Estratégias de Defesa Militar
Estratégias de Defesa Militar
c. Área de engajamento (AE): Podem ser planejadas e 2. Utlz o apoiômetro para posicionar as Rg Bloq. Atentar
empregadas em um contexto de defesa móvel e nas ações para as distâncias (200 a 500m) visando obter o apoio mútuo. É
retardadoras. Consiste na destruição do Ini a partir da OBRIGATÓRIO obter o apoio mútuo no contato, sobre toda a
canalização de seu movimento para uma zona de destruição. extensão do LAADA, evitando deixar VA abertas.
Pode ser empregada à frente do LAADA ou admitindo-se uma - Para evitar VA aberta, sugere-se um apoio mútuo entre 200
Pntr no dispositivo defensivo. (Enfatizar para a AC 6) e 250m, visando obter a máxima possibilidade de cruzamento de
5. MONTAGEM DAS L Aç (PROCESSO DAS 5 FASES) fogos.
- Baseia-se, fundamentalmente, na análise das VA para o - Ap mútuo do LAADA, das Rg Bloq laterais e em
interior da P Def. profundidade.
- O método não substitui o exame de situação e dependerá de 3. O Pt Coor F também deverá estar dentro do apoio mútuo.
cada forma de manobra adotada, neste caso, DEFESA DE 4. Rg Bloq NÃO SÃO NÚCLEOS DEFENSIVOS. Isso será
ÁREA. analisado posteriormente. Assim sendo, para cada via de acesso
- O processo é desenvolvido na seguinte sequência: deverá ser traçado uma Rg Bloq, sem preocupar-se, agora, com
a composição de meios.
5.1 Seleção das Rg Blq e determinação do grau de
resistência em cada VA 5. Normógrafo Nr 24 (1:25.000) e
- Selecionar os acidentes do terreno favoráveis ao Bloq das 5.1.2 R Blq em Prof que permite o C Atq
Pntr Ini. - Serão os nossos futuros Nu da ruptura;
- Atlz da carta com base nos calcos, An Intlg e ordens. - No prosseguimento das linhas de altura em profundidade,
- Estudo das VA (valor SU) do Ini para o interior da nossa P lançar as Rg Bloq que permitam o contra-ataque, buscando
Def. A frente que defenderemos é baseada na frente de Atq do manter o apoio mútuo e a análise constante do terreno (não Utlz
Ini que nos ataca. Lançar as VA do contato até o aprofundamento perdas de alturas, ravinas, ou áreas passivas).
(atentar para bifurcações e convergências de VA). 5.1.3 R Bloq mais em Prof ao longo de toda VA
*Calco de apoio a decisão, matriz de sincronização, calco de - Serão os nossos futuros Nu da 1ª e 2ª linhas de penetração;
VA (são possíveis produtos dessa fase).
- No prosseguimento das linhas de altura em profundidade,
5.1.1 R Bloq junto ao LAADA lançar as Rg Bloq que permitam o contra-ataque, buscando
manter o apoio mútuo e a análise constante do terreno (não Utlz
- Serão os nossos futuros Nu do contato;
perdas de alturas, ravinas, ou áreas passivas).
- Nu de Pel (Def) barra SU (Ofs): Ou seja, a FRENTE
5.1.4 Traçado da PMA
IDEAL DE ATAQUE de uma SU (Bld ou Mec) é de 0,5 a 1Km
e um Pel Fuz (Bld ou Mec) defende a frente de 0,6 Km. - O Plnj Def é concebido para DEFENDER EM TODA A
FRENTE, com a finalidade de barrar o Ini à frente do LAADA.
- Dimensão do núcleo (onde teremos tropa ocupando) X
Frente a defender (Dimensão do núcleo + Dist de apoio mútuo - Contudo, é admissível no Plnj admitir uma Pntr no Dspo,
com as suas armas). No caso abaixo, temos um Nu SU à 3 Pel. desde que a Pos possa ser restabelecida por meio de um C-Atq.
Tal Pntr deve ser bloqueada na Rupt, ou seja, em algumas
situações, admite-se a perda da Pos de Ctt.
LARGURA DA VA
DISTÂNCIA EM
PROFUNDIDADE?
PMA
Admite-se o grau
RETARDAR ou VIGIAR
EXIGE grau de resistência DEFENDER, exceto quando 2) Prever Nu Pel, Prep e não ocupados, na ruptura da P Def,
for SALIENTE ou BOLSÃO. sem privar as SU de 1º Esc de, pelo menos, 1 Pel Res.
Observações:
3) Admitir um menor grau de resistência nas VA secundárias.
- A distância do contato pro LAADA é de 200 a 500m.
6º Passo: Nu a ADA atentando ao Ap mútuo lateral e em
- A distância do contato para ruptura é variável. profundidade. TAL ASPECTO É FUNDAMENTAL, salvo
quando o terreno não permitir.
- Temos com base uma PMA de 1,2 Km a 1,5 Km (em função
do Ini). - Os Nu Def do contato devem ser localizados na crista
militar das elevações e a uma distância do LAADA que permita
- Caso haja um MD insana no LAADA. A representação do batê-la com seus fogos das armas individuais.
CALUNGA ficará desenhado “dentro” da MD, atentando para
as distâncias padronizadas e shazzan. 7º Passo: Ao estabelecer os limites laterais para as Pç Man,
deve-se considerar o terreno, especialmente os conjuntos
Conclusões: topotáticos e os Obt longitudinais, além do nosso dispositivo.
- O grau de resistência desejável é função da integração do 5.3 Determinação do P Cmb da Res e sua Loc
grau de resistência admissível, do estudo do terreno e da
disponibilidade de meios. É DESEJÁVEL A - O P Cmb na Res deve permití-la cumprir todas as suas
DETERMINAÇÃO EM CADA VA. missões com o mínimo de meios.
- Coor fogos e o dispositivo defensivo. - Tornar as Rg mais importantes do terreno mais bem
defendidas, ainda que as demais fiquem fracamente defendidas
- Indicados por pontos limites sobre os limites laterais. (grau de resistência). O aumento dos intervalos entre os Nu
reduzirá a efetividade do Ap mútuo.
c. Limites
- Divisão da frente do Btl – terreno e importância das Rg a - Bater pelo fogo os intervalos dos NU,
serem defendidas. complementando o largo emprego de Obt, particularmente
minas.
- Não dividir a responsabilidade de um mesmo acidente
capital e VA. - A profundidade do dispositivo do Btl depende, em
grande parte, da situação e da natureza dos Acdt Capt existentes
- Limites até o PAC (Elm Res da Bda, Elm de 1º Esc do Btl, no interior da ADA.
Elm Res do Btl)
- É preferível organizar as P Aprf sobre regiões
- Limites no interior da posição
importantes do terreno, ao invés de manter o alinhamento entre
- Prolongamentos dos limites à frente elas, procurando-se respeitar as distâncias normais de
aprofundamento.
- O aumento da Prof do dispositivo é proporcional ao 9. BATALHÃO RESERVA DA BDA
aumento da frente. Desse modo, as Z Reu da Res e Pos Aprf
ficarão mais afastadas do LAADA. - O Cmt Bda prescreve a missão da Res e as posições de Aprf
a serem preparadas, bem como a Prio de construção das mesmas.
- As Pos das armas de Ap estarão mais a Rtgd para
evitar mudança de Pos face a pequenas Pntr Ini. Não devem ser
colocadas tão a Rtgd que dificultem o aproveitamento do
alcance da arma.
- A Res poderá ser desdobrada em duas ou mais Z Reu,
mantendo-se a maioria de meios ECD intervir na Rg mais
perigosa da ADA.
- Havendo Ref CC, estes deverão ser mantidos em Res,
formando FT.
- Na defesa em larga frente há pouca possibilidade do
estabelecimento dos fogos de proteção final contínuos em toda
a frente, principalmente porque as armas recebem extensos
setores de tiro, diminuindo sua eficácia.
- Normalmente o Btl Res permanece em uma Z Reu (ou
- Deve-se desdobrar os Mrt, inicialmente, em Pos onde descentralizada em mais de uma), ECD ocupar as Pos de Aprf
possam apoiar os PAC, aproveitando ao máximo seu alcance. ou C-Atq no mais curto prazo.
- Prep Pos Supl para fazer frente as possíveis Pntr Ini. - Limites e demais medidas de coor e Ct entram em vigor
Mdt O. Os limites são estendidos à frente, até a Rtgd da ADA
- A largura a frente e o aumento consequente do número dos Btl em 1º Esc. (Durante as condutas de Def, os limites
de VA a bater levam a necessidade do emprego das armas AC podem ser prolongados até o LAADA, ou modificados de
sem o conveniente Ap mútuo. acordo com a situação.
- Faz-se necessário Ref de armas AC às SU que
defendem as P Bloq, de acordo com a importância relativa das
VA favoráveis ao emprego de Bld Ini.
- Os CC em Ref ao Btl PODEM ocupar Pos no interior
das P Bloq, dando Prof à DAC. Contudo, devem estar ECD
rapidamente se reunirem para Ap C-Atq.
- A Def em larga frente exige um bom plano de
barreiras. Contudo, sua construção e coordenação com outros
planos fica deficitária. Aproveitar os Obt naturais e emprego de
Obt para canalizar o Ini para Rg favoráveis ao defensor.
- Quando houver conveniência por se manter uma Res
forte (valor SU), adota-se o dispositivo em profundidade.
10. CONTRA-ATAQUES
10.1 C-Atq para restabelecimento de Pos
- É um Atq limitado contra a força atacante que tenha
Pntr na P Def. É dirigido para restabelecer a Pos.
- O Plnj e execução, a nível SU, é realizado pelo Cmt
- Quando se deseja máxima potência de fogo à frente, da Res em coordenação com o Cmt Btl.
ou quando o terreno impuser, adota-se o dispositivo linear. Tal
formação garante melhor Ap mútuo e consequente redução do - O Cmt deve estimar a largura e a profundidade da
valor da Res. (máximo de Elm Man empregado em 1º Esc) Pntr que ele pode aceitar (PMA) de modo a ser ainda capaz de
eliminá-lo pelo C Atq.
- Os Elm destinados a limitar a Pntr Ini (Rupt) são
previstos no Plnj e não devem ser empregados na força de C Atq,
pois estão empenhados com o Ini.
- O Cmt emprega a F C Atq (todos os meios
disponíveis) numa única ação decisiva. O emprego parcelado da
Res poderá retardar a decisão ou comprometer a ação.
- A F C Atq deve sempre que possível possuir um P
Cmb correspondente ao valor do Ini no interior da Pntr.
- Itn mais curtos possíveis e, a LP coincidindo com a - O Cmt deve decidir pela intervenção ou não no
orla anterior dos Nu que limitam a Pntr. desenrolar do combate. Deverá intervir caso o Elm Subd não
tenha meios para eliminar a Pntr Ini.
12.1 Linhas de ação:
1) Intervenção com fogos, mudando a Prio e/ou as
formas de emprego das armas de apoio;
2) Ref ao Elm de 1º Esc, para que ele Aprf a Def em sua
Z Aç, ou para permitir que a SU possa C Atq para restabelecer
sua Pos;
3) Emprego da Res do Btl, para Aprf a Def na A Res
Btl, ou para C Atq a fim de restabelecer o LAADA; e
4) Mudança das medidas de Coor e Ct, alterando limites
- O Elm C Atq, normalmente, passa a ter Prio F. e/ou outras medidas.
(atenção para evitar que a mudança de Prio acarrete uma
12.2 Pntr simultâneas na A Def Btl
segunda Pntr em outra Z Aç).
- O Btl pode não ter condições de C Atq em todas as
- Se o C Atq fracassar e o Ini não for repelido, Mnt as
Pntr Ini ao mesmo tempo.
Pos Conq e informar ao Esc Sup.
- Pode ser necessário empregar parte da Res para Ref
10.2 C-Atq de desorganização
um Elm de 1º Esc, enquanto o grosso da Res é empregado no C
- É uma manobra tática com o fim de comprometer um Atq da Pntr prioritária.
Atq Ini, enquanto este está em processo de organização e
- Se as Pntr Ini forem adjacentes, o valor do Ini na ADA
concentração de meios.
do Btl, provavelmente, excederá a sua capacidade de C Atq.
- É dirigido a um Obj limitado, fora da área de defesa, Nesse caso, o Cmt limita a Pntr e informar a situação ao Esc Sup.
geralmente na P Atq Ini. Normalmente é de competência da Bda
ou Esc Sup.
- A ideia não é Conq terreno, mas sim destruir pessoal
e material.
- É empregado na Def móvel. O menor Esc que planeja - Finalidade de acompanhar o Ini. Consiste em levantar
é uma DE. áreas específicas e atividades do Ini que, quando observadas,
revelarão qual a linha de ação que o Ini adotará (L Aç mais
11. POSTO DE COMANDO provável ou L Aç mais perigosa).
- Não-interferência com a Man tática; - (RIPI) é a área específica onde se espera que aconteça
a atividade Ini. Pode ser uma área, rota ou Pt específico.
- Desenfiamento;
Ex: A VA (RIPI) em que se deslocarão Bld, ou a sua
- Distância de Segurança; e maior parte, poderá indicar o esforço Pcp que materializa uma L
Aç.
- Eixado com a frente mais importante a defender.
- Após o lançamento das RIPI em cada L Aç, os calcos
12. CONDUTA DURANTE A DEFESA
poderão ser sobrepostos ou comparados de modo que se monte
- O Ini pode lograr êxito em seu Atq e Pntr na Pos Def, um único Clc com todas as RIPI, indicando a L Aç que se refere
ameaçando o cumprimento da missão do Btl. e os respectivos alvos de alto valor.
Obs: Alvos de alto valor são definidos como os meios
que o Cmt Ini necessita para o cumprimento de sua missão. (Inst
C², U Res, U Ap F, Meios Def AAe, Meios de transposição de
curso d’água etc.
- O resultado é o CALCO DE EVENTOS,
contemplando as RIPI de cada L Aç.
- A MATRIZ DE EVENTOS complementa o CALCO
DE EVENTOS, acrescentando detalhes sobre o tipo de
atividades que pode ocorrer em cada RIPI, o período que a RIPI
deve permanecer ativa e o seu relacionamento com outros
eventos.
PAC mobiliado
pela Res do Btl
PAC mobiliado
pela Bda
- Clc Bda: LIMITES Btl passar milimétrico (pode influenciar Dspo pronto na ADA: D+9/1600
no Ap mútuo). Atento nos vizinhos (PROTEGER-SE nos Res: Cia a 2 Pel Fuz e vai mobiliar o PAC como um todo
flancos). Simbologia do PAC.
9 jornadas -> 2/3 de 9 = 6 (menos 1 dia do PAC) = 5 -> 2
- Pl Barreiras: ROLHA. Passar em acetato a parte. Linha
seca. Pel Fuz x 5 = 10
- DIPLAN: induzirá usar 2 ou 3 Pel na Res. Flexibilidade 10 Nu
Prio 3, LPH 2. Max Flex/ações dinâmicas induz 3.
- Se for FT:
- Como reduzir o tempo no acetato (dança dos calungas)?
Calungas prontos e recortados? Durex na carta? Fazer na mão CC na Rupt da melhor VA para CC (normalmente
grande?
onde tem Estr – Esf Pcp)
- Limites SU: ravina, córregos. Não elocubrar! Roda de
1 Pel Eng cava 3 Nu CC por dia (L Rupt e L Pntr)
carroça.
Escrever ‘’CC’’ dentro dos Nu CC na L Rupt
- SU esforço Pcp: Melhor VA Ini. Rdv cortando o LAADA.
Caso não tenha: local de melhor transposição do LAADA (vau, Escrever ‘’1CC’’, ‘’2CC’’, etc na Prio de Cnst
margem sem agravamento, ponte, lado Imp X Rest). Não tendo
nada disso, SU mais próxima do esforço Pcp da Bda. - Missão: lembrar do horário!
- LAADA recortado? Saliente? Cuidado com 2 salientes - Finalidade da Missão: só o que está DENTRO da minha Z
(pouco provável). Retardar em 1 (o maior).
Aç :
- Tentar defender: não deu. No esforço secundário
Rdv na nossa Z Aç
RETARDAR. Nu ocupado na Rupt.
Última L Altu da minha Z Aç (Rg Cptl de Def) –
O instrutor corrige assim: Mede a distância entre as rodas de
carroça e verifica quantos Pel você colocou...daí ele soma os considerar 5km de Prof
dados de dameplan e verifica se aquela quantidade de peças bate
a frente medida. A dúvida vai ficar num LAADA muito Loc se estiver dentro de nossa Z Aç
recortado...minha sugestão é sempre trabalhar com margem de
segurança pensando nessa forma de correção. Tudo em linha com o que o Esc Sp disse na O Op da