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Infi90-Visão Geral

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Esta Apostila Pertence:______________________________

VISÃO GERAL DO SISTEMA INFI 90

Centro de Treinamento & Tecnologia – Sistema INFI90 página 1


Conteúdo Programático (Parte I):

1 – Introdução

2 – Visão Geral do Sistema INFI 90

2.1 – Introdução
2.2 – Topologia do sistema INFI 90
2.3 – Comparação entre as redes CONTROLWAY e INFINET

3 – Visão Geral da Rede INFI NET

3.1 – Introdução
3.2 – Principio de Functionamento
3.2.1 – Principais Características
3.2.2 – Protocolo
3.2.3 – Media de Transmissão
3.2.4 – Caracterisitcas de carregamento e performance
3.2.5 – Principais componentes da rede INFI – NET
3.3 – Visão geral da comunicação via EXCEPTION REPORTS (XR)
3.4 – Estrutura de Mensagens na rede INFI NET

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PARTE 1

Visão Geral Sistema INFI 90

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1 - Introdução:

O propósito desse material é integrar uma coletânea de informações técnicas


referentes ao funcionamento do sistema de comunicação adotado pela rede de
comunicação INFI NET .

2 - Visão geral do sistema INFI 90

2.1 - Introdução

O objetivo do sistema de comunicação INFI 90 é permitir que dois (2) ou


mais dispositivos internos ou externos se comuniquem entre si de forma segura,
adotando-se as principais características como sendo:

A- Integridade de Dados: Isto garante-nos que um grande número de mensagens


sejam verificadas através de mecanismos de cheque residentes dentro dos
dispositivos e protocolos de comunicação.

B- Transmissão de Dados em Larga Escala: (Suporte a Picos de comunicação):


Esta condição é alcançada de duas maneiras:

- Projetando-se uma via de dados de alta capacidade de trafego de informações, e


um sistema de transporte de mensagens altamente eficiente.

- Implementando-se estratégias de comunicação que possam reduzir a carga da via


de dados, otimizando-se a rede durante condições normais de operação, garantindo-
se assim uma tolerância requerida durante o funcionamento normal da mesma
durante os Picos de comunicação (Picos operacionais de um processo industrial).

C- Confiabilidade e Disponibilidade: O sistema de comunicação de todos os


componentes da rede INFI-NET está configurado como sendo DUAL e REDUNDANTE.
Todos os dispositivos são modulares, removíveis e instalados com o gabinete
energizado, em caso de falha o dispositivo é ignorado e a informação irá fluir para o
próximo dispositivo disponível do sistema.

Todo a teoria operacional dos módulos que integram o sistema INFI 90, no
tocante a comunicação está baseada no principio de EXCEPTION REPORT, ou seja,
somente mudanças significativas nos dados serão transmitidas pela rede. Uma
vantagem desse principio de comunicação é podemos agrupar em pacotes de acordo
com o tipo de informação e destino previsto para a mesma (ex.: alarmes serão
agrupados e enviados para todas as consoles conectadas a rede como uma única
mensagem de destino múltiplo).

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2.2 - TOPOLOGIA DO SISTEMA infi90
EWS
SERVER

REDE ETHERNET

OIS ICI
OIS

REDE INFINET (10 MBAUD) REDUNDANTE

PCU CONTROLWAY

SLAVE BUS

NIS NPM NIS NPM MFP MFP


GATEWAY PCU REDUNDANTE

PCU (DETALHE
INTERNO)

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Existem basicamente 3 (três) níveis básicos de comunicação no sistema INFI
90, à saber:

I - A rede “INFI-NET” (também conhecida como SUPERLOOP): que permite-nos


que um nó possa se comunicar com outros nós. Estes nós podem estar dentro de
uma mesma sala de controle, ou, em diferentes localidades de um planta industrial.
Um nó pode ser uma Console de Operação (OIS ou LAN90), uma Unidade de
Controle de Processos (PCU) ou uma interface para outro dispositivo de hardware
(ex.: Estação de Engenharia EWS).

II - A rede “CONTROLWAY” (também conhecida como MODULE BUS): que


permite-nos que módulos mestres (controladores), possam trocar informações entre
si, no mesmo nó de PCU ou em diferentes nós localizados na rede INFI - NET.

III - A rede “SLAVE BUS” (também conhecida como EXPANDER BUS): que
permite-nos que módulos escravos (módulos de entrada e saída) possam conversar
com o módulo mestre (controlador), em um mesma unidade de controle de
processos PCU.

Resumo das Principais características da rede INFI-NET.

• Distância máxima entre nós: 4000 metros


• Quantidade máxima de nós pôr anel: 250
• Quantidade máxima de anéis conectados ao anel central: 249
• Comunicação direta entre dois nós quaisquer: SIM
• Mensagens de comprimento variável até 1500 BYTES /
mensagem
• Verificação de CRC de 32 bits, com 2 BYTES de CHECKSUM
• Recuperação automática da comunicação em caso de falha de
um ou mais nós
• Gateways Redundantes de comunicação para as PCU’s.
• Compactação de dados para envio de mensagens (MESSAGE
PACKETIZING)
• Velocidade de transmissão entre 2 à 10 MHz
• Rede sem diretor de tráfego
• Protocolo de comunicação EXCEPTION REPORT
• Suporta Gateways de menor velocidade (PLANT LOOP).

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2.3 - COMPARAÇÃO ENTRE AS REDES CONTROLWAY E INFI-
NET

A tabela abaixo mostra-nos uma comparação entre a rede INFI-NET e


a rede CONTROLWAY.

ITEM CONTROLWAY INFI-NET


Topologia BARRAMENTO ANEL
Padrão Industrial Ethernet, TOKEN RING WITH
mais próximo CSMA/CAN MULTIPLE TOKENS
CAN - COLLISION
AVOIDANCE
NETWORK
Velocidade 1MHz 10 MHz
BASEBAND SIM SIM
Quantidade 32 250
Máxima de Nós
Melhor QUANDO UM A CARGA É
Carregamento MÓDULO EFETUA DISTRIBUIDA AO
Ocorre Quando: TODA O LONGO DE TODOS
GERENCIAMENTO OS NÓS ATIVOS
DE COMUNICAÇÃO
QUANTIDADE DE 1 CADA NÓ ENVIA
MENSAGENS MENSAGEM AO
SIMULTANEAS MESMO TEMPO
MULTICAST NÃO SIM
MESSAGE

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3 - VISÃO GERAL DA REDE INFI-NET

3.1 – Introdução

A rede infi-net e um sistema de comunicação proprietário desenvolvido pela


Elsag Bailey. É uma rede em anel repetidor ativo, redundante, unidirecional,
podendo operar entre 2 à 10 MHz, com os principais meios físicos, tais como: par
trançado, coaxial, fibra ótica.

Como cada nó controla sua própria comunicação independentemente de um


diretor de tráfego ou pulso de token. A base de projeto para essa rede partiu dos
conceitos de: “ALL MASTER ,STORE AND FORWARD NETWORK”, com a técnica
de BUFFER INSERCTION

A topologia básica de rede consiste de um anel central ou anel supervisório e


até 249 sub anéis , que podem ser conectados ao anel central através de um nó
BRIDGE ou GATEWAY. O anel supervisório deve ser endereçado como LOOP 1 e
trabalhar no formato e protocolo da rede INFI-NET, os demais anéis poderão ser
INFI-NET ou PLANT LOOP.

A Mensagem de TIME SYNCH partirá sempre do anel central a cada 2


minutos, tendo uma acuidade de +/- 1 segundo. A sincronização de tempo tem como
objetivo a retirada de atrasos do RTC do sistema em todos os gateways ativos em
cada anel do sistema de comunicação.

Comunicação PEER TO PEER entre diferentes nós de PCU, torna-se possível


através de FUNCTION CODES dedicados para essa finalidade, tornando assim um
sistema de comunicação mais eficiente.

3.2- Principio de funcionamento:

3.2.1- Principais características:

As principais características ou objetivos da rede INFI - NET são:

• Nenhum ponto susceptível a falha: Todos os nós possuem


funcionalidade equivalente no ponto de vista de comunicação, não temos
diretor de trafego ou dispositivo equivalente. Caso ocorra uma falha do
módulo de comunicação NIS (NETWORK INTERFACE SLAVE), somente
aquele nó irá interromper a comunicação com a rede sendo que os demais
nós continuarão a trocar informações sem maiores problemas.

• O conceito STORE e FORWARD na comunicação: Permite que um ou


mais nós possam inserir as suas mensagens de comunicação ao longo da
rede INFI-NET quando e como for necessário. Desde que cada nó
armazena as suas mensagens em um BUFFER de comunicação, a rede
infi-net permitirá que uma ou várias mensagens possam trafegar pela
rede sem maiores problemas de comunicação.

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• Todos os nós participam da comunicação: Cada Dispostivo gateway
ou bridge , conhecido como nó pode efetuar os seguintes serviços:
receber mensagens, verifica-lás, reconhece-lás, retransmiti-lás, descartar
mensagens que estão corruptas, informar ao nó origem para retransmitir
mensagem que estiver corrompida, incrementar contador de mensagens
que chegarão e partirão do nó. O mecanismo de reconhecimento de
mensagens confirma que a mensagem do nó de origem chegou a um ou
mais nó(s) de destino sem que houvesse perda de informação ao longo da
rede INFI - NET.

• Cheque de validação de dados através de CHEQUE DE REDUNDÂNCIA


CICLICA em 32 bits e um CHECKSUM de dados em 2 BYTES.

• Na estrutura de Hardware dos nós da rede infi-net, cada dispositivo


recompõe o sinal elétrico, ou seja re-enquadra a forma de onda e re-
pontencia o sinal da mensagem que chega ao nó em questão. O NIS,
responsável por essa função, verifica se a mensagem que chegou no
CANAL 1 é válida, e retransmite a mesma pelos dois CANAIS 1 e 2 para o
próximo nó . Caso a mensagem no CANAL 1 estiver ruim ele verifica ou
CANAL 2, e retransmite a mesma pelos dois CANAIS 1 e 2 para o próximo
nó. Caso ambos os CANAIS estiverem com problemas de recebimento de
mensagem de comunicação a mesma será descartada, e o nó de origem
irá receber uma mensagem para retransmitir o original.

• Automaticamente todos os nós se configuram durante o processo de


power-on do sistema, quer sejam gateways ou bridges.

• Nós desligados (Nós fora de linha), são automaticamente procurados por


todos os nós ativos que estiverem conectados na rede infi-net. Todos os
pontos (Tags) daquele nó desligado são colocados no estado de BAD
QUALITY. Caso um nó se recupere (retorne a condição normal de
operação), ele automaticamente reiniciará o processo normal de
comunicação com os demais tags existentes na rede infi-net.

• O Módulos NIS, durante o power on, verificam o endereçamento e a sua


conexão com a rede INFI - NET. O NIS checa os circuitos de transmissão,
recepção e de endereçamento estão funcionando propriamente através do
modo “LOOPBACK”. Caso ele detete outro nó com o mesmo endereço ele
automaticamente se desconectará da rede INFI - NET

• Durante o processo normal de funcionamento se as mensagens enviadas


pelo NIS para a rede INFI - NET estiverem com dados corrompidos, ele
novamente irá checar os seus circuitos de transmissão/recepção, caso os
mesmos apresentem problemas ele se desconectará da rede INFI - NET
automaticamente.

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3.2.2 - Protocolo

Cada entidade residente em uma unidade de controle de processos (PCU),


também chamada de tag number, respeita alguns critérios para enviar dados na rede
infi-net, tais como:

• Mudança Significativa: Para valores analógicos, uma mensagem (report)


é enviada toda a vez que a variação entre dois ciclos consecutivos de
varredura de processamento for maior que o parâmetro de faixa morta
ajustado. Este parâmetro é normalmente ajustado em 2% do span de
medição.

• Tempo mínimo: Este parâmetro tem como padrão o ajuste de 1 segundo,


e tem como objetivo ajustar o tempo mínimo entre sucessivos reports,
limitando-se assim o excesso de transmissões do nó em questão.

• Tempo máximo: Este parâmetro tem como padrão o ajuste de 60


segundos, e tem como objetivo ajustar a atualização de reports de uma
ou mais variáveis que não enviam reports constantemente para a console
de operação, criando-se assim um sistema de POLLING na rede infi-net.

Nota: Essas regras básicas de comunicação acima descritas, são ignoradas durante mudan
ça de estado de alarmes, estado de variáveis binárias, retorno ao normal; sendo essas
mensagens tratadas diretamente

O protocolo de comunicação incluem além das características acima:

• O frame da mensagem pode assumir uma quantidade de dados 1798


BYTES, sendo que a quantidade máxima de dados é de 1500 BYTES.

• Uma simples mensagem pode conter dados de um ou mais pontos (tags),


em função do tipo de ponto (Analog, Digital, M/A Station, etc...).

• Uma simples mensagem pode ter vários nós destinos (até 64 nós), sendo
que existe um campo de ACK/NOACK para cada nó destino existente na
rede infi-net.

• Endereçamento transparente para mensagens entre redes infi-net


diferentes, ou seja gateways e bridges são irrelevantes.

3.2.3- Media de transmissão:

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O sistema de comunicação que engloba a rede infi-net, utiliza cabo coaxial
(50 ohms padrão Ethernet), par trançado (RG22 B/U). Devido as baixas
características de atenuação, deveremos utilizar cabo coaxial para interligação entre
nós da rede infi-net, no caso de par trançado caso haja muita interferência
eletromagnética e distâncias menores que o cabo coaxial.

• Em uma freqüência de 10 MHz, os nós podem estar a 2000 metros de


distância quando interligados via cabo coaxial, 1000 metros para o par
trançado.

• Em uma freqüência de 2 MHz, os nós podem estar a 4000 metros de


distância quando interligados via cabo coaxial, 2000 metros para o par
trançado

• O mecanismo elétrico para imunidade a ruidos durante o processo de


transmissão de dados, é o de Método de Marca alternada. Esse método
garante que o receptor só irá reconhecer um bit de dados, se o dado for
de uma polaridade e imediatamente seguinte aparecerer o mesmo dado
com polaridade reversa.

• Todos os nós são galvanicamente isolados entre si, admitindo 500 Volts
DC.

3.2.4 - Características de carregamento e performance:

• Com uma taxa de transmissão ajustada para 10 MHz, utilizando


mensagens de 1798 BYTES, teremos um fluxo de 696 mensagens por
segundo.

• O tempo de processamento de cada mensagem, ou seja, o tempo de cada


nó manipular as informações é da ordem de 120 microsegundos. Desde
que cada mensagem deve percorrer a rede (nós de origem e destino),
teremos um atraso total de 1.44 milisegundos.

3.2.5 - Principais componentes da rede INFI - NET:

• NIS (NETWORK INTERFACE SLAVE): Este módulo é a interface direta com


a rede INFI-NET, sendo encontrado em cada gateway ou bridge que
compõe a rede INFI - NET.

• NPM (NETWORK PROCESSOR MODULE): Este módulo é encontrado na


unidade de controle de processos PCU, tendo como principal função a
interligação entre as redes CONTROLWAY e INFI-NET via o módulo NIS.

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• IIL (INFI-NET to INFI-NET LOCAL INTERFACE): Este módulo BRIDGE
interliga dois anéis de rede, sendo composto de dois (2) módulos NIS e
um (1) módulo IIT (INFI-NET to INFI-NET TRANSFER MODULE).

• IIR (INFI-NET to INFI-NET REMOTE INTERFACE): Este módulo BRIDGE


interliga dois anéis de rede, sendo composto de dois (2) módulos NIS e
um (1) módulo IIT (INFI-NET to INFI-NET TRANSFER MODULE).

• ICI (INFI-NET to COMPUTER INTERFACE): Este módulo é uma interface


buferizada para dispositivo externo. É composto de um (1) NIS e um (1)
ICT (INFI-NET to COMPUTER INTERFACE MODULE).

• OIS (OPERATOR INTERFACE STATION): Este equipamento é uma console


de operação que permite a conexão a rede INFI-NET e a rede ETEHERNET,
sendo que utiliza um gateway ICI modificado como interface.

• LAN90 PCV: Este equipamento é uma console de operação que permite a


conexão a rede INFI - NET e a rede ETHERNET/ARCNET, sendo que utiliza
um gateway ICI composto de um (1) NIS e um (1) ICT.

• CONDUCTOR NT: Este equipamento é uma console de operação que


permite a conexão a rede INFI-NET e a rede ETHERNET, sendo que utiliza
um gateway ICI (serial ou SCSI)

• MFP (MULTI FUNCTION PROCESSOR): Este não é um equipamento de


comunicação, mas possue ajustes que permitem otimizarmos a
comunicação do gateway NIS/NPM, bem como as estratégias de controle e
monitoração requeridas pelo processo industrial.

O gateway ICI é uma interface otimizada para computadores. Para


agilizarmos a comunicação entre a rede INFI - NET e computadores externos (tais
como: programas de controle avançado e ou consoles de operação LAN90), temos
que uma tabela de pontos (Point Table), criada na memória do módulo ICT,
agilizando-se assim a troca de informações entre os nós da rede INFI-NET via
EXCEPTION REPORT. Os dados serão coletados e armazenados nesse buffer para
posterior coleta do computador.

3.3 - Visão geral da comunicação via EXCEPTION REPORTS


(XR):

Centro de Treinamento & Tecnologia – Sistema INFI90 página 12


Quando uma PCU tem que transmitir dados para um outro nó de rede, ela os
efetua através de XR . O processo envolve a comunicação a nível de CONTROLWAY
bem como a rede INFI-NET.

Comparando-se com outros sistemas que efetuam um scan em cada ponto


periodicamente, para atualizar a base de dados de comunicação, cada módulo de
processamento e ajustado pelo usuário, para otimizarmos a comunicação, três
parâmetros a saber (Mudança significativa, Tempo mínimo e Tempo máximo de
XR).O processador NPM é o dispositivo que coleta os XR’s e formata mensagens para
envio para outros nós da rede INFI-NET. A varredura para aquisição de dados no
módulo MFP é de 1 segundo (como padrão). Quando ocorre um XR gerado pelo MFP,
o NPM armazena o novo valor em um (POINT TABLE).

O NPM verifica uma “EXPORT LIST” que informará ao mesmo quais são os
dados que o(s) nó(s) destino necessitam para visualizar e processar esse XR, logo
após essa verificação, é iniciado a formatação da mensagem para envio do report
contendo as informações do “EXPORT LIST”.

3.4 – Estrutura de Mensagens na rede INFI NET

Uma mensagem usada para reportar o estado de um controlador (MFP), pode


conter múltiplos pontos (utilizando a técnica de MESSAGE PACKING) e ser enviada
para múltiplos destinos (no máximo até 64 nós distintos pôr transmissão). Logo
teremos 4 tipos de mensagens básicas à saber:

1- MENSAGEM COMPACTADA DE MÚLTIPLO DESTINO


2- MENSAGEM COMPACTADA DE ÚNICO DESTINO
3- MENSAGEM DE ÚNICO PONTO (TAG) COM MÚLTIPLO DESTINO
4- MENSAGEM DE ÚNICO PONTO (TAG) COM ÚNICO DESTINO

A possibilidade da rede INFI-NET poder escolher, uma das 4 técnicas acima


descritas, para a melhor estratégia de comunicação durante o seu funcionamento,
possibilita que o carregamento da rede seja minimizado. A seguir apresentaremos o
formato da mensagem utilizada pela rede INFI-NET.

Formato da Mensagem:

Podemos definir uma mensagem na rede INFI-90, como sendo um


agrupamento de informações (tais como: relatórios de exceção, comandos, sinais de
sincronismo, etc...). A estrutura básica de uma mensagem é chamada de FRAME.
Cada FRAME transmitido pela rede inicia-se com 20 BYTES chamado de FLAG

Centro de Treinamento & Tecnologia – Sistema INFI90 página 13


SEQUENCE com duração de 16 microsegundos à 10 MHz, seguido de um FLAG
HEADER de 2 BYTES (que contém informações sobre o tamanho da mensagem a ser
transmitida). Logo a seguir temos o FIELD INFORMATION (que contém uma ou mais
mensagens que tem no máximo 1500 BYTES de dados), e finalmente um campo
chamado de TRAILER.

Esse campo chamado de TRAILER de no máximo de 276 BYTES, é uma parte


do FRAME que tem uma área fixa de 20 BYTES mais uma lista de todos os nós de
destino, aonde as informações de um ou mais pontos devem ser transmitidas. Cada
endereço de destino é composto: de uma área de 4 BYTES de endereçamento, 2
BYTES de CHECKSUM, 4 BYTES de CRC32 bits, Sincronismo de tempo da rede,
CONTADOR DE CIRCULAÇÃO de nós, sinais de sequenciamento e controle de
comunicação de rede.

Adicionando-se os campos anteriormente definidos, temos que uma


mensagem no máximo atingirá 1798 BYTES com duração de 1.44 milisegundos à
uma freqüência de 10 MHz.

Uma parte muito importante da lista de endereçamento, é reservada para


reconhecimento da mensagem. É crucial que cada mensagem seja reconhecida para
o devido funcionamento da rede INFI-NET. Cada reconhecimento é feito pôr cada nó
válido através de bits no campo chamado de DESTINATION LIST que contém 4
BYTES de para essa finalidade. As opções existentes para uma mensagem são: ACK
(que significa recepção e CRC estão corretos), BUSY-NAK (que significa que a
mensagem foi impossibilitada de ser processada devido ao BUFFER de comunicação
estar CHEIO) e finalmente NAK (que significa nó está desligado).

O sistema de comunicação admite inicialmente que todos os nós destinos


estão NAK ou seja estão OFF-LINE, para cada mensagem reconhecida o sistema
mudará o estado de desse campo para ACK pois o frame de comunicação passou
pelo nó e teve o seu CRC checado e confirmado.

Finalmente a parte que inclui os dados chamada de DATA PATH, composta de


15 BYTES fixos composto de: endereço da fonte, código da mensagem (nesse caso o
tipo de XR), contador da mensagem, informação de controle e campo de
reconhecimento binário de mensagem com um tamanho de 64 bits.

O módulo NIS examina o frame de comunicação que circula ao longo da rede


INFI-NET e observa a lista de nós destinos que faz parte da mensagem em questão.
Se o endereço do nó é compatível com o endereço do NIS, segue-se a analise da
mascará de destino que informará ao mesmo quais são os dados de XR’s que
pertencem a esse nó, para que os mesmos possam ser descompactados e utilizados.
Lembre-se que o NIS só examina uma mensagem pôr vez, e, a mensagem por sua
vez pode ter mais de um destino, logo a área de reconhecimento binário de
mensagens serve como separador de dados da mensagem em questão.

Centro de Treinamento & Tecnologia – Sistema INFI90 página 14


Existem vários comprimentos padronizados para os relatórios de exceção
(XR), dependendo do tipo de ponto (TAG) à saber: 18 BYTES são utilizados para
pontos analógicos, 14 BYTES são utilizados para pontos digitais, 31 BYTES são
utilizados para estações de controle A/M.

Fluxo de Dados de uma Mensagem:

No interior da memória do módulo NPM, existe memorizado tabelas para


roteamento de dados de comunicação na rede INFI-NET. Quando um ponto
estabelecido em um controlador MFP solicita a comunicação ao módulo NPM via XR,
ou seja, via TMÁX, TMIN ou ALARME, o mesmo automaticamente irá preparar a
mensagem para envio a rede.

A mensagem preparada pelo NPM recebe informações referentes aos dados à


serem transmitidos, CRC para posterior cheque do nó de destino, sincronização de
horário; e logo a seguir é compactada preparando-se para ser transmitida. Depois
desse primeiro estágio da mensagem ter sido criado, vários segmentos chamados de
TRAILERS são criados e adicionados a estrutura da mensagem principal.

A seguir um segmento de tempo global é adicionado a mensagem a ser


transmitida. Esse tempo não é o de sincronismo de horário, em sim para transmissão
de dados. O próximo segmento adicionado a mensagem é o identificador de nó
(NODE ID), que é utilizado pelos nós de destino para identificar o nó fonte que gerou
essa mensagem, e possibilita que a mensagem possa ser removida da rede INFI-NET
toda a vez que ela foi identificada e processada corretamente (ver ACK).

Finalmente dois segmentos são adicionados à mensagem, através do módulo


NPM, que são o contador de circulação de nós (que é utilizado pelos módulos NIS de
outros nós para a adicionar um (1), toda a vez que uma mensagem foi processada
pelo mesmo), e, o CHECKSUM para que toda a mensagem seja reconhecida pelo
sistema. Logo que todos os segmentos foram adicionados a mensagem, a mesma, é
enviada do módulo NPM para o módulo NIS via rede XBUS e posteriormente para a
rede INFI-NET.

Essa mensagem irá circular toda a rede, sendo que o contador de circulação
de nós será incrementado até 255 ou até que um nó reconheça essa mensagem. No
caso de reconhecimento o módulo NIS irá enviar para o módulo NPM para o seu
processamento adequado, no caso de uma CIU o módulo NIS irá passar essa
informação para um HOST COMPUTER ou uma estação de operação LAN90. Caso a
mensagem não seja processada por nenhum nó de destino ou seja retorne a nó de
origem como NO-ACK, o nó origem irá retransmitir a mesma até 12 vezes a mesma
mensagem. Caso nenhum nó de destino responda a essa mensagem o nó será
considerado como OFF-LINE.

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PARTE 2

Gateway PCU (NIS/NPM)

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1 – Introdução

O objetivo dessa interface é coletar os XR´s enviados e recebidos pelo


controlador MFP ou BRC, e disponibilizá-los na rede INFI NET. A figura abaixo,
mostra-nos um GATEWAY PCU e seus componentes.

INNIS01 INNPM01

1 1
2 2
3 3
4
5
A 4
5
6 6
7 7
8 8

1
2
3
4
5
B
6
7
8

LOOP 1 F1

P1
+ NI
- NI
SHLD
SHLD

OUT+
PSS1

OUT-

NC

LOOP 2 NTCL01

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2 – Especificações Técnicas Gateway PCU

INNIS01

ÍTEM CARACTERISTICAS / VALORES


MEMÓRIAS RAM = 208 kbytes
ROM = 64 kbytes
ALIMENTAÇÃO + 5 VDC @ 900 Macc - Consumo 4.5 W (nominal)
+ 15 VDC @ 5 mACC – Consumo 0.08 W (nominal)
- 15 VDC @ 200 mACC – Consumo 3 W (nominal)
CAPACIDADE MÁX 62500 nós no sistema, 250 aneis, 250 nós por anel.
(QTDE DE NÓS) Qualquer tipo de nó CIU, PCU, OIS, etc…
TAXAS DE 10 Mbaud (2Km coaxial // 1 Km par trançado)
COMUNICAÇÃO 2 Mbaud (4 Km coaxial // 2 Km par trançado)
Interferência EMI Dado não disponível. Recomenda-se manter as portas dos
gabinetes fechadas, e, não utilizar equipamentos de
comunicação a menos de 2 metros dos mesmos.
Temperatura De 0 à 70
Operacional (graus C)
Humidade Relativa 5 % à 90 % (temperatura 55 graus C) sem condensação
Pressão Atmosférica Nivel do mar até 3000 metros
Atmosfera Não corrosiva (Utilizar filtros ou pressurização da sala)
Classificação CSA (FACTORY MUTUAL) Classe 1 Divisão 2
Montagem Requer um (1) SLOT do raque MMU

INNPM01

ÍTEM CARACTERISTICAS / VALORES


MEMÓRIAS RAM = 256 kbytes
ROM = 512 kbytes
ALIMENTAÇÃO + 5 VDC @ 2A - Consumo 10 W (nominal)
TAXAS DE 1 Mbaud (Quando selecionado para a rede CONTROLWAY)
COMUNICAÇÃO 83 kbaud (Quando selecionado para a rede MODULE BUS)
Interferência EMI Dado não disponível. Recomenda-se manter as portas dos
gabinetes fechadas, e, não utilizar equipamentos de
comunicação a menos de 2 metros dos mesmos.
Temperatura De 0 à 70
Operacional (graus C)
Humidade Relativa 5 % à 90 % (temperatura 55 graus C) sem condensação
Pressão Atmosférica Nivel do mar até 3000 metros
Atmosfera Não corrosiva (Utilizar filtros ou pressurização da sala)
Classificação CSA (FACTORY MUTUAL) Classe 1 Divisão 2
Montagem Requer um (1) SLOT do raque MMU

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3 – Dipswitches e Jumpers do módulo INNIS01

A figura abaixo, mostra-nos a vista lateral do módulo NIS e a localização das


chaves e jumpers.

4 3
2 1

1 SW1 - ENDEREÇO DO NÓ REDE INFI NET

2 SW2 - ENDEREÇO DO ANEL INFI NET

3 SW3 - MODO OPERACIONAL DO MÓDULO

4 SW4 - DIVERSOS (COUNTER SETUP)

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CHAVE SW1 (ENDEREÇO DO NÓ NA REDE INFI-NET)

Esta chave ajusta o endereço do nó na rede INFI NET. O range válido de


ajuste é de 1 até 250. O polo no. 1 da chave é o mais significativo (com peso binário
de 128) e o polo no. 8 da chave é o menos significativo (com peso binário de 1)

EX.: POLOS DA CHAVE (SW1)

POLO 1 2 3 4 5 6 7 8
PESO (128) (64) (32) (16) (08) (04) (02) (01)
AJUSTE
PARA 0 0 0 0 1 1 1 0
NÓ 14

Nota: - Nível Lógico 1 = Chave na posição OPEN


Nota: - Nível Lógico 0 = Chave na posição CLOSED

CHAVE SW2 (ENDEREÇO DO ANEL DA REDE INFI-NET)

Esta chave ajusta o endereço do ANEL (LOOP) na rede INFI NET. O range
válido de ajuste é de 1 até 250. O polo no. 1 da chave é o mais significativo (com
peso binário de 128) e o polo no. 8 da chave é o menos significativo (com peso
binário de 1)

EX.: POLOS DA CHAVE (SW2)

POLO 1 2 3 4 5 6 7 8
PESO (128) (64) (32) (16) (08) (04) (02) (01)
AJUSTE
PARA 0 0 0 0 0 0 1 1
ANEL 3

Nota: - Nível Lógico 1 = Chave na posição OPEN


Nota: - Nível Lógico 0 = Chave na posição CLOSED

CHAVE SW3 (FUNÇÕES ESPECIAIS DO MÓDULO NIS)

Esta chave permite-nos ajustar como o módulo NIS irá se comportar durante
o seu funcionamento. Entende-se por funções especiais:

• Habilitar / Inibir a verificação de CHECKSUM das memórias


• Selecionar a velocidade de comunicação do meio fisico (10 ou 2 Mbaud)
• Selecionar como irão funcionar os LED´s do frontal do módulo
• Modo Diagnose (Uso Interno da Bailey)

Centro de Treinamento & Tecnologia – Sistema INFI90 página 20


POLO SW3 AJUSTE FUNÇÃO EXECUTADA (NOTA 1)
1 0 Esse módulo NIS faz parte da INFI NET, e está
trabalhando como Gateway PCU ou CIU
1 1 Não deve ser ajustado
2 1 Habilitar o CHECKSUM da memória ROM
2 0 Inibir o CHECKSUM da memória ROM
3 1 TEST MODE (sem TIME OUT de comunicação)
3 0 Operação Normal do módulo
4 1 Todos os Nós retornam um não reconhecimento de
mensagem (BUSY ACK)
4 0 Operação Normal do módulo
5 1 Os LED´s dos grupos “A” e “B” irão atuar como
contador de mensagens enviadas e recebidas pelo nó
NIS. Em caso de falha de um dos CANAIS 1 (A) ou 2
(B), os oito (8) LED´s irão PISCAR informando
visualmente a falha
5 0 O comportamento dos LED´s é definido pelo ajuste na chave
SW4 do módulo NIS
6 1 Modo DIAGNOSE (Somente para a assistência técnica da
BAILEY)
6 0 Operação Normal do módulo
7/8 0/0 Modo INFI NET com uma velocidade de 10 Mbaud
7/8 0/1 Modo INFI NET com uma velocidade de 2 Mbaud
7/8 1/0 Não deve ser utilizado (NUNCA)
7/8 1/1 Não deve ser utilizado (NUNCA)

Nota 1 : Os valores em negrito são os DEFAULT e devem ser mantidos para o


funcionamento do módulo NIS

Nota: - Nível Lógico 1 = Chave na posição OPEN


Nota: - Nível Lógico 0 = Chave na posição CLOSED

CHAVE SW4 (COUNTER e I/O EXPANDER BUS SETUP)

Ajuste a chave SW4 conforme a tabela abaixo, e favor não alterar esses
ajustes para que o módulo NIS funcione adequadamente

POLO 1 2 3 4 5 6 7 8

AJUSTE
PADRÃO 0 0 0 1 0 0 0 0

Centro de Treinamento & Tecnologia – Sistema INFI90 página 21


A figura abaixo, mostra-nos a localização dos jumpers J1 à J6, responsáveis
pela seleção da velocidade de transmissão e recepção do módulo NIS

ATENÇÃO: O ajuste dos JUMPERS deve ser sempre igual ao selecionado na


chave SW3 polos 7 e 8.

2 MHz

JUMPERS: J1 até J6
1 2 3 4

10 MHz

4 – Dipswitches e Jumpers do módulo INNPM01

A figura abaixo, mostra-nos a vista lateral do módulo NPM e a localização das


chaves e jumpers.

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1
2

1 SW3 (MODOS DE OPERAÇÃO)

2 SW4 (OPÇÕES)

CHAVE SW3 (SELEÇÃO DO MODO OPERACIONAL MÓDULO NPM)

Esta chave permite-nos ajustar como o módulo NPM irá se comportar durante
o seu funcionamento.

POLO SW3 AJUSTE FUNÇÃO EXECUTADA (NOTA 1)


1 0 DESABILITA DIAGNOSE DE HARDWARE
1 1 Não deve ser ajustado
2 0 DEVE SER SEMPRE AJUSTADO PARA ESSE VALOR
3 1 NPM LIGADO NA REDE MODULE BUS (83.3 kbaud)
3 0 NPM LIGADO NA REDE CONTROLWAY (1 Mbaud)
4 até 7 0 DEVE SER SEMPRE AJUSTADO PARA ESSE VALOR
8 0 NPM PRIMÁRIO (CONTROLWAY ADDRESS 0)
8 1 NPM REDUNDANTE (CONTROLWAY ADDRESS 1)

Nota 1 : Os valores em negrito são os DEFAULT e devem ser mantidos para o


funcionamento do módulo NIS

Nota: - Nível Lógico 1 = Chave na posição OPEN


Nota: - Nível Lógico 0 = Chave na posição CLOSED

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CHAVE SW4 (FUNÇÕES ESPECIAIS DO MÓDULO NPM)

Esta chave permite-nos ajustar como o módulo NIS irá se comportar durante
o seu funcionamento. Entende-se por funções especiais:

• Habilitar / Inibir o CHECKSUM das memórias do módulo


• Comportamento do módulo em caso de falha da alimentação de 5 VDC
(FAILOVER PFI)
• Selecionar GATEWAY redundante ou não
• Habilitar / Inibir diagnose da rede INFI NET (Uso interno da Bailey)
• Selecionar a velocidade de polling na rede CONTROLWAY ou MODULE BUS

POLO SW4 AJUSTE FUNÇÃO EXECUTADA (NOTA 1)


1 0 HABILITAR O CHECKSUM DA MEMÓRIA ROM
1 1 INIBIR O CHECKSUM DA MEMÓRIA ROM
2 0 INIBIR A FUNÇÃO FAILOVER EM CASO DE FALHA DA
ALIMENTAÇÃO DE 5 VDC (PFI STATUS)
2 1 HABILITAR A FUNÇÃO FAILOVER EM CASO DE FALHA DA
ALIMENTAÇÃO DE 5VDC (PFI STATUS)
3 1 Módulo NPM montado na configuração REDUNDANTE
3 0 Módulo NPM montado na configuração STAND ALONE
4 1 HABILITAR A FUNÇÃO DE DIAGNÓSTICO DA REDE INFI NET
4 0 Operação Normal do módulo
5/6 0/0 Velocidade de 1 Polling por segundo para os XR´s
Enviados/Recebidos pela rede CONTROLWAY ou MODULE BUS
5/6 0/1 Velocidade de 2 Pollings por segundo para os XR´s
Enviados/Recebidos pela rede CONTROLWAY ou MODULE BUS
5/6 1/0 Velocidade de 4 Pollings por segundo para os XR´s
Enviados/Recebidos pela rede CONTROLWAY ou
MODULE BUS
5/6 1/1 Velocidade de 8 Pollings por segundo para os XR´s
Enviados/Recebidos pela rede CONTROLWAY ou MODULE BUS
7 0 INIBIR A FUNÇÃO DE TESTE DO MÓDULO NPM
7 1 HABILITAR A FUNÇÃO DE TESTE DO MÓDULO NPM
8 0 Não deve ser utilizado (NUNCA)

Nota 1 : Os valores em negrito são os DEFAULT e devem ser mantidos para o


funcionamento do módulo NIS

Nota: - Nível Lógico 1 = Chave na posição OPEN


Nota: - Nível Lógico 0 = Chave na posição CLOSED

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5 – Verificação de Defeitos (TROUBLESHOOTING)

A seguir apresentaremos a tabela de código de erros (exibidos através dos


LED´s) que se encontram no frontal dos módulos NIS e NPM

Nota: - Para verificação de mensagens na console de operação, faz-se


nescessário a configuração dos N90STA tags, permitindo assim uma melhor
analise dos erros, simplificando o processo de manutenção preventiva e
corretiva

5.1 – Códigos de Erros para o módulo INNIS01

LED’s DE ESTADO (CÓDIGO) e AÇÃO CORRETIVA A SER EXECUTADA


1 = ACESO /0=APAGADO

8 7 6 5 4 3 2 1
0 0 0 1 0 0 1 1 (13) Erro de CHECSUM na memória ROM
Ação a ser executada: TROQUE O NIS
0 0 0 1 0 1 1 0 (16) Erro de LOOPBACK (Módulo – Terminação)
Ação a ser executada:
- Verifique cabo NKLS01 (NIS – TERMINAÇÃO)
- Verifique fusível NTCL ou NICL
- Troque o módulo NIS
0 0 1 1 0 0 0 1 (31) Falha da CPU ou MEMÓRIA do módulo NIS
Ação a ser executada: TROQUE O NIS
0 0 1 1 0 0 1 0 (32) Falha de Endereçamento ou Barramento
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NIS
0 0 1 1 0 0 1 1 (33) Instrução Ilegal processada pelo módulo
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NIS
0 0 1 1 0 1 0 0 (34) Erro de Privilégio ou acesso vetorial (TRACE)
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NIS
0 0 1 1 0 1 0 1 (35) Espurio de comunicação, XR ilegal
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NIS
0 0 1 1 0 1 1 0 (36) Erro Interno / CHECKSUM / Formato Ilegal
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NIS

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LED’s DE ESTADO (CÓDIGO) e AÇÃO CORRETIVA A SER EXECUTADA
1 = ACESO /0=APAGADO

8 7 6 5 4 3 2 1
0 0 1 1 0 1 1 1 (37) Erro devido a função TRAP
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NIS
0 0 1 1 1 0 0 0 (38) Erro de SETUP das dipswitches do módulo NIS
Ação a ser executada:
- Verifique as chaves SW1 até SW4
- Verifique os Jumpers J1 até J6
0 0 1 1 1 1 1 0 (3E) Erro de HANDSHAKE entre NIS e NPM
Ação a ser executada:
- Verifique DIPSHUNT montado entre NIS e NPM
- Caso o DIPSHUNT existe, troque o par NIS/NPM

5.2 – Códigos de Erros para o módulo INNPM01

LED’s DE ESTADO (CÓDIGO) e AÇÃO CORRETIVA A SER EXECUTADA


1 = ACESO /0=APAGADO

8 7 6 5 4 3 2 1
0 0 0 0 1 1 0 1 (0D) Erro no LINK de REDUNDÂNCIA do módulo NPM
Ação a ser executada:
- Verifique cabo NKMP01, que interliga os
conectores P3 dos módulos NPM
- Caso o mesmo esteja OK. TROQUE OS NPM´s
0 0 0 0 1 1 1 0 (0E) Dois (2) ou mais NPM´s estão com o mesmo
endereço na rede CONTROLWAY ou MODULE BUS
Ação a ser executada:
- Cheque o polo 8 da chave SW3. Para o primário
deverá estar em “0” e para redundante em “1”
- Caso estejam diferentes. TROQUE OS NPM´s
0 0 0 1 0 0 1 0 (12) Erro de HANDSHAKE entre NIS e NPM
Ação a ser executada:
- Verifique DIPSHUNT montado entre NIS e NPM
- Caso o DIPSHUNT existe, TROQUE O NPM
0 0 0 1 0 0 1 1 (13) Erro de CHECKSUM da memória ROM
Ação a ser executada:
- Efetue um RESET do módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NPM
0 0 0 1 0 1 0 0 (14) Erro no barramento de I/O do módulo NPM
Ação a ser executada:
- Efetue um RESET do módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NPM

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LED’s DE ESTADO (CÓDIGO) e AÇÃO CORRETIVA A SER EXECUTADA
1 = ACESO /0=APAGADO

8 7 6 5 4 3 2 1
0 0 0 1 0 1 0 1 (15) Erro de LOOPBACK entre NIS – TERMINAÇÃO –
NPM
Ação a ser tomada:
- Verifique DIPSHUNT entre NIS e NPM
- Verifique cabo NKLS01 entre NIS e TERMINAÇÃO
- Verifique fusível na terminação NTCL ou NICL
- Caso os ítens acima estão OK. TROQUE NPM
0 0 1 1 0 0 0 1 (31) Erro de Memória ou CPU do módulo NPM
Ação a ser tomada: TROQUE O MÓDULO NPM
0 0 1 1 0 0 1 0 (32) Erro de endereçamento ou do barramento do
módulo NPM
Ação a ser executada:
- Efetue um RESET do módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NPM
0 0 1 1 0 0 1 1 (33) Erro de processamento (INSTRUÇÃO ILEGAL)
Ação a ser executada:
- Efetue um RESET do módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NPM
0 0 1 1 0 1 0 0 (34) Erro de privilégio ou acesso vetorial (TRACE)
Ação a ser executada:
- Efetue um RESET do módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NPM
0 0 1 1 0 1 0 1 (35) Espurio de comunicação, XR ilegal
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NPM
0 0 1 1 0 1 1 0 (36) Erro Interno / CHECKSUM / Formato Ilegal
Ação a ser executada:
- Reset no módulo NPM
- Caso o erro persista, TROQUE O NPM
0 0 1 1 1 0 0 0 (38) Os ajustes efetuados nos módulos NIS/NPM
(Primário) e NIS/NPM (Secundário) estão divegentes
Ação a ser executada:
- Verifique as DIPSWITCHES de ambos os módulos.
Devem ser exatamente iguais exceto pela seleção
PRIMÁRIO / REDUNDANTE
- Cheque Jumpers (NIS e NPM)
- Caso as opções acima estejam OK. TROQUE NPM
0 0 1 1 1 0 0 1 (39) Endereços duplicados (REDE INFINET)
Ação a ser executada:
- Verifique endereço do Nó (Módulo NIS)
- Verifique cabo NKMP01 (NPM primário e NPM
redundante)
- Caso as opções acima estejam OK. TROQUE NPM

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