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Processo de Conversao Sa02 003

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INSDUSTRIAL – SENAI

CLAUDINEIA DA SILVA
FRANCIELE CUSTODIO DA CRUZ
JULIANA APARECIDA DE OLIVEIRA
STEFANY DA SILVA SANTOS

PROCESSO DE CONVERSÃO
SA02

Telêmaco Borba - PR
2024
CLAUDINEIA DA SILVA
FRANCIELE CUSTODIO DA CRUZ
JULIANA APARECIDA DE OLIVEIRA
STEFANY DA SILVA SANTOS

PROCESSO DE CONVERSÃO
SA02

Trabalho processo de conversão.unidade curricular


de 2024 do 4 módulo do Curso Técnico de Celulose
e Papel, ministrada professora Roseni Fernandes
de Souza

Telêmaco Borba - PR
2024
1. CONTEXTUALIZANDO

Quais são as propriedades do papel base que afetam os processos de conversão?

Gramatura

A gramatura refere-se ao peso do papel por metro quadrado (g/m²). Papéis com
diferentes gramaturas são utilizados para aplicações específicas, e a escolha da
gramatura pode afetar o corte, a dobra e a resistência do produto final. Por exemplo,
papéis mais pesados são geralmente mais resistentes, enquanto papéis mais leves
podem ser mais fáceis de manusear.

Espessura

A espessura do papel é um fator importante que impacta o manuseio e o


processamento. Papéis mais espessos podem exigir ajustes nas máquinas de
conversão para garantir cortes e dobras precisas. Além disso, a espessura pode afetar
a percepção de qualidade do produto final pelo consumidor.

Textura e Acabamento

A textura da superfície do papel (lisa, áspera, brilhante, fosca) pode influenciar


a impressão e a adesão de outros materiais durante os processos de conversão. Por
exemplo, um papel brilhante pode oferecer melhores resultados em impressão digital,
enquanto papéis texturizados podem ser preferidos para produtos que exigem um
toque especial.

Resistência

As propriedades de resistência do papel, como resistência à tração e à


rasgadura, são fundamentais para garantir que o material suporte as etapas de
conversão sem se danificar. Papéis com baixa resistência podem levar a desperdícios
e problemas na linha de produção.

Umidade

O conteúdo de umidade no papel pode afetar sua manipulação e


processamento. Papéis muito úmidos podem deformar ou grudar nas máquinas,
enquanto papéis muito secos podem se tornar quebradiços. A umidade ideal deve ser
controlada durante o armazenamento e o processamento.

Brilho

O brilho do papel influencia não apenas a estética dos produtos impressos, mas
também sua capacidade de refletir luz. Isso pode afetar as escolhas de impressão e
acabamento durante a conversão.

Opacidade

A opacidade do papel determina quanto da impressão anterior é visível através


dele. Papéis com alta opacidade são preferidos em aplicações onde múltiplas
camadas de impressão são usadas ou onde a transparência deve ser minimizada.

Comportamento na Impressão

Algumas propriedades específicas afetam como o papel interage com


diferentes tipos de tinta (água, solvente, UV). A absorção da tinta e o tempo de
secagem são fatores críticos que impactam a eficiência do processo de impressão
durante a conversão.

Sustentabilidade

Com o aumento da demanda por produtos sustentáveis, propriedades como


reciclabilidade e composição do papel (papel produzido com fibras virgens versus
recicladas) têm ganhado importância no processo de escolha do material .
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2. ETAPA 1

Representar os processos de conversão tissue, a conversão de papel offset,


a impressão, a conversão de papel ondulado, a fabricação de sacos e a
cartonagem.

Conversão Tissue

A conversão de papel tissue envolve a transformação do papel em produtos


como toalhas de papel, lenços e papel higiênico. As etapas incluem:

Bobinagem:O papel tissue é produzido em grandes bobinas.

Corte: As bobinas são cortadas em tamanhos específicos conforme a


necessidade do produto final.

Dobragem e Enrolamento: O papel é dobrado e/ou enrolado para facilitar o


uso.

Embalagem: Os produtos acabados são embalados para distribuição.

Conversão de Papel Offset

O papel offset é usado principalmente para impressão. O processo de


conversão inclui:

Impressão: O papel é alimentado em uma impressora offset, onde as


imagens são transferidas para o papel usando placas metálicas.

Acabamento: Após a impressão, o papel pode passar por processos de


corte, dobra e perfuração, dependendo do produto final.

Embalagem: Os produtos impressos são embalados e preparados para


distribuição.

Impressão

O processo de impressão abrange várias técnicas (offset, flexografia,


serigrafia), mas geralmente inclui:

Preparação da Impressão: Criação de matrizes ou chapas.

Impressão: Aplicação da tinta sobre o papel.

Secagem: A tinta deve secar adequadamente antes de passar para as


próximas etapas.
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Acabamento:Corte e dobra conforme necessário.

Conversão de Papel Ondulado

O papel ondulado é amplamente utilizado para embalagens. O processo


inclui:

Produção da Matéria-prima:Produção do liner (papel liso) e do fluting (papel


ondulado).

Colagem:As camadas de liner e fluting são coladas juntas.

Corte e Dobra: O material é cortado e dobrado nas formas desejadas para


caixas ou outros produtos.

Embalagem:As caixas são embaladas para envio.

Fabricação de Sacos

A fabricação de sacos envolve a conversão de papéis ou plásticos em sacos


para transporte ou embalagem. As etapas incluem:

Corte do Material: O material (papel ou plástico) é cortado nas dimensões


desejadas.

Impressão (se necessário): Sacos podem ser impressos com logotipos ou


informações.

Montagem: Os sacos são montados através de colagem ou soldagem.

Embalagem: Os sacos acabados são embalados para distribuição.

Cartonagem

A cartonagem refere-se à produção de caixas de papelão e envolve as


seguintes etapas:

Produção do Cartão: O cartão é produzido em grandes folhas ou bobinas.

Corte e Dobra: As folhas são cortadas e dobradas nas formas necessárias


para criar caixas.

Montagem: As caixas são montadas, podendo incluir colagem ou uso de


fitas adesivas.

Embalagem: As caixas acabadas são embaladas e enviadas.

Esses processos não apenas transformam o papel em produtos utilizáveis,


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mas também exigem atenção a detalhes como qualidade, eficiência e


sustentabilidade.

ETAPA 2

o processo de conversão do papel celulose, envolve a produção de papel a


partir de matérias primas que são compostas por varias etapas incluindo o
polpeamento.

Processo de conversão de papel conversão de papel pode ser descrita


como um processo pelo qual o papel é usado para fabricar outro produto de papel.
Por exemplo, este processo pode ser usado para produzir produtos tais como
envelopes, sacos de papel, caixas, recipientes e uma gama completa de artigos
similares.

As soluções adesivas da Nordson aplicam com eficiência adesivos a base


d’agua e hot melt para atender tanto à forma quanto à função, na fabricação de
diversos tipos de embalagens, desde caixas de papelão até sacolas e sacos.

As aplicações na embalagem geralmente são avaliadas pela aparência e pelo


desempenho, portanto, os sistemas devem aplicar a quantidade correta de adesivo
para obter uma estrutura perfeita e sem sujeiras. Saiba mais sobre as soluções da
Nordson para fabricação de papelão dobrável, caixa de papelão ondulado e
sacolas e sacos, bem como acabamento impresso e artes gráficas.

A celulose é a matéria prima para produção do papel, utilizado na vida das


pessoas o tempo inteiro. Muitas vezes, as pessoas nem sabem quais são os tipos
de papel que utilizam no dia a dia, afinal tudo acaba sendo considerado um único
material.

Mas na indústria de papel e celulose, conforme o tipo de papel a ser


produzido, é necessário submeter a celulose a diferentes tratamentos.
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Quando a produção é para papel de escrita, por exemplo, é preciso que o


produto final seja capaz de absorver a tinta ou lápis, e seja áspera o suficiente para
isso.

Por outro lado, as embalagens devem ter determinada rigidez e resistência,


conforme seu uso.

Além destes, outros papeis produzidos na indústria de papel e celulose são:


sulfite, couché, jornal, reciclato, kraft, vegetal, fotográfico, supremo, entre outros.

polpeamento: Comentado [FF1]:

Para produzir papel, é preciso ter a polpa de celulose ou pasta de celulose.


O processo de polpeamanto acontece a partir de processos mecânicos, semi
químicos e químicos.

No polpeamento por processo mecânico, há utilização de prensa a úmido


contra um rolo giratório de material abrasivo. Como resultado, é possível conseguir
um rendimento de 90 a 95%, que é considerado alto. Porém, nesse processo não
há separação completa das fibras de outros componentes do vegetal. E como não
há branqueamento neste caso, este tipo de papel é utilizado para fabricar jornal e
revistas.

Já no caso dos processos semi químicos, há utilização de alguns reagentes


químicos. É possível utilizar sulfito, carbonato ou hidróxido de sódio com nível de
pH neutro. Com isso, é possível dissolver a lignina e os carboidratos, e as fibras
são separadas com maior facilidade e sem utilizar tanta energia como acontece no
processo mecânico. Aqui o rendimento do processo fica entre 65 e 90%.

Finalmente, quando falamos em processos químicos, existem algumas


opções. Atualmente, o processo químico mais utilizado pela indústria de papel e
celulose é o chamado Kraft. Este consiste em combinar hidróxido de sódio e sulfeto
de sódio para agir nos cavacos de madeira. O rendimento neste caso fica entre 40
e 65%, e o processo de branqueamento é facilitado.

A conversão tissue é um processo que pode envolvera atualização ou


aquisição de equipamentos para atender a demanda de rolos de tissue.

O tissue é um termo que se refere a produtos fabricados com baixa


gramatura, como o papel higiênico, lenços de papel e toalhas de cozinha.
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Fabricação de sacos e cartonagem:

Sacos de papel são extensamente empregados nas atividades econômicas,


pois são embalagens muito práticas. Além de serem relativamente leves, eles
possuem um alto índice de reaproveitamento, já que podem ser reciclados para a
fabricação de outros tipos de papel. Isso configura a característica de
sustentabilidade dos sacos de papel. Resultante da composição de uma ou mais
capas e ondas, a chapa de papel ondulado busca atender necessidades
específicas de armazenamento e transporte em embalagens confeccionadas com
este material. Sua fabricação utiliza fibras celulósicas virgens e também recicladas
e as elevadas taxas de reciclagem do papelão ondulado fazem dele um produto
ambiental e ecologicamente correto. Essa forma efetiva de embalagem para
transporte também fornece proteção, identificação, economia e desempenho.

Associação das propriedades dos processos de conversão:

ALVURA: É a porcentagem de luz de determinado comprimento de onda


refletido da superfície do produto. Papéis de alta alvura produzem maior contraste
de tintas gráficas pretas e aparência mais viva de tintas coloridas.

COLAGEM O produto pode ser fabricado sem colagem, com colagem


interna ou com colagem interna e superficial.

A colagem interna evita, ou retarda, a penetração de água e outros fluidos,


embora não promova impermeabilidade ou resistência à umidade nem impeça a
penetração do veículo da tinta no produto.

A colagem externa, além dos propósitos acima, melhora a resistência


superficial do produto, a ancoragem da tinta gráfica, a resistência à abrasão, à
tração, à dobra,

CONTEÚDO DE UMIDADE: É a quantidade de umidade contida no produto,


expressa em porcentagem de peso total. As fibras absorvem água tanto
internamente quanto na superfície; expandem-se ao absorver e contraem-se ao
perder a água.

As alterações dimensionais provocam variação mais forte no sentido


perpendicular às fibras em razão do aumento de seu diâmetro. Essa é a principal
causa da fuga de registro no processo de impressão.

Perda de umidade para o ambiente causa encolhimento do produto nas


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bordas exteriores das pilhas e bobinas, tornando-as estiradas e deixando o centro


frouxo. Ganho de umidade torna as bordas do produto frouxas. A fim de reduzir
essas distorções, deve-se manter o produto embalado com material a prova de
umidade até o momento do uso.

ENCANOAMENTO: O encanoamento (ou encurvamento) do produto deve-


se basicamente a três causas: diferença de estrutura entre as duas faces do
produto e sua exposição à alta ou baixa umidade relativa; corte muito próximo do
tubete das bobinas ou trabalho ineficiente dos desencantadores; e aplicação de
umidade na superfície do produto durante a impressão, fazendo com que ele tenda
a entrar em equilíbrio com o ambiente.

O encanoamento nos papéis a serem copiados é controlado na fabricação,


de modo que saiam planos após sua passagem pelas copiadoras. Os papéis para
impressão não devem ter encanoamento, caso contrário surgirão problemas na
alimentação da máquina impressora e em equipamentos de encadernação ou de
acabamento. Expressa em milímetros (mm) ou micra ( m m, milésima parte do
milímetro), espessura é a distância perpendicular entre as faces da folha de
produto. Sua uniformidade garante a uniformidade na impressão e o desempenho
nos processos de conversão.

A espessura é importante nos papéis para confecção de livros, em que o


número de páginas por centímetros é especificado.

O corpo do produto é o resultado da relação entre a espessura e a


gramatura. Seu índice compara os papéis de diferentes volumes para uma mesma
gramatura.

FORMAÇÃO : Descreve a estrutura do produto e a maneira como as fibras


estão entrelaçadas. É uma propriedade relativa, uma vez que a boa formação em
um tipo de produto pode ser considerada inaceitável em outro. O produto com boa
formação imprime com menos mancha mento (mottling) e tem opacidade mais
uniforme

RESISTÊNCIAS MECÂNICAS

São medidas pelos testes de resistência a estouro, rasgo, tração e dobra.


Todos os papéis a serem impressos necessitam de resistência para rodar nas
impressoras a velocidades normais.
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• Resistência ao estouro: é a pressão hidrostática necessária para romper o


produto quando este é submetido a um esforço constante e uniformemente
distribuído, aplicado em um de seus lados. Considerado um indicador geral de
resistência do produto, está associado à rigidez e à tensão de ruptura. A resistência
ao estouro diminui à medida que o conteúdo de carga mineral aumenta.

• Resistência ao rasgo: é o esforço necessário para rasgar o produto em


uma distância fixada depois de o rasgo ter iniciado. O produto tem maior
resistência ao rasgo na direção perpendicular às fibras (transversal). Quanto mais
longa a fibra, maior a resistência ao rasgo.

• Resistência à tração: è a máxima tensão que o produto suporta, sob


condições determinadas, antes de se romper. De pouca importância para o caso
de papéis em folhas, é fundamental em aplicações de papéis em bobinas.

• Resistência à dobra: é o número de dobras duplas que o produto suporta


sob tensão antes de se romper. Em geral, há maior resistência no sentido
perpendicular às fibras. Fibras longas, com elevado grau de entrelaçamento,
produzem papéis mais resistentes à dobra. O conteúdo de umidade influência
fortemente a resistência.
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