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A Filosofia Moderna

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Grande Oriente de Santa Catarina

Oriente de Lages

A.:R.:L.:S.: Livres Pensadores Joaquim José Rodrigues n.93

Apr.: M.: Anderson José Lenzi da Silva e M.:M.: Nélio Prisciliano Branco Varela

A Filosofia Moderna.
Temos por Filosofia Moderna aquela iniciada no período do Renascimento e que está
Compreendida entre os séculos XV a XIX, porém, por estar sendo tratada em um período tão longo
esta filosofia não possui uma uniformidade, ela se encontra dividida em diversos fragmentos de
acordo com as escolas dos diferentes períodos dos quais passou.
São eles:
 Filosofia do Renascimento
 Filosofia do século XVII
 Filosofia do século XVIII
 Filosofia do século XIX
Neste Período, ainda no início, ainda era comum vermos questões no que dizia respeito a
provar a existência de Deus e a imortalidade da alma, principalmente em textos de René
Descartes e George Berkeley, em suas obras as Meditações e o Tratado, de autoria dos dois,
respectivamente. Porém, muitos filósofos deste período pareciam estar usando a filosofia para
abrir caminhos que pudessem ajudar a fundamentar algum tipo de concepção, de ideia. Era como
se tentassem encontrar uma forma de provar aquilo que tentavam passar.
Podemos citar alguns desses filósofos e seus problemas filosóficos como exemplo:

 Descartes: Buscava conseguir algum fundamento para explicar uma determinada


concepção científica;
 John Locke: Buscava preparar o território para que fosse mais fácil a ciência tomar
um rumo e agir de maneira mais direta;
 Berkeley: Buscava competir com alguma conclusão científica, contrapondo-se aos
métodos utilizados pela ciência.
No Decorrer do tempo, a filosofia moderna foi sofrendo alterações, deixando de ter seu
foco diretamente relacionado ao conhecimento material e a descoberta de todas as verdade,
deixando esse papel para que as ciências buscassem descobrir, como também deixando um pouco
de lado as questões de tentar justificar as crenças religiosas, tão abordadas no período filosófico
anterior.
De acordo com diversas obras que vieram em seguida, principalmente as de Immanuel
Kant, a filosofia passava a ser chamada de “virada epistemológica”, onde a preocupação agora era
com as condições do conhecimento humano e sua clarificação.

Renascimento
Consideramos de Renascença o período da filosofia que está entre a Idade média e o
Iluminismo na Europa, o que inclui o século XV, influenciando diretamente o Século XVI.
Chamamos de Renascença porque ela se dá como um renascimento da filosofia, sendo
contrário as reformas religiosas, renovando o aprendizado no que diz respeito a civilização
clássica.

Filosofia do século XVII


Considerada como uma forma de ver o princípio da filosofia moderna, se distanciando da
forma de pensar do pensamento medieval, é comum vermos essa filosofia sendo chamada de
“idade da razão”, já que ela é tida por muitos como uma sucessora da renascença, precedente do
iluminismo.

Filosofia século XVIII


Também conhecida como Iluminismo, foi um movimento filosófico que aconteceu na
Europa e em alguns países do continente americano, que prioritariamente defendia a razão.

Filosofia século XIX


Neste século os filósofos do Iluminismo tinham como referência o trabalho de filósofos
como Immanuel Kant e Jean-Jacques Rousseau, o que contribuiu para influenciar uma nova
geração de pensadores.
O contexto filosófico
A filosofia moderna, passou a focar o Homem como grande realizador das coisas, ao
contrário da filosofia antiga, que via o homem como um meio pelo qual se chegava a alguma coisa.
Esse individualismo nada mais era que uma consequência da igualdade entre as pessoas. Sobre o
trabalho, ele é visto com uma forma do homem realizar a sua missão na terra, ajudando a
construir o mundo, uma visão bem diferente de antigamente, quando se achava que o trabalho
era um defeito, e por isso deveria ser direcionado apenas aos escravos.

Empirismo
O termo Empirismo (do latim "empiria")significa experiência. Ele foi definido pela
primeira vez de modo formal e conceitual pelo pensador inglês John Locke (1632-1704), em seu
"Ensaio Acerca do Entendimento Humano" (1690).
Na introdução, ele descreve que “só a experiência preenche o espírito com ideias”.
Locke defende uma corrente a qual denominou "Tabula Rasa", donde a mente seria um
"quadro em branco" (tabula rasa). Sobre ele é gravado o conhecimento, cuja base é a sensação.
Nesse processo, a razão teria o papel de organizar os dados empíricos obtidos pela via
sensorial: “nada pode existir na mente que não tenha passado antes pelos sentidos”.
A veridicidade ou falsidade de um fato deve ser verificada por meio dos resultados de
experiências e observações.
Um conceito básico, portanto, na ciência do método científico é que toda evidência deve
ser empírica. Ou seja, ela deve estar sujeita a comprovação feita pelos sentidos, permitindo o
conhecimento especialmente pela experiência sensorial. Isso enfatiza o papel desses atributos
para a constituição da verdade.
Com a valorização das experiências e do saber científico, o homem passou a buscar
resultados práticos.
Com isso, um resultado empírico é uma experiência, o que permite a palavra poder ser
usada nas ciências como sinônimo de "experimental”. Por outro lado, toda afirmação metafísica
deve ser rejeitada pelo Empirismo, já que para essas afirmativas, não há experimentação.
Desse modo, acredita nas experiências como únicas, as quais determinarão a origem, o
valor, e os limites do conhecimento, que jamais será aceito como universal e necessário.
Portanto, é cabal, segundo o empirismo, estarmos atentos e críticos às falsas ideias que
não podem ser averiguadas pelos sentidos.
Empirismo e Racionalismo
O Empirismo e o Racionalismo são duas correntes opostas. O Racionalismo aborda o tema
do conhecimento a partir das ciências exatas, enquanto o Empirismo dá mais importância às
ciências experimentais.

Francis Bacon
Francis Bacon (1561-1626) foi um filósofo natural Inglês que usou o raciocínio indutivo, na
tentativa de melhorar os erros cometidos por Aristóteles, e é conhecido por promover o método
(científico).
O título da obra de Bacon, Novum Organum (1620), é baseada na obra de Aristóteles
sobre lógica. Organum traduz em Português como o instrumento do pensamento racional, Bacon
propôs um novo estilo de raciocínio para substituir o trabalho de Aristóteles.
A filosofia aristotélica foi baseada em um conjunto de regras que regeram a coerência
entre uma conclusão e uma fundação que foi aceito inquestionavelmente como verdade, a
filosofia de Bacon era o oposto.
Antes e durante o tempo de Bacon, existiram filosofias que estavam enraizadas na fé pura
e não tanto na razão, essas filosofias ultrapassadas foram promovidas pela igreja. Seu estilo foi
investigar os fundamentos do trabalho com base na teoria científica de Aristóteles, seu objetivo
era colocar a natureza à prova.

A abordagem indutiva
Bacon argumentou que tinha havido progressos limitados ao longo dos tempos devido ao
fato de que os filósofos escolásticos alteraram as suas conclusões sobre a natureza para satisfazer
as exigências da escritura. Bacon delineou os princípios do método de raciocínio indutivo,
constituindo um avanço na abordagem da ciência.
Ele acreditava que o conhecimento deve ser perseguido de uma maneira nova e
organizada.
Sua ideia de uma abordagem indutiva incluiu a observação cuidadosa da natureza com a
acumulação sistemática de dados para recorrer.
Novas leis foram logo criadas com base no conhecimento dos resultados específicos
através de testes e experimentação.
Qualquer filósofo natural que aderiu a este método não baseou suas descobertas em
mitos fora do prazo de validade, mas, basearam seus resultados em fatos observáveis. Foi esse
tipo de teoria materialista que trouxe as grandes descobertas de Copérnico e Galileu. Bacon podia
ver que o único conhecimento de grande importância para a humanidade foi empiricamente
enraizado no mundo natural, e que um sistema claro de investigação científica poderia garantir o
domínio sobre o mundo material.
Bacon foi um dos primeiros a apreciar o valor da nova ciência para a vida humana
afirmando que o conhecimento deve ajudar a utilizar a natureza para proveito humano e deve
melhorar a qualidade de vida através do avanço do comércio, indústria e agricultura.
Ele acreditava que o conhecimento é poder, e ele pediu ao governo para criar instituições
científicas para incentivar o avanço da tecnologia e das artes mecânicas.
Sua filosofia foi contrastada pela posição assumida da Igreja Católica na época. A Igreja
tinha tomado a ofensiva em preservar o núcleo de seu patrimônio, e esta nova ciência parecia ser
um ato de heresia. Esta nova perspectiva ultrajante inevitavelmente levou à mais chocante de
todas as ideias possíveis "o ateísmo".
No entanto, alguns dos principais cientistas já viam uma contradição entre os seus
estudos e sua fé. Em meados do século, os ataques à Igreja foram aumentando e alguns culparam
a nova ciência da razão indutiva por esses ataques filosóficos.

John Locke
Considerado um dos mais importantes pensadores da doutrina liberal, John Locke nasceu
em 1632, na cidade de Wrington, Somerset, região sudoeste da Inglaterra.
O jovem inglês nutriu durante toda a sua vida um árduo interesse por áreas distintas do
conhecimento humano. Apesar de todo esse perfil delineado, não podemos sugerir que Locke
sempre teve tendências de faceta liberal.
Quando começou a se interessar por assuntos políticos, Locke inicialmente defendeu a
necessidade de uma estrutura de governo centralizada que impedisse a desordem no interior da
sociedade. Sua visão conservadora e autoritária se estendia também ao campo da religiosidade,
no momento em que ele acreditava que o monarca deveria interferir nas opções religiosas de seus
súditos.
Contudo, seu interesse pelo campo da filosofia modificou paulatinamente suas opiniões.
Um dos pontos fundamentais de seu pensamento político se transformou sensivelmente
quando o intelectual passou a questionar a legitimidade do direito divino dos reis.
A obra que essencialmente trata desse assunto é intitulada “Dois Tratados sobre o
Governo” e defendia o estabelecimento de práticas políticas que não fossem contras as leis
naturais do mundo.
Em sua visão, um poder que não garantisse o direito à propriedade e à proteção da vida
não poderia ter meios de legitimar o seu exercício. Ainda sob tal aspecto, afirmou claramente que
um governo que não respeitasse esses direitos deveria ser legitimamente deposto pela população.
Interessado em refletir sobre o processo de obtenção do conhecimento e a importância
da educação para o indivíduo, Locke foi claro defensor do poder transformador das instituições de
ensino. De acordo com seus ensaios, o homem nascia sem dominar nenhuma forma de
conhecimento e, somente com o passar dos anos, teria a capacidade de acumulá-lo.
A partir dessa premissa é que o autor britânico acreditava que as mazelas eram
socialmente produzidas e poderiam ser superadas pelo homem.

David Hume
Com certeza um dos maiores nomes da filosofia moderna é David Hume. Nascido em
1711, de uma família nobre da Escócia, entre os 12 e 14 anos estudou literatura e filosofia na
universidade de Edimburgo, apaixonando-se por essas duas áreas.
Se preparou para trabalhar na profissão do direito e até se arriscou como negociante,
mas segundo suas palavras suas próprias palavras, sentia “uma aversão insuperável a tudo o que
não fossem as buscas da filosofia e do conhecimento em geral”.
A sua primeira obra foi um dos livros mais importantes da história da filosofia, chamado
“Tratado da Natureza Humana” (1739-40).
A ideia de Hume com seu tratado era introduzir o método experimental
de raciocínio nos assuntos filosóficos. Isso se caracterizará como uma
forte renúncia à metafísica.
Contudo, a aceitação do Tratado da Natureza Humana foi péssima.
Parte dos filósofos da época que liam a obra não a compreendiam
direito, parte a recusava, e uma parte muito pequena a aceitava. Para
solucionar esse problema, Hume publica em 1748 a obra intitulada “Investigações Sobre o
Entendimento Humano”, que basicamente era um resumo revisto de seu Tratado.
Essa obra, sem sombra de dúvidas, é fantástica! Com uma clareza e objetividade sem
igual, Hume apresenta em um livro curto toda sua teoria filosófica.
Completamente argumentativo e com uma riqueza literária, a exposição que Hume faz se
tornou um paradigma de escrita clara para todos os filósofos que vieram após ele, até mesmo para
os filósofos que não concordavam com sua teoria.
Hume, tal como Descartes, estava preocupado em entender os fundamentos do
conhecimento humano.
Todavia, Hume chega em conclusões bem contrárias as de Descartes. Enquanto Descartes
se enquadra como um racionalista, Hume foi um empirista.
Sua teoria funciona com o seguinte processo de entendimento:
De acordo com os termos usados por Hume, nós entendemos o mundo através de duas
vias:
Através de Ideias e através de Impressões.

As impressões
As impressões seriam nossas percepções mais vívidas e fortes, por exemplo, nossas
sensações. Quando eu vejo o notebook na minha frente, eu tenho a impressão em minha mente
desse computador.
Essa impressão é vívida, pois eu estou em contato direto com aquilo que me cria essa
impressão. Eu tenho uma experiência com o objeto da minha impressão.
As impressões podem ser caracterizadas como sensações, que são frutos da experiência
que tenho dos meus sentidos com objetos externos. Ou também reflexões, que são frutos da
experiência que tenho dos meus sentimentos, ou seja, são objetos internos a nós.

As Ideias.
As ideias, por sua vez, são os objetos que estão em nossa mente sem que tenhamos
naquele momento um contato direto com as impressões dela.
As ideias seriam impressões menos vívidas, mais tênues. Por exemplo, quando eu penso
na bicicleta que eu tinha quando criança, ainda que eu feche os olhos e quase sinta o vento em
meu rosto ao pedalar aquela bicicleta, essa impressão que eu tenho é menos vívida que a do meu
notebook, que está agora na minha frente. Os objetos da minha memória, como a bicicleta, não
são objetos presentes nas minhas impressões, como o notebook, esses objetos da nossa mente
seriam as ideias.
Podemos distinguir dois tipos de ideias: as simples e as complexas. As ideias simples são
aquelas que são cópias diretas de impressões que tivemos. A da bicicleta, por exemplo, é uma
ideia simples, pois eu tive uma impressão com essa bicicleta no passado, mas hoje eu só tenho a
ideia dessa bicicleta, que é a memória dela.
As ideias complexas, por sua vez, são objetos da nossa
imaginação. Pensem em Pégaso, o famoso cavalo alado
da mitologia grega. Nós – e ninguém – teve a impressão
direta de um cavalo com asas. Mas ele é objeto de
nossos pensamentos, e entendemos qualquer frase que
fala sobre Pégaso.
Por exemplo, conseguimos entender a frase “Pégaso era o cavalo alado de Belerofonte”.
Como podemos entender essa ideia, se nunca tivemos uma impressão direta com ela?
Porque a ideia que temos de Pégaso é fruto da imaginação, é uma ideia complexa.
A imaginação, para Hume, é a faculdade que é capaz de manipular as ideias simples,
gerando ideias complexas. Por exemplo, eu entendo o que é “cavalo” e o que é “asas”, pois já tive
experiência com um cavalo e com um animal com asas, como um pássaro. Tenho assim a ideia
simples de cavalo e a ideia simples de asas, que é uma cópia da impressão que eu tive ao ter o
contato com esses animais. A imaginação, por sua vez, permite-me misturar essas ideias simples e
formar uma nova, a ideia complexa de cavalo alado.
Eis que Hume apresenta o famoso argumento da decomposição para defender o que ele
chama de Princípio da Cópia.
Se podemos decompor nossos pensamentos em ideias simples, copiadas de alguma
sensação que já tivemos, então todas as nossas ideias são cópias de nossas impressões (ou
percepções mais vívidas). Aparentemente, todas as ideias que temos podem, de fato, ser
decompostas em ideias simples, ideias que são cópias diretas das impressões. Portanto, (esse é o
princípio da cópia) todas nossas ideias são cópias de nossas impressões.
Outro argumento que Hume apresenta para defender o princípio da cópia é o da
impossibilidade de formarmos ideias sem que haja uma sensação, ou impressão, pelo qual essa
ideia é uma cópia. Se não podemos formar ideias acerca de sensações que jamais tivemos, então
todas as nossas ideias são cópias de nossas impressões. De fato, não podemos formar ideas acerca
de sensações que nunca tivemos, isto é, de impressões que nunca tivemos. Para pensarmos nisso,
basta pegarmos o caso de deficientes físicos. Um cego não poderia, infelizmente, formar a ideia de
cor; tal como um surdo não consegue formar a ideia de sons. Isso por que tanto o cego quanto o
surdo não podem ter a experiência, a impressão, que forma a ideia (respectivamente) de cor e
som. Portanto, todas nossas ideias são cópias de nossas impressões.
David Hume foi um dos principais filósofos do período moderno, sintetizando com
maestria a tese empirista em sua análise dos processos do entendimento e apresentando um dos
principais problemas filosóficos que temos hoje: O Problema da Indução. Além do mais, com seus
livros temos um padrão de clareza e objetividade que servem de guia para toda escrita filosófica.
Sua obra merece ser lida não só como uma obra de filosofia, mas como uma obra da
literatura mundial.

Conclusões

O Pensamento, quando dado através de preceitos racionais, atravessam caminhos


tortuosos de experimentação e comprovação.
A Filosofia moderna trás essa linha de pensamento, onde a agregação do pensamento
metódico aplicados a dúvida geram uma resposta significativa quanto a existência da inteligência
filosófica, ou seja “Cogito, ergo sum”(penso logo existo).
Referências Bibliográficas

CAMINO, R. D. Rito Escocês Antigo e Aceito: Graus 1º ao 33º. 2. ed. São Paulo: Madras,
1999.

GOSC. Compêndio Litúrgico: Rito Escocês Antigo e Aceito. Florianópolis: [s.n.], 2009.

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Gracher, K. O Mínimo que você precisa saber sobre David Hume para não ser um idiota.
Disponível em:
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