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Baumer B-365

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ESTERILIZADOR

BAUMER
Registro ANVISA n°: 10345500043

Modelo: CAD

M A N U A L D O U S U Á R I O

Código

Modelo Fabricado em

Núm. Série

Baumer - Compromisso com a saúde


Responsável Técnico: Eng. Sérgio Yukio Koseki
CREA-SP: 0601577094 - Cart: 157709/D
Início da Responsabilidade Técnica: 31/01/1994
Fabricado e Distribuído por Baumer S.A.
Divisão STIC - Esterilização e Controle de Infecção
Av. Pref. Antonio Tavares Leite, 181 • Parque da Empresa
Caixa Postal 1081 • 13803-330 • Mogi Mirim • SP • Indústria Brasileira
E-mail: baumer@[Link]

Vendas: 11 3670-0000 • GPV 19 3805-7698 • [Link]


Parabéns!
Você adquiriu um produto Baumer e estamos empenhados em corresponder a sua confiança.

Para garantir a melhor performance de seu produto leia atentamente e siga as instruções contidas neste Manual.

Ressaltamos que as fotos, figuras e desenhos são ilustrativos, estando sujeitos a variações sem notificação prévia.

A Baumer S.A. considera-se responsável pela segurança, confiabilidade e desempenho de seu produto desde que:
• A instalação a ponto, as modificações e os reparos sejam executados somente por um agente autorizado
da Baumer S.A.;
• Os pontos de suprimentos estejam de acordo com o Manual de Instalação;
• O produto seja utilizado de acordo com os Manuais de Usuário, de Instalação e de Manutenção.

A Baumer S.A. não se responsabiliza por danos causados durante o transporte de seu produto.

É de responsabilidade do Comprador a sua conferência no ato da entrega, acionando imediatamente a


transportadora em caso de danos.

Caso decida utilizar pessoal especializado para desembalar o produto, podemos prestar o serviço através de
nossa rede de agentes, filiais, ou da Divisão de G.P.V. - Gestão Pós-Venda. Consulte-nos sobre preços e
condições.

Também oferecemos opções de Contrato de Manutenção Preventiva (CMP) e suporte técnico especializado, o que
proporciona o prolongamento da vida útil de seu produto, maior tranqüilidade e a certeza de um perfeito
funcionamento a baixo custo.

Colocamo-nos à sua disposição para mais esclarecimentos e esperamos que você possa usufruir de seu produto
por muitos anos.

De acordo com a política de contínuo desenvolvimento, a Baumer S.A. reserva-se ao direito de efetuar, sem
notificação prévia, modificações no produto mencionado neste documento.

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, armazenada em sistema de
recuperação de informações, nem transmitida sob nenhuma forma ou por nenhum meio, seja eletrônico, mecânico,
fotocópia, gravação ou de qualquer outro modo, sem a autorização prévia da Baumer S.A..

Baumer S.A. 2 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


Sumário
1. Introdução .............................................................................................................................................. 4
Normas aplicáveis: ..................................................................................................................................................................... 4
2. Termo de Garantia Limitada Baumer ................................................................................................... 4
I. Apresentação: ......................................................................................................................................................................... 4
II. Prazo da Garantia: ................................................................................................................................................................. 4
III. Condições da Garantia Limitada: .......................................................................................................................................... 5
IV. Responsabilidades do Comprador: ....................................................................................................................................... 5
V. Exclusões: .............................................................................................................................................................................. 5
VI. Limitações de Responsabilidade do Fabricante: ................................................................................................................... 6
VII. Garantias Adicionais: ........................................................................................................................................................... 6
3. Características Técnicas ....................................................................................................................... 6
4. Preparo e Carga ..................................................................................................................................... 8
Boas Práticas na Montagem e Conservação de Cargas: ......................................................................................................... 10
5. Ciclo de Esterilização .......................................................................................................................... 12
6. Operação .............................................................................................................................................. 13
Antes de iniciar a operação ...................................................................................................................................................... 13
Início de operação .................................................................................................................................................................... 14
Ciclo de esterilização a 134ºC .................................................................................................................................................. 15
Ciclo de Esterilização a 121ºC (para borrachas e outros materiais termolábeis) ..................................................................... 16
Ciclo de esterilização de líquidos (Líquido em frascos abertos) ............................................................................................... 18
Ciclo de Bowie & Dick: ............................................................................................................................................................. 19
Final de operação: .................................................................................................................................................................... 21
Após o término da operação .................................................................................................................................................... 21
Programação: ........................................................................................................................................................................... 21
Impressora (Opcional): ............................................................................................................................................................. 23
Manutenção da impressora: ..................................................................................................................................................... 24
7. Manutenção .......................................................................................................................................... 25
8. Limpeza................................................................................................................................................. 27
9. Atenção Especial do Usuário ............................................................................................................. 28
10. Símbolos Gráficos ............................................................................................................................. 28
11. Problemas e Soluções....................................................................................................................... 29
12. Acessórios e Suprimentos................................................................................................................ 30
13. Formas de Apresentação .................................................................................................................. 35
14. Descarte do Produto.......................................................................................................................... 36
15. G.P.V. - Gestão Pós-Venda ............................................................................................................... 36

Baumer S.A. 3 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


1. Introdução
O Esterilizador Baumer – modelo CAD é utilizado para esterilização de material poroso empacotado, instrumentais
e utensílios empacotados ou não, vidros, luvas, seringas, borrachas e líquidos em frascos de vidro com
fechamento ventilado, conforme descrição técnica do material a ser esterilizado fornecido pelo fabricante do
mesmo. O Esterilizador Baumer destina-se ao setor CME (Central de Material e Esterilização) de hospitais,
laboratórios médicos e indústrias, opcionalmente os ciclos especiais para Laboratório de Controle de Qualidade e
áreas de produção industriais podem ser fornecidos. O comando permite a definição de até quatro ciclos distintos,
dos quais três são pré-definidos e um ciclo fixo programado de fábrica. O processo de esterilização ocorre pela
remoção de ar por alto vácuo pulsante utilizando como agente esterilizante vapor saturado sobpressão.
Apresentando modelos padrões com capacidades distintas visando atender as necessidades do cliente.

Normas aplicáveis:
• NBR 11816:2003 - Esterilizadores a vapor com vácuo, para produtos de saúde;
• ISO 11134:1994 - Sterilization of health care products - Requirements for validation and routine control -
Industrial moist heat sterilization;
• EN 980:2003 – Graphical symbols for use in the labelling of medical devices;
• EN 554:1994 – Sterilization of medical devices – validation and routine control of sterilization by moist head;
• EN ISO 14971:2000 – Medical devices - Application of risk management to medical device;
• ISO 7000:2004 – Graphical symbols for use on equipment;
• EN ISO 13845:2003 - Medical devices - Quality management systems - Requirements for regulatory
purposes (ISO 13485:2003);
• EN ISO 9001:2000 - Quality management systems – Requirements;
• IEC 60878:2005 – Graphical symbols for electrical equipment in medical practice;
• EN ISO 15223:2000 - Symbols to be used with medical labels, labelling and information to be supplied;
• ASME, Section VIII, Division I - ASME Boiler and pressure vessel code;
• NBR 5601:1998 – Aços Inoxidáveis;
• NBR 5410:2004 – Instalações Elétricas de baixa tensão;
• NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
• RDC N° 56:2001 - Requisitos mínimos para comprovar a segurança e eficácia de produtos para saúde;
• RDC N° 59:2000 – Boas Práticas de Fabricação de Produtos Médicos;
• Council Directive 93/42/EEC of 14 June 1993 concerning medical devices;
• NR 13:1997 – Caldeiras e Vasos de Pressão;
• ST 45:1992 – BIER/Steam vessels.

A pedido do cliente e às suas expensas, uma organização credenciada poderá fornecer atestado de conformidade
e/ou validação.

2. Termo de Garantia Limitada Baumer


I. Apresentação:
Este termo estabelece as condições de garantia limitada do Produto BAUMER ao Comprador original.

O Comprador deve cumprir os requisitos de instalação, operação e manutenção, conforme constam dos Manuais
de Instalação, Operação e Manutenção, recebidos no ato da compra e com a entrega do Produto.

II. Prazo da Garantia:


A garantia inicia-se a partir da emissão da Nota Fiscal de venda e tem os seguintes prazos de duração:
• 13 (treze) meses contra defeito de fabricação para partes gerais, não indicadas em garantia específica;
• 6 (seis) meses para material elétrico / eletrônico (fiação, micros, pressostato, filtros, alarmes, campainhas,
válvulas, comandos, conexões, resistências, reparo de válvulas, transdutores de pressão);

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• 90 (noventa) dias para componentes de aquecimento (lâmpadas, material de desgaste normal pelo uso do
Produto, como guarnições, mangueiras, borrachas, plugs de plástico);
• 5 (cinco) anos para vasos de pressão (câmara interna e externa e caldeira de geração de vapor), exceto
para as lâmpadas e mesas cirúrgicas;
• 6 (seis) meses para vedações hidráulicas;
• 3 (três) meses para as membranas, desde que a análise de água de alimentação tenha sido aprovada pela
Baumer S.A..

III. Condições da Garantia Limitada:


• A Baumer S.A. garante que seus Produtos são livres de defeitos nos materiais e na fabricação pelo
período supra mencionado, o qual se inicia na data de emissão da Nota Fiscal;
• Caso um Produto, durante o período de garantia aplicável, apresente defeito coberto pela garantia e por
fato comprovadamente imputável à Baumer S.A. será reparado a seu exclusivo critério, respeitada a
legislação vigente;
• A Baumer S.A. não garante que a operação de qualquer Produto seja ininterrupta ou livre de erros;
• O local de instalação do Produto deve estar de acordo com os requisitos descritos no Manual de
Instalação, recebido pelo Comprador no ato da compra.

IV. Responsabilidades do Comprador:


Para a validade da garantia o Comprador se obriga a:
• instalar os pontos de energia elétrica, vapor, ar comprimido e água, bem como manter o ambiente físico
arejado e adequado, de acordo com o que consta dos Manuais de Instalação, Operação e Manutenção do
Fabricante;
• comprovar as manutenções preventivas, indicadas no Manual de Manutenção, por meio de registros;
• utilizar peças e/ou componentes originais para o Equipamento, ou seja, somente aqueles fornecidos pela
Baumer S.A.;
• não permitir intervenções por agentes técnicos não autorizados para reparos, aplicações e instalações de
componentes adicionais;
• devolver formalmente ao departamento técnico da Baumer S.A. (fábrica Mogi Mirim), através de seu
agente autorizado, no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis, os componentes e/ou peças substituídos em
garantia.

V. Exclusões:
Os seguintes itens, entre outros compatíveis com o ora exposto, não estão cobertos pela garantia:
• Componentes externos ao Produto;
• Materiais de limpeza, conservação e desgaste normal pelo uso;
• Papéis e vidros;
• Mão de obra de manutenção preventiva;
• Ensaios de qualificação e de validação de processos;
• Aferição e calibração periódicas dos instrumentos de medição e controle;
• Atualização de software do controlador (quando for o caso), exceto nos casos em que as falhas
comprovadas do programa prejudiquem as condições de operação e segurança;
• Despesas de viagem e estadias do técnico, fretes, embalagens e seguro;
• Custos com terceirização de processos em função de manutenções corretivas e preventivas;
• Danos causados por falhas nos suprimentos de água, energia elétrica (interrupção, sub ou sobre tensão,
transientes) ou de deficiência no aterramento;
• Danos causados por mau uso, abuso, queda, negligência, imprudência ou imperícia;
• Danos causados por armazenamento ou uso em condições fora das especificações contidas nos Manuais;
• Danos causados por equipamentos que produzam ou induzam interferências eletromagnéticas ou ainda
por problemas de instalação elétrica em desacordo com os Manuais de Instalação, Operação e
Manutenção;
• Danos causados por acessórios e Produtos de terceiros adicionados a um Produto comercializado pela
Baumer S.A.;

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• Danos causados por violação do Produto, tentativa de reparo ou ajuste por terceiros não autorizados pela
Baumer S.A.;
• Danos causados por agentes da natureza, como descargas elétricas (raios), inundações, incêndios,
desabamentos, terremotos, etc;
• Perdas e danos causados pelo Produto ou por desempenho do Produto, inclusive, mas não limitado, a
lucros cessantes, perdas financeiras e limitações de produtividade, resultantes dos atos relacionados a
hipóteses de não cobertura desta garantia;
• Danos causados ao Produto instalado após o vencimento dos prazos de garantia acima descritos;
• Danos causados ao Produto decorrentes do transporte.

VI. Limitações de Responsabilidade do Fabricante:


• As obrigações assumidas pela Baumer S.A. em conseqüência deste Termo de Garantia limitam-se às
expressamente aqui incluídas;
• As soluções fornecidas neste Termo de Garantia são as únicas e exclusivas oferecidas ao cliente;
• Sob hipótese alguma a Baumer S.A. será responsável por quaisquer danos diretos, indiretos, inclusive
lucros cessantes, especiais, incidentais ou conseqüências, seja baseado em contrato, ato lícito, prejuízo ou
outra teoria legal;
• Em nenhuma circunstância, a responsabilidade da Baumer S.A. por danos materiais excede o limite
máximo do preço do Produto que tenha causado tal dano.

VII. Garantias Adicionais:


As garantias estendidas e/ou especiais serão objeto de negociação, à parte, entre a Baumer S.A. e o Comprador.
Após a contratação, serão registradas em contrato de fornecimento específico para tal finalidade.

3. Características Técnicas
Construção:
Câmara construída em dupla parede. Toda a tubulação existente
sob a proteção do revestimento em aço inoxidável. A tubulação
crítica fora do revestimento da câmara em aço inoxidável ou cobre.
Câmara interna em aço inoxidável A240 Gr.316L, com polimento
sanitário e câmara externa em aço inoxidável A240 Gr.316L. A
câmara é testada com pressão hidrostática igual a 1,5 vezes a
pressão de projeto.
Externamente, uma camada de lã de rocha revestida com chapa de
aço galvanizada diminui a condensação de vapor e irradiação de
calor. O conjunto da câmara é montado em uma estrutura com
proteção anticorrosiva com pés reguláveis que permitem o
nivelamento do sistema. Frente, fundo e laterais em chapa de aço
inoxidável (opcionais).

Portas:
O equipamento pode ser fornecido com uma ou duas portas para instalação em barreira sanitária. Construída
internamente em aço inoxidável ASTM A240 Gr.316L e externamente em aço inoxidável AISI 304, possui
isolamento interno por manta de lã de rocha. O sistema de fechamento é de elevação vertical, de acionamento
manual e bastante suave, auxiliada por sistema de contrapeso individualizado para cada porta.
A face interna é retificada e paralela à canaleta perimetral da câmara, onde uma guarnição de silicone especial
promove a vedação por pressão.

O Esterilizador Baumer – modelo CAD possui quatro ciclos distintos de esterilização:


• Ciclos para materiais termossensíveis, com temperatura fixada em 121°C. Tempo de esterilização e
secagem programáveis pelo usuário.

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• Ciclos para líquidos. Temperatura fixada em 121°C, e secagem lenta. Tempo de esterilização programável
pelo usuário.
• Ciclo para material de densidade, instrumentais ou utensílios de aço inoxidável. Temperatura fixada em
134°C, tempo de esterilização e secagem programáveis pelo usuário.
• Ciclo específico para o teste Bowie & Dick, com temperatura fixa de 134ºC e tempo de exposição de 3,5
minutos.

Comando:
Comando através de controlador microprocessado dedicado
(CLP), que permite o acompanhamento de todas as fases do
ciclo. A indicação de temperatura, tempo de exposição e de
secagem são feitas através de mostrador de cristal líquido, com
contagem regressiva dos tempos de esterilização e secagem.
Manovacuômetro para acompanhamento dos níveis de pressão
e vácuo da câmara interna, e manômetro para acompanhamento
da câmara externa.

Componentes:
Acionadores pneumáticos: controlados por válvulas solenóides, faz o suprimento
de vapor, exaustão e aeração.

Sensor de temperatura - Sistema eletrônico de controle da temperatura na câmara


interna através de sensor a termorresistência de platina (PT-100) localizado junto ao
dreno de descarga de vapor da câmara interna. A temperatura da câmara interna é
controlada pelo “software” do comando, através das informações de temperatura,
medidas pelo sensor.

Bomba de vácuo para obtenção da pulsação inicial, necessária ao condicionamento


da carga a ser esterilizada, do vácuo final de secagem, tipo monobloco, com anel de
água, capaz de atingir 130 mbar se abastecida com água à temperatura ambiente.
Este componente é projetado para obter vácuo a 65
mbar com água à 15ºC. Dimensionada para atender o
disposto em norma NBR 11816:2003.

Gerador de vapor limpo com abastecimento automático através de bomba centrífuga


de água. O gerador é construído em aço inoxidável AISI 316, e possui resistências
blindadas em aço inoxidável 316. O nível de água é controlado por um sistema de bóia
para indicação de nível mínimo e máximo (para liberação ou fechamento da entrada de
água) e do nível de segurança para indicação de falta de água, além de contar com um
termostato de segurança, o qual desliga a resistência caso o nível de água fique abaixo
do especificado. Construído conforme normas ASME- vol VIII, divisão I, e NBR
11816:2003.

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Segurança - O ciclo só se inicia com pressão de vapor acima 0,8 kgf/cm² na rede. Um nível de
pressão abaixo deste limite, provoca o retorno do ciclo para a fase de pré-vácuo. O comando
não permite a alteração de comandos com o ciclo iniciado. O comando para abertura de porta só
é efetivado com pressão menor de 0,1 kgf/cm² no interior da câmara. No modelo de duas portas,
um dispositivo impede a abertura simultânea das mesmas para evitar o risco de contaminação
ambiental. Possui válvula de segurança previamente calibrada em 3 kgf/cm2 (44 PSI) e selada,
dotada de alavanca para verificação de funcionamento e limpeza.

4. Preparo e Carga
Segundo o Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos da América para processos de esterilização
é requerido um nível de segurança de esterilidade, conhecido como SAL (Sterility Assurance Level) de 10-6.
Número este definido para margem de segurança nos processos de esterilização, ou seja, a probabilidade de
sobrevivência de microorganismos após o processo de esterilização. Portanto, para uma população inicial de
1.000.000 e para obter um SAL de 10-6 , deverá ocorrer uma redução de 12 ciclos logarítmicos, ou seja, uma
probabilidade de um item não estéril em 1.000.000 de itens.
A morte de microorganismos ocorre em uma curva exponencial, na qual, num momento chamado valor D, 90% dos
10% restantes são eliminados e assim por diante, até atingir um nível de segurança de 10-6, em que o valor D
tenha sido aplicado por 12 vezes para um artigo contaminado.
Exemplo teórico da determinação de morte de uma população bacteriana com existência de um “bioburden” (carga
microbiana) igual a 1.000.000:

Valor D Bactérias vivas Bactérias mortas Bactérias Logaritmo dos


(minuto) no início de novo em cada valor D sobreviventes no sobreviventes
valor D final de cada (cada valor D)
valor D
1° 1.000.000 90%=900.000 100.000 106
2° 100.000 90%=90.000 10.000 105
3° 10.000 90%=90.000 1.000 104
4° 1.000 90%=9.000 100 103
5° 100 90%=900 10 102
6° 10 90%=90 1 101
7° 1 90%=9 0,1 100
8° 0,1 90%=0,9 0,01 10-1
9° 0,01 90%=0,09 0,001 10-2
10° 0,001 90%=0,009 0,0001 10-3
11° 0,0001 90%=0,0009 0,00001 10-4
12° 0,00001 90%=0,00009 0,000001 10-5
13° 0,000001 90%=0,000009 0,0000001 10-6
Fonte: Graham, 1997

O primeiro passo para um eficiente processo de esterilização é portanto, uma correta limpeza e desinfecção dos
materiais (no caso de reprocessamento) ou a utilização de práticas adequadas para produção. Quanto mais
reduzido for o nível de contaminação dos materiais a ser esterilizado mais seguro será o processo.
É muito importante que o material utilizado seja o mais rapidamente submetido a um processo de limpeza e
desinfecção com a utilização de técnicas e produtos adequados.
A exposição teórica suficiente para conseguir a esterilização de um determinado material considera uma situação
de exposição direta destes materiais (e dos microorganismos) ao vapor em condição absolutamente homogênea
de temperatura. Na prática, o que se tem são materiais protegidos por embalagens, até para permitir o seu
manuseio e transporte após a esterilização. As características destas embalagens, como material utilizado,
permeabilidade ao vapor, peso, dimensões, podem criar maior ou menor facilidade à penetração do vapor e vão
sempre agregar tempo àquela exposição teórica. Atualmente, o uso de materiais desenvolvidos especificamente
para uso em embalagens para esterilização; estão cada vez mais difundidos. Estes materiais têm a porosidade

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controlada e permitem tanto a correta penetração do vapor sobpressão (quando
submetidos a altas temperaturas e umidade), como se constituem em eficiente
barreira microbiológica em condições normais de temperatura e pressão.
As embalagens para esterilização em rolos e em cartuchos PGC são compostas
por filme termoplástico bilaminado de poliéster e polipropileno, com verso em
papel grau cirúrgico. Estes produtos podem ser adquiridos junto à nossa linha
Tecil ([Link]) ou através do agente autorizado Baumer S.A. ou melhor
recomendado em seu país.
Estas embalagens garantem aos materiais nelas embalados, quando submetidos,
a um adequado processo de esterilização, e se corretamente armazenados e
manipulados, a manutenção das condições de esterilidade até o momento do
uso. Possuem gravados em sua superfície, indicadores de processo, que mudam
de cor quando a embalagem é submetida a um ciclo de esterilização a vapor ou
de baixa temperatura a vapor e formaldeído. A Baumer S.A. conta com uma linha
completa de embalagens, seladoras, indicadores e testes para todos os
processos de esterilização e desinfecção.
Em caso de utilização de tecido de algodão para confecção de pacotes, é
importante à escolha da trama correta (normalmente campo duplo 100% algodão,
56 fios por cm² e 250g por m²). Os pacotes devem ter dimensões máximas de
50x30x20 cm com peso máximo de 5kg. Instrumentos metálicos (aço inoxidável)
devem ser corretamente limpos e secos antes de embalados. As pinças e
tesouras devem estar abertas e destravadas para permitir o contato do vapor com toda a sua superfície. Estes
instrumentos devem ser esterilizados em caixas de aço inoxidável com superfície perfurada para facilitar a
penetração do vapor e a saída de condensado (ideal 50% da superfície com furos de pequenas dimensões). Os
instrumentos devem estar protegidos por tecido leve e corretamente distribuídos. A caixa fechada (tampo também
perfurado) deve ser embalada em campos apropriados ou nos sacos para embalagem
“PGC”. Na carga dos esterilizadores, os pacotes não podem ser colocados uns sobre os
outros; porque isto cria dificuldades à penetração do vapor e a retirada da umidade no final
do ciclo. Aconselha-se o uso de pelo menos um monitor químico por pacote para assegurar
o processo de esterilização. O Integrador Químico Tecil Vapor apresenta um método
simples e preciso para assegurar que condições necessárias para a esterilização foram
atingidas durante o ciclo. O integrador pode ser usado em todos os processos de
esterilização inclusive nos ciclos de vácuo fracionado, gravidade e esterilização "flash", pois
sua reação progressiva acompanha a curva de morte bacteriológica do microorganismo de
teste. Fabricado conforme norma ISO 11140 classe 5 (código BR. 4135) ou equivalente ao
país de destino.
Da mesma forma, os pacotes não podem encostar-se às laterais e no fundo da câmara para
evitar o contato direto com o condensado, e o aumento desnecessário da sua umidade, com
posterior dificuldade de secagem. Cargas que podem reter o condensado, como bacias e
tampos metálicos, devem ser colocadas na posição vertical. Na impossibilidade disto,
coloque-as com a abertura voltada para baixo.
Nunca sobrecarregue o esterilizador: isto influi negativamente na remoção do ar e implicará
na necessidade de um maior tempo de exposição.
A Baumer S.A. desenvolveu um sistema modular para movimentação e carga dos esterilizadores. Este sistema
baseia-se no conceito “Unidade de Esterilização”, definido por norma ISO, como um volume em forma de
paralelepípedo, com dimensões de 20x40x60 cm, igual a 48 litros. Esta norma recomenda que às dimensões
internas da câmara de um esterilizador sejam múltiplos das dimensões definidas para Unidade de Esterilização
“UE”.
Todos os tamanhos de câmara dos esterilizadores atendem a este conceito. Um cesto auto empilhável possui
dimensões e volumes próximos ao definido para “UE”. Na realidade, estas dimensões são um pouco menores que
a definida na norma, e a forma de colocação dos cestos na câmara prevê que apenas um cesto ocupe o volume
reservado a cada “UE”. Este artifício permite a correta ocupação da câmara, garantindo entre os cestos e os
pacotes neles contidos, o espaço necessário para a circulação do vapor. Os cestos possuem apoios que permitem
a sua sobreposição. Os racks fornecem assento para a camada inferior dos cestos e ordenam o empilhamento dos

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mesmos. Este sistema modular permite o planejamento e preparação da carga fora do esterilizador, agilizando o
trabalho de carregamento das câmaras e diminuindo o tempo de espera entre os ciclos.
Este sistema se completa com os suportes de solo e parede, que fazem a
acomodação dos cestos carregados com pacotes antes e depois da
esterilização, diminuindo a manipulação do material. O uso destes suportes
em áreas com ventilação e umidade controlada ajuda a aumentar o tempo
de validade das embalagens. A utilização de pacotes menores, do material
de embalagem adequado; de cargas homogêneas e bem distribuídas com
a ocupação correta e não excessiva da câmara, permitem melhor ajuste e
segurança do ciclo de esterilização trazendo maior velocidade e uma
grande economia no processo.
Evite a utilização de cargas mistas. Materiais diferentes, embalados e acomodados na câmara de esterilização de
formas diversas vão necessitar de exposições diferenciadas. Quando isto não for possível, coloque as embalagens
com utensílios e instrumentais na parte inferior da câmara, reservando as prateleiras ou cestos superiores para os
pacotes com material têxtil.
Os valores padrão da exposição, definido pelo fabricante dos esterilizadores partem do pressuposto que tanto os
pacotes como a carga dos esterilizadores está de acordo com o preconizado
pelas Boas Práticas em técnicas de esterilização. O produto é validado em
condições padrões de uso. No dia-a-dia essas condições dependem das
instalações, suprimentos e das técnicas empregadas pelo usuário no preparo
dos pacotes da carga dos esterilizadores os ciclos precisam ser reavaliados
pelo usuário.
A definição do processo de esterilização como um todo, desde os
procedimentos de lavagem e desinfecção, passando pelo ajuste dos
parâmetros do ciclo de esterilização, até a definição da validade das
embalagens, é competência do responsável técnico pelo serviço. A
monitoração e a validação do processo é a forma de garantir a qualidade
deste serviço (consulte-nos sobre monitoração e a validação do processo).

Observação: Carros para rack somente para esterilizadores acima de 100


litros.

Boas Práticas na Montagem e Conservação de Cargas:


As Boas Práticas de Esterilização (vide referências bibliográficas no final deste capítulo) dão uma série de
orientações para favorecer o processo de esterilização e garantir por um bom período a sua não contaminação.
Nisso incluem-se as medidas que facilitam a secagem da carga o que é um importante quesito para garantir uma
estocagem correta e reduzir os riscos de contaminação do material esterilizado.
O processo de esterilização a vapor apoia-se no tripé: tempo, temperatura, e umidade.
Essas três condições são essenciais para que ocorra a esterilização no processo de vapor. Se qualquer destes
falhar a esterilização está comprometida.
É facilmente aceitável que o tempo e a temperatura são importantes para a esterilização mas nem sempre se
compreende o papel da umidade. Com toda certeza podemos afirmar que: SEM A UMIDADE NÃO OCORRE A
ESTERILIZAÇÃO NO ESTERILIZADOR A VAPOR. A umidade com calor proporciona a ruptura das membranas
protéicas que protegem os esporos destruindo-os ou inviabilizando sua reprodução.

A umidade é inerente ao processo de condensação do vapor sobre os materiais.


Seu volume é decorrente da massa do material aquecido, ou seja, quanto mais material e quanto mais pesado for,
mais umidade (condensado) vai se formar.

A embalagem influi grandemente no processo de esterilização e secagem. Embalagem significa: caixas, cestos,
contêineres, tecido de algodão, tecido sintético, não-tecido (SMS, TNT), papel grau cirúrgico, papel crepado, tyvek,
etc. Pela enorme diversidade de tipos de embalagem podemos desde já afirmar que seu desempenho também é
muito variado.

A finalidade da embalagem é:
1. Permitir a organização e manipulação adequada do material.

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2. Conservar a integridade física e funcional dos materiais.
3. Permitir a entrada e a saída do vapor e conseqüentemente a esterilização e a secagem.
4. Preservar a esterilização durante e após o processamento.
5. Permitir o transporte estéril e racional do material até a área de uso.

Assim a escolha de um padrão de embalagem numa CME deve levar em conta vários fatores para que haja um
balanceamento adequado entre custo, eficácia e produtividade. Em outras palavras, ao se decidir por um tipo de
embalagem a enfermagem deve considerar a garantia de esterilização e secagem acima de qualquer outro fator
(custo, praticidade). Isso permitirá economia de processamentos e garantia de disponibilidade do material quando
necessário.
Para economia de tempo no processo de esterilização, de consumo de energia e garantia de secagem seguem
algumas sugestões práticas:

Sempre que possível faça cargas homogêneas.


Não é obrigatório, mas você obterá melhores resultados com cargas de características físicas mais homogêneas.
Por exemplo, colocando apenas metais numa carga, em outra apenas tecidos. Caixas e pacotes de tamanhos
semelhantes também favorece o processo.

Nunca carregue excessivamente a câmara.


Um método empírico para avaliar o peso máximo de uma carga em um esterilizador é: divida por dez o volume, em
litros, da câmara e transforme o resultado em quilogramas. 500
Exemplos: Para uma câmara de 500 litros o peso máximo da carga é: = 50 kg
10
Essa é a carga máxima.
Dica:Quando desejar um processamento mais rápido trabalhe com a metade da carga máxima.

Sempre faça caixas com peso individual inferior a 5 kg.


Além de ser prejudicial a saúde do trabalhador (manipulação de caixas pesadas), as caixas muito pesadas são
difíceis de secar. Quando o peso da caixa for muito grande ou ela for muito volumosa divida em caixas menores.
As caixas devem ser sempre bem perfuradas, em todos os lados inclusive na tampa e no fundo. Se tiver prateleiras
internas essas também devem ser bem perfuradas.

Para cargas volumosas e de pequeno peso (tecido, plásticos) deixe sempre um espaço vazio em torno dos
pacotes de cerca de 20% do volume da câmara.
Esse espaço serve para a circulação do vapor e favorece a distribuição térmica homogênea.

Use campos e mantas de tamanho adequado ao tamanho das caixas.


O excesso de embalagem dobrado sobre as caixas prejudica a saída do vapor dificultando a secagem.

Nunca coloque embalagem no material dentro da caixa.


Além de desnecessário isso cria uma segunda barreira à penetração do vapor e também dificulta grandemente a
secagem. Basta colocar um campo absorvente ou compressa aberta no fundo da caixa protegendo o instrumental.

Não monte caixas de instrumental com grande número de peças (mais de cinqüenta peças).
Como regra geral caixas menores esterilizam mais rapidamente e secam melhor. Caixas grandes e com muito
material demandam mais tempo de secagem e devem ser de preferência colocadas para esterilização inclinadas
sobre seu lado maior. Caixas de material ortopédico são críticas e devem seguir ao máximo essas recomendações.

Uma prática usual e de bons resultados é após terminado ciclo, deixar a porta da câmara aberta por cerca
de vinte minutos e depois retirar a carga deixando esfriar por mais vinte minutos antes de guardar.

Esta prática contribui para promover uma boa conservação do material. Ao se proceder dessa forma fazendo um
resfriamento lento e gradativo do material impede qualquer choque térmico. Isso também evita a recondensação
de umidade sobre o material. A manipulação do material frio é mais segura e não tende a estragar a embalagem.

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O “tempo de prateleira” não é definido apenas pelo tipo de embalagem ou tipo de esterilização mas sim por uma
validação de processo que leva em conta todas as variáveis do processo de esterilização e de armazenagem.

As mais recentes exigências de validação do processo de esterilização levou ao desenvolvimento de


esterilizadores mais precisos e automatizados com controles de tempo e temperatura de processos padronizados
conforme Normas Internacionais.

Por vezes esterilizadores antigos ou esterilizadores não validáveis, nas quais a temperatura de processo é
excessiva, não têm dificuldade em secar mas ao custo da deterioração dos materiais e ausência do controle do
processo de esterilização.

Referências Bibliográficas:
- Good Hospital Practice: Steam Sterilization and Sterility Assurance, AAMI – American Association for the
Advancement of Medical Instrumentation.
- Gerenciamento da Central de Material e Esterilização para Enfermeiros, Maria Lúcia Pimentel de Assis Moura.
- Sterilization Technology, Aspen Publication, Marimargaret Richert, RN, MA, and [Link], PhD.
- Esterilização por Vapor de Baixa Temperatura e Formaldeído / João Francisco Possari.- 1. edição.- São Paulo:
látria, 2003.
- Norma EN 554:1994 e EN 285:2006.

5. Ciclo de Esterilização
Em um ciclo típico de esterilização, podemos distinguir três fases principais no processo: acondicionamento da
carga, exposição e fase de secagem e resfriamento.

Pré-vácuo / acondicionamento:
O contato direto do vapor saturado e o produto a ser
esterilizado com temperatura mais baixa que a do
vapor, provoca a condensação e a transferência do
calor latente do vapor para estes materiais. É a
grande quantidade de energia liberada neste
processo de condensação de vapor que será
aproveitada para agilizar a destruição ou inativação
dos microorganismos.
A existência de ar na câmara e nos pacotes interferir
neste processo, dificultando o contato direto com os
materiais. Além disso, a mistura ar e vapor não é
homogênea e sempre possui uma temperatura menor que a do vapor saturado para a mesma pressão.
A principal função desta primeira fase do ciclo de esterilização é a eliminação, a mais completa possível, do ar
presente na câmara. Isto é conseguido através de injeções de vapor e pulsos subseqüentes de vácuo. Neste
processo, além da eliminação do ar, se consegue a umidificação e o aquecimento dos pacotes, o que facilita o
alcance dos parâmetros definidos para a fase de
esterilização.
Esta fase do ciclo no Esterilizador Baumer - modelo
CAD é parametrizado na fabricação, sendo previstos
pulsos de vapor e vácuo controlados por tempo.

Exposição / Esterilização:
É durante esta fase que ocorre a destruição ou
inativação dos microorganismos. Para que isto ocorra,
os materiais devem ser mantidos em contato com o
vapor pelo tempo e na temperatura definidos para o
processo.
O tempo de exposição deve ser igual ao tempo
teórico requerido para a temperatura de ciclo escolhida, acrescido do tempo necessário para penetração do vapor
e homogeneização da temperatura no interior dos pacotes, e de um tempo de segurança.

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Esterilização:
O Esterilizador Baumer - modelo CAD foi projetado para permitir um rígido controle desta fase. Em primeiro lugar,
só é iniciada a contagem do tempo de esterilização quando for atingida a temperatura programada e a pressão de
vapor correspondente. Para o controle deste parâmetro é utilizado um sensor eletrônico de temperatura PT-100.
Para a manutenção da temperatura de esterilização, o comando checa continuamente as medições de
temperatura, com precisão na primeira casa decimal e controla a abertura e o fechamento da válvula de admissão
de vapor. O software de controle possibilita uma variação menor que 0,5ºC na temperatura do ciclo. Esta oscilação
normalmente ocorre na faixa superior à da temperatura programada.
Se esta variação ocorrer em uma faixa inferior à da temperatura programada o controle interrompe a contagem do
tempo de exposição, até que a temperatura volte à faixa desejada. Se por alguma falha mecânica ou de
fornecimento a temperatura superar em 3ºC, o valor
programado do ciclo será interrompido.

Secagem e Aeração:
Na fase de secagem e resfriamento, a temperatura e a
umidade dos materiais expostos no processo devem
ser reduzidas a valores que permitam a sua retirada
da câmara e manipulação posterior, sem riscos de
recontaminação ou de danos ao operador.
Isto se consegue com a manutenção por um período
de tempo programado a um determinado nível de
vácuo.

6. Operação
O comando do Esterilizador Baumer - modelo CAD é composto
por um teclado de dezoito teclas. As teclas seletoras "S1" e "S2"
permitem a confirmação ou negação de ações indicadas pelo
comando. As teclas “↑” (tecla para cima) e “↓” (tecla para baixo)
permitem a passagem de uma tela para outra na visualização de
parâmetros. As teclas "MANUT." e "HEX." são reservadas para
manutenção. Botão "PARTIDA" para o acionamento ou não do
ciclo. Das teclas restantes, dez estão numeradas de “1” a “0” ,
duas outras possuem a função de entrada de dados - tecla
“ENTER” - e seleção de dados para edição - tecla “EDIT". As
teclas numeradas de “1” a “9” possuem funções diferentes
conforme o contexto em que são acionadas. Neste capítulo estão
descritas as funções relativas ao contexto “Operação“.

Antes de iniciar a operação

No primeiro ciclo, após instalação dos produtos que possuam gerador de vapor, deve-se realizar o seguinte
procedimento para eliminar o líquido protetivo da bomba d'água:
1) Abrir a válvula de drenagem.
2) Ligar o equipamento para que a bomba d'água entre em operação.
3) Manter a bomba em funcionamento por aproximadamente dois minutos.
4) Desligar o equipamento.
5) Aguardar aproximadamente um minuto antes de fechar a válvula. Abra os registros de alimentação de vapor (no
caso de abastecimento por vapor de rede), água e ar comprimido. Verifique as pressões existentes nas redes de
abastecimento de cada utilidade.
No quadro elétrico, acione os disjuntores para alimentação elétrica do comando, bomba de vácuo e das
resistências e bomba de água (no caso de equipamento com gerador de vapor).

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Observar o manômetro da câmara externa (jacket) e aguardar até que sua leitura indique pressão superior a 0,8
Kgf/cm2.
Se houver falha no fornecimento de alguns dos suprimentos o ciclo não poderá ser iniciado, até a causa ter sido
reparada. Se o comando detectar que a porta do lado de descarga não está fechada, o visor de cristal líquido fica
piscando, até que se pressione a tecla para fechamento de porta no painel existente no lado de descarga.

Início de operação
Ao ser ligado o equipamento o display de cristal líquido acende mostrando a tela de inicialização por 5 segundos.
Logo em seguida a tela de seleção de ciclo. Antes de selecionar o ciclo desejado abra a porta e faça o
carregamento da câmara com o material adequadamente preparado de acordo com as Boas Práticas ou produção
(veja anotações no capítulo "Preparo e Carga").

SELECIONE
1 – 134C 3 – Liq.
2 – 121C 4 – B&D

Selecione então o ciclo desejado conforme o material preparado, pressionando a tecla correspondente no teclado:
Tecla "1" para ciclos a 134ºC.
Tecla "2" para ciclos a 121ºC.
Tecla "3" para esterilização de líquidos.
Tecla "4" para execução do teste de Bowie & Dick.
Ao ser pressionada a tecla, o indicador luminoso permanecerá aceso, indicando a opção selecionada.
Neste ponto, o equipamento estará pronto para iniciar o processo de esterilização, através do acionamento do
botão de "partida/parada".

Funções do teclado numérico no modo "OPERAÇÃO":


Tecla "1" - Esterilização a 134ºC.
Tecla "2" - Esterilização de Termossensíveis (121ºC).
Tecla "3" - Ciclo de Líquidos: Teste Bowie & Dick.
Tecla "8" - Tecla Programação de Parâmetros.
Tecla "9" - Tecla seleção de ciclo.
Tecla "ENTER" - Permite confirmar a edição de dados.
Tecla "EDIT" - Permite selecionar dados a serem editados.

ESTERILIZAÇÃO
TE: xxx.x TpE: yyyy min

Um visor de cristal líquido apresenta ao operador informações sobre a temperatura medida pelo sensor de controle
de processo em décimos de ºC e as fases do processo de esterilização. Essas informações variam conforme as
operações que estão sendo realizadas e podem indicar, além das fases do ciclo, os parâmetros a serem
alcançados, a ocorrência de falhas, a causa das mesmas e final de ciclo, bem como os parâmetros definidos pelo
operador na fase de programação. Um indicador sonoro indica o final do ciclo ou a entrada do equipamento em
emergência.

Manovacuômetro (Chamber) Manômetro (Jacket)

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Completa o painel do lado de carga, um manovacuômetro para acompanhamento dos níveis de vácuo e pressão
da câmara interna e um manômetro para pressão da câmara externa.
O painel do lado da descarga possui uma lâmpada que indica ao operador, com um alarme sonoro, o fim do ciclo
de esterilização e a abertura da porta por esse lado. O botão da porta, também luminoso, quando aceso indica
porta travada e quando apagado, porta destravada. Completa o painel do lado de descarga um manovacuômetro
para acompanhar a pressão da câmara interna.

Ciclo de esterilização a 134ºC


(para material de densidade, instrumental e utensílios de inox e outros materiais resistentes à temperatura). Para
selecionar o ciclo de esterilização a 134°C, com o equipamento ligado, pressione a tecla "9" (seleção de ciclo) até
que se acenda o LED correspondente na tecla. O visor de tempo indicará como valor padrão o tempo de 15
minutos.
Para alterar o tempo de esterilização ou secagem, consulte o capítulo "Programação".

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

Acione o botão de partida para início do ciclo.

APERTE BOTAO DE
START PARA INICIAR

O ciclo se inicia com a realização de pulsos de vácuo, seguido da injeção de vapor na câmara. Estas duas
operações são controladas por tempo, pelo comando, segundo parametrização feita na fabricação. A alteração
destes tempos não está disponível para o usuário.

Manovacuômetro (Chamber)

Durante a execução desta fase, permanece a indicação no display da operação no painel do comando. O
manovacuômetro ligado a câmara interna do Esterilizador Baumer, estará indicando os níveis de vácuo ou pressão
alcançados nestes pulsos.
Na fase seguinte, é injetado vapor na câmara até se alcançar a temperatura de 134°C, definida para o ciclo.
Ao ser alcançada a temperatura de 134°C, o comando iniciará a contagem do tempo parametrizado pelo usuário,
de forma decrescente.
Nessa fase, o tempo é reduzido somente se a temperatura de esterilização estiver acima da temperatura ajustada
para o ciclo. Enquanto o tempo de esterilização estiver sendo contado, um asterisco pisca na tela indicando o
processo. Se houver queda na temperatura e parada da contagem, o asterisco desaparece.

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ESTERILIZAÇAO
TE: xxx.x TpE:yyyy min

Todos os eventos relacionados a esse ciclo são indicados por mensagens no display do comando. O tempo de
esterilização remanescente para completar a fase é indicado no visor.

SECAGEM
TE: 98 TpE: 7min

Manovacuômetro (Chamber) Manômetro (Jacket)

Na parte superior do painel, o manovacuômetro da câmara interna estará indicando a pressão correspondente à
temperatura de 134°C (em torno de 2,2 kgf/cm²), e o outro manômetro (jacket), a pressão da câmara externa, igual
a pressão da linha de vapor.
Completada a fase de esterilização, inicia-se a fase de secagem com o acionamento da bomba de vácuo. O vácuo
conseguido através desta bomba será mantido pelo tempo definido pelo usuário para esta fase de secagem.
Durante a execução desta fase permanecerá escrito no display a mensagem de secagem e será mostrado o tempo
de secagem remanescente.

SECAGEM
TE: 98 TpE: 7min

Manovacuômetro (Chamber)

O manovacuômetro irá indicar o nível de vácuo atingido. A pressão na câmara externa é mantida para facilitar a
secagem dos materiais.

* Os valores sugeridos podem variar


dependendo do tipo de carga e qualidade
dos suprimentos.

Ciclo de Esterilização a 121ºC (para


borrachas e outros materiais
termolábeis)

Para selecionar o ciclo de esterilização a


121°C, com o equipamento ligado,
pressione a tecla 9 (seleção de ciclo) e em
seguida pressione a tecla 2, até que se
acenda o LED correspondente.

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134º C 121º C LÍQUIDO B&D

Para alterar o tempo de esterilização ou secagem, consulte o capítulo "Programação".

APERTE O BOTAO DE
START PARA INICIAR

Acione o botão de partida para o início (veja as observações feitas no parágrafo início de ciclo).
O ciclo se inicia com a realização de pulsos de vácuo, seguido da injeção de vapor na câmara. Estas duas
operações são controladas por tempo, pelo comando, segundo parametrização feita na fabricação. A alteração
destes tempos não está disponível para o usuário.

Durante a execução desta fase permanece a indicação no display da operação no


painel do comando. O manovacuômetro ligado à câmara interna do Esterilizador
Baumer, estará indicando os níveis de vácuo ou pressão alcançados nestes pulsos.
Na fase seguinte, é injetado vapor na câmara até se alcançar a temperatura de 121ºC
definida para o ciclo.
Ao ser alcançada a temperatura de 121ºC o comando iniciará a contagem do tempo
parametrizado pelo usuário.
Nessa fase, o tempo é reduzido somente se a temperatura de esterilização estiver
acima da temperatura ajustada para o ciclo.
Manovacuômetro (Chamber)

ESTERILIZAÇAO
TE: xxxx TpE: yyyy min

Enquanto o tempo de esterilização estiver sendo contado, um asterisco pisca na tela indicando o processo. Se
houver queda na temperatura e parada de contagem, o asterisco desaparece. Todos os eventos relacionados a
esse ciclo são indicados por mensagem no display de comando.

Manovacuômetro (Chamber) Manômetro (Jacket)

O tempo de esterilização remanescente para completar a fase é indicado no visor.

ESTERILIZAÇAO
TE: 1212 TpE: 15min

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Na parte superior do painel, o manovacuômetro da câmara interna estará indicando a pressão correspondente à
temperatura de 121°C (em torno de 1,2 kgf/cm²), e o outro manômetro (jacket), a pressão da câmara externa igual
a pressão da linha de vapor.
Completada a fase de esterilização, inicia-se a fase de secagem com o acionamento da bomba de vácuo. O vácuo
conseguido através desta bomba será mantido pelo tempo definido pelo usuário para esta fase de secagem.
Durante a execução desta fase o display indicará a mensagem "secagem" e o tempo de secagem remanescente.

O manovacuômetro irá indicar o nível de vácuo atingido, e o visor de tempo estará


indicando o tempo remanescente para término desta fase. A pressão na câmara
externa é mantida para facilitar a secagem dos materiais.

Observação: O armazenamento em frascos fechados pode provocar a ebulição do


líquido com a expulsão da tampa e do material esterilizado, podendo causar
queimaduras.

Manovacuômetro (Chamber)

Ciclo de esterilização de líquidos (Líquido em frascos abertos)


Para selecionar o ciclo de esterilização de líquidos, com o equipamento ligado, pressione a tecla "9" (seleção de
ciclo) e em seguida pressione a tecla “3”, até que se acenda o LED correspondente.
Para alterar o tempo de esterilização ou temperatura final (consulte o capítulo “Programação”).

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

Atenção: O ciclo de líquidos não possui a fase de secagem. A função para alteração do tempo de
secagem não está portanto, disponível para este ciclo.

Para o ciclo de líquidos, a válvula de admissão de vapor para a câmara externa permanecerá fechada.

ESTERILIZAÇAO
TE: 1212 TpE: 30min

Após uma fase de pré-vácuo o vapor é injetado na câmara já no início do ciclo, e o ar é eliminado através do
purgador termostático ligado ao dreno da câmara. Ao ser alcançada a temperatura de 121°C, o comando iniciará a
contagem do tempo parametrizado pelo usuário. O tempo de esterilização remanescente para completar a fase é
indicado no visor de cristal líquido.
Nessa fase, o tempo é reduzido somente se a temperatura de esterilização estiver acima da temperatura ajustada
para o ciclo. Enquanto o tempo de esterilização estiver sendo contado, um asterisco pisca na tela indicando o
processo. Se houver queda na temperatura e parada de contagem, o asterisco desaparece.
O visor de temperatura estará indicando a temperatura da câmara interna, conforme medição de um sensor PT-
100, colocado junto ao dreno da câmara. Na parte superior do painel, o manovacuômetro da câmara interna estará
indicando a pressão correspondente à temperatura de 121°C (em torno de1,2 kgf/cm2).

DESCARGA LENTA
TE: 1012 ATE: 960

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Manovacuômetro (Chamber)

O manômetro da câmara externa indicará pressão igual a zero.


Se este ciclo se iniciar após um dos ciclos
descritos anteriormente, o manômetro "jacket"
poderá indicar a pressão residual existente na
câmara externa. Esta pressão continuará
caindo durante a execução do ciclo.
Completada a fase de esterilização, inicia-se a
fase de exaustão lenta onde o vapor é
eliminado através de uma válvula agulha com
passagem estrangulada.
Ao ser atingida a temperatura ajustada pelo
usuário (ver capítulo "Programação"), que
pode estar entre 90ºC e 98ºC no interior da
câmara, soará o alarme de fim de ciclo,
permitindo ao usuário a abertura da porta.

Ciclo de Bowie & Dick:


O ciclo de Bowie & Dick tem por finalidade a verificação da eficácia da fase de pré-vácuo (acondicionamento de
carga) no que diz respeito à eliminação de ar na câmara.
Existem basicamente dois padrões de teste no mercado: ISO e Europeu. Por definição os produtos da Baumer
S.A. saem de fábrica configurados, para atender à norma ISO 11140. Contudo, se o cliente optar pelo padrão
Europeu os equipamentos poderão ser com esse perfil. Cabe salientar que os ciclos de trabalho do Esterilizador
Baumer com o padrão Europeu tendem a ser mais longos que o sistema ISO, deve ser executado no inicio do dia,
após o abastecimento da câmara externa com vapor, e após a eliminação do condensado acumulado nas linhas de
suprimento e na própria câmara externa.
A folha de teste deve ser colocada no interior de um pacote com as dimensões de 25 cm de largura, 30 cm de
comprimento e 28 cm de altura. O pacote deve ser confeccionado com tecido atoalhado (compressas cirúrgicas
lavadas e sem passar), e pesar até 4,0 kg, conforme definição da norma.
O pacote deve ser colocado na parte inferior da câmara vazia e sobre o dreno da mesma. Tome cuidado para que
o pacote não esteja em contato com a superfície da câmara, utilizando os acessórios de carga adequados (racks e
cestos).

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

Para programar um ciclo de Bowie & Dick, selecione o ciclo de Bowie & Dick, com o equipamento ligado,
pressionando a tecla "9" (seleção de ciclo), e em seguida pressione a tecla “4", até que se acenda o LED
correspondente.

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APERTE BOTAO DE
START PARA INICIAR

Acione o botão de partida para início do ciclo.


O ciclo se inicia com a realização de pulsos de vácuo, seguido da injeção de vapor na câmara. Estas duas
operações são controladas por tempo, pelo comando, segundo parametrização feita na fabricação.

Durante a execução desta fase, o manovacuômetro ligado à câmara interna do


Esterilizador Baumer estará indicando os níveis de vácuo, ou pressão, alcançados
nestes pulsos.
Na fase seguinte, é injetado vapor na câmara até se alcançar a temperatura de 134°C
definida para o ciclo de “Esterilização”. Ao ser alcançada a temperatura de 134°C o
comando iniciará a contagem do tempo de 210 segundos (3,5 minutos).
Nessa fase, o tempo é reduzido somente se a temperatura de esterilização estiver
acima da temperatura ajustada para o ciclo.
Manovacuômetro (Chamber)

ESTERILIZAÇAO
TE: xxxx PpE: yyyy min

Enquanto o tempo de esterilização estiver sendo contado, um asterisco pisca na tela indicando o processo. Se
houver queda na temperatura e parada de contagem, o asterisco desaparece.

ESTERILIZAÇAO
TE: 1343.3 PpE: 210 min

SECAGEM
TE: 98C TpE: 3min

Na parte superior do painel, o manovacuômetro da câmara interna estará indicando a pressão correspondente à
temperatura de 134°C (em torno de 2,1 kgf/cm²), e o outro manômetro (jacket), a pressão da câmara externa, igual
à pressão de alimentação da linha de vapor
(ideal em torno de 2,3 a 2,4 kgf/cm²).
Completada a fase de esterilização, inicia-se a
fase de secagem com o acionamento da
bomba de vácuo. O vácuo será mantido pelo
tempo de 3 minutos.
Descarregue a câmara e retire o teste do
interior do pacote. Um pré-vácuo é indicado
pela mudança uniforme e contrastada da cor
do teste.
A formação de manchas na folha de teste
indica o que o ar não foi totalmente retirado do
interior da câmara. Acione a manutenção para
correção do problema.

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Final de operação:
Uma vez cumprido corretamente o ciclo de esterilização, o comando mantém fechadas todas as válvulas
envolvidas no processo e indica através de um alarme acústico contínuo, o fim do ciclo.
No painel do lado de descarga estará acesa a lâmpada indicativa de final de ciclo e que a porta do lado de carga
encontra-se travada.
Pelo lado de descarga, a porta deve ser aberta acionando o botão do painel. Ao ser pressionado esse botão, a
máquina, por segurança, aguarda a completa normalização da pressão da câmara interna.

Atenção: Utilizar luvas para manusear o material esterilizado, pois o mesmo estará quente.

Uma tela de alarme informa ao operador essa situação:

AGUARDE LIBERAÇAO
DA PORTA

Ao término do tempo de espera para normalização da pressão na câmara, ocorrerá a despressurização da


canaleta e abertura da porta.
Para esterilizadores de uma única porta, esta ação se realiza com o acionamento do mesmo botão, no painel
principal.
Retire a carga do interior da câmara utilizando o carro para transporte de racks e encaminhe o material para a área
de estocagem. Enquanto a porta do lado de descarga for mantida aberta, nenhuma operação poderá ser realizada.
Quando a porta do lado de descarga for fechada, no caso de equipamentos com duas portas, será possível a
abertura da porta do lado de carga com o acionamento do botão,específico no painel principal, possibilitando o
carregamento da câmara para um novo ciclo. O equipamento ficara em condições de esperar a seleção do novo
ciclo a executar. A situação de equipamento pronto para um novo ciclo estará sinalizada no display.

APERTE BOTAO DE
START PARA INICAR

Após o término da operação


Ao término do dia a autoclave deve ser desconectada de todas as linhas de suprimento.
No quadro de alimentação elétrica desligue os disjuntores que fazem o suprimento das resistências do gerador,
dos motores das bombas de água e de vácuo e do comando.
Feche as válvulas de fornecimentos de água e de ar comprimido.
Feche as válvulas da linha de suprimento de vapor. Se o equipamento operava com suprimento de vapor próprio,
abra a válvula do dreno do gerador de vapor. A eliminação do vapor e água do gerador vai permitir a eliminação de
resíduos que poderiam estar acumulados na câmara de geração de vapor e ajudar na conservação do mesmo,
permitindo a geração de vapor de melhor qualidade.

Não se esqueça:
• Desligue a chave de alimentação elétrica no quadro de força.
• Feche as válvulas de suprimento de vapor no cavalete de vapor.
• Feche as válvulas de suprimento de água no cavalete de água.
• Feche as válvulas de suprimento de ar comprimido no cavalete de ar comprimido.
• Libere a pressão do gerador de vapor, abrindo a válvula do dreno.
• Aguarde a câmara esfriar e faça a limpeza da mesma.

Programação:
O Esterilizador Baumer - modelo CAD permite ao usuário a programação dos parâmetros de tempo de
esterilização e secagem para os ciclos de 121 e 134ºC, tempo de esterilização e temperatura final para o ciclo de
líquidos. O programa de Bowie & Dick não permite a parametrização pelo usuário.

Baumer S.A. 21 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


Para programar qualquer um dos ciclos (que possuem parâmetros de configuração individuais), proceda da
seguinte forma:

a) Para os ciclos de 134º ou 121ºC:

134º C 121º C LÍQUIDO B&D 134º C 121º C LÍQUIDO B&D

• Pressione a tecla "9" (seleção de ciclo).


• Escolha a opção "1" (ciclo para 134ºC) ou a tecla "2" (ciclo para 121ºC), o LED correspondente ao ciclo
selecionado acende no teclado.
• O display estará mostrando a tela de partida do sistema.

APERTE BOTAO DE
START PARA INICIAR

• Pressione a tecla "8" (programação de parâmetros) para selecionar a tela com as variáveis programáveis
pelo usuário.

TEMPO ESTER 30min


TEMPO SECAG. 6min

• Pressione a tecla "EDIT" para selecionar o parâmetro a ser alterado (o parâmetro selecionado ficará piscando).

TEMPO ESTER 90min


TEMPO SECAG. 6min

• Digite o novo valor a ser utilizado pelo ciclo e confirme os dados com a tecla "ENTER" (entrada de dados).

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

• Pressione a tecla "8" novamente para voltar à tela de partida após a programação dos parâmetros.

b) Para o ciclo de líquidos:

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

Baumer S.A. 22 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


• Pressione a tecla "9" (seleção de ciclo).
• Escolha a opção "3" (ciclo de líquidos), o LED correspondente ao ciclo selecionado acende no teclado.

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

• O display estará mostrando a tela de partida do sistema.

APERTE BOTAO DE
START PARA INICIAR

• Pressione a tecla "8" (programação de parâmetros) para selecionar a tela com as variáveis programáveis pelo
usuário.

TEMPO ESTER 30min


TEMPO FINAL 96.0C

• Pressione a tecla "EDIT" para selecionar o parâmetro a ser alterado (o parâmetro selecionado ficará
piscando).

TEMPO ESTER 90min


TEMPO FINAL 96.0C

• Digite o novo valor a ser utilizado pelo ciclo e confirme os dados com a tecla "ENTER" (entrada de dados).

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

• Pressione a tecla "8" novamente para voltar à tela de partida após a


programação dos parâmetros.

Atenção: O ciclo "4" (teste Bowie & Dick) já vem programado de fábrica
e os parâmetros desse ciclo não estão acessíveis ao usuário.

Impressora (Opcional):
Uma impressora matricial colocada no painel frontal do Esterilizador Baumer
permite a documentação de todo o desenvolvimento do ciclo de esterilização. A
impressora é constituída de um corpo em plástico, tampa que recobre a bobina
de papel e a cabeça de impressão. É dotada de um mecanismo de impressão de
impacto rápido de oito (8) agulhas e utiliza bobina de papel de 57,5 mm de
largura, para impressão em 40 colunas. A tecla "FEED" serve para deslocar o

Baumer S.A. 23 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


fita de papel. A tecla "PRINT" só é utilizada para configuração da impressora na fábrica. Ao ser ligado o
equipamento, o sistema de impressão de dados estará desabilitado.

134º C 121º C LÍQUIDO B&D

Para tornar a impressora funcional, basta acionar a tecla “EDIT” e o visor indicará que a impressora está habilitada.
Ao selecionar a opção “S1”, a tela mostrará a opção "LIGA" selecionada entre parênteses.
Caso não queira habilitar a impressão, selecionar a opção “S2” "DESLIGA" com o uso da tecla “EDIT”.
Para confirmar a escolha, pressione a tecla “ENTER”.
O tempo padrão entre impressões é de 30 segundos.
Desejando alterar este tempo pressione a tecla "seta para cima" ↑ antes de habilitar a impressão, pressione a tecla
“EDIT”, digite o novo intervalo e confirme com a tecla ENTER.
Para retornar à tela de habilitação após a seleção do intervalo de impressão, pressione a tecla "seta para baixo" (∇).

TEMPO DE IMPRESSAO
134º C 121º C LÍQUIDO B&D 30.00 SEGUNDOS

Esta função só ocorre ao ligar o equipamento. Para alterar os parâmetros, é necessário desligar e ligar a máquina.
A fita impressa indicará ciclo selecionado e a temperatura a ser alcançada, tempo de esterilização e tempo de
secagem com os parâmetros ajustados e o número seqüencial do ciclo.
Todas as fases do ciclo serão impressas em duas colunas. A primeira indicará o tempo em segundos, a segunda
indicará a temperatura do sensor de controle. Isto será impresso no intervalo do tempo selecionado.
Completando o ciclo de esterilização é impressa a informação de "FIM DE CICLO" e a duração total do ciclo em
segundos.

Manutenção da impressora:
Para trocar o rolo de papel:
1. Abrir a porta frontal e pressionar no mecanismo de
impressão onde está marcado “PUSH”, para
bascular o mecanismo de impressão e facilitar a
troca do papel.
2. Inserir o papel na abertura existente no mecanismo.
3. Pressionar a tecla “FEED” para que o papel passe
pelo mecanismo saindo pelo outro lado.
4. Pressionar o suporte do mecanismo de impressão
para voltá-lo à posição original "PUSH”.

Para trocar o cartucho de impressão:


1. Abra a tampa da impressora e remova o cartucho,
pressionando-o para baixo.
2. Insira o novo cartucho, posicionando-o corretamente.
3. Empurre cuidadosamente o novo cartucho, girando o botão existente para o perfeito encaixe na fenda do
mecanismo de impressão.
4. Código da bobina de papel - 88216 / Código da fita impressora – 87917.

Baumer S.A. 24 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


Precauções:
• Não imprima sem papel ou fita de impressão, pois isto causa a rápida
deterioração das agulhas de impressão.
• Não mova o carro de impressão com a impressora ligada.
• Não coloque objetos estranhos dentro da impressora (clips para conduzir a ponta
do papel).
• Evite impacto em qualquer parte da impressora.
• Mantenha a tampa protetora fechada para evitar danos à impressora.
• Não utilize papel ou fita de impressão em
desacordo com o especificado.
HABILITA IMPRESSORA
LIGA <DESLIGA>

7. Manutenção
O procedimento de manutenção de qualquer equipamento é de vital importância para garantir a qualidade do
processo e a longevidade do produto, e deve ser considerado pela instituição como um fator econômico, assim
como a aquisição e uso do equipamento.

Conceito de manutenção:
São todas as ações necessárias para manter um equipamento ou sistema em operação ou para restituí-lo ao
funcionamento. A manutenção inclui conservação, reparo, modificação, revisão, inspeção e determinação da
eficiência do trabalho.
Nos produtos da Baumer S.A., pelo menos duas modalidades de manutenção devem ser previstas: a manutenção
corretiva e preventiva.

Manutenção corretiva:
É a execução de tarefas de manutenção não planejadas para restaurar a capacidade de funcionamento de um
equipamento ou sistema danificado ou que funciona mal. Economicamente, a manutenção corretiva pode equivaler
à perda de recurso não planejado, dada a sua natureza aleatória.
Um bom programa de manutenção preventiva deve contemplar todas as atividades necessárias para manter o
equipamento em plena operação pelo intervalo de tempo programado entre as intervenções.

Manutenção preventiva:
Consiste não só na limpeza e inspeção, mas também na troca programada de peças que tenham seu tempo de
vida útil estimado, evitando a sua quebra durante o uso. A troca programada de componentes sujeitos a desgaste
mantém o equipamento em operação dentro dos parâmetros adequados de qualidade e performance.
A rede de representantes da Baumer S.A. está apta no sentido de oferecer programas exclusivos de manutenção
preventiva aos nossos clientes em condições especiais, mesmo durante o período de garantia do produto.

Atenção: Os procedimentos de manutenção preventiva não estão contemplados na garantia e, inclusive a


não observância destes poderá anular a garantia do produto.

Nota: Conforme regulamentações da ANVISA (ou consulte regulamentação específica para o país de destino) o
teste biológico deve ser executado ao término de todas as manutenções preventivas e corretivas.

Imprescindível: Durante os procedimentos de manutenção, testes de esforço e/ou exames de funcionamento por
técnicos credenciados, a área ao redor do equipamento deve estar isolada, sem a presença de usuários. Somente
o técnico responsável deve estar na área limitada. A demonstração dos trabalhos executados e a liberação do
isolamento se darão, após a conclusão dos procedimentos.

Diariamente:
• Ao final do dia realizar a drenagem da água do gerador de vapor (caso exista).

Baumer S.A. 25 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


• Certifique-se no dia seguinte de que esta válvula esteja realmente fechada antes de iniciar os trabalhos.
• Abra a válvula de drenagem do gerador de vapor ao final do dia de trabalho, para esgotamento de água.
Feche-a ao término da descarga, para reinício do ciclo no período seguinte.
• Lubrifique a(s) guarnição(ões) utilizando o lubrificante especial para guarnições Seal Lub, no primeiro ciclo
do dia com a máquina fria, aplicando o lubrificante por toda a extensão da canaleta.
• Executar a limpeza das partes externas do equipamento com pano limpo e umedecido caso seja
necessária a remoção de sujidade, utilize uma pequena quantidade de sabão ou detergente neutro.

Semanalmente:
• Realizar a limpeza das superfícies internas da câmara de esterilização, estando fria e não utilizando-se, de
ferramentas cortantes ou palha de aço. Se a câmara apresentar material incrustado, proceda a limpeza
com ACTS® (Código Baumer ER-501)
• Remover a grelha do dreno, limpando fiapos ou qualquer outro tipo de material que possa causar
obstrução ou entupimento.
• Lubrificar a guarnição de silicone de vedação das portas.
• Examinar as indicações dos instrumentos do painel do Esterilizador Baumer .
• Examinar o elemento do filtro de água e limpar se necessário.

Mensalmente:
• Nos dois primeiros meses, reapertar os contatores da bomba de vácuo e das resistências do gerador.
• Examinar a válvula de segurança quanto à eventuais vazamentos. Acionar uma ou duas vezes a haste,
promovendo escape de vapor sob pressão para verificar o não colamento da guarnição em sua sede.
• Examinar toda a tubulação de água e vapor observando a presença de eventuais vazamentos.
• A partir do terceiro mês, realizar o reaperto dos contatores.
• Realizar a limpeza das resistências do gerador de vapor, utilizando uma escova de aço. Através das
verificações semanais pode ser detectada a necessidade desta limpeza a intervalos de tempos menores.
• Quando o suprimento de água tiver alto teor de calcário (água dura), e esta não for tratada, deve-se lavar a
bomba.
• Reapertar todas as conexões elétricas do painel de controle e conexões das válvulas.
• Verificar as condições das guarnições da porta.

Trimestralmente:
• Limpar a câmara do gerador de vapor com produto desincrustante. Após pelo menos três enxágües com
água limpa, a câmara estará pronta para uso novamente.
• Substituir o filtro de entrada de ar, localizado na lateral esquerda do equipamento, posição inferior à direita.
Para esta operação não é necessário o uso de qualquer ferramenta, basta soltar e apertar com a mão
(trimestralmente ou a cada 300 ciclos).
• Verificar o ajuste das portas.
• Efetuar limpeza da impressora e trocar a fita.
• Trocar o assento das válvulas pneumáticas.
• Substituir o elemento do filtro de água. Através das verificações semanais pode ser detectada a
necessidade desta substituição em intervalos de tempo menores.

Anualmente:
• Trocar as guarnições do grupo gerador.
• Efetuar a aferição e calibração dos instrumentos de medição e controle (temperatura e pressão).
• Efetuar a reavaliação do processo para assegurar a repetibilidade de equipamento.

Nota: Anualmente recomenda-se que o processo de revalidação seja executado em todas as suas fases, como a
verificação das condições de comissionamento, análise de distribuição térmica da autoclave (qualificação térmica),
estudo de penetração de carga (validação) e treinamento dos operadores. Tais procedimentos, além de
assegurarem a longevidade do produto, garantem aos responsáveis pelo processo a total segurança e qualidade
dos procedimentos adotados, com evidências documentadas da sistemática.

Baumer S.A. 26 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


Outras recomendações:
• Trocar a válvula de segurança por uma nova a cada dois anos.
• Trocar o assento das válvulas pneumáticas anualmente.
• Efetuar o ensaio hidrostático da câmara a cada cinco anos.

Lubrificação da guarnição de vedação da porta:


A vida útil de uma guarnição é diretamente proporcional à intensidade de uso do Esterilizador Baumer (número de
horas em funcionamento, número de ciclos por dia e cuidados de lubrificação).

Atenção:
• Nunca utilize vaselina líquida como lubrificante. A eficiência de lubrificação é
baixa; pois tal lubrificante é removido facilmente pelo calor e compromete a
estabilidade da guarnição.
• Recomendamos a utilização de spray de silicone especialmente desenvolvido para
a Baumer S.A., comercializado em frascos de 250 ml (Código Baumer 55471),
utilizando um pequeno pincel ou as próprias mãos.
• Lubrificar semanalmente.
• Lubrificar as bordas da canaleta em toda a sua extensão e não o fundo.
• Ao remover a guarnição para limpeza, nunca utilize ferramentas cortantes ou
pontiagudas, como chave de fenda, faca, garfo ou outro qualquer. Utilize espátula
especial de ponta curva (Código Baumer 86428).
• Nunca remova uma guarnição quente, pois ela poderá romper na emenda.
• Ao colocar uma guarnição nova na autoclave, coloque a emenda na parte superior
central, encaixando primeiramente as porções retas verticais e horizontais e
posteriormente os cantos.

Atenção: Os parâmetros de manutenção podem ter a sua periodicidade alterada em


função qualidade dos suprimentos e freqüência de utilização do equipamento.

8. Limpeza
Limpeza da superfície da câmara:
• Se a câmara apresentar material incrustado, borrife sobre a superfície o desincrustante ACTS® (Código
Baumer ER-501). A temperatura da câmara deve ser baixa o suficiente para permitir o contato com as
mãos do operador.
• Aguarde de 15 a 20 minutos e esfregue a câmara com escova não metálica (ideal escova com cerdas de
nylon). Remova o produto com enxágüe e/ou pano úmido.
• Cuidado para não deixar felpas sobre a superfície.
• O uso freqüente do ACTS® (Código Baumer ER-501), é recomendado para superfícies com excesso de
material incrustado.

Limpeza da câmara do gerador:


• Utilize um produto desincrustante ACTS® (Código Baumer ER-501).
• Desligue a alimentação das resistências.
• Retire a flange da bóia.
• Derrame a solução na câmara.
• Monte novamente a flange.
• Deixe a solução pelo tempo estipulado pelo fabricante.
• Realize a drenagem do gerador.
• Ligue o gerador para entrada de água limpa.
• Realize nova drenagem.
• Repita os dois últimos passos por três vezes.

Baumer S.A. 27 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


Limpeza da grelha do dreno:
• Puxe-a para cima.
• Limpe a grelha.
• Posicione a grelha novamente no dreno.

9. Atenção Especial do Usuário


• O Esterilizador Baumer não deve ser abastecido com cargas inflamáveis e explosivas, bem como outras
que não constam nesse manual.
• Para ciclo de líquidos (quando for o caso) os recipientes não devem ser herméticos.
• Tanto no abastecimento como na retirada de carga do Esterilizador Baumer , utilizar luvas apropriadas
para evitar queimaduras.
• A falha ou ausência de aterramento no Esterilizador Baumer , assim como mau dimensionamento da rede
elétrica, pode comprometer a segurança do operador.
• Para efetuar manutenção, desligar o abastecimento de energia elétrica e o abastecimento de vapor
(quando for o caso). Aguardar o resfriamento do produto e só após efetuar manutenção.

10. Símbolos Gráficos


Simbologia utilizada no Esterilizador Baumer - modelo CAD:

ETIQUETA DESCRIÇÃO

Etiqueta de identificação de entrada de água.

Etiqueta de identificação de entrada de ar.

Etiqueta de identificação de entrada de vapor.

Etiqueta indicadora de não pise.

Etiqueta de identificação de saída dreno.

Etiqueta de identificação de eletricidade.

Etiqueta de identificação de superfície quente.

Baumer S.A. 28 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


ETIQUETA DESCRIÇÃO

Atenção, consultar documentos acompanhantes.

Simbologia utilizada na embalagem do Esterilizador Baumer - modelo CAD:

SÍMBOLO DESCRIÇÃO

Sentido de estocagem.

Frágil, manusear com cuidado.

Atenção, consultar documentos acompanhantes.

Consultar instruções de operação.

Manter seco.

11. Problemas e Soluções


PROBLEMA CAUSAS MEDIDAS CORRETIVAS
• Guarnição enroscando.
• Lubrificar guarnição.
Porta não abre: • Falta de pressão de ar
• Verificar a pressão do ar comprimido.
comprimido.
• Falha na penetração de vapor. • Verificar a preparação do pacote.
Positivando teste biológico: • Tempo de exposição incorreto. • Programar tempo adequado.
• Remoção de ar ineficiente. • Contatar assistência técnica.
• Mau funcionamento do
Câmara interna não atinge • Verificar funcionamento.
purgador.
a temperatura selecionada: • Checar as resistências.
• Queima da resistência elétrica.
Subida de pressão na
• Vazamento de ar comprimido
câmara
da canaleta para a câmara • Limpar ou trocar guarnição.
interna sem disparo do
interna.
ciclo:
Movimento de abertura e
• Falta lubrificação na guarnição • Lubrificar a guarnição de
fechamento de portas
de vedação. vedação
realizado com dificuldade:
• Acúmulo de água no dreno. • Desobstruir o dreno.
Oscilação na temperatura:
• Sensor de temperatura solto. • Reapertar o sensor.

Baumer S.A. 29 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


PROBLEMA CAUSAS MEDIDAS CORRETIVAS
• Respeitar o procedimento de pacotes
• Preparação de pacotes ou e cargas mencionado no capítulo
carga inadequada. específico.
Pacotes saem molhados: • Vapor úmido. • Verificar o correto funcionamento dos
• Entrada de ar na câmara purgadores.
interna. • Checar a vedação das portas e
também válvulas de retenção.
• Checar se a qualidade da água atende
as especificações deste manual.
• Checar o elemento do filtro de água,
substituindo-o se necessário.
Pacotes, instrumentais ou • Checar a câmara de geração de vapor
• Qualidade do vapor / água.
utensílios manchados: quanto à quantidade de minerais e
partículas em suspensão depositados
em suas paredes, fundo e
resistências; limpá-los caso
necessário.

Em caso de não resolução do problema ou outros problemas, contatar o agente autorizado Baumer S.A..

12. Acessórios e Suprimentos


B-255 B-365 B-525 B-705 B-875
CAD B-125
B-255-P B-365-P B-525-P B-705-P B-875-P
NOME DO ACESSÓRIO
CÓDIGO
IMAGEM
DESCRIÇÃO
CARRO PARA RACK BA-02- BA-02-
BA-02-125 BA-02-525 BA-02-705 BA-02-875
255/365 255/365

Construído em aço inoxidável, incluindo 4 (quatro) rodízios giratórios de aço com


revestimento de borracha. Os trilhos para o rack são de aço inoxidável, tendo no final uma
trava para fixar o rack acionado por uma alavanca. Numa das extremidades o
prolongamento dos trilhos termina em dois pegadores que facilitam as manobras do carro.

RACK DE CARGA BA-01- BA-01-


BA-01-125 BA-01-525 BA-01-705 BA-01-875
255/365 255/365

Construído em aço inoxidável, inclui rodízios inoxidáveis para o deslizamento dos trilhos da
câmara e do carro, para o uso com cestos.

Baumer S.A. 30 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


B-255 B-365 B-525 B-705 B-875
CAD B-125
B-255-P B-365-P B-525-P B-705-P B-875-P
NOME DO ACESSÓRIO
CÓDIGO
IMAGEM
DESCRIÇÃO
CESTO ISO
BA-03-031 ; BA-03-032

Cesto aramado de inox, padrão ISSO:


• BA-03-031 – 54x36x19,5 cm Cesto alto;
• BA-03-032 – 54x36x10,5 cm, Cesto baixo.

CESTO COM TAMPA


EA-23-01; EA-23-02; EA-23-03; EA-23-04; EA-23-01

Cestos para instrumentais construídos em chapa perfurada de aço inoxidável eletropolido.


• EA-23-01 – 450 x 340 mm;
• EA-23-02 – 340 x 250 mm;
• EA-23-03 – 250 x 150 mm;
• EA-23-04 – 340 x 250 mm.

CESTO COM TAMPA


EA-24-01; EA-24-02; EA-24-03

Cestos para pequenos instrumentais construídos em tela aramada de aço inoxidável


eletropolido.
• EA-24-01 – 430 x 320 mm;
• EA-24-02 – 320 x 230 mm;
• EA-24-03 – 230 x 150 mm.

CAVALETE AR
COMPRIMIDO BS-04

Cavalete de ar comprimido dotado de filtro com separador de umidade, redutor de pressão e


manômetro.

Baumer S.A. 31 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


B-255 B-365 B-525 B-705 B-875
CAD B-125
B-255-P B-365-P B-525-P B-705-P B-875-P
NOME DO ACESSÓRIO
CÓDIGO
IMAGEM
DESCRIÇÃO
COMPRESSOR
BS-04-01

Compressor de baixa pressão com reservatório de 24 litros.

CAVALETE DE ÁGUA
BS-01-01

Cavalete composto de válvula de fecho rápido, manômetro, filtro com elemento de 5 micras,
e válvula de retenção.

OSMOSE REVERSA
H-20-SW H-20-SW H-20-SW - - -

Sistema de tratamento que normalmente constitui a solução para adequação da água aos
parâmetros da norma.

OSMOSE REVERSA
- - - - H-60-SW H-60-SW

Sistema de tratamento que normalmente constitui a solução para adequação da água aos
parâmetros da norma.

CAVALETE DE VAPOR
BS-02-03 BS-02-03 BS-02-03 BS-02-03 BS-02-03 BS-02-03

Os principais componentes deste acessório são em ferro fundido. Quando o vapor for
gerado em caldeiras construídas em aço carbono e com distribuição em linhas de
suprimentos do mesmo material, deve ser previsto um conjunto com filtro após a estação
redutora.

Baumer S.A. 32 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


B-255 B-365 B-525 B-705 B-875
CAD B-125
B-255-P B-365-P B-525-P B-705-P B-875-P
NOME DO ACESSÓRIO
CÓDIGO
IMAGEM
DESCRIÇÃO
FILTRO DE VAPOR
BA-02-04 BA-02-04 BA-02-04 BA-02-05 BA-02-05 BA-02-06

A solução mais econômica consiste em instalar um conjunto para filtragem na rede de


alimentação de vapor dos esterilizadores. A Baumer S.ª coloca à sua disposição três
conjuntos distintos dimensionados para vazões de 60 kg/h; 120 kg/h ou 180 kg/h.

GERADOR DE VAPOR
BG-24 BG-36 BG-44 BG-52 BG-72 BG-72

É um produto que gera vapor limpo, originado de água pura, através de um sistema de
aquecimento por resistências elétricas. Estas resistências são construídas em aço inoxidável
eletropolido. O desenho, os materiais e a construção do Gerador de Vapor obedecem às
especificações das seguintes entidades: AISI para aço inoxidável soldado; ABNT – NBR
11816; ASME para vasos de pressão, seção VIII, divisão I; NR-13 para caldeiras e vasos de
pressão.

REGISTRADOR GRÁFICO
CÓDIGO BO-04-02

Registrador gráfico com alta qualidade para a aquisição de dados como tempo e
temperatura. Apresenta seis canais configuráveis que permitem visualização de medidas,
escalas ou barras gráficas. O registrador pode ser operado através de teclas de operação,
ou usando um PC através de um cartão de CompactFlash ou de uma relação de série. A
operação do registrador gráfico pode ser realizada no equipamento ou a distância via
comunicação ETHERNET, bem como, a coleta dos dados que poder ser feita através de
cartão de memória CompactFlash conectado ao registrador ou através da rede ETHERNET.

B-255 B-365 B-525 B-705 B-875


CAD B-125
B-255-P B-365-P B-525-P B-705-P B-875-P
NOME DO SUPRIMENTO
CÓDIGO
IMAGEM
DESCRIÇÃO
FITA ZEBRADA
M0100-010

A Fita adesiva zebrada indicadora de exposição classe 1– Apresentação em caixas com


dez rolos de fitas de 10mm de largura.

Baumer S.A. 33 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


B-255 B-365 B-525 B-705 B-875
CAD B-125
B-255-P B-365-P B-525-P B-705-P B-875-P
NOME DO SUPRIMENTO
CÓDIGO
IMAGEM
DESCRIÇÃO
INDICADOR QUÍMICO
M0100-001

Tecil Indicadores Químicos - Indicador químico multiparâmetros para uso interno em todos
os pacotes ou caixas a serem esterilizadas.

INTEGRADOR QUÍMICO
M0100-006

Integrador químico Tecil multicontrol para vapor – classe 5.


Método simples e preciso de assegurar que as condições necessárias para a esterilização
foram atingidas durante o ciclo. Pode ser usado em todos os processos de esterilização a
vapor, inclusive nos ciclos de vácuo fracionado, gravidade e esterilização \'flash\', pois sua
reação progressiva acompanha a curva de morte bacteriológica do microorganismo de teste.
Fabricado conforme norma ISO 11.140.
INCUBADORA
M0201-001

Estufas para incubação - teste biológico a vapor e ETO.


Incubadora para indicador biológico auto contido – Equipamento elétrico, bivolt, automático e
calibrado para manutenção dos flaconetes à temperatura ideal de reprodução e
desenvolvimento dos microorganismos.

TESTE BOWIE & DICK


M0100-003; M0100-001

M0100-003 - Folhas para teste Bowie & Dick tamanho 210x290 mm, para ser utilizado em
pacotes de tecido. Confeccionados com compressas cirúrgicas para avaliação da remoção
de ar na fase de pré-vácuo em esterilizadores com bomba a vácuo.
M0100-001 – Pacote Pronto - Teste Bowie & Dick pré-montado em pacotes descartáveis
fabricado conforme norma ISO 11140 -classe 2.

EMBALAGENS STERIBAG
M0300; M0301

Embalagens Steribag – Rolos (M0300) e envelopes (M0301) garantem aos materiais


embalados, quando submetidos a um adequado processo de esterilização, a esterilidade de
seus materiais e instrumentos até o momento do uso. Embalagem fabricada conforme
normas técnicas internacionais.

Baumer S.A. 34 MU_STIC__CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


Codificação Denominação Codificação Denominação
Embalagem Steribag - rolo de 380 mm x 100 m –
M0300-001-50 Embalagem Steribag - rolo de 50 mm x 100 m M0300-013-38080
alt. 80 mm
M0300-002-75 Embalagem Steribag - rolo de 75 mm x 100 m M0300-014-100 Embalagem Steribag - rolo de 100 mm x 200 m
M0300-003-80 Embalagem Steribag - rolo de 80 mm x 100 m M0300-015-150 Embalagem Steribag - rolo de 150 mm x 200 m
M0300-004-100 Embalagem Steribag - rolo de 100 mm x 100 m M0300-016-200 Embalagem Steribag - rolo de 200 mm x 200 m
M0300-004-10050 Embalagem Steribag - rolo de 100 mm x 100 m – alt. 50 mm M0300-017-300 Embalagem Steribag - rolo de 300 mm x 200 m
M0300-005-120 Embalagem Steribag - rolo de 120 mm x 100 m M0301-008-2030 Embalagem Steribag - envelope 200 x 300 mm
M0300-004-15050 Embalagem Steribag - rolo de 150 mm x 100 m – alt. 50 mm M0301-009-2040 Embalagem Steribag - envelope 200 x400 mm
M0300-006-150 Embalagem Steribag - rolo de 150 mm x 100 m M0301-002-1510 Embalagem Steribag - envelope 150 x 100 mm
M0300-007-20050 Embalagem Steribag - rolo de 200 mm x 100 m – alt. 50 mm M0301-004-1515 Embalagem Steribag - envelope 150 x 150 mm
M0300-007-200 Embalagem Steribag - rolo de 200 mm x 100 m M0301-003-1025 Embalagem Steribag - envelope 100 x 250 mm
M0300-008-250 Embalagem Steribag - rolo de 250 mm x 100 m M0301-010-2535 Embalagem Steribag - envelope 250 x 350 mm
M0300-009-30080 Embalagem Steribag - rolo de 300 mm x 100 m – alt. 80 mm M0301-007-1530 Embalagem Steribag - envelope 150 x 300 mm
M0300-009-300 Embalagem Steribag - rolo de 300 mm x 100 m M0301-005-1520 Embalagem Steribag - envelope 150 x 200 mm
M0300-010-400 Embalagem Steribag - rolo de 400 mm x 100 m M0301-012-3050 Embalagem Steribag - envelope 300 x 500 mm
M0300-010-40060 Embalagem Steribag - rolo de 400 mm x 100 m – alt. 60 mm M0301-011-3042 Embalagem Steribag - envelope 300 x 420 mm
M0300-011-450 Embalagem Steribag - rolo de 450 mm x 100 m M0301-001-815 Embalagem Steribag - envelope 80 x 150 mm
M0300-012-600 Embalagem Steribag - rolo de 600 mm x 100 m M0301-006-1525 Embalagem Steribag - envelope 150 x 250 mm

13. Formas de Apresentação


Modelos B-125 B-255 B-255-P B-365 B-365-P B-525 B-525-P B-705 B-705-P B-875 B-875-P
Porta
Quantidade 1 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2
Água Filtrada (f1)
Bomba de Vácuo de Anel Liquido
Consumo médio/pico(l/h) 93/200 93/200 125/250 125/250 125/250 125/250
Pressão (kgf/cm²) 0,2 a 0,5 0,2 a 0,5 0,2 a 0,5 0,2 a 0,5 0,2 a 0,5 0,2 a 0,5
Conexão (Ø) ½” ½” ½” ½” ½” ½”
Água Deionizada (f2)
Consumo médio/pico(l/h) 6/21 6/21 7,5/21 8/21 10/42 15/42
Pressão (kgf/cm²) 0,2 a 2 0,2 a 2 0,2 a 2 0,2 a 2 0,2 a 2 0,2 a 2
Vapor (h)
Pressão (bar) 2,5 a 2,7 2,5 a 2,7 2,5 a 2,7 2,5 a 2,7 2,5 a 2,7 2,5 a 2,7
Consumo médio/pico (kg/h) 8,5/20 8,5/20 8,5/40 12/60 12/90 24/120
Conexão (Ø) 1/2” 1/2” 1/2” 1/2” 1/2” 1/2”
Ar comprimido (j)
Conexão(Ø) 3/8" 3/8" 3/8" 3/8" 3/8" 3/8"
Pressão (kgf/cm²) 5,0 a 8,0 5,0 a 8,0 5,0 a 8,0 5,0 a 8,0 5,0 a 8,0 5,0 a 8,0
Consumo médio/pico(l/h) 5/20 5/20 5/20 8/20 12/40 15/40
Eletricidade (c)
Com Gerador
Tensão (V) 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380
Freqüência (Hz) 50/60 50/60 50/60 50/60 50/60 50/60
Potência (kW) 26 38 47 55 76 76
Corrente (A) 52/31 102/60 124/72 148/86 200/116 200/116
Condutores (3 x mm²) 16/10 50/25 70/25 70/35 120/50 120/50
Disjuntor (A) 60/40 125/80 150/80 175/100 225/125 225/125
Sem Gerador
Tensão (V) 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380
Freqüência (Hz) 50/60 50/60 50/60 50/60 50/60 50/60
Potência (kW) 1,5 1,5 3 3 4 4
Corrente (A) 5/3 5/3 8/5 8/5 11/7 11/7
Condutores (3 x mm²) 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5
Disjuntor (A) 15 20 20 25 25 25
Dimensional
Dimensões da câmara(cm) 46x46x60 46x46x120 46x66x120 66x66x120 66x66x160 66x66x200
Capacidade (l) 127 254 364 522 700 870
Número de cestos ISO 2 4 6 9 12 15

Baumer S.A. 35 MU_STIC_CAD_ Port_2009-03_Rev.0.000


Modelos B-125 B-255 B-255-P B-365 B-365-P B-525 B-525-P B-705 B-705-P B-875 B-875-P
Dimensões Externas (LxCxA cm) 97x135x189 97x135x189 97x135x189 117x135x189 117x175x189 117x215x189
Embalagem (cm) 102x140x200 102x140x200 102x140x200 122x140x200 122x180x200 122x220x200
Volume (m³) 2,86 2,86 2,86 3,42 4,40 5,38
Calor Liberado (BTU) 1500 2000 2500 3500 4750 5800
Esgoto *
Dreno (i) Ø 1” 1” 1” 1” 1” 1”
Peso
Líquido(kg) + carga 700 855 885 925 1070 1375
Líquido (kg) 670 830 850 875 1000 1300
Bruto (kg) 800 960 990 1075 1200 1500

14. Descarte do Produto


A Baumer S.A. recomenda que este produto seja devolvido à sua unidade fabril, sem custo, em Mogi Mirim/SP-
Brasil, na Av. Prefeito Antonio Tavares Leite, 181 – CEP: 13803-330 – A/C Gestão Pós-Venda, com a instrução de
“Descarte do Produto”. Caso o comprador do produto decida pelo descarte em seu país e/ou cidade, este descarte
deve seguir as normas de descarte do local e/ou país destino, bem como enviar um e-mail, carta e/ou fax para a
empresa Baumer S.A. que a mesma foi descartada conforme legislação.

15. G.P.V. - Gestão Pós-Venda


Baumer S.A.
Av. Prefeito Antonio Tavares Leite, 181 • Parque da Empresa
CEP: 13803-330 • Mogi Mirim • SP
Caixa Postal: 1081
Fone/Fax: 19 3805-7699
E-mail: gpv@[Link] • baumer@[Link]

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