Atena Editora
POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA:
ENSINO APRENDIZAGEM PORTUGUÊS E
MATEMÁTICA
__________________________________________
Atena Editora
2018
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 1
2018 by Atena Editora
Copyright da Atena Editora
Editora Chefe: Profª Drª Antonella Carvalho de Oliveira
Edição de Arte e Capa: Geraldo Alves
Revisão: Os autores
Conselho Editorial
Prof. Dr. Alan Mario Zuffo – Pesquisador da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Prof. Dr. Álvaro Augusto de Borba Barreto – Universidade Federal de Pelotas
Prof. Dr. Antonio Carlos Frasson – Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Prof. Dr. Antonio Isidro-Filho – Universidade de Brasília
Prof. Dr. Carlos Javier Mosquera Suárez – Universidad Distrital de Bogotá-Colombia
Prof. Dr. Constantino Ribeiro de Oliveira Junior – Universidade Estadual de Ponta Grossa
Profª Drª Cristina Gaio – Universidade de Lisboa
Profª Drª Daiane Garabeli Trojan – Universidade Norte do Paraná
Profª Drª Deusilene Souza Vieira Dall’Acqua – Universidade Federal de Rondônia
Prof. Dr. Fábio Steiner – Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Prof. Dr. Gilmei Fleck – Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Profª Drª Ivone Goulart Lopes – Istituto Internazionele delle Figlie de Maria Ausiliatrice
Prof. Dr. Julio Candido de Meirelles Junior – Universidade Federal Fluminense
Profª Drª Lina Maria Gonçalves – Universidade Federal do Tocantins
Profª. Drª. Natiéli Piovesan – Instituto Federal do Rio Grande do Norte
Profª Drª Paola Andressa Scortegagna – Universidade Estadual de Ponta Grossa
Profª Drª Raissa Rachel Salustriano da Silva Matos – Universidade Federal do Maranhão
Prof. Dr. Ronilson Freitas de Souza – Universidade do Estado do Pará
Prof. Dr. Takeshy Tachizawa – Faculdade de Campo Limpo Paulista
Prof. Dr. Urandi João Rodrigues Junior – Universidade Federal do Oeste do Pará
Prof. Dr. Valdemar Antonio Paffaro Junior – Universidade Federal de Alfenas
Profª Drª Vanessa Bordin Viera – Universidade Federal de Campina Grande
Prof. Dr. Willian Douglas Guilherme – Universidade Federal do Tocantins
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(eDOC BRASIL, Belo Horizonte/MG)
P769 Políticas públicas na educação brasileira: ensino aprendizagem
português e matemática / Organização Atena Editora. – Ponta
Grossa (PR): Atena Editora, 2018.
314 p. – (Políticas Públicas na Educação Brasileira; v. 13)
Formato: PDF
Requisitos de sistema: Adobe Acrobat Reader
Modo de acesso: World Wide Web
Inclui bibliografia
ISBN 978-85-93243-87-5
DOI 10.22533/at.ed.875182604
1. Educação e Estado – Brasil. 2. Educação – Aspectos sociais.
3. Matemática – Estudo e ensino. 4. Português – Estudo e ensino.
I.Série.
CDD 379.81
Elaborado por Maurício Amormino Júnior – CRB6/2422
O conteúdo do livro e seus dados em sua forma, correção e confiabilidade são de
responsabilidade exclusiva dos autores.
2018
Permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos
autores, mas sem a possibilidade de alterá-la de nenhuma forma ou utilizá-la para fins
comerciais.
www.atenaeditora.com.br
E-mail: [email protected]
SUMÁRIO
CAPÍTULO I
A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO METODOLOGIA DE ENSINO EM BAÍA
FORMOSA/RN
Luiz Carlos Moreno e Graciana Ferreira Dias ................................................................ 6
CAPÍTULO II
A SEQUÊNCIA FEDATHI NA RESOLUÇÃO DE SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES
Francisca Cláudia Fernandes Fontenele e Hermínio Borges Neto ............................ 18
CAPÍTULO III
APRENDENDO MATEMÁTICA ATRAVÉS DE UM SUPERMERCADO EM SALA DE AULA
Joseane dos Santos Silva, Ádilla Naelly Faustino Andrade, Allana Flayane França de
Lima e Maria das Vitórias Gomes da Silva .................................................................. 27
CAPÍTULO IV
A GEOMETRIA DO ORIGAMI 3D: UMA ATIVIDADE LÚDICA ATRAVÉS DO ENSINO DA
ARTE DE DOBRADURAS
Rosemary Gomes Fernandes, Maria da Conceição Vieira Fernandes, Anna Karollyna
Lima Araújo, Carlos Rhamon Batista Morais, Camila Rochana de Aguiar Barbosa e
Higor de Sousa Oliveira ................................................................................................. 33
CAPÍTULO V
CONTEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DA MATEMÁTICA
Vitória da Silva Farias, Beatriz Bezerra de Souza e Maria Yasmim Brayner de Souza
........................................................................................................................................ 41
CAPÍTULO VI
CONTRIBUIÇÕES DO SOFTWARE GEOGEBRA NO ESTUDO DE QUÁDRICAS: UMA
EXPERIÊNCIA COM OS ALUNOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
Danielle Apolinário da Silva e Claudilene Gomes da Costa........................................ 47
CAPÍTULO VII
CORRIDA DOS ARCOS: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DE
TRIGONOMETRIA NO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA
Flávia Aparecida Bezerra da Silva, Francisco Guimarães de Assis, Joselito Elias de
Araújo e Aníbal de Menezes Maciel ............................................................................. 57
CAPÍTULO VIII
EDUCAÇÃO FINANCEIRA: ANÁLISE DE UMA SITUAÇÃO-PROBLEMA APLICADA A
ALUNOS DO 3° ANO DO ENSINO MÉDIO
Maria Manuela Figuerêdo Silva, Jailson Cavalcante de Araújo e Jonas Figuerêdo Silva
........................................................................................................................................ 67
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 2
CAPÍTULO IX
ENSINO DE DIVISÃO E PORCENTAGEM - UMA INTERVENÇÃO DA EQUIPE DO PIBID
Maria da Conceição Vieira Fernandes, Michelly Cássia de Azevedo Marques, Suênia
dos Santos Nascimento Alves, Italo Luan Lopes Nunes, Franklyn Oliveira Nóbrega,
Sintia Daniely Alves de Melo e Tatiane Alice Santos Medeiros .................................. 80
CAPÍTULO X
INVESTIGAÇÃO DA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO-CONHECIMENTO MATEMÁTICO EM
SALA DE AULA
Antonio Fabio do Nascimento Torres, Almir Lando Gomes da Silva, José Jerffesson
Cazé de Andrade, Ellis Regina Ferreira dos Santos e Francisco Jucivânio Félix de
Sousa .............................................................................................................................. 93
CAPÍTULO XI
O USO DO FACEBOOK PARA O ENSINO DA TEORIA DOS CONJUNTOS
Daniel Carlos Fernandes de Queiroz e Elidier Alves da Silva Junior ....................... 106
CAPÍTULO XII
OS LIVROS LITERÁRIOS COMO RECURSO AVALIATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA
EM TURMAS DO 80 E DO 90 ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Karine Maria da Cruz e Lucília Batista Dantas Pereira............................................ 118
CAPÍTULO XIII
PROIFPE: UM AUXÍLIO PARA O APRENDIZADO DE MATEMÁTICA AOS ESTUDANTES DE
ENSINO MÉDIO DO IFPE
José Genival dos Santos, Luiz Henrique do Nascimento, Eudes Martins de Oliveira
Filho e Tetsuo Usui ..................................................................................................... 131
CAPÍTULO XIV
SEQUÊNCIA DIDÁTICA: TRABALHANDO COM FORMAS GEOMÉTRICAS, DESENHOS E
CORES
Elisângela Justino e Mariângela Gomes de Assis .................................................... 139
CAPÍTULO XV
UTILIZANDO O ÁBACO COMO UM RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DA ADIÇÃO E
SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS
Elisiane Santana de Lima, José Edielson da Silva Neves e Wanderson Magno Paiva
Barbosa de Lima ......................................................................................................... 147
CAPÍTULO XVI
“A MULHER QUE MATOU OS PEIXES” DE CLARICE LISPECTOR E A FORMAÇÃO DO
LEITOR: UM ENTRELAÇAMENTO ENTRE PODER, SABER E PRAZER
Maria da Luz Duarte Leite Silva, Albert Ítalo Leite Ferreira e Francisco Igor Leite
Soares ......................................................................................................................... 158
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 3
CAPÍTULO XVII
A PESQUISA NO ENSINO MÉDIO: A LÍNGUA PORTUGUESA RECONSTRUINDO SABERES
Márcia Pereira da Silva Franca e Roberta Maria Arrais Benício ............................. 170
CAPÍTULO XVIII
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: REFLETINDO CONCEITOS
Gilvania Lima de Souza Miranda e Maria Estela Costa Holanda Campelo ............ 181
CAPÍTULO XIX
AS INTERAÇÕES NAS AULAS DE LÍNGUA MATERNA E AS SITUAÇÕES DE
APRENDIZAGEM
Maria Aparecida Calado de Oliveira Dantas..............................................................204
CAPÍTULO XX
ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: A MULTIMODALIDADE PARA UMA TURMA DO 9º
ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
Anna Raissa Brito Rodrigues e Monaliza Mikaela Carneiro Silva Tomaz ............... 207
CAPÍTULO XXI
ENSINO DE LITERATURA NO ENSINO MÉDIO: POSSIBILIDADES DE UMA PERSPECTIVA
INTERDISCIPLINAR
Hilma Liana Soares Garcia da Silva, Maria Juliana de Macêdo Silva e Verônica Maria
de Araújo Pontes......................................................................................................... 222
CAPÍTULO XXII
LITERACI@S EM REDE: PARA ALÉM DAS PRÁTICAS LITERÁCITAS OBRIGATÓRIAS EM
ESPAÇOS HÍBRIDOS
Marilucia Maria da Silva.............................................................................................234
CAPÍTULO XXIII
LITERATURA NO ENSINO FUNDAMENTAL: PRÁTICAS METODOLÓGICAS NO
CONTEXTO DA SALA DE AULA
Joaes Cabral de Lima, Jhennefer Alves Macêdo e Daniela Maria Segabinazi........247
CAPÍTULO XIV
O LIVRO DIDÁTICO E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA
PORTUGUESA
Déborah dos Santos, Katiane Silva Santos, Alex Martins do Nascimento e Luciene
dos Santos Andrade ................................................................................................... 260
CAPÍTULO XXV
O USO DAS FÁBULAS NO DESENVOLVIMENTO DE APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS
Fernanda Caroline Pereira Silva, Isabelle Oliveira Montenegro, Luanna Raquel Gomes
Macedo, Nathalia Rodrigues Araújo e Maria do Socorro Moura Montenegro ....... 271
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 4
CAPÍTULO XXVI
SELFIE, UM OLHAR SOBRE MIM: OS MULTILETRAMENTOS NA SALA DE AULA
Marcos Antonio de Oliveira e Hilma Liana Soares Garcia da Silva ......................... 279
CAPÍTULO XXVII
TECNOLOGIAS DIGITAIS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E O ENSINO DE LÍNGUA
PORTUGUESA: O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM SOB A PERSPECTIVA DO
DISCENTE
Deyse Mara Romualdo Soares, Gabriela Teles, Thayana Brunna Queiroz Lima Sena,
Luciana de Lima e Robson Carlos Loureiro .............................................................. 288
Sobre os autores..........................................................................................................301
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 5
CAPÍTULO XX
ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: A
MULTIMODALIDADE PARA UMA TURMA DO 9º ANO DO
ENSINO FUNDAMENTAL
________________________
Anna Raissa Brito Rodrigues
Monaliza Mikaela Carneiro Silva Tomaz
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 207
ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: A MULTIMODALIDADE PARA UMA TURMA DO 9º
ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
Anna Raissa Brito Rodrigues
Universidade Federal de Campina Grande
Campina Grande – Paraíba
Monaliza Mikaela Carneiro Silva Tomaz.
Universidade Federal de Campina Grande
Campina Grande – Paraíba
RESUMO: Na atualidade o trabalho com textos multimodais em aulas de língua
portuguesa vem assumindo um lugar de destaque, pois possibilitam uma maior
interação entre os ambientes socioculturais e o ambiente escolar. Nesta direção,
este artigo tem como objetivo geral “Analisar a utilização de textos multimodais no
ensino de Língua Materna, em uma turma do nono ano da educação básica”. E como
objetivos específicos: (I) Identificar a utilização de textos multimodais em atividades
de ensino de língua materna, em uma turma do nono ano; (II) Verificar como os textos
multimodais foram inseridos nas atividades didáticas em favor do ensino de língua
portuguesa; (III) Descrever como as atividades com textos multimodais podem
contribuir para o ensino de língua materna. O corpus é composto por dois planos de
aulas e atividades aplicadas em uma turma do 9º ano do ensino fundamental de
uma escola da cidade de Campina Grande. Tal pesquisa está fundamentada nas
teorias sobre ensino de língua materna, letramento e multimodalidade de Kleiman
(2005), Moraes (2007), Souza (2007), Moran, Masetto e Behrens (2013) e Barton e
Lee (2015). Para tanto, as reflexões oriundas dos dados observados sinalizaram a
necessidade de multiletramento por parte de professores e alunos na educação
básica, tendo em vista que esse é essencial para o trabalho com a multimodalidade
em gêneros diversos.
PALAVRAS-CHAVE: Ensino de língua portuguesa, Multimodalidade, Memes, Ensino
Fundamental.
INTRODUÇÃO
A escola abre-se cada vez mais para o mundo, para o social, para as mídias e
para a tecnologia. Os avanços dessa abertura são notórios, percebemos uma maior
integração das aulas com os espaços interessantes do cotidiano, com o mundo das
artes, da música, do teatro, da poesia, do cinema e das mídias digitais. Um dos
resultados dessa abertura são os textos que adquirem cada vez mais novas
configurações, que transcendem as palavras, as frases e, acima de tudo, a
modalidade escrita da linguagem. O que nos permite dizer que os textos, nessa
perspectiva, não são mais considerados estáveis e fixos, os leitores e escritores
passam a manuseá-los de maneira diversa, a leitura não é mais uma leitura linear
(BARTON e LEE, 2015).
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 208
Nesta perspectiva, este artigo tem como objetivo geral “Analisar a utilização
de textos multimodais no ensino de Língua Materna, em uma turma do nono ano da
educação básica”. Com a finalidade de alcançar tal objetivo elencamos três outros
objetivos específicos: (I) Identificar a utilização de textos multimodais em atividades
de ensino de língua materna, em uma turma do nono ano; (II) Verificar como os textos
multimodais foram inseridos nas atividades didáticas em favor do ensino de língua
portuguesa; (III) Descrever como as atividades com textos multimodais podem
contribuir para o ensino de língua materna.
Os planos de aulas e atividades que constituem o corpus desse artigo foram
elaborados(as) por alunos de graduação que, durante a participação no curso de
extensão Utilização de material didático digital em projetos de ensino, promoveram
intervenções em turmas de educação básica de uma escola estadual da cidade de
Campina Grande - PB. O curso faz parte do projeto Novas Configurações de Ensino
de leitura e escrita em atividades de linguagem(ns), vinculado ao grupo de pesquisa
Teorias da Linguagem e Ensino da Pós-Graduação em Linguagem e Ensino - UFCG.
Esse artigo busca interpretar os dados, e identificar a utilização de textos
multimodais em favor do ensino de língua materna, em uma turma do nono ano.
Justificamos sua relevância a partir da necessidade de analisarmos o processo de
ensino de textos multimodais no ambiente escolar, em especial em aulas de língua
portuguesa no Ensino Fundamental, e de refletirmos sobre como aplicar, em sala de
aula, práticas multimodais que os alunos realizam, com frequência e grande
entusiasmo fora de sala de aula. O mesmo está organizado em três seções, além
dessa introdução: 1) Novos letramentos e multimodalidade: o trabalho com o texto
na educação básica; 2) Pressupostos metodológicos; 3) Textos multimodais em
atividades de ensino. Encerramos com algumas considerações.
1. NOVOS LETRAMENTOS E MULTIMODALIDADE: O TRABALHO COM O TEXTO NA
EDUCAÇÃO BÁSICA
Ensinar é participar de um processo, que é previsível e imprevisível (MORAN,
MASETTO e BEHRENS, 2013), ou seja, que depende da interação ocorrida entre
aluno, professor e conhecimentos (adquiridos ou a serem adquiridos). Ao levar em
consideração a apropriação de conhecimentos por parte do aluno, o professor
precisa basear o ensino em situações concretas, funcionais, sociais e históricas da
comunidade as quais este aluno participe. O professor precisa incorporar
informações, reflexões e teorias, por meio de estudos de casos, vídeos, jogos,
pesquisas e práticas que possibilitem aos alunos uma maior interação individual
e/ou coletiva com o “mundo do conhecer”.
Na escola o letramento tem como objetivo promover aos alunos o
envolvimento com práticas sociais de (uso da) escrita, tais como receber um e-mail,
fazer comentários escritos, escrever comandos pertinentes a uma atividade, entre
outas. Na tentativa de unir as práticas escritas sociais e escolares, percebemos que
o letramento abrange o desenvolvimento histórico da escrita, abrindo espaço para
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 209
as novas formas de escritas mediadas pela tecnologia e pela internet. O ambiente
escolar, por meio do letramento, abre as portas para novos tipos de textos bastante
comuns na mídia, como os textos multissemióticos ou multimodais, que combinam
diferentes modos de representação (imagem, música, cores, língua escrita, língua
falada) que devem ser levados em conta na sua interpretação (KLEIMAN, 2005).
Os textos multimodais passam a fazer parte da rotina escolar. De acordo com
Moraes (2007), hoje, a composição textual está cada vez mais calcada na mescla de
escrita e imagem, elementos que fazem parte de uma relação quase indissociável.
Essa junção advém da difusão tecnológica, que tem deflagrado, nos últimos anos,
uma intensa adesão ao plano visual. O texto assume, hoje, a condição de multimodal,
o que tem facultado a promoção de novas formas e maneiras de ler. Ao professor
cabe à função de promover o ensino-aprendizagem por meio da interpretação e
avaliação das mensagens visuais, ou seja, textos que não estão materializados
apenas em palavras, mas em outras semioses. Nesta direção, podemos afirmar que
vivemos em um mundo social textualmente mediado, utilizando espaços de escrita
diversos (BARTON e LEE, 2015).
As novas mídias desempenham um papel central nas práticas textuais e
processos de construção de sentido dos estudantes, os textos mediam a maioria das
práticas digitais. Para alcançar um letramento digital, o aluno precisa adquirir
competências básicas, tais como avaliar e julgar o conteúdo encontrado na rede;
conseguir ler de modo hipertextual; construir conhecimento através da associação
de informações encontradas em diversas fontes de pesquisa; e, por último, o usuário
deve desenvolver competências para buscar informações na internet (GILSTER,
1997 apud SOUZA, 2007).
2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
O artigo em questão situa-se no campo da Linguística Aplicada, pois tem como
objeto de investigação a linguagem como prática social (MENEZES et. al, 2011) no
contexto de ensino de língua materna. Caracteriza-se como sendo documental, por
lançar mão de “materiais que não receberam tratamento analítico” (SÁ-SILVA, 2009,
p. 6).
Os dados deste trabalho advêm de planos de aulas e atividades elaborados
por alunos de graduação que durante o período 2016.2 participaram do curso de
extensão Utilização de materiais didático digital em projetos de ensino. Tais planos
foram elaborados no segundo momento do curso, no qual os cursistas foram
orientados a planejarem e executarem aulas de Língua Portuguesa com foco no uso
de suportes tecnológicos e mídias digitais. Tal momento ocorreu à distância. Só
tivemos acesso aos planos de aulas e resultados da aplicação em sala no terceiro
momento do curso, que foi a socialização das intervenções por meio de seminários
e relatos (orais e escritos), como também entrega dos planos de aulas. As atividades,
aqui descritas, fizeram parte de um relatório organizado pelos ministrantes das aulas
e entregue a coordenação do curso de extensão ao final do terceiro momento.
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 210
Para este artigo utilizamos dois desses planos, o primeiro foi planificado para
duas aulas com 50 minutos cada, em uma turma do nono ano, turno manhã, com
capacidade para 34 alunos. O primeiro plano de aula teve como tema “Memes com
temáticas românticas” e como objetivo geral “ampliar o ensino de leitura, fazendo
com que os alunos percebessem que a construção de sentido do texto não ocorre
apenas por meio de aspectos linguísticos, mas sim, na relação entre aspectos
verbais, não verbais e contexto”. O segundo plano aula foi planificado para a mesma
turma e continha duas aulas de 50 min cada, totalizando 100min de aula. A temática
foi “Relacionamentos amorosos abordados em crônicas e memes”, e teve como
objetivo “Desenvolver a produção textual por meio dos memes e da operação de
síntese”.
No que diz respeito ao artigo em questão os planos e atividades serviram de
base para analisarmos a utilização de textos multimodais no ensino de Língua
materna, em propostas de ensino, como também, nos permite verificar como ocorreu
o planejamento e a execução das atividades envolvendo a multimodalidade.
3. TEXTOS MULTIMODAIS EM ATIVIDADES DE ENSINO
Essa seção se destina à descrição e à análise dos dados. Divide-se em duas
subseções: “Primeiro plano de aulas: Memes com temáticas românticas”; e
“Segundo plano de aulas: Relacionamentos amorosos em crônicas e memes”.
3.1. PRIMEIRO PLANO DE AULAS: MEMES COM TEMÁTICAS ROMÂNTICAS
O primeiro encontro teve início com um exercício de sondagem, feito
oralmente pelos ministrantes, sobre os memes, algumas perguntas foram: A) Vocês
conhecem os memes? B) Em que meio/ ambiente vocês têm contato com eles? C)
Eles assumem alguma função na vida social de vocês? Quais?. Os alunos
responderam que conheciam os memes, afirmaram que viam e utilizavam na
internet e que tinha humor nesse tipo de texto. Posteriormente, foi dada uma
definição básica do que seriam os memes: “Um termo bastante conhecido e utilizado
no ‘mundo da internet’, refere-se ao fenômeno de ‘viralização’ de uma informação,
ou seja, qualquer vídeo, imagem, frase, ideia, música e etc, que se espalha entre
vários usuários rapidamente, alcançando muita popularidade.”. Em seguida os
cursistas apresentaram o seguinte meme, retirado da página, vinculada ao facebook,
"Bode Gaiato":
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 211
Figura 4: disponível em: < https://www.facebook.com/BodeGaiato/?fref=ts > Acessado em: 18 de
outubro de 2016.
O texto (figura 01) foi analisado oralmente pelos cursistas, a fim de ressaltar
aspectos linguísticos, não verbais, intertextualidade e contextos sociais,
fundamentais para a construção do sentido do texto multimodal. Após tais reflexões,
promovidas pelos ministrantes, os alunos da turma foram divididos em 8 (oito)
grupos, para realizarem a atividade a seguir:
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 212
Figura 5: Atividade sobre memes elaborada pelos cursistas.
A atividade ocorreu de modo orientado, os alunos tinham a flexibilidade de
consultar os cursistas (ministrantes das aulas) sempre que necessário. Na subseção
posterior analisamos alguns resultados desta atividade.
3.1.1. LEITURA E ANÁLISE DE TEXTOS MULTIMODAIS
Nesta seção apresentamos as respostas de três grupos de alunos,
considerando que estas são as que mais se aproximaram do solicitado no enunciado.
As respostas foram transcritas de modo fiel as atividades dos alunos. É valido
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 213
considerar que muitos grupos apenas fizeram uma interpretação das imagens, não
levando em consideração os aspectos linguísticos e não verbais, a intertextualidade
e o contexto social dos memes, escolhidos para a análise. Os grupos serão
denominados Grupo A, B e C, visando garantir o anonimato dos alunos participantes
da pesquisa.
Resposta do grupo A:
O meme escolhido para analisar foi o primeiro que se trata sobre família,
Considerando o aspecto linguístico formal porém falada de uma forma
descontraída pelo fato de ser uma conversa com familiares. A cena
retratada bem comum, que é o fato de uma tira perguntada para o seu
sobrinho sobre as “namoradinhas”. O Humor da tira deve-se ao fato de
que o sobrinho responde sua tia de uma forma inesperada.
Há características verbais e não verbais, a imagem condiz com a fala dos
personagens e também com a descrição inicial que há no topo do meme.
A intertextualidade revela-se ao final onde há uma referência á uma novela
bastante famosa que ao final dos seus capítulos congelados na imagem.
O contexto social é o fato de que tia e sobrinho estão em um almoço em
família que na realidade, é onde os personagens normalmente se
encontram.
Resposta do grupo B:
O aspecto linguístico da Região Nordeste
De acordo com a discussão do grupo a forma linguística dos memes não
são encarados da mesma forma entre as varias regiões do pais.
O autor do Meme é provavelmente Nordestino e decide escrever os
memes como os Nordestinos falam para causar humor.
Os aspectos não verbais são devido ao tema da página e claramente
relacionados ao espaço nordestino
O contexto social é baseado no que muda quando duas pessoas namoram
e depois que se casam.
O Autor também usa um animal que é bem conhecido no Nordeste ao
invés de qualquer outro animal ou uma pessoa.
Resposta do grupo C:
No primeiro meme, começamos pelo aspecto linguístico, dizendo que eles
estão relacionados especificadamente ao texto apresentado na imagem,
também está relacionado a cultura, em que pessoas de outros estados,
saberão facilmente reconhecer e não ficaram perdidos quando leem o
meme, também se relacionam nos aspectos familiares, onde as pessoas
se reúnem, para almoçar juntos.
Em questão de variedade linguística, podemos citar que mesmo tendo a
informalidade, como por exemplo na palavra “arrumou”, podemos
compreender de forma clara, sentido que ela quer passar para nós
leitores.
No intertextualidade, podemos apresentar a influência dá novela Avenida
Brasil, sobre o meme apresentado e o efeito que ela causa ao leitor,
trazendo humor e interesse para cada vez mais, o leitor possa continuar
se interessando por esse gênero.
Para finalizar, em questão social, temos como exemplo, o fato de o
sobrinho, relacionar a tia, com o SPC, pelo fato de sempre quando alguém
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 214
está devendo bastante, seu nome vai para o SPC. E, a questão financeira,
demostrando sua forma de agir com determinados assuntos, e sua forma
de se vestir pode ser considerada simples e não adequada para os
padrões da sociedade.
Segundo o enunciado os alunos teriam que fazer a leitura dos memes e
posteriormente analisa-los, no entanto, essa análise não deveria ser apenas
superficial, exigia alguns critérios preestabelecidos pelos cursistas e expressos no
enunciado (figura 2). Alguns desses critérios a serem levados em consideração na
análise são os aspectos linguísticos, não verbais, a intertextualidade e o contexto
social.
Percebemos claramente que os alunos não compreenderam o que são
aspectos linguísticos. Em relação ao Grupo A, eles se contradizem quando afirmam
“Considerando o aspecto linguístico formal porém falada de uma forma
descontraída pelo fato de ser uma conversa com familiares”, uma vez que alegam
que o texto tem uma linguagem formal e logo em seguida dizem que é uma
linguagem falada e descontraída. O grupo B associa aspectos linguísticos apenas à
variedade linguística da Região Nordeste, uma vez que afirma que “O aspecto
linguístico da Região Nordeste”, e posteriormente faz alguns comentários sobre o
preconceito linguístico contra o Nordestino e sobre a origem do autor dos Memes. O
grupo C relaciona os aspectos linguísticos a variedade linguística regional e cultural,
como também a níveis de informalidade e clareza das expressões.
O grupo A demonstra domínio do verbal e do não verbal, uma vez que afirma
que “Há características verbais e não verbais”, e afirma a relação entre imagem e
“fala” no gênero em questão. O grupo B não deixa clara a predominância do verbal
no texto, comenta apenas os aspectos não verbais que estão relacionados ao
homem nordestino. Já o grupo C não comenta sobre os aspectos verbais e não
verbais do texto. No que se refere à intertextualidade, os grupos A e C reconheceram
haver intertextualidade nos textos analisados e associaram a intertextualidade a
uma novela nacional, transmitida por um canal aberto, na qual ao final de cada
capítulo a imagem de um determinado personagem era congelada na tela e focos de
luzes apareciam por trás do personagem. O grupo C afirma que os memes são
influenciados por tal novela e que isso causa o efeito de humor para o gênero. O
grupo B não ressaltou a intertextualidade.
Por fim, quanto ao contexto social, ambos os grupos reconhecem que os
memes estão relacionados a temáticas familiares, alguns de forma direta e outros
de forma indireta relacionando a parentes ou ao casamento. O grupo A evidencia “o
fato de que tia e sobrinho estão em um almoço em família”, já o grupo B afirma que
“O contexto social é baseado no que muda quando duas pessoas namoram e depois
que se casam” e por fim o grupo C, que além de relacionar ao contexto familiar,
evidencia o fato da tia está devendo e seu nome ter parado no SPC, como também
a baixa questão financeira, que segundo interpretação do grupo é evidenciada pelo
modo de vestir-se da tia do “Bode Gaiato”, considerando-o simples e não adequado
ao contexto.
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 215
Como demonstrado, os alunos não conseguiram concluir a atividade com
exatidão, o que provocou nos cursistas a necessidade de voltarem em outro
momento, a fim de melhor contextualizarem o gênero em questão. Pois apesar dos
alunos terem conhecimento do gênero meme que viraliza na internet, eles não o
compreendem como um gênero escolar e têm dificuldades de reconhecimento de
aspectos formais, sintáticos, lexicais, semânticos, linguísticos e textuais do gênero
em questão.
3.2. SEGUNDO PLANO DE AULAS: RELACIONAMENTOS AMOROSOS EM CRÔNICAS
E MEMES
A segunda intervenção iniciou com a retomada das aulas anteriores
ministradas pelos cursistas. Essa retomada ao conteúdo memes foi realizada por
meio de perguntas orais aos alunos, que foram pouco a pouco resgatando os
conhecimentos adquiridos em aulas anteriores, mostrando interesse e domínio no
que diz respeito à temática memes. Após foram dirigidos alguns comentários
relativos à temática amorosa, destacada também nos encontros anteriores. Para
melhor interagir com a temática, foi distribuída para a turma a “Crônica engraçada”
de autoria de Luís Fernando Verissimo. Salientamos que a escolha do gênero crônica,
segundo os ministrantes das aulas, não ocorreu de forma aleatória, tendo em vista
que os mesmos perceberam alguns traços em comum entre os memes e a crônica
escolhida, alguns desses traços foram a temática, a quebra de expectativa, o humor,
o contexto social, entre outros. Após a leitura do gênero crônica, alunos e cursistas
comentaram destacando alguns aspectos linguísticos, semióticos e efeito de
sentido, como também o contexto social. Tais comentários foram associados aos
conhecimentos adquiridos sobre memes em encontros anteriores.
Ao termino das discussões, os alunos foram orientados a retomarem os
grupos das aulas anteriores e a partir daí foram guiados a produzirem, manualmente,
memes que fizessem uma intertextualidade com a Crônica Engraçada de Verissimo.
As orientações para a produção foram as seguintes:
Figura 6: Enunciado da atividade elaborada pelos cursistas sobre a produção de memes.
A produção dos memes foi orientada pelos cursistas. Após o termino da
atividade, os alunos que desejaram apresentaram suas produções a turma, de modo
a expor o trabalho do grupo, explicando e contextualizando os aspectos estudados
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 216
em sala. Para finalizar a aula, os cursistas explicaram o processo de síntese, algumas
características do gênero meme, os efeitos de sentido gerados por ele, as variedades
linguísticas predominantes e a concordância verbal. Na subseção posterior
analisamos três dessas produções realizadas pelos alunos.
3.2.1. ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS MULTIMODAIS
Nesta subseção apresentaremos as produções de três grupos. Assim como
na subseção anterior, também iremos considerar aqueles textos que mais se
aproximaram da proposta de produção. No entanto, é valido considerar que muitos
grupos não produziram memes, mas histórias em quadrinhos, tirinhas ou apenas
imagens isoladas, fugindo das características do gênero memes. Os grupos de
alunos serão denominados Grupo A, Grupo B e Grupo C. Os grupos foram
denominados de A, B e C, assim como na atividade anterior, mas não corresponde
necessariamente aos mesmos grupos. A organização em A, B e C foi apenas para
garantir o anonimato e melhor organizar do artigo.
Grupo A:
Figura 7: Imagem produzida por um grupo de alunos do nono ano de uma escola estadual de C.
Grande- PB.
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 217
Grupo B:
Figura 8: Imagem produzida por um grupo de alunos do nono ano de uma escola estadual de C.
Grande – PB.
Grupo C:
Figura 9: Imagem produzida por um grupo de alunos do nono ano de uma escola estadual de C.
Grande-PB.
Para executarem essa atividade, os alunos teriam que retextualizar a crônica
de Luís Fernando Veríssimo. Para que a retextualização ocorresse seria necessários
a compreensão do texto original, que posteriormente seria reprojetado, em um novo
gênero; a observância dos recursos linguísticos, uma vez que a crônica em questão
assume uma variedade linguística diferente da empregada no gênero meme; e a
transformação de um texto predominantemente verbal em um texto não verbal (o
que não indica que o verbal não aparece nos memes).
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 218
Ao analisarmos o material produzido pelos alunos, percebemos que o
processo de interpretação da atividade e a associação dos temas ocorreram de
maneiras distintas, pois alguns grupos não produziram memes, mas sim outros
gêneros que utilizam imagens, tais como HQ, tirinhas ou imagens isoladas. Outros
grupos produziram apenas memes, mas os mesmos não faziam relação com a
crônica, como solicitado no enunciado (Figura 03).
Escolhemos para análise três exemplos de produções do alunos (figuras 4,5
e 6), nos quais percebemos uma maior proximidade com a estrutura dos memes,
dois ou três quadrinhos que sequeciam fatos de maneira sintética, representando
acontecimentos corriqueiros do dia a dia familiar (no caso dos memes
exemplificados em sala), provocando humor, ao associarem imagens e fala, ou seja,
linguagem verbal e não verbal. O contexto social dos quadrinhos também acaba
sendo o mesmo da crônica, uma vez que ambos falam sobre relacionamentos entre
casais, provocando a intertextualidade entre a crônica e os memes produzidos.
Os grupos A, B e C fizeram retextualizações da “Crônica Engraçada” de
Verissimo, eles produziram um novo texto a partir de um texto-base, mudando,
assim, o propósito da produção e o meio de circulação. Os alunos redirecionaram e
resignificaram os aspectos linguísticos, o contexto social e discursivo do texto-base,
a fim de promover uma maior interação entre os textos e criar um novo gênero a
partir do gênero crônica.
Percebemos que apesar dos alunos terem conhecimento do gênero meme,
que viraliza na internet, não o conhecem como um gênero escolarizado, o que os
distanciam do trabalho com a multimodalidade no ambiente escolar. Outro fator
importantante é os alunos não participarem com tanta frequência de atividades de
retextualização. Tal conclusão é perceptivel quando os cursistas relatam que os
alunos não produzem “atividades como aquelas” em sala e o tempo todo os
chamaram para a retirada de dúvidas e melhor esclarecimento da atividade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Neste artigo foi possível perceber que o texto multimodal pode favorecer o
ensino de língua materna, principalmente nos anos finais do ensino fundamental. No
que diz respeito aos planos de aulas aqui analisados podemos destacar que a
escolha pela temática foi favorável, uma vez que os alunos eram adolescentes, que
estavam na fase em que o namoro, romantismo e a paixão estão em alta. Outro fator
é que, por meio dos textos multimodais, foi possível trabalhar a leitura, a escrita e a
análise linguística, atingindo, assim, os três eixos de ensino predeterminados no
processo de ensino-aprendizagem. O trabalho foi além, possibilitando a leitura de
mais de um gênero, um multimodal (os memes) e outo apenas na modalidade escrita
(a crônica) e fazer a retextualização do texto que não é multimodal, para um texto
multimodal.
Neste sentido, é perceptível que as atividades com textos multimodais podem
contribuir para o ensino de língua materna. Por meio delas é possível trabalhar os
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 219
aspectos linguísticos e não verbais, a intertextualidade e o contexto social dos
gêneros multimodais, como também a leitura, a escrita e a retextualização desses
gêneros. Mas é necessário o professor saber como organizar suas aulas, de modo a
favorecer ao aluno um pensamento crítico sobre aquele gênero trabalhado, a fim de
entender o porquê e o para quê daquelas atividades, e favorecer um ensino-
aprendizagem crítico para alunos e professores.
REFERÊNCIAS
BARTON, D.; LEE, C. Atuar num mundo social textualmente mediado. In: ________.
Linguagem online: textos e práticas digitais. São Paulo: Parábola, 2015 [2013], p.
39-62.
KLEIMAN, A.B. Preciso “ensinar” o letramento? Não basta ensinar a ler e a escrever?
CEFIEL/ IEL/ UNICAMP, 2005.
MENEZES, V. et al. Sessenta anos de Linguística Aplicada: de onde viemos e para
onde vamos. In.: FREIRE, M et al. Linguística Aplicada: um caminho com diferentes
acessos. Campinas, São Paulo: Pontes, 2011.
MORAES, M. C. Educação a distância: fundamentos e práticas. Campinas, SP:
Unicamp/ Nied, 2007.
MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação
pedagógica. Campinas: Papirus, 2013.
SÁ-SILVA, J. R.; ALMEIDA, C. D.; GUINDANI, J. F. Pesquisa documental: pistas teóricas
e metodológicas. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, n. 1, 2009.
SOUZA, V. V. S.. Letramento digital e formação de professores. Revista Língua Escrita,
Belo Horizonte:, n. 2, p. 55-69, dez. 2007.
ABSTRACT: The work with multimodal texts in portuguese classes has been taking a
place of honour nowadays, for they enable a greater interaction between the school
and sociocultural environments. In this sense, this paper’s general objective is “to
analyze the use of multimodal texts in the Mother Tongue teaching in a ninth grade
class of basic education”. Its specific objectives are: (I) To identify the use of
multimodal texts in mother tongue teaching activities in a ninth grade class; (II) To
check how the multimodal texts were inserted in the didactic activities in favour of
the portuguese language teaching; (III) To describe how activities involving
multimodal texts can contribute to mother tongue teaching. The corpus consists of
two lesson plans and activities which were applied in a ninth grade class, at a school
in the city of Campina Grande. Such research is based on theories concerning mother
tongue teaching, literacy and multimodality from Kleiman (2005), Moraes (2007),
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 220
Souza (2007), Moran, Masetto and Behrens (2013) and Barton and Lee (2015).
Therefore, the reflections from the observed data had shown the need for
multiliteracies by students and teachers in basic education, since that is essential to
the work with multimodality involving several genres.
KEYWORDS: Portuguese language teaching, Multimodality, Memes, Elementary
school.
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 221
Sobre os autores:
Ádilla Naelly Silva Faustino Andrade: Graduação em Pedagogia pela Universidade
FAFIBE; Pós graduação em Psicopedagogia clinica, institucional e hospitalar pela
universidade IESM; Mestranda em Ciências da educação pela ESL consultoria; E-mail
para contato:
[email protected]Albert Ítalo Leite Ferreira: Possui graduação em Direito pela Universidade Potiguar
(2013). Graduação em Administração pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido
(UFERSA). Atualmente trabalha como administrador na CLIMAF - CLINICA MÉDICA DR.
MALTÊZ FERNANDES
Alex Martins do Nascimento: Graduado em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas
e Pós graduanda em Produção de Texto pela Faculdade Regional de Filosofia,
Ciências e Letras de Candeias (SE). É bolsista do Programa Institucional de Bolsas
de Iniciação à Docência (PIBID). Dá vazão a seu lado introspectivo compondo
poemas e textos criativos. No ano de 2013 foi premiado pela Academia Penedense
de Letras Artes Cultura e Ciências com o troféu Sabino Romariz, como autor do conto
“Há uma estrela no céu” e recebeu também Menção Honrosa pela autoria do poema
“Velho Chico”. É membro fundador da Academia de Letras e Artes de Neópolis,
ocupando a cadeira de nº III, cujo Patrono é o saudoso professor Sinval Gomes.
Participou do 1º Encontro Sertanejo de Escritores na Cidade de São Miguel Aleixo/SE
sinalizando a presença da Academia de Letras e Artes de Neópolis, da qual faz parte
e ocupa a Cadeira III. Dois poemas seus fazem parte da Antologia que foi lançada no
evento.
Allana Flayane França de Lima: Graduação em Pedagogia pela Universidade
Estadual Vale do Acaraú- UVA; Mestranda em Ciências da educação pela ESL
consultoria; E-mail para contato:
[email protected]Almir Lando Gomes da Silva: Graduando em Matemática pelo Instituto Federal de
Ciências e Tecnologia da Paraiba - IFPB Campus Campina Grande; Email: rs-
[email protected].
Aníbal de Menezes Maciel: Professor da Universidade Estadual da Paraíba;
Bacharelado em Matemática pela Universidade Federal de Campina Grande,
Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual da Paraíba e Bacharelado
em Estatística pela Universidade Estadual da Paraíba; Mestrado em Educação pela
Universidade Federal da Paraíba; Doutorado em Educação pela Universidade Federal
da Paraíba; E-mail para contato:
[email protected]Anna Raissa Brito Rodrigues: Graduação em Letras com habilitação em Língua e
Literatura Portuguesa pela Universidade Federal de Campina Grande; Mestrado (em
andamento) em Linguagem e Ensino pela Universidade Federal de Campina Grande;
Grupo de pesquisa: Teorias da Linguagem e Ensino – UFCG; Bolsista do Programa de
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 301
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). E-mail para contato:
[email protected].
Antonio Fabio do Nascimento Torres: Professor do ensino básico da rede estadual de
ensino da Paraíba; Mestrando pelo Mestrado Profissional em Matemática em Rede
Nacional – PROFMAT pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB; Graduado em
Licenciatura em Matemática pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia da Paraíba – IFPB; E-mail:
[email protected].
Beatriz Bezerra de Sousa: Graduação em Licenciatura em matemática pela
Universidade de Pernambuco; Grupo de pesquisa: Saberes matemático: Um olhar
para o futuro. E-mail para contato:
[email protected]Claudilene Gomes da Costa: Professor da Universidade Federal da Paraíba;
Graduação em Licenciatura e Bacharelado em Matemática pela Universidade
Federal da Paraíba (1999); Mestrado em Matemática pela Universidade Federal da
Paraíba (2002); Doutorado em Engenharia Elétrica e da Computação pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2012); Grupo de pesquisa: Grupo de
Estudos e Pesquisas em Educação Matemática - GEPEM/Campus IV; E-mail para
contato:
[email protected]Daniel Carlos Fernandes de Queiroz: Graduando em licenciatura em matemática pela
Universidade do estado do Rio Grande do Norte – UERN. E- mail para contato: daniel-
[email protected]Daniela Maria Segabinazi: Doutora em Letras pela Universidade Federal da Paraíba
(UFPB). Graduada em Letras e Direito, pela Universidade Regional do Noroeste do
Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ). Professora do Programa de Pós Graduação em
Letras (PPGL/UFPB) e dos Cursos de Graduação em Letras (presencial e a distância)
da UFPB. Líder do grupo de pesquisa “Estágio, ensino e formação docente” (GEEF -
http://www.ufpb.br/geef) e membro do Grupo de Trabalho Literatura e Ensino da
ANPOLL. Pesquisa os seguintes temas: literatura infantil e juvenil, literatura e ensino,
literatura brasileira contemporânea e formação de professores. Tem publicações na
área de literatura infantil e juvenil, ensino de literatura e letramento literário e
formação de professores.
Danielle Apolinário da Silva: Graduação em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Federal da Paraíba (2017); E-mail para contato:
[email protected]Déborah dos Santos: Mestranda em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal
de Sergipe (UFS); Graduanda em Letras pelo Instituto Federal de Alagoas
(IFAL/Penedo); Especialista em:Linguagens e Práticas Sociais; Graduação em Letras
pelo Instituto Federal de Alagoas - IFAL (2012/ 2013). Possui graduação em
Licenciatura Plena em Pedagogia pela Fundação Educacional do Baixo São Francisco
Dr. Raimundo Marinho (2012). Tem experiência na área de Educação, com ênfase
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 302
em Educação Infantil, Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Ensino Médio normal,
assim como também no ensino superior em programas de extensão e como tutora
online do ETEC no IFAL. Leciona Filosofia e Sociologia desde 2013 na rede estadual
de ensino de Alagoas e como professora substituta de Sociolinguística e Linguística
Aplicada no Ensino da Língua Materna na Universidade Federal de Sergipe, campus
Itabaiana.
Deyse Mara Romualdo Soares: Graduada em Tecnologia em Alimentos pela
Faculdade de Tecnologia CENTEC (2015). Licencianda em Letras Português pela
Universidade Federal do Ceará (2018). Cursando Grego Clássico e Koiné pelo
Departamento de Letras Estrangeiras da Universidade Federal do Ceará (UFC). Tem
formação técnica em Meio Ambiente pelo Instituto Federal de Ciência e Educação
(IFCE). Está vinculada ao Grupo de Pesquisa Tecnodocência: Integração entre
Docência e Tecnologias Digitais. E integrante do Grupo de Pesquisa Literatura,
Linguagens e Códigos, atuando na linha de pesquisa Semiótica, literatura e artes
plásticas. E-mail:
[email protected]Elidier Alves da Silva Junior: Graduando em licenciatura em matemática pela
Universidade do estado do Rio Grande do Norte – UERN. E-mail para contato:
[email protected]Elisângela Justino: formada em pedagogia na Universidade Estadual da Paraíba.
Especialista em Educação Infantil pelo Instituto Superior de Educação São Judas
Tadeu. Professora Polivalente no Município de Gurinhém na Paraíba.
Elisiane Santana de Lima: Graduanda em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Estadual da Paraíba - UEPB. Atualmente desenvolve atividades como
aluna de iniciação científica na área de Matemática Aplicada com uso da Modelagem
Matemática aplicada a sólidos Cerâmicos e Esferoidais Prolatos. Atua também na
área de conhecimento da Educação Matemática com ênfase nas tendências de
ensino e aprendizagem da matemática por meio da Manipulação de Recursos
didáticos e Tecnologias.
Ellis Regina Ferreira dos Santos: Graduação em Formação do Psicólogo, Habilitação
em Psicologia Educacional e Licenciatura Plena pela Universidade Estadual da
Paraíba (2003); Especialista pelo Curso de Especialização em Inclusão Escolar:
Necessidades Educativas Especiais, pelas Faculdades Integradas de Patos e
Fundação Francisco Mascarenhas (2004); Mestre pelo Mestrado Interdisciplinar em
Ciências da Sociedade pela Universidade Estadual da Paraíba (2006); Doutora pelo
Doutorado em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba (2012);
Professora efetiva do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba
- Campus Campina Grande, lotada na área Humanidades e suas Tecnologias. E-mail:
[email protected]Eudes Martins de Oliveira Filho: Graduando em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 303
Fernanda Caroline Pereira Silva: Graduanda do curso de Licenciatura Plena em
Pedagogia, pela Universidade Estadual da Paraíba, turno diurno. Bolsista do
Programa Institucional de Bolsas à Iniciação a Docência (PIBID), desde 2016. E-mail:
[email protected]Flavia Aparecida Bezerra da Silva: Licenciatura em Matemática pela Universidade
Estadual da Paraíba; Mestranda em Educação Matemática no Programa de Pós
Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática da Universidade Estadual
da Paraíba; Membro do Leitura e Escrita em Educação Matemática – Grupo de
Pesquisa; E-mail para contato:
[email protected]Francisca Cláudia Fernandes Fontenele: Graduação em Matemática pela
Universidade Estadual Vale do Acaraú (UEVA); Mestrado em Educação pela
Universidade Federal do Ceará (UFC); Doutorado em andamento em Educação pela
Universidade Federal do Ceará (UFC); Grupo de pesquisa: Laboratório de Pesquisa
Multimeios; Bolsista pela CAPES; E-mail para contato:
[email protected]Francisco Guimarães de Assis: Licenciatura em Matemática pela Universidade
Estadual Vale do Acaraú; Mestrando em Educação Matemática no Programa de Pós
Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática da Universidade Estadual
da Paraíba; Membro do Leitura e Escrita em Educação Matemática – Grupo de
Pesquisa; E-mail para contato:
[email protected]Francisco Igo Leite Soares: Mestre em Engenharia de Petróleo e Gás pela Universidade
Potiguar (UnP-RN, 2013); Especialista em Gestão Empresarial pelas Faculdades Integradas
de Jacarepaguá (FIJ-RJ, 2010) e em Docência no Ensino Superior pela Universidade Potiguar
(UnP-RN, 2010). Possui experiência em Coordenação Acadêmica e de Pós-Graduações no
âmbito da Gestão e da Contabilidade. Atualmente desenvolve atividade Docente e é
Coordenador do Curso de Ciências Contábeis na Faculdade Diocesana de Mossoró - FDM,
onde paralelamente exerce a função de Coordenador das Pós-Graduações em Auditoria e
Planejamento Tributário e Rotinas de Práticas Contábeis. É membro Representante do Núcleo
de Responsabilidade Social - NRS e do Conselho Superior (CONSU/FDM). Possui experiência
na elaboração de documentos institucionais e contribui com vários programas de pós-
graduação em outras IES, atuando em temas como Contabilidade Gerencial e de Custos,
Contabilidade Básica, Análise das Demonstrações Contábeis, Planejamento Tributário,
Contabilidade e Finanças Públicas, dentre outros.
Francisco Jucivânio Félix de Sousa: Professor Efetivo do Instituto Federal de
Educação-IFCE Campus Crateús; Graduação em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Federal do Ceara – UFC; Mestrado em Gestão e Avaliação de Politicas
Publicas Educacionais pela Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF; Participante
do Grupo de Pesquisa LEC - Laboratório de Ensino e Pesquisa em Ciências Naturais,
Matemática e Música, do IFCE. E-mail:
[email protected].
Franklyn Oliveira Nóbrega: Graduação em Licenciatura Plena em Matemática pela
Universidade Estadual da Paraíba – (UEPB); Grupo de Pesquisa: Programa
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 304
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – (PIBID/UEPB) no subprojeto de
Matemática; Bolsista Produtividade em Pesquisa pela Fundação: CAPES; E-mail de
contato:
[email protected]Gabriela Teles: Bacharel em Serviço Social pela Universidade Estadual do Ceará
(2012). Licencianda em Pedagogia pela Universidade Federal do Ceará. Atualmente
é bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, com atuação
no Laboratório de Tecnodocência. Está vinculada ao Grupo de Pesquisa
Tecnodocência, tendo interesse na área de Educação, no processo de integração
entre Docência e Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação.
Gilvania Lima de Souza Miranda: Mestranda em Educação pelo Programa de Pós-
Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN.
Possui graduação em Pedagogia também pela UFRN (2002). Tem experiência na
área de Educação Infantil, Ensino Fundamental - Anos Iniciais e Educação de Jovens
e Adultos (EJA).
Graciana Ferreira Dias: Professora da Universidade Federal da Paraíba; Graduação
em Licenciatura pela Universidade Federal da Paraíba; Mestrado em Educação pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Doutorado em Educação pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Vice-Líder do Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação Matemática/Campus IV-UFPB; E-mail para
contato:
[email protected]Hermínio Borges Neto: Professor da Universidade Federal do Ceará (UFC); Membro
do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade
Federal do Ceará (UFC); Graduação em Matemática pela Universidade Federal do
Ceará (UFC); Mestrado em Matemática pela Universidade Federal do Ceará (UFC);
Doutorado em Matemática pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada
(IMPA); Pós Doutorado em Educação Matemática pela Université Paris Diderot (PARIS
7); Grupo de pesquisa: Laboratório de Pesquisa Multimeios; E-mail para contato:
[email protected]Higor de Sousa Oliveira: Graduando em Matemática pela Universidade Estadual da
Paraíba – (UEPB); Grupo de pesquisa: Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à
Docência – (PIBID/UEPB) no subprojeto de Matemática; Bolsista Produtividade em
Pesquisa pela Fundação: CAPES; E-mail para contato:
[email protected].
Hilma Liana Soares Garcia da Silva: Professora de Língua Portuguesa da rede
estadual de ensino do Rio Grande do Norte; Graduada em Letras pela Universidade
Federal do Rio Grande Norte (UERN); especialista em Literatura e Ensino pelo
Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN); mestranda no Programa de Pós-
Graduação em Ensino (POSENSINO), pela Universidade do Estado do Rio Grande do
Norte (UERN), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN). Participante do
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 305
Grupo de Pesquisa Literatura, Tecnologias e Novas Linguagens (GEPELT/UERN). E-
mail para contato:
[email protected].
Isabelle Oliveira Montenegro: Graduanda do curso de Licenciatura Plena em
Pedagogia, pela Universidade Estadual da Paraíba, turno diurno. Bolsista do
Programa Institucional de Bolsas à Iniciação a Docência (PIBID), desde 2016. E-mail:
[email protected]Italo Luan Lopes Nunes: Graduando em Licenciatura Plena em Matemática pela
Universidade Estadual da Paraíba – (UEPB); Grupo de pesquisa: Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – (PIBID/UEPB) no subprojeto de
Matemática; Bolsista Produtividade em Pesquisa pela Fundação: CAPES; E-mail para
contato:
[email protected];
Jailson Cavalcante de Araújo: Graduação em licenciatura em Matemática pela
Universidade de Pernambuco; Mestrando em Educação Matemática e Tecnológica
pela Universidade Federal de Pernambuco; Grupo de pesquisa: Pró-Grandezas:
ensino e aprendizagem das grandezas e medidas – UFPE; Bolsista Produtividade em
Pesquisa pela Fundação CAPES; E-mail:
[email protected]Jhennefer Alves Macêdo: Graduada em Letras - Habilitação em Língua Portuguesa,
pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e mestranda no Programa de Pós-
Graduação em Letras (PPGL) da mesma instituição, vinculada à área de Literatura,
Cultura e Tradução, seguindo a linha de Estudos Literários da Idade Média ao Século
XIX. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
(CAPES). Atualmente é integrante do Grupo de Pesquisa Estágio, ensino e formação
docente (http://www.ufpb.br/geef), na linha de Literatura infantil e juvenil, leitura e
ensino. Possui pesquisas na área de ensino de literatura, Literatura infantil e juvenil,
e atualmente, estuda e pesquisa as adaptações dos contos populares europeus na
literatura infantil afro-brasileira.
Joaes Cabral de Lima: Graduado em Letras Habilitação em Língua Portuguesa pela
Universidade Federal da Paraíba (2011-2016). Membro do Grupo de Pesquisa
Estágio, Ensino e Formação Docente (http://www.ufpb.br/geef), na linha de
Literatura infantil e juvenil, leitura e ensino.
Jonas Figuerêdo Silva: Graduando em Engenharia de Produção pela Universidade
Federal da Paraíba; E-mail:
[email protected]José Edielson da Silva Neves: Professor substituto de matemática da rede privada
na cidade de Areia- PB. Graduado em Licenciatura em Pedagogia pelo Istituto de
Ensino Múltiplo Superior - ISMS. Granduando em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Estadual da Paraíba – UEPB. Especializando em Psicopedagogia pelo
Istituto de Ensino Múltiplo Superior – ISMS.
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 306
José Genival dos Santos: Graduando em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Integrante do grupo de pesquisas do
EDUMATEC, na UFPE, denominado Pró-Grandezas.
José Jerffesson Cazé de Andrade: Graduando do Curso de Licenciatura em
Matemática do IFPB/campus Campina Grande. E-mail:
[email protected].
Joselito Elias de Araújo: Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual da
Paraíba; Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática pela Universidade
Estadual da Paraíba; E-mail para contato:
[email protected]Karine Maria da Cruz: Graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade
de Pernambuco-UPE; Participa do Grupo de pesquisa: Estudos Matemáticos e suas
Tendências; Email:
[email protected]Katiane Silva Santos: Possui graduação em Letras Português pela Universidade
Federal de Sergipe (2005). Especialização em Linguagem e Práticas Sociais pelo
Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Mestranda do Programa de Pós-Graduação em
Letras/Linguística da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Pesquisadora do grupo
de estudos LETAM (Laboratório de Estudos em Texto, Argumentação e Memória-UFS)
Leciona Língua Portuguesa e Redação no Ensino Fundamental e Médio. É professora
das redes estaduais de Sergipe e Alagoas.
Luanna Raquel Gomes Macedo: Graduanda do curso de Licenciatura Plena em
Pedagogia, pela Universidade Estadual da Paraíba, turno diurno. Bolsista do
Programa Institucional de Bolsas à Iniciação a Docência (PIBID), desde 2016. E-mail:
[email protected]Luciana de Lima: Licenciada em Matemática pela Universidade Federal do Ceará
(1994), Especialista em Psicopedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú
(2003), Especialista em Telemática pelo Centro Federal Tecnológico do Ceará
(2006), Mestre em Educação pela Universidade Estadual do Ceará (2008) e Doutora
em Educação pela UFC (2014). Atualmente é professora DE Adjunta da Universidade
Federal do Ceará, com lotação no Instituto Universidade Virtual (IUVI). Tem
experiência na área de Formação de Professores, trabalhando principalmente com
os seguintes temas: Tecnodocência, Aprendizagem Significativa, Mapas Conceituais,
Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs), Educação a Distância,
Ambientes Virtuais de Aprendizagem, Educação Matemática e Ensino de Ciências.
Luciene dos Santos Andrade: Nascida em 26, de maio, de 1975, natural de Matriz
de Camaragibe, estado de Alagoas, brasileira e residente na cidade em Penedo-AL,
mãe de Lucas dos Santos Andrade e filha de José Andrade Santos, Caldeireiro e
Maria José dos Santos Andrade, feirante. Formada em Letras/Português pelo
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas – IFAL, na primeira
turma do Campus (2012), Ex-bolsista do Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação à Docência (Pibid); Pós graduanda em Produção de Texto pela Faculdade
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 307
Regional de Filosofia, Ciências e Letras de Candeias-SE e Especialização em
Linguagem e Práticas Sociais – Campus Arapiraca-AL. Tem experiência na área de
Letras, com ênfase em Língua Portuguesa.
Lucília Batista Dantas Pereira: Professor da Universidade de Pernambuco -UPE;
Membro do corpo docente do Programa de Pós-Graduação do Mestrado Profissional
de Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) da Universidade Federal do Vale do
São Francisco - UNIVASF; Graduação em Engenharia de Alimentos pela Universidade
Federal da Paraíba - UFPB; Mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade
Federal do Rio de Janeiro - UFRJ; Doutorado em Engenharia Mecânica pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ; E-mail para contato:
[email protected].
Luiz Carlos Moreno: Graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade
Federal da Paraíba; E-mail para contato:
[email protected]Luiz Henrique do Nascimento: Graduando em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Integrante do grupo de pesquisas do
EDUMATEC, na UFPE, denominado Pró-Grandezas.
Marcos Antonio de Oliveira: Graduação em Letras pela Universidade do Estado do
Rio Grande do Norte (UERN); Especialização em Literatura e Ensino Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN); Mestrando em
Letras pelo Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS) na Universidade do
Estado do Rio Grande do Norte (UERN); Membro do Grupo de Pesquisa em
Linguística e Literatura (UERN); E-mail para contato:
[email protected].
Maria Aparecida Calado de Oliveira Dantas: Professora da Universidade Estadual da
Paraíba. Graduação em Letras pela Universidade Federal da Paraíba. Mestrado em
Formação de Professores pela Universidade Estadual da Paraíba. Grupo de pesquisa:
LITERGE (Linguagem, interação e Gêneros Textuais/Discursivos), liderado por Dra.
Simone Dália de Gusmão Aranha (UEPB) e Dra. Maria de Lourdes da Silva Leandro
(UEPB) e TEOSSENO ((Teorias do sentido: discursos e significações), liderado pelo Dr.
Linduarte (Pereira Rodrigues (UEPB). E-mail para contato:
[email protected]Maria da Conceição Vieira Fernandes: Professora de Desenho Geométrico do
Departamento de Matemática pela Universidade Estadual da Paraíba – (UEPB);
Graduação em Desenho Industrial pela Universidade Federal da Paraíba;
Especialização em Educação: Formação do Educador pela Universidade Estadual da
Paraíba; Mestrado em Educação pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB;
Grupo de pesquisa: Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência –
(PIBID/UEPB) no subprojeto de Matemática; Coordenadora do Subprojeto de
Matemática do PIBID/UEPB Campus I; Bolsista Produtividade em Pesquisa pela
Fundação: CAPES; E-mail para contato:
[email protected] Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 308
Maria da Luz Duarte Leite Silva: Doutora em Letras/Literatura pela UFRN, mestre em
Letras pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (2013). Especialização
em Literatura e ensino (IFRN), Especialização em Educação (UERN) e Especialização
em Tecnologias em Educação (PUC-Rio). Possui graduações em Letras/Português
pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (2008) e PEDAGOGIA pela
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (2000), atualmente é Professora do
Ensino Fundamental pela Prefeitura Municipal de Lucrécia.
Maria das Vitórias Gomes da Silva: Licenciada em pedagogia e mestranda em
Ciências da Educação pela UNIGRENDAL
Maria do Socorro Moura Montenegro: Docente pela Universidade Estadual da
Paraíba. Graduada no curso de Licenciatura Plena em Letras na Universidade
Estadual da Paraíba. Mestra em Educação pela UNICAMP. Doutora em Linguística
pela Universidade Federal da Paraíba. Coordenadora do subprojeto do Programa
Institucional de Bolsas à iniciação Cientifica dos temas “Literatura Infanto-Juvenil e
da lei 10.639/2001”.
Maria Juliana de Macêdo Silva: Mestranda no Programa de Pós-Graduação em
Ensino (POSENSINO), pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN),
Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN); Graduada em Pedagogia pela
Universidade do Estado do Rio Grande Norte (UERN); Participante do Grupo de
Pesquisa Literatura, Tecnologias e Novas Linguagens (GEPELT/UERN); E-mail para
contato:
[email protected].
Maria Manuela Figuerêdo Silva: Graduação em licenciatura em Matemática pela
Universidade de Pernambuco; E-mail:
[email protected]Maria Yasmim Brayner de Souza: Graduação em Licenciatura em matemática pela
Universidade de Pernambuco; Grupo de pesquisa: Saberes matemático: Um olhar
para o futuro. E-mail para contato:
[email protected]Mariângela Gomes de Assis: formada em pedagogia na Universidade Estadual da
Paraíba. Especialista em Orientação e supervisão escolar. Professora Polivalente nos
Municípios de Barra de Santa Rosa e Picuí na Paraíba.
Marilucia Maria da Silva: Professora de Língua Portuguesa da Escola de Referência
em Ensino Médio de Panelas, na rede pública estadual de ensino de Pernambuco-
Brasil; Graduação em Letras pela Faculdade de Filosofia, ciências e Letras de
Caruaru; Mestrado em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de
Humanidade e Tecnologias de Lisboa; Doutorado Ciências da Educação (em
andamento) pela Universidade NOVA de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas - FCSH; Grupo de Pesquisa: CICS-NOVA – Centro Interdisciplinar de
Ciências Sociais da Universidade NOVA de Lisboa – PT; E-mail:
[email protected] /
[email protected] Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 309
Michelly Cássia de Azevedo Marques: Graduação em Licenciatura Plena em
Matemática pela Universidade Estadual da Paraíba – (UEPB); Mestrado em Ensino
de Ciências e Matemática pela Universidade Estadual da Paraíba – (UEPB); Grupo de
pesquisa: Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – (PIBID/UEPB)
no subprojeto de Matemática; Supervisora do Subprojeto de Matemática do
PIBID/UEPB Campus I; Bolsista Produtividade em Pesquisa pela Fundação: CAPES;
E-mail para contato:
[email protected]Monaliza Mikaela Carneiro Silva Tomaz: Graduação em Letras Língua Portuguesa
pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG); Mestrado (em andamento)
em Linguagem e Ensino pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG);
Grupo de pesquisa: Teorias da Linguagem e Ensino – UFCG; Bolsista do Programa de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). E-mail para contato:
[email protected].
Nathalia Rodrigues Araújo: Graduanda do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia,
pela Universidade Estadual da Paraíba, turno diurno. Bolsista do Programa
Institucional de Bolsas à Iniciação a Docência (PIBID), desde 2016. E-mail:
[email protected]Roberta Maria Arrais Benício: Mestranda em Ciências da Educação pela
UNIGRENDAL. Pós graduada em Biologia e Química pela Universidade Regional do
Cariri - URCA (2006). Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Regional
do Cariri - URCA (2004). Professora da Educação Básica do Ensino Médio, na
disciplina Biologia com experiência na área de Biologia Geral e incentivo ao estudo,
produção e divulgação científica no ensino médio.
Robson Carlos Loureiro: Graduado em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (1984), Mestre em Educação pela Universidade Federal do Ceará
(1998) e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará (2010). Foi
professor e coordenador de Educação a Distância e assessor da Vice-Reitoria de
Graduação da Universidade de Fortaleza. Atualmente é professor adjunto da
Universidade Federal do Ceará - Instituto UFC Virtual. Tem se dedicado ao estudo das
relações no espaço pós-orgânico virtual, à filosofia da tecnologia e à formação de
professores para atuar com as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação.
Atua na formação de docentes e licenciandos para a utilização das TDICs na
docência, prática de interdisciplinaridade, transdisciplinaridade e
multirreferencialidade aplicadas à docência.
Sintia Daniely Alves de Melo: Graduação em Licenciatura em Matemática pela
Universidade Estadual da Paraíba – (UEPB); Grupo de pesquisa: Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – (PIBID/UEPB) no subprojeto de
Matemática; Bolsista Produtividade em Pesquisa pela Fundação: CAPES; E-mail para
contato:
[email protected].
Suênia dos Santos Nascimento Alves: Graduando em Licenciatura Plena em
Matemática pela Universidade Estadual da Paraíba – (UEPB); Grupo de pesquisa:
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 310
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – (PIBID/UEPB) no
subprojeto de Matemática; Bolsista Produtividade em Pesquisa pela Fundação:
CAPES; E-mail para contato:
[email protected]Tatiane Alice Santos Medeiros: Graduanda em Matemática pela Universidade
Estadual da Paraíba – (UEPB); Grupo de pesquisa: Programa Institucional de Bolsa
de Iniciação à Docência – (PIBID/UEPB) no subprojeto de Matemática; Bolsista
Produtividade em Pesquisa pela Fundação: CAPES; E-mail para contato:
[email protected]Tetsuo Usui: Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Pernambuco. Possui Mestrado Profissional em Matemática – PROFMAT, pela
Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
Thayana Brunna Queiroz Lima Sena: Bacharela em Geografia pela Universidade
Estadual do Ceará (2015). Licencianda em Geografia pela Universidade Federal do
Ceará (2019). Especialização em Gestão Ambiental pelo Instituto Ateneu (2018).
Especialização em Tecnologias Digitais para a Educação Básica pela Universidade
Estadual do Ceará/ Universidade Aberta do Brasil. Vinculada ao Grupo de Pesquisa
Tecnodocência. Atua e/ou tem interesse pelos seguintes temas: Geografia,
Tecnodocência, Docência e Tecnologias Digitais, Educação e Educação a
Distância. E-mail:
[email protected]Verônica Maria de Araújo Pontes: Professora Visitante do IFRN, Membro do Programa
de Pós-Graduação em Ensino pela UERN/IFRN/UFERSA e do Programa de Pós-
Graduação em Letras pela UERN. Pós-Doutora em Educação pela Universidade do
Minho; Doutora em Educação pela Universidade do Minho – Portugal; Mestra em
Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Especialista em
Administração Educacional pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
(UFRN); Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
(UFRN); Participante do Grupo de Pesquisa Literatura, Tecnologias e Novas
Linguagens (GEPELT/UERN); E-mail para contato:
[email protected].
Vitória da Silva Farias: Graduação em Licenciatura em matemática pela Universidade
de Pernambuco; Grupo de pesquisa: Saberes matemático: Um olhar para o futuro. E-
mail para contato:
[email protected]Wanderson Magno Paiva Barbosa de Lima: Graduado em Engenharia Mecânica pela
Universidade Federal de Campina Grande – UFCG. Mestrado em Matemática
Aplicada pela Universidade Federal de Campina Grande – UCFG. Doutorando em
Matemática Aplicada pela Universidade Federal de Campina Grande – UFCG.
Desenvolve também, atividades relacionadas a educação matemática, no ensino e
aprendizagem da matemática nas diferentes divisões do ensino educacional.
Políticas Públicas na Educação Brasileira: Ensino Aprendizagem Português e Matemática 311