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Formulário P1 - Mec Solos (Teórica) Giuliana Petri ( 1863525)

Peso específico: • Os solos são sistemas de três fases: ar, Grau de saturação: ~> RELAÇÕES MAIS COMUNS
rn r= P kN água e sólidos. • S = Vw / Vv x 100
• Var = volume de ar; • Corresponde à porcentagem
V m3 • Vag = volume de água; (usa “Vw”) do volume dos poros ocupada
Umidade • Vs = volume de sólidos pela água presente:
• Vt = volume total S=100% (saturado) e S=0% (seco)
• w= Pw x 100 • Vv = volume de vazios (V-Vs) S = 100%; 100% saturada
Ps • Vo = Var Em solos saturados, Vv = Vw Vw = 1
(Pw=P-Ps) • Vw = Vag Em solos não saturados, Vv = Var + Vw Vv
• Porosidade:
• W=P • n = Vv x100
Peso específico aparente • A amostra total de V terá um peso P (ou W) V
saturado (KN/m3): Índice de vazios:
• e = Vv / Vs
• rsat = Psat , Peso específico da água
Peso específico da quantidade
V 9,81 KN/m3, usa-se 10 KN/m3
de sólidas (KN/m3):
quando S = 100% = 1 • r s = Ps
• Peso específico
aparente seco (KN/m3): Vs
• Peso específico
e

• y d = Ps • Densidade relativa do solo:


submerso (KN/m3): •Gs = s = Pw
V
• r sub = sat - r w F w Vw

~> Solos granulares (areias) ~>Sedimentação ~> Consistência das argilas


Velocidade x tamanho da partícula
Coeficiente de não
• Compacidade e Densidade Relativa das areias • Índice de consistência: IC = LL - w
(lei de Stokes) uniformidade: CNU= :
IC quanto maior o CNU, menos
• Dr = emáx - e x 100 = %
emáx - emín • D = 1800n x z • IC < 0 – consistência mole uniforme é o solo
• Dr > 0,70 = areias compactas • 0 < IC < 0,5 – consistência plástica mole
8 - SO t (mais bem graduado –
• Dr < 0,30 = areias fofas • 0,5 < IC < 0,75 – consistência plástica média
• Entre os dois valores acima = areia de
relação com deformação e
• D é o diâmetro da esfera; • 0,75 < IC < 1 – consistência plástica rija
compacidade média • IC > 1 – consistência dura
resistência dos solos). O

• 𝛿 é o peso específico real dos


Finura do solo: se obtém no diâmetro efetivo
( e), correspondente ao ponto que passa grãos e 𝛿𝑜 o da água;
10% dos grãos (condutividade hidráulica e • n é a viscosidade do líquido;
drenagem) – 10. • z é a profundidade e t é o tempo. O
a

• Granulometria
• Coeficiente de curvatura: CC= o •
Ê Plasticidade e Limites de Atterberg
Segundo Atterberg, a plasticidade de um solo
• Cc está entre 1 e 3: material é bem graduado • h1 (w1) = limite de plasticidade (LP) seria definida por um índice: o índice de Quanto maior for IP
• Cc menor que 1: curva tende a ser descontínua • h2 (w2) = limite de liquidez (LL) plasticidade (IP), que é igual à diferença entre tanto mais plástico
• Cc maior que 3: a curva tende a ser muito • LC: limite de contração (a perda de os limites de liquidez e o de plasticidade seria o solo
uniforme na sua parte central umidade acarreta perda de volume) • IP = LL-LP

Consistência e resistência à compressão simples • De acordo com esse índice convenciona-se:


• Índice de liquidez: IL = w – LP • Ic < 0 – consistência mole
IP • Consistência: para solos coesivos – maior ou
• 0 < Ic < 0,5 – consistência plástica mole
menor dureza em que uma argila é encontrada
• IL > 1: podem se comportar a

• 0,5 < Ic < 0,75 – consistência plástica média


na natureza.
como fluidos quando amolgadas • 0,75 < Ic < 1 – consistência plástica rija
• Índice de consistência: IC = LL – w • Ic > 1 – consistência dura
IP
Os solos finos são divididos em:
• Argilas – C: acima da linha A no

i
• Sistema unificado de Classificação de Solos (SUCS) gráfico de plasticidade
• Os solos são classificados em 3 grupos e 15 classes –
• Siltes – M: abaixo da linha A no
muito utilizada para obras de terra e fundações:
gráfico de plasticidade
• Solos grossos: mais de 50% retidos na #200
• Solos finos: menos de 50% retido na #200 Limites do solo seco em estufa
• Turfas: solos altamente orgânicos, fibrosos, de baixa • Baixa compressibilidade (LL ≤ 50%)
densidade e extremamente compressíveis – Pt (“peat”) – L (“low”): CL, ML, OL
Os solos grossos são divididos em: • Alta compressibilidade (LL > 50%) –
• Pedregulhos – G (“gravel”): + de 50% retidos na #200 H (“high”): CH, MH, OH
• Classe intermediária (LL entre 30 e
• Areias – S (“sand”): - 50% retidos na #4
40) – I (“intermediate”): CI, MI, OI
Os pedregulhos e as areias são subdivididos em 4 grupos:
• com pouco ou sem finos (- de 5% passante #200) – ver
CNU e CC • bem graduados – W (“well graded”): GW, SW
• mal graduados – P (“pure”): GP, SP e

• com finos (+ de 12% passante na #200) – ver IP


• argiloso (IP ≤ 8) – C (“clay”): GC, SC
• siltoso (IP > 8) – M (palavra sueca “mo”): GM, SM
*entre 5 e 12% de finos – símbolo duplo. Ex: GW-GM
(Pedregulho bem graduado siltoso)
e

Valores típicos:
• Curva de saturação:
Compactação dos solos • corresponde ao lugar geométrico dos valores
• Solos argilosos: r s baixos e umidades ótimas
elevadas;
de umidade e s, estando o solo saturado (S=1) • Solos siltosos: s baixos – curvas bem abatidas;
Antes da técnica de compactação: simplesmente lançava-se o solo
• Podem ser desenhas curvas correpondentes à • Areias com pedregulhos: s mais elevados e
(resultado: compressibilidade exagerada devido aos grandes vazios
formados – solo em estado fofo – instabilidade) umidades ótimas baixas;
outros graus de saturação (S=0,9, S=0,8, etc.) • Solos lateríticos: ramos ascendente mais íngreme
• Com a técnica de compactação: o solo é lançado nos aterros em camadas
horizontais – o rolo compressor é passado por elas – evita-se a formação • As equações definem famílias de curvas – o do que os solos residuais e os transportados.
de vazios (estabilidade) solo pode estar em qualquer posição abaixo da
• A compactação de um solo é sua densificação por meio de equipamento curva de saturação, mas nunca acima dela.
mecânico (rolo compactador ou soquete) – aumento do peso específico e
redução do índice de vazios • Cabe-se ressaltar que, o esforço de
compactação será mais ou menos efetivo
Equação de cada curva em função do grau de saturação:
dependendo da granulometria e da
plasticidade do solo ensaiado
• O ensaio de compactação é apenas para
solos com finos.
• Para areias puras, outras técnicas devem
ser utilizadas (Compacidade - Dr):
• Pontos ótimos das curvas de compactação: 80 a 90% de saturação

Tensão normal: somatória das


componentes normais ao plano,
dividida pela área total que
abrange as partículas em que
estes contatos ocorrem Tensão cisalhante: somatória
das tensões tangenciais ao
plano, dividida pela área total
que abrange as partículas em
Tensões devido ao peso próprio do solo que estes contatos ocorrem.

Pressão neutra e tensões efetivas

A tensão efetiva para solos


saturados pode ser expressa:
• ’= −𝒖
sendo a tensão total.
O acréscimo de tensão efetiva também pode ser
calculado por meio do peso específico submerso do solo
– leva em consideração o empuxo da água:

Relação entre tensões efetivas horizontal ( ’h) e vertical • Areia fofa = 0,50
( ’v): • Areia densa = 0,40
• No caso geostático as tensões horizontais associadas às • Argila de baixa plasticidade= 0,50
tensões verticais são definidas em função do coeficiente • Argila muito plástica = 0,65
de empuxo no repouso (k0): K0 = ’h / ’v • Argila pré-adensada > 1
• O valor de k0 varia entre 0,3 e 3 dependendo do tipo de • Solos compactados <1
solo, história de tensões, plasticidade, e outras
características – valores típicos de k0 (coeficiente de
tensão lateral ao repouso):

• Para pontos na vertical


abaixo da carga (r = 0)

Coeficiente de influência – área


circular:
• multiplica-se a tensão aplicada
Solução de Melan a partir de na superfície do terreno pelo
Observa-se que o maior
coeficiente de influência (0,9;
Boussinesq: cargas lineares (estradas) valor de Io é 0,25
0,8...) – obtêm-se a tensão
(carregando –se toda a
atuante no ponto
superfície, o acréscimo de
tensão em qualquer ponto
seria igual à tensão aplicada e

na superfície (Io = 1) –
carregamento em um
quadrante (1/4) em um
Onde R é o
ponto vertical pela aresta de
raio é z é a
um retângulo (Io ≤ 0,25)). profundidade

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