por esse
malware é realizar um backup regular dos seus arquivos, de modo
que, caso um invasor os sequestre, haverá uma cópia desses
documentos.

Rootkit

Esse código malicioso não possui o objetivo de causar danos


diretos ao computador, ele apenas assegura que outros códigos
invasores não sejam descobertos pelo sistema e pelo usuário.
Caso um computador seja infectado por um malware que possa ser
nocivo ao seu funcionamento, o rootkit atua de modo a esconder os
vestígios da atuação dessa ameaça virtual, deletando os indícios
dessa invasão.
Em outras palavras, o rootkit não atua para obter dados e
acesso privilegiado ao sistema, mas para garantir que outros
malwares continuem atuando sem serem descobertos.

Hijacker / pharming

Para finalizar este resumo sobre os principais tipos de malware,


analisaremos o Hijacker.
Você já instalou um software novo no computador e, de
repente, você percebe que sua ferramenta de pesquisa no seu
navegador foi alterada para outro site, ou nota a presença de novas
barras de ferramentas ao acessar à internet? Pois bem, quando isso
acontece, provavelmente é porque seu computador foi infectado por
um Hijacker.
Esse malware atua nos navegadores de internet do
computador, alterando a página inicial do usuário, abrindo pop-ups
indesejados, instalando barras de ferramentas,
extensões, mudando a ferramenta de pesquisa, forçando a
abertura de outras páginas que não são desejadas pelo usuário,
podendo até impedir o acesso de alguns sites, como as páginas de
antivírus.
O Microsoft Office, ou simplesmente Office, é um pacote de
aplicativos para escritório e serviços, desenvolvido pela Microsoft.
Contém programas como processador de texto, planilha de cálculo,
banco de dados, apresentação gráfica, cliente de e-mails, entre
outros.

Microsoft Office

Da esquerda para direita, de cima para baixo: Outlook, OneDrive,


Word, Excel, PowerPoint, OneNote, SharePoint, Teams e Yammer.

Desenvolvedor
Microsoft

Plataforma
x86, x64, ARM

Lançamento
19 de novembro de 1990 (32 anos)

Versão estável
2019 (16.0) (24 de setembro de 2018)
Idioma(s)
102 idiomas[1]

Escrito em
C++ (back-end)

Sistema operativo
Microsoft Windows

Gênero(s)
Suite de aplicativos

Licença
Shareware

Estado do desenvolvimento
Ativo

Tamanho
3,00 GB

Página oficial
www.office.com

Foi anunciado pela primeira vez por Bill Gates em 1° de agosto


de 1988 na Comdex, em Las Vegas. Sua primeira versão continha
os aplicativos Microsoft Word, Microsoft Excel e Microsoft
PowerPoint. Ao longo dos anos, os aplicativos Office receberam
recursos compartilhados, como um corretor ortográfico único, entre
outros.
O Office é produzido em várias versões direcionadas a
diferentes usuários finais e ambientes computacionais. A versão
original, e a mais amplamente utilizada, é a versão desktop,
disponível para PCs rodando os sistemas operacionais Windows e
macOS. A Microsoft também mantém aplicativos móveis para
Android e iOS, além de uma versão do software que roda dentro de
um navegador web, Office Online.
Desde o Office 2013, a Microsoft promove o Office 365 como o
principal meio de obtenção do Microsoft Office: ele permite o uso do
software e outros serviços em um modelo de negócios por
assinatura, e os usuários recebem atualizações de recursos do
software durante a vida útil da assinatura, incluindo novos recursos e
integração de computação em nuvem. Em 2017, a receita do Office
365 ultrapassou a venda de licenças convencionais.
A Microsoft também mudou a nomenclatura da maior parte de
suas edições do Office 365 para Microsoft 365, para enfatizar sua
atual inclusão de produtos e serviços.[3]
A versão atual do Office desktop é o Office 2019, lançado em
24 de setembro de 2018.[4][5] Há também as versões comerciais
como: Home & Student, Home & Business, Pro, Pro Plus e
Standard.[6]
Em outubro de 2022, a Microsoft anunciou que o aplicativo
''Office'' se tornará ''Microsoft 365'', com um novo ícone, um novo
visual e ainda mais recursos. As mudanças começarão a ser
lançadas para o site Office.com em novembro de 2022 e para o
aplicativo Office no Windows e no aplicativo móvel office em janeiro
de 2023.[7]

Programas

Versão Fim do suporte Fim do suporte


inicial estendido
Office 4.0 Desconhecido Desconhecido
Office 4.2 Desconhecido Desconhecido
Office 4.3 Desconhecido Desconhecido
Office 4.5 Desconhecido Desconhecido
Office 95 Desconhecido Desconhecido
Office 97 31 de Agosto de 2001 28 de Fevereiro de 2002
Office 2000 30 de Junho de 2004 14 de Julho de 2009
Office XP 11 de Julho de 2006 12 de Julho de 2011[10]
Office 2003 14 de Abril de 2009 8 de Abril de 2014[11]
Office Web julho de 2010[12] Mudança de nome
Apps
Office 365 junho de 2011[13] Ativo
Office Online fevereiro de 2014[14] Ativo
Office 2007 13 de 13 de Outubro de 2020
Outubro de 2015
Office 2010 13 de 13 de Outubro de 2020
Outubro de 2015
Office 2013 10 de Abril de 2018 11 de Abril de 2023
Office 2016 13 de 14 de Outubro de 2025
Outubro de 2020
Office 2019 Ativo Ativo
Office 2021 Ativo

Guias do word

A seguir, apresentamos a Faixa de Opções e como trabalhar


com ela. Grupos: Cada guia tem vários grupos (navegue com o TAB
entre eles) que mostram os itens relacionados em conjunto. Por
exemplo, a guia Página Inicial contém todos os comandos que você
utiliza com mais frequência e os botões Recortar, Copiar e Colar, que
estão no grupo Área de Transferência. Comando: Um comando é
um botão, uma caixa para inserir informações ou um menu.Confira,
a seguir, os grupos de cada uma das guias.
Para acessá-las tecle ALT e navegue até cada uma com a seta
para a direita: Arquivo: Acessa a área de gerenciamento de arquivos
chamada Backstage. Nessa
guia, por exemplo, estão os comandos para criar, salvar e imprimir
arquivos, além dos que permitem alterar as configurações do Word.
Resumindo, tudo aquilo que se faz para um documento (abrir, salvar,
salvar como, fechar, imprimir etc.). Página Inicial: Área de
transferência, Fonte, Parágrafo, Estilo e Edição. Inserir: Páginas,
Tabelas, Ilustrações, Links, Cabeçalho e Rodapé, Texto e
Símbolos. Layout da Página: Temas, Configurar Página, Plano de
Fundo da Página, Parágrafo e Organizar. Referências: Sumário,
Notas de Rodapé, Citações e Bibliografia, Legendas e
Índice. Correspondências: Criar, Iniciar Mala Direta, Gravar e
Inserir Campos, Visualizar Resultados e Concluir. Revisão: Revisão
de Texto, Idioma, Comentários, Controle, Alterações, Comparar,
Proteger e OneNote. Exibição: Modo de Exibição de Documento,
Mostrar, Zoom, Janela e Macros. Para navegar pelos grupos
tecle TAB e ENTER, a fim de selecionar a opção desejada. A
guia Arquivo substituiu o Botão Microsoft Office da versão 2007 e o
menu Arquivo
Guias Excel

Inserir: Nesta guia encontramos os “objetos” que podemos inserir em


uma planilha, como por exemplo, Tabela Dinâmica, Imagem, Formas,
SmartArt, todos os tipos de Gráficos, entre outros.

Layout da Página: Esta é a guia que utilizamos para formatar a


impressão das planilhas. Nela é possível alterar a margem do papel,
orientação (retrato ou paisagem), Quantidade de páginas de largura
e altura, etc.

Fórmulas: Nesta guia está disponível a “biblioteca de fórmulas”, que


organiza todas as fórmulas disponíveis no Excel. Além disso, um
botão bastante importante nesta guia é o “Gerenciador de Nomes”
que será bastante utilizado durante o curso.

Dados: Está disponível nesta guia algumas opções para tratar os


dados, como “Validação de Dados” e “Remover Duplicadas”, além
das opções para inserir dados de outras fontes, como do Access,
Web, etc.
Revisão: Utilizada quando finalizamos uma planilha e precisamos
proteger, corrigir erros de ortografia, etc.

Exibição: É uma das mais importantes guias. Traz funções que


alteram a forma de visualizar a planilha.

Desenvolvedor: por padrão, não vem habilitada no Excel. Somente


deve-se habilitar para trabalhar com VBA (linguagem de
programação do Excel).

Dentro de cada guia encontramos os “grupos”, que serve para


facilitar a organização dos comandos. Por exemplo, na guia “Início”
encontramos os grupos: “Área de Transferência”, “Fonte”,
“Parágrafo”, “Estilo” e “Edição”.

Guias power point

O que tem nas guias da faixa de opções?

As guias da faixa de opções agrupam ferramentas e recursos


com base na respectiva finalidade. Por exemplo, para dar uma
aparência melhor aos seus slides, utilize as opções da guia Design.
As ferramentas usadas para animar objetos no slide estão na guia
Animações.

Vamos dar uma olhada no que pode ser encontrado em cada


uma das guias da faixa de opções do PowerPoint.

1. Página Inicial

A guia Página Inicial contém os recursos Recortar e Colar, as


opções de Fonte e Parágrafo e o que mais você precisa para
adicionar e organizar slides.

2. Inserir

Clique em Inserir para adicionar algo a um slide. Isso inclui


imagens, formas, gráficos, links, caixas de texto, vídeo e muito mais.

3. Design
Na guia Design, você pode adicionar um tema ou um esquema
de cores, ou pode formatar a tela de fundo do slide.

4. Transições

Configure o modo como os slides passam de um para o outro


na guia Transições. Encontre uma galeria das possíveis transições
no grupo Transição para Este Slide – clique em Mais
no lado da galeria para ver todas elas.

5. Animações

Use a guia Animações para coreografar os movimentos dos


objetos nos slides. Observe que você pode ver muitas animações
possíveis na galeria no grupo Animação e ver mais delas clicando
em Mais

6. Apresentação de Slides
Na guia Apresentação de Slides, configure o modo como
você deseja mostrar sua apresentação para as pessoas.

7. Revisão

A guia Revisão permite adicionar comentários, verificar a


ortografia do texto ou comparar uma apresentação com outra (por
exemplo, uma versão anterior).

8. Exibir

Há vários modos de exibir uma apresentação, dependendo de


onde você está no processo de criação ou de entrega.

9. Arquivo

Em uma ponta da faixa de opções fica a guia Arquivo, usada


para operações "de bastidores" realizadas com um arquivo; por
exemplo, abrir, salvar, compartilhar, exportar, imprimir e gerenciar a
apresentação. Clique na guia Arquivo para abrir um novo modo de
exibição chamado Backstage.
Clique na lista que aparece à esquerda para executar a ação
desejada; por exemplo, clique em Imprimir para encontrar as opções
e configurações para imprimir a apresentação. Clique em Voltar
para retornar à apresentação em que você estava trabalhando.

10. Guias de ferramentas

Quando você clica em certas partes dos slides, como imagens,


formas, SmartArt ou caixas de texto, uma nova guia colorida aparece.

No exemplo acima, a guia Ferramentas de Desenho aparece


quando você clica em uma forma ou uma caixa de texto. Quando
você clica em uma imagem, a guia Ferramentas de Imagem é
exibida. Outras guias desse tipo são: Ferramentas de SmartArt,
Ferramentas de Gráfico, Ferramentas de Tabela e Ferramentas de
Vídeo. Essas guias desaparecem ou mudam quando você clica em
outro elemento da apresentação.

Principais teclas de atalho do word

CTRL + A: abre um arquivo já existente


CTRL + B: salva o documento
CTRL + C: copia o texto selecionado
CTRL + D: altera a formatação dos caracteres (comando Fonte,
menu Formatar)
CTRL + E: centraliza o texto
CTRL + F: abre a caixa de diálogo de busca e pesquisa
CTRL + G: alinha à direita
CTRL + H: substitui o texto e a formatação especial
CTRL + I: formata o texto para itálico
CTRL + J: formata o parágrafo para justificado
CTRL + K: insere hyperlink
CTRL + L: abre a pesquisa
CTRL + M: insere parágrafo
CTRL + N: formata o texto para negrito
CTRL + O: abre um novo documento em branco
CTRL + P: imprime seu documento
CTRL + Q: formata o parágrafo para alinhar à esquerda
CTRL + R: refaz a ação
CTRL + S: sublinha o texto selecionado
CTRL + T: seleciona todo o texto do documento
CTRL + U: substitui texto, formatação ou outros itens
CTRL + V: cola o texto copiado
CTRL + X: recorta o texto selecionado
CTRL + Y: refaz a última ação
CTRL + Z: desfaz a última ação
CTRL + ENTER: começa uma nova página no mesmo documento
CTRL + F10: maximiza ou restaura a janela
CTRL + SHIFT + A: formata as letras para maiúsculas
CTRL + SHIFT + E: ativa ou desativa o controle de alterações
CTRL + SHIFT + W: sublinha somente as palavras, mas não os
espaços
CTRL + SHIFT + >: aumenta a fonte do texto
CTRL + SHIFT + <: diminui a fonte do texto
CTRL + ALT + L: começa uma lista
ALT + F4: sai do Word
ALT + CTRL + D:insere uma nota de fim
ALT + CTRL + F: insere uma nota de rodapé
ALT + CTRL + S: divide a janela do documento
ALT + SHIFT + C: remove a divisão da janela do documento
ALT + CTRL + I: entra no modo de visualização de impressão
ALT + CTRL + Z: alterna entre os últimos quatro lugares editados
REFERENCIAL TEÓRICO

https://artigos.etc.br/a-vantagem-do-uso-dos-metodos-computacionais-em-calculo-
numerico.html

https://www.todamateria.com.br/historia-e-evolucao-dos-computadores/

https://www.todamateria.com.br/hardware-e-software/

https://blog.portaleducacao.com.br/informatica-basica-principais-funcoes-das-
teclas-no-teclado/?amp

https://edu.gcfglobal.org/pt/conhecimentos-tecnologicos/medidas-de-
armazenamento-de-informacoes/1/

https://support.microsoft.com/pt-br/windows/extensões-de-nome-de-arquivo-
comuns-no-windows-da4a4430-8e76-89c5-59f7-1cdbbc75cb01

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Office

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