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1.

OPERAÇÕES DEFENSIVAS – Defesa em Posição (defesa de área)


FORMA DE Quem Missão do Escalão de Segurança Gru
TIPO Escn Posicionamento Rest
MANOBRA ocupa/Mobilia Específica (plano de fundo amerelo) Comuns (plano de fundo azul)
Organizada em A Seg, A Defesa Avançada, A reserva.
É estruturada na organização de uma área de defesa a ser mantida a todo custo.
Defesa em Posição
Máximo emprego dos meios na ADA.
decisivo ao longo do LAADA.
Posições em primeiro escalão são fortemente mantidas, aceitando-se um engajamento
Forçar o inimigo a aceitar uma situação tática desvantajosa.
Defesa de Área - Manutenção de uma região específica.
1. Força de Cobertura (F Cob) 1. Exército de (1)
A cargo Esc Sup

DEFENDER: DETER PELO FOGO E PELO COMBATE APROXIMADO.


(80 a 120 km à frente do LAADA) campanha - Iludir o inimigo quanto a

Área de segurança (A Seg)


verdadeira localização do
LAADA.
2. Postos Avançados Gerais - Dar o alerta oportuno da
(PAG) 2. Divisão de Exército A cargo Esc Sup aproximação inimiga;
(8 a 12 km à frente do LAADA - Retardar e desorganizar o
inimigo;

3. Postos Avançados de - Impedir a


Combate (PAC) - 800 a 2000 m à Estabelecer PAC observação
frente do LAADA 3. Elm 1º Esc que terrestre e os
estão fogos diretos
4. Elementos de segurança aprofundando Def sobre a ADA
aproximada e em reserva Lanç Pa Lig (1)
até 500 m à frente do LAADA
3.1 (Cia Res Btl) (2)
5. Elementos de vigilância de 3.2 (Pel Res Cia)
área Lanç PV/PE Deter o Ini pelo
até 500 m à frente do LAADA fogo

Elm 1º Esc Deter o inimigo à frente da posição defensiva, bloqueando as Via à frente da posição e repelir o
A, a fim de limitar possíveis penetrações. seu assalto pelo combate
avançada (ADA)

4. (2 duas Cia)
Área de defesa

aproximado.
Constituem
- Limitar penetrações; - Reforçar os Pel de 1º Escalão, Mdt O;
- Núcleo de Defesa a Posição - Preparar posições de - Estabelecer PAC, quando Procurando, por meio de fogos e
LAADA Real/Geral Defensiva aprofundamento; determinado; do combate aproximado, impedir
Elm 1º Esc - Excepcionalmente, - Lançar Pa Lig; a sua entrada na referida área.
(Se estende 3.2 (Pel Res Cia) realizar contra-ataque de - Apoiar pelo fogo;
do LAADA até restabelecimento no - Cobrir os flancos e intervalos dos
a retaguarda LAADA; Pel em 1º Escalão.
da fração
reserva (A

empregada
- Posições de
Área de

em primeiro - Aprofundar a defesa, limitando as penetrações;


Res)

profundamento Elm 1º Esc


(Retaguarda do
escalão)
3.1 (Cia Res Btl)
- Realizar contra-ataques; Idem (1)
- Reforçar ou substituir os elementos da ADA.
Nucleo de defesa)

A defesa móvel emprega uma combinação de ações ofensivas, defensivas e retardadoras. O Batalhão participará:
Defesa Visa à destruição das forças inimigas. 1. Como Força de Segurança ou como parte desta;
Móvel Menor poder de combate na ADA. 2. Integrando as Forças de primeiro escalão;
Reserva recebe maior prioridade na distribuição dos meios, sendo empregada em vigorosa ação ofensiva. 3. Como Reserva Móvel.

Movime Retraimento (1) sem pressão do Inimigo


ntos (2) sob pressão do inimigo
Retróga
dos Ação Retardadora
Retirada

(BIZUS DEFENSIVAS 1 – ................................. 1/7)


2. FUNDAMENTOS DAS OPERAÇÕES DEFENSIVAS
FUNDAMENTOS Op Def
UMA(3D) AÇÕES (atenção para os que estão em vermelho)
SIFU
Nomenclatura

- O terreno é fator importante na seleção das área de defesa e na - Pode ser fator de economia de meios, podendo estes, ser canalizados
localização e distribuição das forças. para outros locais.
Utilização Adequada
U AT - Na organização da posição, as características defensivas do - No ADA o terreno deve possuir comandamento sobre o terreno a
do Terreno
terreno (cobertas e abrigos, observação e campos de tiro, frente, permitindo o máximo de rasância dos tiros tensos e o
obstáculos, etc) devem ser exploradas ao máximo. engajamento do Inimigo o mais a frente possível.
- Retomada da iniciativa e destruição do inimigo por meio de ação ofensiva.
Máximo Emprego de
M EAO Lançamento de patrulhas - Um agressivo patrulhamento, incursões e contraataques (ações dinâmicas), estão entre as ações pelas
Ações Ofensivas
quais o espírito ofensivo é mantido na defesa.
O apoio mútuo é estabelecido lateralmente e escalonado em
- Cruzamento dos fogos. - O posicionamento dos núcleos
profundidade, permitindo que um núcleo bata por fogos o inimigo que
(setor obliquo F Prot Fina de defesa de maneira a ser possível
A pM Apoio Mútuo cerrar sobre o núcleo vizinho e impedindo a infiltração inimiga entre os
- Intervalo entre frações bater por fogos o inimigo que
núcleos, pois o espaço entre os mesmos fica permanentemente sob
batidos por fogos . cerrar sobre os núcleos vizinhos.
observação e batidos por fogos.
Conveniente espaçamento da tropa no terreno a fim de não apresentar um alvo concentrado, visando reduzir sua vulnerabilidade aos fogos do
D prs Dispersão
inimigo.
Ainda que a defesa seja organizada para repelir um ataque frontal, geralmente partido de uma determinada direção,
Preparação de
Defesa em Todas as o batalhão deve ser capaz de se defender contra ataques nos flancos, ataques aéreos, aeroterrestres, aeromóveis,
D TD posições de Muda e
Direções infiltrações e ataque à retaguarda por forças guerrilheiras, devendo ser preparados planos alternativos visando conter
Suplementares
ou limitar tais ataques.
Defesa em A profundidade é dada pela organização do terreno, preparando posições de aprofundamento e localizando a reserva de modo que possa
D Prof
Profundidade executar contra-ataques. Preparação de posições de muda e manobra de elementos avançados para posições alternativas.
Passiva (evitar Camuflagem, utilização do meio fio e disciplina de Não ser facilmente identificável (camuflagem, disciplina de
Segurança

Evitar surpresa tática,


ser identificado) luzes como medidas passivas de segurança. luzes e ruídos). o defensor deve adotar
S eg Colocação de meios que proporcionem o alerta oportuno todas as medidas
Ativas (Idtf
Patrulhas de ligação e lançamento de PV/PE sobre a aproximação do Ini e emprego de forças de segurança possíveis para não ser
aproximação Ini)
à frente, nos flancos, na retaguarda e nos intervalos da P Def. surpreendido.
Integração e
- Roteiro de tiro (uma via p/ Cmt Cia) O plano de defesa envolve a integração e coordenação cuidadosa de todas as medidas defensivas.
I CMD Coordenação das
- Manobra e Planos de Fogos Planejamento da manobra, planejamento de fogos e do plano de barreiras (Art).
Medidas de Defesa
O plano de defesa deve favorecer a possibilidade de pronta reação e imediata retomada da iniciativa a qualquer
Preparação de
momento em que o atacante demonstre vulnerabilidade.
F lex Flexibilidade posições de Muda e
- A disposição das forças de defesa e o planejamento de seus fogos e deslocamentos visam a fazer face ao maior
Suplementares
número possível de situações.
Utilização Judiciosa Todo esforço deve ser feito para que as posições estejam preparadas antes do ataque inimigo.
U JTD
do Tempo Disponível - A posição deve ser continuamente melhorada, devendo todo o tempo adicional ser utilizado neste trabalho.

(BIZUS DEFENSIVAS 1 – ................................. 2/7)


3. OPERAÇÕES DEFENSIVAS – APOIO DE FOGOS
Apoio ao Combate / Apoio de Fogo
O apoio de fogo é um dos principais meios de que dispõe o comandante para intervir no combate.
O apoio de fogo será mais eficaz quanto melhor estiver planejado, coordenado e sincronizado com os demais sistemas operacionais.
As diversas unidades ou subunidades são responsáveis pelo planejamento e máxima coordenação de seus fogos, e cada plano de fogo deve ser coordenado com o
elemento vizinho.
(1) Plano de fogos de artilharia (PFA). (2) Plano de fogos de morteiro (PFM). (3) Plano de defesa anticarro (DAC). (4) Plano de apoio aéreo.
(5) Plano de apoio naval. (6) Outros planos como por exemplo metralhadoras, químico e outros.
DOCUMENTOS QUE REÚNEM O PLANEJAMENTO DO EMPREGO DOS FOGOS FINALIDADE DESSES DOCUMENTOS (PLANOS FOGOS)
O Roteiro de Tiro do Pelotão e os Apêncices 1, 2, 3 e 4 do PAF: Plano de Fogos de Morteiro; fazer com que ocorra a máxima integração entre fogo e
Plano de Fogos de Artilharia; Plano de Defesa Anticarro; Plano de Fogos de Metralhadora. manobra.
O plano de apoio de fogos deve permitir atirar sobre o
Uma vez que foram posicionados os homens, e preparados os abrigos, o sucesso da defesa depende,
inimigo, logo que possa observá-lo, sujeitá-lo a um
portanto, em grande parte, do cuidado com que os fogos são planejados, coordenados e desencadeados.
volume crescente de fogo à medida que se aproxima e
Entende-se portanto, que o motivo de existir ou a finalidade dos diversos Planos de Fogos é a máxima
destruí-lo ou repelí-lo por fogos no interior da posição
integração entre o Fogo e a Manobra.
defensiva.

- São realizados no máximo alcance das armas de apoio sem denunciar a organização da
posição defensiva. Bem como das armas de apoio orgânicas ou colocadas em reforço aos
Fogos Longínquos PAC.
- Visam dificultar a aproximação do inimigo, retardar, causar baixas, desorganizar, bem
como apoiar o escalão de segurança.

- Visam impedir ou dificultar o ataque do inimigo, destruindo sua integridade,


desorganizando seu comando e neutralizando seu apoio de fogo;
Fogos Defensivos
- Linhas de Acionamento, por armamento; Alcance útil de cada arma
Aproximados:
- Tiro de Fração (Cmt GC - Setor Frontal Abrigo)

- São realizados imediatamente à frente dos núcleos de 1º escalão.


Fogos de Proteção
- Abaixo de 200 m (Provável Posição de Assalto)
Final:
- Visam deter o ataque inimigo impedindo o seu assalto e repelindo o escalão de ataque.
Fogos no Interior - Visam limitar e isolar as penetrações, impedir a consolidação Ini e apoiar os contra-
da Posição: ataques.
No pelotão de fuzileiros, o apoio de fogo é proporcionado pelo grupo de apoio, composto de um morteiro leve e duas metralhadoras leves, por elementos em reforço e
pelas armas coletivas dos grupos de combate (lança-rojões anticarro, fuzis metralhadores e lançagranadas).
Os granadeiros dos grupos de combate, que operam os lança-granadas, devem bater os alvos designados por seus respectivos comandantes.
Os fuzis metralhadores dos grupos de combate são armas automáticas coletivas e batem alvos em proveito de suas frações.
Os Lança Rojão tem como alvos prioritários as viaturas blindadas inimigas.

(BIZUS DEFENSIVAS 1 – ................................. 3/7)


4. OPERAÇÕES DEFENSIVAS – APOIO DE FOGOS
As metralhadoras do grupo de apoio realizam o tiro direto, sendo empregadas para bater alvos como pessoal desabrigado e armas coletivas inimigas.
Na defesa, o emprego das metralhadoras deve observar a rasância e o flanqueamento do tiro, tendo em vista o seu maior efeito na linha de proteção final, onde o fogo
atinge o máximo de intensidade.
Em princípio, as metralhadoras ocupam suas posições de tiro nos intervalos dos grupos de combate, junto à crista militar (LAADA). Por imposição do terreno, a fim
de preservar os melhores campos de tiro, as peças podem ser localizadas no interior dos núcleos dos grupos de combate. Devem ser preparadas, também, posições
de muda e suplementares.
Em missões de retardamento, as peças de metralhadora devem buscar posições junto à crista topográfica, com o objetivo de realizar fogos em profundidade. Nessa
situação, o pelotão não deve admitir um engajamento decisivo e os fogos de proteção final não são prioritários.
Durante os fogos de proteção final, as metralhadoras são apontadas para a direção principal de tiro (LPF) e realizam seus tiros diretos de forma contínua, impondo um
muro de fogos ao assalto inimigo.
Normalmente, os fogos de proteção final são desencadeados mediante um sinal convencionado (fumígenos ou pirotécnicos).
Tendo em vista a grande importância do emprego das metralhadoras nos fogos de proteção final é razoável o não acionamento das mesmas quando o inimigo atinge
o alcance útil deste armamento, com os seguintes objetivos: - Não denunciar a posição das metralhadoras; e - Economia de munição.
O morteiro leve, integrante do grupo de apoio, é uma arma de tiro indireto e se destina a bater tropas e
armas coletivas inimigas, mesmo se estiverem protegidas dos nossos fogos diretos. Uma grande vantagem
do morteiro leve é a realização do tiro de posições desenfiadas das vistas e fogos inimigos.
O morteiro leve, normalmente, ocupa uma posição de tiro no interior do núcleo de defesa do pelotão, a qual
possibilite a observação e o controle do tiro pelo chefe de peça, preparando um espaldão tipo fosso
retangular. Devem ser preparadas, também, posições de muda e suplementares.
O comandante do pelotão atribui um setor de tiro para a peça de morteiro leve, selecionando as
concentrações, na frente de defesa do pelotão, em acidentes nítidos no terreno, regiões de passagem
obrigatória e locais favoráveis ao posicionamento de armas coletivas e à concentração de tropas inimigas.

Quando a formação de ataque inimiga atinge o alcance de utilização do morteiro leve, são desencadeadas
as concentrações dos fogos defensivos aproximados. Durante o assalto inimigo, o morteiro leve realiza as
concentrações dos fogos de proteção final até uma distância mínima de segurança para a tropa amiga, em
torno de 100 metros.
Normalmente, o morteiro leve não realiza barragens.

Formas de emprego Subordinação Tática Comando Tático Comando Logístico Atua em proveito
Ação de Conjunto Pel Ap / Cia (origem) Pel Ap / Cia (origem) Pel Ap / Cia (origem) Cia (origem)
Apoio Direto Pel (Apoiado) Pel (Apoiado) Pel Ap / Cia (origem) Pel (Apoiado)
Reforço Pel (Reforçado) Pel (reforçado) Pel (reforçado) Pel (reforçado)
No seu reconhecimento, o comandante de pelotão visualiza como empregar os seus meios de apoio de fogo.
Durante o estudo de situação, é assessorado pelo comandante do grupo de apoio e deve considerar as armas orgânicas e as recebidas em reforço.

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5. OPERAÇÕES DEFENSIVAS – APOIO DE FOGOS

Após a decisão, o comandante de pelotão expede a ordem de operações, que deve prescrever, dentre outras: as formas de emprego das peças, as posições de tiro
(localização geral), os alvos a serem batidos, os setores e direções de tiro, as medidas para abertura e suspensão de fogos, as mudanças de posição e o
remuniciamento
Nas operações defensivas, o comandante do grupo de apoio prepara um roteiro de tiro, incluindo nele os dados relativos às posições de tiro das peças, os setores
de tiro, as concentrações do morteiro leve, as medidas de coordenação dos fogos, a prioridade dos trabalhos de OT, dentre outros. Cada comandante de GC elabora o roteiro de
seu grupo.
O comandante do pelotão de fuzileiros, por sua vez, confecciona o roteiro do pelotão, que contém, entre outras, as informações relativas ao apoio de fogo. O roteiro do
pelotão é o produto da consolidação dos roteiros dos grupos de combate e do roteiro de tiro do grupo de apoio. Uma via do roteiro do pelotão é entregue ao comandante da
companhia para integração e coordenação.

(BIZUS DEFENSIVAS 1 – ................................. 5/7)


6. OPERAÇÕES DEFENSIVAS – Movimentos Retrógados (Retraimento - Ação Retardadora - Retirada)
TIPO Op FORMA DE
Def MANOBRA

força rompe o contato com o inimigo.


É um movimento retrógrado, meio do qual o grosso de uma
➲Visa a preservar a integridade de uma força a fim de que, em uma ocasião futura, a ofensiva seja retomada.
este ou executado voluntariamente, quando uma vantagem marcante possa ser obtida.
É qualquer movimento tático organizado de uma força para a retaguarda ou para longe do inimigo, seja forçado por

O êxito do retraimento sem pressão, normalmente, está condicionado a períodos de


escuridão ou de visibilidade reduzida, ou a terrenos cobertos.

sem pressão do Inimigo.


O Cmt Btl desdobra sua unidade em destacamento de contato e grosso.
O destacamento de contato é a parte dos elementos de manobra e de apoio do Btl que
permanece em contato com o inimigo com o objetivo de simular as atividades normais da
frente e, dentro de suas possibilidade, prover segurança ao retraimento do grosso.
Composição do destacamento de contato

- de 1/3 a ½ dos elemento de Ap Fg;


- 1/3 dos elementos de manobra (1 GC por Pel); - mínimo dos elementos de comando e
Retraimento

- 1 Pel Cia Res; logística;


- os CC em reforço à Cia do 1º Esc; - o Sub Cmt é, normalmente, o Cmt do
destacamento
Movimentos Retrógados

Pel no Retraimento sob pressão Movimentos Retrógrados


(sob pressão do inimigo

O retraimento sob pressão deve ser evitado


sempre que possível. Se tal retraimento for
inevitável, deverá haver o emprego de forças de
segurança, que poderá ser providas pela própria
unidade e pelo escalão superior.
A missão principal da F Seg é apoiar o
retraimento das companhias de primeiro escalão,
acolhê-las e cobrirlhes a retirada.
F Seg Btl – Cia Res.
F Seg Cia – Pel Res.
F Seg Pel – GC de centro.

É um movimento retrógrado no qual uma força troca espaço por tempo, infligindo o máximo de perdas e retardamento ao inimigo sem se
Retardadora

engajar em ações decisivas, criando condições para outras operações.


Na execução de uma ação retardadora, o inimigo deve ser engajado o mais longe possível, no alcance máximo das armas da defesa. Essa
Ação

ação deve obrigar o inimigo a gastar tempo em desdobramentos, no esclarecimento da situação e em manobrar para expulsar a força de
retardamento de sua posição.
- O combate decisivo deve ser evitado.
- As posições são organizadas para serem mantidas por período de tempo limitado.
- Na execução de uma ação retardadora, o mínimo de espaço é trocado pelo máximo de tempo.
- Posições sucessivas ou posições alternadas.
É o movimento ordenado de tropas para longe do inimigo, realizado de acordo com um planejamento e sem contato com o inimigo, a fim de
Retirada evitar o combate decisivo.

(BIZUS DEFENSIVAS 1 – ................................. 6/7)


6. TÉCNICAS ESPECIAIS – Defesa elástica
Defesa elástica.
É uma técnica especial de defesa que permite uma penetração do inimigo em região selecionada para emboscar pelo fogo ao longo de todo o seu
dispositivo. Técnica que combina procedimentos de defesa de área e defesa móvel.
1. Indispensável apoio de engenharia para realização de trabalhos de
4. Tira o máximo proveito do terreno e da surpresa;
contra mobilidade
5. Canalização do inimigo para o interior da AE, onde será destruído pelo fogo
2. Busca separar os fuzileiros dos blindados;
dos núcleos de defesa e das armas de apoio.
3. Necessita de grande poder de fogo, principalmente de AC;
- Área de segurança; - Área de defesa avançada; - Área de reserva.
Dispositivo A reserva deve possuir poder de combate compatível para contra-atacar, caso algum núcleo da ADA venha submergir. Não sendo desejável que seja
empenhada para limitar a penetração inimiga na AE.
- Área de segurança;
1.Acolhimento dos elementos da força de segurança;
2.Canalização do inimigo para a AE;
Execução 3.Contenção do inimigo na AE por intermédio de fogos oriundos das posições de bloqueio, impedindo que este saia da AE ou desborde a posição
defensiva;
4.Destruição do inimigo pelo fogo na AE;
5.Realização de contra-ataque para estabelecer um núcleo defensivo submergido (SFC).
O PAC tem importante papel na Defesa Elástica, sendo empregado para vigiar à frente da Z Aç do Btl, informando o valor, o dispositivo e a direção do ataque do
inimigo e ajustando os fogos indiretos. Deve ainda retrair de tal forma, que canalize o movimento do inimigo para a AE.

A DESTRUIÇÃO do inimigo será realizada pelos fogos dos próprios núcleos de defesa e pelos fogos indiretos de
artilharia e morteiros sobre a AE.
As armas AC são instaladas em posições avançadas próximas ao LAADA e procurando retardar o ataque inimigo, desorganizá-lo e forçá-lo a desembarcar sua
infantaria.

(BIZUS DEFENSIVAS 1 – ................................. 7/7)

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