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UNIVERSIDADE LICUNGO
FACULDADE DE LETRAS E HUMANIDADES
CURSO DE SOCIOLOGIA
LUÍS ANTÓNIO CHAVES
CONSUMO DE ÁLCOOL E DROGAS NA ESCOLA
SECUNDÁRIA MATEUS SANSÃO MUTEMBA - BEIRA
BEIRA
2024
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LUÍS ANTÓNIO CHAVES
CONSUMO DE ÁLCOOL E DROGAS NA ESCOLA
SECUNDÁRIA MATEUS SANSÃO MUTEMBA - BEIRA
Projecto a ser aparentado na
Faculdade de Letras e
Humanidades, para a disciplina de
Método de Pesquisa em Ciências
Sociais, com fim avaliativo.
Docente: Msc. António Waya
BEIRA
2024
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Índice
CAPITULO I: INTRODUÇÃO....................................................................................................... 4
1.1. Introdução ......................................................................................................................... 4
1.2. Problematização ................................................................................................................ 5
1.3. Objectivos ......................................................................................................................... 5
1.3.1. Objectivo Geral .............................................................................................................. 5
1.3.2. Objectivos específicos .................................................................................................... 5
1.4. Justificativa ........................................................................................................................... 6
CAPITULO II: REVISÃO DE LITERATURA .............................................................................. 7
2.1. Consumo de álcool e drogas ................................................................................................. 7
2.1.1. Álcool ............................................................................................................................. 7
2.1.2. Drogas ............................................................................................................................ 7
2.2. Factores de risco e influências .............................................................................................. 7
2.3. Impactos no desempenho escolar ......................................................................................... 7
2.4. Consequências sociais e psicológicas ................................................................................... 8
2.5. Políticas de prevenção........................................................................................................... 8
2.6. Quadro teórico e conceptual ................................................................................................. 8
2.6.1. Quadro teórico ................................................................................................................ 8
2.6.2. Quadro conceptual.......................................................................................................... 9
CAPUTULO III: METODOLOGIA ............................................................................................. 10
3.1. Metodologia ........................................................................................................................ 10
3.2. Tipo de pesquisa ................................................................................................................. 10
3.3. Tipo de método quanto ao objectivo................................................................................... 10
3.4. Tipo de método quanto a abordagem .................................................................................. 10
3.5. Método de procedimento .................................................................................................... 10
CAPITULO IV: APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E DISCUSSÃO DE RESULTADOS ............. 11
4.1. Apresentação dos Resultados.............................................................................................. 11
4.2. Discussão e Análise dos Resultados ................................................................................... 11
5. Considerações Finais ................................................................................................................. 12
6. Referências bibliográficas ......................................................................................................... 13
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CAPITULO I: INTRODUÇÃO
[Link]ção
O presente projecto objectiva abordar sobre o Consumo de Álcool e Drogas na Escola
Secundária Mateus Sansão Mutemba – Beira. O consumo de álcool e drogas em ambiente escolar
tem se tornado um fenómeno alarmante em diversas instituições de ensino, comprometendo a
formação acadêmica, o bem-estar social e a saúde dos jovens. Na Escola Secundária Mateus Sansão
Mutemba, situada na cidade da Beira, esta problemática tem gerado preocupação entre professores,
pais, gestores e a comunidade em geral. Este estudo busca analisar os fatores que levam ao consumo
de substâncias psicoativas pelos estudantes, suas consequências, e propor estratégias de
intervenção que possam minimizar este grave problema.
Segundo Silva (2015), “o consumo de álcool e drogas em idade escolar é um indicador
preocupante que pode levar a prejuízos irreversíveis no desenvolvimento dos jovens”. Portanto, a
pesquisa visa contribuir para a compreensão dessa questão e para o desenvolvimento de soluções
práticas e eficientes, cujo objectivo geral é investigar as causas e os impactos do consumo de álcool
e drogas entre os estudantes da Escola Secundária Mateus Sansão Mutemba
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[Link]ção
O consumo de álcool e drogas entre jovens em ambientes escolares constitui uma preocupação
crescente, devido aos impactos negativos que pode gerar tanto no desempenho académico quanto
no desenvolvimento pessoal. Estudos indicam que a adolescência é uma fase crítica para o início
de comportamentos de risco, incluindo o uso de substâncias psicoativas. De acordo com Bittencourt
e França (2017), “o ambiente escolar, quando vulnerável, pode tornar-se um espaço propício à
disseminação de práticas como o uso de álcool e outras drogas, comprometendo o propósito
educacional e a formação integral dos estudantes. ”
A realidade da Escola Secundária Mateus Sansão Mutemba reflecte desafios sociais mais
amplos vivenciados em Moçambique, onde factores como a pobreza, a desestruturação familiar e
a pressão de grupos de pares podem aumentar a vulnerabilidade dos jovens. De acordo com Carlini
et al. (2010), “a exposição precoce ao uso de substâncias está associada a comportamentos
problemáticos, incluindo abandono escolar, delinquência juvenil e problemas de saúde mental. ”
Além disso, a normalização cultural do consumo de álcool em várias sociedades africanas
contribui para dificultar a implementação de políticas de prevenção eficazes. Segundo Silveira e
Andrade (2019), “as ações preventivas no contexto escolar precisam ser acompanhadas de
abordagens interdisciplinares, que englobem o apoio psicossocial, o fortalecimento de redes de
suporte e a conscientização comunitária. ”
Com base no que foi exposto acima, elaborou-se a seguintes questões de partida: Quais são os
principais fatores que impulsionam o consumo de álcool e drogas entre os estudantes da Escola
Secundária Mateus Sansão Mutemba? Quais as consequências desse consumo para a vida
acadêmica e pessoal desses jovens? Como a escola e a comunidade podem intervir de forma
eficaz para prevenir e combater esse problema?
[Link]
1.3.1. Objectivo Geral
Investigar as causas e os impactos do consumo de álcool e drogas entre os estudantes da
Escola Secundária Mateus Sansão Mutemba.
1.3.2. Objectivos específicos
Identificar os factores que influenciam o consumo de álcool e drogas entre os estudantes;
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Analisar os impactos do consumo no desempenho acadêmico, na saúde e no comportamento
dos estudantes;
Explorar o papel da família, da escola e da comunidade na prevenção ao consumo de
substâncias psicoativas;
Propor medidas concretas e eficazes para prevenir e reduzir o consumo de álcool e drogas
no ambiente escolar.
1.4. Justificativa
O consumo de álcool e drogas por adolescentes é um problema social de alta relevância, que
exige uma abordagem sistemática e eficaz. Como destaca Gil (2008), “a adolescência é uma fase
vulnerável, em que factores externos podem influenciar significativamente o comportamento dos
indivíduos”. Escolher a Escola Secundária Mateus Sansão Mutemba como objecto de estudo é
pertinente, dada a sua importância na formação de jovens na cidade da Beira e as evidências de que
o consumo de substâncias psicoativas afecta significativamente esta comunidade escolar.
A realização deste estudo é justificada pelo potencial de contribuir para a formulação de
políticas e práticas que melhorem o ambiente escolar, promovendo o bem-estar e o sucesso
académico dos estudantes.
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CAPITULO II: REVISÃO DE LITERATURA
2.1. Consumo de álcool e drogas
O consumo de álcool e drogas por adolescentes em ambiente escolar é um fenômeno que
desperta preocupação devido aos seus impactos na educação, na saúde e no bem-estar social dos
jovens. Diversos estudos abordam as causas e as consequências desse comportamento, oferecendo
um panorama amplo sobre o problema.
2.1.1. Álcool
Entende-se por álcool a substâncias psicoativas legalmente permitidas, que pode causar
dependência. Segundo a Organização Mundial da Saúde (2021), o álcool é “um depressor do
sistema nervoso central, cujo consumo em excesso afeta o comportamento, a coordenação motora
e as funções cognitivas. ”
2.1.2. Drogas
Drogas são substâncias naturais ou sintéticas que, ao serem introduzidas no organismo, alteram
o funcionamento físico ou psicológico. Elas podem ser classificadas como lícitas (álcool, tabaco)
ou ilícitas (cannabis, cocaína), sendo estas últimas amplamente associadas a problemas sociais e
de saúde.
2.2. Factores de risco e influências
De acordo com Carlini e Noto (1994), factores como a pressão dos pares, a busca por aceitação
social e a exposição precoce a substâncias psicoativas em casa ou na comunidade contribuem
significativamente para o consumo de álcool e drogas entre adolescentes. Esses autores enfatizam
que “o uso de substâncias psicoativas por adolescentes está fortemente associado à dinâmica social
em que estão inseridos” (Carlini & Noto, 1994, p. 123).
Além disso, Marlatt e Witkiewitz (2005) destacam que a adolescência é uma fase de
vulnerabilidade, marcada pela curiosidade e pelo desejo de experimentar. Esses fatores, aliados à
falta de supervisão parental e à presença de amigos que consomem drogas, aumentam os riscos de
iniciação ao uso dessas substâncias.
2.3. Impactos no desempenho escolar
O consumo de substâncias psicoativas compromete o desempenho escolar. Segundo Galduróz
e Caetano (2004), “alunos que fazem uso de álcool ou drogas apresentam maior propensão ao
abandono escolar, dificuldade de concentração e relações conflituosas com professores e colegas”
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(p. 87). Esses fatores não apenas afetam o aprendizado, mas também prejudicam o ambiente escolar
como um todo.
Reis e Oliveira (2017) observam que o impacto no desempenho escolar é agravado pela
estigmatização dos estudantes usuários de substâncias, o que pode levar ao isolamento social e à
desmotivação acadêmica. Isso cria um ciclo de exclusão e perpetua o problema no ambiente
educacional.
2.4. Consequências sociais e psicológicas
O uso de álcool e drogas também está relacionado a problemas psicológicos, como ansiedade,
depressão e transtornos comportamentais. Conforme Zilberman e Blume (2005), “o abuso de
substâncias na adolescência está frequentemente ligado ao desenvolvimento de transtornos
mentais, além de aumentar o risco de envolvimento com a criminalidade” (p. 45).
Segundo Oliveira e Silva (2019), adolescentes usuários de substâncias apresentam maior
tendência a comportamentos de risco, como violência e participação em atividades ilícitas,
contribuindo para a instabilidade social. Além disso, esses jovens muitas vezes enfrentam
dificuldade de reintegração ao ambiente familiar e escolar.
2.5. Políticas de prevenção
Autores como Babor et al. (2010) sugerem que políticas escolares que promovem a
conscientização e criam redes de apoio são essenciais para combater o problema. Eles argumentam
que “estratégias baseadas em evidências, como programas de prevenção nas escolas, têm mostrado
resultados positivos na redução do uso de álcool e drogas” (Babor et al., 2010, p. 223).
Silva e Souza (2021) reforçam a importância da participação ativa da família e da comunidade
em iniciativas de prevenção. Eles destacam que programas integrados, que envolvem atividades
extracurriculares e suporte psicológico, podem contribuir significativamente para reduzir os índices
de consumo.
2.6. Quadro teórico e conceptual
2.6.1. Quadro teórico
O quadro teórico baseia-se em uma análise de literatura acadêmica e empírica sobre os fatores
que influenciam o consumo de álcool e drogas entre adolescentes, suas consequências e as
possíveis medidas preventivas. Os principais conceitos explorados incluem:
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Consumo de álcool e drogas: Substâncias psicoativas que afetam o comportamento e a
cognição (OMS, 2021).
Factores de risco: Pressão de pares, vulnerabilidade da adolescência e dinâmicas familiares
desestruturadas (Carlini & Noto, 1994; Marlatt & Witkiewitz, 2005).
Impactos no desempenho escolar: Prejuízos na concentração, relações conflituosas e
abandono escolar (Galduróz & Caetano, 2004).
Consequências psicológicas e sociais: Ansiedade, transtornos comportamentais e
criminalidade (Zilberman & Blume, 2005).
Políticas de prevenção: Importância da conscientização, suporte psicossocial e programas
integrados (Babor et al., 2010; Silva & Souza, 2021).
2.6.2. Quadro conceptual
Conceito Definição Fonte
Consumo de Uso de substancias legais que afectam o sistema nervoso OMS (20221)
álcool central e causam dependência.
Drogas ilícitas Substâncias que alteram o funcionamento físico ou Carlini &
psicológico, podendo ser ilícitas ou licitas. Neto (1994)
Factores de Elementos sociais, psicológicos e familiares que aumentam Marlatt &
risco a vulnerabilidade ao uso de drogas. Witkiewitz
(2005)
Impactos Consequências negativas no desempenho e comportamento Galdoróz &
escolares académico. Caetano
(2004)
Políticas de Estratégias educativas e comunitárias para reduzir o Babor et al.
prevenção consumo de substancias psicoativas. (2010)
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CAPUTULO III: METODOLOGIA
3.1. Metodologia
Segundo Rodrigues (2005), “metodologia é um conjunto de abordagens, técnicas e processos
utilizados pela ciência para formular e resolver problemas de aquisição objectiva do conhecimento,
de maneira sistemática”. São procedimentos e regras utilizadas por determinado método com vista
ao alcance dos objectivos inicialmente propostos.
3.2. Tipo de pesquisa
O tipo de pesquisa, quanto a abordagem é qualitativa. Nesta óptica, a abordagem qualitativa
constituirá no levantamento de informações que não será maioritariamente numérico ou
estatísticos, e será obtida através de compilação de informação obtida.
3.3. Tipo de método quanto ao objectivo
Quanto ao objectivo, empregou-se a Pesquisa Exploratória. Segundo Gil (2008), a pesquisa
exploratória visa proporcionar maior familiaridade com o problema com vista a torná-lo explícito.
Envolve levantamento bibliográfico, entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas
com o problema pesquisado, análise de exemplos que estimulem a compreensão. Assume, em geral,
as formas de Pesquisas Bibliográficas.
3.4. Tipo de método quanto a abordagem
A pesquisa teve como método de abordagem dedutivo. Segundo Lakatos e Marconi (2003), o
método de abordagem dedutivo parte das teorias e leis, na maioria das prediz a ocorrência dos
fenómenos particulares. No entanto, sendo que a questão em estudo sobre a limitação do exercício
de direito a manifestação. O autor procurará relacionar com a situação de todos com a mesma
relevância geral e assim, estabelecer conclusões da verdade particular a partir da geral.
3.5. Método de procedimento
Para a obtenção de informações científica para elaboração do estudo, recorreu-se ao método
bibliográfico que o colocará em correlação com os objectivos traçados, a partir de livros, artigos
disponíveis na internet, revistas e jornais que permitirá relacionar as abordagens feitas pelas
literaturas sobre o tema com a real situação.
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CAPITULO IV: APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E DISCUSSÃO DE RESULTADOS
4.1. Apresentação dos Resultados
Os resultados foram organizados com base nos objetivos específicos definidos:
Factores que influenciam o consumo:
A pressão dos pares foi relatada como um dos principais fatores pelos estudantes
entrevistados.
A desestruturação familiar e a exposição precoce ao consumo de álcool em casa também
foram destacadas.
Impactos do consumo:
Dificuldade de concentração e quedas significativas no rendimento escolar foram
observadas.
Estudantes relataram sentimentos de exclusão social e estigmatização por parte da
comunidade escolar.
Papel da família, escola e comunidade:
Professores e gestores identificaram a necessidade de maior engajamento familiar e apoio
psicossocial.
A comunidade escolar sugeriu a criação de programas de conscientização e atividades
extracurriculares como estratégias preventivas.
Medidas propostas:
Implementação de programas de prevenção baseados em evidências, como oficinas e
palestras.
Promoção de redes de apoio envolvendo famílias, escolas e organizações comunitárias.
4.2. Discussão e Análise dos Resultados
Os resultados corroboram com estudos anteriores, como os de Carlini et al. (2010) e Zilberman
& Blume (2005), que associam o consumo de substâncias psicoativas à vulnerabilidade social e
dinâmicas familiares. Na Escola Secundária Mateus Sansão Mutemba, o consumo está diretamente
relacionado a fatores sociais e comportamentais, como a busca por aceitação e a exposição precoce.
A ausência de programas efetivos de prevenção na escola foi destacada como um obstáculo à
solução do problema. No entanto, há uma disposição geral da comunidade escolar para
implementar ações preventivas.
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5. Considerações Finais
O consumo de álcool e drogas na Escola Secundária Mateus Sansão Mutemba é um problema
multifacetado, influenciado por factores sociais, familiares e individuais. Este estudo evidenciou:
os principais fatores que impulsionam o consumo entre os estudantes são a pressão de pares, a
desestruturação familiar e a exposição precoce; o consumo tem impacto negativo no desempenho
acadêmico, na saúde mental e nas relações sociais e famílias, escolas e a comunidade têm um papel
essencial na prevenção.
As medidas propostas incluem:
Implementar programas educativos e de conscientização.
Promover atividades que fortaleçam os laços familiares e comunitários.
Estabelecer redes de apoio psicossocial.
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6. Referências bibliográficas
Babor, T. F., Caetano, R., Casswell, S., et al. (2010). Alcohol: No Ordinary Commodity –
Research and Public Policy. Oxford University Press.
Bittencourt, A. L., & França, C. A. (2017). O impacto do consumo de drogas em adolescentes
no contexto escolar. Revista Brasileira de Educação.
Carlini, E. A., & Noto, A. R. (1994). O uso de drogas entre crianças e adolescentes. Editora
Contexto.
Carlini, E. A., Noto, A. R., & Sanchez, Z. M. (2010). Drogas psicotrópicas: O consumo entre
estudantes brasileiros e os fatores de risco associados. São Paulo: Edusp.
Galduróz, J. C. F., & Caetano, R. (2004). Epidemiologia do uso de drogas no Brasil. Editora
Roca.
Gil, A. C. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas.
Lakatos, E. M., & Marconi, M. A. (2003). Fundamentos de metodologia científica. São Paulo:
Atlas.
Marlatt, G. A., & Witkiewitz, K. (2005). Harm Reduction: Pragmatic Strategies for Managing
High-Risk Behaviors. Guilford Press.
Oliveira, L. R., & Silva, P. M. (2019). Impactos sociais do consumo de substâncias
psicoativas. Editora Ciência Viva.
Organização Mundial da Saúde (OMS). (2021). Relatório Mundial sobre Drogas e Saúde.
Genebra: OMS.
Reis, M. P., & Oliveira, S. T. (2017). A relação entre uso de drogas e evasão escolar no ensino
médio. Revista Educação e Sociedade.
Silva, J. P. (2015). Juventude e o consumo de substâncias psicoativas: Desafios para a
educação. São Paulo: Editora Acadêmica.
Silva, R. T., & Souza, V. F. (2021). Prevenção ao uso de drogas: Estratégias para o contexto
escolar. Editora Acadêmica.
Silveira, D. X., & Andrade, A. G. (2019). Prevenção ao uso de drogas em escolas: Modelos e
estratégias de intervenção. Psicologia Escolar e Educacional.
Zilberman, M. L., & Blume, S. B. (2005). Transtornos relacionados ao uso de substâncias
psicoativas. Artmed.