A11 – Dermatoses II – Brunella
Prurigo Estrófulo ou Urticária Papular
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Introdução
Apresentação Clínica
- seropápula de tomazoli circulada em vermelho
- tranquilizar a família quanto ao curso dessa doença criança geralmente adquire
tolerância aos 10 anos
- se numerosas lesões por picadas de insetos pode haver reativação de lesões antigas
lesões são por sensibilização
Prevenção
- tabela de repelentes
- icaridina e ir3535 são interessantes para usar na faixa etária pediátrica, tempo de ação
prolongado com bom custo-benefício
Tratamento
- já inicia o tto com corticoide de MÉDIA potência
- tto por um curto período de tempo, para reduzir a inflamação e o prurido
- usa-se muito a betametasona
Dermatite Atópica
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Caso Clínico
- ndn = nada digno de nota
- placas eritematosas com escoriações indicativo de coceira, prurido, a criança coçou
HD: dermatite atópica
Dermatite Atópica e suas características
- também chamada de eczema atópico
Fisiopatologia
Fatores desencadeantes
- agentes infecciosos vírus tem também o coxsackie
Quadro clínico – Fase infantil
- o prurido não é comum na dermatite seborreica, ele ocorre quando a criança tem
dermatite seborreica associada a dermatite atópica (é a DA que causa o prurido)
- investigar, nos casos graves de DA, quais alimentos podem estar provocando
Quadro clínico – fase pré-puberal
- predomínio de lesões em regiões de dobra
Quadro Clínico – Fase Adulta
Quadro comparativo com os quadros clínicos em diferentes faixas etárias
- as características clínicas variam de acordo com a faixa etária. Porém, pode haver lesões
simultâneas de mais de uma faixa etária.
Sinais cutâneos associados à DA
Diagnóstico
- não se faz investigação de alergia para os quadros mais brandos de DA, o diagnóstico é
clínico
Classificação da gravidade da DA
Diagnóstico diferencial com dermatite seborreica
- não há prurido e pode ocorrer desde o nascimento (a DA tem prurido e tem início mais
tardio)
Complicações infecciosas
- infecção herpética com erupção de kaposi também pode ter como agente etiológico o
vírus varicela-zóster
Tratamento básico
- não usar sabonete de glicerina
- aplicar hidratante nos primeiros 3 min após banho
- evitar o uso de hidratantes à base de ureia em pacientes que estão com a pele ferida
- neutrogena body care é um bom hidratante custo-benefício dessa lista que é bastante
utilizado
Tratamento da inflamação
- apresentação em creme lesões mais úmidas e exsudativas
- apresentação em pomada lesões mais liquenificadas
Tratamento do prurido
Tratamento no controle dos agentes infecciosos
- os corticoides tópicos são usados em pacientes com eczema herpético associado a DA,
sendo utilizados mais pra tratar a DA mesmo
Fluxograma resumindo o tratamento
Evolução da DA
Caso Clínico
- corticosteroide tópico de baixa ou média potência durante um curto período podem
ajudar nessa fase da doença
Ptiríase alba, dermatite seborreica e dermatite de contato
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Ptiríase alba
- acomete áreas expostas
Dermatite seborreica
- é comum DA associada a dermatite seborreica
- se tiver prurido, provável associação com DA
- desconfiar de infecção fúngica se os outros tratamentos já tiverem sido realizados e a
dermatite não estiver melhorando
Dermatite de contato
- imagem de cima esparadrapo quadro agudo
- imagem debaixo botão da calça quadro crônico
- como diferenciar a imagem de cima da dermatite atópica? A lesão não poupa a região
perioral, sendo, portanto, mais provavelmente uma dermatite de contato
- é um tipo de dermatite de contato
- poupa as dobras, pq a dermatite é causada pelo agente irritativo em contato direto com
ela
- importante diagnóstico diferencial de candidíase
Hemangioma
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História natural da HI
Características da HI
Classificação dos HI quanto a profundidade
- foto mais acima superficial
- foto do meio profundo
- foto da direta embaixo misto
Classificação dos HI quanto à extensão
Complicações do HI
Hemangiomas que requerem investigação
Indicações de tratamento
- o hemangioma congênito é diferente do hi, uma vez que se manifesta desde o nascimento
(o hi é depois que nasce)
Diagnósticos diferenciais do HI
Tratamento do HI
- corticoide interfere na vacinação porque provoca imunossupressão
Conclusão