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Checklist OSCE VI

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SD METABÓLICA

1. O que é uma Síndrome Metabólica? (Transtorno multifatorial relacionado a um maior risco de doenças
cardiovasculares e progressão para DM 2, tendo resistência a insulina e deposição visceral os mais prevalentes;
2. Qual o quadro clínico do paciente? (Acrocórdons, Polidipsia, Poliúria, Dores articulares, Cefaleia, mal estar, cansaço,
tonturas, zumbidos, diminuição da libido);
3. Quais complicações relacionadas? (Esteatose hepática → Hepatite e cirrose; DM → falência pancreática; Osteoartrite
→ sobrecarga articular por ganho ponderal; Nefropatia por obesidade/diabética; Asma; SOP; Aumento de risco de
câncer (Mama, ovário, endométrio, rim, bexiga, próstata, esôfago, estômago, fígado...);
4. Quais fatores de risco para Sd. Metabólica? (Obesidade visceral; Hipertensão; Hiperglicemia; Dislipidemia; Resistência
a insulina; Hipercoagulabilidade);
5. Quais critérios diagnósticos utilizados para confirmação? (NCEP-ATP III: Presença de 3 ou mais dos critérios →
Obesidade abdominal (Circunferência ≥102cm (homens) e ≥88cm (mulheres); Triglicerídeos ≥ 150mg/dL ou tto com
medicação específica; HDL (bom) < 40mg/dL (Homens) e < 50mg/dL (mulheres); P.A ≥ 130x85 mmHg ou tto medicação
específica; Glicemia de jejum ≥110mg/dL)
IDF: Obesidade central (Obrigatória) ≥94cm (homens); ≥80cm (mulheres); Homens asiáticos (≥90cm) + Critérios:
Triglicerídeos ≥150mg/dL ou tto para dislipidemia; HDL <40mg/dL (homens) e <50mg/dL (mulheres); PA ≥
130x85mmHg ou tto específico p/ HAS; Glicemia jejum elevada (≥100mg/dL);
OMS: GLICOSE: Resistência insulínica, intolerância a glicose ou DM (OBRIGATÓRIO) > 2 critérios: (Circunferência
abdominal/IMC: Relação cintura/quadril >0,9 (homens) ou ≥0,85 (mulheres) ou IMC ≥30kg/m²; TRIGLICERIDEOS:
≥150mg/dl; HDL < 35mg/dL (homens) e <40mg/dL (mulheres); Microalbuminúria ≥30mg de creatina;
6. Quais complicações relativas a Obesidade e Sd. Metabólica? (CARDIOPATIAS: DAOP – Doença Arterial Obstrutiva
Periférica; Hipertrofia do ventrículo esquerdo; ICC; RENAL: IRC; NEURO: Alzhaimer; AVE; Pseudotumores cerebrais;
PULMONAR: Apneia obstrutiva do sono; Hipoventilação pulmonar; Asma; METABÓLICA: DM2; Hiperlipidemias; Gota;
SOP; DERMATOLÓGICAS: Estrias abdominais; Acantose Nigrans; Hirsurtismo)
7. Qual escore para estratificar risco cardiovascular? (Critérios de Framingham: 2 critérios maiores ou 1 critério maior +
e critérios menores; MAIORES: Dispneia paroxística noturna; Edema agudo de pulmão; Estertores crepitantes; Estase
Jugular; Refluxo hepatojugular; Cardiomegalia...) MENORES: Dispneia aos esforços; Tosse noturna; Derrame pleural;
Hepatomegalia; Taquicardia...);
8. Exames diagnósticos quais seriam? (Hemoglobina hepática, Hemograma, TGO/TGP, Bilirrubina direta/indireta,
Fosfatase Alcalina; (NÃO ENTRAM GLICEMIA EM JEJUM NEM HDL)
9. Para o tratamento, além das mudanças de estilo de vida, quais outros? (FARMACOLÓGICOS: Anti-hipertensivos;
Antidiabético; Estatina; BUPROPIONA 150mg (DEPRESSÃO E TABAGISMO); Encaminhar para cardiologista, nutricionista
e oftalmologista;
PUERICULTURA (DESNUTRIÇÃO INFANTIL) *

1. Classifique Frequência e regularidade das consultas de Puericultura para Lactente? SBP (0-2 anos: 1ª semana /1 mês /2
meses/3 meses /5 meses /6meses /9 meses /12 meses);
2. Classifique Frequência e regularidade das consultas de Puericultura para Pré-escolares? SBP (2-4 anos: 15 meses /18 meses
/24 meses /30 meses /36 meses /42 meses /48 meses);
3. Classifique Frequência e regularidade das consultas de Puericultura para Escolar? SBP (5-10 anos: 5 anos /6 anos /7 anos /8
anos /9 anos /10 anos);
4. Classifique Frequência e regularidade das consultas de Puericultura para Adolescentes? SBP (11-19 anos: 11 anos /12 anos
/13 anos /14 anos /15 anos /16 anos /17 anos /18 anos /19 anos);
5. Classifique Frequência e regularidade das consultas de Puericultura pelo MS? (Mínimo 7 consultas para 1º ano de vida: 1ª
semana /1 mês /2 meses /4 meses /6 meses /9 meses /12 meses /18 meses /24 meses; (2º ano de vida: Mínimo de 2 consultas (18 e
24 meses); A partir dos 2 anos (Anual);
6. Sobre amamentação exclusiva do bebê, qual prazo? Até 6 meses (Obrigatório);
7. Quais contraindicações na amamentação? (HIV, Quimioterapia, CA mama, HTLV 1, Galactosemia, Herpes, Varicela,
Citomegalovírus, Covid19, Tuberculose não tratada em 2 ou mais semanas);
8. Quando a avaliação inicial no nascimento da criança, descreva? (APGAR (1-5 minutos vida; 5 sinais, pontua 0-2): Aparência
(Cianose/cianose em extremidades/acianótico); Pulso (Sem pulso/< 100bpm/ >100bpm); Gesticulação (Sem resposta/Estímulo
agressivo/Choro, Tosse, espirro); Atividade (Inativo ou pouca atividade/Fraco, lento/Muita atividade); Respiração (Ausente/Fraco,
lento ou regular/Forte, choro vigoroso); Classificação: 7-10 (boa); 4-6 (Asfixia moderada); 0-3 (Asfixia grave);
9. Sobre a suplementação, caracterize? (Vitamina K (Feita no nascimento – 0,5 a 1mg (IM) ou 1 a 2mg (VO) – Prevenção da doença
hemorrágica do RN); Vitamina A (Previne Xeroftalmia e cegueira nutricional): Amamentação até 6 meses + consumo regular
alimentos ricos em vitamina A + Suplementação vitamina A nas UBS → megadose vitamina A (crianças 6-59 meses); De 6 – 11
meses (100.000 UI a cada 6 meses); Crianças de 12-59 meses (200.000 UI a cada 6 meses); Vitamina D (Previne Raquitismo): A
partir 7ª dia até 12ª mês (400 UI/dia); De 1 a 2 anos (600 UI/dia); Leite humano em litro: 20 a 40 UI de vitamina D);
10. Sobre a suplementação de Ferro, caracterize? (FERRO (Em lactentes com fator de risco): Lactentes (29d-24M) RN a termo
(Peso adequado p/ idade gestacional em AME (1mg ferro elementar/kg/dia iniciando aos 90 dias de vida até 24º mês); RN a termo
(Peso adequado + independente tipo alimento, fórmula ou leite vaca (1mg ferro elementar/kg/dia iniciando aos 90 dias de vida até
24º mês); RN a termo (< 2500g → 2mg ferro elementar/kg/dia iniciando 30D de vida durante 1 ano, após 1mg/kg/diaa > 1 ano);
RN prematuro (>1500g → 2mg ferro elementar/kg/dia iniciando 30D de vida durante 1 ano, após 1mg/kg/diaa > 1 ano); RN
prematuro (1000-1500g → 3mg ferro elementar/kg/dia iniciando 30D de vida durante 1 ano, após 1mg/kg/dia > 1 ano); RN
prematuro (<1000g → 4mg ferro elementar/kg/dia iniciando 30D de vida durante 1 ano, após 1mg/kg/dia > 1 ano); RN prematuros
(recebem >100ml concentração hemácias durante internação → Avaliação individual e reposição de ferro posterior);
11. Sobre suplementação de FLUOR? (Acrescido na água de abastecimento público);
12. Sobre suplementação de ZINCO? (Situações de risco em evidência laboratorial > 30; Nos casos diarreia aguda/crônica; (Crianças
< 6 meses: 10mg/dia; / >6 meses: 20mg/dia);
13. Sobre suplementação de vitaminas do complexo B? (Utilizada em grupos de risco; Filhos de mães vegetarianas ou com restrição
alimentar/dieta; Pacientes com ressecção ileal: Sd do intestino curto ou doenças de má absorção (Crohn ou D. Celíaca); Anemias
perniciosas, Bariátricas, Medicamentos de uso contínuo (Metformina; Bloqueadores de H2); B1- 0,2-1,2mg/dia); (B2- 0,3-
1,3mg/dia); (B5 – 0,5-7mg/dia); (B6 – 0,1-0,3mg/dia); (B7 – 5-25mcg/dia); (B9 – 65-400mcg/dia); (B12- 0,4 - 2,4mcg/dia);
14. Sobre suplementação de vitamina C? (40-63mg/dia);
15. Sobre suplementação de demais vitaminas? (D: 400-600 UI/dia; E: 4-15mg/dia);
16. Sobre escores para avaliação da condição de desenvolvimento da criança, quais utilizados? (<Percentil e <Ecore; Sendo
condição muito baixo peso pra idade (Percentil <0,1 ou Ecore < Z-3); Baixo peso pra idade (P 0,1 e < percentil ou z-3~z-2); Eutrofia
(P >3 e <15 ou z-2 e z
17. Quanto a vacinação da criança? (BCG (DU) logo após nascimento (maternidade) 0,05 ml (RN) até 11M e 29d; 1ml para > 1 ano
(Intradérmica); Comprovação via carteira de vacinação, identificação da cicatriza vacinal ou palpação do nódulo em deltoide direito)
18. Na ausência de cicatriz vacinal da BCG, o que fazer? (Se crianças com peso < 2kg, adiar até que atinjam peso ideal); Se em
pacientes hospitalizados, adiamento até resolução do quadro; A vacina é disponibilizada até 4A 9M 19d (ainda não vacinados); Se
foram vacinadas, mas não apresentam cicatriz, não revacinar; Contraindicação: Gestantes e imunodeprimidos);
19. Se pessoas expostas ao HIV? (Criança não vacinada poderá receber BCG se assintomática ou sinais de imunodepressão; A partir
dos 5 anos, mesmo assintomáticas e sem sinais de imunodepressão, portadoras de HIV não devem ser vacinadas)
20. Quanto ao cartão vacinal da criança? (Ao nascer: BCG/HEPATITE B (recombinante); 2M (Penta (2/4/6), VIP (2/4/6), Pneumo10
(1º; 2º (4/12)); Rotavírus (2/4); / 3M (meningocócica C 1º dose (3/5/12); / 6M (influenza, covid, vip) /7M (covid19 (2ª)) / 9M (FA,
Covid19 (3ª)); / 15M (DTP, VOP, Hep A, Tetraviral); / 4A (DTP, FA, VOP, Varicela); / 5A (FA, Pneumo23); / 9 e 14 anos (HPV
– 16/18) (DU);
21. Quanto a classificação de desenvolvimento de nascimento a termo, pré e pós termo? (Pré-termo (22s – 36s e 6d); A termo (≥37s
- <42s); Pós-termo (≥42s);
SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos)

1. Qual conceito de SOP? (Distúrbio hormonal que cursam com um conjunto de manifestações clínicas e metabólicas);
2. Quais sintomas principais e secundários? (Irregularidades menstruais (devido alta taxa de testosterona (Laboratorial));
Cistos no ovário (dor abdominal/pélvica); Hiperandrogenismo (Acne, voz grossa, pele oleosa, aumento de pelos no
rosto, peito, costas e região abdominal (hirsurtismo), alopecia); Resistência insulínica; SECUNDÁRIOS:
Obesidade/Dificuldade perda ponderal; Infertilidade; Distúrbios do sono; Distúrbios emocionais; Cefaleia, alterações
de humor, astenia)
3. Aborde os critérios de Rotterdam? (São 2 de 3 critérios para diagnóstico: 1º → Ciclos anovulatórios: Oligomenorreia
ou disfunções menstruais (ex: Regular 3M; Irregular 6M); 2º → Hiperandrogenismo (Clínico/Laboratorial); 3º → Ovários
policísticos na USG transvaginal (12 ou mais folículos de 2 a 9mm; Aumento do volume ovariano > 10cm³)
4. Para diagnóstico laboratorial, quais exames devemos pedir? (TSH; Prolactina; 17-OH progesterona; LH e FSH;
Testosterona total e livre; DHEA e SDHEA; Perfil Lipídico; TOTG – 2 horas; Exame clínico e história do paciente);
5. Para diagnóstico de ciclos irregulares ou disfunção ovulatória, como classificar? (Ocorrência entre 1 a < 3 anos após
menarca: com duração < 21 ou > 45 dias; 1 ano após menarca: > 90 dias para qualquer ciclo; 3 anos após a menarca
até a perimenopausa: com duração < 21 ou > 35 dias ou < 8 ciclos por ano; Amenorreia primária aos 15 anos ou > 3
anos após a telarca);
6. Para diagnóstico do Hiperandrogenismo, quais testes devemos pedir? (Testosterona total e livre; Se exames de texto
alterados + Hiperandrogenismo clínico → Avaliar Androstenediona + SDHEA (Sulfato de desidroepiandrosterona);
7. Para tratamento, o que devemos acatar? (Alterações metabólicas: MEV ou Estatina se não atingiu metas lipídicas em
3 meses (Sinvastatina 20-40mg); Irregularidade menstrual: ACOC (Progesterona + Estrógeno); Hiperandrogenismo
(Progesterona + Espironolactona); Infertilidade (Citrato de Clomifeno); Resistência à insulina (Metformina);
8. Quais complicações da SOP? (Síndrome Metabólica (Obesidade central; Triglicerídeos (alto); PA (Alta); Glicemia (alta)
associada a resistência insulínica; HDL (baixa);
AFECÇÕES BENIGNAS E DA PELE

1. Quais características das lesões? (Distribuição, Evolução/Involução, Agrupamento, Confluência, Forma, Cor, Consistência, Local);
2. Quanto aos tipos de alteração de cor: (Máculas ou manchas); Pigmentares do tipo (Acrômica (Vitiligo); Hipocrômica (Hanseníase)
ou Hipercrômica (Melasma); Vasculares (Desaparece em digitopressão/vitropressão); Telangiectasias (aranhas vasculares): Dilatação
de microvasos;
3. Quanto aos tipos e características das formações sólidas: (Pápula (Até 1cm – bem delimitada. Se > 1cm: Tubérculo), Placas,
Nódulos (Pequenos) se mais volumosos: Nodosidade (Se nodosidade amole e ulcera: Goma (Sífilis terciária), Tumor, Vegetação (couve-
flor mole (Condiloma Acuminado), Verrucosidade (Camada córnea espessa));
4. Quanto aos tipos de elevações edematosas: (Edemas (derme ou hipoderme), Urticária (sólida, uniforme, formato variável),
Eritema);
5. Quanto aos tipos de coleções líquidas: (Vesículas (até 1cm), Bolhas (> 1cm; Clara/turva/amarelo/violáceo), Pústulas, Abcessos
(purulento, flutuante, frio/quente, proeminente); Hematoma (sangue);
6. Quanto a algumas características gerais: (Mancha eritematosa (hipercrômica) → Desaparece com digitopressão; Hemorragias
(sangue extravasado) → Não desaparece com digitopressão; Petéquias (Puntiformes até 1cm) Se > 1cm, são Equimoses); Víbrices
(Petéquias em forma de linha); Deposição pigmentar (Hemossiderina, Bilirrubina, Caroteno);
7. Quanto a alterações de espessura: (Liquenificação: espessamento com acentuação de estrias, castanho escuro); Queratose:
Espessamento camada córnea); Atrofia: Adelgaçamento da pele fina e translúcida; ESPESSAMENTO OU INFILTRAÇÃO (Esclerose:
Aumento da consistência da pele aderente; Edema: Acúmulo de líquido);
8. Quanto à perdas e reparações de tecido, classificamos em: (Escamas: Lâminas secas que se desprendem (Furfuráceas (farelo) ou
laminares (tiras)→ Psoríase); Erosão (Exulceração): Desaparece sem deixar cicatriz; Úlcera (Ulceração) Perda de derme que deixa
cicatriz; Fissura (Rágades): Perda de substrato linear (derme e epiderme) →Quelite atópica; Crosta (Ressecamento de secreção serosa,
sangue ou purulenta → impetigo crostoso); Escaras (Tecido necrosado devido pressão isolada que gera cisalhamento); Cicatriz
(Reposição tecidual, deprimidas ou exuberantes);

AFECÇÕES MALIGNAS DA PELE

1. Quais características do CBC (Carcinoma Basocelular)? (Prevalente em idosos e caucasianos; Crescimento lento e assintomático;
Metástase rara; Gera destruição tecidual local, sendo ferida que não cicatriza;
2. Qual ETIOLOGIA do CBC? (Células da bainha reticular externa e infundibular do folículo piloso; Células epiteliais primordiais
germinativos; Células epiteliais pluripotentes da camada basal);
3. Quais são os sub-tipos do CBC? (Nódulo-ulcerativo: Pápula rósea perolácea, progressiva até se tornar nódulo com ulceração central,
crostas e sangramento esporádico); (Esclerosante: Placa branco-amarelada, esclerotrófica, dura, lisa, telangiéstásica, borda mal definida,
lesão cicatricial sem trauma); (Superficial ou Pagetóide: Múltiplas lesões eritematosas, escamas de borda irregular elevada, presente em
tronco, ombro e costas); (Pigmentado: Forma nódulo-ulcerativo com pigmentação melânica);
4. Quais características do CEC (Carcinoma Espinocelular)? (Células queratinizantes da epiderme; Risco com exposição solar; Risco
de metástase aumentada);
5. Qual ETIOLOGIA DO CEC? (Lesões pré-malignas como queratoses actínicas e doenças inflamatórias, queimaduras e úlceras crônicas);
6. Qual etiologia e características de um MELANOMA? (Origem dos melanócitos; Pele sã ou lesão, com nervos melanócitos congênitos
ou atípicos: Mais comuns 40-60 anos; Paciente pode ou não se expor ao sol; Exame histopatológico para pesquisa; Dermatoscopia para
amplificação da lesão; Alto índice de metástase, principalmente linfonodos, fígado, pulmão, baço e cérebro);
7. Como se dá avaliação da lesão em melanoma? (A → Assimetria; B→Bordas irregulares; C→Cor variável; D→Diâmetro > 6mm;
E→Evolui com o tempo) Orienta-se: Crescimento radial e vertical é mais grave; Se biópsia incisional (1-2mm da margem, incluindo
subcutâneo);
8. Quais preditores para avaliação de malignidade da pele? (Biópsia: 2ª opção (incisional-porção); Índice de Breslow: Espessura; Nível
de Clark: Invasão);
9. *Sobre a classificação do Índice de Breslow: I - Melanoma – in situ: Margem 0,5-1,0 cm; II - Melanoma c/ Breslow 0,01-1 cm: Margem
1 cm; III - Melanoma c/ Breslow 1,01-2,00mm: Margem 1,0-2,0 cm; IV - Melanoma c/ Breslow > 200mm: Margem 2,0 cm;
10. *Sobre a classificação do Nível de Clark (Avaliação microscópica – camadas da pele): Nível 1 (Epiderme – Carcinoma in Situ); Nível
2: (Invade parte da Derme Papilar); Nível 3: (Derme Papilar – Linfonodo satélite (pesquisa e extração); Nível 4: (Epiderme, Derme
papilar, Reticular); Nível 5: (Epiderme, Derme papilar, Derme reticular e Tecido subcutâneo);
11. Quais meios de tratamento? (Cirúrgico é o principal); Quimioterapia, Radioterapia, Imunoterapia; (Sobrevida de 10 anos);
12. Quais fatores de mal prognóstico? (Idade avançada, Sexo masculino, Maior classificação de Breslow, Localização axial)
DOENÇAS EXANTEMÁTICAS *

1. Quais características do SARAMPO? (ETIOLOGIA: Paramoxivírus; Gênero: Mobilivírus; TRANS: Via aérea (aerossol);
INCUBAÇÃO: 8-12 dias; CONTÁGIO: 2d antes do pródromo, até 4d após exantema; CONTACTANTES: Vacina até 72hrs após
contágio; Após este período até 6d, aplicar Imunoglobulina; ISOLAMENTO RESPIRATÓRIO até 4d após exantema)
2. Qual quadro clínico do Sarampo? (PERÍODO PRODRÔMICO: Febre >38,5°C; Tosse seca intensa; Coriza abundante
(Hialino→Purulento); Conjuntivite: Olhos hiperemiados; lacrimejamento, fotofobia, edema bi palpebral (+ grave); Prostração intensa;
OROFARINGE: Enantema (Sinal de Koplik) →Manchas branco-amareladas na mucosa oral) / PERÍODO EXANTEMÁTICO:
Exantema maculopapular mobiliforme eritematosa; Progressão céfalo-caudal (Retroauricular > pescoço > face > tronco > extremidades-
confluentes); REMISSÃO (3-4 dias: Descamação furfurácea (esfarinhado);
3. Quais complicações do Sarampo? (Principal: Otite média aguda); Outras: Sinusite, PNEUMONIA (principal causa de morte),
encefalite);
4. Como é feito diagnóstico do Sarampo? (Clínico + Exame físico)
5. Quais exames laboratoriais devem ser pedidos? (Sorologia IgM/IgG, Urina, Swab nasal de orofaringe (Coleta até 7° dia após início
do exantema);
6. Qual tratamento e prevenção do Sarampo? (Medidas de suporte + Vitamina A em < 2 anos); (Prevenção: Vacina (Tetraviral) 1ª dose
(12M); 2ª dose (15M – tetraviral); Pós contato: Vacina até 72hrs; Imunoglobulinas e Isolamento domiciliar 4d);
7. Quais características da RUBÉOLA? (ETIO: Togavírus; GEN: Rubivírus; FAM: Togaviridae; TRANSMISSÃO: Vias aéreas por
gotículas de Flugge (perdigotos); INCUB: 14-21 dias; CONTÁGIO: Poucos dias até 5-7d após erupção; CONTACTANTES:
Obsevação; ISOLAMENTO RESPIRATÓRIO – 7d após exantema; Crianças c/ rubéola congênita são infectantes até 1 ano ou até
pesquisa nasofaríngea ou urina negativa);
8. Qual quadro clínico da Rubéola? (FASE PRODRÔMICA: Mal estar, febre baixa, Linfadenopatia retroauricular (occiptal/cervical por
5-10d antes do exantema (Sinal de Theodor); FASE EXANTEMÁTICA: Exantema maculopapular puntiforme rosco difuso não
confluente; PROGRESSÃO: Face > Couro cabeludo > Pescoço > Tronco > Extremidades (Curta duração: 3d ou menos); ENANTEMA
(Manchas de Forcheimmer): Lesões petéquias no palato mole → NÃO PATOGNOMÔNICAS!)
9. Quais complicações da Rubéola? (Raras: Trombocitopenia (Plaquetopenia); (+ graves: Encefalite e Pan-encefalite); Artralgia;
Grávidas (Sd. da Rubéola Congênita);
10. Como é feito diagnóstico da Rubéola? (Clínico + Exame físico)
11. Quais exames laboratoriais devem ser pedidos? (Sorologia IgM/IgG p/ Rubéola; Urina; Swab nasofaringe)
12. Qual tratamento e prevenção da Rubéola? (Sintomático + Isolamento; Vacinal: 1 dose (12M) c/ Tetraviral; Prevenção: 2ª dose (15M)
c/ Tetraviral);
13. Quais características do ERITEMA INFECCIOSO? (ETIO: Parvovirus humano B19; TRANS: Via aérea (perdigotos); INCUB: 4-
14d; CONTÁGIO: Desconhecido; CONTACTANTES: Observar (hemoglobinopatas); SEM ISOLAMENTO);
14. Qual quadro clínico do Eritema infeccioso? (FASE PRODRÔMICA: Inexistente/Inespecífica; Leves: Mialgia, febre, cefaleia, coriza);
FASE EXANTEMÁTICA (1º sinal – Face (Máculo-pápulas) > FACE ESBOFETEADA associada a PALIDEZ PERIORAL (Sinal de
Filatov) > 1-4d exantema evolui acometendo MMSS e MMII por mais de 10d devido exposição ao sol, exercício físico e estresse
(cortisol);
15. Quais complicações do Eritema Infeccioso? (+ grave: Morte fetal (grávidas); Sd Meia e Luva (incomum); Artropatias; Anemias
hemolíticas)
16. Como é feio diagnóstico do Eritema Infeccioso? (Clínico)
17. Quais exames laboratoriais devem ser pedidos? (Sorologia IgM p/ Parvorírus humano B19)
18. Qual tratamento e prevenção do Eritema Infeccioso? (Sintomático (Base); NÃO TEM VACINA!; Cuidado c/ contactantes e
prevenção;
19. Quais características do EXANTEMA SÚBITO (ROSÉOLA INFANTUM)? (ETIO: HPV 6/7; TRANS: Saliva, tosse e espirros;
INCUB: 1-3 semanas; 5-15d; CONTÁGIO: Fase de viremia no período febril; CONTACTANTES: Observação; ACOMETE: Troncos,
cabeça, extremidades; ISOLAMENTO DESNECESSÁRIO!
20. Qual quadro clínico do Exantema Súbito? (Entre 6M e 6ª; Frequente < 2 anos; SEM PRÓDROMOS; Início súbito, Febre 39/40°C,
irritabilidade na criança, linfodonomegalia; APÓS 3-4d surge exantema maculopapular róseo iniciando no tronco, cabeça e extremidades
> Desaparece sem descamar; MANCHAS DE NAGAYAMA (Pequenas lesões ulceradas entre palato e úvula)
21. Quais complicações do Exantema Súbito? (Crises Febris: Convulsão);
22. Como é feito diagnóstico do Exantema Súbito? (Clínico)
23. Quais exames laboratoriais devem ser pedidos? (Sorologia IgM/IgG p/ HPV 6/7);
24. Qual tratamento e prevenção do Exantema Súbito? (Suporte antitérmico p/ febre; NÃO TEM VACINA!)
25. Quais características da VARICELA? (ETIO: Varicela Zóster, grupo Herpes; TRANS: Aerossol, contágio direto, transmissão vertical;
INCUB: 10-21d; CONTÁGIO: 10º dia após contato até formar crosta nos contactantes)
26. Qual quadro clínico da Varicela? (FASE PRODRÔMICA: Febre moderada/baixa, cefaleia, anorexia, vômito); (FASE EXANTEMA:
Característica (Pápulovesicular Polimorfica Pruriginosa) → Mácula > Pápula > Vesícula > Pústula > Crosta); PROGRESSÃO: Couro
cabeludo > Mucosa oral > Genital (Centrípeta);
27. Quais complicações da Varicela? (Infecção bacteriana secundária; Pneumonia; Encefalite; Sd Reye (Uso de AAS contínuo);
Manifestações Hemorrágicas)
28. Como é feito diagnóstico da Varicela? (Clínico + Exame Físico)
29. Quais exames laboratoriais devem ser pedidos? (Laboratorial: Sorologia (IgM/IgG); Fase vesícula (Exame líquido da lesão);
30. Qual tratamento e prevenção da Varicela? (Sintomático (Dor, prurido, febre); Aciclovir (imunodeprimidos + risco acometimento
visceral (< 12 anos)); Cortar unhas e lavar mãos; Prevenção: Vacina (15M) Tetraviral e Varicelaa (4A);
MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

1. Quais os tipos de métodos contraceptivos reversíveis? (MÉTODOS COMPORTAMENTAIS: Temperatura basal; Ogino Knaus
(tabelinha); Muco Cervical; Coito Interrompido; MÉTODOS DE BARREIRA: Preservativo feminino/masculino; Capuz
cervical; Esponjas; Diafragma; Espermicida; MÉTODOS HORMONAIS: Anel vaginal; Pílula (vo); Minipílula; Injetável
mensal/trimestral; Adesivo transdérmico; Implante contraceptivo subdérmico; DISPOSITIVOS INTRAUTERINOS: DIU
cobre/Levonogestrel)
2. Quais os tipos de métodos contraceptivos irreversíveis? (LAQUEADURA (mulher) - VASECTOMIA (Homem));
3. Qual orientação para início do método anticoncepcional hormonal? (ORIENTAÇÃO DE USO (VO) (Iniciar o método
contraceptivo no 1º dia do ciclo menstrual);
4. Quais possíveis efeitos colaterais do contraceptivo oral (Pílula)? Cefaleia; náuseas; vômitos; vertigem; ganho de peso;
retenção de líquidos;
5. Quando aos demais efeitos colaterais, de uma forma geral com contraceptivos, aborde-os? (Pílula combinada: Distensão
abdominal; Sensibilidade mamária; Cefaleia; Amenorreia; Sangramento de escape; ganho de peso; Injetáveis: Retenção
de líquidos; aumento das varizes; diminuição de libido; DIU: Aumento de dismenorreia e aumento de sangramento uterino
(cobre); Expulsão; Dor; Sangramento; Perfuração; acne; gravidez ectópica (diu levonogestrel aumenta risco)
6. Quais contraindicações para os métodos contraceptivos? (Pílula combinada: Enxaqueca com aura; tabagismo e idade
=>35 anos; HAS; Histórico de TEP/TVP; Tumor hepático; Pílula com progestogênio: CA de mama; TEP/TVP atual; Tumor
hepático; Cirrose descompensada; HAS; Adesivo transdérmico; os mesmos sintomas da pílula combinada; DIU: Gravidez;
DIP; CA cervical; Alergia ao cobre; Sepse puerperal);
7. Quais exames devem ser solicitados antes de indicação e acompanhamento de um método contraceptivo para a
paciente? (História clínica completa (Ginecológica, menstrual, coagulação sanguínea); Exame físico (PA, Medidas
antropométricas, Exame da mama e exame pélvico); Laboratoriais (Hemograma completo, TGP/TGO, Creatinina, Ureia,
TSH, T3/T4 livre, Tempo de protrombina, IST´s, PCCU); Acompanhamento: PA, Mamas, Efeitos colaterais)
IVAS (Manejo geral) *

1. Se apresentou para o paciente e higienizou as mãos seguindo o protocolo;


3. Pediu autorização para fazer o exame físico.
4. Realizou oroscopia do paciente: (Para descartar patologias inflamatórias)
5. Realizou otoscopia do paciente para descartar Otite Média Aguda: Hiperemiada, tímpano abaulado, secreção purulenta;
6. Solicitou hemograma; Solicitou cultura com swab nasofaríngeo
7. Oroscopia: Hiperemia intensa, hipertrofia amigdalas, Exsudato purulento, Petéquias no palato (Sinal de Pastia e Palidez Perioral
(Filatov) -> Escarlatina pode ocorrer pós;
8. Se diagnosticou o paciente com faringoamigdalite estrepcocócica. (Streptococcus Pyogenes do grupo A) < 2 anos não tem! >5A
Sintomas: Febre alta, Dor garganta, Prostração, cefaleia, calafrios, vômito, dor abdominal) Na garganta: Úvula e Amígdalas
edemasiadas e hiperemiadas; Saburra, Caseum em criptas amigdalianas;
12. Faringoamigdalite (Complicações): Abcesso de linfonodo cervical; Sepse; Otite média Aguda; Febre reumática; GNPE
13. Prescrever anti-inflamatório – Dipirona (500 mg/mL gotas) 1 gota/kg/dose
14. (20-25 mg/kg/dose) VO de até 6/6h OU Paracetamol (200 mg/mL gotas) 1
15. gota/kg/dose (10-15 mg/kg/dose) VO de 6/6h.
16. 10. Prescrever analgésico e antitérmicos – Ibuprofeno (100 mg/mL gotas) 1 gota/kg/dose (4-10 mg/kg/dose) VO de 8/8h.
17. Prescreveu antibioticoterapia (ATB) – Penicilina G bizantina 1.200.000 UI, IM, dose única.

Se Sinusite Aguda (Streptococcus Pneumoniae, Haemophilus Influenzae, Moraxella Catarrhalis)

Sintomas: Rinorreia purulenta, congestão e obstrução nasal, hiposmia, halitose e tosse produtiva (especialmente noturna). Com
frequência, a dor é mais intensa na sinusite aguda.
Complicações: Celulite periorbitária; Sinusite Crônica; Meningite; Osteomielite maxilar
Rinofaringite (Complicações): Asma; Persistência da febre por + 72 horas; Prostração; Bronquiolite; Pneumonia; Laringite/Rinite;
TTO: (Amoxicilina 60-80 mg/kg/dia (VO) por 14-21 dias; Umidificação do ar para lugares secos; Analgésico + Antitérmico
(Ibuprofeno): 100 mg/mL gotas) 1 gota/kg/dose (4-10 mg/kg/dose) VO de 8/8h.
Se Otite Média Aguda (Streptococos Pneumoniae);
Tto: lavagem nasal + amoxicilina 50-90mg/kg/dia por 10 dias (< 6 meses) ou Amoxicilina + clavulanato 50mg/kg/dia por
10 dias; (> 6 meses): Amoxicilina 50 a 90*mg/kg/dia por 5 a 7 dias ou: Amoxicilina + clavulanato 50mg/kg/dia por 10
dias;

Complicações: Perda auditiva, Meningite, Mastoidite, Perfuração timpânica, Abcesso cerebral

Extracranianas: Mastoidite aguda (principal); Petrosite ou Labirintite; Paralisia do nervo facial; Perfuração da
Membrana Timpânica; Abcesso subperiosteal;
Intracranianas: Trombose do seio lateral; trombose do seio sigmóide (oma crônica); hidrocefalia otogênica e
meningite; empiema subdural; Abcesso epidural;

12. Orientou lavagem nasal com solução hipertônica, inicialmente 6x/dia


13. Orientou sobre a importância da hidratação e do descanso
14. Solicitou retorno ao ambulatório para examinar melhora clínica.
BIÓPSIAS

1. Quais objetivos/uso de uma biópsia? (Alcançar um diagnóstico preciso; Excluir diagnósticos específicos; Oferecer apoio
histológico p/ diagnóstico clínico; Determinar a extensão de um tumor (exploratória); Monitorar a evolução da doença...)
2. Quais etapas da preparação para a biópsia? (Avaliação do Paciente: Doenças concomitantes (ex. Distúrbios de
coagulação), Risco de infecção, marca-passo, fármacos (ex. anticoagulantes, antiplaquetários...), uso de álcool, alergias
(instrumentos, anestésicos, látex...); Instalações: (Sala clara, iluminada, espaçosa, instrumentos afiados e adequados,
mesa ajustável para o exame, assistência); Consentimento: (do paciente, uma lista de efeitos colaterais e complicações);
Anestesia local: Usar o menos doloroso, sem adrenalina, se possível;
3. A biópsia se classifica por...? (Método de coleta: PUNÇÃO (Biópsia por agulha fina (BAAF)): Superficiais); Biópsia por
agulha grossa (BAG): Profundos); (Biópsia por punção: Órgãos internos); COLETA (Biópsia Excisional/Incisional; Biópsia por
Punch (cilindro profundo); e (Localização do tecido: (Biópsia de pele; Biópsias de Mama; Biópsias de próstata; Biópsia de
Tireoide; Biópsia de Osso; Biópsia de Medula óssea);
4. O que determina a biópsia por agulha fina *(BAAF)? (Exame citológico (Diferenciar tumores benignos de malignos);
Líquido em cavidade, lesões císticas superficiais e lesões em órgãos intracavitários);
5. O que determina a biópsia por agulha calibrosa (BAG)? (Exame histológico; Retirada de material intracavitário; Lesões
superficiais);
6. Como podemos fazer a localização da lesão para punção? (Por palpação: Tecidos subcutâneo/muscular em órgãos
superficiais (mama, tireoide, linfonodos) ou acessíveis ao toque (próstata); (USG: Lesões superficiais e profundas); (Biópsia
estereotáxica: RX, TC ou RM, calculando o ângulo e trajeto pro procedimento);
7. Como classificamos a biópsia por retirada? (INCISIONAL: (Retira-se parte da lesão englobando tecido doente e sadio);
(Biópsia por Punch; pinça saca bocado, Punch com diâmetro pequeno → Subcutâneo e inflamação ou infecção
disseminados da pele ou de outros); EXCISIONAL: (Retira-se totalmente a lesão → Diagnóstica e terapêutica (maioria das
vezes); (Margem de segurança – 2,5-5mm) → Exceto se comprometer fechamento ou resultado estético);
8. Quais contraindicações da Biópsia por Punch? (Áreas sobre artérias (ex. temporal, nasolabial) e Lesões muito espessas
(hipertróficas, líquen plano ou blastomicose); NÃO SERVE PARA DIAGNÓSTICO EM TECIDO ADIPOSO E A QUANTIDADE
RETIRADA NÃO É SUFICIENTE PARA DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO, SOMENTE CITOPATOLÓGICO;
9. Quais outras ferramentas para biópsia? (Biópsia em barbear (SHAVE) → Lesões exofíticas (ceratose seborreica/solar;
verrugas vulgares e nevos epidérmico; Entre camada papilar profunda da derme e camada mediorreticular;
Contraindicações: Doenças inflamatórias da pele, neoplasias de derme e lesões pigmentares); (CURETAGEM: Usando
cureta, remove lesões superficiais benignas da pele (epiderme); Verrugas vulgares, molusco contagioso, nevo epidérmico,
ceratose actínica/seborreica; Utilizada para estudo de tecidos como endométrio; Contraindicação: Suspeita de lesão
melanocítica ou neoplásica e diagnósticos incertos); (BIÓPSIA COM TESOURA: Lesões pedunculadas benignas; Verrugas
filiformes, acrocórdon, papiloma fibroepitelial, lesões pigmentadas polipóides ou superficiais com a ceratose seborreica;
Base da lesão é seccionada com tesoura, e sangramento controlado; Necessário anestesia);
10. Quais indicações para cada problema clínico? (Erupção Generalizada → Incisional ou “Punch”; (Lesão pigmentada →
Biópsia excisional; (Doença Bolhosa → Incisional, incluindo a pele perilesional; (CBC → Incisional);
RETALHOS, ENXERTOS, ZETAPLASTIA

1. Qual conceito de RETALHO? (É a construção de um segmento móvel de pele e subcutâneo criado a partir de tecido vizinho ao defeito
cirúrgico existente e mantém as conexões vasculares com os tecidos subjacentes através de seus pedículos vasculares)
2. Como Retalho é classificado? (VASCULARIZAÇÃO: Aleatório ou Arterial – Axial; MOVIMENTO PRIMÁRIO: Avanço, Rotação
e Transposição; CONFIGURAÇÃO: Romboidal, Bilobado; LOCALIZAÇÃO: Local ou à Distância; DESIGNAÇÃO EPÔNIMA:
Rieger, Mustarde;
3. Quais etapas do preparo pré-operatório? (CONFIRMAÇÃO DA RESSECÇÃO COMPLETA DO TUMOR DE PELE – Ressecção
cirúrgica de Mohs > DISCUSSÃO DA RESTAURAÇÃO DA APARÊNCIA FACIAL E DA FUNÇÃO > OBTER UM TERMO DE
CONSENTIMENTO INFORMADO DETALHADO > AVALIAR VIABILIDADE EM PACIENTES DEBILITADOS E
CLINICAMENTE FRÁGEIS > DESENHADOS DE MANEIRA QUE NÃO CRUZEM CONVEXIDADES COM OSSOS
SUBJACENTES, COMO COM O RAMO MANDIBULAR, ARCO ZIGOMÁTICO OU A CLAVÍCULA > AVALIAR QUALIDADE
DA PELE ( DEMASIADAMENTE FINA E FRAGIL OU ESPESSA E SEBÁCEA) > TABAGISMO E O RISCO DE NECROSE DO
RETALHO > AVALIAR PRÉ OPERATÓRIO RETIRADA DE MEDICAÇÕES NECESSÁRIAS – ANESTESIA LOCAL : PESAR O
RISCO BENEFÍCIO QUANTO AO RISCO DE SANGRAMENTO;
4. Quais formações de retalhos podemos usar? (Retalho de avanço bilateral A-T (T invertido); Retalho em avanço Unilateral (Forma
orelha e cria cicatriz em forma de U); Retalho em avanço Bilateral (H); Retalho Avanço em Ilha (Pirâmide); Retalhos de Rotação (6
deitado); Retalho de Transposição Romboidal (Losango em chave); Retalho de Transposição Bilobado (Formato coração);
5. Qual conceito de ENXERTO? (Enxerto é uma porção da pele que foi completamente separada de seu suprimento vascular. enxertos de
espessura total (EPET) contêm a totalidade da epiderme e da derme, bem como preservam as estruturas anexas. Os enxertos de pele de
espessura parcial (EPEP) são compostos pela epiderme e por espessura parcial da derme, com poucas ou nenhuma estrutura anexa);
(Enxertos compostos: Pele + outro tipo de tecido (cartilagem + tecido adiposo); (Enxerto Autólogo: Doador e receptor do mesmo
indivíduo); (Enxerto Heterólogo: Tecido doador é inserido em receptor da mesma espécie); (Xenoenxerto: Entre diferentes espécies)
6. Quais as vantagens e desvantagens do Enxerto? (Vantagens: técnica mais simples, procedimento mais rápido, quase todas as áreas são
viáveis receptores, várias áreas potenciais doadoras, vários formatos possíveis para sanar o defeito primário; Desvantagens: textura e cor
de pele diferentes, tecido totalmente desnervado);
7. Como se dá o processo de Enxerto? (Embebição 24–48 h: o enxerto torna-se edematoso é sustentado pelo exsudato plasmático a partir
do leito da lesão e os nutrientes são obtidos por difusão passiva. Integração (ou inosculação) 48 a 72 h: ligação dos vasos da derme do
enxerto aos presentes no leito receptor. Duração entre 7–10 dias. Neovascularização 4 a 7 dias: crescimento capilar internamente na base
e paredes laterais do enxerto. Concomitante à nova rede de drenagem linfática. Reinervação: cerca de 2 meses. Controverso. Em alguns
casos inexistente);
8. Como é o processo de Enxertia (Transplante de pele)? (RESSECÇÃO DA LESÃO; MOLDE PARA MEDIDAS; ESCOLHA DA
AREA DOADORA; RESSECÇÃO DA GORDURA DA ÁREA DOADORA; TRANSFERÊNCIA; ACOMODAÇÃO; SUTURA)
9. Quando é indicado o enxerto de pele de espessura parcial? (GRANDES QUEIMADOS, GRANDES ÁREAS RECEPTORAS;
RECUPERAÇÃO DA ÁREA DOADORA COM CURATIVOS; AREAS RECEPTORAS QUE NÃO TEM SUPRIMENTO
SANGUINEO IDEAL; ÁREAS RECEPTORAS SEM DRENAGEM LINFÁTICA IDEAL; ÁREAS RECEPTORAS SEM APORTE
PROTEICO IDEAL)
10. Quais instrumentos são utilizados para retirada de pele em enxertia? (Faca de Blair e Dermátomo);
11. Quais partes podem ser doadoras de pele? (Face interna das coxas; Laterais dos quadris; Parte inferior das costas e Abdômen);
12. Quais possíveis complicações do Enxerto? (COLEÇÃO NA BASE DO ENXERTO – SEROMA, HEMATOMA; SANGRAMENTO;
INFECÇÃO; DIFERENÇA ESTÉTICA É ESPERADA – AGUARDAR A MATURAÇÃO DO ENXERTO)
13. Forma de diérese ao qual é utilizada para correção de cicatrizes? (Fusiforme: 30° nas pontas de excisão); (Zetalastia: 60° angular
com ganho de 75% no comprimento)→ ZETAPLASTIA (W-Pastia (zigue-zague); Z-plastia (Zetalastia));
CIRURGIA DA UNHA

1. Quais partes anatômicas que compõem a unha? (Matriz; Lúnula e Placa ungueal (Externo); Matriz; Eponíquio; Lúnula; Leito Ungueal;
Processus unguicularis; Polpa digital; Falange distal (ósseo); Nervo digital dorsal; Nervo digital palmar;
2. Quais indicações para cirurgia de unha? E o que é necessário para tal procedimento? (Tratamento da dor, reparo de infecções,
remoção de tumores, biopsias; NECESSÁRIO: Aparato cirúrgico; Material, local e técnica adequada; Técnica asséptica; Conhecimento
de anestesia local; Preparo pré-operatório e anamnese;
3. Quais opções de anestesia local? (Lidocaína 2%; Ropivacaína 2% (Sem vasoconstrição – Risco de Necrose);
4. Que tipo de fios de sutura para este local? (Monofilamentares);
5. O que mais devo me atentar? (Especificidades da antibioticoprofilaxia/antibioticoterapia)
6. Na analgesia? (Bloqueio do feixe neurovascular no tendão flexor da bainha, na base do falange (proximal) e bloqueio na matrix (distal));
7. Na excisão da unha, podemos utilizar: (Avulsão por abordagem distal ou proximal);
8. Na biópsia da unha, podemos utilizar: (BIOPSIA POR PUNCH DA PLACA SUBUNGUEAL PROXIMAL→ ONICOMICOSE;
BIOPSIA DO LEITO UNGUEAL (1- PUNCH; 2- FUSIFORME DA MATRIZ; 3- FUSIFORME DO LEITO); BIOPSIA SUPERFICIAL
DA MATRIZ IDEAL → VISUALIZAR A LESÃO E BIOPSIAR)
9. Em Trauma da Unha (hematoma ungueal) qual manejo? (Dor e descolamento da unha do leito; Drenagem (ás vezes necessária) do
hematoma sub ungueal);
10. Se corpo estranho na unha, qual manejo? (Indicada retirada do corpo estranho; Eventualmente ressecção da unha; Considerar profilaxia
antitetânica; Paramício Ungueal “Abcesso ungueal” → Considerar drenagem)
11. Quais tipos mais comuns em unha encravada? (Sobreposição de tecidos sobre a parte distal e laterais; Lábio lateral hipertrófico;
Desalinhamento congênito do hálux);
12. Qual manejo para unha encravada? (Fenolização e excisão da matriz + Redução da parede lateral hipertrófica → Redução de hipertrofia
de tecidos distais);
13. Qual manejo para tumores (Melanoma) em unha? (Excisão e reconstrução tipo enxerto Cross Finger);

CA de COLO UTERINO (Abordagens)

1. Qual fisiopatologia? (Vírus penetra na célula do hospedeiro, libera seu DNA replicando-se e podendo permanecer em estado latente por
vários anos, sem manifestações clínicas/subclínicas;
2. Qual parte anatômica é acometida em camadas de tecido? (Endocérvice: Epitélio colunar); Ectocervice: Epitélio escamoso; JEC: Junção
escamo-colunar)
3. Quais critérios tem indicação do exame citopatológico? (25-64 anos (2 exames negativos no; Adequalidade da amostra; Periodicidade);
4. Quais fatores de risco? (Infecção por HPV, Múltiplos parceiros, Imunossupressão, Sexarca precoce, Multiparidade, Tabagismo, Uso ACO,
Idade > 30anos + multiparidade);
5. Critérios para exames citopatológicos (situações especiais): Gestante, Mulheres pós-menopausa, Mulheres histerectomizadas, Mulheres
sem histerectomias, Mulheres sem história de atividade sexual, Imunossuprimidas;
6. Na solicitação da COLPOSCOPIA (quando PCCU alterado), quais instrumentos para diagnóstico e quais achados? (Além das lentes
de aumento (x40) e reagente como Ácido Acético (3% e 5%) e Lugol, devemos avaliar epitélios do trato genital inferior; orientar biópsias
(se for o caso); Observar alterações compatíveis c/ NIC: (Mosaico, pontilhado, epitélio branco, Leucoplasia, Vasos atípicos);
7. Na classificação de NIC, quais mais comuns? (NIC 1/HPV → Seguimento c/ citologia e colposcopia); (NIC II/III → CAF ou Conização;
8. Como se dá a classificação de NIC? (NIC I → Camadas basais do epitélio estratificado (Neoplasia intraepitelial nível 1 – Baixo Grau);
NIC II → Desordenação avança 2/3 proximais da membrana (Grau moderado); NIC III→ Desarranjo é observado em todas camadas sem
romper a membrana basal (Carcinoma in Situ);
9. Qual tratamento de acordo com a Classificação de NIC? (NIC I → Controle da citologia oncótica e colposcopia; (NIC II → (Mulheres
jovens – Lesões completamente ectocervicais: Podem ser acompanhadas c/ citologia e colposcopia semestral ou realizada eletrocauterização
das lesões colposcópicas do colo uterino – Lesões visíveis ao exame até 1cm no canal endocervical, podem ser tratadas com CAF); (NIC
II/III → Dificuldade de seguimento; Prole incompleta; Lesões extensas penetrantes no canal por > 1cm e não visualização completa (faz-
se CONIZAÇÃO);
10. Critérios para PCCU: A partir dos 25 anos, com sexarca ativa (1º exame normal? Se SIM, nova coleta após 1 ano; Se ambos normais:
Repetir a cada 3 anos;
AFECÇÕES BENINGNAS DA MAMA

1. Da classificação das afecções benignas da mama? (Mastalgia, Adensamentos/Cistos; Derrame papilar; Nódulos Dominantes;
Doenças Inflamatórias e infecciosas);
2. A mastalgia pode ser classificada? (Mastalgia cíclica (Período pré-menstrual); Mastalgia acíclica (não há ligação com ciclo -
pós menopausa); Dor extramamária);
3. Os Adensamentos/Cistos são? (Alterações funcionais benignas da mama)
4. O Derrame papilar são classificados? (Galactorreia; Descarga papilar anormal)
5. Ainda sobre a mastalgia, caracterize-a? (DIAG: Anamnese + Exame físico (USG mama/mamografia e raio-x torácico p/
excluir CA; Sintomas: Dor extramamária, nevralgia intercostal, contratura muscular, espondiloartrose vertebral, angina,
colelitíase, costocondrite; Fatores Risco: Estresse, tabagismo, retenção hídrica, atividades diárias, uso medicamentos (ISRS,
hormonais, prolactina); TTO: Não necessita, apenas oriente a não-malignidade, Sutiã adequado, TAMOXIFENO, DANAZOL,
DIURÉTICOS...
6. Ainda sobre adensamentos/cistos, caracterize-os? (Tríade: AFBM (mastalgia cíclica (dor mamária) + adensamentos e cistos
(espessamentos); Incidência: dos 25-45 anos; TTO: PAAF (punção aspirativa por agulha fina); Cirúrgico: Excluir neoplasia c/
várias recidivas, que apresentem massa residual pós-púnica cujo líquido seja sanguinolento);
7. Ainda sobre Derrame papilar, caracterize-os? (Ocorre em várias afecções dos ductos mamários – 95% benignas);
Classificação: Fisiológica, patológica, galactorreia, pseudoderrames; Fisiológica: Descarga provocada, multiductal, bilateral,
multicolorido, esporádica; Patológica: Descarga espontânea, uniductal, unilateral, aquosa/sanguínea (aspecto água de rocha),
profusa e persistente; Principais causas (papiloma intraductal, carcinoma, ectasia AFBM, gravidez, galactorreia, Doença de
Paget; Diagnóstico (Mamografia, USG); TTO: Definir a causa do derrame p/ definir a estratégia; AFBM (Gravidez,
Galactorreia, Doença de Paget)
8. Os Nódulos dominantes são classificados? (Fibroadenoma (mais comum); Papila Intraductal; Lipomas; Tumor filóides;
Hamartomas);
9. Ainda sobre Nódulos dominantes, caracterize-os? (São lesões que podem ser delimitadas em 3 dimensões: largura,
comprimento e profundidade) – Maioria benignos; Diagnóstico: Anamnese + exame físico + exames complementares (USG +
mamografia); Complementares: CA 15-3 (monitoramento); 27 29;
ANAMNESE (Em caso de presença de nódulos, deve-se investigar a data de percepção, velocidade de crescimento, localização
consistente, relação c/ traumatismos ou ciclo menstrual);
Nódulos mamários (Características benignas – Normalmente não móveis; apresentam consistência firme e elástica; Possuem
contornos regulares e mamas definidas); (Características de malignidade: Aderidas; Consistência endurecida (pétreos); Contornos
regulares e margens indefinidas; Descarga papilar pode ser sanguinolenta ou em água de rocha; Retração de pele; Retração mamilar;
invasão da pele ou da parede torácica)
NÓDULO FIBROADENOMA (Tumor benigno + prevalente): Sua manifestação mais comum é um tumor palpável; Faixa etária
mais acometida é de mulheres 20-35 anos (pode ocorrer na puberdade);
CARACTERÍSTICAS (Palpável, Consistência fibroelástica, móvel e não aderida, indolor, mede entre 2-3 cm em seu maior
diâmetro; Rápido crescimento inicial que depois se estabiliza; TTO: Conservador quando há sinais de benignidade;
DIAGNÓSTICO: Exame físico + Anamnese; Exames complementares; USG mamas; PAAF; Mamografia (50-69 anos) a cada 2
anos (Rastreio);
BIRADS (Grau 0 – Exame inconclusivo – Recomenda: Complementar estudo – Risco de CA: Exame incompleto); (1 – normal
– exame de rotina anual – Risco 0); (2 – Achado benigno – Exame de rotina anual – 0); (3 – Achado provavelmente benigno –
Realizar controle precoce 6/12/24/34 meses; ≤ 2); (4 – Achado suspeito – Prosseguir investigação (biopsia) – 3-94%); (5 –
Achado altamente suspeito – Prosseguir investigação (biopsia) - ≥94%); (6 – Achado investigado previamente e c/ resultado
positivo (CA) – TTO adequado – 100%)
10. As doenças inflamatórias e infecciosas são classificadas? (Mastite puerperal, Abcesso mamário, Celulite mamária...)
11. Sobre a MASTITE, caracterize-a? (Processo infeccioso agudo/crônico que pode acometer todos os tecidos mamários; Agente:
Staphylococus Aureus; TTO: Analgésicos, antitérmicos, suspensão das mamas, drenagem manual do leite e ATB; Cefalexina
(Cefalosporinas); Outras opções: Eritromicina (ampicilina);
12. Sobe o manejo das afecções benignas da mama? (Princípios que norteiam o manejo das AFBM: a) Eliminar o mais
rapidamente possível desconforto gerado pela afecção; b) Excluir sempre CA; c) Preservar estética sempre que possível; d)
Quantificar o risco p/ CA a partir de uma biópsia benigna e propor o esquema de seguimento orientar e tranquilizar a paciente;
AFECÇÕES MALIGNAS DE MAMA (RASTREIO CA MAMA) *

1. Sobre o manejo das afecções malignas da mama, qual o passo-a-passo e sua caracterização que devemos saber?
(Prevenção: Eliminar fatores de risco→AMBIENTAIS/COMPORTAMENTAIS: Obesidade, Sedentarismo, Etilismo,
Tabagismo, Exposição a radiação; GENÉTICOS: CA mama na família (1º grau); gene mutação; PESSOAL: Nuliparidade,
não amamentar, menopausa tardia, uso de terapia hormonal;
2. Quanto a sintomatologia, podemos ter os seguintes achados: Nódulo/caroço no seio ou axilas, Pele da mama hiperemiada
ou retraída, Inversão ou descamação dos mamilos, Saída de secreção sanguinolenta, Sinais de inflamação/irritação;
3. Quanto aos exames complementares para confirmação de anormalidade e seu tratamento: EXAMES DE IMAGEM:
MAMOGRAFIA (50-69 anos (a cada 2 anos); EXAMES LABORATORIAIS: Hemograma completo + Marcadores CA 15-
3 e CA 27.29; TTO: Radioterapia, Quimioterapia, Cirurgia;
DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS E SD. DO INTESTINO IRRITÁVEL

1. O que é uma Síndrome do Intestino Irritável? (Transtorno funcional do aparelho digestivo (ausência de doença orgânica). Pode
ser debilitante c/ dor ou desconforto abdominal associado a defecação ou alteração do Hábito intestinal; Prevalência 10-15%; Idade 30-
50 anos; Mais frequente (mulheres e < 50 anos);
2. O que ocorre para que esta patologia se instale? (Envolvimento de Interleucinas 6 e 8 (pró-inflamatório), que faz alteração na
microbiota, disseminação probióticos e ocasionando inflamação intestinal, alteração na modulação imunológica do intestino, sensibilidade
visceral e alterações na motilidade intestinal) Pode haver gatilho por estresse físico e psicológico;
3. Quais tipos de classificações utilizados para ajudar no diagnóstico? (Escala de Bristol e Critérios de ROMA IV);
4. O papel da microbiota disfuncional pode acarretar? (Alteração da microbiota fecal, Uso disseminado de probióticos, SII pós-infecção
intestinal, Participação na modulação imunológica);
5. Quanto a apresentação clínica, utilizando a classificação de Bristol, temos: (I – Címbalos (fezes em formato de esferas, duras,
dolorosas e passíveis de entupir vaso sanitário); (II – Em forma de salsicha com grumos anexados, duras); (III – Em forma de salsicha
com fissuras na superfície); (IV – Em forma de salsicha, lisa, finas, macias); (V – Fragmentadas com contornos definidos e macios); (VI
– Fragmentadas em forma de farrapos e muito amolecidas); (VII – Líquidas, sem definição, possível presença de gordura, muco ou
sangue);
6. A SII pode ser subclassificada em que tipos? (SII-D → Predominância de Diarreia; (SII-C → Predominância de Constipação;
(SII-M → Misto entre Diarreia e Constipação);
7. Na caracterização das subclasses de SII, podemos citar que:
(SII-D (A predominância é masculina (Bristol 5-6-7) – Matutino após desjejum; Volume fecal pequeno a 1ª dejeção ainda consistente;
Pode conter muco/sangue; DOR ABDOMINAL com alívio após defecação; Urgência fecal de curto intervalo entre dejeções podendo se
repetir a cada refeição e defecação explosiva; Extremamente limitante);
SII-C(A predominância é feminina (Bristol 1-2) – Utilizar critérios de ROMA IV para diagnóstico – Evacuações difíceis e dolorosa com
muito esforço retal; Puxo frequente (sensação de evacuação incompleta) DOR ABDOMINAL por distensão evidente ou plenitude,
Desconforto abdominal, irritabilidade); / (SII-M (Presença entre 1/3~1/4 em alternância)
8. Quanto ao diagnóstico utilizando ROMA IV, o que esperar? (Dor abdominal recorrente em, pelo menos, 1x por semana, nos
últimos 3x, com início associado a pelo menos 6 meses + associação a 2 ou mais critérios: 1 – Relacionado a defecação; 2 – Associado
com alteração na frequência de evacuação; 3 – Associado com alteração no formato das fezes;
9. Quanto ao diagnóstico de forma geral, como podemos abordar? (Anamnese completa (relação médico-paciente com
caracterização de sinais e sintomas e diagnósticos diferenciais (Perda ponderal não-intencional; sinais de alarme; Caracterizar hábitos
intestinais e aspecto das fezes (Escala de Bristol); EXAME FÍSICO (Hidratação e coloração (mucosas); CARDIO/RESP; ABDOMINAL
detalhado (Inspeção, ausculta, percussão e palpação) podendo estar geralmente normal, podendo ter achados subjetivos como dor à
palpação;
10. Quais os sinais de alarme mais frequentes? ((Idade > 50 anos sem rastreamento para CA colorretal, sangramento retal, histórico
familiar de CA colorretal, Doença Celíaca, Medicamentos como antidepressivos tricíclicos, ISRS, Opióides, AINES, BCCa´s; Dieta
alimentar, Pesquisa de sangue oculto nas fezes, Massa abdominal) → Se positivo algum destes: Colonoscopia + Laboratoriais gerais;
11. Quais condições associadas á SII? (Fibromialgia, Enxaqueca, Dispepsia, Dismenorreia, Dispareunia, Ansiedade/Depressão
12. Quando aos diferenciais para investigação diagnóstica? (Fundamentalmente clínico + Diagnóstico diferencial: CA colorretal;
Diarreia funcional; DII; Colites infecciosas; Colites microscópicas; Doença celíaca; Intolerância a lactose; Sd. Dor abdominal funcional;
Constipação intestinal funcional; Doença de Crohn; Retocolite ulcerativa;
13. De uma forma geral, o SII, como tratamento medicamentoso, devemos propor: Antidepressivos tricíclicos: Amitriptilina 25mg;
Bupropiona 150XR; Buspirona 5-10mg); + MEV + Orientações e esclarecimentos isso pode não ser apenas psicológico;
14. Quanto ao tratamento medicamentoso na classificação SII-C, o que prescrever? (Procinéticos: Domperidona, Bromoprida,
Trimebutina); (Laxativos: Fibras, Psyllium, Plantago Ovato, Policarbofila, Lactrulose, Irritantes ou estimulantes, Emolientes (óleo
mineral), Probióticos) + MEV
15. Quanto ao tratamento medicamentoso na classificação SII-D, o que prescrever? (Antiespasmódicos/Anticolinérgicos:
Loperamida, Codeina, Atropina, Hioscina, Diciclomina, Elixir paregórico, Propantelina, Mebercrina, Brometo de pinavério, Brometo de
otilônio, Hortelã pimentaa); (Redutores do teor de água fecal: Fibras, Psyllium, Plantago Ovota, Policarbofila, Colestiramina);
HIPO/HIPERTIREOIDISMO E NÓDULOS TIREOIDIANOS (MANEJO) *

1. Apresentar; Higienizar as mãos; / Pedir autorização para fazer exame físico; Relatar sentada/ortostática; / Identificar o nódulo;
2. O que fazer frente ao nódulo? (Anamnese → (Palpação: Abaixo da cartilagem tireoidea, na linha mediana do pescoço. Inferior à
cartilagem cricóide, na linha mediana do pescoço. (Abaulamento cervical simétrico/assimétrico; Superfície irregular a palpação;
Laudo/Imagens ultrassonográficas compatíveis com nódulo)
3. Na ectoscopia do hipotireoidismo, o que podemos observar? (A face edemaciada, a voz rouca e a dicção lenta, palidez, edema
periorbital, madarose)
4. Reconhecer os sinais/sintomas de hipotireoidismo: Lentidão, quietude, sonolência, sensibilidade ao frio, metabolismo lento,
hipercolesterolemia, mixedema, Bradicardia, Pulso lento, Hipofagia, Constipação, Baixa absorção de glicose, astenia; (Suscetível a
infecção, baixo consumo de O2, hipertensão diastólica, cardiomegalia, derrame pericárdico, edema de MMII)
5. Na ectoscopia do hipertireoidismo, o que podemos observar? (Retração da pálpebra superior, Proptose, Edema Periorbital, Injeção
conjuntival, exolftalmia;
6. Reconhecer os sinais/sintomas de hipertireoidismo: Rapidez, inquietude, excitabilidade, sensibilidade ao calor, metabolismo alto,
hipocolesterolemia, exoftalmia, taquicardia, pulso rápido, hiperfagia, diarreia, alta absorção de glicose, tremores, astenia, Bócio;
7. Solicitar USG +TSH; / Iniciar conduta TI-RADS e avaliação laboratorial; / Indicar PAAF (se necessário) avaliando BETHESDA;
8. Em geral: Avaliação Clínica + Exame físico + palpação do nódulo) + Exames de imagem + Laboratoriais + Avaliação de imagens e
laboratoriais para TI-RADS para PAAF = Conduta com BETHESDA de cirurgia/acompanhamento);
9. E qual seria solicitação de exames para imagem? Quais achados? (USG de Tireóide: Tamanho, estrutura, presença de calcificações,
vascularização, textura; Identifica características suspeitas que podem indicar malignidade, determinando a intoxicação da biópsia;
10. CARACTERÍSITICAS ULTRASSONOGRÁFICAS DE NÓDULOS SUSPEITOS: Hipoecoico/ecogenicidade; Margens
irregulares ou espiculadas; Calcificações ou microcalcificações; Altura maior que largura; Linfonodos cervicais presentes; Bordas
irregulares (mal definidas); Vascularização, Tamanho, Textura e temperatura)
11. Qual seria solicitação de exames laboratoriais? Quais achados para hipertireoidismo e hipotireoidismo? (TSH, T3, T4 livre, Anti-
TPO (Anticorpos); (Para bócio nodular, incluir: Dosagem Calcitonina; Anti-TG; Marcadores CEA e CA 19-9)
Hipertireoidismo: TSH (baixo) + T3/T4 livre (altos): Hipertireoidismo Primário (tireoidites);
TSH (baixo) + T3 (alto) + T4 livre (normal): Hipertireoidismo primário (t3 toxicose);
TSH (baixo) + T3 (normal) + T4 livre (alto): Hipertireoidismo primário com toxicose;
TSH (baixo) + T3/T4 livre (normais): Hipertireoidismo subclínico;
TSH (normal ou alto) + T3/T4 livre (alto): Hipertireoidismo secundário hipofisário secretor de TSH
Hipotireoidismo: TSH (alto) + T4 livre (baixo): Hipotireoidismo Primário;
TSH (alto) + T4 livre (normal): Hipotireoidismo Subclínico;
TSH (normal/baixo) + T4 livre (baixo): Hipotireoidismo Central;
TSH (normal) + T4 livre (normal): Normal - SE TSH MUITO BAIXO, CINTILOGRAFIA
12. Como fica a classificação de TI-RADS? (1 – Benigno / 2 – Não suspeito / 3 – Baixa probabilidade: PAAF se ≥ 2,5mm / 4 – Moderada
probabilidade: PAAF se ≥ 1,5mm / 5 – Alta probabilidade: PAAF se ≥ 1,0 mm)
13. Quais outras características devemos abordar? CINTILOGRAFIA (Nódulo quente: Doença de Plummer (Hipertireoidismo-
Adenoma Tóxico – Característica de nódulo único – aumento da função da glândula); Nódulo frio: Suspeita de malignidade
(Realizar PAAF); Se Nódulo alto: Risco malignidade (Realizar PAAF)
14. Como fica a classificação de BETHESDA? (Categoria I - Insatisfatório; Malignidade: 1 a 4; Conduta: Repetir PAAF: 3-5 meses;
II – Benigno – 0-4 – Seguir em 12 meses / III –indeterminada -5-15 – Repetir painéis ou cirurgia
IV – Neoplasia folicular – 15-30 – Painéis ou cirurgia (Lobectomia diagnóstica)
V – Suspeita de malignidade – 60-75 – (Lobectomia/Tireoidectomia) /VI- Malignidade – 97-99 - (Lobectomia/Tireoidectomia)
15. Causas do hipotireoidismo? (Primária: Glândula tireoide (in situ); (Secundária: Hipofisária (TSH); (Terciária: Hipotalâmica (TRH));
16. Causas de hipotireoidismo primário: (Tireoide de Hashimoto; Tireoidectomia/RadioIodo; Deficiência de Iodo; Drogas (lítio))
17. Principais causas dos nódulos tireoidianos: (Doenças granulomatosas (Tuberculose, Sarcoidose...); Tireoidites (Hashimoto,
Linfocítica, Riedel...); Cistos simples ou secundários a outras lesões de tireoide)
18. Quais principais fatores de risco para malignidade de nódulos tireoidianos? (Sexo masculino, Idades extremas (crianças e idosos);
Sintomas compressivo (rouquidão, disfonia, disfagia, dispneia); Histórico familiar de carcinoma tireoidiano ou neoplasia endócrina
múltipla tipo 2; Exposição a radiação na infância (cabeça e pescoço ou corporal total para transplante de medula óssea));
19. Como funciona o manejo na avaliação laboratorial do bócio nodular? (Se TSH (alto) →Risco de Malignidade (Pedir Anti-TPO);
(Se TSH (baixo) → Cintilografia + Trab → Se Nódulo Quente (Doença de Plummer); (Se Nódulo Frio (Risco de Malignidade));
20. Qual tratamento do Hipertireoidismo? *
21. Qual tratamento do Hipotireoidismo? *

ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS *

1. Cite as os tipos ofídicos existentes? (Famílias: *Vipiridae; *Elapidae; Botrops; Micrurus; Lachesis; Crotalus)
2. Quais divisões e caraterísticas maiores dos ofídios quanto a sua identificação? (Fosseta loreal: Presente (Botrops,
Lachesis, Crotalus; Cauda: Lisa, escama, chocalho; Foseta loreal: Ausente: Micrurus (Anéis coloridos: Preto,
Branco, Vermelho)
3. Classifique o tipo de ação dos venenos? (Proteolítica; Hemorrágica; Coagulante; Neurotóxica; Miotóxica;
4. Considerando o fator de endemia no Brasil da família Botrops, cite suas características? (*Botrópico (Jararaca);
Fosseta loreal + cauda lisa; Principal no Brasil, Hábitos noturnos, ambiente de mata/úmido; Veneno: Coagulante,
Hemorrágica, Proteolítica; Não produz ruído (Ausência de chocalho); Acidente leve < 6 h (Atendimento); Grave >
6h (Atendimento);
5. Quais manifestações clínicas por envenenamento ofídico do tipo botrópico? CLÍNICO (Dor e edema local
(intensidade variável); Bolhas, equimoses, sangramentos locais; SISTÊMICOS: Náusea, vômito, sudorese,
hipotermia); COMPLICAÇÕES: (LOCAIS: Abcesso, necrose); (SD. COMPARTIMENTAL: Amputação); (SISTÊMICO:
Choque hemodinâmico, Ira, Hematoma, Hematúria, Gengivorragia, Epistaxe, Alteração de tempo de coagulação);
6. Como diagnosticar acidentes ofídicos do tipo botrópico? (Clínico + Exames laboratoriais) LABORATORIAIS:
(Tempo de coagulação alterado; Tempo de protrombina; Hemograma (Plaquetopenia, Leucocitose à esquerda,
Neutrofilia, Anemia); EAS (Hematúria, proteinúria, leucocitúria); Uréia, CR, NA, K (Elevados, se IRA);
7. Quais medidas devemos tomar no tratamento do acidente botrópico? (Manter membro picado elevado;
Analgésicos se dor; Hidratação venosa; ATB somente se houver evidência de infecção bacteriana secundária);
8. Quanto ao soro, qual manejo? (Botrópico – Jararaca) LEVE: 2-4 ampolas; MODERADO: 4-8 ampolas; GRAVE: 12
ampolas; (Laquético – Surucucu) 10 ampolas; GRAVE: 20 ampolas; (Crotálica – Cascavel) LEVE: 5 ampolas;
MODERADA: 10 ampolas; GRAVE: 20 ampolas; (Elapídico – Coral) TODOS GRAVES – 10 ampolas; TODOS PACIENTES
ALÉRGICOS QUE RECEBEREM QUALQUER SORO, TAMBÉM DEVEM RECEBER: (Anti-histamínicos (Antagonistas H1:
Dexcloferimanina ou Prometazina; / Antagonistas H2: Cimetidina ou Ranitidina; / Hidrocortisona 10mg/Kg (Máx
1g);
DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS

1. Qual acometimento da RCU? (Exclusivo da mucosa de reto e cólon (ascendente, transverso, descendente); Inflamação contínua;
Extensão variável);
2. Sintomas de RCU (Diarreia baixa, Dor abdominal (+FIE), Emagrecimento, Anemia + (Sangue/muco nas fezes; Tenesmo/puxo;
Urgência)
3. Qual diagnóstico clínico pra RCU? (Exame físico (BEG, Hipocorado, Dor abdominal á palpação; Manifestações extra-
intestinais: Articulares, cutâneas, oftalmológicas); (Em gravidade: Desnutrição, Palidez, Toxemia (megacólon
tóxico/Taquicardia/Hipotensão, Distensão abdominal);
4. Qual classificação da RCU? (Truelove & Wits: Número de evacuações com sangue/dia (< 4 ~ >4 ~ >6); Pulso (90 bpm);
Temperatura, Heomoglobina 10~11; VHS (1ª hora: 20~30); PCR (Normal~>30);
5. Qual acometimento da Doença de Crohn? (Íleo distal e cólons);
6. Sintomas da Doença de Crohn? (Dor abdominal, Diarreia aquosa/Disabsortiva/Inflamatória, emagrecimento, desnutrição,
Anemia (Def B12, Fe e Ácido fólico), Suboclusão intestinal, Fístulas/Abcessos: Entero-colônicas; Entero-cutâneas; Entero-
Vesical; Entero-Vaginal; Perianais)
7. Qual diagnóstico para DC? (Exame físico: Desnutrição → IMC <20; Hipocorado; Oroscopia: Quelite, Glossite, Lesões Aftóides;
Abdomen: Distensão abdominal, RHA aumentados, massa abdominal; AVALIAÇÃO PERIANAL (SEMPRE); Manifestações
extra-intestinais;
8. Qual classificação da atividade (mais usado) da DC? (Índice de Harvey-Bradshaw; Escore de 0-4 pontos (muito bom a péssimo);
e 5 categorias: Bem estar geral; Dor abdominal; Número evacuações líquidas/dia; Massa abdominal; Complicações (Artralgia,
uveite, eritema nodoso, úlcera aftoides, pioderma gangrenoso, fissura anal, fístula anal, abcesso))
9. Achados endoscópicos do RCU? (Acometimento do reto e cólon em extensão variável e contínua (poupa reto em crianças e
pacientes com colangite esclerosante primária); Edema, eritema, friabilidade, erosões, ulcerações, Pseudopólipos, pregas em ponte,
perda de haustrações e cólon tubuliforme → Tempo prolongado da doença; Na pancolite extensa pode haver acometimento do íleo
distal: Ileíte de refluxo; Na proctite intensa: Hiperemia periapendicular isolada (acometimento interno do reto))
10. Achados endoscópicos do DC? (Colonoscopia pode estar normal; Envolvimento descontínuo, que geralmente poupa o reto:
úlceras aftoides, úlceras profundas e serpenginosas; aspecto de pedras de calçamento; Estenose → Diagnóstico diferencial de
neoplasias: Avaliar dilatação endoscópica nos pacientes sintomáticos) – QUALQUER SEGMEMTO
11. Principais aplicações da Calprotectina Fecal? (Diferenciação DII x SII; Monitoramento da atividade da doença/Tratamento;
Recidiva/Predizer colectomia; Recorrência pós-operatório/Boliste)
12. Quais exames laboratoriais? (Hematológico (Anemia – Hb <12 (mulheres); Hb < 13 (homens); Trombocitose; VHS/PCR;
Albumina);
13. Se EDA em Crohn, o que achar? (Indica se sintomas – Edenama, enantema, úlceras, erosões, deformidades); Se refratário ao
TTO, pesquisar por Doença Celíaca;
14. Para complicação por Megacólon Tóxico: Rx com achados de perfuração ou abstrução; Colon Transv > 6 cm; CECO > 9 cm;
RCU crônica: Cólon Tubular;
15. O Trânsito intestinal da RCU/DC: RCU (Normal); DC (Espessamentos de válvulas coniventes; Estenose; Alteração do padrão
mucoso; Aspecto de pedras de calçamento; Fístulas);
16. Qual diagnóstico diferencial DII? (CA colorretal, parasitoses, hemorróida, Clostridium dificille, Colites, AINES
17. Tratamento das DII? (Imunossupressão (prednisona); Atualização vacinal; Suporte

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