Normas Técnicas de Inspeção Naval
Normas Técnicas de Inspeção Naval
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NORTEC-07/DPC
-2
2000
033-
NORMAS TÉCNICAS DE PROCEDIMENTOS PARA ATIVIDADES DE INSPEÇÃO
NAVAL
FOLHA DE REGISTRO DE MODIFICAÇÕES
Portaria nº 282/DPC, de 27 de
Mod 11 Índice; Cap. 6; An 6-A 27/09/2017
setembro de 2017
Índice; Cap.2; Cap.4;
An1-D; ApI-An-1-D;
Portaria nº 372/DPC, de 11 de
Mod 12 ApII-An-1-D; ApIII-An- 11/12/2017
dezembro de 2017
1-D; An4-B; An4-V;
An4-X
Portaria nº 263/DPC, de 11 de
Mod 13 11/07/2019
julho de 2019
Portaria nº 442/DPC, de 19 de
Mod 14 19/12/2019
dezembro de 2019
- II - NORTEC-07/DPC
ÍNDICE
Páginas
Folha de Rosto ......................................................................................... I
Registro de Modificações ........................................................................ II
Índice ....................................................................................................... III
CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO
0101 - PROPÓSITO................................................................ 1-1
0102 - DA COMPETÊNCIA PARA A EXECUÇÃO DA IN ....... 1-1
0103 - DEFINIÇÕES ................................................................ 1-1
0104 - DOS INSPETORES NAVAIS ........................................ 1-2
0105 - DOS VISTORIADORES NAVAIS ................................. 1-2
0106 - GERÊNCIA DE VISTORIAS, INSPEÇÕES E PERÍ-
CIAS TÉCNICAS (GEVI) .............................................. 1-2
0107 - ESTRUTURA DA GEVI ................................................ 1-3
0108 - ESTRUTURA DA AUTORIDADE MARÍTIMA E DO
SISTEMA DE SEGURANÇA DA NAVEGAÇÃO E DO
MEIO-AMBIENTE ........................................................ 1-3
0109 - NORMAS BÁSICAS PARA CONDUTA DOS INSPE-
TORES NAVAIS/PERITOS DURANTE A REALIZA-
ÇÃO DE INSPEÇÕES .................................................. 1-3
- III - NORTEC-07/DPC
Mod 14
SEÇÃO III - SITUAÇÕES ESPECIAIS
0213 - AFUNDAMENTO DELIBERADO DE EMBARCAÇÃO
AVARIADA ................................................................... 2-11
0214 - CONTROLE DE EMBARCAÇÕES NAUFRAGADAS .. 2-11
0215 - CARGA PERIGOSA .................................................... 2-12
0216 - COMUNICAÇÃO DE OCORRÊNCIAS ENVOLVEN-
DO MERCADORIAS PERIGOSAS ACONDICIONA-
DAS .............................................................................. 2-12
0217 - CLANDESTINO ............................................................ 2-12
0218 - PREVENÇÃO CONTRA A PROPAGAÇÃO DE DO-
ENÇA TRANSMISSÍVEL POR EMBARCAÇÃO............ 2-12
- IV - NORTEC-07/DPC
Mod 14
0406 - PROCEDIMENTOS PARA APREENSÃO, RETIRADA
DE TRÁFEGO OU IMPEDIMENTO DA SAÍDA DE
EMBARCAÇÕES .......................................................... 4-8
0407 - ENQUADRAMENTO DE VIOLAÇÕES À LES-
TA/RLESTA NO CÓDIGO PENAL .............................. 4-11
0408 - AFERIÇÃO DE ALCOOLEMIA DOS CONDUTORES
DE EMBARCAÇÕES .................................................... 4-13
0409 - DESIGNAÇÃO DE FIEL DEPOSITÁRIO ...................... 4-13
0410 - NOTIFICAÇÃO DE RETIRADA E LIBERAÇÃO DA
EMBARCAÇÃO ............................................................. 4-13
0411 - LACRE .......................................................................... 4-14
0412 - ALIENAÇÃO, LEILÃO E VENDA DE EMBARCAÇÕES
OU OBJETOS APREENDIDOS OU ACHADOS .......... 4-14
0413 - INCORPORAÇÃO DE BENS AO PATRIMÔNIO DA
UNIÃO .......................................................................... 4-14
0414 - DAS AÇÕES DAS OM .................................................. 4-14
0415 - DO PROCESSO ADMINISTRATIVO PARA INCOR-
PORAÇÃO DE BENS AO PATRIMÔNIO DA UNIÃO
OU LEILÃO ................................................................... 4-15
ANEXOS:
- VI - NORTEC-07/DPC
Mod 14
2-A - MODELO DE TERMO DE CONVÊNIO FIRMADO ENTRE
A MARINHA DO BRASIL E PREFEITURAS MUNICIPAIS ... 2-A-1
3-A - RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DE NAVIO - FORMULÁRIO A 3-A-1
3-B - RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DE NAVIO-FORMULÁRIO B .. 3-B-1
3-C - CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIA ................................................ 3-C-1
3-D - CRITÉRIOS PARA IMPEDIR A SAÍDA ................................. 3-D-1
4-A - NOTIFICAÇÃO PARA COMPARECIMENTO ....................... 4-A-1
4-B - AUTO DE INFRAÇÃO ........................................................... 4-B-1
4-C - PROCEDIMENTOS DECORRENTES DA INSPEÇÃO NA-
VAL ........................................................................................ 4-C-1
4-D - AUTO DE APREENSÃO ....................................................... 4-D-1
4-E - TERMO DE FIEL DEPOSITÁRIO ......................................... 4-E-1
4-F - NOTIFICAÇÃO PARA RETIRADA ........................................ 4-F-1
4-G - EDITAL DE CONVOCAÇÃO ................................................. 4-G-1
4-H - TERMO DE ENTREGA DE EMBARCAÇÃO.......................... 4-H-1
4-I - TIPO DE LACRE ................................................................... 4-I-1
4-J - MODELO DE EDITAL DE LEILÃO ........................................ 4-J-1
4-L - PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE LEILOEIRO .................... 4-L-1
4-M- AUTO DE ARREMATAÇÃO .................................................. 4-M-1
4-N- CARTA DE ARREMATAÇÃO ................................................ 4-N-1
4-O - MODELO DE PORTARIA ..................................................... 4-O-1
4-P - MODELO DE INTIMAÇÃO..................................................... 4-P-1
4-Q- MODELO DE RELATÓRIO ................................................... 4-Q-1
4-R - DECLARAÇÃO DE PERDIMENTO E INCORPORAÇÃO...... 4-R-1
4-S - LEGISLAÇÃO PERTINENTE ................................................ 4-S-1
4-T- REGRAS DE CONDUTA PARA A INSPEÇÃO NAVAL
QUANDO DA AFERIÇÃO ALCOOLEMIA DO CONDUTOR
DE EMBARCAÇÃO ............................................................... 4-T-1
4-U - RELATÓRIO DA INSPEÇÃO NAVAL .................................. 4-U-1
4-V - MODELO DO MAPA DE COLETA DE DADOS IN2 CON-
SOLIDADOS A SER UTILIZADO PELAS CP ....................... 4-V-1
4-W - MAPA DE COLETA DE DADOS ESTATÍSTICOS............ 4-W-1
4-X - MODELO DE OFÍCIO DE INSCRIÇÃO EM DÍVIDA ATIVA
DA UNIÃO.............................................................................. 4-X-1
5-A - INSTRUÇÕES PARA INVESTIGAÇÃO E COLETA DE
DADOS SOBRE POLUIÇÃO HÍDRICA ................................. 5-A-1
5-B - PLANILHA DE DADOS, INFORMAÇÕES E RESULTADOS
PRELIMINARES SOBRE INCIDENTE DE DESCARGA DE
SUBSTÂNCIAS NOCIVAS E PERIGOSAS ........................... 5-B-1
5-C FORMATO DO LIVRO REGISTRO DE ÁGUA DE LASTRO 5-C-1
6-A - PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA MOTOAQUÁTICA 6-A-1
7-A PROCEDIMENTOS PARA VERIFICAÇÃO DO COMBUS-
TÍVEL (AMOSTRAS DE ÓLEO COMBUSTÍVEL) 7-A-1
APÊNDICE:
ADENDO:
- VIII - NORTEC-07/DPC
Mod 14
CAPÍTULO 1
INTRODUÇÃO
0101 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos a fim de padronizar, no âmbito interno da
Marinha do Brasil (MB), as atividades de Inspeção Naval (IN).
0103 - DEFINIÇÕES
a) Perícia - são todas as ações executadas por peritos. Peritos são os Inspeto-
res Navais e os Vistoriadores Navais. As perícias podem ser dos seguintes tipos:
1) Perícias de Fiscalização - Inspeções Navais;
2) Perícias de Verificação e Regularização - Vistorias; e
3) Perícias Específicas - são os vários tipos de perícias constantes das
NORMAM e executadas para um fim específico. Exemplos:
I) Perícia para operação de embarcações estrangeiras em AJB;
II) Perícia para obtenção de Declaração de Conformidade para transporte
de petróleo;
III) Perícia para emissão de laudo para estabelecimento do Cartão de Tri-
pulação de Segurança (CTS); e
IV) Perícias para emissão de laudos periciais em casos de acidentes etc.
b) Inspeção Naval (IN) - atividade de cunho administrativo, que consiste na fis-
calização do cumprimento da Lei no 9.537/97, das normas e regulamentos dela decor-
rentes e dos atos e resoluções internacionais ratificados pelo Brasil, no que se refere
exclusivamente à salvaguarda da vida humana e à segurança da navegação, no mar
aberto e em hidrovias interiores, e à prevenção da poluição ambiental por parte de em-
barcações, plataformas fixas ou suas instalações de apoio.
c) Ação de Fiscalização do Tráfego Aquaviário (AFTA) - constitui-se em uma
ação de fiscalização e será realizada por determinação dos Representantes da Autori-
dade Marítima ou pelos Agentes da Autoridade Marítima, em uma mesma missão ou
evento, programado ou inopinado. Na mesma AFTA são realizadas diversas ações de
IN, ou seja, diversas embarcações são inspecionadas durante a realização daquela ati-
vidade.
Para efeito de consolidação de dados estatísticos, deve-se contabilizar o nú-
mero de embarcações que efetivamente foram inspecionadas (IN realizadas).
d) Abordagem - ato de aproximação a uma embarcação para a realização de
IN, para a realização de ações educativas, resgate ou outros propósitos afins. Os proce-
dimentos de abordagem encontram-se descritos no Capítulo 2.
Para efeito de consolidação de dados estatísticos, deve-se contabilizar o nú-
mero de embarcações abordadas que efetivamente foram inspecionadas (IN realiza-
das).
e) Vistoria - ação técnico-administrativa, eventual ou periódica, pela qual é veri-
ficado o cumprimento de requisitos estabelecidos em normas nacionais e internacionais,
- 1-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
referentes à prevenção da poluição ambiental e às condições de segurança e habitabili-
dade de embarcações e plataformas.
- 1-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
CAPÍTULO 2
SEÇÃO I
0202 - ADESTRAMENTO
Os IN2 devem possuir o C-ESPOC e C-ESPRAC, conforme o caso.
O adestramento desses Inspetores deve ser mantido em alto nível por meio de
aulas específicas sobre a LESTA, RLESTA, NORMAM, NORTEC e demais legislações
que abordem a segurança do tráfego aquaviário, que devem ser programadas
rotineiramente nos Programas de Adestramento (PAD) das OM.
O anexo 1-D a esta norma consiste de uma Sinopse Geral para o Adestramento
dos Inspetores Navais Nível 2 e 3, e pode ser tomado como base para o
desenvolvimento das aulas do PAD sobre IN.
Incentiva-se a programação de aulas com assuntos correlatos ou necessários à
atividade de IN, tais como: procedimentos previstos para IN emitidos pelos ComDN,
porte e emprego de armamento portátil, uso do etilômetro etc.
O apêndice I do anexo 1-D pode ser utilizado como base para as listas de
verificações a serem elaboradas para os IN2, cabendo a cada CP/DL/AG adaptá-
las/complementá-las de acordo com as suas necessidades locais.
Incentiva-se também a inclusão do filmete sobre a execução das IN no PAD,
disponível na página da DPC na intranet.
SEÇÃO II
0203 - PLANEJAMENTO DA IN
O sucesso das ações de IN depende de um planejamento bem elaborado,
buscando a realização da fiscalização em periodicidade adequada às peculiaridades
regionais, considerando as ocasiões em que haja expectativa de maior tráfego de
embarcações e nas áreas de realização de atividades marítimas e fluviais mais
relevantes da jurisdição.
- 2-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
a) Polos da atuação
Com o propósito de facilitar o planejamento das IN, a área de jurisdição pode
ser subdividida em polos de atuação. Cada um desses polos deverá ser caracterizado,
considerando, por exemplo, os seguintes aspectos, entre outros:
1) principais municípios componentes;
2) clubes, marinas e Estabelecimentos de Treinamento Náutico (ETN)
existentes;
3) principais pontos e linhas de transporte de travessia;
4) pontos sensíveis e focais da navegação, considerando:
- a densidade do tráfego aquaviário;
- a quantidade de Embarcações de Esporte e Recreio (EER) e Motos
Aquáticas (MA); e
- as estatísticas de acidentes, incidentes e fatos da navegação; e
5) colônias de pesca.
Como exemplo, a figura abaixo retrata a divisão da área de jurisdição da CFPA
em polos de atuação.
b) Programa de IN
Deverá ser elaborado um Programa de Inspeção Naval de sigilo reservado (com
periodicidade semanal, quinzenal ou mensal) que abranja as ações de fiscalização,
definindo os polos da atuação, os meios de deslocamento (viaturas e/ou embarcações),
os recursos financeiros, materiais e humanos, a periodicidade de fiscalização e a
necessidade de realização de cursos específicos em determinadas localidades.
O planejamento antecipado e a consolidação de um programa de IN visam:
1) à otimização dos meios disponíveis (viaturas e/ou embarcações);
- 2-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
2) à distribuição das ações ao longo de toda a jurisdição, procurando uma ação
de presença constante da fiscalização;
3) à distribuição da cota de combustível de forma equilibrada;
4) à execução de um plano da manutenção preventiva e corretiva de
embarcações e viaturas; e
5) ao levantamento das necessidades de recursos financeiros e materiais para
deslocamento do pessoal empregado nas missões.
- 2-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
anunciar: “Bom dia!/Boa tarde!/Boa Noite! Marinha do Brasil, trabalhando para a sua
segurança”;
4) Apresentar-se ao Comandante da embarcação ou a quem o represente no
momento.
Observação: Caso a embarcação esteja com seguimento, solicitar a sua parada. Caso
não seja atendido, repetir a mensagem insistentemente e, se for o caso, adotar medidas
em conformidade com os procedimentos previstos para Inspeção Naval, emitidos pelo
ComDN da área de jurisdição;
5) Ao abordar a embarcação, caso julgue necessário, solicitar manter-se sob
máquinas, sem seguimento;
6) Ao ingressar na embarcação portar:
- equipamento de comunicações em VHF;
- lanterna;
- dispositivo eletrônico funcional (smartphone ou tablet) com o aplicativo
INSPNAV atualizado; e
- máquina fotográfica digital e gravador portátil ou dispositivos eletrônicos que
permitam o registro visual e de voz.
- 2-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
Também é verificado se o Cartão da Tripulação de Segurança (CTS) é
coerente com o número e qualificação dos tripulantes em conformidade com as normas
em vigor.
No caso de EER, verificar se a habilitação do condutor é compatível com a
área que está empreendendo a navegação.
b) Quanto às embarcações
A inspeção se divide em duas verificações distintas, a documental e as de
condições materiais e equipagem das embarcações nacionais e estrangeiras que
possuam inscrição temporária, em conformidade com o contido nas NORMAM-
01/02/03/04/DPC.
1) Verificação Documental
Verificar se os documentos e publicações estão de acordo com o contido
nas NORMAM-01/02/03/04/DPC, levando em consideração os seguintes aspectos:
(a) inscrição e classificação da embarcação compatível com a atividade
realizada e com a área que está empreendendo navegação; e
(b) conforme o caso: certificados, declarações de conformidade, TIE,
TIEM, DPP, CTS, CSN, etc.
2) Verificação Material
Verificar o material e equipagem, nos termos do contido nas NORMAM-
01/02/03/DPC, considerando os seguintes aspectos:
(a) identificação e estado de conservação da embarcação (indicações
externas, alagamento de porões e funcionamento dos sistemas de governo e
propulsão);
(b) falta de equipamento, manutenção precária, avarias, funcionamento ou
emprego inadequado;
(c) material de salvatagem, atentando para a dotação prevista,
homologação requerida (de acordo com o Catálogo de Material Homologado na página
DPC internet) e estado de conservação.
Observação: Os materiais utilizados a bordo que devam ser
homologados estão descritos nos Capítulos 3 e 4 da NORMAM-05/DPC.
As balsas salva-vidas devem ser revisadas anualmente em Estações
de Manutenção credenciadas por Sociedade Classificadora.
Os materiais homologados de origem estrangeira somente serão
aceitos caso sejam da Classe I (SOLAS), caso contrário devem ser homologados pela
DPC.
(d) segurança contra incêndios, verificando o estado das redes de
incêndio, mangueiras e tomadas de água, bombas de incêndio, a validade ou falta de
extintores de incêndio;
(e) dotação de equipamentos de comunicações, navegação, cartas
náuticas e publicações;
(f) funcionamento de luzes de navegação e verificação dos seus setores
de visibilidade e disponibilidade de recursos para produção de sinais sonoros e de
perigo;
(g) marcas, marcações e indicações; e
(h) lotação máxima permitida.
c) Quanto às atividades subaquáticas
Observar os seguintes aspectos:
1) com relação ao pessoal
(a) verificar o Livro de Registro do Mergulhador (LRM) quanto a:
- habilitação do mergulhador;
- validade do exame de saúde (seis meses);
- numeração da CIR no local destinado; e
- 2-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
- aposição do sinete da CP/DL/AG na folha de registro de habilitação,
assinada pelo oficial responsável ou servidor civil credenciado.
(b) verificar se a equipe de mergulho está dimensionada conforme os
requisitos previstos na NORMAM-15/DPC.
2) com relação ao Equipamento:
verificar o Certificado de Segurança de Sistema de Mergulho quanto a:
- data de validade do certificado;
- datas das emissões de endossos anuais obrigatórios; e
- identificação dos equipamentos de acordo com a lista de componentes do
sistema.
3) com relação à área de operação:
Verificar se o sistema está dimensionado para realização do trabalho
proposto, de acordo com a profundidade, a existência de condições perigosas e se o
mergulho será realizado em águas interiores ou mar aberto.
Os requisitos deverão ser verificados de acordo com os Capítulos 4 e 5 da
NORMAM-15/DPC, devendo-se ter especial atenção quanto à obrigatoriedade ou não
do emprego de câmara hiperbárica.
d) Quanto às obras, dragagens, pesquisa e lavra de minerais sob, sobre e
as margens das AJB
Cumprir as orientações previstas na NORMAM-11/DPC e NORTEC-11/DPC,
observando os seguintes aspectos:
1) nas vias de interesse, verificar obras que possam vir a impedir ou dificultar
a navegação;
2) obras iniciadas sem o devido parecer da AM ou irregulares, devendo
relatá-las imediatamente ao CP/DL/AG para as providências previstas na legislação
pertinente;
3) na lavra de minerais, verificar os riscos oferecidos pela presença de
embarcações fundeadas e/ou atividades irregulares; e
4) presença de dispositivos flutuantes sem inscrição ou fundeados em áreas
de proteção ambiental.
e) Quanto à pesquisa, exploração, remoção e demolição de coisas ou
bens afundados, submersos, encalhados e perdidos
Cumprir as orientações previstas na NORMAM-10/DPC e NORTEC-10/DPC,
observando os seguintes aspectos:
1) embarcação ou coisa na água, que esteja na condição de afundada,
submersa, encalhada, abandonada ou perdida, e que possa constituir perigo, obstáculo
à navegação ou ameaça de danos a terceiros ou ao meio ambiente; e
2) atividades não autorizadas de pesquisa, de mergulho ou de exploração de
sítios de valor histórico ou arqueológico.
f) Quanto à operação de embarcações estrangeiras e tráfego e
permanência de embarcações em AJB
Cumprir as orientações previstas na NORMAM-04/DPC, NORTEC-04/DPC,
NORMAM-08/DPC e NORTEC-08/DPC.
- 2-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
As CP/DL/AG deverão manter um serviço de escuta permanente em VHF no
Canal 16.
A escuta, além de possibilitar o monitoramento das atividades marítimas e
fluviais, visa contribuir para a evolução de um estado de prontidão que permita o
desencadeamento de ações para o atendimento das tarefas relacionadas à atividade-fim
das CP/DL/AG, dos eventos SAR e das situações de emergência, incluindo as
ocorrências criminais, dentre outras.
Incentiva-se aos IN2 a utilizarem os sistemas corporativos da DPC, em especial
o aplicativo INSPNAV, em tempo real ou por intermédio dos meios de comunicações
disponíveis com sua OM, de forma a auxiliar no momento da ação a verificação
documental da embarcação, do aquaviário e do amador.
Após o término de cada ação de IN, o Inspetor Naval mais antigo deverá
preencher o Relatório da Inspeção Naval (anexo 4-U), anexando as notificações
emitidas. Caso seja julgado necessário, de acordo com o vulto da IN executada, poderá
ser confeccionado um relatório específico.
SEÇÃO III
SITUAÇÕES ESPECIAIS
0217 - CLANDESTINO
Clandestino é o elemento transportado em uma embarcação sem o bilhete de
passagem e às ocultas do Comandante e Tripulação.
A existência de clandestinos em navios vindos do exterior deverá ser
comunicada à Polícia Federal para as providências pertinentes no que diz respeito à
entrada irregular de estrangeiros no País.
Observar o contido na NORMAM-09/DPC.
- 2-12 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
SEÇÃO IV
0219 - OBRAS
A atuação da IN para essas atividades se limita à verificação dos possíveis
embaraços que as mesmas possam causar à navegação. Deverá ser verificado se as
obras sob, sobre e às margens das águas foram executadas com parecer favorável da
MB para sua realização. As obras nos setores de influência de sinais visuais de auxílio à
navegação, em zona de influência de Estação Radiogoniométrica de Alta Frequência ou
ainda aeródromos deverão estar compatíveis com os gabaritos estabelecidos para o
local.
a) Extração de Minerais
A extração de minerais executada em rios e mananciais dependerá de
autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). A ação de IN se
limitará a verificar:
1) regularidade das embarcações;
2) habilitação dos tripulantes;
3) se a atividade afeta a navegação na hidrovia.
Caso a atividade de mineração esteja obstruindo ou afetando a navegação
local, o infrator deverá ser compelido a desobstruir o canal navegável; e
4) a IN, ao constatar irregularidades sobre poluição pelo uso de mercúrio e
falta da autorização do DNPM, deverá comunicar formalmente tal fato aos respectivos
órgãos competentes (DNPM e órgãos ambientais).
b) Dragagem
As dragagens dependerão de parecer emitido pelas CP nos aspectos afetos à
segurança da navegação e ao ordenamento do espaço aquaviário, não eximindo o
requerente da obtenção do parecer favorável junto ao órgão ambiental competente para
execução da obra. A ação de IN se limitará a verificar:
1) regularidade das embarcações;
2) habilitação dos tripulantes;
3) se a atividade afeta a navegação da hidrovia. Caso a atividade de
dragagem esteja obstruindo ou afetando a navegação local, o infrator deverá ser
compelido a desobstruir o canal navegável;
4) o cumprimento das áreas preestabelecidas para despejos de material
dragado;
5) delimitação e sinalização da área dragada; e
6) parecer favorável da CP para execução da dragagem.
- 2-15 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
CAPÍTULO 3
0301 - PROPÓSITO
Estabelecer diretrizes para a realização e acompanhamento de inspeções em
navios de bandeira brasileira e navios estrangeiros que solicitem autorização para
operarem nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB). Essas inspeções serão realizadas
por Inspetores Navais nível 1 lotados nas Capitanias, devidamente qualificados e
credenciados pela Diretoria de Portos e Costas, integrantes da Gerência de Vistorias,
Inspeções e Perícias Técnicas (GEVI) e dos Grupos de Vistoria e Inspeção (GVI) das
CP e DL.
- 3-1 - NORTEC-07/DPC
Mod14
lotados nos navios, com o propósito de capacitá-los no exercício da tarefa de inspeção
de embarcações de forma a possibilitar a formação de equipes de inspeção.
- 3-2 - NORTEC-07/DPC
Mod14
0306 - VERIFICAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO
Ao apresentar-se ao Comandante do navio ou ao seu substituto eventual para
início da inspeção, o Inspetor Naval deve solicitar o relatório da última inspeção
realizada para verificar se deficiências, caso relacionadas, foram sanadas.
Deve procurar, ainda, obter outras informações tais como: procedência do navio,
período de permanência no porto, e próximo porto de escala.
O Inspetor Naval deve verificar todos os Certificados relativos aos Instrumentos
pertinentes em vigor e, dos dados deles extraídos, preencher o Relatório de Inspeção
(“Form A” – anexo 3-A).
Os Certificados de Competência dos Oficiais e os respectivos endossos
previstos na Convenção STCW devem ser verificados à luz do Cartão de Tripulação de
Segurança e da Lista de Tripulantes.
- 3-3 - NORTEC-07/DPC
Mod14
0309 - CRITÉRIOS PARA IMPEDIR A SAÍDA DO NAVIO
O Inspetor Naval deve ser criterioso e cuidadoso para evitar que o navio seja
indevidamente impedido de sair (EMPREGO DO CÓDIGO DE AÇÃO: A/S), ou seja,
esta ação de impedimento da saída do navio só deverá ser adotada caso as deficiências
encontradas sejam consideradas de risco à segurança da navegação, à vida humana no
mar e a poluição do meio marinho.
O Inspetor Naval deve ter em mente que o principal propósito da inspeção é
prevenir que um navio se faça ao mar sem segurança ou constitua uma ameaça de
dano para o meio ambiente.
As discrepâncias relacionadas no item 1 do anexo 3-D são consideradas como
razões suficientes para que um navio seja impedido de sair (A/S). O item 2 do anexo
descreve razões para que um navio seja impedido de sair, desde que, nas condições
em que este se encontre, represente um risco evidente para a salvaguarda da vida
humana no mar, para a segurança da navegação ou para o meio ambiente.
0312 - RECOMENDAÇÕES
a) Os Inspetores Navais não devem ter interesses comerciais nos portos de
inspeção ou nos navios inspecionados. Não devem ser empregados, empreender
trabalho ou prestar serviços em nome de Organizações Reconhecidas;
- 3-4 - NORTEC-07/DPC
Mod14
b) O Inspetor Naval deverá sempre manter a calma e a educação no
relacionamento com o Comandante e com a tripulação do navio inspecionado. Ao
constatar que a falta de colaboração está prejudicando o andamento da inspeção,
deverá dirigir-se ao Comandante e alertá-lo de que o fato, se não corrigido, poderá
causar a interrupção da inspeção e o impedimento de saída do navio. Porém, em
hipótese alguma, deverá se comportar com arrogância, prepotência ou autoritarismo.
- 3-5 - NORTEC-07/DPC
Mod14
CAPÍTULO 4
SEÇÃO I
0401 - INFRAÇÃO
Constitui infração às regras do tráfego aquaviário a inobservância de qualquer
preceito estabelecido no Decreto-lei no 2.596 de 18 de maio de 1998 (RLESTA -
Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário), que regulamenta a Lei no 9.537 de
11 de dezembro de 1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em
águas sob jurisdição nacional (LESTA), das Normas da Autoridade Marítima e dos atos
ou resoluções internacionais ratificadas pelo Brasil, sendo o infrator sujeito às
penalidades indicadas no RLESTA.
- 4-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
(a) a notificação/autuação, no caso de embarcações, como visto
anteriormente, deve ser dirigida aos proprietários, aos armadores ou ao comandante,
ainda que seja recebida pela Agência de Navegação que os representem,
discriminando claramente o infrator;
(b) deve ser considerado como instrumento de mandato, não só para a
representação de atividades diversas, como também para efeitos do acolhimento das
infrações, quaisquer documentos que sejam apresentados pelas Agências de
Navegação demonstrando que foi contratada para cuidar dos interesses do
armador/proprietário;
(c) nos casos onde não é possível notificar ou autuar diretamente os
infratores representados, as Agências de Navegação devem se encarregar de
encaminhar formalmente os documentos afins aos seus representados; e
(d) no que concerne à contagem de prazos para apresentação de
defesas/recursos, o dia do início é o subsequente àquele em que o infrator/autor
material foi notificado diretamente, ainda que o tenha sido na pessoa da Agência,
desde que esta apresente documento que a autorize a cuidar dos interesses do
armador/proprietário.
b) Processo Administrativo específico para apurar irregularidades e/ou
infração e seu Autor Material
O Processo Administrativo de Apuração, com fundamento no inciso II e III do
Art. 9o do Regulamento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – Decreto-lei no
2.596/1998, comumente conhecido como Inquérito Administrativo1 (IA), combinado com
a Lei no 9.784/99, que Regula o Processo Administrativo no âmbito da Administração
Pública Federal, tem como escopo a apuração de ocorrências não enquadradas como
fatos ou acidentes da navegação, objetos de Inquérito Administrativo sobre Acidentes e
Fatos da Navegação (IAFN) da NORMAM-09/DPC. Assim, quando supostas irregulari-
dades chegarem ao conhecimento de Agente da Autoridade Marítima, poderá ser ins-
taurado o referido processo para constatar possível irregularidade e/ou infração e o seu
autor material.
Nos precisos termos no Art. 5o, inciso LV, da Constituição Federal de 1988, aos
litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados, em geral, são asse-
gurados o contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes.
O Processo Administrativo compreende, além dos termos e despachos, os se-
guintes atos:
a) Portaria designando o Encarregado do Processo Administrativo;
b) Portaria do Encarregado do Processo Administrativo designando o escrivão;
c) Auto de Inquirição da vítima (quando houver);
d) Auto de Inquirição das testemunhas;
e) Auto de Inquirição ao possível infrator;
f) Relatório e Conclusão: a conclusão deverá apontar se houve infração, com
enquadramento no RLESTA, e seus autores materiais;
g) Solução: caso acolhida a sugestão de conclusão para a abertura do Auto de
Infração, este deverá ser lavrado para apresentação de defesa, cumprindo os procedi-
mentos previstos no item 0403 desta norma. Caso contrário, o processo deverá ser
arquivado; e
h) Defesa: depois da entrega do competente Auto de Infração, o infrator poderá
apresentar Defesa Prévia, nos casos de enquadramento no RLESTA.
1
O termo inquérito administrativo é mais apropriado à apuração de infrações disciplinares cometidas por Servidores
Públicos.
- 4-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
O Processo Administrativo deverá ser concluído no prazo de até trinta (30) di-
as, prorrogável por mais trinta (30) dias, pela Autoridade instauradora.
A defesa pode ser apresentada pelo próprio acusado ou por procurador devi-
damente constituído.
O presente Processo Administrativo poderá ser utilizado para apuração de ou-
tros fatos, como por exemplo, irregularidades e discrepâncias referentes ao cadastra-
mento de Estabelecimento de Treinamento Náutico, previstos no item 0609 da NOR-
MAM-03/DPC, cujo resultado poderá ensejar advertência, suspensão ou cancelamento.
Nesses casos, após a conclusão do Encarregado do Processo Administrativo, o res-
ponsável pelo Estabelecimento de Treinamento Náutico deverá ser notificado para
apresentar defesa em qualquer dos casos (advertência, suspensão ou cancelamento)
no prazo de até 15 dias úteis a contar do dia seguinte à data do recebimento da notifi-
cação. Após esse prazo, o processo seguirá para a Solução pelo Capitão dos Portos,
Delegado ou Agente. Demais orientações constam do item 0609 da NORMAM-03/DPC.
c) Aplicação de penalidades
Conforme disposto no Art. 25 da Lei no 9.537/97, as infrações são passíveis
das seguintes penalidades:
I) multa;
II) suspensão do certificado de habilitação;
III) cancelamento do certificado de habilitação; e
IV) demolição de obras e benfeitorias.
Assim, seja qual for a norma infringida, a sanção a ser aplicada será sempre,
conforme o caso, multa, suspensão ou cancelamento do certificado de habilitação ou
demolição de obras e benfeitorias.
Na aplicação de penalidades, deverá ser rigorosamente observado, além do
contraditório e ampla defesa durante o Processo Administrativo, o Princípio da
Correspondência e Proporcionalidade, ou seja, deverá haver correspondência e
proporção entre a sanção aplicada e a infração cometida.
No caso de sanções que envolvam suspensão ou cancelamento de
certificados, bem como nos casos de demolição de obras, a penalidade só deverá ser
aplicada após o julgamento do recurso, se houver, e depois de esgotadas todas as
fases recursais.
d) Autuações por infração à LESTA quando houver Acidentes e Fatos da
Navegação
Instaurado o Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação
(IAFN), previsto na NORMAM-09/DPC, os Capitães dos Portos, Delegados e Agentes
não poderão aplicar penalidades do RLESTA contra quaisquer pessoas ou entidades
envolvidas, direta ou indiretamente, visto que a apreciação do Tribunal Marítimo (TM)
vai estender-se a todos os que para ele concorreram ou nele figuram mesmo por
simples infração de Inspeção Naval, cometida antes, durante ou depois da causa do
inquérito. As possíveis infrações serão apenas comentadas no Relatório do IAFN e não
poderão ser elaborados os Autos de Infração. As punições às infrações ao RLESTA
somente ocorrerão após o julgamento do processo e a publicação do Acórdão pelo TM.
Ressalta-se o previsto no Art. 33 da LESTA, onde é vedada a aplicação de
sanções administrativas antes da decisão final do TM, sempre que uma infração for
constatada no curso de IAFN, com exceção de poluição nas águas.
- 4-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
0403 - NOTIFICAÇÃO PARA COMPARECIMENTO - AUTO DE INFRAÇÃO -
SISTEMA DE CONTROLE DE AUTO DE INFRAÇÃO (SISAUTO)
a) Notificação para Comparecimento
A Notificação para Comparecimento, modelo anexo 4-A, deverá ser utilizada
para convocar o responsável por eventual cometimento de infração para prestação de
esclarecimentos e obtenção de orientação nos casos de infringência à legislação
vigente afeta à segurança da navegação, salvaguarda da vida humana, no mar aberto
e em hidrovias interiores, e à prevenção da poluição ambiental. Nas infrações afetas a
poluição ambiental, a OM emite a referida notificação e comparece ao local da
ocorrência da infração para obter os esclarecimentos necessários e, tendo em vista ser
o tempo uma variável importante na verificação destas infrações, o Auto de Infração
deverá ser emitido imediatamente após a emissão da notificação.
Este documento dará origem ao Auto de Infração (anexo 4-B), a ser emitido
nas Capitanias dos Portos, Delegacias e Agências pelo Sistema de Controle de Auto
Infração (SISAUTO), sendo, posteriormente, encaminhado para julgamento do Oficial
competente.
O Auto de Infração deverá ser emitido, mesmo que o responsável
convocado não compareça à CP/DL/AG, dentro do prazo de oito (8) dias úteis,
contados a partir da data da notificação.
A respectiva notificação também deverá ser utilizada nas seguintes
situações:
1) quando for encontrada embarcação fundeada sem pessoa a bordo,
aparentando alguma irregularidade (nesse caso a notificação será colada na
embarcação);
2) quando a embarcação abordada não configurar claramente uma situação
de infração e for necessária a apresentação de documentos ou provas que confirmem
posteriormente a existência ou não de irregularidade;
3) no caso de obras irregulares, quando inexistir no local pessoa capaz ou
credenciada para prestar os esclarecimentos requeridos para assinar o Auto de
Infração; e
4) para convocar os responsáveis por embarcações pertencentes a órgãos
públicos, em atividade não comercial.
A OM deverá manter rigoroso controle das notificações emitidas, inclusive
das eventualmente arquivadas. Nesses casos, deverá ser registrada uma breve
fundamentação do motivo do arquivamento, além de anexos de apresentação de
esclarecimentos, quando aplicável.
b) Auto de Infração
Constatada a infração, será lavrado o competente Auto de Infração sem o
qual nenhuma penalidade poderá ser imposta. Após sua emissão, o Auto deverá ser
entregue pessoalmente ao infrator ou a terceiro, desde que este apresente a CP/DL/AG
procuração que o autorize a receber o documento.
O Auto também poderá ser enviado para o infrator por intermédio do correio,
com o respectivo Aviso de Recebimento (AR). Caso o infrator não seja localizado, o
Auto deverá ser divulgado por intermédio de Edital.
O Auto de Infração deverá ser, preferencialmente, assinado pelo infrator e
por testemunhas, se houver. Caso o infrator se recuse a assinar, o fato será tomado a
termo; caso não saiba assinar, o Auto será assinado a rogo.
Nota:
Para o julgamento de recurso em 2o instância previsto na LESTA, todos os
documentos constantes do processo administrativo de Auto de Infração deverão ser
encaminhados para o Diretor de Portos e Costas, contendo:
- 4-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
I) a Notificação para Comparecimento, que motivou a abertura do AI, ou sua
cópia, desde que legível, para que todos os dados possam ser verificados. Reitera-se
que a notificação deve descrever a infração com riqueza de detalhes, para que todas
as instâncias administrativas tenham acesso a informações que subsidiem sua decisão;
II) todas as defesas apresentadas em cada fase do processo, bem como o
resultado desses julgamentos, sua fundamentação e outras informações de interesse;
III) no caso de representação legal, todos os documentos previstos que
comprovem a nomeação do Procurador deverão acompanhar o processo; e
IV) o Recurso Administrativo original do recorrente ao Diretor de Portos e
Costas, julgador em última instância administrativa, tendo em vista que o seu despacho
é exarado no corpo desse documento.
O ofício de encaminhamento do Capitão dos Portos ao Diretor de Portos e
Costas, que encaminha todo o processo do recurso, deve conter o seu juízo de valor,
bem como informações pertinentes que possam auxiliar na análise e julgamento da
última instância. Além disso, todo o processo do Auto de Infração deverá ser
numerado, sequencialmente, desde a notificação até o último documento que o
compõe, a fim de manter a sua integridade.
c) Sistema de Controle de Auto de Infração - SISAUTO
É o sistema elaborado pela DPC que controla todo o trâmite do processo
administrativo do Auto de Infração, após sua efetiva emissão. Tem por objetivo auxiliar
e agilizar o controle deste documento no âmbito das CP, DL e AG.
O SISAUTO efetua a abertura do Auto, controla a apresentação da defesa
prévia, do recurso e seus prazos para apresentação, bem como os Autos que
eventualmente venham a ser questionados na justiça.
Permite o controle do trâmite de entrega do Auto ao infrator, vislumbrando a
possibilidade de entregar diretamente ao interessado, por correio com Aviso de
Recebimento (AR), ou por Edital.
Dispõe de um módulo nomeado como “Análise do Auto”, privativo do Oficial
responsável pelo julgamento do Auto, que permite ao julgador visualizar,
eletronicamente, várias informações pertinentes ao documento e, dentre elas, se o
infrator é reincidente, o histórico do infrator dentro da OM e outros julgamentos já
efetuados.
Controla as situações nas quais os Autos são passíveis de serem
encaminhados para inscrição na Dívida Ativa da União, elaborando e imprimindo os
documentos pertinentes para seu encaminhamento e, também, permite controlar os
Autos que foram efetivamente quitados junto à Dívida Ativa.
O módulo “Consulta/Relatórios” possibilita ao usuário obter do sistema
muitas informações onde, dentre outras, podemos citar a Tabela de Infrações referente
à Lei no 9.537/97 (LESTA) e seu regulamento (Decreto no 2.696/98), a Lei no 9.966/00 e
seu regulamento (Decreto no 4.136/02), relatório Estatístico de Auto de Infração e
Infrações, relatórios de Infratores, de Infratores inscritos na Dívida Ativa e de
Embarcações Autuadas.
O módulo “Ferramentas” dispõe de vários campos, que devem ser do
conhecimento do usuário do sistema e, sugere-se que seja primeiramente acessado,
antes de se iniciar sua efetiva utilização, pois contém as informações básicas sobre o
SISAUTO.
O fluxograma simplificado do procedimento de autuação e julgamento consta
do anexo 4-C. O fluxograma completo poderá ser obtido através do SISAUTO.
As OM ao receberem quaisquer processos de interessados, deverão
verificar se as pessoas físicas ou jurídicas estão constando no módulo
“Consulta/Relatórios”, na opção “Situação dos Autos de Infração”, subopção “Autos não
Pagos”, para os efeitos do contido no artigo 20 da LESTA. Entretanto, considerando
- 4-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
que todos os Autos de Infração não pagos permanecem no Banco de Dados do
SISAUTO, para efeitos de estatísticas, consulta judicial ou de pesquisa, as OM deverão
observar a data do julgamento do Auto de Infração na opção “Histórico do Auto”, para
verificar se os mesmos ultrapassam os três anos. Esse tempo caracteriza a prescrição
da dívida e, portanto, não mais se justifica o impedimento de dar prosseguimento ao
processo do interessado. Os Autos de Infração impressos em meio físico para controle
pessoal da OM, mesmo depois de decorridos três anos, não necessitam de elaboração
do “Termo de Destruição”, pois os mesmos continuam no Banco de Dados do
SISAUTO.
Nota:
É importante que sejam observados alguns aspectos na operação do
SISAUTO, os quais, além dos previstos na NORTEC-31/DPC, citam-se:
I) Atenção ao cumprimento dos prazos;
II) A ciência do infrator no processo de Auto de Infração deverá se dar
pessoalmente, por via postal com aviso de recebimento (AR), por telegrama ou por
outro meio que assegure a ciência do interessado. No caso de interessado
indeterminado, desconhecido ou de endereço indefinido, nos termos do § 3o, Art. 26 da
Lei no 9.784/99, para fins de ciência dos atos processuais, a divulgação poderá ser feita
por meio de publicação oficial (entende-se por publicação oficial o ato de divulgação
em página de internet da OM, quadro de avisos no Grupo de Atendimento ao Público
(GAP) ou ainda publicação em Diário Oficial da União). No caso de procurador, este
deverá fornecer instrumento procuratório específico para esta finalidade; e
III) Pedidos de cancelamento ou alteração de situação de Auto de Infração
no SISAUTO deverão acompanhar a devida fundamentação.
d) Prescrição dos Processos Administrativos de Auto de Infração
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou o entendimento de que
ocorre prescrição intercorrente em Processo Administrativo pendente de Julgamento ou
qualquer despacho, seja notificação, intimação ou qualquer ato administrativo dentro do
Auto de Infração. Dessa forma, recomenda-se que aos Processos Administrativos de
Autos de Infração, sejam dados o devido andamento dentro do SISAUTO, cumprindo-
se, no prazo, todas as ações e etapas previstas.
Após decorrido o prazo de três anos sem que a devida ação punitiva tenha
sido efetuada, deverão ser adotados os seguintes procedimentos no SISAUTO:
I) Autos de Infração abertos sem que tenha sido dado conhecimento ao in-
frator: dar “ciência” ao sistema do recebimento e “julgar” o Auto como improcedente.
Posteriormente, dar “ciência” novamente ao sistema quanto à “entrega”, a fim de encer-
rar o processo; e
II) Autos de Infração lavrados, entregues e julgados sem que o infrator tenha
tomado conhecimento do julgamento: alterar o julgamento para “Improcedente”, a fim
de encerrar o processo. Posteriormente, dar “ciência” ao sistema quanto à “entrega” ao
infrator.
- 4-11 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
- violar a suspensão ou a proibição de se utilizar o Certificado de Habilitação
para conduzir embarcação;
- permitir, confiar ou entregar a condução de embarcação à pessoa não
habilitada, ou com habilitação cassada ou com o direito de conduzir embarcação
suspenso, ou, ainda, a quem, por seu estado de saúde, física ou mental, ou por
embriaguez, não esteja em condições de conduzi-la com segurança. No caso de
constatação de alcoolemia, já existem regras de conduta previstas no anexo 4-T,
inclusive prevendo a apresentação do condutor à Autoridade Policial, quando o
resultado do teste extrapolar o índice de 3 décimos de miligramas por litro de ar
expelido pelos pulmões;
- trafegar em velocidade incompatível ou realizar manobras de forma
imprudente nos canais de acesso, áreas de fundeio, estações de embarque e
desembarque de passageiros, locais de manobras restritas, em área reservada a
banhista ou exclusiva para determinado tipo de embarcação, gerando perigo de dano;
- conduzir embarcação sem o Certificado de Habilitação. Neste caso, cabe
avaliação especial, pois, por exemplo, pode se tratar de caso envolvendo a condução
de uma embarcação miúda em baixa velocidade, e nesse caso, a aplicação do
RLESTA seria suficiente. Em uma situação envolvendo o tráfego de embarcação
transportando grande número de passageiros, a falta de habilitação do condutor enseja
a sua apresentação à Autoridade Policial, além da adoção das medidas
administrativas; e
- conduzir embarcação de transporte de passageiros, no exercício de sua
profissão ou atividade, acima da lotação máxima permitida. A situação deve ser avalia-
da com cuidado. Um pequeno número de passageiros em excesso pode ser provocado
por erro de contagem. Nesse caso, a adoção de medidas administrativas ou notifica-
ções são suficientes. Naqueles casos em que, claramente, há grande excesso de pas-
sageiros em relação à lotação prevista, fica configurada a intenção de violar a regra.
Nota:
(1) As avaliações deverão ser realizadas caso a caso, pesando-se o
potencial risco à vida das pessoas, ao meio ambiente e ao tráfego de embarcações.
(2) Informações mínimas que deverão constar no relato dos fatos à
Autoridade Policial:
1) Qualificação do condutor (aquaviário ou amador)/tripulante:
a) nome;
b) no CIR/CHA; e
c) outras informações relevantes;
2) Dados da embarcação:
a) nome;
b) inscrição;
c) classificação; e
d) outras informações relevantes;
3) Relato sucinto do fato:
a) hora, local e data da ocorrência do fato;
b) rol de testemunhas, inclusive militares se não houver outra(s);
c) fotos, vídeos, ou quaisquer outros meios que possam subsidiar as
informações;
d) infrações cometidas a LESTA/RLESTA; e
e) motivos que ensejam o enquadramento no Art. 132/261 do Código
Penal.
(3) Nos casos específicos de alcoolemia, cumprir o anexo 4-T.
(4) Art. 132 do Código Penal:
- 4-12 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
“Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente:”.
(5) Art. 261 do Código Penal:
“Expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar
qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea”.
(6) A eventual apresentação de condutores ou tripulantes à Autoridade Poli-
cial não se exime a aplicação de sanções previstas no RLESTA, medidas administrati-
vas, abertura de processo administrativo ou IAFN, conforme o caso indicar.
- 4-13 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
1) despesas realizadas por aqueles que encontraram ou apreenderam a
embarcação; e
2) despesas realizadas com a conservação e guarda da embarcação, de
acordo com a tabela constante do anexo 3-I da NORMAM-07/DPC;
b) A apreensão de uma embarcação deve ser interpretada pela OM como uma
medida administrativa de caráter preventivo visando à segurança, mediante a sua
retirada temporária de tráfego, para que seja sanada uma irregularidade;
c) Não se deve manter retida uma embarcação por demora na execução dos
procedimentos burocráticos da OM; e
d) A liberação da embarcação apreendida está condicionada a uma declaração
do responsável, no Termo de Entrega de Embarcação (anexo 4-H), afirmando que
recebe a embarcação em perfeito estado de conservação, com todos os equipamentos
e sem constatar qualquer irregularidade.
0411 - LACRE
O lacre é um dispositivo através do qual o Inspetor Naval se certifica de que a
embarcação permanecerá fora de tráfego até que sejam solucionadas as discrepâncias
observadas.
A embarcação poderá ser lacrada, a critério do titular da OM que determinou a
sua apreensão ou retirada de tráfego. O lacre somente será retirado por autorização de
quem o determinou. Para o lacre de embarcação, deverá ser utilizado o modelo do
anexo 4-I, podendo ser complementado com dispositivos de lacres metálicos ou
plásticos.
SEÇÃO II
DISPOSIÇÕES FINAIS
- 4-16 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
d) A multa não paga pela União, Estados, Distrito Federal, Municípios,
Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista não é passível de
inscrição como Dívida Ativa da Fazenda Nacional, não ensejando, portanto, a sua
execução;
e) Para inscrição como Dívida Ativa, deverá ser observado o seguinte
procedimento:
1) dentro dos 90 (noventa) dias contados a partir do fim do prazo para
recolhimento de multa, os Autos julgados que totalizem um valor igual ou superior a R$
1.000,00 não pago, associados a um mesmo CPF/CNPJ, deverão ser encaminhados
ao Órgão Regional da Procuradoria da Fazenda Nacional para inscrição na Dívida
Ativa. Previamente, o infrator deverá ser intimado a cumprir a pena imposta, mediante
notificação de intimação pessoal, conforme modelo do apêndice I ao anexo 4-X, a fim
de comprovar o pagamento da Guia de Recolhimento da União (GRU) atinente à multa
imposta no Auto de Infração;
2) caso o infrator não seja localizado, a notificação do item acima deverá se
dar por via postal com aviso de recebimento (AR), por telegrama ou por outro meio que
assegure a ciência do interessado, como por exemplo, e-mail, quando cadastrado. No
caso de interessado indeterminado, desconhecido ou de endereço indefinido, nos
termos do § 3o, Art. 26 da Lei no 9.784/99, para fins de ciência dos atos processuais, a
divulgação poderá ser feita por meio de publicação oficial (entende-se por publicação
oficial o ato de divulgação em página de internet da OM, quadro de avisos no Grupo de
Atendimento ao Público (GAP) ou ainda publicação em Diário Oficial da União); e
3) se o interessado se recusar a tomar ciência da intimação, o funcionário ou
militar que fizer a diligência fará constar o ocorrido, por escrito, nos respectivos
documentos, devendo tal recusa ser certificada por duas testemunhas;
f) as CP/DL/AG não darão andamento a qualquer ato ou documento do
interessado que estiver em débito com a Fazenda Pública. Sempre que for julgado
conveniente, poderá ser divulgada para as demais OM do SSTA listagem contendo os
nomes e dados disponíveis dos devedores inscritos na Dívida Ativa da União; e
g) quando for quitado o débito, por meio da via administrativa ou judicial, será
dada baixa em todos os controles.
- 4-18 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
8) relação de Embarcações com pendências judiciais e outras
irregularidades.
c) Tais documentos devem ser mantidos em arquivo de acordo com as tabelas
de temporalidade em vigor permitindo a sua verificação nas Inspeções Administrativo-
Militares, Visitas Técnicas (VISITEC), Verificações de Proficiência (VP) e para
consultas ou para instrução de possíveis processos judiciais.
- 4-19 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
CAPÍTULO 5
SEÇÃO I
0501 - CONCEITUAÇÃO
Para efeitos da Lei no 9.966/00, e desta norma, são estabelecidas as seguintes
definições:
a) Alijamento
Todo despejo deliberado de resíduos e outras substâncias efetuado por em-
barcações, plataformas, aeronaves e outras instalações, inclusive seu afundamento in-
tencional em águas sob jurisdição nacional.
b) Incidente
Qualquer descarga de substância nociva ou perigosa, decorrente de fato ou
ação intencional ou acidental que ocasione risco potencial, dano ao meio ambiente ou à
saúde humana.
c) Áreas Ecologicamente Sensíveis
Regiões das águas marítimas ou interiores definidas por ato do Poder Públi-
co, onde a prevenção, o controle da poluição e a manutenção do equilíbrio ecológico
exigem medidas especiais para a proteção e a preservação do meio ambiente, com re-
lação à passagem de navios.
d) Óleo
Qualquer forma de hidrocarboneto (petróleo e seus derivados), incluindo óleo
cru, óleo combustível, borra, resíduos de petróleo e produtos refinados.
e) Substância Nociva ou Perigosa
Qualquer substância que, se descarregada nas águas, é capaz de gerar ris-
cos ou causar danos à saúde humana, ao ecossistema aquático ou prejudicar o uso da
água e de seu entorno.
f) Poluição de Grandes Proporções
Para efeito destas normas e estatística junto à Organização Marítima Interna-
cional (IMO), será considerada poluição de grandes proporções aquela cujo derrama-
mento de poluente seja igual ou superior a 50 (cinquenta) toneladas, ou que, em função
do local onde ocorreu o derramamento (águas marítimas interiores, rios, lagos, lagoas,
represas e áreas de proteção classificadas como de proteção ambiental), venha a cau-
sar danos consideráveis, especialmente quando o manancial hídrico for utilizado para
atendimento às primeiras necessidades da vida.
0502 - INFRAÇÃO
Constitui infração o lançamento de detritos, óleo e outras substâncias poluentes
que, por qualquer forma ocasione risco potencial, dano ao meio ambiente ou à saúde
humana em Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), conforme dispõe a Lei no 9.966/00.
Com o objetivo de fortalecer a atividade administrativa de competência da Auto-
ridade Marítima, qual seja a penalização das infrações descritas na lei e seu regulamen-
to, as CP, DL ou AG deverão observar os seguintes procedimentos:
a) após tomar conhecimento e ter informado a DPC a ocorrência de incidente de
lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas, todas as ações ineren-
- 5-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
tes ao processo de autuação e seu posterior desenvolvimento deverão ser submetidas
ao acompanhamento e aprovação da Assessoria Jurídica da Superintendência de
Meio Ambiente da DPC;
b) o enquadramento legal da infração deve ser feito com base na Lei no
9.966/00, e seu regulamento, o Decreto no 4.136/02 de acordo com o tipo de substância
derramada;
c) nos termos dos valores contidos no anexo I, do Decreto no 4.136/02, as mul-
tas por poluição podem variar entre R$ 1.000,00 (mil reais) e R$ 50.000.000,00 (cin-
quenta milhões de reais);
d) o Auto de Infração (AI) pode ser lavrado desde a constatação da infração,
com o respectivo enquadramento legal, sendo exigido, para a aplicação da multa, por
ocasião do julgamento do AI, a elaboração de um Laudo Técnico Ambiental (LTA) nos
termos do § 1o do Art. 50 do Decreto no 4.136/02;
A CP, DL ou AG, ao receber o LTA do incidente, deverá, imediatamente, inti-
mar o infrator para que, no prazo de 10 (dez) dias tome ciência do seu conteúdo. A res-
pectiva intimação deverá ser feita por escrito e sua entrega ao infrator poderá ser feita
utilizando-se de mensageiro da OM ou pelos Correios, com a correspondência encami-
nhada com Aviso de Recebimento (AR).
e) observar os seguintes prazos máximos, constantes da NORMAM-07/DPC:
I) 20 (vinte) dias para o infrator oferecer defesa ou impugnação contra o Auto
de Infração, contados da data em que o autuado tomou ciência da autuação.
II) 60 (sessenta) dias para autoridade competente (a que lavrou o AI) julgar o
AI, contados da data de recebimento da defesa do infrator ou, caso esta defesa não seja
apresentada, após decorrido o prazo para sua apresentação;
III) caso o LTA do Incidente seja recebido pela CP, DL ou AG dentro do prazo
para julgamento, ou seja, 60 (sessenta) dias, mesmo após a apresentação da defesa, o
autuado deverá ser intimado para tomar ciência do seu conteúdo, sendo-lhe reaberto o
prazo de até 20 (vinte) dias para a complementação da defesa, se eventualmente esta
já tiver sido apresentada;
IV) caso o infrator, devidamente intimado, não comparecer à CP, DL ou AG
para tal, o prazo para apresentação da defesa terá início ao final do prazo estipulado na
intimação. Quando solicitado pelo infrator, a OM poderá fornecer cópia do respectivo
laudo;
V) na situação prevista no inciso III, a Autoridade competente disporá de até
30 (trinta) dias, contados a partir da apresentação da defesa ou de sua complementação
para proferir seu julgamento, ou caso esta defesa não seja apresentada, após decorrido
o prazo da sua apresentação;
VI) 20 (vinte) dias, contados a partir do recebimento da notificação do julga-
mento, para o infrator recorrer da decisão à DPC. O recurso deverá ser interposto junto
à CP, DL ou AG que julgou o AI, sendo dirigido ao Diretor de Portos e Costas, que o
julgará dentro do prazo de até 30 (trinta) dias, contados da data do seu recebimento
formal na DPC, última instância administrativa; e
VII) 5 (cinco) dias para o pagamento da multa, contados da data do recebimen-
to da notificação, devendo esta ser feita por quem julgou o AI quando decorrido o prazo
para o recurso, sem que o mesmo tenha sido apresentado, ou a partir da ciência do in-
frator da decisão proferida no recurso.
Os prazos computar-se-ão sempre em dias consecutivos, excluindo-se o dia do
começo e incluindo-se o do vencimento;
f) não exigir depósito prévio da multa imposta como condição para o infrator in-
terpor recurso à DPC, nos casos de poluição;
g) caso a multa não seja paga no prazo devido, encaminhar à Procuradoria da
Fazenda Nacional, nos moldes da sistemática descrita nesta norma, os originais do AI
- 5-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
para inscrição na Dívida Ativa da União, após a apreciação do expediente pela Asses-
soria Jurídica da DPC; e
h) é importante que as CP/DL/AG, ao iniciarem o Procedimento Administrativo
para a imposição da multa por infração à Lei no 9.966/2000, verifiquem se aos Agentes
Marítimos foram outorgados poderes pelos proprietários e armadores das embarcações
para representá-los e qual o alcance desta representação, a fim de evitar que, após ini-
ciado o procedimento, os Agentes aleguem que não tinham poderes para agir em nome
dos proprietários ou armadores, não podendo, deste modo, representá-los na esfera
administrativa, nem na esfera judicial, pois em geral o Agente é mero intermediário.
0503 - DA INVESTIGAÇÃO
a) Todo lançamento de óleo, resíduos sólidos e outras substâncias nocivas ou
perigosas proveniente de embarcações, plataformas e suas instalações de apoio, quan-
do houver dúvida sobre sua origem, deve ser criteriosamente investigado com os propó-
sitos de:
1) contribuir para o estudo da adoção de futuras medidas preventivas e corre-
tivas;
2) que seja devidamente informado ao Órgão Ambiental competente, a fim de
tornar possível ação cível de indenização por danos causados ao meio ambiente e a
terceiros; e
3) subsidiar julgamentos de infrações, tanto quanto na interposição de recur-
sos, se necessário for.
As instruções para investigação, coleta de dados e análise da origem do
óleo constam na alínea a), do anexo 5-A desta norma e nos anexos E e F da NORTAM-
09/DPC. Para os demais incidentes devem ser observadas as instruções das alíneas b e
c, do anexo 5-A desta norma.
b) Solicitação do LTA:
Para o derramamento de óleo e/ou derivados:
Solicitar à DPC a elaboração do LTA, por meio de MSG, encaminhando a
documentação prevista na NORTAM-09/DPC.
SEÇÃO II
0509 - COMPETÊNCIA
a) Compete aos Agentes da Autoridade Marítima lavrar autos de infração
ambiental e instaurar processo administrativo; e
b) Compete ao Diretor de Portos e Costas, como REPRESENTANTE DA
AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O MEIO AMBIENTE, julgar, em última instância, os
recursos sobre multas aplicadas relativas ao descumprimento da NORMAM-20/DPC.
- 5-8 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
CAPÍTULO 6
0601 - PROPÓSITO
Estabelecer diretrizes para a realização do programa de qualificação de
militares para a condução de embarcação do tipo Lancha de Apoio ao Ensino e de
Patrulha (LAEP-7 e LAEP-10), Embarcação de Casco Semirrígido (ECSR) e similares,
e motos aquáticas orgânicas.
0602 - INTRODUÇÃO
O programa de qualificação tem como propósito transmitir ao militar
selecionado pela CP/DL/AG os conhecimentos necessários para a condução segura de
embarcações do tipo LAEP-7, LAEP-10, ECSR e similares, e moto aquática, visando à
realização de Inspeção Naval, e não pretere aqueles já existentes nos Comandos de
Distritos Navais cumpridos por suas OM subordinadas.
Ao término do programa de qualificação, o militar deverá, também, estar
capacitado para realizar operações de salvamento e resgate de vítimas e o seu
translado para um local seguro.
0603 - PRÉ-REQUISITOS
a) Instrutor
O militar designado pelo titular da CP/DL/AG como instrutor do programa de
qualificação para a condução de embarcação mecânica do tipo LAEP-7, LAEP-10,
ECSR e similares, e moto aquática deverá ser o mais experiente e, obrigatoriamente, já
qualificado por Ordem de Serviço nesses tipos de embarcações.
b) Aluno
O militar da CP/DL/AG selecionado para o programa de qualificação deve
ser, preferencialmente, especializado em Segurança do Tráfego Aquaviário (SQ) ou
Manobras e Reparo (MR) e possuir conhecimento curricular prévio sobre:
- RIPEAM;
- Primeiros-socorros;
- Sobrevivência no mar e águas interiores;
- Noções de comunicações, equipamentos, procedimentos e frequência de
socorro;
- Manobra de embarcações; e
- Navegação.
Após a sua qualificação, a CP/DL/AG fará constar em Ordem de Serviço
específica a habilitação dos militares na condução da embarcação, devendo lançar
esse documento em seus assentamentos, e emitirá uma Carteira de Habilitação de
Amador (CHA) na categoria de Arrais Amador (ARA), para a condução de embarcações
do tipo LAEP-7, LAEP-10, ECSR e similares, ou CHA na categoria de motonauta (MTA),
para a condução de moto aquática.
Nota: Os Praças especializados em Segurança do Tráfego Aquaviário (SQ)
ao término do curso no CIAA fazem jus ao recebimento da CHA na categoria de ARA.
- 6-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
a) para a qualificação na condução de embarcação do tipo LAEP-7, LAEP-10,
ECSR e similares, existentes na CP/DL/AG:
1) principais características;
2) familiarização dos:
- equipamentos usados nas manobras da embarcação: âncoras (ferro),
amarras; espias, boças, cabeços e outros;
- transceptores de VHF e HF;
- ecobatímetro, GPS, radar e agulha magnética;
- componentes básicos dos motores de centro e de popa. Propulsores
com rabeta, eixo e pé-de-galinha e jato d’água;
- sistemas de governo e controle da propulsão;
- sistemas de partida, lubrificação, combustível, resfriamento e elétrico.
Principais avarias, causas e reparos;
- procedimentos básicos de manutenção, abastecimento e operação.
Providências a tomar antes de suspender e após a atracação, conforme Norma
Técnica (NORTEC-43/DPC);
- procedimentos para navegação previstos na NORTEC-43/DPC;
- cumprimento da lista de verificação para suspender previsto na
NORTEC-43/DPC;
- documentos e cartas náuticas da área de jurisdição; e
- informações meteorológicas, meteoromarinha e a carta sinótica da área
de jurisdição; e
3) programa de treinamento:
- suspender, atracar, pegar a boia e fundear (mínimo de 3 horas de aula
prática diurna e 1 hora noturna);
- navegação em águas restritas e familiarização das áreas de navegação
da jurisdição (mínimo de 6 horas diurnas e 2 horas noturnas);
- plotar derrotas em cartas náuticas da área de jurisdição;
- navegação em baixa visibilidade (mínimo de 1 hora);
- exercícios práticos de RIPEAM;
- abordagem para Inspeção Naval (participar, no mínimo, de 3 ações
programadas de IN);
- execução de padrões básicos de busca (mínimo de 2 horas);
- navegação em área de arrebentação (mínimo de 1 hora);
- recolhimento de pessoa na água (mínimo de 1 hora); e
- reboque de embarcações miúdas pela popa e través (mínimo de 1 hora).
- 6-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
CAPÍTULO 7
1
Regras para a Prevenção da Poluição do Ar por Navios da Convenção MARPOL: Óxidos de Enxofre (SOx) e Ma-
téria sob a Forma de Partículas e Disponibilidade e Qualidade do Óleo Combustível.
2
Formas alternativas de documentação para navios com AB≥400, dependendo da programação/escalas dos navi-
os, poderão ser acordadas pelos Estados afetados, desde que ofereçam as mesmas possibilidades de verificação
do cumprimento do dispositivo.
- 7-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
Uma amostra representativa do óleo combustível vedada e assinada pelo repre-
sentante do fornecedor e pelo Comandante, ou pela pessoa encarregada das opera-
ções com o combustível para consumo do navio, deve ser entregue junto à nota de en-
trega do combustível. A amostra deve ser mantida a bordo sob o controle do navio até
que o óleo combustível tenha sido significativamente consumido, mas, em qualquer
caso, por um período não inferior a 12 meses. A critério da Administração, a amostra
poderá ser analisada de acordo com o procedimento de verificação apresentado no
anexo 7-A. A quantidade de óleo combustível da amostra representativa deverá ser
suficiente para a realização dos testes requeridos, não podendo ser inferior a 400 ml,
conforme “Diretrizes para Retirada de Amostras de Óleo Combustível para Verificação
do Cumprimento do Disposto no anexo VI da MARPOL 73/78”³.
3
Apêndice I da MEPC.320(74): 2019 Guidelines for consistent implementation of the 0,5% sulphur limit under MAR-
POL Annex VI.
- 7-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
ANEXO 1-A
AUTORIDADE MARÍTIMA
ORGANOGRAMA DA ESTRUTURA DA
COMANDANTE DA MARINHA
AUTORIDADE MARÍTIMA
ASSESSOR DA AM
CEMA
RAM
RAM • ORGANISMOS INTERNACIONAIS RAM
SEGURANÇA DA NAVEGAÇÃO
E O MEIO AMBIENTE • INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA ANTÁRTICA E RECURSOS DO MAR
RAM MARINHA RAM RAM
• BENS SUBMERSOS SECIRM
DGN CON
DHN
RAM AGENTES
MEIO AMBIENTE
GER. DE DESENV. DA AM
DPC DN
RAM
MARINHA MERCANTE
DPC
RAM
SOCORRO E SALVAMENTO
DN
- 1-A-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 5
ANEXO 1-B
SISTEMA DE SEGURANÇA DA NAVEGAÇÃO E MEIO AMBIENTE
TM GCM
AUTORIDADE MARÍTIMA BRASILEIRA
PEM COMANDANTE DA MARINHA CJACM
RAM SEG. DO TRÁFEGO AQUAVIÁRIO RAM SEG. DO TRÁFEGO AQUAVIÁRIO RAM SEG. DO TRÁFEGO AQUAVIÁRIO
DPC DHN DN
SEC-IMO
DL
OUTRAS OM CP/CF
ENVOLVIDAS STA AG
SSN
FORÇAS E NAVIOS
SUBORDINADOS E/OU
POSTOS À DISPOSIÇÃO
AGENTES DA AM
- 1-B-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 5
ANEXO 1-C
Objetivo
Respeito
1 - Lembrar que um navio é um lar, bem como, um local de trabalho para o pessoal de
bordo. Evitar incômodos desnecessários ao descanso e à privacidade da tripulação.
Condução da Inspeção/Perícia
- 1-C-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 1-C
13 - Não tentar induzir a tripulação a erros; por exemplo, pedindo para realizar algum
procedimento que contrarie as Convenções.
Divergências
Imparcialidade
18 - Ser independente, não tendo qualquer envolvimento comercial nos portos e com
companhias que forneçam serviços a esses portos.
Atualização de Conhecimentos
- 1-C-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 1-D
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS
SINOPSE GERAL
1 - PROPÓSITO
Habilitar os oficiais e as praças componentes das CP/DL/AG e das tripulações dos
Navios da MB para executarem as funções de Inspetores Navais Nível 2 e 3, conforme
estabelecido nesta norma.
2 - DIRETRIZES
A) QUANTO À OPERACIONALIZAÇÃO
a) O adestramento será ministrado pelos Inspetores Navais Nível 1 ou Nível 2
mais experientes das CP/DL/AG da área de jurisdição do respectivo Comando de
Distrito Naval;
b) Os oficiais e as praças, após o término do adestramento teórico, deverão
participar de ações práticas de Inspeção Naval (IN), juntamente com os Inspetores
Navais Nível 1 ou Nível 2 mais experientes; e
c) Esta Sinopse poderá ser adaptada/adequada pelos ComDN tendo em vista
as especificidades da suas áreas de jurisdição.
A) LESTA/RLESTA - 45 minutos
I) Abrangência da Lei (Art. 1º);
II) Conceitos e definições (Art. 2º);
III) Competência da Autoridade Marítima (Art. 3°);
IV) Situações envolvendo embarcações estrangeiras (Art. 5°);
V) Medidas administrativas (Art. 16); e
VI) Infrações e Penalidades (RLESTA - Seções I e II do Capítulo IV).
- 1-D-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
ANEXO 1-D
II) Atribuições do representante da Autoridade Marítima responsável pela
execução da IN (Anexo H da Portaria nº 156/MB/2004).
b) NORMAM-02/DPC - 1 hora
I) Propósito da Norma;
II) Tripulações de Segurança para embarcações empregadas na
navegação interior (Cap. 1):
Aplicação;
Embarcações isentas do Cartão de Tripulação de Segurança (CTS);
Validade do CTS; e
Apresentação de um modelo de CTS;
III) Definições (Cap 2 e 3):
Navegação Interior e de Apoio Portuário; e
- 1-D-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
ANEXO 1-D
Embarcações miúdas, de carga, de passageiros, de pesca, tanque,
flotel, flutuante, rebocador e/ou empurrador;
IV) Apresentação de Título de Inscrição de Embarcações - TIE (Cap 2);
V) Apresentação de Título de Inscrição de Embarcações Miúdas - TIEM
(Cap 2);
VI) Documento Provisório de Propriedade - DPP (Cap 2);
VII) Apresentação de Provisão de Registro de Propriedade Marítima -
PRPM (Cap 2);
VIII) Apresentação e obrigatoriedade de Seguro - DPEM (Cap 2);
IX) Classificação de material de segurança (Cap 4);
X) Marcação nos equipamentos salva-vidas (Cap 4);
XI) Coletes salva-vidas (Cap 4);
XII) Bóias salva-vidas (Cap 4);
XIII) Equipamentos de navegação (Cap 4);
XIV) Luzes de Navegação (Cap 4);
XV) Publicações (Cap 4);
XVI) Quadros (Cap 4);
XVII) Dotação de extintor de incêndio (Cap 4);
XVIII) Bombas de incêndio e esgoto (Cap 4);
XIX) Apresentação de Certificado Nacional de Borda-livre - aplicação,
isenção e validade (Cap 6);
XX) Apresentação e aplicação do Certificado de Arqueação (Cap 7);
XXI) Apresentação e aplicação do Certificado de Segurança da
Navegação - CSN (Cap 8); e
XXII) Apresentação do Termo de Responsabilidade para embarcações
isentas de CSN (Cap 8).
c) NORMAM-03/DPC - 1 hora
I) Propósito da Norma;
II) Apresentação das áreas de navegação (Cap 1);
III) Apresentação das áreas de segurança para a navegação (Cap 1);
IV) Apresentação de Título de Inscrição de Embarcações - TIE (Cap 2);
V) Apresentação de Título de Inscrição de Embarcações Miúdas - TIEM
(Cap 2);
VI) Documento Provisório de Propriedade - DPP (Cap 2);
VII) Apresentação de Provisão de Registro de Propriedade Marítima -
PRPM (Cap 2);
VIII) Apresentação e obrigatoriedade de Seguro DPEM (Cap 2);
IX) Dotação de material de navegação e segurança para embarcações de
esporte e/ou recreio (Seção IV do Cap 4);
X) Categorias de Amadores e seus respectivos limites de áreas de
navegação (Cap 5); e
XI) Apresentação da Carteira de Habilitação de Amador (CHA).
d) NORMAM-04/DPC - 1 hora
I) Propósito da Norma (Cap 1);
II) Inscrição Temporária (Cap 1);
III) Apresentação do Atestado de Inscrição Temporária - AIT (Cap 1);
IV) Dispensa de Inscrição Temporária (Cap 1); e
V) Apresentação da lista de navios estrangeiros autorizados a operarem
nas AJB (página da DPC internet/intranet).
- 1-D-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
ANEXO 1-D
f) NORMAM-08/DPC - 1 hora
I) Propósito da Norma; e
II) Parte de Entrada, Despacho, Passe de Saída e Parte de Saída (Cap 2).
g) NORMAM-13/DPC - 1 hora
I) Propósito da Norma;
II) Grupos, Seções e Categorias dos Aquaviários (Cap 2);
III) Estabelecimento das categorias dos grupos dos aquaviários e
capacitação para condução das embarcações e dos limites das áreas de navegação
(Anexo 2-A);
IV) Rol de Equipagem e Rol Portuário (Cap 2); e
V) Apresentação da Caderneta de Inscrição e Registro (CIR).
- 1-D-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
ANEXO 1-D
5 - LISTA DE VERIFICAÇÃO
Esta Sinopse é acompanhada de uma Lista de Verificação, que consiste de uma
relação mínima de documentação e de material a ser verificado pelo Inspetor Naval
Nível 3 na atividade de Inspeção Naval, não esgotando a necessidade de consulta às
NORMAM, conforme o caso.
- 1-D-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
APÊNDICE I AO ANEXO 1-D
1. DOCUMENTOS:
Embarcações Documentos
Embarcações Documentos
- 1-D-I-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
Embarcações Documentos
Embarcações de transporte de passageiros,
passageiros e carga e turismo e diversão, com
AB > 20; e
Rebocadores ou empurradores com AB > 20.
Embarcações Documentos
Provisão de Registro de Propriedade Marítima (PRPM), Título de
Inscrição de Embarcação (TIE) ou Título de Inscrição de
Todas. Embarcação Miúda (TIEM);
Carteira de Habilitação de Amador do condutor da embarcação
(CHA).
- 1-D-I-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
Nota:
(4) As embarcações SOLAS são normalmente inspecionadas pelo Inspetor Naval nível 1.
As exigências envolvendo todos os tipos de embarcações SOLAS e não-SOLAS devem observar o contido no Capítulo 4
e Anexo 4-D da NORMAM-01/DPC e Capítulo 2 da NORMAM-28/DHN. A Lista apresentada é um pequeno resumo de
itens comuns a essas embarcações.
(5) As embarcações empregadas na navegação interior são normalmente inspecionadas pelos Inspetores Navais nível 2.
As exigências envolvendo todos os tipos de embarcações devem observar o contido no Capítulo 4 e Anexo 4-B da
NORMAM-02/DPC e Capítulo 2 da NORMAM-28/DHN. A Lista apresentada é um pequeno resumo de itens comuns a
essas embarcações, devendo ser utilizada em conjunto com as listas constantes das referências.
As listas deverão levar em consideração ainda as especificidades locais e o que está previsto nas NPCP e NPCF da área
de jurisdição.
- 1-D-I-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
3. DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS
Coletes salva-vidas
Embarcações Classes
Classe I Classe II
SOLAS SIM NÃO
NÃO SOLAS NÃO SIM
Quantidade de
Embarcações Classes Aplicação Comprimento de Regra (L)
bóias
L menor que 60 m 08
L maior ou igual a 60 e menor que 120 m 12
Passageiros L maior ou igual a 120 e menor que 180 m 18
L maior ou igual a 180 e menor que 240 m 24
SOLAS Classe I L maior ou igual a 240 m 30
L menor que 24 m 02
Passageiros L maior ou igual a 24 m e menor que 45 m 03
NÃO SOLAS Classe II ou
carga L maior ou igual a 45 m e menor que 75 m 06
L maior ou igual 75 m 08
Observações:
a) As embarcações miúdas estão dispensadas;
b) O item 0804, alíneas i) e j), da NORMAM-01/DPC, define os conceitos de comprimento de Regra (L) e de
Comprimento Total ou Extremo (Ct);
c) Comprimento de Regra (L): Significa 96% do comprimento total na linha d’água correspondente a 85% do
menor pontal moldado (menor distância vertical entre o topo da quilha e o topo do vau do convés da
borda-livre) ou o comprimento compreendido entre a roda de proa e o eixo da madre do leme, medido na
mesma linha d’água, se este for maior. Em navios projetados com inclinação de quilha, a linha d’água na
qual o Comprimento de Regra (L) deve ser medido será paralela à linha d’água de projeto. Na
determinação do Comprimento de Regra (L) de uma barcaça sem propulsão e de convés corrido, será
considerado 96% do comprimento total da linha de flutuação paralela, situada a uma altura acima da face
superior da quilha igual a 85% do pontal moldado;
d) Comprimento Total ou Extremo (Ct): É a distância horizontal medida entre os pontos extremos de proa e
popa. No caso de veleiros, não deve ser considerado o mastro de proa;
e) Para as embarcações SOLAS, as quantidades de bóias, verificar no Certificado de Segurança de
Equipamento; e
f) Para as embarcações NÃO SOLAS, as quantidades de bóias, verificar no Certificado de Segurança da
Navegação (CSN).
- 1-D-I-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
3.2 Navegação interior:
Transporte de inflamáveis
isento
propulsadas (AB > 50) Para 100% do total de
pessoas a bordo.
Demais embarcações propulsadas
isento
(50 < AB ≤ 100)
- 1-D-I-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
b) Bóias salva-vidas (CAP 4 da NORMAM-03/DPC)
4. Condições Gerais
a) Navegação/Comunicações
- 1-D-I-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
c) Casco e convés
d) Marcações
1 - Os materiais salva-vidas deverão ser marcados com letras romanas maiúsculas, com
tinta à prova d'água, com o nome da embarcação e o porto de inscrição ao qual a
pertence.
2 - Os equipamentos deverão também possuir inscrições referentes ao número do
Certificado de Homologação, nome do fabricante, modelo, classe, número de série e
data de fabricação.
- 1-D-I-7 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
APÊNDICE II AO ANEXO 1-D
EMBARCAÇÕES DE
NORMAM-03 EMBARCAÇÕES EMBARCAÇÕES DE
ITEM DISCRIMINAÇÃO GRANDE PORTE E
ITEM MIÚDAS MÉDIO PORTE
IATES
OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO
TÍTULO DE (dispensado para as (emb. AB > 100 deverão
01 0202 OBRIGATÓRIO
INSCRIÇÃO emb. isentas de possuir PRPM)
inscrição)
OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO
TERMO DE (dispensado para as (dispensado para as
02 0340 OBRIGATÓRIO
RESPONSABILIDADE emb. isentas de emb. com comp. Menor
inscrição) ou igual a 12m)
BILHETE DE SEGURO A obrigatoriedade está suspensa em conformidade com a Lei nº 13.313 de 14 de julho
03
OBRIGATÓRIO – DPEM de 2016. Qualquer alteração referente ao assunto será divulgada por esta DE.
HABILITAÇÃO DO
Veleiro, Arrais Amador ou Motonauta
04 CONDUTOR 0503
(mínima)
CERTIFICADO OU
05 NOTAS DE 0329 DISPENSADO DISPENSADO OBRIGATÓRIO
ARQUEAÇÃO
OBRIGATÓRIA
AGULHA (compensada ou curva
07 0419 DISPENSADA OBRIGATÓRIA
MAGNÉTICA de desvio atualizada,
válida por 2 anos)
OBRIGATÓRIA
09 LUZES DE NAVEGAÇÃO 0418 (em navegação OBRIGATÓRIA OBRIGATÓRIA
noturna)
- 1-D-II-1 -
NORTEC-07/DPC
Mod 12
EMBARCAÇÕES DE
NORMAM-03 EMBARCAÇÕES EMBARCAÇÕES DE
ITEM DISCRIMINAÇÃO GRANDE PORTE E
ITEM MIÚDAS MÉDIO PORTE
IATES
OBRIGATÓRIA OBRIGATÓRIA
14 LANTERNA ELÉTRICA 0418 DISPENSADA
(01 UNIDADE) (01 UNIDADE)
MARCAÇÕES NO OBRIGATÓRIA
16 CASCO 0216
o
(somente o n de OBRIGATÓRIA OBRIGATÓRIA
(nome nos dois bordos, porto inscrição)
o
e n de inscrição)
ÂNCORA
17 ( com no mínimo 20m de 0418 DISPENSADA OBRIGATÓRIA OBRIGATÓRIA
cabo ou amarra)
OBRIGATÓRIA
(emb. <12m: 01 und; OBRIGATÓRIA
BÓIA SALVA-VIDAS
19 0415 DISPENSADA emb. > 12m: 02 und. (02 unidades. Pelo menos
(circular ou ferradura)
Pelo menos uma com 01 com retinida flutuante.)
retinida flutuante.)
OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO
COLETES para todo pessoal para todo pessoal
20 SALVA-VIDAS 0414 para todo pessoal
embarcado embarcado
(dotação) (classe V) (classe V) embarcado (classe III)
OBRIGATÓRIA
(emb. <12m: 01 und; OBRIGATÓRIA
emb. > 12m: 01
21 BOMBA DE ESGOTO 0429 DISPENSADA (03 unidades; uma delas
manual e 02 elétricas
com acionamento não
ou acopladas ao
manual)
motor)
NORMAM-03
ITEM DISCRIMINAÇÃO EMBARCAÇÕES DE MÉDIO PORTE IATES
ITEM
TÍTULO DE OBRIGATÓRIO AB maior que
01 0202 OBRIGATÓRIO 100 deverão possuir PRPM
INSCRIÇÃO
OBRIGATÓRIO (dispensado para as
TERMO DE
02 0340 emb. com comprimento menor ou igual à OBRIGATÓRIO
RESPONSABILIDADE
12m)
A obrigatoriedade está suspensa em conformidade com a Lei nº
BILHETE DE SEGURO
03
OBRIGATÓRIO - DPEM
0206 13.313 de 14 de julho de 2016. Qualquer alteração referente ao
assunto será divulgada por esta DE.
HABILITAÇÃO
04 0503 MESTRE-AMADOR
(mínima)
- 1-D-II-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
NORMAM-03
ITEM DISCRIMINAÇÃO EMBARCAÇÕES DE MÉDIO PORTE IATES
ITEM
LANTERNA
09
ELÉTRICA (01 unidade)
10 REFLETOR RADAR
11 APITO 0418 OBRIGATÓRIO
LUZES DE
12 NAVEGAÇÃO
RIPEAM-Parte C
MATERIAIS E
18 MEDICAMENTOS DE 0422
RECOMENDÁVEL
PRIMEIROS (a partir de 15 pessoas a bordo)
SOCORROS
OBRIGATÓRIO
ARTEFATOS 02 foguetes manuais de estrela vermelha com paraquedas;
19 0417
PIROTÉCNICOS 02 fachos manuais luz vermelha; e
02 sinais fumígenos flutuantes
ÂNCORA
21 (com no mínimo 20m de 0418 OBRIGATÓRIO
cabo ou amarra)
COLETES OBRIGATÓRIO
22 SALVA-VIDAS 0414
(classe II)
(dotação)
OBRIGATÓRIA
OBRIGATÓRIA
BOIA SALVA-VIDAS 02 unidades. Pelo menos 01
23 0415 Comp. menor que 12m: 01 und;
com retinida flutuante e
(circular ou ferradura) Comp. maior ou igual a 12m: 02 und.
dispositivo de iluminação
Pelo menos uma com retinida flutuante
automático
EXTINTOR DE OBRIGATÓRIO
24 0427
INCÊNDIO (ver ref. e item 0438)
MARCAÇÕES NO
25 CASCO 0216 OBRIGATÓRIA
(nome nos dois bordos,
o
porto e n de inscrição)
BOMBA DE ESGOTO OBRIGATÓRIA OBRIGATÓRIA
(ver detalhes inclusive Comp. menor que 12m: 01 und.; comp.
26 0429 (03 und., uma delas com
vazão mínima no item maior ou igual a 12m: 01 manual e 02 acionamento não manual)
0429) elétricas ou acoplada ao motor
- 1-D-II-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
3. Embarcação de Esporte e Recreio realizando navegação OCEÂNICA
CERTIFICADO OU
05 NOTAS DE 0329 DISPENSADO OBRIGATÓRIO
ARQUEAÇÃO
OBRIGATÓRIA
06 AGULHA MAGNÉTICA OBRIGATÓRIA (Compensada ou curva de desvio,
válido por 2 anos)
0419
08 APITO
LUZES DE
09 NAVEGAÇÃO
RIPEAM-Parte C 0418 OBRIGATÓRIO
10 REFLETOR RADAR
11 SINO ou BUZINA
MANUAL
12 QUADROS 0421 OBRIGATÓRIO
13 RADIO HF SSB
RADIO VHF OBRIGATÓRIO
14
(fixo)
RADIO TRANSMISSOR 0424
15 RADAR DISPENSADO OBRIGATÓRIO
(TRANSPONDER)
16 EPIRB
OBRIGATÓRIO
406 MHz
MATERIAIS E
17 MEDICAMENTOS DE OBRIGATÓRIO
PRIMEIROS 0422 (a partir de 15 ou mais pessoas a bordo)
SOCORROS
OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO
04 foguetes manuais estrela 04 foguetes manuais estrela
ARTEFATOS vermelha com paraquedas; vermelha com paraquedas;
18 0417
PIROTÉCNICOS 04 fachos manuais luz vermelha; 04 fachos manuais luz vermelha;
04 sinais fumígenos flutuantes 04 sinais fumígenos flutuantes
laranja laranja
20 EXTINTORES DE
INCÊNDIO 0427 e 0438 OBRIGATÓRIO
- 1-D-II-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
NORMAM-03 EMBARCAÇÕES DE MÉDIO
ITEM DISCRIMINAÇÃO ITEM
IATE
PORTE
OBRIGATÓRIA OBRIGATÓRIA
Emb. Menor de 12m. 01 02 unidades.
BÓIA SALVA VIDAS unidade. Pelo menos uma c/ retinida
21 0415 Emb. >12m. 02 unidades.
Circular ou Ferradura flutuante.
Pelo menos uma c/ retinida
flutuante Todas c/dispositivo de Todas c/ dispositivo de
iluminação automático Iluminação automático
ÂNCORA
22 com no mínimo 20m de 0418 OBRIGATÓRIO
cabo ou amarra
OBRIGATÓRIO
COLETES SALVA 0414 (classe I)
23
VIDAS
(dotação)
Embarcação Miúda - com comprimento inferior ou igual a cinco (5) metros; ou com
comprimento menor que oito (8) metros e que apresentem as seguintes características: convés
aberto ou convés fechado, sem cabine habitável e sem propulsão mecânica fixa; caso utilizem
motor de popa, este não poderá exceder 30HP.
- 1-D-II-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
APÊNDICE III DO ANEXO 1-D
LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA INSPEÇÃO NAVAL
OBRIGATÓRIO
(emb. AB > 100
TIE 0201 OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO
02 deverão possuir
PRPM)
CIR DO
CONDUTOR E NORMAM-
05 OBRIGATÓRIO
DEMAIS 13
TRIPULANTES
ROL DE
NORMAM- OBRIGATÓRIO
06 EQUIPAGEM/
13
PORTUÁRIO
OBRIGATÓRIO
LICENÇA DE - Verificar a validade da Licença de Estação de Navio
ESTAÇÃO DE 0407
07 ISENTO emitida pela ANATEL para rádio VHF (fixo); e
VHF FIXO – ANEXO 8-A
- Verificar se o número de série e modelo do rádio (fixo)
ANATEL constam na Licença de Estação de Navio emitida pela
ANATEL.
OBRIGATÓRIO
(para embarcações de carga com AB maior ou igual a 50 e
de passageiros com AB maior que 20)
- Deverá ser verificada a lotação de passageiros e a sua
08 CSN 0801 ISENTO distribuição nos conveses de acordo com o descrito no
CSN.
Deverá ser verificada a distribuição da carga e a sua
peação de acordo com o CSN.
OBRIGATÓRIO
CERTIFICADO
(exceto OBRIGATÓRIO
09 DE NOTAS DE ANEXO 4-A
embarcações
ARQUEAÇÃO
miúdas)
- 1-D-III-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
NORMAM- Embarcações Embarcações
Embarcações Embarcações
ITEM Discriminação 02 de 10 AB até 20 Maiores que
Até 10 AB Maiores que 20 AB
item AB 100 AB
OBRIGATÓRIO
PLANO DE
10 0401 Verificar se os equipamentos de salvatagem e combate a incêndio estão nos
SEGURANÇA
locais apontados no plano de segurança.
INFORMAÇÕES
11 0219 OBRIGATÓRIO(para embarcações que transportem passageiros)
AOS USUÁRIOS
INSTRUÇÕES OBRIGATÓRIO
DE Os proprietários, armadores ou seus representantes legais deverão, a bordo de
13 1009
SEGURANÇA suas embarcações, disseminar a todos os passageiros instruções de segurança
(BRIEFING) observando o contido no ANEXO 10-A.
OBRIGATÓRIO
- 1-D-III-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
NORMAM- Embarcações Embarcações
Embarcações Embarcações
ITEM Discriminação 02 de 10 AB até 20 Maiores que
Até 10 AB Maiores que 20 AB
item AB 100 AB
OBRIGATÓRIO
17 RIPEAM ANEXO 4-A
(exceto embarcações miúdas)
ISENTO
(obrigatório para
TABELAS E
as embarcações
QUADROS
de passageiros
- Regras de com AB maior que
governo e
navegação;
50 e isento para
18 0401 ISENTO ISENTO OBRIGATÓRIO
- Sinais de as demais
salvamento; embarcações que
- Balizamento; não transportem
- Sinais sonoros e passageiros com
luminosos. AB igual ou menor
que 50)
ISENTO
AGULHA 0402
20 Verificar o cumprimento da Tabela do ANEXO 4-A
MAGNÉTICA ANEXO 4-A
OBRIGATÓRIO
(Isento para
0401
21 BINÓCULO 7x50 ISENTO ISENTO embarcações com OBRIGATÓRIO
ANEXO 4-A
AB igual ou menor
que 50)
OBRIGATÓRIO
(Isento para
ISENTO ISENTO embarcações com OBRIGATÓRIO
LIMPADOR DE 0401
22 AB igual ou menor
PARA-BRISAS ANEXO 4-A
que 50)
OBRIGATÓRIO
SISTEMA DE
23 COMUNICAÇÃO Para embarcações que transportem mais de 100 passageiros
0401
DO PASSADIÇO
ANEXO 4-A - Atestar o funcionamento do sistema de comunicação que possibilite ao
COM OS
Comando da embarcação divulgação de informações gerais por intermédio de
PASSAGEIROS
alto-falantes aos locais normalmente ocupados pelos passageiros
LUZES DE OBRIGATÓRIO
0405
24 NAVEGAÇÃO ISENTO
ANEXO 4-A
HOMOLOGADAS Atestar o funcionamento das Luzes de Navegação.
- 1-D-III-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
NORMAM- Embarcações Embarcações
Embarcações Embarcações
ITEM Discriminação 02 de 10 AB até 20 Maiores que
Até 10 AB Maiores que 20 AB
item AB 100 AB
EMBARCAÇÃO
Verificar se o número de embarcações de sobrevivência está de acordo com o
DE ANEXO 4-B
25 tamanho da embarcação e conforme previsto no ANEXO 4-B.
SOBREVIVÊNCIA
OBRIGATÓRIO
Verificar se:
- A embarcação está dotada de coletes salva-vidas classe III na proporção de
um colete de tamanho grande para cada pessoa a bordo.
DOTAÇÃO DE - A embarcação está dotada, adicionalmente, de uma quantidade de coletes
0408 e 0413 salva-vidas adequada para crianças (colete tamanho pequeno) igual a, pelo
26 COLETES
ANEXO 4-B menos, 10% do total de passageiros, ou uma quantidade maior, como for
SALVA-VIDAS
necessário, de modo que haja um colete salva-vidas para cada criança.
- Os coletes salva-vidas estão estivados de maneira a poderem ser
prontamente utilizados, em local visível, bem sinalizado e de fácil acesso.
- Existe marcação nos coletes salva-vidas indicando o n do Certificado de
o
OBRIGATÓRIO
ARTEFATOS
PIROTÉCNICOS
(embarcações 0415
28 que transportem Verificar o cumprimento da Tabela do ANEXO 4-B.
ANEXO 4-B
qualquer nº de
passageiros)
MARCAÇÕES
NO OBRIGATÓRIO
CASCO (embarcações OBRIGATÓRIO
29 0219
(nome nos dois miúdas somente o
o
bordos, porto e n de inscrição)
o
n de inscrição)
TRANSPORTE
30 DE CARGA NO 0515 Verificar os requisitos constantes no Capítulo 5 da NORMAM-02.
CONVÉS
- 1-D-III-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
NORMAM- Embarcações Embarcações Embarcações
Embarcações
ITEM Discriminação 02 de 10 AB até 20 Maiores que 20 Maiores que 100
Até 10 AB
item AB AB AB
OBRIGATÓRIO
ALARME PARA MOTORES
VISUAL E COM POTÊNCIA
ISENTO ISENTO OBRIGATÓRIO
SONORO DE IGUAL OU
0401 SUPERIOR A
32 ALTA
ANEXO 4-A 800hp (597kw)
TEMPERATURA
DO MOTOR
PRINCIPAL Atestar o funcionamento dos alarmes de temperatura e pressão dos
motores.
OBRIGATÓRIO
PARA
ALARME MOTORES COM
VISUAL E POTÊNCIA
SONORO DE IGUAL OU
ISENTO ISENTO OBRIGATÓRIO
BAIXA SUPERIOR A
0401
33 PRESSÃO DE 800hp (597kw)
ANEXO 4-A
ÓLEO (Isento para
LUBRIFICANTE embarcações
DO MOTOR com AB
PRINCIPAL
Atestar o funcionamento dos alarmes de temperatura e pressão dos
motores.
- 1-D-III-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
NORMAM- Embarcações Embarcações Embarcações
Embarcações
ITEM Discriminação 02 de 10 AB até 20 Maiores que 20 Maiores que 100
Até 10 AB
item AB AB AB
Verificar se os requisitos abaixo estão sendo observados em qualquer
embarcação com AB maior que 50:
a) Em todos os níveis de acomodações, de compartimentos de serviço ou da
praça de máquinas deverá haver, pelo menos, duas vias de escape
amplamente separadas, provenientes de cada compartimento restrito ou
grupos de compartimentos;
b) Abaixo do convés aberto mais baixo, a via de escape principal deverá ser
uma escada e a outra poderá ser um conduto ou uma escada;
c) Acima do convés aberto mais baixo, as vias de escape deverão ser
escadas, portas ou janelas, ou uma combinação delas, dando para um
convés aberto;
VIAS DE d) Nenhum corredor sem saída com mais de 7 m de comprimento será
39 aceito. Um corredor sem saída é um corredor ou parte de um corredor a
ESCAPE 0424
partir do qual só há uma via
e) de escape;
f) Caso sejam utilizados como vias de escape os acessos através
g) de aberturas ou de portas de visitas verticais em anteparas, a passagem
não poderá ser inferior a 600mm x 800mm. No caso de utilização de
aberturas, escotilhas ou portas de visita horizontais, a abertura livre
mínima não deverá ser inferior a 600mm x 600mm; e
h) As rotas de escape deverão ser marcadas através de setas indicadoras,
i) pintadas em cor contrastante, indicando "Saída de Emergência". A
marcação deverá permitir aos passageiros e tripulantes a identificação de
todas as rotas de evacuação e a rápida identificação das saídas.
- 1-D-III-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
ANEXO 2-A
MARINHA DO BRASIL
TERMO DE CONVÊNIO Nº _ _ _ _ _ /_ _ _ _- _ _ _/ _ _
- 2-A-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
MARINHA DO BRASIL
(Continuação do Termo de Convênio nº _ _ _ _ _/_ _ _ _-_ _ _/_ _, do Com_ºDN .........)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- 2-A-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
MARINHA DO BRASIL
(Continuação do Termo de Convênio nº _ _ _ _ _/_ _ _ _-_ _ _/_ _, do Com_ºDN .........)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- 2-A-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
MARINHA DO BRASIL
(Continuação do Termo de Convênio nº _ _ _ _ _/_ _ _ _-_ _ _/_ _, do Com_ºDN .........)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ser delegada pela Autoridade Marítima à Autoridade Municipal, pela qual se efetua a
fiscalização do tráfego de embarcações, entendido como o deslocamento e a
permanência de embarcações nas áreas adjacentes às praias do Município; e
c) Quadro de necessidades; e
- 2-A-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
MARINHA DO BRASIL
(Continuação do Termo de Convênio nº _ _ _ _ _/_ _ _ _-_ _ _/_ _, do Com_ºDN .........)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- 2-A-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
MARINHA DO BRASIL
(Continuação do Termo de Convênio nº _ _ _ _ _/_ _ _ _-_ _ _/_ _, do Com_ºDN .........)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- 2-A-7 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
MARINHA DO BRASIL
(Continuação do Termo de Convênio nº _ _ _ _ _/_ _ _ _-_ _ _/_ _, do Com_ºDN .........)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- 2-A-8 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
MARINHA DO BRASIL
(Continuação do Termo de Convênio nº _ _ _ _ _/_ _ _ _-_ _ _/_ _, do Com_ºDN .........)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- 2-A-9 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
APÊNDICE I DO ANEXO 2-A
MARINHA DO BRASIL
PLANO DE TRABALHO
1. DADOS CADASTRAIS
- 2-A-I-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ADENDO A DO APÊNDICE I AO ANEXO 2-A
No ___________ /_________
− ( ) OUTRAS...........................................................................................................................
______________________________ __________________________________________
NOME LEGÍVEL DO INFRATOR ASSINATURA DO INFRATOR OU RESPONSÁVEL
......................................., em ........../........../..........
_______________________________ __________________________________
NOME/NIP DO INSPETOR NAVAL ASSINATURA DO INSPETOR NAVAL
- A-I-2-A-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ADENDO A DO APÊNDICE I AO ANEXO 2-A
TESTEMUNHAS
NOME:........................................................ NOME: ................................................................
Nº DA IDENT./ÓRGÃO EXPEDIDOR:.............. Nº DA IDENT./ÓRGÃO EXPEDIDOR:................
CPF: .................................................. CPF: ..................................................
ENDEREÇO:...................................... ENDEREÇO:......................................
- A-I-2-A-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
APÊNDICE I DO ANEXO 2-A
2. DESCRIÇÃO DO PROJETO
I. JUSTIFICATIVA
O crescente desenvolvimento da atividade náutica e de esporte e recreio vêm
gerando preocupação com o aumento no número de acidentes envolvendo pequenas
embarcações e banhistas.
Considerando a necessidade de diversos órgãos nas esferas federal, estadual e
municipal atuarem de forma conjunta, a fim de tornar nossas águas mais seguras, a
Prefeitura do Município de (Município Conveniado) e a (Capitania dos
Portos/Fluvial) de (nome) resolveram unir esforços de modo a agir na prevenção de
acidentes envolvendo embarcações e banhistas.
- 2-A-I-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
APÊNDICE I DO ANEXO 2-A
V. ETAPAS DE EXECUÇÃO
• Continuar a distribuição de material de divulgação de conscientização em
marinas, clubes náuticos, condomínios e restaurantes localizados no entorno da orla da
represa (meta permanente).
• Continuar a divulgação de material de conscientização aos banhistas e a sua
abordagem com explanações sobre práticas seguras no banho no espelho d'água da
represa (meta permanente).
• Identificar com placas e divulgar locais para o exclusivo lazer de banhistas.
• Identificar com placas e divulgar locais para a exclusiva prática de atividades
desportivas náuticas (vela, surf, windsurfe, sky surf, kite-surf etc.), fundeio de
embarcações de esporte e recreio, exploração de dispositivos flutuantes (escuna e
banana boats) e para aproximação, lançamento ou recolhimento de embarcações no
espelho d’água.
•Colocação de placas explicativas de regras de acesso e procedimentos de uso
responsável para banhistas e praticantes de esportes náuticos.
• Uso da mídia, Diário Oficial e demais meios de comunicações direcionados ao
público alvo (adultos e principalmente crianças) dos locais definidos para banhistas e
para as praticas desportivas náuticas (meta permanente).
• Elaboração de projeto de sinalização náutica especial para as praias e locais
identificados na represa.
• Delimitação de áreas restritas aos banhistas e às práticas desportivas náuticas
definidas pela Prefeitura.
• Habilitar os Agentes Municipais e Guardas Civis em Aquaviários de modo a
conduzir embarcações e moto-aquáticas, caso seja intenção da Prefeitura fazer uso
desses meios.
• Elaboração de plano de aulas para qualificação dos Agentes Municipais e
Guardas Civis da Prefeitura para a fiscalização de embarcações.
•Criação de um grupo de trabalho para acompanhar as ações e seus
desdobramentos ao longo da vigência do Convênio.
• Caberá aos Agentes Municipais e Guardas Civis, de forma concorrente com os
Agentes da Autoridade Marítima, exercerem a fiscalização conforme Cláusula Décima
do Convênio, especificamente quanto à:
- identificação de embarcações que trafegarem na área reservada a banhistas,
informando aos Agentes da Autoridade Marítima as sem inscrição e/ou registro;
- verificação da existência da habilitação do condutor da embarcação que
porventura venha a trafegar em área reservada a banhistas, colocando em risco a
integridade física dos mesmos, informando aos Agentes da Autoridade Marítima
aqueles com habilitação incorreta ou vencida;
- cumprimento das restrições de áreas de navegação, notificando os
condutores que infringirem a RLESTA, Artigo 23, Incisos II (trafegar em área reservada
a banhista ou exclusiva para determinado tipo de embarcação), VII (velocidade superior
- 2-A-I-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
APÊNDICE I DO ANEXO 2-A
à permitida) e VIII (descumprir qualquer outra regra prevista, não especificada nos
incisos do Artigo 23, item a ser aplicado para os casos de violação às áreas de
segurança conforme previsto no item 0110 da NORMAM-03/DPC);
- informar aos Agentes da Autoridade Marítima o descumprimento de qualquer
regra regional sobre o tráfego de embarcações (RLESTA, Artigo 23, Inciso VI);
- prevenção de poluição hídrica por parte das embarcações; e
- informar aos Agentes da Autoridade Marítima qualquer fato ou incidente que
possa representar risco à segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no
mar e a prevenção da poluição ambiental.
VI. AVALIAÇÃO
Os responsáveis pela execução do presente Convênio deverão se reunir para
avaliação das atividades desenvolvidas de acordo com este Plano de Trabalho,
visando às possíveis correções para o desenvolvimento das fases seguintes. As
reuniões ocorrerão trimestralmente, sendo registradas em ata ou relatório
circunstanciado, ou por solicitação de um representante do Grupo de Trabalho.
- 2-A-I-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
APÊNDICE II DO ANEXO 2-A
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS
SINOPSE GERAL
1 - PROPÓSITO
2 - DIRETRIZES
A) QUANTO À OPERACIONALIZAÇÃO
a) O adestramento será ministrado pelos Inspetores Navais Nível 1 ou Nível 2
mais experientes das CP/DL/AG da área de jurisdição;
b) Os fiscais, após o término do adestramento teórico, deverão participar de
ações práticas de Inspeção Naval (IN), juntamente com os Inspetores Navais Nível 1
ou Nível 2 mais experientes;
c) Esta Sinopse poderá ser adaptada/adequada pelas CP/DL/AG tendo em
vista as especificidades das suas áreas de jurisdição; e
d) Os fiscais municipais designados que venham a operar embarcações do
órgão devem realizar previamente o Curso Especial para Tripulação de Embarcações
de Estado no Serviço Público (ETSP) ou Condução de Embarcações de Estado no
Serviço Público na Navegação Costeira (EANC).
A) LESTA/RLESTA – 1 hora
I) Abrangência da Lei (Art. 1o);
II) Conceitos e definições (Art. 2o);
III) Competência da Autoridade Marítima (Art. 3o);
IV) Medidas administrativas (Art. 16); e
V) Infrações e Penalidades (RLESTA - Seções I e II do Capítulo IV).
- 2-A-II-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
APÊNDICE II DO ANEXO 2-A
D) FISCALIZAÇÃO - 3 horas
I) Estimar visualmente a velocidade de embarcações de esporte e recreio
incluindo motos aquáticas. Obter noções de distância e velocidade no mar (milha
náutica e nós);
II) Manusear e empregar radares portáteis para medição de velocidades,
quando disponíveis;
III) Conhecer as técnicas de aproximação e abordagem das embarcações
(devem ser citados, no que couber, os procedimentos do Cap. 2 da NORTEC-07/DPC);
IV) Preenchimento do termo de colheita de dados infracionais e
enquadramento nos artigos do RLESTA);
V) Conhecer os canais de comunicação com as CP/DL/AG para relato de
ocorrências e de irregularidades;
VI) Verificar a validade e autenticidade das CHA e CIR;
VII) Verificar a validade e autenticidade dos TIE e TIEM;
VIII) Conhecer a dotação de material de navegação e segurança para as
embarcações de esporte e recreio da navegação interior que operam na região das
orlas das praias (Cap. 4 da NORMAM-03/DPC); e
IX) Conhecer os cuidados com a realização dos seguintes eventos e
atividades:
- 2-A-II-2- NORTEC-07/DPC
Mod 13
APÊNDICE II DO ANEXO 2-A
- 2-A-II-3- NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 3-A
RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DE NAVIO
Formulário A
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS Original Comandante
Rua Teófilo Otoni, 4 Cópias
Rio de Janeiro - RJ - Brasil Inspetor Naval / DPC
20.080-090 Organização reconhecida (se for o caso)
Telefone: (21) 3870-5402
Telefax: (21) 3870-5202
Órgão emissor
Nome
Telefone Inspetor Naval
Telefax Assinatura
...................................................................................................
Este relatório tem que ser guardado a bordo por um período de dois anos e tem que estar disponível para consulta pelo Inspetor Naval a
qualquer momento.
Este relatório de inspeção foi emitido somente com o propósito de informar o comandante, armador, operador e outras autoridades
interessadas que foi efetuada uma inspeção no navio. Este relatório de inspeção não pode ser interpretado como um certificado de
navegabilidade excedente aos certificados que ao navio é exigido possuir.
- 3-A-1 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 3-B
RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DE NAVIO
FORMULÁRIO B
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS Original: Folha de
Rua Teófilo Otoni, 4 Comandante
Rio de Janeiro - RJ - Brasil Cópias:
20.080-090 Inspetor Naval / DPC
Telefone: (21) 3870-5402 Organização reconhecida (se for o
Telefax: (21) 3870-5202 caso)
Órgão emissor:
Nome
Telefax Assinatura
.............................................................................................
......
___________________________
(1) Esta inspeção não foi completa e as deficiências listadas podem não ser exaustivas. É recomendado que uma inspeção completa
seja realizada pela organização reconhecida e que todas deficiências A/S sejam retificadas antes que seja feita uma solicitação para
reinspeção.
(2) Ações tomadas, listadas no verso
- 3-B-1 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 3-B
- 3-B-2 - NORTEC-07/DPC
CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIAS ANEXO 3-C
.
-3-C-1 - NORTEC-07/DPC
CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIAS ANEXO 3-C
.
-3-C-2 - NORTEC-07/DPC
CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIAS ANEXO 3-C
.
-3-C-3 - NORTEC-07/DPC
CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIAS ANEXO 3-C
.
-3-C-4 - NORTEC-07/DPC
CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIAS ANEXO 3-C
.
1671 EPIRB satélite de 406 MHz/1.6 GHz satellite EPIRB 406 MHz/1.6 GHz
1673 EPIRB VHF VHF EPIRB
1677 fonte reserva de energia reserve source of energy
1680 registro rádio (diário) radio log (diary)
1685 operação/manutenção operation/maintenance
1699 outros (rádio) other (radio)
1700 MARPOL - anexo I MARPOL - annex I
1705 plano de emergência para a poluição por óleo de shipboard oil pollution emergency plan (SOPEP)
bordo do navio (SOPEP)
1710 livro registro de óleo oil record book
1720 controle de descarga de óleo control of discharge of oil
1721 retenção de óleo a bordo retention of oil on board
1725 segregação de óleo e água de lastro segregation of oil and water ballast
1730 equipamento de filtragem de óleo oil filtering equipment
1735 arranjos de bombeamento, tubulação e descarga pumping, piping and discharge arrangements of oil
de navios petroleiros tankers
1740 sistema de monitoramento e controle de descarga oil discharge monitoring and control system
de óleo
1745 arranjos de alarme de 15 PPM 15 PPM alarm arrangements
1750 detetor de interface óleo/água oil/water interface detector
1760 conexão padrão de descarga standard discharge connection
1770 SBT, CBT, COW SBT, CBT, COW
1780 relatório de poluição pollution report
1790 designação do tipo de navio ship type designation
1795 suspeitado de violação de descarga suspected of discharge violation
1799 outros (MARPOL - anexo I) other (MARPOL - annex I)
1800 Navios petroleiros, navios quimiqueiros e oil tankers, chemical tankers and gas carriers
transportadores de gás
1810 segregação de área de carga cargo area segregation
1815 aspirações de ar/aberturas para acomodação-, air intakes / openings to accommodation-,
maquinaria-, e espaços da estação de controle machinery-, and control station spaces
1816 porta do passadiço, janela- wheelhouse door, -window
1820 praça de bombas de carga/espaços de manobra cargo pump room/handling spaces
1825 espaços em áreas de carga spaces in cargo areas
1830 transferência de carga cargo transfer
1835 sistema de ventilação da carga cargo vent system
1836 controle de temperatura temperature control
1840 instrumentação instrumentation
1850 proteção contra incêndio da área de carga do fire protection cargo deck area
convés
1860 proteção de pessoal personal protection
1870 requisitos especiais special requirements
1880 informação sobre a carga cargo information
1885 entrada em tanque tank entry
1886 arranjos de reboque de emergência emergency towing arrangements
1899 outros (navios-tanque) other (tankers)
1900 MARPOL - anexo II MARPOL - annex II
1910 livro registro de carga cargo record book
1911 manual p & a p & a manual
1920 drenagem eficiente efficient stripping
1925 sistemas de descarga de resíduo residue discharge systems
1930 equipamento de lavagem de tanque tank washing equipment
1940 descarga proibida de resíduos de NLS prohibited discharge of NLS slops
1960 sistemas de aquecimento de carga - substâncias de cargo heating systems - cat. B substances
categoria B
1970 procedimentos/equipamentos de ventilação ventilation procedures/equipment
1980 relatório de poluição pollution report
1990 designação de tipo de navio ship type designation
1999 outros (MARPOL - anexo II) other (MARPOL - annex II)
-3-C-5 - NORTEC-07/DPC
CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIAS ANEXO 3-C
.
1
Os códigos 2000 e 2100 são somente para propósitos estatísticos e não devem ser usados em relatórios de inspeção para deficiências não-
específicas. Se deficiências não-específicas devem ser incluídas nos relatórios de inspeção, códigos 2099 e 2199 devem respectivamente ser
aplicados.
(
-3-C-6 - NORTEC-07/DPC
CÓDIGOS DE DEFICIÊNCIAS ANEXO 3-C
.
-3-C-7 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 3-D
- 3-D-1 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 3-D
- 3-D-2 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 3-D
- 3-D-3 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 4-A
O
N ___________ /_________
MARINHA DO BRASIL
(NOME DA OM)
NOTIFICAÇÃO PARA COMPARECIMENTO
(CAPITÃO DOS PORTOS/DELEGADO/AGENTE)
Lei no 9.537/97 - Dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição
nacional e dá outras providências.
.............................................................................................................................................
(CITAR OUTRO DISPOSITIVO LEGAL, QUANDO FOR O CASO)
................................................................................................
................................................................................................
................................................................................................
................................................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
NOME LEGÍVEL DO INFRATOR ASSINATURA DO INFRATOR OU RESPONSÁVEL
Esclareço que o não comparecimento não impede a autuação e o desenvolvimento regular do processo
administrativo.
......................................., em ........../........../..........
1a via - NOTIFICADO
- 4-A-1 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 4-A
No ___________ /_________
MARINHA DO BRASIL
(NOME DA OM)
NOTIFICAÇÃO PARA COMPARECIMENTO
(CAPITÃO DOS PORTOS/DELEGADO/AGENTE)
O ................................................................................., com fulcro na:
Lei no 9.537/97 - Dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição
nacional e dá outras providências.
.............................................................................................................................................
(CITAR OUTRO DISPOSITIVO LEGAL, QUANDO FOR O CASO)
ENDEREÇO: .............................................................................................................................................................................
IDENTIDADE: ............................................................................ ÓRGÃO EXPEDIDOR: ........................................................
CPF/CNPJ: .......................................................................................TELEFONE: ....................................................................
No INSCRIÇÃO: .........................................................PORTO INSCRIÇÃO: .................................................. AB....................
(NO CASO DE EMBARCAÇÃO) (NO CASO DE EMBARCAÇÃO)
No IMO: .................................................................................
TIPO DA OBRA:..........................................................................................................................................................................
(ENDEREÇO OU LAT/LONG ONDE OCORREU A INFRAÇÃO)
LOCAL: ................................................................................................................................HORA:............................................
2a via - OM
- 4-A-2 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 4-B
Auto de Infração
MARINHA DO BRASIL Número: Data do Auto:
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS
No Notificação:
Nome do Infrator:
Responsável / Preposto:
Porto de Inscrição:
Declaro que tomei ciência do contido no § 1º do artigo 23 da Lei no 9.537, de 11/12/1997 e, consoante o
estabelecido no inciso LV, do artigo 5º da Constituição Federal de 1988, renuncio ao direito de defesa e
do contraditório para que seja dado prosseguimento ao processo administrativo, por reconhecer, de di-
reito e por direito, a perpetração da infração ora caracterizada no presente Auto de Infração.
OBS: Este campo somente deverá ser assinado no caso do infrator renunciar à apresentação da defesa.
- 4-B-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 12
ANEXO 4-C
PROCEDIMENTOS DECORRENTES DA INSPEÇÃO NAVAL
CONSTATAÇÃO DA
INFRAÇÃO APLICAÇÃO DE PENALIDADES
E SEU AUTOR MATERIAL
NO MOMENTO DE SUA PRÁTICA
MEDIANTE APURAÇÃO POSTERIOR MULTA
MEDIANTE IA SUSPENSÃO/CANCELAMENTO HABILITAÇÃO
DEMOLIÇÃO DE OBRAS
P
PRRO
OC CE
EDDIIM
MEEN
NTTOO
A
ADDMMIIN
NIIS
STTR
RAAT
TIIV
VOO
IMPOSIÇÃO DE MEDIDAS
ADMINISTRATIVAS
EMERGÊNCIA
FATOS E ACIDENTES DA
NAVEGAÇÃO
NORMAM (09) IAFN
IA
OUTROS
F
- 4-C-1 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 4-D
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
____________________, eu _________________________________________
__________________, com base no Inciso II do Artigo 16 da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, apreendi, por
a _____________________
da apreensão deve ser sanada no prazo de noventa dias sob pena de a embarcação ser leiloada ou incorporada aos
bens da União, conforme disposto no §2o do Art. 17 da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário atendido o disposto
___________________________________ ___________________________________
autuante testemunha
___________________________________ ___________________________________
proprietário ou preposto testemunha
- 4-D-1 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 4-D
RECIBO DE RESTITUIÇÃO
Recebi o material retro-mencionado, em _____ de ________ de _________.
________________________________
proprietário ou preposto
1a Via - OM - Controle
2a Via - Interessado
- 4-D-2 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 4-E
MARINHA DO BRASIL
(nome da OM)
Fiel Depositário
Testemunha
Testemunha
- 4-E-1 - NORTEC-07/DPC
ANEXO 4-F
MARINHA DO BRASIL
(nome da OM)
Ilmo Sr.
__________________________________
NOME
__________________________________
ENDEREÇO
_____________________________________________________________ sito à
sua retirada, no prazo de quinze (15) dias, a contar da data do recebimento desta. O não comparecimento
renunciar à propriedade nos termos do Código Civil Brasileiro. Esclareço ainda que o referido material
__________________________________
Enc. da Div. de Inspeção Naval
_________________________________
Assinatura
- 4-F-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 1
ANEXO 4-F
MARINHA DO BRASIL
(nome da OM)
Ilmo Sr.
__________________________________
NOME
__________________________________
ENDEREÇO
_____________________________________________________________ sito à
propriedade. Esclareço que na hipótese do não comparecimento de Vossa Senhoria, o referido material
poderá ir a leilão ou ser incorporado aos bens da União, em cumprimento ao disposto no art. 17 § 2o da Lei
__________________________________
Enc. da Div. de Inspeção Naval
_________________________________
Assinatura
- 4-F-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 1
ANEXO 4-G
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
____________________________________________,
(Rua, no, Bairro)
no prazo de quinze (15) dias, a contar da data da publicação do presente Edital, sob pena
b) Idem.
c) Idem.
- 4-G-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 1
ANEXO 4-H
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
______________________________________
Proprietário ou Representante Legal
EMBARCAÇÃO LIBERADA
EM _____/_____/_____
__________________________
Capitão dos Portos
- 4-H-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-I
MARINHA DO BRASIL
(nome da OM)
TIPO DE LACRE
MARINHA DO BRASIL
CAPITANIA _____________________________
o
LACRADA N ________
INSPEÇÃO NAVAL
MARINHA DO BRASIL
CAPITANIA _________________________
- 4-I-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-J
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
EDITAL
____________________________________________________________ na cidade de
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
____________________________________
CAPITÃO DOS PORTOS
- 4-J-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-L
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
RESOLVE:
Edital desta Capitania dos Portos publicado no Jornal (nome) do dia ___/___/___, com as
b) Idem; e
c) Idem.
____________________________________
- 4-L-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-M
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
acordo com o Art. 17 §2o da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, sob a presidência
estabelecido na __________________________________________________________
para constar é lavrado este termo de arrematação, que vai assinado pelos senhores
(nome, número, posto, etc.), designado leiloeiro pela PORTARIA no ________ de _____
Em _____/________________/______.
_________________________________
CAPITÃO DOS PORTOS
_________________________________ ________________________________
LEILOEIRO ENC. DA DIV. DE INSPEÇÃO NAVAL
_________________________________
ARREMATANTE
- 4-M-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-N
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
CARTA DE ARREMATAÇÃO
residente na ________________________________________________________nesta
Arrematação:
(descrição do arrematado).
_________________________________________
ENC. DA DIV. DE INSPEÇÃO NAVAL
- 4-N-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-O
MARINHA DO BRASIL
(NOME DA OM)
Art. 2o Designar o Sr. (nome, graduação, etc) para funcionar como escrivão, o
qual deverá autuar a presente Portaria e tudo mais pertinente ao mesmo processo.
___________________________________________
Assinatura do Titular da OM
- 4-O-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-P
MARINHA DO BRASIL
(NOME DA OM)
INTIMAÇÃO
___________________________________________
Capitão dos Portos
Ciente: _____________________________________
Assinatura do intimado e data
OBS.: 1) Caso a intimação seja por Títulos e Documentos, o recibo será autuado no processo como
ciência.
2) No caso de representante legal, a procuração outorgada deverá ter a firma do outorgante
reconhecida. Além de conter os poderes específicos, deverá apresentar os poderes de
transigir, renunciar, receber e dar quitação.
- 4-P-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-Q
RELATÓRIO
____________________________________
Encarregado do Processo
- 4-Q-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-R
MARINHA DO BRASIL
(NOME DA OM)
RESOLVE:
___________________________________________
Capitão dos Portos
- 4-R-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-S
LEGISLAÇÃO PERTINENTE
- 4-S-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-S
20) Lei Complementar no 97, de 09 de junho de 1999 - Dispõe sobre as normas gerais
para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas.
21) Instrução Normativa no 2, de 05/08/99 do Departamento de Polícia Federal (NEPOM).
22) Decreto no 3.179, de 21/09/99 - Dispõe sobre a especificação das sanções aplicáveis
às condutas lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.
23) Lei no 9.966, de 28 de abril de 2000 - Dispõe sobre a prevenção o controle e fiscaliza-
ção da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou pe-
rigosas em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências.
24) Convenção Internacional sobre Responsabilidade Civil em Danos Causados por Polu-
ição por Óleo - CLC-69.
25) International Maritime Dangerous Goods Code - IMDG - CODE.
26) Convenção no 147, da Organização Internacional do Trabalho - OIT.
27) Portaria no 134/MB, de 06 de maio de 2003, do Comandante da Marinha. Aprova as
Normas para a Organização e o Funcionamento do Sistema de Assessoria Jurídica
Consultiva da Marinha (SAJCM).
28) Portaria MF no 49, de 01 de abril de 2004. Estabelece Limites para Inscrição de Débi-
tos na Dívida Ativa da União.
29) Decreto no 5.129, de 06 de julho de 2004 - Dispõe sobre a Patrulha Naval e dá outras
providências.
30) Portaria no 156/MB, de 03 junho de 2004.
- 4-S-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-T
REGRAS DE CONDUTA PARA A INSPEÇÃO NAVAL QUANDO DA AFERIÇÂO DA ALCOOLEMIA DO CONDUTOR DE EMBARCAÇÃO
I - INSTRUÇÕES GERAIS
1 - As ações de Inspeção Naval (IN) são realizadas com o propósito de fiscalizar o cumprimento da LESTA, RLESTA e Normas decorrentes, não tendo como objetivo
PRINCIPAL a realização de testes de embriaguez;
2 - Na consecução da Inspeção Naval (IN), o Inspetor Naval deverá convidar o condutor da embarcação a utilizar o etilômetro para aferição da alcoolemia, desde
que haja indícios do seu estado de embriaguez, condução errática da embarcação e/ou outros fatos que apontem para o consumo de bebidas alcoólicas. O
etilômetro também deverá ser utilizado, quando couber, na apuração dos fatos e acidentes da navegação.
3 - Para efeitos de aplicação deste Anexo é considerado estado de embriaguez aquele em que o condutor da embarcação esteja sob a influência de álcool ou de
qualquer substância entorpecente ou tóxica;
5 - As CP, DL e AG e suas Equipes de IN deverão estar prontas para apreender e conduzir aquelas embarcações cujo condutor apresente estado de embriaguez,
em quaisquer das seguintes situações:
5.1 - Não haja outra pessoa a bordo habilitada a conduzi-la, ou
5.2 - Não possa ser rebocada.
7 - As CP/DL/AG deverão estabelecer entendimento prévio com as Autoridades Policiais competentes das respectivas áreas de jurisdição, visando:
7.1 - Informar àquela Autoridade sobre os novos procedimentos que estão sendo adotados pela MB;
7.2 - Identificar os locais mais próximos para onde poderão ser conduzidos os infratores; e
7.3 - Criar um canal direto e rápido entre as CP/DL/AG e a Autoridade Policial competente, com propósito de cooperação.
8 - Relembra-se que consoante garantia constitucional o infrator não é obrigado a submeter-se ao teste do etilômetro.
- 4-T-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-T
9 - Casos omissos e situações não previstas, que possam causar repercussões de modo negativo à imagem da MB, deverão ser comunicados pelo Inspetor Naval à
sua OM, de forma que esta possa solicitar orientação ao DN.
II – REGRAS DE COMPORTAMENTO
AÇÃO A EMPREENDER POSSÍVEIS VARIÁVEIS FATOS DECORRENTES
a) Constatado o estado de embriaguez com índice do etilômetro até 3 (três) décimos de miligramas
1 - Solicitar (convidar) ao 1 - Aceitou submeter-se ao por litro de ar expelido dos pulmões, com margem de tolerância de um décimo de miligrama por
condutor submeter-se teste. litro de ar:
ao teste do etilômetro; 1 - o condutor estará impedido de conduzir a embarcação;
2 - será efetuada a notificação do condutor (modelo do ANEXO 4-A da NORTEC-07), enquadrando-o no
Art. 23, I, da RLESTA;
3 - na notificação, relatar a retenção da Habilitação (CIR ou CHA), fundamentando de forma clara e
detalhada toda a ocorrência;
4 - solicitar que o infrator assine o resultado do teste. Negando-se, o resultado será firmado, de
preferência, por duas testemunhas;
5 - a condução da embarcação deverá ser realizada por outra pessoa habilitada, desde que o resultado
do etilômetro não indique estar a mesma em estado de embriaguez;
6 - havendo possibilidade técnica, a embarcação poderá ser rebocada ou fundeada;
7 - caso não haja possibilidade de atendimento da subalínea 6, deverá ser solicitado apoio da CP, DL ou
AG, devendo a equipe de IN permanecer no local até a chegada do apoio.
b) Constatado o estado de embriaguez com índice do etilômetro igual ou superior a 3 (três) décimos
de miligramas por litro de ar expelido dos pulmões com margem de tolerância de um décimo de
miligrama por litro de ar:
1 - cumprir os procedimentos descritos na alínea a);
2 - apresentar o condutor, o mais breve possível, à Autoridade Policial competente, com jurisdição sobre
a área, para adoção das medidas que julgar cabíveis. No caso de recusa, solicitar a presença dessa
autoridade ao local da ocorrência. Não havendo essa possibilidade, apresentar a essa autoridade,
o mais breve possível, o relato completo dos fatos de acordo com o estabelecido no item III deste
Anexo.
3 - solicitar à Autoridade Policial documento, no qual conste, expressamente, as condições físicas e de
saúde do mesmo, a relação de materiais e documentos que o acompanham, assim como a
identificação completa e assinatura da Autoridade Policial competente.
- 4-T-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-T
- 4-T-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-T
Alertar ao infrator sobre as conseqüências da desobediência a ato legal de servidor público competente
a executá-lo (retenção da habilitação e apreensão da embarcação). Persistindo o ato ilegal, no caso de
4 - Não aceitou submeter-se
desacato (Art. 331 do Código Penal), desobediência à ordem legal do Inspetor (Art. 330 do mesmo
ao teste (todavia, foi pos-
Código), ou mesmo de resistência, com oposição à execução de ato legal, mediante violência ou ameaça
sível a equipe de IN ates-
(Art. 329 do Código Penal), o infrator deverá ser conduzido à autoridade policial mais próxima, para as
tar seu estado de embria-
medidas penais cabíveis, devendo o fato ser comunicado imediatamente ao Capitão dos Portos, Delegado
guez) e negou-se a aten-
ou Agente, observando ainda as orientações específicas dos Comandantes dos Distritos Navais.
der às medidas adminis-
Na impossibilidade de se conduzir o infrator à presença da autoridade policial por motivo de evasão,
trativas referentes a re-
deverá ser identificada a embarcação e seu proprietário e comunicada à autoridade policial local a
tenção de sua habilitação
“desobediência à ordem legal de servidor público e/ou desacato”, e a oposição à execução de ato legal,
e apreensão de sua em-
mediante violência ou ameaça a funcionário federal competente.
barcação.
Somente será detido pessoal em flagrante delito. O registro de ocorrência policial deve ser efetuado,
preferencialmente, pelo Inspetor que esteve diretamente envolvido com a ocorrência, acompanhado de
duas testemunhas, caso tenha.
III - INFORMAÇÕES MÍNIMAS QUE DEVERÃO CONSTAR NO RELATO DOS FATOS À AUTORIDADE POLICIAL
1 - Quanto ao Condutor/Aquaviário/Amador:
a) Nome
b) Número da CIR/CHA ou do documento de identificação; e
c) Endereço, sempre que possível.
2 - Quanto à embarcação
a) Número de Inscrição; e
b) Nome.
3 - Quanto ao fato:
a) Data;
b) Hora;
c) Local; e
d) Número da notificação.
4 - Relato:
a) O condutor:
I) envolveu-se em acidente da navegação;
II) declara ter ingerido bebida alcoólica;
III) declara ter feito uso de substância tóxica, entorpecente ou de efeito análogo.
IV) nega ter ingerido bebida alcoólica; e
V) nega ter feito uso de substância tóxica, entorpecente ou de efeito análogo;
- 4-T-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-T
b) No caso de realização do teste do etilômetro, registrar o índice obtido.
- 4-T-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-U
MARINHA DO BRASIL
(NOME DA OM)
DADOS RELEVANTES:
o
- N DE EMBARCAÇÕES INSPECIONADAS: _________________________________________________
o
- N DE OBRAS E EXTRAÇÃO DE MINERAIS SOB, SOBRE E AS MARGENS DE AJB QUE FORAM
VISITADAS: ___________________________________________________________________________
o
- N DE NOTIFICAÇÕES EMITIDAS: ________________________________________________________
o
- N DE EMBARCAÇÕES APREENDIDAS: ___________________________________________________
o
- N DE EMBARCAÇÕES LACRADAS: _______________________________________________________
- OUTROS (ESPECIFICAR): ______________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
- 4-U-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-U
OCORRÊNCIAS: _________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
__________________________________ ______________________________
Inspetor Mais Antigo da Equipe Enc. da Inspeção Naval
- 4-U-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 8
ANEXO 4-V
MODELO DO MAPA DE COLETA DE DADOS IN2 CONSOLIDADOS A SER UTILIZADO PELAS CP
(OS DADOS AQUI APRESENTADOS DEVEM CONSOLIDAR OS DAS SUAS DL/AG)
Mês:__________
CP/DL/AG TOTAL
CP
DL
AG
2. AUTOS DE INFRAÇÃO, APREENSÕES, ARRESTOS E DESPACHOS EMITIDOS ENTRE 01JAN E 31 DEZ DO ANO DE
REFERÊNCIA
Critério: AUTOS DE INFRAÇÃO ABERTOS
Responsável: DPC-251 E DPC-252
ATUAÇÃO: CDA
Mês:__________
SERVIÇO CP DL AG TOTAL
Autos de Infração lavrados
Apreensão de embarcação nacional
Apreensão de embarcação estrangeira
Arresto de embarcação nacional
Arresto de embarcação estrangeira
Despacho de embarcações nacionais
Despacho de embarcações estrangeiras
- 4-V-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
MAPA DE COLETA DE DADOS ESTATÍSTICOS
CATEGORIA/ComDN 1ºDN 2ºDN 3ºDN 4ºDN 5ºDN 6ºDN 7ºDN 8ºDN 9ºDN
VELEIRO-VLE
MOTONAUTA-MTA (1)
ARRAIS AMADOR-ARA
ARA E MTA
MESTRE AMADOR-
MSA
MSA E MTA
CAPITÃO AMADOR-
CPA
CPA E MTA
TOTAL COM DN
TOTAL
(1) Só MTA.
CATEGORIA/ComDN 1ºDN 2ºDN 3ºDN 4ºDN 5ºDN 6ºDN 7ºDN 8ºDN 9ºDN
VELEIRO-VLE
MOTONAUTA-MTA (1)
ARRAIS AMADOR-
ARA
ARA E MTA
MESTRE AMADOR-
MSA
MSA E MTA
CAPITÃO AMADOR-
CPA
CPA E MTA
TOTAL COM DN
TOTAL
(1) Só MTA.
- 4-W-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
3. NÚMERO DE INSPEÇÕES NAVAIS (IN) REALIZADAS PELOS INSPETORES NAVAIS NÍVEL 1
Critério: Total de INSPEÇÕES DE PSC E FSC REALIZADAS entre 1JAN e 31DEZ do ano de
referência pelo GEVI da DPC e GVI da CDA
Fonte: SISGEVI
Responsável: DPC-222
Área de atuação: DPC e CDA
TOTAL COMDN
TOTAL
TIPO/ComDN 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º
TOTAL COMDN
TOTAL
- 4-W-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
6. NÚMERO DE VISTORIAS E PERÍCIAS TÉCNICAS EM EMBARCAÇÕES ESTRANGEIRAS
Critério: Total de VISTORIAS REALIZADAS pelo GEVI da DPC e GVI das CDA entre 01JAN e
31DEZ do ano de referência COM EMISSÃO DE DOCUMENTOS registradas no SISGEVI
Fonte: SISGEVI
Responsável: DPC-222
Área de atuação: DPC e CDA
TIPO/ComDN GEVI GVI
DPC
1ºDN 2ºDN 3ºDN 4ºDN 5ºDN 6ºDN 7ºDN 8ºDN 9ºDN
Plataformas, FPSO e FSO
Perícia de Conformidade para Operação
em AJB e emissão da AIT
Perícia para emissão de Declaração de
Conformidade para Plataforma Fixa
Perícia para emissão de CTS
Demais embarcações
Perícia de Conformidade para Operação
em AJB e emissão da AIT
Perícia para emissão de Declaração de
Conformidade para Transporte de
Petróleo
Perícia para Emissão de CTS
Análise documental SIRE (Ship Inspection
Report) para emissão de Declaração de
Conformidade
Vistoria de condição para carregamento
de carga viva
TOTAL COMDN
TOTAL
- 4-W-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
7. SERVIÇOS PRESTADOS EXCUSIVAMENTE PELO DEPARTAMENTO DO TRÁFEGO
AQUAVIÁRIO ENTRE 01JAN E 31DEZ DO ANO DE REFERÊNCIA
Critério: TOTAL DE REQUERIMENTOS E AUTORIZAÇÕES EMITIDAS
Fonte: REQUERIMENTOS E A
Responsável: DPC-252 e DPC-254
ATUAÇÃO: CDA
SERVIÇO TOTAL
Certificado de responsabilidade civil por danos causados por poluição de óleo- CLC 69
- 4-W-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
8. TOTAL DE EMBARCAÇÕES EXISTENTES ATÉ 31DEZ DO ANO DE REFERÊNCIA
Critério: Total de EMBARCAÇÕES existentes em 31DEZ POR ATIVIDADE/SERVIÇO.
Somente contabilizar as embarcações em operação, ou seja, com inscrições válidas,
excluindo-se as inscrições canceladas.
Fonte: SISGEMB
Responsável: DPC-2122
ATUAÇÃO: CDA
ATIVIDADE- 1ºDN 2ºDN 3ºDN 4ºDN 5ºDN 6ºDN 7ºDN 8ºDN 9ºDN
SERVIÇO/ComDN
DRAGAGEM
ESPORTE E RECREIO
LH
MONITORAMENTO
AMBIENTAL
PERFURAÇÃO
PESCA
PESQUISA CIENTÍFICA
PESQUISA SÍSMICA
PRODUÇÃO
REBOQUE E EMPURRA
SERVIÇO PÚBLICO
TRANSPORTE DE CARGA
TRANSPORTE DE
PASSAGEIRO
TOTAL COMDN
TOTAL
ATIVIDADE/ComDN 1ºDN 2ºDN 3ºDN 4ºDN 5ºDN 6ºDN 7ºDN 8ºDN 9ºDN
Inscrição de embarcação e
emissão do TIE
Inscrição de embarcação e
emissão do TIEM
Emissão do Documento
Provisório de Propriedade
TOTAL COM DN
TOTAL
- 4-W-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
SERVIÇO TOTAL
- 4-W-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
11. SERVIÇOS PRESTADOS EXCLUSIVAMENTE PELO DEPARTAMENTO DE MATERIAL ENTRE
01JAN E 31 DEZ DO ANO DE REFERÊNCIA
Critério: REQUERIMENTOS, REGISTROS E CERTIFICADOS EMITIDOS
Fonte: REGISTROS INTERNOS
Responsável: DPC-212
ATUAÇÃO: DPC
SERVIÇO TOTAL
Homologação de embalagens para o transporte marítimo de produtos perigosos
(quantidade)
Análise de documentação de embalagens recebida quanto ao conteúdo das
informações e se atende aos requisitos da NORMAM-05/DPC.
Amostragem dos protótipos de embalagens selecionados diretamente da linha de
fabricação ou estoque da unidade fabril.
Execução de testes dos protótipos de embalagens amostrados, em
laboratório/fábricas.
Auditorias de processo – Sistema de Gestão da Qualidade(SGQ) da fabricação de
embalagens nas unidades fabris.
Análise de justificativas técnicas de não conformidades, quando pertinentes e
respectiva validação.
Emissão dos Relatórios Finais de Testes.
- 4-W-7 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-W
12. SERVIÇOS DE MERGULHO E HELIDEQUE ENTRE 01JAN E 31 DEZ DO ANO DE REFERÊNCIA
Critério: REQUERIMENTOS, REGISTROS E CERTIFICADOS EMITIDOS
Fonte: REGISTROS INTERNOS E CONSULTA A CDA
Responsável: DPC-223
ATUAÇÃO: DPC e CDA
SERVIÇO TOTAL
MERGULHO EMPRESAS E ESCOLAS
Análise de processo de cadastramento
Emissão de Ficha Cadastro (FCEM) por cadastramento inicial, renovação ou
alteração de dados cadastrais; ou endosso anual
Vistoria Pré-Operação de sistemas de mergulho
Vistoria Inicial
Vistoria de Renovação
Análise de Planos e Documentos (inclui pedido de alteração de parâmetros, retirada
de exigência e autorização provisória
Elaboração de Relatório de Vistoria de Helideque
Certificação de Helideque
SERVIÇO TOTAL
- 4-W-8 - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 4-X
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
[Endereço para correspondência]
[Endereço - continuação]
[Telefone e Endereço de correio eletrônico]
Senhor(a) Procurador(a),
Respeitosamente,
(Posto)
Capitão dos Portos / Delegado/ Agente
NUP
- 4-X - NORTEC-07/DPC
Mod 13
APÊNDICE I AO ANEXO 4-X
MARINHA DO BRASIL
NOME DA OM
[Endereço para correspondência]
[Endereço - continuação]
[Telefone e Endereço de correio eletrônico]
Senhor(a),
2. Participo que o não comparecimento no prazo de oito dias úteis a contar da data
de recebimento da referida intimação implicará no encaminhamento do(s) Auto(s) de Infração à
Procuradoria da Fazenda Nacional para inscrição na Dívida Ativa da União, com fulcro no item
0315 da Norma da Autoridade Marítima para Inspeção Naval (NORMAM-07/DPC).
Respeitosamente,
(Posto)
Capitão dos Portos / Delegado/ Agente
NUP
- 4-X-I - NORTEC-07/DPC
Mod 13
ANEXO 5-A
1) Ações Preliminares
- 5-A-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-A
fim de que, quando não for conhecida ou houver dúvidas sobre a autoria do
derramamento, essas amostras sejam encaminhadas para análise pericial em laboratório.
Deverão ser empregados laboratórios dos órgãos ambientais ou aqueles capacitados
para tal fim, como o do IEAPM, das universidades federais e estaduais e laboratórios
particulares credenciados pelo INMETRO. Os recipientes com as amostras deverão ser
vedados e devidamente etiquetados, na presença do responsável pela(s)
embarcação(ões), plataforma(s) ou sua(s) instalação(ões) de apoio e de uma testemunha,
passando-se a observar o “registro da cadeia de custódia”, previsto na mencionada
NORTAM, para efeito de controle do trâmite das amostras.
2) Análise do Fato
- 5-A-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-A
3) Ações a Empreender
- 5-A-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-A
- 5-A-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-A
2) Análise do Fato
- 5-A-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-A
3) Ações a Empreender
- 5-A-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-A
2) Quanto tempo permaneceu o lixo, qualquer tipo de plástico, cabos sintéticos, redes
de pesca ou sacos plásticos em volta da embarcação, plataforma ou sua instalação
de apoio?
- 5-A-7 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-A
2) Análise do Fato
a) Fazer croqui mostrando a direção da corrente, intensidade do vento, situação da
maré, posição da embarcação, plataforma ou sua instalação de apoio, posicionando os
navios vizinhos e a posição do material poluente em relação ao conjunto, inclusive com os
dados de tempo-distância fornecidos pelo SISTRAM;
b) Verificar se ocorreu fato ou acidente da navegação, para ser instaurado o
competente Inquérito Administrativo; e
c) Confrontar depoimentos e laudos periciais.
3) Ações a Empreender
a)Lavrar Auto de Infração com o devido acompanhamento da Assessoria Jurídica da
DPC;
b) Recomendar a realização de vistoria, quando necessário, nos termos da alínea c)
Inciso I Artigo 4o da LESTA; e
c) Mensagem para as OM do SSTA.
- 5-A-8 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-B
3 - RESULTADOS PRELIMINARES
a) Causa provável: _____________________________________________________
__________________________________________________________________
b) Resultados obtidos com o acionamento do plano de emergência: ______________
- 5-B-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-B
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
c) Órgão responsável pelo Laudo Técnico Ambiental: _________________________
__________________________________________________________________
d) Órgãos que atuaram no combate ao incidente: ____________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
e) Fatos notáveis constatados na investigação preliminar: ______________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
f) Responsável pela investigação: ________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
g) Enquadramento do auto de infração: ____________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
h) Número do auto de infração: ___________________________________________
i) Aspectos conclusivos apresentados no Laudo Técnico Ambiental (quando
disponível): ________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
j) Sanção aplicada (quando disponível o Laudo Técnico Ambiental): _____________
__________________________________________________________________
___________________, em _______/_______/_______.
(Local)
______________________________________
ASSINATURA E CARIMBO DO TITULAR DA OM
- 5-B-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 3
ANEXO 5-C
1 Introdução
Em conformidade com a Regra B-2 do anexo à Convenção Internacional para Controle e
Gerenciamento da Água de Lastro e Sedimentos de Navios, deverá ser mantido um registro de
cada operação de Água de Lastro. Isto inclui descargas no mar e para instalações de captação.
3.2 Sempre que a água de lastro for circulada ou tratada para fins de Gerenciamento de Água de
Lastro:
1 data e horário da operação;
2 estimativa do volume circulado ou tratado (em metros cúbicos);
3 se realizado em conformidade com o Plano de Gerenciamento de Água de Lastro; e
4 assinatura do oficial responsável pela operação.
- 5-C-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
ANEXO 5-C
3 porto ou instalação;
4 estimativa do volume descarregado ou captado em metros cúbicos;
5 se o Plano de Gerenciamento de Água de Lastro aprovado foi implementado antes da
descarga; e
6 assinatura do oficial responsável pela operação.
- 5-C-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
ANEXO 6-A
PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA MOTOAQUÁTICA
- Verificar se os cabos de bateria (1) e (2) estão bem apertados nos bornes da bateria e
se a mangueira do respiro (3) está bem acoplada
- 6-A-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
- Verificar se a tampa e as alças do reservatório (6) estão presas e se há combustível
- 6-A-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
- Verificar se o alça de reboque (1) e o “pega-mão” estão firmes
- Verificar se o direcionador (turbina) (3) está girando livremente para ambos os lados e
se o cabo fixador (4) está bem acoplado
- Verificar se o orifício de saída de água do dreno (4) estar livre de qualquer sujeira ou
obstrução
- 6-A-3 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
- Verificar se a grade de tomada de água para o motor e turbina (1) e se o impulsor
(2) e eixo de propulsão (localizado dentro da grade de tomada de água) estão livres de
materiais que impeçam seu livre funcionamento
- 6-A-4 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
3) VERIFICAÇÃO E INSPEÇÃO DE ACESSÓRIOS E ITENS DE SEGURANÇA (20
minutos)
Verificar a existência e estado material do:
- Extintor, jogos de velas e ferramentas
- Cabo de reboque e equipamento de resgate;
- Uma ancora com cabo de 25 metros;
- Um remo retrátil; e
- “Kit” de primeiros socorros.
- 6-A-5 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
b) CIRCUITO OVAL (10 minutos)
Visa desenvolver a habilidade de aceleração gradativa, equilíbrio e controle da
motoaquática, em velocidade baixa, realizando guinadas após percorrer retas curtas.
Realizar movimentos elípticos, contornando externamente o par de boias
posicionadas, no sentido horário e anti-horário, iniciando em baixa velocidade e
aumentando gradativamente.
- 6-A-6 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
Com a motoaquática em alta velocidade, quanto mais fechada maior deverá ser a
projeção lateral do corpo do condutor para o bordo da guinada, a fim de manter a
embarcação equilibrada.
- 6-A-7 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
11) RESGATE DE BANHISTA/NÁUFRAGO (20 minutos)
Visa capacitar o aluno no recolhimento de banhista/náufrago que esteja consciente.
O instrutor, portando capacete de segurança e simulando o banhista/náufrago,
acenará na água solicitando socorro e o aluno aproximará lentamente para possibilitar,
com as suas mãos, conduzi-lo para a popa da embarcação e concluir o resgate.
- 6-A-8 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
Se ainda não estiver totalmente formada, passar pela onda buscando o lado mais
baixo para transpô-la, procurando sempre um ponto para possível fuga.
Procurar manter a motoaquática no cavado das ondas, atento para sua formação e
aos eventuais obstáculos, flutuantes ou fixos. Ao saltar uma onda, desacelerar quando
a motonáutica estiver no ar.
Quando entre duas ondas, ter o cuidado ao saltar a espuma da segunda onda,
evitando colisão com banco de areia, muito comum na área de arrebentação, e avaria
no casco.
Esperar o momento certo para transpor a onda, retornando e procurando uma área
segura caso perceba o aumento da altura, intensidade e frequência das ondas.
- 6-A-9 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
Evitar dar o través da motonáutica para a onda por ocasião de sua aproximação.
Caso a embarcação estiver nessa situação com uma onda já formada, é grande a
possibilidade do condutor ser arremessado, cair na água, se lesionar e a embarcação
emborcar.
- 6-A-10 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 6-A
- Preferencialmente, a aproximação deverá ser realizada pela popa e a
abordagem por boreste da embarcação a ser inspecionada, possibilitando que o
condutor da motoaquática permaneça com a mão no acelerador, facilitando uma
possível manobra imediata;
- Para maior segurança poderá ser passado um cabo no cunho da motoaquática
prendendo-a na embarcação inspecionada, quando poderá ser desligada para a
verificação da documentação da embarcação a ser inspecionada ; e
- Após a verificação, o condutor partirá o motor da motoaquática, soltará os
cabos e lentamente se afastará da embarcação inspecionada.
b) Abordagem em alta velocidade
Na ocorrência do condutor de uma embarcação a ser inspecionada não atender
o chamado da equipe de Inspeção Naval, poderá ser necessária uma abordagem em
alta velocidade, devendo, para isso, o condutor da motoaquática observar alguns
cuidados específicos para evitar acidentes.
Inicialmente, deverá se aproximar lentamente, aumentando gradativamente a
velocidade até atingir a ideal.
A aproximação final à embarcação a ser inspecionada poderá ser seguindo a
sua esteira ou por fora da esteira.
A aproximação seguindo a esteira só deverá ser realizada quando não houver
alternativa mais segura e se o condutor tiver o domínio da motoaquática.
Ao entrar na esteira, o condutor da motoaquática terá menor facilidade manobra,
porém alcançará velocidades, pois sofrerá menor influência de ondas e marolas.
Ao se aproximar da embarcação a ser inspecionada, o condutor sairá de sua
esteira e deverá atentar para suas possíveis guinadas, pois desconhece suas
intenções, sendo esse considerado o momento de maior habilidade do condutor pois as
ondas laterais geradas pela embarcação podem lançar o condutor da motoaquática na
água. Para evitar essa situação, o condutor guinará francamente para deixar a esteira
e, a seguir, aproximará a motoaquática da embarcação em um ângulo aproximado de
45 graus. A saída paralela à esteira deve ser evitada, pois o desequilíbrio causado pela
ação das marolas da embarcação na motoaquática poderá arremessar o seu condutor
ao mar.
Em uma distância de reconhecimento razoável, o condutor deverá sinalizar para
o condutor da embarcação a ser inspecionada para diminuir a velocidade procedendo,
posteriormente, conforme a situação de abordagem em baixa velocidade.
Na aproximação da motoaquática por fora da esteira da embarcação a ser
inspecionada abordada, o seu condutor deverá estar preparado para enfrentar a força
das ondas, marolas e impactos na água do equipamento.
- 6-A-12 - NORTEC-07/DPC
Mod 11
ANEXO 7-A
1.1 A amostra representativa do óleo combustível, que é exigida pelo parágrafo 8.1 da
Regra 18 (a “amostra MARPOL”) deverá ser utilizada para verificar o teor de enxofre do
óleo combustível fornecido a um navio.
2.3 Se o selo da amostra MARPOL não tiver sido rompido, o laboratório deverá
prosseguir com o procedimento de verificação e deverá:
1. assegurar-se de que a amostra MARPOL esteja totalmente homogeneizada;
2. retirar duas subamostras da amostra MARPOL; e
3. selar novamente a amostra MARPOL e registrar os detalhes do novo selo no
registro de testes.
2.4 As duas subamostras deverão ser testadas, uma após a outra, de acordo com o
método de teste especificado na ISO 8.754:2003 para determinar o teor de enxofre (%
m/m). Para efeitos deste procedimento de verificação, os resultados da análise teste
deverão ser denominados “A” e “B”:
1. se os resultados de “A” e de “B” estiverem dentro da margem de variação (R) do
método de teste, os resultados serão considerados válidos.
2. se os resultados de “A” e de “B” não estiverem dentro da margem de variação (R)
do método de teste, os dois resultados deverão ser rejeitados e duas novas subamostras
deverão ser retiradas e analisadas pelo laboratório. Após terem sido retiradas as novas
subamostras, a garrafa da amostra deve ser vedada novamente de acordo com o
parágrafo 2.3.3 acima.
2.5 Se os resultados de “A” e de “B” forem válidos, deve ser calculada uma média
desses dois resultados, obtendo-se assim o resultado denominado “X”:
- 7-A-1 - NORTEC-07/DPC
Mod 14
ANEXO 7-A
1. se o resultado de “X” for igual ou estiver abaixo do limite aplicável exigido pelo
anexo VI, o óleo combustível deverá ser considerado como atendendo às exigências.
2. se o resultado de “X” for maior que o limite aplicável exigido pelo anexo VI, deve
ser realizada a Etapa 2 do Procedimento de Verificação; no entanto, se o resultado de “X”
for 0,59R (onde R é o grau de variação do método de teste) maior que o limite da
especificação, o óleo combustível deverá ser considerado como não atendendo às
exigências e não será necessário realizar qualquer outro teste.
3.1 Se, de acordo com o parágrafo 2.5.2 acima, for necessário realizar a Etapa 2 do
procedimento de verificação, a autoridade competente deverá enviar a amostra MARPOL
para um segundo laboratório credenciado.
3.3 As duas subamostras deverão ser testadas, uma após a outra, de acordo com o
método de teste especificado na ISO 8.754:2003 para determinar o teor de enxofre (%
m/m). Para efeitos deste procedimento de verificação, os resultados da análise teste
deverão ser denominados “C” e “D”:
1. se os resultados de “C” e de “D” estiverem dentro da margem de variação (R) do
método de teste, os resultados serão considerados válidos.
2. se os resultados de “C” e de “D” não estiverem dentro da margem de variação
(R) do método de teste, os dois resultados deverão ser rejeitados e duas novas
subamostras deverão ser retiradas e analisadas pelo laboratório. Após terem sido
retiradas as novas subamostras, a garrafa da amostra deve ser vedada novamente de
acordo com o parágrafo 3.2.3 acima.
3.4 Se os resultados de “C” e de “D” forem válidos, e se os resultados de “A”, “B”, “C” e
“D” estiverem dentro da margem de variação (R) do método de teste, o laboratório deverá
calcular uma média desses resultados, obtendo-se assim o resultado denominado “Y”:
1. se o resultado de “Y” for igual ou estiver abaixo do limite aplicável exigido pelo
anexo VI, o óleo combustível deverá ser considerado como atendendo às exigências;
2. se o resultado de “Y” for maior que o limite aplicável exigido no anexo VI, então o
óleo combustível deixa de atender aos padrões exigidos pelo anexo VI.
3.5 Se os resultados de “A”, “B”, “C” e “D” não estiverem dentro da margem de variação
(R) do método de teste, a Administração pode descartar todos os resultados dos testes e,
a seu critério, repetir todo o processo de teste.
- 7-A-2 - NORTEC-07/DPC
Mod 14