Herbicida 2,4-D: Uso e Aplicações
Herbicida 2,4-D: Uso e Aplicações
EXEMPLO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob nº 9119
COMPOSIÇÃO:
Dimethylammonium (2,4-dichlorophenoxy) acetate (2,4-D, SAL DIMETILAMINA) ......... 806 g/L (80,6 % m/v)
Equivalente ácido do 2,4-D .............................................................................................. 670 g/L (67,0 % m/v)
Outros Ingredientes ............................................………………….......................................… 419 g/L (41,9 % m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo, sistêmico de pós-emergência
FORMULADOR / MANIPULADOR:
Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ - CEP:27521-210 - CNPJ: 01.789.121/0004-70
Cadastro no Estado (INEA/RJ) CTA Nº IN001504.
Atanor S.C.A. - Dr. Roman Alfredo Subiza, 1150-2900 - San Nicolás - Buenos Aires – Argentina.
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FMC Química do Brasil Ltda. - Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 – Distrito Industrial III - CEP: 38.001-970
– Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro Secretaria de Agricultura nº 701-2530/2006.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Distrito Industrial III,
Uberaba/MG – CEP: 38044-750 – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no Estado (IMA/MG: 8.764).
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd - Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong,
China.
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
EXEMPLO é um herbicida hormonal seletivo, utilizado no controle em pós-emergência das plantas infestantes,
conforme recomendações a seguir:
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PRAGAS DOSE
Nº máximo Volume de calda
CULTURA Nome comum produto comercial
de aplicações (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Beldroega
1,0 – 1,5
(Portulaca oleracea)
Caruru-de-mancha TERRESTRE
0,5 – 1,5 01
(Amaranthus viridis) 150 - 300
ARROZ
Falsa-serralha
1,0 – 1,5
(Emilia sonchifolia)
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(Bidens pilosa)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Amendoim-bravo, Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Corda-de-viola, Corriola
(Ipomoea grandifolia)
Guanxuma, Matapasto
(Sida rhombifolia)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Plantio direto: Aplicar uma vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando
a dessecação da área, com as plantas infestantes em estágio de até 10 folhas.
Pós-emergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas infestantes e
da cultura, em área total, com a cultura do milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento
de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estágio de no máximo 10
folhas das plantas infestantes.
Efetuar no máximo uma aplicação durante a safra da cultura.
Buva
(Conyza bonariensis) TERRESTRE
1,0 – 2,0 01
Guanxuma 150 - 300
PASTAGENS
(Sida rhombifolia)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar em área total em pós-emergência das plantas infestantes com altura de, no
máximo, 50 cm. Efetuar no máximo uma aplicação durante a safra da cultura.
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia) TERRESTRE
0,5 – 1,5 01
Picão-preto 150 - 300
(Bidens pilosa)
SOJA
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós
emergência das plantas infestantes com altura de, no máximo, 10 cm. Efetuar no máximo
uma aplicação durante a safra da cultura.
Amendoim-bravo
(Euphorbia heterophylla)
Nabo
(Raphanus raphanistrum) TERRESTRE
1,0 – 1,5 01
Picão-branco 150 - 300
TRIGO (Galinsoga parviflora)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar em pós-emergência no período de pleno perfilhamento até antes do início da
diferenciação floral. Efetuar no máximo uma aplicação durante a safra da cultura.
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do
Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
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Atenção: Para aplicação tratorizada, o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
Aplicação Terrestre:
- Somente aplique o produto com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local,
corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do pulverizador e do
responsável técnico.
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva: reduzir a velocidade de aplicação e manter
altura de pulverização em no máximo 50 cm do alvo auxilia na redução dos riscos de deriva;
- Evitar aplicação em situações sem vento. Estas condições são iniciativas da ocorrência de inversão térmica ou
correntes convectivas, fatores que ocasionam deriva.
- Selecione as pontas e a pressão de pulverização para gerar gotas grossas a extremamente grossas (acima
de 350 micra), segundo a norma ASABE S572.1.
- Não são recomendadas aplicações do herbicida EXEMPLO com volume de calda inferior a 150 L/ha.
De modo geral, recomenda-se a aplicação do EXEMPLO através de pulverizador equipado com pontas de jato
plano com indução de ar (ou outra tecnologia anti deriva equivalente), tal como AIC. A altura da barra e o
espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, com
densidade de gotas de 30 gotas/cm², não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a altura
da barra. Recomenda-se a pressão 30-70 lbf/pol² (psi). A pressão de trabalho e velocidade do pulverizador
deverão ser selecionadas em função do volume de calda e classe de gotas. Consulte um engenheiro agrônomo
e o catálogo do fabricante das pontas de pulverização.
Condições climáticas:
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação
das gotas de pulverização pelas folhas das plantas infestantes alvo, com a menor evaporação
possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor
deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, a aplicação deve ser realizada somente nas seguintes condições meteorológicas,
cumulativamente:
− temperatura ambiente menor que 30°C;
− umidade relativa do ar acima de 55%;
− velocidade do vento maior que 3 km/h e menor que 10 km/h;
Direção do Vento: Não aplique em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas
sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto, pois pode haver
inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
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− na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo (dias)
Arroz ...................................... (1)
Café ...................................... 30
Cana-de-açúcar ...................................... (2)
Milho ...................................... (3)
Pastagem ...................................... UNA
Soja ...................................... (4)
Trigo ...................................... (1)
UNA = Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 (três) meses após o
plantio ou corte.
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase
pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado
em pós emergência das plantas infestantes e pré emergência da cultura.
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− Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto poderá ser
prejudicada.
− O pulverizador usado para a aplicação do EXEMPLO deve ser rigorosamente limpo (tanque, barra, filtros em
geral e pontas de pulverização) antes da aplicação de outros produtos.
− Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação no dia
subsequente.
− Atenção: Para aplicação tratorizada, o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
− Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
− Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
− Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
− Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
− Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas, bota de
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borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Nocivo se ingerido
- Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO
- Pode ser nocivo se inalado
- Provoca lesões oculares graves
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Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
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mortalidade dos animais teste, com sinais clínicos de apatia, piloereção, epistaxe,
cifose e dispneia leve sendo estes reversíveis em 6 dias.
Exposição cutânea: Não houve mortes dos animais testados e sinais clínicos como
eritema e pústula foram reversíveis em 72 horas. Não houve alteração clínica nem
comportamental.
Exposição ocular: a substância-teste aplicada nos olhos dos coelhos produziu
opacidade da córnea, hiperemia pericorneana, uveíte, vermelhidão conjuntival e
quemose.
Exposição crônica: exposição crônica pode levar a alterações do sistema nervoso
central no controle da função motora, dermatite de contato, hepatotoxicidade e
cirrose, astenia, tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovasculares,
hipersialorréia, incremento da sensibilidade auditiva e gosto doce na boca. Baseados
em estudos que mostraram efeitos na tireóide e nas gônadas seguindo exposição ao
2,4-D, existe atualmente uma preocupação em relação ao potencial de desregulação
endócrina sendo necessários novos estudos. É suspeito de causar efeitos
reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não foi genotóxico nem mutagênico,
entretanto, devido à preocupação com a carcinogenicidade do produto com bases
em estudos epidemiológicos antigos realizados em humanos, novos estudos
prospectivos de corte foram realizados sobre associação entre 2,4-D e sarcoma de
tecido mole e linfoma não-Hodgkin, com resultados conflitantes. Os estudos
epidemiológicos mais antigos descreviam a associação com esses tumores; os mais
recentes, conforme revisão da IARC/WHO, apontam que a carcinogenicidade seja
devida à presença de contaminantes do produto, especialmente a dioxina.
IARC/WHO classifica atualmente o 2,4-D como possível carcinogênico (grupo 2B).
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e
pela ocorrência de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas
Diagnóstico indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. Obs: O 2,4-D pode
ser detectado na urina, entretanto não de valor diagnóstico. Os níveos séricos não
correlacionam com o quadro clínico.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a
boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao
intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o
agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas
à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de
manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de
consciência. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável
adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá
compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios
hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
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Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto,
também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes
Tratamento intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por 2,4 D. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se
necessário, quando a ingestão for recente e paciente ainda assintomático, administrar
uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual
- adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1
ano de idade).
- Lavagem gástrica: a lavagem gástrica não é recomendada devido ao risco de aspiração.
Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a
alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite
ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e
cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Monitorar o paciente cuidadosamente no começo da toxicidade por atropina, a qual se
manifesta por meio de taquicardia, ausência de sons intestinais, hipertermia, delírio e
retenção urinária.
Efeitos das
interações Não são conhecidos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
ATENÇÃO de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos
de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância
Sanitária (Notivisa).
TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA:
Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 – TOXICLIN.
Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial).
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
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testados. A opacidade da córnea continuou sendo notada no final do período de observação em 3/3 dos olhos
testados. As alterações na conjuntiva continuaram sendo notadas no final do período de observação em 3/3
dos olhos testados. O corante de fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas
ao tratamento em 3/3 dos olhos testados
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante dérmico, de acordo com teste em cobaias.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (Teste
de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Este produto é:
☐ - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☐ - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
☒ - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
☐ - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas.
− Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
− Não utilize equipamento com vazamento.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique some as doses recomendadas.
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− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
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