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Laudo LTCAT para Aposentadoria Especial

LTCAT restaurante de pequeno porte.

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LTCAT
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO
APOSENTADORIA ESPECIAL.

Instruções Normativas do INSS

CICERA GOMES DE ALMEIDA


HOTEL E RESTAURANTE
C.N.P.J.: 31.693.133/0001-14

Vila Propício – GO, 04 de outubro de 2024

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SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E LOCAL DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS.......3

2. RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO....................................................4

3. OBEJTIVO....................................................................................................................4

4. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL........................................................................................4

5. IDENTIFICAÇÃO DO LOCAL AVALIADO..................................................................4

6. SERVIÇOS REALIZADOS PELA EMPRESA..............................................................5

7. CRITÉRIOS E TÉCNICAS............................................................................................5
7.1. Resumo Histórico Legal da Aposentadoria Especial.........................................................................5
7.2. FAE.......................................................................................................................................................... 8
7.3. Da Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria Especial............................................................8
7.4. Dos Equipamentos de proteção Individual (EPI)................................................................................8
7.5. Grupo Similar de Exposição (GSE)...................................................................................................... 9
7.6. Definições dos Termos Relacionados ao Tempo de Exposição.......................................................9
7.7. Áreas, Processos e Operações............................................................................................................ 9
7.8. Reconhecimento das Condições de Trabalho....................................................................................9

8. MEIOS E METODOLOGIA DO LEVANTAMENTO......................................................9


8.1. Avaliação Qualitativa............................................................................................................................. 9
8.2. Avaliação Quantitativa........................................................................................................................ 10
8.3. Equipamentos...................................................................................................................................... 10
8.4. Apresentação dos Resultados............................................................................................................ 10
8.5. Ambiente de Trabalho......................................................................................................................... 11

9. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS E GRUPO SIMILAR DE EXPOSIÇÃO...................11


9.1. GSE 01 - Cozinha................................................................................................................................. 11
9.2. GSE 02 – Salão Atendimento.............................................................................................................. 14

10. TERMO DE ENCERRAMENTO.................................................................................15

11. ANEXOS.....................................................................................................................16
11.1. Folhas de Campo de Avaliações Quantitativas.............................................................................16
11.2. Relatórios de Avaliações Quantitativa...........................................................................................18
11.3 Certificados de Calibração.............................................................................................................. 24
11.4 Comprovação de Proficiência......................................................................................................... 26
11.5 ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.............................................................................27

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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E LOCAL DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS

Nome Empresarial:
CICERA GOMES DE ALMEIDA HOTEL E RESTAURANTE
Número de Inscrição:
31.693.133/0001-14
Nome Fantasia:
HOTEL RESTAURANTE ALMEIDA
Código e descrição da atividade econômica principal:
56.11-2-01 - Restaurantes e similares
Código e descrição das atividades econômicas secundárias:
55.10-8-01 - Hotéis
CNAE: Grau de Risco. (NR- 04):
56.11-2-01 2 (DOIS)
Logradouro: Número:
Pçª da Estrela S/Nº
Complemento:
-
CEP: Bairro: Município: UF:
76.393-000 Centro Vila Propício GO
Endereço eletrônico: Telefone:
[email protected] (62)99660-4012

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Em atenção à solicitação da direção da empresa, efetuamos o levantamento


e avaliações do ambiente de trabalho das funções e atividades da empresa, através
de seu Programa de Gerenciamento de Riscos, a fim de identificar a presença de
possíveis agentes insalubres e/ou agressivos em seu processo de trabalho, bem
como os meios de controles adotados pela empresa.

2. RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO

Responsável Técnico: Otavio Costa Xavier Neto


Formação: Engenheiro de Segurança no Trabalho
CREA-GO: 10.521/D-GO
NIT: 126.85361.31-8
CPF: 365.116.681-34
E-mail: [email protected]

3. OBEJTIVO

Atender solicitação formal da Empresa para os serviços de Reconhecimento e


Avaliação de Riscos Ambientais e elaboração de laudo técnico de condições ambientais do
trabalho, em atendimento ao que determina a Lei 8.213 de 24 de julho de 1991 art. 58
inciso 3°. Utilizamos com referência os limites de tolerância da NR 15 (INSALUBRIDADE)
e seus anexos, Decreto 10.410/2020, IN Nº 77/2015 e IN Nº 20/2007 do INSS, através de
inspeção realizada nos locais onde são desenvolvidas as atividades.

4. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

 Instrução Normativa Nº20/2007 e Nº 141/2022, que altera a Nº 128/2022 da


Previdência Social;
 Decreto 3.048, de 06 de Maio de 1999;
 Decreto 10.410, de 30 de Junho de 2020;
 Norma Regulamentadora N.º 15, do Ministério do Trabalho e Emprego;

5. IDENTIFICAÇÃO DO LOCAL AVALIADO

Hotel Restaurante Almeida, localizado à – Pçª. Da Estrela, s/nº – Centro – Vila Propício –
GO – CEP: 76.393-000.
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6. SERVIÇOS REALIZADOS PELA EMPRESA

Comercialização de alimentos de preparação própria, restaurante.

7. CRITÉRIOS E TÉCNICAS

Para a caracterização das atividades laborais desenvolvidas, foram adotados os


preceitos da Instrução Normativa Nº 77/2015 da Previdência Social, Decreto 10.410, de 30
de Junho de 2020 e Norma Regulamentadora n°15 e seus anexos, da Portaria 3214/78, do
Ministério do Trabalho e Emprego.

7.1. Resumo Histórico Legal da Aposentadoria Especial

DATA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PRINCIPAIS ALTERAÇÕES


26/8/1960 Lei nº 3.807, de 1960 Institui a aposentadoria especial.
25/3/1964 Decreto nº 53.831, de 1964 Quadro Anexo de agentes nocivos e
ocupações que ensejem a concessão da
aposentadoria especial.
24/1/1979 Decreto nº 83.080, de 1979 Anexo I - classificação das atividades
profissionais de acordo com os agentes
nocivos.
Anexo II - classificação das atividades
profissionais segundo os grupos
profissionais.
21/7/1992 Decreto nº 611, de 1992 Considera o Anexo do Decreto nº 53.831,
de 1964, e os Anexos I e II do Decreto nº
83.080, de 1979.
28/4/1995 Lei nº 9.032, de 1995 Extingue a concessão de aposentadoria
especial por atividade profissional.
Exige a comprovação da exposição a
agente nocivo.
Segurado deverá comprovar perante o
INSS tempo de trabalho permanente não
ocasional nem intermitente, em condições
que prejudiquem a saúde ou a
integridade física.
11/10/1996 Medida Provisória nº 1.523, de 1996 Segurado deverá comprovar a efetiva
exposição aos agentes nocivos, mediante
formulário estabelecido pelo INSS,
baseado em LTCAT expedido por médico
do trabalho ou engenheiro de segurança
do trabalho, e que o mesmo contenha
informações sobre EPC.
5/3/1997 Decreto nº 2.172, de 1997 Revoga os Anexos dos Decretos nºs
53.831, de 1964, e 83.080, de 1979.
Apresenta nova relação dos agentes
nocivos para fins de concessão de
aposentadoria especial, em seu Anexo
IV.
10/12/1997 Lei nº 9.528, de 1997 Reafirma que o LTCAT contenha
informações sobre EPC.
Introduz a obrigatoriedade da
apresentação da GFIP, que passa a

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vigorar a partir de 1°/1/1999.


2/12/1998 Medida Provisória nº 1.729, de 1998 Determina que o LTCAT contenha,
também, informações sobre Equipamento
de Proteção Individual – EPI.
11/12/1998 Lei nº 9.732, de 1998 MP n° 1729, de 1998, converte-se nesta
Lei.
Determina o recolhimento de alíquotas
suplementares de 6%, 9% e 12% para
custeio da aposentadoria especial.
6/5/1999 Decreto nº 3.048, de 1999 Revoga o Decreto nº 2.172, de 1997, e
renova o Anexo IV com a relação dos
agentes nocivos para fins de concessão
de aposentadoria especial.
26/10/2000 IN INSS/DC nº 39, de 2000 Dispõe sobre a análise de laudos
técnicos de condições ambientais e das
informações prestadas por meio de
formulário - Informações sobre Atividade
com Exposição a Agente Nocivo;
DIRBEN-8030, pela linha de Benefícios e
dá outras providências.
22/1/2001 IN INSS/DC nº 42, de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros
para o reconhecimento das atividades
exercidas sob condições especiais, em
cumprimento à decisão que antecipou
parcialmente os efeitos da tutela,
prolatada pela MM. Juíza Substituta da 4ª
Vara Previdenciária de Porto Alegre - RS,
nos autos da Ação Civil Pública nº
2000.71.00.030435-2, proposta pelo
Ministério Público Federal.
3/5/2001 IN INSS/DC nº 49, de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros
para o reconhecimento das atividades
exercidas sob condições especiais, em
cumprimento à decisão que antecipou
parcialmente os efeitos da tutela
prolatada pela MM. Juíza Substituta da 4ª
Vara Previdenciária de Porto Alegre - RS,
nos autos da Ação Civil Pública nº
2000.71.00.030435-2, proposta pelo
Ministério Público Federal.
10/10/2001 IN INSS/DC nº 57, de 2001 Estabelece critérios a serem adotados
pelas linhas de Arrecadação e de
Benefícios.
26/11/2001 Decreto nº 4.032, de 2001 Determina que a comprovação da efetiva
exposição do segurado aos agentes
nocivos seja feita mediante formulário
denominado PPP.
16/7/2002 IN INSS/DC nº 78, de 2002 Estabelece critérios a serem adotados
pelas linhas de Arrecadação e de
Benefícios.
12/12/2002 Medida Provisória Inclui os contribuintes individuais filiados
nº 83, de 2002 à cooperativa de trabalho ou produção
entre aqueles que poderão requerer
aposentadoria especial.
17/12/2002 IN INSS/DC nº 84, de 2002 Estabelece critérios a serem adotados
pelas linhas de Arrecadação e de
Benefícios.
7/10/2003 IN INSS/DC nº 95, de 2003 Estabelece critérios a serem adotados
pelas áreas de Benefícios e de Receita
Previdenciária.
18/11/2003 Decreto nº 4.882, de 2003 Altera o Decreto nº 3.048, de 1999.
Dá nova definição sobre trabalho

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permanente.
Determina que as avaliações ambientais
deverão obedecer à metodologia e aos
procedimentos de avaliação
estabelecidos pela Fundacentro.
5/12/2003 IN nº 99/INSS/DC, de 2003 Estabelece critérios a serem adotados
pelas áreas de Benefícios e de Receita
Previdenciária. Define o modelo de PPP.
14/4/2005 IN nº 118/INSS/DC, de 2005 Estabelece critérios a serem adotados
pela área de Benefícios.
9/2006 IN PRES/INSS nº 11, de 2006 Estabelece critérios a serem adotados
pela área de Benefícios.
10/10/2007 IN INSS/PRES nº 20, de 2007 Disciplina procedimentos a serem
adotados pela área de Benefícios.
6/8/2010 IN nº 45/PRES/INSS, de 2010 Dispõe sobre a administração de
informações dos segurados, o
reconhecimento, a manutenção e a
revisão de direitos dos beneficiários da
Previdência Social e disciplina o processo
administrativo previdenciário no âmbito
do INSS.
16/10/2013 Decreto nº 8.123, de 2013 Altera o § 4º do art. 68 do Decreto nº
3.048, de 1999, e determina que a
presença no ambiente de trabalho de
agentes nocivos reconhecidamente
cancerígenos em humanos, com
possibilidade de exposição, listados na
Portaria Interministerial MTE/MS/MPS nº
9, de 2014, é suficiente para a
comprovação de efetiva exposição do
trabalhador.
21/1/2015 IN nº 77/PRES/INSS, de 2015 Disciplina os procedimentos e rotinas
sobre cadastro, administração e
retificação de informações dos
beneficiários, reconhecimento,
manutenção, revisão, recursos e
monitoramento operacional de benefícios
e serviços do Regime Geral de
Previdência Social – RGPS,
compensação previdenciária, acordos
internacionais de Previdência Social e
processo administrativo previdenciário no
âmbito do INSS.
28/03/2022 IN nº 128/PRES/INSS, de 2022 Disciplina os procedimentos e rotinas
sobre cadastro, administração e
retificação de informações dos
beneficiários, reconhecimento,
manutenção, revisão, recursos e
monitoramento operacional de benefícios
e serviços do Regime Geral de
Previdência Social – RGPS,
compensação previdenciária, acordos
internacionais de Previdência Social e
processo administrativo previdenciário no
âmbito do INSS.
06/12/2022 IN nº 141/PRES/INSS, de 2022 Disciplina as regras, procedimentos e
rotinas necessárias à efetiva aplicação
das normas de direito previdenciário.

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7.2. FAE

O código FAE – Financiamento da Aposentadoria Especial e Redução do


Tempo de Contribuição, está definido na Tabela 02 da versão S-1.0 do eSocial de
05/2022 conforme descrito a seguir.
Código 1: Código indicativo de não ensejador de aposentadoria especial.
Código 2: Código indicativo de Ensejador de aposentadoria especial – FAE15_12% (15
anos de contribuição e alíquota de 12%).
Código 3: Código indicativo de Ensejador de aposentadoria especial – FAE15_09% (20
anos de contribuição e alíquota de 9%).
Código 4: Código indicativo de Ensejador de aposentadoria especial – FAE15_06% (25
anos de contribuição e alíquota de 06%).

7.3. Da Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria Especial

A aposentadoria especial, instituída pela Lei nº 3.807, de 26 de agosto de


1960, tem características preventiva e compensatória, vez que busca diminuir o tempo
de trabalho do segurado que, sujeito a condições especiais, exerce ou exerceu
atividade que, pela sua natureza, pode causar danos à saúde ou à integridade física.
É importante frisarmos que, o direto ao adicional de insalubridade e o
benefício de aposentadoria especial tem como fato gerador a exposição a agentes
físicos, químicos e biológicos, bem como a periculosidade está ligada a condição de
risco acentuado.
Todavia, a base é diferente, pois a insalubridade e a periculosidade estão
regulamentadas pela CLT e especificadas as condições na Normas Regulamentadoras,
enquanto a aposentadoria especial está regulamentada pela da Legislação
Previdenciária.
Assim, não basta a mera caracterização da atividade como insalubre ou
periculosa para o enquadramento da atividade especial, pois esta deve atender aos
requisitos e critérios técnicos estabelecidos na legislação previdenciária.

7.4. Dos Equipamentos de proteção Individual (EPI).

Foram considerados os EPI’s utilizados pelos empregados no momento do


levantamento, e para sua eficácia foi considerada a recomendação do fabricante e
especificação no Certificado de Aprovação espedido pelo Ministério do Trabalho e
Emprego. O controle e o período de troca dos EPI’s são de responsabilidade da

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empresa.

7.5. Grupo Similar de Exposição (GSE).

O resultado da avaliação de um agente agressivo será considerado para o


grupo de empregados com a exposição similar ao mesmo agente. O Grupo Similar de
Exposição e trabalhadores a serem avaliados e agentes a serem medidos foram
definidos pelo técnico em segurança do trabalho da A&S Assessoria e Consultoria em
Segurança do trabalho, Sr. Jediael Aquinio Araujo.

7.6. Definições dos Termos Relacionados ao Tempo de Exposição

Eventual – É a exposição ao Agente Agressivo de forma Ocasional ou Fortuita;


Intermitente – É a exposição ao Agente Agressivo de forma não continua, ou seja, que
apresenta interrupções ou suspensões, mas a exposição não é frequente e nem
eventual.
Habitual e Intermitente – É a exposição ao Agente Agressivo de forma não continua,
ou seja, apresenta interrupções ou suspensão, mas a exposição é frequente;
Permanente – É a exposição ao Agente Agressivo de forma contínua, ou seja,
ininterrupta ou aquela que seja indissociável ao processo.

7.7. Áreas, Processos e Operações

As informações sobre as áreas, número, função e atividade dos empregados


processos e operações foram coletadas do Programa de Gerenciamento de Riscos da
empresa, elaborado pelo TST Charles Campos.

7.8. Reconhecimento das Condições de Trabalho

Foi realizada uma visita técnica, pelo TST Charles Campos, de avaliação nos
locais de trabalho, onde procedeu-se ao levantamento das atividades desenvolvidas,
com a finalidade de identificar a rotina de trabalho, a existência de proteção individual
ou coletiva e a possível exposição dos empregados aos agentes ambientais.
8. MEIOS E METODOLOGIA DO LEVANTAMENTO

8.1. Avaliação Qualitativa

Nos anexos 7, 8, 9, 10 e 13, a NR-15 estabelece que a insalubridade será


comprovada pela inspeção realizada pelo perito no local de trabalho; ou seja, nesse

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caso, o Ministério do Trabalho e emprego não fixou limites de tolerância para os


agentes agressivos. Assim na caracterização da insalubridade pela avaliação
qualitativa, será analisado detalhadamente os postos de trabalho, funções e atividade
dos empregados, utilizando os critérios técnicos da Higiene Ocupacional.

8.2. Avaliação Quantitativa

Nos anexos 1, 2, 3, 5, 8, 11 e 12 da NR-15, estão definidos os limites de


tolerância para os agentes agressivos fixados em razão da natureza, da intensidade e
do tempo de exposição. Neste caso, será medida a intensidade ou concentração do
agente e compará-la com os respectivos limites de tolerância. Por tanto, foram
utilizadas as técnicas e métodos estabelecidos na NR 15 do MTE e pelas normas de
Higiene Ocupacional da FUNDACENTRO.

8.3. Equipamentos

EQUIP. MARCA MODELO Nº DE SÉRIE CERTIFICADO CALIBRADO


Dosímetro de
CRIFFER Sonus 2 Plus 32000713 2403112147 20/03/2024
ruído
Medidor de Stress
CRIFFER Protemp 4 1950079 2403112152 20/03/2024
Térmico
Câmera
fotográfica Sansung M 14
(Celular)

8.4. Apresentação dos Resultados

Os resultados serão apresentados no item de 9 e seus subitens, deste


laudo através de planilha onde serão descritos os setores, função, atividades e
número de empregados, os agentes ambientais agressivos existentes e ao final de
cada área, é apresentada uma conclusão com a caracterização / descaracterização
do direito ao adicional de aposentadoria especial e a neutralização ou não
neutralização dos agentes agressivos determinados.
A seguir é apresentada uma relação dos setores e seus funcionários com
seus respectivos GSE.
 GSE 01 – Cozinha – Cozinheiro (a) – 01 empregado
 GSE 01 – Salão Atendimento – Atendente – 01 empregados

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8.5. Ambiente de Trabalho

1 – Frente da empresa

9. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS E GRUPO SIMILAR DE EXPOSIÇÃO

A identificação dos riscos e grupo similar de exposição foram definidos conforme


acima, bem como as avaliações e as conclusões.
9.1. GSE 01 - Cozinha Planilha
01

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GSE: FUNÇÃO: JORNADA DE TRABALHO:


07:00 / 14:00 SEG Á SAB, 01 h
GSE 01 – COZINHA Cozinheira p/Refeição e descanso.
Folga aos domingos
EMPREGADOS: Masculino: Feminino:

01 (UM) 00 (ZERO) 01 (UM)

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:
 Faz o preparo das carnes, peixes, legumes e cereais que serão utilizados nos pratos; faz
a cocção dos alimentos; monta o prato ao atendente.

AMBIENTE DE TRABALHO
 Piso cerâmico e cimento queimado, telhado em telhas de fibrocimento, lateral (paredes)
em alvenaria com partes revestida de cerâmica, iluminação natural e artificial por
lâmpadas LED, ventilação natural, mobiliário fogão a lenhas, fogão a gás de 02 bocas,
churrasqueira a carvão, forno e balcão, banheiro anexo, com área de 31,5 m².

CONDIÇÕES AMBIENTAIS E AVALIAÇÃO DOS RISCOS


Avaliação Quantitativa / Qualitativa
EPI Utilizado Eficaz
Agente Fonte Tipo de Tipo de Resultado L.T. NR- Tempo de
EPC Sim /
Geradora Avaliação Exposição Obtido 15/ACGIH Exposição Modelo CA
Não
Processo Habitual; Não NEN 85
Ruído Quantitativa 8,0 hs - - - -
produtivo permanente Avaliado dB(A)
Paradas intra
jornadas;
Processo Habitual; 27,9 com
Calor Quantitativa 25,4 8,0 hs fornecimento de água - - Sim
cocção permanente 319 W
potável fresca;
ventilação natural.
Legenda: L.T - Limite de Tolerância / NR – Norma Regulamentadora / EPI - Equipamento de Proteção individual / CA – Certificado de
aprovação / NEN - Nível de Exposição Normalizado / N A - Não se Aplica
Associação de Agentes e/ou Atividades Especiais:
Na avaliação realizada não foram encontrados nenhum outro Agente.

Planilha
CONCLUSÃO
01 B
Legislação Previdenciária (Instruções Normativas do INSS):
Código eSocial: 09.01.001 – Ausência de agente nocivo ou de atividades previstas no anexo IV
do Decreto 3.048/1999
Intensidade: NA
Limite de Tolerância: NA
Código GFIP: 0

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1 – Avaliação de Calor

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9.2. GSE 02 – Salão Atendimento Planilha


02

GSE: FUNÇÃO: JORNADA DE TRABALHO:


07:00 / 14:00 SEG Á SAB, 01 h
GSE 02 – Salão Atendente p/Refeição e descanso.
Atendimento Folga aos domingos
EMPREGADOS: Masculino: Feminino:

01 (UM) 00 (ZERO) 01 (UM)

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:

 Atende clientes, limpa e prepara mesas e talheres bem como recebe valores referente a
consumo.

AMBIENTE DE TRABALHO
 Piso cerâmico granitina, forro em pvc, lateral (paredes) em alvenaria com partes revestida
de cerâmica, iluminação natural e artificial por lâmpadas fluorescentes, ventilação natural,
mobiliário mesa cadeira balcão banheiro anexo, com área de 74,8 m².

CONDIÇÕES AMBIENTAIS E AVALIAÇÃO DOS RISCOS


Avaliação Quantitativa / Qualitativa
EPI Utilizado Eficaz
Agente Fonte Tipo de Tipo de Resultado L.T. NR- Tempo de
EPC Sim /
Geradora Avaliação Exposição Obtido 15/ACGIH Exposição Modelo CA
Não
Processo
produtivo e Habitual; 64,05 NEN 85
Ruído Quantitativa 8,0 hs - - - -
dos permanente dB(A) dB(A)
clientes.
Legenda: L.T - Limite de Tolerância / NR – Norma Regulamentadora / EPI - Equipamento de Proteção Individual / CA – Certificado de
aprovação / EPC – Equipamento de Proteção Coletiva / NEN - Nível de Exposição Normalizado / N A - Não se Aplica
Associação de Agentes e/ou Atividades Especiais:
Na avaliação realizada não foram encontrados nenhum outro Agente.

Planilha
CONCLUSÃO
02 B
Legislação Previdenciária (Instruções Normativas do INSS):
Código eSocial: 09.01.001 – Ausência de agente nocivo ou de atividades previstas no anexo IV
do Decreto 3.048/1999
Intensidade: NA
Limite de Tolerância: NA
Código GFIP: 0

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1 – Avaliação de Ruído

10. TERMO DE ENCERRAMENTO

Concluídos os levantamentos necessários às circunstâncias, onde se encerrou a


presente avaliação, qual se elaborou o Laudo Técnico, em ordem a produzir os efeitos
legais.

Goianésia – GO, 04 de outubro de 2024.

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Otavio Costa Xavier Neto
Engenheiro do Trabalho
CREA 10.521/D-GO

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11. ANEXOS

11.1. Folhas de Campo de Avaliações Quantitativas

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11.2. Relatórios de Avaliações Quantitativa

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11.2 Certificados de Calibração

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11.3 Comprovação de Proficiência

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11.4 ART – Anotação de Responsabilidade Técnica

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